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CRede

Software para
Projeto de Redes de
Abastecimento de Água

Manual do Usuário

Fundação
Centro
Tecnológico
de Hidráulica
Esta versão do CRede é destinada ao dimensionamento e
verificação de redes de abastecimento de água.

O usuário deve certificar-se que os critérios, equipamentos e


materiais utilizados sejam compatíveis com o projeto.

SUPORTE AO USUÁRIO: eventuais dúvidas ou problemas


encontrados na utilização dos modelos, poderão ser submetidas
através do endereço exclusivo crede@fcth.br e serão
respondidas pela equipe técnica da FCTH.
ÍNDICE

1. INSTALANDO ........................................................................................................................... 1
1.1. O DISCO DE INSTALAÇÃO ...................................................................................................... 1
1.2. REQUISITOS MÍNIMOS........................................................................................................... 1
1.3. EFETUANDO A INSTALAÇÃO ................................................................................................... 1
2. UTILIZAÇÃO DO AMBIENTE GRÁFICO................................................................................... 4
2.1. O MENU PRINCIPAL E A BARRA DE FERRAMENTAS................................................................... 4
2.2. O MENU ARQUIVOS ............................................................................................................. 5
2.2.1. Novo ............................................................................................................................. 5
2.2.2. Novo com imagem......................................................................................................... 5
2.2.3. Lê.................................................................................................................................. 5
2.2.4. Lê DXF de topografia..................................................................................................... 6
2.2.5. Lê DXF de ruas ............................................................................................................. 6
2.2.6. Lê DXF de pontos cotados ............................................................................................ 6
2.2.7. Salva............................................................................................................................. 6
2.2.8. Salva como ................................................................................................................... 6
2.2.9. Exporta planta para DXF ............................................................................................... 7
2.2.10. Exporta planilha ........................................................................................................ 7
2.2.11. Imprimir..................................................................................................................... 7
2.2.12. Visualizar impressão de planilha................................................................................ 7
2.2.13. Parâmetros ............................................................................................................... 7
2.2.14. Fim............................................................................................................................ 8
2.3. O MENU OPÇÕES ................................................................................................................ 8
2.3.1. Área de trabalho............................................................................................................ 8
2.3.2. Traçado da rede ............................................................................................................ 9
2.3.3. Exibição de DXF’s ......................................................................................................... 9
2.3.4. Cálculo automático de cotas........................................................................................ 10
2.3.5. Resultados .................................................................................................................. 12
2.3.6. Localizar...................................................................................................................... 12
2.3.7. Localizar próxima ........................................................................................................ 13
2.4. O MENU VISUALIZAR .......................................................................................................... 13
2.4.1. Zoom in ....................................................................................................................... 13
2.4.2. Zoom out..................................................................................................................... 13
2.4.3. Sem zoom ................................................................................................................... 13
2.4.4. Último zoom ................................................................................................................ 14
2.4.5. Janela ......................................................................................................................... 14
2.4.6. Pan ............................................................................................................................. 14
2.4.7. Ajuste máximo............................................................................................................. 14
2.4.8. Redesenha.................................................................................................................. 14
2.5. O MENU ACIONAR ............................................................................................................. 14
2.5.1. Traçado....................................................................................................................... 14
2.5.2. Planilhas ..................................................................................................................... 17
2.5.3. Dimensionamento........................................................................................................ 19
2.5.4. Planilha de observações (Cesg/CDren) ....................................................................... 19
2.5.5. Fixar coordenadas e cotas........................................................................................... 20
2.5.6. Fixar cota do ponto mais próximo ................................................................................ 20
2.5.7. Interpolação de cotas nas curvas de nível ................................................................... 20
2.5.8. Recalcular cotas.......................................................................................................... 20
2.6. O MENU TRECHOS............................................................................................................. 21
2.6.1. Apaga marcados ......................................................................................................... 21
2.6.2. Desmarca trechos ....................................................................................................... 21
2.6.3. Desloca trecho ............................................................................................................ 21
2.6.4. Divide trecho ............................................................................................................... 21
2.6.5. Perfil............................................................................................................................ 22
2.7. O MENU BANCO DE DADOS ................................................................................................. 22
2.8. O MENU AJUDA ................................................................................................................. 22
2.8.1. Conteúdo .................................................................................................................... 22
2.8.2. Como usar ?................................................................................................................ 22
2.8.3. Créditos....................................................................................................................... 23
3. COMANDOS E FUNÇÕES BÁSICAS DO CREDE .................................................................. 24
3.1. EDITANDO AS CARACTERÍSTICAS DE UM NÓ .......................................................................... 24
3.2. ÁREAS DE INFLUÊNCIA ........................................................................................................ 25
3.3. EDITANDO AS CARACTERÍSTICAS DE UM TRECHO DE TUBULAÇÃO ............................................ 29
3.4. DEFINIÇÃO DO MODO DE EXIBIÇÃO DO TRAÇADO .................................................................. 32
4. PLANILHAS ............................................................................................................................ 35
4.1. PLANILHAS ........................................................................................................................ 35
4.1.1. Planilha de Trechos..................................................................................................... 35
4.1.2. Planilha de nós............................................................................................................ 35
4.1.3. Planilha de Quantitativos ............................................................................................. 36
4.1.4. Planilha de Áreas de Influência.................................................................................... 37
5. CONDIÇÕES DE CONTORNO ................................................................................................ 38
5.1. EDITANDO AS CONDIÇÕES DE CONTORNO ............................................................................ 38
5.1.1. Reservatório................................................................................................................ 38
5.1.2. Vazão Pontual ............................................................................................................. 38
5.1.3. Válvula de Controle ..................................................................................................... 40
5.1.4. Válvula Redutora de Pressão ...................................................................................... 42
5.1.5. Booster em Linha ........................................................................................................ 43
6. CÁLCULOS............................................................................................................................. 46
6.1. CÁLCULOS ........................................................................................................................ 46
6.1.1. Efetuando o Cálculo .................................................................................................... 51
7. RESULTADOS ........................................................................................................................ 53
7.1. ACIONANDO RESULTADOS .................................................................................................. 53
7.1.1. Visualizando os Resultados em Planta ........................................................................ 55
7.1.2. Visualizando os Resultados em Perfil .......................................................................... 57
8. BANCO DE DADOS ................................................................................................................ 60
8.1. INTRODUÇÃO ..................................................................................................................... 60
8.2. O BANCO DE DADOS DO CREDE ......................................................................................... 60
8.3. GRUPOS DE QUANTITATIVO ................................................................................................. 61
8.3.1. Materiais ..................................................................................................................... 61
8.3.2. Tubos.......................................................................................................................... 63
8.3.3. Trechos ....................................................................................................................... 64
8.3.4. Escoramentos ............................................................................................................. 65
8.3.5. Botão Imprimir ............................................................................................................. 65
8.4. DADOS PARA COMPOSIÇÃO DOS QUANTITATIVOS E CUSTOS ................................................... 66
8.4.1. Dados dos Trechos ..................................................................................................... 66
8.4.2. Entrada de Dados via Planilha..................................................................................... 67
9. MEU PRIMEIRO PROJETO COM O CREDE........................................................................... 70
9.1. ANTES DE COMEÇAR .......................................................................................................... 70
9.2. CONHECENDO A ÁREA DE TRABALHO ................................................................................... 70
9.3. INICIANDO O PROJETO ........................................................................................................ 71
9.4. AS PLANILHAS ................................................................................................................... 77
9.5. O DIMENSIONAMENTO ........................................................................................................ 78
9.6. VERIFICANDO OS RESULTADOS ........................................................................................... 79
9.7. QUANTITATIVO E CUSTOS ................................................................................................... 82
Apresentação

O dimensionamento de redes urbanas de abastecimento de água é uma atividade


que exige, além da experiência do projetista, uma análise hidráulica acurada, para
que se o projeto resultante atenda aos critérios de economia, bom desempenho e
flexibilidade operacional.

O Crede é um sistema de projeto e dimensionamento de redes de abastecimento


que incorpora todas as facilidades de traçado e desenho, facilitando o trabalho do
projetista e eliminando tarefas muitas vezes extenuantes como a análise de
alternativas de traçado.

A interface, desenvolvida em ambiente Windows facilita também análise do


funcionamento das redes, e o zoneamento de pressões, gerando automaticamente
os desenhos de engenharia necessários e realiza o levantamento das quantidades
de materiais e serviços, necessárias para a elaboração do orçamento das obras.

Desenvolvida inteiramente em plataforma 32-bit, esta versão 7.0.3 (Jan/2002) possui


uma série de facilidades decorrentes da evolução das ferramentas de informática,
além ser compatível com os principais softwares comerciais disponíveis atualmente.

Os usuários das antigas versões do CRede terão seus arquivos atualizados


automaticamente assim que forem abertos por esta nova versão, permitindo assim o
prosseguimento dos projetos em andamento.

Como em todo sistema computacional, a evolução e aperfeiçoamento do Crede ou a


solução de eventuais problemas nesta versão dependerá do retorno dos usuários. A
equipe da FCTH agradece antecipadamente qualquer contribuição na forma de
comunicação de erros, relatos de casos de aplicação ou sugestões para melhoria
nas futuras versões.
1. Instalando

1.1. O Disco de Instalação

A instalação é feita através de utilitário instalador que acompanha o CD


original fornecido.

Durante a instalação o sistema terá a necessidade de copiar arquivos para o


diretório C:\WINDOWS\SYSTEM. É necessário que o usuário possua direito de
gravação neste diretório.

Em ambiente NT, Windows 2000 ou XP, é necessário possuir direitos de


administrador para instalar o software. Desta forma o aplicativo fica disponível para
os demais usuários.

1.2. Requisitos Mínimos

Os requisitos mínimos para a instalação são:

 Microcomputador tipo Pentium ou superior, memória RAM mínima de 32


Mbytes com interface de vídeo tipo VGA e monitor colorido

 unidade de disco rígido com no mínimo 12 Mbytes livres

! leitor de CD-ROM

 dispositivo apontador tipo mouse

Sistema operacional Windows, versão 95 ou posterior

Internet Explorer 4.0 ou superior (para visualização do arquivo de ajuda)

1.3. Efetuando a Instalação

Para iniciar a instalação selecione, no menu do gerenciador de programas a opção


Arquivo - Executar e na caixa digitar X:\Instalar\Setup.exe, digitando Enter em
seguida, onde X é a letra do drive do CD-ROM.

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A partir deste ponto devem ser seguidas todas as instruções das caixas de diálogo
do programa instalador.

Será solicitado o diretório de instalação e a medida em que forem sendo copiados os


arquivos dos programas, o progresso da instalação será indicado na tela.

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Certifique-se de estar instalando em unidades de disco rígido que disponham do
espaço mínimo requerido;

Após o término da instalação aparecerá a seguinte tela:

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2. Utilização do Ambiente Gráfico

2.1. O Menu Principal e a Barra de Ferramentas

O ambiente gráfico permite a interação do usuário com as principais funções de


edição, traçado e cálculo do sistema.

Quando inicializado, o modelo carrega automaticamente a última configuração


utilizada pelo usuário.

A navegação pelas opções é feita por meio do Menu Principal da Área de Trabalho e
da Barra de Ferramentas.

O menu principal permite o acesso à área de trabalho e a todas as


funções/comandos do sistema. Qualquer comando do menu principal pode ser
acessado diretamente com o click do botão principal do mouse ou ainda através da
hot-key correspondente, como por exemplo <alt + A>.

A Barra de Ferramentas é mostrada na figura a seguir.

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2.2. O Menu Arquivos

O Menu Arquivos controla a leitura e gravação de dados, bem como a saída do


sistema.

Neste menu são ativados os seguintes itens.

2.2.1. Novo

Permite a abertura de um novo arquivo, com a redefinição da área de trabalho,


podendo também ser acionado a partir da Barra de Ferramentas

2.2.2. Novo com imagem

Permite a abertura de um novo arquivo a partir de uma imagem de fundo tipo raster
(arquivos padrão PCX, BMP ou WMF).

