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GUIA PARA A HISTÓRIA E INVESTIGAÇÃO

DAS ILHAS ATLANTICAS

ALBERTO VIEIRA
REGIÃO AUTONOMA DA MADEIRA

GUIA PARA A HISTÓRIA E INVESTIGAÇÃO DAS ILHAS ATLANTICAS


REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA

GUIA PARA A HISTÓRIA E INVESTIGAÇÃO DAS ILHAS ATLANTICAS

ALBERTO VIEIRA

Colaboração:Avelino de Freitas Menezes, Manuel Lobo Cabrera, Maria Manuel, Carlos


Agostinho das Neves

SECRETARIA REGIONAL DE TURISMO E CULTURA

CENTRO DE ESTUDOS DE HISTÓRIA DO ATLÂNTICO

1994
TITULO
Guia de investigação e história das ilhas atlânticas

1ª edição Setembro de 1995

Fora de colecção

EDIÇÃO

Centro de Estudos de História do Atlântico


Secretaria Regional de Turismo e Cultura

Rua dos Ferreiros, 165 - 9000 FUNCHAL

Telef. (091)229635
Fax.: (91)230341

TIRAGEM

2000 exemplares

CAPA

Composição e impressão

Depósito legal nº.

Isbn nº.972-648-082-5
INDICE

APRESENTAÇÃO

HISTORIOGRAFIA

Investigação e Divulgação do Conhecimento Histórico Insular

A historiografia açoriana- a problemática da identificação e a participação da Universidade.


Avelino de Freitas de Menezes

As ilhas de Cabo Verde- de um tema quase ignorado a um projecto pioneiro. Maria Manuel

Projecto: História de Cabo Verde.

La Historiografia Canaria. Manuel Lobo Cabrera.

Madeira

INSTITUIÇÕES

1. Casa de Colon
2. Centro de Estudos de história do Atlântico
3. Instituto de Estudios Canarios
4. Museo Canario
5. Instituto Histórico da Ilha Terceira
6. Instituto Açoriano de Cultura

ARQUIVOS

1. Archivo Historico Insular de Fuerteventura


2. Archivo Histórico Provincial Joaquin Blanco
3. Archivo Histórico Provincial de Santa Cruz de Tenerife
4. Archivo Histórico del Museo Canario
5. Arquivo Regional da Madeira
Outros arquivos madeirenses
6. Biblioteca Publica e Arquivo de Angra do Heroismo
7. Biblioteca Publica e Arquivo da Horta
8. Biblioteca Publica e Arquivo de Ponta Delgada
9. Serviços de Documentação da Universidade dos Açores
10. Arquivo de Cabo Verde
11. Arquivo de São Tomé
12. Arquivo Histórico Ultramarino

REVISTAS

1.CANÁRIAS

Anuario de Estudios Atlanticos


Revista de Historia Canaria
Revista El Museo Canario
Tebeto

2.AÇORES

Arquipélago
Boletim do Instituto Histórico da Ilha Terceira
Boletim do Nucleo Cultural da Horta
Insulana
Atlantida

3. MADEIRA

Arquivo Histórico da Madeira


Atlântico
Das Artes e Da História da Madeira
Girão
Revista Islenha
Xarabanda

COLÓQUIOS
1. CANÁRIAS

Coloquio de Historia Canario Americana


Jornadas de Historia de Lanzarote y Fuerteventura

2. MADEIRA

Colóquio Internacional de História da Madeira

3. AÇORES

Colóquio Internacional de História(Terceira)


Nos últimos anos as ilhas têm estado na ordem do dia. A política, a nova ordem mundial
parecem ditar para estes restritos espaços um novo protagonismo, comparável ao que sucedeu
nos primórdios de expansão europeia dos séculos XV e XVI.A História Insular ganhou um
estatuto próprio e conseguiu penetrar nos manuais escolares e interesse do comum dos
metropolitanos. A par disso o ilhéu interiorizou esta nova realidade e passou a ser o seu obreiro.
Os colóquios, as instituições culturais, as revistas, as inúmeras publicações são testemunho disso.
Neste final de século marcado pela euforia comemoracionista é bastante notório o
alheamento das ilhas e a ignorância, intencional ou não, do protagonismo insular. O ultrapassar
dessas barreiras só será possível com esta aposta firme na divulgação e promoção da História e
investigação insular e nunca no alimentar de polémicas estéreis.
Este volume pretende ser apenas uma forma de divulgação da História e Historiografia
Insular, disponibilizando a todos, insulares ou não, o vasto manancial informativo dos últimos
cinco séculos. A par disso, com a criação dos arquivos, tornou-se sistemática a busca da
documentação de que se oferece um guia preliminar de apoio.
Por fim as instituições culturais merecem a nossa atenção através da sua actividade de
promoção de História Insular, sendo de realçar o papel das publicações periódicas, algumas de
vida efémera. Muitos destes trabalhos perdem-se do acesso aos investigadores pela dispersão
desta forma de publicação. Aqui procurou-se reunir tudo o que é considerado fundamental,
tornando-se numa economia para as nossas morosas buscas. Não foi nossa intenção esgotar o
tema, mas apenas fornecer ao erudito e investigador algumas pistas e apoio à sua investigação.
Se tudo remar a favor, num futuro próximo, este modesto guia poderá transformar-se num
CD-ROM sobre as Ilhas Atlânticas, onde quem quer que seja, poderá, ter acesso a um maior
volume de informação. Ainda, esta ideia está subjacente ao projecto Nesus, uma base de dados
insulares, que se pretende levar por diante nos próximos anos.
Por tudo isto podemos afirmar que esta guia deve ser entendida como um ponto de
partida para uma maior divulgação e afirmação da História e Historiografia Insulares, o único
objecto que nos prende ao périplo insular ao correr da pena, em imaginárias e reais
deambulações. Partilhar a alegria e satisfação desta descoberta é o único objectivo que nos
demoveu a expôr e disponibilizar aos outros, os rascembos e ficheiros resultantes da nossa
errante deambulação pelas Ilhas Atlânticas.

Finalmente resta agradecer a todos aqueles que acederam ao nosso convite para participar
nesta tarefa de divulgação da História Insular, fornecendo os dados que se seguem, pois sem eles
ser-nos-ia extremamente difícil levar por diante tão ambiciosa tarefa. Ainda, a todos aqueles, que
de forma directa e indirecta deram o seu contributo, o nosso reconhecido agradecimento.
HISTORIOGRAFIA
"(...)a história é uma interrogação sempre em mudança sobre
o passado, porquanto tem de se adaptar às necessidades do
presente. A história oferece-se como um meio de
conhecimento do homem e não como um fim em si."

F. Braudel, La Mediterranée et le monde Méditerranien à


l'epoque de Philippe II, Paris, 1949

"Produire le discours historique c'est, j'en suis persuadé


dévellopper un savoir utile. Consommer le discours
historique, je le vois comme une exercice, un exercise
d'entraînement, aidant à se colleter avec le présent dans
une meilleure posture."

George Duby e Guy Carduau, Dialogue, Paris, 1980


A
INVESTIGAÇÃO E DIVULGAÇÃO

DO CONHECIMENTO HISTÓRICO INSULAR

A História das ilhas atlânticas tem merecido, na presente centúria, um tratamento preferencial
no âmbito da História do Atlântico. Primeiro foram os investigadores europeus como F. Braudel
(1949), Pierre Chaunu (1955-1960), Frédéric Mauro (1960) e Charles Verlinden (1960) a
destacar a importância do espaço insular no contexto da expansão europeia. E só depois surgiu a
historiografia nacional a corroborar a ideia e a equacioná-la nas dinâmicas da expansão insular.
Neste caso são pioneiros os trabalhos de Francisco Morales Padron (1955) e Vitorino de
Magalhães Godinho (1963).
Tal ambiência condicionou os rumos da historiografia insular nas últimas décadas e contribuíu
para a necessária abertura às novas teorias e orientações do conhecimento histórico. Neste
contexto as décadas de setenta e oitenta demarcam-se como momentos importantes no progresso
da investigação e saber históricos, contribuindo para tal a definição de estruturas institucionais e
de iniciativas afins. Por isso neste final do século importa fazer o ponto de situações da realidade
historiográfica insular no sentido de equacionar o progresso futuro e a sua adequação às novas
realidades e desejos do findar deste século.
Aqui apresentamos o nosso parco contributo, rastreando esta realidade através da
Historiografia, arquivos, revistas e colóquios da especialidade. Também este crescente interesse
pela História Insular levou-nos a compilar um conjunto de informações indispensáveis para todos
os que se dedicam ao seu estudo ou pretendem tomar conhecimento do que tem sido feito.

HISTORIOGRAFIA. A produção historiográfica insular é desigual, dependendo o seu número da


existência de literatos e de instituições capazes de incentivarem a elaboração e divulgação de
estudos nos diversos domínios. A similitude do processo vivencial aliada à sua permeabilidade às
prespectivas históricas peninsulares definiram uma certa unidade na forma e conteúdo da
historiografia insulana. Gaspar Frutuoso, em finais do século XVI, com as Saudades da Terra,
define e sintetiza essa unidade insular, aproximando os arquipélagos da Madeira, Açores e
Canárias. Esta ímpar situação na historiografia, só será retomada na década de quarenta do nosso
século pela historigrafia europeia e no presente pela nova geração de historiadores insulares.
Essa consciência histórica da unidade desta múltipla realidade arquipelágica será definida de
modo preciso na expressão braudeliana de Mediterrâneo Atlântico1.
A historiografia insulana permeável às suas origens europeias surge na alvorada da revolução
do conhecimento cosmológico como a expressão pioneira desta novidade e, ao mesmo tempo,
como uma necessidade institucional de justificação da intervenção e soberania peninsular. Deste
modo o período que medeia os séculos XV e XVI é marcado por uma produção historiográfica

1. Foi esse o objectivo dos nossos estudos: Comércio inter-insular nos séculos XV e
XVI. Madeira, Açores e Canárias, Funchal, 1987; Portugal y las islas del Atlántico, Madrid,
1992.
mais europeia que local, próxima da crónica e da literatura de viagens, onde esses ideais se
expraiam. Os factos históricos e as impressões das viagens atlânticas, perpetuados nas crónicas e
relatos de diversa índole terão uma utilização posterior de acordo com as exigências da época. A
prosa histórica é impregnada do ideal romântico servindo-se de perspectivas e formas positivistas
de justificação e fundamentação de certos meteoritos políticos que a sociedade insular
contemporânea é portadora.
No culminar deste processo as exigências académicas, com a expansão do saber universitário,
as solicitações do novo conhecimento histórico condicionaram tal avanço qualitativo da
historiografia, a partir da década de quarenta. Assim, nas Canárias a tradição e vivência
universitária propiciaram o forte arranque, enquanto nos Açores o academismo cultural e, depois,
a universidade lançaram este arquipélago para uma posição similar. A Madeira, prenhe em
documentos manteve-se numa posição secundária, mercê da falta de suporte institucional e
académico. Todavia, as condições emanentes da dinâmica autonómica com o aparecimento de
suportes institucionais definiram um futuro promissor.
A Historiografia insulana desenvolve-se por três épocas distintas, marcadas por um modo
diferente de equacionar e relatar o facto histórico: nos séculos XV e XVIII, em que o discurso se
formaliza na crónica; o século XIX e primeiras décadas do seguinte, marcado pela vaga
romântica; por fim, o defrontar de uma nova era, a partir da década de quarenta do nosso século,
que condicionou a política arquivística e a investigação universitária.
O primeiro momento é definido por uma situação ímpar no equacionar da realidade histórica
insular, pela primeira vez alguém ousou encarar estas ilhas do Atlântico Oriental (Madeira,
Açores, Canárias, Cabo Verde) como uma unidade indelével e afim, marcada por momentos de
grande importância para o devir histórico do Atlântico nos séculos XV e XVI. Note-se que, só a
partir de meados do nosso século, a Historigrafia europeia se deu conta dessa realidade,
merecendo assim o trabalho de Gaspar Frutuoso - Saudades da Terra - uma posição de relevo
no panorama historiográfico insular. A este texto juntam-se outros de carácter restrito em que o
seu autor relata de uma forma cronista os acontecimentos que presenciou ou que teve
conhecimento por intermédio de outros testemunhos. Tais testemunhos não são mais do que uma
visão impressionista das primeiras abordagens ou de deslumbramento em face das novas
realidades que emergem neste espaço. No primeiro caso, na Madeira, Francisco Alcoforado
(1427?), Jerónimo Dias Leite (1574), para os Açores, Frei Diogo Chagas, Frei Agostinho de
Montalverne e o Padre Manuel Maldonado, enquanto nas Canárias surgem Le Canarien, Frei
Alonso de Espinosa e Frei Juan de Abreu y Galindo, ao segundo podemos apontar os textos de
Cadamosto, Giulio Landi (1530), T. Nichols (1552-1561), Pompeo Arditi (1567), L. Torriani
(1580).
De um modo geral, esta produção historiográfica está marcada pela forte presença do clero
regular e secular, pois estes eram os homens das letras da época. Com o segundo momento é
marcante a laicização do saber histórico com o aparecimento de destacadas figuras empenhadas
no conhecimento e divulgação do saber histórico, muitas vezes, com objectivos pragmáticos.
Estamos perante a afirmação do positivismo histórico que condicionou esse desmesurado apelo
ao documento. Aqui são de particular importância as iniciativas de Álvaro Rodrigues de
Azevedo, na Madeira, de Ernesto do Canto nos Açores e de A. Millares Torres e Gregorio Chil y
Naranjo nas Canárias. Este último foi o principal impulsionador da Sociedade El Museo
Canario (1879), fundamental na recolha e valorização da documentação histórica de Canárias.
Com o mesmo intuito trabalhou Ernesto do Canto ao lançar em 1878 em Ponta Delgada (S.
Miguel) uma publicação periódica, o Arquivo dos Açores, onde se reunia e divulgava as
principais peças documentais.
O presente século é sem dúvida o momento de afirmação da Historiografia insulana. Um
conjunto variado de realizações públicas, o lançamento de publicações da especialidade e a
criação dos arquivos distritais ou provinciais alicerçaram a nova realidade. Na Madeira(1919-
1921) e nos Açores(1932) as comemorações da respectiva descoberta associadas às efemérides
nacionais de 1940 e 1960 contribuiram de modo decisivo para a afirmação e divulgação da
História. Para as Canárias essa animação ficou a dever-se ao impulso dado por Elias Serra Ráfols,
a partir dos anos quarenta, na Universidade de La Laguna. Esta instituição conseguiu motivar um
numeroso grupo de entusiastas pela história do arquipélago, encaminhando-os para a carreira
científica e para a valorização dos vestígios documentais levado a cabo com a criação dos
arquivos provinciais.
As três últimas décadas foram decisivas para este salto qualitativo da Historiografia insulana,
demarcando em todos os arquipélagos uma ambiência favorável à sua afirmação. Aqui, assumem
particular importância as instituições culturais, as publicações periódicas e, a inovação desta
época, os colóquios de História.
A História e a Geografia ensinam-nos que o Homem ao longo do multissecular processo
histórico, quebrou as barreiras desse isolamento. A ilha deu-se a descobrir e descobriu o seu
envolvimento insular e atlântica. Esta inequívoca realidade conduz a que a ilha, quando
escalpelizada nos diversos aspectos do devir histórico deve sê-lo de acordo com esta ambiência.
Assim o entendeu Gaspar Frutuoso em finais do século XVI com as célebres Saudades da Terra.
Algumas das grandes questões, com grande actualidade, definem este novo e real rumo
que é a investigação insular. Em primeiro lugar podemos referir o enquadramento da Madeira, no
contexto dos descobrimentos europeus, donde ressalta, para além do protagonismo sócio-
económico, a posição charneira nos rumos da política expansionista. As funções de escala, e
modelo projectam-na nessa realidade e conduzem a que seja parte disso e não um mundo à parte.
Por outro lado, a expansão europeia foi propícia a definição das teias de subordinação e
complementaridade que levaram à modelação de um mercado insular aberto e vinculado, de
acordo com uma lógica de complementaridade. É isso, em certa medida, o que define o
Mediterrâneo Atlântico nos séculos XV a XVII.
A favor de tudo isto temos uma tese que vingou no seio da Historiografia americana que
define o Atlântico como uma unidade de análise. Deste modo o período que decorre entre os
inícios de expansão europeia, a partir do século XV, e a plena abolição da escravatura, em 1888,
delimitam cronologicamente esta realidade, tal como expressa a actual historiografia norte-
americana.
A dimensão assumida pela Madeira no contexto da expansão quatrocentista, quer como
terra de navegadores, quer como principal centro que modelou a realidade sócio-económico deste
novo espaço atlântico, é a evidência desta imprescindível dimensão atlântica da ilha.
Por tudo isto é forçoso afirmar que a ilha não se reduz à sua dimensão geográfica. À sua
volta palpita um mundo que gera multiplas conexões e que não pode ser descurado sob pena de
estarmos a atraiçoar o próprio devir histórico. Há que rasgar o casulo da ilha e postar-se nas torres
avista-navios e vislumbrar o imenso firmamento que nos conduz a ilhas e continentes.
Os rumos definidos pela historiografia nos últimos anos pautam-se por uma grande
abertura temática e de envolvimento do espaço circunvizinho, isto é, as ilhas e os continentes que
marcaram o devir histórico nos últimos cinco séculos. Deste modo poder-se-á afirmar que a
historiografia insular nas últimas décadas intentou sair do casulo que a envolvia, ganhando na
dimensão insular e atlântica.
É chegado o momento de repensar a forma como se faz História entre nós e de repensar os
últimos vinte anos de actividade para que seja possível a definição de novos rumos adequados ao
protagonismo e posicionamento que assumimos na História.
Na actualidade depara-se perante nós um momento de grande valorização da História no
nosso quotidiano. Dispomos de tudo o necessário para isso: publicações periódicas, colóquios e
conferências e um desusado interesse do publico em geral pela temática. Falta, todavia, um
adequado ajustamento arquivístico a esta nova realidade. Mas será que isso tem favorecido, em
simultâneo, a afirmação da investigação e consequente avanço do conhecimento do nosso
passado histórico ?
Por tudo isto há que repensar a actualidade. As perspectivas globalizantes não se
compadecem com a dimensão do nosso umbigo e as limitações que a nossa condição de ilhéus
por vezes nos impõe. Devemos criar mecanismos e disponibilidade para que em qualquer
trabalho que seja, tomemos conhecimentos de tudo o que existe em termos bibliográficos e
documentais.
A História insular carece de uma revolução temática, o chamado "território do
historiador" precisa de ser alargado além dos "solos" ricos e tradicionais. A par disso, o ofício
precisa de ser dignificado através da perícia no manejo dos seus instrumentos de trabalho. Tudo
isto só será possível se houver disponibilidades dos diversos agentes para aceitarem e actuarem
em favor desta mudança.
O futuro da historiografia insular esta no desfazer desta auréola de egocentrismo e
insularização que deverão dar lugar à dimensão arquipelágica no contexto do mundo atlântico.
A HISTORIOGRAFIA AÇORIANA:

a problemática da identificação e a participação da Universidade

Avelino de Freitas de Meneses

1. A questão do conceito

A conexão dos factos do passado impede a individualização de


historiografias totalmente independentes. Do mesmo modo, a
influência de distintas metodologias e a identificação de
divergentes propostas de reflexão dificultam a emergência de
modelos historiográficos absolutos. Nestas circunstâncias, avulta
até a dificuldade de estrita definição de uma historiografia
portuguesa, por via da ínsita correlação com o estrangeiro e das
discrepantes opções dos nossos historiadores.
Nos Açores, a vivência de cinco séculos num meio geográfico
muito diferente do continental gera naturalmente perceptível
individualidade. Com efeito, Vitorino Nemésio, eminente pensador
das ilhas, de Portugal e do Mundo, sustenta que para os açorianos
a geografia vale tanto como a história. Esta constatação
constitui, porventura, o melhor contributo para a definição do
indeterminado conceito de açorianidade, por vezes gerador de
polémicas vãs.
A força da geografia condiciona, por conseguinte, o semblante
histórico do arquipélago, que ainda assume expressões
particularmente distintas. De facto, o privilegiado
posicionamento geográfico no Atlântico, definido pelo
determinismo de diversos agentes físicos e pelas condições
técnicas da navegação, e os surtos da economia euro-ultramarina
relevam a insubstituível participação dos Açores na interacção
das civilizações. Por outro lado, o afastamento e a
descontinuidade geográficas também motivam insuperável
isolamento, que ampara a cristalização de muitas práticas e
representações. Estas particularidades definem naturalmente os
principais propósitos dos planos de pesquisa histórica, que
relevam a contribuição insular para a construção do universo
atlântico e promovem a realização de minuciosos estudos de
incidência local, cuja necessidade deriva da divisão do
arquipélago em nove parcelas muito desiguais. No termo do
longuínquo século XVI, as Saudades da Terra do Doutor Gaspar
Frutuoso cumprem já estes desígnios. Na verdade, o clérigo
micaelense destaca ao mesmo tempo a especificidade açoriana, a
correlação com os demais arquipélagos da Macarronésia e o
envolvimento nas dinâmicas do Atlântico.
A circunspecta individualidade insular e a reconhecida
tradição de pesquisa histórica justificam, no nosso entendimento,
a prudente utilização da expressão historiografia açoriana.
Contudo, a principal característica da nossa historiografia
reside decerto na estreita correlação com as historiografias
portuguesa e do circundante universo atlântico. Com efeito, os
estudos de história dos Açores implicam um esforço de
investigação muito plural, que obriga à consulta de relevantes
núcleos documentais depositados em arquivos muito diversos. Na
verdade, ao historiador dos Açores impõe-se a averiguação das
fontes recolhidas na Região, no Continente e no Estrangeiro,
nomeadamente na Europa e no Novo Mundo. Esta realidade contraria
efectivamente a identificação de uma historiografia insular
alheia às problemáticas dos universos envolventes.

