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CURSO

“LEAN MANUFACTURING 2010”

CURSO DE EXTENSÃO “APLICAÇÃO PRÁTICA E EFICAZ DA FILOSOFIA


LEAN MANUFACTURING INTEGRA DA AO SISTEMA DE PRODUÇÃO EM
AM BIENT ES INDUSTRIAIS / SERVIÇOS”
Ênfase em Portfólio de Ferram entas Lean aplicáveis na Melhoria Contínua

Itajubá

M arço/2010
DIRETORIA DE PÓS- GRADUAÇÃO PESQUISA E EXTENSÃO

DIRETOR: Pr of. Me. Luis Rober to de Mello e Pinto

1. IDENTIFICAÇÃO

Instituto: Ciências Ex atas

Título: CURSO DE EXTENSÃO “APLICAÇÃO PRÁTICA E EFICAZ DA


FILOSOFIA LEAN MANUFACTURING INTEGRADA AO SISTEM A DE
PRODUÇÃO EM AM BIENTE DE INDUSTRIAS / SERVIÇOS”
Ênf ase em Portfólio de Ferram entas Lean aplicáveis na Melhoria Contínua

Curso: Engenhar ia de Pr odução / Tecnologia em Fabr icaç ão Mec ânica

Profº Universitas Responsável: Daouda Kane

Instrutor Responsável pelo Curso: Eng. A dils on Mello

Público-alvo: Ger entes, Exec utivos , Pr ofiss ionais Liber ais , Pr ofessores ,
Engenheiros, Tec nólogos, Supervis ores, Mestres/Encarregados, Coor denador es
Lean e Melhor ia Contínua, Es tudantes de Engenhar ia Mec ânic a, Produção, Civil,
demais Engenhar ias inter essados, Administr ação,Tecnólogos, Estagiár ios , etc

Duração: 05 Módulos independentes com duração de 3 meses cada (12 dias / 36


aulas por módulo), aulas aos Sábados ( 1ª turma) ou Segundas e Quartas-feiras ( 2ª
turma).
Iníc io: Setembro/2010 (par a Turmas aos Sábados)
Iníc io: Setembro/2010 (par a Turmas às Terç as e Quintas-feir as)

Carga Hor ária: 36 horas-aula.por módulo (hora-aula de 50 minutos)


Carga Horária Total : 180 horas (obs: estas horas são
consideradas e com putadas nas 200 Horas Extra-curri culares obrigatórias aos
Alunos dos Cursos de Engenharia de Produção e Tecnologia de Fabricação
Mecânica)

Horário do Curso: 2 Turmas


1ª Turm a: Aulas aos Sábados das 07:45 hs às 10:05 hs
( dias de aulas c onfor me cr onogr ama de datas a s er divulgado)
2ª Turm a: Aulas às Terç as e Quintas-feir as das 17:05 hs às 18:15 hs
( dias de aulas c onfor me cr onogr ama de datas a ser divulgado)

Valor do curso: R$ 198,00/mês (para acadêmicos, profess or es, estudantes (nível


Téc nico e Super ior) , pós- graduandos , mes trandos dos Cursos de Engenharias e
Afins do Universitas e demais c urs os das Outras Instituições de Ensino da r egião.
R$ 396,00/mês (para empr esas que busc am capac itar seus
colabor ador es (Gerentes, Chefes, Supervis or es, Engenheir os, Coor denador es de
Programas de Melhoria Contínua e/ou Lean, Mestres/Enc arr egados , Estagiár ios, etc ;
bem c omo demais executivos, pr ofissionais liberais, pess oas das mais variadas
áreas de atuaç ão dis pos tas a c onhecer e aplicar a Filosofia rec onhecida
Mundialmente como o MEL HOR SISTEMA DE PRO DUÇÃ O até então elaborado).
Inscrições: Serão aceitas inscr iç ões através de c ontatos com a Secr etaria de Pós-
Graduaç ão, Pesquisa e Ex tens ão via em ail (pos@fepi.br), telefone (3629 - 8400) ,
pessoalmente (falar com Claudia) .
NÂO EXISTE TAXA DE MATRÍCULA. A matríc ula e c onfir mação de par tic ipaç ão no
Curs o s e dá pelo pagamento da 1ª Parcela do Curso.

