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1.

INTRONDUÇÃO

No presente relatório o grupo ira abordar aspectos ligados aos procedimentos lidados a praticas
da soldadura eléctrica, métodos aplicados, materiais usados, objectivos.

É de salientar que na soldadura de qualquer objecto há processos que não podem ser dispensados,
alguns deles iremos mencionar durante a abordagem do nosso relatório.

Em diante veremos qual foi o nível de aprendizagem no campo, e o nível de experiencia ou


bagagem apresentada por parte de alguns colegas, e também salientar que veremos como
podemos nos fazer presente a ao campo, devidamente equipados de protecção individual e
colectiva, não se esquecendo dos riscos corridos no ambiente de trabalho ao se fazer presente ao
campo com falta de E.P.I e E.P.C.

De salientar que faremos menção dos equipamentos por nos trajados e do material usado na
soldadura, mostraremos os procedimentos técnicos profissionais ensinados no campo em forma
mais detalhada e com os métodos mais fáceis e específicos, mostraremos também os resultados
obtidos e esperados, assim como a discussão a cerca da avaliação final do nosso produto
produzido na aula pratica sobre a soldadura e para fechar daremos um desfecho concluindo o
grau de aprendizagem da aula.
2.OBJECTIVOS

Procuramos aprender como soldar qualquer superfície metálica ou união de duas pecas, e temos
como objectivo geral:

 Aprendizagem do processo de soldadura numa chapa de 10 cm x 6 cm.

2.1.objectivos específicos:

 temos o a finalidade de acender o arco por contacto e manter só o tempo necessário para
fundir uma gota com o eléctrodo;
 colocar o ponto de soldadura exactamente no lugar desejado ou traçado;
 aprender a acender o arco sem que o eléctrodo fique preso na nossa chapa e sem furar.

3.MATERIAL E MÉTODOS

É de agradecer a oportunidade de aprender a saber fazer, de salientar que estar numa oficina não
é tarefa fácil pois precisamos de muita atenção para evitar distracções e evitar acidentes de
trabalho.

Para tal fizemo nos presente ao campo devidamente equipados com equipamento de protecção
individual e no terreno tivemos reforço com a equipe de trabalho que nos deram equipamento de
protecção colectivo, e mencionar que nesta aula pudemos aproveitar a exigência do respeito a
aspectos ligados a ergonomia. Para dizer que tentamos acatar as orientações dados pelos mestres
e tentar cumprir o plano estruturado para os objectivos da aula pratica, e de mencionar a analise
feita sobre as pecas produzidas por nos.

 De mencionar que o terrenos fizemo nos presentes devidamente equipados com


equipamento de protecção individual conforme as condições de cada colega, mas
respeitando as regra de saúde e segurança no trabalho. E dizer que a mascara de soldadura
não era suficiente para a protecção da fumaça e era de acrescer que se tivesse mos uma
mascara para vendar o nariz escaparíamos o risco de intoxicação com o contacto com a
fumaça produzida pelo eléctrodo. E no terreno trazíamos botas, capacetes, luvas, mascaras
de soldadura;
 Tivemos um grampo para ajudar a segurar a peca junto a superfície de contacto para
permitir a passagem da corrente e possível curto circuito;
 Alicate , usamos para tirar as pecas ainda quentes ou quando o eléctrodo pede na
superfície de contacto (chapa);
 Riscador de aço (lápis de aço), usamos para acertar as medidas da nossa chapa;
 Martelo, usamos para endireitar a chapa e também ajudar a tirar a escoria produzida pela
soldadura;
 Mascara de soldadura, usamos para evitar o contacto directo com a luz produzida no
processo de soldadura entre o eléctrodo e a chapa;
 Régua de aço, usamos para traçar e medir as nossas unidades e na serrilharia tem o
costume de usar medidas em milímetros;
 Escova de aço, usa se para tirar as manchas pretas e escorias produzidas no processo de
soldadura;
 Mesa de trabalho, local onde preparamos as nossas pecas antes do processo de soldadura e
no momento em que terminamos a soldadura;
 Mesa de soldadura, local onde prendemos as peças para a soldadura;
 Maquina de soldar, permite introduzir o eléctrodo e encaixar o grampo para fundir as
peças;
 Alicate de massa, permite a passagem de corrente entre a peca e a superfície que nos
auxilia para a soldadura;
 Eléctrodo, peca fundamental que produz calor e surge a soldadura ao se fundir com uma
superfície de aço ou metálica;
 Uma chapa de 10 cm x 10 cm, para obtenção dos quadrados que suportarão os pingos da
soldadura;
No processo de soldadura passamos por métodos a destacar:

Primeiro levamos a chapa de 100 mm x 10 mm, e de 2 a 3 mm de espessura, e de salientar que 1


cm corresponde a 10 mm na serrilharia. A dimensão mínima recomendável é de 100 mm x 60
mm para obtenção dos quadrados que irão receber os pingos da soldadura.

De seguida medimos a nossa chapa de 100 mm x 60 mm usando a régua de aço e riscando


horizontalmente e verticalmente com o lápis de aço em partes de 10 mm cada, que sairiam 6
partes iguais e 10 partes iguais, dependendo da posição em que pegamos a chapa podem estar na
vertical ou horizontal.