2. A tradição historiográfica e o papel da Universidade

Nos Açores, individualizamos o solícito cultivo dos estudos


de história desde a longuínqua era de quinhentos, que corresponde
ao termo do povoamento e à concomitante organização da nova
sociedade insular. Até ao século XVIII, destacamos as obras de
cinco eminentes cronistas: Gaspar Frutuoso, Diogo das Chagas,
Manuel Luís Maldonado, Agostinho de Montalverne e António
Cordeiro. Deste conjunto, ressalta a obra frutuosiana, organizada
em seis livros, sob a designação de Saudades da Terra. Esta
colecção corresponde, porventura, à principal realização
historiográfica dos Açores, apesar da natural averiguação de
incorrecções e desajustamentos, resultantes dos consideráveis
progressos da ciência histórica.
O Doutor Gaspar Frutuoso frequenta, em meados do século
XVI, a célebre universidade espanhola de Salamanca, que então
simboliza a nóvel cultura da Renascença, firmada na imitação
dos clássicos, na revalorização do Homem e no desenvolvimento
científico. Assim, o autor das Saudades da Terra manifesta o
cunho enciclopédico, que caracteriza muitos vultos culturais
do século XVI, e demonstra, no domínio específico da
construção histórica, uma invulgar actualização temática e
metodológica. Na verdade, Gaspar Frutuoso, quiçá pela
primeira vez, destaca a especificidade dos arquipélagos do
Atlântico oriental, reservando-lhes importante estudo, que
compreensivelmente privilegia a história dos Açores. Ademais,
o cronista insular utiliza uma metodologia de rigorosos
contornos científicos, que se estriba na permanente busca da
verdade. Assim, recorre continuamente a técnicas de pesquisa,
cuja oportunidade ainda hoje reconhecemos. A comprová-lo,
refira-se, por exemplo, a observação directa minuciosa, o
gosto pelo documento, a selecção de fontes e testemunhas
credíveis, a rudimentar experimentação e a prudência de
interpretação. Desta forma, as Saudades da Terra superam a
qualidade das crónicas posteriores, pois primam por maior
exactidão e menor recurso às explicações miraculosas.
No século XIX, o reconhecido incremento dos estudos
históricos repercute-se também nas ilhas, avultando os
naturais ecos das preocupações dos liberais e do rigor
positivista. Aliás, no último quartel de oitocentos, a
publicação do Arquivo dos Açores, da iniciativa de Ernesto do
Canto, que logra insuficiente continuidade nos alvores de
novecentos, por obra de Francisco Afonso Chaves e Manuel
Monteiro Velho Arruda, constitui de novo um relevante marco
da produção historiográfica açoriana. Nesta miscelânea,
editada em 15 volumes, os inconvenientes da perceptível
desorganização não ofuscam a suprema utilidade, que decorre
da fecunda recolha documental e do tratamento de específicas
temáticas. Por isso, o actual Departamento de História,
Filosofia e Ciências Sociais da Universidade dos Açores
prepara a publicação de uma 2ª série do Arquivo dos Açores,
firmada no prosseguimento e na modernização do plano
oitocentista de Ernesto do Canto. Neste particular, prevalece
o intento de organização de uma colectânea documental
ininterrupta e homogénea, para alicerçar a construção
histórica insular.
Na presente centúria, divisamos igualmente o surgimento
no arquipélago das correntes historiográficas predominantes,
cuja introdução se opera sempre por via portuguesa. Assim,
distinguimos a influência do nacionalismo, que nas ilhas
adquire um cunho assaz peculiar, e das tendências
economicistas, que emergem na dobragem da 1ª metade do
século.
O tradicional empenho dos açorianos pelo conhecimento do
passado ainda não garante, entretanto, uma produção
historiográfica sempre consistente e actualizada. De facto,
persistem relevantes carências, que reclamam uma ponderação
colectiva, porque o desenvolvimento da historiografia
hodierna não decorre do mero somatório de descoordenadas
iniciativas individuais. Em primeiro lugar, realçamos a
necessidade de programar a redacção de uma história dos Açores,
firmada em rigorosos critérios metodológicos e temáticos, mas
podemos até relevar a tardia publicação das principais crónicas,
que por vezes exigem meticulosas edições críticas. Com efeito, no
presente, assumimos curiosamente uma posição muito similar à de
diversos estudiosos açorianos do século passado, que perante as
acrescidas exigências da investigação declaram com amargura a
incapacidade de redigir a almejada história das ilhas.
A inventariação dos principais desafios da historiografia
açoriana de hoje não invalida a obra das precedentes gerações, de
notável significado no panorama dos estudos históricos
portugueses. Contudo, em vez de pretexto de acomodação, a
tradição historiográfica constitui obrigatoriamente estímulo de
pesquisa, em obediência aos propósitos científicos de maior
actualidade. Aliás, nos últimos anos, assinalamos um óbvio
fomento dos estudos históricos insulares. Na génese de semelhante
ensejo de avigoramento e de renovação, avulta sobretudo a criação
e a actividade da Universidade dos Açores, que sustenta a
indispensável formação de quadros e o acréscimo dos projectos e
consequentemente das publicações. Além disso, a dinâmica
universitária gera de ordinário a dinamização cultural,
especialmente patente na revivescência dos institutos culturais e
no empenho dos serviços regionais de cultura2.
A efervescência cultural dos últimos anos gera também alguma
inquietude. No campo das publicações, por exemplo, a azáfama
editorial significa ocasionalmente menor qualidade. No específico
âmbito da historiografia, perdura por vezes o tradicional
propósito de utilização política, embora movido por legítimas
paixões, que buscam consistente justificação. Nestas
circunstâncias, o imperativo da credibilidade recomenda maior
rigor no planeamento das edições. Do mesmo modo, a permanente
busca da verdade constitui metodologia exclusiva e suficiente
para a compreensão do secular labor dos açorianos, de
inquestionável utilidade para a construção do futuro.
Na actualidade, o desenvolvimento da historiografia nos
Açores implica a diligente participação da Universidade, cujo
projecto difere necessariamente dos antigos modelos omniscientes.

2 Para a conveniente análise da produção historiográfica açoriana nas últimas


décadas, consulte-se: José Guilherme Reis Leite, “Açores”, in Vinte Anos de Historiografia
Ultramarina Portuguesa : 1972-1992 (dir. Artur Teodoro de Matos e Luís Filipe Thomaz), Lisboa,
Comissão Nacional para as Comemorações dos Descobrimentos Portugueses, 1993,
pp. 27-47.
De facto, os determinismos físico e demográfico motivam a eleição
de áreas temáticas muito precisas. Neste capítulo, no passado, a
relevância económica e principalmente a utilidade estratégica
conferem às ilhas preponderante individualismo e justificam, por
conseguinte, o desenvolvimento de estudos superiores de História,
nas indissociáveis vertentes do ensino e da investigação. Assim,
no declinar dos anos setenta, Artur Teodoro de Matos, então
director do Departamento de História, define um meticuloso plano
de acção, que gera estimulantes resultados, apesar de sugerir
persistente continuidade. Deste programa, destacamos o roteiro e
a publicação de fontes, o tratamento monográfico das diferentes
ilhas e de alguns concelhos de maior relevância e ainda os
estudos de especialidade sobre matérias e épocas mais singulares.
Na Universidade de hoje, após a intensiva e necessária
formação de quadros, cumpre o incremento dos estudos históricos,
sempre firmados nas inseparáveis tarefas de docência e
principalmente de pesquisa. Deste modo, releva a manutenção de
uma licenciatura, naturalmente adaptada aos novos requisitos
científicos e desperta para indispensáveis soluções
profissionalizantes. Nas ilhas, o plano curricular de um curso de
história repousa obrigatoriamente na salvaguarda da
universalidade e do equilíbrio da formação universitária, mas
reclama também o prudente e eventual patrocínio das áreas
disciplinares mais correlacionadas com o passado do arquipélago e
do Atlântico. A responsabilidade da Universidade dos Açores no
domínio da investigação determina ainda o reforço da componente
metodológica, para munir os recém-licenciados da adequada
formação técnica. Ademais, estes propósitos justificam a criação,
recentemente aprovada, do mestrado em História Insular e
Atlântica (séculos: XV-XX), que propõe a investigação das
implicações do relevante papel dos Açores e das demais ilhas do
Atlântico Oriental na expansão marítima de Portugal e da Europa
para Ocidente. O previsível ritmo de formação de quadros e a
conveniência da Universidade criar um vasto corpo de docentes e
investigadores, imprescindível ao incremento da moderna
historiografia, recomendam o conveniente amparo deste projecto.
Por último, o inevitável comprometimento da Universidade no
progresso da historiografia decorre também da óbvia conexão com
as demais ciências sociais e humanas, que naturalmente se
cultivam no sobrante contexto universitário.
O desenvolvimento da historiografia açoriana reclama, em
primeiro lugar, a sistemática exploração dos acervos documentais
de referência insular, depositados nos arquivos açorianos,
portugueses e internacionais. Esta estratégia corresponde à
perseverante busca da originalidade e promove o conveniente
acréscimo do conhecimento histórico, que demanda prudente
ponderação à luz das hodiernas metodologias e interpretações.
No arquipélago, o progresso historiográfico exige, portanto,
o cumprimento de uma adequada política de arquivos. Com efeito, a
irrecuperável perda de significantes núcleos documentais, por
simples deterioração, pura insensibilidade e reprovável desleixo,
aconselha a desvelada guarida de todos os acervos,
afortunadamente ricos e abundantes. No entanto, a insuficiência
das instalações, a diversidade geográfica e as divergências
administrativas protelam diversas soluções. Porém, a inquietante
conservação de numerosos núcleos documentais concelhios,
eclesiásticos e até particulares impõe a adopção de uma política
de permanente diálogo e previdência, de suprema utilidade
pública.
Nos arquivos, ambicionamos sempre a inteira observância dos
relevantes propósitos de defesa da documentação e facilidade de
consulta. De facto, só a associação destas tarefas garante a
guarda e a utilização das fontes documentais, que transportam a
individualidade do passado. Contudo, apesar da individualização
de comedido progresso, a incompleta inventariação complica a
pesquisa e dificulta o aproveitamento de todas as possibilidades
de trabalho dos ricos fundos dos arquivos açorianos. Neste
capítulo, o empenho da Universidade na competente formação de
técnicos constitui compreensível prioridade, que demanda a
correspondente resposta das instituições, através da contratação
dos quadros tidos por indispensáveis. Ademais, o desenvolvimento
tecnológico fomenta a livre e incontestável circulação da
cultura, que relembra o domínio público da documentação
histórica, por vezes quebrado, sobretudo no passado, por
perspectivas de gestão muito particulares e consequentemente
perniciosas.
No arquipélago, o desenvolvimento da historiografia não
constitui, entretanto, monopólio da Universidade. Aliás,
curiosamente em Portugal, a materialização dos principais
projectos historiográficos processsa-se à margem das
Universidades até uma época muito recente. Deste modo,
ambicionamos o reforço do tradicional contributo dos Institutos
Culturais, que concretizam relevantes programas de publicações e
reuniões científicas. De igual forma, aguardamos o contínuo
empenhamento dos poderes políticos na melhoria das condições de
pesquisa, necessariamente desprovido de impulsos tutelares.
A individualidade do passado insular integra os Açores nas
histórias de Portugal e das conexões euro-ultramarinas. Por isso,
a historiografia açoriana beneficia também de progressos
externos, que relevam o papel do arquipélago nas dinâmicas
políticas e geoeconómicas da expansão atlântica. Ademais, alguns
historiadores de proveniência açoriana favorecem também o
conhecimento do mundo exterior, ressaltando a marcante
universalidade do saber.
3. Algumas sugestões bibliográficas

A elaboração de uma bibliografia muito sumária sobre


história dos Açores __ determinada por inexoráveis imperativos
editoriais e pela necessidade de iniciação dos estudiosos de
distintas áreas, temáticas e cronologias __ impõe uma
considerável diligência de selecção, que defronta a busca sempre
precária de critérios de rigor. Nestas circunstâncias, ressalta o
risco da inevitável omissão de muitas e até de relevantes
investigações, que origina compreensível injustiça e
inclusivamente a natural repulsa dos preteridos. Deste modo, a
difícil composição de uma racional lista bibliográfica com
condicionantes tão imperiosas determina a definição de normas de
prudente restrição. Assim, optamos pela conformidade dos
clássicos com as novidades, relevando sempre os estudos de maior
abrangência temática e cronológica. Ademais, elegemos o demarcado
domínio da história, quase excluindo os úteis contributos de
distintos ramos do saber, que também se enquadram no vasto campo
das ciências sociais e humanas.
Esta sugestão bibliográfica implica a consequente pesquisa,
para corresponder aos naturais propósitos de aprofundamento das
matérias. Neste particular, ainda propomos a consulta da
Biblioteca Açoriana, importante repositório de referências
insulares, organizado no termo do século XIX por Ernesto do
Canto. Em relação à presente centúria, demanda especial
ponderação a actividade editorial dos diversos Institutos
Culturais e sobretudo, no tempo mais recente, a produção
historiográfica do Departamento de História, Filosofia e Ciências
Sociais da Universidade dos Açores, normalmente resultante da
prestação de provas académicas.
- AMORIM, Maria Norberta, Evolução demográfica de três paróquias do
sul do Pico (1680-1980), Braga, 1992.

- ANDRADE, Luís, Os Açores, a Segunda Guerra Mundial e a NATO, Ponta


Delgada, Impraçor, 1992.

- Arquipélago: Série Ciências Humanas (6 vols), 1980-84; Série


História e Filosofia, (1 vol.- nos 1 e 2), 1985; Série História (3
vols.), 1986-95, Ponta Delgada, Universidade dos Açores, 1980-95.

- Arquivo dos Açores, 2ª ed., 15 vols., Ponta Delgada, Universidade dos


Açores, 1980-84.

- ARRUDA, Manuel Monteiro Velho, Colecção de documentos relativos ao


descobrimento e povoamento dos Açores 2ª ed., Ponta Delgada, Instituto
Cultural, 1977.

- Atlântida, 37 vols., Angra do Heroísmo, Instituto Açoriano de Cultura,


1956-92.

- AZEVEDO, Julião Soares de, “Os Açores e o Comércio do Norte no final do


século XVII”, in Boletim do Arquivo Distrital de Angra do Heroísmo, II, nos
4-5, Angra do Heroísmo, 1952-53.

- Boletim da Comissão Reguladora dos Cereais do Arquipélago os Açores, nos


1-36, Ponta Delgada, 1945-62.

- Boletim do Instituto Histórico da Ilha Terceira, vols. I-XLVIII, Angra do


Heroísmo, 1943-90.(veja-se sumário dos trabalhos em Revistas)

- Boletim do Núcleo Cultural da Horta, 10 vols, Horta, 1958-92(Veja-se


sumário dos trabalhos em Revistas")

- CHAGAS, Frei Diogo das, Espelho Cristalino em Jardim de Várias Flores,


direcção e prefácio de Artur Teodoro de Matos, s/l, Colecção de Fontes para
a História dos Açores, 1989.

- Códice 529 (O) - Açores do Arquivo Histórico Ultramarino: A Capitania


Geral dos Açores durante o Consulado Pombalino, introdução e fixação do
texto de José Guilherme Reis Leite, s/l, Colecção de Fontes para a História
dos Açores, 1988.

- CORDEIRO, António, História Insulana das Ilhas a Portugal Sugeytas no


Oceano Occidental, reimpressão da edição princeps de 1717, Secretaria
Regional da Educação e Cultura, 1981.

- CORDEIRO, Carlos, Insularidade e Continentalidade. Os Açores e as


contradições da Regeneração (1851-70), Coimbra, Almedina, 1992.

- CUNHA, Manuel de Azevedo da, Notas Históricas, recolha, introdução e


notas de Artur Teodoro de Matos, 2 vols., Ponta Delgada, Universidade dos
Açores, 1981.

- DIAS, Maria de Fátima Silva Sequeira, Uma Estratégia de Sucesso numa


Economia Periférica: a Casa Bensaúde e os Açores (1800-1870), 2 vols, Ponta
Delgada, Universidade dos Açores, 1993 (policop.).

- DIAS, Urbano Mendonça, A Vida de Nossos Avós, 9 vols., Vila Franca do


Campo, 1944-48.

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da edição de 1850, Secretaria Regional da Educação e Cultura, 1981.

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Verdes in seventheenth century: Commerce and Navigation, Chicago, The
University Chicago Press, 1972.
- ENES, Carlos, A Economia Açoriana entre as Duas Guerras Mundiais, Lisboa,
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Cultural, 1977-87.

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aspectos sócio-económicos (1575-1675), Castelo Branco, 1979.

- Indice das Variedades Açorianas coligidas por José de Torres (Série


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Amaral e Maria Antónia P. Coelho de Freitas, s/l, Colecção de Fontes para a
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1910. O 1º Movimento Autonomista, Ponta Delgada, Jornal de Cultura, 1995.

- LIMA, Helder Fernando Parreira de Sousa, “Os Açores na economia


atlântica: contribuição para o seu estudo nos séculos XV, XVI e XVII”, in
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1871, Secretaria Regional da Educação e Cultura, 1981.

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- MAIA, Francisco d’ Athaide de Machado Faria e, Capitães-Generais (1766-


1831), 2ª ed., Ponta Delgada, Instituto Cultural, 1988.

- MAIA, Francisco d’ Athaide de Machado Faria e, Novas Páginas da História


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documentos da nau S. Pautalião: 1592”, in Boletim do Arquivo Histórico
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- MATOS, Artur Teodoro de, “Os Açores e a Carreira das Índias no séc. XVI”,
in Estudos de História de Portugal, II, Lisboa, 1983.

- MATOS, Artur Teodoro de, “A provedoria das Armadas da Ilha Terceira e a


Carreira da Índia no Século XVI”, in Actas do II Seminário Internacional
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1590), 2 vols., Angra do Heroísmo, Instituto Histórico da Ilha Terceira,
1987.

- MENESES, Avelino de Freitas de, Os Açores nas encruzilhadas de Setecentos


(1740-70), 2 vols., Ponta Delgada, Universidade dos Açores, 1993-95.

- MENESES, Avelino de Freitas de, Estudos de História dos Açores, 2 vols.


Ponta Delgada, Jornal de Cultura, 1994-95.

- MENEZES, Luís, As Eleições Legislativas de 1921 a 1925 no Arquipélago dos


Açores, s/l, Secretaria Regional de Educação e Cultura, 1993.

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Ilha de S. Miguel (1780-1880), Ponta Delgada, Instituto Cultural, 1989.