Os interess ados poder ão fazer suas incriç ões em módulos individuais ou par a o
Curs o c ompleto. Optando pela inscriç ão no c urs o completo os participantes estar ão
isentos de reajustes de v alor es das mens alidades tendo gar antido o valor das
mensalidades inalter ado até a c onclus ão do c urs o c ompleto.

O inv estimento total mencionado no item anterior inclui o material ditátic o, cópias em
PDF das aulas ministradas, estacionamento, c offee br eak, participação nas
simulações prátic as das ferramentas Lean e Certificado Oficial de Conc lus ão de
cada Módulo do Curs o.

Núm ero de vagas : 36

Núm ero M ínimo de Alunos : 10.

Obs.: Será ex pedido, ao final do Curso, c ertificado ofic ial aos participantes que
tenham obtido freqüênc ia mínima de 75%.

2. O LEAN M ANUFACTURING

O Sistema Toyot a de Produção, também chamado de Produção enxut a e Lean


Manufacturing, s urgiu no Japão, na fábr ica de automóveis Toy ota, logo após a
Segunda Guerr a Mundial. Nesta época a indústr ia japonesa tinha uma produtiv idade
muito baix a e uma enor me falta de rec ursos , o que natur almente a impedia adotar o
modelo da Pr oduç ão em massa.
A criaç ão do s istema s e deve a tr ês pessoas: O fundador da Toy ota e mes tre de
invenções, Toyoda Sakichi, seu filho Toy oda Kiichir o e o pr inc ipal exec utiv o o
engenheir o Taiichi Ohno. O sis tema objetiva aumentar a efic iênc ia da pr oduç ão pela
eliminaç ão contínua de des per dícios.

O sis tema de Pr oduç ão em mass a desenvolvido por Freder ic k Tay lor e Henry Ford
no início da século XX, pr edominou no mundo até a década de 90. Procur ava r eduzir
os cus tos unitários dos pr odutos através da produção em larga esc ala ,
especialização e div is ão do tr abalho. Entretanto este s istema tinha que oper ar c om
estoques e lotes de pr oduç ão elevados. No início não havia gr ande pr eoc upaç ão
com a qualidade do produto.
Já no Sistema Toyota de Pr odução os lotes de pr oduç ão são pequenos, per mitindo
uma maior var iedade de produtos. Exemplo: em vez de produzir um lote de 50
sedans br ancos, pr oduz-se 10 lotes com 5 v eículos cada, com cor es e modelos
variados . Os trabalhador es são multifunc ionais, ou seja, desenv olv em mais do que
uma única tarefa e oper am mais que uma única máquina. No Sis tema Toy ota de
Produç ão a pr eocupação c om a qualidade do produto é extr ema. For am
des envolv idas diversas técnicas simples mas extremamente efic ie ntes para
proporcionar os resultados esperados , como o Kanban e o Poka-Yoke.
De acor do com Taiic hi Ohno (1988):
O s valor es sociais mudaram . Agor a, não podemos vender nossos produtos a
não ser que nos coloquemos dentro dos coraç ões de nossos cons umidores ,
cada um dos quais tem conceitos e gostos difer entes. Hoje, o mundo
industrial foi forçado a domi nar de verdade o sistema de produção m últiplo,
em pequenas quantidades.

A base de sustentaç ão do Sistema Toyota de Produç ão é a absoluta eliminação do


des perdício e os dois pilares necessár ios à sustentação é o Just-in- time e a
Autonomação.
Os 7 desperdíc ios que o sistema v isa eliminar:
 Superprodução, a maior fonte de des per dício.

 Tempo de es pera, refer e-se a materiais que aguar dam em filas para ser em
proc ess ados.
 Transporte, nunca ger am v alor agregado no produto.

 Process amento, algumas operações de um proc esso poderiam nem exis tir .
 Estoque, sua r edução ocorr erá atr avés de sua c aus a raiz.

 Movimentação
 Defeitos, produzir pr odutos defeituos os s ignifica desperdiçar mater iais, mão-
de- obra, movimentação de materiais defeituosos e outr os
O ambiente es per ado par a uma empresa, com a implementaç ão Lean
Manufactur ing é o seguinte:

Lead time r ápido, Tempo c urto de pr ocessamento, Faz er cer to na 1ª v ez (qualidade


assegurada ao proc ess o), Estoques baix os e c ontr olados , A gregação de v alor total
ao cliente, Clientes satisfeitos , Custos sob c ontrole, Entr egas no praz o, Maior
produtividade e Ef iciência, Proc essos padr oniz ados / estáveis / c om baixa
complexidade.