2.2.3. Lê

Lê um arquivo de projeto ou de resultados de cálculo, existente no diretório de dados


corrente, exibindo a caixa de diálogo para seleção do arquivo. Opção também
acessível pela Barra de Ferramentas .

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2.2.4. Lê DXF de topografia

Permite a leitura de uma base topográfica com curvas de nível em padrão DXF1.

2.2.5. Lê DXF de ruas

Permite a leitura de um arquivo contendo o traçado viário em padrão DXF.

2.2.6. Lê DXF de pontos cotados

Permite a leitura de um arquivo contendo pontos com atributos de cotas.

2.2.7. Salva

Esta opção salva o arquivo corrente no disco com o mesmo nome com o qual foi
aberto.

2.2.8. Salva como

Salva o arquivo corrente com o nome e no local fornecidos pelo usuário.

1
Formato do arquivo DXF

O DXF (Drawing Interchange Format) é um padrão de intercâmbio de dados entre aplicativos. Pode-
se obter informações topográficas (por meio das leituras de curvas de nível), do arruamento e
posicionamento de quadras e lotes e/ou de pontos cotados desde que o desenho possua o seguinte
formato:

• entidades reconhecidas: Line, Polyline, Lwpolyline, Arc, Circle, Text ou Point. No caso da
topografia, as únicas entidades consideradas serão Line, Polyline e Lwpolyline;

• qualquer versão de arquivo DXF poderá ser lida pelo software bem como os formato ASCII (texto)
e binário. O formato binário, além de produzir arquivos de menor tamanho, também produz maior
precisão numérica para as coordenadas;

• cada ponto deve possuir 3 valores correspondentes as coordenadas no plano ( x,y ) e a cota do
ponto ( z ) no caso de curvas de nível;

• pontos cotados devem ser entidades point com atributos (x, y, z). Alternativamente, pode-se
utilizar entidades tipo text na coordenada x,y correspondente contendo o valor da cota do ponto.
Caso existam entidades point sem elevação (z) e entidades text com os valores de cotas, será
atribuída a cada ponto a cota dada pelo valor numérico do texto mais próximo.

• o aplicativo pode obter as informações dos layers associados a cada tipo de dado. Assim, é
possível haver apenas um arquivo DXF com os dados de curvas de nível, arruamento e pontos
cotados em layers diferentes.

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2.2.9. Exporta planta para DXF

Permite exportar a planta existente na área de trabalho para um arquivo em


padrão DXF.

O usuário pode escolher o que vai ser exportado na tela mostrada na figura a seguir.
Esta opção somente é habilitada após efetuados os cálculos.

2.2.10. Exporta planilha

Permite exportar a planilha atualmente apresentada para um arquivo em padrão


XLS ou HTML.

2.2.11. Imprimir

Permite imprimir a planta ou a planilha atualmente apresentada.

2.2.12. Visualizar impressão de planilha

Permite visualizar como ficará a impressão da planilha.

2.2.13. Parâmetros

Na opção parâmetros, podem ser alterados a rota ou diretório para armazenamento


dos arquivos de dados e o arquivo que contém os itens para composição dos custos
e elaboração da planilha de orçamento.

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2.2.13.1. Diretório de dados

Nesta opção, é informado o diretório padrão (default) para gravação dos arquivos de
dados e de resultados gerados pelo sistema.

2.2.13.2. Banco de itens de custo

Localização do arquivo onde são armazenados os itens de custo de


materiais/serviços empregados pelo sistema na elaboração do orçamento do projeto.
O banco de dados inicial é fornecido com o sistema e instalado no subdiretório
Dados no diretório de instalação e pode ser copiado para outro local e alterado pelo
usuário. Inicialmente o banco de itens de custo é instalado na pasta Dados. Para
maiores detalhes, consultar o capítulo Banco de Dados.

2.2.14. Fim

Encerra a utilização do sistema, isto é, permite o fechamento de todos os arquivos


abertos, a gravação dos parâmetros utilizados e a liberação da memória da
máquina.

2.3. O Menu Opções

Selecionando-se o menu “Opções”, o usuário tem acesso aos parâmetros de


controle do sistema, como formato da tela de desenho, controle de desenho e
traçado, forma de exibição de DXF’s, opções para o cálculo de cotas, controle da
modelação da topografia do terreno, geração de arquivos de resultados e localização
de elementos existentes no traçado.

2.3.1. Área de trabalho

Define a escala e as coordenadas do espaço de desenho do projeto. Ao ser


selecionado este item, serão solicitados os dados para o dimensionamento da área
de desenho, conforme indica a figura a seguir.

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Comprimento na direção N (Norte): representa a dimensão da área de trabalho na
direção norte-sul (m);

Comprimento na direção E(Este): representa a dimensão da área de trabalho na


direção este-oeste (m);

Grid: Especifica o espaçamento do grid de coordenadas (m);

Coordenadas da Origem: Indica o valor da coordenada do ponto de referência da


área de trabalho (m). Pode ser fornecido em coordenadas arbitrárias ou
georreferenciadas (UTM).

2.3.2. Traçado da rede

Controla a exibição dos elementos de desenho como o traçado da rede, espessura


de traço, imagem de fundo e grid de coordenadas.

2.3.3. Exibição de DXF’s

Configura a exibição dos elementos de desenho importados dos arquivos DXF de


topografia (curvas de nível), DXF de ruas e DXF de pontos cotados. Na guia
“Exporta” o usuário pode configurar quais elementos do desenho em planta serão
exportados para arquivo DXF. A exportação da planta só é possível após efetuação
do dimensionamento.

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Desenho: Define o tipo do traçado do arquivo dxf de curvas de nível: normal –
desenha todos os pontos; rápido – desenha um a cada três pontos;

Texto: Controla a exibição de entidades tipo texto existentes no arquivo dxf de


topografia;

Legendas: Controla a exibição automática de legendas nas curvas de nível;

Cor: Controla a cor de exibição das curvas de nível principais e secundárias


definidas na opção legendas;

Botão Layers: Permite a seleção dos layers vinculados ao arquivo dxf de topografia.

2.3.4. Cálculo automático de cotas

Esta opção permite o controle sobre a modelação de terreno executada pelo sistema
para obtenção automática das cotas planialtimétricas dos pontos de interesse para o
projeto. Há duas opções para a determinação automática de cotas: interpolação nas
curvas de nível ou utilização de pontos cotados.

A interpolação nas curvas de nível é executada pelo processo de determinação das


linhas de maior declive do terreno e interpolação parabólica para determinação de
cumes e pontos baixos.

A precisão do método está associada ao número de linhas de maior declividade


empregadas. Quanto maior a precisão, mais lento é o processo de modelação,
porém melhores serão os resultados.

No caso de pontos cotados, o sistema utiliza aquele que se encontra mais próximo
do ponto clicado.

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Através desta tela o usuário pode definir o critério de cálculo automático de cotas a
ser utilizado no traçado. As opções são as seguintes:

Sem cálculo automático de cotas: devem ser fornecidas em campo próprio todas as
cotas necessárias;

Fixar cotas e coordenadas: esta opção faz com que o posicionamento dos nós no
traçado seja feita com base no posicionamento do ponto cotado mais próximo,
atribuindo ao nó suas coordenadas e a cota a ele associada;

Fixar cota do ponto mais próximo: nesta opção atribui-se ao nó as coordenadas


correspondentes ao posicionamento do nó em função do posicionamento do mouse,
e a cota a ele associada será a do ponto cotado mais próximo;

Interpolação de cotas nas curvas de nível: com esta opção, as cotas dos pontos
serão interpoladas nas curvas de nível mais próximas.

As três últimas opções acima também podem ser selecionadas através dos botões
existentes no canto inferior esquerdo da área de trabalho. As opções do
modo de traçado são ativadas à medida que as informações topográficas em
arquivos DXF são adicionadas ao arquivo de trabalho.

Define-se critérios de interpolação de cotas nas curvas de nível através dos


seguintes itens:

Raio de Busca (m): área de influência a ser considerada para o cálculo de cotas nos
pontos cotados;

Precisão da Busca: permite graduar a quantidade de retas de maior declive


pesquisadas no cálculo da cota do ponto;

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Rastro: quando ativado, mostra ao usuário na área de trabalho a área de influência e
os pontos considerados no cálculo da cota de um determinado ponto.

2.3.5. Resultados

Esta opção ativa a função de gravação de resultados e a opção para definir o prefixo
do nome dos arquivos que conterão os resultados dos cálculos.

Como padrão, o sistema sempre grava os resultados de um cálculo em um arquivo.


Estes arquivos são criados pelo sistema com nomes na forma [prefixo][número].RES
e [prefixo][número].MAP.

A opção “Prefixo p/ o Arquivo” permite alterar a definição do prefixo do arquivo de


resultados com limite até 200 caracteres.

2.3.6. Localizar

Se a área de trabalho estiver ativada em modo de traçado, cria uma indicação com a
localização do ponto ou do trecho a ser localizado.

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Se a área de trabalho estiver ativada em modo de planilha, seleciona a célula que
contém o valor a ser procurado.

2.3.7. Localizar próxima

Funciona somente nas planilhas e serve para localizar um texto nas células. O
usuário deve fornecer o texto a ser procurado no menu “Opções | Localizar”. Ao
clicar em “Localizar próxima”, o foco passa automaticamente para a próxima célula
com o texto fornecido.

2.4. O Menu Visualizar

A opção de menu Visualizar permite o controle da exibição do desenho na tela,


tendo as seguintes funções.

2.4.1. Zoom in

Amplia a visualização em 25% (pode ser usado repetidas vezes).

2.4.2. Zoom out

Reduz a visualização da imagem em 20%.

2.4.3. Sem zoom

Mantém a imagem no tamanho natural.

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2.4.4. Último zoom

Retorna a imagem à situação de zoom anterior.

2.4.5. Janela

Permite a definição de uma janela a ser visualizada em modo ampliado. Pode


também ser acionado pela Barra de Ferramentas .

2.4.6. Pan

Permite deslocar a visualização da imagem ampliada.

2.4.7. Ajuste máximo

Ajusta o tamanho do desenho à tela em utilização, permitindo a visualização de


todo o projeto.

2.4.8. Redesenha

Refaz o desenho na tela , com o “zoom” selecionado.

2.5. O Menu Acionar

O menu "Acionar" é uma forma alternativa de ativação das funções de traçado,


planilhas e dimensionamento do sistema. Estas funções podem ainda ser ativadas
com a utilização das hot-keys Ctrl+T, Ctrl+E e Ctrl+D ou ainda através da Barra de
Ferramentas. Além disso, permite ativar diversas funções relacionadas à topografia.

2.5.1. Traçado

Esta opção remete o usuário para a tela de desenho do sistema. A partir dela,
são criados todos os elementos de projeto.

CDren – Manual do Usuário Utilização do Ambiente Gráfico • 14


A tabela a seguir mostra um resumo dos comandos acessados através do uso do
mouse e do teclado.

Comando Ação quando clicado Ação quando clicado Ação quando clicado sobre o
sobre a área de trabalho sobre o nó trecho

Botão 1 Cria nós intermediários Clicar e arrastar: move o N/A



2
Botão 2 Inicia o traçado Mostra as propriedades Mostra as propriedades do trecho
Finaliza o traçado do nó

Shift + Click N/A Continua o traçado a Marca o trecho inteiro


3
no botão 1 partir deste nó. (Cesg/Cdren)

Ctrl + Click no N/A N/A Marca o trecho


botão 1

Ctrl + Click no N/A N/A Indica o nome do coletor/seqüência


botão 2 de trechos (CEsg/CDren)

2.5.1.1. Iniciar o traçado

Para iniciar o traçado, escolha com o mouse a posição do nó de montante de um


trecho. Clique o botão 2 do mouse na posição escolhida para criar o nó. Uma reta
surgirá, unindo a posição do cursor ao nó criado.

Desloque o mouse para a posição onde se deseja criar o segundo nó e clique com o
botão 1 do mouse para criar o segundo nó e o primeiro trecho. Repita a operação
para quantos nós e trechos forem necessários.