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Contribuição para o seu estudo, s/l, Universidade dos Açores, 1987.

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XX. Unidade. Permanência. Diversidade, Ponta Delgada, Universidade dos
Açores, 1991.

- RODRIGUES, José Damião, Poder Municipal e Oligarquias Urbanas. Ponta


Delgada no Século XVII, Ponta Delgada, Instituto Cultural, 1994.

- RODRIGUES, Vitor Luís Gaspar, A Geografia Eleitoral dos Açores de 1852 a


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- TELO, António José, Os Açores e o controlo do Atlântico (1898-1949),


Lisboa, ASA, 1993.

- Vereações de Velas (S. Jorge): 1559-1570-1571, introdução, transcrição e


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História dos Açores, 1984.

- VIEIRA, Alberto, O Comércio Inter-Insular nos séculos XV e XVI. Madeira,


Açores e Canárias, [Funchal], Centro de Estudos de História do Atlântico,
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- Visitas (As) Pastorais da Matriz de São Sebastião de Ponta Delgada (1674-


1739), transcrição e notas de Maria Fernanda Dinis Teixeira Enes, s/l,
Colecção de Fontes para a História dos Açores, 1986.
AS ILHAS DE CABO VERDE

DE UM TEMA QUASE IGNORADO A UM PROJECTO PIONEIRO

MARIA MANUEL

A história de arquipélago de Cabo Verde tem sido um terreno marginal nos


estudos e atenções da historiografia ultramarina portuguesa. O prestígio de
áreas geográficas do império português, como a Índia, o Brasil ou mesmo o
Japão ofuscou outras regiões cuja evolução foi mais discreta ainda que de
igual importância para a História geral da expansão lusa. Esta realidade
historiográfica reflete, na nossa opinião, a própria atitude das
autoridades da metrópole relativamente às ilhas de Cabo Verde:uma região
estratégica que embora não estivesse no centro dos interesses régios
convinha dominar por razões de soberania marítima.
Provavelmente em consequência desta situação nunca foi publicada, até
aos finais do século XIX, uma obra de vulto sobre a história destas ilhas,
semelhantes às que foram elaboradas para outras zonas ultramarinas, como
para os Açores a obra de Frei Diogo das Chagas Espelho Cristalino em Jardim
de Várias Flores (1646-1654), para o Brasil, O Tratado Descriptivo do
Brasil (1587) de Gabriel Soares de Sousa ou ainda para o Japão a História
de Luís Frois ( 1585-1594), isto apenas para citar três exemplos para três
regiões diferentes dos muitos que poderiamos mencionar.
De facto, todas descrições de carácter histórico-geográfico-etnográfico
que existem centram-se na região dos Rios da Guiné referindo as ilhas de
Cabo Verde de modo sintético e marginal, e apenas na medida em que estas se
relacionam com a Costa e que os moradores insulares nela intervêm e
participam no comércio - vejam-se os casos de André Álvares de Almada,
Tratado breve dos Rios da Guiné do Cabo Verde (...) (1594), de André
Donelha, Descrição da Serra Leoa e dos Rios da Guiné do Cabo Verde (1625)
ou ainda de Francisco Lemos Coelho, Descrição da Costa da Guiné e Situação
de todos os Portos e Rios della (...) (1684).
Abra-se simplesmente uma excepção para um conjunto de documentação,
organizada sob os títulos de "Notícias", "Memórias", "Dissertações",
"Ensaios" que entre os últimos anos do século XVIII e as três primeiras
décadas do século XIX foram apresentadas às instâncias oficiais; tais
documentos analisavam a evolução política, social e económica das ilhas de
Cabo Verde, apresentando sugestões sobre o modo de modificar ou melhorar a
realidade da época.
Mas seria necessário esperar pelo final do século XIX para ver surgir a
primeira grande síntese sobre a totalidade da história de Cabo Verde. Com
efeito o arquipélago era unicamente mencionado e descrito no âmbito de
obras gerais sobre o império colonial português ou de áreas de actuação de
determinada congregação religiosa muitas vezes como uma mera adjacência da
Costa da Guiné, esquecendo ou desconhecendo que num período inicial da
história destas ilhas a Guiné é que funcionava como um "anexo" de Cabo
Verde. Dedicava-se-lhes um simples capítulo, muitas vezes, curto e repleto
de imprecisões que espelhavam a veleidade das informações recolhidas e o
desinteresse pelo aprofundamento do estudo da história e das gentes deste
espaço insular.
Foi assim em 1899 que Christiano José de Senna Barcelos, um capitão-
tenente da armada, natural de Santiago, apresentou à Academia Real das
Ciências uma memória exaustiva, composta de 6 partes, que cobria a
totalidade da história de Cabo Verde, atribuindo-lhe um título sem
pretensões - "Subsídios" - para uma obra de tanto vulto. Logo no início da
narrativa o autor, talvez numa crítica inconsciente, demarca-se de tudo o
que fora feito até aí sobre estas ilhas: "A História destas ilhas não é
para nós, filho d'ellas, um estudo indiferente, de mera curiosidade, em que
toquemos ao de leve". De facto, apesar de todas as limitações que este
trabalho encerra, devido particularmente ao carácter factual e pouco
interpretativo seguido ao longo da obra - em perfeita consonância, aliás
com as correntes historiográficas da época -, tornou-se numa base
fundamental para estudos subsequentes. A índole globalizante e a amplitude
cronológica destes "Subsídios", o imenso manancial de informações
recolhidas nas crónicas, nos arquivos e bibliotecas transmitido nas páginas
de Senna Barcellos fizeram desta Memória um elemento historiográfico
impossível de ignorar a quem pretenda ainda hoje pesquisar a história de
Cabo Verde.
Após a publicação deste trabalho monumental, muitas décadas decorreriam
até voltarem a aparecer outros estudos que contribuíssem decisivamente para
algum avanço na historiografia destas ilhas. Ao longo da primeira metade do
século XX manteve-se a mesma linha de publicações que haviam marcado o
século XIX: artigos de carácter geral dispersos em publicações períodicas,
designadamente no Boletim da Sociedade de Geografia de Lisboa, ou visões
generalizantes mas vagas e imprecisas integradas em grandes obras
referentes ao ultramar português. Para além destas dedicou-se uma atenção
considerável a temáticas relacionadas com o descobrimento do arquipélago;
com efeito, a obscuridade que envolve o evento proporcionou uma produção
considerável, particularmente nas décadas de 30 e 40. . José de Oliveira
Boléo, Armando Cortesão, Fontoura da Costa, Duarte Leite e Júlio Monteiro
foram apenas alguns dos muitos historiadores que se envolveram nesta
temática.
As décadas de 50 e 60 trouxeram, felizmente, mudanças na perspectiva de
encarar a história de Cabo Verde. O Padre António Brásio iniciou a
publicação da mais notável colectânea de fontes para o estudo daquela
região: a Monumenta Missionária Africana, 2ª série. Numa obra cujo título
sugere um enfoque religioso transcreve-se uma vasta documentação de origens
várias que permite uma abordagem administrativa, económica, social e
cultural da história insular e da costa da Guiné, desde o século XV a
meados do XVIII. Nomeações de oficiais da fazenda real, regimentos de
capitães e feitores, contratos de arrendamento de direitos reais,
correspondência Cabo Verde - Lisboa, descrições das ilhas e Rios da Guiné,
cartas anuais de Jesuitas são apenas alguns exemplos dos muitos documentos
que foram coligidos pelo Padre Brásio.
Paralelamente a esta obra começam a surgir os trabalhos
interdisciplinares história / geografia / antropologia de Orlando Ribeiro
(A ilha do Fogo e suas erupções, 1954 e Primórdios da ocupação das ilhas de
Cabo Verde, 1962) e de Ilídio do Amaral (Santiago de Cabo Verde: a terra e
os homens, 1964) que abriam novas pistas para o estudo desta área
geográfica e fomentaram o interesse por Cabo Verde expresso na execução de
algumas teses de licenciatura da Faculdade de Letras de Lisboa, de Clarisse
Ferreira, Sofia Neves, Josefa Viegas e Maria da Graça Nolasco, de que
infelizmente apenas a última foi publicada. Estudos esparsos mas já mais
centralizados no arquipélago ou nas semelhanças com a colonização efectuada
nas outras ilhas atlânticas (Raquel Soeiro de Brito, Primórdios da
Colonização Portuguesa no Atlântico, 1968) começaram a surgir e a modificar
consideravelmente a forma de abordagem deste espaço insular, abrindo
caminho ao "aparecimento" das obras de António Carreira e Avelino Teixeira
da Mota, historiadores que conduziram a história de Cabo Verde à
"modernidade", de acordo com as novas teorias historiográficas.
Teixeira da Mota em consonância com as directivas saídas da III
Conferência sobre História e Arqueologia da África, organizada em 1961,
pela School of Oriental and African Studies abriu novas prespectivas para o
estudo da história de África e por arrastamento das ilhas de Cabo Verde.
Procurava-se focalizar na própria África o centro de estudos sobre África e
não encará-la como uma adjacência da Europa. O C.E.H.C.A. de que então era
director começou por publicar uma edição trilingue de uma fonte portuguesa
de grande utilidade para a costa da Guiné (Descrição da Serra Leoa e Rios
da Guiné do Cabo Verde, de André Donelha), e por trabalhar outros textos
similares com o mesmo objectivo. A par deste projecto iniciou-se no mesmo
Centro um levantamento exaustivo da documentação existente em arquivos
portugueses e espanhóis correspondendo geográficamente à região que se
estende desde o Senegal até ao Benim, ilhas de Cabo Verde e São Tomé. Esses
documentos pesquisados e transcritos por um competente grupo de
arquivistas-paleógrafos foi, em seguida, criteriosamente sumariado e
organizado, constituindo a base documental da colectânea Portugaliae
Monumenta Africana que está a ser publicada neste momento pelo C.E.H.C.A..
O levantamento destas fontes possibilitou a A. Teixeira da Mota a
elaboração de estudos de grande importância para a história de Cabo Verde -
A primeira visita de um governador de Cabo Verde à Guiné (1968), Dois
escritores quinhentistas de Cabo Verde: André Alvares de Almada e André
Donelha (1971) e Alguns aspectos da colonização e comércio marítimo dos
portugueses na África Ocidental (1976), entre outros estudos.
António Carreira não sendo um homem com formação específica em História,
o que por vezes se traduz na falta de uma certa metodologia, conhecia
vivamente o objecto que estudava. Cabo Verde e a costa da Guiné eram
terrenos que lhe eram familiares, onde tinha raízes ancestrais e que,
acima de tudo, procurava compreender profundamente. Iniciando-se no final
da década de 60 com pequenos estudos, nas duas décadas seguintes publica
obras de maiores dimensões, fundamentais para a história de Cabo Verde.
Abrangendo um âmbito cronológico que se estende desde o século XV à
actualidade, versando temas tão díspares, mas sabiamente "entrosados" como
demografia, linguística, etnologia, antropologia, economia, administração,
etc., a obra de António Carreira tem ainda a virtualidade de nos facultar a
edição e consequente divulgação de várias fontes de grande importância para
a história de Cabo Verde como a Notícia corográfica e cronologica do
Bispado de Cabo Verde, os Documentos para a história das ilhas de Cabo
Verde e Rios da Guiné ou ainda Descrições oitoentistas das Ilhas de Cabo
Verde, entre outras possíveis de citar.
A par da produção historiográfica de António Carreira, também nas
próprias ilhas de Cabo Verde surgiu, após a indepêndencia, um conjunto de
estudos sobre a história da ex-colónia. Muitos deles não apresentam no
entanto, a isenção ideológica que deve pautar, na medida do possível, o
trabalho do historiador; refletem indubitavelmente a exaltação política e
social de um povo nos alvores da sua independência, em que numa atitude
talvez um pouco irreflectida mas perfeitamente compreensível tende a
desprezar e minimizar toda a acção da antiga metropóle. No entanto,
trabalhos como os de Daniel Pereira, Marcos Cronológicos da Cidade Velha
(1988), pela informação que transmitem e sua sistematização, e de Santa
Rita Vieira, História da Medicina em Cabo Verde, pela exploração de um
campo historiográfico interessante, são publicações a considerar por todos
quantos pretenderem dedicar-se ao estudo daquelas ilhas.
Ao ler-se esta síntese da historiografia de Cabo Verde poder-se-ia
afirmar que privilegiámos a produção de autores portugueses e caboverdianos
esquecendo a de outros estrangeiros. Não foi contudo essa a razão da
inexistência de tais referências. Sucede que a grande maioria de obras
estrangeiras elegem como plano central dos seus estudos a costa da Guiné,
área onde espanhois, franceses, ingleses e holandeses tiveram uma
intervenção efectiva; as ilhas de Cabo Verde são para eles uma região
marginal, apenas mencionável quando em relação com a Guiné. No entanto,
importa conhecer e manusear colectâneas documentais, como a de John Blake
(1942), histórias gerais como a de The Cambridge History of Africa ou a
História Geral de África da Unesco, estudos sobre a economia atlântica e o
tráfico de escravos, particularmente F. Mauro, Le Portugal, le Brésil et
l'Atlântique au XVII éme siècle (1983) ou John Thornton, Africa and
Africans in the making of the Atlântic World (1992), os trabalhos de Jean
Boulégue, Paul Hair e Walter Rodney sobre a costa da Guiné, ou ainda os
estudos comparativos sobre diversas realidades insulares de Bentley Duncan
Atlantic Islands Madeira, the Azores and Cap Verd in Seventeenth Century
Commerce and Navigation (1972). Na década de 80 foram igualmente publicados
alguns estudos esparsos sobre diferentes vertentes da história de Cabo
Verde (v.bibliografia).
A despeito da validade de todos os trabalhos que temos vindo a enumerar
foram sem dúvida os trabalhos de António Carreira e A. Teixeira da Mota
que, em medidas distintas, facultaram a possibilidade de "preparar o
terreno" para o aparecimento de um projecto de investigação singular: a
História Geral de Cabo Verde.
Este projecto, tem como objectivo central a elaboração da história deste
novo país africano, colónia portuguesa até 1975, através da cooperação
entre investigadores caboverdianos e portugueses, o que representa uma
solução a nível humano sem precedentes na historiografia lusófona..
Orientado pelo Prof. Doutor Luís de Albuquerque (infelizmente desaparecido
no fim do 1º volume) e pela Investigadora Coordenadora Maria Emília Madeira
Santos (que hoje prossegue sózinha esta tarefa) o projecto tem sido
executado por uma equipa mista que através do cruzamento de experiências
particulares e abordagens específicas tem tentado apreender e transmitir a
história de Cabo Verde na dupla vertente (europeia/africana) que a marcou
indelevelmente. Assim procedeu-se a definição e delimitação das áreas de
investigação, atribuindo a responsabilidade de cada uma delas a diferentes
membros da equipa de acordo com formações e vocações próprias.
Esta equipa contou com um "auxílio" acumulado ao longo de 30 anos: o
espólio documental existente no C.E.H.C.A. do I.I.C.T.. Este acervo,
constituido a partir de pesquisa exaustiva em arquivos portugueses,
espanhóis e italianos e subsequente organização e sumariação, têm sido de
crucial importância para o sucesso do projecto. Deste modo, e no sentido de
proporcionar a acessibilidade e divulgação das fontes a todos os
interessados têm sido publicados Corpos Documentais das principais fontes
de apoio da elaboração da História Geral. Opção igualmente inédita a nível
da historiografia e cooperação lusofona.
Neste momento foi publicado o 1º volume que abarca o século XV e 1ª
metade do século XVI, e encontra-se no prelo o 2º volume que cobrirá a
centúria que decorre entre 1560 e 1650. A periodização poderá parecer à
primeira vista, bizarra, mas justifica-se perfeitamente no âmbito da
história das próprias ilhas. Estas tendem a ser encaradas não só como uma
simples escala de apoio das carreiras portuguesas ou como um local de
aclimitazação de espécies animais e vegetais, antes da respectiva passagem
para outras regiões, aspectos inúmeras vezes repetidos em obras gerais mas
essencialmente como um local com características específicas. Ou seja um
espaço com história e importância inerentes e não um local só mencionável
enquanto espaço inter-relacional com outras áreas de maior relevo.
Esta obra não pretende ser, de forma alguma, um estudo final, completo e
acabado sobre a História de Cabo Verde. Ao invés, pelo seu carácter
pioneiro e sem precedentes está provavelmente sujeito a críticas e erros
que só no futuro poderão ser emendados, tratando-se, por isso mesmo mais de
um ponto de partida para subsequentes investigações e interpretação da
história de Cabo Verde.
No entanto, este trabalho solidamente alicerçado num amplo e importante
núcleo documental, é actualmente o estudo mais avançado sobre história de
Cabo Verde nos seus diversos campos temáticos (administração, economia,
sociedade, cultura, etc.) e um projecto, infelizmente, sem paralelo para a
história dos outros arquipélagos atlânticos portugueses. (Sobre o historial
do projecto e seus objectivos específicos veja-se ...).
FONTES E BIBLIOGRAFIA3

I - Fontes Impressas:

* As primeiras descrições das ilhas de Cabo Verde (século XV e 1ª metade do


século XVI)

CADAMOSTO, Luís de, "Navegações" in Viagens dos Descobrimentos,


(organização, introdução e notas de José Manuel Garcia), Lisboa,
Ed. Presença, 1983.

GOMES, Diogo, "Do primeiro descobrimento da Guiné por Martin Behain,


segundo relato de (...)", in Viagens dos Descobrimentos,
(organização, introdução e notas de José Manuel Garcia), Lisboa,
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VIEIRA, Henrique Santa-Rita, História da Medicina em Cabo Verde, Praia,


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Projecto: História Geral de Cabo Verde4

Entidades Participantes: I .N.A.C (Instituto Nacional de


Cultura) de Cabo Verde / I.I.C.T. (Instituto de Investigação Cientifica
Tropical) de Portugal

Composiçao Actual da Equipa:


Coordenadora: Maria Emilia Madeira Santos (Portugal)
António Leão Correia e Silva (Cabo Verde)
Ilidio Cabral Baleno (Cabo Verde)
Iva Maria Cabral (Cabo Verde)
Maria João Soares (Portugal)
Maria Manuel Torrão (Portugal)
Zelinda Cohen (Cabo Verde)

OBJECTIVOS

Objectivos gerais:

-Publicação em quatro volumes da História Geral de Cabo Verde -Publicação


de um Corpo Documental, referente a História Geral de Cabo Verde em vários
volumes.

Objectivos imediatos:

1. Inventariação, levantamento e identificação das fontes primarias e


secundárias referentes a História de Cabo Verde existentes em diversos
arquivos - portugueses, cabo-verdianos, espanhóis, italianos e
eventualmente brasileiros - visando posterior publicação no Corpo
Documental
2. Publicação dos resultados parciais das pesquisas (monografias) sob a
forma de artigos e ensaios em revistas e livros cabo-verdianos e
portugueses; apresentação de comunicações em colóquios, conferencias e
congressos.
3. Formação dos investigadores do projecto (cabo-verdianos e portugueses),
enquanto especialistas em História de Cabo Verde.

OBJECTIVOS MEDIATOS:

1. Pôr a disposição do povo Caboverdiano uma História científica e


documentada, possibilitando-lhe o acesso a um conjunto de referências

4. Dados fornecidos pelo mesmo grupo de trabalho.


necessárias a reflexão sobre a sua própria identidade e as potencialidades
de evolução.
2. Fornecer "bases sólidas", para a preparação de material didactico a ser
utilizado no ensino secundário e superior existente nas ilhas.
3. Apoiar os projectos de investigação, de animação e de desenvolvimento no
domínio cultural que demandem, directa ou indirectamente, conhecimentos da
História de Cabo Verde. Exemplos:

. Projecto de recuperação histórica da Cidade Velha (cidade candidata


ao estatuto de Património Histórico Mundial).
. Projecto da construção do Museu do Trafico com o apoio da
U.N.E.S.C.O. (formulado durante o colóquio internacional "Encontro de dois
Mundos: Africa-America", Praia, Maio de 1992).
. Projecto da construção do Museu Nacional de Cabo Verde (I.N.A.C.).
. Instituição de reuniões internacionais sobre História de Cabo Verde e
do Atlântico, a semelhança dos que têm sido realizados nos arquipélagos dos
Açores, Madeira e Canárias.
. Exposições nacionais e internacionais.

