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iVent™201

Manual de referência técnica

iVent 201 Manual de referência técnica


Número de peça GE M1162065
Rev.: A Revisado em janeiro de 2014 / 19.18.02
Copyright © 2014 by GE Medical Systems Israel Ltd

0473
Registro do Proprietário
O número do modelo e o número serial do seu iVent201 estão no painel
posterior. Registre o número de série no espaço fornecido abaixo para ter
essa informação em mãos se precisar telefonar para a assistência técnica.
Número do modelo:

Número de série:

iVent201 é uma marca registrada da General Electric Company


Outros nomes de marca ou de produtos usados nesse manual são marcas
comerciais ou marcas registradas dos seus respectivos proprietários.
Importante
As informações contidas nesse manual de referência técnica referem-se apenas
aos modelos dos produtos comercializados pela GE Healthcare até a data efetiva
desse manual ou a sua última revisão. Esse manual de Referência Técnica foi
preparado para uso exclusivo do pessoal de manutenção da GE Healthcare em
função do seu treinamento e experiência, bem como a sua disponibilidade de
peças, ferramentas adequadas e equipamento de teste. Consequentemente,
a GE Healthcare fornece este manual de Referência Técnica aos seus clientes
puramente como uma conveniência de negócios e para informação geral do
cliente, sem garantia de resultados no que diz respeito a qualquer aplicação
dessas informações. Além disso, devido à grande variedade de circunstâncias
nas quais as atividades de manutenção e reparo podem ser realizadas e à
natureza única da experiência, capacidade e qualificações de cada indivíduo,
o fato de o cliente ter recebido essas informações da GE Healthcare não implica de
nenhuma maneira que a GE Healthcare considera o indivíduo qualificado para
realizar qualquer tipo de serviço de reparo ou manutenção. Além disso, não se
deve presumir que todos os testes aceitáveis ou procedimentos ou métodos,
precauções, ferramentas, equipamentos ou dispositivos de segurança ou
circunstâncias anormais ou não usuais que tenham sido aqui citados não tenham
ou sugiram a necessidade de requisitos e procedimentos diferentes ou adicionais.
Esse manual é sujeito a avaliação, atualização e revisão periódicas. Os clientes
são aconselhados a obter e consultar a última revisão antes de realizar qualquer
tipo de serviço no equipamento. Apreciamos comentários e sugestões dos
clientes sobre esse manual. Envie seus comentários e sugestões ao Gerente de
comunicações técnicas, Datex-Ohmeda, Ohmeda Drive, PO Box 7550, Madison,
Wisconsin 53707.

CUIDADO
A manutenção desse produto, em conformidade com esse manual de
Referência Técnica , nunca deve ser feita na ausência de ferramentas
apropriadas, de equipamentos de teste e da revisão mais recente desse
manual de manutenção, que deve ter sido clara e totalmente
compreendida.

Competência técnica
Os procedimentos descritos nesse manual de Referência Técnica devem ser
realizados somente por pessoal treinado e autorizado. A manutenção deve ser
feita somente por indivíduos competentes com conhecimento geral de dispositivos
deste tipo e experiência. Pessoas não qualificadas não devem tentar realizar nem
realizar reparos.
A GE Healthcare recomenda expressamente que sejam utilizados apenas peças
genuínas fabricadas ou vendidas pela GE Healthcare para reposição e reparo de
componentes.
Leia completamente todos os passos de cada procedimento antes de iniciar;
exceções podem levar a falhas ao completar de maneira segura e adequada o
procedimento em questão.
Representante autorizado na Comunidade Europeia

GE MEDICAL SYSTEMS SCS


283 RUE DE LA MINIERE
78530 BUC – FRANCE

Local de Fabricação
GE Medical Systems Israel Ltd.
P.O.B. 5011, Ornat Bldg.
Hasharon Ind. Park,
Kadima 6092000
Israel

GE Medical Systems Israel Ltd., uma empresa General Electric Company, no


mercado como GE Healthcare.
Índice
Section 1: Introdução .................................................................. 1
1.1 Uso pretendido ................................................................................................. 1
1.2 Descrição geral................................................................................................ 2
1.2.1 Conhecendo o iVent201 ................................................................................. 3
1.2.2 Versões do produto ......................................................................................... 5
1.2.3 Informações de segurança ........................................................................... 5
1.2.4 Regulamentações de segurança................................................................. 7
1.3 Etiquetas e símbolos ....................................................................................... 9
1.3.1 Símbolos .............................................................................................................. 9
1.3.2 Etiquetas ............................................................................................................. 10
Section 2: Especificações do sistema ...................................... 13
2.1.1 Modos ventilatórios ......................................................................................... 13
2.1.2 Desempenho ventilatório e parâmetros controlados .......................... 13
2.1.3 Dados monitorados ......................................................................................... 14
2.2 Monitoramento e parâmetros exibidos ...................................................... 17
2.3 Parâmetros ajustáveis não exibidos ........................................................... 18
2.4 Alarmes ajustáveis pelo usuário ................................................................. 18
2.5 Alarmes adicionais .......................................................................................... 19
2.5.1 Dimensões e peso ............................................................................................ 19
2.5.2 Fonte de alimentação ..................................................................................... 20
2.5.3 Suprimento de oxigênio ................................................................................. 20
2.5.4 Especificações ambientais ............................................................................ 20
2.6 Requisitos de segurança e padrões ............................................................ 21
2.6.1 Indicadores e ícones........................................................................................ 21
Section 3: Instalação e configuração ...................................... 22
3.1 Introdução ........................................................................................................ 22
3.2 Como retirar o ventilador da embalagem ................................................. 22
3.3 Conexão a fontes de energia ........................................................................ 22
3.3.1 Fontes de alimentação externa ................................................................... 22
3.3.2 Bateria interna .................................................................................................. 24
3.3.3 Testes de segurança elétrica........................................................................ 25
3.4 Conexão a fontes alternativas de energia ............................................... 25
3.4.1 Oxigênio de alta pressão ................................................................................ 25
3.4.2 Oxigênio de baixa pressão ............................................................................. 26
3.5 Conexão acessória e circuito do paciente................................................. 28
3.6 Circuito do paciente ....................................................................................... 28
3.6.1 Circuito do paciente descartável ................................................................. 29
3.6.2 Circuito do paciente reutilizável................................................................... 30
3.6.3 Circuito do paciente com dois ramos ......................................................... 30
3.6.4 Resistência do circuito .................................................................................... 32
3.7 Teste antes do uso ........................................................................................... 32
3.8 Filtros ................................................................................................................ 33
3.8.1 Filtro de entrada de ar..................................................................................... 33
3.9 Controles do ventilador .............................................................................. 35
3.9.1 Botão de controle giratório (codificador) .................................................. 35
3.9.2 Teclado ................................................................................................................. 35
3.9.3 Indicadores de LED ........................................................................................... 36
3.10 Funcionamento do ventilador ................................................................... 36
Section 4: Teoria do funcionamento ....................................... 37
4.1 Visão geral do funcionamento do sistema ............................................... 37
4.2 Sistema Pneumático......................................................................................... 38
4.2.1 Coletor e filtro de entrada .............................................................................. 43
4.2.2 Sistema de mistura de oxigênio - Unidades PSV (iV15000>) ............... 43
4.2.3 Sistema de mistura de oxigênio - Unidades do motor de passo
(iV14999)............................................................................................................... 45
4.2.4 Sistema de turbinas ......................................................................................... 47
4.2.5 Sistema de válvulas solenoides .................................................................... 47
4.2.6 Sensor de O2....................................................................................................... 48
4.2.7 Silenciador de saída e conector do paciente ........................................... 49
4.2.8 Ventoinha de resfriamento ............................................................................ 50
4.2.9 Circuito do paciente ......................................................................................... 50
4.3 Sistema eletrônico .......................................................................................... 53
4.3.1 Módulo de entrada de energia ..................................................................... 55
4.3.2 Placa de circuitos impressos da fonte de alimentação ........................ 55
4.3.3 Fonte de alimentação integrada.................................................................. 55
4.3.4 Suprimento DC externo ................................................................................... 56
4.3.5 Placa de circuitos impressos da mesa ...................................................... 56
4.3.6 Placa de circuitos impressos da CPU ......................................................... 59
4.3.7 Placa-mãe........................................................................................................... 61
4.3.8 Zero/Placa de purga ........................................................................................ 66
4.3.9 Placa de circuito impresso de controle do nebulizador/pausa ......... 66
4.3.10 Placa de montagem ...................................................................................... 66
4.3.11 Fonte de alimentação (conversor AC/DC) .............................................. 67
4.4 Tela de LCD ........................................................................................................ 67
4.5 Placa de interface ........................................................................................... 67
Section 5: Menu de manutenção .............................................. 68
5.1 Introdução ........................................................................................................ 68
5.2 Como acessar o menu de manutenção ........................................................ 68
5.3 Menu de manutenção ...................................................................................... 69
5.4 Tela de calibração ........................................................................................... 69
5.5 Teste de verificação do ventilador ............................................................. 69
5.6 Tela de configuração ..................................................................................... 70
5.6.1 Versão do programa ....................................................................................... 70
5.6.2 Tela inicial default ............................................................................................ 70
5.6.3 Peso inicial default ........................................................................................... 71
5.6.4 Configuração da FiO2 default ...................................................................... 71
5.6.5 Número de série ............................................................................................... 71
5.6.6 Número do cartão ............................................................................................ 71
5.6.7 Tipo do sensor ................................................................................................... 72
5.6.8 Tipo do pacote ................................................................................................... 72
5.7 Tela de serviço .................................................................................................. 72
5.7.1 Porta de comunicação.................................................................................... 73
5.7.2 Velocidade de transmissão de dados ........................................................ 73
5.7.3 Atualização da versão do programa ......................................................... 73
5.7.4 Atualização da chave do pacote ................................................................. 73
5.7.5 Reinicializar a bateria LMD ........................................................................... 75
5.8 Livro de registro técnico .............................................................................. 76
5.9 Localização ....................................................................................................... 77
5.9.1 Idioma .................................................................................................................. 77
5.9.2 Formato Interfield/data ................................................................................. 78
5.10 Total de horas de funcionamento ............................................................ 78
Section 6: Autotestes .................................................................. 79
6.1 Introdução ........................................................................................................ 79
6.2 Teste de verificação de operação ................................................................ 79
6.2.1 O.V.T. Requirements ......................................................................................... 79
6.2.2 Como acessar o TVO ........................................................................................ 79
6.2.3 O.V.T. Procedure: ............................................................................................... 79
6.2.4 O.V.T. Technical Description .......................................................................... 81
6.3 Teste de verificação do ventilador ............................................................. 83
6.3.1 V.V.T. Requirements.......................................................................................... 83
6.3.2 Como acessar o TVV ......................................................................................... 84
6.4 V.V.T. Procedure: .............................................................................................. 84
6.4.1 V.V.T. Technical Description ........................................................................... 89
6.5 Autotestes para resolução de problemas................................................. 94
6.5.1 Testes TVO ........................................................................................................... 94
6.5.2 Testes do TVV ..................................................................................................... 95
Section 7: Calibrações ................................................................ 99
7.1 Introdução ........................................................................................................ 99
7.2 Visão geral da calibração ............................................................................. 99
7.3 Quando executar a calibração ..................................................................... 100
7.4 Requisitos para calibração ........................................................................... 100
7.5 Como avaliar a calibração ............................................................................ 101
7.6 Procedimentos de calibração ....................................................................... 101
7.6.1 Calibração dos sensores de zero ................................................................. 101
7.6.2 Calibração do sensor de pressão................................................................. 102
7.6.3 Calibração de PEEP-RPM ................................................................................ 104
7.6.4 Calibração do sensor de fluxo....................................................................... 106
7.6.5 Calibração de volume ...................................................................................... 107
7.6.6 Calibração do sistema de O2 ........................................................................ 108
7.6.7 Como salvar os dados de calibração.......................................................... 111
7.7 Procedimento de inicialização do medidor de gás da bateria .............. 112
7.8 Resolução de problemas de calibração ..................................................... 114
7.8.1 Testes de calibração ........................................................................................ 114
Section 8: Procedimento dos testes funcionais ..................... 117
8.1 Introdução ........................................................................................................ 117
8.2 Quando executar os testes ........................................................................... 117
8.3 Materiais e equipamentos de teste .............................................................. 118
8.4 Limpeza e inspeção ........................................................................................... 118
8.5 Avaliação de desempenho .............................................................................. 119
8.5.1 Teste de segurança elétrica.......................................................................... 120
8.5.2 Testes de desempenho de oxigênio ........................................................... 121
8.5.3 Testes do alarme .............................................................................................. 124
Section 9: Manutenção planejada ........................................... 129
9.1 Introdução ........................................................................................................ 129
9.2 Limpeza e manutenção planejada de rotina .............................................. 129
9.2.1 Como limpar o ventilador .............................................................................. 130
9.3 Manutenção planejada .................................................................................. 130
9.3.1 Procedimento de MP de 500 horas ............................................................. 132
9.3.2 Procedimento de MP de 1500 horas .......................................................... 132
9.3.3 Procedimento de MP de 3000 horas .......................................................... 132
9.3.4 Procedimento anual de MP ........................................................................... 133
9.3.5 24 meses ............................................................................................................. 133
9.3.6 Procedimento de MP de 15000 horas ........................................................ 133
Section 10: Aplicativos ................................................................ 134
10.1 Introdução...................................................................................................... 134
10.2 Requisitos de hardware............................................................................... 134
10.3 Configuração dos utilitários .................................................................... 134
10.4 Disponibilidade dos utilitários ................................................................. 135
10.5 Utilitário para download do registro de eventos/
erros técnicos ................................................................................................ 135
10.6 Procedimento de atualização do programa do ventilador ............... 138
10.6.1 Requisitos para instalação ......................................................................... 139
10.6.2 Atualização do software .............................................................................. 140
10.6.3 Procedimento de checkout ......................................................................... 146
Section 11: Procedimentos de reparo e serviços ................. 147
11.1 Introdução ...................................................................................................... 147
11.2 Segurança durante reparo ......................................................................... 147
11.3 Diretrizes para reparo ................................................................................. 148
11.4 Limpeza ............................................................................................................. 149
11.5 Cabos elétricos e conexões pneumáticas ................................................ 149
11.6 Controle de descargas eletrostáticas (ESD) ......................................... 149
11.6.1 Informações gerais ........................................................................................ 149
11.6.2 Procedimentos e precauções ..................................................................... 150
11.7 Peças fora da conformidade ...................................................................... 150
11.8 Peças de reposição ........................................................................................ 151
11.9 Após o reparo ................................................................................................. 151
11.10 Documentação do reparo ......................................................................... 151
11.11 Acessórios e sistema do paciente ............................................................ 152
11.12 Materiais e ferramentas de serviço recomendadas............................ 152
11.13 Procedimentos de reparo e serviços ...................................................... 152
11.13.1 Principais procedimentos usando montagens ................................... 152
11.13.2 Montagem e desmontagem da fonte de alimentação .................... 163
11.13.3 Remoção e instalação do sensor de O2................................................ 164
11.13.4 Procedimentos das submontagens........................................................ 166
Section 12: Resolução de problemas ...................................... 180
12.1 Guia para resolução de problemas ........................................................... 180
12.2 Diagnóstico e reparos ................................................................................. 184
12.2.1 Válvula de demanda ...................................................................................... 184
12.2.2 interruptor de pressão .................................................................................. 185
12.2.3 Causa raiz - pneumática vs eletrônica .................................................... 186
12.3 Acurácia do volume corrente na exalação............................................. 190
12.3.1 Acurácia do volume corrente na inalação ............................................. 190
12.3.2 Interferências no volume corrente na exalação .................................. 190
12.3.3 Vazamento ........................................................................................................ 191
12.3.4 Velocidade ........................................................................................................ 191
12.3.5 Pulmão de teste MAQUET (Siemens 190) ................................................ 192
12.4 Problemas variados ...................................................................................... 192
12.4.1 Tela preta .......................................................................................................... 192
12.4.2 Falha na calibração do sensor de fluxo................................................... 193
12.4.3 Controle errático de O2 ................................................................................ 193
12.4.4 Volumes correntes de exalação erráticos ............................................. 193
12.4.5 Pressão baixa durante calibração ou TVV ............................................. 193
12.5 Configurando o ventilador para aferição da pressão estática .............. 194
Section 13: Acessórios e peças avulsas .................................. 195
13.1 Introdução ...................................................................................................... 195
13.2 Versões do hardware ................................................................................... 195
13.3 Listas de peças ................................................................................................ 196
13.3.1 Acessórios do ventilador ............................................................................. 196
13.3.2 Submontagens ................................................................................................ 198
13.3.3 Componentes da bateria integrada ........................................................ 200
13.3.4 Componentes do módulo eletrônico ....................................................... 201
13.3.5 Lista geral de peças avulsas ...................................................................... 202
Índice .............................................................................................. 212
Ilustrações
Figura 1-1 Visão1 frontal do iVent201.................................................................................................. 3
Figure 1-2 Rear View of the iVent201 ................................................................................................ 4
Figura 3-1 Conexões de energia do iVent201 ................................................................................ 23
Figura 3-2 Conector DISS de entrada de oxigênio..................................................................... 26
Figura 3-3 Conector de oxigênio de baixa pressão .................................................................. 27
Figura 3-4 Conexão do circuito do paciente ................................................................................ 29
Figura 3-5 Conexões do circuito do paciente (circuito respiratório) .................................. 29
Figura 3-6 Instalação do adaptador da válvula de exalação............................................... 31
Figura 3-7 i Filtros Vent201 ................................................................................................................... 34
Figura 3-8 Controles do ventilador ................................................................................................... 35
Figura 4-1 Unidade pneumática – Sistema baseado em PSV .............................................. 39
Figura 4-2 Unidade pneumática – Sistema baseado em motores de passo ................ 40
Figura 4-3 Unidade pneumática – Unidades baseadas em PSV......................................... 41
Figura 4-4 Unidade pneumática – Unidades baseadas em motores de passo ........... 42
Figura 4-5 Montagem da nebulização/pausa ............................................................................. 52
Figura 4-6 Módulo eletrônico .............................................................................................................. 53
Figura 4-7 Visão geral do ventilador ................................................................................................ 54
Figura 4-8 Conexão do alarme remoto .......................................................................................... 65
Figura 5-1 Menu principal e telas de confirmação .................................................................... 68
Figura 5-2 Tela do menu de manutenção ..................................................................................... 69
Figura 5-3 Tela de configuração ........................................................................................................ 70
Figura 5-4 Tela de serviço ..................................................................................................................... 72
Figura 5-5 Tela de atualização da chave do produto. ............................................................. 74
Figura 5-6 Seleção do tipo de bateria ............................................................................................. 75
Figura 5-7 Janela de confirmação .................................................................................................... 75
Figura 5-8 Tela de registro de erros técnicos............................................................................... 76
Figura 5-9 Tela de localização ............................................................................................................ 77
Figura 6-1 TVO - parte um .................................................................................................................... 80
Figura 6-2 TVO - parte dois................................................................................................................... 80
Figure 6-3 Como iniciar o TVV ............................................................................................................. 84
Figura 6-4 Testes de pressão .............................................................................................................. 85
Figura 6-5 Resultados dos testes de pressão .............................................................................. 85
Figura 6-6 Testes de fluxo ..................................................................................................................... 86
Figura 6-7 Testes com O2 (21%) ........................................................................................................ 86
Figura 6-8 Testes com O2 (100%) ...................................................................................................... 87
Figura 6-9 Desconexão da energia AC ........................................................................................... 87
Figura 6-10 Teste do watchdog / Reconexão AC ....................................................................... 88
Figura 6-11 Resultados dos testes do TVV .................................................................................... 89
Figura 7-1 Como acessar o menu de calibração .................................................................... 101
Figura 7-2 Sensores de zero.............................................................................................................. 102
Figura 7-3 Calibração dos sensores de pressão ...................................................................... 103
Figura 7-4 Calibração de RPM-PEEP.............................................................................................. 105
Figura 7-5 Calibração dos sensores de pressão ...................................................................... 106
Figura 7-6 Calibração de volume.................................................................................................... 107
Figura 7-7 Telas de calibração do sistema de O2 (unidades com
motor de passo) ............................................................................................................................ 109
Figura 7-8 Tampa de calibração de O2 ....................................................................................... 110
Figura 7-9 Telas de calibração do sistema de O2 (unidades com válvulas
proporcionais) ................................................................................................................................ 111
Figura 7-10 Salvar a calibração ...................................................................................................... 112
Figura 8-1 Configuração do teste de segurança elétrica .................................................... 120
Figura 8-2 Configuração do teste de desempenho de oxigênio ...................................... 121
Figura 8-3 Medida interna de O2 .................................................................................................... 122
Figura 8-4 Modo de sucção de O2 a 100% ................................................................................ 123
Figura 8-5 Alarme de alta pressão ................................................................................................. 124
Figura 8-6 Alarme de apneia ............................................................................................................ 125
Figura 8-7 Alarme de desconexão do tubo ................................................................................ 126
Figura 8-8 Alarme de desconexão do paciente ....................................................................... 127
Figura 9-1 Abertura para resfriamento (esquerda) e filtro de entrada
de ar para resfriamento (direita) ........................................................................................... 133
Figura 10-1 Configuração dos cabos dos utilitários .............................................................. 135
Figura 10-2 Janela do aplicativo iVDownload .......................................................................... 137
Figura 10-3 Registro de eventos ..................................................................................................... 137
Figura 10-4 Registro de eventos ..................................................................................................... 138
Figura 10-5 Tela de instalação do software (para as versões
19.17.01 ou 19.17.02) .................................................................................................................. 141
Figura 10-6 Tela de instalação do software .............................................................................. 141
Figura 10-7 Aplicativo de instalação do software .................................................................. 142
Figura 10-8 Aplicativo de instalação do software – estabelecimento
de conexão ...................................................................................................................................... 143
Figura 10-9 Aplicativo de instalação do software – conexão estabelecida................ 143
Figura 10-10 Menu de manutenção do iVent ........................................................................... 144
Figura 10-11 Mensagem de advertência de manutenção do iVent ............................... 144
Figura 10-12 Tela de serviço do iVent .......................................................................................... 144
Figure 10-13 iVent está pronto para atualização ................................................................... 145
Figura 10-14 Mensagem de conclusão da instalação .......................................................... 145
Figura 10-15 Tela de configuração do iVent ............................................................................. 146
Figura 11-1 Gabinete (visão traseira) nº1 ................................................................................... 154
Figura 11-2 Gabinete frontal (visão interna) nº1...................................................................... 154
Figura 11-3 Gabinete traseiro (visão interna) nº3 ................................................................... 155
Figura 11-4 Gabinete (visão traseira) nº2 ................................................................................... 157
Figura 11-5 Gabinete traseiro (visão interna) nº2 ................................................................... 158
Figura 11-6 Gabinete traseiro (visão interna) nº3 ................................................................... 160
Figura 11-7 Came do misturador de O2 na posição média ............................................... 161
Figura 11-8 Localização dos aterramentos da unidade pneumática (UP) .................. 162
Figura 11-9 Fonte de alimentação (Visão traseira) ................................................................ 163
Figura 11-10 Fonte de alimentação (removida)....................................................................... 163
Figura 11-11 Bateria ............................................................................................................................. 164
Figura11-12 Localização do sensor de O2 na unidade pneumática ............................. 165
Figura 11-13 Suporte com três pernas ........................................................................................ 166
Figura 11-14 Gabinete do módulo eletrônico ........................................................................... 167
Figura 11-15 Vista superior do módulo eletrônico ................................................................. 167
Figura 11-16 Placa de pausa............................................................................................................ 168
Figura 11-17 Solenoide de pausa ................................................................................................... 168
Figura 11-18 Tubos de pausa........................................................................................................... 168
Figura 11-19 Montagem da placa de pausa ............................................................................. 169
Figura 11-20 Capacitor do interruptor de energia ................................................................. 169
Figura 11-21 Braço da fonte de alimentação ........................................................................... 169
Figura 11-22 Cabo do interruptor de energia ........................................................................... 170
Figura 11-23 Braçadeira do cabo do interruptor de energia ............................................ 170
Figura 11-24 Remoção do interruptor de energia .................................................................. 170
Figura 11-25 Tampas dos tubos ..................................................................................................... 171
Figura 11-26 Tubo da linha de fluxo ............................................................................................. 171
Figura 11-27 Sensor de fluxo DCXL ............................................................................................... 172
Figura 11-28 Montagem da placa de purga ............................................................................. 172
Figura 11-29 Montagem da placa-mãe ...................................................................................... 173
Figura 11-30 Painel do módulo eletrônico ................................................................................. 173
Figura 11-31 Montagem da placa-mãe ...................................................................................... 174
Figura 11-32 Montagem da placa-mãe ...................................................................................... 174
Figura 11-33 Leiaute da placa do PC ............................................................................................ 175
Figura 11-34 Portas de entrada/saída da placa do PC ........................................................ 175
Figura 11-35 Remoção da placa do PC ....................................................................................... 176
Figura 11-36 Leiaute da fonte de alimentação........................................................................ 176
Figura 11-37 Conector da ventoinha da fonte de alimentação ....................................... 177
Figura 11-38 Leiaute do quadro de distribuição ..................................................................... 177
Figura 11-39 Remoção do quadro de distribuição ................................................................. 178
Figura 12-1 Tubo de entrada de O2 e válvula de demanda .............................................. 185
Figura 12-2 Conector principal da UP (Visão frontal) - Saída de
pinos do interruptor de pressão ............................................................................................ 186
Figura 12-3 Gráficos de fluxo (ocluindo a porta do sensor de fluxo positivo) ............ 189
Figura 12-4 Gráficos de fluxo (exalação em alta velocidade)............................................ 191
Figura 12-5 Formas de onda do pulmão 190 e do iVent201 ............................................. 192
Figura 13-1 Submontagens............................................................................................................... 198
Figura 13-2 Componentes da bateria integrada ..................................................................... 200
Figura 13-3 Leiaute do módulo eletrônico ................................................................................. 201

Tabelas
Tabela 1-1 Visão frontal do iVent201.................................................................................................... 3
Tabela 1-2 Visão frontal do iVent201.................................................................................................... 5
Tabela 2-1 Parâmetros exibidos e indicadores durante a ventilação ..............................17
Tabela 3-1 Indicador de bateria .........................................................................................................25
Tabela 9-1 Limpeza e manutenção de rotina ........................................................................... 129
Tabela 9-2 Calendário de manutenção planejada ................................................................. 130
Tabela 12-1 Guia de resolução de problemas .......................................................................... 181
Section 1: Introdução

1.1 Uso pretendido


As informações contidas neste Manual descrevem os procedimentos de reparo,
manutenção e testes do sistema do ventilador iVent201. Ele destina-se
a auxiliar na manutenção da segurança e das funções do dispositivo em
condições ideais.
Esse Manual de Manutenção deve ser usado apenas por técnicos autorizados
e certificados pela GE Healthcare. Entre em contato com seu representante
local da GE Healthcare caso necessite de informações sobre como se tornar
um técnico certificado pela GE Healthcare.
As informações deste manual não se devem ser a única fonte de referência
e devem ser usadas juntamente com o Manual de Operações do iVent 201
(OM-01-04). Ambos os manuais devem ser usados como referência durante
a realização de qualquer tipo de manutenção no sistema.
O conteúdo desse documento não implica em qualquer vínculo. Se forem
encontradas diferenças significativas entre o produto e este documento,
contate a GE Healthcare para informações adicionais. Algumas versões
anteriores de Hardware e software podem não ter suporte completo neste
manual.
A GE Healthcare se reserva o direito de modificar o produto sem emendar este
documento ou comunicar o usuário.

IMPORTANTE: AS INFORMAÇÕES TÉCNICAS FORNECIDAS NESSE MANUAL


DESTINAM-SE A FACILITAR O ENTENDIMENTO COMPLETO DA
ESTRUTURA E DA FUNÇÃO DO VENTILADOR. NEM TODOS OS
COMPONENTES OU SUBSISTEMAS DISCUTIDOS NESSE MANUAL
PODEM SER ACESSADOS OU REPARADOS NO LOCAL. O IVENT201
FOI PROJETADO PARA FORNECER ACESSO FÁCIL ÀS ÁREAS DO
VENTILADOR PASSÍVEIS DE MANUTENÇÃO. SEMPRE QUE POSSÍVEL,
ESSE MANUAL DESCREVE O ASPECTO PRÁTICO DE UM
COMPONENTE OU SISTEMA.

M1162065, 2009 1
Introdução

1.2 Descrição geral


O iVent201 é um ventilador compacto, portátil, microprocessado e completo que
oferece a versatilidade e a capacidade de ventiladores mais caros e de maior
porte. Um fonte de ar gerada por uma turbina e uma bateria interna
recarregável proporciona liberdade de fontes de alimentação e de ar
comprimido. Um botão giratório com funcionamento intuitivo, botões de
escolha rápida e uma tela clara, bem organizada e de fácil leitura permite
controle rápido e monitoramento contínuo em tempo real da ventilação do
paciente. Os alarmes são totalmente ajustáveis. O pacote com as Formas de
Ondas Opcionais e o Software de Diagnóstico exibem dados de curvas de
pressão e fluxo, alças, tendências, e os totais registrados em uma ampla gama
de modos gráficos e numéricos.
O iVent201 oferece vários modos ventilatórios:
 Assisto/Controlado
 Volume controlado A/C
 Pressão controlada A/C
 Ventilação Mandatória Intermitente Sincronizada (SIMV)
 Volume controlado SIMV (Vctrl SIMV)
 Pressão controlada SIMV (Pctrl SIMV)
 Pressão Positiva Contínua nas Vias Aéreas (CPAP)
 Ventilação com pressão de suporte (PSV)
(Observação: Alguns modos são opcionais e podem não estar presentes em
alguns modelos do iVent201 ).
Além desses, o iVent201 apresenta as seguintes características avançadas:
 Tempo de elevação do fluxo (Rise Time) ajustável
 Parâmetros pré-definidos a partir do peso do paciente possibilitam
ajustes rápidos
 O Pico de Fluxo Adaptável pode determinar e liberar uma taxa de
fluxo de acordo com o volume corrente alvo mandatório, mantendo
uma relação I:E de 1:2
 O Tempo Inspiratório Adaptável permite que o ventilador determine
e libere um tempo de ciclo respiratório para sustentar uma relação
I:E de 1:2
 A característica do Bi-Nível Adaptável do iVent201 permite tolerância
a vazamentos durante a utilização de máscara facial ou outros modos
de ventilação especializados com altos fluxos de vazamento
 Easy Exhale é um modo avançado de PEEP projetada para reduzir
o trabalho expiratório da respiração
 É possível atualizar o Firmware por meio de uma conexão eletrônica
 O iVent201 foi projetado para operar de acordo com as especificações
em qualquer posição – como durante a utilização no transporte
de pacientes

2 DOC0951990, M1162065, 2011


iVent201 Manual de referência técnica

1.2.1 Conhecendo o iVent201

3
7

5 4
6
Figura 1-1 Visão1 frontal do iVent201
Tabela 1-1 Visão frontal do iVent201

Número do item Descrição


1 Tela
2 Teclado
3 Botão de controle
4 Conector da válvula de
exalação
5 Saída do ventilador
6 Conexões luer dos
sensores de fluxo
7 Conexão do nebulizador

DOC0951990, M1162065, 2014 3


Introdução

1
1

4 2
17

16

15 4
14
5
13 6

12 7

11 9

10
10

Figure 1-2 Rear View of the iVent201

4 DOC0951990, M1162065, 2011


iVent201 Manual de referência técnica

Tabela 1-2 Visão frontal do iVent201

Número do item Descrição


1 Alça de transporte
2 Conector do teclado
3 Conector do alarme remoto
4 Conector da tela externa
5 Conector LAN
6 Clipe do cabo AC
7 Conectores RS232 (COM1 e
COM2)
8 Conector de entrada de
oxigênio sob alta pressão
9 Botão liga/desliga (com
tampa)
10 Parafusos para baterias (4 x)
11 Alça interna da bateria
12 Fusível DC
13 Fusíveis AC
14 Conector de fio DC
15 Pino de aterramento
16 Conector de fio AC
17 Ventilador para
resfriamento

1.2.2 Versões do produto


Esse manual destina-se a ser usado com todas as versões recentes de
hardware do sistema de ventilador iVent201. Você verá as seguintes versões do
produto citados em todo o manual:
Entre iV12000 e iV14999 Indica de modo geral todos os dispositivos
com sistema pneumático baseado em motor
de passo

Entre iv15000 e iv19999 Indica todos os dispositivos com a


ou configuração padrão de cores equipados
superior a 30000 com o sistema pneumático baseado em PSV

Entre iv20000 e iv29999 Refere-se a todos os dispositivos com a


configuração de hardware e cor HHS

1.2.3 Informações de segurança


 As leis federais dos EUA restringem a venda deste dispositivo a médicos ou
à sua ordem.
 Apenas oxigênio puro em grau médico deve ser usado na operação desse
dispositivo. Não devem ser usados anestésicos e gases potencialmente
explosivos.

DOC0951990, M1162065, 2014 5


Introdução

 Para evitar riscos de incêndio, mantenha todos os fósforos, cigarros acesos


e outras fontes de ignição longe desse dispositivo.
 Uma fonte alternativa para ventilação deve estar sempre disponível durante
a utilização do ventilador iVent 201.
 Não substitua acessórios ou outras partes do iVent 201 enquanto o dispositivo
estiver conectado a um paciente.
 Insira um filtro bacteriano a porta do conector do paciente do iVent201 e o
circuito respiratório para evitar contaminação do dispositivo.
 Se for observado qualquer dano no iVent201, não é mais possível garantir sua
função de suporte de vida. Interrompa imediatamente a ventilação com o
dispositivo defeituoso e use um modo alternativo de ventilação.
 Não use o iVent201 a não ser que esteja instalada uma bateria interna com uma
carga mínima. Se o iVent201 esteve armazenado durante um grande período de
tempo, recomenda-se que sua bateria interna seja recarregada antes do uso.
Recomenda-se que a bateria interna seja substituída todos os anos.
 A manutenção deve ser sempre realizada em conformidade com todas as
regulamentações de segurança relevantes. Consertos, montagem e uso
devem ser feitos apenas por profissionais certificados pela GE Healthcare.
 Para garantir que seu dispositivo continue a funcionar de acordo com as
especificações, todas as diretrizes de manutenção planejada prescritas pelo
fabricante devem ser seguidas e o dispositivo deve ser verificado por
profissionais treinados pelo menos uma vez ao ano.
 Para evitar choques elétricos durante a manutenção do ventilador, verifique
se desconectou o dispositivo de todas as fontes de energia AC e DC antes de
iniciar a manutenção.
 A unidade do inversor DC-AC trabalha em regime de alta tensão de 1800 Vrms.
Não toque essa unidade por no mínimo 5 minutos após o aparelho ser
desligado.
 Devem ser usadas apenas peças de reposição genuínas da GE Healthcare
para manutenção. O não seguimento desta instrução pode comprometer
seriamente o desempenho, a segurança e a confiabilidade do ventilador.
 Quando o iVent201 está conectado a outro dispositivo por meio da porta
serial, o fio de alimentação deve estar no local para garantir aterramento
adequado.
 Siga sempre as regulamentações de segurança nacionais e locais aplicáveis
em conformidade com as importantes informações contidas nesse manual.
 A responsabilidade pelo funcionamento seguro desse equipamento reverte
ao proprietário ou ao usuário em todos os casos em que a manutenção ou
reparo forem feitos por pessoas não autorizadas e o equipamento não for
usado para o propósito a que se destina.

6 DOC0951990, M1162065, 2011


iVent201 Manual de referência técnica

 Alterações ou reparo do iVent201 além do escopo das instruções de reparo


e manutenção ou por qualquer pessoa que não um profissional autorizado
pela GE Healthcare podem resultar no funcionamento do produto inferior ao
projetado.
 Durante a remontagem do iVent201 ou de qualquer um dos seus
subcomponentes, inspecione e reconecte todos os aterramentos elétricos
previamente desconectados.
 Ao concluir quaisquer reparos ou manutenção planejada, sempre realize os
procedimentos de calibração, teste de verificação do ventilador e testagem
funcional completa antes de usar novamente o dispositivo. Caso isso não seja
feito, o dispositivo pode não funcionar de acordo com as especificações.

1.2.4 Regulamentações de segurança


Os seguintes padrões de segurança de equipamentos médicos elétricos
foram seguidos:
ISO 10651-3 Exigências para emergências e ventiladores de
transporte
ASTM F1100-90 Especificações padronizadas para ventiladores utilizados
em terapia intensiva
IEC 60601-1 Segurança elétrica
IEC 60601-1-2 Compatibilidade eletromagnética (EMC)
IEC 60601-2-12 Equipamento médico elétrico - exigências particulares para
a segurança de ventiladores pulmonares - ventiladores
utilizados em terapia intensiva
UL 60601-1 Equipamento médico elétrico, parte 1: exigências gerais
para segurança
Mil-STD-810E Testes e avaliação ambiental
IEC-68-34 Testes e avaliação ambiental/Vibração/Choque
IEC-68-2-27

1.2.4.1 Manejo das placas de circuito impresso


 As placas de circuito impresso contêm componentes altamente sensíveis
à eletricidade estática.
 Ao entrar em contato com circuitos impressos com componentes
sensíveis, você deve ter cuidado para evitar danificar esses
componentes (proteção contra descarga eletrostática (ESD)).

DOC0951990, M1162065, 2014 7


Introdução

 Use sempre uma pulseira antiestática e uma superfície de trabalho


aterrada ao trabalhar com componentes sensíveis à ESD. Devem
também ser usadas ferramentas adequadas para reparo.
 As placas de circuito impresso (peças sobressalentes ou substituídas)
devem ser sempre mantidas na embalagem de proteção para
dispositivos sensíveis à ESD.
 Remova e insira as placas de circuito impresso com muito cuidado para
evitar danificar os conectores.
 Detalhes completos sobre o nível apropriado de precauções contra ESD
constam da seção de manutenção e reparos deste manual.

8 DOC0951990, M1162065, 2011


iVent201 Manual de referência técnica

1.3 Etiquetas e símbolos


1.3.1 Símbolos
Os seguintes símbolos IEC 601-1 aparecem no ventilador:

Símbolo Significado
Indicam que você deve “Consultar a documentação para obter
informações adicionais” Consulte o manual de acordo com
a IEC 601-1

Ponto de equalização potencial (aterramento)

Corrente direta ( DC) e corrente alternada (AC)

Equipamento tipo BF, de acordo com a IEC 601-1

RM condicional de acordo com a ASTM 2503-05

Nebulizador

Conexões luer dos sensores de fluxo

Saída do ventilador

Conector da válvula de exalação

DOC0951990, M1162065, 2014 9


Introdução

1.3.2 Etiquetas
Localização Etiqueta

Conector AC
AC IN 100-240V
50-60Hz 1.6A

Fusíveis AC
2xT3.15AL (250V)

Entrada de ar
INLET AIR
FILTER

DO NOT
OBSTRUCT

Ventoinha de
resfriamento do COOLING
ventilador FAN

DO NOT
OBSTRUCT

Conector
DC IN
12-15V
8.5A

Fusível DC
T15A (250V)

ID do dispositivo

Produto do
dispositivo

10 DOC0951990, M1162065, 2011


iVent201 Manual de referência técnica

Localização Etiqueta

Conector
Ethernet (não
disponível em
todas as
unidades)

Conector da tela
externa

Painéis traseiros
direito e
esquerdo

Conector do
teclado

DOC0951990, M1162065, 2014 11


Introdução

Localização Etiqueta

Fusível da fonte
T15A (250V)
de alimentação

Interruptor de
ON
alimentação
OFF

Conector do
alarme remoto REMOTE
ALARM

Conector de
comunicação RS-232
serial

Fonte de
alimentação
(parte interna)

Fonte de
alimentação
(parte externa)

12 DOC0951990, M1162065, 2011


Section 2: Especificações do sistema
2.1.1 Modos ventilatórios
 Assistido/Controlado (A/C)
 Volume controlado (A/C Vctrl)
 Pressão controlada (A/C Pctrl)
 Ventilação Mandatória Intermitente Sincronizada (SIMV)
 Volume controlado (SIMV Vctrl)
 Pressão controlada (SIMV Pctrl)
 Pressão Positiva Contínua nas Vias Aéreas (CPAP)
 Ventilação com pressão de suporte (PSV)
 Bi-Nível adaptável (A. BI-LEVEL)

2.1.2 Desempenho ventilatório e parâmetros controlados


Componente de Parâmetros P/ Unidade de Acurácia

Configuração
ventilação faixa de variação medida

bpm S Tela
S
Frequência 1-12 1
respiratória 12-80 2
Volume corrente 50-2000 ml 10% S S
inspirado
Volume corrente 50-300 ml 10 ml ou N S
exalado 300-2000 +15%
+10%
Limite da pressão 5 a 80 cmH2O 5 S S
inspiratória
tempo inspiratório 0,2 a 3 ou Tempo seg. 10% S S
inspiratório
adaptável
Pico de Fluxo até 120 ou Fluxo l/min 10% S S
Adaptável
Pico de fluxo até 180 l/min 10% S S
(espontâneo)
Mistura de 21 a 100% 5% S S
oxigênio (FiO2)

M1162065, 2009 13
Especificações do sistema

Componente de Parâmetros P/ Unidade de Acurácia

Configuração
ventilação faixa de variação medida

Tela
PEEP 0 a 40 cmH2O 1 ou 10%, S S
considerar o
maior valor
Sensibilidade do 1 a 20, desligado L/minmH2O S S
disparo -0,5 a -20,
desligado
PSV 0 a 60 cmH2O 10% S S
Válvula de alívio de 80 cmH2O N N
pressão positiva
Pressão controlada 5 a 80 cmH2O 5 S S
FiO2 como 21%, 40%, 60%, S S
ventilador ligado 100%
(selecionável)
Ciclo de purga 1, 2, 5, 10, minutos S N
desligado
Término de fluxo 10-90 % +10% S S
Tempo de Médio, alto, ND S S
elevação do fluxo máximo,
automático

2.1.3 Dados monitorados


Parâmetro Variação, resolução, acurácia
Tipo de respiração Faixa de variação: Tipo: - Controlada, assistida,
espontânea, suspiro
Resolução: N/D
Acurácia: N/D
Frequência Faixa de variação: 0 a 150/min
respiratória Resolução: 1/min
Acurácia: 1 para 1 a 12/min
2 para 12 a 150/min

14 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

Parâmetro Variação, resolução, acurácia


Volume corrente Faixa de variação: 0 a 5000 ml
exalado Resolução: 1 ml
Acurácia: 10 ml ou 15% (considerar o maior valor)
para 0 a 300 ml
10% para 300 a 5000 ml

Volume-minuto Faixa de variação: 0 a 99,9 l


exalado Resolução: 0,1 l
Acurácia: 10%
Pico de Fluxo Faixa de variação: 0 a 140 l/min
Resolução: 1 l/min
Acurácia: 10%
PIP (Pico de pressão Faixa de variação: 0 to 99 cmH2O
inspiratória) Resolução: 1 cmH2O
Acurácia:  2 (+ 5% da leitura) cmH2O
Tempo inspiratório Faixa de variação: 0 a 3,0 seg
Resolução: 0,1 seg
Acurácia: 10%
Relação I:E Faixa de variação: 1:11 a 3:1
Resolução: 0,1 para 1:1 a 1:5
1 para 1:5 a 1:11 e 3:1 a 1:1
Acurácia: 0,1
% de O2 ofertada Faixa de variação: 21 a 100%
Resolução: 1%
Acurácia: 5%
Vazamento de fluxo Faixa de variação: 0 a 100%
Resolução: 1%
Acurácia: 15%
Pressão média das Faixa de variação: 0 to 99 cmH2O
vias aéreas Resolução: 1 cmH2O
Acurácia:  2 (+ 5% da leitura) cmH2O
Resistência Faixa de variação: 0 a 99,9 cmH2O/l/s
(dinâmica) Resolução: 0,1 cmH2O/l/s
Acurácia:  (2 + 20% do valor real) cmH2O/l/s

DOC0951990, M1162065, 2014 15


Especificações do sistema

Parâmetro Variação, resolução, acurácia


Complacência Faixa de variação: 0 to 99 ml/cmH2O
(dinâmica) Resolução: 0,1 ml/cmH2O
Acurácia:  (2 + 20% do valor real) ml/cmH2O
RR/Índice de Faixa de variação: 0 –200 /min*l
Respiração Resolução: 1 /min*l
Superficial Rápida
Acurácia:  (5 + 20% do valor real). /min*l
(RSBI)
Complacência Faixa de variação: 0 to 99 ml/cmH2O
estática Resolução: 1 ml/cmH2O
Acurácia:  (2 + 20% do valor real) ml/cmH2O
Auto PEEP Faixa de variação: 0 to 99 cmH2O
Resolução: 1 cmH2O
Acurácia:  2 (+ 5% da leitura) cmH2O
Constante de Faixa de variação: 0,0 a 9,9 seg
tempo Resolução: 0,1 seg
Acurácia: 20%
Pressão de platô Faixa de variação: 0 to 99 cmH2O
Resolução: 1 cmH2O
Acurácia: +2 (+5% da leitura) cmH20

16 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

2.2 Monitoramento e parâmetros exibidos


A seguinte tabela lista as especificações para todos os parâmetros exibidos pelo
iVent201, em cada modo aplicável, sejam eles medidos ou configurados.
Tabela 2-1 Parâmetros exibidos e indicadores durante a ventilação