Para encerrar o procedimento para criação de traçado da rede, clique com o botão 2
do mouse.

Cesg/CDren: Repita o processo para inserir mais trechos. Para criar trechos
afluentes, faça com que o nó de jusante do último trecho afluente seja um nó
existente. Para continuar o traçado a partir de um trecho já existente, posicione o

2
Cesg/Cdren: O traçado de cada coletor, sarjeta ou galeria deve sempre ser feito no sentido
montante para jusante. O Botão 2 do mouse inicia o traçado de um novo trecho de montante.
Crede/Ctran: O Botão 2 o mouse inicia o traçado do primeiro trecho. Novos trechos devem sempre
partir de um nó existente (comando Shift + Click no botão 1).
3
Cesg/Cdren: Somente a partir do último nó de um trecho. Crede/Ctran: a partir de qualquer nó.

CDren – Manual do Usuário Utilização do Ambiente Gráfico • 15


cursor do mouse sobre o último nó do trecho, pressione a tecla Shift e, com ela
pressionada, clique botão 1 do mouse.

Crede/Ctran: O traçado de novos trechos deve partir de um nó existente. Para isto,


posicione o cursor do mouse sobre o nó, pressione a tecla Shift e, com ela
pressionada, clique botão 1 do mouse.

É aconselhável carregar a imagem de fundo ou a topografia (caso existam) antes de


se iniciar o traçado do esquema de cálculo. Apesar deste procedimento poder ser
feito depois, é mais prático iniciar o desenho da rede sobre uma imagem.

O software calcula automaticamente a cota de terreno para cada nó criado se houver


uma base topográfica associada ao arquivo de trabalho (ver itens 2.2.4. e 2.2.6.
deste manual) e de acordo com o modo de traçado selecionado (ver item 2.3.4.
deste manual).

2.5.1.2. Mover um trecho

Um trecho pode ser movido arrastando-se seus nós de extremidade ou através de


seu deslocamento paralelo mantendo-se a direção original.

2.5.1.3. Mover um nó

Posicione o cursor do mouse sobre o nó que se deseja mover. Pressione o botão 1


do mouse e mantenha-o pressionado.

Movimente o mouse, com o botão pressionado, até a nova posição do nó. Solte o
botão quando o nó estiver na posição desejada.

Os trechos ligados ao nó acompanham o movimento do mouse.

A cota de terreno do nó é recalculada automaticamente se houver uma base


topográfica associada ao arquivo de trabalho (ver itens 3.2.4 e 3.2.6 deste manual)
e de acordo com o modo de traçado selecionado (ver item 3.3.4 deste manual).

2.5.1.4. Apagar trechos

Apagar trechos é uma operação realizada em duas etapas. Primeiro, escolhem-se


quais trechos serão apagados e em seguida pressiona-se o botão correspondente
na Barra de Ferramentas ou a opção no menu correspondente. Esta operação pode
também ser feita através da tecla DEL.

A escolha é feita marcando-se o trecho. Com a tecla Ctrl pressionada, clique sobre o
ponto de identificação do trecho. Neste instante o trecho muda de cor e o botão
Apaga fica habilitado na Barra de Ferramentas.

CDren – Manual do Usuário Utilização do Ambiente Gráfico • 16


Caso existam mais trechos a serem apagados, continue marcando-os. Quando
todos os trechos a serem apagados estiverem marcados, clique o botão “Apaga
Trechos” .

Este procedimento também pode ser feito através do menu “Trechos | Apaga
marcados”.

Cesg/CDren: Trechos que possuem um nó que recebe um afluente ou do qual parte


uma derivação não podem ser apagados. Caso isto seja necessário, elimine
primeiramente a confluência ou a derivação e então marque os trechos a serem
apagados. Alternativamente pode-se utilizar a opção Divide Trecho (item 2.6.4. )

Para desmarcar um trecho, basta clicar novamente sobre seu ponto de identificação
com a tecla Ctrl pressionada.

2.5.1.5. Inserir um nó

Cesg/CDren: Para criar um novo nó, basta clicar na posição desejada com o botão 2
do mouse;

Crede/Ctran: O traçado de novos trechos deve partir de um nó existente.

Não é possível inserir diretamente um nó no meio de um trecho. Para isto, utilize a


opção Dividir trechos.

2.5.1.6. Apagar um nó

Um nó não é apagado diretamente. Para apagar um nó, apague os trechos ligados a


ele.

2.5.2. Planilhas

Todos os dados editados graficamente podem ser consultados e modificados


através das planilhas do sistema.

A edição sobre uma planilha de dados segue o mesmo padrão das planilhas
comerciais, como as do MS-Excel.

Seleção de Dados: Para se operar sobre várias células, seleciona-se as desejadas


através da combinação shift+setas de controle ou do click do mouse, iluminando-
se a área de interesse.

CDren – Manual do Usuário Utilização do Ambiente Gráfico • 17


Transferência: Para se transferir ou copiar os dados de um local para o outro digita-
se a combinação ctrl+ins (ctrl+C no Windows) e, alternando-se para o novo local, a
combinação shift+ins (ctrl+V no Windows). Esta operação, denominada copiar e
colar (copy and paste) permite a transferência de dados para qualquer outro
aplicativo ou de uma célula para outras.

Exportação de dados: Os dados da planilha podem ser exportados para arquivos no


formato MS-EXCEL ou HTML através do menu “Arquivos | Exporta Planilha” ou
através do botão “Exporta planilha” da Barra de Ferramentas.

2.5.2.1. Lista de opções da planilha

A atribuição de valores para campos de planilha cujos valores são provenientes do


banco de dados (exemplo: coluna “Material” da planilha de “Quantitativos”) pode ser
feita com um clique do botão 2 do mouse.

Faça uma seleção de células. A seleção de células pode ser simples (uma célula) ou
múltipla (várias células de uma mesma coluna). Clique com o botão 2 do mouse
sobre uma das células selecionadas. Uma lista opções surgirá exibindo itens
pertinentes à coluna da seleção. Clique sobre um item da lista de opções. O valor
clicado será atribuído às células selecionadas e a lista de opções desaparece.

O exemplo a seguir mostra o procedimento com uma seleção múltipla:

CDren – Manual do Usuário Utilização do Ambiente Gráfico • 18


Ao clicar num item da lista de opções, o menu desaparece, atribuindo o valor do item
selecionado às células.

Para se fazer alterações em outras linhas da planilha utilize também os recursos


usuais do Windows, ou seja, copiar para a área de transferência (teclas Ctrl+Insert
ou Ctrl+C), selecionar uma faixa de células da planilha e descarregar (teclas
Shift+Insert ou Ctrl+V).

Para maiores informações sobre os campos de planilha nos quais é possível realizar
este procedimento, consulte o item Planilhas do manual do software.

2.5.3. Dimensionamento

Acionando-se o dimensionamento, podem ser padronizados os dados de entrada e


disparado o processo de cálculo , que será descrito em um capítulo a parte.

2.5.4. Planilha de observações (Cesg/CDren)

Permite visualizar uma planilha com todas as verificações e avisos registrados


pelo sistema durante o cálculo.

CDren – Manual do Usuário Utilização do Ambiente Gráfico • 19


2.5.5. Fixar coordenadas e cotas

Esta opção faz com que o posicionamento dos nós no traçado seja feito com base
no posicionamento do ponto cotado mais próximo, atribuindo ao nó suas
coordenadas e a cota a ele associada.

2.5.6. Fixar cota do ponto mais próximo

Nesta opção, atribui-se a um nó do traçado as coordenadas correspondentes ao


posicionamento do nó em função do posicionamento do mouse, e a cota a ele
associada será a do ponto cotado mais próximo.

2.5.7. Interpolação de cotas nas curvas de nível

Com esta opção, as cotas dos nós serão interpoladas nas curvas de nível mais
próximas.

2.5.8. Recalcular cotas

Esta opção permite recalcular as cotas dos nós através da tela mostrada a seguir.
Pode-se escolher recalcular todas as cotas compulsoriamente ou apenas aquelas
que não possuem valores confirmados (nós marcados com X vermelho).

No caso de entrada de dados por pontos cotados, deve-se fornecer um raio de


busca adequado ao redor do nó de forma a evitar a atribuição de cotas de pontos
muito distantes do nó em questão.

Observação: os nós cujas cotas não puderam ser calculadas ficam marcados por um
X vermelho.

CDren – Manual do Usuário Utilização do Ambiente Gráfico • 20


2.6. O Menu Trechos

2.6.1. Apaga marcados

Os trechos já desenhados podem ser apagados selecionando-se os mesmos com a


combinação ctrl+click ou shift+click do mouse e pressionando-se o botão “Apaga
marcados” .

2.6.2. Desmarca trechos

Para desmarcar um trecho selecionado pressiona-se a combinação ctrl+click ou


shift+click com o botão 1 do mouse sobre um trecho marcado ou ainda utiliza-se o
botão “Desmarca trechos” .

2.6.3. Desloca trecho

Para mover um trecho mantendo-se sua direção original (translação paralela), deve-
se primeiramente selecionar o trecho desejado através das teclas ctrl+click. O
mesmo será indicado em vermelho no esquema gráfico.

Em seguida, o usuário deve ativar o comando para deslocamento do trecho


selecionando o menu “Trechos | Desloca trecho” ou pressionando o botão “Desloca
trecho” na Barra de Ferramentas.

O usuário será solicitado a indicar sobre o desenho o ponto de referência em relação


ao qual será feita o deslocamento do trecho. Em seguida será solicitado para qual
lado será deslocado o trecho e por fim a distância (deslocamento) de translação do
mesmo.

Observação: Nesta movimentação, as coordenadas dos nós de início e fim são


alteradas e, conseqüentemente, são alteradas as direções dos trechos
imediatamente a montante e a jusante do trecho selecionado.

2.6.4. Divide trecho

Para dividir um trecho, deve-se primeiramente selecionar o trecho desejado através


das teclas ctrl+click. O mesmo será indicado em vermelho no esquema gráfico.

CDren – Manual do Usuário Utilização do Ambiente Gráfico • 21


Em seguida, o usuário deve ativar o comando para divisão do trecho selecionando o
menu “Trechos | Divide trecho” ou pressionando o botão “Divide trecho” na Barra
de Ferramentas.

Após solicitada a opção Divide trecho, surgirá um novo nó no centro do trecho que
foi dividido. Os nós inicial e final do trecho antigo são automaticamente ligados a
este novo nó, criando dois novos trechos.

2.6.5. Perfil

Para visualizar o perfil de um trecho ou de uma seqüência de trechos, deve-se


selecionar o(s) mesmo(s) através das teclas ctrl+click e em seguida selecionar o
menu “Trechos | Perfil” ou clicar sobre o botão “Perfil” na Barra de Ferramentas.

Esta opção está disponível somente após o dimensionamento. Surgirá um gráfico


com o perfil do trecho. Maiores detalhes sobre este gráfico serão apresentados em
um capítulo a parte.

2.7. O Menu Banco de dados

O banco de dados do sistema permite o armazenamento dos itens de custo para


composição da planilha de orçamento do projeto, que é apresentada no módulo de
Resultados. O Banco de dados segue o padrão ACCESS v97, organizado na forma
de tabelas e itens. Ao ser acessado o menu do Banco, os itens podem ser editados
ou modificados através de uma tela específica. Maiores detalhes sobre o Banco de
Dados serão apresentados no capítulo correspondente.

2.8. O Menu Ajuda

A opção Ajuda acessa o Arquivo de Ajuda, que contém explicações sobre os


diversos comandos, itens e parâmetros do sistema.

2.8.1. Conteúdo

Abre o Arquivo de Ajuda do sistema, na sua tela inicial.

2.8.2. Como usar ?

Mostra como usar as diversas ferramentas disponíveis em um Arquivo de Ajuda.

CDren – Manual do Usuário Utilização do Ambiente Gráfico • 22


2.8.3. Créditos

Exibe a tela com informações sobre a versão e os créditos do sistema.

