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INSTITUTO SUPERIOR MUTASA

UNIDADE ORGÂNICA DE CHIMOIO


CURSO DE LICENCIATURA EM DIREITO

TRABALHO INDIVIDUAL DA CADEIRA DE CIÊNCIAS POLÍTICAS

TEMA
HISTÓRIA DAS IDEIAS POLITICAS

Discentes:

 Francisco Manuel
Docente :
Mcs Hélder Diogo

Chimoio, Abril de 2020

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INSTITUTO SUPERIOR MUTASA
UNIDADE ORGÂNICA DE CHIMOIO
CURSO DE LICENCIATURA EM DIREITO

TEMA
HISTÓRIA DAS IDEIAS POLITICAS

Discentes:

 Francisco Manuel

Trabalho Individual de Carácter Avaliativo da


Cadeira de Ciencias politicas , Curso de Direito,
sob orientação do Mestre Hélder Diogo

Chimoio, Abril de 2020

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ÍNDICE
Capitulo I...................................................................................................................................4

1.Introdução................................................................................................................................4

1.1.Justificativa...........................................................................................................................5

1.2.Objectivos.............................................................................................................................5

1.2.1.Objectivos Gerais...............................................................................................................5

1.2.2.Objectivo especifico...........................................................................................................5

Capitulo II..................................................................................................................................6

2. Enquadramento Conceptual....................................................................................................6

2.1. Ideias Politicas na Antiguidade............................................................................................7

2.2. Ideias Politicas Idade Média................................................................................................8

2.3. Ideias Politicas no Renascimento.........................................................................................9

2.4. Pensamento contemporâneo...............................................................................................10

3.Conclusão...............................................................................................................................12

4.Referências bibliográficas......................................................................................................13

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Capitulo I

1.Introdução

História das Ideias Políticas tratando de um tema especialmente relevante: o conceito de


política. O objetivo desse trabalho é apresentar o conceito de política, relacionando-o ao
contexto da Antiguidade Clássica, mais especificamente à democracia . Além disso, farei uma
reflexão a partir da comparação entre a experiência clássica e a política no mundo moderno.
Para começar, você já se perguntou o que é política? Escutamos essa palavra cotidianamente.
Como afirma Chauí (2000), ouvimos falar em política universitária, política da empresa,
política do condomínio. Ou, então, utilizamos o conceito como um adjetivo, quando dissemos
que “fulano” ou “beltrano” são pessoas políticas.

Também uma forma muito comum de caracterizar a política é afirmar que ela é uma
actividade de um grupo específico, os políticos profissionais, aqueles que elegemos
periodicamente para formular leis e executar ações públicas. Por fim, ouvimos ainda uma
concepção de política que a trata como atividade obscura, criminosa, suja. Nesse caso, a
política seria quase sinônima de corrupção.

No primeiro caso, quando falamos da política de uma empresa ou de qualquer outra


organização, estamos nos referindo a um conjunto de regras e princípios que orientam as
atividades de um grupo específico de pessoas, sejam os dirigentes ou funcionários dessa
organização, por exemplo. Já quando caracterizamos um indivíduo como político, geralmente
ressaltamos certas habilidades, como a capacidade de conversar, negociar e persuadir outras
pessoas. Quanto à referência à política como atividade profissional, exercida por presidentes,
senadores, deputados, nesse caso ela aparece como uma esfera de ação distante de nós,
cidadãos, porque nossa participação seria exigida apenas de dois em dois anos, quando
ocorrem eleições. Qual será a relação entre essas percepções cotidianas sobre a política e o
conceito de política? Se a política é uma coisa ruim, seria possível prescindir dela? Para que
ela serve, afinal?. Neste capítulo, farei referência ao que considero, a partir das referências
bibliográficas, ser a origem da atividade humana chamada política. Para tanto, farei uma
viagem no tempo, na Grécia Antiga, precisamente até o século V a.C., período áureo da
democracia ateniense. A partir daí, podemos perceber que a política já acompanha a
humanidade há bastante tempo, não é mesmo? É por isso que a fala está diretamente
relacionada à política, como afirma diversos actores.

