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UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE

XVII CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA

EVOLUÇÃO DE DESLOCAMENTOS HORIZONTAIS EM ESTRUTURA DE


CONTENÇÃO COM ESTACAS ESPAÇADAS E TIRANTES
DEVELOPMENT OF HORIZONTAL DISPLACEMENTS IN RETAINING WALL
WITH SPACED PILES AND TIE RODS
Alex Micael Dantas de Sousa, Yuri Daniel Jatobá Costa
___________________________________________________________________
Resumo
O uso de estrutura de contenções com estacas espaçadas e atirantadas como sistema
estrutural já é uma técnica consolidada na prática pela sua eficácia. Entretanto,
melhorias podem ser feitas no que se refere ao aprimoramento do seu
dimensionamento, uma vez que o desempenho da estrutura está intimamente
relacionado com as condições de contorno em que se executam tais sistemas. Desta
forma propõe-se neste trabalho acompanhar a evolução de deslocamentos
horizontais em uma estrutura de contenção executada com estacas escavadas,
espaçadas e atirantada. As medições de deslocamentos horizontais foram realizadas
com inclinômetro nas diferentes profundidades de execução da cortina. Observou-se
que até a última fase de escavação o deslocamento máximo da cortina foi de 0,022%
da profundidade máxima de escavação, indicando desempenho satisfatório da
estrutura.
Palavras-chave: deslocamento horizontal, contenção, estaca, tirante, cortina.

Abstract
The use of retaining walls with spaced piles and tie backs as structural system is
already an established technique in practice for its effectiveness. However,
improvements in the design of those structures can be achieved, since the
performance of the structure is closely related to the boundary conditions that run such
systems. The purpose of this paper is to study the evolution of horizontal
displacements of retaining wall constructed with spaced bored piles and tie back-
backs. Horizontal displacements were measured with an inclinometer in different
construction stages. It was observed that until the final stage of excavation the
maximum horizontal displacement of the wall was 0.022% of maximum excavation
depth, which indicates a satisfactory performance of the structure.
Keywords: horizontal displacement, retaining wall, pile, tie-rod.
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1. Introdução

A busca por otimização dos espaços urbanos e a execução de projetos mais


compactos tem conduzindo com frequência ao aproveitamento do subsolo em
construções, principalmente para fins de estacionamento. As escavações nestas
obras têm se tornando cada vez maiores e têm imposto aos geotécnicos o desafio de
equilibrar grandes solicitações laterais com pequenos deslocamentos da estrutura.
As estruturas de contenção compostas por estacas escavadas, espaçadas e
atirantadas são uma alternativa usual para a estabilização de taludes, e assim como
outras estruturas civis, devem atender aos estados limites quanto à ruptura e às
deformações excessivas. Entretanto, incorre na prática que a maioria dos projetos são
concebidos de acordo com a experiência de projetistas de forma empírica, o que pode
resultar em soluções pouco econômicas ou inseguras do ponto de vista técnico. Além
disso, poucos projetos têm sido desenvolvidos com embasados nos estados limites
de serviço dessas estruturas.
Terzaghi e Peck (1967) apresentaram um método de dimensionamento para
escoramento de valas, bastante utilizado até hoje devido a sua simplicidade,
alicerçado nas teorias do equilíbrio limite, que consiste basicamente em calcular as
ações provenientes de empuxos de terra e/ou água e posteriormente verificar o
equilíbrio do sistema na eminência da instabilidade. Entretanto Briaud e Kim (1998)
alertam que este método apresenta limitações, uma vez que não permite determinar
deslocamentos horizontais na estrutura de contenção, além de ser válido apenas em
análises no estado plano de tensões e não considerar as deformações do maciço de
solo após as escavações.
Uma forma de aferir o desempenho destas estruturas é através da
instrumentação geotécnica, que permite determinar deslocamentos horizontais da
cortina de estacas ao longo das etapas de sua execução.
Alguns trabalhos obtiveram destaque na literatura no campo da medição de
deslocamentos horizontais, como o de St John et al. (1992), referente à avaliação de
deslocamentos em solos argilosos de Londres, e o de Moormann (2004), no qual
estudaram-se cerca de 530 casos de deslocamentos horizontais em contenções
devido à escavações na frente das mesmas. No Brasil, podem-se citar os trabalhos
de Correia et al. (1996) e Oliveira et al. (2009) como referências nacionais em termos
de instrumentação geotécnica por inclinometria, sendo o primeiro responsável por
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contribuir ainda com simulações numéricas para comparação com os resultados


