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CENTRO UNIVERSITÁRIO FAMETRO

CURSO DE LOGÍSTICA

REGINALDO SALVADOR BORGES

PORTFÓLIO

Manaus
2020
PORTFÓLIO

Portfólio apresentado como requisito para obtenção de


nota parcial na disciplina de Antropologia e Sociologia
do Curso de Graduação Tecnologia em Logística.

Orientadora: Prof. Daswanny Reis

Nome: Reginaldo Salvador Borges


Matrícula: 1900563
Turma: TLog191n01
Turno: Noturno

Manaus
2020
Portfólio 1
Data: 13/02/2020
Assunto: Introdução ao pensamento sociológico e antropológico
Apontamentos:
 A sociologia é o campo da ciência que estuda tudo o que é relacionado ao ser humano.
Ela abrange as relações humanas, tanto em nível local, como as relações entre dois
indivíduos, tanto em nível global, com a relação entre diferentes países, e seus
conflitos.
 Antropologia é a ciência que estuda a diversidade cultural humana, onde ou quando ela
esteja, tendo em vista que povoamos toda a face da Terra há milhões de anos. Assim, o
saber antropológico traça, em detalhes, os fatores que compõem as relações entre os
indivíduos com o seu meio, levando em conta toda a especificidade cultural.
 Conhecimento científico: É racional e produzido mediante a investigação da realidade,
seja por meio de experimentos seja por meio da busca do entendimento lógico de
fatos, fenômenos, relações, coisas, seres e acontecimentos que ocorrem na realidade
cósmica, humana e natural. É um conhecimento sistemático e metódico, usando a
experimentação, validação e comprovação daquilo a que se quer comprovar. Seu ponto
negativo é não poder afirmar como verdade muita coisa do que pesquisou com esse
intuito, pois uma nova pesquisa pode reprovar ou alterar a anterior.

Atividade
1.

Portfólio 2
Data: 27/02/2020
Assunto: O campo e abordagem antropológicos
Apontamentos:
 O homem nunca parou de interrogar-se sobre si mesmo.
 A reflexão do homem sobre o homem e sua sociedade e a elaboração de um saber são
tão antigos quanto a humanidade.
 O pensamento do homem sobre o homem tinha sido, até então, mitológico, artístico,
teológico, filosófico mas nunca científico.
 Busca de legitimidade: somente na segunda metade do século XIX é que a
antropologia se atribui objetos empíricos autônomos: as sociedades “primitivas”, ou
seja, exteriores às áreas de civilização europeias ou norte-americanas.
Atividade
1. Quando se inicia a construção do saber cientifico sobre a antropologia?

Inicia no final do século XVIII

2. As sociedades estudadas pelos os primeiros antropólogos são caracterizada


por ´Dimensões Restritas´. O que isso significa?

Eram sociedades que tiveram pouco contato com as demais sociedades

3. A antropologia afirma a especificidade de sua pratica após legitimar seus


próprios métodos de pesquisa, não mais um objeto empírico especifico mas o
estudo do homem inteiro em que consiste essa abordagem?

Consiste em estudar o homem por completo todo os aspecto que ele esta inserido:
aspecto político, aspecto culturais, etc.

4. ´A experiencia da alteridade leva-nos a ver aquilo que não teríamos


conseguido imaginar´. Explique?

É romper com algumas crenças limitantes das qual foram inserido. O pensar
diferente nos torna próximos de ver as diversas culturas.

Portfólio 3
Data: 05/03/2020
Assunto: Texto 1 - O campo e abordagem antropológicos
Apontamentos:
 Antropologia, e o projeto de fundar uma ciência do homem muito recente, em meados
do século XVIII é quando começa a se constituir um saber cientifico, que toma o
homem como objeto de conhecimento, e não mais a natureza. Assim, constitui um
evento considerável na historia do pensamento do homem sobre o homem. Esse
pensamento até então era mitológico, artístico, teológico, filosófico, mas nunca
cientifico no que diz respeito ao homem em si. Não podia existir o conceito de homem
enquanto regiões da humanidade permaneciam inexploradas.
 As sociedades estudadas pelos primeiros antropólogos são sociedades longínquas ás
quais são atribuídas características como: sociedades de dimensões restritas; que
tiveram poucos contatos com os grupos vizinhos; cuja tecnologia é pouco
desenvolvida em relação a nossa; e nas quais há uma menor especialização das
atividades e funções sociais. São também qualificadas de simples; em
consequência, elas irão permitir a compreensão, como numa situação de laboratório,
da organização complexa de nossas próprias sociedades.
 A antropologia biológica consiste no estudo das variações dos caracteres biológicos do
homem no espaço e no tempo, seu problema são as relações entre o patrimônio
genético e o meio: geográfico, ecológico e social. A antropologia analisa as
particularidades morfológicas e fisiológicas ligadas a um meio ambiente, bem como
evolução das particularidades.