Aplicável ao modo: Valor é:

Unidade de

CPAP/ PSV
SIMV Vctrl

SIMV Pctrl

A/Bi-Nível

Ajustável
A/C Vctrl

A/C Pctrl
medida

Medido
Exibido
Parâmetro

Modo ventilatório Nome        

Volume corrente exalado ml       


(Exalação)
Limite do volume corrente ML    
inspiratório (Vt limite)
Volume corrente (estimado) ml  

Vazamento (estimado) l/min  

Velocidade bpm     S    

Pressão inspiratória (acima do cmH2O     


PEEP)
Pressão de alarme/Pressão limite cmH2O     

Concentração de oxigênio FiO2         L


Relação entre tempo inspiratório e I:E       
expiratório (I:E)
Tempo inspiratório (I-Time) seg        M A

Pico de fluxo inspiratório (Vpeak) l/min  V     M A

Término de fluxo %      

Sensibilidade de disparo (fluxo) l/min        

Sensibilidade de disparo (pressão) cmH2O        

Tempo de elevação do fluxo seg        

Ventilação com pressão de cmH2O      


suporte (PSV)
Pressão positiva expiratória final cmH2O       
(PEEP)
Volume-minuto exalado (M.Vol) l       

Pico de pressão inspiratória (PIP) cmH2O       

IPAP (pressão inspiratória) cmH2O   

DOC0951990, M1162065, 2014 17


Especificações do sistema

Aplicável ao modo: Valor é:

Unidade de

CPAP/ PSV
SIMV Vctrl

SIMV Pctrl

A/Bi-Nível

Ajustável
A/C Vctrl

A/C Pctrl
medida

Medido
Exibido
Parâmetro

EPAP (pressão expiratória) cmH2O   

Forma de onda de pressão cmH2O       

Forma de onda de fluxo l/min       

Tipo de respiração Ícone       

Fonte de alimentação Ícone       

Fonte de alimentação externa No-       


Ext/Ext
Nível de carga da bateria interna Preenchi       
mento do
ícone
Data e hora Data/hora        

M = apenas modo manual S = ventilação espontânea, apenas medição


A = apenas modo adaptável L = apenas modo de baixa pressão de O2 V = apenas valor medido
(não ajustável)

2.3 Parâmetros ajustáveis não exibidos


Intervalo dos suspiros 25, 50, 75, 100, 125, 150,
(respirações) desligado
Tempo de elevação (drive) Médio, alto, máximo, automático
Easy Exhale Ligado, desligado
Suprimento de oxigênio (pressão) Alto, baixo, ausente
Pico de Fluxo adaptável Desligado, baixo, médio, alto
Intervalo de purga (minutos) 1, 2, 5, 10, desligado

2.4 Alarmes ajustáveis pelo usuário


Frequência respiratória (bpm) Alta (4 – 80) Baixa (1 - 77)
Volume-minuto (l/min) Alto (1 - 99/desligado) Baixa (0 - 60)
Pressão inspiratória (cmH2O) Alta (4 - 80) Baixa (1 - 77)

18 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

FiO2 (%) Alta (22 - 100) Baixa (21 - 99)


Tempo de apneia (seg) 5 – 120
Vazamento (%) 0 – 100
Volume corrente baixo (%) 15 - 85/desligado
Relação I:E inversa Ligado/desligado
Circuito do paciente Ligado/desligado (apenas A.Bi-Nível,
desconectado opcional em outros modos)
Nível de volume do alarme 1 – 10
(altura)

2.5 Alarmes adicionais


Pressão de O2 baixa Paciente desconectado
Energia AC desconectada Tubo desconectado
Bateria baixa Checagem do sensor
Bateria vazia PEEP alta
Bateria desconectada Notificação de reparo
Temperatura excessiva Necessidade de calibração
Sensor desconectado Auto-inicialização
Falha do circuito do Sensor de SpO2
paciente desconectado do paciente
Sensor de SpO2 Sensor de SpO2 não
desconectado do iVent encontrado
Falha da leitura de SpO2

2.5.1 Dimensões e peso


Altura 13 pol / 33 cm
Largura 9,5 pol / 24 cm
Profundidade 10,3 pol / 26 cm
Tela 8,4 pol / 21,3 cm na diagonal
Peso 17,6 lb / 8 kg (sem bateria)

DOC0951990, M1162065, 2014 19


Especificações do sistema

Peso da bateria 6 lb / 3 kg (bateria padrão)


10,1 lb / 10,14 lb (bateria estendida)
Peso total 24/6 lb / 11 kg (bateria padrão)
27,6 lb / 12,6kg (bateria estendida)

2.5.2 Fonte de alimentação


AC externa 100 a 240 V, 50-60 Hz, máx. 1,6 A
DC externa 12 a 15 V, máx. 8,5 A

Bateria padrão:
Tipo de bateria Bateria de ácido-chumbo selada, 12 V,
7,2 - 9 Ah (recarregável)
Tempo de operação Até 2 horas (varia com os parâmetros de
ventilação)
Tempo de recarga 8 a 10 horas
Bateria estendida:
Tipo de bateria Bateria de ácido-chumbo selada, 12 V,
12,0 Ah (recarregável)
Tempo de operação Até 4 horas (varia com os parâmetros de
ventilação)
Tempo de recarga 16 a 20 horas

2.5.3 Suprimento de oxigênio


Oxigênio de grau médico 40 a 60 psi (2,8 a 4,1 bar) ou 40 a
sob alta pressão 73,5 psi (2,8 – 5 bar)
Baixa pressão Fluxo máximo 15 L/min ou 0,5 psi

2.5.4 Especificações ambientais


Temperatura de -15 a +50 °C / 5 a +122 °F
funcionamento
Temperatura de -15 a +70 °C / 5 a +158 °F (sem bateria)
armazenamento
-15 a +30 °C / 5 a +86 °F (com bateria)
Umidade relativa 15 a 95% @ 30 °C / 86 °F

20 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

Resistência a água e poeira IP54 (à prova de respingos)


Pressão atmosférica 430 - 825 mmHg (até 15.000 pés)
Vibração IEC 68-2-6, IEC 68-2-34, MIL-STD-810E
Choque IEC 68-2-27 (100G), MIL-STD-810E
Nível sonoro externo total 40 – 45 dB(A) a um metro de distância

2.6 Requisitos de segurança e padrões


O iVent201 preenche ou excede os seguintes padrões internacionais:
ISO 10651-3 Exigências para emergências e ventiladores de transporte
ASTM F1100-90 Especificações padronizadas para ventiladores utilizados em
terapia intensiva
IEC 60601-1 Segurança elétrica
IEC 60601-1-2 Compatibilidade eletromagnética (EMC)
IEC 60601-2-12 Equipamento médico elétrico - Exigências particulares para a
segurança de ventiladores pulmonares - Ventiladores
utilizados em terapia intensiva
UL 94 HB Inflamabilidade

2.6.1 Indicadores e ícones


Fonte de alimentação Tipo de respiração
Nível de carga da bateria interna Zero
Silêncio do alarme e temporizador Purga
Data e hora Modo de sucção de 100% O2
LEDs: Ligado, carregando, alarme DC externa
Contador de horas de trabalho

DOC0951990, M1162065, 2014 21


Instalação e configuração

Section 3: Instalação e configuração

3.1 Introdução
Essa seção do manual foi formulada para servir de referência para as etapas
necessárias para configurar o produto para a primeira utilização. Essa seção
descreve totalmente os procedimentos de desembalagem, montagem e
configuração.
Uma lista de verificação dos procedimentos de instalação pode
Observação
ser encontrada na Appendix B: Lista de verificação da instalação,
na página 209. Use essa lista para verificar se todos as etapas
necessárias para a instalação foram cumpridas.

3.2 Como retirar o ventilador da embalagem


Antes de retirar o dispositivo da embalagem, inspecione a caixa para verificar
sinais de danos ou manuseio errado. Retire a lista de embalagem ao abrir
a caixa. Consulte a lista de embalagem e retire e verifique todo o conteúdo
da caixa. Contate seu representante local da GE Healthcare se alguma peça
estiver faltando.

3.3 Conexão a fontes de energia


O dispositivo pode funcionar com alimentação AC principal, DC externa ou com
a seu própria alimentação DC interna. A aplicação dos três tipos é descrita a
seguir. Os requisitos dos testes de segurança elétrica são também cobertos.

3.3.1 Fontes de alimentação externa


O iVent201 pode usar fontes de energia AC ou DC externa e é alimentado com
um fio AC de grau hospitalar. Os soquetes AC e DC estão localizados na parte
traseira do ventilador.

CUIDADO: ANTES DE CONECTAR O VENTILADOR A UMA SAÍDA AC OU DC,


VERIFIQUE SE A TENSÃO E A FREQUÊNCIA DO SUPRIMENTO EXTERNO DE
ENERGIA ESTÃO CORRETAS.

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iVent201 Manual de referência técnica

ADVERTÊNCIA: PARA PREVENIR PERIGO DE CHOQUES ELÉTRICOS:


 CONECTE O CABO DE ALIMENTAÇÃO DO VENTILADOR A
UMA SAÍDA ADEQUADAMENTE ATERRADA.
 SUBSTITUA IMEDIATAMENTE O CABO DE ALIMENTAÇÃO
SE ESTIVER DANIFICADO OU GASTO.

Conector DC Grampo de
externo retenção do
cabo de
alimentação AC

Conector AC

Figura 3-1 Conexões de energia do iVent201

Insira o cabo de alimentação no módulo de entrada de energia do dispositivo


ao configurar o ventilador pela primeira vez. Remova o parafuso que prende
a braçadeira do cabo (e a proteção do O2 contra poeira) com auxílio de uma
chave de fenda Philips. Instale a braçadeira no fio e prenda de volta na posição,
permitindo um comprimento adequado de fio para alívio da tensão.
Quando o dispositivo estiver ligado e conectado à energia AC, o símbolo de
3 pinos (plugue AC) aparece na parte inferior da tela. Quando desconectado da
energia AC, o símbolo aparece cruzado com um X vermelho.
Se o dispositivo funcionar com uma fonte de alimentação DC externa, conecte
o cabo apropriado ao receptáculo DC externo no painel traseiro. O texto EXT
aparece em azul quando conectado a uma fonte de alimentação DC externa,
como uma bateria. O texto No-EXT aparece em preto quando não é detectada
fonte de alimentação externa.
OBSERVAÇÃO: SE O TEXTO EXT PISCAR EM VERMELHO, A VOLTAGEM DA BATERIA
EXTERNA ESTÁ BAIXA E PRECISA SER SUBSTITUÍDA OU
RECARREGADA.

DOC0951990, M1162065, 2014 23


Instalação e configuração

3.3.2 Bateria interna


O iVent201 contém uma bateria interna que pode fornecer energia durante 2
horas,dependendo das configurações do ventilador e do nível inicial de carga
da bateria. O ventilador muda automaticamente para a bateria interna quando
uma falha elétrica é detectada.
CUIDADO: O IVENT201 DEVE SER SEMPRE USADO COM UMA BATERIA EM
FUNCIONAMENTO ADEQUADO PARA GARANTIR A OPERAÇÃO
CORRETA DO VENTILADOR.

3.3.2.1 Carga da bateria interna


A bateria interna é automaticamente carregada quando uma fonte adequada
de energia externa está conectada ao ventilador. Antes de usar o ventilador
pela primeira vez ou após armazenamento prolongado da unidade (90 dias ou
mais), a bateria precisa ser carregada conectando o ventilador a uma fonte de
alimentação externa por um período de pelo menos dez (10) horas.

Comment [11]:
OBSERVAÇÃO: APÓS ARMAZENAMENTO PROLONGADO, O NÍVEL DE CARGA DA
Comment [12]:
BATERIA PODE INDICAR CARGA COMPLETA. É FORTEMENTE
Comment [13]:
RECOMENDADO QUE, AINDA ASSIM, O DISPOSITIVO SEJA
CARREGADO POR 10 HORAS.

3.3.2.2 Indicador do nível de energia da bateria interna


O indicador de nível da bateria interna (ou ícone de nível de carga) mostra o
estado de carga da bateria e está localizado na parte central e inferior da tela.
Quando a bateria está completamente carregada, a mensagem FULL aparece
no indicador. Quando a bateria está completamente carregada, a palavra
EMPTY aparece no indicador. A tabela abaixo mostra todos os estados de carga
que podem aparecer nessa área a qualquer momento.

24 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

Tabela 3-1 Indicador de bateria

3.3.3 Testes de segurança elétrica


Recomenda-se que o dispositivo seja submetido a um teste de segurança
elétrica durante a primeira instalação e antes que seja usado clinicamente.
Um procedimento típico para realização de um teste de segurança elétrica foi
incluído na seção de testes funcionais deste manual.

3.4 Conexão a fontes alternativas de energia


Esse dispositivo pode ser usado com suprimentos de oxigênio de alta ou baixa
pressão para administração de oxigênio suplementar ao paciente. O tipo de
suprimento (alto ou baixo) pode ser configurado por meio da tela de configurações
avançadas. A aplicação dos dois tipos de suprimento é descrita a seguir.

3.4.1 Oxigênio de alta pressão


O iVent201 pode usar oxigênio medicinal de um cilindro ou um sistema de
suprimento central a 40-73,5 psi (2,8 a 5 bar), dependendo da versão do
hardware. Quando o ventilador estiver pronto para funcionar, remova a tampa
verde do painel traseiro e conecte o suprimento de oxigênio ao conector de
oxigênio DISS macho na parte traseira do ventilador (consulte a figura na
página).

ADVERTÊNCIA: SEMPRE VERIFIQUE SE O SUPRIMENTO DE OXIGÊNIO


ESTÁ LIVRE DE ÓLEO, UMIDADE E PARTÍCULAS PARA
PREVENIR O RISCO DE EXPLOSÃO E O FUNCIONAMENTO
IMPRÓPRIO DO DISPOSITIVO.

DOC0951990, M1162065, 2014 25


Instalação e configuração

CUIDADO: VERIFIQUE SE A PRESSÃO DE OXIGÊNIO ESTÁ DENTRO DA FAIXA DE


VARIAÇÃO CORRETA DE ACORDO COM AS ESPECIFICAÇÕES DA SEÇÃO
X ANTES DE CONECTAR O DISPOSITIVO AO SUPRIMENTO DE OXIGÊNIO.
O NÃO CUMPRIMENTO DESSA ORIENTAÇÃO PODE RESULTAR EM
MANUTENÇÃO INADEQUADA DA FIO2.

OBSERVAÇÃO: A VERIFICAÇÃO PERIÓDICA DA ACURÁCIA DA CONCENTRAÇÃO DE


OXIGÊNIO COM MEIOS EXTERNOS É ALTAMENTE RECOMENDADA.

Conector DISS
para oxigênio

Figura 3-2 Conector DISS de entrada de oxigênio


Ao concluir a operação com suprimento de oxigênio de alta pressão, sempre
substitua a tampa verde no conector DISS para evitar a possível entrada de
debris particulados.

3.4.2 Oxigênio de baixa pressão


O dispositivo pode ser colocado em funcionamento com uma fonte de
oxigênio de baixa pressão (por ex., fluxômetro, concentrador de oxigênio ou
sistema de oxigênio líquido) nas situações em que oxigênio de alta pressão
não estiver disponível mas houver necessidade de oxigênio suplementar. Isso
é feito pela utilização de um sistema opcional de enriquecimento de oxigênio
de baixa pressão conectado à porta de entrada de ar do ventilador por meio
de um adaptador opcional iVent201.

26 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

Tubo de Coletor de oxigênio


suprimento de O2 de baixa pressão

Reservatório de
oxigênio

Figura 3-3 Conector de oxigênio de baixa pressão

Para usar oxigênio de baixa pressão, a configuração do tipo de oxigênio precisar


estar em “Baixo” na tela de configurações avançadas. Com o sistema de
enriquecimento de oxigênio instalado e conectado à fonte de oxigênio de baixa
pressão, ajuste manualmente o fluxo de oxigênio conforme necessário para obter
o nível adequado de FiO2. Com o comando “Baixo” selecionado, o valor medido
pode ser monitorado na área da FiO2 da tela principal. O oxigênio pode ser
também monitorado por um dispositivo externo apropriado.

CUIDADO: NÃO É RECOMENDADO USAR O SISTEMA DE OXIGÊNIO DE BAIXA


PRESSÃO EM CONCENTRAÇÕES SUPERIORES A 60%, JÁ QUE A
COMBINAÇÃO DE VALORES MAIS ALTOS COM VOLUME-MINUTO
VARIÁVEL DEVIDO A RESPIRAÇÃO ESPONTÂNEA DO PACIENTE PODE
PROVOCAR INADVERTIDAMENTE PEEP.
OBSERVAÇÃO: QUANDO USAR O SISTEMA DE OXIGÊNIO DE BAIXA PRESSÃO,
O COMANDO “NENHUM” PODE SER TAMBÉM SELECIONADO. ESSA
OPÇÃO DESATIVARÁ TANTO O MONITORAMENTO DE O2 QUANTO
OS ALARMES INTERNOS. O CAMPO DA FIO2 TERÁ O VALOR “0”.

DOC0951990, M1162065, 2014 27


Instalação e configuração

3.5 Conexão acessória e circuito do paciente

3.6 Circuito do paciente


Existem três maneiras de conectar o circuito do paciente ao iVent201: a
utilização de um circuito do paciente descartável, um circuito do paciente
reutilizável ou um circuito do paciente com dois ramos.
Consulte um médico e um representante de vendas autorizado da
GE Healthcare sobre o circuito apropriado para as necessidades do paciente.
Só devem ser usados com o iVent201 acessórios para o circuito do paciente
aprovados pela GE Healthcare ou autorizados pelos representantes de vendas
da GE Healthcare.
Cuidado: NÃO USE FILTROS HME APARENTEMENTE CONTAMINADOS OU CHEIOS
DE ÁGUA. A UTILIZAÇÃO DE FILTROS CONTAMINADOS PODE INTERFERIR
COM A FUNÇÃO DO ALARME DE DESCONEXÃO DO PACIENTE.

Cuidado: REMOVA O FILTRO HME E INSTALE COLETORES DE ÁGUA NOS TUBOS


PARA IMPEDIR A ENTRADA DE ÁGUA NO VENTILADOR OU NAS VÁLVULAS
DO CIRCUITO.

Advertência: NÃO DEVEM SER USADOS HME OU FILTROS/HME COM


UMIDIFICAÇÃO ATIVA. SUBSTITUA O HME POR UM FILTRO
SOMENTE BACTERIANO.

CUIDADO: NÃO LIMPE OU REUSE O CIRCUITO RESPIRATÓRIO DE USO ÚNICO OU


SEUS COMPONENTES.

OBSERVAÇÃO: Consulte as instruções para o usuário que vêm na embalagem


de todos os circuitos para manuseio correto do circuito do
paciente.

28 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

Figura 3-4 Conexão do circuito do paciente

3.6.1 Circuito do paciente descartável


O circuito descartável consiste em um ramo inspiratório com um conector em
uma extremidade do tubo corrugado e uma válvula unidirecional conectada ao
Y do paciente na outra extremidade.

Figura 3-5 Conexões do circuito do paciente (circuito respiratório)


O Y do paciente contém um sensor de fluxo conectado por dois tubos sensores
a conectores luer no painel frontal do ventilador.
O ramo expiratório se conecta ao Y do paciente e leva à válvula de exalação;
esta se conecta a um tubo azul, a linha de controle, e leva de volta ao painel
frontal o ventilador. (Figura 3.4).
Para conectar o circuito descartável:

DOC0951990, M1162065, 2014 29


Instalação e configuração

1. Gire o conector serrilhado do ramo inspiratório na saída do ventilador.


O conector deve se encaixar confortavelmente.
2. Conecte o tubo do sensor de fluxo (os tubos transparentes) aos seus
conectores no painel frontal do dispositivo. Verifique se os conectores
luer macho e fêmea estão ajustados corretamente.
3. Encaixe o tubo de controle da válvula de exalação externa (o tubo
azul) no seu conector (marcado com um ponto azul).
4. Verifique se todas as conexões estão firmes e estanques. Realize um
teste de verificação operacional (TVO) como descrito na seção 6.2,
na página 79.

3.6.2 Circuito do paciente reutilizável


O circuito reutilizável contém os mesmos componentes do circuito descartável.
Ele deve ser esterilizado em uma autoclave a vapor até 40 ciclos antes de ser usado.
CUIDADO: Examine cuidadosamente o circuito do paciente antes de usar. Não
use se houver qualquer dano, alteração da cor ou outra anormalidade em
qualquer parte do circuito do paciente. Substitua o circuito do paciente.
Para conectar o circuito do paciente:
1. Gire o conector serrilhado do ramo inspiratório na saída do ventilador.
O conector deve se encaixar confortavelmente.
2. Conecte o tubo do sensor de fluxo (os tubos transparentes) aos seus
conectores no painel frontal do dispositivo. Verifique se os conectores
luer macho e fêmea estão ajustados corretamente.
3. Encaixe o tubo de controle da válvula de exalação (o tubo azul) no seu
conector (marcado com um ponto azul).
4. Verifique se todas as conexões estão firmes e estanques. Realize um teste
de verificação operacional (TVO) como descrito na seção 6.2, na página 79.

3.6.3 Circuito do paciente com dois ramos


O circuito do paciente com dois ramos contém dois tubos corrugados que
podem ser usados como ramos inspiratórios ou expiratórios. O ramo expiratório
é conectado à válvula de exalação externa, que é então conectada ao iVent201..
Para conectar o circuito do paciente:
1. Conecte a válvula de exalação e seus acessórios ao ventilador.
2. Conecte os tubos.
As instruções abaixo referem-se apenas aos dispositivos nos quais está
instalada a placa de montagem de transporte. Consulte o serviço local de
suporte ao consumidor para obter informações adicionais sobre a placa de
montagem de transporte.

30 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

Para instalar a válvula de exalação:


1. De frente para o dispositivo, insira o adaptador da válvula de
exalação na alça no lado direito da placa de montagem de
transporte, levando o adaptador até seu local.
2. Insira o parafuso cativo no orifício do lado do adaptador e aparafuse
com uma chave de fenda plana.
3. Conecte o suporte da válvula de exalação ao adaptador. Verifique se
o suporte da válvula de exalação está firmemente conectado.
Existem três maneiras de conectar o adaptador:

Figura 3-6 Instalação do adaptador da válvula de exalação


A válvula de exalação está agora conectada e pronta para ser usada. A próxima
etapa envolve a instalação dos tubos no ventilador.
Para instalar o circuito do paciente:
1. Conecte o tubo de controle da válvula de exalação à aresta da válvula
de exalação.
2. Conecte o tubo de controle da válvula de exalação à saída do PEEP.
3. Conecte os tubos do sensor de fluxo do paciente aos luers do sensor de
fluxo do painel frontal.

DOC0951990, M1162065, 2014 31


Instalação e configuração

4. Conecte um ramo do circuito do paciente à saída do iVent201 marcada com


um ponto azul, torcendo e empurrando-o até que esteja firme no lugar.
5. Conecte o segundo ramo na porta da válvula de exalação, torcendo e
empurrando-o até que esteja firme no lugar.
6. Antes de conectar o paciente ao ventilador com um novo circuito, você
deve realizar um teste completo de verificação operacional (TVO), de
acordo com a descrição da seção 6.2, na página 79.

3.6.4 Resistência do circuito


É importante verificar as especificações de resistência inspiratória e expiratória
dos circuitos do paciente usados com o ventilador iVent201 para garantir que
eles não excedam os seguintes limites caso sejam adicionados anexos,
componentes ou montagens secundárias ao circuito do paciente:
 O,6 KPA (6 cmH2O) a 60 l/min para pacientes adultos
 O,5 KPA (5 cmH2O) a 30 l/min para pacientes pediátricos

ADVERTÊNCIA: SEMPRE FAÇA UM TESTE DE VERIFICAÇÃO OPERACIONAL


(TVO) QUANDO CONECTAR UM NOVO CIRCUITO DO
PACIENTE AO VENTILADOR.

Cuidado: USE SOMENTE ACESSÓRIOS DO CIRCUITO RESPIRATÓRIO QUE TENHAM


SIDO APROVADOS E/OU FORNECIDOS PELA GE HEALTHCARE OU POR
DISTRIBUIDORES AUTORIZADOS PELA GE HEALTHCARE.

OBSERVAÇÃO: QUANDO O VENTILADOR SE DESTINA A USO CLÍNICO (EM UM


PACIENTE), DEVE SER COLOCADO UM FILTRO BACTERIANO ENTRE
O RAMO INSPIRATÓRIO DO CIRCUITO DO PACIENTE E A SAÍDA DO
VENTILADOR.

3.7 Teste antes do uso


Antes de usar o ventilador pela primeira vez, é altamente recomendada
a realização de autotestes. Faça o teste de verificação do ventilador (TVV)
e o teste de verificação operacional (TVO) no dispositivo em conformidade com
as instruções desse manual e do manual do usuário.

32 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

3.8 Filtros
O iVent201 usa os seguintes filtros (veja em Figura 3-7):
 Um filtro protetor na saída de ar do ventilador
 Um filtro bacteriano fornecido pelo usuário na saída do ventilador
 Um filtro fornecido pelo usuário ou um filtro/HME na saída do circuito do
paciente

3.8.1 Filtro de entrada de ar


O iVent201 é fornecido com o filtro protetor da entrada de ar no local. Esse filtro
deve ser substituído a cada 500 horas (ou mensalmente).
Existem dois outros tipos de filtros que podem ser usados nessa localização:
 Um adaptador/filtro de oxigênio de baixa pressão (fornecido pela
GE Healthcare)
 Filtro químico/biológico/radiológico/nuclear

3.8.1.1 Filtro e adaptador do oxigênio a baixa pressão


Esse filtro é usado com o sistema de suprimento de oxigênio de baixa pressão
descrito na seção 3.4.2. Ele possui o mesmo meio protetor usado no filtro
padrão mas termina em uma porta fêmea de 22 mm.
Cuidado: O ADAPTADOR DE BAIXA PRESSÃO DE OXIGÊNIO NÃO DEVE SER USADO
COM AR AMBIENTE. AO CONTRÁRIO DO FILTRO DE ENTRADA DE AR
PADRÃO, A PORTA DE 22 MM DO ADAPTADOR DE OXIGÊNIO DE BAIXA
PRESSÃO PODE SER BLOQUEADA INADVERTIDAMENTE.

3.8.1.2 Filtro CBRN


Em caso de contaminação ambiental por compostos tóxicos ou perigosos,
o filtro de entrada de ar pode ser removido e substituído por um filtro CBRN
(químico/biológico/radiológico/nuclear) ou outro dispositivo de filtração com
carbono ativo usando um adaptador fornecido pela GE Healthcare.

3.8.1.3 Filtro bacteriano


Um filtro bacteriano fornecido pelo usuário deve ser colocado na saída do
ventilador.
Advertência: O FILTRO BACTERIANO DESTINA-SE A PREVENIR A
CONTAMINAÇÃO DOS COMPONENTES DO CIRCUITO DO
PACIENTE E A PENETRAÇÃO DE BACTÉRIAS, UMIDADE
EXCESSIVA E LÍQUIDOS NO VENTILADOR. NÃO USAR UM
FILTRO ADEQUADO PODE CAUSAR DANOS GRAVES AOS
SENSORES DE FLUXO E PRESSÃO INTERNA QUE PODEM
RESULTAR NA FALHA DO VENTILADOR.

DOC0951990, M1162065, 2014 33


Instalação e configuração

OBSERVAÇÃO: RECOMENDA-SE A UTILIZAÇÃO DE UM FILTRO HME DURANTE


CONEXÃO COM O PACIENTE.

Figura 3-7 i Filtros Vent201

34 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

3.9 Controles do ventilador


O painel frontal do iVent201 inclui o botão de controle giratório e o teclado
(consulte Figura 3-8).
Observação: Teclados em várias línguas estão disponíveis como componentes
avulsos. Consulte a seção 13.3.5: Lista geral de peças avulsas para obter a lista
completa de PN.

Teclado

Botão de
controle
giratório

Figura 3-8 Controles do ventilador

3.9.1 Botão de controle giratório (codificador)


O botão de controle giratório pode ser girado em ambas as direções para
visualizar e selecionar os vários campos ou valores encontrados na tela.
Comprima o botão de controle e selecione sua opção. Um clique pode ser
ouvido no autofalante.

3.9.2 Teclado
As cinco teclas de pressão do teclado incluem:
 Silêncio - essa tecla é usada para silenciar o alarme e minimizar as janelas.
Ao ser pressionado, o temporizador de 2 minutos é ativado e substitui
temporariamente o campo de data/hora na região inferior direita da tela.
Além disso, aparece o símbolo de um “sino” cruzado por um “X” preto.
Pressionar brevemente a tecla de “silêncio” reativa o temporizador por
mais 2 minutos. Pressionar longamente (~1 segundo) a tecla de silêncio
cancela a operação.
 100% O2 - Esta tecla fornece oxigênio a 100% por 3 minutos e silencia
o alarme por 2 minutos durante os procedimentos de sucção. Pressionar
novamente a tecla cancela o processo. Essa tecla permanece ativa
apenas durante a ventilação e não funciona em modo Standby.

DOC0951990, M1162065, 2014 35


Instalação e configuração

 Respiração manual - Essa tecla permite que o operador forneça um único


ciclo respiratório sob demanda. No modo ventilatório CPAP/PSV, sem
definição de ciclo respiratório do ventilador, a respiração manual será
configurada de acordo com o volume controlado habitual para o peso
do paciente.
 Pausa - Essa tecla provoca uma manobra de pausa inspiratória ou
expiratória em um próximo ciclo respiratório. Pressionar a tecla uma vez
deflagra uma manobra de pausa inspiratória e pressionar duas vezes
inicia uma manobra de pausa expiratória. Se a tecla de pausa for
pressionada novamente, a manobra será cancelada. (Algumas unidades
podem não estar equipadas para suportar essa característica).
 Apagar - Essa tecla é usada para silenciar o alarme por 30 segundos
e minimizar janelas de advertência em vermelho. Se a tecla for
pressionada novamente em 30 segundos, a mensagem de advertência
reaparece. Uma pressão prolongada (1 segundo) apaga todas as
mensagens de alarme inativas (verdes) na parte inferior esquerda da tela.
Essa tecla também aborta a última ação do operador e retorna à posição
anterior. Ela funciona da mesma maneira que a tecla de escape (ESC)
de um teclado de computador.

3.9.3 Indicadores de LED


O teclado do painel fronteiro inclui também os seguintes indicadores de LED:
 Alarme - Esse LED vermelho pisca durante condições de alarme. Ele
também acende brevemente sempre que o controle giratório ou o
teclado são pressionados ou quando o volume do alarme audível é
ajustado.
 Carga - Esse LED âmbar acende quando o ventilador está conectado
a um suprimento de energia AC ou DC externo.
 Ligado - Esse LED verde acende sempre que a unidade é ligada.

3.10 Funcionamento do ventilador


Consulte as seções 3 e 4 do Manual de Funcionamento para obter informações
detalhadas sobre o funcionamento do dispositivo.

36 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

Section 4: Teoria do funcionamento


Essa seção do manual de utilização detalha a teoria do funcionamento do
sistema do ventilador do iVent201. Essa seção inclui uma visão geral e discute
os princípios de funcionamento dos sistemas eletrônico e pneumático.
Finalmente, essa seção descreve como o firmware do dispositivo interage com
o hardware em determinadas situações.

4.1 Visão geral do funcionamento do sistema


O iVent201 é um ventilador compacto, portátil, microprocessado e completo que
oferece a versatilidade e a capacidade de ventiladores mais caros e de maior porte.
Um fonte de ar gerada por uma turbina de alto desempenho e uma bateria
interna recarregável proporciona liberdade de fontes de alimentação e de ar
comprimido.
Um botão giratório com funcionamento intuitivo, botões de escolha rápida e
uma tela clara, bem organizada e de fácil leitura permite controle rápido e
monitoramento contínuo em tempo real da ventilação do paciente. Os alarmes
são totalmente ajustáveis.
O pacote com as Formas de Ondas Opcionais e o Software de Diagnóstico
exibem dados de curvas de pressão e fluxo, alças, tendências, e os totais
registrados em uma ampla gama de modos gráficos e numéricos.

DOC0951990, M1162065, 2014 37


Teoria do funcionamento

4.2 Sistema Pneumático


O projeto do sistema pneumático do iVent201 se baseia em um motor
pneumático compacto e modular.
O ar proveniente do paciente é levado do ambiente à máquina por meio de um
coletor e um filtro de entrada. Se necessário, é possível adicionar oxigênio
suplementar de uma fonte de alta ou de baixa pressão.
Quando estiver sendo usado oxigênio de alta pressão, o sistema de mistura
controlado pelo microprocessador garante que o gás que chega ao paciente
tenha o nível de FiO2 prescrito e configurado pelo operador. Se for selecionado
oxigênio de baixa pressão, este pode ser introduzido por meio de um
acumulador colocado na entrada de ar do ventilador e regulado pelo usuário.
A FiO2 é monitorada mais à frente pelo sensor de oxigênio.
A força inspiratória é gerada por um motor DC de corrente contínua que gira o
impulsor da turbina. A turbina controla o volume e a pressão, junto com as
válvulas solenoides e os sensores de pressão e fluxo para garantir a ventilação
nos parâmetros configurados.
O centro do sistema pneumático, o sistema de mistura, a turbina e as válvulas
solenoides são montadas sobre ou dentro do coletor pneumático. O gás
proveniente do paciente é derivado do sistema pneumático por meio do coletor
pneumático até o paciente, através do sistema de tubos do paciente.
O sistema de tubos do paciente é um sistema de dois ramos que incorpora uma
válvula unidirecional, um Y, uma válvula expiratória e um sensor proximal.
O sensor proximal será usado como referência para regulação dos volumes
inspiratórios e para medição dos volumes exalados.
Se o usuário desejar realizar medições básicas de mecânica respiratória,
os dispositivos mais recentes são equipados com dispositivos para produzir
pausas inspiratórias ou expiratórias. Este dispositivo permite a medida da
complacência, auto-PEEP e vários outros valores.
Os diagramas na página seguinte mostra os componentes pneumáticos
básicos e suas posições relativas ao longo da via de fluxo. Recomenda-se
consultar esse diagrama durante a leitura das descrições dos componentes na
seção seguinte.

38 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

Nebulizer Source Connector

Entrada de ar

Sensor de O2

Coletor
de saída

Turbina
Interruptor de
Solenoides
pressão

Conector da UP

Regulador de O2
Coletor

Válvula proporcional de O2
Suporte para fluxo
de O2

Figura 4-1 Unidade pneumática – Sistema baseado em PSV

DOC0951990, M1162065, 2014 39


Teoria do funcionamento

Figura 4-2 Unidade pneumática – Sistema baseado em motores de passo

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iVent201 Manual de referência técnica

Figura 4-3 Unidade pneumática – Unidades baseadas em PSV

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Teoria do funcionamento

Figura 4-4 Unidade pneumática – Unidades baseadas em motores de passo

42 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

4.2.1 Coletor e filtro de entrada


O ar ambiente puxado pela turbina entra no dispositivo através do filtro de
entrada. O filtro de entrada básico inclui um meio que permite a filtração de
partículas de até 5 mícrons. Recomenda-se substituir mensalmente o filtro de
entrada. Uma segunda versão desse filtro permite a conexão de um
acumulador de O2 (fornecido por O2 de baixa pressão).
Nas áreas com suspeita de altos níveis de contaminação do ar ambiente,
é possível, além disso, conectar um filtro tipo CBRN por meio de um adaptador
no lugar do filtro padrão, permitindo a operação segura do dispositivo.
O ar ambiente filtrado passa para dentro e por dentro do silenciador de entrada.
O silenciador de entrada consiste em uma espuma porosa que absorve o som.
O filtro de entrada de ar é aparafusado diretamente nesse silenciador através
de um orifício com 3,5 polegadas de diâmetro na lateral da carcaça do
ventilador. Existe também um anel em O para garantir que os itens estejam
bem selados.

4.2.2 Sistema de mistura de oxigênio - Unidades PSV (iV15000>)


O gás entregue ao paciente pelo ventilador pode ser uma mistura de ar e
oxigênio puro de grau médico. O sistema de mistura de oxigênio controla a
concentração de oxigênio da mistura de gás que vai para o paciente.
O sistema de mistura de oxigênio das versões atuais do iVent201 (todas as
unidades com número de série iV15000>) é baseado em um projeto com
solenoides proporcionais e incorpora os seguintes componentes:
 Regulador de O2
 Seletor de pressão de O2
 Válvula solenoide proporcional de O2
 Sensor de fluxo de O2

4.2.2.1 Regulador de O2
O regulador de O2 está incluído no sistema para fornecer uma pressão estável
de entrada na válvula solenoide proporcional de O2 e no sistema do
nebulizador.
O oxigênio de alta pressão é diretamente conectado à entrada do regulador de
oxigênio. A pressão do suprimento de oxigênio deve ser mantida dentro da faixa
de 40-73,5 psi ± 20% (2,4-4,2 bar) e deve ser puro e de grau médico.

DOC0951990, M1162065, 2014 43


Teoria do funcionamento

Se houver certeza ou suspeita de que o suprimento de O2 contenha qualquer


nível de contaminação por partículas, recomenda-se que seja usado em filtro
externo em linha antes da conexão ao regulador.
O regulador de pressão de O2 reduzirá a pressão do sistema de O2 a um valor
estável de 25 psi (1,6 bar), dando o sinal para o seletor de pressão de O2, a
válvula solenoide proporcional de O2 e o sistema do nebulizador.

4.2.2.2 Seletor de pressão de O2


O seletor de pressão de O2 permite determinar se oxigênio de alta pressão está
conectado ao dispositivo ou não. O seletor de pressão de O2 está configurado
para fechar em uma pressão de 10 psi. Quando a pressão do sistema é superior
a 10 psi, os contatos do seletor de pressão fecham o circuito e sinalizam ao
software que o O2 está conectado. Quando a pressão do sistema é inferior
a 10 psi, os contatos do seletor de pressão abrem o circuito e sinalizam ao
software que o O2 está agora desconectado.
O funcionamento do seletor de pressão é verificado durante os testes de O2
realizados durante o teste de verificação do ventilador (TVV).

4.2.2.3 Válvula solenoide proporcional de O2


A válvula solenoide proporcional de O2 é usada juntamente com o sensor de
fluxo de O2 para controlar o fluxo de O2 durante o ciclo respiratório. A válvula
solenoide proporcional de O2 pode ser controlada pelo ajuste do sinal do
controle PWM pelo software. Quanto maior o ciclo de funcionamento do sinal do
controle, maior será a abertura da válvula e o fluxo que passará através dela.
Durante a oferta do ciclo respiratório, a turbina gira em uma velocidade
equivalente às exigências de fluxo e ao perfil da respiração. A válvula solenoide
proporcional controla a oferta da percentagem do fluxo total exigida para
obtenção da FiO2 correta. O déficit na exigência de fluxo total deve ser
eliminado através da porta de ar ambiente.

4.2.2.4 Sensor de fluxo de O2


O sensor de fluxo de O2 compreende um suporte posicionado diretamente na
saída da válvula solenoide proporcional de O2. O suporte é projetado para
induzir uma queda de pressão proporcional à quantidade de fluxo que passa
através do sensor de fluxo. As pressões de referência são obtidas antes e depois
do suporte e direcionadas para o sensor de pressão diferencial deO2 na
placa-mãe a partir do qual o fluxo real de O2 será computado. O fluxo medido
no suporte é usado pelo software para controlar o funcionamento e a saída da
válvula solenoide proporcional de O2.

44 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

4.2.3 Sistema de mistura de oxigênio - Unidades do motor de passo


(iV14999)
O gás entregue ao paciente pelo ventilador pode ser uma mistura de ar e
oxigênio puro de grau médico. O sistema de mistura de oxigênio controla a
concentração de oxigênio da mistura de gás que vai para o paciente.
O sistema de mistura de oxigênio das versões atuais do iVent201 (todas as
unidades com número de série <iV14999) é baseado em um projeto com porta
mecânica controlada por um motor de passo e incorpora os seguintes
componentes:
 Seletor de pressão de O2 - consulte a seção 4.2.2.2
 Válvula de demanda
 Válvula dosadora
 Seletor do limite da válvula de controle
 Sensor de oxigênio

4.2.3.1 Válvula de demanda


A principal função da válvula de demanda é reduzir a pressão de oxigênio dos
40 psi nominais encontrados na entrada potencialmente a 60 cm H2O. O fluxo
máximo de oxigênio através desse dispositivo é 120 lpm.
Uma função secundária é abrir apenas se houver demanda ou pressão
negativa na saída. A pressão negativa deslocará o assento da válvula,
permitindo a passagem do fluxo do oxigênio através e para dentro do sistema.
Se a válvula for mantida aberta por meios mecânicos, pode ser obtida uma
medida de 60 cmH2O na saída; entretanto, por definição, ocorrerá
desligamento com qualquer nível de pressão positiva. Desta forma, a pressão
de saída de 60 cmH2O é somente teórica e não faz parte do funcionamento
normal. A pressão real da saída da válvula de demanda é de aproximadamente
0 cm H2O ou igual à pressão ambiente.
O funcionamento da válvula de demanda é verificado durante os testes de O2
realizados durante o teste de verificação do ventilador (TVV).

4.2.3.2 Válvula dosadora


Trata-se de uma válvula de gaveta que desliza entre a porta de saída de O2 e a
porta de ar ambiente da carcaça da unidade pneumática (coletor de entrada)
sob o controle do motor de passo e o controle da válvula. Cada porta tem
22 mm de diâmetro. Quando a mistura contém 60% de oxigênio ou mais, cada
abertura fica fechada até a metade aproximadamente.

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Teoria do funcionamento

Uma válvula unidirecional está diretamente conectada à válvula de gaveta que


direciona o fluxo para fora da porta de ar ambiente quando está na posição de
100%. Essa válvula apresenta várias funções. A primeira é uma função de
segurança que permite a expulsão da pressão excessiva do sistema. A segunda
é reduzir ainda mais a pequena quantidade de pressão da válvula de demanda
ao nível da pressão ambiente. Isso garante que tanto a porta de O2 quanto
a porta de ar ambiente do misturador de O2 tenham potenciais exatamente
iguais. A terceira função é proporcionar uma via de retorno à entrada de ar
para todas as funções de bypass da solenoide quando a válvula está na
posição de 100% de O2.
O funcionamento da válvula de gaveta é verificado durante os testes de O2
realizados durante o teste de verificação do ventilador (TVV).

4.2.3.3 Controlador da válvula


O controlador da válvula consiste em um motor de passo e uma transmissão
mecânica para a válvula dosadora. Ele pode girar em ambas as direções e
direcionar a válvula a uma posição precisa. O controlador da válvula é
controlado por software com o sensor de O2 localizado à frente, que fornece
feedback ao sistema.
São necessárias aproximadamente 1000 passos para mover a válvula de um
extremo a outro. Ele é alimentado por um suprimento de energia DC de 12 V e
gera 0,17 ampères.
A transmissão mecânica consiste em uma caixa de engrenagem, came, haste, mola
e acoplamento. Ela é lubrificada com graxa de silicone de grau médico. O came de
acionamento do microinterruptor está também conectado à haste principal.
Essa montagem não pode ser reparada pois é necessário desmontar toda a
unidade pneumática. Entretanto, esse sistema é historicamente confiável e
raramente causa problemas relacionados ao oxigênio.

4.2.3.4 Interruptor final da válvula (microinterruptor de O2)


O interruptor final da válvula detecta quando a válvula dosadora chegou ao
extremo da faixa de utilização. Ele previne interferências mecânicas e impede
que o sistema de controle perca tempo em faixas de variação inefetivas.
Trata-se de um interruptor basculante de curso curto com um acionador tipo
rolete. Está geralmente no estado fechado acionado pela área alta do came.
Quando o limite da gaveta é alcançado (O2 a 21 ou 100%), a armação “cai” para
um ponto mais baixo e o interruptor final abre, enviando um sinal para o
software de que foi alcançado o limite. O motor de passo reverte a direção em
cerca de 40 passos, reinicia a contagem e aguarda instruções adicionais do
software.
A relação geométrica entre a came do acionador rotatório e a válvula de O2
requer um alinhamento preciso. Recomenda-se que essa tarefa e os testes de
verificação subsequentes sejam realizados pela GE Healthcare.

46 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

4.2.4 Sistema de turbinas


A função da montagem do soprador é gerar pressão e fluxo da mistura de gás
a ser ofertada pelo ventilador. O montagem do soprador inclui motor, impulsor,
tampa da ventoinha, carcaça e coletor. O motor é um motor DC sem escovas de
alta velocidade com comutação interna. É possível ajustar a velocidade do
motor mudando a voltagem da entrada de energia. A voltagem varia de acordo
com o controle MDL (modulação de largura de pulso) do acionador do motor no
quadro de distribuição. O motor coloca o impulsor em movimento em
velocidades variáveis, ajustando os parâmetros de pressão e fluxo. O gás
é direcionado para dentro da ventoinha a partir de um coletor localizado no
fundo da montagem do soprador.
O soprador pode alcançar a velocidade de 23.000 RPM e gerar pressões de até
80-90 cm H2O. Ele é alimentado por energia DC12 V e requer no máximo 4 amp
em vigência de carga. Há um tacômetro para monitorar a velocidade e um
circuito watchdog para supervisão. Há uma função de frenagem que conecta
os terminais do motorpor meio de um resistor de potência de baixa resistência.
A montagem da turbina dura aproximadamente 15.000 horas e deve ser
substituído periodicamente. A montagem do soprador é cuidadosamente
equilibrada dentro da carcaça da unidade pneumática pelo fabricante e não
pode ser reparada em campo.
A substituição da montagem do soprador devido a falha ou manutenção
programada requer a substituição de toda a unidade pneumática.
O desempenho da turbina em termos de capacidade de oferta de fluxo
e pressão de trabalho é avaliado durante o teste de verificação do
ventilador (TVV).

