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Nome: Lilith

Cor: Vinho, Roxo, Azul Marinho e Preto.

Ervas: Lotus, Monarda, Sementes de Beldroegas, Amor Perfeito, Rosas Vermelhas.

Pedras: Perola Negra, Ônix, Rubi, Turmalina Negra.

Aromas: Estragão, Rosas Vermelhas, Absinto, Sândalo e Mirra.

A primeira representação de Lilith foi a placa Burney, a partir de um período tardio da arte
suméria (2300 A.C.), apresenta a figura sedutora de uma grande deusa alada, Lilith, a mulher
pássaro. Ao lado de corujas sagradas, ela está nua, exceto por uma tiara de chifres, Ela foi
chamada de bruxa e considerada uma das maiores Divindades. Ela também possuía o anel e a
vara de poder em suas mãos. Assim, ela se junta à primeira categoria de deuses. Seus pés de
pássaros com garras sobre as costas de leões deitados mostrando sua força e o seu poder, os
pés de corujas a mostrava que ela portava a sabedoria, aquela que possuía a inteligência, as
corujas ao seu lado reforçavam a sua sabedoria e o carácter noturna deusa. O significado do
nome Lilith em Hebraico é “Coruja”. Os leões ao seu lado eram seus guardiões naturais,
cabendo a eles proteger a grande Rainha da Noite. O destronamento de Lilith é contado em
placas cuneiformes (placas escritas sumerianas) contam uma parábola de uma deusa que foi
exilada, um destino parecido com a Deusa Grega Medusa. O poema épico sumério (a partir do
terceiro milênio A.C.) fala sobre Inanna e seu amante Gilgamesh conta a história de uma
divindade que morava em uma árvore de Huluppu, uma árvore que era considerada um
salgueiro sagrado para a mãe antiga. Inanna havia plantado a árvore em seu santuário,
planejando usar sua madeira para fazer seu trono mágico. Porém quando a árvore cresceu e
ela foi para cortá-la, não pode, pois na sua base uma serpente encantada havia feito seu
ninho, na copa do salgueiro o Pássaro Anzu havia colocado seus filhotes e entre os galhos no
meio da árvore, Lilith, a Donzela das Noites, havia construído sua casa. Então Inanna, A Rainha
do Céu, chorou por não poder cortar sua árvore, Gilgamesh ouvindo seu choro, matou a
serpente que ficava na base da árvore. E os seus homens cortaram a árvore que pertencia a
Inanna. Assim Lilith voou para longe. Lilith é uma divindade muito antiga tanto quanto Inanna,
alguns religiosos acreditam que ao partir e deixar sua casa, Lilith se arrepende e volta para sua
árvore, chegando ao ver sua casa destruída se coloca a chorar, Inanna com pena da Senhora da
Noite a treina como sua sacerdotisa, ensinando os dons da magia e todo o seu conhecimento.
E Lilith retribuía solicitando homens na rua e os levava para o templo de Inanna para iniciá-los
no rito do sexo sagrado. Trazendo um nível refinado de energia para o ato sexual, utilizando a
energia tântrica como forma de elevar a consciência recebendo assim o conhecimento vindo
das estrelas. Por conta disso Lilith muitas vezes é considerada como o aspecto jovem da Deusa
Inanna, aquela que acolhia e protegia em suas asas que proporcionava afeto, também
conhecida como a Deusa dos grãos.
Toda árvore possui embaixo da terra uma versão do potencial de si mesma. A árvore oculta,
feita de raízes vitais que nutrem a potencialidade da árvore, é a alma da árvore que empurra a
energia para cima para que sua verdadeira natureza, ousada e sábia possa florescer para o
céu.
Lilith representa à natureza da mulher, a sexualidade feminina, o poder do sangue mestrual
que é o poder da Lua Escura, o poder do ventre, também é canalizadora da serpente e da
energia kundalini desde o chakra base até a energia das esferas superiores do chakra
coronário, força criadora que faz a ligação entre a terra e céu, céu e terra.