CDren – Manual do Usuário Utilização do Ambiente Gráfico • 23


3. Comandos e Funções Básicas do Crede

3.1. Editando as Características de um Nó

A edição de dados de um nó pode ser ativada clicando-se com o botão 2 do mouse


sobre o nó. A janela de Definição do Nó permite que sejam informados os dados
como nome, coordenadas, cota do terreno e cota do nó, perda de carga localizada
no nó, condições de contorno e restrições de pressão aplicáveis. A carga disponível
no nó é calculada em referência à cota de terreno do nó. A cota do nó é usada como
referência para a atribuição do tipo de escoramento e geração do perfil dos trechos
aos quais o nó pertence.

Nome: nome do nó que é apresentado na área de trabalho. Inicialmente este nome é


criado com o mesmo número do nó. Pode ser alterado e ter até 40 caracteres;

Pressão Mínima/Pressão Máxima (mca): Se a pressão calculada para o nó não


estiver contida na faixa de valores definidas nestes campos, uma observação a este
respeito será exibida na guia Resultados;

CDren – Manual do Usuário Comandos e Funções Básicas do Crede • 24


Coeficiente de Perda Localizada: utilizado em transições, é o coeficiente k da
v2
expressão: ∆H = k ⋅
2⋅g

Cota do nó: Cota do eixo da tubulação no ponto. Inicialmente é admitida como sendo
a cota do terreno subtraída do recobrimento mínimo;

Condição de Contorno: Condição de contorno a ser atribuída a este nó. Maiores


informações podem ser obtidas no tópico Condições de Contorno;

Coordenadas UTM (m): Coordenadas planas que definem o posicionamento do nó.


Este valor pode ser editado pelo usuário, a partir de informações vindas de campo.
Neste caso, a posição do nó no desenho se altera automaticamente;

Cota do Terreno (m): A cota do terreno pode ser atribuída automaticamente durante
traçado, caso haja alguma base topográfica carregada pelo usuário. Se o cálculo da
cota não foi possível, é feita uma indicação na forma de um X vermelho sobre o nó.

Neste caso, o usuário deverá editar o valor manualmente, ou recalcular a cota por
um dos métodos mostrados no quadro a seguir.

Botão Calcular Cota: Apresenta as opções de cálculo automático da cota do nó em


função da base topográfica existente (pontos cotados, curvas de nível ou ambos).
Este botão só estará habilitado se alguma base topográfica for aberta.

3.2. Áreas de Influência

É possível definir uma área de influência para nós do tipo “Vazão Pontual”. Acesse
este comando através da Janela de Definição do Nó e selecione a condição de
contorno “Vazão Pontual”. Clique sobre o botão Traçar de Área no campo “Área
de Influência” iniciar o traçado da área de influência.
CDren – Manual do Usuário Comandos e Funções Básicas do Crede • 25
A Janela de Definição do Nó fica oculta e o Modo de Traçado é ativado exibindo o nó
em edição no centro de uma circunferência verde, aguardando o início traçado da
área de influência. Clique com o botão 2 do mouse sobre a área de trabalho para
iniciar o traçado. Clique com o botão 1 do mouse para definir os demais pontos do
polígono de contorno da área de influência e finalize o traçado com um clique com o
botão 2 do mouse.

Assim que o traçado da área for finalizado, a Janela de Definição do Nó volta a ser
exibida com o campo Valor de Vazão (l/s) preenchido. Se o traçado da área não for
satisfatório, reinicie o processo clicando o botão “Apagar Área” e a seguir o botão
“Traçar Área” .

CDren – Manual do Usuário Comandos e Funções Básicas do Crede • 26


Clique no botão “Editar” para exibir a janela de definição para área de influência e
editar os parâmetros de cálculo de vazão para o nó.

CDren – Manual do Usuário Comandos e Funções Básicas do Crede • 27


Valor a ser Utilizado (ha): Valor da área de influência do nó definido pelo usuário em
hectares;

Valor Obtido da Planta (ha): Valor da área de influência do nó definido pelo traçado
do contorno da área através do procedimento iniciado pelo botão Traçar Área em
hectares;
CDren – Manual do Usuário Comandos e Funções Básicas do Crede • 28
Taxa Populacional (hab./ha): Digite a taxa populacional da área de influência do nó;

Consumo per Capta (l/hab/dia): Digite o consumo per capta da área de influência do
nó;

Coeficiente K1: coeficiente de máxima vazão diária;

Coeficiente K2: coeficiente de máxima vazão horária;

Perdas: coeficiente de perdas na área de influência. Desta forma, o cálculo da vazão


( A ⋅ t ) ⋅ C ⋅ K1 ⋅ K 2 100
é feito pela fórmula: q = ⋅
86400 100 − p

com: A=área de influência (ha); t=taxa populacional (hab./ha); C=consumo per capta
(l/hab./dia); K1=coeficiente da hora de maior consumo; K2=coeficiente do dia de
maior consumo; p = perdas (%);
Cores (Preenchimento e Contorno): Selecione a cores de preenchimento e da linha
de contorno da área de influência.

Informe os valores de taxa populacional, consumo per capita, coeficientes k1 e k2 e


de perdas em seus respectivos campos. Clique em “OK” para confirmar as
alterações relativas à área de influência e voltar à janela de Definição do Nó. O valor
da vazão é automaticamente calculado e exibido no campo “Valor da Vazão” na
Janela de Definição do Nó. Clique em “OK” para confirmar as alterações.

3.3. Editando as Características de um Trecho de Tubulação

A edição dos dados de um trecho do tubulação é ativada pelo click sobre a caixa de
indicação de direção do trecho com o botão 2 do mouse. Os dados que podem ser
alterados nesta edição são indicados na figura a seguir.

CDren – Manual do Usuário Comandos e Funções Básicas do Crede • 29


Nome do trecho: nome do trecho que é apresentado na área de trabalho.
Inicialmente este nome é criado com o mesmo número do trecho. Pode ser alterado
e ter até 40 caracteres;

Extensão (m): Extensão do trecho obtida a partir do posicionamento em planta dos


nós de extremidade;

Comprimento de Cálculo (m): Comprimento do trecho a ser efetivamente utilizado no


cálculo. Pode ser igual ou diferente da extensão obtida em planta. Este valor é útil na
utilização de redes esquemáticas. O valor atribuído a este campo leva em
consideração as coordenadas topográficas (norte, este e elevação) dos nós
componentes do trecho quando o trecho é traçado. Se pelo menos um dos nós do
trecho não tiver o valor de sua cota confirmada, o valor atribuído ao comprimento de
cálculo do trecho é igual a distância em planta dos nós componentes, computando-
se apenas as coordenadas norte e este. O valor deste atributo pode ser alterado
através deste formulário ou através da planilha de Trechos na coluna "Ext.Cálc.(m)";

Diâmetro Nominal (mm): Diâmetro nominal da tubulação;

Diâmetro Externo (mm): Diâmetro externo da tubulação. Este valor deve ser
fornecido para o caso da verificação de uma rede existente. Para o
dimensionamento os valores dos diâmetros dos trechos devem ser iguais a zero;

Espessura (mm): Espessura da parede do tubo. Este valor é utilizado para o cálculo
da área de escoamento;

Situação: Permite escolher a situação de projeto do trecho dentre as opções


cadastradas. As situações dos trechos de rede definem os nomes dos layers que
serão gerados na exportação da planta para arquivo DXF. Assim, os trechos de rede
serão associados aos seus respectivos layers através da situação de projeto definida
para cada trecho de rede. O usuário pode definir suas próprias situações de projeto
através do menu Banco de Dados, na guia Trechos;

CDren – Manual do Usuário Comandos e Funções Básicas do Crede • 30


Critério de interpolação de cotas: Permite selecionar qual critério de cálculo será
adotado para o trecho. Se a escolha for Global, o sistema adotará o critério
escolhido na janela Dados Gerais para o Cálculo, Critérios de Cálculo, que é exibida
antes de se iniciar o dimensionamento.

O nome do trecho, o comprimento de cálculo, o diâmetro nominal, o diâmetro


externo e a espessura de parede da tubulação podem ser informados nos
respectivos campos. Define-se ainda a situação dos trechos de rede no projeto, que
será utilizada para a determinação dos layers na geração do arquivo dxf de saída e o
critério de interpolação de cotas a ser utilizado no cálculo deste trecho de rede.

Uma lista de opções para diâmetros surge com um clique duplo do mouse sobre a
área do campo Diâmetro Nominal.

Selecionando-se a opção Quantitativos, podem ser adotadas as especificações para


o trecho de tubulação como a definição do material do tubo, tipo de superfície do
terreno, tipo de escoramento de valas, recomposição e reaterro.

CDren – Manual do Usuário Comandos e Funções Básicas do Crede • 31


Material do tubo: Especificação do material para dimensionamento da tubulação. Os
tipos de material disponíveis são os informados no Banco de Dados do Crede;

Tipo de Escoramento: permite selecionar o tipo de escoramento dentre as opções


cadastradas. Pode ser definido automaticamente pelo dimensionamento se a opção
Definição automática de escoramento estiver selecionada;

Tipo de superfície do terreno: Especificação do tipo de superfície do terreno a ser


recomposto durante as obras. As opções disponíveis estão armazenadas no Banco
de Dados do Crede;

Aterro Compactado: opção necessária para o cálculo de reaterro. Se a opção Sim


estiver selecionada o volume de reaterro será calculado com um fator de
empolamento de 30%.

3.4. Definição do Modo de Exibição do Traçado

O Traçado da Rede controla os elementos do desenho como o traçado do grid,


forma de desenho da topografia e ruas, espessura de traço, exibição ou não da
imagem de fundo, espaçamento das legendas de curvas de nível e forma de
exibição das Áreas de Influência. Estas opções são acessadas através do menu
“Opções | Traçado de rede”.

CDren – Manual do Usuário Comandos e Funções Básicas do Crede • 32


Esquema de Traçado – Georreferenciado: com esta opção ativada para o arquivo de
projeto, o CRede atualiza os comprimentos de cálculo dos trechos afetados por
ações de edição de rede (criação de nós/trechos, edição das coordenadas na
Planilha de Nós ou da Janela de Definição do Nó, movimentação de nós na Área de
Trabalho e divisão de trechos). Apenas os trechos ligados aos elementos editados
terão seus comprimentos de cálculo atualizados;

Esquema de Traçado – Esquemático: com esta opção ativada para o arquivo de


projeto, o CRede não atualiza os comprimentos de cálculo dos trechos após ações
de edição dos elementos de rede;

Espessura: Define se o traçado dos tubos é feito com linha finas ou grossas;

Traçado: Define se o traçado do esquema gráfico da rede será feito com ou sem a
identificação dos tubos e nós; mantendo somente seus ícones ou apenas com os
traços que definem os tubos. Esta opção é desejada quando o esquema é muito
denso, e as informações se confundem na tela;

CDren – Manual do Usuário Comandos e Funções Básicas do Crede • 33


Com Grid/Sem Grid: Selecione uma opção para exibir ou não o grid de coordenadas;

Espaçamento: Defina o espaçamento das linhas do grid de coordenadas;

Imagem de Fundo: Define se mostra ou não a imagem de fundo;

Dist. Máx. entre Nós: Define a máxima distância a ser adotada entre dois nós. Tubos
de comprimento maior que a distância aqui definida causarão uma observação a
este respeito na caixa de observações da guia Resultados da janela de propriedade
do trecho;

Recobri. Mínimo: Recobrimento a ser utilizado como padrão na criação dos nós. A
cota do nó é definida pela diferença entre a cota do terreno e o valor fixado para o
recobrimento mínimo;

Mostra: Define a exibição ou não das áreas de influência;

Preenchimento: Define a forma de exibição das áreas de influência;

Taxa Populacional Padrão (hab./Ha): Informe o valor da taxa populacional a ser


adotada automaticamente após a delimitação da área de influência (Veja o item
“Comandos e Funções Básicas do CRede - Áreas de Influência” neste manual). O
valor de vazão de demanda do nó será calculado automaticamente após a
delimitação da área de influência com o valor deste campo.