4.2.5 Sistema de válvulas solenoides


O sistema de válvulas solenoides apresenta duas funções principais. Ele
proporciona alívio da pressão positiva (válvula de segurança) e ajuda a criar a
forma de onda de pressão desejada.
O sistema de válvulas solenoides inclui duas solenoides idênticas com molas,
êmbolos e válvulas cônicas de silicone de tamanhos diferentes.
As válvulas solenoides estão normalmente fechadas, de forma que o ar sob
pressão é fornecido ao paciente durante a fase inalatória. Quando aberto,
o sistema solenoide “ultrapassa” o soprador, desviando o fluxo e permitindo que
o dispositivo obtenha uma queda rápida de pressão.
As válvulas solenoides abrem e fecham uma via pneumática entre a entrada e a
saída do soprador. Além disso, cada válvula solenoide tem um diâmetro
diferente e pode ser controlada separadamente. A solenoide nº 1 é de grosso
calibre e a nº 2 de pequeno calibre.

DOC0951990, M1162065, 2014 47


Teoria do funcionamento

Existem quatro combinações possíveis de estados das válvulas solenoides:


ambas fechadas, ambas abertas, apenas a válvula de grosso calibre aberta
e apenas a válvula de pequeno calibre aberta. A manipulação dessas válvulas
e da velocidade da turbina pode produzir a uma ampla variedade de formas de
onda pneumática.
A forma de onda desejada é criada com auxílio do software. As válvulas são
abertas no início de cada exalação, de forma a obter uma queda rápida de
pressão ao nível programado de PEEP.
O controle das duas solenoides também permite a característica Easy Exhale,
durante a qual a pressão é reduzida a um nível abaixo da PEEP por um curto
intervalo de tempo no início de cada exalação.
Ambas as válvulas são posicionadas normalmente na posição fechada por
meio de molas e começam a abrir quando a pressão nominal de 80 cm H2O
é alcançada. Isso proporciona alívio da pressão excessiva. O nível pressórico
seguro é determinado pelas características da mola, as quais são selecionadas
para preencher os requisitos. Como cada válvula pode abrir de forma
independente, existem na verdade duas (2) válvulas de alívio de segurança.
Essa montagem não pode ser reparada pois é necessário desmontar toda a
unidade pneumática. Entretanto, esse sistema é historicamente confiável e
raramente causa problemas.
O funcionamento do sistema de válvulas solenoides é testado em todas as suas
configurações durante o teste de verificação do ventilador (TVV).

4.2.6 Sensor de O2
O sensor de oxigênio é um sensor de pressão parcial galvânico específico para
o oxigênio. Ele mede a concentração de O2 na mistura de gases da saída do
soprador.
Nos dispositivos iVent201 equipados com um sistema de mistura de O2
baseado em um motor de passo,os sensores de O2 são usados como fonte
primária de feedback para o software. A leitura do sensor de O2 é usada para
ajuste do misturador de O2 a uma posição mais alta ou mais baixa como
necessário para corresponder à configuração da FiO2.
Nos dispositivos iVent201 equipados com o sistema de mistura de O2 baseados
nas solenoides dosadoras, a leitura de O2 é usada principalmente para
monitoramento; entretanto, em determinadas situações de erro, pode ser usada
para regulação secundária do sistema de O2.
A saída de tensão do sensor muda proporcionalmente à pressão parcial de O2
à qual o sensor é exposto. No início da vida útil do sensor, a saída é de
aproximadamente 65 mV com O2 a100% e 15 mV a 21%.

48 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

À medida que o sensor se deteriora, diminui a saída máxima. Quando a saída do


sensor com O2 a 21% é inferior a 7,25 mV, o iVent201 não aceita mais o valor de
calibração e o sensor precisa ser substituído.
O valor de saída do sensor é ajustado de acordo com a pressão e a
temperatura por meio do software interno. Isso significa que há geralmente
uma pequena diferença entre as medições do analisador externo de O2 e do
sistema de medição interna de O2. A especificação de controle de O2 do
ventilador é ± 5% FiO2, mas ao comparar os valores a um analisador externo de
O2 , deve-se ter uma tolerância adicional para compensar as incertezas
apresentadas pelo analisador externo. O “macete” é acrescentar ± 5%.
O desempenho dos sensores de O2 é verificado com as configurações máxima
(100%) e mínima (21%) durante o teste de verificação do ventilador (TVV).
Para garantir o monitoramento preciso de O2 em toda as configurações possíveis
de FiO2, recomenda-se que o sistema de O2 seja calibrado a cada 3 meses. Entre
as calibrações completas do sistema, o dispositivo realiza periodicamente
autocalibrações do sensor de O2 quando este estiver em 21% ou 100%.
O sensor de O2 é um componente perecível e deve ser substituído
periodicamente.

CUIDADO: O SENSOR DE OXIGÊNIO É UM DISPOSITIVO SELADO QUE CONTÉM UM


ELETRÓLITO LEVEMENTE ÁCIDO, CHUMBO (PB) E ACETATO DE CHUMBO.
O CHUMBO E O ACETATO DE CHUMBO SÃO COMPOSTOS PERIGOSOS E
REQUEREM DESCARTE ADEQUADO.

CUIDADO: NUNCA ESTERILIZE O SENSOR COM ÓXIDO DE ETILENO EM AUTOCLAVE


NEM O IMERJA EM QUALQUER SOLUÇÃO DE LIMPEZA.

4.2.7 Silenciador de saída e conector do paciente


O gás destinado ao paciente sairá do sistema através da porta de saída do
ventilador. A porta de saída do ventilador é também um silenciador e consiste
em espuma que absorve os sons. Ele é ajustado à unidade pneumática por
meio de um anel em O, uma placa adaptadora e uma gaxeta.
Há também um pequeno conector cônico de pequeno calibre moldado na
forma do silenciador de saída para medir a pressão de referência da turbina.
A pressão da turbina passa para dentro do módulo eletrônico e para
o transdutor de pressão da turbina no PCB principal. Uma segunda linha
conecta-se a esta e é usada como fonte para provocar o fechamento da
válvula de exalação diretamente ou via o hardware do sistema de pausa.

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Teoria do funcionamento

4.2.8 Ventoinha de resfriamento


A ventoinha de resfriamento da unidade pneumática está direcionada para o
motor do soprador e as válvulas solenoides para conduzir o calor para longe
dos componentes.

4.2.9 Circuito do paciente


O gás é transferido do ventilador para o paciente por meio do circuito do
paciente. O circuito do paciente consiste em duas mangueiras corrugadas
padronizadas de 22 mm, um Y com sensor de fluxo integral, válvula de exalação
e linha de controle e uma válvula unidirecional (consulte a Figura 3-4).

4.2.9.1 Sensor de fluxo e Y


O sensor de fluxo/Y é um componente que se conecta a interfaces do paciente
como tubos endotraqueais, máscara, etc. Ele apresenta um sistema de sensores
de fluxo integrado que se conecta ao painel frontal do ventilador
(consulte Figura 3-4).
A porção do sensor de fluxo do Y é um dispositivo pneumático diferencial que
mede a pequena diferença de pressão entre as duas portas separadas por
1/2 polegada. Essa pressão diferencial é então traduzida ao fluxo e à direção
equivalente pelo módulo eletrônico.
As linhas dos sensores de fluxo estão conectadas ao painel frontal do ventilador
por acessórios tipo luer, um macho e um fêmea, conectados a um transdutor de
pressão diferencial localizado dentro do módulo eletrônico.
A medição do sensor de fluxo depende muito dos selos estanques que vão das
portas diferenciais do sensor de fluxo até o transdutor. A magnitude do erro
é proporcional à proximidade entre o ponto de vazamento e o transdutor.
Por exemplo, o vazamento de 1 lpm no tubo endotraqueal pode ser medido
com precisão (1 lpm), mas, para um vazamento de 1 lpm localizado logo ao lado
do transdutor seria de 140 lpm. A localização mais comum de um vazamento
do sensor de fluxo são as conexões luer do painel frontal. Das duas conexões
luer, a porta esquerda é mais frequentemente sujeita a erros de conexão,
embora pareça visualmente ok.
O sistema é automaticamente verificado durante o TVV.

4.2.9.2 Válvula de exalação


A válvula de exalação se conecta à extremidade distal do ramo expiratório do
circuito do paciente. Sua função principal é fechar a via de exalação durante a
fase inspiratória e abrir durante a fase expiratória (permitindo a exalação do
paciente). Ao completar a exalação, a válvula será usada, além disso, para
manutenção da PEEP.
A linha de controle da válvula de exalação é codificada com a cor azul e
conectada a um acessório tipo luer embaixo à direita. Internamente, ela se
conecta à saída do ventilador e compartilha o sinal com a linha do sensor de
pressão do soprador.

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iVent201 Manual de referência técnica

A linha de controle da válvula de exalação é aberta ao topo do diafragma da


válvula. Durante a fase de exalação do ciclo respiratório, os pulmões do
paciente desinflam até que eles alcancem a mesma pressão em ambos os
lados do diafragma. Nesse ponto, a válvula de exalação fecha e mantem o valor
da PEEP até que o equilíbrio seja alterado (geralmente o próximo ciclo
respiratório).
Quando uma pausa inspiratória ou expiratória é programada, a válvula de
exalação é completamente fechada sob a força da bomba. Isso garante um
sistema fechado para ser equilibrar o pulmão do paciente e o sistema do paciente.
Esse componente é automaticamente verificado durante o TVV.

4.2.9.3 Válvula unidirecional


A válvula unidirecional pode ser conectada entre o Y e o ramo inspiratório do
circuito, no silenciador de saída e, futuramente, ser colocada internamente
como parte do silenciador de saída.
As ações de verificação das válvulas unidirecionais garantem que todos os gases
exalados pelo paciente passem pelo ramo de exalação e saiam do sistema
através da porta de exalação. Isso impede que o paciente respire novamente os
gases exalados. Isso permite que a linha de controle da válvula de exalação
manipule rapidamente o fluxo de exalação pela característica Easy Exhale.
O dispositivo verificará se a válvula unidirecional está presente durante o teste
de verificação de funcionamento e durante o funcionamento com o programa
interno de diagnóstico do ventilador.
CUIDADO: QUANDO O CIRCUITO DO PACIENTE É USADO COM UMIDIFICAÇÃO
ATIVA, RECOMENDA-SE QUE A VÁLVULA UNIDIRECIONAL SEJA
MOVIMENTADA EM DIREÇÃO AO CONECTOR DE SAÍDA DO PACIENTE DE
FORMA A PERMITIR A DRENAGEM ADEQUADA E EVITAR POSSÍVEIS
ALARMES DESAGRADÁVEIS.

4.2.9.4 Pausa inspiratória e expiratória


O iVent201 pode ser configurado para permitir a tomada de várias medições
da mecânica respiratória. A tomada das medidas requer um método para
manter o sistema do paciente fechado e permitir que o sistema de tubos se
equilibre. Uma manobra de pausa deve ser realizada para fechar o sistema.
No iVent201, o hardware que permite a manobra de pausa é a solenoide de
pausa e a bomba localizada no PCB dentro da unidade eletrônica. Em condições
normais, a pressão da inflação da válvula de exalação é direcionada do tubo de
referência de pressão da turbina para dentro da unidade eletrônica através da
solenoide de pausa e retorna pelo conector de exalação.
Para obter uma pausa inspiratória no final de uma pausa inspiratória normal,
a solenoide será energizada, da mesma forma que a bomba. A pressão criada
pela bomba passará através da solenoide até a válvula de exalação

DOC0951990, M1162065, 2014 51


Teoria do funcionamento

proporcionando o fechamento completo da válvula. A pausa inspiratória será


usada para medir a pressão de platô e a complacência estática.
Para obter uma pausa expiratória no final de uma pausa expiratória normal,
a solenoide será energizada, da mesma forma que a bomba. A pressão criada
pela bomba passará através da solenoide até a válvula de exalação
proporcionando o fechamento completo da válvula. A pausa expiratória permite
que o pulmão e o sistema do paciente se equilibrem e que o operador avalie o
nível de auto PEEP presente.
Embora todas as unidades estejam equipadas com o botão de pausa no
teclado, apenas unidades com número de série de iV12000 ou superior estão
equipadas com o hardware interno necessário.

Figura 4-5 Montagem da nebulização/pausa

4.2.9.5 Sistema de nebulização


Os ventiladores iV201 de última geração, aqueles com sistema de mistura
baseado em válvulas solenoides proporcionais, estão equipados também com
os meios de acionar um nebulizador pneumático de pequeno volume.
O nebulizador é acionado a partir do sistema de O2 de alta pressão; assim,
o O2 de alta pressão precisa estar conectado para usar o sistema de
nebulização. A pressão regulada de O2 (25 psi) será direcionada do sistema de
O2 para dentro do módulo eletrônico e para a solenoide do nebulizador
localizado no PCB da montagem. A saída da solenoide do nebulizador é
direcionada do módulo eletrônico para o conector do nebulizador no painel frontal.
O nebulizador é programado pelo operador por meio da tela de configurações
avançadas e é ativado apenas durante o período inspiratório. Quando a
nebulização estática, durante a inspiração, a solenoide do nebulizador é energizada.
Com a energização da solenoide do nebulizador, a pressão de O2 regulada será
direcionada através do conector e dos tubos até o frasco do nebulizador.
Quando o nebulizador está em funcionamento, o dispositivo tenta compensar a
oferta da respiração através do conector principal para garantir que a FiO2
programada e outros parâmetros respiratórios alcancem o paciente.

52 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

4.3 Sistema eletrônico


O módulo eletrônico do ventilador iVent201 é uma plataforma de controle e
computação com múltiplas funções que permitem que o software interno opere
a unidade pneumática do ventilador.
O módulo eletrônico detecta, monitora e exibe os parâmetros ventilatórios.
Ele também controla a interação entre o usuário e o ventilador através da
interface do usuário. O módulo eletrônico consiste nos seguintes componentes
e subsistemas:
 Módulo de entrada de energia
 Placa de circuitos impressos da fonte de alimentação
 Bateria integrada/Mostrador de gás
 Suprimento DC externo
 Placa de circuitos impressos da mesa
 Placa da CPU
 Placa-mãe
 Zero/Placa de purga
 PCB da pausa
 PCB da montagem do nebulizador/pausa
 Tela de LCD
 Ventoinha de resfriamento

Figura 4-6 Módulo eletrônico

DOC0951990, M1162065, 2014 53


Teoria do funcionamento

Figura 4-7 Visão geral do ventilador

54 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

4.3.1 Módulo de entrada de energia


O conector de entrada AC inclui também um filtro RFI e fusíveis duplos de
queima lenta de 3,15 A. A saída DC do conversor vai diretamente para a mesa.

4.3.2 Placa de circuitos impressos da fonte de alimentação


O ventilador é equipado com um módulo de fornecimento de energia de grau
médico que aceita voltagens universais de entrada AC de 85 a 265 V, 40-440 Hz
e dá saída a uma única fonte de alimentação DC de 14,2 V. O conector de
entrada AC inclui também um filtro RFI e fusíveis duplos de queima lenta de 3,15
A. A saída DC da fonte de alimentação vai diretamente para o quadro de
distribuição.

4.3.3 Fonte de alimentação integrada


A fonte de alimentação da bateria é uma unidade removível que desliza para
dentro da parte traseira do ventilador e fornece energia quando uma fonte
externa de energia não está disponível. A fonte de alimentação se conecta ao
ventilador por meio de um conector interno que contém uma entrada para
carregamento, uma saída de energia, uma linha de comunicação para o
mostrador da bateria e um fio terra comum.
Uma bateria de ácido-chumbo selada e recarregável de 12V com capacidade
de 7,2 a 9,0 Ah é usada.
Com uma bateria nova e completamente carregada, 4,8 a 5,6 ampères-hora
são usados até que a voltagem da bateria chegue a 11,0. O ventilador usa
aproximadamente 4 ampères com os parâmetros típicos. Assim, a unidade deve
funcionar durante 1,2 a 1,4 horas.
A bateria é um componente perecível e deve ser substituída periodicamente.
CUIDADO: A FONTE DE ALIMENTAÇÃO CONTÉM UMA BATERIA SELADA DE
ÁCIDO-CHUMBO. ESSE COMPONENTE DEVE SER DESCARTADO EM
CONFORMIDADE COM AS EXIGÊNCIAS DE SEGURANÇA AMBIENTAL
PARA BATERIAS DE ÁCIDO-CHUMBO.

4.3.3.1 Placa de circuito impresso do mostrador de gás


O mostrador da bateria determina a capacidade da bateria pelo
monitoramento da quantidade de carga que entra e sai da bateria recarregável.
O mostrador mede a corrente de carga e descarga, estima a autodescarga e
monitora a bateria quanto aos limiares de voltagem baixa da bateria. Ele faz
ajustes para a temperatura e várias velocidades de carregamento.
O monitoramento da voltagem ao longo de uma série de pequenos valores de
resistores de detecção entre o terminal negativo da bateria e o aterramento
torna possível medir a carga.
O mostrador da bateria monitora a corrente de carga e descarga em forma de
voltagem ao longo do resistor de detecção. O monitoramento dessa voltagem
ao longo do tempo e a correção da medida de acordo com condições
ambientais e operacionais gera a carga disponível da bateria.

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Teoria do funcionamento

A carga atual da bateria é mostrada como um símbolo na tela de LCD.


Uma mensagem de bateria baixa é ativada quando a carga medida da bateria
caiu a 20% ou a voltagem caiu a 11,3 V. Um alarme de bateria vazia é ativado
quando a voltagem da bateria cai a 11,0 V.
Quando existem muitas descargas parciais (como durante transporte), os erros
se acumulam e o mostrador de gás precisa ser “reeducado” ou deve-se permitir
que seja atingida a capacidade total da bateria. Esse procedimento é descrito
na seção 7.7, página 112.
Embora o mostrador de gás rastreie a quantidade de carga da bateria, ele não
é capaz de detectar quando a capacidade da bateria se deteriorou a um valor
inaceitável. O melhor método para determinar a capacidade da bateria é ligar
a unidade e medir o tempo total de uso com os parâmetros típicos.
É importante diferenciar a mensagem de bateria baixa e o alarme de bateria
vazia. A mensagem de bateria baixa deflagra uma advertência. O tempo de
funcionamento não termina até que o alarme de bateria vazia seja ativado.
Após a ativação do alarme, tipicamente restam 3 - 12 minutos de
funcionamento.
Enquanto a bateria é automaticamente avaliada durante o TVV para determinar
se está gravemente deteriorada, o TVV não é capaz de medir a capacidade
“adequada”. Apenas testes funcionais podem determinar a capacidade
adequada (tempo de funcionamento).

4.3.4 Suprimento DC externo


As fontes DC estão conectadas ao painel traseiro do ventilador por meio de um
conector macho XLR de três pinos com uma entrada para uma fonte direta de
12 V ou 15 V ou para um conversor DC/DC externa e um fio terra comum.
Ambas as fontes têm um fusível acessível ao usuário no painel traseiro.

4.3.5 Placa de circuitos impressos da mesa


O quadro de distribuição é o quadro de distribuição e conversão de energia.
Todas as funções relacionadas à energia ocorrem aqui, incluindo o
gerenciamento de energia DC externa.
O quadro de distribuição contém todas as interfaces de energia e o acionador
do motor. O quadro de distribuição controla das funções de energia do sistema
e realiza as seguintes funções:
 Alternância entre diferentes fontes de energia
 Filtragem de EMI/RFI de fontes DC
 Proteção contra corrente e tensão excessivas
 Carregamento da bateria
 Conversão da entrada de 10 -15 V a saída de 5 V (DC/DC)
 Ligação/desligamento da energia
 Determinação do estado das fontes conectadas
 Circuito do acionamento do motor
As entradas primárias para o quadro de distribuição são:

56 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

 Fontes de energia externas e bateria interna


 Sinais para controle do motor do quadro de distribuição
 Período motor (tacômetro) do motor
As entradas primárias para o quadro de distribuição são:
 Fornecimento de 12V para o sistema
 Fornecimento de 5 V para o sistema
 Tensão variável do motor
 Corrente de carga da bateria
 Sinais de estado do quadro de distribuição principal
 Sinais variados para controle do motor do quadro de distribuição

4.3.5.1 Blocos de interruptores


O bloco de interruptores alterna entre as três (3) fontes de energia usado diodos
de barreira de Schottky. As fontes são:
 Fonte de alimentação AC/DC (14,2 V DC)
 Fonte DC externa de 12 V a 15 V
 Bateria interna de12 V
Todas as fontes externas de energia são conectadas através de diodos de sinal
para indicar a presença de uma fonte externa (CHEN). O nodo comum dos
diodos de potência é o barramento de potência principal do quadro de
distribuição (VSUM). A voltagem no VSUM pode variar dependendo da fonte
presente e é denominada suprimento de 12 V a despeito disso.

4.3.5.2 Bloqueio do filtro RFI


O bloqueio do filtro RFI filtra o ruído eletromagnético conduzido na fonte de
alimentação DC. Isso proporciona imunidade eletromagnética do ruído externo
e previne a propagação das emissões conduzidas para fora. O filtro é um filtro
LC com um estágio diferencial e um estágio comum separado. Os indutores são
formados por enrolamento de fios comuns em um centro de ferrita e os
capacitores são encontrados entre a fonte (FUN15V) e o fio de retorno (FGND)
e o aterramento do chassis.

4.3.5.3 Dispositivos de proteção


O sistema é protegido contra correntes excessivas por meio de fusos e contra
voltagem excessiva por meio e supressores de surtos de tensão transitórios
(TVS). Os fusíveis são:
 Fonte de alimentação AC - fusível duplo dentro da unidade de entrada
de energia
 Entrada de energia DC externa de 12 V a 15 V - um fusível externo
(15 a, 250 V)

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Teoria do funcionamento

Bateria interna de 12 V - um fusível interno na fonte de alimentação da bateria


(15 A, 250 V).
Os dispositivos TVS são fornecidos com o barramento de energia VSUM e as
fontes de 5 V e 12 V.
O uso de diodos previne danos devido à reversão da polaridade das fontes.

4.3.5.4 Bloqueio do carregador de bateria


O carregador de bateria é um regulador linear de tensão constante limitado
pela corrente. A entrada é VSUM e a saída é uma tensão constante de 13,8 V,
limitada a corrente máxima de 1,1 A.
O carregador pode ser desativado pelo software.

4.3.5.5 Conversor DC/DC de saída de 5V


A energia de 5 V da CPU e placa principal é obtida por um regulador que
converte a tensão do VSUM (10 a 14 volts) a 5 V regulados. O leiaute é fornecido
para o suprimento de energia de 3 ou 5 ampères, dependendo da montagem
alternativa.

4.3.5.6 Ligação/desligamento da energia


O interruptor de energia principal no painel traseiro é um interruptor de duas
posições operado pelo usuário. A lógica do interruptor liga/desliga é
redundante; assim, se algum dispositivo falhar, o sistema não desliga
inadvertidamente. O interruptor físico empurra diretamente a entrada de 5 V
para baixo até o interruptor do sistema. A liberação do interruptor físico
desativa o conversor de 5 V. Um bit é fornecido pelo software para reconhecer
a reinicialização inadvertida e a ativação do interruptor físico pelo usuário.
A saída de 12 V é ativada sempre que o suprimento de 5 V ultrapassa um limiar.
Apenas o circuito de carga é ativado quando AC ou DC externa são conectados
(usando 12 V do VSUM).

4.3.5.7 Bloqueio de status


O bloqueio de status fornece à placa principal informações sobre as fontes
externas presentes. A tensão da fonte é comparada com a tensão de referência
para fornecer um bit lógico e uma indicação de LED quando a fonte estiver
presente.

4.3.5.8 Acionador do motor


O acionador do motor fornece uma voltagem variável de alta corrente ao
motor. Um sinal MDL da placa principal controla o chip do acionador,
que comanda transistores de potência MOSFETs , conectando o motor a uma
fonte de 12 V ou à terra. As molas do motor são então apresentadas a um
voltagem proporcional ao ciclo de trabalho do sinal MDL, que, por sua vez,
controla a velocidade do motor.

58 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

A tensão é fornecida para dar energia aos sensores Hall Effect do motor.
O funcionamento do motor pode ser interrompido em caso de mau
funcionamento pelo desligamento de um MOSFET de potência entre o terminal
negativo do motor e o aterramento. Há uma função de travamento,
que conecta os terminais do motor por meio de um resistor de potência de
baixa resistência. O motor também pode ser travado pela desconexão do
acionador do motor, o que fará com que o motor desacelere passivamente.
4.3.5.9 Conversor DC/DC externo e Fonte DC externa
As fontes DC estão conectadas ao painel traseiro do ventilador por meio de um
conector macho XLR de três pinos com uma entrada para uma fonte direta de
12 V ou 15 V ou para um conversor DC/DC externa e um fio terra comum.
Ambas as fontes têm um fusível acessível ao usuário no painel traseiro.
4.3.5.10 Fontes alternativas de energia
Além das fontes de energia de 5 e 12 V, são fornecidas fontes alternativas de
energia para a seção analógica e uma opcional para LCD. Uma fonte de
alimentação analógica “silenciosa” e precisamente regulada de 5 V alimenta a
maior parte dos circuitos analógicos, exceto uma fonte silenciosa ajustável para
os sensores de pressão. Uma fonte analógica negativa é também fornecida pra
os amplificadores de instrumentação de entrada na via dos sensores do fluxo.
Além disso, há uma fonte de tensão com controle digital para as telas de LCD,
que requer uma tensão de até 27 V. A instalação elétrica da montagem
determina as tensões positivas ou negativas.
4.3.6 Placa de circuitos impressos da CPU
A plataforma computacional do sistema eletrônico é um PC integrado com um
processador AMD 5x86-133. Os componentes padrão do PC (memória, portas
seriais, suporte para VGA e para drives IDE e disquetes) estão presentes. Além
disso, a placa da CPU está integrada com características específicas do PC,
como timer watchdog, LCD, suporte de tela e barramento PC104. Existem
conectores expostos no painel traseiro do ventilador para um teclado, uma
porta serial RS-232 (2 x RS-232 em algumas unidades) e um monitor VGA.
Outras interfaces são usadas apenas para resolução de bugs. A placa da CPU
faz interface com a placa-mãe via o barramento PC104 principal e é também
alimentada pelo conector de energia do quadro de distribuição. A placa da CPU
está diretamente conectada à tela de LCD e também ao autofalante do alarme
principal no painel frontal.
OBSERVAÇÃO: EMBORA ALGUMAS VERSÕES DO DISPOSITIVOS INCLUAM PLACAS
DE CPU EQUIPADAS COM CONECTORES ETHERNET, NO MOMENTO
NÃO HÁ SUPORTE PARA ESTA FUNÇÃO.

4.3.6.1 Memória do sistema


Os sistema conta com uma memória FPM/EDO SIMM x 1 de 8 MB onboard. Além
da tomada de bloqueio padrão, um suporte é usado para aumentar a
segurança mecânica. Os modelos dos ventiladores mais recentes (S/N 1900 e
superiores) usam SDRAM 32 MB.

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Teoria do funcionamento

4.3.6.2 BIOS
O flash BIOS (com logo VersaMed) dá suporte à tela de LCD CRT/TFT,
DiskOnChip®, PC Watchdog, etc.

4.3.6.3 DiskOnChip®
O M-Systems DiskOnChip® é um dispositivo flash usado para armazenamento
do programa do iVent201. O DiskOnChip® (DOC®) é projetado para ambiente de
PC. Trata-se de um disco flash totalmente compatível com emulação de um
disco rígido. O design monolítico do DiskOnChip® garante alta confiabilidade
mesmo quando sujeito a choque, vibração e mudanças de temperatura a níveis
que destruiriam uma unidade de disco convencional. Quando o ventilador
é inicializado, o programa é lido na memória RAM (memória volátil) a partir do
DiskOnChip®. Os dados que são exclusivos para aquela unidade específica,
como calibração, configuração, parâmetros de configuração mais recentes e os
registros de eventos e erros são armazenados no DOC (memória não volátil).

4.3.6.4 RS-232
RS-232 é uma interface de comunicação serial que está em conformidade com
o padrão EIA232. O iVent201 usa essa interface para baixar novos programas de
um PC externo para o ventilador, enviar dados coletados do ventilador para o
PC externo e para controle remoto e diagnóstico em tempo real do ventilador.
O iVent201 usa um conector DB-9 macho e a comunicação é estabelecida pela
conexão de um cabo nulll modem do ventilador a uma porta RS232 do
computador externo.
O iVent201 usa com port#1 (Com1); as opções para o PC externo vão de Com1 a
Com4. Essa seleção de portas é feita pelo aplicativo da GE Healthcare que está
em uso no PC.
OBSERVAÇÃO: O COMPUTADOR EXTERNO DEVE TER AS PORTAS COM1 A COM4
DISPONÍVEIS, SEM SEREM UTILIZADAS POR OUTROS DISPOSITIVOS
COMO MOUSE, MODEM OU UTILITÁRIO PARA SINCRONIZAÇÃO COM
PDA (OU OUTRO APLICATIVO DA GE HEALTHCARE).

4.3.6.5 Driver de vídeo


A placa da CPU suporta telas de LCD e CRT. A tela de LCD é conectada
diretamente à placa da CPU, que fornece tanto a energia quanto os dados.
Uma tela colorida TFT é atualmente usada, mas outras telas podem ser
empregadas também. A tela usa luzes de fundo fluorescentes compactas que
requerem uma fonte AC de alta tensão fornecida por um inversor. O inversor
é um componente pronto para uso que recebe energia de um conector do
quadro de distribuição.
Existe um conector VGA DB-15 para monitoramento externo simultâneo.

60 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

4.3.6.6 Teclado
A placa da CPUsuporta um teclado usando uma porta PS2. Ele é usado para
reparo na fábrica e não é útil no campo. Não há suporte para mouse.

4.3.6.7 Ethernet
A CPU suporta uma base T 10/100, porta RJ45. O dispositivo não está
atualmente ativo e é reservado para aplicações futuras.

4.3.6.8 Watchdog para PC


O Watchdog para PC é um circuito que monitora o PC automaticamente. Trata-
se de uma característica de segurança que força o ventilador a retomar as
operações em caso de mau funcionamento temporário importante. Neste
evento raro, a unidade reinicia em até 31 segundos e ativa os alarmes.
ADVERTÊNCIA: ESSA É UMA CARACTERÍSTICA DE SEGURANÇA E NÃO
É PARTE DA OPERAÇÃO NORMAL. SE ISSO OCORRER,
A UNIDADE DEVE SER REMOVIDA PARA REPARO LOGO
QUE POSSÍVEL. VOCÊ DEVE NOTIFICAR A ASSISTÊNCIA
TÉCNICA DA GE HEALTHCARE E SOLICITAR QUE A
UNIDADE SEJA ANALISADA, CONSERTADA E
RECERTIFICADA.

4.3.6.9 Sistema operacional (OS)


O sistema operacional é pSOS+ (plug-in Silicon Operating System). O sistema
operacional em tempo real (RTOS) evoluiu mais tarde para pSOS+. Trata-se do
ambiente ideal para sistemas integrados.

4.3.7 Placa-mãe
A placa-mãe realiza todas as funções de controle específicas para o ventilador
no dispositivo. A placa-mãe contém todas as funções de interface, controle e
detecção necessárias para a operação do ventilador, exceto as interfaces de
potência e o acionador do motor,que são controladas pelo quadro de
distribuição.
A placa-mãe é a interface primária entre a placa da CPU e o sistema
pneumático do ventilador. Ela funciona como interface primária com os
seguintes dispositivos:
 Interface dos sensores
 Interface digital/analógica
 Controle e status

DOC0951990, M1162065, 2014 61


Teoria do funcionamento

 Interface com o motor


 Interface com o barramento
 Interface com solenoides
 Interface com motor de passo
 Temporizador watchdog
 Alarme remoto

4.3.7.1 Interface dos sensores


A interface dos sensores amplifica e filtra os sinais de nível baixo dos sensores
para amostragem pelo conversor digital análogo (ADC).
Existe interface com os seguintes sensores:
 Sensor de fluxo
 Sensores de pressão
 Sensor de oxigênio
 Sensor de temperatura
 Voltagem da bateria

4.3.7.1.1 Sensor de fluxo


O sensor de fluxo do sistema apresenta um sinal de baixo fluxo e de alto fluxo.
Uma pressão diferencial aplicada ao transdutor de fluxo é convertida a um
baixo nível de tensão pelo sensor de pressão. A tensão é amplificada por um
amplificador de instrumentação e filtrada por um filtro analógico de 4 polos.
A tensão é amostrada pelo conversor analógico-digital (ADC) para medição dos
níveis de alto fluxo. A tensão é então filtrada e amplificada para medição de
fluxos baixos por meio de um segundo canal ADC. Uma tensão de referência
altera as tensões medidas de forma que, quando o fluxo é zero, o sinal está no
centro da faixa de variação da entrada de ADC. A tensão de referência pode ser
fixa ou ajustada usando um conversor digital-analógico (DAC) para calibração.

4.3.7.1.2 Sensores de pressão


O sistema suporta dois sensores de pressão. Da mesma forma que o sensor de
fluxo, a pressão é convertida a uma tensão de nível baixo, amplificada e filtrada.
Entretanto, apenas um filtro de 2 polos é usado, e não é necessário um segundo
nível de amplificação.
A polarização de referência é semelhante mas não no meio da escala, já que a
pressão tem uma faixa de variação positiva mais alta que a negativa (ou seja,
a pressão de referência seria positiva). São usados canais para pressão do
paciente e do soprador.

62 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

4.3.7.1.3 Sensor de oxigênio


A tensão do sensor de oxigênio é amplificada e filtrada em um único estágio.
O ADC filtra então a tensão de saída.

4.3.7.1.4 Sensor de temperatura


Um sensor de temperatura do circuito integrado mede a temperatura, que é
apresentada sem amplificação ou filtragem ao ADC. Um multiplexador
analógico seleciona o canal de temperatura e o canal de baixo fluxo.
OBSERVAÇÃO: O LOCAL ONDE É MEDIDA A TEMPERATURA ESTÁ LOCALIZADO NO
CENTRO DO MÓDULO ELETRÔNICO.

4.3.7.1.5 Voltagem da bateria


A voltagem da bateria é dividida, tamponada e apresentada sem amplificação
ou filtragem ao ADC.

4.3.7.2 Interface digital/analógica


A interface entre o programa que opera o sistema e as medidas analógicas físicas
do sistema é feita por meio de um conversor analógico-digital (ADC) de 8 canais e
12 bits. Os comandos aos registros internos acessam o ADC e as leituras medidas
resultam dos registros internos. A referência de tensão do ADC é um circuito
integrado de precisão e baixo ruído com saída tamponada que é também usado
por todos os componentes analógicos que requerem tensão precisa.
Um DAC de 8 bits e 4 canais fornece as voltagens de referência para compensar
as voltagens nas vias do sensor.

4.3.7.3 Controle e status


Os registros de leitura e escrita têm acesso ao status e ao controle da placa-mãe.
A maioria das localizações dos registros que podem ser gravadas podem ser
também lidas. O programa reconhece a placa como sete registros de 16 bits.

4.3.7.4 Interface com o motor


A interface com o motor consiste em sinais de controle para habilitar,
desacelerar e travar o motor, um registro para controlar a velocidade do motor,
e um registro para medir RPM do motor. Um dispositivo lógico programável
(Lattice PLD) é o controle primário do motor. O PLD traduz o valor no registro de
controle de velocidade usando MDL (modulação de largura de pulso) para gerar
a tensão média apresentada ao motor e, consequentemente, a velocidade.
Os dados obtidos do motor pelo tacômetro, após filtragem e mudança de nível,
são usados para mediar as RPM. O PLD mede a amplitude do pulso do
tacômetro e apresenta esse valor no registro de RPM para que seja usado
pelo programa.

DOC0951990, M1162065, 2014 63


Teoria do funcionamento

Quando um sinal inesperado é detectado, o motor pode ser desativado pelo


watchdog ou pelo programa. Ao iniciar o sistema, uma sequência de habilitação
é transmitida do programa para o PLD, que impede o motor de funcionar
livremente antes da ativação do programa.

4.3.7.5 Interface com o barramento


O barramento PC104 medeia todas as transações entre a placa da CPU e a
placa-mãe. O dispositivo lógico programável Lattice (PLD) reconhece os acessos
à placa-mãe e os traduz em sinais de controle para os registros. Todas as
transferências dos barramentos são de 16 bits. Buffers de dados e de endereços
isolam o barramento da placa-mãe dos barramentos da placa da CPU.
O barramento é implementado como uma pilha em um conector. Isso permite
que, no futuro, placas para expansão sejam empilhadas acima da placa-mãe
usando o mesmo conector.

4.3.7.6 Interface com solenoides


Interruptores FET direcionam as solenoides à fonte de 12 V. O sistema suporta
duas solenoides. As solenoides são ativadas por bits de leitura enviados ao PLD
Lattice. Isso leva à abertura contínua do interruptor para abrir a válvula ou
apresenta vários níveis de PWM de forma que a tensão constante mantém as
válvulas abertas. O nível de PWM apropriado é determinado pelo programa em
função da tensão da bateria ou do fornecimento de energia.
As solenoides são desativadas pelo programa ou pelo watchdog quando é
detectada uma falha séria no sistema. Os bits de status indicam a tensão da
solenoide, e esses dados são usados para detectar mau funcionamento.

4.3.7.7 Interface com motor de passo


Bits de configuração em um registrador acessam a interface do motor de
passo, que envia sinais de controle a um driver. O motor de passo pode avançar
no sentido horário ou anti-horário, em passos completos ou meio passo, e o
driver pode ser habilitado ou desativado. Uma indicação da tensão das molas
do motor de passo está disponível no registrador de status do motor de passo.

4.3.7.8 Temporizador watchdog


Um temporizador watchdog monitora a atividade do programa. Se não for
verificado input do programa a cada 1,6 minutos, o watchdog desativa as
solenoides e o motor e ativa um alarme. O watchdog gera também um pulso
limpo de reinicialização e indica quando o fornecimento analógico de 5 V está
abaixo do normal.

4.3.7.9 Alarme remoto


O sinal do alarme remoto proporciona um meio de enviar o sinal de alarme do
ventilador para um alarme remoto ou uma estação central para chamada da
enfermagem localizada remotamente.

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iVent201 Manual de referência técnica

O iVent201 possui um conector de alarme remoto modular RJ45 fêmea de


8 pinos. O conector deve ser usado com um cabo com o tipo de saída desejado,
fornecido pela GE Healthcare.
Os seguintes tipos de saída estão disponíveis para o alarme remoto:
 N.O. - Normally Open Relay Output, fechamento do interruptor
após alarme.
 N.C. - Normally Closed Relay Output, abertura do interruptor
após alarme.
 N.C.51K - Normally Closed Relay Output com resistor de 51 kOhm
resistor em série, interruptor abre após alarme.
4.3.7.9.1 Saída de pinos do alarme remoto
Saída de pinos:
1) Comum
2) N.O.
3) Não use
4) Não use
5) Não use
6) Não use
7) N.C.
8) N.C. 51K

Figura 4-8 Conexão do alarme remoto

Modo normal: Modo de alarme:

O conector do alarme remoto dá acesso a um relé que está normalmente


ativado, mas é desativado na vigência de um status de alarme, ou quando
o aparelho é desligado.
No modo Normal, o contato “N.O.” ao relé comum está desconectado, enquanto
que o contato “N.C”. está conectado. O “N.C. 51 K” é conectado ao relé comum
por meio de um resistor de 51 Kohm requisitado por alguns sistemas de alarme.
No modo Normal, o contato “N.O.” ao relé comum está conectado, enquanto
que os contatos “N.C.” e “N.C. 51 K” estão desconectados.

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Teoria do funcionamento

4.3.8 Zero/Placa de purga


A placa de purga/zero é uma placa-filha da placa-mãe. Sua função é realizar a
manutenção periódica das linhas dos sensores de fluxo.
A função de zerar é obtida pela troca momentânea de ambas as portas do
transdutor de fluxo diferencial para pressão ambiente usando duas (2) válvulas
solenoides pequenas. A unidade atualiza sua calibração para um novo valor
zero, compensando as alterações da pressão barométrica ou as mudanças do
transdutor. Enquanto isso, as linhas do sensor são mantidas fechadas e o fluxo
não é medido durante esse curto período (~0,4 seg.)
Isso pode ser observado na forma de onda de fluxo na tela do ventilador.
A cada três (3) minutos, no início da exalação, a medida de fluxo é zero (mesmo
que não haja mudança no gráfico de pressão).
Existem também duas (2) bombas de purga conectadas em T com as linhas dos
sensores de fluxo e com as solenoides usadas para zerar o sistema. Sua função
é pressurizar as linhas do sensor de fluxo e eliminar todas as condensações ou
obstruções que poderiam interferir na precisão das medidas.
As bombas de purga têm uma capacidade de 10 psi e são alimentadas por uma
fonte de 12 V.
A frequência é selecionada por meio do menu do usuário. É possível detectar o
processo de purga pela observação da forma de onda de pressão no painel frontal.
OBSERVAÇÃO: ALGUMAS UNIDADES SÃO EQUIPADAS APENAS COM UMA PLACA
DE ZERO.

4.3.9 Placa de circuito impresso de controle do nebulizador/pausa


A placa de circuito impresso (PCB) de controle do nebulizador/pausa, que
depende da PCB principal, é responsável pelo controle dos subsistemas do
nebulizador e da pausa.
A PCB incorpora todas as peças de hardware necessárias para energizar a
solenoide da pausa e a bomba da pausa (na PCB da montagem) quando o
operador pressiona a tecla “Pausa” no teclado.
Além disso, peças adicionais serão usadas para energizar a solenoide do
nebulizador (na PCB da montagem) quando o operador programar o
nebulizador usando o menu de configurações avançadas.

4.3.10 Placa de montagem


A placa de montagem, situada na lateral da unidade eletrônica, abriga os
componentes pneumáticos necessários para as funções de pausa e nebulização.
A placa abriga a solenoide de pausa e a placa de pausa, que serão energizadas
sob controle da placa de controle do nebulizador/pausa quando o operador
selecionar uma pausa inspiratória ou expiratória.

66 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

A placa, além disso, abriga a solenoide do nebulizador; esse componente será


energizado sob controle da placa controladora do nebulizador/pausa quando
o operador programar o nebulizador no menu de configurações avançadas.
A solenoide do nebulizador é energizada somente na inspiração.

4.3.11 Fonte de alimentação (conversor AC/DC)


O ventilador é equipado com um conversor AC/DC interno que aceita voltagens
universais de entrada AC de 85 a 265 V, 40-440 Hz e tem uma saída DC de 14,2 V.
O conector de entrada AC inclui também um filtro RFI e fusíveis duplos de queima
lenta de 3,15 A. A saída DC do conversor vai diretamente para a mesa.

4.3.11.1 Ventoinha de resfriamento


A ventoinha de resfriamento está situada dentro do módulo eletrônico e é
responsável pela exaustão de todo o calor gerado dentro do ventilador por inteiro.
O ar é puxado por uma entrada filtrada localizada na parte frontal da unidade
e passa através de slots ventilados localizados na parte inferior do módulo
eletrônico até sair pela parte traseira da unidade.

4.4 Tela de LCD


A tela de LCD está situada no painel frontal mas é conectada diretamente à placa
da CPU, que fornece tanto a energia quanto os dados. Uma tela colorida TFT de
640 x 480 é atualmente usada, mas outras telas podem ser empregadas também.
A tela usa luzes de fundo fluorescentes compactas que requerem uma fonte AC de
alta tensão fornecida por um inversor. A placa do inversor é um componente
pronto para uso que recebe 12 V de um conector do quadro de distribuição.
CUIDADO: O INVERSOR DA TELA DE LCD PRODUZ ALTA TENSÃO. VERIFIQUE SE O
SISTEMA ESTÁ DESLIGADO ANTES DE MANUSEAR O INVERSOR OU OS
COMPONENTES PRÓXIMOS.

A conexão ao painel de LCD é feita por um conector Hirose de 31 pinos. Um


suporte de alumínio a mantém no lugar. A maioria de anormalidades da tela,
como telas com inversão de cores ou monocromáticas, etc. voltam ao normal
após ajuste do conector.

4.5 Placa de interface


A placa de interface recebe sinais de entrada do teclado e controle giratório e
transmite-os para a placa-mãe.
A placa de interface também transmite sinais de LED da placa-mãe para o
teclado, o autofalante e a campainha do alarme sonoro.
Existem duas (2) versões da placa de interface. Uma suporta um autofalante e a
outra suporta uma segunda campainha.

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Menu de manutenção

Section 5: Menu de manutenção

5.1 Introdução
O menu de manutenção consiste em uma série de opções de tela e testes
que permitem ao técnico configurar, testar e calibrar determinados atributos
do iVent201.

5.2 Como acessar o menu de manutenção


Para acessar o menu de manutenção, selecione a última das opções
(Manutenção) na janela do menu principal. Ao fazer isso, surge uma janela
de confirmação.