Durante a época do matriarcado às sacerdotisas de Lilith faziam uso do veneno da serpente
em pequenas porções como alucinógeno. Então, reuniam-se para intuir as melhores decisões a
serem tomadas para o bem-estar do coletivo. A serpente e seu veneno eram altamente
venerados e respeitados.
A primeira representação de Lilith foi a placa Burney, a partir de um período tardio da arte
suméria (2300 A.C.), apresenta a figura sedutora de uma grande deusa alada, Lilith, a mulher
pássaro. Ao lado de corujas sagradas, ela está nua, exceto por uma tiara de chifres, Ela foi
chamada de bruxa e considerada uma das maiores Divindades. Ela também possuía o anel e a
vara de poder em suas mãos. Assim, ela se junta à primeira categoria de deuses. Seus pés de
pássaros com garras sobre as costas de leões deitados mostrando sua força e o seu poder, os
pés de corujas a mostrava que ela portava a sabedoria, aquela que possuía a inteligência, as
corujas ao seu lado reforçavam a sua sabedoria e o carácter noturna deusa. O significado do
nome Lilith em Hebraico é “Coruja”. Os leões ao seu lado eram seus guardiões naturais,
cabendo a eles proteger a grande Rainha da Noite. O destronamento de Lilith é contado em
placas cuneiformes (placas escritas sumerianas) contam uma parábola de uma deusa que foi
exilada, um destino parecido com a Deusa Grega Medusa. O poema épico sumério (a partir do
terceiro milênio A.C.) fala sobre Inanna e seu amante Gilgamesh conta a história de uma
divindade que morava em uma árvore de Huluppu, uma árvore que era considerada um
salgueiro sagrado para a mãe antiga. Inanna havia plantado a árvore em seu santuário,
planejando usar sua madeira para fazer seu trono mágico. Porém quando a árvore cresceu e
ela foi para cortá-la, não pode, pois na sua base uma serpente encantada havia feito seu
ninho, na copa do salgueiro o Pássaro Anzu havia colocado seus filhotes e entre os galhos no
meio da árvore, Lilith, a Donzela das Noites, havia construído sua casa. Então Inanna, A Rainha
do Céu, chorou por não poder cortar sua árvore, Gilgamesh ouvindo seu choro, matou a
serpente que ficava na base da árvore. E os seus homens cortaram a árvore que pertencia a
Inanna. Assim Lilith voou para longe. Lilith é uma divindade muito antiga tanto quanto Inanna,
alguns religiosos acreditam que ao partir e deixar sua casa, Lilith se arrepende e volta para sua
árvore, chegando ao ver sua casa destruída se coloca a chorar, Inanna com pena da Senhora da
Noite a treina como sua sacerdotisa, ensinando os dons da magia e todo o seu conhecimento.
E Lilith retribuía solicitando homens na rua e os levava para o templo de Inanna para iniciá-los
no rito do sexo sagrado. Trazendo um nível refinado de energia para o ato sexual, utilizando a
energia tântrica como forma de elevar a consciência recebendo assim o conhecimento vindo
das estrelas. Por conta disso Lilith muitas vezes é considerada como o aspecto jovem da Deusa
Inanna, aquela que acolhia e protegia em suas asas que proporcionava afeto, também
conhecida como a Deusa dos grãos.
Toda árvore possui embaixo da terra uma versão do potencial de si mesma. A árvore oculta,
feita de raízes vitais que nutrem a potencialidade da árvore, é a alma da árvore que empurra a
energia para cima para que sua verdadeira natureza, ousada e sábia possa florescer para o
céu.