CDren – Manual do Usuário Comandos e Funções Básicas do Crede • 34


4. Planilhas

4.1. Planilhas

A edição dos dados dos nós e trechos pode ser feita diretamente através das
planilhas, facilitando assim o trabalho de edição e entrada de dados quando os
mesmos se tornam repetitivos.

São disponíveis planilhas para edição dos Trechos, Nós, Quantitativos, Áreas de
influência, Resultados e Orçamento. Estas duas últimas somente são disponíveis
quando existirem resultados calculados pelo CRede.

4.1.1. Planilha de Trechos

A planilha de trechos permite a edição dos dados de cada trecho (colunas em


branco) bem como a cópia, corte e colagem de dados para intercâmbio com outros
aplicativos. Todos os dados dos trechos são disponíveis e podem ser modificados
pelo usuário, copiados de uma linha para outra e etc.

A atribuição de valores para as colunas DN(mm), Situação e Crit. Interp., pode ser
feita através da lista de opções descrita no item Planilhas do capítulo Comandos e
Funções Básicas deste manual.

4.1.2. Planilha de nós

A planilha de nós permite a verificação e edição das características dos nós do


projeto. Todos as células com a cor de fundo branca podem ser alteradas.

CDren – Manual do Usuário Planilhas • 35


A atribuição de valores para a coluna Contorno pode ser feita através da lista de
opções descrita no item Lista de Opções da Planilha do capítulo Utilização do
Ambiente Gráfico deste manual.

4.1.3. Planilha de Quantitativos

A planilha de Quantitativos permite a informação em série dos dados para


levantamento das quantidades e custos do projeto. Nas colunas Material, Tipo de
Superfície e Tipo de Escoramento, são disponíveis as caixas de diálogos (botão 2
do mouse) com os materiais cadastrados no banco de dados para utilização nos
projetos do Crede, conforme ilustra a figura abaixo. Para maiores detalhes consulte
o item Planilhas do capítulo Comandos e Funções Básicas deste manual.

CDren – Manual do Usuário Planilhas • 36


4.1.4. Planilha de Áreas de Influência

Na planilha de Áreas de Influência podem ser fornecidos os valores da área para o


cálculo da vazão, a taxa populacional, o consumo per capita e os coeficientes K1 e
K2 para os nós da rede.

CDren – Manual do Usuário Planilhas • 37


5. Condições de contorno

5.1. Editando as Condições de Contorno

As condições de contorno para nós de rede estão indicadas na figura a seguir:

Para os nós de extremidade (apenas um tubo ligado ao nó), somente são aceitas as
condições de contorno tipo Reservatório e Vazão Pontual. Para os nós com mais de
dois tubos ligados a ele, apenas a condição de contorno Vazão Pontual é aceita.

5.1.1. Reservatório

Deve ser preenchido o campo específico com o valor a ser empregado nos cálculos,
que é a cota do NA no reservatório

5.1.2. Vazão Pontual

Para o valor de vazão pontual adota-se a seguinte convenção:

CDren – Manual do Usuário Condições de contorno • 38


Valor positivo: vazão saindo do nó

Valor negativo: vazão entrando no nó

O botão “Editar” dá acesso aos parâmetro da área de influência do nó, mostrados


abaixo:

Valor a ser Utilizado: Valor da área de influência do nó definido pelo usuário;

Valor Obtido da Planta: Valor da área de influência do nó definido pelo traçado do


contorno da área através do procedimento iniciado pelo botão Traçar Área;

Taxa Populacional: Digite a taxa populacional da área de influência do nó;

Consumo per Capta: Digite o consumo per capta da área de influência do nó;

Coeficiente K1: coeficiente de máxima vazão diária;

Coeficiente K2: coeficiente de máxima vazão horária;

Perdas: coeficiente de perdas no sistema de abastecimento da área de influência.


Desta forma, o cálculo da vazão é feito pela fórmula:

( A ⋅ t ) ⋅ C ⋅ K1 ⋅ K 2 100
q= ⋅
86400 100 − p

com: A=área de influência (ha); t=taxa populacional (hab./ha); C=consumo per capta (l/hab./dia);
K1=coeficiente da hora de maior consumo; K2=coeficiente do dia de maior consumo; p = perdas.

CDren – Manual do Usuário Condições de contorno • 39


Cores (Preenchimento e Contorno): Selecione a cores de preenchimento e da linha
de contorno da área de influência;

O valor da área de influência pode ser fornecido manualmente ou através do traçado


sobre a área de trabalho, acionando-se o botão “Traçar Área” na “Janela de
Definição do Nó”.

Obs.: Para informações sobre o traçado da área de influência leia o item “Comandos
e Funções Básicas do Crede | Áreas de Influência” deste manual.

5.1.3. Válvula de Controle

Para a válvula de controle, devem ser informados a especificação da mesma e o


valor da abertura (%). A especificação pode ser alterada através do botão “Editar” ,
no qual as características de um determinado equipamento podem ser informadas.

O nome pelo qual o equipamento será referenciado neste cálculo e nos futuros é
informado no campo Especificação. Nos campos da caixa Características são
informados o diâmetro e a curva característica da válvula. Para editar as
características de funcionamento da válvula, clique no botão Altera Curva. Este
botão permite acessar o editor de pares de dados. Neste caso, a curva relaciona o
coeficiente de descarga da válvula Cd com a abertura A(%).

Especificação: Selecione uma válvula de controle existente de bombas no banco de


dados ou cadastre uma nova válvula digitando um nome não cadastrado de
especificação neste campo;

Remove: Remove a configuração de correntemente exibida do banco de dados;

Diâmetro: Entre com o diâmetro da válvula, em milímetros;

CDren – Manual do Usuário Condições de contorno • 40


Altera Curva: Chama o Editor de Pares de Dados para que você possa entrar ou
alterar os pares de pontos que definem a curva “Cd x % de Abertura”.

Os valores digitados na tabela de pares de pontos são automaticamente plotados no


gráfico ao lado. As opções de menu Edição, Opções e Escala permitem ajustar a
visualização dos dados à configuração particular do usuário.

(Lista de Opções): Selecione uma curva característica de equipamento existente no


banco de dados ou cadastre uma nova curva digitando um nome não cadastrado
neste campo;

Remove: Remove a curva característica de equipamento correntemente exibida do


banco de dados;

OK: Grava o item e fecha o editor de pares de pontos;

Cancela: Fecha o editor de pares de pontos, ignorando as alterações efetuadas;

Importa: Importa os valores de pares de pontos de um arquivo externo no formato


texto (.TXT) com campos separados por ponto-e-vírgula;

Exporta: Exporta os valores exibidos na planilha para um arquivo externo no formato


texto (.TXT) com campos separados por ponto-e-vírgula;

Menu Edição: permite copiar, cortar e colar dados deste e de outros aplicativos em
ambiente Windows;

Menu Opções: permite definir o número máximo de pares de dados a serem


editados;

CDren – Manual do Usuário Condições de contorno • 41


Menu Escala: permite o ajuste da escala do gráfico. Veja a figura a seguir:

5.1.4. Válvula Redutora de Pressão

A condição de contorno Válvula Redutora de Pressão permite a limitação da pressão


no nó. Para tanto, devem ser informadas a especificação do equipamento, o
diâmetro e a curva característica do mesmo. Para editar as características de
funcionamento da válvula, clique no botão Altera Curva. Este botão permite acessar
o editor de pares de dados. Neste caso, a curva relaciona o coeficiente de perda de
carga da válvula com a pressão a montante.

Especificação: Selecione uma válvula redutora de pressão existente de bombas no


banco de dados ou cadastre uma nova válvula digitando um nome não cadastrado
de especificação neste campo;

Remove: Remove a configuração de correntemente exibida do banco de dados;

Diâmetro: Entre com o diâmetro da válvula, em milímetros;

CDren – Manual do Usuário Condições de contorno • 42


Altera Curva: Chama o Editor de Pares de Dados para que você possa entrar ou
alterar os pares de pontos que definem a curva “Coeficiente de Perda de Carga x
Pressão a Montante”.

5.1.5. Booster em Linha

O Booster em Linha é uma unidade de cálculo que engloba, além das bombas
propriamente ditas, seu tipo de associação e o critério de cálculo a ser considerado.
Este conjunto deve ser especificado indicando-se o nome do item e o sentido de
bombeamento, tomando-se os nós anterior e posterior como referência. As
máquinas de fluxo têm como principal característica sua curva característica e o tipo
de associação em que são montadas. Estas condições podem ser definidas através
do botão “Editar” .

Inicialmente, deve ser informado o nome do item, novo ou já existente no banco de


dados. Em seguida, informa-se o critério de cálculo a ser utilizado: Valores de
Referência ou Curva Característica. Para o critério de cálculo Valores de Referência,
informe a carga e a vazão de referência. Para o critério de cálculo Curva
Característica selecione a curva caracterítica através do botão “Editar” . Por fim,
deve ser informado o número de bombas do conjunto e o tipo de associação (série
ou paralelo).

CDren – Manual do Usuário Condições de contorno • 43


Especificação: Selecione uma configuração existente de bombas no banco de dados
ou cadastre uma nova configuração digitando um nome não cadastrado para a
especificação neste campo;

Remove: Remove a configuração de correntemente exibida do banco de dados;

Valores de Referência (opção): As características da máquina serão obtidas a partir


dos valores de referência informados, considerando a equação adimensional das
máquinas de fluxo do tipo centrífugas;

Carga de Referência: Valor da carga no ponto de máximo rendimento;

Vazão de Referência: Valor da vazão no ponto de máximo rendimento;

Curva Característica (opção): Neste caso, o cálculo será efetuado com base na
curva característica fornecida, que é indicada, alterada ou criada no botão Editar
Curva Característica ;

Curva da Bomba: equação que define a curva característica da bomba. Os


coeficientes são calculados em função dos pares de dados fornecidos através do
botão Editar Curva Característica ;

Editar Curva Característica : Ativa o editor de pares de dados para a curva


característica da bomba a ser usada em referência à opção “Curva Característica”
do campo “Critério de Cálculo”;

N.º de bombas: Digite a quantidade de bombas associadas para a configuração


corrente do conjunto de bombas;

Operação: Selecione o tipo de associação das bombas para a configuração corrente.

A edição dos pares de pontos da curva característica da máquina segue a mesma


rotina das demais curvas características anteriormente citadas.

CDren – Manual do Usuário Condições de contorno • 44


(Lista de Opções): Selecione uma curva característica de equipamento existente no
banco de dados ou cadastre uma nova curva digitando um nome não cadastrado
neste campo;

Remove: Remove a curva característica de equipamento correntemente exibida do


banco de dados;

OK: Grava o item e fecha o editor de pares de pontos;

Cancela: Fecha o editor de pares de pontos, ignorando as alterações efetuadas;

Importa: Importa os valores de pares de pontos de um arquivo externo no formato


texto (.TXT) com campos separados por ponto e vírgula;

Exporta: Exporta os valores exibidos na planilha para um arquivo externo no formato


texto (.TXT) com campos separados por ponto e vírgula;

Menu Edição: permite copiar, cortar e colar dados deste e de outros aplicativos em
ambiente Windows;

Menu Opções: permite definir o número máximo de pares de dados a serem


editados;

Menu Escala: permite o ajuste da escala do gráfico.

CDren – Manual do Usuário Condições de contorno • 45


6. Cálculos

6.1. Cálculos

O Módulo de Cálculo é acessado através do menu “Acionar | Dimensionamento” ou


através do botão “Cálculos” da Barra de Ferramentas.

Na guia “Cálculos” estão as opções relativas ao dimensionamento. Inicialmente, os


métodos de cálculo devem ser escolhidos: Diâmetros ou Vazões, e Fórmula
Universal ou Hazen-Williams. Se a opção “Definição automática do escoramento”
estiver ativada, o CRede atribuirá o escoramento apropriado para cada trecho, em
atendimento ao nó de maior profundidade do trecho e às faixas de utilização dos
tipos de escoramento definidas no grupo “Escoramento” do banco de dados. Se
nenhum dos tipos de escoramento atender à condição do trecho, o tipo de
escoramento “pontalete” será atribuído.