4. Pôr a disposição da historiografia portuguesa um conjunto de


conhecimentos importantes para a compreensão do passado colonial desse
pais. Ainda que Cabo Verde seja o principal beneficiário com os resultados
científicos advindos, este projecto não deixa de redundando num melhor
conhecimento da acção dos portugueses em Africa e no At1ântico.

5. Põr à disposição da comunidade científica internacional elementos


referenciais importantes a elaboração de Histórias entrecruzadas e de
grandes espaços (Exemplo: História da colonização portuguesa no Atlântico,
História da Africa Negra, História dos povos do Sahel, História das
sociedades escravocratas-crioula, etc).

HISTORIAL:

Este projecto resultou de um acordo entre os governos Caboverdiano e


português, tendo por objectivo a elaboração da História Geral de Cabo
Verde, iniciativa pioneira no domínio da cooperação entre Cabo Verde e os
seus parceiros. Em consequências organizou-se uma equipa mista, constituída
por historiadores cabo-verdianos e portugueses, sob a coordenação do
Professor Doutor Luís de Albuquerque e da Investigadora coordenadora
Doutora Maria Emília Madeira Santos.
A equipa funciona no Centro de Estudos de História e Cartografia Antiga
(C.E.H.C.A./I.I.C.T.) beneficiando do património documental deste centro e
da experiência dos seus investigadores dedicados ao estudo da historia das
Áreas tropicais.
O projecto teve inicio em 1987, tendo os trabalhos entrado em pleno
funcionamento no ano de 1988. Ate agora já foram publicados o I e II volume
do corpo documental e o I volume da História propriamente dita,
encontrando-se no prelo o II.
Quanto a metodologia foi necessário encontrar soluções adequadas ao
seguinte condicionalismo: a execução de uma História Geral que não dispunha
de uma bibliografia de apoio suficiente, ou seja, de estudos prévios que
pudessem servir de subsidio as diversas temáticas que se pretendia abordar.
Face a este constrangimento, optou-se pela feitura de monografias,
largamente assentes em fontes primarias (grande parte delas, inéditas),
como forma de colmatar essa lacuna. Saliente-se que o Centro de Estudos de
História e Cartografia Antiga pôs à disposição da equipa o seu vasto acervo
de fontes, composto por documentos recolhidos nos Arquivos Nacionais/Torre
do Tombo, Arquivo Histórico Ultramarino, Biblioteca da Ajuda, Arquivo Geral
de Simancas, Arquivo Geral de Índias (Sevilha), etc.
Com tal documentação e com outra ainda, que numa etapa mais avançada
foi e vem sendo recolhida pelos membros do projecto da História Geral de
Cabo Verde (nomeadamente, no A.H.U., no A.G.I./Sevilha e no Arquivo de
Simancas) a equipa tem podido , com seus estudos e suas publicações,
contribuir para um melhor conhecimento da História de Cabo Verde, quer no
aprofundamento de algumas temáticas já estudadas, quer pelas revelações que
impõem uma releitura de alguns dos pontos da anterior produção
historiográfica.

Publicações com origem no Projecto

História Geral de Cabo Verde. (Coordenação de Luís de Albuquerque e Maria


Emília Madeira Santos), Volume I, Lisboa, IICT/DGPCCV, 1991

História Geral de Cabo Verde - Corpo Documental, Volume I, Lisboa,


IICT/DGPCCV, 1988.

História Geral de Cabo Verde - Corpo Documental, Volume II Lisboa,


IICT/DGPCCV, 1991.

BALENO, Ilídio
-"O corso e a pirataria em Cabo Verde: seus reflexos na vida local", in
Actas do III Colóquio Internacional de História da Madeira, Funchal,
Secretaria Regional do Turismo /Centro de Estudos de História do Atlanaco,
1994, pp. 675-685.
-(e SANTOS, Maria Emília Madeira),"Litoral: linha de atracção, repulsão e
compressão ( Arquipélagos e Costa Ocidental Africana)", in Actas da VII1
Reunião Internacional de Historia da Nautica e da Hidrografia no prelo.
-"Reflexões sobre as origens étnicas do contingente africano entrado nas
ilhas com o tráfico", in Magma, Mindelo, 1 990, n°5/6.
-"Subsídio para a História de Cabo Verde: a necessidade das fontes locais
através dos vestígios materiais", in Actas do Congresso Internacional
Bartolomeu Dias e sua Época, 5 volumes, Porto, 1991? volume 1 pp. 553555;
Série Separatas Verdes, CEHCA, Lisboa 19897 n° 219.

CABRAL, Iva
-"A Fazenda Real, campo de contradições entre a Coroa e os moradores de
Santiago: o exemplo de Avaro Dias almoxarife da Ribeira Grande" in Magma,
Mindelo 1990, n°5/6 e in Stvdia CEHCA/IICT, Lisboa, 1991, n°51 pp. 177-189.
-(e TORRAO, Maria Manuel), "Ensaios de uma Feitoria Régia no Espaço
Económico-social da nha de Sanhago",in Actas do Colóquio Internacional de
História Atlântica (século XVI), no prelo.

COHEN, Zelinda
-" Algumas Reflexões sobre a Colonização da Ilha do Fogo", in Magma,
Mindelo, 1990, n°5/6.
-"O Caso de um Preto que Virou Branco" in Semanário Tribuna, Praia, 1°
Dezembro de 1989.
-"Os Contratos de Arrendamento para a Cobrança das Rendas e Direitos Reais
das Ilhas de Cabo Verde (1501-1560)", in Stvdia, CEHCA/IICT, Lisboa, 1 994,
n° 53, pp. 317-364.
-" O Provimento dos Oficiais da Justiça e da Fazenda para as Ilhas de Cabo
Verde", in Stvdia, CEHCA/IICT, Lisboa, 1991, n° 51, p. 145-178.

SANTOS, Maria Emília Madeira


-" A Defesa dos Litorais. O Caso do Arquipélago de Cabo Verde durante a
Ocupação Filipina" no prelo.
-"As Estratégicas Ilhas de Cabo Verde ou a "Fresca Serra Leoa": uma Escolha
para a Política de Expansão Portuguesa no Atlântico". in Revista da
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LA HISTORIOGRAFÍA CANARIA

Manuel Lobo Cabrera

Las Islas Canarias a lo largo de su devenir histórico han contado


con una base historiográfica particular y diferenciada, si la
comparamos con el resto de la producción nacional, y a la vez propia
de unos hitos en los cuales se han visto inmersas. Sin embargo, en
cuanto a la producción y publicistica relacionada con su historia,
tenemos que decir que nacen en relación al mundo conocido, esto es
hacia Europa, entre fines de la Edad Media y los albores del
Renacimiento.
En esa producción han intervenido desde los propios científicos
hasta los eruditos, los viajeros, los cronistas y polígrafos, quienes
han dado sus puntos de vista desde distintas ópticas. A la misma se
le han dado diferentes enfoques que han diferenciado todo el mundo
aborigen, con unas particularidades propias, del resto de la parte
histórica, en especial, a partir de la incorporación de Canarias a la
corona de Castilla. Incluso en este aspecto han habido diferencias y
enfoques distintos, bien se tratara de las islas de señorío
-Lanzarote, Fuerteventura, La Gomera y El Hierro- o de las realengas
-Gran Canaria, Tenerife y La Palma-, así como lagunas que aun no han
sido resueltas.
En este contexto, en las últimas décadas y gracias al interés
mostrado por distintos historiadores, entre ellos los extranjeros,
quienes han ponderado el papel de las islas en la historia universal,
se ha dado un nuevo empuje con el objeto de conectar el mundo insular
con el continental, y observar la dinámica de las relaciones entre
ambas realidades.
Antes de analizar las distintas fases por las cuales ha pasado la
historiografía canaria creemos conveniente aclarar algunas cuestiones
sobre la trayectoria seguida hasta llegar a los conocimientos
actuales. En primer lugar no pretendemos realizar un catalogo
exhaustivo ni agotar, porque sería imposible, toda la historiografía
publicada sobre Canarias, puesto que por mucho que lo intentáramos la
nómina siempre quedaría incompleta, y en segundo lugar porque el
objeto que perseguimos es señalar las distintas fases por las cuales
ha discurrido el pasado insular en relación a la producción que habla
de él a través de las distintas publicaciones. En ellas pretendemos
explicar cuales han sido las tendencias más importantes y de quienes
proceden, a nuestro juicio, las aportaciones más interesantes. En
este contexto queremos inicialmente destacar algunas figuras que han
sido vitales para el posterior desarrollo historiográfico. En el
siglo XVIII contamos con el polígrafo José de Viera y Clavijo,
natural de El Realejo, en la isla de Tenerife, autor de una Historia
de Canarias, de quien el profesor Elías Serra Rafols dijo lo
siguiente:
"Las Islas Canarias han tenido la suerte de
contar, desde fines del siglo XVIII, con una clara
síntesis de su historia con categoría de clásica.
Una construcción histórica armónica, a la cual
todo aquel que ha pensado en el pensado de ella se
ha podido referir cómodamente como base
indispensable".

En el siglo XIX destacan dos figuras señeras: Agustín Millares


Torres y Gregorio Chil y Naranjo, ambos naturales de Gran Canaria,
considerados como prototipos de nuestras historia liberal burguesa,
en razón del propio contexto ideológico y científico en que vivieron.
A estos, según A. Millares Cantero, les caracterizan cuatro notas
diferenciadoras: aplicación de los métodos experimentales; recepción
del darvinismo e idea del devenir histórico como un proceso
inductivo; optimismo colectivo y creencia en un progreso indefinido y
pervivencia de elementos rusonianos al exaltar al hombre primitivo de
las islas.
En el siglo XX, en el campo de la arqueología y de la prehistoria
fue de vital importancia la llegada a la Universidad de La Laguna el
arqueólogo Manuel Pellicer Catalán, quien con su presencia los
estudios sistemáticos de la arqueología canaria adquirieron un gran
desarrollo con demostración incluso de estratigrafías en los
yacimientos canarios, negadas hasta esos momentos. A el hay que unir
para los estudios históricos a las figuras de E. Serra Rafols y A. de
Bethencourt Massieu, verdaderos animadores e impulsadores de la
Historia de Canarias, desde sus respectivas cátedras de la
Universidad de La Laguna. Ambos consiguieron motivar e impulsar a un
numeroso grupo de entusiastas de la historia, dispuestos a valorar la
fuentes con las consulta exhaustiva de documentos, tanto los
conservados en el archipiélago como en los Archivos nacionales, para
situar los acontecimientos en el lugar que les correspondía, con unas
fuentes de primera mano para construir nuestra historia, y a la vez
analizar y profundizar en las lagunas históricas que se debían
cubrir. Con su impulso los estudios sistemáticos de la Historia de
Canarias han adquirido un desarrollo inusitado.
Hasta aquí podemos distinguir al menos cuatro fases, que podrían
incluso ampliarse a cinco, por las cuales ha pasado el interés para
conocer la realidad histórica canaria.

Primera fase.
Esta se inicia desde el momento en que las islas toman contacto
con Europa a través de los navegantes y misioneros que arriban a
ellas, y se produce lo que ha denominado el "redescubrimiento" del
archipiélago, y se continua con crónicas, descripciones de viajes,
relatos y primeras historias, cuya duración puede llegar hasta los
inicios del siglo XIX.
Los detalles que se aportan en los mismos, inciden más en la
etapa prehispánica y en la conquista que en el resto, aunque luego en
los siglos XVII y XVIII ya se van dando a conocer aspectos
interesantes de la nueva colonia. Los detalles que figuran en ellos
son prolijos con interpretaciones, a veces, más míticas e
imaginativas que propiamente científicas, pero que han servido para
penetrar en la vida del hombre prehistórico canario, interpretado y
valorado siempre desde la perspectiva del vencedor, el cual acomoda
instituciones, economía, sociedad y administración a su esquema
mental, tergiversando, a veces, la realidad.
En este período y por orden de aparición destacan el relato
atribuido a Bocaccio y conocido como la crónica de Ciompi o de Recco,
donde se da por primera vez una visión del mundo insular; las
crónicas francesas de la conquista, referidas preferentemente a
Lanzarote y Fuerteventura, donde a aspectos que describen las
costumbres de los indígenas, se unen los comentarios sobre los pasos
seguidos en el proceso de la conquista; las descripciones de
Cadamosto, quien mantuvo amplias relaciones con Lanzarote; las
crónicas de la conquista de Gran Canaria en sus distintas versiones
"Ovetense", "Matritense", "Lacunense", además de las del licenciado
López de Ulloa, la de Antonio Sedeño y la Pedro Gómez Escudero, junto
con las referencias que se encuentran en las décadas de Alonso de
Palencia, en el capítulo de Diego de Valera y de Andrés Bernáldez,
cuyo contenido es variado.
A esto, pasada ya la época de la conquista, se unen distintas
descripciones realizadas en el siglo XVI, unas de naturales de las
islas y otras de extranjeros, donde se alude a la riqueza de la
tierra, a sus producciones, a sus hombres y a su gobierno. Tales son:
las del tío del licenciado Valcárcel, la de Thomás Nichols, mercader
inglés, el cual, sin tener el método ni la intención que se hubiesen
requerido para escribir la historia de las islas tuvo la curiosidad
de un historiador; la del azoreano Gaspar Frutuoso, quien a pesar de
no haber estado en las islas, según nuestra opinión, es el primero
que intenta hacer una historia comparada de los archipiélagos
atlánticos, introduciéndose en el campo de la geografía y de la
geología, aspectos que conjuga junto con los económicos y
administrativos; por último tenemos dentro de este grupo la
descripción del humanista e ingeniero italiano Leonardo Torriani,
enviado a las islas por Felipe II con el encargo de confeccionar un
plan defensivo del archipiélago, por cuyo motivo reconoció cada una
de las islas y dio noticias interesantes sobre el mundo aborigen y la
nueva población que se genera tras la conquista, describiendo
asimismo los núcleos urbanos más importantes, aunque se trata en
definitiva de una relación oficial de interés político.
También pertenecen a esta etapa las historias de Alonso de
Espinosa y de Juan Abreu y Galindo. El padre Espinosa, quien escribe
en el último tercio del siglo XVI, muestra curiosidad por la historia
insular; en la misma se muestra discípulo del padre Las Casas, al
hacer un tipo de historia proindigenista, de tal manera que su
interés por los naturales canarios es lo que lo transforma en
historiador. Otro tanto podemos decir de la obra de Abreu y Galindo,
quien bebió en las fuentes anteriores, y sobre todo en las crónicas,
realizando un texto con criterios y categoría de historiador, con
capacidad critica y con un método y claridad de exposición propios.
Para los siglos XVII y XVIII destacan, a nivel general para todo
el archipiélago, las obras de Juan Núñez de la Peña, Marín de Cubas,
la del narrador Castillo y Ruiz de Vergara, y la valiosa edición de
José de Viera y Clavijo. A Núñez de la Peña debemos Conquista y
antigüedades de la isla de la Gran Canaria y su descripción, obra que
fue criticada por Viera y Clavijo, y valorada en sus justos términos
por don Lope de la Guerra, quien dice de ella "No he visto cosa que
no haya reparado en sus manuscritos, a excepción de los milagros y
otras cosas que parecían piedad en aquellos tiempos". De Marín de
Cubas indicaron Millares Torres y D. Wölfel, que era la obra de un
autor de importancia superior en muchos casos, a otros cronistas, por
el mejor conocimiento de la etnología prehispánica y de la
prehistoria de Canarias, siendo considerado como el último de
nuestros cronistas mayores, con una concepción arcaizante de la
historia. De la obra de Castillo se ha dicho que no es mera historia,
sino la primera geografía canaria, porque percibe que el tiempo sin
la función del espacio es algo ininteligible, y a la vez no reduce la
historia a una relación de sucesos sino que coloca a las islas en un
amplio horizonte, con lo cual realiza una obra de madurez y
elaboración.
Pero sin lugar a dudas, la figura más señera de la historiografía
canaria de esta época, e incluso de la posterior, es Viera y Clavijo,
arcediano de Fuerteventura, escritor de fina y elegante pluma, que lo
convierten en el valor intelectual más importante de Canarias en el
siglo XVIII. Su historia está elaborada a base de documentación
original, ya consultada directamente por el ya por los distintos
corresponsales que tenía distribuidos en todas las islas. Su obra ha
servido de arranque a toda la historiografía canaria posterior. No ha
sido superada por una visión similar de conjunto de la Historia de
Canarias. Acaso debe su perdurabilidad a su calidad literaria y a su
prosa culta, junto a los criterios de autoridad.

Segunda fase
Este período que abarca hasta la primera mitad del siglo XIX,
coincide con el ambiente romántico, y convierten a esta época en
estéril e inoperante para la ciencia histórica, pues la sociedad
imbuida de las teorías rusonianas de la vuelta a la naturaleza y a la
búsqueda del pasado, se lanza a la recopilación de restos
arqueológicos y de documentos con afanes meramente coleccionistas,
causando un grave perjuicio, sobre todo en los yacimientos,
imposibiltando su posterior estudio.

Tercera Fase
Es una etapa brillante y representa el clasicismo en el campo de
la arqueología, aunque también se analiza en la historia. En esta
fase que comienza a mediados del siglo XIX y perdura casi un siglo el
interés más manifiesto se debe al estudio de los restos humanos
aborígenes, y al mismo tiempo se plantea por primera vez el problema
de la antropología y de la etnología canaria, ofreciendo una primera
síntesis el francés Sabin de Berthelot, con una obra de carácter
enciclopédico donde la historia de los aborígenes canarios toma un
nuevo impulso, en compañía de Barker Webb. Su papel fue el de un
compilador de datos, tomados de las crónicas y de los hallazgos de la
época, sintiendo igual preocupación por los restos históricos, los
datos etnográficos y las ciencias de la naturaleza; junto a ellos R.
Verneau destaca por introducir en Canarias las técnicas y los
criterios más avanzados de su tiempo en los campos de la antropología
física y de la prehistoria.
En los estudios de etnografía canaria destaca el doctor don
Gregorio Chil y Naranjo, primer impulsor hispano de los estudios
canarios con talla científica, aportando abundantes y valiosos
materiales, y a quien se debe la fundación del Museo Canario en 1879.
Durante bastante tiempo se preocupó por recopilar cuanto se había
escrito hasta su época sobre Canarias. La publicación en 1876 de sus
Estudios históricos, climatológicos y patológicos de las Islas
Canarias, puede considerarse un hito de primer orden en el proceso de
arranque de nuestra historiografía, según los criterios científicos
arraigados en Europa, además de considerarsele como el introductor
del darvinismo y el progenitor de las investigaciones antropológicas,
realizadas posteriormente en el Museo Canario.
Con él y con Millares Torres, se marca una línea laica en el
saber histórico, frente a la presencia del clero de los períodos
anteriores. La concepción histórica de Millares está imbuida de su
preocupación por una labor erudita derivada de la escuela alemana,
dando un valor fundamental a las fuentes, pues fue un buscador de
manuscritos y de archivos incansable, con una visión científica de
la historiografía, al afirmar que la historia no es una simple
enumeración de hechos, sino el producto de su interrelación con las
ciencias afines. A él se deben varias obras como son su Historia
General de las Islas Canarias, o la Historia de la Inquisición en
Canarias.
Hubo otros autores canarios en esta época dignos de mención como
Wangëmert y Poggio y Osuna van der Heede, a quien de sede El
regionalismo en las Islas Canarias.
Desde el punto de vista bibliográfico cabe incluir en esta fase
la aparición de dos revistas canarias especializadas en los temas
históricos: "El Museo Canario", creada a fines del siglo XIX, y la
"Revista de Historia", cuyo máximo desarrollo se conoce en la
siguiente fase.