A primeira representação de Lilith foi a placa Burney, a partir de um período tardio da arte
suméria (2300 A.C.), apresenta a figura sedutora de uma grande deusa alada, Lilith, a mulher
pássaro. Ao lado de corujas sagradas, ela está nua, exceto por uma tiara de chifres, Ela foi
chamada de bruxa e considerada uma das maiores Divindades. Ela também possuía o anel e a
vara de poder em suas mãos. Assim, ela se junta à primeira categoria de deuses. Seus pés de
pássaros com garras sobre as costas de leões deitados mostrando sua força e o seu poder, os
pés de corujas a mostrava que ela portava a sabedoria, aquela que possuía a inteligência, as
corujas ao seu lado reforçavam a sua sabedoria e o carácter noturna deusa. O significado do
nome Lilith em Hebraico é “Coruja”. Os leões ao seu lado eram seus guardiões naturais,
cabendo a eles proteger a grande Rainha da Noite. O destronamento de Lilith é contado em
placas cuneiformes (placas escritas sumerianas) contam uma parábola de uma deusa que foi
exilada, um destino parecido com a Deusa Grega Medusa. O poema épico sumério (a partir do
terceiro milênio A.C.) fala sobre Inanna e seu amante Gilgamesh conta a história de uma
divindade que morava em uma árvore de Huluppu, uma árvore que era considerada um
salgueiro sagrado para a mãe antiga. Inanna havia plantado a árvore em seu santuário,
planejando usar sua madeira para fazer seu trono mágico. Porém quando a árvore cresceu e
ela foi para cortá-la, não pode, pois na sua base uma serpente encantada havia feito seu
ninho, na copa do salgueiro o Pássaro Anzu havia colocado seus filhotes e entre os galhos no
meio da árvore, Lilith, a Donzela das Noites, havia construído sua casa. Então Inanna, A Rainha
do Céu, chorou por não poder cortar sua árvore, Gilgamesh ouvindo seu choro, matou a
serpente que ficava na base da árvore. E os seus homens cortaram a árvore que pertencia a
Inanna. Assim Lilith voou para longe. Lilith é uma divindade muito antiga tanto quanto Inanna,
alguns religiosos acreditam que ao partir e deixar sua casa, Lilith se arrepende e volta para sua
árvore, chegando ao ver sua casa destruída se coloca a chorar, Inanna com pena da Senhora da
Noite a treina como sua sacerdotisa, ensinando os dons da magia e todo o seu conhecimento.
E Lilith retribuía solicitando homens na rua e os levava para o templo de Inanna para iniciá-los
no rito do sexo sagrado. Trazendo um nível refinado de energia para o ato sexual, utilizando a
energia tântrica como forma de elevar a consciência recebendo assim o conhecimento vindo
das estrelas. Por conta disso Lilith muitas vezes é considerada como o aspecto jovem da Deusa
Inanna, aquela que acolhia e protegia em suas asas que proporcionava afeto, também
conhecida como a Deusa dos grãos.
Toda árvore possui embaixo da terra uma versão do potencial de si mesma. A árvore oculta,
feita de raízes vitais que nutrem a potencialidade da árvore, é a alma da árvore que empurra a
energia para cima para que sua verdadeira natureza, ousada e sábia possa florescer para o
céu.