3. JUSTIFICATIV A

O Curs o de Extensão em Lean Manufactur in g nasce da miss ão do Univ ers it as –


Centro Univers itár io de Itajubá de busc ar o desenvolvimento regio nal,
proporcionando qualificaç ão em nível super ior em c onsonânc ia com as
nec ess idades das indústr ias aqui implantadas.

A Demanda crescente por par te das empresas de Manufatura e Serviços por


profissionais capacitados na implantação das fil osofias Lean manufacturing e Six
Sigma ger ando os ganhos potenciais que essas filos ofias podem pr oporcionar
motiva a criaç ão deste c urs o.

Este curso de extens ão vem s omar a capac itação pr ofiss ional dos gr aduandos dos
Curs os do Universitas e outras univ ers id ades c omo importante complemento e
valor ização do Curric ulum des tes mes mos, bem como aos demais participantes, das
mais div ersas áreas, na c ondução dos tr abalhos de melhor ia c ontínua

O curs o jus tific a-s e pela s ua naturez a teór ico- prática, c apac itando de for ma muito
objetiva e efic az a for maç ão e aperfeiçoamento de pr ofissionais envolvidos ou
inter ess ados em ingr essar na Jor nada Lean Manufacturing e todo o seu potencial de
ganhos e resultados.
4. OBJ ETIVOS

Capacitar os par ticipantes no conhecimento e aplicação pr átic a da Filosofia Lean


Manufactur ing. Desta forma “entr egar” às empresas profissionais capacitados a
ger ar gr andes resultados operacionais c om a implementaç ão de uma Filosofia de
Sistema de Trabalho considerada a MELHOR de todos os tempos .

5. EM ENTA

Esta disciplina substantiv a-se por:


 Abor dar de for ma c lar a o histórico de desenvolvimento dos Sistemas de Produção,
mostrando a importância das empres as busc arem um Sistema de Pr oduç ão que
esteja alin hado à Competitiv idade e Globalização que estão inser idas, migrando dos
conc eitos de produção em Massa / pr ev isões / pr odução empurrada, par a um
sistema enxuto / agr egação de v alor & eliminação de desper díc ios / demandas
conhecidas / pr odução puxada pelos clientes ;
 Abor dar os princ ípios da Fil os ofia Lean Manufacturing e seus objetiv os bem como
os potenciais ganhos que a mes ma pode ger ar às empr esas;
 Mostr ar a aplic ação pr átic a do Por tfólio de ferramentas que o Lean dispõem para
que se c ombata todas as fontes de desperdício ( as 9 mudas);
 Técnicas avançadas de simulaç ões e exemplos /cases de s ucess o c om a
implantação da filosofia Lean;
 Pr oporcionar aos participantes a c apacitação necessár ia par a c onduz ir ou fazer
par te de equipes de Lean e Melhor ia Contínua nas s uas r espectiv as ár eas de
trabalho, cr ia ndo um Sistema de Pr oduç ão bas eado na agr egação de valor e
eliminaç ão dos desperdíc ios .

6. PLANO DE AULA E CRO NO GRAM A

Segue alguns assuntos que ser ão tr atados no esc opo do c urso ( div ididos por
módulos) par a serem planejados ao longo das datas dis poníveis no cronograma.

1. INTRO DUÇÃO AO LEAN MANUFAC TURING – O PENSAM ENTO ENXU TO


(LEAN TH INKING)

PROG RAMA:

- Ev oluç ão dos Sistemas de Pr oduç ão : do Artes anal par a o Sistema em Mass a (


Henry For d) para o Sistema Lean ( Taiichi Ohno)
- A História da Toy ota e s uas c onquis tas
- O Lean no Bras il e no Mundo, dados e informações importantes de empr es as que
adotar am o Lean c omo Sistema de Gestão/Pr oduç ão.
- O Lean Thin king : o que é ? - introdução ao Lean Thinking.