obtidos em campo.
Entretanto, grande parte das pesquisas citadas referem-se a solos com
características argilosas, não dispondo-se na literatura de um acervo de dados maior
correspondente a solos arenosos, como os de Natal/RN. Santos (2013) e Oliveira
(2014) realizaram um dos primeiros estudos acerca destes tipos de solo na região.
No presente trabalho avaliam-se os deslocamentos horizontais em um trecho
específico de estrutura de contenção através de instrumentação para medição de
deslocamentos horizontais (h). As estacas do paramento possuem 14,85 m de
comprimento, sendo 8,12 m o comprimento escavado à frente da cortina. A contenção
possui duas linhas de tirantes, espaçados de 2,75 m no primeiro nível e de 1,75 m no
segundo nível. Os tirantes possuem 14 m de comprimento nas duas linhas. O
monitoramento dos deslocamentos horizontais foi realizado com um inclinômetro, em
diferentes etapas de sua execução.

2. Metodologia
2.1. Descrição da estrutura de contenção

A estrutura de contenção em análise possui profundidade final de escavação


de 8 m e é composta por estacas espaçadas e tirantes. As estacas são do tipo
escavadas à seco, em trado mecanizado de 300 mm de diâmetro, e foram executadas
até uma profundidade de 14,85 m sem auxílio de fluido estabilizante, com
espaçamento de 35 cm entre eixos, ou seja, com apenas 5 cm de espaçamento entre
faces de estacas. O paramento de estacas contém uma viga de coroamento com
dimensões 400 mm x 650 mm acima destas. O concreto utilizado nas estacas foi de
25 MPa e 220 mm de abatimento no ensaio de consistência. A armadura longitudinal
das estacas se estende por um comprimento de 12 m a partir do topo, possuindo 11
barras de 10 mm igualmente espaçadas. A armadura transversal consiste de estribos
de 5 mm de diâmetro com distribuição helicoidal ao longo da estaca, apresentando
espaçamento médio de 100 mm.
Como elemento resistente à tração dos tirantes foram utilizadas barras de 32
mm de diâmetro. Na primeira linha de tirantes estes estão espaçados de 2,75 m,
possuindo 6 m de comprimento livre e 8 m de comprimento ancorado. Na segunda
linha o espalhamento entre tirantes é de 1,75 m, enquanto o comprimento livre é de 5
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m e o comprimento ancorado é de 9 m. A Figura 1 apresenta a vista frontal do trecho


analisado, com a indicação do posicionamento dos tubos guia para inclinômetro.

Figura 1 - Vista frontal do trecho analisado.

As medições foram organizadas em três fases para ambas as seções


instrumentadas, mas devido a maior significância dos resultados para a seção 1 (E
54) esta será objeto de análise neste trabalho. A fase 1 (um) diz respeito aos
deslocamentos da contenção após a primeira escavação até a protensão da primeira
linha de tirantes. A fase 2 (dois) refere-se ao acompanhamento dos deslocamentos
após a segunda escavação e posterior incorporação da segunda linha de tirantes. A
fase 3 (três), por fim, trata dos deslocamentos após a última escavação à frente da
cortina. A sequência de escavação, bem como detalhes construtivos da estrutura de
contenção estão ilustrados na Figura 2.a.

a) b)

Figura 2 – Características da estrutura de contenção. a) construtivas b) geotécnicas


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Foram executadas duas sondagens do tipo SPT tangentes ao trecho


instrumentado da cortina, a partir das quais pôde-se caracterizar o perfil geotécnico
do terreno. A Figura 2.b apresenta a estratigrafia do terreno, constituída
predominantemente por areia pouco argilosa e argila dura, com detalhe para a posição
de cada elemento da estrutura de contenção em relação ao solo.

2.2. Descrição do inclinômetro

Para medição do perfil vertical das estacas foi utilizado um inclinômetro, modelo
6000 M, fabricado pela GEOKON, com resolução de 0,025 mm a cada 0,50 m. Os
dados obtidos pelo inclinômetros são transferidos do carretel do cabo para um
computador portátil, utilizado em campo, através da tecnologia bluetooth. Os dados
armazenados no computador de campo foram lidos no programa GTILT PLUS 32,
permitindo-se conhecer os deslocamentos medidos em campo.
Os tubos guia utilizados possuíam 75 mm de diâmetro externo, sendo
fornecidos em segmentos de 1,5 m em material plástico. Os tubos guia, independente
do material, possuem quatro ranhuras ou sulcos ortogonais para encaixe das rodas
da sonda de inclinômetro durante as medições e definição das direções principais do
levantamento. Os tubos foram instalados na armadura, içada para sua inserção e
fixação, e posteriormente posicionados no furo escavado.

