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O que é Elemento Químico?

O que é?
Um elemento químico é definido como o conjunto formado por átomos que
apresentam o mesmo número atômico.
O que é Elemento




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Os elementos químicos são os constituintes básicos de


todas as substâncias. Em nível microscópico, pode-se
realizar a seguinte definição:

“Um elemento químico é o conjunto de átomos


que possuem o mesmo número atômico.”

O número atômico, simbolizado pela letra “Z”, é, na


verdade, a quantidade de prótons que o átomo possui
em seu núcleo. Assim, cada elemento é diferenciado
pela quantidade de prótons que seus átomos possuem.
Por exemplo, o conjunto formado por átomos que
possuem número atômico igual a 1 forma o elemento
químico conhecido como hidrogênio. Já o elemento
oxigênio é formado por átomos de número atômico
igual a 8.

Assim, um átomo isolado também representa um


elemento químico, porque ele forma um conjunto
unitário de átomo.
Atualmente são reconhecidos oficialmente cerca de 115
elementos químicos, com propriedades bastante
diferentes uns dos outros e outros que se assemelham.
Por isso, os elementos foram organizados em ordem
crescente de número atômico, formando um conjunto
que é conhecido como Tabela Periódica.

Nessa tabela, como é mostrado abaixo, aparece os


nomes e os símbolos de cada elemento químico, bem
como o seu número atômico na parte de cima, e na
parte inferior a massa atômica:

A Tabela Periódica segue uma ordem crescente de números atômicos

Fora da tabela periódica, a IUPAC (União Internacional


de Química Pura e Aplicada) determina que os
elementos químicos devem ser representados
escrevendo-se o símbolo no centro, o número atômico
(Z) na parte inferior esquerda e o número de massa (A –
soma dos prótons e dos nêutrons no núcleo atômico) na
parte superior esquerda: ZAE.

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Exemplo: símbolo do elemento bromo: 35


81
Br.
Tais elementos químicos unem-se, realizando ligações
químicas e formando as mais variadas substâncias.
Assim, em nível macroscópico, os elementos foram
sendo descobertos por meio da decomposição
das substâncias químicas. Elas eram
decompostas cada vez mais até que não fosse
mais possível decompô-las. Desse modo, sabia-se
que se tinha chegado aos elementos químicos que a
compunham.

Por exemplo, ao se passar uma corrente elétrica sobre


a água (eletrólise), ela decompõe-se em duas
substâncias simples, o hidrogênio e o oxigênio. Estes,
por sua vez, não podem ser decompostos, pois eles são
formados por um só tipo de elemento químico cada um.

Assim, descobriu-se que a água não era um elemento


químico, mas o hidrogênio e o oxigênio eram.

Apesar de os elementos químicos comporem tudo que


está ao nosso redor, somente alguns são realmente
essenciais para a manutenção da nossa vida, veja quais
são:
Tabela com elementos essenciais à manutenção da vida e suas quantidade em uma pessoa de 60

kg

Para saber mais sobre cada um deles, visite a subseção


de Química denominada Elementos Químicos.

Por Jennifer Fogaça


Graduada em Química
O número de prótons
presente no núcleo atômico diferencia os elementos
químicos e suas propriedades

Gostaria de fazer a referência deste texto em um


trabalho escolar ou acadêmico? Veja:

FOGAçA, Jennifer Rocha Vargas. "O que é Elemento


Químico?"; Brasil Escola. Disponível em:
https://brasilescola.uol.com.br/o-que-e/quimica/o-que-e-
elemento-quimico.htm. Acesso em 06 de abril de 2020.

Tabela periódica dos elementos químicos


Dmitri Mendeleev (1834 - 1907)
É considerado o pai da Tabela Periódica

Dmitri Mendeleev nasceu na Sibéria e destacou-se na história da Química


pois resolveu ordenar os elementos químicos então conhecidos, numa tabela,
após verificar que as suas propriedades se repetiam de forma periódica.

Esta tabela de Mendeleev tinha algumas vantagens sobre outras tabelas ou


teorias antes apresentadas, mostrando semelhanças numa rede de relações
vertical, horizontal e diagonal. A classificação de Mendeleiev deixava ainda
espaços vazios, prevendo a descoberta de novos elementos.

