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O Mundo Romano

Fontes históricas para o estudo de


Roma
 Literárias, cultural material (obras), moedas.

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Localização Geográfica

A civilização romana desenvolveu-se a partir da cidade


de Roma, localizada na Península Itálica. Esta fica localizada
no Sul da Europa, na região central do Mediterrâneo. 3
A Fundação de Roma (Mitologia)
Sua formação: no séc. VIII
a.C., Roma seria apenas uma aldeia
de pastores, mas os Romanos
atribuíam a fundação da sua cidade a
Rómulo e Remo, dois gémeos filhos
do deus Marte.

Segundo a mitologia romana, Rómulo e Remo eram


dois irmãos gêmeos filhos de Marte e Réia Silva,
descendentes de Eneias que tinham sido
amamentados por uma loba. Rómulo, foi o fundador
da cidade de Roma, criada no dia 21 de abril de 753
antes de Cristo. 4
A Origem Histórica (Século VIII a.C.)

Por volta do ano 1000


a.C., nasceu de um
pequeno povoado nas
terras férteis do Lácio, a
sua volta juntaram-se
outros povos: Sabinos,
Etruscos, etc.

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Monarquia

Rei: acumulava funções executivas, judiciais e religiosas,


poder limitado pelo senado (patrícios).

Assembleia Curiata
(Cúria):
conjunto de cidadãos, em
idade militar, ratificar ou não
as leis determinadas pelo
senado.

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Dominaram Roma e passaram a dominar os rei de
Roma. O ultimo rei Tarquínio, o Soberbo, foi
deposto por uma insurreição liderada pelos
patrícios.

A Monarquia foi abolida e o Senado passou a


representar o poder supremo - REPÚBLICA.

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Sociedade: continuava dividia entre patrícios e
plebeus.

Estrutura do poder: concentrado em instituições como o


Senado, as Assembleias ou Comícios e as Magistraturas

O Senado:
- 300 membros vialícios , escolhido cidadãos mais
importantes;
- Responsáveis por propostas de leis, pelas finanças,
declaração de guerra e tratados de paz

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Participação dos cidadãos: ( responsáveis pela votação de
projetos, assuntos religiosos e a nomeação de representantes a cargo
público

Assembleia por Assembleias por


Assembleia da plebe
centúrias: tribos ( concilium plebis)
Membros: os cidadãos
eram classificados e
Modelo: militar distribuídos de acordo
com sua origem ou
Ações: votava local de residência
declaração de guerra Ações: votavam
( censores)
ou de paz, elegia as leis relativas à
magistraturas mais plebe, os
elevadas ( cônsules, Ações: eleição de plebiscitos, e se
pretores e tribunos magistraturas inferiores
militares) elegiam tribunos e
edis. 12
ESTRUTURADO PODER DURANTE A REPÚBLICAROMANA
. .... . , - .
ASSEMBLÉIA
CENTURIATA
• Participam todos os cidadãos.
ASSEMBLÉIA • Aprovam as leis e elegemos
SENADO DASTRIBOS magistrados.
(Composto de 300
membros)
(IJ

üJ
-- - - - --;
• Dirige a política
externa e interna.
ASSEMBLÉIA
EDIS CENSORES
• Controlaa atuação CURIATA
· dos magistrados. (Eleitos anualmente) (Eleitos a cada 5 anos)
• Propõe as leis. • Sup ervisionam os • Fazem o recenseamento
serviços públicos. PRETORES
da população.
• Cuidam da arrecadação • Administram a just iça. .
de impostose das obras
públicas.
• Responsávies pelos 2CÔNSULES
bons costumes.
(Eleitos anualmente)
TRIBUNOS •Comandamo
DA PLEBE exército.
(Eleitosanualmente) • Coordenam a vida
•Podem anular as QUESTORES pública.
decisões contrárias aos
interesses da plebe. (Eleitos anualmente)
•Admin istram o
tesouro púb lico.
(Escolhidos para um período de
ó meses)
• Escolhidos pelos cônsules em
circunstância extraordináiar,têm
poderes ç1bsolutos.
As magistraturas: altos funcionários da República