Portfólio 4
Data: 19/03/2020
Assunto: Mapa conceitual – Tema 5: A cultura é dinâmica
5. A CULTURA É DINÂMICA

A cultura é dinâmica sofre alterações ao longo do


tempo. Existem dois tipos de mudança cultural:
interna e externa

Mudança cultural interna, resulta da dinâmica do


A mudança externa é resultado do contato de
próprio sistema cultural. Esta mudança é lenta;
um sistema cultural com outro. Esta
porém, o ritmo pode ser alterado por eventos
mudança é mais bruscos e causa um impacto
históricos, como catástrofe ou uma grande
maior.
inovação tecnológica.
Portfólio 5
Data: 26/03/2020
Assunto: CIDADÃO 100% NORTE-AMERICANO

Atividade
Estudo dirigido do texto

1. Relacione o texto com os conceitos de cultura, etnocentrismo e relativismo?

A gente acha que pelo fatos de nascermos em um determinado lugar, sua cultura é
100% dali, quando na verdade coisas diversas do dia a dia são de outras culturas.

2. Quais lições o texto trás pra nossa vida?

Que não devemos ter nenhum tipo de preconceito com outras pessoas de regiões
diferentes da nossa.

Portfólio 6
Data: 02/04/2020
Assunto: Multiculturalismo: raízes históricas e situação atual.
Atividade
Questão problematizadora:
1. Considerando p pensamento multicultural e relacionando-o ao texto acima, responda: O
que fazer para superar este legado?

O pensamento das nossas raízes e da atuação do povo negro na construção da


sociedade, haverá de nos auxiliar na suspensão desse legado que expressam sobre a
suposta indolência do racismo e a visão desse como selvagem e incivilizado. Essa revisão
histórica do nosso passado e o estudo da participação da população negra no presente
poderá contribuir também na superação de preconceitos profundos em nosso imaginário
social e que tendem a tratar a cultura negra que muitas das vezes ainda é visto como
imagens de escravidão

2. “É uma negação da ideia de democracia racial porque se ela existe, todos estão
participando em situação de igualdade, mas sabemos que não é isso o que acontece. É
também muito cruel, já que futuramente as elites dirão: ''por que vocês estão reclamando?
Nós abrimos espaços em nossas repartições públicas, nas universidades, etc.''. Como se
isso fosse a conquista plena, quando na realidade é um contrabando de concessão”. Após
Assistir ao vídeo, responda: Existem razões para afirmar a existência do Mito da
democracia racial no Brasil? Quais seriam?
O mito da democracia racial afirma que não há racismo no Brasil e que o que é
chamado de racismo hoje é apenas um problema oriundo da situação financeira da maioria
dos negros. O mito sustenta a ideia absurda de que as políticas afirmativas em prol dos
negros, como as cotas universitárias raciais, é inconstitucional por ferir o princípio da
isonomia. Ignorar as especificardes de grupos vulneráveis na formulação de leis e
políticas públicas é ignorar que o racismo, no caso, é um discurso de reprodução de poder,
uma forma de tentar justificar e dar continuidade a dominação de um grupo sobre o outro.
E que essa relação de poder tem origem na história e na cultura e não desaparece se forem
negligenciadas. Afinal, dizer “todos somos iguais” não impediu que os preconceitos e a
marginalização dos grupos historicamente oprimidos continuem existindo. O suposto
exagero que algumas pessoas dizem que há nos apontamentos do que é racismo e nas
reações ao que é visto como racista está naquela ideia de que racismo é só quando uma
pessoa é assassinada por ser negra, quando um cartaz de oferta de emprego diz que
querem pessoas brancas para aquela vaga e etc. O racismo no discurso é ignorado, apesar
de ser potencialmente letal. Não veem que piadinhas que chamam quem é negro de
macaco são mais uma forma de desumanizar os negros. E que a desumanização dos
negros é uma constante necessária para a manutenção do racismo, que acaba por
naturalizar uma série de violências, como o genocídio da juventude negra.