A tabela de Mendeleev serviu de base para a elaboração da tabela periódica


atual, que além de catalogar os 118 elementos conhecidos, fornece inúmeras
informações sobre o cada um deles.

Para ver a tabela original - clique aqui

Mais de metade dos elementos hoje conhecidos foram descobertos entre


1800 e 1900. Durante esse período, os químicos verificaram que certos
elementos apresentavam grandes semelhanças.

A constatação da existência de regularidades periódicas nas propriedades


físicas e químicas, aliada à necessidade de sistematizar toda a informação
disponível, levou ao desenvolvimento da chamada Tabela Periódica dos
Elementos.

Para saber mais sobre a evolução da tabela periódica - clique aqui

A tabela periódica dos elementos, na sua versão moderna apresenta o


seguinte aspeto:
Os elementos encontram-se ordenados pelo seu número atómico (indicado
nesta tabela por cima do respetivo símbolo) em sequências horizontais que se
chamam períodos, e ao mesmo tempo em sequências verticais que se chamam
grupos ou famílias. Alguns grupos mantêm nomes próprios, como se pode ver
através da figura seguinte:
Os grupos, ou famílias da Tabela periódica, são constituídos da
seguinte forma:
 O primeiro grupo é designado por grupo dos metais alcalinos (com
exceção do Hidrogénio (H)).

 O segundo grupo denomina-se grupo dos metais alcalino-terrosos.

 O conjunto dos grupos, entre o grupo 3 e o grupo 12 chamam-se metais


de transição.

 O grupo 13 é designado por família do Boro.

 O grupo 14 é designado por família do Carbono.

 O grupo 15 também se pode chamar família do Azoto.

 O grupo 16 pode denominar-se família dos Calcogéneos.

 O grupo 17 é designado usualmente por família dos Halogéneos.

 O grupo 18 muito conhecido, apresenta os nomes de família dos gases


raros, gases inertes ou ainda gases nobres.

 As duas últimas linhas da tabela periódica são também designadas por


família dos lantanídeos e família dos actinídeos, como se pode observar
na primeira figura apresentada.
Os períodos da Tabela periódica, são constituídos da seguinte forma:
 O primeiro período é formado por dois elementos - Hidrogénio (H) e Hélio
(He).

 O segundo e o terceiro períodos contêm oito elementos cada um.

 O quarto e o quinto períodos contêm dezoito elementos cada um.

 O sexto período contém trinta e dois elementos.

 O sétimo período é atualmente constituído por trinta e dois elementos.

Os elementos químicos podem também classificar-se em três


categorias:

METAIS
 Bons condutores de calor e de eletricidade

 Geralmente sólidos à temperatura ambiente

SEMIMETAIS
 Propriedades intermédias entre os metais e os não-metais

NÃO-METAIS
 Maus condutores de calor e de eletricidade

 Menor uniformidade nas suas propriedades do que os metais

Na tabela periódica, dispõem-se da seguinte forma:


No 9º Ano estudas em particular três destes grupos da tabela periódica. Se
procuras informações sobre eles, segue as ligações seguintes:

Metais alcalinos

Halogéneos

Gases raros

As regularidades na tabela periódica

 De um modo geral, o tamanho dos átomos aumenta ao longo de um


grupo, à medida que o seu número atómico aumenta. Mas, o tamanho dos
átomos também diminui ao longo de um período.

 Os átomos dos elementos do primeiro grupo (grupo dos metais alcalinos)


têm um eletrão de valência (isto é, um eletrão no último nível de energia
preenchido). Por isso, têm tendência a formar iões monopositivos.
 Os átomos dos elementos do segundo grupo possuem dois eletrões de
valência, pelo que, originam iões dipositivos.

 Os átomos dos elementos do grupo 16, apresentam seis eletrões de


valência, pelo que dão origem a iões dinegativos (iões com duas cargas
negativas).

 Os átomos que pertencem ao grupo 17 (família dos halogéneos) têm sete


eletrões de valência, pelo que originam iões mononegativos.