Tela de confirmação
Menu principal

Figura 5-1 Menu principal e telas de confirmação


CUIDADO: O MENU DE MANUTENÇÃO DEVE SER ACESSADO APENAS POR
TERAPEUTAS, PESSOAL DE MANUTENÇÃO TREINADO OU SOB SUA
SUPERVISÃO. SE VOCÊ NÃO SE ENQUADRAR NESSAS CATEGORIAS, NÃO
PROSSIGA.

Para prosseguir para o menu de manutenção, selecione “Sim” para acessar


a lista completa de opções de manutenção. O dispositivo retorna à janela
principal caso “Não” seja selecionado.

68 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

5.3 Menu de manutenção


O menu de manutenção permite que o técnico de manutenção ou o terapeuta
acesse uma série de telas que podem ser usadas para configurar, calibrar,
testar e atualizar o dispositivo. Uma descrição completa de cada função é
fornecida nas seções a seguir. Use o botão giratório para realçar e selecionar
a área desejada.

Figura 5-2 Tela do menu de manutenção

5.4 Tela de calibração


O técnico de manutenção treinado pode realizar vários procedimentos de
calibração no dispositivo, periodicamente ou após reparo, usando a tela de
manutenção. A seção 7 desse manual contém uma descrição completa das
funções de calibração.

5.5 Teste de verificação do ventilador


O teste de verificação do ventilador (TVV) é um conjunto de testes automáticos
estruturados para verificar sequencialmente o funcionamento dos ventiladores.
A seção 6 desse manual contém uma descrição completa do teste de
verificação do ventilador.

DOC0951990, M1162065, 2014 69


Menu de manutenção

5.6 Tela de configuração


O menu de configuração permite que um terapeuta ou um técnico de
manutenção verifique determinados atributos da onfiguração do dispositivo
e os altere como solicitado pelos usuários.

Figura 5-3 Tela de configuração

5.6.1 Versão do programa


Essa função permite a verificação da versão do programa atualmente
instalada. Uma tela adicional mostrando o “símbolo da versão” ou o “código da
versão” aparece após seleção da versão do programa com o botão giratório.

5.6.2 Tela inicial default


A tela inicial default permite que o terapeuta ou o técnico de manutenção
configure que tipo de tela estará ativa cada vez que o dispositivo for ligado.
As opções disponíveis são “Principal”, “Monitoramento” e “Internação
Domiciliar”. Consulte o manual do usuário para uma descrição completa da
utilidade de cada tipo de tela.
Para alterar a tela inicial default:
1. Usando o botão de controle giratório, selecione “Tela inicial default” na
tela de configuração, realce e pressione para confirmar.
2. Uma janela do tipo pop-up surge mostrando várias opções: Principal,
Monitoramento e Internação domiciliar. Selecione a opção desejada e
pressione o botão para confirmar.

70 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

Após a confirmação, retorna o menu de configuração mostrando a nova opção


de tela inicial. Ao iniciar novamente o ventilador, será mostrado tipo de tela
selecionado.
OBSERVAÇÃO: DEPENDENDO DA CONFIGURAÇÃO DO DISPOSITIVO E DA
CONFIGURAÇÃO DO PACOTE, NEM TODAS AS TELAS PODEM ESTAR
DISPONÍVEIS.

5.6.3 Peso inicial default


O peso inicial default permite que o terapeuta ou o técnico de manutenção
configure a faixa de variação de pesos dos pacientes que será usada
como default.
Para alterar o peso default:
1. Usando o botão de controle giratório, selecione “Peso inicial default” na
tela de configuração, realce e pressione para confirmar.
2. Uma janela do tipo pop-up aparece mostrando uma faixa de opções
que vão de 10 a >70 kg, bem como a opção “Último”. Selecione a
opção desejada e pressione o botão para confirmar.
Após a confirmação, retorna o menu de configuração mostrando a nova opção
de peso inicial.

5.6.4 Configuração da FiO2 default


A FiO2 default permite que o terapeuta ou o técnico de manutenção configure a
FiO2 default que será usada cada vez que o dispositivo for ligado.
Para alterar a FiO2 default:
1. Usando o botão de controle giratório, selecione “FiO2 default” na tela
de configuração, realce e pressione para confirmar.
2. Uma janela do tipo pop-up surge mostrando várias opções: 21%, 40%,
60% e 100%. Selecione a opção desejada e pressione o botão para
confirmar.
Após a confirmação, retorna o menu de configuração mostrando a FiO2 default.

5.6.5 Número de série


O número de série permite que o terapeuta ou técnico de manutenção confirme
o número de série do dispositivo que está programado no chip.

5.6.6 Número do cartão


O número do cartão permite que o terapeuta ou o técnico de manutenção
confirme o número de série da unidade eletrônica sem precisar abrir o
dispositivo. O número do cartão não pode ser ajustado e só muda quando a
unidade eletrônica é substituída.

DOC0951990, M1162065, 2014 71


Menu de manutenção

5.6.7 Tipo do sensor


O tipo do sensor permite que o terapeuta ou o técnico de manutenção confirme
o tipo de sensor de fluxo proximal configurado para trabalhar com o dispositivo.
Todos os tipos de dispositivo para os quais este manual é aplicável usam o
sensor em Y.

5.6.8 Tipo do pacote


O tipo de pacote permite que o terapeuta ou o técnico de manutenção confirme
o pacote habilitado com o dispositivo. O pacote de recursos é definido pela
chave do pacote que foi inserida no dispositivo (consulte a atualização do
pacote da tela de reparos). O tipo de pacote só pode ser ajustado pela entrada
de outra chave de pacote relevante. Se você desejar mudar o tipo de pacote do
seu dispositivo, contate o representante local de vendas e assistência técnica
da GE Healthcare.

5.7 Tela de serviço


A tela de serviço permite que o técnico de manutenção acesse duas áreas que
podem ser usadas para atualizar o dispositivo. Para acessar a tela de serviço,
selecione “tela de serviço” girando o botão de controle e pressione para
confirmar. A tela de serviço será aparecerá como mostrado abaixo.

Figura 5-4 Tela de serviço

72 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

5.7.1 Porta de comunicação


A porta de comunicação permite que o operador defina qual das portas de
comunicação disponíveis será usada para aplicativos de serviço e para
comunicação geral RS232.

5.7.2 Velocidade de transmissão de dados


A velocidade de transmissão de dados pode ser usada pelo terapeuta ou
técnico de manutenção para ajustar a velocidade de transmissão em bauds
para as portas Com RS232 definidas previamente. A velocidade de transmissão
pode ser ajustada conforme necessário para permitir a conexão do ventilador
a monitores externos ou outros sistemas.
Para ajustar a velocidade de transmissão de dados:
1. Usando o botão de controle giratório, selecione “Velocidade de
transmissão de dados” na tela de configuração, realce e pressione para
confirmar.
2. Uma janela do tipo pop-up aparece com várias velocidades de
transmissão (1200, 2400, 4800, 9600, 19200, 38400, 57600 e 115200).
Selecione a opção desejada e pressione o botão para confirmar.
Observação: Recomenda-se que a velocidade de transmissão seja
configurada em 115200 para obtenção do desempenho ideal
quando este dispositivo for usado com programas VersaMed.

5.7.3 Atualização da versão do programa


Essa função permite que o técnico de manutenção coloque o ventilador de
prontidão para receber uma nova versão de um dispositivo host.
O procedimento de atualização do programa será abordado por completo na
seção 10 desse manual.

5.7.4 Atualização da chave do pacote


Essa função pode ser usada pelo técnico de manutenção para atualizar os
dispositivos com a configuração operacional adequada. O ventilador iVent201
contém todos os programas que podem ser necessário para todas as
configurações, desde que o hardware adequado esteja presente.
Diferentes caraterísticas do ventilador podem ser habilitadas e desabilitadas
pela entrada manual de um código chave que é exclusivo para cada unidade.
A chave do pacote é fornecida apenas pelos serviços de suporte ao
consumidor/assistência técnica da GE Healthcare. A ativação de algumas
características pode exigir permissão especial, já que pode afetar a segurança
clínica ou pode haver implicações regulatórias locais.
Para atualizar a chave do pacote do dispositivo.

DOC0951990, M1162065, 2014 73


Menu de manutenção

1. Contate o serviço de atendimento ao consumidor/assistência técnica


da GE Healthcare para obter a chave do pacote apropriada para a
configuração necessária.
2. Selecione “Atualizar chave do pacote” na tela de serviço principal e
pressione para confirmar.
3. A tela da chave do pacote aparece e mostra a chave do pacote atual
do dispositivo. Os caracteres são apresentados em grupos de quatro,
separados por hifens e limitados ao formato hexadecimal.
OBSERVAÇÃO: PODE NÃO SER NECESSÁRIO REINSERIR TODOS OS 16 CARACTERES.
HABITUALMENTE MENOS DA METADE DOS CARACTERES PRECISARÃO
SER ALTERADOS E, EM ALGUNS CASOS, APENAS UMA ALTERAÇÃO
SERÁ NECESSÁRIA.

Figura 5-5 Tela de atualização da chave do produto.


4. Gire o botão de controle giratório até realçar o primeiro caractere que
precisa ser alterado.
5. Pressione o botão de controle para selecionar o caractere e então
procure o caractere desejado. Pressione o botão de controle
novamente para confirmar a alteração.
6. Repita esse processo para todos os caracteres que necessitem
de ajustes.
7. Quando todos os caracteres estiverem corretos, selecione “ok” com o
botão de controle giratório e pressione para confirmar.
8. Uma mensagem do sistema confirma que “o pacote foi instalado com
sucesso. Reinicie o iVent para atualizar”.

74 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

9. Após a reinicialização, recomenda-se acessar novamente a tela de


atualização da chave do pacote para verificar se a chave está correta.

5.7.5 Reinicializar a bateria LMD


Essa função permite que o operador visualize a última descarga medida da
bateria integrada. O número que surge na tela é uma representação da
capacidade em ampères-hora que estava disponível da última vez em que a
bateria foi totalmente descarregada. Cada unidade LMD corresponde a
capacidade de 72,7 mAh.

Se o valor da LMD cair abaixo de 50 (bateria padrão ou estendida), o dispositivo


responde com uma notificação com a mensagem “bateria desconectada ou
danificada” na tela. Se isso acontecer, você precisará reconfigurar a bateria LMD.

Para reconfigurar a bateria LMD:


1. Selecione “Reconfigurar bateria LMD” usando o botão de controle
giratório.
2. Uma janela aparece (fig. 2), permitindo que o operador selecione,
conforme apropriado, bateria padrão ou estendida.

Figura 5-6 Seleção do tipo de bateria

3. Ao selecionar o tipo de bateria, uma janela final se abre para


confirmação do prosseguimento da reconfiguração. Selecione
“Sim” para prosseguir ou “Não” para retornar à janela anterior
(tipo da bateria).

Figura 5-7 Janela de confirmação

4. Selecionar “Sim” faz com que a bateria LMD seja reconfigurada a um


valor conhecido, 66 no caso da bateria padrão.

DOC0951990, M1162065, 2014 75


Menu de manutenção

5. Ao completar o procedimento de reconfiguração, é necessário realizar o


procedimento de calibração do mostrador de gás da bateria (seção 7.7:
Procedimento de inicialização do medidor de gás da bateria). Este
compreende uma carga completa, descarga e recarga da bateria
interna. Caso a notificação mencionada acima persista após conclusão
destas etapas, é necessário substituir a bateria e repetir o processo.

5.8 Livro de registro técnico


Permite que o terapeuta ou técnico de manutenção revise quaisquer eventos
relacionados ao reparo que possam ter ocorrido durante a sessão atual de
ventilação. O livro de registro técnico registra todas as vezes em que ocorrem
eventos relacionados a um problema técnico, desde que o ventilador é ligado.
Até 300 eventos de erro podem ser visualizadas nessa tela para cada sessão.
Até 1500 eventos relacionados à sessão atual ou sessões prévias são retidos na
memória e podem ser acessados por meio de um programa exclusivo.
Usando o botão de controle giratório, selecione e confirme o livro de registro
técnico e a tela abaixo será exibida. Os erros são listados em ordem cronológica
de data e horário em ordem crescente (o mais recente é apresentado
por último).

Figura 5-8 Tela de registro de erros técnicos.

76 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

5.9 Localização
A localização pode ser usada pelo terapeuta ou técnico de manutenção para
ajustar atributos regionais do dispositivo, como data, hora e idioma. Uma janela
de advertência do tipo pop-up é exibida quando o menu de localização
é acessado.
A janela adverte que alterar o idioma fará com que o dispositivo seja
REINICIALIZADO, e exige confirmação para prosseguir.

5.9.1 Idioma
Essa função permite que o terapeuta ou técnico de manutenção ajuste o idioma
do ventilador de acordo com a região.
Para alterar o idioma:
1. Selecione “idioma” na tela de localização com auxílio do botão de
controle giratório e pressione para confirmar.
2. Uma janela tipo pop-up lista os idiomas disponíveis (como mostrado
no diagrama abaixo); selecione o idioma desejado e pressione
para confirmar.

Figura 5-9 Tela de localização

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Menu de manutenção

5.9.2 Formato Interfield/data


Data e formato interfield são duas opções individuais que permitem que
o terapeuta ou técnico de manutenção configure como a data será exibida
na tela e no registro de eventos.
Para ajustar o formato da data, siga as orientações:
1. Selecione “Formato da data” na tela de localização com auxílio do
botão de controle giratório e pressione para confirmar.
2. Uma janela pop-up exibe os formatos disponíveis: DMA, MDA, AMD.
Selecione a opção desejada e pressione o botão para confirmar.
Para ajustar os caracteres Interfield da data
1. Selecione “Caracteres Interfield data” na tela de localização com
auxílio do botão de controle giratório e pressione para confirmar.
2. Uma janela pop-up exibe os caracteres disponíveis: ‘/’, ‘:’ e ‘.’.
Selecione a opção desejada e pressione o botão para confirmar.

5.10 Total de horas de funcionamento


Finalmente, a tela de manutenção permite que o terapeuta ou técnico de
manutenção confirme o número total de horas (em funcionamento ou em modo
standby) de uso do ventilador.

78 DOC0951990, M1162065, 2014


Section 6: Autotestes

6.1 Introdução
Essa seção do manual fornece uma visão geral dos dois níveis de autoteste
disponíveis para o iVent201. Uma seção de resolução de problemas dos
autotestes é também fornecida para auxiliar o diagnóstico de quaisquer falhas
dos autotestes.

6.2 Teste de verificação de operação


O teste de verificação de operação, denominado de agora em diante TVO, é um
teste automático para verificação das conexões do sistema de tubos do
paciente com o ventilador. Além disso, o TVO avalia a função da válvula
unidirecional incluída no ramo inspiratório e a função do principal alarme
sonoro.

6.2.1 O.V.T. Requirements


O TVO requer a utilização de um sistema de tubos completo da GE Healthcare
em qualquer uma das configurações disponíveis. Além disso, o TVO requer a
utilização de duas tampas de 22 mm para vedação das portas do circuito.

6.2.2 Como acessar o TVO


O TVO pode ser acessado a partir da tela “Standby” ou do menu principal.
OBSERVAÇÃO: NÃO É POSSÍVEL INICIAR O TVO QUANDO O VENTILADOR ESTÁ EM
USO. SE VOCÊ TENTAR INICIAR O TVO DURANTE A VENTILAÇÃO,
O DISPOSITIVO EXIBIRÁ A SEGUINTE MENSAGEM DE ADVERTÊNCIA:
“ESTA OPÇÃO DE MANUTENÇÃO SÓ PODE SER ACESSADA NO
MODO STANDBY”.

6.2.3 O.V.T. Procedure:


1. Selecione TVO com o botão de controle giratório (a partir da tela
standby ou do menu principal) e pressione para confirmar.
2. Ao iniciar o TVO, o dispositivo exibe uma janela denominada “Instruções
para TVO”.
3. Siga as instruções da tela (Fig. 6.1.) e coloque tampas de circuito de
22 mm no sensor no Y do paciente e na porta da válvula de exalação.

M1162065, 2009 79
Autotestes

Figura 6-1 TVO - parte um

4. Com a tampa do circuito no local, selecione “Iniciar” com o botão de


controle giratório para iniciar o teste.
5. Ao fazer isso, o dispositivo pressuriza o sistema até aproximadamente
80 cm H2O e iniciar várias verificações.
6. Ao concluir com sucesso o primeiro estágio da TVO, uma janela é
exibida (Fig. 6.2) e orienta o operador a remover a tampa do circuito da
válvula de exalação.

Figura 6-2 TVO - parte dois


7. Após a remoção da tampa da válvula de exalação, selecione “Iniciar”
com auxílio do botão de controle giratório.
8. O dispositivo pressuriza brevemente o sistema mais uma vez e inicia
várias verificações.

80 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

9. Caso estas sejam bem sucedidas, o dispositivo dispara um alarme


sonoro de alta prioridade. O operador é solicitado a confirmar se o
alarme é audível.
OBSERVAÇÃO: SE O VENTILADOR É REPROVADO NO TVO, VERIFIQUE SE AS TAMPAS
DO CIRCUITO ESTÃO NO LOCAL E QUE TODOS OS TUBOS DO
PACIENTE ESTÃO CONECTADOS COM SEGURANÇA.

OBSERVAÇÃO: SE O VENTILADOR FOR REPETIDAMENTE REPROVADO NO TVO,


CONSULTE A SEÇÃO 6.5.1 DE RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS DE
AUTOTESTE, PÁGINA 94 DESTE MANUAL.

6.2.4 O.V.T. Technical Description


Durante a primeira parte do TVO, com o Y e a válvula de exalação bloqueados,
o dispositivo primeiro zera os transdutores de pressão. Após zerar os transdutores
com sucesso, o motor da turbina será energizado com um sinal MDL (modulação
por largura de pulso) de 120 polegadas para pressurizar o sistema.
Durante a primeira parte do TVO, o dispositivo verifica os seguintes critérios:
 As medidas de pressão devem ser superiores ao limite predefinido
(>60 cmH2O com energia AC, > 50 cmH2O com a bateria).
 As medidas da pressão do paciente e da pressão da turbina devem ter uma
variação de no máximo 1,5 cmH2O entre elas.
 O fluxo medido deve ser inferior a 30 lpm.
Se algum desses critérios de teste não forem preenchidos, o dispositivo é
considerado reprovado no TVO e o teste é encerrado.
Ao concluir esse primeiro estágio, o dispositivo verifica a presença e corrige
a operação da válvula unidirecional no sistema de tubos do paciente.
O dispositivo energiza as solenoides 1 e 2 para aliviar a pressão interna. Após
200 ms, o dispositivo avalia os transdutores de pressão em relação aos
seguintes critérios:
 A pressão da turbina deve ter sido reduzida a um valor < 20 cmH2O.
 A pressão da turbina deve ter sido reduzida em relação à pressão do
paciente. A pressão do paciente deve ser no mínimo 10 cmH2O mais
elevada do que a pressão da turbina.
Se algum desses critérios de teste não forem preenchidos, o dispositivo
é considerado reprovado no TVO e o teste é encerrado.

DOC0951990, M1162065, 2014 81


Autotestes

No início do segundo estágio do TVO, o operador é instruído a remover a tampa


da válvula de exalação e confirmar. Após a confirmação, o motor da turbina
será energizado com um sinal MDL (modulação por largura de pulso) de
120 polegadas para pressurizar o sistema.
O dispositivo energiza as solenoides 1 e 2 para aliviar a pressão interna.
Após 2 ms, o dispositivo avalia os transdutores de pressão em relação aos
seguintes critérios:
 A pressão da turbina deve ser superior a 70 cmH2O.
 A diferença entre a pressão da turbina e a pressão do paciente deve ser no
máximo 8 cmH2O.
Se algum desses critérios de teste não forem preenchidos, o dispositivo é
considerado reprovado no TVO e o teste é encerrado.
Durante a etapa final do TVO, o dispositivo faz uma verificação do autofalante
do alarme sonoro principal. O dispositivo dispara um alarme de alta prioridade e
aguarda que o usuário confirme que o alarme é audível.
OBSERVAÇÃO: SE O VENTILADOR FOR REPETIDAMENTE REPROVADO NO TVO,
CONSULTE A SEÇÃO 6.5.1 DE RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS DE
AUTOTESTE, PÁGINA 94 DESTE MANUAL.

82 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

6.3 Teste de verificação do ventilador


O teste de verificação do ventilador, denominado daqui por diante TVV, é um
teste semi-automatizado que pode ser realizado pelo terapeuta ou técnico de
manutenção para avaliar o funcionamento correto do dispositivo.
O teste requer intervenção do operador em alguns pontos para
colocação/remoção de tampas de circuito e conexão/desconexão de vários
itens. Em todas as situações, siga as instruções da tela e confirme usando o
botão de controle giratório.
O TVV avalia as seguintes áreas de funcionamento do ventilador:
 Alarmes sonoros (principal e reserva)
 Pressão (desempenho, turbina, paciente, fluxo)
 Medição da velocidade do motor
 Válvulas de alívio positivo
 Solenoides (Sol1, Sol2, Solenoide de segurança)
 Desempenho de fluxo
 Zeragem de fluxo
 Sistema de O2 a 21% (FiO2, interruptor de pressão)
 Sistema de O2 a 100% (válvula de O2,FiO2, interruptor de pressão)
 Status da bateria
 Dispositivo watchdog de segurança do motor
 Dispositivo watchdog de segurança da CPU
OBSERVAÇÃO: GERALMENTE RECOMENDA-SE QUE O DISPOSITIVO PERMANEÇA
LIGADO POR PELO MENOS 15 MINUTOS ANTES DA REALIZAÇÃO DO
TVV. ISSO É RECOMENDADO PARA PERMITIR QUE O DISPOSITIVO
ALCANCE A TEMPERATURA NORMAL DE FUNCIONAMENTO.

6.3.1 V.V.T. Requirements


Para completar um TVV, são necessários os seguintes equipamento:
 Sistema completo de tubos do ventilador
 Tampa do circuito do paciente 1 x 22 mm
 Suprimento de O2 de alta pressão (40-60 psi)
 Mangueira de O2 de alta pressão

DOC0951990, M1162065, 2014 83


Autotestes

6.3.2 Como acessar o TVV


O TVV pode ser acessado por meio do menu de manutenção a partir do menu
principal (abordado na página 68 da seção 5 desse manual).
OBSERVAÇÃO: NÃO É POSSÍVEL INICIAR O TVV QUANDO O VENTILADOR ESTÁ EM
USO. SE VOCÊ TENTAR INICIAR O TVV DURANTE A VENTILAÇÃO,
O DISPOSITIVO EXIBIRÁ A SEGUINTE MENSAGEM DE ADVERTÊNCIA:
“ESTA OPÇÃO DE MANUTENÇÃO SÓ PODE SER ACESSADA NO
MODO STANDBY”.

6.4 V.V.T. Procedure:


1. Selecione Teste de Verificação do Ventilador na tela do menu de
manutenção com auxílio do botão do controle giratório e pressione
para confirmar.
2. Ao iniciar o TVV, o dispositivo exibe uma janela denominada “Instruções
para TVO”. Usando o botão de controle giratório, selecione “Iniciar” para
iniciar o teste.

Janela de manutenção Verificação do ventilador

Figure 6-3 Como iniciar o TVV


3. Ao iniciar o TVV, o dispositivo dispara o autofalante principal do alarme
sonoro em um tom contínuo.
4. Quando solicitado, selecione e confirme “Continue” se for possível ouvir o
alarme ou “Falha” se não.
OBSERVAÇÃO: O VOLUME DO ALARME DISPARADO NO TESTE DEPENDE DA
CONFIGURAÇÃO ATUAL DO MENU OPÇÕES/CONFIGURAÇÕES DO
ALARME. O VALOR DEFAULT É 8.
5. Selecione “Continue” para prosseguir com o teste e o dispositivo
disparará o alarme reserva em um tom contínuo.

84 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

6. Quando solicitado, selecione e confirme “Continue” se for possível ouvir o


alarme ou “Falha” se não.
7. Ao selecionar “Continue”, o teste prossegue e a janela de instruções do
TVV é exibida (como demonstrado na Fig. 6.3).

Figura 6-4 Testes de pressão


8. Siga as instruções da tela (Fig. 6.3.) e coloque a tampa de circuito de
22 mm ao sensor no Y do paciente.
9. Com a tampa do circuito no local, selecione “OK” com o botão de
controle giratório para iniciar o teste.
10. Após a inicialização, o dispositivo pressuriza o sistema e executa uma
sequência de testes que dura aproximadamente 30 segundos. À medida
que o dispositivo prossegue em cada etapa, um sinal de “OK” ou “Falha”
é exibido (Fig. 6.4). Os itens dos resultados continuam a ser exibidos até o
final do teste.

Figura 6-5 Resultados dos testes de pressão

DOC0951990, M1162065, 2014 85


Autotestes

DICA: SE UM MANÔMETRO DE CALIBRAÇÃO (CONSULTE CALIBRAÇÃO DE


PRESSÃO, SEÇÃO 7.6.2, PÁGINA 102) ESTIVER DISPONÍVEL, USE-O PARA
TAMPAR O SENSOR NO Y DO PACIENTE DURANTE OS TESTES DE
PRESSÃO. DURANTE OS TESTES, O MANÔMETRO PODE SER USADO PARA
COMPARAR SUA LEITURA COM A LEITURA DO GRÁFICO DE BARRAS DE
PRESSÃO DO DISPOSITIVO. SE HOUVER UMA DIFERENÇA SUPERIOR
A 3 CM H2O ENTRE AS DUAS LEITURAS, RECOMENDA-SE CALIBRAR O
SENSOR DE PRESSÃO.
11. Ao concluir os testes de pressão, a janela de instruções do TVV será
exibida mais uma vez.

Figura 6-6 Testes de fluxo


12. Siga as instruções da tela (Fig. 6.5.) e coloque a tampa de circuito de
22 mm ao sensor no Y do paciente.
13. Após retirar a tampa do circuito do local, selecione “OK” com o botão de
controle giratório para prosseguir para o próximo teste.
14. O dispositivo inicia a seguir uma série curta de testes de fluxo com
duração aproximada de 6 segundos, após a qual será exibida a janela de
instruções do TVV.

Figura 6-7 Testes com O2 (21%)

86 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

15. Siga as instruções da tela (Fig. 6.6) e certifique-se que o oxigênio de alta
pressão não está conectado ao dispositivo.
16. Após fazer isso, selecione “OK” com o botão de controle giratório para
prosseguir para o próximo teste.
17. O dispositivo inicia a seguir uma série de testes com duração
aproximada de 1 minuto no sistema de O2 com oxigênio a 21%. Durante
essa seção do TVV, o dispositivo verifica o sistema de mistura e o
interruptor de pressão. Após a conclusão, a janela de instrução do TVV
é exibida.

Figura 6-8 Testes com O2 (100%)


18. Siga as instruções da tela (Fig. 6.7) e conecte o suprimento de oxigênio de
alta pressão ao dispositivo.
19. Após fazer isso, selecione “OK” com o botão de controle giratório para
prosseguir para o próximo teste.
20. O dispositivo inicia a seguir uma série de testes com duração
aproximada de 2 minutos no sistema de O2 com oxigênio a 100%.
Durante essa seção do TVV, o dispositivo verifica o sistema de mistura e
o interruptor de pressão. Após a conclusão, a janela de instrução do TVV
é exibida.

Figura 6-9 Desconexão da energia AC

DOC0951990, M1162065, 2014 87


Autotestes

21. Siga as instruções da tela (Fig. 6.8) e desconecte o cabo de energia AC ao


dispositivo. Verifique se o LED âmbar que indica “carga” no painel frontal
apagou e que o ícone do plugue AC está cruzado na tela.
22. O oxigênio de alta pressão pode ser também desconectado, já que não é
mais necessário.
23. Após fazer isso, selecione “OK” com o botão de controle giratório para
prosseguir para o próximo teste.
24. O dispositivo realiza a seguir um teste com duração aproximada de
20 segundos no pacote de energia interno. Após a conclusão, a janela de
instrução do TVV é exibida.
25. Siga as instruções da tela (Fig. 6.9) e reconecte o cabo de energia AC ao
dispositivo.
26. Selecione “OK” com o botão de controle giratório e uma janela adicional
de instruções do TVV é exibida.

Figura 6-10 Teste do watchdog / Reconexão AC


27. Siga as instruções da tela e selecione e confirme “Fim” para proceder aos
testes do watchdog.
28. O dispositivo realiza a seguir uma série de testes do sistema watchdog
do dispositivo com duração aproximada de 1 minuto, durante a qual o
dispositivo será desligado automaticamente e religado mais uma vez.
29. Quando o dispositivo é ligado novamente, uma mensagem do sistema
confirma a conclusão e resultado positivo ou negativo do TVV.

88 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

Aprovado no TVV Reprovado no TVV

Figura 6-11 Resultados dos testes do TVV


30. Após a conclusão do TVV, selecione e confirme “OK” e o dispositivo
retorna à janela de seleção de peso.
OBSERVAÇÃO: CASO O DISPOSITIVO NÃO SEJA APROVADO NO TVV, VERIFIQUE SE
TODOS OS TUBOS DO PACIENTE ESTÃO CONECTADOS DE MANEIRA
SEGURA E ENTÃO EXECUTE NOVAMENTE O TVV. AO FAZER ISSO,
PRESTE MUITA ATENÇÃO AOS RESULTADOS DOS TESTES INDIVIDUAIS
PARA DETERMINAR OS TESTES QUE PODEM TER CAUSADO
A REPROVAÇÃO NO GERAL. DE POSSE DESSA INFORMAÇÃO,
CONSULTE A RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS DO AUTOTESTE
(SEÇÃO 6.6, PÁGINA 95).

OBSERVAÇÃO: CASO O DISPOSITIVO NÃO SEJA APROVADO NO TVV, EMBORA NÃO


RECOMENDADO, PODE SER AINDA POSSÍVEL USÁ-LO PARA
VENTILAÇÃO. NOS CASOS EM QUE O DISPOSITIVO ESTEJA SENDO
USADO A DESPEITO DA REPROVAÇÃO NO TVV, UMA MENSAGEM DE
ADVERTÊNCIA DE TVV. É EXIBIDA ATÉ QUE O TVV SEJA CONCLUÍDO
COM SUCESSO.

6.4.1 V.V.T. Technical Description


6.4.1.1 Testes dos alarmes sonoros
Durante a primeira parte do TVV, o dispositivo realiza uma verificação do
funcionamento dos alarmes sonoros do dispositivo com feedback do operador
sobre a aprovação ou reprovação em todos os testes.
Em primeiro lugar, o autofalante do alarme sonoro do dispositivo dispara em
um tom contínuo e o operador será solicitado a confirmar se é possível ouvi-lo.
O volume do alarme durante esse teste é determinado pela configuração atual
do menu “Opções/Configurações do alarme”.

DOC0951990, M1162065, 2014 89


Autotestes

A seguir, o autofalante do alarme sonoro do dispositivo dispara em um tom


contínuo e o operador será solicitado a confirmar se é possível ouvi-lo.

6.4.1.2 Testes de pressão


Os testes de pressão realizam uma verificação funcional de cada um dos
transdutores de pressão do dispositivo e dos circuitos de medição associados.
No início dos testes de pressão, o operador será solicitado a bloquear o sensor
do Y do paciente usando uma tampa de circuito de 22 mm (ou manômetro de
teste para verificação).
Após confirmação de que o Y do paciente foi fechado pelo operador, o motor da
turbina será energizado com um sinal MDL (modulação por largura de pulso) de
127 polegadas para pressurizar o sistema.
O transdutor de pressão do paciente é monitorado ao longo de um período de
5 segundos e a pressão média é calculada. O dispositivo verifica os seguintes
critérios:
 A pressão média do paciente deve ser >60 cmH2O e <100 cmH2O. Se a
pressão estiver fora dessa faixa de variação, o resultado “Reprovado” é
registrado.
O transdutor de pressão da turbina é monitorado ao longo de um período de
2 segundos e a pressão média é calculada. O dispositivo verifica os seguintes
critérios:
 A pressão média da turbina deve ser >60 cmH2O e <100 cmH2O. Se a
pressão estiver fora dessa faixa de variação, o resultado “Reprovado”
é registrado.
O teste de vazamento do sensor de fluxo procura vazamentos no sistema de
medição proximal verificando se a saída do transdutor de fluxo (DCXL)
permanece com valor igual a zero ou próximo a isso.
Durante esse teste, o dispositivo primeiro realiza um ciclo zero no transdutor de
fluxo e então pausa por 2 segundos. O transdutor de fluxo é amostrado a cada
5 milissegundos ao longo de um período de aproximadamente 0,4 segundos e a
pressão média é calculada. O dispositivo verifica os seguintes critérios:
 A leitura média do transdutor de fluxo deve ficar entre >- 20 lpm e <20 lpm.
Se a pressão estiver fora dessa faixa de variação, o resultado “Reprovado”
é registrado.

6.4.1.3 Testes do sistema de solenoides


Os testes do sistema de solenoides verifica se as 2 solenoides dentro do sistema
pneumático funcionam corretamente em vários cenários de funcionamento.
O primeiro teste verifica se o alívio mecânico da pressão excessiva
característico das duas solenoides está correto.

90 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

O sistema permanece pressurizado com o motor de turbina funcionando com


uma MDL de 127. O transdutor de pressão do paciente é monitorado ao longo
de um período de 2 segundos e a pressão média é calculada. O dispositivo
verifica os seguintes critérios:
 A pressão média do paciente deve ser inferior a 100 cmH2O. Se a pressão
for superior a esse valor, o resultado “Reprovado” é registrado.
O próximo teste verifica se a solenoide 1 está funcionando corretamente. Com
ambas as solenoides fechadas, o dispositivo monitora e calcula a pressão
média da turbina ao longo de um período de 2 segundos.
A seguir, o dispositivo abre (energiza) a solenoide 1 de forma a abrir sua via de
derivação e monitora a pressão da turbina enquanto verifica os seguintes
critérios:
 A pressão da turbina com a solenoide 1 aberta deve ser inferior à metade
da pressão média da turbina registrada com ambas as válvulas fechadas.
Se a pressão estiver fora dessa faixa de variação, o resultado “Reprovado”
é registrado.
O próximo teste verifica se a solenoide 2 está funcionando corretamente.
A seguir, o dispositivo abre (energiza) a solenoide 2 de forma a abrir sua via de
derivação e monitora a pressão da turbina enquanto verifica os seguintes
critérios:
 A pressão da turbina com a solenoide 2 aberta deve ser inferior à metade
da pressão média da turbina registrada com ambas as válvulas fechadas.
Se a pressão estiver fora dessa faixa de variação, o resultado “Reprovado”
é registrado.
O último teste das solenoides verifica o sistema de segurança das solenoides.
Inicialmente, ambas as válvulas solenoides são fechadas e a pressão do
paciente é amostrada. As válvulas solenoides são abertas e a pressão do
paciente é amostrada mais uma vez. As duas medidas são comparadas para
garantir que a pressão quando as válvulas estão abertas é inferior à pressão
quando elas estão fechadas por tempo suficiente.

6.4.1.4 Testes de fluxo


Os testes de fluxo verificam o desempenho adequado do fluxo da turbina do
dispositivo e realizam uma zeragem do sistema de medição de fluxo.
Durante o teste de desempenho do fluxo, o motor da turbina do dispositivo é
ativado com um sinal de controle de MDL de 127. Após 4 segundos, o fluxo
derivado do transdutor de pressão diferencial é amostrado e os seguintes
critérios são verificados:
 O fluxo medido deve ser > 1,770 l/s (106,2 lpm). Se a pressão estiver fora
dessa faixa de variação, o resultado “Reprovado” é registrado.

DOC0951990, M1162065, 2014 91


Autotestes

O próximo teste tenta zerar o sistema de medição de fluxo do dispositivo.


As 2 solenoides zeradas, localizadas na placa de circuitos impressos de
Purga/Zeragem, serão energizadas pela conexão de ambas as portas do transdutor
de pressão diferencial à pressão ambiente. O fluxo é medido após 2 segundos.

6.4.1.5 Testes com oxigênio a 21%


Os testes com oxigênio a 21% são realizados com utilização do fluxo de gás da
entrada de ar ambiente. Os testes verificam o desempenho e o sensor de O2 na
configuração de 21% e verificam a função do interruptor de pressão na
condição aberta.
O dispositivo tenta inicialmente esvaziar o sistema de O2 de alta pressão
abrindo a PSV e fazendo a turbina funcionar. O interruptor de pressão é
verificado inicialmente para garantir que o O2 foi desconectado. Se o
interruptor de pressão estiver fechado, a janela mostrada na figura 6.6 é exibida
mais uma vez, solicitando novamente que o usuário desconecte o O2.
O dispositivo verifica então a capacidade de enviar fluxo pela abertura de ar
ambiente. O motor da turbina é ativado com um fluxo de entrada de MDL de
25 em todo o sistema. Após 4 segundos, o paciente e os transdutores de fluxo
são amostrados e os seguintes critérios verificados:
 A pressão medida do paciente deve ser > 10 cmH2O. Se a pressão estiver
fora dessa faixa de variação, o resultado “Reprovado” é registrado.
 O fluxo medido do paciente deve ser < 200 lpm. Se o fluxo for superior a
esse valor, o resultado “Reprovado” é registrado.
Para verificar a leitura do sensor de O2, o sensor é amostrado ao longo de um
período de 40 segundos, 1 amostra por segundo, e os seguintes critérios são
verificados:
 A leitura média do sensor de O2 deve ser > 18% e < 25%. Se o sensor de O2
estiver fora dessa faixa de variação, o resultado “Reprovado” é registrado.
Finalmente, as condições do interruptor de pressão serão avaliadas mais uma
vez. Se o interruptor de pressão estiver fechado, o resultado do teste será
reprovado. Se o interruptor de pressão estiver aberto, o resultado do teste
será aprovado.

6.4.1.6 Testes com oxigênio a 100%


Os testes com oxigênio a 100% são realizados com utilização do suprimento de
O2 de alta pressão. Os testes avaliam a presença de vazamentos da válvula de
oferta de oxigênio (PSV ou válvula de demanda), o desempenho a 100% e o
sensor de O2 na configuração de 100% e a função do interruptor de pressão na
condição fechada.
O dispositivo verifica primeiro a presença de vazamentos da válvula de oxigênio
(PSV ou válvula de demanda). Com a válvula de O2 fechada, o motor da turbina
funciona em velocidade lenta. Após 40 segundos, o sensor de O2 é amostrado e
avaliado em relação aos seguintes critérios:

92 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

 A leitura média do sensor de O2 deve ser < 23%. Se o sensor de O2 estiver


fora dessa faixa de variação, o resultado “Reprovado” é registrado,
indicando vazamento através da válvula.
A válvula de oxigênio abre a seguir e o motor da turbina é ativado com uma
MDL de 75 por algum tempo antes de desacelerar a uma MDL de 25. Após
40 segundos, o sensor de O2 é amostrado e avaliado em relação aos seguintes
critérios:
 A leitura do sensor de O2 deve ficar entre >80% e <125%. Se o sensor de O2
estiver fora dessa faixa de variação, o resultado “Reprovado” é registrado.
Finalmente, as condições do interruptor de pressão serão avaliadas mais uma
vez. Com a válvula de O2 fechada, o interruptor de pressão é avaliado. A válvula
de O2 é aberta a seguir por um período de 5 segundos no qual o interruptor de
pressão é monitorado mais uma vez. Em ambas as situações, o interruptor de
pressão deve permanecer fechado.

6.4.1.7 Teste das baterias


O teste das baterias realiza um teste muito simples no pacote de energia
interno do dispositivo.
Uma vez que o usuário tenha confirmado a desconexão da energia DC externa e
da energia AC, o dispositivo verifica o status de energia para garantir que a
informação está correta. Se isso não ocorrer, o usuário será solicitado a repetir
o procedimento. O motor da turbina terá 6 ciclos com MDL de 127; cada ciclo terá
2 segundos de duração com uma pausa de 1 segundo entre os ciclos. No sexto
ciclo, o tacômetro do motor é avaliado em relação aos seguintes critérios:
 RPM do motor medida por tacômetro deve ser > 17. Se a RPM for inferior a
esse valor, o resultado “Reprovado” é registrado.

6.4.1.8 Testes do watchdog


Os testes do watchdog avaliam o funcionamento tanto do circuito do watchdog
do motor e do circuito do watchdog do PC.
Durante o teste do watchdog do motor, o motor da turbina do dispositivo é
ativado com um sinal de controle de MDL de 127. O circuito do watchdog é
desligado e após 1 segundo o tacômetro do motor é avaliado quanto aos
seguintes critérios:
 A RPM do motor medida por tacômetro deve ser = 0. Se estiver fora dessa
faixa de variação, o resultado “Reprovado” é registrado.
O motor é então re-habilitado e o manipulador de erros é ativado. Após mais
2 segundos, o tacômetro do motor é avaliado em relação aos seguintes critérios:
 A RPM do motor medida por tacômetro deve ser > 15. Se estiver fora dessa
faixa de variação, o resultado “Reprovado” é registrado.

DOC0951990, M1162065, 2014 93


Autotestes

Durante o teste do watchdog do PC, o watchdog do PC é desligado, dando início


a uma reinicialização a quente do sistema do ventilador. Os seguintes critérios
são verificados:
 O sistema do PC deve concluir a reinicialização a quente e a recuperação
em 4 segundos. Se o sistema levar muito tempo, ao completar a
reinicialização a quente a janela de erro do TVV (consulte a fig. 6.10) será
exibida.

6.5 Autotestes para resolução de problemas


A tabela a seguir é fornecida para auxiliar na resolução de problemas
relacionados a falhas que podem ter ocorrido durante o TVO e o TVV.

6.5.1 Testes TVO


Etapas para resolução de
Teste reprovado: Descrição:
problemas:
Teste TVO 1 Incapaz de gerar pressão 1. Verifique o sistema de tubos dos
pacientes para garantir que não há
vazamento.
2. Verificar o sistema de tubos para
garantir que a válvula de verificação
esteja no local.
3. Execute o TVV.
4. Realize calibrações de pressão.
Teste TVO 2 Incapaz de gerar pressão 1. Verifique se a linha de transmissão
da válvula de exalação está
conectada ao painel frontal.
2. Verifique se a válvula de exalação
está orientada corretamente.
3. Examine a membrana da válvula
de exalação e substitua-a caso
necessário.
4. Substitua a válvula de exalação.
Teste do alarme Alarme inaudível 1. Ajuste o volume do alarme ao
máximo e repita o teste.
2. Substitua o autofalante do alarme.

94 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

6.5.2 Testes do TVV


Etapas para resolução de
Teste reprovado: Descrição:
problemas:
Alarme principal O autofalante do alarme 1. Ajuste o volume do alarme ao
principal não é audível. máximo e repita o teste.
2. Substitua o autofalante do
alarme.
Alarme reserva O alarme reserva não é 1. Repita o TVV.
audível.
2. Verifique a conexão do cabo do
alarme reserva entre o PC e a
placa de circuitos impressos
principal.
Pressão do Pressão do paciente fora 1. Verifique o sistema de tubos dos
paciente das especificações - Baixa pacientes para garantir que não há
vazamento.
2. Recalibre e repita o TVV.
3. Substitua a placa-mãe.
Pressão do paciente fora 1. Verifique o funcionamento das
das especificações - Alta válvulas de pressão excessiva e
substitua se necessário.
2. Realize procedimentos de
calibração e repita o TVV.
3. Substitua a placa-mãe.
Pressão da Pressão da turbina fora 1. Verifique o sistema de tubos dos
turbina das especificações - Baixa pacientes para garantir que não há
vazamento.
2. Realize procedimentos de
calibração e repita o TVV.
3. Substitua a placa-mãe.
Pressão da turbina fora 1. Verifique o funcionamento das
das especificações - Alta válvulas de pressão excessiva e
substitua se necessário.
2. Realize procedimentos de
calibração e repita o TVV.
3. Substitua a placa-mãe.

DOC0951990, M1162065, 2014 95


Autotestes

Etapas para resolução de


Teste reprovado: Descrição:
problemas:
Vazamento do Compensação de pressão 1. Verifique a conexão do circuito do
sensor de fluxo observada em um sensor paciente, dando especial atenção às
diferencial linhas em luer.
2. Realize procedimentos de
calibração e repita o TVV.
3. Verifique o funcionamento das
válvulas unidirecionais e substitua
se necessário.
4. Substitua a PCB de purga/zeragem
5. Substitua a placa-mãe.
Alívio da solenoide Pressão do sistema 1. Verifique se a fiação não está
muito alta interrompendo o trabalho das
solenoides.
2. Verifique o funcionamento das
válvulas de pressão excessiva e
substitua se necessário.
3. Realize procedimentos de
calibração e repita o TVV.
4. Substitua a placa-mãe.
Solenoide 1 Pressão do sistema muito 1. Verifique o funcionamento da
elevada - válvula não abre solenoide 1.
2. Deixe o dispositivo funcionando
por um tempo e repita o teste.
3. Substitua o módulo pneumático.
4. Substitua a placa-mãe.
Solenoide 2 Pressão do sistema muito 1. Verifique o funcionamento da
elevada - válvula não abre solenoide 2.
2. Deixe o dispositivo funcionando
por um tempo e repita o teste.
3. Substitua o módulo pneumático.
4. Substitua a placa-mãe.