- Os 5 pr incípios do Lean Manufacturing (Valor, Fluxo de Valor, Fluxo Contínuo,


Nivelar e Puxar , Busc a da Perfeição); perguntas e res postas frequentes e o
vocabulár io envolv ido
- Sensibiliz ação para o Lean Manufacturing / Comece já !
- Implantando o Lean - Sequênc ia de Suc ess o
- A importância da Estabilidade Bás ica

- A Cas a da Toyota – Seja uma Empr esa Lean !

- Maximizaç ão de VA LOR e eliminação c ontínua de DESPERDÍCIOS

- As Ferramentas do Lean Manufacturing – Para cada Problema uma Solução !

- SIMULAÇÃO PRÁTICA :
A simulaç ão de uma fábrica é utiliz ada par a demonstrar de uma for ma
objetiva e prática a tr ansfor maç ão Lean.
. O A ntes: car acter ização de um sis tema em massa
. Aplicação dos 5 pr íncípios Lean
. O Depois: a jornada Lean implementada na empr esa

2. VSM (VALUE STREAM MAP) – MAPEAMENTO DO FLUXO DE VALO R

PROG RAMA:

- Apr enda faz endo

- O antes e o depois e s uas conquistas

- Elimine os desperdícios e melhor e s eus indicador es de gestão

- Desenhando o Mapa de Estado A tual

- Definindo valor – Anális e de Fluxo de Valor Lean

- Cr iando fluxo contínuo – estabelecendo os super mercados – us ando a metodologia


kanban

- Us ando as ferramentas certas para as melhor ias no fluxo de valor

- Desenhando o Mapa de Estado Futur o

- Plano de alc ance do Es tado Futur o

- SIMULAÇÃO PRÁTICA

3. ESTAB ILIDADE BÁS IC A – 4M´s & C RIAÇÃO DO FLUXO CO NTÍNUO

PROG RAMA:

- Garantindo a Estabilidade Básic a dos 4M´s (Máquina, Mão- de-obr a, Método e


Material) c omo pr emissa e sus tentação á implementação Lean

- Identificando e eliminando as fontes de instabilidade

- A importância da Manutenç ão Planejada como gar antia de disponibilidade de


máquinas

- A coleta de dados no c hão de fábr ica e o Monitor amento do Status da Pr oduç ão


como fontes de infor maç ões de Estabilidade.
- A estabilidade na pr ogramação

- O tempo Takt – ali nhando seu ritmo ao r itmo do seu c liente

- Fluxo Contínuo como princípio Lean, fundamental e pr é-r equis it o para o sucesso
da implantação

- Separ ando as famílias de produto e definindo o Takt time

- As etapas do tr abalho e as fontes de des perdício

- O tr abalho padronizado

- GBO & GBM – Gráfic o de balanceamento de operadores e Gr áfic o de


balanceamento de máquinas

- Máquinas, materiais, métodos, mão-de-obra e lay- out´s pr eparados par a o fluxo


contínuo

- Os tipos de lay-out´s / c élulas de produç ão / células autônomas

- TPM – Manutenção Pr odutiva Total

4. PO RTFÓ LIO DE FERRAMENTAS LEAN

PROG RAMA:

- Apr esentação das Ferr amentas de Melhor ia Contínua dis poníveis no Portfólio Lean

- Quando, Como e Onde utilizar cada ferr amenta

- Ex emplos pr áticos e simulações do uso destas ferr amentas

- VSM (Value Str eam Map)

- A3

- Trabalho Padronizado

- TPM e os 5G´s da Manutenç ão / Manutenç ão Autônoma

- OEE - Overall Equipment Effetiveness – Ef ic ácia Global de Equipamentos


- Qualidade e o 5S´s

- SMED - Set-up Rápido


- Poka-Yoke / Mistake Proofing
- Metas Finitas e V ariáv eis
- Ferramentas de Cronoanális e que auxiliam nas identific ações de pr oblemas e
respectivas soluç ões
- Andon / Ger enc iamento Vis ual
- CEP ON LINE

- Kaizen

- One piec e flow

5. SMED – SETUP RÁPIDO & STANDARD WO RK – TRABALHO


PADRO NIZADO

PROG RAMA:

- Apr esentação das Ferr amentas de Melhor ia Contínua dis poníveis no Portfólio Lean

- O que é SMED ?