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1.1.Justificativa

A política se relaciona, então, ao estabelecimento de princípios que organizam a vida coletiva,


à fundação de uma sociedade, à escolha das regras que permitirão que os homens vivam
juntos. A política seria, portanto, o fundamento da vida comum; sem ela, não seria possível
viver em comunidade.

Não seria possivel prescindir dela porque a A política nasceu, portanto, associada à
participação popular e à necessidade de resolução pacífica de conflitos via argumentação. A
instituição política fundamental, marcada por esses elementos, era a assembleia. Qualquer
forma de resolução de disputas que utilizasse a violência como meio levaria ao
desaparecimento da política, como os casos de guerra.

1.2.Objectivos

1.2.1.Objectivos Gerais

 Falar da historia das ideias politicas

1.2.2.Objectivo especifico

 Conceituar ideias e política;


 Diferenciar ideias de ideologia política nas idades (antiguidade ,media e moderna ).

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Capitulo II

2. Enquadramento Conceptual

a) Ideias

Conjuntos de afirmações que o Homem elabora para caracterizar um objecto de


conhecimento, elas expressam uma noção ou significações (o termo polícia tem significado
diferente para o delinquente; para a LDH e para o Jurista). Estas afirmações visam, portanto
uma explicação específica, isto é implicam objectivação (Por exemplo: o Pai diz a esposa meu
filho é ninja, mas quando chega a polícia muda de conversa). O conhecimento, como
apropriação do significado e é dinâmico e tem dois importantes mecanismos de busca: a fé ou
a ciência.

b) Política

Actividade social que se propõe a garantir pela força geralmente fundada no direito, sua
natureza a o somatório de pouco da força de seus membros e o diferencia de outros poderes, a
segurança externa e a concórdia interna de uma sociedade política particular (Julien Freud) .

A política é uma actividade que os homens desenvolvem para organizador o grupo, mantê-lo
unido, protege-lo e aumenta-lo (crescer e desenvolver); escolher aqueles que tomam as
decisões e as regras para o efeito e para a administração dos recursos, prestigio e valores. A
língua inglesa distingue,

 Politics (política) como a actividade humana centrada no poder, quer consista na luta pelo
poder, no seu exercício ou na sua conservação, a política tem determinantes ideológicas ou
doutrinarias e corresponde a uma relação entre fins e meios sociais;

 Policy (Política, mas objectivamente política publica), como uma actividade


predominantemente racional e, em certa medida, “técnica”, consistente na formulação de
objectivos (que já foram politicamente escolhidos em sede da politics) de determinada
natureza, na sua hierarquização segundo prioridades “dadas”, na escolha racionalizada dos
meios mais adequados a satisfazê-los e sua combinação, de acordo com a análise e
prognóstico da situação real, em tácticas adequadas à produção dos efeitos pretendidos
(Franco, 1999:218) .

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Hannah Arendt (2004), Para essa filósofa, a política surge entre os homens e permite que eles
apresentem suas ideias e opiniões ao mundo, por meio da fala. A capacidade de falar coloca
os seres humanos com condição de igualdade: todos podem se manifestar. A política seria,
para essa autora, a atividade humana fundamental que distingue os homens dos animais. O
acto de falar e de se abrir à fala dos demais é o fundamento da política, que se baseia,
portanto, na pluralidade de perspectivas que levará à construção de uma perspectiva comum,
coletiva, pública. A política diz respeito a esse mundo comum, compartilhado pelos homens.

Ou por outra Política é uma atividade humana que se relaciona à resolução de conflitos e
tomada de decisões a respeito de temas que envolvem toda a coletividade.