96 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

Etapas para resolução de


Teste reprovado: Descrição:
problemas:
Segurança das Pressão do sistema muito 1. Verifique o funcionamento da
solenoides elevada - válvula não abre solenoide 1.
2. Deixe o dispositivo funcionando
por um tempo e repita o teste.
3. Substitua o módulo pneumático.
4. Substitua a placa-mãe.
Desempenho de O fluxo ofertado é muito 1. Verifique as conexões do sistema
fluxo baixo de tubos do paciente e garanta que
as linhas com luer estão seguras.
2. Realize procedimentos de
calibração e repita o TVV.
3. Substitua o módulo pneumático.
4. Substitua a placa-mãe.
Zeragem do Incapaz de completar 1. Verifique as conexões do sistema
sensor de fluxo a zeragem do sensor de tubos do paciente e garanta que
de fluxo as linhas com luer estão seguras.
2. Realize procedimentos de
calibração e repita o TVV.
3. Substitua a PCB de purga/zeragem
4. Substitua a placa-mãe.
O2 a 21% O2% medida fora da 1. Verifique se o oxigênio de alta
especificação pressão está desconectado.
2. Calibre o sistema de oxigênio e
repita o teste.
3. Substitua o sensor de O2.
SW de pressão Interruptor de pressão na 1. Verifique se o oxigênio de alta
a 21% posição fechada pressão está desconectado.
2. Verifique o funcionamento do
interruptor de pressão e substitua
se necessário.
3. Substitua a placa-mãe.

DOC0951990, M1162065, 2014 97


Autotestes

Etapas para resolução de


Teste reprovado: Descrição:
problemas:
Vazamento da O2% medido muito 1. Verifique se o oxigênio de alta
válvula de O2 elevado pressão está conectado.
2. Calibre o sistema de oxigênio
e repita o teste.
3. Substitua o sensor de O2.
4. Substitua a válvula proporcional
de O2.
O2 a 100% O2% medida fora da 1. Verifique se o oxigênio de alta
especificação pressão está conectado.
2. Calibre o sistema de oxigênio
e repita o teste.
3. Substitua o sensor de O2.
4. Substitua a válvula proporcional
de O2.
SW de pressão Interruptor de pressão na 1. Verifique se o oxigênio de alta
a 100% posição aberta pressão está desconectado.
2. Verifique o funcionamento do
interruptor de pressão e substitua
se necessário.
3. Substitua a placa-mãe.
Verificação da Capacidade da bateria 1. Permita que a bateria integrada
bateria muito baixa seja recarregada e repita o teste.
2. Substitua a bateria integrada e
repita o teste.
Watchdog do Velocidade do motor muito 1. Repita o TVV.
motor alta
2. Substitua a placa-mãe.
3. Substitua o módulo pneumático.
Watchdog para A reinicialização leva muito 1. Repita o TVV.
PC tempo
2. Substitua a placa-mãe.

98 DOC0951990, M1162065, 2014


Section 7: Calibrações

7.1 Introdução
Essa seção do manual de manutenção descreve em detalhes as operações de
calibração que podem ser realizadas no dispositivo pelo terapeuta ou técnico
de manutenção. Para sua conveniência, um guia de resolução de problemas de
calibração é fornecido no final da seção.

7.2 Visão geral da calibração


Os procedimentos de calibração são em sua maior parte procedimentos
semiautomatizados que podem ser realizados pelo terapeuta ou técnico de
manutenção nos intervalos prescritos ou conforme necessário.
Os procedimentos de calibração requerem em alguns casos instrumentos
específicos de teste e intervenção do operador em determinados pontos.
Em cada caso, uma janela de informação sobre a calibração detalham
exatamente o que é necessário.
Ao executar os procedimentos de calibração, com exceção do sensor de O2,
é de modo geral uma boa prática realizar todas as calibrações na ordem que
aparecem na tela. Os seguintes procedimento de calibração podem ser
realizados a partir do menu de calibração:
 Calibração dos sensores de zero
 Calibração do sensor de pressão
 Calibração de PEEP/RPM
 Calibração do sensor de fluxo
 Calibração de volume
 Calibração de O2
OBSERVAÇÃO: GERALMENTE RECOMENDA-SE QUE O DISPOSITIVO PERMANEÇA Comment [14]:
LIGADO POR PELO MENOS 15 MINUTOS ANTES DA CALIBRAÇÃO. ISSO
É RECOMENDADO PARA PERMITIR QUE O DISPOSITIVO ALCANCE A
TEMPERATURA NORMAL DE FUNCIONAMENTO.

M1162065, 2009 99
Calibrações

7.3 Quando executar a calibração


Os procedimentos de calibração são recomendados nos seguintes intervalos ou
após realizar as seguintes operações:
 Sempre que o alarme ou indicador de “Necessidade de calibração” (Cal)
estiver ativo
 Uma vez por ano durante o período de funcionamento do ventilador
 Manutenção planejada, após a instalação dos kits de manutenção
planejada de 15 k e 1 ano
 Instalação de programas, após a instalação de uma nova versão
 Serviço de manutenção, após conclusão de qualquer reparo
 Resolução de problemas, como parte de problemas relacionados

7.4 Requisitos para calibração


Para concluir um conjunto completo de procedimentos de calibração, são
necessários os seguintes equipamentos:
 Sistema de tubos do ventilador GE Healthcare (qualquer configuração)
 Seringa de calibração de 500 ml
 Manômetro de calibração
 Plugue do resistor RP20
 Pulmão de teste de 2 litros
 Capa do sensor de calibração
 Suprimento de O2 de alta pressão (40-60 psi)
 Mangueira de O2 de alta pressão

100 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

7.5 Como avaliar a calibração


O menu de calibração pode ser acessado por meio do menu de manutenção a
partir do menu principal (página 69 da seção 5).
OBSERVAÇÃO: NÃO É POSSÍVEL INICIAR OS PROCEDIMENTOS DE CALIBRAÇÃO
QUANDO O VENTILADOR ESTÁ EM USO. SE VOCÊ TENTAR INICIAR
QUALQUER PROCEDIMENTO DE CALIBRAÇÃO DURANTE A
VENTILAÇÃO, O DISPOSITIVO EXIBIRÁ A SEGUINTE MENSAGEM DE
ADVERTÊNCIA: “ESTA OPÇÃO DE MANUTENÇÃO SÓ PODE SER
ACESSADA NO MODO STANDBY”.

7.6 Procedimentos de calibração


1. Selecione “Calibração” na tela do menu de manutenção com auxílio do botão
do controle giratório e pressione para confirmar.
2. Após selecionar “Calibração”, a janela de calibração é exibida. Selecione as
calibrações desejadas na tela de localização com auxílio do botão de controle
giratório e pressione para confirmar.

Menu de manutenção Menu de calibração

Figura 7-1 Como acessar o menu de calibração

7.6.1 Calibração dos sensores de zero


Durante o procedimento, o dispositivo tenta zerar cada um dos transdutores de
pressão. O teste é realizado com o Y aberto e sob condições de fluxo zero para
garantir que cada um dos transdutores está em condição ambiente.
Para calibrar os sensores de zero:
1. Selecione a opção Sensores de zero na janela de Calibração com o
botão de controle giratório.

DOC0951990, M1162065, 2014 101


Calibrações

2. A janela dos Sensores de zero é exibida e solicita ao operador que


desconecte o pulmão de teste do Y.
3. Desconecte o pulmão de teste e o resistor Rp20 do circuito do
paciente, se estiverem conectados, e pressione Iniciar para prosseguir.
4. O procedimento de calibração leva aproximadamente 6 segundos,
durante os quais a mensagem “Em progresso” é exibida na tela.
5. Após concluir a calibração dos sensores de zero com sucesso,
o dispositivo retorna ao menu principal de calibração.
6. Se a calibração não for bem sucedida, a mensagem “Sensores de zero
incorretos” é exibida na tela.
OBSERVAÇÃO: SE O DISPOSITIVO EXIBIR A MENSAGEM “SENSORES DE ZERO
INCORRETOS”, CONFIRME SE O Y ESTÁ DESOBSTRUÍDO E EXECUTE
NOVAMENTE O PROCEDIMENTO. SE HOUVER FALHAS REPETIDAS DA
CALIBRAÇÃO, CONSULTE O GUIA DE RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS DE
CALIBRAÇÃO (SEÇÃO 0, PÁGINA 114).

Figura 7-2 Sensores de zero

7.6.2 Calibração do sensor de pressão


Durante o procedimento, o dispositivo tenta realizar uma calibração de ganho
dos transdutores de pressão da turbina e do paciente. O teste é realizado com a
colocação de um manômetro de teste de referência no Y do paciente.
O motor da turbina é energizado com um sinal MDL (modulação por largura de
pulso) da ordem de 90 pol para pressurizar o sistema ao iniciar o teste. Uma
janela de leitura do manômetro é exibida na tela, e o operador ajusta seu valor
para corresponder ao manômetro do teste.

102 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

OBSERVAÇÃO: À MEDIDA QUE O SISTEMA É PRESSURIZADO, O GRÁFICO DE BARRAS


DE PRESSÃO NA TELA PRINCIPAL MOSTRA UMA REPRESENTAÇÃO DA
PRESSÃO E O PIP. DURANTE A CALIBRAÇÃO DE PRESSÃO, ESSES
VALORES PODEM SER DESCONSIDERADOS, JÁ QUE SÃO DERIVADOS
DE UM VALOR DE GANHO DEFAULT E NÃO REFLETEM PRECISAMENTE
A PRESSÃO NO SISTEMA.

Observação: Como o valor mostrado no gráfico de barras de pressão e o PIP não


refletem precisamente a pressão durante a calibração, NÃO PODEM ser
usados como método de verificação. A calibração de pressão pode ser
verificada pelo teste de verificação do ventilador.
Para calibrar os sensores de pressão:
1. Selecione a opção Sensores de pressão na janela de Calibração com o botão
de controle giratório.
2. A janela dos Sensores de pressão é exibida e solicita ao operador que conecte
o manômetro do Y.
3. Quando solicitado, conecte o manômetro de teste (peça nº 920C0001-01 ou
equivalente) ao Y do paciente.
4. Usando o botão de controle giratório, selecione “Iniciar” para iniciar o
procedimento de calibração.

Antes do ajuste de pressão Após o ajuste de pressão

Leitura do manômetro 58 cmH2O


Figura 7-3 Calibração dos sensores de pressão
5. Após selecionar “Iniciar”, o dispositivo energiza o motor da turbina para
pressurizar o sistema.

DOC0951990, M1162065, 2014 103


Calibrações

6. Uma janela de leitura do manômetro é exibida na tela para ajuste. O gráfico


de barras de pressão mostra uma leitura que DEVE ser desconsiderada.
7. Usando o botão de controle giratório, ajuste o valor na janela de ajuste do
manômetro para corresponder à leitura do manômetro colocado no Y do
paciente. Pressione o botão de controle giratório para confirmar o valor
inserido e a calibração é verificada.
8. Após concluir a calibração dos sensores de pressão com sucesso, o dispositivo
retorna ao menu principal de calibração.
9. Se a calibração não for bem sucedida, a mensagem “Sensores de pressão
incorretos” é exibida na tela.
OBSERVAÇÃO: SE O DISPOSITIVO RELATAR “SENSORES DE PRESSÃO INCORRETOS”,
CONFIRME SE AS CONEXÕES DOS TUBOS DO PACIENTE E DO
MONITOR DE CALIBRAÇÃO ESTÃO SEGURAS. SE HOUVER FALHAS
REPETIDAS DA CALIBRAÇÃO, CONSULTE O GUIA DE RESOLUÇÃO DE
PROBLEMAS DE CALIBRAÇÃO (SEÇÃO 0, PÁGINA 114).

7.6.3 Calibração de PEEP-RPM


Durante a calibração de PEEP-RPM, o dispositivo tenta calibrar a RPM do motor
da turbina, a qual é necessária para estabelecer a PEEP. O teste pode ser
realizado com um resistor RP20 e um pulmão de teste de 2 litros colocado no Y.
Observação: Itens equivalentes ao plugue do resistor e ao pulmão especificados
podem ser usados mas PRECISAM estar em conformidade aos seguintes
requisitos: a resistência deve ser equivalente ao RP20-RP50 e a
complacência equivalente a 0,001-0,05 L/cmH2O.

O teste é realizado sob 4 condições diferentes de hardware (solenoides) que


podem existir durante o funcionamento normal. Essas condições são:
 Condição 1 – solenoide 1 e solenoide 2 fechadas
 Condição 2 – solenoide 1 aberta e solenoide 2 fechada
 Condição 3 – solenoide 1 fechada e solenoide 2 aberta
 Condição 4 – solenoide 1 e solenoide 2 abertas
O motor da turbina é energizado com um sinal de MDL (modulação de largura
de pulso) predeterminado para cada uma das condições mostradas acima.
A pressão da turbina é medida em cada uma das situações acima, e uma RPM
presumida é calculada para referência de acordo com os valores default do
software. A RPM média real medida para cada condição é comparada com a
RPM de referência e verificada.

104 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

Se o desvio entre a RPM de referência e a RPM real for grande demais, os dados
de calibração são rejeitados e o resultado é “RPM-PEEP incorreta”. Se o desvio
estiver dentro dos limites aceitáveis, os dados de calibração são gravados.
Para calibrar a RPM-PEEP:
1. Selecione a opção RPM-PEEP na janela de Calibração com o botão de
controle giratório.
2. A janela de calibração de RPM-PEEP é exibida e solicita ao operador
que conecte o manômetro do Y.
Observação Embora a tela solicite somente a conexão com o pulmão de teste,
é necessário conectar um resistor de RP20 (910V0004-01) e um
pulmão de teste de 2 litros (910V0005-01), ou peças equivalentes,
ao Y do paciente.

3. Usando o botão de controle giratório, selecione “Iniciar” para iniciar o


procedimento de calibração.

Figura 7-4 Calibração de RPM-PEEP


4. O procedimento de calibração leva aproximadamente 50 segundos,
durante os quais a mensagem “Em progresso” é exibida na tela.
5. Após concluir a calibração de RPM-PEEP com sucesso, o dispositivo
retorna ao menu principal de calibração.
6. Se a calibração não for bem sucedida, a mensagem “RPM-PEEP
incorreta” é exibida na tela.
Observação: Se o dispositivo relatar “RPM-PEEP incorreta”, confirme se o equipamento
de teste adequado está conectado ao Y do paciente e todos as conexões
de tubos do paciente estão seguras e execute novamente o procedimento.
Se houver falhas repetidas da calibração, consulte o guia de resolução de
problemas de calibração (seção 0, página 114).

DOC0951990, M1162065, 2014 105


Calibrações

7.6.4 Calibração do sensor de fluxo


Durante a calibração do sensor de fluxo, o dispositivo tentar calibrar o
transdutor de pressão diferencial (DCXL) usado para medição do fluxo.
A calibração do sensor de fluxo não requer outros equipamentos além do
sistema de tubos do paciente.
O transdutor de pressão diferencial proporciona duas saídas: alto fluxo via um
amplificador de baixo ganho e baixo fluxo via um canal de alto ganho.
A calibração tenta sincronizar as duas.

Figura 7-5 Calibração dos sensores de pressão


Para calibrar o sensor de fluxo:
1. Selecione a opção Sensor de fluxo na janela de Calibração com o botão
de controle giratório.
2. A janela do Sensor de fluxo é exibida e solicita ao operador que
desconecte o pulmão de teste do Y.
3. Desconecte o pulmão de teste e o resistor Rp20 do circuito do
paciente, se estiverem conectados, e pressione Iniciar para prosseguir.
4. O procedimento de calibração leva aproximadamente 15 segundos,
durante os quais a mensagem “Em progresso” é exibida na tela.
5. Após concluir a calibração do sensor de fluxo com sucesso,
o dispositivo retorna ao menu principal de calibração.
6. Se a calibração não for bem sucedida, a mensagem “Sensor de fluxo
incorreto” é exibida na tela.
Observação: Se o dispositivo relatar “Sensor de fluxo” incorreto, confirme se Y do
paciente está aberto e todas as conexões de tubos do paciente estão
seguras e execute novamente o procedimento. Se houver falhas repetidas
da calibração, consulte o guia de resolução de problemas de calibração
(seção 0, página 114).

106 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

7.6.5 Calibração de volume


Durante a calibração de volume, o dispositivo tentar realizar uma calibração de
ganho do transdutor de pressão diferencial (DCXL) usado para medição do fluxo
a partir do qual é derivado o volume. A calibração do volume requer a utilização
de uma seringa de 500 ml.
Ao iniciar a calibração, o operador será solicitado a conectar a seringa ao Y do
paciente e movimentar o êmbolo da seringa 10 vezes para frente e para trás.
Mover o êmbolo para trás representa o volume inspiratório e mover o êmbolo
para a frente representa o volume expiratório.
Ao longo do procedimento, o dispositivo tenta equilibrar as duas leituras de
volume, e, a cada movimento, o nível de erro em comparação à referência de
500 ml deve ser reduzido. No momento em que o 10o movimento é realizado,
os volumes inspiratório e expiratório exibidos devem apresentar variação de no
máximo 10% em relação à referência de 500 ml.
Se o desvio em relação à referência for muito grande, ou se o valor do ganho
medido não for aceitável, os dados de calibração são rejeitados e o resultado
é “Volume de calibração incorreto”. Se o desvio estiver dentro dos limites
aceitáveis, os dados de calibração são gravados.
Para calibrar o sensor de volume:
1. Selecione a opção Volume na janela de Calibração com o botão de
controle giratório.
2. A janela de calibração de Volume é exibida e solicita ao operador que
primeiro conecte uma seringa de 500 ml (peça nº 920C0001-01,
M1161170, ou equivalente) ao sensor do Y do paciente.

Figura 7-6 Calibração de volume


3. Conecte a seringa de calibração ao sensor do Y do paciente e
empurre o êmbolo até que ele pare; esta é a posição inicial da seringa.
4. Continue a seguir as orientações da tela com a seringa de calibração
conectada ao sensor do Y do paciente.

DOC0951990, M1162065, 2014 107


Calibrações

5. Usando o botão de controle giratório, selecione “Iniciar” para iniciar o


procedimento de calibração.
6. Movimente o êmbolo da seringa de forma lenta e estável 10 vezes
para frente e para trás.
7. Ao fazê-lo, observe os valores dos valores dos volumes inspiratório e
expiratório exibidos a cada movimento.
8. Ao concluir o 10o movimento, o dispositivo verifica a validade dos
dados de calibração gravados.
9. Após concluir a calibração de volume com sucesso, o dispositivo
retorna ao menu principal de calibração.
10. Se a calibração não for bem sucedida, a mensagem “Calibração de
volume incorreta” é exibida na tela.
Observação: Se os volumes exibidos após o 10o movimento apresentarem um erro
superior a 10% em relação à referência de 500 ml, recomenda-se repetir
a calibração.

Observação: Se o dispositivo informar “Calibração de volume incorreta”, verifique se


todas as conexões de tubos do paciente estão seguras e que a seringa foi
corretamente instalada e execute novamente o procedimento. Se houver
falhas repetidas da calibração, consulte o guia de resolução de
problemas de calibração (seção 0, página 114).

7.6.6 Calibração do sistema de O2


Durante a calibração do sistema de O2, o dispositivo tentar calibrar o
mecanismo de oferta de O2 e o sistema de monitoramento de oxigênio.
O procedimento de calibração apresenta discretas variações de acordo com
o tipo de hardware dentro do sistema de O2, a saber:
Tipo 1: Sistema baseado em um motor Nº de série até iV14999
de passo
Tipo 2: Sistema de solenoides Nº de série iV15000 em diante
proporcionais
A calibração do sistema de O2 requer a utilização de uma fonte de oxigênio de
alta pressão e, no caso de unidades equipadas com o sistema baseado nas
solenoides proporcionais, a utilização de uma tampa de calibração de O2
(504A0065-A0, M1161964).

7.6.6.1 Calibração de oxigênio nas unidades com motor de passo


A calibração do sistema de oxigênio nas unidades com motor de passo é
realizada tanto a 100% quanto a 21% com as versões do programa de 19.17.01
em diante. O dispositivo calibra o motor do sistema de passo e verifica a folga
dentro do sistema.

108 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

A calibração do sensor de O2 é realizada a 100% e 21%. O dispositivo primeiro


lava o sistema com oxigênio; verifique a leitura do sensor de O2 e calibre se
necessário. Para a calibração a 21%, o dispositivo lava o sistema com ar
ambiente e repete o processo.
Para realizar a calibração de oxigênio nos dispositivos baseados no motor
de passo:
1. Selecione a opção Calibração do sistema de O2 na janela de
Calibração com o botão de controle giratório.

Calibração de O2 a 100% Calibração de O2 a 21%

Figura 7-7 Telas de calibração do sistema de O2 (unidades com motor de passo)


2. A janela de calibração do sistema de O2 é exibida e solicita que o
operador conecte a fonte de oxigênio a alta pressão ao dispositivo e
desconecte o pulmão de teste do Y.
3. Após a conexão do oxigênio de alta pressão e a remoção do pulmão
de teste, selecione e confirme “Iniciar” para prosseguir.
4. A partir do início, a primeira parte do procedimento de calibração leva
aproximadamente 30 segundos, durante os quais a mensagem “Em
progresso” é exibida na tela.
5. Após concluir com sucesso a primeira parte da calibração, a janela de
calibração do sistema de O2 é exibida e solicita que o operador
desconecte o suprimento de O2.
6. Após a conexão do oxigênio de alta pressão, selecione e confirme
“Iniciar” para prosseguir.
7. A partir do início, a segunda parte do procedimento de calibração leva
aproximadamente 90 segundos, durante os quais a mensagem “Em
progresso” é exibida na tela.
8. Após concluir a calibração do sistema de O2 com sucesso, o dispositivo
retorna ao menu principal de calibração.

DOC0951990, M1162065, 2014 109


Calibrações

9. Se a calibração não for bem sucedida e qualquer parte do sistema de


O2, a mensagem “Calibração do sistema de O2 incorreta” é exibida
na tela.

7.6.6.2 Calibração de oxigênio nas unidades com solenoides


proporcionais
A calibração do sistema de oxigênio nas unidades com PSV é feita tanto a 100%
quanto a 21%. Como o sistema PSV não inclui um modo de ocluir a via de ar
ambiente, o sistema exige que a porta do filtro de entrada seja selada
manualmente durante a calibração com oxigênio a 100%. A tampa para
calibração de O2, 504A0065-A0, M1161964, , é exigida para este propósito.
Durante a calibração do sistema de oxigênio de unidades que incluem a válvula
solenoide proporcional, o dispositivo tenta primeiro criar uma tabela de
calibração comparando o sinal de controle do PSV e o fluxo medido no sensor
de fluxo de oxigênio. A informação é mostrada para os 12 níveis incrementais
de PSV. Uma vez que a tabela de calibração tenha sido criada, o dispositivo
prossegue com a calibração do sensor de O2.
A calibração do sensor de O2 é realizada a 100% e 21%. O dispositivo primeiro
lava o sistema com oxigênio; verifique a leitura do sensor de O2 e calibre se
necessário. Para a calibração a 21%, o dispositivo lava o sistema com ar
ambiente e repete o processo.
Para realizar a calibração de oxigênio nos dispositivos baseados em PSV:
1. Selecione a opção Calibração do sistema de O2 na janela de
Calibração com o botão de controle giratório.
2. A janela de calibração do sistema de O2 é exibida e solicita que o
operador conecte a fonte de oxigênio a alta pressão ao dispositivo e
desconecte o pulmão de teste do Y.
3. O operador, além disso, será solicitado a remover o filtro de entrada e
instalar a tampa de calibração de O2.

Figura 7-8 Tampa de calibração de O2

110 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

Calibração com O2 a 100% Calibração com O2 a 21%


Figura 7-9 Telas de calibração do sistema de O2 (unidades com válvulas proporcionais)

4. Após a conexão do oxigênio de alta pressão, a remoção do pulmão de


teste e a inserção da tampa, selecione e confirme “Iniciar” para
prosseguir.
5. A partir do início, a primeira parte do procedimento de calibração leva
aproximadamente 30 segundos, durante os quais a mensagem “Em
progresso” é exibida na tela.
6. Após concluir com sucesso a primeira parte da calibração, a janela de
calibração do sistema de O2 é exibida e solicita que o operador remova
a tampa de calibração e coloque o filtro de entrada de volta à posição.
7. Com o filtro de entrada de volta à posição, selecione e confirme
“Iniciar” para prosseguir.
8. A partir do início, a segunda parte do procedimento de calibração leva
aproximadamente 90 segundos, durante os quais a mensagem “Em
progresso” é exibida na tela.
9. Após concluir a calibração do sistema de O2 com sucesso, o
dispositivo retorna ao menu principal de calibração.
10. Se a calibração não for bem sucedida e qualquer parte do sistema de
O2, a mensagem “Calibração do sistema de O2 incorreta” é exibida
na tela.

7.6.7 Como salvar os dados de calibração


Para garantir que os dados de calibração sejam gravados, é essencial que o
menu de calibração seja fechado por meio do botão “Fechar” na tela de
calibração. Se a tela de calibração for fechada com a tela “Limpar”, todos os
novos dados de calibração são perdidos.
Para sair da tela de calibração corretamente:

DOC0951990, M1162065, 2014 111


Calibrações

1. Selecione a opção “Fechar” na janela de Calibração com o botão de


controle giratório.
2. A janela de mensagem “Salvar calibrações” é exibida e pergunta ao
operador se ele deseja salvar as últimas calibrações.
3. Selecione “Sim” para salvar os dados de calibração e “Não” para rejeitar
os novos dados de calibração e voltar às informações prévias. Após a
conclusão do procedimento, o dispositivo retorna à tela principal.
CUIDADO: O Teste de verificação do ventilador (TVV) deve ser sempre feito após a
conclusão das calibrações do sistema para verificar sua validade.

Figura 7-10 Salvar a calibração

7.7 Procedimento de inicialização do medidor de gás da


bateria
Sempre que a célula da bateria interna for substituída ou o medidor de gás
acumular erros significativos, o medidor de gás precisa medir a capacidade
total da bateria para exibir informações relevantes na tela.
Para fazer isso, o pacote de baterias do dispositivo deve ser completamente
carregado e a seguir submetido a cargas e descargas controladas. Apenas
após concluído esse procedimento o medidor de gás deve ser atualizado com
a capacidade da bateria no momento.
O procedimento de inicialização do medidor de gás requer a utilização
de um sistema padrão de tubos do paciente, um resistor pneumático
RP20 (910V0004-A0) e um pulmão de teste de 2 litros (910V0005-01).
Para inicializar o medidor de gás da bateria:

112 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

1. Conecte o cabo de alimentação AC ao ventilador, verifique se o LED


âmbar indicando o carregamento é ligado e permita que a unidade
carregue a bateria interna durante 8 horas no mínimo.
2. Ligue o ventilador e selecione a configuração de peso do paciente
70+ na tela de abertura.
OBSERVAÇÃO: MESMO SE O ÍCONE DA BATERIA NÃO MOSTRAR FULL, DEVE SER
IGNORADO NESSE MOMENTO.
3. Configure o alarme de alta pressão para 60 cmH20.
4. Conecte o resistor Rp20 e o pulmão de teste ao Y do circuito do
paciente e conecte o circuito do paciente ao ventilador.
5. Pressione “INICIAR” no ventilador para iniciar a ventilação.
6. Ajuste o volume corrente do dispositivo de forma a manter um PIP de
pelo menos 40 cm H2O O em cada ciclo. (850 mL is a typical value.)
7. Desconecte o cabo de alimentação AC e remova a janela tipo pop-up
ao pressionar DESATIVAR.
8. Permita que o ventilador descarregue continuamente a bateria até
ativar o alarme de bateria vazia.
OBSERVAÇÃO: SE O ALARME DE BATERIA BAIXA FOR ATIVADO, DESATIVE-O E PERMITA
QUE A UNIDADE CONTINUE EM FUNCIONAMENTO ATÉ OBSERVAR O ALARME DE
BATERIA VAZIA.
DICA: O TEMPO DE FUNCIONAMENTO DA BATERIA PODE SER MEDIDO DURANTE
ESSE PERÍODO MONITORANDO O TEMPO ENTRE A DESCONEXÃO AC E O
ALARME DE BATERIA VAZIA. ESSES EVENTOS E SUAS MARCAÇÕES DE
HORÁRIO PODEM SER ANALISADAS SELECIONANDO “MOSTRAR LIVRO DE
REGISTROS” NO MENU PRINCIPAL. (O TEMPO DE FUNCIONAMENTO COM
ESSES PARÂMETROS É TIPICAMENTE CERCA DE UMA HORA).
9. Reconecte o cabo de alimentação AC e coloque a unidade em modo
standby.
10. Permita que a unidade recarregue por pelo menos 10 horas.
11. Deixe a unidade funcionar normalmente e verifique se o ícone da
bateria na tela indica bateria cheia.

DOC0951990, M1162065, 2014 113


Calibrações

7.8 Resolução de problemas de calibração


A tabela a seguir é fornecida para auxiliar na resolução de problemas
relacionados a falhas que podem ter ocorrido durante os procedimentos
de calibração.

7.8.1 Testes de calibração


Etapas para resolução de
Teste reprovado: Descrição:
problemas:
Sensores de zero Sensores de zeragem 1. Verifique se o Y do paciente está
incorreto aberto e não tem nada conectado
e refaça o teste.
2. Provável compensação do
transdutor de pressão. Substitua a
placa de circuitos impressos do
sensor.
Sensores de Sensores de pressão 1. Verifique se o sistema de tubos
pressão incorretos está conectado adequadamente e
que o manômetro de teste está
conectado ao Y e refaça o teste.
2. Verifique se há vazamentos
internos, corrija-os e refaça o teste.
3. Substitua a placa de circuitos
impressos do sensor.
PEEP/RPM PEEP/RPM incorretas 1. Verifique se o pulmão de teste e o
RP20 estão conectados ao Y.
2. Substitua a placa-mãe.
Sensor de fluxo Sensor de fluxo incorreto 1. Verifique se o sistema de tubos do
paciente está conectado de
maneira segura e refaça o teste.
2. Verifique se há vazamentos no
circuito de medição de fluxo,
incluindo as válvulas unidirecionais,
e refaça o teste.
3. Substitua a PCB de purga/zeragem
4. Substitua a placa-mãe.
Volume Volume incorreto 1. Verifique se o sistema de tubos do
paciente está conectado de
maneira segura e refaça o teste.
2. Verifique a seringa de calibração,
veja se ela está configurada para
500 ml e refaça o teste.

114 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

3. Verifique se há vazamentos no
circuito de medição de fluxo,
incluindo as válvulas unidirecionais,
e refaça o teste.
4. Substitua a PCB de purga/zeragem
5. Substitua a placa-mãe.
Sistema de O2 Sistema de O2 incorreto 1. Verifique se o sistema de entrada
a 100% foi removido e a tampa de
calibração colocada no lugar e
refaça o teste.
2. Verifique se o sistema de tubos do
paciente está conectado de
maneira segura ao Y do paciente e
refaça o teste.
3. Verifique se a fonte de oxigênio de
alta pressão adequada está
conectada.
4. Substitua o sensor de O2.
5. Substitua o sistema pneumático.
Sistema de O2 incorreto 1. Verifique se a tampa de calibração
a 21% foi removida e o filtro substituído
e refaça o teste.
2. Verifique se o sistema de tubos do
paciente está conectado ao Y do
paciente aberto e refaça o teste.
3. Substitua o sensor de O2.

DOC0951990, M1162065, 2014 115


Calibrações

PÁGINA INTENCIONALMENTE DEIXADA EM BRANCO

116 DOC0951990, M1162065, 2014


Section 8: Procedimento dos testes funcionais

8.1 Introdução
A seção seguinte do manual detalha o procedimento dos testes funcionais do
sistema do ventilador iVent201. Os testes funcionais são uma série de
simulações operacionais projetadas para validar totalmente as funções críticas
do ventilador.
OBSERVAÇÃO: O sistema do ventilador iVent201 é fabricado com instrumentos
eletrônicos e pneumáticos de teste precisos em um ambiente
controlado. Como as condições de campo variam, a acurácia
dos instrumentos de medição podem se tornar menos precisas.
OBSERVAÇÃO: As seguintes especificações de teste foram estabelecidas com
os equipamentos de teste conforme especificado na seção 8.4.
Se a acurácia dos equipamentos de teste da sua instituição for
diferente das listadas, faça concessões.

8.2 Quando executar os testes


O procedimento de checkout funcional, os testes de verificação (TVV e TVO)
e os procedimentos de calibração, ou partes destes, devem ser executados
periodicamente ou após a realização da manutenção como definido na
tabela abaixo:

Intervalo/Serviço TVO TVV Cal Cal Cal Cal Cal Cal Elec. Testes Testes
realizado zero pressão PEEP flx vol O2 Sty de O2 do
alarme
Uma vez ao ano           
Substituição dos
tubos do  -- -- -- -- -- -- -- -- --
paciente
Substituição da
válvula de  -- -- -- -- -- -- -- -- --
exalação
Substituição da
          
PCB principal
Substituição do 
sistema          
pneumático
Substituição da
fonte de   -- -- -- -- -- -- -- -- --
alimentação

M1162065, 2009 117


Procedimento dos testes funcionais

Intervalo/Serviço TVO TVV Cal Cal Cal Cal Cal Cal Elec. Testes Testes
realizado zero pressão PEEP flx vol O2 Sty de O2 do
alarme
Substituição da
fonte de   -- -- -- -- -- --  -- --
alimentação
Substituição da
tela/painel de   -- -- -- -- -- --  -- --
toque
Substituição da
PCB da interface
  -- -- -- -- -- --  -- --
Substituição do
inversor da luz   -- -- -- -- -- --  -- --
de fundo
Substituição do
sistema de           
pausa
Substituição do
sensor de O2
  -- -- -- --   --  --
Substituição dos
tubos internos
          

8.3 Materiais e equipamentos de teste


 Suprimento de O2, 40-60 psi.
 Mangueira de suprimento de O2.
 Analisador externo de O2 certificado.
 Pulmão de teste, 2 l.
 Resistor pneumático, Rp20.
 Teste de segurança elétrica.

8.4 Limpeza e inspeção


Limpe e inspecione o ventilador da seguinte maneira:
 Limpe a parte externa do ventilador com um agente
antibacteriano o germicida apropriado. Limpe todas as superfícies
externas incluindo as conexões de gás e o cabo principal.
 Abra o chassi do ventilador e veja se está limpo; se necessário,
limpe o interior usando um aspirador eletrostático.

118 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

 Inspecione visualmente as partes interna e externa do ventilador


quanto a problemas óbvios como peças quebradas ou faltando,
montagens frouxas e fios, conectores ou tubos desconectados.
Conserte o que for necessário antes de executar a verificação
de desempenho.

8.5 Avaliação de desempenho


Para garantir uma verificação sistemática de desempenho e um diagnóstico
lógico de falhas, recomenda-se que os testes sejam executados na
ordem fornecida.
Siga essas diretrizes gerais ao executar os procedimentos de verificação de
desempenho:
 Se observar algum problema durante a verificação de desempenho, avalie
se todos os procedimentos foram executados corretamente e que todas s
configurações exigidas estão corretas antes de tentar realizar qualquer
reparo no dispositivo.
 Ao modificar as configurações do ventilador, tenha cuidado pois, devido
às interrelações entre algumas configurações, nem sempre é possível
fazer as alterações na sequência indicada.
 Por conveniência, os alarmes configuráveis pelo operador devem ser
configurados nas faixas de variação mínima e máxima disponíveis. Isso
reduz a ocorrência de alarmes desagradáveis durante a verificação de
desempenho.
 Use o botão de silêncio do alarme quando necessário durante os
procedimentos de verificação de desempenho para silenciar os alarmes
que forem disparados.
 À exceção do botão de silêncio, não altere as configurações de controle
durante esses procedimentos a não ser que especificamente instruído
a fazê-lo.
 Se necessário, consulte a seção de Manutenção e reparos para
informações sobre reparos e a seção de Peças e acessórios para
identificação das peças a serem consertadas. Após a conclusão dos
reparos, repita os testes completamente.
 Para localizar a causa de qualquer mau funcionamento ou falha no
procedimento de teste, você deve consultar a seção de resolução de
problemas desse manual.

DOC0951990, M1162065, 2014 119


Procedimento dos testes funcionais

 Os procedimentos descritos aqui não verificam o desempenho de itens


acessórios (umidificadores, alarmes remotos, etc.) que podem estar sendo
utilizados com o sistema de ventilador. Verifique o desempenho desses
itens usando procedimentos adequados descritos nos manuais dos
produtos.

8.5.1 Teste de segurança elétrica


O teste de segurança elétrica é realizado para verificar se a resistência e a
corrente de vazamento do aterramento estão dentro dos limites aceitáveis.
Esse teste deve ser realizado sempre que o gabinete do ventilador for aberto
para manutenção, uma vez por ano ou mais frequentemente se exigido pelas
regulamentações locais, nacionais ou institucionais.
A Figura 8.1, abaixo, mostra a configuração básica para o teste juntamente com
os pontos de teste apropriados. Recomenda-se a utilização de dispositivo
equivalente ao Biotek 601 Pro 0r para testar a segurança elétrica do sistema
do ventilador.

Figura 8-1 Configuração do teste de segurança elétrica

8.5.1.1 Procedimento
O procedimento de teste de segurança elétrica inclui as seguintes etapas:
1. Conecte o cabo principal da unidade a ser testada (UAT) ao
receptáculo do testador de segurança elétrica.

120 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

2. Conecte o cabo de teste entre o testador de segurança elétrica e o


poste de aterramento no painel traseiro do dispositivo.
3. Ligue a UAT e coloque em funcionamento com as configurações
default.
4. Realize o teste de corrente de vazamento do gabinete nas polaridades
direta e reversa. A corrente de vazamento medida deve ser inferior a
100 µA.
5. Instigue a condição de falha única (sem L2) no testador de segurança
elétrica e repita a corrente de vazamento do gabinete com polaridade
direta e reversa, A corrente de vazamento medida deve ser inferior a
500 µA.

8.5.2 Testes de desempenho de oxigênio


Os testes de desempenho de oxigênio são realizados de forma a verificar se a
acurácia da oferta de oxigênio e os alarmes associados estão em conformidade
com as especificações exigidas.
A Figura 8.2, abaixo, mostra a configuração exigida para testar o desempenho
do oxigênio. Recomenda-se que um monitor de oxigênio Maxtec MAX-O2 ou
equivalente seja usado para checar a acurácia da oferta de oxigênio do sistema
do ventilador.

Figura 8-2 Configuração do teste de desempenho de oxigênio

DOC0951990, M1162065, 2014 121


Procedimento dos testes funcionais

8.5.2.1 Procedimento
O procedimento de teste de desempenho de oxigênio inclui as seguintes etapas:
1. Ajuste a calibração do analisador de O2 externo de forma que ele
marque 21%.
2. Conecte o suprimento de O2 ao ventilador.
3. Espere durante 20 ciclos e verifique se a medida do analisador de O2
externo é igual à configuração da FiO2 do ventilador ±10% (FiO2).
DICA: AO SELECIONAR AS CONFIGURAÇÕES DO ALARME NO MENU PRINCIPAL,
É POSSÍVEL OBSERVAR O VALOR DE O2 ATUALMENTE MEDIDO PELO
VENTILADOR. ESSE NÚMERO É EXIBIDO EM AZUL E ESTÁ LOCALIZADO À
ESQUERDA DA BARRA DE ALARME MÍN/MÁX. OBSERVAÇÃO: SE O
VENTILADOR NÃO IDENTIFICAR MOVIMENTOS DO CURSOR DURANTE
1 MINUTO, O TEMPO SE ESGOTA E RETORNA O MENU PRINCIPAL.

Medição interna
de O2

Figura 8-3 Medida interna de O2


4. Configure a FiO2 a 60% e repita a etapa 3.
5. Configure a FiO2 a 100% e repita a etapa 3.
6. Selecione “Restaurar valores default” no menu principal. Uma janela
de advertência é exibida avisando que essa operação muda o modo
ventilatório e todos os parâmetros atuais. Selecione “Confirmar” e,
depois, selecione 40 kg.
7. Repita o procedimento das etapas 3 a 5.
8. Selecione “Restaurar valores default” no menu principal. Uma janela
de advertência é exibida avisando que essa operação muda o modo
ventilatório e todos os parâmetros atuais. Selecione confirme, 70+ kg
e configure o limite de pressão a 60 (cm H2O).

122 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

8.5.2.2 Modo de sucção de O2 a 100%


1. Pressione o botão de O2 a 100% no teclado no teclado do painel
frontal do ventilador. Verifique se uma janela verde do tipo pop-up
próximo ao campo da FiO2 e o temporizador do silenciador de alarme
de 2 minutos é iniciado no campo de data/hora.
2. Verifique se a oferta da FiO2 chega ao valor nominal de 100%.

Figura 8-4 Modo de sucção de O2 a 100%


3. Durante os primeiros 2 minutos, retire o pulmão de teste e o resistor
Rp20 e verifique se o alarme sonoro dispara apenas uma vez e um
indicador vermelho “Pac. descon.” (paciente desconectado) é exibido
na área inferior esquerda da janela.
OBSERVAÇÃO: UM INDICADOR “PRESS. BAIXA” (PRESSÃO BAIXA) PODE TAMBÉM
APARECER.
4. Reconecte o pulmão de teste e o resistor Rp20 e verifique se o
indicador “Pac descon” muda para verde.
5. Após a contagem do silenciador do alarme de 2 minutos retornar a
zero, retire o pulmão de teste e o resistor Rp20. Verifique se:
 O alarme sonoro emite um som contínuo.
 Uma janela vermelha do tipo pop-up “Advertência:” é exibida,
mostrando Paciente desconectado.
 Um indicador vermelho “Pac. descon” é exibido na área inferior
esquerda da janela.
6. Reconecte o pulmão de teste e o resistor Rp20 e desligue todos os
alarmes pressionando longamente o botão de silêncio no teclado.

DOC0951990, M1162065, 2014 123


Procedimento dos testes funcionais

7. Verifique se a configuração da FiO2 e da oferta voltam a 21% um (1)


minuto após a contagem do temporizador expirar.

8.5.3 Testes do alarme


O teste dos alarmes é realizado para verificar se todos os alarmes críticos de
ventilação do dispositivo funcionam adequadamente. O teste dos alarmes
avalia a função de cada um dos seguintes alarmes:
 Alta pressão
 Apneia
 Tubo desconectado
 Paciente desconectado
 Sensor desconectado

8.5.3.1 Teste do alarme de alta pressão


1. Acesse a janela de configurações do alarme a partir do menu principal
e selecione o grupo Pressão. Reconfigure o alarme de alta pressão de
forma que fique pelo menos 5 cm H2O abaixo do valor médio do PIP
(aproximadamente 30 cm H2O). Clique no botão “Aceitar”.
2. Verifique se uma janela vermelha do tipo pop-up de advertência de
alta pressão é exibida.
3. Retorne à janela de configuração do alarme e reconfigure o alarme de
alta pressão para 60 cm H2O.

Figura 8-5 Alarme de alta pressão

124 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

8.5.3.2 Teste do alarme de apneia


OBSERVAÇÃO: O SEGUINTE TESTE REQUER A SIMULAÇÃO DOS GATILHOS DO
PACIENTE PELA COMPRESSÃO E LIBERAÇÃO LENTA DO PULMÃO
DE TESTE (ENTRE OS CICLOS VENTILATÓRIOS, ENQUANTO O FLUXO
É ZERO).
1. Configure a velocidade para 2 bpm.
2. Após aproximadamente 20 a 25 segundos, verifique se:
 Uma janela vermelha do tipo pop-up “Advertência:” é exibida,
mostrando Apneia.
 O campo do modo é alterado para APNEIA piscante.
 O ventilador começa ciclos em uma velocidade mais alta.
3. Pressione Limpar no teclado para remover a janela pop-up, selecione
APNEIA e responda Sim para restaurar o modo anterior.

Figura 8-6 Alarme de apneia


4. Após mais 20 a 25 segundos, a unidade retorna ao alarme APNEIA.
Simule os gatilhos do paciente e verifique se:
 No primeiro minuto, a unidade não responde aos gatilhos do
paciente.
 Após o primeiro minuto, a unidade não retorna automaticamente
ao modo anterior após detectar três (3) gatilhos do paciente (em
um minuto).
5. Reconfigure a velocidade para 12 bpm.

8.5.3.3 Alarme de desconexão do tubo


1. Desconecte o sensor do analisador externo de O2 e o circuito do
paciente da porta de saída do ventilador.
2. Verifique se:
 O alarme sonoro emite um som contínuo.

DOC0951990, M1162065, 2014 125


Procedimento dos testes funcionais

 Uma janela vermelha do tipo pop-up “Advertência:” é exibida,


mostrando “Tubo desconectado “
 Um indicador vermelho “Tubo. descon” é exibido na área inferior
esquerda da janela.
 O campo do modo muda para DESCONEXÃO piscante.

Figura 8-7 Alarme de desconexão do tubo


3. Conecte o circuito do paciente à porta de saída do ventilador e
verifique se o alarme se recupera automaticamente.

8.5.3.4 Alarme de desconexão do paciente


1. Desconecte o pulmão de teste e o resistor Rp20 do circuito do
paciente.
2. Verifique se:
 O alarme sonoro emite um som contínuo.
 Uma janela vermelha do tipo pop-up de advertência mostra
“Paciente desconectado” e um indicador vermelho “Pac descon”
é exibido na área inferior esquerda da janela.