- Definiç ão de SETUP

- Como viabilizar o niv elamento através da r eduç ão do tempo de setup

- As ativ idades relac ionadas ao setup

- Setup interno X Setup externo

- A metodologia SMED – Os personagens na coleta dos dados

- O Diagrama Spaghetti

- Es tabelec endo metas par a o tempo de Setup

- Padronizações / Kaizen´s

- Conceitos Básic os do Tr abalho Padr oniz ado

- Trabalho Padronizado como Bas e da “ Cas a da Toy ota” e das Ativ idades “ Kaiz en”
de Melhor ia Contínua

- As Etapas de implantaç ão do Tr abalho Padronizado

- O Fluxogr ama de áreas envolv idas par a a sustentabilidade do Trabalho


Padr onizado

- A coleta de dados e infor maç ões impor tantes que constarão da Ficha de Trabalho
Padr onizado.

- Calculo do takt time

- Monitoramento da efic iênc ia de MOD baseado no trabalho padronizado.

- Meio A mbiente e Seguranç a par ticipando do Trabalho Padronizado

- Padronizando também a atividade de Setup


- Modelos de Fichas de Trabalhos Padronizados

- Construindo um Trabalho Padr onizado

6. MIG RANDO DO SISTEMA EM PURRADO PARA O SISTEMA PUXADO


COM NIVELAMENTO E B ALANC EAMENTO DA PRO DUÇÃO

PROG RAMA:

- VSM – Mapeamento de Fluxo de Valor

- Entendendo o Flux o de Mater iais e o Fluxo de Infor mações

- Sistema Empurr ado X Sistema Puxado

- A Metodologia Kanban viabil iz ando PUXAR

- Dinâmica dos Cartões Kanban

- Estoques Controlados e Dimens ionados: Os Super merc ados : o que são e como
calc ular ?

- Balanc eamento e Nivelamento da pr odução (Heijunka)

- SIMULAÇÃO PRÁTICA :
A simulaç ão de uma fábrica par a demonstr ar de uma forma objetiv a a
transfor maç ão Lean, Pux ar ao inv és de Empurr ar !

7. FAZENDO FLUIR O S MATERIAIS E AS INFO RMAÇÕ ES

PROG RAMA:

- Inic iando a implementação baseado no Mapa de Estado Futuro

- Dimensionando o s uper mercado

- Calculando o takt time

- Usando as ferr amentas Lean de Melhoria Contínua para eliminar todos os


des perdícios

- O Fluxo Contínuo

- Lay-out celular

- Maior gir o dos es toques

- Otimiz ação dos r ec ursos utiliz ados ( máquinas, pessoas, mater iais) / Gráficos GBO
e GBM

- Simplificando o fluxo de infor maç ões / Progr amando em um únic o ponto

- Es tabilidade Básica 4M´s


- Gestão V isual

- Atingindo as Metas

8. METAS FINITAS E VARIÁVEIS & JUST IN TIME e JIDO KA – PILARES DO


SIS TEM A LEAN

PROG RAMA:

- Metas finitas por ém var iáv eis c onfor me Mix de produção

- Just in Time – o que é ?

- O MRP

- O A PO

- Apresentando um modelo de gestão de metas finitas var iáveis (softw are de


acompanhamento horár io da pr odução)

- Ferramentas de Cronoanális e que aux iliam na identificaç ão dos desper dícios e na


obtenç ão de outputs otimizados .

- Balanc eamento e Nivelamento da pr odução (Heijunka)

- Jidoka e A utonomaç ão – o que s ão ?

- A importânc ia do comprometimento, motiv ação, res pons abilidade e disc iplina das
pess oas no sucesso da implementação Lean

- O Papel do RH na implementação

- Células Auto- gerenc iáv eis / Célu las A utônomas

- Pr ogramas de s ugestões de melhor ias c om premiações por r esult ados alc ançados

- Tr ansferênc ia da Inteligênc ia do Homem para a Máquina / Máquinas auto-


detector as de defeit os / Mistake Proofing / Poka-Yoke

- Ev entos Kaiz en Blitz

9. LEAN EM SERVIÇO S – LEAN O FFIC E

PROG RAMA:

- Conceitos Lean Office

- Benef ícios do Lean Office e do Lean em Serviç os

- Os Tipos de Desper díc ios em Escritórios e Ár eas Indir etas

- Desafios da Implementação Lean Office e Lean em Serviços


- A relação ex istente entr e Lean Offic e/Serviç os e Lean Manuf acturing

- Métodos Aplicados par a a Transformação Lean

- VSM / Fluxo Contínuo / Takt Time / Trabalho Padr oniz ado

- Alavancando ganhos tr abalhando c om uma equipe enxuta e bem dimensionada


( Heijunka)

10. ENXERG ANDO O TO DO – O LEAN MANUFAC TURING CO MO SISTEMA

PROG RAMA:

- Revis ão Ger al dos Conceitos e dos Módulos A nter ior es

- Integrando Todas as Ferramentas e Metodologias de for ma a Criar um Sistema de


Gestão/Pr oduç ão

- Migrando de kaizen´s ( melhor ias pontuais) para Melhorias Sistêmic as

- Integr ação de todo o Supply Chain

- Desafios da Implementação c omo Sistema

- Mantendo a Sustentabilidade da implementação

11. INTRO DUÇÃO A CRO NO ANÁLIS E INDUS TRIAL

PROG RAMA:

- Como sur giu a cronoanális e.


- O que é a cr onoanálise.
- A sua impor tânc ia dentr o das empresas .
- Apr esentar um r esumo do curs o.
- A Cronoanálise e o Lean Manufacturing

12. CO NCEITO S DE ES TATÍS TIC A DESCRITIVA

PROG RAMA:

- O que é a estatística descr itiva?

- O que é medidas de posição?

 Média Aritmética;

 Média Ponderada;

 Mediana;
 Moda.

- O que é medida de dis pers ão?

 A mplit ude;

 Variância;

 Desv io Padrão;

 Coeficiente de variaç ão.

- Distribuição Nor mal.

- TODOS OS TÓ PICOS TERÃ O EX ERCÍCIOS PRÁ TICOS PA RA FIXAÇÃO DOS


CONCEITOS APRES ENTA DOS.

13. FERRAMENTAS ÚTEIS PARA O ESTUDO DE CRO NO ANÁLIS E

PROG RAMA:

- Método de trabalho ( Tr abalho padronizado)

- Gráfic os de fluxos de pr ocess os

- Diagr amas Homem X Máquinas ( Gr áficos de A tividades)

14. ESTUDO S DE TEMPO S

PROG RAMA:

- Introdução do estudo de tempos e movimentos .

- Tipos de cronômetros.

- Conversão dos s istemas de medidas de tempos.

- Anális e da operação.

- Divisão de elementos.

- Freqüênc ia dos ele mentos.

- Anotação dos tempos – Leitura Contínua – Leitur a Parcial.

- Pos ições para cronometragem.


- Calculo para o número de amostr agem.

- Nivelamento de tempos .

- Nor malização dos tempos.

- Fadig a, Monotonia e toler âncias pessoais.


- Troca de ferr amentas e ajustes de máquinas.

- Outras toler âncias

- Definiç ão do tempo padrão

15. ESTUDO S DE MO VIMENTO S

PROG RAMA:

- O que é o "MTM - Methods Time Measur ement".

- Movimentos de A lcanç ar.

- Movimentos de Mover .

- Movimentos de Gir ar.

- Movimentos de Posicionar.

- Movimentos de Soltar.

- Unidades do MTM

16. C RO NO ANÁLISE

PROG RAMA:

- Acoplamento de máquinas .
 Avaliar r elação um home m e uma máquina;

 Avaliar r elação um home m e várias máquinas ;

 Avaliar a r elaç ão vár ios homens e uma máquina.

- Definiç ão da Carga Máquina

- Definiç ão da Carga Mão-de-obra

- Es tudo de balanc eamento de linhas

- Es tudo de balanc eamento de operadores

17. FERRAMENTAS AUXILIARES DA C RO NO ANÁLISE

PROG RAMA:

- Amostr agem de dados r eais

- Work Sample
- Spot Chec k.

- Acompanhamento de Produção HORA A HORA

- Metas Finitas e v ariáveis

18. A C RO NO ANÁLISE NO TEMPO DE S ETUP

PROG RAMA:

- Definiç ão de setup

- A ferramenta SMED par a r edução do tempo de setup

- Separando e dimensionando os s etup´s internos e setup´s exter nos através da


cronoanális e.