 Os átomos que pertencem ao grupo 18, denominados gases raros, são


átomos estáveis, apresentam os seus níveis de energia completamente
preenchidos, e por isso não originam iões. Aparecem na natureza sob a forma
de átomos isolados.

Videos sobre a tabela periódica

Foi criada uma página muito interessante, da responsabilidade da


universidade de Nottingham, onde os autores produziram videos sobre todos os
elementos da tabela periódica, mostrando imagens dos mesmos e em muitos
casos falando sobre as suas aplicações.

Uma forma divertida de ficar a conhecer os elementos químicos.

Deves aceder através da seguinte ligação: Uma tabela periódica em videos

A maioria dos videos estão em inglês, mas alguns já foram legendados em


português. A não perder.

Referências:
Wikipédia - História da Tabela Periódica

Manual Raíz Editores - "Fisiquipédia 9".


Halogênios
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Por Caroline Pedrolo

Graduação em Química (Centro Universitário Franciscano, UNIFRA, 2014)

O grupo dos halogênios é o de número 17 (ou 7A) da tabela periódica e tem


seu nome derivado do grego e que significa formadores de sais. Todos os
elementos desta família são não metais (ametais) e representativos. São eles:
flúor, cloro, bromo, iodo, astato e ununséptio. A distribuição eletrônica deles
acaba sempre no subnível p e com 5 elétrons. Este grupo possui como uma de
suas principais características a alta eletronegatividade que é a tendência que
certo elemento possui de atrair elétrons para si, sendo o de maior
eletronegatividade o flúor (F). Na natureza aparecem sempre na forma
diatômica, por exemplo: Cl2 e F2.

Sempre que recebem um elétron em uma ligação, ficam com carga negativa
advinda deste elétron e então os chamamos de haletos. Quando os halogênios
formam sais chamamos de sais de haleto, exemplos disso são o cloreto de
sódio (NaCl) e o fluoreto de sódio (NaF2).

Quando ligados entre si formam ligações covalentes e quando ligados com


metais formam ligações iônicas. O flúor é encontrado na forma gasosa assim
como o cloro. O bromo é encontrado no estado líquido, o astato e o iodo são
sólidos. O ununséptio é um elemento transurânico e sintético obtido a partir de
um acelerador de partículas. Provavelmente é sólido e possui cor escura.

Aplicações no cotidiano
O flúor pode ser encontrado no creme dental que utilizamos, e é
extremamente corrosivo ao vidro devendo sempre ser armazenado em outro
tipo de recipiente. O cloro é utilizado no tratamento da água das piscinas e
também está presente no sal de cozinha na forma de cloreto. Lembrando
sempre que ele deve ser utilizado em quantidades pequenas em caixas de água
e piscinas devido à tendência a agredir as vias aéreas quando utilizado sem
moderação, podendo causar complicações. Além disso também é parte da
composição de produtos que possuem poder clareador como por exemplo os
produtos que tiram manchas de tecidos.

Aerossol. Foto: Dwayne Fussell / Shutterstock.com

O cloro e o flúor são também contribuintes para o aumento do efeito estufa


na forma de clorofluorcarbonetos (CFC’s) - antigamente utilizados em
aerossóis.

O bromo é encontrado em produtos destinados à exterminação de insetos na


forma de brometo. O iodo é parte da composição do sal de cozinha sendo
utilizado para evitar o bócio, uma doença que ataca a glândula da tireoide,
porém também não deve ser consumido em excesso. Ele é o único deste grupo
que não é tóxico e juntamente com o cloro possui ação antimicrobiana e
antibacteriana. O astato ainda não possui aplicação, sendo apenas objeto de
estudo teórico por enquanto bem como o ununséptio.

Texto originalmente publicado em https://www.infoescola.com/quimica/halogenios/

Arquivado em: Química


Gases nobres
Por Caroline Pedrolo

Graduação em Química (Centro Universitário Franciscano, UNIFRA, 2014)

Os gases nobres possuem esse nome devido à sua alta estabilidade e


consequentemente sua quase rara ligação com outros elementos. Eles fazem
parte do grupo 18 da tabela periódica e são pouco reativos nas CNTP
(condições normais de temperatura e pressão).

