Você está na página 1de 17

minhocário

« anterior página 4 de 4 »
• * Confecção de um minhocário
• * Confecção de mini-hortinhas com garrafas pet
• * Aprenda a fazer compostagem em casa

Confecção de um minhocário !

fonte: ESAM

Materiais necessários para cada minhocário:


Uma garrafa pet de 2 litros e uma menor de água mineral brita ou pedrinhas, terra, saco
de lixo preto, minhocas.

Procedimentos:
Corte a garrafa pet tirando o bocal.
No fundo da garrafa pet coloque brita (não há necessidade de furar o fundo da pet).
Sobre a brita coloque a garrafa menor (com água e tampa) dentro da garrafa pet.

Ao redor, despeje a terra e largue as minhocas.

Após terminar, utilize um saco de lixo escuro para envolver a garrafa, pois as minhocas
não são acostumadas com claridade.

Não é necessário molhar, pois a garrafinha com água fornece umidade para a terra, a
não ser que seja uma região de excessivo calor, molhe de vez em quando, podendo
colocar alguns lixos orgânicos sobre a terra para alimento das minhocas.

Depois de dias, ao tirar o saco de volta da garrafa poderemos observar os caminhos das
minhocas bem definidos.
Volte a cobrir com o saco de lixo evitando a luz para as minhocas.

Confecção de mini-hortinhas com garrafas pet


Materiais necessários:

garrafas pet, tesoura, terra, mudinhas ou sementes.


fonte:EduardoJaco

Procedimentos:

Deite a garrafa pet e corte um dos lados da “barriga” da garrafa, sem atingir o fundo
nem a boca da garrafa.

Faça pequenos furinhos no fundo e coloque terra.

Em seguida, plante as sementes ou as mudas e é só cultivar com cuidado.

Como suporte podemos usar caixas de ovos para que não fiquem diretamente no chão e,
de tempos em tempos, estes suportes poderão ser substituídos, pois podem apodrecer
com a umidade que escorre do excesso da água pelos furinhos da garrafa.

Escrito por Berenice Gehlen Adams

Aprenda a fazer compostagem em casa


Aqueles com pouco espaço e pequena produção de resíduos podem optar pelas
composteiras em quintais, varandas ou garagens. Elas podem ser construídas com
materiais disponíveis, devem permitir a circulação do ar e comportar volume mínimo de
um metro cúbico.

A caixa, conhecida como neozelandesa, é a mais tradicional. Trata-se de um engradado


sem fundo e tampa e com laterais removíveis (tábuas encaixadas). Um tamanho padrão
é o de um metro na base por um metro de altura. Você pode trabalhar com uma caixa,
que será montada e desmontada para continuar a compostagem, ou fazer duas ou três
unidades. A passagem do material de uma composteira para outra ajuda a homogeneizar
a matéria, melhorando a aeração.

Outra boa opção é o cesto telado, feito com tela de galinheiro reforçada com arame ou
com tela de metal coberta com plástico.

Processo
Já a compostagem em pilhas não exige equipamento especial, sendo o processo
indicado para quem possui espaço e geração de grandes volumes. É a forma mais
simples e barata.

O material deve ser acumulado em pilhas, colocadas em locais sombreados para evitar o
ressecamento e protegido contra a ação das chuvas. O solo deve possuir boa drenagem,
para evitar acúmulo de água embaixo das pilhas, o que provoca mau cheiro e atrai
animais.

Faça primeiro uma camada de material seco de 15cm a 20cm, com folhas, palhadas,
troncos e galhos picados. Na segunda camada, coloque restos de verduras, grama e
esterco. Volte a fazer outra camada de material seco, seguida de esterco e assim por
adiante, até atingir 1,5m. O amontoado deve ser plano para evitar acúmulo de líquido.

Adicione água ao montar as camadas. No primeiro mês, revolva o composto três vezes.
Verifique sempre a umidade. O composto fica pronto entre 60 e 90 dias e deve ser
peneirado em malha de 10mm a 30mm de diâmetro.

Para saber se o fertilizante está no ponto, faça o teste da água: deposite uma porção do
composto em um copo. Se ele colorir a água de tons escuros, tendo partículas em
sustentação, sua compostagem deu certo. Se o material se depositar no fundo e não
colorir a água, ainda não está pronto.

Caso você resolva fazer da compostagem um negócio, a legislação brasileira determina


que o fertilizante orgânico apresente mínimo de 40% de matéria orgânica, pH mínimo
de 6,0, teor de nitrogênio igual a 1% e relação carbono/nitrogênio na proporção 18/1.
Lembre-se de segregar o lixo orgânico com cuidado, sem contato com lâmpadas e
pilhas, por exemplo, que contaminam o material com metais pesados.

SEPARAÇÃO CLÁSSICA
Úmido

Restos de cozinha, como cascas de frutas, sobras das refeições, talos e folhas de
legumes, filtros de café, podas de jardins, grama, etc.

Seco

Todo o restante dos detritos (metais, vidro, papel e plástico)


fonte:casamundo.org.br

Compostagem - um adubo ecológico.


« página 1 de 2 próxima »
• * como fazer composto organico em casa
• * o que é e do que é feita a compostagem
• * o processo da compostagem
• * passo a passo do preparo da compostagem

Como fazer composto orgânico em casa.


Texto e fotos da Eng.Agr.Miriam Stumpf.

Nossos antepassados cultivavam a lavoura e faziam jardinagem utilizando os elementos


de colheita que não serviam, como palha e folhas, enterrando para servir de adubo.
Com o uso de fertilizantes químicos muito deste uso parecia obsoleto mas tem sido
resgatado com este novo conceito de agricultura orgânica que se espalhou pelo mundo.
O que nossos avós faziam e que agora tentamos repetir é a confecção de composto
orgânico para uso no solo para reposição de nutrientes e um melhor desenvolvimento
das plantas.

O que é composto orgânico? Do que é feito?


O que denominamos composto é uma mistura de resíduos oriundos de diversas
fontes, aparentemente sem uso ou valor que pode ser reunido para a formação de um
adubo.
A compostagem pode ser feita de resíduos vegetais de lavoura, aparas de grama e restos
de vegetais oriundos da cozinha, esterco de animais vegetarianos, bem como de muitos
outros materiais.

O que acontece no processo de compostagem

Os materiais que tem os mais diversos tamanhos, formas e composição são misturados e
colocados para decompor e passam por processos bioquímicos.
Estes processos são realizados por microorganismos que utilizam este material como
fonte de energia, absorvendo os ingredientes minerais e carbono.
Ocorre a degradação deste material em presença de oxigênio e o produto é gás
carbônico, água, calor e matéria orgânica utilizável pelas plantas. Nesta atividade
microbiana o material aumenta a temperatura, ficando entre 50 e 70ºC.

O processo, conforme o manejo destes resíduos, leva em torno de 90 dias até 1 ano.
Quanto mais revolvido for o material mais ar entrará na pilha e se a umidade estiver
correta mais rápido será o processo. Também em climas quentes e no verão o tempo
diminui pela maior atividade microbiana.
Como fazer composto orgânico

A nível de propriedade rural é feita em grandes leiras, em geral revolvidas com trator.
Mas para quem deseja fazer em seu quintal, uma caixa de 1,0 x 1,0 x 1,0 metros sem
fundo, direto no solo é mais do que suficiente.

Quem não tem muito espaço pode adquirir uma lata de lixo plástica grande e retirar boa
porção do fundo para escoamento da água.
Para cobrir, use uma lona ou chapa de papelão.

Passo a passo do preparo da compostagem:

Colocar os resíduos, alternando os vegetais com excrementos de animais herbívoros


como gado, cabra e aves.
Usa-se restos de cascas de cozinha bem picados, aparas de grama, pó de café e folhas de
chá, erva mate, o papel de filtro do café, guardanapos de papel usados, cascas de ovos
bem trituradas, papel branco bem picado, papelão de caixa de ovos bem desmanchada,
correspondência descartável de papel branco.

Cinzas de lareira ou fogão, também podem ser colocadas mas em pequena quantidade.
Quem tem tanque ou açude com plantas aquáticas, poderá aproveitar o excesso, pois
estas dão excelente contribuição de nutrientes.

Cascas, folhas verdes de hortaliças, frutas, aparas de poda e estercos são considerados
materiais verdes e são ricos em nitrogênio e carbono.
Já os materiais do tipo papelão de embalagem de ovos ou de tubos de papel toalha ou
higiênico rasgados, papéis brancos, ramos de poda e pó de serra são chamados de
materiais marrons, têm mais lenta decomposição, mas contêm muito carbono.

A proporção recomendada pela Embrapa é de uma relação de 75% de restos vegetais


dos dois tipos para 25% de esterco animal.

A composteira
Com tábuas e sarrafos pode construir uma no seu quintal. Um dos lados fica aberto e
pode ir adicionando tábuas à medida que a pilha crescer. Facilita o revolvimento e a
retirada depois do composto. Não pode ter fundo, a pilha fica em contato com o solo. Se
quiser ajudar na percolação das chuvas e da água do composto, faça uma cama de areia
de construção embaixo, antes de começar a colocar os materiais para compostagem.

Quando colocamos materiais de pedaços muito grandes, a aeração da pilha será maior,
com mais oxigênio, mas também levará mais tempo.
Pedaços menores decompõem mais rápido. A mistura de tamanhos será então mais
benéfica.

A cada camada colocada, adicionar areia ou terra em camada fina, para evitar a
proliferação de moscas.
Umedecer a mistura sem encharcar, para que os microorganismos comecem a trabalhar.
Cobrir sempre é bom, evita molhar demais com chuva e também a não dissipar odores.
O teor de umidade deverá ficar entre 40 e 60%, isto é, levemente molhado.

Não use:

comida cozida que contém sal, carnes cruas ou cozidas de gado, peixe ou aves,
sebo, papel toalha usados para fritura, sementes de tomate, cascas de batatas,
sementes de moranga e abóbora, sementes de inços, excrementos de cães e gatos, a
areia do banheiro do gato, revistas, folders coloridos de propaganda. Também
cinzas oriundas de churrasqueira por causa do sal e porque o carvão contém
substâncias que podem prejudicar as plantas.

Jornais e papel branco podem ser usados, bem como folders brancos e cartas
descartáveis de propaganda, não esquecer de rasgar fino. No entanto, se a quantidade de
material for muito grande, considerar o destino dele para a reciclagem.

Na primeira semana recomenda-se revolver bem a mistura todos os dias e depois pelo
menos uma vez por semana. Se o material ficar seco, irá esfarelar na mão, será
necessário umedecer a pilha. Se por acaso começar a escorrer água, será necessário
revolver bem, deixando arejar e ficar sem molhar por um tempo. Também a adição de
materiais secos, como papel picado ajuda.

Compostagem - parte 2
«anterior página 2 de 2 próxima »
• * quando o composto orgânico está pronto para o uso
• * benefícios do composto para o solo
• * dicas no preparo da compostagem
• * contribuição para a ecologia e desenvolvimento sustentável

Composto Orgânico: útil, ecológico e barato.


Texto e fotos da Eng.Agr.Miriam Stumpf.
Como sabemos quando o processo está decomposto ou
curtido?
O produto final é o composto orgânico, de consistência fina, úmida e suave ao
toque, com cheiro de terra e cor escura.
Conforme o material compostado terá nutrientes minerais de nitrogênio, fósforo,
potássio, cálcio, magnésio, enxofre, ferro, zinco, cobre, manganês e boro.

O índice de acidez do composto fica em geral com pH acima de 6,0.

Para plantas que apreciam solos ácidos, como gardênias e azaléas recomendamos
também a adição de turfa que tem pH muito baixo para um melhor equilíbrio.

O que acontece no solo com a adição de composto?


1. As plantas se desenvolvem melhor, com maior quantidade de raízes e portanto com
maior capacidade de absorver nutrientes e água do solo.

2. As águas de chuvas e regas penetram melhor no solo por causa da adição de


composto orgânico, não ocorrendo os perigos da erosão superficial com a perda de
nutrientes.

3. A temperatura do solo no verão mantém-se mais estável por causa da presença de


matéria orgânica e também mantém estáveis os níveis de pH. Isto quer dizer que o calor
do sol não afetará as raízes igual ao que acontece em solos arenosos com pouco
composto.

4. Sementes de inços e invasoras não germinam no composto por causa da elevação da


temperatura, então seu aparecimento será esporádico, trazido por pássaros ou mudas de
plantas adquiridas.

5. A presença deste material orgânico aumenta a atividade benéfica de microorganismos


que favorecem as plantas.

6. Quando o composto é feito da maneira como recomendamos, isto é, com o processo


esquentando o material, os fungos que ocasionam as doenças das plantas em geral não
sobrevivem.
No entanto, se o jardineiro reparar que a planta está obviamente doente, não colocar na
compostagem, será melhor queimá-la para evitar a contaminação do produto.

Dicas para o preparo da compostagem:


1. Estou fazendo composto e apareceram formigas, o que faço?

Formigas são atraídas pelos restos de vegetais de frutas e algumas folhas, usam no seu
processo de fabricação do fungo de que se alimentam. Irão cortar mais fino o material
da pilha, o que será benéfico pra a aceleração do processo. Também é um sinal de que a
pilha está com pouco teor de umidade, regue mais seguido. E ignore as formigas, estão
ajudando no trabalho.

2. O composto poderá atrair ratos?

Na primeira fase do processo de decomposição o material esquenta e dificilmente atrairá


ratos. Talvez numa etapa posterior, quando já não há tanto calor e o composto entra na
fase de maturação. Os ratos poderão fazer ninho dentro da pilha, principalmente se
estiver meio seco. Regue mais frequente.

3. Posso colocar plantas tóxicas ou venenosas, o composto não irá


prejudicar minhas plantas depois?

As toxinas das plantas também sofrem decomposição e dificilmente estarão presentes


no produto final. Mas se tiver grande quantidade deste tipo de material, melhor
descartar.

4. Apareceram moscas de diversos tipos voando do composto.

O aparecimento destas moscas são parte do processo de decomposição, atraídas pelas


cascas ou partes de frutas presentes. Revolver a pilha, umedecer bem e tapar com
papelão ou tampa. E nada de passar spray com veneno nelas.

5. Nada parece acontecer na pilha e está sem calor também.

A. Pode haver poucos elementos com nitrogênio, coloque materiais ricos neste
elemento, como excrementos de gado ou aves, aparas de grama ou cascas de frutas e
umedeça, sem água nada acontecerá.

B. Folhas e aparas de grama não estão decompondo. A pilha tem pouca aeração ou falta
de mistura. Evitar camadas grandes de um material só. Muitas folhas secas ou papel.
Revolva bem a pilha e umedeça.

6. A pilha cheira a ranço, vinagre ou ovos podres.


Não há oxigênio suficiente, a pilha está com umidade demais ou muito compactada.
Misturar os materiais para melhor aeração. Se for muita umidade adicionar palha ou pó
de serra secos. Para diminuir o cheiro, coloque materiais secos no topo da pilha, como
maravalha e terra comum.

7. A pilha cheira a amônia (cheiro de urina).

Muito nitrogênio, falta carbono. Adicione materiais marrons, como folhas, maravalha e
papel ou papelão rasgado.

Coisas a evitar

1. Excesso de cascas de citros (laranjas, limões). Deve picar em tiras finas, mas evitar o
excesso, pois além de atrair uma considerável quantidade de moscas também diminui o
pH final do produto.

2. Se houve uso de defensivos agrícolas em gramados ou cultivo de lavoura, estes


resíduos vegetais de aparas e palha de não podem ser adicionados ao composto.

Dos benefícios do composto orgânico no equilíbrio


ecológico das cidades

Fazer composto dá trabalho.


Mas o jardineiro terá sua recompensa quando colher belas hortaliças na sua horta e suas
plantas estarão mais bonitas, saudáveis e produzirão mais flores.

Além disto, estará contribuindo para diminuir a coleta de lixo municipal, diminuindo os
lixões.

Se todos pudessem fazer este processo, os jardins seriam mais belos, favorecendo o
meio ambiente nesta caminhada que estamos empreendendo em busca da cidade
sustentável e uma melhor qualidade de vida para os cidadãos.
biológica do solo
«anterior página 1 de 4 próxima »
• * Atividade biológica do solo
• * Principais Limitações dos Solos do Brasil
• * Ervas daninhas

Solos!

flickr_Francesco Z

Atividade biológica do solo


A atividade biológica do solo é uma denominação genérica para a ação dos
organismos vivos do solo, tanto animais quanto vegetais.
Esses organismos têm forte influência na gênese e manutenção da organização dos
constituintes do solo, principalmente nos horizontes superficiais.

