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SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO ..................................................................................................... 2
1.1 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA ...................................................................... 2

2 DESENVOLVIMENTO .......................................................................................... 3
2.1 MATERIAL UTILIZADO.................................................................................. 3
2.2 MONTAGEM E FUNCIONAMENTO .............................................................. 4

3 CONCLUSÃO ....................................................................................................... 5

4 REFERÊNCIAS .................................................................................................... 5
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1 INTRODUÇÃO
1.1 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICAKJHJBNKBNBJHV

Solenoide é apenas um termo genérico para a bobina de fio usado, como um


eletroímã. Ele se refere também a qualquer dispositivo que possa converter energia
elétrica em mecânica, usando solenoide.[2]

Campo magnético em um solenóide – Figura 1

O aparelho cria um campo magnético por meio de uma corrente elétrica e


utiliza esse campo para criar movimento linear com aplicações comuns, como ligar
um interruptor, da mesma forma que acontece com a ignição de um veículo, ou
válvula.[2]

Funcionamento de um solenóide

A bobina de fio no formato de um espiral em volta de um pistão é chamada de


solenoide. Da maneira que acontece com todos os eletroímãs, o campo magnético é
criado quando a corrente elétrica passa pelo fio. Mas eles têm vantagens em relação
aos imãs permanentes, afinal, podem ser ligados desligados através da aplicação de
uma corrente, fazendo-os úteis como interruptores e como válvulas, sendo
totalmente automatizados.[2]

Assim como em todos os ímãs, o campo magnético do solenoide ativo possui


um polo positivo e outro negativo, atraindo ou repelindo materiais sensíveis aos
ímãs. Dessa maneira, o campo magnético faz mover o pistão para trás e para frente
para que o movimento seja criado pela bobina do tipo solenoide. [2]

Funcionamento da válvula solenóide

Em uma válvula de atuação direta, a corrente elétrica vai ativar o solenoide,


puxando em turnos um êmbolo ou pistão que teria que bloquear o fluído ou fluxo de
ar. Em algumas válvulas, como as usadas para automação industrial, o campo
eletromagnético não agirá diretamente para abrir o condutor. Já em válvulas
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operadas pelo piloto, o solenoide move o êmbolo, de forma a criar uma pequena
abertura, assim a pressão que vai passar por lá é que opera a vedação da válvula. [2]

Em todos os casos, um fluxo de corrente elétrica permanente é preciso, pois o


campo magnético se dispersa, assim que a corrente é interrompida, e a válvula
retorna na sua posição de fechamento original.[2]

2 DESENVOLVIMENTO
2.1 MATERIAL UTILIZADO

• 1 Base de madeira de Comprimento: 14 cm, Largura: 11 cm, Espessura: 1


cm;
• 1 Madeira Comprimento: 8,4 cm, Largura: 2 cm, Espessura: 2 cm;;
• 1 Pino de metal de Comprimento :6 cm;
• 1 Cooler de computador;
• 1 25 cm de fio de cobre rígido 2,5 mm de diâmetro;
• 1 Lata de refrigerante de alumínio;
• 1 15 metros de fio de esmaltado 23 AWG;
• 1 Fonte 12V;
• 1 Tekbond de 50g.
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2.2 MONTAGEM E FUNCIONAMENTO

Motor montado – Figura 2


Entende-se como motor qualquer máquina capaz de converter um tipo de
energia em trabalho mecânico. O motor elétrico em questão converte uma corrente
elétrica que passa pelo solenoide em um movimento de rotação do volante do motor
através de um sistema pistão-virabrequim, e esta conversão se dá pela geração
pulsada de um campo magnético no solenoide estator, chaveando a corrente por até
meio período de rotação. O pistão, formado de material ferromagnético é
magnetizado pelo campo magnético pulsado e sofre então uma força de atração
periódica, que é a força motriz do protótipo. Para a construção do protótipo, usou-se
fio de cobre esmaltado para o enrolamento do solenoide em torno de uma armadura
cilíndrica de plástico, um cilindro de aço para o pistão e fios de cobre para a
montagem dos suportes e do eixo de virabrequim, uma ventoinha de plástico para
servir de volante do motor e uma tira condutora de lata ou alumínio, flexível o
suficiente para compor a chave do circuito, além da fonte de alimentação universal,
que permite várias combinações de corrente e voltagem.[1]
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3 CONCLUSÃO
Fica claro no funcionamento dos protótipos que são primordiais um bom
alinhamento do pistão, um bom balanceamento do eixo e uma boa regulagem do
momento de inércia da parte do rotor de modo a poder se utilizar uma menor
voltagem de entrada evitando o sobreaquecimento do solenoide, permitindo que a
máquina possa funcionar por mais tempo. Observa-se também que quanto maior o
contato do eixo com a chave, a força magnética age no pistão por mais tempo a
cada volta, o que resulta em velocidades de rotação maiores.

4 REFERÊNCIAS
1 http://www.revista.universo.edu.br/index.php?journal=3universobelohorizonte3
&page=article&op=view&path%5B%5D=3381.

2 WLAKER, Jean. Fundamentos de Física: Eletromagnetismo - Vol. 3. Cleveland State


University - Tradução e Revisão Técnica Ronaldo Sérgio de Biasi, Ph.D. Professor
Titular do Instituto Militar de Engenharia -IME