Cuarta fase

Arranca desde el primer tercio del presente siglo y evoluciona


hasta los momentos actuales; se asiste en ella al momento de
afirmación de la historiografía insular canaria. En el campo de la
arqueología se asiste a su organización y en la antropología se da un
gran paso en el estudio de los restos de los primitivos canarios, lo
mismo que en la lingüística, aunque no cabe duda que el mayor avance
en este campo se produce con la creación del Departamento de
Arqueología, Prehistoria y Etnología de la Universidad de La Laguna,
bajo la dirección de los profesores Pellicer y Acosta, momento en que
se inicia la elaboración de la carta arqueológica del archipiélago.
En el campo de la historia propiamente dicha surgen nuevas
escuelas y se relanzan las publicaciones, tanto desde las propias
revistas especializadas como desde las instituciones, con la
aparición de novedosas monografías.
Tres figuras singulares destacan en esta época: A. Millares
Carlo, E. Serra Rafols y A. Rumeu de Armas. El primero ligado a la
Revista "El Museo Canario", pues en 1933 inició la tercera etapa y la
más fecunda, de acuerdo a las técnicas y tendencias historiográficas
en boga, abrió nuevos cauces a la investigación histórica canaria.
Aunque parte de su vida la hizo fuera de las islas, incidió
directamente sobre ellas promoviendo y apoyando vocaciones
históricas. El profesor Serra Rafols, unido a la Revista de Historia
y al Instituto de Estudios Canarios, desde su cátedra de Historia de
la Universidad de la Laguna inició una ardua labor, pues adquirió
conciencia de que era imposible escribir una historia insular
mientras las fuentes históricas permanecieran inéditas, de ahí que
comenzara con la edición de las mismas, recogidas en la colección
Fontes Rerum Canariarum, en colaboración con sus discípulos, que han
sido dignos seguidores de su labor como L. de la Rosa Olivera y M.
Marrero. De él se ha dicho que luchó, denonadamente, a lo largo de su
vida, contra los tres enemigos mortales del verdadero historiador:
los que engañan, los que destruyen y los que ocultan. Esto le llevó a
hacer un replanteamiento nuevo, una reconstrucción de la Historia de
Canarias, desprovista de la anécdota y encarrilada por los cauces de
la historiografía moderna.
Las décadas siguientes han sido decisivas parta dar el salto
cualitativo de la historiografía canaria, y aquí entra en escena el
profesor Antonio Rumeu de Armas. Con más de 150 títulos a sus
espaldas, muchos de ellos referidos a cuestiones insulares, nos ha
enseñado que la historia de Canarias no puede ser realizada solo
desde el archipiélago, sino que por el contrario es necesario
consultar y confrontar los archivos nacionales y extranjeros,
dándonos prueba de ello en su magna obra Piraterías y ataques navales
contra las Islas Canarias; es ésta quizá una de las más importantes
de su producción, en referencia a Canarias, sin menoscabo de otras
que abarcan tanto aspectos de la etapa medieval como aquellos otras
que analizan parte del fin del Antiguo Régimen. La misma va más allá
del título, realizando un profundo estudio de todos aquellos aspectos
en los cuales incidía la piratería: población, economía,
administración, fortificaciones y sociedad.
Junto a su labor personal, bastante valiosa, donde se nos ha
enseñado a todos los que nos preocupamos por la Historia de Canarias,
abre ese magisterio hacia el exterior a través del "Anuario de
Estudios Atlánticos", bajo cuya dirección se encuentra desde 1955 y
que va ya por el número 40, por su continuidad, por los temas
tratados, por la calidad, por la nómina de los colaboradores y por la
abundancia de trabajos en el editados, convirtiéndose en la más
completa publicación periódica del archipiélago.
Junto a estos tres grandes maestros de la Historia Canarias,
habría que incluir toda una pléyade de historiadores que tanto dentro
como fuera de las islas se han preocupado de enfocar los temas
canarios desde todas las ópticas posibles, tal como han hecho los
profesores Peraza de Ayala y Morales Padrón; este último, en
especial, en lo que toca a la dimensión atlántica del archipiélago en
conexión con el Nuevo Mundo durante la etapa colonial, pero ambos con
obra sobre el comercio canario-americano. El profesor Morales Padrón
ha impulsado también en las islas los estudios canario americanos con
la dirección y edición de los "Coloquios de Historia Canario-
Americana", que van ya por su onceava edición, en donde han
participado un elenco importante de historiadores tanto insulares
como foráneos.
En estas últimas décadas es cuando se ha operado el salto
cualitativo de la historiografía canaria, con el apoyo institucional
prestado al conocimiento histórico, tanto desde el Cabildo Insular de
Gran Canaria como de la Universidad de La Laguna primero y luego de
la de Las Palmas de Gran Canaria, como viveros de especialistas en
sus distintos departamentos. La Universidad de La Laguna, una vez que
se crea la división de Geografía e Historia, abre un campo amplio
para la formación de investigadores, donde se han elaborado infinidad
de estudios con nuevas orientaciones metodológicas. Aquí es de
reseñar la labor y el empuje decidido a la investigación del profesor
Antonio de Bethencourt Massieu, desde que se incorporó a la cátedra
de Historia Moderna de la citada universidad, dirigiendo la Revista
de Historia, como orientando tesinas y tesis doctorales.
El papel del profesor Bethencourt en la historiografía canaria de
las dos últimas décadas es vital, en especial en las áreas de
Historia Moderna y Contemporánea. Sus propias investigaciones y los
trabajos por él dirigidos más las aportaciones de sus alumnos han
permitido roturar y conocer amplias parcelas de la historia. Desde su
llegada a la Universidad de La Laguna tuvo como norte la formación de
un grupo de historiadores que aunaran esfuerzos para desentrañar la
historia regional, pero con una preocupación clara que puso de
manifiesto cuando se expresaba en los siguientes términos " no
quisiéramos en el futuro dar una muestra estrecha, exclusivamente
limitada al horizonte de nuestras islas, sino otro bastante más
amplio, como pueden ser el de las interrelaciones de las mismas con
su mar circundante y los continentes". En esta línea fue consciente
de que era necesario primar estudios y monografías de ámbito local y
comarcal, de acuerdo con la nueva metodología, para al cabo del
tiempo llegar a consideraciones generales y a conseguir conclusiones
de largo alcance.
Con elementos humanos y materiales, se comenzó a roturar el
pasado insular, dirigido en dos direcciones: Historia Moderna e
Historia Contemporánea. Así fue como formó una generación de
investigadores, que amen de las áreas citadas se dedicaron también a
las áreas de Historia de América y a la Historia Económica. Todos
ellos, pues, profesionales de la Historia que desde los distintos
departamentos de las universidades canarias han continuado dicha
labor ampliando la historiografía canaria, entre los que cabe citar a
A. Macías Hernández, V. Suárez Grimón, E. Torres Santana, M. Lobo
Cabrera, A. Sánchez Enciso, T. Noreña Salto, A. Millares Cantero, O.
Brito, J. Hernández y M. de Paz, todos ellos con obra publicada.
Igualmente han de tenerse en cuenta en esta fase la labor
desarrollada en el área de Historia Medieval por los profesores
Ladero Quesada, E. Aznar Vallejo y M. Marrero.
En este sentido en estas últimas décadas la historiografía
regional canaria ha avanzado con una renovación y una mayor riqueza
de planteamientos, no solo por abordar nueva temática, sino por la
preocupación metodológica iniciada por sus autores, que han abierto
vías para esclarecer los grandes aspectos del desarrollo histórico.

BIBLIOGRAFÍA

Quisiéramos advertir que seleccionar una bibliografía sobre


Canarias entraña un riesgo ineludible, pues siempre quedarán autores
por citar y obras por reseñar. Por ello sólo citamos a nuestro juicio
las obras más relevantes, entendiendo que en las revistas citadas en
el texto existen trabajos de primera línea en importancia, pero
creemos que ello va incluido en el índice general de las revistas
insulares.

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MADEIRA

O madeirense preso à ilha e ao seu quotidiano manteve sempre acesa


a memória da sua tradição histórica, que actuou e permanece como
único elo de ligação à sua raíz portuguesa ou como forma de definição
e identificação de si próprio. E, como tal, desde tempos imemoráveis,
procurou manter viva para os seus vindouros as suas aventuras e
peripécias. O testemunho escrito-crónica, relação ou descrição,
documentos indirectos, transmitido por via oral e escrita mantém-se
desde tempos remotos, sofrendo, é certo, em cada época uma
interpretação adequada aos condicionalismos conjunturais do momento.
Do simples relato passou-se ao panegírico, ao escrito pragmático, até
que a historigrafia hodierna veio situar na sua verdadeira dimensão
o escrito histórico.
Articulando os dados colhidos, resultantes de uma investigação
bibliográfica, podemos adiantar que os cinco séculos de
historiografia madeirense se estruturam sob a forma de várias
perspectivas historiográficas que, apresentadas de modo formal, vão
dar origem a três fases distintas:

1ª época, dos séculos XV a XVIII, onde se releva, de início, o relato


do acontecimento histórico vivido. A crónica, a relação de viagens ou
da acção de reconhecimento e ocupação, marcam esta fase que podemos
denominar de cronista.

2ª época, século XIX, caracterizada por uma orientação romantica e


pragmática da investigação e saber histórico, em que se lançaram os
alicerces de uma investigação, nomeadamente, com Alvaro Rodrigues de
Azevedo.

3ª época, século XX donde surgem duas fases distintas:


1. patriótico-nacionalista, com uma geração de ensaistas e eruditos.
2. em que despontam os primeiros valores que lançaram os alicerces de
uma verdadeira investigação histórica, como se pode comprovar
através de duas revistas especializadas: Das Artes e da História da
Madeira e Arquivo Histórico da Madeira.

DA CRÓNICA À MEMÓRIA. Este primeiro momento é dominado pelas memórias,


relatos e crónicas feitas por portugueses que tomaram contacto com os
factos, ou então tiveram conhecimento por meio de alguém ou da
tradição oral. É a altura do vê-se, ouve-se, diz-se e escreve-se.
Facto saliente é a polémica gerada nos meios historiográficos
insulanos em torno da autenticidade da primeira página da História
Insulana, a Relação de Francisco Alcoforado, que mercê do seu
conteudo e forma de divulgação nos meios londrinos desde o século
XVII foi desvalorizada em favor do texto frutuosiano5. Num primeiro
momento a discutiu-se o carácter apócrifo ou não da referida fonte,
argumentando o tendenciosismo de D. Francisco Manuel de Melo e os
interesses ingleses pela usurpação da ilha. Mas, num segundo momento,
com as informações dadas por Gaspar Frutuoso e D. Francisco Manuel de
Melo, discutia-se a autoria da mesma, recaindo sobre Gonçalo Aires e
Francisco Alcoforado toda a força de argumentos6. Se a edição de 1671
era considerada para Alvaro Rodrigues de Azevedo como autocriação de
D. Francisco Manuel de Melo, o mesmo já não poderá ser dito para o
manuscrito descoberto em 1878 na Biblioteca Nacional de Madrid e
outro recentemente (1960) encontrado por Jean Fontvieille na
Biblioteca do Palacio Ducal de Vila Viçosa7. Estas descobertas vêm
assegurar o carácter coevo da dita fonte e a sua autoria a Francisco
Alcoforado, sendo de o considerar como o texto referenciado por João
de Barros, Gaspar Frutuoso, Manuel Thomás e D. Francisco Manuel de
Melo. Em síntese a Relação de Francisco Alcoforado é a primeira
página de História madeirense, escrita por um português que viveu os
acontecimentos ligados ao reconhecimento do arquipélago, sendo uma
preciosa fonte de informação para os autores seguintes, como Jerónimo
Dias Leite, Gaspar Frutuoso, Manuel Thomás, D. Francisco Manuel de
Melo, Frei Manuel de Esperança, António Cordeiro, Faria e Sousa,
Henrique Henriques de Noronha, Medina de Vasconcelos, J. Pedro de
Freitas Drumond, etc8.
No texto de Jerónimo Dias Leite verificamos a sua divisão em duas
partes distintas, cujas fontes de informação são igualmente diversas.
Assim, na primeira parte, ao dar-nos conta do descobrimento da ilha,
segue o relato de Alcoforado. Na segunda do "discurso da vida e
feitos dos capitães da dita ilha" resume os resultados da sua
investigação na tradição oral e escrita. Gaspar Frutuoso que se
serviu deste texto, corrobora a informação ao referir que o capitão
Simão Gonçalves da Camara enviara ao dito cónego um treslado do

5.Pita Ferreira. A Relação de Francisco Alcoforado, Funchal, 1961, sep. Das Artes e da
História da Madeira, 1961.
6. Eduardo Pereira, "A lenda de Machim", in Congresso do Mundo Português, vol. III, t. n.
188-208; Gaspar Frutuoso, Saudades da Terra, 1º II, Ponta Delgada, 1979, 402; D. Francisco Manuel
de Melo, Epanafora Amorosa, ed. 1975, 33.
7. "Anotações" in Saudades da Terra, Funchal, 1873, 353-354; Cesareo Fernandes Duro,
"Como se descubrio la isla de Madeira", in Boletim de Sociedade Geografica de Madrid, t. V, 1878,
65-80, publ. no Arquivo Histórico da Marinha, vol. I, 323-325; Jean Fontvielle, "A lenda de Machim-
une découverte bibliographique à la Bibliotheque Musée du Palais Ducal de Bragance à vile Viçosa
(Portugal, in Actas do Congresso Internacional de História dos Descobrimentos, Vol. III, Lisboa,
1961, 197-238.
8. Ob. cit.; Ilha da Madeira Terra do Senhor Infante, Funchal, 1959, 85-124.
"descobrimento" e que o mesmo fez uso "dos tombos das camaras de toda
a ilha... e docta e curiosamente recopilou e compôs"9. O resultado
dessa informação escrita é mais tarde reelaborado por Gaspar
Frutuoso, que sintetiza o conhecimento existente até ao momento sobre
a memória dos primeiros madeirenses. O texto de Gaspar Frutuoso ganha
importância, não só pelo valioso acervo de informação como pela
argumentação justificativa da existência dos dois anteriores. Isto é
a razão para considerar-se o de Alcoforado como coevo e defendê-lo
dos ataques que tem sido vítima desde 1873.
Os textos de Francisco Alcoforado (1427) e Jerónimo Dias Leite
(1574) apresentam-se-nos como as fontes básicas para o conhecimento
da História da ilha nos séculos XV e XVI e, por isso, merecem maior
importância que o texto frutuosiano10. No entanto a divulgação do
último ao longo do século XIX, bem como a descoberta e valorização
tardia dos dois anteriores, inverteram a situação, colocando o de
Frutuoso como a primeira e principal fonte da historiografia
insulana, quando afinal o autor seguiu fielmente o texto de Jerónimo
Dias Leite. Identica situação se constata com Manuel Constantino -
Insulae Materiae Historia (1599), plágio do de Giulio Landi - La
Descritione dell'isola de la Madera (1574), que apenas recentemente
mereceu divulgação.
Podemos ainda a considerar outros autores de menor importância:

- António Velloso Lira (1616/1691) com o manuscrito As Antiguidades


da ilha da Madeira,
- Simão Nunes Cardoso com a Relação do Saco que os franceses fizeram
na ilha da Madeira, que serviu de base a J. Dias Leite e G. Frutuoso
na descrição do assalto francês ao Funchal em 156611.
- Francisco de Sousa com o Tratado das ilhas Novas, (1570), publicado
em 1877 e 1884 em Ponta Delgada.

Em conclusão, será legítimo afirmar que esta primeira época se


caracteriza por uma prosa histórica de base memorialista, resultante
da vivência do autor, em que se destacam os textos de Francisco
Alcoforado e Simão Nunes Cardoso, a que se juntam outros frutos do
recurso a testemunhos documentais orais e escritos estando neste caso
Frutuoso e J. Dias Leite. Este último, quando cónego na Sé do Funchal
fez uma recolha nos arquivos do Cabido e Mitra, bem como no dos
Camaras12. No século XVIII o que nos merece a atenção é
o trabalho desenvolvido por Henrique Henriques de Noronha(1667-1730):
Memorias Seculares e ecclesiásticas para a composição da história da

9. Gaspar Frutuoso, ibid., 402.


10. Fernando Augusto da Silva, Elucidário Madeirense, vol. III, 272-276.
11. Biblioteca Nacional de Lisboa, Secção de Reservados.
12. Veja-se estudo de João Franco Machado na introdução à publicação do texto de Jerónimo
Dias Leite.
diocese do Funchal(1722)13 e Nobiliario Genealogivco de Famílias
Madeirenses14.
No século XIX lançaram-se as bases para uma História insulana, que
tem em Alvaro Rodrigues de Azevedo (1825-98) o marco fundamental,
como se poderá constatar das anotações às Saudades da Terra (1873) e
o primeiro esboço de História do arquipélago publicado no Dicionário
Universal de Português Ilustrado, ou, ainda, numa colectânea de
documentos que deixou manuscrita15. A consistência da formulação
teórica aliada à riqueza documental fizeram das anotações o texto de
base para qualquer estudioso ou curioso da primeira metade do nosso
século, sendo uma das fontes base para a elaboração do Elucidário
Madeirense. Somente a investigação recente veio confirmar a
precaridade deste texto e a necessidade de um aturado trabalho de
investigação nas fontes preteridas ou desconhecidas peloo autor em
causa.
Da mesma época temos ainda a salientar os estudos de Paulo
Perestrelo da Camara (1810-54), os apontamentos manuscritos de João
Pedro de Freitas Drumond e as anotações do cónego Joaquim Gonçalves
de Andrade (1795-1868) à História Insulana de António Cordeiro. Este
último teria reunido documentação sobre a História da ilha, mas
infelizmente o seu espólio perdeu-se16.
Em todos os autores supracitados é evidente a marca do movimento
político post-vintista, de tal modo que as suas páginas parecem mais
um panfleto político, onde se aproveita a experiência dos
antepassados para justificar o presente. Em Alvaro Rodrigues de
Azevedo essa formulação domina toda a prosa, sendo mais acentuada em
temas mais prementes como o contrato de colonia e o domínio britânico
do arquipélago. O primeiro texto foi publicado em Londres (1812) por
N. C. Pitta - Account of island Madeira - nele se fazia uma breve
discrição da história da ilha, mas apenas com a finalidade de
divulgação deste nos meios londrinos.
A Revolução Vintista fez animar o movimento editorial madeirense,
primeiro com o aparecimento dos jornais e tipografias, depois
atraindo o meio intelectual para o estudo interesseiro do passado
histórico; à descoberta, ocupação da ilha ia-se buscar os argumentos
de defesa ou ataque dos morgadios, ou um alicerce seguro para o ideal
autonómico17. Neste âmbito situa-se a justificação dada em 1840 pelos
13. Existe um exemplar na Biblioteca Municipal do Funchal, que é cópia do manuscrito
existente na Bibliotecas Pública de Ponta Delgada, feita em 1925-26 por João josé Maria Roiz L.
d'Oliveira.
14. Publicado em S. Paulo.
15. Biblioteca Nacional de Lisboa, Secção de Reservados, cod. 6999.
16. Visconde do Porto da Cruz, Notas e cometários para a história literária da Madeira,
Funchal, 1951, vol. II, 62.
17. confronte-se José Augusto Santos Alves, "Descobrimento, fenómeno de opinião e de
recorrência histórica na imprensa madeirense(1821-1850), in III Colóquio Internacional de História da
promotores da Flor do Oceano, ao abrirem uma página sobre a história
da ilha: "o escrever uma encadeada e seguida história desta província
desde a sua descoberta até aos nossos dias, mas sim provocar uma
publica discussão e promover investigações a semelhante respeito,
oferecendo as informações que estiverem ao seu alcance, na esperança
que pessoa alguma recusará a sua protecção, ou documentos que possa
possuir para ultimamente se completar uma fiel história, que dê
crédito à Madeira..."18.
A própria rainha D. Maria II sentiu esta necessidade, tendo por
isso emanado a 8 de Novembro 1847 um diploma régio em que criava os
Anais do Município. Entendeu o governo de Sua Magestade que em cada
uma das Camaras Municipaes dos concelhos do reino e ilhas adjacentes
deve haver um livro especial com a denominação de Annaes do
Município, no qual anualmente se consignem os acontecimentos e os
factos mais importantes que occorrem, e cuja memoria seja digna de
conservar-se, e bem assim os descobrimentos de riquezas, substâncias
e combustíveis mineraes; - o augmento ou diminuição da producção
agricola, e sua causas; -a longevidade das pessoas de que houver
noticia, com a declaração do modo de vida que tiveram, e do seu
alimento habitual, as acções generosas, e os nomes dos seus authores,
que mereçam ser transmittidos às gerações futuras, - e finalmente
tudo quanto possa interessar as tradicções locaes" 19. Ao presidente de
cada municipio ficava o encargo de nomear de uma comissão competente
para a redacção mensal dos referidos anais, que depois seriam
guardados no arquivo camarário.
À altura, governador civil do arquipélago, José Silvestre
Ribeiro, a ideia ganhou eco na região, tendo este recomendado a todas
as camaras, em circular de 3 de Janeiro de 1848 e 29 de Janeiro de
1850 a sua concretização:
- Entre nós tudo passa ignorado, e quando mais tarde queremos
saber o que se fez, o que succedeu, - quando precisamos de certos
fundamentos para os calculos do gabinete; - quando queremos
inventariar, se assim posso dizer, a nossa riqueza, a nossa
instrucção, os nossos progressos nos diferentes ramos da actividade
humana...então vemos que fomos preguiçosos em fazer a colheita, a que
as sementes, ou cahirão sobre solo ingrato, ou as levou o vento20.
Mas foram em vão os esforços do governador civil, não merecendo
qualquer interesse por parte das camaras as suas recomendações, pois
apenas as camaras do Porto Santo, Machico e Calheta o iniciaram,
desconhecendo-se a sua concretização noutras camaras. No Funchal a
apatia era tamanha que as várias comissões eleitas nunca levaram a
cabo o referido projecto. Os do Porto Santo foram coligidos em 1848