3. Resultados

Os resultados dos deslocamentos horizontais em estruturas de contenção são


apresentados pela relação percentual entre o deslocamento (δ) e a profundidade final
da escavação (H). Os dados do monitoramento realizado na seção 1 da estrutura de
contenção instrumentada nas 3 (três) fases são apresentados na Figura 3, na qual
estão ilustradas a posição do tubo guia, das linhas de tirantes e do nível do terreno na
seção instrumentada ao final da última escavação. Estas informações são
fundamentais na compreensão do comportamento da estrutura de contenção ao longo
de sua sequência executiva.
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Deslocamento Horizontal / Profundidade da Escavação (%) 1° Medição - 10.12.15 - Fase 1


-0,01 -0,005 0 0,005 0,01 0,015 0,02 0,025
2° Medição - 21.12.15 - Fase 1
3° Medição - 05.01.16 - Fase 1
4° Medição - 20.01.1 - Fase 1
5° Medição - 04.02.16 - Fase 2
6° Medição - 15.02.16 - Fase 2
Profundidade (m)

7° Medição - 25.02.16 - Fase 2


8° Medição - 26.02.16 - Fase 2
9° Medição - 18.03.16 - Fase 2
Nível do terreno 10° Medição - 06.04.16 - Fase 3
11° Medição - 11.04.16 - Fase 3
linhas de tirantes
12° Medição - 20.04.16 - Fase 3
Zona de interferência da 13° Medição - 06.05.16 - Fase 3
precisão do instrumento
14° Medição - 19.05.16 - Fase 3
Perfil da contenção 15° Medição - 16.06.16 - Fase 3

Figura 3 - Evolução de deslocamentos horizontais da cortina.

Da Figura 3 pode-se observar que os deslocamentos na primeira fase de


escavação foram bastante pequenos, resultando em sobreposição de curvas e difícil
análise em termos de estabilização uma vez que a variação de deslocamentos foi
menor que a margem de erro deste tipo de medição, que é de cerca de 0,005% de H.
Ainda sobre a primeira fase de execução verificou-se que a incorporação dos tirantes
da primeira linha provocou nítido aumento dos deslocamentos horizontais no topo da
contenção, enquanto produziu recuo da contenção na direção da carga aplicada.
Nas segunda e terceira fase de execução da contenção observaram-se os
maiores deslocamentos da contenção conforme esperado devido ao aumento das
solicitações horizontais em virtude do aumento da profundidade de escavação. O
deslocamento máximo na terceira fase das escavações atingiu cerca de 0,022% de
H.
A Figura 4 ilustra de uma forma mais detalhada a evolução dos deslocamentos
máximos (max) da cortina ao longo do tempo e, por conseguinte, das fases de
execução da cortina, para um tempo de monitoramento de cerca de 190 dias após a
primeira escavação do terreno.
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0,025 26/02/16
25/02/16
0,02
δh,máx / H (%)

0,015 15/02/16 20/04/16 16/06/16


04/02/16 11/04/16 19/05/16
0,01
06/04/16 11/05/16
Protensão da 1° Linha
0,005 20/01/16
Protensão da 2° Linha
18/03/16
0
0 20 40 60 80 100 120 140 160 180 200
Tempo (dias)

Fase 1 Fase 2 Fase 3

Figura 4 - Evolução e estabilização de deslocamentos máximos na contenção.

Na Figura 4 pode-se observar os picos de deslocamentos máximos com


posterior tendência à estabilização nas fases 2 e 3 da contenção. O mesmo
comportamento não foi visualizado na fase 1 devido a magnitude dos deslocamentos
ter sido pouco representativa nesta fase, sofrendo grande influência da precisão do
conjunto instrumento-operador. As Figura 5 e Figura 6 representam através de linhas
de tendência funções quadráticas negativas das quais pode-se deduzir por duas
derivações da função deslocamento que a aceleração da cortina é negativa, validando
assim a tendência à estabilização dos deslocamentos.

0,005
0,004
δh,máx / H (%)

0,003
0,002
0,001
0
40 50 60 70 80
Tempo (dias)

Figura 5 - Estabilização de deslocamento na Fase 2.