126 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

Figura 8-8 Alarme de desconexão do paciente


3. Conecte o pulmão de teste e o resistor Rp20 e verifique se o alarme
se recupera automaticamente.

8.5.3.5 Alarme de desconexão do sensor


1. Desconecte os conectores do sensor de fluxo do circuito do paciente
(dois tubos transparentes embaixo à esquerda) do painel frontal do
ventilador.
2. Verifique se: O alarme sonoro emite um som contínuo.

DOC0951990, M1162065, 2014 127


Procedimento dos testes funcionais

PÁGINA INTENCIONALMENTE DEIXADA EM BRANCO

128 DOC0951990, M1162065, 2014


Section 9: Manutenção planejada

9.1 Introdução
Essa seção do manual fornece uma visão geral detalhada dos procedimentos
recomendados para limpeza e a manutenção planejada que deve ser realizada
no iVent201.

9.2 Limpeza e manutenção planejada de rotina


Para garantir que o ventilador funcione corretamente, execute os seguintes
procedimentos de manutenção nos intervalos recomendados.
A limpeza e a manutenção de rotina do iVent201 são resumidas na Tabela 9-1
abaixo:

Tabela 9-1 Limpeza e manutenção de rotina

Peça Procedimento Comentários


Ventilador Limpe a parte externa com um Não permita a entrada de líquidos no
pano úmido e detergente ventilador.
suave.

Abertura para resfriamento Limpe a cada 1500 horas ou Use um aspirador para limpar a
e filtro de entrada para 3 meses de uso ou quando abertura de ventilação e o filtro de
resfriamento necessário. entrada para resfriamento.

Substitua o filtro de entrada


para resfriamento anualmente
ou quando necessário.

Filtro de entrada de ar Substitua a cada 500 horas (ou Não tente limpar ou reutilizar o filtro
após 1 mês) de uso ou quando de entrada de ar.
necessário.

Fonte de alimentação de Substitua após 90 dias de A vida útil real depende da história de
baterias armazenamento. utilização e armazenamento.

Substitua anualmente ou
quando necessário.

Sensor de O2 Calibre a cada 6 meses Recomenda-se calibrar a cada


3 meses.

Substitua a cada 2 anos ou A vida útil real depende da história de


quando necessário. utilização e armazenamento.

M1162065, 2009 129


Manutenção planejada

Peça Procedimento Comentários


Silenciadores de entrada e Substitua a cada 5000 horas A vida útil real depende da história de
saída de funcionamento ou quando utilização e armazenamento.
necessário.

Unidade pneumática Substitua a cada 15.000 horas


de funcionamento ou a cada
4 anos, o que ocorrer primeiro.

9.2.1 Como limpar o ventilador


Limpe o exterior do ventilador quando necessário com um pano macio
umedecido com uma das seguintes soluções para limpeza:
 Água
 Detergente suave ou água com sabão
Não permita a entrada de líquidos no ventilador.

9.3 Manutenção planejada


Tabela 9-2 Resume os intervalos e o procedimentos de manutenção planejada a
serem realizados no iVent201. A tabela também especifica a relevância de cada
requisito quando o dispositivo estiver em uso ou se estiver armazenado por um
tempo prolongado (mais de 3 meses, como dispositivos de segurança interna).
Tabela 9-2 Calendário de manutenção planejada

Intervalo Peças afetadas Manutenção Geral Armazenamento


prolongado

Conforme Gabinete do Limpe o exterior com um  


necessário ventilador pano

Tubos do paciente Substitua e execute um TVO 


Aberturas e filtros de Limpe e substitua o filtro 
ar para resfriamento conforme necessário.

Sensor de O2 Substitua o sensor de O2  


A cada 500 horas Filtro de entrada Substitua o filtro de entrada 
ou 1 mês de uso, de ar de ar
o que acontecer
primeiro

1500 horas de Medidor de gás da Substitua a fonte de  1


funcionamento ou fonte de alimentação alimentação.
3 meses

130 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

Intervalo Peças afetadas Manutenção Geral Armazenamento


prolongado

A cada 3000 horas Medidor de gás da Descarga e carga completa. 3 3


ou 6 meses de uso, fonte de alimentação
o que acontecer
primeiro Execute o TVV  
Anualmente Montagem de Substitua o filtro de entrada 
silenciadores de de ar
Instale o kit de entrada e saída de ar
manutenção
periódica anual; Porta de saída de ar Substitua a porta de saída 
consulte a (silenciador) de ar (silenciador)
seção 9.3.4
Filtro de entrada de Substitua o filtro de entrada 
ar de resfriamento de ar de resfriamento

Anel em O do Substitua o anel em O do 


silenciador de silenciador de entrada
entrada
Tampa do interruptor Verifique a validade da 
liga/desliga tampa do interruptor
liga/desliga

Bateria interna Substitua a bateria interna 


e reinicialize o medidor
de gás.

Execute uma calibração 2 2


completa
Recomenda-se executar
uma calibração de O2 a
cada 3 meses

Execute as verificações 
de segurança.

A cada 2 anos Sensor de O2 Substitua o sensor de O2  


A cada 15.000 Unidade pneumática Substitua o módulo 
horas ou 4 anos de pneumático
uso, o que
acontecer primeiro.
Instale o kit de
15.000 horas;
consulte a seção
9.3.6

DOC0951990, M1162065, 2014 131


Manutenção planejada

OBSERVAÇÃO: 1.Recomenda-se que a fonte de alimentação (o módulo da


bateria seja desconectada (removida) antes de armazenar o
ventilador. Se a fonte de alimentação estiver desconectada,
não há necessidade de recarregar a bateria a cada 3 meses.
2. Inspeção e substituição se necessário.
3. O procedimento de carga – descarga completa – recarga
da bateria interna leva muito tempo. Por isso, pode não ser
prático executá-lo durante uma visita de campo.

OBSERVAÇÃO: Ao remover o dispositivo de armazenamento prolongado, a bateria


deve ser carregada e um TVV PRECISA ser realizado para garantir
o funcionamento seguro.
Se for reprovado no TVV, uma calibração completa precisa ser realizada.

OBSERVAÇÃO: Além dos itens de manutenção planejada sugeridos acima, deve ser
realizado um teste de segurança elétrica como determinado pelas
regulamentações nacionais, locais ou institucionais.

9.3.1 Procedimento de MP de 500 horas


As seguintes etapas devem ser realizadas a cada 500 horas (ou mensalmente):
 Remova o filtro de entrada de ar usado girando-o no sentido
anti-horário. Certifique-se de que o anel em O existente permanece na
porta de entrada lateral.
 Instale o novo filtro de entrada de ar na porta de entrada lateral.
CUIDADO: TOME CUIDADO PARA NÃO FORÇAR DEMAIS O FILTRO DURANTE A
INSTALAÇÃO.

CUIDADO: NÃO TENTE LIMPAR E/OU REUTILIZAR O FILTRO DE ENTRADA DE AR.

9.3.2 Procedimento de MP de 1500 horas


As seguintes etapas devem ser realizadas a cada 1500 horas (ou a cada
3 meses):
 Carregue a fonte de alimentação.

9.3.3 Procedimento de MP de 3000 horas


As seguintes etapas devem ser realizadas a cada 3000 horas (ou a cada
6 meses):
 Limpe as entradas de resfriamento traseiras e a entrada de ar para
resfriamento usando um aspirador de pó. Incline o ventilador para trás

132 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

para ter acesso ao filtro de entrada de ar para resfriamento (consulte


Figura 9-1, abaixo).
 Descarregue totalmente e então recarregue a bateria interna e permita
que o medidor de gás da bateria meça a capacidade total da bateria
como mostrado na Seção 7.7, página 112.
 Realize uma calibração completa como mostrado em Section 7:
 Realize todas as etapas da manutenção programada (MP) de 1500 horas.

Figura 9-1 Abertura para resfriamento (esquerda) e filtro de entrada de ar para resfriamento (direita)

9.3.4 Procedimento anual de MP


As seguintes etapas devem ser realizadas anualmente:
 Instale o kit anual de MP:
 Filtro de entrada
 Silenciador de entrada
 Silenciador de saída
 Espuma verde
 Bateria interna
 Realize todas as etapas da manutenção programada (MP) de 3000 horas.
 Realize um teste de segurança elétrica (consulte a seção 8.5.1, na
página 120)

9.3.5 24 meses
As seguintes etapas devem ser realizadas a cada 24 meses:
 Substitua o sensor de O2

9.3.6 Procedimento de MP de 15000 horas


A MP de 15.000 horas requer a substituição de toda a unidade pneumática. Esse
processo leva à substituição das partes que se movem no ventilador.
As seguintes etapas devem ser realizadas a cada 15000 horas
 Instale o kit de MP de 15.000 horas(consulte a seção de peças 13.3.2):
 Unidade pneumática

DOC0951990, M1162065, 2014 133


Aplicativos

Section 10: Aplicativos

10.1 Introdução
Esta seção do manual fornece uma visão geral detalhada de vários utilitários
que podem ser usados durante a manutenção do sistema de ventiladores
iVent 201. Essa seção aborda os seguintes utilitários:
 Download do registro
 Atualização do software

10.2 Requisitos de hardware


Para executar os utilitários do iVent 201, são necessários os seguintes itens:
 PC com sistema operacional Windows 95 ou superior
 Cabo null modem
 Adaptador USD>Serial (pode ser necessário)

10.3 Configuração dos utilitários


Os utilitários usam a porta de comunicação serial RS232 Com 1 do dispositivo
em todas as situações. Mesmo quando o dispositivo é equipado com 2 portas
(Com1/Com 2), a Com1 deve ainda ser usada como interface com esses
programas.
Todos os utilitários exigem o uso de um cabo serial null modem. O cabo null
modem deve ser conectado entre a Com1 do dispositivo e uma das portas Com
1 a 4 no PC.
Muitos laptops atualmente disponíveis não são equipados com portas de
comunicação serial e nesses casos é necessário usar um adaptador apropriado.
Os adaptadores USB>seriais são os mais comumente disponíveis e os mais
facilmente usáveis.

134 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

Figura 10-1 Configuração dos cabos dos utilitários


Ao usar o adaptador USB>serial pela primeira vez, ele é tipicamente designado
a uma porta de comunicação com número mais alto. Como os aparelhos da
GE Healthcare requerem a utilização das portas Com 1 a 4, podem ser
necessários ajustes para estabelecer e manter a comunicação.
Usando Painel de controle>Sistema>Gerenciador do dispositivo, o número da
porta de comunicação pode ser configurado dentro de uma faixa de variação
aceitável.

10.4 Disponibilidade dos utilitários


Cada um dos utilitários que serão discutidos serão fornecidos aos
fornecedores/consumidores que comparecem ao Treinamento em serviços
técnicos e que alcancem o nível exigido de competência.
Os utilitários podem passar por atualizações periódicas que serão comunicadas
aos fornecedores e consumidores por meio de boletins de assistência técnica.
O utilitário atualizado pode ser distribuído mediante solicitação.

10.5 Utilitário para download do registro de eventos/erros


técnicos
Durante o funcionamento geral, o iVent 201 registra quaisquer eventos
significativos que possam ocorrer. Os eventos operacionais relacionados a
mudanças das configurações do ventilador, alarmes ativos, alarmes
reconfigurados, etc. são registrados no livro de registro que pode ser acessado
por meio do menu principal. Os eventos técnicos relacionados ao status do
teste, erros de software e de hardware, etc. serão registrados no livro de
registros técnicos que pode ser acessado por meio do menu de manutenção.

DOC0951990, M1162065, 2014 135


Aplicativos

Esses registros têm uma capacidade mínima e em cada caso podem exibir
apenas dados limitados sobre os itens mais recentes, sendo que o dado mais
antigo é removido quando um mais novo é registrado. Além disso, ambos os
registros acessíveis serão limpos cada vez que o dispositivo passa por um ciclo
de energia.
Embora esses eventos não sejam mais acessíveis pelo usuário, cada tipo será
retido em dois arquivos no DiskOnChip do dispositivo. Esses arquivos estão
disponíveis para recuperação usando um utilitário para download denominado
iVDownload.
Para recuperar os arquivos usando iVDownload:
OBSERVAÇÃO: ESSA FUNÇÃO PODE SER REALIZADA A QUALQUER MOMENTO
QUANDO O VENTILADOR ESTÁ LIGADO, INCLUINDO DURANTE A
VENTILAÇÃO. ESSA FUNÇÃO DEVE SER REALIZADA APENAS POR UM
TÉCNICO QUALIFICADO OU SOB SUA ORIENTAÇÃO.

1. Conecte o cabo serial null modem à porta RS232 (Com1) do ventilador


e a uma porta serial disponível (Com1>Com4) do PC.
2. No PC, clique duas vezes no arquivo “ivDownload.exe” ou no ícone da
tela, se um atalho tiver sido criado, para iniciar o download do
aplicativo.
3. Uma vez que o aplicativo tenha sido iniciado, verifique se foi
estabelecida a comunicação. A mensagem “Conectado à Com
(número)” deve ser exibida na área inferior esquerda da janela do
aplicativo. Se isso não acontecer, consulte a seção 10.8 para resolução
de problemas de comunicação.
4. O número serial correto do dispositivo deve ser recuperado e exibido
na janela do aplicativo.
5. Na janela de download do aplicativo, abra o menu suspenso para
selecionar o arquivo. Embora existam vários arquivos disponíveis, os
únicos itens que realmente ajudam na resolução de problemas são
“error.log” e “event.log”. Selecione o item desejado para prosseguir.

136 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

Nº de série do Seleção do arquivo


Faça o download
dispositivo

Barra de
progresso

Status da
conexão

Figura 10-2 Janela do aplicativo iVDownload


6. Após selecionar o arquivo desejado, clique em “Download” para
executar o procedimento.
7. A barra de progresso indica o status durante o download.
A velocidade do download depende do número de registros e da
velocidade da conexão.
8. A mensagem “Download bem sucedido” é exibida na janela de
instruções após a conclusão do procedimento.
9. O arquivo baixado está na mesma pasta do aplicativo de download.
O nome do arquivo contém o número de série do dispositivo, o tipo do
arquivo (registro de erros ou de eventos) e a data do download.

Figura 10-3 Registro de eventos


10. Para visualizar o arquivo baixado “event.log”, navegue até a pasta
relevante e clique duas vezes.
11. O arquivo abre em uma janela do bloco de notas e é exibido no idioma
local do dispositivo. Todos os eventos são marcados com data e hora
como mostrado na Figura 10.3.

DOC0951990, M1162065, 2014 137


Aplicativos

12. Para visualizar o arquivo baixado “error.log”, navegue até a pasta


relevante e clique duas vezes.
13. O arquivo abre em uma janela do bloco de notas e é exibido em inglês.
Todos os erros são marcados com data e hora e listam a versão atual
do software e a mensagem de erro relevante.

Figura 10-4 Registro de eventos


14. Recomenda-se que os registros de erros e eventos sejam baixados
durante cada reparo do ventilador e sejam gravados em um arquivo.
15. Ao trabalhar com a assistência técnica da GE Healthcare, é sempre
recomendável que os registros de erros e eventos sejam submetidos
para avaliação.
OBSERVAÇÃO: DURANTE O PROCESSO DA ATUALIZAÇÃO DO SOFTWARE,
O REGISTRO DE ERROS É APAGADO. RECOMENDA-SE ENTÃO
QUE OS ARQUIVOS DE REGISTRO SEJAM BAIXADOS ANTES DE
QUALQUER ATUALIZAÇÃO DO SOFTWARE.

10.6 Procedimento de atualização do programa do ventilador


Pode ser necessário periodicamente atualizar o software do sistema
operacional dentro do sistema do ventilador. Isso pode ser necessário para
implementar novas características e melhorias do produto ou para correção de
problemas reconhecidos.
Para facilitar a instalação de um novo software operacional, deve ser usado um
software proprietário para instalação. Um novo aplicativo será disponibilizado
com cada novo software liberado e será distribuído pelos canais normais
acompanhado de um documento de instruções para instalação.

138 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

ADVERTÊNCIA: Essa atualização deve ser instalada por um representante


autorizado pela GE ou por pessoal de manutenção com experiência nesse tipo
de equipamento.

Observações: 1. IMPORTANTE: A atualização dos ventiladores iVent 201 com


sistema de software <19.17.01 requer uma “Calibração
completa” de acordo com a seção 7 do manual de
manutenção do iVent 201, após a instalação do SW 19.18.02
(consulte a tabela “Requisitos para instalação” abaixo).
2. A atualização do ventilador iVent 201, cujo sistema de SW é
<18.05, requer a instalação do SW do sistema 18.05 (consulte
a seção 10 do manual de referência técnica) antes da
instalação do SW do sistema 19.18.02. O SW do sistema 18.05
está incluído no CD 19.18.02, que faz parte desse kit.

10.6.1 Requisitos para instalação

Pré-instalação Pós-instalação
Requer Requer instalação Calibração TVO de acordo TVV de acordo
instalação de completa com a seção 7 com a seção 7
de SW 19.18.01 de acordo do Manual de do Manual de
SW 18.05 PART1 (consulte com o funcionamento funcionamento
(consulte “Atualização do Manual de
a seção software19.18.02” manutenção
Versão
10 do nesse seção 7
do
manual documento) antes
software
de da
(SW)
referência instalação do
técnica) SW 19.18.02
antes da
instalação
do
SW
19.18.02
19.18.01 - - - X X
19.17.01
e - X - X X
19.17.02
18.05 a
- - X X X
19.16.02
< 18.05 X - X X X

DOC0951990, M1162065, 2014 139


Aplicativos

Ferramentas necessárias para atualizar a versão do software 19.18.02


 Um PC com Windows 95 ou versão mais recente.
 Cabo RS232
Kit de software19.18.02 (CD)

10.6.2 Atualização do software

1. Conecte o iVent 201 à energia AC e ligue o aparelho. Coloque o iVent 201


em modo “standby” (consulte a seção 3 do manual do usuário)
2. Conecte o cabo null modem *RS232 à porta de comunicação COM1 do
iVent 201 e à porta COM do PC. Mesmo quando o dispositivo é equipado
com 2 portas (Com1/Com 2), a Com1 deve ainda ser usada como para
atualização do software.
*A ser comparado no local: Cabo null modem RS 232 DB9 F-F
Muitos laptops atualmente disponíveis não são equipados com portas de
comunicação serial e nesses casos é necessário usar um adaptador
apropriado. Os adaptadores USB>seriais RS232 são os mais comumente
disponíveis e os mais facilmente usáveis.
Ao atualizar o SW a partir das versões 19.17.01 ou 19.17.02, prossiga para a
seção 3, abaixo; caso contrário, consulte a seção 4.

140 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

3. Insira o CD da versão
19.18.02 no PC.
Primeiro, abra a pasta
“install 19.18.01 PART 1” e
extraia o software de
instalação.
Para instalar 19.18.01
PARTE 1 em um dispositivo
iVent 201,
abra o arquivo “iVent
v19.18.01 b__PART1.exe”. Figura 10-5 Tela de instalação do software (para as
versões 19.17.01 ou 19.17.02)
Siga as instruções da janela
pop-up e clique no botão de
instalação na parte inferior
da janela. Isso “instala” o
ícone “19.18.01 b__PART1”
na sua área de trabalho.
ADVERTÊNCIA: Você deve
instalar PART1 antes de
19.18.02 e concluir a
instalação de ambas as
versões. Não realizar essas
ações pode resultar em
funcionamento inadequado
do dispositivo e/ou erros
desagradáveis.
4. Insira o CD da versão
19.18.02 no PC.
Abra a pasta “Install full
19.18.02” e extraia o
software de instalação.
Para instalar a versão
19.18.02 em um dispositivo
iVent 201, abra o arquivo
“iVent v19.18.02 b6
release.exe”. Figura 10-6 Tela de instalação do software

DOC0951990, M1162065, 2014 141


Aplicativos

Siga as instruções da janela


pop-up e clique no botão de
instalação na parte inferior
da janela. Isso “instala” o
ícone “19.18.02 b6 release”
na sua área de trabalho.
5. Repita as seguintes etapas ao ativar os aplicativos para instalação
(ícones localizados na sua área de trabalho) de “Install iVent v19.18.01
b__PART1” e “Install iVent v19.18.02 b6 release”.
6. A seguinte janela do
aplicativo é exibida após
clicar no ícone de
instalação na área de
trabalho.

Figura 10-7 Aplicativo de instalação do software

142 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

7. Escolha a opção “Com”


no menu principal.
Selecione a porta Com
do PC e a velocidade de
transmissão.
Valores típicos:
Porta = Com 1
Velocidade de
transmissão = 115.200
A conexão de rede é
estabelecida e a
seguinte mensagem
é exibida na Figura 10-8 Aplicativo de instalação do software –
“Caixa de instruções”. estabelecimento de conexão

8. Pressione o botão
“Conectar” no aplicativo.
As informações da
máquina são exibidas
em “Informações da
unidade” e instruções
para instalação do SW
são exibidas na caixa de
instruções.
9. Verifique se:
Para a instalação de
19.18.02 - a versão do
SW não é 19.17.01 nem
Figura 10-9 Aplicativo de instalação do software –
19.17.02. conexão estabelecida
Para a instalação de
19.18.01 PART 1 - a
versão de SW é 19.17.01
ou 19.17.02.

DOC0951990, M1162065, 2014 143


Aplicativos

10. Na tela do iVent 201,


selecione “Menu” e
depois a opção
Manutenção.

Figura 10-10 Menu de manutenção do iVent

11. Uma mensagem avisa


que somente pessoas
autorizadas podem
acessar a área restrita
de Manutenção.
12. Selecione “Sim” e a
janela de manutenção
é exibida.

Figura 10-11 Mensagem de advertência de


manutenção do iVent

13. Selecione a opção “Tela


de serviço” e a janela
da Tela de serviço
é exibida.
14. Selecione “Atualizar
versão do software”.
A janela de atualização
da versão do software
é exibida.

Figura 10-12 Tela de serviço do iVent

144 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

15. O iVent201 está pronto


para atualização.

Figure 10-13 iVent está pronto para atualização

16. Pressione o botão


“Instalar” no aplicativo.
(tela do PC)
17. A instalação é iniciada.
18. Quando a atualização
do software é concluída,
o iVent 201 TM é
reinicializado e uma
mensagem do sistema é
exibida: “A instalação foi
concluída com sucesso”.
Certifique-se de que
Figura 10-14 Mensagem de conclusão da instalação
uma mensagem de
instalação bem
sucedida é exibida e
pressione OK.
Observação: Se a versão
19.18.01 PART1 foi
instalada, após concluir
a instalação, o iVent 201
exibe uma mensagem
de advertência “NÃO
PARA USO CLÍNICO!”
Após concluir a
instalação da versão
19.18.02 do SW, essa
mensagem desaparece.

DOC0951990, M1162065, 2014 145


Aplicativos

19. Prossiga para:


Menu  de Manutenção
(Sim) 
Tela de configuração 
Versão do software
20. Verifique se a versão do
software é 19.18.02.
21. Se a instalação do
19.18.01 PART1 foi Figura 10-15 Tela de configuração do iVent
necessária, retorne à
etapa 5 e instale a
versão 19.18.02 do
software.
22. Após concluir a
instalação da versão
19.18.02 do SW, realize
o seguinte
“Procedimento de
checkout”.

10.6.3 Procedimento de checkout


Uma vez que a versão 19.18.02 do software tenha sido instalada com sucesso,
as seguintes ações devem ser realizadas.
1. Acesso o menu de configurações avançadas e reconfigure a data e a hora para
refletir os valores reais - consulte a seção 4 do Manual do usuário.

Observação:
Se mais tarde for inserida uma data ou uma hora anteriores à data da última
calibração, pode ser exibida uma mensagem solicitando que o dispositivo seja
calibrado (“Cal necessária” embora os dados de calibração não estejam corrompidos.

Reexecutar os procedimentos de calibração apaga essa mensagem de erro.


2. Realize os seguintes testes baseados na versão do software que foi atualizada:
 Calibração concluída
 TVO
 TVV

146 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

Section 11: Procedimentos de reparo


e serviços
A montagem ou desmontagem completa ou parcial do ventilador pode ser
necessária para reparo, diagnóstico ou substituição do componente durante a MP.
As seguintes subseções estão organizadas de acordo com os estágios
sequenciais de desmontagem e montagem. Por exemplo, se os procedimentos
de desmontagem forem executados na ordem apresentada, o ventilador inteiro
será desmontado para reposição de qualquer componente. Se todos os
procedimentos de remontagem forem executados na ordem reversa, a unidade
inteira será remontada a partir dos módulos e componentes básicos.
Durante a remontagem do iVent201 ou de qualquer um dos seus
subcomponentes, inspecione e reconecte todos os aterramentos elétricos
previamente desconectados.

11.1 Introdução
Esta seção do manual de manutenção do iVent 201 descreve em detalhes como
executar reparos das submontagens mais importantes do ventilador e seus
componentes principais. Esses procedimentos de reparo incluem a remoção e
a instalação quando aplicáveis.

Essa seção não dá instruções sobre a desmontagem completa do dispositivo ou


de todas as montagens, mas fala sobre os procedimentos de desmontagem
considerados necessários e razoáveis pelo fabricante. Os procedimentos de
reparo são fornecidos para todas as montagens, mais importantes e um
procedimento ilustrado completo com descrição das peças está incluído na
seção Section 13: desse documento.

11.2 Segurança durante reparo


Ao realizar a manutenção do sistema do ventilador iVent 201, familiarize-se
com todas as etiquetas de cuidados e as advertências de segurança do
ventilador e seus componentes e adira a elas. Não aderir a essas advertências
pode ocasionalmente resultar em lesões ou danos materiais.
Para prevenir lesões no paciente, não use o ventilador se este necessitar
de reparos.
Para prevenir lesões pessoais ou morte, não execute reparos no ventilador se
houver este estiver conectado a um paciente ou outra pessoa.

DOC0951990, M1162065, 2014 147


Procedimentos de reparo e serviços

Para prevenir perigos relacionados a choque elétricos, certifique-se de que


todas as fontes de alimentação foram removidas do dispositivo antes de iniciar
o conserto. Isso requer que não só a fonte principal de alimentação tenha sido
removida, mas também as baterias internas do dispositivo e quaisquer fontes
DC externas, se aplicável. Se o dispositivo precisar ser consertado enquanto
estiver ligado, tome cuidado para evitar choques elétricos. Siga sempre as
práticas de segurança aceitas para equipamentos elétricos ao realizar reparos.
Para prevenir possíveis lesões pessoais, certifique-se sempre de que a fonte de
oxigênio de alta pressão está desconectada.
Para prevenir possíveis lesões pessoais e danos ao equipamento, nunca tente
puxar ou empurrar um ventilador instalado em um suporte travado.
Para prevenir possíveis lesões pessoais e danos ao equipamento, se o ventilador
estiver sendo consertado no suporte, sempre verifique se o mesmo está travado
para prevenir movimentos inadvertidos.

11.3 Diretrizes para reparo


As seguintes diretrizes gerais devem ser sempre consideradas quando o
sistema do ventilador iVent 201 for submetido a manutenção.
Siga sempre as diretrizes de segurança para realização de reparos.
Muitas partes dos hardware do sistema do ventilador estão dimensionadas
no sistema métrico. Use sempre somente ferramentas métricas para realização
de reparos. A utilização de ferramentas não-métricas pode resultar em danos
ao hardware.
Para prevenir possíveis danos causados por descargas eletrostáticas, verifique
sempre se as diretrizes apropriadas para ESD são seguidas ao realizar serviços
de manutenção no equipamento.
Use apenas ferramentas, equipamentos de teste e materiais para manutenção
recomendados quando realizar procedimentos no ventilador.
Tome precauções para evitar que poeira e outras partículas entrem no interior
do ventilador, especialmente nas montagens de coletores pneumáticos.
Inspecione as partes removidas, incluindo as que foram retiradas para acessar
o componente que supostamente está danificado. Inspecione e limpe a área
exposta entre as peças removidas quando necessário. Limpe as peças
removidas para facilitar inspeções adicionais.
Investigue e determine a causa das anormalidades detectadas. Conserte
a unidade ou consulte a assistência técnica local da GE Healthcare para obter
auxílio em relação a problemas não resolvidos.
Substitua ou conserte as peças que não estejam gastas, faltando, danificadas,
rachadas ou mostrem outros sinais de anormalidades físicas.

148 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

11.4 Limpeza
Se necessário, siga estas diretrizes gerais para limpeza para limpar o ventilador.
Os procedimentos para esterilização e limpeza periódica do ventilador e seus
acessórios estão listados no manual do usuário do sistema do ventilador iVent 201.
Os procedimentos específicos para limpeza e inspeção durante a manutenção
planejada do ventilador estão listados na seção relevante deste manual.
Limpe as superfícies externas do ventilador antes da desmontagem. Use álcool
isopropílico, um agente bactericida ou uma solução com água morna e um
detergente suave e um pano de algodão limpo que não solte fiapos.
Aspire o interior do ventilador usando um equipamento seguro quanto a ESD.
Não limpe o interior do ventilador com ar em alta pressão.
Durante a desmontagem, limpe as peças com álcool isopropílico quando
necessário. Itens excessivamente sujos que não puderem ser limpos devem
ser substituídos.

11.5 Cabos elétricos e conexões pneumáticas


Para garantir a remontagem correta do dispositivo, anote ou marque com
etiquetas as posições dos fios ou tubos antes de desconectar as peças.
Certifique-se de que todos os tubos e grades estão corretamente instalados e não
interfiram com as peças que se movem nem podem ser danificados por elas.

11.6 Controle de descargas eletrostáticas (ESD)


É importante seguir procedimentos de controle de ESD adequados sempre que
o sistema do ventilador estiver em manutenção. A seguir, apresentamos o nível
mínimo esperado de precauções contra ESD a serem observadas durante
a manutenção do sistema do ventilador iVent 201.

11.6.1 Informações gerais


As montagens ou os componentes microeletrônicos sensíveis a ESD podem ser
permanentemente danificados por ESD ao serem manuseados, mesmo que não
haja contato direto com a montagem ou componente. Os danos devido a ESD
podem não ficar aparentes imediatamente; entretanto, danos por ESD se
manifestam mais tarde, seja como falha prematura de uma montagem ou um
componente ou como falha intermitente, cuja identificação pode ser difícil
e consumir muito tempo.

DOC0951990, M1162065, 2014 149


Procedimentos de reparo e serviços

11.6.2 Procedimentos e precauções


Siga essas precauções e procedimentos mínimos para prevenir danos por ESD
às montagens e aos componentes microeletrônicos do sistema do ventilador
iVent 201 sensíveis a ESD.
Use um sistema de aterramento pessoal. Antes de abrir o gabinete do ventilador,
certifique-se de que o sistema de aterramento pessoal (com pulseira
antiestática, tapete dissipador de estática e fio de aterramento) esteja sendo
usado corretamente e adequadamente conectado à terra de maneira confiável.
Siga os procedimentos corretos para utilização do tapete dissipador de estática.
Coloque as ferramentas, os equipamentos de teste e o dispositivo sensível
a ESD no tapete antes de iniciar o reparo. Execute todo o trabalho no tapete.
Nunca coloque itens não condutores no tapete.
Manuseie os componentes sensíveis a ESD adequadamente. Não manuseie
pontos de conexão, pinos de conexão, fios ou terminais de componentes
sensíveis a ESD.
Mantenha os materiais não condutores longe da área de trabalho. As cargas
estáticas dos materiais não condutores podem não ser removidas pelo
aterramento. Itens dessa natureza devem ser mantidos longe da área de
trabalho ao manusear dispositivos sensíveis a ESD.
Siga os procedimentos corretos para os sacos de proteção contra estática.
Sempre armazene e transporte todos os dispositivos sensíveis a ESD nos sacos
de proteção, exceto quando estiverem sendo consertados. Nunca coloque mais
de um dispositivo sensível a ESD em um saco de proteção contra estática.
Nunca coloque materiais não condutores que geram estática dentro de um
saco de proteção contra estática juntamente com um dispositivo sensível a ESD.
Coloque dispositivos sensíveis a ESD defeituosos em um saco de proteção
contra estática imediatamente após a remoção para prevenir danos adicionais.
Feche e sele o saco para garantir proteção efetiva.

11.7 Peças fora da conformidade


Ao investigar os problemas relatados, identifique a causa da falha e conserte/
substitua o componente quando necessário. As peças com falhas ou não
conformidades devem ser retidas até que o dispositivo tenha sido reparado
com sucesso. Após conclusão do reparo, as peças que não estejam em
conformidade devem ser devolvidas ao fabricante para realização de uma
análise das falhas.
Contate o representante local para arranjar a devolução das peças.
O representante solicitará e receberá uma autorização para devolução do
material do fabricante. Antes de devolver as peças, estas devem ser embaladas
adequadamente com uma cópia da documentação de manutenção relevante
inclusa.

150 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

As placas de circuitos impressos (PCBs) ou itens eletrônicos similares DEVEM


ser embalados em materiais apropriados resistentes a descargas eletrostáticas.
Observe também que todos os documentos que acompanharem esses tipos de item
devem ser deixados do lado de fora das embalagens de materiais sensíveis a ESD.
O número de autorização da devolução fornecido pelo fabricante deve ser
claramente marcado em todos os documentos de envio e no exterior da
embalagem.

11.8 Peças de reposição


Para pedir as partes corretas, identifique a peça e a versão do ventilador
e identifique o número dado à peça pelo fabricante na seção 11 (lista de peças).
Se descobrir que o item específico não está disponível como uma unidade
substituível em campo (field replaceable unit - FRU) ou que não peças em
estoque, peça uma montagem que contenha a peça. Mantenha em seu poder
a peça a ser substituída até obter a peça para reposição e compare as duas
quanto à compatibilidade, se possível.

11.9 Após o reparo


Após concluir o reparo com sucesso, cumpra as seguintes etapas antes de
devolvê-lo ao funcionamento normal:
Verifique visualmente se todas as peças elétricas e pneumáticas estão
adequadamente conectadas e instaladas. Puxe gentilmente as conexões para
verificar se estão seguras e se as peças estão conectadas. Procure escutar sons
não característicos (vazamentos pneumáticos, vibrações, atritos, etc.). Verifique
se há odores não habituais.
Execute os procedimentos de calibração apropriados, um TVV e quaisquer
outros testes funcionais aplicáveis (incluindo testes de segurança elétrica) antes
de colocar o ventilador novamente a serviço de um paciente.
Mantenha um registro detalhado de todos os serviços de manutenção realizados
em cada dispositivo. Certifique-se de manter registros e documentações completas
dos serviços de manutenção durante a vida útil do produto.

11.10 Documentação do reparo


Uma ficha de registro de manutenção foi fornecida como um apêndice desse
manual para sua conveniência. Os reparos ou outros procedimentos realizados
nesses dispositivo devem ser registrados nessa ficha ou em outra semelhante e
guardados durante a vida útil do produto para consultas futuras. Envie também
as fichas de manutenção para o fabricante para permitir o rastreio de
desempenho e problemas com o produto.

DOC0951990, M1162065, 2014 151


Procedimentos de reparo e serviços

11.11 Acessórios e sistema do paciente


Para manutenção dos itens acessórios e do sistema do paciente, consulte as
instruções de funcionamento do iVent 201 e os manuais dos acessórios aplicáveis.

11.12 Materiais e ferramentas de serviço recomendadas


Ferramentas manuais:
Chave hexagonal de 3 mm Fornecedor local
Chave de boca, 11/16 pol, 9/16 pol Fornecedor local
Chave Phillips nº 1 e 2 Fornecedor local
Chave de fenda de lâmina plana Fornecedor local
Chaves de soquete, 5 mm, 7 mm, Fornecedor local
11 mm
Alicate de bico fino Fornecedor local
Cortadores de fio Fornecedor local
Chave de torque (0-10 Nm) Fornecedor local
Kit de serviço para dissipação Fornecedor local
de estática
Pequenas abraçadeiras Fornecedor local
Diagrama da fiação do iVent201 Manual de manutenção do
iVent201, página 53
Diagrama de tubos do iVent201 Manual de manutenção do
iVent201, página 41 e 42

11.13 Procedimentos de reparo e serviços


11.13.1 Principais procedimentos usando montagens
Essa seção contém instruções sobre como montar e desmontar as montagens
principais do iVent 201.

11.13.1.1 Desmontagem do gabinete


Consulte a seção Section 13: Acessórios e peças avulsas para os números das
peças do Painel frontal.

152 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

1. Coloque o ventilador virado para baixo em uma superfície protetora


apropriada. (As partes de espuma incluídas na embalagem original do
iVent201 são adequadas para esse propósito.
2. Destaque a placa do adaptador do suporte com rodízios da parte
inferior da unidade removendo os 4 parafusos Phillips de 3 mm x 8 mm
e as arruelas de pressão.
3. Use a chave hexagonal pra remover os 2 parafusos de 4 mm x 30 mm e as
arruelas da parte traseira do gabinete (veja Figura 11-1na página 154).
4. Levante a alça de transporte do ventilador e use a chave hexagonal
pra remover os 2 parafusos de 4 mm x 50 mm e as arruelas da parte
superior traseira do gabinete (veja Figura 11-1na página 154).
5. Retorne a unidade à posição de pé e puxe o gabinete frontal para
a frente aproximadamente 4 polegadas.
6. Desconecte os três tubos de todas as unidades (2 sensores de fluxo,
linha de exalação) dos encaixes no fundo do gabinete frontal. Anote
onde eles estavam conectados. (Veja Figura 11-3, página 154).
7. Apenas nas unidades baseadas em PSV, localize os tubos dos
nebulizadores na parte frontal, desconecte no primeiro ponto de união
atrás do conector do painel frontal.
8. Desconecte o cabo em fita da placa de interface com o PC localizada
na porção média do gabinete frontal. (Veja Figura 11-3 e Figura 11-3,
página 154).
9. Desconecte o fio terra verde e o receptáculo da unidade pneumática
(logo acima da porta de saída).
10. Desconecte o cabo do inversor da parte superior do módulo eletrônico
(Veja Figura 11-3 e Figura 11-3, página 154).
11. Com o cabo LCD ainda conectado, posicione o gabinete frontal virado
para baixo na superfície protetora.
 DICA: É MELHOR POSICIONAR O GABINETE FRONTAL DE FRENTE
PARA VOCÊ, VIRADO PARA CIMA E COM O CABO LCD VOLTADO PARA
A DIREITA.
12. Destaque o fio terra verde do LCD da proteção do LCD pela remoção
do parafuso Phillips de 3 mm x 14 mm e da arruela localizados no
canto próximo ao conector LCD.
13. Use a chave de fenda para remover as 2 porcas de 4 mm do conector
LCD do gabinete frontal (veja Figura 11-3, página 154). Remova o braço
de alumínio em forma de U do sítio de conexão do LCD e puxe o
conector LCD e o cabo.
14. Remova o braço de alumínio em forma de U do sítio de conexão do
LCD e puxe o conector LCD e o cabo.

DOC0951990, M1162065, 2014 153


Procedimentos de reparo e serviços

Figura 11-1 Gabinete (visão traseira) nº1

Figura 11-2 Gabinete frontal (visão interna) nº1

154 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

Figura 11-3 Gabinete traseiro (visão interna) nº 3

11.13.1.2 Montagem do gabinete


1. Posicione o gabinete frontal virado para baixo em uma superfície
protetora de forma que fique de cabeça para baixo e à esquerda da
montagem do gabinete traseiro.
2. Conecte o cabo/conector do LCD no conector localizado através da
proteção de LCD.
3. Instale o braço de alumínio em forma de U posicionado com o lado
da espuma virado para baixo sobre os pinos que saem da proteção
do LCD.
4. Enrosque as 2 porcas de 4 mm sobre os pinos. Aperte as porcas
enquanto pressiona o centro do braço para baixo.
5. Conecte o fio terra verde do LCD ao canto da proteção do LCD com
um parafuso Phillips de 3 mm x 14 mm e uma arruela.
6. Posicione o gabinete frontal de pé aproximadamente 4 polegadas
distante do gabinete traseiro.
7. Conecte o cabo do inversor da parte superior do módulo eletrônico.
8. Conecte o cabo em fita (a partir da parte inferior do módulo
eletrônico) à placa de interface com o PC localizada na porção média
do gabinete frontal. Verifique se o lado do conector com os clipes
está ajustado no local.

DOC0951990, M1162065, 2014 155


Procedimentos de reparo e serviços

9. Conecte o fio terra ao terminal spade localizado logo acima da porta


de saída.
10. Conecte os três (3) tubos aos encaixes localizados no fundo do
gabinete frontal. Certifique-se de reconectá-los nos mesmos locais
de onde foram removidos.
11. O tubo do T da porta de saída é conectado ao encaixe mais à esquerda
(visto de dentro).
12. O tubo azul (ou com listras azuis) é conectado ao encaixe mais à direita).
13. O tubo verde (ou com listras verdes) é conectado ao conector da
linha de exalação.
14. O tubo transparente restante é conectado ao encaixe do nebulizador).
15. Traga os gabinetes frontal e traseiros juntos. Oriente os tubos
e cabos de forma que nenhum fique dobrado ou preso.
16. Coloque a unidade virada para baixo em uma superfície protetora
apropriada.
DICA: A EMENDA EM TORNO DE TODO O PERÍMETRO DA UNIDADE DEVE ESTAR
FECHADA E HOMOGÊNEA QUANDO ESTIVER SUPORTANDO O PESO DO
GABINETE TRASEIRO (E DA MONTAGEM). SE ESSE NÃO FOR O CASO,
HÁ INTERFERÊNCIA DOS TUBOS E/OU CABOS QUE FORAM CONECTADOS.
17. Instale os 2 parafusos de 4 mm x 30 mm e as arruelas na parte
traseira inferior do gabinete.
18. Instale os 2 parafusos de 4 mm x 50 mm e as arruelas na parte
traseira inferior do gabinete.
19. Prenda a placa do adaptador do suporte com rodízios à parte inferior
da unidade instalando os 4 parafusos Phillips de 3 mm x 8 mm e as
arruelas de pressão. Certifique-se de posicionar a placa de maneira
que o único orifício médio esteja orientado em direção à parte
traseira da unidade.

11.13.1.3 Instalação e remoção do módulo eletrônico


Consulte a seção Section 13: Acessórios e peças avulsas para os números das
peças do módulo eletrônico.

11.13.1.4 Ferramentas e equipamentos


 Chave de fenda Phillips nº2

11.13.1.5 Remoção do módulo eletrônico


1. Desvincule o gabinete frontal do gabinete traseiro como demonstrado
em Desmontagem do gabinete, seção 11.13.1.1, página 152.
2. Desaparafuse a tampa verde de entrada de O2 da saída DISS na
parte traseira da unidade (veja Figura 11-4, página 157).

156 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

3. Virado para a parte frontal do gabinete traseiro, desconecte o fio terra


verde do lado esquerdo do módulo eletrônico (ME) (veja Figura 11-5,
página 158).
4. Desconecte o tubo do sensor de pressão do soprador da porta no
topo do silenciador de saída.
5. Apenas nas unidades PSV, desconecte os conectores plásticos das
duas linhas dos sensores de pressão.
6. Apenas nas unidades PSV, desconecte o cotovelo plásticos do
suprimento para os tubos do sistema de nebulizadores.
7. Desconecte o conector da parte superior do sensor de O2.
8. Desconecte o conector principal do lado direito da unidade
pneumática pressionando os clipes laterais do conector e puxando-o.
9. Desconecte o conector da fonte de alimentação da parte inferior
direita do módulo eletrônico (ME).
10. Remova os 2 parafusos de 4 mm x 8 mm e as arruelas da placa de
montagem do módulo eletrônico localizada no topo do mesmo.
11. Remova os 2 parafusos de 3mm x 8mm da parte traseira do gabinete.
12. Puxe todo o módulo eletrônico para fora da parte frontal da unidade.
Verifique se passou a tampa da entrada de O2 e a corrente por
dentro da grande abertura na parte traseira do gabinete.
DICA: A MONTAGEM DO GABINETE TRASEIRO PODE SER INCLINADA PARA TRÁS DE
FORMA A REPOUSAR SOBRE A ALÇA DA FONTE DE ALIMENTAÇÃO.

Figura 11-4 Gabinete (visão traseira) nº2

DOC0951990, M1162065, 2014 157


Procedimentos de reparo e serviços

Figura 11-5 Gabinete traseiro (visão interna) nº2

11.13.1.6 Instalação do módulo eletrônico


1. Passe a corrente e a tampa de O2 por dentro da grande abertura
na parte traseira do gabinete e deslize o módulo eletrônico por
dentro da cavidade no topo. Verifique se os tubos que saem do
fundo do módulo eletrônico não estão dobrados nem grudados no
topo da unidade pneumática.
2. Instale os 2 parafusos de 4 mm x 8 mm e as arruelas na placa de
montagem do módulo eletrônico localizada no topo do mesmo.
OBSERVAÇÃO: NÃO APERTE OS PARAFUSOS NESSE MOMENTO.
3. Instale os 2 parafusos de 3mm x 8mm na parte traseira do
gabinete (veja Figura 11-4 , página 157).
4. Aperte os parafusos das montagens traseira e frontal da unidade
eletrônica.
5. Virado para a parte frontal do gabinete traseiro, conecte o fio terra
verde ao lado esquerdo do módulo eletrônico (ME) (veja Figura 11-5,
página 158).
6. Conecte o conector do sensor de O2 (cabo marcado nº 6) ao topo
do sensor de O2.
7. Desconecte o tubo do sensor de pressão do soprador ao topo da
porta de saída.
8. Apenas nas unidades PSV, conecte os conectores plásticos às duas
linhas dos sensores de pressão para o sensor de fluxo de oxigênio.
9. Apenas nas unidades PSV, conecte os tubos que suprem o nebulizador
ao cotovelo plástico.