Calcula Vazões: Calcula vazões nos tubos quando os diâmetros são conhecidos;

Calcula Diâmetros: Calcula os diâmetros dos tubos que contiverem zero no valor de
seu diâmetro. Considerando-se a relação de dependência entre a velocidade
máxima admitida numa tubulação e seu diâmetro, função dos materiais dos tubos
tem-se:

V = aDb

onde V é a velocidade, D o diâmetro e a, b são obtidos a partir de características da


tubulação, conforme indicado na tabela e na equação a seguir:

CDren – Manual do Usuário Cálculos • 46


D (mm) V máx (m/s) Q mín (l/s) Q máx (l/s)
600 1,60 71,00 452,00
550 1,50 69,00 356,00
500 1,40 49,00 275,00
450 1,30 40,00 207,00
400 1,25 28,00 157,00
375 1,25 24,10 115,50
325 1,20 17,70 77,80
300 1,10 14,90 66,30
250 1,00 12,30 49,10
225 1,00 9,90 39,80
200 0,90 7,90 28,30
175 0,90 6,00 21,70
150 0,80 4,40 14,10
125 0,80 3,10 9,80
100 0,75 1,60 5,90
75 0,70 1,10 3,10
60 0,70 0,70 2,00
50 0,60 0,50 1,20

Q 1
V =4 = aD b ⇔ Q = aπD 2 +b
πD 2
4

Método de Cálculo (Fórmula Universal ou Hazen-Williams): Selecione o método de


cálculo;

Definição Automática do Escoramento: Se esta opção estiver ativada, o


procedimento de cálculo atribui o tipo de escoramento adequado para todos os
trechos de rede, segundo os dados cadastrados no banco de dados na guia
Escoramentos.

Na guia “Dados Gerais”, as informações básicas para o controle do cálculo devem


ser fornecidas.

CDren – Manual do Usuário Cálculos • 47


Nome do Nó de Referência: Se não houver um reservatório no sistema, é necessário
fornecer um nó que servirá como referência para o cálculo das cargas na rede;

Cota Piezométrica de Referência (m): cota piezométrica do nó de referência para


sistemas sem reservatório;

Diâmetro Mínimo (mm): valor mínimo do diâmetro interno a ser adotado durante
dimensionamento;

Diâmetro Máximo (mm): valor máximo do diâmetro interno a ser adotado durante o
dimensionamento;

Tolerância Máxima (l/s): Valor usado para se estabelecer o limite de precisão da


convergência. Quando a diferença entre os valores calculados para as vazões das
duas últimas iterações for menor que o valor deste campo, o processo iterativo é
considerado convergido;

Número Máximo de Iterações: Número máximo de iterações a serem realizadas no


cálculo do regime permanente. Atingido este número, o sistema pergunta se o
usuário deseja continuar o cálculo por mais iterações para tentar atingir a
convergência ou terminar o cálculo adotando os valores da última iteração.

Na guia “Cotas”, as opções para o cálculo de cotas intermediárias dos trechos


devem ser selecionadas.

CDren – Manual do Usuário Cálculos • 48


Ajuste de Cotas Intermediárias: Selecione o critério para a interpolação das cotas
dos trechos de rede.

Os comandos na caixa da direita permitem o controle do processo até seu término:

Botão Inicia: Inicia as rotinas de cálculo. Se o arquivo de rede não estiver salvo,
solicita autorização para salvá-lo;

Botão Pausa: Permite paralisar o cálculo por alguns momentos para processamento
de outras atividades;

Botão Planilha: Exibe a planilha Resultados durante o cálculo com os valores de


dimensionamento da iteração corrente para permitir o monitoramento do processo.
Para retornar à tela do Módulo de Cálculo, basta apertar o botão “Exibe Módulo de
Cálculo”;

CDren – Manual do Usuário Cálculos • 49


Botão Esquema Gráfico: Exibe a área de trabalho com os valores de
dimensionamento da iteração corrente. Ative previamente os menus “Visualizar |
Vazões”, “Visualizar | Cargas” e “Visualizar | Diâmetros” para visualizar os valores de
vazões, cargas e diâmetros dos trechos e dos nós. Para retornar à tela do Módulo de
Cálculo, utilize o botão “Exibe Módulo de Cálculo”;

CDren – Manual do Usuário Cálculos • 50


Botão Despreza Convergência: Sendo o cálculo iterativo, o processo somente
termina quando a precisão especificada for alcançada, ou o número máximo de
iterações for atingido. Neste caso, ao acionar-se este botão, o cálculo é interrompido
e os valores correntes serão considerados corretos;

Botão Cancela: Encerra o processo, fechando a janela do módulo de cálculo. Este


botão é alterado para OK quando o cálculo é concluído com sucesso

6.1.1. Efetuando o Cálculo

Para iniciar um cálculo, o arquivo de dados da rede já deve estar editado. Quando o
botão “Inicia” é ativado, o caminhamento do cálculo pode ser acompanhado pelas
planilhas ou pelo esquema gráfico através dos respectivos botões no Módulo de
Cálculo. O farol indicador mostra que as vazões ou diâmetros estão sendo
calculados, e o número de iterações vai sendo modificado na medida do progresso.

A caixa “Arquivo de Resultados” indica o nome do arquivo de resultados gerado, se


a opção de menu “Opções | Resultados | Grava Arquivo” estiver marcada.

CDren – Manual do Usuário Cálculos • 51


Mensagens Durante o Cálculo

Durante o cálculo, se alguma informação


relativa aos dados gerais for alterada ou ainda
se alguma inconsistência for encontrada, o
cálculo é interrompido com a mensagem
indicada na figura ao lado.

O cálculo pode ser reiniciado imediatamente


após a correção do erro pela tecla Inicia.

Quando o cálculo é concluído, os botões da


barra de comandos são alterados, permitindo o
fechamento do Módulo de Cálculo ou o reinício
do mesmo, como indica a figura ao lado.

CDren – Manual do Usuário Cálculos • 52


7. Resultados

7.1. Acionando Resultados

A análise e produção de dados resultantes do dimensionamento, bem como o envio


dos mesmos para os aplicativos de desenho, planilhas eletrônicas e aplicativos
gráficos podem ser feitas de forma integrada ao traçado e edição da rede após o
encerramento do cálculo. As opções adicionais devidas ao resultado do cálculo
ficam ativadas na barra de botões na área de trabalho e na tela de edição com
planilhas.

Clicando-se no botão Planilha, podem ser obtidas as planilhas adicionais e são


ativados os botões de impressão e geração de arquivos padrão DXF:

A guia orçamento permite o acesso à planilha de quantitativos e


estimativa de custos dos trechos dimensionados. A impressão dos resultados é
obtida ativando-se o botão da impressora localizado na barra de botões do CRede.

A guia “Resultados” permite o acesso à planilha de


dimensionamento hidráulico, que da mesma forma pode ser impressa ou exportada
para um aplicativo de planilha eletrônica. A cor de fundo vermelha nas células das
colunas “Trechos”, “Nó Montante” e “Nó Jusante” indicam existência de
observações. Clique sobre a célula com o botão 2 do mouse para visualizar a janela
com os resultados do dimensionamento e observações.

CDren – Manual do Usuário Resultados • 53


O botão “Exporta DXF” permite a exportação dos desenhos em formato DXF,
padrão utilizado pelos principais aplicativos de desenho assistido por computador,
como o AutoCad, MaxiCAD, etc. Para a exportação da planta do projeto, esta
ferramenta também permite selecionar os itens a serem exportados (rede, ruas,
topografia, malha, margem, pontos cotados e área de influência) bem como informar
a escala em que o desenho será criado e o diâmetro da representação gráfica dos
nós da rede.

Para exportar o perfil dos trechos da rede, faça a seleção dos trechos desejados e
selecione o menu “Trechos | Perfil” ou pressione o botão “Perfil” da barra de
ferramentas.

O arquivo gerado, em padrão DXF, apresenta os elementos de desenhos separados


em níveis (layers) para leitura nos aplicativos de CAD.

CDren – Manual do Usuário Resultados • 54


A figura a seguir mostra o aspecto do desenho em planta da rede de distribuição,
obtida através do CRede.

7.1.1. Visualizando os Resultados em Planta

Trecho: A visualização dos cálculos resultantes para um determinado trecho é


possível a partir da seleção (Click) sobre a caixa indicativa do sentido do
escoamento no tubo (seta). Na guia “Resultados”, serão informados todos os
parâmetros utilizados no dimensionamento e os resultados alcançados, conforme
indica a figura a seguir.

CDren – Manual do Usuário Resultados • 55


Nó: Clique com o botão 2 do mouse sobre o nó. Na guia “Resultados”, serão
informados todos os parâmetros utilizados no dimensionamento e os resultados
alcançados, conforme indica a figura a seguir.

CDren – Manual do Usuário Resultados • 56


7.1.2. Visualizando os Resultados em Perfil

A visualização dos resultados em perfil é obtida selecionando-se um ou mais trechos


através da combinação das teclas ctrl+click sobre o indicador de direção do tubo.

Quando esta operação é utilizada, aparecem os botões da barra de ferramentas


relativos à edição de trechos (ilustrados abaixo) que possibilitam a exibição do perfil
ou a alteração dos trechos selecionados. Os trechos selecionados são indicados em
vermelho.

Clique no botão perfil para exibir a linha piezométrica, perfil de terreno e perfil de
tubulação dos trechos selecionados.

O gráfico assim obtido pode ser maximizado sobre a tela através do controle situado
no canto superior direito. O aplicativo gráfico possui três opções de menu: Saídas,
Grid e Escala.

CDren – Manual do Usuário Resultados • 57


Na opção Saídas, são controlados os aspectos de impressão e exportação dos
gráficos gerados e também é fechado o aplicativo.

Copia: copia o gráfico para a área de transferência do Windows, possibilitando a


colagem em outro aplicativo com os comandos Colar e Colar Especial;

Imprime Gráfico: imprime a imagem correntemente exibida pelo CRede;

Listagem: gera uma listagem impressa dos resultados obtidos nos trechos
selecionados;

Exporta TXT: gera um arquivo texto com os resultados obtidos nos trechos
selecionados;

Exporta DXF: gera um arquivo em formato DXF padronizado para leitura nos
aplicativos de projeto assistido por computador. A figura seguinte traz um exemplo
do resultado do perfil obtido através do CRede.

CDren – Manual do Usuário Resultados • 58


A opção Grid controla o traçado das linhas de grid do gráfico, sendo que é possível a
inclusão do grid horizontal, vertical ou de ambos, ou ainda a eliminação total do grid.

A opção Escala permite a seleção e definição dos limites dos eixos coordenados. Na
seleção Auto Escala, o desenho será feito de tal modo a ocupar toda a área
disponível.

CDren – Manual do Usuário Resultados • 59


8. Banco de Dados

8.1. Introdução

Quantitativo é a denominação genérica das quantidades totais envolvidas na


implantação da rede de abastecimento de água projetada pelo CRede. Essas
quantidades são:
• comprimentos de tubulação,
• diâmetros e espessuras de parede de tubulação,
• áreas de recomposição de pavimentos,
• áreas de escoramento e
• volumes de escavação e reaterro.
Os custos obtidos referem-se àqueles resultantes do cálculo, e são compostos de
uma parcela fixa e outra variável em função das quantidades determinadas nos
cálculos.

O CRede calcula o orçamento de um projeto a partir de um banco de dados que


armazena os itens que compõem a rede:
• materiais para tubulação,
• diâmetros, rugosidades e espessuras de parede,
• tipos de superfície a reconstituir e
• tipos de escoramento.
Os diâmetros utilizados pelo CRede no dimensionamento também encontram-se
cadastrados no banco de dados, vinculados a cada tipo de material disponível. Ao
cadastrar um novo material de tubos, o diâmetro 200mm é automaticamente criado.
Outros diâmetros devem ser cadastrados de acordo com a tabela de diâmetros
comerciais para este material (ou dos diâmetros disponíveis).