As raízes das plantas , por exemplo, alteram o pH do solo ao seu redor e, ao morrer e se
decompor, deixam canais.
Formigas, cupins e minhocas manipulam, ingerem e excretam material de solo
formando microagregados e construindo poros ).

Principais Limitações dos Solos do Brasil


O Brasil é um País com dimensões continentais, eminentemente tropical e que apresenta
grande variedade de solos, e portanto, com diferentes potenciais. Como o material
básico utilizado é generalizado, as informações aqui contidas apresentam apenas um
caráter ilustrativo.

Solos com Problemas de Acidez (84%)

Solos que possuem elevada concentração de alumínio e, em menor escala, ferro e


manganês.
Estes elementos prejudicam o crescimento radicular e diminuem a disponibilidade de
alguns nutrientes.
Esta limitação (acidez) pode ser corrigida com a aplicação de corretivos específicos .

Solos com Problemas de Salinidade (2%)

Solos que apresentam elevada concentração de sais, principalmente sódio.


Existe dificuldade para o crescimento radicular, absorção de água devido ao potencial
osmótico (seca fisiológica) e desbalanceamento geral entre os nutrientes.
A correção destas terras é viável com drenagem e a utilização de carreadores químicos
(gesso) e elevada quantidade de água para a retirada do sódio do sistema .

Solos Rasos (7%)

Solos que apresentam pequeno volume para o desenvolvimento radicular. Com isto, as
plantas absorvem poucos nutrientes, ficam sujeitas facilmente à deficiência hídrica e ao
tombamento.
Tipo de limitação onde não existe correção.
Solos com Ausência de Oxigênio em Alguma Época do Ano (16%)

Solos que apresentam variação significativa do lençol freático, atingindo a zona


radicular e, dependendo do solo, saturação (encharcamento) permanente ou por um
período do ano.
Esta limitação pode ser corrigida ou minorada através de práticas de engenharia
(drenagem) .

Solos sem Limitação para Uso Agrícola (9%)

Os solos que não apresentam limitações relevantes para a produção agrícola , e portanto
maximizam o retorno do capital investido, apresentam boa reserva de nutrientes, boa
drenagem, boas propriedades físicas (estrutura, textura, entre outras) e teor de água que
atenda o ciclo da planta.

Ervas daninhas indicam problema no solo

As Invasoras Indicam

pastos queimados com frequência, falta de fósforo,


- Barba-de-bode (Aristida pallens)
cálcio e umidade.

terra com nutrientes reduzidos em susbstâncias


- Capim-arroz (Echinochloa crusgallii)
tóxicas.

- Cabelo-de-porco (Carex spp) terra muito cansada.

terras muito compactas e secas, a água não penetra


- Capim-favorito (Rhynchelytrum roseum)
facilmente.

terra de lavoura depauperada e muito dura, pobre


- Capim-amoroso ou carrapicho (Cenchrus ciliatus)
em cálcio.

- Capim-marmelada ou capim-papuã (Brachiaria


terra de lavoura com laje superficial e falta de zinco.
plantaginea)

uma camada impermeável em 80 a 100 cm de


- Capim-rabo-de-burro (Andropogon bicornis)
profundidade, que represa água.
- Capim-seda (Cynodon dactylon) terra muito compactada e pisoteada.

- Carneirinho ou carrapicho-de-carneiro
falta de cálcio.
(Acanthospermum hispidum)

- Cravo-brabo (Tagetes minuta) terra infestada de nematóides.

- Fazendeiro ou picão-branco (Gaslinsoga terras cultivadas com excesso de nitrogênio e falta


parviflora) de cobre.

- Gramão ou batatais ou grama mato-grosso


terra cansada, com baixa fertilidade.
(Paspalum notatum)

- Guanxuma ou malva (Sida spp) terra muito compactada e dura.

- Lingua de boi (Rumex spp) excesso de nitrogênio.

camada compactada em 40 a 50 cm de
- Maria-mole ou berneira (Senecio brasiliensis)
profundidade, falta potássio.

- Mamona (Ricinus communis) solo arenoso com falta de potassio.

- Samambaia (Gleiquênia) solo ácido.

Fonte: cuidados com a terra - IDACO - 1994