2.1. Ideias Politicas na Antiguidade

São escassas as referências a doutrinas políticas dos grandes impérios orientais. Admitiam
como única forma de governo a monarquia absoluta e sua concepção de liberdade era
diferente da visão grega, que a civilização ocidental incorporou — mesmo quando submetidos
ao despotismo de um chefe absoluto, seus povos consideravam-se livres se o soberano fosse
de sua raça e religião.

As cidades da Grécia não se uniram sob um poder imperial centralizador e conservaram sua
autonomia. Suas leis emanavam da vontade dos cidadãos e seu principal órgão de governo era
a assembleia de todos os cidadãos, responsáveis pela defesa das leis fundamentais e da ordem
pública. A necessidade da educação política dos cidadãos tornou-se, assim, tema de
pensadores políticos como Platão e Aristóteles.

Em suas obras, das quais a mais importante é A república, Platão define a democracia como o
estado no qual reina a liberdade e descreve uma sociedade utópica dirigida pelos filósofos,
únicos conhecedores da autêntica realidade, que ocupariam o lugar dos reis, tiranos e
oligarcas. Para Platão, a virtude fundamental da polis é a justiça, pela qual se alcança a
harmonia entre os indivíduos e o estado. No sistema de Platão, o governo seria entregue aos
sábios, a defesa aos guerreiros e a produção a uma terceira classe, privada de direitos
políticos.

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Aristóteles, discípulo de Platão e mestre de Alexandre o Grande, deixou a obra política mais
influente na antiguidade clássica e na Idade Média. Em Política, o primeiro tratado conhecido
sobre a natureza, funções e divisão do estado e as várias formas de governo, defendeu como
Platão equilíbrio e moderação na prática do poder. Empírico, considerou impraticáveis muitos
dos conceitos de Platão e viu a arte política como parte da biologia e da ética.

Para Aristóteles, a polis é o ambiente adequado ao desenvolvimento das aptidões humanas.


Como o homem é, por natureza, um animal político, a associação é natural e não
convencional. Na busca do bem, o homem forma a comunidade, que se organiza pela
distribuição das tarefas especializadas. Como Platão, Aristóteles admitiu a escravidão e
sustentou que os homens são senhores ou escravos por natureza. Concebeu três formas de
governo: a monarquia, governo de um só, a aristocracia, governo de uma elite, e a
democracia, governo do povo. A corrupção dessas formas daria lugar, respectivamente, à
tirania, à oligarquia e à demagogia. Considerou que o melhor regime seria uma forma mista,
no qual as virtudes das três formas se complementariam e se equilibrariam.

Os romanos, herdeiros da cultura grega, criaram a república, o império e o corpo de direito


civil, mas não elaboraram uma teoria geral do estado ou de direito. Entre os intérpretes da
política romana destacam-se o grego Políbio e Cícero, que pouco acrescentaram à filosofia
política dos gregos.

2.2. Ideias Politicas Idade Média

O cristianismo introduziu, nos últimos séculos do Império Romano, a ideia da igualdade entre
todos os homens, filhos do mesmo Deus, uma noção que contestava implicitamente a
escravidão, fundamento social econômico do mundo antigo. Ao tornar-se religião oficial, o
cristianismo aliou-se ao poder temporal e admitiu a organização social existente, inclusive a
escravidão. Santo Agostinho, a quem se atribui a fundação da filosofia da história, afirma que
os cristãos, embora voltados para a vida eterna, não deixam de viver a vida efêmera do mundo
real. Moram em cidades temporais mas, como cristãos, são também habitantes da “cidade de
Deus” e, portanto, um só povo.

