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Documentário Família Silva

- Começo com um dia normal na minha vida (e da mana);


- Introdução;
- - Entrevistas aos membros da família; (Vai-se
intercalando com o resto)
- Filmar a casa;
- Contar história;
- Conclusão;
- Background scenes (engraçadas).
- Depoimentos;
Começo de um dia normal
(Começam filmagens de eu a acordar e a fazer cenas)

Olá, este é o meu dia normal. O meu nome é Ana Sofia “Filipe” Silva, tenho 15 anos.

(filmagens da mana)

Este é o MEU dia normal. Eu sou a Ana Rita Filipe Silva, tenho 21 anos. E ambas
sofremos de um trauma…pertencemos à família Filipe Silva.

(se pudesses fazer um medley com cenas do telejornal és uma Santa) “Estado
considera família Silva como uma ameaça para a sociedade portuguesa” “Alerta máximo de
segurança” “Estado alerta população para não sair à rua”

Mas…será que é mesmo verdade?

Introdução
(random aesthetic shots com filmagens da casa, filmagens antigas, as entrevistas com
musiquinha por trás)

Desenvolvimento
(shot de uma entrevista)

Ei ei, vamos voltar ao princípio de tudo. (rewind)

Então tudo começa com o Jorge Siiiilva, meu mano. Nasceu a 31 de Agosto de 1967.
Um rapaz de coração mole, um brincalhão a tempo inteiro e um trabalhador um cadiiinho
stressado demais. Tentar satisfazer quem mais gosta é o seu maior objetivo e quando não
consegue…txiiii, é difícil. Perfecionista, organizado à sua maneira (e ui, que maneira) e teimoso
que nem uma pedra. Epa, e devo dizer: que mente mais complexa a deste rapaz. Sente uma
necessidade tremenda de se sentir integrado e especial. Mas pra quê se ele, sendo o Jorge, já
o é? E de que maneira. Bem, espero que ele saiba isso, não é, Jorge?

Vera Filipe nasceu a 2 de Maio de 1970. Uma mulher bem prendada, de facto, mas que
não deixou de ter as suas pedras pelo caminho, que, por sinal, não a fizeram abrandar. Sempre
com um realismo de cortar a faca (hehehe) mas uma bondade (beeeem escondida) que faz
aquecer corações. Tem os seus altos e os seus baixos como qualquer um. É teimosa, resiliente
e fria por vezes, mas é preocupada, carinhosa e de não se deixar ir abaixo sem luta. Às vezes dá
vontade de lhe mostrar o quão importante e corajosa ela é e quanta coisa boa ela já
conseguiu. Pensa nisso, Vera.
Bem, após muitas danças pra cá e pra lá e algumas hesitações (de quem será?), parece
que 1.60m chegou para a nossa Vera, já que com todas as qualidades (cough cough) do nosso
saloio favorito ele conseguia chegar ao metro e 70 que ela imaginava. E foi lindo. Como a vida
nos surpreende não é verdade?

Fruto disto (e porra, 7 anos atrasada) vem, a 28 de Abril de 1998 (aniversário do


Salazar, detalhe importante hehehe), a menina Ana Rita Silva. Com a sua graciosidade
descomunal e a sua aura isenta de erros (não vamos falar daquela arte em casa da avó, por
favor), é um Touro mais virado pra Virgem. Teimosa? Check. Indecisa? Check. Um bocado
menininha da cidade? Check. Mas pra equilibrar, é super preocupada, simpática, carinhosa e a
melhor irmã mais velha. Um bom conselho para ela é que as coisas são mais fáceis do que
parecem na sua cabeça e que ela não se pode privar das coisas só por causa do medo. É
preciso enfrentar o cabo e depois vemos a paisagem belíssima adiante. Mas, sabes uma coisa?
És super.

E, epa, eram uma família feliz obviamente. Olhem pra estas carinhas larocas. Tão
fofiiinhos. Mas, sejam sinceros, não acham que está a faltar alguma coisa? (Mana no fundo:
não). Bem, já que não vejo nenhuma objeção, (Mana no fundo: é que nem penses) (aparece o
4 de novembro)

Ainda não satisfeitos, decidem contribuir para o pânico precoce de Ana Rita Silva
que, aos 6 anos, descobre que o Lesli de 2004 estava a chegar: a Ana Sofia. Com um ar dócil
nos primeiros meses, mal sabíamos nós o terror esfomeado que aí vinha. Parar de comer,
não se lambuzar, estar quieta não estavam no seu dicionário. Conhecida por decorar as falas
nos filmes, que via 10 vezes seguidas, mostrar o orgulho que tinha na sua pança infantil e
cabelo de tigela… era um furacão, mas confesso que junto com a tempestade veio uma
lufada de ar fresco e alegria para esta casa… é que para mosca morta já bastava eu… Ao
longo do tempo foi mostrando o outro lado …uma miúda muito interessante a todos os
níveis, com uma inteligência e cultura acima da média, uma perspicácia fora da caixa e um
coração gigante. Só tens de acreditar em ti! No fundo fui paga para dizer estas coisas, outra
coisa que sempre funcionou muito bem entre nós.

Verdade seja dita, é uma família de malucos. Acreditem que, com este pessoal, vão
passar por uma montanha russa de emoções, por isso aconselho que quem enjoa facilmente
que vá experimentar outra atração. De facto já passaram por muito, mas, como já disse, a sua
maluqueira nível Sobral Cid vai sempre prevalecer e, como não há ninguém que os ature, têm
de se aturar uns aos outros, pois está claro.

E agora? Já encontraram a resposta à questão inicial? (AUDIO)

Considera que a sua família é igual às outras? (VIDEO)


Coisas que vão ajudar:
https://www.youtube.com/redirect?
redir_token=nvYtk9PTSeDL0Cg4SpPCZwalZPJ8MTU3NjY5NzE4N0AxNTc2NjEwNzg3&v=neoHVJL
Ukg8&q=https%3A%2F%2Fbiteable.com%2Ftemplates%2Fdocumentary-intro
%2F&event=video_description (tem uma ideia para a intro)

Pera aí

Durante este documentário apenas nos cingimos à opinião dos membros da família

Mas e os que estão fora da família?

Foi o que me perguntei e por isso coloquei 3 questões a 4 famílias conhecidas, que me
responderam de bom agrado

Aqui estão as suas respostas: