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CURSO DE LICENCIATURA EM MEDICINA DENTÁRIA

2° Ano I° Semestre

1° mini teste de Ética

Nome: Hélder Fernando Gomes Numero: 20190100213

1. Consciência Moral
a). Dê o conceito da Consciência segundo o dicionário de Língua portuguesa,
Segundo os Psicólogos, Filósofos e os Teólogos.
segundo o Dicionário de Língua portuguesa resume que a consciência é o
conhecimento imediato da própria actividade psíquica;
Para a Psicologia, trata resumidamente, de dar-se conta de si próprio e do próprio agir;
A Filosofia resume que a consciência é a faculdade de emitir juízos sobre os próprios
actos;
Para a Teologia a consciência é entendida como o lugar de encontro particular entre o
ser humano e a Divindade…

a) Identifica o elemento comum nas definições da consciência acima indicadas,


procurando elaborar uma reflexão que faça convergir todas essas
perspectivas.
R/: Refletindo a respeito da conciência moral de modo a convergir todas
essas perspectivas cheguei a concluir que falar de conciência moral envolve
componente racional, efectivo e social visto que envolve a emissão do juízo
sobre os seus actos, ao agir consigo mesmo e ao com os outros.

b) Conceitue a consciência Moral na vertente ética.


R/: A consciência moral é um juízo da razão pelo qual a pessoa humana reconhece a
qualidade moral de um ato concreto.
c) Diga porque o tema da Consciência é cosiderado principal/central na
abordagem da ética Profissional?
R/: Porque é o centro dinamizador de todo o comportamento ético ou moral,
pois é nela que se toma a decisão livre de agir em conformidade com as
normas estabelecidas.

d) Em função das diferentes situações em que a consciência se pode encontrar,


relativamente aos actos, identifique e conceitue os possíveis estágios da
consciência.
R/: Consciência antecedente ou consequente É a situação da consciência moral antes
ou depois de praticar um determinado acto seleccionado;

Consciência certa ou duvidosa É a situação da consciência moral que está


segura em relação ao acto por praticar e portanto pode decidir, ou não está segura e
portanto não deve decidir enquanto não superar as condições de insegurança,
respectivamente.
Consciência recta ou errónea É a situação da consciência moral que se
encontra segura no acto por praticar e portanto conduz o sujeito a praticar um acto
humano bom ou um acto humano mau, respectivamente.

e) É importante reter que entre os estágios de consciência moral, há aspectos


que podem ser combinados e há outros que não o podem ser. Identifique-os
e justifique a sua resposta.
R/: a consciência certa combina-se com a recta e a errónea, e estas duas separadas
porque entre elas nunca podem combinar-se, este último aspecto implica que toda a
consciência recta ou errónea é certa, mas nem toda a consciência recta è certa e nem é
errónea porque existe consciência certa que é somente recta e portanto não é errónea e
consciência certa que é errónea e portanto não é recta!

f) Com base na reflexão sobre a consciência Moral, diga quando (em que
estágio da consciência) se aplica um acto bom/moralmente aceite no
exercício da profissão?
R/: No exercício da profissão um acto bom normalmente aceite é praticado em
consciência certa e recta, que é capaz de formular um juízo moral sem medo de
se enganar, estes se apoia em princípios morais autênticos.

g) Quando (em que estágio da consciência) é que se aplica um acto


mau/moralmente não aceite no exercício da profissão?
R/: Um acto mau normalmente nao aceite no exercício da profissão é praticado em
consciência duvidosa, quando,porém, existe alguma possibilidade de se enganar no
juízo que se emite.

2. Dever e Obrigação
a) A noção de “dever” muitas vezes se apresenta de forma um tanto ou quanto
confusa como a de obrigação. Terão as duas, o mesmo significado? Que relação
existe entre elas?
R/: Nao terao as duas o mesmo significado, há uma diferença de tempo e de grau
entre dever e obrigação, diferença de tempo porque o dever é pressuposto para a
obrigação e só há obrigação onde o dever não for cumprido, enquanto haver
chance do cumprimento espontâneo do dever não se pode falar em obrigação, e a
relacao é de que ambas celebram de uma responsabilidade.