Madeira,Funchal, 1993, pp.207-212


18. Flor do Oceano, nº 1, 2.
19. Uma época administrativa da Madeira e Porto Santo, Funchal, 1849, vol. I, 607-8.
20. Ibidem, vol. I, 607-613 e vol. II, 291-296.
pelo Administrador do concelho, João de Sant'Ana e Vasconcelos,
tendo-se publicado no Heraldo da Madeira (de Janeiro a Março de
1906)21. Os de Machico escritos por José António de Almada publicaram-
se também no referido jornal (em Novembro de 1906). Apenas se mantêm
inéditos os da Calheta22.
José Silvestre Ribeiro mantendo-se fiel aos ideais perfilhados
nas circulares àcerca dos Anais do Município fez publicar três textos
com documentos referentes à sua acção pública com o Asilo da
Mendicidade, da construção da Ponte do Ribeiro Seco e da crise de
fome. Posteriormente Sérvulo Drumond de Menezes e António Jacito de
Freitas publicaram as principais peças elucidativas da sua
actividade, em três volumes (1849-52), justificando-a do seguinte
modo:
- Esta obra, bem como as coleções anteriores, sobre apresentarem
o maior interesse como estudo de administração pratica, hão-de um dia
servir de grande auxílio para a história da Madeira, fornecendo
notícias, que ordinariamente se buscão em vão, porque a nossa natural
indolência a deixa de registar o de que convém guardar lembrança23".
Este período evidencia-se por um constante apelo ao documento
histórico, aos qual é dado maior realce, quer na monografia, quer com
a publicação de colectâneas documentais. Houve uma busca generalizada
aos arquivos nacionais e das diversas repartições, de que resultaram
algumas peças importantes para a historigorafia madeirense que,
infelizmente se perderam. Destes podemos citar os seguintes:
- Pe. Manuel Carlos de Vasconcelos, beneficiado de Nossa Senhora
do Calhau que reuniu nos 7 volumes das Memórias autenticas e curiosas
da ilha da Madeira um avultado número de dados sobre a história da
ilha desde a sua descoberta até à sua ocupação por Beresford24.
- O conselheiro António de Freitas e Abreu (1826/1913) bibliofilo
e investigador da história madeirense, que nos legou uma valiosa
colecção de documentos, escritos, bibliografia madeirense e jornais,
dispersa após a sua morte em leilão25.
A figura mais importante desta geração foi, sem dúvida, Alvaro
Rodrigues de Azevedo(1825-98). Este poderá ser considerado o pioneiro
da historiografia hodierna, sendo o principal representante do
positivismo histórico. O seu trabalho publicado em anotação às
Saudades da Terra em 1873 é modelar e surge como uma peça chave para
todos os que se debruçam sobre a história da ilha26. Segundo Damião
Peres "pela primeira vez foram versados com verdadeiro espírito

21. Publicados em livro por nós: Anais do municipio do Porto Santo, Porto Santo, 1989.
22. Eduardo Pereira, "Anais do Município", in Das Artes e da História da Madeira, vol. I,
nº 5, 9-12; Fernando Augusto da Silva, Ibidem, vol. I, 61-62.
23. Uma época administrativa..., vol. I.
24. Flor do Oceano, nº 2, 3, 4.
25. Elucidário Madeirense, vol. I, 5; Heraldo da Madeira, 18 de Novembro de 1913.
26. Ob. cit., 311-856.
científico muitos problemas de história madeirense"27. Se nas
anotações, devido o seu carácter avulso, se torna difícil analisar a
perspicácia do autor, o mesmo já não se poderá dizer no artigo
Madeira publicado no Dicionário Universal de Português de Fernandes
Costa, onde o documento é tratado com a devida minúcia e estruturado
em termos de épocas históricas definidas.
Grandes foram as dificuldades que o autor encontrou para
concretizar o projecto, sem nunca ter merecido o agradecimento da
sociedade local, pois a actividade política veio colocar em segundo
plano a obra de historiador, que só hoje é reconhecida como
meritória. Daí, talvez, o desabafo sobre a morosidade do trabalho
encetado: As notas foram fructo de mui aturado trabalho em enfadonhas
e pacientes explorações diurnas, em constantes estudos e escripta
nocturnas juntados à profissão de cujos proventos vivemos e ao
repouso indispensável; trabalho em que fomos só, sem precedente de
outrém. O terreno que ahi percorremos estava virgem; a licção dos
muitos diplomas e registos que manuseamos, intacta. Esta seria de
vantagem para quem estivesse habilitado à empreza; para nós, não. E,
demais, iamos escrevendo por empreitada, de par com a impressão do
texto e com o prosseguimento daquellas explorações e estudos.
São úteis as notas, mas hão de forçosamente ressentir-se do
effeito deleterio dessas circunstancias28".

AFIRMAÇÃO DA HISTORIOGRAFIA MADEIRENSE. O arranque da verdadeira


historiografia insulana deverá situar-se no último quartel do século
XIX, primeiro com a obra de Alvaro Rodrigues de Azevedo, depois com a
denominada geração do Cenáculo. Foi esta última tertúlia quem definiu
o arranque desta nova fase.
Três datas importantes marcam este momento - 1919, 1940, 1960. A
primeira, com a comemoração quincentenária do descobrimento da ilha,
entre 29 de Dezembro de 1922 e 4 de Janeiro de 1923, actuou como mola
propulsora da investigação histórica madeirense adentro da Geração do
Cenáculo, de que resultaram um opúsculo, V Centenário do
Descobrimento da Madeira, e uma obra monumental da nossa
historiografia, que todos reverenciam, Elucidário Madeirense29. A
segunda com o Congresso do Mundo Português, alia-se à terceira, com a
comemoração do cinquentenário da morte do Infante D. Henrique
definiram uma corrente historiográfica marcadamente nacionalista,
onde é comum um visionarismo pragmático do devir histórico, de acordo
com determinado de ideologia oficiosa, uma exaltação patriótica do

27. Saudades da Terra, 1º, II, Porto, 1925, p. II; Damião Peres, A Madeira sob os
donatários, Funchal, 1914, 91-92; Fernando Jasmins Pereira, O açúcar madeirense 1500 a 1537,
Lisboa, 1969, 41-42.
28. Saudades da Terra, Funchal, 1873, p. VIII.
29. Elucidário Madeirense, vol. III, 154-9.
ideário nacional, da gesta dos descobrimentos, em detrimento da
investigação e do uso correcto das fontes.
Toda ou quase toda a historiografia saída daqui trouxe entranhada
a ideologia oficiosa, donde se destaca o desejo desesperado de
defender o direito lusíada às possessões ultramarinas. Veja-se por
exemplo as comemorações henriquinas celebradas no Funchal.
Esta época é fertil em correntes historiográficas definidas
temporalmente no parco movimento cultural insulano do século XX. Como
abertura teremos a referida Geração do Cenáculo, geradora da corrente
acima citada, como o Pe. Fernando Augusto da Silva, João Reis Gomes e
Alberto Artur Sarmento. Este grupo teve ao seu dispor dois periódicos
influentes da imprensa madeirense: o Heraldo da Madeira de 1904 a
1915 e o Diário da Madeira desde 1912. Aí dava-se a público o relato
das discussões havidas no hotel Golden Gate à porta fechada, e se
ditava o percurso da historiografia nascente da 1ª metade do século.
O Heraldo da Madeira, que teve como director J. R. Gomes, redactor
principal o Pe. Fernando Augusto da Silva e redactores A. A. Sarmento
e Jaime Campos Ramalho, publicou um avultado número de textos e
documentos sobre a história insulana. Sendo de destacar a publicação,
numa secção intitulada de Arquivo da Madeira, dos seguintes textos:

1 - Annaes do Município do Porto Santo, nº420/524,


2 - Apontamentos históricos, topográphicos económicos de Machico, nº
660/70,
3 - Registo da Provedoria Real da Fazenda, nº 755/820,
4 - Ms do Pe. António Gomes Netto, nº 822/967,
5 - Apontamentos históricos de Machico tirados dos livros velhos, nº
1736/51,

Com a assinatura (ou não)de A. Sarmento surgem ainda alguns


textos de História militar madeirense:

1 - Alicerces para a história militar da Madeira, nº 61/1785


2 - Subsídios para a história militar, nº 688/1098

E finalmente a publicação de alguns excertos do Elucidário


Madeirense, do nº 1588 a 1858.
O pe. Fernando Augusto da Silva (1950) surge-nos como um dos
principais historiadores desta geração, ao publicar em 1921-22 o
Elucidário Madeirense, embora tivesse já publicado alguns textos
dispersos no Heraldo da Madeira, Diário da Madeira, Diário de
Notícias. Nesta obra monumental este expressa a sua noção de história
e o seu consequente enquadramento na escola patriótico-nacionalista,
caracteristica desta época.
O Elucidário Madeirense foi projectado em Maio de 1917, para a
comemoração do quincentenário da descoberta da ilha, situando-se como
um projecto ambicioso, conforme definia o seu autor na proposta de
publicação, em Maio de 1917: "Quero referir-me a uma obra literária,
de carácter histórico, mas de feição popular e principalmente
destinada às classes menos doutas, de fácil e pronta consulta, em que
toda a vida deste arquipélago nas suas múltiplas manifestações e
variados aspectos seja posta em saliente relevo, embora em resumido
quadro, a fim de não dar a essa obra proporções demasiadamente
exageradas. Esta circunstância não exclui a necessidade de ocupar-se
esse trabalho dos principais acontecimentos ocorridos na Madeira no
longo período de cinco séculos, das biografias dos seus homens mais
notáveis, dos seus usos, costumes e tradições da sua actividade
literária, científica, industrial, agrícola e comercial, da
benignidade do seu clima, da riqueza da sua fauna e de sua flora, das
incomparáveis belezas da sua paisagem, etc. etc. de molde a tornar
essa obra um repositório abundante de informações e notícias, que
possa particularmente interessar a todos aqueles que, por falta de
tempo ou de preparação especial, não lhes seja possível consagrar-se
a demorados estudos e a mais largas investigações.30"
No decorrer da obra o autor expressa a sua visão da história
insulana, primeiro reconhecendo o carácter avulso da investigação
histórica e a necessidade de uma síntese: "Existem muitos e valiosos
elementos dispersos em várias obras impressas e algumas inéditas,
além da documentação registada nos arquivos públicos, que forneceriam
os materiais indispensáveis para a elaboração de um breve estudo
histórico à cerca do arquipélago madeirense que em resumido quadro e
numa sintese de conjunto, nos desse uma notícia das principais fases
da sua já longa vida activa de cinco séculos, desde o início do
primitivo povoamento até à época que vai decorrendo. Em pouco mais de
centena de páginas, se traçaria esse interessante esboço que está
inteiramente por fazer, sendo bastante para sentir que ainda não
tivesse aparecido quem deligenciasse realizá-lo"31.
Depois, justificando o carácter enciclopédico e de erudição que a
mesma deveria assumir: "Para a história deste arquipélago existem
muitos materiais dispersos carreados por alguns pacientes
investigadores, mas ainda não apareceu o arquitecto e o construtor do
edificio. Um consciencioso estudo sobre a Madeira, que se não
restrinja apenas a uma enumeração fastidiosa de nomes e datas, está
inteiramente por fazer. Queremos referir-nos a um moderno trabalho da
crítica histórica, em que as ideias do tempo, os costumes, os
individuos, o ambiente em que se desenrolaram os acontecimentos, etc.
sejam apresentados numa brilhante e evocadora síntese dando-nos num
rápido conjunto, a visão completa de toda a vida madeirense no
período largo de cinco séculos. Nesse quadro panorâmico, destacar-
se-iam, em acentuado relevo, a primitiva colonização, que logo o
tomou o aspecto das velhas sesmarias e se transformou depois no

30. Ibidem, vol. I, advertência.


31. Ibidem, vol. I, 302.
contrato de colonia, as relações entre os senhorios, feitos morgados
e os servos da gleba que arroteavam o solo, a acção despótica e quase
discricionária dos donatários, a influência exercida neste meio pelos
colonizadores continentais e por inúmeros estrangeiros, as expedições
à África, as antigas emigrações para o Brasil, os elementos de
riqueza trazidos pelo fabrico de açúcar e do vinho, e seu correlativo
comércio de exportação, as modificações que todos esses e ainda
outros factores teriam produzido nos costumes locais, etc, etc,"32
Alberto Artur Sarmento (1878-1953) evidenciou nos seus escritos
uma apurada erudição, permanecendo para a posteridade como
historiador, ensaista, cientista, escritor e jornalista . Como
33

historiador demonstrou o seu talento nos Ensaios históricos da Minha


terra e nos seus escritos sobre a história militar da Madeira.
Para Damião Peres este situa-se ao nível de A. R. de Azevedo,
considerando-os como os dois pilares da historigorafia madeirense34.
Mais destaca o autor a sua acção de pesquisa e divulgação dos núcleos
documentais no Heraldo da Madeira, facto que é corroborado em 1953
pelo articulista Das Artes e História da Madeira, que dizia: Pelos
tombos da ilha, em velhas bibliotecas, em arquivos municipais e
paroquiais, andou o historiador, com seu senso prático e arguto, num
peregrinar paciente e demorado, reunindo elementos, confrontando
documentos e salvando alguns da inércia dos poucos zelosos
guardadores"35.
A fase seguinte é dominada por três publicações da especialidade
que implementaram uma nova dinâmica na historiografia insulana.
Primeiro temos o Arquivo Histórico da Madeira (1931-1939) que sob
orientação de João Cabral do Nascimento, com a colaboração de Alvaro
Manso, lançou as bases para um correcto delinear da investigação
histórica madeirense, mercê da divulgação e conservação dos núcleos
documentais do arquivo então criado36.
Ao dito boletim junta-se em 1948 o suplemento de O Jornal das
Artes e da História da Madeira - que reuniu um grupo conceituado de
personalidades madeirenses interessados na divulgação da história e
cultura madeirenses, A. A. Sarmento, Fernando Augusto da Silva, L.
Peter Clode, Alvaro Manso, Ed. Nunes Pereira, Ernesto Gonçales,
Fernando de Menezes Vaz, Visconde do Porto da Cruz. Segundo se afirma
na abertura do primeiro suplemento este vinha preencher uma grave
lacuna do meio cultural madeirense, sendo portanto uma iniciativa
importante: "Não existe, no nosso meio, um órgão onde facilmente se
possa tratar arte e história da Madeira, embora estes assuntos já
tenham sido explanados por individualidades de renome, da nossa

32. Ibidem, vol. II 119.


33. Ibidem, vol. III, 271.
34. Ob. cit., 91-92.
35. Das Artes e da História da Madeira, vol. III, nº 15, 31-32.
36. Ibidem, vol. III, nº 14, 24-27.
terra, o certo é que muitos trabalhos há, que não viram a luz da
publicidade, e aguardam uma oportunidade que dificilmente chega,
resultando daí o desinteresse e a inércia para a continuação de
muitos estudos e quem sabe se de grande valor para a vossa história
local??"37
No entanto em 2 de Outubro de 1949 o suplemento termina por falta
de verba, voltando a aparecer em Junho de 1950 com novo figurino, sob
a forma de revista. Os seus promotores apostam mais uma vez num
projecto ambicioso: "Esta publicação que tem em vista arquivar com
absoluta independência, todas as manifestações de arte e os factos e
documentos do passado, destina-se também a projectar no futuro a
nossa existência actual, evocando o que há de mais característico na
nossa ilha, tanto sob o ponto de vista artístico como sob o aspecto
histórico38.
Sob o impulso da Sociedade de Concertos da Madeira e com a
direcção do engenheiro Peter Clode a revista manteve-se até 1971,
sendo o meio de revelação de novos valores da historiografia
madeirense: Pita Ferreira, Joel Serrão, João José Abreu e Sousa e
outros.
A década de 50 abre, deste modo, novas perspectivas na
historiografia, que conduzem, em parte à sistematização do saber
histórico, quer na valorização dos núcleos arquivísticos madeirenses,
quer pela atenção votada pelas Faculdades de Letras de Lisboa e
Coimbra, por meio das teses de licenciatura, quer ainda, pelas
publicações como a Das Artes e da História da Madeira, Revista
Portuguesa e o Boletim do Arquivo Histórico da Madeira39.
Esta última publicação em 1958 tomou novo rumo, mercê da direcção
de José Pereira da Costa, o qual, apoiando-se em Ernesto Gonçalves e
Jasmins Pereira procedeu à organização e catalogação do arquivo, bem
como à divulgação da investigação resultante desse trabalho. Mais
tarde, em 1972, já sob a direcção de António Aragão o boletim inicia
a publicação dos principais núcleos documentais do arquivo, com o
tomo primeiro do Registo Geral da Camara.
Das figuras mais marcantes desta fase já falecidas tem lugar de
destaque o Pe. Eduardo Pereira, que ao imitar o Padre F. A. da Silva
publicou em 1939 a sua obra monumental, Ilhas de Zargo, onde se alia
a erudição ao enciclopedismo, sem qualquer avanço em relação ao
modelo. Consciente, em parte das suas limitações dizia escrever
apenas para estrangeiros e patriotas: "Escrevi apenas uma monografia
para estudiosos e patriotas, pela necessidade de mostrar a Madeira a
uns e a fazer amá-la de outros" 40. Não era sua intenção "fazer um
livro de História", pois que reconhecia noutros vultos de gabarito,

37. Ibidem, suplemento de O Jornal, nº 4883, 1.


38. Das Artes e da História da Madeira, nº 1, p. 1.
39. Arquivo Histórico da Madeira, vol. XV, pp. IX-X.
40. Ilhas de Zargo, vol. I, Funchal, 1967, 10.
como A. R. de Azevedo, F. A. da Silva, e A. A. Sarmento, o mérito da
obra já realizada41. Daí o recurso assíduo: "Mas porque a história não
se cria nem se inventa e porque a verdade dos factos é sempre a
mesma, - para a qual já não chega uma vida -, socorri-me da
autoridade daqueles e de outros mestres para completar o meu
pensamento e fazer do arquipélago da Madeira uma honesta, verdadeira
e útil propaganda. A subsídios históricos conhecidos juntei o que a
minha investigação, estudo critico e observação directa puderam
acrescentar de novo e de original sem fantasia e com imparcialidade.
Procurei pôr a verdade acima de conveniências e de susceptibilidades,
tornando acessível ao conhecimento de todos, nacionais e
estrangeiros, o que de mais importante e melhor andava disperso, se
havia esgotado, era desconhecido ou inédito.42"
Se excluirmos algumas iniciativas avulsas de um ou outro
investigador madeirense, quase podemos dizer que a historiografia
madeirense estagnou desde a década de 70, faltando organismos
competentes para apoiar a investigação histórica e revistas da
especialidade que divulguem essas pesquisas. É certo que desde 1976
funciona o curso de História da Faculdade de Letras de Lisboa; é
certo que se criou o Centro de Apoio de Ciências Históricas, mas é
igualmente certo que a historiografia madeirense pouco ou nada lucrou
até ao momento com toda esta animação aparente do conhecimento
histórico. Poucos foram os estudos publicados e poucos são os
licenciados em história ou eruditos que se dedicam à investigação da
História Insulana. Mais uma vez a investigação histórica mantém-se
adiada por falta de estruturas competentes para o seu incentivo, por
falta de um roteiro competente das fontes da História Insulana e,
finalmente pela incipiente organização e catalogação do arquivo
regional.
Em 1890, Alvaro Rodrigues de Azevedo fazia um primeiro esboço da
História da Ilha, deixando em aberto o seu desenvolvimento; em 1920 o
Pe. Fernando Augusto da Silva sentiu a falta dessa monografia mas,
incapaz de a concretizar ficou-se pela cópia do anterior, ou por uma
dicionarização da temática madeirense; em 1972 António Aragão
reconhece, mais uma vez, "que a História da Madeira, informada de
verdadeiro espírito científico, se encontra ainda por fazer. Aguarda-
se o aparecimento, dum trabalho sistemático e aprofundado, seguindo
métodos históricos contemporâneos, que engloba as diversas faces do
decorrer da história insular nas suas relações autênticas dentro do
quadro atlântico"43.
Hoje, não obstante as iniciativas isoladas de alguns
investigadores e instituições culturais, perdura ainda esta lacuna no
panorama historiográfico madeirense. As iniciativas neste domínio dos

41. Ibidem, 9.
42. Ibidem, 9-10.
43. Arquivo Histórico da Madeira, vol. XV, p. X.
arquipélagos dos Açores e Canárias, aliadas à criação do Centro de
Estudos de História do Atlântico lançaram as bases para um correcto
dimensionamento da historiografia insulana e do consequente
preenchimento desta lacuna. Assim o demonstra as publicações dos
últimos dez anos.

BIOBIBLIOGRAFIA

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- Notas & comentários para a História Literária da Madeira. 2º
volume. 2º período 1820-1910, Funchal, 1951.
- Notas & comentários para a História Literária da Madeira. 3º
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Arquipélago, I, 351. Elementos para a História Madeirense, I, 386-
390. História, II, 123. História Madeirense, II, 124-127. Levadas -
Legislação e Bibliografia, II, 270. Primeiras Publicações, III, 144.
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- Os escravos no arquipélago da Madeira. séculos XV a XVI, Funchal,
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- Portugal y las islas del Atlántico, Madrid, 1992
INSTITUIÇÕES
CASA DE COLON

DIRECÇÃO: Elena Acosta

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Las Palmas de Gran Canaria

TELEF.:(28)312373/315868/317652
FAX.:(28)331156

PUBLICAÇÕES:

Departamento de Ediciones,coordinado por Jesús Bombín


Quintana tem no seu plano editorial as seguintes colecções
com interesse para a História: Guaga, Ínsulas de la
fortuna, Alisios.
La importancia geográfica de Canarias como lugar de encuentro de
culturas entre tres continentes constituye en 1ª actualidad un
tópico muy útilizido pero no por ello menos cierto.

Desde el s.XVI hasta nuestros días, las Islas Canarias son un


paso obligado de ida y vuelta para todos los viajeros, ilustres
o no; que se dirigen a América. Las islas se conquistan en el
último tercio del s. XVI y suponen - para la Corona española un
primer paso, un "tubo de ensayo", según algunos especialistas,
para la colonización americana.

Las Instituciones, los repartimientos, el poblamiento, la


aculturación y posterior desaparición de los indígenas y, a
partir de ahí, el asentamiento de la lengua, la arquitectura, el
arte, la música, las tradiciones populares se va haciendo
lentamente a través de los siglos. Así nace hacia y desde
América un verdadero río de materias, influencias y de hombres.
Asi las islas no sólo saltaron, al igual que el Nuevo
Continente, del Neolítico a la Edad Moderna sino que llevaron
pareja su historia a lo largo del tiempo.

Sentados estos parámetros y surgiendo de esta evidente realidad,


el Cabildo Insular de Gran Canaria funda la Casa de Colón en
1951, en el que había sido Cuartel de Armas y primera Residencia
de los Gobernadores en la isla, no sólo con la intención de
restaurar el inmueble, de indudable belleza arquitectónica, sino
con el fin de rememorar la gesta colombina, ya que logicamente
Colón al pasar por Gran Canaria tuvo que presentar una
credenciales a los representantes del Rey en la isla, para
llevar a cabo la reparación de una de sus naves.

Pero desde ese primer momento, 1ª Casa de Colón no se restringió


ni se limitó a este único sentido sino que su proyección fue
mucho más amplia. Se funda un Patronato en 1954, con diferentes
personalidades de la intelectualidad canaria y, desde ese año,
comienza la publicación de su revista "Anuario de Estudios
Atlánticos", dirigida por el Dr. D. Antonio Rumeu de Armas, que
ha sido editada sin interrupción hasta la actualidad, con el
mismo director, constituyendo hoy una de las fuentes
imprescindibles de la Historiografía canaria.

También desde ese momento se comienza la formación ; de una


Biblioteca especializada en temas canarios y americanos, con la
adquisición de la biblioteca «Ballesteros», que constituye hoy
un fondo de gran importancia bibliográfica.
Asimismo alberga el Archivo Histórico Provincial (que hace unos
seis meses se ha trasladado a un nuevo edificio con unas
características más àpropiadas y modernas para sus fondos) y
también el recién creado entonces Museo de Bellas Artes, con
fondos del Museo del Prado y pintura de las islas.

Aquí está el germen del Museo propiamente dicho, que se va


enriqueciendo con fondos americanos, así como de una serie de
actividades que a lo largo de los años abarcan el más amplio
espectro de la cultura.

Toda esta cultura de la isla pasa por las Aulas de Música,


Teatro Cine, Exposiciones de la Casa de Colón que se convierte
así en un centro cultural de primera línea dada las carencias de
oferta en Gran Canaria.

Junto a todo esto, la Casa no olvida su vocación americanista


para la que fue creada y aquí hay que hacer mención no sólo a
la commemoración de Iberoamérica acada año, por donde han pasado
las primeras figuras del pensamiento y la literatura americana
sino también y, sobre todo, a los Coloquios de Historia canario-
americana.

Estos nacen bajo la coordinación del Dr. D. Francisco Morales


Padrón en el año 1976, para potenciar el estudio de temas
canario-americanos y para ser un lugar de encuentro de nuestros
investigadores con los americanos y europeos. Por otro lado, el
Coloquio ha llevado a cabo una labor de búsqueda y estudio de
los fondos camarios en el extranjero; éste trabajo se ha hecho a
base de encargos a becarios y profesores, intentando crear una
línea de trabajo para rellenar los huecos de nuestra
historiografía y conseguir una puesta al día del verdadero
estado de la cuestión de nuestra investigación.

De esta forma se celebraron XI Coloquio, publicándose hasta el


momento 14 volúmenes. Estos volúmenes son hoy la mayor fuente
bibliográfica existente sobre las relaciones de Canarias còn
América, tanto desde el punto de vista temático, social,
económico, político,geográfico y cultural,como cronológico ya
que ha abarcado desde las relaciones prehistóricas hasta las
actuales.

Como una hijuela de los Coloquios, nace el Aula Canarias-Africa,


relaciones mucho menos importantes en el tiempo y en el espacio,
pero a la que Canarias no puede eludir dada su proximidad
geográfica y sus perspectivas de futuro, con el horizonte de
crear un Instituto de Estudios Africanos, que tenga cabida
dentro de la Universidad Internacional de Canarias "Pérez
Galdós", institución que también ha albergado el edificio de la
Casa de Colon durante más de 15 años.

Con todos estos elementos, expuestos anteriormente, se puede


hacer un somero balance de lo que ha sido la Casa de Colón hasta
este momento.

Pero, ¿Cuáles son sus perspectivas de futuro? En este momento


cuando las áreas culturales del Cabildo tienen otros espacios
para su desarrollo, la Casa debe potenciar su contenido y
vocación americanista y ser un centro vivo de debate e
investigación y un punto de encuentro de ida y vuelta de las
corrientes culturales de la América de hoy.

De esta forma y partiendo de una idea moderna de Museo como ente


activo y dinámico, que tenga una presencia social y que
potencie, fomente y difunda el estudio y la investigación de lo
que configura el contenido de sus fondos, no sólo en sí mismos
sino en el contexto en que están inscritos, la Casa de Colón
debe ser.:

A) Un Museo.
B) Un Centro de Estudios Canario-americanos que emane de la
propia existencia del mismo.

A) El Museo debe exponer dignamente los fondos americanistas


existentes, enriqueciéndose con el tiempo y llevando a cabo una
política coherente de adquisiciones. Y deberá tener varias salas
de exposiciones dedicadas a América, donde todos los paises del
Nuevo Mundo puedan exponer periodicamente cualquier aspecto de
la cultura y, sobre todo, aquellos que evídencien su rebción con
nuestras islas y que sea la Casa de América.

Este Museo, como tal, debe tener una política pedagógica y


social activa, que abarque todo el tejido social canario. Para
ello se plantea una politica de difusión y un programa de
trabajo, que lleve a la consecución de: un museo vivo,
didáctico, con conte-nido científico que cumpla una función
social y cubra un hueco dentro del contexto de nuestra ciudad y
_ nuestra isla.

B) De la realidad de este Museo deben emanar una serie de


actividades que potencien, fomenten y divulguen todos los
estudios de América, de las relaciones de Canarias con América,
así como de la historia de Canarias en sí misma, desde el s.XVI
hasta nuestros días.
Para su desarrollo debe contar con unos medios básicos y
fundamentales, estos son:

1) Una biblioteca americanista especializada, que es la


herramienta básica y científica para la investigación.
2) Un Centro de Documentación y de Datos, donde se tendría toda
la información de centros americanistas: actividades que
realizan, publicaciones programas de trabajo, etc.
3) Becas de investigación, que fomenten los estudios de Canarias
y América y que puedan adscribir investigadores a la Institución.

Todo ello sería el apoyo para la realización de unos proyectos


de investigación que cubran los huecos de nuestra historiografia
y nos lleven a un mejor conocimiento de nuestra identidad.

De todo ello emana una programación con una especialización


clara y precisa:
1) Coloquios de Historia canario-americana.
2) Cursos y Seminarios.
3) Conferencias.
4) Creación de un Seminario permanente de Estudios americanos.
5) Línea editorial.
-Anuario de Estudios Atlánticos
-Coloquios de Historia canario-americana
-Colección popular de temas canario-americanos.

6) Intercambio y relaciones exteriores, no sólo de publicaciones


sino de becarios e investigadores.

Así se abriría el camino hacia la creación de un Centro de


Estudios y Canarios, fundamental a largo plazo, que haría de la
Casa de Colón una institución sólida, con base científica y con
una proyección y un prestigio cultural, no sólo en nuestra
región sino también en nuestro país y en América.

La Casa de Colón debe ser.:


-Lugar de encuentro con América.
-Centro de investigación. Instntución que sintetice el pasado
, construyendo un proyecto de futuro, sin descuidar ninguno
de los dos aspectos.
-Foro obligado de las figuras americanas que se encuentren en
nuestro país.
-Lugar activo, moderno que vaya al encuentro de la América
actual, tanto desde el punto de vista sociológico, político,
literario, histórico...
En definitiva, ir hacia el nuevo descubrimiento de esa gran
desconocida que es la América de hoy.

Para logra este prestigio se necesita la creación y puesta al


día de una infraestructura básica de conocimiento y relación,
para conseguir a medio plazo esta serie de objetivos:

-Crear un centro moderno y dinámico, con prestigio en Espana y


América.
-Potenciar las relaciones, estudios, centro de reunión y debate
de los problemas de hoy en la Comunidad Iberoamericana.
-Obtener las relaciones con centros americanistas, que abarquen
todos los aspectos, resaltando la importancia de Canarias.

Esto traerá consigo que caminemos en el futuro teniéndo como


parada obligada en ese camino el año 92, pero sin que ello sea
óbice para que continuemos profundizando y sentando bases de lo
que debe ser la Institución como punto de encuentro entre tres
continentes: Europa, América y Africa.

Se cumpliría así el papel de Canarias como lugar de encuentro de


continentes, ya que el Archipiélago es y ha sido la antesala de
América, pero debe ser, utilizando la Casa de Colón como
vehículo, la antesala de América en Europa1.

1. Informe fornecido pela Direcção da Casa de Colon


Publicaciones

ARTE

Manuel Ponce de León y la arquitectura de Las Palmas en el


siglo XIX Hernández Socorro, Mª. de los Reyes, 1993 - 883 págs.

Jesús Arencibia, ilustrador de libros. Hernández Socorro, Mª.


de los Reyes, 1994 - 122 págs. + ilust.

EN PRENSA

Martín Chirino, Alemán, Ángeles

EN PREPARACIÓN

Hallazgos de la arquitectura del casco de Pájara Gago, José L.

La abstracción pictórica en Canarias: dinámica histórica y


debate teórico (1930-1970). De la Nuez Santana, José L.

Patronazgo artístico en Canarias durante el siglo XVIII.


Concepción, José, Premio de Investigación Viera y Clavijo
(Letras). Sección de Arte. 1992.

AGOTADOS

La arquitectura del Renacimiento en el Archipiélago Canario.


López García, Sebastián 1983 - 167 págs. 75 ilust. b/n.

Nicolas Massieu y Matos. (Obra Pictórica), 1977- 81 págs. 20


ilust.

Vida y obra del pintor Juan Guillermo, Nuez Santana, José Luis,
1982 - 166 págs.

El pintor Antonio Padrón, Padrón Martinón, Mª. Victoria, 1986 -


583 págs. Dos tomos, Tomo I, 179 págs., Tomo II, 404 págs.

La arquitectura racionalista en Canarias, Pérez Parrilla,


Sergio, 1977 - 389 ilust.
Escultura Canaria contemporánea (1918-1978), Pérez Reyes,
Carlos, 1984 - 724 págs. 472 ilust. b/n.,

La pintura en Canarias durante el siglo XVIII, Rodríguez


González, Margarita, 1986 - 593 págs. 30 ilust.

Santiago Santana (Obra pictórica), 1983 - 87 págs. 30 ilust.

El retablo barroco en Canarias, Trujillo Rodríguez, Alfonso,


1977 - 600 ilust. Dos tomos, Tomo I, 225 págs., Tomo II, 383
págs.

ETNOGRAFÍA Y FOLCLORE

La cestería tradicional en Gran Canaria. Rodríguez Pérez Galdós,


Caridad Santana Godoy, J. R. 1989 - 134 págs. 50 ilust. b/n.

Romancero de Gran Canaria. II, Trapero, Maximiano, Siemens,


Lothar, 1990 - 654 págs.

Apuntes canción popular, Alonso, Elfidio, Gómez, Antonio,


González, Manuel, Orive, José, Talavera, Diego, 1991- 120 págs.

La Rosa del Taro (Miscelánea Majorera), Cullén del Castillo,


Pedro, 1984 - 219 págs.

La Décima Popular en la tradición hispánica (Actas del Simposio


Internacional sobre la Décima), 1994 - 411 págs. Coed. Univ. de
Las Palmas.

El vestido tradicional en Gran Canaria, 1985

EN PREPARACIÓN:

El pastoreo tradicional en la isla de Gran Canaria:


regionalización y estructura de la propiedad. Rodríguez Pérez-
Galdós, Caridad.

AGOTADOS

Aberruntos y Cabañuelas, Navarro Artiles, F. y Navarro Ramos.


Alicia, 1982 - 109 págs.
La musica tradicional canaria, Noda Gómez, Talio, 1978 - 63
págs.

Folclore infantil canario, Pérez Vidal, José, 1986 - 499 págs.

Medicina y dulcería en el "Libro de Buen Amor", Pérez Vidal,


José, 1981- 246 págs.

Romances tradicionales, Edición, selección y prólogo de


Trapero, Maximiano, 1982 - 84 págs.

Estudios de folclore canario (1880-1980), Pérez Vidal, José,


1982 - 222 págs.

Romancero de Gran Canaria. I, (Zona del Sureste), Trapero,


Maximiano y Siemens, Lothar, 1982 - 455 páSçs.

FACSÍMILES

Canarias y el Atlántico. Piraterías y ataques navales, Rumeu de


Armas, A., Coedición Viceconsejería de Cultura y Deportes del
Gobierno de Canarias y Cabildo Insular de Tenerife.
4 tomos, 1992.,

Nociones de colombofilia y estudio de telegrafía alada aplicada


a las Islas Canarias. 1900
Cullen y Verdugo, S. 2 a ed.. 1992 - 146 págs.

Gran Canaria y sus obras hidráulicas. (Bases geográficas y


realizaciones técnicas), Benítez Padilla, S., 1992 - 156 págs.

Libro contra la ambición y codicia desordenada de aqueste


tiempo: llamado alabanza de la pobreza (1556), Riberol,
Bernardino de, 1980- 131 págs.

Descripció de las islas de Canaria compuesta por D. Pedro


Agustín del Castillo y León, Alférez Mayor y Regidor perpetuo de
la Isla de Canaria. Año de 1686 , 1994 - 99 págs.

Pedro Agustín del Castillo. Su vida y obra, Béthencourt Massieu,


A., (Estudio complementario a la ed. facsímil), 1994 - 90 págs.

FUENTES

Extracto del libro 1º de matrimonios de la iglesia de Gluía.


González Sosa, Pedro, 1985 -127 págs.

Alonso Hernández, Escribano público de Las Palmas (1557- 1560).


Estudio diplomático, extractos e índices, Pérez Herrero,
Enrique, 1992 - 609 págs.

Panorama artístico de Gran Canaria en el Quinientos, Lobo


Cabrera, Manuel, 1993 - 260 págs.

EN PREPARACIÓN:

Repartimientos de Gran Canaria. Estudio, transcripción y notas


de Manuela Ronquillo Rubio y Eduardo Aznar Vallejo

AGOTADOS

Aspectos artísticos de Gran Canaria en el siglo XVI, Lobo


Cabrera, Manuel,

Índices y extractos de protocolos de Hernán González y de Luis


Fernando Rasco, escribanos de Las Palmas (1550.1552), Lobo
Cabrera, Manuel, 1980 - 175 págs.

GEOGRAFÍA

Dinámica y estructura de la población en las Canarias Orientales


(Siglos XIX y XX), Martín Ruiz, Juan Francisco, 1985 - 861
págs. Dos tomos

El Noroeste de Gran Canaria. Recursos hídricos, agricultura y


población. Martín Ruiz, Juan F., 1989 - 204 págs.

Estructura de la propiedad de la tierra y evolución de los


cultivos. Arucas, 1850-1981, Pérez Marrero, Luis Miguel, 1991-
171 págs.

La agricultura del plátano en las Islas Canarias, Martín


Ruiz,Juan Francisco y otros, 1991- 93 págs.

La producción del espacio turístico en Canarias, Santana


Santana, Mª Carmen, 1993 - 266 págs.

Bandama, paisaje y evolución, Hansen Machín, Alex, 1993 - 127


págs. + mapas
Paisajes históricos de Gran Canaria (1478.1860), Santana
Santana, A., 1992 -12 láminas color (43 x 31) + texto

AGOTADOS

Evolución de la población del municipio de Arucas desde 1850 a


1975, Díaz Hernández, Ramón, 1979-225 págs.

La formación de Las Palmas; Ciudad y Puerto (cinco siglos de


evolución), Martín Galán, Fernando, 1984- 324 págs.

Los volcanes recientes de Gran Canaria, Hansen Machín, Alex,


1987- 151 págs.,

HISTORIA

Mis tiempos. León y Castillo, Fernando.1978 - 372/322 págs. Dos


tomos.

Valeriano Fernández Ferraz (Un krausista espanol en América),


Pérez Vidal, José, 1986 - 244 págs.

Monedas, Pesas y medidas durante el S. XVI, Lobo Cabrera,


Manuel, 1989 - 72 págs.

El "time" y la prensa canaria en el siglo XIX, León Barreto,


Luis, 1990- 104 págs.

Los orígenes de la Inquisición en Canarias, Ronquillo Rubio,


Manuela, 1991- 312 págs.