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Motivador: a desigualdade politica entre patrícios e
plebeus. ( marca a república)

Em 494 a. C: levante de plebeus, se retiraram para o Monte Sagrado


(Aventino), ameaçando não lutar mais no exército, caso suas
reivindicações não fosse atendidas

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Direito de eleger seus
próprios magistrados
(inviolável e com 450 a. C. publicação das
poder de veto), os leis escritas, gravada em
placas de bronze e
tribunos da exposta, que
plebe asseguravam a igualdade
jurídica, as Leis das
Doze Tábuas

Lei Canuléia: permissão do casamento entre patrícios e plebeus ( a expansão


comercial fez muitos plebeus enriquecerem, numerosas famílias patrícias
empobreciam)  nascia uma nova aristocracia : NOBILITAS (os notáveis) 26
367 a. C: Lei Licínia: o direito de
participar do consulado, regulamentação da
exploração das terras públicas

Obs.: dos dois cônsules eleitos anualmente,


um seria patrícios e o outro, plebeu.

326 a. C.: Lei Poetélia Papíria:


abolição da escravidão por dívida ( trabalhar
pra pagar sua dívida)

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Motivos para a expansão: defesa diante de povos vizinhos
rivais e obtenção de terras necessárias à agricultura e pastoreio

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Ampliação na
“cidadania” Despovoamento do campo
Expansão da Ager
(magistraturas locais) (plebeus)  ida para
 pagar impostos e públicus ( terra do
cidade ( artesão,
ser recrutados Estado) /
comerciantes,
desenvolvimento de
desempregados -
latifúndios ( mão de
problemas)
obra escrava)

Arrecadação de
impostos
publicanos
Contato cultural
trouxe influências
de outras culturas
Ampliação do número de
escravos ( prisioneiros de Ampliação do luxo e da
guerra) corrupção 19
A Nobilitas foi o principal
grupo que saiu ganhando
com o intenso fluxo de
riquezas para Roma de
espólios de guerra e tributos.

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O problema da terra

Os irmãos Tibério e Caio Graco eleitos sucessivamente


tribunos da plebe, procuraram promover reformas que
atendessem às reivindicações populares

133 a. C: Tibério Graco consegue aprovar


uma lei que limitou a extensão das
propriedades fundiárias da nobreza e
autorizou a distribuição de terras públicas
para os cidadãos com menos posses
desagradou aos grandes proprietários
132 a. C. Tibério Graco e mais 500 partidários
foram assassinados.
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Caio Graco
 retoma o projeto de reforma agrária em 123 a.
C.

 Aprova a lei fumentária ( baixou o preço do trigo


para os pobres)

 Tentou estender a cidadania romana para a populações


latinas ( para diminuir a oposição)
 Teve rejeição e conflito entre os partidários da reforma X
senado, resultando no assassinato de Caio Graco.

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PROBLEMA: Séc I a. C.: uma cidade controlava um império em
crescimento, as instituições concebidas não funcionavam mais.
(clima de instabilidade e disputa pelo poder).

Governos autoritários:
Generais Mário e Silas
( se tornou ditador
vitalício, abdicou em 79
a. C.)  até 59 a. C.
crises caminho para os
triunviratos
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Composto por políticos de prestigio: Pompeu, Crasso e Júlio César

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Pompeu (regimento da Espanha) e Crasso ( forças do Oriente) reputação militar

César exercia o consulado e ocupava o cargo de Pontífice


Máximo ( sacerdote supremo do colégio dos sacerdotes, a mais
alta dignidade na religião romana), comandou o exército da
Gália

Em 53 a. C.: Crasso morre, fracasso na Mesopotâmia


senado aproxima-se de Pompeu Afastando César do
Governo crise: permitiu a César e suas legiões a tomada
de poder. Obs. Senado sem escolha: conferiu a César o
título de Ditador Vitalício (46 a.C.)

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Acumulou poderes: cônsul, tribuno, sumo sacerdote,
comandante do exército

Promoveu:
•Reforma política-administrativa
•Distribui terras entre soldados
•Impulsionou a colonização das províncias
•Construiu obras públicas
•Reformulou o calendário

Oposição de alguns senadores (inveja de seus poderes), tendo


sido Assassinado em 44 a. C.