3. Lei e Norma
a) O conhecimento de dever e obrigação conduz o ser humano a tratar com
maturidade as leis e normas. Não existe sociedade humana sem leis, sem
normas. Mas como é que o indivíduo deve lidar com as normas e as leis?
R/: Olhando que a lei é manado do poder legislativo e como tal, a sua
inobservância acarreta medidas punitivas é pertinente que o indeviduo conheça-
as e cumpra-as de modo que possa se distanciar das consequências que a sua
inobservância acarecta, faça-mos da lei o nosso guia considerando que a moral é
o padrão para a sua observância.

b) Identifique as diferenças e semelhanças entre a Lei e a Norma.


R/: A diferenca é que a lei possui formato explícito quando ordena algo, é
objectiva, emanado do poder legislativo e como tal, a sua inobservância acarreta
medidas punitivas e depende do seu autor, diferentemente da norma, esta possui
formato implícita mas nao provem do poder legislativo, surge espontaneamente
da vida social e depende da consciência moral individual.
A semelhança existente entre a lei e a norma sao: ambas visa ordenar o agir
humano é existem para o estabelecimento de determinada ordem e devem ser
obedecidas.

4. Responsabilidade
a) Embora o termo Responsabilidade tenha vindo para o Português através do
Francês Responsabilité, a etimologia do mesmo remonta ao Latim respondere
que em Português significa responder. Olhando para este termo que nos é muito
familiar, facilmente percebemos que o termo Responsabilidade, que é uma
qualidade humana, supõe a existência de algum termo de referência que
podemos considerar como antecedente. Com base na sua compreensão e
reflexão porque a responsabilidade diz-se “em primeira pessoa”, pelo que é
intransmissível?
R/: De apriori dizer que o dano moral é decorrente dos direitos da
personalidade, e o indeviduo goza do direito de praticar as acções de seu livre-
arbítrio, ou seja praticar as acções de sua livre e espontânea vontade, sendo
assim, ele tem o poder de escolha de prática das suas acções quer seja as acções
do bem ou de mal, deste modo, se o indevidou optar pela prática de acções de
mal ou não obedecer a norma de conduta ele irá responder polos seus próprios
actos, deste modo, ninguêm será responsabilizado pelos actos do indeviduo ou
de outrem, da mesma forma que se não haver a prática de acções por livre
arbitrio não pode haver responsabilização das acções.

b) Na busca ainda do destinatário da resposta contida no conceito de


responsabilidade, diga porque o conceito de responsabilidade envolve também
qualidade a componente da sociabilidade?
R/: O conceito da Responsabilidade fala da capacidade de cumprir com os seus
Compromissos e assumir os seus actos, acções estas refletem aquilo que é uma
qualidade daí a inclusão do termo nesse conceito
5. Direitos humanos e Dignidade Humana

a)Porque a Dignidade Humana é considerada um Direito Universal?

R/: É considerada um direito universal por ser um atributo que todo indivíduo possui,
inerente à sua condição humana, não importando qualquer outra condição referente à
nacionalidade, opção política, orientação sexual, religião, cultura, raça, etc.

b) A Ética procura, pois ajudar o homem a agir de tal modo que nem a sua dignidade,
nem a de outrem seja lesada. Recuando para o que afirmamos estudando os diferentes
estágios da consciência moral, será suficiente afirmar que atenta contra a dignidade
humana, todo aquele que age, individual ou colectivamente, em consciência errónea, e
preserva ou promove a dignidade humana, todo aquele que age em consciência recta?

R/: Não é suficiente afirmar porque estas situações, em rigor não merecem classificação
ética ou moral, mas noutras perspectivas esses actos podem concorrer para classificar as
pessoas em boas ou más porque em algumas situações são práticados actos maus sem
que seja em consciência errónea como também podem ser práticados actos bons mas
sem ser em consciência recta..