Santo Agostinho não formulou uma doutrina política, mas a teocracia está implícita em seu
pensamento. A solução dos problemas sociais e políticos é de ordem moral e religiosa e todo
bom cristão será, por isso mesmo, bom cidadão. O regime político não importa ao cristão,

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desde que não o obrigue a contrariar a lei de Deus. Considera, pois, um dever a obediência
aos governantes, desde que se concilie com o serviço divino. Testemunha da dissolução do
Império Romano, contemporâneo da conversão de Constantino ao cristianismo, santo
Agostinho justifica a escravidão como um castigo do pecado. Introduzida por Deus, “seria
insurgir-se contra Sua vontade querer suprimi-la”.

No século XIII, santo Tomás de Aquino, o grande pensador político do cristianismo medieval,
definiu em linhas gerais a teocracia. Retomou os conceitos de Aristóteles e os adaptou às
condições da sociedade cristã. Afirmou que a ação política é ética e a lei um mecanismo
regulador que promove a felicidade. Como Aristóteles, considerou ideal um regime político
misto com as virtudes das três formas de governo, monarquia, aristocracia e democracia. Na
Summa teologica, justifica a escravidão, que considera natural. Em relação ao senhor, o
escravo “é instrumento, pois entre o senhor e o escravo há um direito especial de dominação”.

2.3. Ideias Politicas no Renascimento

Os teóricos políticos do período caracterizaram-se pela reflexão crítica sobre o poder e o


estado. Em O Príncipe, Maquiavel secularizou a filosofia política e separou o exercício do
poder da moral cristã. Diplomata e administrador experiente, cético e realista, defende a
constituição de um estado forte e aconselha o governante a preocupar-se apenas em conservar
a própria vida e o estado, pois na política o que vale é o resultado. O príncipe deve buscar o
sucesso sem se preocupar com os meios. Com Maquiavel surgiram os primeiros contornos da
doutrina da razão de estado, segundo a qual a segurança do estado tem tal importância que,
para garanti-la, o governante pode violar qualquer norma jurídica, moral, política e
econômica. Maquiavel foi o primeiro pensador a fazer distinção entre a moral pública e a
moral particular.

Thomas Hobbes, autor de Leviatã, considera a monarquia absoluta o melhor regime político e
afirma que o estado surge da necessidade de controlar a violência dos homens entre si. Como
Maquiavel, não confia no homem, que considera depravado e antissocialpor natureza. É o
poder que gera a lei e não o contrário; a lei só prevalece se os cidadãos concordarem em
transferir seu poder individual a um governante, o Leviatã, mediante um contrato que pode ser
revogado a qualquer momento.

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Baruch de Spinoza prega a tolerância e a liberdade intelectual. Temeroso dos dogmas
metafísicos e religiosos, justifica o poder político unicamente por sua utilidade e considera
justa a rebelião se o poder se torna tirânico. Em seu Tratado teológico-político, afirma que os
governantes devem cuidar para que os membros da sociedade desenvolvam ao máximo as
suas capacidades intelectuais e humanas.

Montesquieu e Jean-Jacques Rousseau destacam-se como teóricos da democracia moderna.


Montesquieu exerceu influência duradoura com O espírito das leis, no qual estabeleceu a
doutrina da divisão dos poderes, base dos regimes constitucionais modernos. Rousseau
sustenta, no Contrato social, que a soberania pertence ao povo, que livremente transfere seu
exercício ao governante. Suas ideias democráticas inspiraram os líderes da revolução francesa
e contribuíram para a queda da monarquia absoluta, a extinção dos privilégios da nobreza e do
clero e a tomada do poder pela burguesia.

2.4. Pensamento contemporâneo

No século XIX, uma das correntes do pensamento político foi o utilitarismo, segundo o qual
se deve avaliar a ação do governo pela felicidade que proporciona aos cidadãos. Jeremy
Bentham, primeiro divulgador das ideias utilitaristas e seguidor das doutrinas econômicas de
Adam Smith e David Ricardo, teóricos do laissez-faire (liberalismo econômico), considera
que o governo deve limitar-se a garantir a liberdade individual e o livre jogo das forças de
mercado, que geram prosperidade.