Portfólio 7
Data: 09/04/2020
Assunto: Multiculturalismo e a questão de Gênero
Atividade
Considere a seguinte citação: “O gênero é um elemento constitutivo de relações sociais fundadas
sobre as diferenças sexuais percebidas entre os sexos [...]. O produto do sistema dominante
ocidental é uma divisão nítida entre masculino e feminino” (SCOTT, Joan Wallach. “Gênero:
uma categoria útil de análise histórica”. Educação & Realidade. Porto Alegre, vol. 20, nº
2,jul./dez. 1995, pp.)
Considerando o texto acima e a ideia transmitida na charge redija um texto argumentativo a
respeito da seguinte questão: por que discutir “gênero” é importante? Em seu texto, aborde os
seguintes aspectos:
a) Cultura patriarcal que concentra sua atenção na subordinação das mulheres
b) Luta pela igualdade de gênero

A igualdade de gênero deve ser discutida no âmbito dos direitos humanos,


abordando o respeito entre as pessoas e garantindo o direito a sua identidade de gênero,
racial e de pertencimento religioso. A escola é um campo fértil para identificação das
questões que envolvem a opressão, os preconceitos, a homofobia, o sexismo, o racismo e
outras iniquidades. Essas questões estão postas no dia a dia escolar e não há como a
escola ignorar essa realidade. A intervenção é um procedimento educativo e necessário e
está diretamente relacionada à garantia e reconhecimento das diversidades e dos direitos
de cidadania. Não podemos esquecer que a questão de gênero vai para além da discussão
sobre sexualidade. É preciso desconstruir o discurso retrógrado e alienante sobre a
denominada ‘ideologia de gênero’. É preciso deixar claro que essa é uma invenção que
vai contra as conquistas civilizatórias da sociedade brasileira. É preciso dialogar sobre
isso, dentro e fora de escola, em todas as oportunidades e reuniões, nas famílias, na
comunidade e na escola.
A respeito da violência contra as mulheres no Brasil. Depois de mais de duas
décadas de ativismo feminista em torno desse problema, o país parece compreender,
finalmente, que não é justo, não é correto nem moralmente aceitável que metade de sua
população viva em permanente estado de alerta e, muitas vezes, de medo da possibilidade
de vir a sofrer algum tipo de violência masculina. O fato é que agora lidamos com um
fenômeno visível e amplamente debatido pela sociedade e por muitas esferas
governamentais. Mas, a visibilidade e o debate público são apenas os primeiros passos
para se desvendar os tipos de violência sofrida pelas mulheres e as dinâmicas sociais a ela
associadas, que é o que efetivamente pavimenta o caminho para a construção de soluções
eficazes de enfrentamento do problema. A violência contra as mulheres é um fenômeno
complexo, sensível e multideterminado, que, apesar de ser um efeito direto da cultura
patriarcal que molda a nossa sociedade e atinge todas as mulheres, expressa-se de forma
distinta em diferentes grupos populacionais.
Jamais uma pessoa deve perder sua essência de ser aquilo que ela é desde o ventre
da sua mãe. A essência não é o sexo, raça, ou o modo como se veste que por via das
dúvidas você troca todos os dias. A essência é o modo como você enxerga e escolhe a
vida. Não se deve exigir uma mulher que ela deixe de ser o que a sua natureza é para se
enquadrar a uma igualdade social. Atualmente vivenciamos um país intolerante onde para
se enquadrar em algumas partes da sociedade você necessariamente deveria ter outro
sexo. Todos têm direito a um tratamento digno mediante a sua escolha profissional como
também é capaz de assumir a sua vocação.  Apesar das mulheres terem conseguido
espaço ao longo desses últimos anos elas ainda são vítimas de preconceito e a
desigualdade de gênero. O grande problema enfrentado por essas mulheres está ligado ao
mercado de trabalho, a exclusão para o cargo de chefia sempre fica muito distante delas.
Muitas dessas se ingressam em grandes empresas com um potencial elevado e toda a
capacidade para se ingressar no cargo da liderança, mas pelo preconceito acabam
permeando por longos anos a espera que nunca é assegurada. A mulher de certa forma
merece um tratamento diferenciado em alguns aspectos, mas o que acontece é que muitas
vezes isso é confundido desvalorizando-as. Oque deve ser feito é seguir o princípio da
igualdade. A equiparação de direitos entre homens e mulheres ainda é um "grande
desafio" para o país. Além do aumento da atuação das Ongs, as políticas públicas de
incentivo, dentro e fora das empresas, são consideradas fundamentais para que a cultura
de "inferioridade feminina" seja eliminada de vez da cultura brasileira.