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Introdução

O presente trabalho é referente a disciplina de Inglês, que tem como o seu foco principal
tratarmos no que diz respeito aos heróis de Moçambique, e encontra-partida
averiguarmos os seguintes aspecto: a consideração e a honra da memória dos heróis
moçambicano e se há continuação das suas ideias. E ao longo do trabalho irmos nos
basear em algumas teoria como de Halbwachs para entender melhor acerca dos heróis e
os feitos e entre outros aspectos inerentes.
Heróis de Moçambique e suas memorias

Eduardo Mondlane constitui um marco importante no estudo das origens dos


movimentos de libertação em áfrica e um testemunho indispensável para o
conhecimento da história do processo de formação da frente de libertação nacional de
Moçambique – freliMo – de que foi primeiro presidente a 28 de Setembro de 1962. A
sua vida e a sua obra são fundamentais para o conhecimento das origens do moderno
nacionalismo na elite política africana, bem como na compreensão do processo de
formação do movimento independentista que conduziu à luta de libertação nacional de
Moçambique e à sua independência a 25 de Junho de 1975.

Durante o período de transição para a independência de Moçambique, a Frente de


Libertação de Moçambique (FRELIMO), se dedicou à construção de uma memória da
luta armada. Na verdade, como sustentou Halbwachs, essa memória coletiva é o
ingrediente básico da identidade nacional. O autor explica que para manter uma
memória coletiva ativa, “ Uma sociedade primeiro de tudo precisa encontrar marcos. ”
(Halbwachs, 1992, p. 222).

No dia 1º de fevereiro de 1976, a FRELIMO decidiu considerar o 3 de fevereiro, dia


da morte de Eduardo Mondlane, primeiro presidente do movimento, como uma data
nacional que deveria passar a ser celebrada como o “Dia dos Heróis”. Para a
FRELIMO:

A proclamação desta data como o Dia dos Heróis, não é uma homenagem a
Mondlane, mas sim, uma homenagem a todos aqueles que lutaram pela
independência de Moçambique e que cimentaram com o seu sangue a
nossa unidade. Mondlane simbolizava tudo isso. (Tempo, 1976, p.5).

A descoberta do espírito nacional e suas manifestações heroicas foram assim


simbolicamente ligadas a Eduardo Mondlane. Portanto, sua centralidade para a
FRELIMO não era como um indivíduo, mas como um herói a ser celebrado
coletivamente.
Em novembro do mesmo ano iniciaram-se as obras de construção de um
monumento nacional -a Praça dos Heróis Moçambicanos – para honrar os combatentes
da FRELIMO que tombaram no campo de batalha durante a guerra contra o governo
português. O santuário nacional foi construído na estrada que liga o Aeroporto
Internacional de Mavalane à entrada da cidade de Maputo, a capital do país. Este
monumento, construído em forma de estrela, simbolizando o socialismo, foi replicado
em todas as províncias e distritos do país, com algumas variações locais. A memória dos
heróis nacionais passou assim a estar firmemente ligada a um lugar espacial. Como
defendeu Halbwachs (1992), há lugares que são imbuídos com memórias dos grupos. É
por causa da estabilidade destes lugares que as suas memórias permanecem.

No primeiro caso, na medida em que o patrimônio representa a nação como uma


totalidade, o espaço público é pensado como um espaço sem conflitos, porque sem
diferenças, sem pluralidade, com todos os seus elementos remetidos ao valor
hierarquicamente superior, que é a nação, seu passado e sua tradição. Já no caso das
narrativas articuladas no registro do cotidiano, o espaço público tende a ser pensado
como dividido pela diversidade de pontos de vista, pela diversidade dos gêneros de
discurso que nele circulam. A nação não é vista como algo acabado, cuja essência seria
representada pelo patrimônio. Ela é pensada como heterogênea e em permanente
processo de transformação e os patrimônios fazem parte do dia-a-dia da vida dos
diversos segmentos sociais.