A primeira representação de Lilith foi a placa Burney, a partir de um período tardio da arte
suméria (2300 A.C.), apresenta a figura sedutora de uma grande deusa alada, Lilith, a mulher
pássaro. Ao lado de corujas sagradas, ela está nua, exceto por uma tiara de chifres, Ela foi
chamada de bruxa e considerada uma das maiores Divindades. Ela também possuía o anel e a
vara de poder em suas mãos. Assim, ela se junta à primeira categoria de deuses. Seus pés de
pássaros com garras sobre as costas de leões deitados mostrando sua força e o seu poder, os
pés de corujas a mostrava que ela portava a sabedoria, aquela que possuía a inteligência, as
corujas ao seu lado reforçavam a sua sabedoria e o carácter noturna deusa. O significado do
nome Lilith em Hebraico é “Coruja”. Os leões ao seu lado eram seus guardiões naturais,
cabendo a eles proteger a grande Rainha da Noite. O destronamento de Lilith é contado em
placas cuneiformes (placas escritas sumerianas) contam uma parábola de uma deusa que foi
exilada, um destino parecido com a Deusa Grega Medusa. O poema épico sumério (a partir do
terceiro milênio A.C.) fala sobre Inanna e seu amante Gilgamesh conta a história de uma
divindade que morava em uma árvore de Huluppu, uma árvore que era considerada um
salgueiro sagrado para a mãe antiga. Inanna havia plantado a árvore em seu santuário,
planejando usar sua madeira para fazer seu trono mágico. Porém quando a árvore cresceu e
ela foi para cortá-la, não pode, pois na sua base uma serpente encantada havia feito seu
ninho, na copa do salgueiro o Pássaro Anzu havia colocado seus filhotes e entre os galhos no
meio da árvore, Lilith, a Donzela das Noites, havia construído sua casa. Então Inanna, A Rainha
do Céu, chorou por não poder cortar sua árvore, Gilgamesh ouvindo seu choro, matou a
serpente que ficava na base da árvore. E os seus homens cortaram a árvore que pertencia a
Inanna. Assim Lilith voou para longe. Lilith é uma divindade muito antiga tanto quanto Inanna,
alguns religiosos acreditam que ao partir e deixar sua casa, Lilith se arrepende e volta para sua
árvore, chegando ao ver sua casa destruída se coloca a chorar, Inanna com pena da Senhora da
Noite a treina como sua sacerdotisa, ensinando os dons da magia e todo o seu conhecimento.
E Lilith retribuía solicitando homens na rua e os levava para o templo de Inanna para iniciá-los
no rito do sexo sagrado. Trazendo um nível refinado de energia para o ato sexual, utilizando a
energia tântrica como forma de elevar a consciência recebendo assim o conhecimento vindo
das estrelas. Por conta disso Lilith muitas vezes é considerada como o aspecto jovem da Deusa
Inanna, aquela que acolhia e protegia em suas asas que proporcionava afeto, também
conhecida como a Deusa dos grãos.
Toda árvore possui embaixo da terra uma versão do potencial de si mesma. A árvore oculta,
feita de raízes vitais que nutrem a potencialidade da árvore, é a alma da árvore que empurra a
energia para cima para que sua verdadeira natureza, ousada e sábia possa florescer para o
céu.
A primeira representação de Lilith foi a placa Burney, a partir de um período tardio da arte
suméria (2300 A.C.), apresenta a figura sedutora de uma grande deusa alada, Lilith, a mulher
pássaro. Ao lado de corujas sagradas, ela está nua, exceto por uma tiara de chifres, Ela foi
chamada de bruxa e considerada uma das maiores Divindades. Ela também possuía o anel e a
vara de poder em suas mãos. Assim, ela se junta à primeira categoria de deuses. Seus pés de
pássaros com garras sobre as costas de leões deitados mostrando sua força e o seu poder, os
pés de corujas a mostrava que ela portava a sabedoria, aquela que possuía a inteligência, as
corujas ao seu lado reforçavam a sua sabedoria e o carácter noturna deusa. O significado do
nome Lilith em Hebraico é “Coruja”. Os leões ao seu lado eram seus guardiões naturais,
cabendo a eles proteger a grande Rainha da Noite. O destronamento de Lilith é contado em
placas cuneiformes (placas escritas sumerianas) contam uma parábola de uma deusa que foi
exilada, um destino parecido com a Deusa Grega Medusa. O poema épico sumério (a partir do
terceiro milênio A.C.) fala sobre Inanna e seu amante Gilgamesh conta a história de uma
divindade que morava em uma árvore de Huluppu, uma árvore que era considerada um
salgueiro sagrado para a mãe antiga. Inanna havia plantado a árvore em seu santuário,
planejando usar sua madeira para fazer seu trono mágico. Porém quando a árvore cresceu e
ela foi para cortá-la, não pode, pois na sua base uma serpente encantada havia feito seu
ninho, na copa do salgueiro o Pássaro Anzu havia colocado seus filhotes e entre os galhos no
meio da árvore, Lilith, a Donzela das Noites, havia construído sua casa. Então Inanna, A Rainha
do Céu, chorou por não poder cortar sua árvore, Gilgamesh ouvindo seu choro, matou a
serpente que ficava na base da árvore. E os seus homens cortaram a árvore que pertencia a
Inanna. Assim Lilith voou para longe. Lilith é uma divindade muito antiga tanto quanto Inanna,
alguns religiosos acreditam que ao partir e deixar sua casa, Lilith se arrepende e volta para sua
árvore, chegando ao ver sua casa destruída se coloca a chorar, Inanna com pena da Senhora da
Noite a treina como sua sacerdotisa, ensinando os dons da magia e todo o seu conhecimento.