Características dos gases nobres


Estes elementos possuem a última camada com oito elétrons, com exceção
do hélio e, portanto, cumprem a regra do octeto o que os torna muito estáveis.
Mas o que diz a regra do octeto? Ela infere que todo o átomo que possuir sua
última camada eletrônica completa, entende-se com oito elétrons com exceção
do elemento Hélio, terá conferida estabilidade. A princípio as ligações químicas
ocorrem para que os átomos envolvidos consigam se estabilizar ganhando ou
perdendo elétrons e assim chegar a configuração eletrônica estável como a de
um gás nobre. É também devido a esse fato que estes gases podem ser
encontrados isolados no ambiente.

Lista de gases nobres

 Hélio (He): O seu nome vem derivado do sol, pois através da análise espectrográfica da
luz provinda dele consegue-se detectar a presença de gás hélio. Este é o único gás
nobre que se estabiliza com dois elétrons na última camada. Isso porque ele possui
apenas a camada K que pode abrigar no máximo 2 elétrons. Ele possui o menor ponto
de ebulição entre todos os elementos, é o segundo elemento químico mais abundante
no universo perdendo apenas para o hidrogênio. É utilizado para o enchimento de
balões e dirigíveis e como gás de mergulho.
 Neônio (Ne): é um gás encontrado abundantemente no universo, mas na atmosfera
não, podendo ser produzido sinteticamente. É utilizado em lâmpadas fluorescentes
para conferir uma coloração arroxeada à luz e em painéis luminosos para sinalização e
propaganda.
 Argônio (Ar): Este foi o primeiro gás nobre descoberto e o nome deste elemento vem
do grego e significa inativo. É obtido através da decomposição radioativa de um
isótopo do potássio (K). É utilizado em extintores de incêndio, iluminação e na solda.
 Criptônio (Kr): Encontra-se no estado gasoso. É utilizado principalmente na fabricação
de lâmpadas.
 Xenônio (Xe): Encontrado como traço na Terra e foi o primeiro gás nobre a ser
sintetizado. Muito utilizado na fabricação de lâmpadas.
 Radônio (Rn): O seu nome vem do latim e significa derivado do Rádio, em seu
processo de decaimento radioativo emite partículas alfa, beta e gama. É utilizado em
terapias contra o câncer, substituindo o elemento rádio, por ser mais efetivo. Utiliza-se
este elemento também em sismógrafos e como indicador radioativo.

Leia também:
Conceito de Lei periódica

A lei periódica é a base da tabela


periódica dos elementos, tal como se denomina o esquema universal que
organiza, classifica e distribui os diferentes elementos químicos
existentes em relação a suas características e propriedades. Entretanto,
a lei periódica estabelece que as propriedades físicas e químicas dos
elementos se inclinem à repetição sistemática conforme o aumento do
número atômico dos elementos.

Vale destacar que todos estes conceitos inerentes à física e a química


foram desenvolvendo-se de maneira paulatina e progressiva durante o
século XIX. O antecedente mais remoto da lei trata da conhecida Lei das
oitavas, desenvolvida pelo químico inglês John Alexander Newlands, que
propôs uma grande novidade, que a cada oito elementos encontraríamos
as propriedades semelhantes. Este foi o pontapé para que o tempo
formulasse sua própria tabela periódica publicada formalmente no ano
1863.
Outro químico, o alemão Julius Lothar Meyer, usou como ponto de
partida os resultados de Newlands no de 1870 e determinou os volumes
atômicos dos elementos. Uma vez que calculou e representou os pesos
atômicos esteve em condições de demonstrar ao mundo da ciência a
confirmação sobre o peso atômico que implica num aumento das
propriedades físicas.

E quase simultaneamente aos trabalhos de Meyer, o químico de origem


russo Dimitri Mendeléyev publicou a primeira tabela periódica, ganhando
de Meyer o mérito de ser o criador da tabela.

Mendeléyev organizou os elementos por ordem crescente em função da


massa atômica que apresentavam, portanto, situou em uma mesma
coluna aqueles que compartilhavam alguma característica.
Vale ressaltar que para esta época já se conheciam 63 elementos dos 90
existentes. A tabela completou no final do século XIX com outro grupo a
mais, denominado zero, e formado pelos gases nobres.

Raio atômico
Química
O raio atômico é uma importante ferramenta para a compreensão das
propriedades periódicas dos elementos químicos.
Raio atômico




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Entre as complexidades do estudo atômico está a


determinação do tamanho do átomo ou, melhor, o raio
atômico. Essa propriedade periódica descreve a
distância do núcleo até o elétron mais externo de seus
níveis eletrônicos. Para determiná-la, é realizada uma
média aritmética da distância entre os núcleos de dois
átomos que formam uma substância simples, por
exemplo.
Representação da distância entre dois núcleos atômicos

Vamos determinar o raio atômico (RA) dos átomos


exemplificados na imagem. Para isso, basta dividir a
distância entre os núcleos por 2:

RA = d
         2

O estudo do raio atômico é importante porque


favorece a compreensão de alguns acontecimentos
físicos (densidade, ponto de fusão, ponto de ebulição e
energia de ionização) e químicos (ligações químicas)
que ocorrem com os átomos.

Ao analisar uma tabela periódica, podemos avaliar se


um átomo é maior ou menor em relação a outro e,
assim, determinar se ele apresenta maior ou menor
facilidade em ter um ou mais elétrons retirados de seus
orbitais. A avaliação e determinação do raio
atômico na tabela periódica é realizada segundo
dois critérios básicos:

a) Quantidade de níveis de energia (famílias ou


grupos/colunas verticais)

Sabemos que os átomos podem apresentar até sete


níveis de energia (K, L, M, N, O, P, Q) e que cada
elemento químico está situado em famílias ou grupos
(colunas verticais) e em períodos (colunas horizontais).
Os períodos indicam o número de níveis que o átomo
do elemento apresenta, e a família indica o subnível
mais energético do átomo. Em um grupo ou família, os
elementos químicos diferenciam-se pela quantidade de
níveis de energia. Veja a tabela a seguir:

Quanto maior for o número de níveis de energia


de um átomo, maior será seu raio atômico.
Analisando a tabela acima, observa-se que o frâncio
apresenta o maior átomo porque possui sete níveis. Já o
átomo de potássio tem menor raio por apresentar
quatro níveis de energia. A seguir temos uma
representação comparativa entre o átomo de frâncio e
o átomo de potássio:
Representação dos sete níveis de energia do átomo de Frâncio

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Representação dos quatro níveis de energia do átomo de Potássio

O esquema a seguir representa como ocorre o aumento


do raio atômico em uma mesma família ou grupo
(colunas verticais) da tabela periódica. Quanto maior
for o número de níveis, maior será o raio, ou seja, na
tabela periódica, o raio atômico cresce de cima
para baixo:

Representação de como o raio atômico aumenta em uma família da tabela periódica

b) Número atômico (Z ou número de prótons) no


mesmo período (coluna horizontal)

Quando elementos químicos pertencem ao mesmo


período, seus átomos possuem a mesma quantidade de
níveis de energia, mas a quantidade de prótons no
interior dos seus núcleos é diferente. A seguir temos
uma sequência de elementos pertencentes ao quarto
período da tabela periódica:

Todos os átomos dos elementos representados na


tabela acima possuem quatro níveis de energia, porém
cada um deles apresenta uma quantidade de prótons
diferente em seus núcleos. Como os prótons no interior
do núcleo exercem uma força de atração nos elétrons
presentes nos níveis de energia, quanto maior for a
quantidade de prótons no núcleo, maior será a
atração deles em relação aos elétrons. O resultado
é uma aproximação dos níveis em direção ao núcleo,
diminuindo o tamanho do átomo.

↑Z = ↓Raio atômico

↓Z = ↑Raio atômico

Dessa forma, podemos afirmar que o raio atômico do


elemento potássio é maior do que o do vanádio em
razão do menor número de prótons.

O esquema a seguir representa como ocorre o aumento


do raio atômico em um mesmo período (linha
horizontal). Quanto menor for o número atômico,
maior será o raio, ou seja, o raio atômico na
tabela cresce da direita para a esquerda

Representação de como o raio atômico aumenta em um período da tabela periódica

Por Me. Diogo Lopes Dia

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