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Biofísica

Pesquisa realizada sobre o procedimento corrente russa


Flavia Maria Correa Pimenta - 1910533
BIO03NA

Resumo
Corrente russa é um estímulo elétrico usado para produzir uma contração muscular
no local em que ele é aplicado. Pode haver melhora na contração muscular e na
flacidez da pele, além de estimular a circulação sanguínea. Esteticamente pode ser
usada para promover maior tonicidade muscular facial e corporal, melhora da
celulite e rugas da face e pescoço e a modelagem corporal. Além disso, a corrente
russa pode ser usada para fins terapêuticos, como em esportes, para que os
músculos se estabeleçam, que a circulação melhores e haja um relaxamento após
um treino pesado. Ela também pode ser aplicada para redução da dor, também
facilita cicatrização dos tecidos, reduz espasmos musculares e edemas.
Introdução

A corrente russa é um processo de eletroestimulação que promove uma contração


dos músculos, promovendo um aumento da força e aumento do volume muscular, é
muito utilizado na fisioterapia no tratamento de pessoas que não conseguem
contrair o músculo após algum trauma, como no caso das pessoas que tiveram AVC
ou que são paraplégicos, por exemplo.

Esse procedimento promove o aumento da força muscular. A corrente russa


também tem sido utilizada por atletas para melhorar a performance e para fins
estéticos com o objetivo de fortalecer os músculos abdominais. No entanto essa
utilização ainda é discutida e os efeitos alcançados apenas pela corrente russa são
considerados inferiores aos alcançados através da atividade física.

Desenvolvimento
Na fisioterapia estética, a flacidez muscular é considerada uma patologia decorrente
de um desequilíbrio alimentar (má alimentação), perda de tônus muscular (pela falta
de atividades físicas), e pelo envelhecimento natural da pele.
A corrente russa, é um dos procedimentos utilizados para a redução dessa flacidez,
em maioria pelas mulheres em busca de melhoramento físico, por ser indicada para
o fortalecimento muscular. A contração muscular com estimulação elétrica é similar
a contração voluntária, porém melhora o trofismo e, dependendo da corrente,
aumenta o volume da massa muscular, auxilia a oxigenação celular, atinge fibras
mais profundas e apresentam menos resistência, entretanto, é necessário estimular
a contração dos grupos musculares corretos para obter bons resultados.
A prática de atividade física convencional depende muito da força de vontade do
indivíduo, que por muitas vezes não tem disponibilidade para frequentar uma
academia ou praticar algum tipo de atividade física, sendo assim, muitos optam pela
eletroestimulação, que promove a contração muscular sem que seja necessário
muito esforço, e graças aos avanços tecnológicos, hoje se encontram aparelhos de
eletroestimulação com a finalidade de estimular e tonificar a musculatura corporal
com o menor esforço físico possível.
Conclusão
A eletroestimulação muscular é uma inovação tecnológica de grande ajuda na
melhoria das condições musculares em diferentes áreas ou especialidades como
neurologia, ortopedia, estética corporal etc. Para obter resultados satisfatórios no
tratamento da eletroestimulação, são comuns o uso da técnica de colocação dos
eletrodos levando em consideração os pontos motores, que é o ponto de menor
resistência à passagem da corrente elétrica, permitindo assim maior excitabilidade
do músculo. Sendo assim, conclui-se que a eletroestimulação por meio da corrente
russa pode ser eficaz, juntamente com atividades físicas devidamente
acompanhadas, no tratamento da flacidez muscular, porém, devem se levar em
conta alguns cuidados na aplicação dos eletrodos nos pontos motores, para
melhores resultados.

Referências

GUYTON, M.D. Arthur, Fisiologia Humana. Sexta Edição. Rio de Janeiro:


Guanabara Koogan, 1998.

DÂNGELO J G; FATTINI CA. Anatomia Humana sistêmica e Segmentar.3.edição.


Rio de Janeiro: Atheneu, 2007

ORLANDI, V. Corrente russa e exercício resistido no músculo glúteo máximo. 2005.


83 f. Trabalho de conclusão de curso (Bacharel em Fisioterapia) - Curso de
Graduação em Fisioterapia, Universidade do Sul de Santa Catarina, Tubarão. 2005.

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