E Lilith retribuía solicitando homens na rua e os levava para o templo de Inanna para iniciá-los
no rito do sexo sagrado. Trazendo um nível refinado de energia para o ato sexual, utilizando a
energia tântrica como forma de elevar a consciência recebendo assim o conhecimento vindo
das estrelas. Por conta disso Lilith muitas vezes é considerada como o aspecto jovem da Deusa
Inanna, aquela que acolhia e protegia em suas asas que proporcionava afeto, também
conhecida como a Deusa dos grãos.
Toda árvore possui embaixo da terra uma versão do potencial de si mesma. A árvore oculta,
feita de raízes vitais que nutrem a potencialidade da árvore, é a alma da árvore que empurra a
energia para cima para que sua verdadeira natureza, ousada e sábia possa florescer para o
céu.
A primeira representação de Lilith foi a placa Burney, a partir de um período tardio da arte
suméria (2300 A.C.), apresenta a figura sedutora de uma grande deusa alada, Lilith, a mulher
pássaro. Ao lado de corujas sagradas, ela está nua, exceto por uma tiara de chifres, Ela foi
chamada de bruxa e considerada uma das maiores Divindades. Ela também possuía o anel e a
vara de poder em suas mãos. Assim, ela se junta à primeira categoria de deuses. Seus pés de
pássaros com garras sobre as costas de leões deitados mostrando sua força e o seu poder, os
pés de corujas a mostrava que ela portava a sabedoria, aquela que possuía a inteligência, as
corujas ao seu lado reforçavam a sua sabedoria e o carácter noturna deusa. O significado do
nome Lilith em Hebraico é “Coruja”. Os leões ao seu lado eram seus guardiões naturais,
cabendo a eles proteger a grande Rainha da Noite. O destronamento de Lilith é contado em
placas cuneiformes (placas escritas sumerianas) contam uma parábola de uma deusa que foi
exilada, um destino parecido com a Deusa Grega Medusa. O poema épico sumério (a partir do
terceiro milênio A.C.) fala sobre Inanna e seu amante Gilgamesh conta a história de uma
divindade que morava em uma árvore de Huluppu, uma árvore que era considerada um
salgueiro sagrado para a mãe antiga. Inanna havia plantado a árvore em seu santuário,
planejando usar sua madeira para fazer seu trono mágico. Porém quando a árvore cresceu e
ela foi para cortá-la, não pode, pois na sua base uma serpente encantada havia feito seu
ninho, na copa do salgueiro o Pássaro Anzu havia colocado seus filhotes e entre os galhos no
meio da árvore, Lilith, a Donzela das Noites, havia construído sua casa. Então Inanna, A Rainha
do Céu, chorou por não poder cortar sua árvore, Gilgamesh ouvindo seu choro, matou a
serpente que ficava na base da árvore. E os seus homens cortaram a árvore que pertencia a
Inanna. Assim Lilith voou para longe. Lilith é uma divindade muito antiga tanto quanto Inanna,
alguns religiosos acreditam que ao partir e deixar sua casa, Lilith se arrepende e volta para sua
árvore, chegando ao ver sua casa destruída se coloca a chorar, Inanna com pena da Senhora da
Noite a treina como sua sacerdotisa, ensinando os dons da magia e todo o seu conhecimento.