- Padronizando a ativ idade de setup

7. RECURSOS

Materiais
As aulas s erão teór ico-práticas com a utilização contínua de rec ursos audiovisuais.
Serão feitas simulações práticas de situaç ões encontradas normalmente nos
ambientes de indústrias, onde os participantes poderão assimilar de uma forma mais
rápida os conc eitos.
Além disto, o c urs o serv ir á c omo um grande “Netw orking” onde os partic ipantes
poderão o tempo todo estar compartilhando ex periências, trabalhos, soluções ,
debates de idéias, c asos pr átic os viv enciados a cada dia nos res pectivos ambientes
de tr abalho.

Serão necess ários :


- um pr ojetor multimídia de alta res oluç ão com s aída para computador, vídeo, DV D.
- sala bem estruturada com no mínimo 40 lugar es para ministr ar o curso e demais
áreas de apoio como banheiros e local para serv ir o café.
- Kit com livr os, apostilas e divers os outr os mater iais didáticos e de c ons ult a
(inc lusiv e obtidos via Inter net) s obr e Lean Manufaturing, c omo instr umentos de
elaboraç ão dos planos de aulas, ex erc íc ios práticos e s imulaç ões e fontes de
cons ultas e le itur as dos participantes estarão disponív eis.

Hum anos
Um instrutor e equipe de apoio s empr e que nec essár io.

Outros
Vis itas em empresas que estão implantando o Lean Manufacturing ou que busc am
implantar e se dis põem a abr ir suas por tas par a ofer ecer um ambiente de estudos ,
análises e projetos de Lean, bem c omo pales tras de pess oas da ár ea de Lean
também fazem parte do escopo do Curso.
8. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

JAM ES WO MAC K & DANIEL JO NES, A Menta lidade Enxuta nas Empresas, USA.
J EFFREY K. LIKER & DAVID MEIER O Modelo Toyota – Manual de Aplicação, USA.
SHIGEO SHINGO Sistem a de Troca Rápida de Ferram enta, Japão.
JAM ES WO MAC K, DANIEL JO NES & DANIEL RO O S. A Máquina que Mudou o
Mundo, USA.
SHIGEO SHINGO . O Sistem a Toyota de Produção, Japão.
TAIICH I O HNO . O Sistema Toyota de Produção, Jap ão.
PASCAL DENNIS. Produ ção Lean Sim plificada, São Paulo.
PASCAL DENNIS. Fazendo Acon tecer a Co isa Certa, São Paulo.
TO SHIKO NARUSAWA E JO H N SHOO K. Kaizen Express, USA, 2009
LIB/JAMES WO MACK & DANIEL JO NES. Soluções En xutas, USA, 2006
LEAN INS TITUTE BRASIL, Aprendendo a En xergar, São Paulo.
LEAN INS TITUTE BRASIL, Léxico Lean 2 ª Ed., São Paulo, 2006.
LIB/FREDDY BALLÉ & MICH AEL B ALLÉ. A M ina de Ouro, USA, 2007.
LEAN INS TITUTE BRASIL, Criando o Sistem a Puxado Nivelado, São Paulo.
LEAN INS TITUTE BRASIL, Fazendo Flu ir os Materiais, São Paulo.
LEAN INS TITUTE BRASIL, Criando Fluxo Contínuo, São Paulo.
LEAN INS TITUTE BRASIL, Enxergando o Todo, São Paulo.
IQ PC – INTERNATIO NAL Q UALITY & PRO DUCTIVITY C ENTER. Material de
Treinam ento Lean Manufacturing, São Paulo.
IBC – INTERNATIO NAL B USINESS CO MMUNIC ATIO NS. Material de Treinamento
Lean Manufa ctu ring, São Pau lo.
REINALDO A. MO URA – IMAN – KANBAN: A Sim plicidade no Con trole da Produ ção,
São Paulo.1989
ALKINDAR DE O LIVEIRA - ESCO LA DE LÍDERES, São Paulo. 2006
FRANKLIN CO VEY – O S 7 HÁBITO S PARA G ESTO RES, USA
ALIX H ERNALS TEENS – HAAS T Assessoria e Serviços Ltda – CURSO TPM, São
Paulo. 2005
ADILSO N J. M. MATO S – MAH LE - Material de Treinamento Lean Manufa ctu ring,
Itajubá 2007/2008/2009
9. CURRICULUM DO INSTRUTOR DO CURSO