158 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

10. Conecte o conector principal ao lado direito da unidade pneumático.


11. Conecte o conector da fonte de alimentação à parte inferior direita
do módulo eletrônico (ME).
12. Aparafuse a tampa verde de entrada de O2 à saída DISS na parte
traseira da unidade.
13. Monte o gabinete frontal no gabinete traseiro como demonstrado em
Montagem do gabinete, seção 11.13.1.2, etapas 4-7 página 155.

11.13.1.7 Remoção e instalação da unidade pneumática


Consulte a seção Section 13: Acessórios e peças avulsas para os números das
peças da unidade pneumática.

11.13.1.8 Ferramentas e equipamentos


 Chave de fenda Phillips nº2
 Chave de boca 11/16 polegadas
 Chave de boca 9/16 polegadas

11.13.1.9 Remoção da unidade pneumática


1. Desvincule o gabinete frontal do gabinete traseiro como demonstrado
em Desmontagem do gabinete, seção 11.13.1.1, página 152.
2. Remova o módulo eletrônico como indicado em Remoção do módulo
eletrônico, seção 11.13.1.5, página 156.
3. Remova o filtro de entrada de ar da lateral do gabinete traseiro.
Certifique-se de que o anel em O permanece na porta de entrada lateral.
4. Deslize o silenciador da entrada de ar direto para fora e desconecte
simultaneamente o tubo azul de entrada de ar (veja Figura 11-6,
página 160).
5. Incline o gabinete traseiro novamente sobre a alça da fonte de
alimentação de forma a obter um acesso conveniente ao lado de
baixo da unidade.
6. Remova os 4 parafusos de 4 mm x 10 mm do fundo do gabinete.
7. Apenas nas unidades com motor de passo, use chaves de boca de
11/16 e 9/16 polegadas para afrouxar e retirar o colar DISS da
válvula de demanda.
8. Apenas nas unidades PSV, desconecte a válvula solenoide
proporcional do coletor de O2 pressionando o colar de travamento
e retirando os tubos.
9. Identifique o tipo do interruptor de pressão de O2 e desconecte o(s)
conector(es) correspondente(s):

DOC0951990, M1162065, 2014 159


Procedimentos de reparo e serviços

10. Para o interruptor prateado colocado diretamente sobre o tubo de


entrada de O2 : Siga os cabos que saem da parte traseira do
interruptor de pressão e desconecte o conector preto de 3 pinos.
11. Para o corpo metálico de latão montado na parede do fundo do
gabinete traseiro: desconecte os dois (2) conectores ondulados das
linguetas na parte traseira do interruptor de pressão de O2.
12. Desconecte o fio terra verde das duas linguetas localizadas logo
acima da porta de saída.
13. Puxe a unidade pneumática diretamente para fora do gabinete traseiro.

Figura 11-6 Gabinete traseiro (visão interna) nº3

11.13.1.10 Remoção da unidade pneumática


1. Gire a haste do motor de passo do misturador de O2 manualmente
de forma que o braço de ativação do microinterruptor de O2 esteja
no centro da área alta do came (veja a Figura 11-7).

160 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

Figura 11-7 Came do misturador de O2 na posição média


2. Coloque a unidade pneumática no fundo do gabinete traseiro.
3. Alinhe a válvula de demanda da unidade pneumática com o encaixe
da DISS do tubo de entrada de O2 e ajuste o colar à mão.
4. Coloque o fio terra verde e a lingueta entre a perna frontal esquerda
da unidade pneumática e a placa de montagem.
5. Incline o gabinete traseiro novamente sobre a alça da fonte de
alimentação de forma a obter um acesso conveniente ao lado de
baixo da unidade.
6. Começando pela perna frontal esquerda da unidade pneumática,
instale 4 parafusos Phillips de 4 mm x 10 mm, arruelas de pressão
e arruelas no fundo do gabinete, na placa de montagem e na perna.
Verifique se os primeiro parafuso passa através da lingueta do fio
terra da perna frontal esquerda.
7. Use chaves de boca de 11/16 e 9/16 polegadas para afrouxar
e retirar o colar DISS da válvula de demanda. Certifique-se de que
a válvula de demanda não esteja torcida e permaneça na posição
vertical na unidade pneumática.
DICA: APLIQUE O O2 DE ALTA PRESSÃO À PARTE TRASEIRA DA ENTRADA DISS E
VERIFIQUE SE A VÁLVULA DE DEMANDA É DESLIGADA SEM VAZAMENTOS
AUDÍVEIS. DESCONECTE O SUPRIMENTO DE O2.
8. Identifique o tipo do interruptor de pressão de O2 e conecte o(s)
conector(es) correspondente(s):

DOC0951990, M1162065, 2014 161


Procedimentos de reparo e serviços

Figura 11-8 Localização dos aterramentos da unidade pneumática (UP)


 Para o interruptor prateado colocado diretamente sobre o tubo de
entrada de O2: Direcione a montagem dos cabos que saem da parte
traseira do interruptor de pressão sob o tubo azul de entrada de ar
e conecte o conector preto de 3 pinos.
 Para o corpo metálico de latão montado à parede no fundo no gabinete
traseiro:
9. Conecte os dois (2) receptáculos frisados que saem do fundo do conector principal
da unidade pneumática à parte traseira do interruptor de pressão de O2.
10. Conecte o fio terra verde e o receptáculo frisado às duas linguetas localizadas
logo acima da porta de saída.
11. Alinhe o silenciador de entrada de ar com os trilhos encontrados à esquerda
na parte de dentro do gabinete traseiro e deslize o silenciador para trás até
o final.
12. Conecte o tubo azul de entrada de ar à saída do silenciador de entrada de ar.
13. Instale o filtro de entrada de ar na porta de entrada lateral. Verifique se o anel
em O permanece na porta.
OBSERVAÇÃO: SE O FILTRO DE ENTRADA DE AR NÃO PUDER SER FACILMENTE
INSTALADO SEM INTERFERÊNCIAS, O SILENCIADOR DE ENTRADA
DE AR NÃO FOI INSERIDO COMPLETAMENTE ATÉ O FINAL.
14. Instale o módulo eletrônico como demonstrado na seção 11.13.1.6, Instalação
do módulo eletrônico, página 158.
15. Monte o gabinete frontal no gabinete traseiro como demonstrado em
Montagem do gabinete, seção 11.13.1.2, página 155.

162 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

11.13.2 Montagem e desmontagem da fonte de alimentação


Consulte a seção Section 13: Acessórios e peças avulsas para os números das
peças da fonte de alimentação.

11.13.2.1 Ferramentas e equipamentos


 Chave de fenda Phillips nº1
 Alicate de bico fino

11.13.2.2 Desmontagem da fonte de alimentação


1. Remova os 4 parafusos de 3mm x 20mm dos cantos da fonte de
alimentação (veja Figura 11-9).
2. Segure a alça preta da fonte de alimentação e puxe-a diretamente para
fora do seu compartimento (veja Figura 11-10).
3. Remova os 5 parafusos Phillips de 3 mm x 10 mm e as arruelas da parte de
trás da montagem da fonte de alimentação e retire a cobertura.
4. Vire a montagem da fonte de alimentação da bateria de cabeça para baixo
e deslize a bateria para fora do compartimento.
5. Usando os alicates, remova os dois conectores tipo spade dos terminais
expostos da bateria.

Figura 11-9 Fonte de alimentação (Visão traseira)

Figura 11-10 Fonte de alimentação (removida)

DOC0951990, M1162065, 2014 163


Procedimentos de reparo e serviços

11.13.2.3 Montagem da fonte de alimentação


1. Conecte o fio vermelho ao terminal positivo da bateria e o fio preto ao
terminal negativo.
CUIDADO: A REVERSÃO DA POLARIDADE DOS FIOS DESTRÓI O MEDIDOR DE GÁS
DA BATERIA LOCALIZADO DENTRO DA FONTE DE ALIMENTAÇÃO.
2. Deslize a bateria para dentro do compartimento. Certifique-se de que
os fios vermelho e preto estão localizados no recesso da cavidade da
bateria.

Figura 11-11 Bateria

Observação: A orientação da bateria foi revisada e as novas


baterias correspondem à orientação mostrada na imagem acima.
3. Posicione a cobertura dentro do compartimento e aperte os
5 parafusos Phillips de 3 mm x 10 mm e as arruelas no fundo do
compartimento da bateria.
4. Deslize a bateria montada para dentro do compartimento do
ventilador até que esteja contida dentro da unidade.
DICA: LIGUE A UNIDADE BREVEMENTE E VERIFIQUE SE A CONEXÃO FOI EM
SUCEDIDA OUVINDO O FUNCIONAMENTO DA VENTOINHA DE
RESFRIAMENTO.
5. Instale os 4 parafusos de 3 mm x 20 mm nos cantos da fonte de
alimentação.

11.13.3 Remoção e instalação do sensor de O2


Consulte a seção Section 13: Acessórios e peças avulsas para os números das
peças do sensor de oxigênio.

11.13.3.1 Ferramentas e equipamentos


 Chave de fenda Phillips nº1
 Chave hexagonal, 3 mm, medindo 9 polegadas

164 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

11.13.3.2 Remoção do sensor de O2


1. Desmonte o gabinete do ventilador como demonstrados nas etapas 1-9
da seção 11.13.1.1.
DICA: EXECUTE APENAS AS ETAPAS 1 - 9, JÁ QUE O CABO LCD NÃO PRECISA SER
DESCONECTADO PARA REALIZAÇÃO DESTE PROCEDIMENTO.

Figura 11-12 Localização do sensor de O2 na unidade pneumática


2. Desconecte o tubo do topo da porta de saída para obter melhor
visualização.
3. Desconecte o fio cinza do topo do sensor de O2 existente.
4. Desconecte o fio terra da proteção.
5. Remova o sensor de O2 existente, girando-o no sentido anti-horário.
6. Remova o sensor de O2 do adaptador, girando-o no sentido
anti-horário.
7. Remova a fita em torno da proteção puxando-a do sensor de O2.
8. Coloque de lado as 3 pernas que sustentam a proteção e puxe-a
para fora.
9. Remova o sensor do suporte.

11.13.3.3 Instalação do sensor de O2


1. Insira o sensor no suporte.
2. Insira a proteção no suporte. Verifique se as 3 pernas do suporte
estão fora da proteção, como demonstrado na Figura 11-13.

DOC0951990, M1162065, 2014 165


Procedimentos de reparo e serviços

Pernas do suporte
fora da proteção

Figura 11-13 Suporte com três pernas

3. Instale uma fita em torno das pernas do suporte.


4. Instale o sensor de O2 do adaptador, girando-o no sentido horário.
5. Coloque o anel em O no adaptador.
6. Aparafuse o novo sensor e o anel em O em sentido horário no
módulo pneumático.
7. Reconecte o cabo cinza ao sensor de O2.
8. Reconecte o fio terra à proteção.
9. Reinstale o tubo do sensor do soprador ao conector frisado no topo
da porta de saída.
10. Monte o gabinete do ventilador como demonstrado na
seção 11.13.1.2, página 155).
OBSERVAÇÃO: Execute as etapas 6 - 12 apenas se o cabo LCD não estiver
desconectado.

11.13.4 Procedimentos das submontagens


Essa seção contém instruções sobre como montar e desmontar as
submontagens do iVent 201.

11.13.4.1 Desmontagem das PCBs do módulo eletrônico


Observação: Esta seção inclui apenas instruções para remoção; execute os
procedimentos em ordem inversa para remontar as placas.
Observação: Estas instruções são aplicáveis a todas as versões do iVent 201
com ênfase na ausência de algumas das placas nas versões antigas (ou seja,
motor de passo, SN IV14999 e anteriores).

166 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

1. Remova o módulo eletrônico de acordo com as instruções da seção 11.13.1.3:


Instalação e remoção do módulo eletrônico
2. Desaparafuse os sete pinos da proteção do módulo eletrônico com uma chave de
fenda Phillips e guarde-os.

Preste atenção Figura 11-14 Gabinete do módulo eletrônico


à direção do
aterramento 3 parafusos Phillips superiores 4 parafusos Phillips laterais

3. Procedimento de montagem da placa de montagem HM e da placa de pausa

Obs.: Como essas duas placas são interconectadas, recomenda-se substituir


ambas ao mesmo tempo.

Placa de
Placa da montagem HM pausa

Figura 11-15 Vista superior do módulo eletrônico

DOC0951990, M1162065, 2014 167


Procedimentos de reparo e serviços

a. Desconecte a trava do cabo da placa de pausa e remova a placa.

Figura 11-16 Placa de pausa


b. Desconecte o tubo do sensor do soprador da placa de montagem.

Figura 11-17 Solenoide de pausa


c. Puxe o tubo da linha de PEEP (1) e os dois tubos de O2 Tygon (2,3)

Figura 11-18 Tubos de pausa

168 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

d. Desaparafuse os três parafusos da placa de montagem e retire-a

Figura 11-19 Montagem da placa de pausa


2. Procedimento de remoção do cabo de energia do interruptor (interruptor
liga/desliga) (M1162013)
Obs.: O interruptor de energia foi trocado em 2007 e agora inclui um capacitor para
proteção. Recomenda-se a instalação de um interruptor com capacitor (M1162013)
se isto não tiver ainda sido feito.

Capacitor

Figura 11-20 Capacitor do interruptor de energia


a. Desaparafuse os dois parafusos que sustentam o braço da fonte de
alimentação de ambos os lados para permitir a abertura da placa do fundo
do módulo.

Parafusos de
sustentação
Figura 11-21 Braço da fonte de alimentação

DOC0951990, M1162065, 2014 169


Procedimentos de reparo e serviços

b. Desconecte o conector do cabo de alimentação do quadro de distribuição.

Conector do
interruptor de
energa

Figura 11-22 Cabo do interruptor de energia


c. Usando um cortador, remova a fita que mantém o cabo no lugar.

Figura 11-23 Braçadeira do cabo do interruptor de energia


d. Usando uma chave de fenda, pressione a área central atrás do corpo do
interruptor de energia até ouvir um clique e então empurre o corpo do interruptor
para removê-lo.

Puxe nessa direção

Porca do interruptor
de energia

Figura 11-24 Remoção do interruptor de energia

170 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

e. Desaparafuse o parafuso de segurança para remover o interruptor do


gabinete.

3. Procedimento de remoção da placa de purga (M1202707)


Observação: A placa de purga é aplicável para as unidades baseadas em motor
de passo e em PSV.
a. Desaparafuse os 4 pinos que seguram a cobertura dos tubos.

Figura 11-25 Tampas dos tubos


b. Desconecte o tubo com a listra azul do Y (círculo azul)

Figura 11-26 Tubo da linha de fluxo

DOC0951990, M1162065, 2014 171


Procedimentos de reparo e serviços

c. Desconecte os dois tubos do sensor de fluxo do DCXL (círculo vermelho)


DCXL

Figura 11-27 Sensor de fluxo DCXL


d. Usando uma chave de fenda Phillips, retire os três parafusos que seguram
a placa de purga (círculo vermelho), desconecte o conector PSV (círculo
azul) e remova a placa do local.

Observação:
Esse conector
não é aplicável
a sistemas
baseados em
motor de passo

Figura 11-28 Montagem da placa de purga

172 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

4. Procedimento de remoção da placa-mãe (M1161983)


Observação: a placa-mãe atual é aplicável somente às unidades baseadas
em PSV.
a. Remova os conectores elétricos da placa-mãe (círculo azul).
b. Desaparafuse os 3 parafusos Phillips e os espaçadores de 5 mm que
mantém a placa no lugar (círculo vermelho).

Figura 11-29 Montagem da placa-mãe


c. Desaparafuse um parafuso Phillips na folha de metal do ME para facilitar
a liberação da placa-mãe (círculo vermelho).

Figura 11-30 Painel do módulo eletrônico

DOC0951990, M1162065, 2014 173


Procedimentos de reparo e serviços

d. Aplicando força razoável com o polegar, empurre a placa-mãe (como visto


na figura abaixo).

Figura 11-31 Montagem da placa-mãe


e. Após desconectar a placa-mãe do conector do fundo, puxe a placa
e remova-a cuidadosamente.

Figura 11-32 Montagem da placa-mãe

174 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

4. Procedimento de remoção da placa-mãe (M1161719)


Observação: A placa do PC é aplicável apenas às unidades baseadas em PSV.
A placa-mãe das unidades baseadas em motor de passo estão obsoletas.
a. Remova os conectores elétricos das placas de PC (círculo azul)

Figura 11-33 Leiaute da placa do PC


b. Desaparafuse os três parafusos planos de plástico e os dois espaçadores
(círculos vermelhos acima)
c. Desaparafuse os seis espaçadores 3/16 (círculo vermelho)

Figura 11-34 Portas de entrada/saída da placa do PC

DOC0951990, M1162065, 2014 175


Procedimentos de reparo e serviços

d. Remova cuidadosamente a placa do PC (primeiro o lado esquerdo),como


observado na figura abaixo

Figura 11-35 Remoção da placa do PC

5. Procedimento para remoção da fonte de alimentação (M1161737)


a. Corte a fita (círculo vermelho) para permitir a remoção dos conectores
elétricos (círculo azul) e desaparafuse quatro parafusos Phillips.

Figura 11-36 Leiaute da fonte de alimentação

176 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

b. Desconecte o conector da ventoinha da fonte de alimentação do quadro


de distribuição.

Figura 11-37 Conector da ventoinha da fonte de alimentação


c. Remova a fonte de alimentação
Obs.: Se necessário, conecte a ventoinha à nova fonte de alimentação
6. Procedimento de remoção do quadro de distribuição (M1202729)
a. Remova os conectores elétricos do quadro de distribuição (círculo azul)
e desaparafuse seis parafusos Phillips (círculo vermelho)

Figura 11-38 Leiaute do quadro de distribuição

DOC0951990, M1162065, 2014 177


Procedimentos de reparo e serviços

b. Remova cuidadosamente o quadro de distribuição.

Figura 11-39 Remoção do quadro de distribuição

178 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

PÁGINA INTENCIONALMENTE DEIXADA EM BRANCO

DOC0951990, M1162065, 2014 179


Resolução de problemas

Section 12: Resolução de problemas

12.1 Guia para resolução de problemas


Antes da utilização da tabela de resolução de problemas a seguir, presume-se
que as seguintes verificações e etapas básicas foram implementadas quando
possível:
Verifique se:
 A unidade está em conformidade com as mudanças e atualizações
ordenadas pelo boletim técnico (BT) distribuído pela GE Healthcare,
incluindo a instalação das versões atuais e revisadas do software.
OBSERVAÇÃO: COMPLETE E ENVIE OS FORMULÁRIOS DE SOLICITAÇÃO DE
MUDANÇA DE CAMPO (FCO) FORNECIDOS PELA GE HEALTHCARE.
 O calendário de manutenção periódica está atualizado e segue as
diretrizes definidas na Section 5: deste manual e na seção 8 do manual
de funcionamento.
 Todos os cabos, as conexões e os tubos externos estão adequadamente
presos de maneira confiável.
 Os procedimentos de TVV e TVO foram conduzidos e todas as falhas
anotadas.
 A unidade pode ser calibrada com sucesso e verificada novamente por
TVV e TVO.
 Os arquivos de registros técnicos foram baixados e arquivados.
 Todos os contatos, conectores, cabos e tubos internos estão presos de
maneira segura e confiável e posicionados longe dos componentes que
se movem.
 O componente supostamente defeituoso foi temporariamente
substituído e a unidade verificada novamente por TVO e TVV.

180 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

Tabela 12-1 Guia de resolução de problemas

Sintoma Observações Causa possível Solução


A unidade não liga com Não há continuidade Defeito no quadro de Substitua a fonte de
energia AC. nos terminais dos distribuição ou na fonte alimentação
interruptores de de alimentação Substitua o quadro de
energia. distribuição
Substitua o módulo
pneumático.
A unidade liga mas não Luzes verdes de LED Versão incorreta do Reinstale o SW
dá o boot. software instalada ou Substitua a placa do PC
instalação interrompida.
Módulo pneumático Substitua o módulo
defeituoso. eletrônico.
A unidade liga mas Bateria vazia Substitua a fonte de
é reiniciada mais de Placa do PC defeituosa alimentação
uma vez. Módulo pneumático Substitua a placa do PC
defeituoso. Substitua o módulo
eletrônico.
O fusível AC da unidade Fonte de alimentação Substitua a fonte de
queima logo após esta defeituosa alimentação
ser ligada. Módulo pneumático
defeituoso. Substitua o módulo
eletrônico.
A unidade desligou Código de erro 1 ou Pico ou queda de Substitua o interruptor
sozinha. reinicialização a energia ou defeito no liga/desliga
quente no registro módulo eletrônico. Substitua o módulo
técnico eletrônico.
A unidade funciona O fusível AC está Substitua os fusíveis AC
à base da bateria queimado ou a bateria ou recarregue a bateria.
(desconexão da descarregada.
energia AC no registro
de eventos).
A unidade não dá boot O LED de carga não Fusível AC queimado. Substitua ambos os
quando funcionando acende quando o fusíveis AC e carregue
com a energia da cabo de alimentação a bateria durante
bateria. AC está conectado. 8 horas.
O LED de carga acende Bateria descarregada. Carregue a bateria
quando o cabo de durante 8 horas.
alimentação AC está
conectado.

O tempo disponível da A unidade continua a O medidor de gás da Carregue a bateria


bateria é muito curto ou funcionar mas dispara bateria acumula muitos durante 8 horas,
o indicador da bateria um alarme de bateria erros ou é inicializado descarregue-a até ficar
nunca indica carga baixa ou vazia. de maneira inadequada. vazia e recarregue por
completa. 10 horas.
A unidade deixa de A capacidade da bateria Substitua a fonte de
funcionar mas não é inadequada. alimentação
há alarme de bateria
vazia.
O indicador da bateria A fonte de Quadro de distribuição Substitua o quadro de
indica que esta está alimentação defeituoso distribuição

DOC0951990, M1162065, 2014 181


Resolução de problemas

Sintoma Observações Causa possível Solução


vazia após recarga e substituída mostra o Placa-mãe defeituosa Substitua a placa-mãe
recondicionamento do ícone de bateria vazia. Módulo pneumático Substitua o módulo
medidor de gás. defeituoso. eletrônico.
A unidade mostra erro O LED de carga Fusível da fonte de Substitua o fusível da
de Bateria danificada acende quando o alimentação queimado. fonte de alimentação
ou Solicite cabo de alimentação (15 A).
manutenção/Bateria AC está conectado.
desconectada.
Falha do TVV, A capacidade da bateria Substitua a fonte de
verificação da bateria. é inadequada. alimentação ou a
bateria.
A imagem exibida está A imagem de captura O conector de LCD está Reconecte o conector de
de cabeça para baixo, da tela está correta. parcialmente LCD e dobre o braço
revertida, monocrômica, desconectado. retentor para fora.
borrada, etc.
A sequência de ativação A imagem correta Cabo da placa inversora Reconecte o cabo da
da unidade está normal pode ser vista com luz ou luz de fundo placa inversora ou a luz
mas a tela está preta. extremamente desconectada. de fundo.
brilhante. Se o problema persistir,
substitua o painel
frontal.
O botão de controle está O parafuso da haste de Aperte o parafuso da
solto ou gasto. montagem do haste de montagem do
codificador está solto. codificador.
Se o problema persistir,
substitua o painel
frontal.
Falha do TVV, falha da As válvulas solenoides Unidade pneumática Substitua a unidade
solenoide. são capazes de se defeituosa. pneumática.
mover
mecanicamente.
Código de erro 330 no
registro de erros.
Falha do TVV, vazamento As conexões do Vazamento pneumático Substitua o circuito do
no sensor de fluxo. circuito do paciente na conexão dos tubos paciente.
ao painel frontal dos sensores.
estão seguras.
Vazamento da válvula Substitua a válvula bico
bico de pato de pato
Módulo pneumático Substitua a placa de
defeituoso. purga
Substitua a placa-mãe
Substitua o módulo
eletrônico.
Falha no TVV, pressão PIP chega a < 65 Unidade descalibrada. Recalibre os sensores de
do paciente ou cmH2O durante o zero e os sensores de
soprador. TVV. pressão.
PIP chega a < 65 O silenciador de saída Substitua o silenciador
cmH2O durante o TVV está quebrado e de saída. (Saída do
e a unidade está vazando. ventilador)
calibrada.

182 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

Sintoma Observações Causa possível Solução


Falha no TVV, interruptor Pressão do Pressão do suprimento Eleve a pressão do
de pressão de O2 a suprimento de O2 de O2 inferior a 40 psi. suprimento de O2 de
100%. igual ou superior a forma a mantê-la em
40 psi em todos os níveis iguais ou
momentos. superiores a 40 psi
durante todo o teste.
Notificação de reparo Código de erro 307 no Sistema de O2 Calibre o sistema de O2.
Alarme após ligar registro técnico. descalibrado
a unidade. Sensor de O2 Substitua o sensor de O2
defeituoso. e recalibre a unidade.
Código de erro 160 ou Tamanho de arquivo O dispositivo é
161 no registro inconsistente ou arquivo reinicializado com os
técnico não encontrado após parâmetros default. Se
reboot. o problema persistir,
substitua o DOC.
Código de erro 321 no Tempo de resposta do
registro técnico. conversor analógico-
digital muito longo.
Alarme de Cal necess. Código de erro 306 no Sistema de O2 Calibre o sistema de O2.
após ligar a unidade. registro técnico. descalibrado
Turbina barulhenta. A unidade A turbina apresenta Substitua a unidade
aparentemente é deterioração mecânica. pneumática.
pressurizada
normalmente.
Não há pressão no Código de erro 345 ou Turbina defeituosa Substitua a unidade
soprador ou a turbina 347 no registro pneumática.
não funciona. técnico Módulo pneumático Substitua o módulo
defeituoso. eletrônico.
Falha na calibração Código de erro 375 no Faixa de variação do Substitua o sensor de O2 .
de O2. registro de erros. sensor de O2
inadequada
Código de erro 387 no Faixa de variação da 1. Verifique os tubos do
registro de erros. abertura e fechamento suporte de O2
do PSV incorreta 2. Atualize o SW para
PSV travada a última versão
mecanicamente 3. Repita a calibração
PSV travada de O2
eletronicamente 4. Substitua as placas de
Leitura do fluxo de montagem e de pausa.
O2 com falhas 5. Substitua a unidade
pneumática.
A unidade é reprovada Escape de fluxo no Linhas dos sensores do Substitua o circuito do
no TVO. gráfico circuito do paciente paciente.
parcialmente
contaminadas com
fluido.
Falha no TVO, falha no Válvula unidirecional Substitua o circuito do
circuito do paciente. faltando ou não paciente.
funcionante
A unidade exibe um A forma de onda do Linhas dos sensores do Substitua o circuito do
alarme de falha do gráfico de pressão circuito do paciente paciente.
circuito do paciente tem muito ruído. parcialmente
durante funcionamento contaminadas com
normal. fluido.

DOC0951990, M1162065, 2014 183


Resolução de problemas

12.2 Diagnóstico e reparos


As seções a seguir expandem o guia de resolução de problemas e descrevem
falhas que exigem diagnóstico e reparos mais extensos.

12.2.1 Válvula de demanda


Existem duas (2) versões da válvula de demanda. Uma possui um botão de
ativação manual e a outra não. A unidade que dispõe do botão precisa de uma
leve pressão positiva (< 2 cm H2O) para interromper o fluxo, enquanto que
a outra versão desliga automaticamente somente com a pequena
contrapressão presente no seu conector de saída.
O funcionamento adequado desse componente pode ser verificado de maneira
independente:
1. Conecte um suprimento de O2 à saída DISS da válvula de demanda
e aplique uma pressão de 50 psi.
2. Inicie o fluxo através do dispositivo pela ativação manual do botão
encontrado no topo.
OBSERVAÇÃO: A UNIDADE QUE NÃO DISPÕE DO BOTÃO AINDA PODE SER ATIVADA
MANUALMENTE EMPURRANDO SUAVEMENTE UMA HASTE DE
PEQUENO DIÂMETRO ATRAVÉS DO ORIFÍCIO CENTRAL NO TOPO.
3. Usando a palma da sua mão, oclua lentamente a saída da válvula de
demanda e verifique se o dispositivo desliga o fluxo sem acúmulo
apreciável de contrapressão.
4. Verifique se o dispositivo continua desligado sem vazamento
perceptível.
OBSERVAÇÃO: ALGUMAS VÁLVULAS DE DEMANDA DESLIGAM ASSIM QUE A
ATIVAÇÃO MANUAL É LEVANTADA. EMBORA ISSO SEJA NORMAL, NÃO
DEVE HAVER, DE QUALQUER MODO, VAZAMENTOS DETECTÁVEIS.
Se o funcionamento da válvula de demanda foi verificado mas ainda há falha
no TVV quando esta é reinstalada na unidade, pode haver problemas quanto
à sua posição em relação à porta de entrada de O2 na unidade pneumática.
As versões mais antigas do tubo de entrada de O2 usavam roscas tipo NPT
e eram seladas com fita de Teflon. Isso pode fazer com que a válvula de
demanda seja posicionada à frente da porta de entrada da unidade
pneumática. Enquanto o tubo flexível de silicone usado para conectar a válvula
de demanda à porta de entrada compensa a variabilidade da distância, ao
longo do tempo, à medida que o tubo perde flexibilidade, o selo poderia vazar e
a válvula de demanda seria incapaz de detectar a contrapressão necessária
para fechar e interromper o fluxo de O2.
Se o tubo de conexão de silicone for visto de uma perspectiva lateral, deve ser
possível discernir a compensação do eixo vertical.

184 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

Para resolver o problema, faça o seguinte:


 Remova a saída DISS e a contraporca do tubo de entrada de O2 com
auxílio de uma chave de boca de 3/8 polegada.
 Remova a fita de Teflon existente completamente das roscas do encaixe.
 Corte um pedaço de fita de Teflon de 3,8 a 4,4 cm de comprimento e
1,2 cm de largura (1,5”- 1,75” L x 0,5” W).
 Com a extremidade da rosca do encaixe voltada para você, enrole a fita
em sentido horário em torno das roscas.
 Instale a saída DISS e a contraporca no coletor do tubo de O2 de forma
que 1/8 polegada da rosca fique visível. (3 ou 4 roscas)

OBSERVAÇÃO: QUANDO A VÁLVULA DE DEMANDA ESTÁ ADEQUADAMENTE


INSTALADA NA MONTAGEM DO TUBO DE ENTRADA DE O2, DEVE
HAVER UMA DISTÂNCIA DE 70 MM ENTRE OS CENTROS. (VEJA A
FIGURA 12-1).

Figura 12-1 Tubo de entrada de O2 e válvula de demanda

12.2.2 interruptor de pressão


Existem duas (2) versões desse componente e do tubo de entrada que se
conecta a ele. É melhor contactar a assistência técnica da GE Healthcare antes
de tentar substituir o componente.
O funcionamento adequado desse componente pode ser verificado de forma
independente conectando um ohmímetro aos terminais e medindo o estado
correspondente do interruptor. O interruptor normalmente está aberto
(na ausência de O2) e deve se fechar na presença de O2 de alta pressão.

DOC0951990, M1162065, 2014 185


Resolução de problemas

1. Com a unidade desligada, desmonte o gabinete frontal como


demonstrado em Desmontagem do gabinete, seção 11.13.1.1, página 152.
2. Identifique o tipo do interruptor de pressão de O2 e conecte
o ohmímetro aos contatos correspondentes do conector:
3. Para o interruptor prateado colocado diretamente sobre o tubo de
entrada de O2: Pinos 1 e 2 (fio vermelho e fio branco).
4. Para o corpo metálico de latão montado à parede no fundo no
gabinete traseiro: As duas linguetas localizadas na parte traseira do
corpo metálico.
A despeito do tipo de interruptor de pressão de O2, os terminais do interruptor
estão conectados aos pinos 9 e 17 do conector principal da UP (veja a Figura 12-2).

Figura 12-2 Conector principal da UP (Visão frontal) - Saída de pinos do interruptor de pressão
5. Monte o gabinete frontal no gabinete traseiro como demonstrado em
Montagem do gabinete, seção 11.13.1.2, página 155.

12.2.3 Causa raiz - pneumática vs eletrônica


O primeiro passo para isolar a causa raiz de um vazamento do sensor de fluxo
no TVV para determinar se o problema é pneumático ou eletrônico. É possível
que não haja a verdade vazamento e que a unidade apenas “acredite” que
existe um vazamento.

186 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

Embora não seja enviado um sinal de fluxo para o transdutor de fluxo durante
a parte de pressurização do TVV, ele deve ser reprovado em “tudo” à exceção
do vazamento do sensor de fluxo.
Conduza o seguinte experimento:
 Configure o ventilador e o circuito do paciente como demonstrado na
seção 6.3, página 83.
 Execute a primeira parte do TVV de acordo com a seção 6.4.1.1, Testes do
sinal de alarme, página 89, e os Testes de pressão na página 90 várias
vezes, e determine todas as vezes se é detectado vazamento do sensor de
fluxo ou não. (Isso o ajudará a determinar se a falha é limítrofe e a evitar
conclusões falsas).
 Desconecte as duas linhas de sensores de fluxo do lado esquerdo do
painel frontal e repita o teste.
Deve haver falhas relacionadas à segurançadas solenoides, solenoide 1,
solenoide 2 e pressão do paciente devido à ausência de um sinal de pressão.
 Se o vazamento do sensor de fluxo estiver OK, a causa da falha é um
vazamento pneumático.
 Se o vazamento do sensor de fluxo mostrar Falha, a causa da falha
é eletrônica.
Se for determinado que a causa da falha é eletrônica (falha relacionada
a vazamento no sensor de fluxo durante o TVV sem presença de sinal de fluxo),
execute a etapa do procedimento de Calibração dos sensores de zero como
definido na seção 7.6.1, página 101 e repita o TVV (sem que o circuito do
paciente esteja conectado).
Se a unidade mostrar a mesma falha no TVV, o módulo eletrônico precisa ser
substituído.

12.2.3.1 Isolamento de vazamentos do tubo interno


O sistema de medição/sensor pneumático consiste em três (3) ramos principais
de tubos análogos aos três tubos conectados ao painel frontal do ventilador:
 Controle da pressão do soprador e válvula de exalação
 Porta de fluxo negativo (-) e pressão do paciente
 Porta de fluxo positivo (+)
CUIDADO: EMBORA HISTORICAMENTE RARO, É POSSÍVEL HAVER VAZAMENTOS EM
MAIS DE UM LOCAL.
Embora possa ser possível localizar o vazamento em um dos três ramos sem
desmontar a unidade, para consertá-lo é necessário remover pelo menos
o painel frontal.
Desvincule o gabinete frontal do gabinete traseiro como demonstrado em
Desmontagem do gabinete, seção 11.13.1.1, página 152. Não conecte tubos
ou cabos.

DOC0951990, M1162065, 2014 187


Resolução de problemas

12.2.3.2 Controle da pressão do soprador e válvula de exalação


Um vazamento que ocorre ao longo do tubo do sensor de pressão do soprador
e da linha de controle da válvula de exalação não é na verdade detectado pelo
TVV. Se um vazamento levar a uma pressão no soprador inferior à pressão do
paciente, a válvula de exalação não será mantida totalmente fechada. O fluxo
de ar que escapa da válvula de exalação baixa a pressão na porta do sensor de
fluxo (+) e cria uma pequena medição de fluxo negativo.
As seguintes etapas determinam se o vazamento está localizado ao longo deste
ramo:
1. Configure o ventilador e o circuito do paciente como demonstrado na
seção 6.3.
2. Bloqueie a saída da válvula de exalação (macho, 22 mm).
3. Proceda à primeira parte do TVV como definido nos Testes do alarme
sonoro na página 89 e nos Testes de pressão na página 90.
4. Se houver falha no teste de vazamento do sensor de fluxo, a causa
não é a pressão do soprador nem os tubos de controle da válvula de
exalação.
5. Se não houver falha no teste de vazamento do sensor de fluxo, a falha
pode ser localizada ao longo dos tubos de controle da válvula de
exalação e da pressão do soprador.
Um vazamento localizado em qualquer lugar do T da porta do soprador ao
transdutor de pressão provocará provavelmente uma falha na parte da pressão
do soprador do TVV, mas não um vazamento no sensor de fluxo. Isso sugere
que a localização provável do vazamento é uma das seguintes:
 o conector frisado logo após o luer do painel frontal da linha de controle
da válvula de exalação, ou
 a pequena aresta da conexão em T do soprador.

12.2.3.3 Porta de fluxo negativo (-) vs. porta de fluxo positivo(+)


Os dois conectores luer na parte inferior esquerda do painel frontal são as
portas dos sensores de fluxo. A porta mais à esquerda é um luer metálico
macho de travamento: é a porta de fluxo negativo (-). Se essa porta estiver
pressurizada ou sob pressão mais elevada do que a porta direita, o traçado
do gráfico de fluxo na tela fica abaixo da linha de base.
A porta mais à direita é um luermetálico macho de travamento: é a porta de
fluxo positivo (-). Se essa porta estiver pressurizada ou sob pressão mais
elevada do que a porta esquerda, o traçado do gráfico de fluxo na tela fica
acima da linha de base.
Mais uma vez, observe que um vazamento ao longo de qualquer um dos ramos
apresenta o efeito oposto: se houver um vazamento ao longo do tubo da porta

188 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

negativa (-) à esquerda, o gráfico de fluxo fica acima da linha de base. Se houver
um vazamento ao longo dos tubos da porta positiva (+), o gráfico de fluxo fica
abaixo da linha de base.
As seguintes etapas determinam em que ramo está localizado o vazamento:
1. Configure o ventilador e o circuito do paciente como demonstrado na
seção 3.6, página 28.
2. Observe se a linha do fluxo no gráfico de fluxo está acima ou abaixo da
linha de base (0 cmH2O).
OBSERVAÇÃO: PODE SER NECESSÁRIO CONFIGURAR A FAIXA DE VARIAÇÃO DO
GRÁFICO DE FLUXO PARA 60 A FIM DE MELHORAR A RESOLUÇÃO
E PODER DETECTAR VISUALMENTE O FLUXO.
3. Se o fluxo estiver acima da linha de base, o vazamento está situado na
porta negativa (-) à esquerda.
4. Se o fluxo estiver abaixo da linha de base, o vazamento está situado na
porta negativa (-) à direita.

12.2.3.4 Porta de fluxo positivo (+)


Para isolar um vazamento localizado nesse ramo, siga todas as etapas e
considerações descritas na seção anterior. A diferença principal é que os
critérios para determinação da ausência ou presença de vazamento no gráfico
de fluxo são exatamente opostos.
Normalmente, quando não existe vazamento, se o tubo da porta positiva for
ocluído, o traçado do gráfico de fluxo tem uma direção positiva ou se mantém
próximo à linha de base (dependendo da rapidez da oclusão do tubo). Mesmo se
a unidade estiver tentando ventilar, o traçado do gráfico de fluxo permanecerá
na região positiva (veja na Figura 12-3).
Se houver um vazamento à frente da oclusão, o gráfico de fluxo fica negativo
ou se mantém na faixa negativa (veja na Figura 12-3).

Sem vazamento Vazamento

Figura 12-3 Gráficos de fluxo (ocluindo a porta do sensor de fluxo positivo)

DOC0951990, M1162065, 2014 189


Resolução de problemas

12.3 Acurácia do volume corrente na exalação


De modo geral, após uma calibração e subsequente TVV, deve haver um alto
nível de confiança na acurácia das medições de volume. O circuito do paciente
precisaria estar com defeito e inutilizável ou as manipulações durante as
calibrações de volume precisariam ser incomumente rápidas para causar um
erro de calibração.
Nas aplicações clínicas, existe uma ampla variedade de razões normais para
um baixo volume corrente na exalação, como vazamento na interface,
configuração muito baixa do tempo inspiratório ou limite de volume muito
baixo. Esta seção lida com questões relacionadas à falta de acurácia das
medições de volume, a qual pode ser verificada na bancada de testes em
condições controladas.

12.3.1 Acurácia do volume corrente na inalação


O sensor de fluxo do circuito do paciente do iVent201 mede o fluxo em ambas as
direções. A calibração de pressão é independente da calibração de fluxo ou do
circuito do paciente utilizado. É fácil também comparar a pressão gerada a uma
variedade de dispositivos externos de medição de pressão. No mínimo, ela pode
ser comparada e verificada com o manômetro certificado usado para calibrar
a unidade.
O pulmão de teste de 2 litros têm uma complacência consistente de
aproximadamente C24. Isso significa que para cada 24 ml injetados no pulmão
de teste, este gera 1 cmH2O. A linha de base do volume corrente ocorre no
valor de 5 cmH2O de PEEP nas configurações default de 70+ kg. Após injetar
mais 700 ml no pulmão de teste, são gerados mais 29 cmH2O acima do valor
inicial da PEEP. O resultado é uma PIP (pressão inspiratória de pico) de 34
cmH2O.
Resumindo: se o ventilador gerar uma PIP de aproximadamente 34 nas
configurações default de 70+ kg com um pulmão de teste, a acurácia da
inalação foi confirmada.
DICA: PARA VISUALIZAR A MEDIÇÃO DA COMPLACÊNCIA DO PULMÃO DE TESTE,
SELECIONE MOSTRAR MECÂNICA NO MENU PRINCIPAL. PARA RETORNAR À
TELA PADRÃO, SELECIONE MOSTRAR GRÁFICOS.

12.3.2 Interferências no volume corrente na exalação


Presume-se que o ventilador foi adequadamente calibrado e verificado por
meio de um TVV, que a acurácia da medição de volume foi avaliada, o circuito
do paciente foi substituído e, mesmo assim, ainda é observada uma diferença
superior a 10% entre o volume corrente estabelecido e as medidas de exalação.
Essa seção discute as interferências conhecidas que podem alterar a acurácia
das medições de volume corrente da exalação.

190 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

12.3.3 Vazamento
Se o pulmão de teste usado apresenta um vazamento, o volume exalado será
menor que o volume inalado. Além disso, se o ventilador for configurado de
acordo com o descrito na seção 12.5, o gráfico de fluxo mostra uma
compensação positiva.

12.3.4 Velocidade
Qualquer carga de teste que causa uma exalação em alta velocidade pode criar
uma medida de volume corrente de exalação baixa.
O fluxo de alta velocidade proveniente do pulmão de teste reduz a pressão na
primeira porta (porta -), criando um volume de exalação artificial mais baixo.
As capturas de tela do iVent201, abaixo(Figura 12-1), mostram os efeitos de um
pulmão de teste subdimensionado para esta aplicação (configurações). Observe
a pressão inspiratória elevada, bem como a elevação rápida da velocidade do
fluxo de exalação com um volume de exalação significativamente baixo.
Clinicamente, essa forma de onda de exalação com grande amplitude e período
curto se assemelha à tosse do paciente e não é um padrão de fluxo comum no
estado estacionário.
O ponto crítico é que a análise do gráfico de fluxo pode levá-lo à causa raiz
e a uma ação corretiva. Nesse caso, a solução adequada para essa situação
é a substituição de um pulmão de teste de 1 litro por um pulmão de teste de
2 litros e a instalação de um resistor Rp20.

Pulmão de teste com resistor Rp20 Pulmão de teste sem resistor

Figura 12-4 Gráficos de fluxo (exalação em alta velocidade)

DOC0951990, M1162065, 2014 191


Resolução de problemas

12.3.5 Pulmão de teste MAQUET (Siemens 190)


Duas (2) característica desse pulmão interferem com as medições corretas do
volume corrente:
 O pulmão de teste possui um resistor pneumático incluso com um valor
~Rp40.
 O conector se encaixa no conector F de 15 mm do Y do circuito do
paciente.
O jato de alta velocidade proveniente do orifício do pulmão de teste reduz a
pressão na segunda porta (porta +), criando um volume de exalação artificial
mais baixo.
Esse problema é facilmente resolvido pela colocação de um filtro bacteriano na
saída do Y do circuito do paciente.

Figura 12-5 Formas de onda do pulmão 190 e do iVent201

12.4 Problemas variados


Alguns problemas levam a sintomas enganosos, como descrito abaixo.

12.4.1 Tela preta


Algumas vezes esse sintoma é relatado como “unidade não dá boot” ou “tela
com defeito”. Na maioria das vezes, uma tela preta é causada por um pequeno
problema no inversor ou na luz de fundo de LCD. (Uma tela toda branca é
exibida quando o LCD está desconectado ou com defeito). Se a tela estiver
completamente preta, tente direcionar uma luz muito brilhante à superfície da
tela e veja se consegue detectar uma imagem gráfica tênue.
Se conseguir, geralmente o cabo está desconectado ou um dos três fios ou
contatos do conector está quebrado ou desconectado. +

192 DOC0951990, M1162065, 2014


iVent201 Manual de referência técnica

12.4.2 Falha na calibração do sensor de fluxo


A unidade apresenta falha na etapa de calibração “Calibrar sensor de fluxo”,
mas na maioria das vezes, trata-se, na verdade, de um problema relacionado
ao O2 – por exemplo, o misturador de O2 está na posição de O2 a 100%
e a unidade não consegue gerar o fluxo necessário.