Após obter os quadradinhos, seguimos para a mesa que faremos a soldadura, chagado ao local
encaixaremos a peca com o grampo, e antes encaixando o alicate de massa na superfície metálica
para a condução da corrente pois estamos tratando de um curto circuito produzido no processo de
soldagem.

Colocamos a mascara de soldadura e levantamos para mirar no quadradinho, de seguida


colocamos o eléctrodo na posição que forma um ângulo de 70 ° inclinado, aproximando
lentamente pingando na chapa até tirar a luz verde que da sinal de soldagem em media ficar no
máximo 3 segundos para dar forma aos pingos, sempre baixando a mascara para evitar a lesão
nos olhos, e assim que formar um arco pode se afastar o eléctrodo para evitar que ele fure a
chapa.

Lembrando que se tivermos dificuldades em fazer o arco no local certo podemos praticar sem
marcara e sem acender o eléctrodo. Depois de fazer um contacto com o eléctrodo devemos retirar
para cima a uma altura igual ao diâmetro do eléctrodo e ,manter um instante ate depositar uma
gota com precisão de fusão do eléctrodo e retirar mais acima para desligar o arco.

Caso o eléctrodo cole na chapa, devemos movimentar rapidamente o alicate que porta o eléctrodo
com movimento circular, ou tirar o alicate de massa até conseguir separar o eléctrodo da peca,
evitando que o eléctrodo fique vermelho e quente.

Sempre que soldamos ou fundimos a peca devemos usar a escova de aço para limpar a poeira
preta que foi produzida durante a fusão dos pingos, e lembrando se de que correr não é chegar,
devemos respeitar as nossas limitações, por isso dávamos meros intervalos para descansar a vista.
Assim que fizermos pingos em todos quadradinhos devemos desapertar o grampo e pegar a peca
com o alicate e introduzir num recipiente que tenha água e deixamos arrefecer, dai tiramos para a
mesa de trabalho.

Em seguida pegamos o martelo com cuidado, e martelamos os pingos para remover a escoria e
dar uma beleza na nossa chapa, batendo vagarosamente ate termos a certeza que tem a estrutura
que nos apetece.

Para remover a escoria devemos nos auxiliar com a escova de aço para limpar a sujeira e sempre
que batemos os pingos da soldadura, passando repetidas vezes que for necessário. Assim que
quitar a escoria com o martelo e a escova de aço, os pontos de soldadura devem ser mais ou
menos de forma circular e pouco convexos, não tem que apresentar furos, partes concavas, ou
imperfeições. No fim podemos pegar num pano molhado e limpando na chapa para dar beleza.

No fim, demos recolher o material e arrumar onde é devido estar, e de seguida fazemos a limpeza
do local onde estivemos a trabalhar. Segue a parte da higiene, onde dirigi mo nos a uma torneira
para lavarmos as mãos usando um detergente apropriado para a remoção das gorduras produzidas
pelo óleo que sai no processo de soldadura.

4.RESULATDOS E DISCUSSÕES

Sem muito a argumentar, de salientar que o trabalho na serrilharia exige um esforço e mostrar
vontade para aprender e aperfeiçoar habilidades na pratica da soldadura.

Dizer que seguimos as orientações dadas na aula para evitar imperfeição no trabalho e alcançar os
nossos objectivos que era a aprendizagem do processo de soldagem. E agradecer pela paciência
dos mestres aos mostrar como se faz direito a cada passo repetindo inúmeras vezes, para que
posamos aperfeiçoar mais.

Vendo os produtos finais temos a dizer que estivemos a uma boa percentagem de aproveitamento,
pois era primeira vez que todos membros se faziam presente ao campo numa aula de serrilharia, e
tivemos bons resultados colhidos e as figuras ou objectos produzidos dizem tudo, e prometemos
melhorar mais porque já temos uma experiencia.
5.CONCLUSAO

Concluímos que para a soldadura é necessário se fazer presente a aula devidamente equipado,
evitando distracções para que não hajam acidentes no ambiente de trabalho. E de salientar que no
ambiente onde estivemos a trabalho tivemos uma mesa a atura e que facilitou o nosso trabalho e
podemos afirmar que colhemos uma boa experiencia no campo e que prometemos aprimorar mais
e investigar mais sobre a soldadura e para nos como estudantes de engenharia englorifica mo nos
com a aprendizagem das aulas praticas pois ajudaram a delimitar padrões de qualidade nos
futuros trabalhos que prestaremos serviços a sociedade.

Senti mo nos capazes de entrar sem medo nas próximas aulas, para maior obtenção de técnicas e
ensinamentos dados na aula, e acreditamos que o nível de aprendizagem é acima de media que o
esperado, pois foi pela primeira vez que nos deparamos numa oficina de serrilharia. E pode se
dizer que podemos instruir o pouco angariado na sala de aula e transmitir aos colegas ausentes
como também para apoiar os que tiveram dificuldades.
Traçando aos quadrados

Momento da soldadura

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