A utilização deste banco de dados garante uma grande versatilidade ao modelo, pois
permite virtualmente o cadastramento de quaisquer tipos de materiais e diâmetros,
tipos de escoramento e de superfícies a reconstituir.

8.2. O Banco de Dados do CRede

Para que o orçamento possa ser calculado, é necessário inicialmente o cadastro dos
materiais no banco de dados do CRede. Tem formato MS-Access v97, e sua
localização pode ser definida através do menu “Arquivo | Parâmetros | Banco de
Itens de Custo”.

O arquivo de banco de dados instalado originalmente com o CRede localiza-se na


pasta Dados e é denominado CREDEQP2001. Pode-se utilizar cópias deste arquivo
para diferentes configurações de projeto.

CDren – Manual do Usuário Banco de Dados • 60


O CRede cria automaticamente, ao ser instalado, o arquivo de banco de dados
“CredEqp2001.mdb” no diretório \CRede\Dados. O usuário pode copiar este arquivo
para outras locações e com outro nome, porém mantendo a extensão padrão dos
bancos de dados tipo ACCESS, que é .MDB .

O banco do CRede é dividido em quatro grupos, Materiais, Tubos, Trechos e


Escoramentos, grupos estes correspondentes aos principais itens de serviço a
serem quantificados nos projetos de sistemas de abastecimento de água. O grupo
de quantitativo “Trechos” abrange as definições de tipos de pavimentos a serem
reconstituídos e as possíveis situações de projeto para cada trecho de rede. O
acesso ao banco de dados do CRede é efetuado a partir da opção “Banco de
Dados” do menu principal.

8.3. Grupos de Quantitativo

8.3.1. Materiais

No grupo “Materiais”, devem ser cadastrados os itens componentes da tubulação em


função do material dos tubos. Devem ser informados além da qualificação (Aço,
Ferro Fundido, PVC e etc.), o coeficiente de Hazen-Williams, a rugosidade e os
limites de pressão e velocidade aplicáveis.

CDren – Manual do Usuário Banco de Dados • 61


Material: Denominação a ser atribuída ao material. Os materiais cadastrados podem
ser associados aos trechos através da caixa de propriedades do trecho ou da
planilha de trechos;

Coef. Hazen-Williams: Digite o coeficiente de Hazen-Williams;

Rugosidade: Digite a rugosidade do material;

Pressão máxima: Digite a pressão máxima admitida para o material;

Velocidade mínima: Digite a velocidade mínima admitida;

Velocidade máxima: Digite a velocidade máxima admitida.

Na parte inferior da caixa podem ser encontradas ferramentas para navegação


dentro deste grupo do banco de dados, conforme indica a figura a seguir:

Observação: a inclusão de novos materiais e a edição dos coeficientes de material


não estão disponíveis na versão gratuita do CRede.

CDren – Manual do Usuário Banco de Dados • 62


8.3.2. Tubos

Neste grupo, são definidos os diâmetros disponíveis a serem utilizados no


dimensionamento, uma vez definido o material a ser empregado no trecho.

Material: Nome de material;

Diâmetro nominal (mm): Digite o diâmetro nominal do tubo;

Diâmetro Externo (mm): Digite o diâmetro externo do tubo;

Espessura (mm): Digite a espessura das paredes do tubo para o diâmetro


correntemente apresentado;

Largura da Vala (m): Digite a largura da vala para o diâmetro correntemente


apresentado;

Fornecimento($/m): Digite o custo de fornecimento por metro;

Assentamento($/m): Digite o custo de assentamento por metro.

Com o auxílio das teclas de navegação, podem ser alterados os materiais e os


diâmetros, incluindo-se ou eliminando-se aqueles de interesse.

Os custos dos tubos são divididos em dois componentes:

Custo fixo (R$): parcela a ser agregada em função de características que


independem do comprimento da rede, como maquinário para lançamento, solda,
raio-X e etc;

CDren – Manual do Usuário Banco de Dados • 63


Custo Variável (R$/m): será computado em função do comprimento da tubulação em
cada diâmetro.

8.3.3. Trechos

8.3.3.1. Pavimentos

Este item depende do tipo de pavimento a ser recomposto, e deve ser cadastrado
também em termos de custos fixos e variáveis em função da área reconstituída.

Tipos de pavimento: Tipo de pavimento cadastrado;

Custo unitário ($/m²) de retirada e colocação: Custo por m² para a retirada e


colocação do pavimento.

8.3.3.2. Situações

As situações dos trechos de rede definem os nomes dos layers que serão gerados
na exportação da planta para arquivo DXF. Assim, os trechos de rede serão
associados aos seus respectivos layers através da situação de projeto definida para
cada trecho de rede.

Não há custos associados a este item.

Situações de Trecho de Rede: define a situação atual do trecho. Os valores


previamente cadastrados são: Coletor Tronco, Rede de 1a Etapa, Rede de 2a Etapa,

CDren – Manual do Usuário Banco de Dados • 64


Rede Existente e Rede Projetada. O usuário pode cadastrar suas próprias situações
de projeto.

8.3.4. Escoramentos

Deve-se proceder da mesma forma com relação à especificação escoramento


selecionado para cada trecho, cadastrando-se itens com um custo fixo e outro
variável em função da área de escoramento.

Tipo de Escoramento: Nome do tipo de escoramento correntemente exibido;

Faixa de aplicação (Profundidade Mínima e Profundidade Máxima): Definição da


faixa de utilização do escoramento em metros;

Custo Unitário ($/m2): Definição do custo do tipo de escoramento correntemente


exibido.

8.3.5. Botão Imprimir

O botão Imprimir gera uma listagem completa do banco de dados, útil para manter
uma cópia em papel dos dados constantes do banco bem como para a detecção de
erros e valores inconsistentes.

CDren – Manual do Usuário Banco de Dados • 65


8.4. Dados para composição dos Quantitativos e Custos

Os dados necessários para a determinação dos quantitativos e custos são


fornecidos ao programa de duas formas: diretamente através das propriedades dos
trechos ou através da planilha de quantitativos.

8.4.1. Dados dos Trechos

Na janela de traçado da rede, clicando-se com o botão 2 do mouse sobre o trecho,


aparecerá a seguinte janela ao selecionar a etiqueta .

Material do tubo: Especificação do material para dimensionamento da tubulação. Os


tipos de material disponíveis são os informados no Banco de Dados do CRede.

Tipo de Escoramento: permite selecionar o tipo de escoramento dentre as opções


cadastradas. Pode ser definido automaticamente pelo dimensionamento se a opção
Definição automática de escoramento estiver selecionada.

Tipo de superfície do terreno: Especificação do tipo de superfície do terreno a ser


recomposto durante as obras. As opções disponíveis estão armazenadas no Banco
de Dados do CRede.

Aterro Compactado: opção necessária para o cálculo de reaterro. Se a opção Sim


estiver selecionada o volume de reaterro será calculado com um fator de
empolamento de 30%.

A escolha de material do tubo, tipo de escoramento ou tipo de superfície do terreno


(para a recomposição após o fechamento da vala) poderá ser feita clicando-se na
seta colocada à direita de cada uma das respectivas janelas, onde aparecerá uma
lista com as opções disponíveis, de acordo com os itens constantes do banco de
dados. Por exemplo, clicando-se na seta da janela correspondente ao material do
tubo, aparecerá a tela correspondente às opções disponíveis no banco de dados,
conforme ilustrado a seguir.

CDren – Manual do Usuário Banco de Dados • 66


A escolha do material (ou do tipo de escoramento ou superfície do terreno,
dependendo da janela) poderá ser feita de duas formas: pelo teclado, através da
seta, até chegar no material desejado e pressionando a tecla “Enter” ou por meio de
mouse, clicando diretamente sobre o material. Em ambos os casos, a janela de
opções de material será fechada, mostrando somente o tipo escolhido.

A opção “Aterro Compactado” refere-se ao controle de compactação para o cálculo


do volume de reaterro da vala. Se a opção Sim estiver selecionada o volume de
reaterro será calculado com um fator de empolamento de 30%.

8.4.2. Entrada de Dados via Planilha

Clicando-se sobre o botão e selecionando-se a pasta :

A escolha do material, tipo de superfície e tipo de escoramento poderá ser feita


posicionando-se o cursor do mouse na célula desejada ou fazendo uma seleção
múltipla de células e clicando com o botão 2 do mouse. Um menu surgirá listando as

CDren – Manual do Usuário Banco de Dados • 67


opções pertinentes à coluna da(s) célula(s) selecionada(s), como mostrado na figura
seguinte.

Ao clicar num item da lista de opções, o menu desaparece, atribuindo o item às


células selecionadas.

Para se fazer alterações em outros trechos, pode-se utilizar também os recursos


usuais do Windows, ou seja, copiar para a área de transferência (teclas Ctrl+Insert

CDren – Manual do Usuário Banco de Dados • 68


ou Ctrl+C), selecionar uma faixa de células da planilha e descarregar (teclas
Shift+Insert ou Ctrl+V). Os mesmos procedimentos são válidos para as opções do
tipo de superfície e tipo de escoramento. A escolha se o aterro terá ou não controle
de compactação é feita clicando-se no botão correspondente que é do tipo
liga/desliga, conforme mostra a figura abaixo:

CDren – Manual do Usuário Banco de Dados • 69


9. Meu Primeiro Projeto com o CRede

9.1. Antes de Começar

O emprego do CRede para projeto de redes de água fundamenta-se no traçado


gráfico que desenvolvido sobre a Área de Trabalho do CRede. O trabalho será
melhor desenvolvido se os dados de campo (topografia e traçado viário) forem
disponibilizados na forma digitalizada. Também é possível projetar utilizando-se
imagens tipo raster ou, ainda, apenas o traçado esquemático da rede.

Os dados mínimos necessários para o projeto são:

Topografia da área: deve ser preparada em arquivos tipo DXF (drawing interchange
file) contendo as curvas de nível e/ou os pontos cotados da área necessária. Utilize
seu aplicativo de CAD para preparar este arquivo. Para maiores informações sobre
este procedimento, consulte o capítulo Comandos e Funções Básicas deste manual;

Traçado viário: também deve ser exportado a partir de um aplicativo de CAD para
um arquivo tipo DXF;

Dados de projeto: serão necessárias informações como: vazão de abastecimento em


cada nó, cotas de reservatórios e pressões máximas e mínimas aceitáveis;

Custos unitários: para a elaboração do orçamento do projeto também serão


necessários critérios de composição de custos e valores unitários de materiais e
serviços.

Obs.: os dados de topografia, ruas e pontos cotados podem ser preparados no


aplicativo de CAD em um único arquivo DXF. Porém, cada um destes tipos de dados
devem estar em layers diferentes. Este será o caso apresentado neste manual.

O exemplo desenvolvido a seguir tem por objetivo guiar o usuário através de um


projeto completo e demonstrar as facilidades do CRede. Explicações detalhadas
sobre as funções e comandos disponíveis nos menus, botões, teclado e mouse
podem ser encontradas no módulo de Ajuda On-line, acionado através da opção de
menu Ajuda.

9.2. Conhecendo a Área de Trabalho

Ao ser iniciado um projeto novo, através do menu “Arquivo | Novo” ou do botão , a


área de trabalho do CRede é limpa. Selecione o menu “Opções | Área de Trabalho”
para indicar as dimensões básicas, coordenadas de referência e espaçamento do

CDren – Manual do Usuário Meu Primeiro Projeto com o CRede • 70


grid de trabalho. Em “Opções | Traçado da Rede” é possível definir características
do desenho na tela de forma a facilitar trabalho e a visualização.

Vale a pena ainda parar para definir os diretórios onde serão gravados os dados e
resultados dos cálculos. Para isto, selecione “Arquivo | Parâmetros | Diretório de
dados” e defina os diretórios de interesse.

Durante o desenho, a barra de botões dá uma grande ajuda, ativando diretamente


as funções mais empregadas. Algumas destas funções somente são ativadas após a
realização dos cálculos, portanto não se assuste se no início algumas estiverem
desabilitadas.

9.3. Iniciando o Projeto

Para começar, clique no menu “Arquivos | Lê DXF de topografia” e selecione o


arquivo “Exemplo.dxf” no diretório “\CRede2001\Dados”, que foi instalado junto com
o programa. Surgirá a tela mostrada na figura a seguir, mostrando todos os layers do
arquivo que está sendo aberto.

CDren – Manual do Usuário Meu Primeiro Projeto com o CRede • 71


O arquivo Exemplo.dxf contém os layers de topografia (curvas de nível), de ruas e
de pontos cotados. Inicialmente, esta janela exibe todos os layers selecionados.
Como estamos lendo somente a topografia (curvas de nível), desfaça a seleção dos
layers “0”, “QUADRAS” e “PTCT”. A lista de escolha de layers deve ficar assim:

Ao clicar no botão Ok. Serão lidas as curvas de nível da área deste projeto.

Em seguida, leia as informações viárias, através do menu “Arquivos | Lê DXF de


ruas”. Repita o procedimento descrito anteriormente, mantendo apenas o layer
quadras marcado.

Agora é só começar o traçado, que deve seguir as regras básicas:

CDren – Manual do Usuário Meu Primeiro Projeto com o CRede • 72


• atender todos os pontos especificados
• estabelecer nós representativos dos pontos de consumo, localização de válvulas
e outros dispositivos e respeitando as limitações máximas de norma
Para iniciar o traçado, clique com o botão 2 do mouse. Vá clicando com o botão 1
nos locais onde serão colocados os nós. Não se preocupe agora com a posição
exata da tubulação na via, ela pode ser mudada sempre que necessário, clicando
com o botão 1 sobre o nó.

Para auxiliar o traçado, podem ser utilizadas as funções de zoom tanto da barra de
ferramentas como do menu e também as barras de rolagem a esquerda e em baixo
da área de trabalho. Para ter uma idéia de todas as funções e comandos de edição
disponíveis no CRede, consulte o arquivo de ajuda através do menu Ajuda.

Durante a edição, pode ser necessária a inclusão ou exclusão de trechos e nós.


Para selecionar um determinado trecho, clique com o botão 1 do mouse sobre a
caixa de identificação do tubo com a tecla ctrl apertada. A seleção de trecho ativa os
botões na barra de ferramentas para apagar, desfazer a seleção, deslocar e dividir
os trechos selecionados.

Para continuar um coletor interrompido, utilize shift-click sobre o nó já existente e


prossiga o traçado normalmente. Ao completar a rede do exemplo indicado, seu
desenho terá o seguinte aspecto:

Se o desenho estiver sujo ou com marcas estranhas na tela, selecione o menu


“Visualizar | Redesenha” ou o botão .

CDren – Manual do Usuário Meu Primeiro Projeto com o CRede • 73


No exemplo foram traçados os tubos para atendimento de quase toda a área.
Durante o traçado o CRede já obteve da topografia as informações de cota do
terreno e coordenadas.

Estes dados podem ser observados clicando-se com o botão 2 do mouse sobre o nó
ou caixa indicadora do trecho.

Clicando sobre o nó, surgirá o formulário com as informações correspondentes. Aí,


podem ser modificados o nome do nó, coordenadas, cota do terreno e condições de
contorno. Observe que se você alterar as coordenadas ou a cota do nó e pressionar
o botão OK, o formulário é fechado e o desenho altera-se automaticamente.

As condições de contorno possíveis para o nó são:


• Booster em linha;
• Válvula de controle;
• Válvula redutora de pressão;
• Vazão pontual;
• Reservatório.
Quando selecionada uma condição, devem ser informados os dados relativos ao seu
emprego, como cotas, curvas características e outros. Para dúvidas, clique no item
Ajuda do menu principal.

No nó 1 será definida uma condição de contorno tipo Reservatório. Neste caso deve-
se fornecer a cota do nível d’água no reservatório. Este nível d’água pode ser o NA
operacional, ou mesmo o NA mínimo para a verificação das condições de pressão
na rede.

CDren – Manual do Usuário Meu Primeiro Projeto com o CRede • 74


Nos demais nós localizados nos pontos de distribuição, será definida uma condição
de contorno do tipo Vazão Pontual. Pode-se atribuir diretamente o valor da vazão na
caixa de texto correspondente ou ainda fornecer parâmetros para cálculo vazão do
nó, utilizando-se o botão . O botão “Traçar Área” permite traçar no desenho a
área de influência do nó. O traçado das áreas segue as regras de traçado de
trechos.

Na tela de definição dos dados das áreas de influência, deve-se fornecer os valores
da taxa populacional, consumo e coeficientes para o cálculo da vazão.

CDren – Manual do Usuário Meu Primeiro Projeto com o CRede • 75


Para os trechos podemos informar os dados para dimensionamento da tubulação e
aqueles para quantificação dos serviços a serem executados. Estes dados serão
posteriormente empregados no cômputo do orçamento do projeto.

Para o levantamento de quantitativos, que é realizado durante o dimensionamento


devem ser informados ainda:
• tipo de material a ser empregado na tubulação.
• tipo de escoramento.
• tipo de pavimento a ser recomposto.
• tipo de aterro a ser feito na vala.

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Os itens apresentados neste formulário são aqueles previamente cadastrados no
banco de dados do CRede, como será visto mais adiante. Por enquanto continue
seu projeto verificando se já está tudo pronto para o dimensionamento.

9.4. As Planilhas

Todos os dados de entrada podem ser visualizados ou também editados na forma


de planilhas. Clique no botão e poderão ser vistas as planilhas com os nós,
trechos, especificações para os quantitativos, áreas de influência e orçamento:

Estas planilhas são editáveis da mesma forma e padrão que os aplicativos


comerciais do tipo. Os dados podem ser copiados de uma célula para outra ou
várias com a função copiar/colar. Para tanto marque as células/colunas/linhas de
origem com shift+seta ou shift+botão 1 e copie os valores para a área de
transferência do Windows com control+insert. Depois marque a área receptora dos
dados e cole os mesmos com shift+insert.

Na planilha de nós, a coluna Contorno pode ser preenchida clicando-se com o botão
2 do mouse até aparecer a caixa com as opções disponíveis.

Da mesma maneira, na planilha de quantitativos podem ser selecionados o Material


da Tubulação, o Tipo de Superfície e o Tipo de Escoramento.

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Não se preocupe. Qualquer item destes pode ser alterado depois do
dimensionamento se alguma escolha não for a correta.

9.5. O Dimensionamento

Selecionando o botão de dimensionamento devem ser informados no formulário


a seguir:

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• Tipo de cálculo (diâmetro ou vazões). Neste caso devemos selecionar diâmetros
pois ainda não os temos
• Método de Cálculo (F. Universal ou Hazen-Willians)
• Dados para o cálculo
Especial atenção deve ser dada à escolha da fórmula de cálculo da rugosidade, que
deve levar em conta não somente as características do material da tubulação mas
também a metodologia construtiva, singularidades, juntas e etc..

É possível o emprego da fórmula universal (default) e também a expressão Hazen-


Willians. Em ambos os casos, os respectivos coeficientes de rugosidade são obtidos
à partir da especificação do material feita, como será visto mais adiante, na parte
referente ao banco de dados.

Ao ser acionado o botão Inicia, o CRede solicitará um nome para o arquivo que, até
aqui não havia sido gravado. Este, de fato não foi uma boa técnica. Utilize o
comando “Arquivo | Salva” de vez em quando, para não perder seu trabalho.

Quando um cálculo é concluído o CRede pode enviar todos os resultados para um


arquivo em disco. Para tanto é necessário configurar esta opção no menu “Opções |
Resultados | Grava Arquivo”. Os arquivos gravados tem um prefixo padrão *.res, que
pode ser alterado na mesma opção citada anteriormente.

O farol indicador mostra o progresso do cálculo. Para acompanhar o processo


através do esquema gráfico, basta clicar no botão respectivo. Da mesma forma, a
planilha de cálculo pode ser visualizada com o botão Planilha.

9.6. Verificando os Resultados

Voltando ao esquema gráfico, quando um resultado de dimensionamento for


disponível podem ser plotados perfis e plantas. Clique sobre o botão do esquema
gráfico e em seguida selecione um trecho de um coletor com ctrl+click sobre a seta
de indicação de sentido de qualquer dos coletores.

Todos os tubos deste trecho serão marcados em vermelho e aparecerá na barra de


botões a opção Perfil. Clique sobre esta escolha para desenhar na tela o perfil do
coletor e do terreno.

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Este gráfico pode ser então modificado em sua escala, legenda e características,
podendo ser exportado para outros aplicativos, impresso diretamente ou ainda
exportado no padrão DXF para composição dos desenhos de planta e perfil
característicos dos projetos de rede de água.

Para ter acesso à planilha de dimensionamento, com as informações de vazão,


diâmetros, velocidades e todas as demais características hidro-geométricas, retorne
ao botão Planilhas. Você verá novas opções nas etiquetas situadas na parte inferior
da tela:

Selecione a guia “Resultados” para ter acesso à planilha de dimensionamento ou


ainda “Orçamento” para ter acesso ao cálculo dos quantitativos e estimativa de
custo.

Na planilha de resultados são indicados todos os valores decorrentes dos cálculos


hidráulicos.

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A planilha de orçamento resume, por item de custo, as quantidades e os custos fixos
e variáveis atribuídos nas especificações.

Você pode ainda exportar para um aplicativo de CAD qualquer, via arquivo DXF, o
desenho em planta. Pode também imprimir o desenho na impressora de seu
computador. Utilize os botões e para isto.

Clicando no botão , surgirá a tela apresentada a seguir, na qual o usuário deve


definir os layers que serão exportados e a escala de exportação. Obs.: o texto que
aparece no arquivo DXF exportado tem tamanho fixo, ou seja, independente da
escala fornecida.

Na figura a seguir é mostrada uma parte do arquivo DXF deste exemplo.

Clique em OK para continuar o procedimento para exportação da planta do projeto


em um arquivo DXF . O Crede solicitará o nome do arquivo a ser salvo. Escolha um
nome para o arquivo e finalize o procedimento, salvando o arquivo DXF.

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9.7. Quantitativo e Custos

A elaboração do orçamento depende das informações relativas aos itens de custos


previstos no CRede. Selecione a opção de menu Banco de Dados para ter acesso à
consulta e edição dos itens de custo do sistema.

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No banco de dados podem ser armazenados itens de custo em função do material
da tubulação, diâmetros, poços de inspeção e assemelhados, tipo de pavimentação
e escoramentos.

Todas as fichas são semelhantes, tendo uma barra na parte inferior que permite
navegar entre os itens, e os comandos de edição.

→ barra para navegar entre os itens:

→ botões para inserir, deletar, editar, gravar e cancelar registros no banco de dados:

O botão Imprimir permite descarregar na impressora todos os itens do banco de


dados do CRede.

Na ficha correspondente aos materiais devem ser informados os dados de


rugosidade e coeficiente de Hazen-Willians apenas. Estes dados são aproveitados
durante o dimensionamento.

Podem ser cadastrados quaisquer materiais de forma a caracterizar exatamente o


interesse do usuário.

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Na ficha correspondente à tubulação, para cada material podem ser fornecidos
diâmetros e os correspondentes custos fixos e variáveis em função da quantidade.

Nas demais fichas o procedimento é semelhante, devendo ser informados para


todos os elementos os custos fixos e os variáveis.

Todos os itens de custo cadastrados no banco de dados são oferecidos como


opções nas planilhas e formulários de entrada de dados. Para tanto o sistema deve
ter como informação inicial o diretório no qual o arquivo de banco de dados pode ser
encontrado.

Este parâmetro é definido através do menu “Arquivos | Parâmetros | Banco de Itens


de Custo”. O arquivo padrão do CRede para este item é CREDEQP2001.MDB,
tratando-se portanto de um banco de dados padrão MS-Access.

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