Em oposição ao liberalismo político, surgiram as teorias socialistas em suas duas vertentes, a


utópica e a científica. Robert Owen, Pierre-Joseph Proudhon e Henri de Saint-Simon foram
alguns dos teóricos do socialismo utópico. Owen e Proudhon denunciaram a organização
institucional, econômica e educacional de seus países e defendem a criação de sociedades
cooperativas de produção, ao passo que Saint-Simon preconizou a industrialização e a
dissolução do estado.

Karl Marx e Friedrich Engels desenvolvem a teoria do socialismo científico, que deixou
marcas profundas e duradouras na evolução das ideias políticas. Seu socialismo não é um
ideal a que a sociedade deva adaptar-se, mas “o movimento real que suprime o atual estado de
coisas”, e “cujas condições decorrem de pressupostos já existentes”. O socialismo sucederia
ao capitalismo assim como o capitalismo sucedeu ao feudalismo e será a solução das

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contradições do capitalismo. Assim, sua realização não seria utópica, mas resultaria de uma
exigência objetiva do processo histórico em determinada fase de seu desenvolvimento. O
estado, expressão política da classe economicamente dominante, desapareceria numa
sociedade sem classes.

Depois da primeira guerra mundial, surgiram novas doutrinas baseadas nas correntes políticas
do século XIX. O liberalismo político, associado nem sempre legitimamente ao liberalismo
econômico, pareceu entrar em dissolução, confirmada pela depressão econômica de 1929, e
predominaram as visões totalitárias do poder.

A partir do marxismo, Lenin elaborou uma teoria do estado comunista e comandou na Rússia
a primeira revolução operária contra o sistema capitalista. Sobre a base marxista-
leninista, Stalin organizou o estado totalitário para estruturar a ditadura do proletariado e
alcançar o comunismo. Entre os pensadores marxistas que discordaram de Stalin e
acreditaram na diversidade de vias para atingir o mesmo fim destacam-se Trotski, Tito e Mao
Zedong (Mao Tsé-tung).

A outra vertente do totalitarismo foi o fascismo, baseado na crítica aos abusos do capitalismo


e do comunismo. Formadas por elementos heterogêneos e muitas vezes incoerentes, as
ideologias fascistas deram fundamento intelectual aos regimes que tendiam a sobrepor o
poder absoluto do estado aos indivíduos, como o fascismo na Itália de Benito Mussolini e o
nacional-socialismo na Alemanha de Adolf Hitler.

Após a segunda guerra mundial, a democracia liberal, já dissociada do liberalismo econômico,


ressurgiu em diversos países europeus e americanos. Em suas instituições, as democracias
acrescentaram os direitos sociais, como o direito ao trabalho e ao bem-estar, aos direitos
individuais. No final da década de 1980, a dissolução da União Soviética levou ao
desaparecimento dos regimes comunistas no leste europeu e ao predomínio da democracia
liberal.

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3.Conclusão
Conclui que a história das ideias políticas e as ideologias políticas são ciências auxiliares da
ciência política. Enquanto as ideias são produto de indivíduos singulares as ideologias, são
resultado da filiação a uma ideia e por isso com peso social, definem uma das dimensões do
facto político, pois configuram os princípios orientados do regime político, numa comunidade
política.

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4.Referências bibliográficas

 ARENDT, Hannah. A condição humana. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2004.


 Bastos, Fernando Loureiro (1999). Ciência política: Guia de estudo, Maputo Imprensa
universitária/UEM.
 Bobbio, Norberto (2000). Dicionário de política, 11ª edição, Brasil: Fundação
universidade de Brasília, Mosei Jakovlevitch.
 CHAUÍ, Marilena. Introdução à história da filosofia. Vol1. São Paulo: Cia. das
Letras, 2002. pp. 462-477
 Febvre, Lucien (2010). Martinho Lutero: Um destino, 2ª ed. Portugal: Texto editor.

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