Os conspiradores não conseguiram restabelecer as instituições republicanas


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O cônsul Marco Antônio no Oriente; Lépido, chefe da ordem dos
cavaleiros com o cargo de Pontífice Máximo; Otávio, sobrinho
adotivo de César no Ocidente.

INTENSA
RIVALIDADE

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32 a. C. : guerra entre os
governantes Otávio e Marco
Antônio  poder concentrado
nas mãos de Otávio.

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Motivos: profundas transformações sociais, econômicas,
militares, administrativas proporcionadas por um império.

Otávio acumulou os títulos de: Augusto (divino, majestade ou


venerável)  passou a deter um poder político superior ao do
Senado e demais magistrados
Consequências:
•Queda na participação popular
•Atribuições das assembleias
•Os magistrados eram indicados pelo imperador

Senado Romano: (individualmente) passaram a ocupar a maioria


dos cargos criados pelo novo regime  AMIZADE 31E
CLIENTELISMO
Abandono da política agressiva de
conquistas, período de tranquilidade  PAX
ROMANA.
Pão e Circo
irista latino Ju venal ( 60 – 140 d. C)

1 milhão de
pessoas

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Imperador Romano Calígula (reinando de 37-41 d.C.)

Teria
Terianomeado
nomeadoseuseu
cavalo
cavaloIncitatus
Incitatuscomo
como
cônsul,
cônsul,Augusto
alto morre
altocargo
cargo de em 1
de
oficial
oficialpúblico
públicoque
quetinha
tinha Calígula,
foi
foi Nero e Cômodo.
responsabilizado
responsabilizado pela
pela
como
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principalfunção
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comandar
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ficou
ficoufamoso
famosopor porsua
sua meio-irmão.
meio-irmão.
crueldade
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baixarias.
baixarias.EleEleteria
teria incêndio
incêndioarrasador
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em
determinado
determinadoque que Roma.
Roma.
criminosos
criminososfossem
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servidos
servidosvivos
vivoscomo
como hábito
hábitomacabro
macabrode delançar
lançar
refeição
refeiçãopara
paraanimais
animais cristãos
cristãosaaleões
cães ferozes
ferozes ee
selvagens
selvagenseefoi foiacusado
acusado esfomeados,
esfomeados,que
queosos
de
demanter relações
ter transado comcom
suas despedaçavam
despedaçavamvivos.
vivos.
suas três irmãs.
três irmãs.

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Política: luta pelo
Estado: não
Desequilíbrio entre poder:
conseguiu manter a
receita e despesas chefes militares
unidade política e
administrativa públicas  inflação X
senado

Esgotamento do
escravismo 
Fronteiras: Colonato ( trabalho
necessidade de manter compulsório,
Pressão dos povos
grandes contingentes camponeses
germânicos sobre as
militares  despesas empobrecidos
fronteiras
passaram a
trabalhar como
colonos nos domínios
dos grandes 45

proprietários
284, Diocleciano foi proclamado imperador:
•Introduziu uma reforma conhecida como tetrarquia ( dois co-
imperadores

306, Constantino:
•Consciente da importância das províncias do Oriente – estabeleceu
sua capital na cidade de Constantinopla ( atual Istambul)
•Início das grandes migrações dos povos bárbaros ( pacífico –
violento)
•313: publicou o Edito de Milão – liberdade de culto e
de crença para os cristãos.
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378, Teodósio:
•Conseguiu pacificar os visigodos, cedendo-lhes territórios

•395: Dividiu o Império Romano em Império do Oriente,


capital Constantinopla, e Império do Ocidente, capital
Roma.

476: (Ocidente) Golpe fatal


deposição do seu ultimo imperador
Rômulo Augústulo.

Oriente: se manteve por centenas de


anos
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• Surgiu na Galileia ( anexada por
romanos 40 a. C.)

