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CARVALHO, Joaquim Barradas de.

As Fontes de Duarte Pacheco Pereira no


“Esmeraldo de Situ Orbis”. São Paulo: [s.n.], 1968, 176p.

Ver ainda: CARVALHO, Joaquim Barradas de. Esmeral de Situ Orbis de Duarte
Pacheco Pereira (Edition critique et commentée). Lisboa: Fundação Calouste
Gulbenkian, 1991, 869p.

AUTOR: Era filho de Manuel Barradas de Carvalho (Avis, Avis, 20 de Setembro de


1895 - ?) e de sua mulher (casados em Ponte de Sor, Galveias, a 23 de Agosto de 1919)
Lobélia Garcia Godinho Braga (Ponte de Sor, Galveias, 4 de Março de 1896 - Ponte de
Sor, Galveias, 8 de Fevereiro de 1981).

Era licenciado em Ciências Histórico-Filosóficas, pela Faculdade de Letras da


Universidade de Lisboa (1946), doutor «de 3.e cycle» em Estudos Ibéricos, pela
Universidade de Paris - Sorbonne (1961) e doutor «d'État» em Letras e Ciências
Humanas, pela Universidade de Paris IV (1975). Em França foi bolseiro do Ministério
dos Negócios Estrangeiros francês, da Fundação Calouste Gulbenkian, da Association
Marc Bloch e do Centre National de Recherche Scientifique.

Durante a sua carreira académica foi Professor Titular Contratado da Faculdade de


Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, no Brasil (1964-
1969), foi attaché e chargé de recherche no Centre National de la Recherche
Scientifique, em Paris (1970-1976) e Professor Catedrático da Faculdade de Letras da
Universidade de Lisboa (1977-1980).

Tem publicadas mais de uma centena de publicações científicas. Entre as principais,


salientem-se os livros As Ideias Políticas e Sociais de Alexandre Herculano (1971), As
fontes de Duarte Pacheco Pereira no Esmeraldo de situ orbis (1968), A Europa ou o
Atlântico? (1974), À la recherche de la spécificité de la Renaissance portugaise – L '
Esmeraldo de situ orbis de Duarte Pacheco Pereira et Ia litérature portugaise de voyages
à l' époque des grandes découvertes – Contribution à l' étude des origines de Ia pensée
moderne (1975).

A 3 de Julho de 1987 foi agraciado a título póstumo com a Grã-Cruz da Ordem do


Infante D. Henrique.[1]

Casou primeira vez em Lisboa a 3 de Dezembro de 1945 com Ruth Arons (Berlin, 26 de
Abril de 1922), judia alemã que fugiu de Berlim, com a família, em 1936, fixando-se
em Lisboa. Foi pai do jornalista Manuel Arons de Carvalho e do deputado Alberto
Arons de Carvalho. Casou segunda vez em Lisboa em 1957 com Maria Margarida
Cambon Brandão (Lisboa, Santos-o-Velho, 24 de Dezembro de 1920), filha de Carlos
Manços Brandão e de sua mulher Tomasa Fortunata Margarida Cambon Garcia, de
origem espanhola, e foi pai do fonologista Joaquim Brandão de Carvalho e do
desenhador Miguel Brandão de Carvalho.
SOBRE A OBRA:

Joaquim Barradas de Carvalho se propõe a fazer um estudo microanalítico de estudo de


fontes para conhecer, na obra de um autor, suas influências de outros autores, de outras
obras. Assim, justificar porque este autor recebeu esta influência e não outra.

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