12.4.3 Controle errático de O2


Normalmente, quando é configurado um valor de FiO2, a unidade tenta
alcançar o valor-alvo da mistura de O2 e se estabilizar. Se o controle ou
a estabilidade de O2 estão aparentemente erráticos, a causa raiz pode ser,
na verdade, uma instabilidade do volume-minuto.
Geralmente, a instabilidade do volume-minuto são ciclos respiratórios extras
devido a autodisparo. Isso pode ocorrer pelos seguintes motivos:
 Existe um vazamento na interface do paciente (geralmente o pulmão
de teste).
 O pulmão de teste está balançando ou se chocando contra um objeto.
 Existe uma compensação de fluxo devido a um erro de calibração.
 A sensibilidade de fluxo foi configurada a níveis muito baixos.
Se o O2 ficar repetidamente instável, tente desligar a sensibilidade do disparo
e veja se o volume minuto e o controle do O2 se estabilizam.

12.4.4 Volumes correntes de exalação erráticos


“Volumes correntes de exalação erráticos” significa que, embora o ventilador
esteja configurado para entregar ciclos respiratórios consistentes, são
observados alguns ciclos mais curtos que o normal.
O problema é muito semelhante ao discutido anteriormente (seção 12.4.3).
Geralmente o ventilador está funcionando em modo volume controlado e os
ciclos mais curtos são ciclos extras baseados nas configurações do suporte
pressórico. Deve ser possível identificar um ícone de uma “pessoa rosa”
acompanhando esses ciclos.
As possíveis causas raiz são listadas na seção anterior.

12.4.5 Pressão baixa durante calibração ou TVV


Se forem observadas pressões mais baixas que o normal durante a calibração
ou o TVV, o ventilador pode estar funcionando com a bateria.
Conecte simplesmente a energia AC e reinicie o processo do TVV ou a calibração.

DOC0951990, M1162065, 2014 193


Resolução de problemas

12.5 Configurando o ventilador para aferição da pressão estática


Para auxiliar o técnico na resolução de problemas, pode ser necessário alterar
os parâmetros do ventilador.
Os seguintes procedimentos configuram o ventilador para manter uma pressão
estática de 20 cmH2O durante 2 minutos sem iniciar a ventilação. Isso também
desvia sinais erráticos criados pelo técnico pela manipulação extensa dos tubos
do sensor.
Essa configuração pode ser especialmente útil para resolução de problemas
relacionados a vazamentos pneumáticos.
1. Conecte a energia AC e o circuito do paciente ao ventilador.
2. Ligue o ventilador e selecione a configuração de peso do paciente 70+ kg
na tela de abertura.
3. Selecione CPAP/PSV no campo do modo no canto superior direito da
tela. A janela de configuração de parâmetros é exibida.
Observação: ESSE MODO NÃO REQUER CICLOS MANDATÓRIOS E CONFIGURA AS
TAXAS DEFAULT PARA ZERO.
4. Selecione PEEP e ajuste o valor para 20 (cm H2O)
Observação: SE O VENTILADOR ESTIVER CONFIGURADO PARA AS FAIXAS DE
VARIAÇÃO ESTENDIDAS, É POSSÍVEL AJUSTAR A PEEP PARA 40 (CMH2O).
5. Selecione “Gatilhos” e ajuste “Pressão” e Fluxo” para desligado.
6. Selecione Aceitar.
7. Selecione a opção de “Configuração de alarmes” no menu principal
A janela de configuração de alarmes é exibida.
OBSERVAÇÃO: SE O VENTILADOR NÃO IDENTIFICAR MOVIMENTOS DO CURSOR DURANTE
1 MINUTO, O TEMPO SE ESGOTA E RETORNA O MENU PRINCIPAL.
8. Selecione “Tempo de apneia” e ajuste a configuração para 120 (seg).
9. Selecione “Aceitar” para manter essas configurações. A tela “Standby”
é exibida.
10. Selecione a opção de “Configuração avançadas” no menu principal
A janela de configuração avançadas é exibida.
11. Selecione a opção “Purgar todos” e mude para desligado.
12. Bloqueie o circuito do paciente com uma rolha de borracha ou
equivalente.
13. Pressione INICIAR quando estiver pronto.
OBSERVAÇÃO: QUANDO SURGIR A JANELA DE ALARME DE APNEIA, PRESSIONE
FECHAR E SELECIONE A MENSAGEM PISCANTE DE APNEIA NO
CAMPO “MODO” E SIM PARA RESTAURAR A QUESTÃO PRÉVIA DO
MODO. SE A JANELA DE ALARME APARECER, PRESSIONE FECHAR
E ENTÃO RESTAURAR.

194 DOC0951990, M1162065, 2014


Section 13: Acessórios e peças avulsas

13.1 Introdução
Essa seção do manual serve primariamente como referência para identificação
e solicitação de peças avulsas. Leia com cuidado as informações e descrições
para garantir que os itens sejam identificados corretamente.

13.2 Versões do hardware


Várias versões do hardware do sistema de ventilador iV201 estão disponíveis
em campo. Como esse manual é destinado a ser uma referência genérica para
todas as versões do produto, as seguintes designações devem ser usadas nessa
seção de acessórios e peças avulsas:
Entre iv12000 e iv14999 Indica de modo geral todos os dispositivos
com sistema pneumático baseado em motor
de passo

Entre iv15000 e iv19999 Indica todos os dispositivos com a


ou configuração padrão de cores equipados
superior a 30000 com o sistema pneumático baseado em PSV

Entre iv20000 e iv29999 Refere-se a todos os dispositivos com a


configuração de hardware e cor HHS

OBSERVAÇÃO: Contate a assistência técnica da sua região para ajudá-lo a


identificar e solicitar peças de unidades com número de série
<iV2000.

M1162065, 2009 195


Acessórios e peças avulsas

13.3 Listas de peças


13.3.1 Acessórios do ventilador
Número da peça da GE Descrição
M1203387 Circuito respiratório descartável,
tipo I, caixa com 24
M1161009 Circuito respiratório descartável,
tipo Y, caixa com 20
M1161145 Circuito respiratório multiuso,
tipo Y, 1 unidade, sensor de
polissulfona e tubos de silicone
M1161007 Filtro descartável de entrada de
ar, caixa com 12
M1161008 Filtro e adaptadores de baixa
pressão, descartáveis, caixa
M1162020 com 12
Montagem de válvulas, oxigênio
de baixa pressão
M1162022 Bolsa com reservatório, 1 litro,
oxigênio de baixa pressão
M1162044 Suporte com rodízios com alça e
braço de montagem
M1206571 Suporte com rodízios GCX

M1206572 Suporte para cilindro de


oxigênio para RNM GCX
M1216062 Cesta não segura para RNM

M1212042 RODÍZIOS DE 3 POL COM TRAVA


PARA RNM GCX, QTDE 5
M1212038 MONTAGEM DE TRILHOS PARA
RNM GCX
M1212040 MONTAGEM DE HARDWARE
PARA RNM GCX
M1162046 MONTAGEM PARA SUBSTITUIÇÃO
DA PLACA RECLINÁVEL PARA
M1162048 RNM GCX
Braço de suporte do circuito
respiratório
M1162016 Mangueira de suprimento de
oxigênio, seis (6) pés, saída de
oxigênio DISS
M1162017 Mangueira de suprimento de
oxigênio, quinze(15) pés, saída
de oxigênio DISS

196 DOC0951990, M1162065, 2014


Acessórios e peças avulsas

Número da peça da GE Descrição


M1220125 Mangueira de suprimento de
oxigênio, seis (6) pés, saída de
oxigênio NIST
M1220126 Mangueira de suprimento de
oxigênio, seis (6) pés, saída de
oxigênio s90
M1162058 Kit de calibração (1 seringa de
calibração, 1 manômetro,
2 pulmões de teste, 2 resistores
Rp20, 1 rolha)
M1161996 Cabo de alimentação DC –
adaptador veicular de 12 volts
M1161997 Cabo de alimentação DC –
adaptador clip-on de 12 volts
M1161188 Resistor pneumático, 0,24in,
Rp20
M1162059 Resistor pneumático, 4mm, Rp50

M1161967 Adaptador para filtro


químico/biológico
M1161170 Seringa de calibração – 500ml

M1161184 Manômetro de calibração

M1162061 Pulmão de teste de 2 litros

M1161821 Tampa vermelha

M1161011 Kit de bateria externa

M1162050 Braço de suporte da bateria


externa para suporte de
rolagem
M1162065 Manual de manutenção do
iVent201
M1162064 Manual de funcionamento do
iVent201

DOC0951990, M1162065, 2014 197


Acessórios e peças avulsas

13.3.2 Submontagens

1 4

Figura 13-1 Submontagens

Ref. Número da peça Descrição


da GE
01 2063414-001 Painel frontal do PSV com LCD
- 2062680-001 Painel frontal PSV (apenas
a caixa)
- M1184449 Painel frontal HS com LCD
- 2062684-001 Painel frontal HS (apenas
a caixa)
- 2063409-001 Motor de passo, painel frontal
com LCD
- 2063410-001 Motor de passo, painel frontal
(apenas o gabinete)
02 2081184-001 MONTAGEM DO PAINEL
TRASEIRO (1.4)

198 DOC0951990, M1162065, 2014


Acessórios e peças avulsas

Ref. Número da peça Descrição


da GE
- 2080955-001 MONTAGEM DO PAINEL
TRASEIRO HS
03 M1161178 Sistema pneumático,(motor
de passo)
- M1161955 MÓDULO PNEUMÁTICO
QB\L, PSV (PSV E H.S)
04 M1161957 MONTAGEM DO MÓDULO
ELETRÔNICO, PSV
- M1183383 MONTAGEM DO MÓDULO
ELETRÔNICO, HS
05 M1161022 MONTAGEM DA FONTE DE
ALIMENTAÇÃO
- M1161960 MONTAGEM DA FONTE DE
ALIMENTAÇÃO HS
M1171502 FONTE DE ALIMENTAÇÃO
ESTENDIDA
M1171503 FONTE DE ALIMENTAÇÃO
ESTENDIDA HS
06 M1161965 MONTAGEM Q PARA
SILENCIADOR DE ENTRADA DE
AR. (1.4)

Peças adicionais (não mostradas na figura):


Número da peça da GE Descrição
M1161179 Sensor de O2
M1161168 KIT DE MANUTENÇÃO
PERIÓDICA DE 1 ANO
M1198074 KIT DE MANUTENÇÃO
PERIÓDICA DE 1 ANO HS
M1183858 Kit para tampa do
interruptor liga/desliga

DOC0951990, M1162065, 2014 199


Acessórios e peças avulsas

13.3.3 Componentes da bateria integrada

Figura 13-2 Componentes da bateria integrada

Número da peça
Ref. Descrição
da GE
M1161722 Célula de bateria padrão
1
integrada
2 M1161716 FUSÍVEL 3,15 A 250 V SB
M1202722 Placa de circuitos
3 impressos do medidor de
gás padrão integrada
M1206334 Painel plástico da fonte de
4
alimentação com alça

200 DOC0951990, M1162065, 2014


Acessórios e peças avulsas

13.3.4 Componentes do módulo eletrônico

Figura 13-3 Leiaute do módulo eletrônico

Número da peça
Ref. Descrição
da GE
1 M1202730 Placa de purga
2 M1162013 Interruptor Liga/desliga
3 M1208165 Entrada AC
4 M1162012 Ventoinha de resfriamento
5 M1161737 Fonte de alimentação
6 M1202729 Quadro de distribuição
7 M1161719 Placa do PC
8 M1161983 Placa-mãe do PSV
9 M1202739 Placa de montagem
10 M1202734 PCB da pausa

DOC0951990, M1162065, 2014 201


Acessórios e peças avulsas

13.3.5 Lista geral de peças avulsas


Itens do painel traseiro
Número da Descrição Observações
peça
2081184-001 KIT DO PAINEL TRASEIRO Montagem do painel traseiro
2080955-001 KIT DO PAINEL TRASEIRO HS Painel traseiro HS
M1161007 660A0001-12, FILTRO DESCARTÁVEL DE ENTRADA DE AR, QTDE 12 Filtro de ar padrão
M1161975 PEÇA ORIGINAL, 504HS250-01, MONTAGEM DE FILTROS HS Filtro de ar preto
M1161008 660L0001-12, FILTRO DESCARTÁVEL DE OXIGÊNIO DE BAIXA PRESSÃO, Filtro de ar do adaptador de fluxo de
QTDE. 12 O2 baixo
M1161965 PEÇA ORIGINAL, 504A0100-B0, MONTAGEM SILENCIOSA DO Silenciador de entrada de ar
SILENCIADOR DE AR PARA MODELO 1.4 DO IVENT
M1161021 PEÇA ORIGINAL, 322B6420-01, ANEL EM O, 2.0 MM X 64 MM, ENTRADA Filtro do silenciador de entrada de ar
DE AR
M1161874 PEÇA ORIGINAL, 360B0430-01, PARAFUSOS DE AÇO DE CABEÇA Parafusos para a parte inferior do
SEXTAVADA M4X30 painel traseiro
M1161875 360B0450-01, PARAFUSOS DE AÇO DE CABEÇA CILÍNDRICA M4X50 Parafusos para a parte superior do
painel traseiro
M1214755 350C0066-02, ETIQUETA DE TENSÃO, FREQ, CORR, (1.4 INGLÊS) Etiqueta traseira esquerda
M1214759 350C0065-02, ETIQUETA DA ENTRADA DE OXIGÊNIO (INGLÊS) Etiqueta traseira direita
Itens do módulo eletrônico
M1161957 PEÇA ORIGINAL, 503A0430-SP, MONTAGEM DO MODULO ELETRÔNICO Módulo eletrônico PSV
PSV
M1183383 503HS430-SP, MONTAGEM DO MODULO ELETRÔNICO DHHS Módulo eletrônico HS
M1161719 505A0004-A0, MONTAGEM DA PLACA-MÃE (1.4) Placa do PC
M1161983 PEÇA ORIGINAL, 506B0101-D0, PLACA-MÃE DO IVENT MODELO 1.4.5 PSV Placa-mãe do PSV
M1202730 900K0026-01, KIT DA PLACA DE PURGA E ZERO DO IVENT201 Placa de purga
M1202734 900K0027-01, KIT DE PLACA DE PAUSA IVENT201 Placa de pausa
M1202739 900K0028-01, KIT DE PLACA DE MONTAGEM IVENT201 HM Placa de montagem (bomba e
solenoide)
M1202729 900K0025-01, KIT DE QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO IVENT201 Quadro de distribuição
M1161737 PEÇA ORIGINAL, 301H0002-B0, FONTE DE ALIMENTAÇÃO 110 W Fonte de alimentação
M1162013 511A0030-03, CABO DE ALIMENTAÇÃO DO INTERRUPTOR Interruptor Liga/desliga
M1183858 PEÇA ORIGINAL, 900K0017-01, MONTAGEM DA TAMPA DO Tampa do interruptor liga/desliga
INTERRUPTOR ELETROMECÂNICO LIGA-DESLIGA
M1208165 PEÇA ORIGINAL, 140P0004-01, ENTRADA ELETROMECÂNICA 4A DE Conector AC
ALIMENTAÇÃO FILTRADA AC
M1161028 507A0136-03, CABO DE INTERFACE PLANO, IVENT Cabo plano do módulo eletrônico ao
painel frontal
M1161987 PEÇA ORIGINAL, 507A0044-E0, CABO DE DADOS TFT SHARP Cabo de dados LCD da placa do PC
M1161988 507A0047-03, CABO EM A INV PARA TFT 8,4 POLEGADAS Cabo plano de luz de fundo de EM ao
painel frontal
M1161994 507A0150-03, CABO DE ALIMENTAÇÃO DO QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO À Cabo de alimentação do quadro de
PLACA DO PC distribuição à placa do PC
M1161986 507A0009-03, SENSOR DE OXIGÊNIO ATÉ A PLACA-MÃE Cabo, ME ao sensor de oxigênio
M1161870 PEÇA ORIGINAL, 357F0001-01, GRAMPO PARA CABO ÔMEGA UC-1 Alívio de tensão de cabo AC
M1162012 511A0007-03, GRADE PARA VENTOINHA 80X80 Ventoinha de ME
M1201219 504A0109-A1, MONTAGEM PARA VENTOINHA DE ME 52X52 IVENT201 Ventoinha de fonte de alimentação
M1161717 PEÇA ORIGINAL, 137A3150-02, FUSÍVEL SB DE 3,15 A 250 V Fusível AC
M1161817 319T2545-01, VÁLVULA BICO DE PATO Válvula unidirecional na placa de
purga

202 DOC0951990, M1162065, 2014


Acessórios e peças avulsas

M1161816 319H1401-02, TAMPA DE VÁLVULA GRN COM CORRENTE Tampa de válvula de entrada de
oxigênio
M1217072 14000001-00, TAMPA DE VÁLVULA RJ45 Tampa de válvula do conector
Ethernet
M1161872 PEÇA ORIGINAL, 359N0305-02, ESPAÇADOR DE NYLON M/F Espaçador de nylon da placa do PC
Itens do módulo pneumático
M1161955 PEÇA ORIGINAL, 503A0320-SP, FOLGA SILENCIOSA DO MÓDULO Unidade pneumática do PSV
PNEUMÁTICO
M1161178 503A0310-SP, MOTOR DE PASSO DE FOLGA SILENCIOSA DO MÓDULO Unidade pneumática do motor de
PNEUMÁTICO passo
M1161179 130B0002-03, SENSOR DE OXIGÊNIO Sensor de oxigênio MAX16
M1161824 PEÇA ORIGINAL, 325A0068-A0, ADAPTADOR DO SENSOR DE O2 adaptador plástico entre a UP e o
sensor de oxigênio
M1160979 PEÇA ORIGINAL, 322B1415-01, ANEL EM O, 1,5 MM X 14 MM, SENSOR Anel em O entre o adaptador e o
DE O2 sensor de oxigênio
M1161825 PEÇA ORIGINAL, 325A0152-A0, TAMPA DE PROTEÇÃO DO SENSOR DE O2 Proteção do sensor de oxigênio
M1161826 PEÇA ORIGINAL, 325A0153-A0, TAMPA DE PROTEÇÃO DO SUPORTE Suporte da proteção do sensor de
DE O2 oxigênio
M1161968 PEÇA ORIGINAL, 504A0111-B0, MONTAGEM DO SILENCIADOR DE SAÍDA Silenciador de saída cinza
M1161977 PEÇA ORIGINAL, 504A011-01, MONTAGEM DO SILENCIADOR DE Silenciador de saída preto
SAÍDA HS
M1194529 PEÇA ORIGINAL, 325A0578-A0, SILENCIADOR MECÂNICO DE SAÍDA Anel em O entre a UP e o silenciador
SELADO de saída
M1161714 PEÇA ORIGINAL,130E0001-01, REGULADOR DE PRESSÃO DE OXIGÊNIO Regulador de oxigênio de unidade
PSV
M1219243 325A0614-01, REGULADOR DO DISCO DE ATERRAMENTO Aterramento do regulador de oxigênio
de unidade PSV
2069908-001 PLACA SUPERIOR E FRU MOTOR Motor da turbina
M1211266 PEÇA ORIGINAL, 325A0066-A0, PLACA INFERIOR Placa inferior da UP
M1173400 511A0122-03, GRADE ELETROMECÂINCA 1.4 PARA SOLENOIDE 1 Solenoide 1
M1173401 511A0123-03, GRADE ELETROMECÂNICA 1.4 PARA SOLENOIDE 2 Solenoide 2
M1211156 PEÇA ORIGINAL, 508A0003-A0, MONTAGEM PARA VÁLVULA GRANDE Borracha da solenoide 1
M1211259 PEÇA ORIGINAL, 508A0004-A0, MONTAGEM PARA VÁLVULA PEQUENA Borracha da solenoide 2
M1211263 PEÇA ORIGINAL, 352B0002-01, MOLA NOVA PARA SOLENOIDE GRANDE Mola da solenoide 1
DO MOTOR
M1211265 PEÇA ORIGINAL, 352B0804-03, MOLA GRANDE 8 X4 ALTURA 27,5 MM Mola da solenoide 2
M1211267 PEÇA ORIGINAL, 325A0060-B0, ESPAÇADOR DA SOLENOIDE Espaçador da solenoide
M1161020 PEÇA ORIGINAL, 318C0003-01, VÁLVULA DE DEMANDA, IVENT201 Válvula de demanda de oxigênio do
motor de passo
M1176372 511A0025-03, GRADE DA VENTOINHA ELETRÔNICA 40X40 (1.4) Ventoinha da UP
M1161999 507A1044-03, INTERFACE DO CABO DO CHASSI DA UNIDADE Cabo de aterramento da UP
PNEUMÁTICA
M1161718 PEÇA ORIGINAL, 140J2201-01, PEÇA SOLTA DE TOMADA DE 28 A Pino conector da UP
M1161715 PEÇA ORIGINAL, 135P0003-03, INTERRUPTOR DE PRESSÃO 10 PSI interruptor de pressão
M1161873 PEÇA ORIGINAL, 360B0412-01, PARAFUSOS DE AÇO DE CABEÇA Parafusos da unidade pneumática
SEXTAVADA M4X12
M1161859 PEÇA ORIGINAL, 341L3507-01, PORCA TRAVANTE M4 Porca de fixação do motor de passo
M1161878 PEÇA ORIGINAL, 360E0308-01, PARAFUSO CABEÇA DE PANELA M3X8 Parafusos curtos da UP
Itens do painel frontal
2062680-001 Montagem do painel frontal do PSV Painel frontal do PSV
2063414-001 MONTAGEM DO PAINEL FRONTAL MECÂNICO DO PSV Painel frontal do PSV com LCD
M1184449 PEÇA ORIGINAL, 503HS213-01, PAINEL FRONTAL ELETROMECÂNICO Painel frontal HS com LCD
HS Q+

DOC0951990, M1162065, 2014 203


Acessórios e peças avulsas

2062684-001 PAINEL FRONTAL HS Painel frontal HS


2063409-001 MONTAGEM DO PAINEL FRONTAL DO MOTOR DE PASSO 8.4 Motor de passo, painel frontal com
LCD
2063410-001 PAINEL FRONTAL, MOTOR DE PASSO MODELO 1.4 Painel frontal do motor de passo
M1161713 PEÇA ORIGINAL,118H0004-01, CARTÃO INVERSOR PARA TELA LCD Placa de circuito impresso do inversor
8,4 POL de LCD
M1202727 900K0024-01, KIT DE QUADRO DE INTERFACE IVENT201 Placa de circuito impresso da
interface do painel frontal
M1162014 511A0119-03, AUTOFALANTE PARA INTERFACE Autofalante do dispositivo
M1161185 PEÇA ORIGINAL, 325A0089-B1, ACABAMENTO DO BOTÃO (INJEÇÃO) Botão seletor cinza
M1161855 PEÇA ORIGINAL, 325HS089-01, ACABAMENTO DO BOTÃO SELETOR HS Botão seletor preto
M1161019 PEÇA ORIGINAL, 310C0002-01, CODIFICADOR ÓPTICO, IVENT201 Codificador óptico do botão seletor
M1210297 319C0003-01, LUER MACHO METÁLICO Conector metálico do sensor de fluxo
M1210298 319C0004-01, LUER FÊMEA METÁLICO Conector de válvula de exalação e
sensor metálico de fluxo
350C0243-01 ETIQUETA DO TECLADO DO IVENT201 EM INGLÊS Etiqueta do painel frontal cinza em
inglês (não eletrônica)
350C0244-01 ETIQUETA DO TECLADO HS DO IVENT201 EM INGLÊS Etiqueta do painel frontal preta em
inglês (não eletrônica)
350C0242-01 ETIQUETA DO TECLADO DO IVENT201 EM FRANCÊS Etiqueta do painel frontal cinza em
francês (não eletrônica)
350C0235-01 ETIQUETA DO TECLADO HS DO IVENT201 EM FRANCÊS Etiqueta do painel frontal preta em
francês (não eletrônica)
350C0236-01 ETIQUETA DO TECLADO DO IVENT201 EM ITALIANO Etiqueta do painel frontal cinza em
italiano (não eletrônica)
350C0237-01 ETIQUETA DO TECLADO HS DO IVENT201 EM ITALIANO Etiqueta do painel frontal preta em
italiano (não eletrônica)
350C0238-01 ETIQUETA DO TECLADO DO IVENT201 EM PORTUGUÊS Etiqueta do painel frontal cinza em
português (não eletrônica)
350C0239-01 ETIQUETA DO TECLADO HS DO IVENT201 EM PORTUGUÊS Etiqueta do painel frontal preta em
português (não eletrônica)
350C0240-01 ETIQUETA DO TECLADO DO IVENT201 EM ESPANHOL Etiqueta do painel frontal cinza em
espanhol (não eletrônica)
350C0241-01 ETIQUETA DO TECLADO HS DO IVENT201 EM ESPANHOL Etiqueta do painel frontal preta em
espanhol (não eletrônica)
350C0270-01 ETIQUETA DO TECLADO DO IVENT201 EM CHINÊS Etiqueta do painel frontal cinza em
chinês (não eletrônica)
350C0271-01 ETIQUETA DO TECLADO HS DO IVENT201 EM CHINÊS Etiqueta do painel frontal preta em
chinês (não eletrônica)
350C0272-01 ETIQUETA DO TECLADO DO IVENT201 EM ALEMÃO Etiqueta do painel frontal cinza em
alemão (não eletrônica)
350C0273-01 ETIQUETA DO TECLADO HS DO IVENT201 EM ALEMÃO Etiqueta do painel frontal preta em
alemão (não eletrônica)
350C0274-01 ETIQUETA DO TECLADO DO IVENT201 EM HÚNGARO Etiqueta do painel frontal cinza em
húngaro (não eletrônica)
350C0275-01 ETIQUETA DO TECLADO HS DO IVENT201 EM HÚNGARO Etiqueta do painel frontal preta em
húngaro (não eletrônica)
350C0276-01 ETIQUETA DO TECLADO DO IVENT201 EM POLONÊS Etiqueta do painel frontal cinza em
polonês (não eletrônica)
350C0277-01 ETIQUETA DO TECLADO HS DO IVENT201 EM POLONÊS Etiqueta do painel frontal preta em
polonês (não eletrônica)
350C0278-01 ETIQUETA DO TECLADO DO IVENT201 EM RUSSO Etiqueta do painel frontal cinza em
russo (não eletrônica)
350C0279-01 ETIQUETA DO TECLADO HS DO IVENT201 EM RUSSO Etiqueta do painel frontal preta em
russo (não eletrônica)
350C0280-01 ETIQUETA DO TECLADO DO IVENT201 EM TURCO Etiqueta do painel frontal cinza em
turco (não eletrônica)

204 DOC0951990, M1162065, 2014


Acessórios e peças avulsas

350C0281-01 ETIQUETA DO TECLADO HS DO IVENT201 EM TURCO Etiqueta do painel frontal preta em


turco (não eletrônica)
350C0282-01 ETIQUETA DO TECLADO DO IVENT201 EM JAPONÊS Etiqueta do painel frontal cinza em
japonês (não eletrônica)
350C0283-01 ETIQUETA DO TECLADO HS DO IVENT201 EM JAPONÊS Etiqueta do painel frontal preta em
japonês (não eletrônica)
M1198191 PEÇA ORIGINAL, 357F0004-01, BRAÇADEIRA DE FIXAÇÃO MECÂNICA Braçadeira plástica para cabo LCD
ADESIVA EM J
M1198526 PEÇA ORIGINAL, 325A0002-01, CONECTOR MECÂNICO PARA SUPORTE Suporte metálico para cabo LCD
DE LCD
M1161847 PEÇA ORIGINAL, 325A0615-01, ESPUMA DO FILTRO DE ENTRADA Espuma verde do filtro de entrada
M1161998 507A1043-03, CABO PARA INTERFACE COM CHASSI DO PAINEL Cabo de aterramento do painel
FRONTAL frontal
M1161880 PEÇA ORIGINAL, 360E0318-01, PARAFUSO CABEÇA DE PANELA M3X18 Parafuso M3 0,71in
M1161879 PEÇA ORIGINAL, 360E0314-01, PARAFUSO CABEÇA DE PANELA M3X14 Parafuso M3 14mm
M1161876 PEÇA ORIGINAL, 360D0208-01, PARAFUSO CABEÇA DE PANELA M2X8 Parafuso M2 0,31in
M1161877 PEÇA ORIGINAL, 360E0206-01, PARAFUSO CABEÇA DE PANELA M2X6 Parafuso M2 6mm
Itens gerais
M1162065 SM-01-04, MANUAL DE MANUTENÇÃO IVENT 201 iVent201 TRM
M1171502 900K0011-01, KIT DA FONTE DE ALIMENTAÇÃO ESTENDIDA Fonte de alimentação estendida cinza
M1171503 900K0011-02, KIT DA FONTE DE ALIMENTAÇÃO ESTENDIDA Fonte de alimentação estendida preta
M1161022 503A0012-SP, MONTAGEM DA FONTE DE ALIMENTAÇÃO REVISÃO 1.4, Fonte de alimentação padrão cinza
IVENT201
M1161960 503HS012-SP, MONTAGEM DE FONTE DE ALIMENTAÇÃO HS 1.4.5 SN GT Fonte de alimentação padrão preta
20,000
M1161716 PEÇA ORIGINAL, 137A0153-01, FUSÍVEL SB 6x32 MM 15A Fusível DC
M1161722 PEÇA ORIGINAL, 900K0038-01, KIT DE FIXAÇÃO PARA BATERIA 12 V Bateria padrão
M1202722 900K0023-01, KIT DO MEDIDOR DA BATERIA IVENT201 Placa de circuito impresso do
mostrador de gás
M1206334 PEÇA ORIGINAL, 504A1200-A0, PAINEL ELETROMECÂNICO DA FONTE DE Painel plástico da fonte de
ALIMENTAÇÃO IVENT201 alimentação com alça
M1161862 348A0001-01, ALÇA DA FONTE DE ALIMENTAÇÃO Alça da fonte de alimentação
M1214753 350C0168-03, ETIQUETA DA FONTE DE ALIMENTAÇÃO, ENDEREÇO IL, CE, Etiqueta da fonte de alimentação
ETL
Tubos
M1182596 PEÇA ORIGINAL, 319T0402-12, TUBO MECÂNICO DE TEFLON FEP 140 Tubo de Teflon de 100 mm para
10 CM interruptor de pressão
M1161803 319G0002-A0, TUBO AZUL DE SILICONE 1,6X3,2 L-120 MM Tubo de pequeno diâmetro de
120 mm com listras azuis
M1161807 319G0014-A0, TUBO DE SILICONE 2.5 ID X 4.5 OD, 260 MM LEN Tubo transparente de 260 mm para
placa de purga
M1161804 319G0003-A0, TUBO AZUL DE SILICONE 2,5X4,7 L - 200 MM Tubo de 218,72yd para placa de
purga com listras azuis
M1161806 319G0012-07, TUBO AZUL DE SILICONE 2,5X4,7 80 S L - 70 MM Tubo de 2,76in para placa de purga
com listras azuis
M1161805 319G0004-A0, TUBO AZUL DE SILICONE 2,5X4,7 L - 60 MM Tubo de 60m para placa de purga
com listras azuis
M1161809 319G0025-00, TUBO AZUL DE SILICONE 1,6X3,2 L-20 MM Tubo transparente de pequeno
diâmetro de 20mm

DOC0951990, M1162065, 2014 205


Acessórios e peças avulsas

PÁGINA INTENCIONALMENTE DEIXADA EM BRANCO

206 DOC0951990, M1162065, 2014


Appendix A: Diagrama da fiação do ventilador

Figura A-1: Diagrama de fiação iVent201 (Página 1)

M1162065, 2009 207


Acessórios e peças avulsas

Figura A-2: Diagrama de fiação iVent201 (Página 2)

208 DOC0951990, M1162065, 2014


Acessórios e peças avulsas

Appendix B: Lista de verificação da instalação

Número de série: Data: (MM/DD/AA) / /

Hospital: Realizado por:

 Retire o iVent201 da embalagem


 Verifique se você dispõe de todas as peças da lista abaixo
o Dispositivo iVent 201
o Circuito ventilatório descartável em Y
o Cabo de alimentação AC
o Manual de funcionamento do iVent 201
o Cartão de RNM
o Mangueira de O2 VERDE de 15 pés + Conector F DISS
 Coloque o iVent 201 sobre uma superfície sólida
 Verifique se o arde resfriamento pode fluir através das saídas de ventilação.

Consulte a seção 2 do manual de funcionamento do iVent 201 Configuração para


preparar o iVent 201 para ventilação.

DOC0951990, M1162065, 2014 209


Acessórios e peças avulsas

Appendix C: Lista de verificação da


manutenção planejada
Número de série: Data: (MM/DD/AA) / /

Hospital: Realizado por:

500 horas  3000 horas  12 meses  15000 horas

1. Execute as próximas etapas a cada 500 horas ou após 1 mês de uso


 Substitua o filtro de entrada de ar
2. Execute as próximas etapas a cada 1500 horas ou após 3 meses de uso
 Substitua o filtro de entrada de ar
 Descarregue e carregue completamente a bateria.
3. Execute as próximas etapas a cada 3000 horas ou após 6 meses de uso
 Substitua o filtro de entrada de ar
 Execute todas as calibrações
 Execute o TVV
 Descarregue e carregue completamente a bateria.
4. Execute as próximas etapas a cada 12 meses (todas as peças devem ser
substituídas antes da execução de verificações, testes e calibração)
 Substitua o filtro de entrada de ar
 Substitua o anel em O do filtro de entrada de ar
 Verifique a validade da tampa do interruptor liga/desliga
 Substitua o silenciador de saída
 Substitua o filtro de entrada de ar de resfriamento
 Substitua a bateria interna e reinicialize o medidor de gás.
 Substitua o filtro de entrada de ar
 Execute todas as calibrações

210 DOC0951990, M1162065, 2014


Acessórios e peças avulsas

 Execute o TVV
 Execute os testes funcionais.
 Execute as verificações de segurança.
5. Execute as próximas etapas a cada 15000 horas (todas as peças devem ser
substituídas antes da execução de verificações, testes e calibração)
 Substitua o módulo pneumático
 Execute todas as calibrações
 Execute o TVV
 Execute os testes funcionais.
 Execute as verificações de segurança.

DOC0951990, M1162065, 2014 211


Acessórios e peças avulsas

Índice

AC .................................................................... 9 bateria .... 2, 19, 20, 23, 24, 37, 55, 56, 57,
acionador ................................................... 46 58, 63, 64, 112, 113, 131, 133, 163,
acurácia do volume corrente na 164, 181, 182, 193, 210, Veja also
exalação power pack
diagnóstico.......................................... 190 bloqueio do carregador ..................... 58
acurácia do volume corrente na capacidade ..................................... 20, 56
inalação carga ....................................................... 24
diagnóstico.......................................... 190 descarte .................................................. 55
Alarme indicador ................................................ 21
configurações................................... 2, 37 inicialização do medidor .......... 112–13
alarme (remoto) ...........................12, 62, 64 manutenção .............. 24, 129, 130, 131
alarmes .................................................. 18 manutenção do medidor ................... 56
apneia ..................................................... 19 medidor ........................................... 55, 56
bateria baixa......................................... 19 peso ......................................................... 20
bateria desconectada ........................ 19 segurança .............................................. 24
bateria vazia ......................................... 19 tempo de recarga ................................20
circuito do paciente voltagem ................................................ 62
desconectado .................................. 19 Bi-Nível Adaptável ...................................... 2
energia AC desconectada................. 19 Bloco de interruptores ............................57
frequência respiratória ...................... 18 bloqueio de status.................................... 58
inalação/exalação .............................. 19 Bloqueio do filtro RFI ...............................57
nível de volume .................................... 19 Caixa de alta pressão..............................51
oxigênio .................................................. 19 calibração .............. 68, 183, 187, 193, 197
pressão inspiratória............................ 18 sensores de zero ... 101, 102, 103, 105,
sensor desconectado ......................... 19 106, 107, 109, 110, 112
silêncio .................................................... 21 volume ................................................. 107
teste ...................................................... 124 came de acionamento do
teste do alarme de desconexão microinterruptor .................................. 46
do paciente ..................................... 126 Ciclo de purga ........................................... 14
teste do alarme de desconexão circuito do paciente .....19, 28, 29, 38, 50,
do sensor ......................................... 127 182, 183
teste do alarme de desconexão linha de controle .................................. 50
do tubo ............................................. 125 segurança ....................................... 28, 32
tubo desconectado ............................. 19 sensor de fluxo ..................................... 50
vazamento ............................................ 19 válvula de exalação ............................50
volume corrente baixo ....................... 19 válvula unidirecional.................... 51, 52
volume minuto ..................................... 18 Circuito do paciente com dois ramos 30
alarmes temperatura excessiva.......... 19 Circuito do paciente reutilizável .......... 30
apneia ......................................................... 19 computador ........................................ 55–64
teste do alarme .................................. 124 barramento .................................... 62, 64
BIOS.......................................................... 59
conector VGA ........................................ 60
DiskOnChip ............................................ 60

212 DOC0951990, M1162065, 2014


Acessórios e peças avulsas

interface com o motor ....................... 63 fonte de alimentação12, 20, 53, 67, 130,
memória .......................................... 59, 60 163, 164, 165, 181, 182
especificações.................................. 59 montagem e desmontagem ... 163–66
placa da CPU59, See also main board forma de onda ....................47, 48, 66, 191
sistema operacional ........................... 61 formas de onda .................................... 2, 37
tela externa ........................................... 60 frequência respiratória .......................... 13
watchdog para PC........................ 60, 61 ícones da tela
conector ethernet ............................. 59, 61 energia ................................................... 23
conector Ethernet .................................... 11 insuficiência respiratória .......................... 2
conexão luer ..................................... 50, 188 interface digital/analógica .............61, 63
controlador da válvula ........................... 46 interruptor de alimentação .................. 56
conversor analógico-digital interruptor de energia ......................12, 58
(ADC) ................................................. 62, 63 interruptor de pressão
conversor digital-analógico (DAC)....... 62 resolução de problemas ................. 185
CPAP ............................................................... 2 interruptor final da válvula ................... 46
DC ................................................................... 9 I-Time ...................................................... 2, 13
dispositivo lógico programável iVent201
(PLD) .................................................. 63, 64 aplicativo ............................................... 60
Easy Exhale ..................................... 2, 18, 51 botão de controle................................ 35
energia .............. 36, See also power pack computador .......................................... 59
AC ............................................... 10, 20, 22 configuração ........................................ 22
conector de entrada AC.............. 55, 67 controles do painel frontal ............... 35
conversão .............................................. 56 especificações................................13, 19
conversor AC/DC .......................... 55, 67 especificações ambientais .......... 20
DC .................... 10, 20, 21, 22, 56, 58, 59 Indicadores e ícones .......................... 21
externa............................................. 57, 59 instalação .............................................. 22
filtragem ................................................. 56 LEDs ........................................................ 21
fusíveis ............................................. 10, 57 LEDs do painel frontal ........................ 36
soquetes ................................................. 22 manutenção ......................................... 68
entrada de ar...................................... 10, 26 montagem e desmontagem ... 147–64
manutenção .............................. 129, 132 operação ............................................... 36
entrada de ar de resfriamento Padrões
manutenção .............................. 129, 131 ASTM ................................................... 21
filtro .............................................................. 33 IEC ................................................... 9, 21
adaptador .............................................. 33 UL ........................................................ 21
ar .............................................................. 33 teclado .............................................35, 36
bacteriano ............................................. 33 uso pretendido ........................................ 1
ilustração ............................................... 34 visão geral ................................................ 6
manutenção ........................................132 visão geral dos componentes
nuclear/biológico/químico (NBC) .... 33 eletrônicos ........................................ 54
oxigênio .................................................. 33 Mistura de oxigênio................................. 13
oxigênio sob baixa pressão .............. 33 modo ventilatório 2, 37, also See modes
filtro analógico .......................................... 62 A/C .............................................................. 2
filtro RFI ......................................... 55, 56, 67 Bi-Nível Adaptável .............................. 13
FiO2 ....................................................... 13, 14 CPAP.................................................... 2, 13
Fluxo adaptável ........................................ 13 pressão controlada ............................ 13

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Acessórios e peças avulsas

PSV ....................................................... 2, 13 ramo inspiratório ...................................... 29


SIMV............................................................2 registros .............................................60, 180
SIMV Pctrl ............................................... 13 reparo .............. Veja iVent201:montagem
SIMV Vctrl ............................................... 13 e desmontagem
volume controlado .............................. 13 resistor pneumático .... 102, 106, 118, 123
módulo eletrônico.......... 50, 53, 156, 158, resolução de problemas
159, 162, 167, 181, 182, 183 visão geral........................................... 180
instalação e remoção ............... 156–59 segurança......... 1, 6, 7, 46, 47, 48, 49, 61,
montagem do soprador .................. 47, 48 131, 187, 211
motor ...........47, 50, 56, 57, 58, 59, 61, 62, seletor do limite da válvula de
63, 64 controle................................................... 45
motor de passo ................. 46, 62, 64, 160 Sensibilidade do disparo ........................ 14
O2 ... 18, 19, 21, 27, 35, 45, 46, 48, 49, 62, sensor de fluxo ................................... 62, 66
86, 87, 118, 122, 123, 125, 129, 156, falha da calibração .......................... 193
157, 158, 159, 160, 161, 162, 165, purga ....................................................... 66
166, 183, 184, 185, 186, 193 vazamento ............................................. 50
controle errático ................................ 193 sensor de O2
O2 pressure switch .................................. 45 manutenção .............................. 129, 165
O2 valve ...................................................... 46 sensor de O2
oxigênio ......20, 25, 26, 27, 33, 35, 45, 46, manutenção ....................................... 166
48, 49, 63, 196, 197 sensor de O2
conexão.................................................. 25 manutenção ....................................... 166
parâmetros do ventilador Sensor de O2........................................... 158
recomendação para procedimentos sensor de oxigênio ..................... 45, 62, 63
de resolução de problemas ....... 194 substituição ........................................... 49
parâmetros ventilatórios ................ 17, 18 sensor de temperatura ........................... 62
intervalo de purga............................... 18 sensores de pressão................................62
Pico de Fluxo adaptável .................... 18 silenciador ............................................... 182
respiração manual.............................. 35 SIMV................................................................ 2
tempo de elevação ............................. 18 sistema de mistura de oxigênio ........... 45
Pausa da bomba ...................................... 51 sistema Pneumático ................................61
Pausa solenoide ....................................... 51 solenoide........................... 47, 62, 182, 187
PC Watchdog solenoides.............................. 47, 48, 64, 66
veja sob o computador...................... 60 teclado
PEEP.... 2, 14, 19, 27, 48, 51, 105, 190, 194 externo ...................................... 11, 59, 61
Pico de Fluxo ......................................... 2, 13 tela ............................ Veja also tela de LCD
placa de CPU ........... 53, 60, 61, 63, 64, 67 especificações ...................................... 19
Placa de interface .................................... 67 externa .................................................... 11
placa-mãe ............ 53, 57, 61, 66, See also tela de LCD ................................... 59, 60, 67
computer: placa de CPU resolução de problemas ...........67, 192
porta de saída .................................. 49, 165 Tempo de elevação do fluxo ................... 2
porta serial.......................................... 12, 60 tempo inspiratório ........... 13, Veja I-Time
programa temporizador watchdog ................. 62, 64
atualização................................... 134–46 tendências ............................................. 2, 37
PSV ........................................................... 2, 14 Teste de verificação do ventilador ..... 46,
pulmão de teste ......... 118, 123, 190, 192 56, 130, 180

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Acessórios e peças avulsas

resolução de problemas
teste de verificação funciona e reparos ................................ 184, 185
teste do sistema de O2 ....................122 Válvula de exalação ................................ 30
teste de verificação funcionalteste válvula dosadora ..................................... 45
de O2 a 100% .....................................123 vazamento ... 50, 161, 182, 184, 191, 193
teste dos alarmes de segurança.... 124 ventilação
Teste de verificação parâmetros ventilatórios ..................... 2
operacional .................................. 32, 180 ventilador
transdutor de fluxo .................. 62, 66, 187 ventoinha de resfriamento............... 10
Trocador de calor e umidade (HME) ... 33 ventoinha de resfriamento ...... 50, 53, 67
turbina .......................................................183 VersaMed
TVO .................... Veja Teste de verificação contato ................................................. 180
operacional volume corrente................................... 2, 13
unidade pneumática ....... 38, 39, 40, 130, volume respiratório................................. 13
159, 160, 182, 183 volumes correntes de exalação
manutenção ..................... 130, 131, 133 erráticos ............................................... 193
remoção e instalação...... 159–62, 159 VSUM .....................................................57, 58
válvula de demanda...... 45, 46, 159, 161, Y .................................................................. 29
184, 185 zero/placa de purga .........................53, 66

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materiais e acabamentos em conformidade com a descrição do Produto
contida nesse manual de Referência Técnica e as etiquetas e/ou instruções
que o acompanham, desde que o mesmo seja utilizado adequadamente em
condições normais de uso, que sejam realizados reparos e manutenção
periódica regular e que os reparos e substituições tenham sido realizados de
acordo com as instruções fornecidas. A mesma garantia é dada às partes
consumíveis por um período de trinta (30) dias.
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instruções fornecidas por escrito pela GE Healthcare, ou foi modificado por
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incorreto, negligência ou acidente.
A obrigação única e exclusiva da GE Healthcare e a solução única e exclusiva
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substituição, livre de custos, a critério da GE Healthcare, de um Produto que,
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seja devolvido, devido a deficiência observada, ao Centro de Distribuição e
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