δh,máx (𝑡) = −0,000309𝑡 2 + 0,03874𝑡 − 0,863327 (𝑚𝑚) (1)


R² = 0,9999
Vδh,máx = −0,000618𝑡 + 0,038741 (𝑚𝑚/𝑑𝑖𝑎) (2)
a δh,máx = −0,000618 (𝑚𝑚/𝑑𝑖𝑎²) (3)
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0,025
0,02

δh,máx / H (%)
0,015
0,01
0,005
0
90 110 130 150 170 190
Tempo (dias)

Figura 6 – Estabilização de deslocamentos na Fase 3.

δh,máx (𝑡) = −0,000109𝑡 2 + 0,040555𝑡 − 1,970372 (𝑚𝑚) (4)


R²=0,9514
Vδh,máx = −0,000218𝑡 + 0,040555 (𝑚𝑚/𝑑𝑖𝑎) (5)
a δh,máx = −0,000218 (𝑚𝑚/𝑑𝑖𝑎²) (6)

Por derivação das funções de deslocamento horizontal também pode-se


calcular que a velocidade máxima ( Vδh,máx ) da contenção na segunda fase foi de
0,038741 mm/dia e na terceira fase foi de 0,040555 mm/dia.

4. Discussão

A Tabela 2 apresenta resultados de deslocamentos máximos em estruturas de


contenção de tipos variados, em condições geotécnicas distintas, e que servem de
parâmetro para avaliação da eficiência em serviço verificada no presente estudo em
termos de deslocamentos horizontais.
Tabela 1 – Tabela comparativa de deslocamentos.
Tipo de Estrutura de
Referência Tipo de solo 𝛿ℎ,𝑚á𝑥 /ℎ (%)
Contenção
Cortina de estacas
Presente estudo Areia siltosa 0,022
escavadas atirantada
Cortina de estacas
Oliveira et al. (2014) Areia 0,18
escavadas atirantada
Oliveira (2009) Parede diafragma Areia e silte 0,30-0,50
Hsieh et al. (2003) Parede diafragma Areia argilosa 0,33
Clourgh e O’Rourke Construções de cima
Areia 0,50
(1990) para baixo
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Da Tabela 2 verifica-se que os deslocamentos obtidos no presente estudo


foram menores que os reportados pela literatura, e bem abaixo dos obtidos em
trabalho semelhante de Santos (2013) e Oliveira (2014), como ilustrado na Figura 7,
no qual são comparados os deslocamentos de diversos trabalhos em termos de valor
absoluto e profundidade da escavação.
60
50
δh,máx (mm)

40 Oliveira (2014)
30 Oliveira (2009)
20 Hsieh et al. (2003)
10 Clough (1990)
0 Estudo
0 2 4 6 8 10
H (m)

Figura 7 - Comparação entre os resultados de deslocamentos horizontais máximos.

5. Conclusão

Os deslocamentos horizontais de estruturas de contenção estão intimamente


ligados às condições de contorno em que são executados tais sistemas, sejam elas
geotécnicas ou de projeto. Neste projeto verificou-se que, para as condições impostas
à estrutura, o desempenho em serviço foi satisfatório quando comparado a outros
trabalhos reportados na literatura, atingindo valor máximo de 0,022% de H na última
fase de escavação à frente da contenção. A velocidade máxima desenvolvida em
termos de deslocamento horizontal da contenção, que atingiu 0,041 mm/dia na fase 3
do estudo, também está satisfatória quando comparada à literatura.
Demonstra-se ainda que, para pequenos níveis de deslocamento do
paramento nas fases iniciais da cortina, a incorporação da carga de trabalho dos
tirantes na cortina pode resultar em aumento do deslocamento horizontal máximo,
comportamento contrário ao desejado, mas que se justifica pela rotação do paramento
no topo pela flexão originada na protensão.
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Referências

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Acompanhamento de deslocamentos horizontais de uma cortina de estacas
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[9]. Oliveira, L. H. B. D. (2014). Modelagem numérica de uma estrutura de contenção
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Universidade Federal do Rio Grande do Norte. 218 f.
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Diaphragm Wall Displacement of a Deep Excavation. Journal of Geotechnical and
Geoenvironmental Engineering. ASCE, Vol. 129, nº 2, pp. 146-157.

Agradecimentos

Os autores agradecem o suporte financeiro da Capes e CNPq e a colaboração


dos engenheiros Arthur Moura e Carlos Gaban por disponibilizar a obra para o
desenvolvimento da pesquisa.