E Lilith retribuía solicitando homens na rua e os levava para o templo de Inanna para iniciá-los
no rito do sexo sagrado. Trazendo um nível refinado de energia para o ato sexual, utilizando a
energia tântrica como forma de elevar a consciência recebendo assim o conhecimento vindo
das estrelas. Por conta disso Lilith muitas vezes é considerada como o aspecto jovem da Deusa
Inanna, aquela que acolhia e protegia em suas asas que proporcionava afeto, também
conhecida como a Deusa dos grãos.
Toda árvore possui embaixo da terra uma versão do potencial de si mesma. A árvore oculta,
feita de raízes vitais que nutrem a potencialidade da árvore, é a alma da árvore que empurra a
energia para cima para que sua verdadeira natureza, ousada e sábia possa florescer para o
céu.
A primeira representação de Lilith foi a placa Burney, a partir de um período tardio da arte
suméria (2300 A.C.), apresenta a figura sedutora de uma grande deusa alada, Lilith, a mulher
pássaro. Ao lado de corujas sagradas, ela está nua, exceto por uma tiara de chifres, Ela foi
chamada de bruxa e considerada uma das maiores Divindades. Ela também possuía o anel e a
vara de poder em suas mãos. Assim, ela se junta à primeira categoria de deuses. Seus pés de
pássaros com garras sobre as costas de leões deitados mostrando sua força e o seu poder, os
pés de corujas a mostrava que ela portava a sabedoria, aquela que possuía a inteligência, as
corujas ao seu lado reforçavam a sua sabedoria e o carácter noturna deusa. O significado do
nome Lilith em Hebraico é “Coruja”. Os leões ao seu lado eram seus guardiões naturais,
cabendo a eles proteger a grande Rainha da Noite. O destronamento de Lilith é contado em
placas cuneiformes (placas escritas sumerianas) contam uma parábola de uma deusa que foi
exilada, um destino parecido com a Deusa Grega Medusa. O poema épico sumério (a partir do
terceiro milênio A.C.) fala sobre Inanna e seu amante Gilgamesh conta a história de uma
divindade que morava em uma árvore de Huluppu, uma árvore que era considerada um
salgueiro sagrado para a mãe antiga. Inanna havia plantado a árvore em seu santuário,
planejando usar sua madeira para fazer seu trono mágico. Porém quando a árvore cresceu e
ela foi para cortá-la, não pode, pois na sua base uma serpente encantada havia feito seu
ninho, na copa do salgueiro o Pássaro Anzu havia colocado seus filhotes e entre os galhos no
meio da árvore, Lilith, a Donzela das Noites, havia construído sua casa. Então Inanna, A Rainha
do Céu, chorou por não poder cortar sua árvore, Gilgamesh ouvindo seu choro, matou a
serpente que ficava na base da árvore. E os seus homens cortaram a árvore que pertencia a
Inanna. Assim Lilith voou para longe. Lilith é uma divindade muito antiga tanto quanto Inanna,
alguns religiosos acreditam que ao partir e deixar sua casa, Lilith se arrepende e volta para sua
árvore, chegando ao ver sua casa destruída se coloca a chorar, Inanna com pena da Senhora da
Noite a treina como sua sacerdotisa, ensinando os dons da magia e todo o seu conhecimento.
E Lilith retribuía solicitando homens na rua e os levava para o templo de Inanna para iniciá-los
no rito do sexo sagrado. Trazendo um nível refinado de energia para o ato sexual, utilizando a
energia tântrica como forma de elevar a consciência recebendo assim o conhecimento vindo
das estrelas. Por conta disso Lilith muitas vezes é considerada como o aspecto jovem da Deusa
Inanna, aquela que acolhia e protegia em suas asas que proporcionava afeto, também
conhecida como a Deusa dos grãos.
Toda árvore possui embaixo da terra uma versão do potencial de si mesma. A árvore oculta,
feita de raízes vitais que nutrem a potencialidade da árvore, é a alma da árvore que empurra a
energia para cima para que sua verdadeira natureza, ousada e sábia possa florescer para o
céu.