• Baseava-se nos ensinamentos de


Jesus ( nascido em Belém –
Governo de Otávio Augusto) -
promessas do judaísmo

• 31 d. C. pregações, apóstolos
 desafio as autoridades
romanas e elite religiosas
judaica
• Difusão pelo Império Romano –
camadas populares – palavras de
esperança
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• Governo de Nero: perseguição aos
Cristãos

• Aumento do número de cristãos

• 313: Edito de Milão

• 391: oficialização

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Religião Romana:

•Desprovida de
dogmas

•Imediatista

•Culto: aos
antepassados e aos
deuses

•Manifestação
divinas através dos
fenômenos da
natureza

•Incorporação de
deus e culto de
origens grega e
oriental
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O Legado da Civilização Romana
DIREITO ROMANO

DIREITO – Regulava todos os aspetos da vida dos


cidadãos e dividia-se em:
• Direito Privado: leis relacionadas com
aspetos da vida privada: casamentos,
divórcios, contratos, testamentos, etc.

• Direito Público: leis relacionadas com a


organização e funcionamento do Estado.

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O Legado da Civilização Romana
URBANISMO

DIREITO – Planejamento ordenado das cidades tendo


em conta as necessidades dos seus
habitantes.
• Todas as cidades do Império seguiam o
modelo de Roma (Ruas perpendiculares
e rede de esgotos).

O centro da cidade era o Fórum (Praça


Central) onde estavam os edifícios ligados
à administração da cidade e templos.

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Planta de uma Cidade Romana
O Legado da Civilização Romana
Coliseu

Templo

Forum
Colunas

Panorama da cidade de Roma

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O Mundo Romano…

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O Legado da Civilização Romana

Na cidade existiam ainda…

Teatros Anfiteatros

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O Legado da Civilização Romana

Termas e banhos públicos Hipódromos


Circus Maximus

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O Legado da Civilização Romana
Existiam também zonas residenciais, com dois tipos de casas:

Insulae - Blocos de apartamentos com


vários andares onde viviam os
romanos mais pobres.
Domus - casa particular pertencente
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aos romanos mais ricos.
(Pucrs 2014) As relações sociopolíticas conflitivas entre patrícios e plebeus marcaram o
período histórico da República, na Roma Antiga. Nesse contexto, a permissão de
casamentos entre membros desses dois grupos sociais, a partir de 445 a.C., produziu

a) o enfraquecimento do poder político dos patrícios, que


contribuiu para a extinção do Senado.
b) o aumento da população na península, que resultou na
diminuição das guerras de conquista para recrutamento de
escravos.
c)o desaparecimento da instituição dos Tribunos da Plebe, em
função da progressiva perda da identidade política plebeia.
d)o surgimento de uma nova aristocracia, que passou a controlar o
acesso aos cargos públicos mais elevados.
e)a relativa decadência do latifúndio escravista, devido à
ampliação do acesso às terras do ager publicus aos novos grupos
familiares. 56
Resposta:

[D]

A partir do fim da proibição do casamento entre plebeus e patrícios, em


445 a.C., essa união se tornou comum, mas apenas entre plebeus com
posses e patrícios em decadência financeira. Essas uniões fizeram surgiu
uma “nova aristocracia híbrida”, que passou a controlar os principais
cargos públicos de Roma

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3 (Fuvest 2013) A escravidão na Roma antiga

a)permaneceu praticamente inalterada ao longo dos séculos, mas


foi abolida com a introdução do cristianismo.
b)previa a possibilidade de alforria do escravo apenas no caso da
morte de seu proprietário.
c)era restrita ao meio rural e associada ao trabalho braçal, não
ocorrendo em áreas urbanas, nem atingindo funções intelectuais ou
administrativas.
d)pressupunha que os escravos eram humanos e, por isso, era
proibida toda forma de castigo físico.
e)variou ao longo do tempo, mas era determinada por três critérios:
nascimento, guerra e direito civil.
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Resposta:

[E]

Questão que demanda conhecimentos específicos sobre a escravidão na


Roma Antiga. Nessa civilização – embora tenha variado ao longo do
tempo, conforme afirma a alternativa correta –, os critérios que
determinaram a escravização foram basicamente o nascimento, a guerra
e o direito civil. A condição à qual estava submetido o escravo era a de
ser "propriedade" do seu senhor; sendo assim, o dono de um escravo
tinha sobre ele o direito de vida e morte.

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