Os feitos de Samora

Samora Machel: Combatente pela Paz na Região e promotor da solidariedade entre os


Povos

Dizer que o presidente Samora Machel é Uma figura emblemática em Moçambique e no


Mundo. O líder de quem emanam as aspirações de um Povo

O Presidente Samora Moisés Machel foi um grande líder! Um homem de visão ampla e
de uma trajectória invulgar que fez dele uma referência singular, uma fgura
consensualmente admirada e respeitada no nosso País e noutros quadrantes do mundo.
Nos fóruns regionais e internacionais, o Presidente Samora Machel transportava e
articulava mensagens nobres: mensagens de paz, liberdade e dignidade para os povos e
de coexistência pacífca entre Estados bem como de cooperação e desenvolvimento para
todas as nações do mundo. Eram mensagens derivadas da sua experiência de
Combatente pela nossa liberdade, de Estadista e de fgura internacionalista. Por isso,
recordar o Presidente Samora Machel é buscar a inspira-ção, a força e a dinâmica para a
prossecução da longa caminhada pela consolidação da paz e da Unidade Nacional em
Moçambique.
Recordar o Presidente Samora Machel é reafrmar a pertinência dos seus ideais de
reforço e de diversifcação da nossa cooperação bilateral e de complementaridade das
nossas economias, no quadro da SADC e da sua agenda de integração regional.
Estes são ideais do Presidente Samora Machel que devemos transmitir às novas
gerações nos nossos países e na região

Em Moçambique, 2011 foi declarado “Ano Samora Machel”, como forma de,
colectivamente, celebrarmos a vida e obra deste grande herói na nossa Pátria de Heróis.
E até hoje o presidente Samora é lembrado através de:

 Dos seus ideais e da sua visão;


 Da justeza das causas que defendeu;
 Do amor que conquistou do seu povo;
 Do seu exemplo de determinação e perseverança; e
 Da sua inabalável crença na força de um povo unido, para vencer os desafos em
presença.

Herois de Moçambique e seus legados

 Joaquim Chissano: O quebrador de barreiras


 Josina Machel: Símbolo maior da emancipação da mulher, um nome
que se agiganta com o tempo

 Mateus Sansão Muthemba: O Homem dos ventos que tempestades gerou para
abalar o colonial fascismo
 um compatriota íntegro;
 nacionalista consequente; e
 combatente cheio de bravura e determinação.
 Paulo Samuel Kankhomba: Mais um Herói na Pátria de Heróis
De Kongwa, Paulo Samuel Kankhomba foi enviado para o interior de Cabo Delgado,
como Comissário Político Provincial. Nessa qualidade, mobilizava mais moçambicanos:

 para promoverem a Unidade de todos os moçambicanos, como condição da


vitória contra o opressor estrangeiro;
 mobilizava-os ainda para assumirem a justeza da sua causa pela libertação de
Moçambique, missão que era da responsabilidade de todos os moçambicanos, e
que, por conseguinte, deviam participar na luta;
 ele também os mobilizava para produzirem e estudarem. Sobretudo, Paulo
Samuel Kankhomba tinha a missão de explicar as razões da luta, elevar a moral
dos guerrilheiros e motivar os combatentes para transformarem as difculdades da
luta em desafos.

Ele desempenhou estas funções e dirigiu missões combativas, com muita dedicação,
sentido de Pátria e de servir Moçambique e o seu Povo. Isso fazia com que ele fosse
mais estimado e admirado pelos combatentes da Luta de Libertação Nacional.

 José Macamo: Dedicado enfermeiro e destemido dirigente da guerrilha

Deste modo, José Macamo intensificou a organização do sistema de saúde no Niassa


Oriental através:

 da formação de socorristas;
 da criação de postos de saúde nos destacamentos; e
 da sensibilização da população e dos combatentes sobre prevenção de
doenças e saneamento do meio.
 John Issa: Exemplo de compatriota que soube articular e partilhar convicções

A missão que a Geração do 25 de Setembro abraçou traduzia-se:

 pela colocação de um ponto fnal à humilhação e opressão dos moçambicanos;


 traduzia-se também pela revalorização da nossa cultura e artes espezinhadas pela
dominação estrangeira; e
 pela colocação de Moçambique no mesmo pedestal ocupado pelas outras nações
do mundo.
 Francisco Manyanga: O exemplo de como se molda um Herói
 Joaquim Marra: Obreiro de um legado que nos inspira hoje e sempre
Nesta Base, Marra seria afecto na área de artilharia.