 Engenheiro Mecâ nico formado pela EFEI ( atual UNI FEI )


Universida de Fe deral de Engenharia de Itajubá – 1994
 Espe cia lização em Gestão da Produção – UNI FEI
 Pós-gra duação na área de Ener gia – UNIFEI
 Histórico profissional, desde a fase de Estagiário, Tr ainee e
Engenheiro Efetivo nas se guintes empresa : Helibrás, IMB EL,
EMBRACO, Cia Vale do Rio Doce (A tual VALE), C OFAP, MAHLE
C omponente s de Motore s do Brasil
 Engenheiro a 10 anos da Ma hle Compone nte s de Motores do Brasil
unidade Anéis de Pistão, Itajubá-MG tendo ainda atuado em
trabalhos conjuntos com várias outras unidades do G rupo Mahle no
Brasil e Exterior .
 Espe cia lista e C oordenador dos traba lhos de implantação da Filosofia
Lea n Manufacturing na Mahle Anéis atuando nesta jor nada a 7 anos.
Responsável pelo Setor de Pla nejamento Industrial da Mahle.
 Participante de inúmer os Treinamentos, Workshop´s, Congressos,
Fór uns de Debates sobre Le an Manufa cturing e Six Sigma em
variados segme ntos de Consultor ias, I nstitutos, Empresas, etc, tais
como IBC (Inter national Business C ommunications), LIB (Lean
Institute Bra sil), Ótima Estratégia e Gestão, I NFORMA Planejame nto
e Organização de Congressos, IQPC (Inter na tional Quality &
Productivity Center), Werkema Consultores, TBM LeanSigma
Institute.
 Ministr ou Treiname nto em Conjunto com o Prof. José Rober to Ferro
do LIB (Lean Institute Br asil) considerado um dos maiores
conhecedore s de Lean no Brasil, membro do Lean Enter prise
Institute e do Lean Global Network (LGN). (a no 2006)
 Palestrante e D ebatedor no Fór um Sudeste sobre Lean
Manufacturing, realiza do por Lea n I nstitute Brasil e patrocinado por
FIA T Automóv eis com a par ticipação de Grandes Empresas
Brasileiras e Multinaciona is ( Belo Horizonte-MG - ano 2007)
 C o-autor no Ar tigo “Elaboraçã o de modelos conceituais em
simula ção computa cional a través de ada ptaçõe s na técnica IDEF0”
tendo sido feita uma aplicação prática em ambiente Lea n na Mahle,
com os professores da UNIFEI e FEG , Fabiano Lea l, D agobe rto
Alves de Almeida, José Arnaldo Barra Montevechi, Fer nando
Augusto Silv a Mar ins e Aluna Mona Liza Moura de Oliveira. (ano
2007)
 Autor do A rtigo “Lean Manufacturing na Mahle A néis Itajubá”
publicado no “Jornal Ma hle G lobal” distribuído para todas as
Unidades do Grupo Mahle M undia l. (ano 2006)
 Ministr ou inúmeros treinamentos para todos os níveis hierár quicos
(de diretore s/gere nte s a nível oper aciona l) do Grupo Mahle, várias
unidades de négócio.
 Participante de eventos in company rea liza dos por empre sas que
estã o na jorna da Lean com a participa ção de outra s empresas
proporcionando um gra nde networking e tr oca de experiências e
boas práticas.
 Recebeu na unidade Mahle Anéis Itajubá a visita de várias empresas
e universidades (a lunos e professore s) interessados em conhecer os
trabalhos de implementaçã o Lean. Tais como C lone computadores,
Metagal, Volkswagen, Fiat Automóve is, Flextr onics, Toyota , G M,
IBM, A FL, SENSE, Fânia, IMB EL, D aimler C rysler, C abela uto, JFL,
Alfresa , Are va, M eta l Leve, UNI FEI, UNIVERSITAS, UNIVAS e
FAC ESM.
 Membro do C omitê de Manufatura SAE Brasil 2008/2009

1º Módulo

2º Módulo

3º Módulo

4º Módulo
10. CLIENTES E PA RCEIROS

11. ADENDO

 D ados do Responsável/Empresa capacita dos a oferecer o Curso de


Extensão Lea n Ma nufacturing Universitas.

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Treinamentos em Lean
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Adil son Mell o
Sócio Diretor
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