Durante a Luta de Libertação Nacional, a Frente de Cabo Delgado estava dividida


em quatro sectores:

 o Primeiro Sector estendia-se do Rio Rovuma à estrada Mueda-Mocímboa


da Praia;
 o Segundo Sector partia da estrada Mueda-Mocímboa da Praia ao Rio
Messalo;
 o Terceiro Sector compreendia a área entre o Rio Messalo e o Rio
Montepuez;
 o Quarto Sector estendia-se do Rio Montepuez ao Rio Lúrio.
 Tomás Nduda: Nacionalista abnegado e combatente destemido

A sociedade de hoje perante os heróis

Segundo Halbwachs mostrou a importância dos lugares de memória e argumentou que


não há memória coletiva que não aconteça sem referência a estruturas espaciais,
resultantes de construções sociais. Estas análises se tornaram importantes para ajudar a
pensar a comemoração do Dia dos Heróis.

Essa síntese acima ilustrado, nos traz a memória, a questão do nosso dever e a nossa
gratidão em honrar as suas memorias, seguir as ideias que eles tinham traçados para
com o nosso pais, e seguirmos em frentes e desfrutando pelo que eles anteriormente isso
quer dizer antes da independência eles lutaram para que o país e o povo moçambicano
fosse independente.

Sendo ainda a sociedade de hoje em dia deve voltar ou seja fazer a retrospectiva de
antes de independência e pôs independência e distinga por que lutavam, e após isso veja
como estão sendo colhido os mesmos frutos plantados com sangue e dor e a morte de
entrequerido e familiares.

Após de fazer a retrospectiva a sociedade deveria parar de desistir dos preceitos e ideias
dos heróis e honrar as suas memorias sempre, e cada ano do mês de fevereiro do dia 03
que passasse como um dia de tristeza pela a perda dos nossos heróis e devíamos sempre
dizer em nossos corações que era mais uma vez de podermos renovar as memoriar e os
nossos compromisso pelo que eles lutaram, para que não seja desperdiçados e
desvalorizado o valor da luta que eles acreditavam em alcançar a independência
permanente e defender os seus direitos como povo que eles acreditava em ter valores
como o colono tinha.

O não valorizar o que os nossos heróis fizeram por nós, e não guardar e não seguir o que
eles disseram lutando e morrendo pela pátria para a liberdade e unidade nacional, o não
respeitar e honrar hoje em dia é ter a falta de consciência e respeito ao que actualmente
desfruta pelo sangue de alguém, ou pelo sangue de muitos outros que juntos com os
heróis lutaram.

Actualmente, não basta apenas celebra-lo, lembra-lo, mas necessitamos em ter em


coração de cada um dos moçambicanos as memorias vivas e lutarmos pelo que ele
acreditava, pelo que se sabe até hoje, ele lutava pelo que era o certo e não lutava para se
próprio ou os seus interesses pessoais, mas para o bem estar do povo, ele lutou para o
seu país.

O dever de todos Moçambicano hoje em dia

É graça a esses homens e mulher que poucos deles foram citados, mas é de
conhecimento geral que são muitos os herois de Moçambique, com o feito e coragem
desses que nos dias de hoje nos encotramos a desfrutar da liberdade e independencia, e
da unidade nacional que para tantos homens lutaram muito prara que se alcançasse esse
gozo de todos os moçambicanos.

Todos nos hoje devemos honrar o trabalho feito pelo esses homens e mulheres que são
os nossos herois, e guardemos os seus feitos e sigamos com todo o respeito merecido as
suas ideias guardemos sempre os seus legado dentro dos nossos corações reconhecendo
sempre que são os nossos herois e libertadores do nosso pais designado Moçambique.
Conclusão

Após termos vistos os feitos dos nossos heróis para o nosso pais designado por
Moçambique, fica a memória de cada um, se sente a em dívida com os nossos heróis e
respeita a eles pela coragem que eles tiveram ao lutar sem temer as suas vidas e se
entregaram pôr a mor do seu povo e da pátria, cabe cada um de nós hoje em dia viver e
guardar as suas memorias nos nossos Corações e em ações, para que sirvamos como o
fruto da luta pela independência que anteriormente lutamos para ter, e que Moçambique
possa viver em paz e mesmo laços de concordância pelo que, o que nos une é mais forte
do que o que nos separa.
Bibliografia

HALBWACHS, Maurice. On collective memory. Chicago, The University of Chicago


press.1992.

Moçambique - Pátria de Heró EDITORES: Professor Doutor Renato Matusse, Dras.


Josina Malique e Joharia Issufo