Canarias y Carlos III, Suárez Grimón, Vicente, Macías Hernández,


Antonio, Martínez Shaw, Carlos, Bethencourt Massieu, Antonio,
1991- 139 págs.

El comercio en las Canarias Orientales en la época de Felipe


III, Torres Santana, Elisa, 1991- 510 págs.

Republicanos y republicanismo en el Sexenio revolucionario,


Sánchez Enciso, Alberto, 1991- 260 págs.

Hechicería y brujería en Canarias en la Edad Moderna, Fajardo


Spínola, Francisco, 1992 - 545 págs., Premio de Investigación
«Viera y Clavijo» (Letras). Sección, de Historia. 1990.
La integración de las Islas Canarias en la Corona de Castilla
(1478-.1520), Aznar Vallejo, Eduardo, 1992 - 647 págs.

La pobreza de Canarias en el Antiguo Régimen, Monzón Perdomo, Mª


Eugenia, 1994- 257 págs.

Cunas de expósitos y hospicios en Canarias (1700-1837), Santana,


Juan M., 1993 -197 págs.

Fundación de las ermitas, capillas y altares de la parroquia de


Guía, González Sosa, P., 1994 - 286 págs.

El Síndico Personero General. José de Viera y Clavijo, Edición,


introducción y notas por Olegario Negrín Fajardo, 1994 -133
págs.

E1 comercio de vinos con las Indias en el siglo XVI, Lobo


Cabrera, M., 1993 - 271 págs. Premio especial de Investigación
Canarias-América, 1992.

Gabinete Literario. Arte e Historia, Aranda Mendíaz, M., 1994


-174 págs.

Ingenierías históricas en el desarrollo agrario de la Aldea,


Suárez Moreno, F., 1994 - 370 págs.

Textos para la Historia de Canarias, Lobo Cabrera, M., Fajardo


Spínola, F., Anaya Hernández, L. A., Bethencourt Massieu, A.,
Pérez García, J. M., 1994 - 460 págs.

La familia Miller en Las Palmas (1824-1990), Miller, Basil


(Traducción de Mª Dolores de la Fe)

EN PRENSA:

El Cabildo y la institucionalización del régimen franquista en


Gran Canaria: poder político y relaciones sociales entre 1936 y
1960, Alcaraz Abellán, José

E1 uso del territorio y el ordenamiento del espacio entre los


agricultores aborígenes de Gran Canaria, Grandío de Fraga, E.

Historia del Cabildo Insular de Gran Canaria (1913-1936),


Ramírez Muñoz, M. , Premio de Investigación «Viera y Clavijo»
(Letras). Sección de Historia. 1992.
La esclavitud en Lanzarote Bruquetas de Castro, F.

Canarias e Inglaterra a través de la historia, Fernández-


Armesto, F., Lobo Cabrera, M. Béthencourt Massieu, A. Guimerá
Ravina, A., García Pérez, J. L., Quintana Navarro, F., Hernández
Gutiérrez, S., Davies N. Philips, Fisher R. John, Rumeu de
Armas, A.

Canarios en Cuba Cabrera Déniz, G., Premio de Investigación


«Viera y Clavijo» (Letras). Sección de Historia. 1992.

Estudio de la historia de la educación en Canarias, Negrín


Fajardo, O.

Historia de la beligerancia española en la 2ª Guerra Mundial, 2ª


ed. corregida y aumentada Morales Lezcano, V.

España en el Africa Atlántica (2 tomos), Rumeu de Armas, A. 2ª.


ed. corregida.

Historia de Canarias, Coord. de A. Bethencourt Massieu, Macías


Hernández, M., Tejera Gaspar, A.,Roldán Verdejo, R., Rodríguez
Martín, J. A., Suárez Bosa, M., Millares Cantero, S., Sánchez
Robayna, A.

Las Islas Canarias después de la Conquista (la formación de una


sociedad colonial en los inicios del siglo XVI), Fernández
Armesto, F. (Traducido por Iriondo Sáez, I. y Gina Louise
Oxbrow)

La industria tipográfica en Canarias, Luxán Meléndez. S.

Vida cotidiana en la comunidad británica de Gran Canaria,


González Cruz, Isabel.

EN PREPARACIÓN:

Economía y sociedad canaria en la 1ª mitad del siglo XIX, Suárez


Bosa, M.

Estampas americanas de Pereira Pacheco y Ruiz y José Alvarez de


Rixo, Introducción y notas de Sebastián Hernández Gutiérrez.

AGOTADOS

Estudios sobre historia de América, Armas Medina, Fernando de,


1973 - 350 págs.

Breves noticias históricas de las Islas Canarias, Blanco,


Joaquín, 1976 - 386 págs.

El manuscrito "De República Christiana" del Bachiller Juan


Mateo de Castro, Caballero Mújica, Francisco, 1979 - 335 págs.

Diario del descubrimiento, Colón, Cristóbal, 1976 - 600 págs.


Dos tomos.

Reducción de protestantes al catolicismo en Canarias durante el


siglo XVIII (1700-1812), Fajardo Spínola, Francisco, 1977 -174
págs.

Historia de la Real Sociedad Económica de Amigos del País de Las


Palmas (1776-1900), García del Rosario, Cristóbal, 1981- 251
págs.

Antonio Saviñón, constitucionalista (1768-1814), Guimerá


Peraza, Marcos, 1973 - 386 págs.

Estudios sobre el siglo XIX político canario, Guimerá Peraza,


Marcos, 1973 - 386 págs.

La endogamia en Fuerteventura, Martínez Encina, Vicente, 1980


- 498 págs.

Historia de la no-beligerancia española en la 2ª Guerra


Mundial , Morales Lezcano, Víctor, 1980 - 260 págs.

León y Castillo, Embajador (1887-1918), Morales Lezcano,


Victor, 1975 - 234 págs.

Sevilla, Canarias y América, Morales Padrón, Francisco, 1970-


356 págs.

Cedulario de Canarias, Morales Padrón, Francisco, 1970 - T. I:


515; T. II: 404; T. III: 421 págs.

Ordenanzas del Concejo de Gran Canaria (1531), Morales Padrón,


Francisco, 1974 - 78 págs.

Breves reflexiones sobre los nuevos aranceles de aduanas Murphy,


José 1966 - 67 págs.

Canarias: política y sociedad durante la Restauración, Noreña


Salto, Mª Teresa, 1977 - T. I: 176; T. II: 287 págs.

Historia de la francmasonería en Canarias, Paz Sánchez, Manuel


de, 1984 - 922 págs.

La esclavitud en las Canarias Orientales en el siglo XVI,


(Negros, moros y moriscos), Lobo Cabrera, Manuel, 1982 - 628
págs.

Las culturas prehistóricas de Gran Canaria, Martín de Guzmán,


Celso, 1984 - 822 págs.

El Jardín Botánico de Tenerife en el siglo XVIII, Rodríguez


García, Vicente, 1978 - 76 págs.

Estudios históricos de las Canarias Orientales, Rosa Olivera,


Leopoldo de, 1978 - 295 págs.

El Obispado de Telde, Rumeu de Armas, Antonio, 1986 - 227


págs., Coedición con Gobierno de Canarias y Ayuntamiento de
Telde.

Relaciones comerciales de Gran Canaria entre 1700 y 1725 (Una


aproximación a la burguesía mercantil canaria), Torres Santana,
Elisa, 1981- 160 págs.

Resumen Histórico documentado de la autonomía de Canarias,


Cabrera Velázquez, Manuel, 1973 - 57 págs.

La propiedad pública, vinculada y eclesiástica en Gran Canaria


en la crisis del Antiguo Régimen, Suárez Grimón, Visente, 1987
- 537/ 632 págs. Dos tomos.

Tesoros del Museo Canario (Ed. bilingue), Herrera Piqué,


Alfredo, 1990 - 140 págs. + ilust., Coedición con Ed. Rueda.

La emigración de las Islas Canarias en el siglo XIX, Hernández


García, Julio, 1981- 629 págs.

VARIA

Descripción y estudio de los impresos de los siglos XV y XVI


existentes en la Biblioteca del Museo Canario, Millares Carlo,
Agustin, 1975 -134 págs.

Biobibliografía de escritores canarios (Siglos XVI, XVII y


XVIII), Millares Carlo, Agustín y Hernández Suárez, Manuel, 1975
- 276 págs., Tomo I - Letra A.

Biobibliografía de escritores canarios (Siglos XVI, XVII y


XVIII), Millares Carlo, Agustín y Hernández Suárez, Manuel, 1977
- 312 págs.,Tomo II - Letras B y C.

Biobibliografía de escritores canarios (Siglos XVI, XVII y


XVIII), Millares Carlo, Agustín y Hernandez Suárez, Manuel, 1979
- 281 págs., Tomo III - Letras D y H.

Biobibliografía de escritores canarios (Siglos XVI, XVII y


XVIII), Millares Carlo, Agustín y Hernández Suárez, Manuel,
1980 - 338 págs., Tomo IV- Letra I.

Biobibliografía de escritores canarios (Siglos XVI, XVII y


XVIII), Millares Carlo, Agustín y Hernández Suárez, Manuel,
1987 - 406 págs., Tomo V - Letras J y P.

Biobibliografía de escritores canarios, Millares Carlo, Agustín


y Hernández Suárez, Manuel, 1993 - 725 págs., Tomo VI. Letras
Q y Z.

Recuerdos de un noventón, Navarro, Domingo José, 1991- 191 págs.

Ensayos sobre locura, arte e historia y otras meditaciones,


O'Shanahan, Rafael, 1991 - 400 págs.

Plan especial de Reforma interior de Arucas, Casariego, Joaquín,


1987 - 100 págs.

Guía de recursos y espacios culturales de Gran Canaria, 1993-


171 págs.

Las competencias de los Cabildos Insulares Sarmiento, Acosta, M.


J., 1993 - 294 págs.

Colón, almirante del océano tenebroso, Textos de Luisa Bisso.


Dibujos de Flavio Bozzoli, 1993 - 94 págs.

Zurgay.50 años de Poesía Canaria Junio, 1992

Las Palmas 1950 (Historia de la Iglesia Cubana), Cantero


Sarmiento, A., 1994 - 231 págs.

Ciencia y Política en el pensamiento de Juan León y Castillo,


Martín del Castillo, Juan F., 1994 -174 págs.
Ver Vegueta, Gago Vaquero, José L., 1993 -102 págs.,
Coedición Dirección General del Patrimonio Artístico. Gobierno
de Canarias.

EN PREPARACIÓN:

Las Palmas casi ayer, Fe, Mª Dolores de la.

AGOTADOS

Las monedas de la República Romana de la Col. Lifchuz en el


Museo Canario, Burgos Delgado, Mª Carmen, 1980 - 338 págs.

Las monedas del Imperio Romano de la Col. Lifchuz del Museo


Canario, Burgos Delgado, Mª Carmen, 1980 - 232 págs.

Historia del correo en Canarias, Espasa Civit, José Mª, 1978 -


251 págs.

Índice de la Col. de Documentos de Agustín Millares Torres,


Hernández Suárez, Manuel, 1977 - 71 págs.

Contribución a la historia de la imprenta en Canarias,


Hernández Suárez, Manuel, 1977 - 379 págs.

La pena de multa, Manzanares, J. L., 1977 - 471 págs.

COLECCIÓN "VIAJES"

Tenerife y sus seis satélites Stone, Olivia (Traducido por Juan


S. Amador Bedford) (Introducción de Allen, Jonathan)

Excursión y estudio en las Islas Canarias, Edwardes, Charles


(Traducido por Antonio Arbona Ponce)

EN PREPARACIÓN:

Canarias en la "Historia General de los Viajes", del Abate


Prevost, Estudio por Ángel Losada.

COLECCIÓN "LA GUAGUA"

El retablo barroco en Canarias, Trujillo Rodríguez, Alfonso,


1979 - 49 págs., N.º 2.
La organización económica de las Islas Canarias después de la
conquista (1478-1527), Aznar, Eduardo, 1978 - 44 págs., N.º 4.

Antropónimos indígenas canarios, Álvarez Delgado, Juan, 1979 -


43 págs., N.º 5.

Las comunicaciones marítimas interinsulares, Calero Martín,


Carmen G., 1979 - 36 págs., N.º 6.

La masonería en Canarias, Paz Sánchez, Manuel de, 1979 - 46


págs., N.º 7.

Grupos humanos en la sociedad canaria del siglo XVI, Lobo


Cabrera, Manuel, 1979 - 45 págs.

Figuras de la Iglesia canaria: Tavira, Infantes Florido, José


A., 1979 - 35 págs., N.º 9.

La literatura canaria, Artiles, Joaquín, 1979 - 55 págs., N.º


10.

El pleito insular, Guimerá Peraza, Marcos, 1979 - 44 págs.,


N.º 11.

La Real Sociedad Económica de Amigos del País de Tenerife, Romeu


Palazuelos, Enrique, 1979 - 37 págs., N.º 12.

La Pintura de Antonio Padrón, Santana, Lazaro, 1980 - 44 págs.,


N.º 24.

La medicina en la provincia de Las Palmas, Bosch Millares, Juan


y Bosch Hernández, Juan, 1981- 61 págs., N.º 25.

E1 imaginero José Luján Pérez, Alzola, José Miguel, 1981- 54


págs., N.º 26.

Viejos y nuevos cultivos canarios, Navarro Hernández, Mª Luisa,


1981 - 45 pags., N.º27.

Dialectología y cultura popular en Las Islas Canarias, Alvar,


Manuel, 1981 - 46 pags., N.º 28.

La pintura de cuadros de ánimas de Tenerife, Estar1iol Jiménez»


Juana, 1981 - 43 pags., N.º29.

La arquitectura de Las Palmas en el primer tercio del siglo XX,


Pérez Parrilla, Sergio, 1981 - 47 pags., N.º 31.

Prehistoria de la Isla de la Gomera, Navarro Mederos, Juan


Francisco, 1981 - 46 pags., N.º 32.

Alonso Quesada, Sánchez Robayna, Andrés, 1981 - 42 pags.,


nº 33.

Grabados rupestres del Archipiélago canario, Hernández Pérez,


Mauro, 1981 - 45 págs., N.º 34.

Enfermedades y accidentes de la población aborigen, Pérez, Pilar


Julia, 1981- 50 págs., Nº 35.

Arquitectura de la posguerra en Canarias, Navarro Segura, Mª


Isabel, 1981- 40 págs., Nº 36.

Víctor Doreste, Fe, Mª Dolores de la, 1982 - 45 págs., N.º 37.

La Real Sociedad Económica de Amigos del País de Las Palmas de


Gran Canaria, García del Rosario, Cristóbal, 1982 - 41 págs.,
Nº 38.

El azúcar en Canarias (S. XVI-XVII), Díaz Hernández, Ramón,


1982 - 49 págs., Nº 39.

Últimas tendencias del arte en Canarias, Díaz Beltrana, Carlos,


1982 - 49 págs., Nº 40.

La ensenanza en Canarias, Negrín Fajardo, Olegano, 1982-60


pags., N.º 42.

La nueva narrativa canaria, Rodríguez Padrón,Jorge, 1982-49


pags. Nº 43.

La pesca en Canarias Guzmán, Prudencio, y otros, 1982-45 págs.,


Nº 44.

Extranjeros ante la Inquisición de Canarias en el siglo XVIII,


Fajardo Spínola, Francisco, 1982-39 pags., Nº 45.

Ias bibliotecas en Las Palmas, Cabrera Perera Antonio, 1982-53


págs., Nº 46.

La segunda República y las elecciones en la provincia de Las


Palmas, Millares Cantero, Agustín, 1982-54 págs., Nº .º47.
Aguimes artístico, Artiles, Joaquín, 1982-46 págs., Nº 48.

El Arrorró, Pérez Vidal, José, 1983 - 48 págs., Nº 49.

Galdós (1843-1920), Nuez, Sebastián de la, 1983 - 67 págs., Nº


50.

La arquitectura gótica en Canarias, Pérez Aguado, Luis, 1983 -


36 págs., Nº 51.

Población, empleo y paro en Canarias, Díaz Rodríguez, Mª del


Carmen y Martín Ruiz, Juan F., 1983 - 41 págs., Nº 52.

Florilegio de los pregones de Ntra. Sra. del Pino, Rodríguez


Artiles, Florencio, 1983 - 60 págs., Nº 53.

Juan Ismael (La Constancia Surrealista), Bernier, Michel, 1983


- 60 págs., Nº 54.

Productos de América en Canarias, Borges, Analola, 1983 - 41


págs., Nº 55.

El maestro don Santiago, Tejera Osavarry, Alzola, José Miguel,


1983 - 50 págs., Nº 56.

Los montes de Gran Canaria en la primera mitad del siglo XIX,


González Chávez, Jesús, 1983 - 43 págs., Nº 57.

Las pintaderas canarias, Alcina Franch, José, 1983 - 40 págs.,


Nº 58.

El poeta Rafael Bento y Travieso (1782-1831), Evora Molina, J.,


1987 - 96 págs., Nº 65.

E1 campo en Gran Canaria, Martín Ruiz, Juan F. y Glez., Morales,


A., 1990 -104 págs., Nº 67.

Elecciones y diputados a Cortes en Las Palmas durante el siglo


XIX, Pérez García, José Miguel, 1990 - 70 págs., Nº 68.

Boceto biográfico de Agustín Millares Carlo, Moreiro Glez., José


A., 1990- 102 págs., Nº 69.

El pintor Juan de Miranda, Rodríguez, Margarita, 1990 - 57 págs.


24 ilust. color, y b/n., Nº 70.

La difusión del libro en Las Palmas durante el reinado de Isabel


II, Luxán Meléndez, Santiago y Hernández Socorro, Mª de los
Reyes, 1990- 111 págs., Nº 71.

El pintor Néstor Martín, Fernández de la Torre, 1887., 1938,


Alemán, Saro, 1991- 71 págs:, 10 ilust. color, Nº 72.

El Tribunal de la Inquisición en Canarias (1505-1526), Ronquillo


Rubio, Manuela, 1990 - 48 págs., Nº 73.

José Clavijo y Fajardo (1726-1806), Nuez Caballero, Sebastián,


1990 - 79 págs., Nº 74.

Nuevas aportaciones al estudio de la emigración clandestina de


las Islas Canarias a América Latina, Medina Rodríguez, J,.
Martínez y Gálvez, I., 1992 - 54 págs. Nº 75.

La Ilustración en Canarias y su proyección en América, Hernández


González, Manuel, 1993 - 72 págs. Nº 76.

Aspectos de la arquitectura mudéjar en Canarias Fraga, Mª Carmen


2ª edición ampliada, Nº 77.

EN PREPARACIÓN:

Actividad económica, tráfico y red vial en Tenerife Hernández


Luis, J. A.

AGOTADOS

Cómo vivían los antiguos canarios, Morales Padrón, Francisco,


1978 - 54 págs, Nº 1.

Los primeros europeos en Canarias(s.XIV-XV), Ladero Quesada,


Miguel A., 1979- 46 págs. Nº 3.
Historia de las tradiciones del Pino, Cazorla, Santiago, 1980 -
51 págs., Nº 13.

Franchy y Roca, Hurtado Mendoza, Ambrosio, 1980 - 43 págs., Nº


14.

Aspectos de la arquitectura mudéjar en Canarias, Fraga González,


Mª del Carmen, 1980 - 42 págs., Nº 15.

Caja de Ahorros y Monte de Piedad, Martínez de la Fe, Juan A.,


1982 - 42 págs., Nº 16.

Las cerámicas aborígenes canarias, González Antón, Rafael,


1980 - 50 págs., Nº 17.

Canarios en la conquista y repoblación de Tenerife, Rosa


Olivera, Leopoldo de la, 1980 - 69 págs., Nº 18.

El jardín botanico de Tenerife, Rodríguez García, Vicente,


1980 - 48 págs., Nº 19.

Manolo Millares Westerdahl, Eduardo, 1980 - 46 págs., Nº 20.

El ornamento personal entre los aborígenes canarios, Jiménez


Gómez, Mª Cruz, 1980 - 37 págs., Nº 21.

Formaciones arbóreas de Canarias, Ortuño Medina, Francisco,


1980 - 49 págs., Nº 22.

Santa Cruz de Tenerife, Cioranescu, Alejandro, 1980 - 37 págs.,


Nº 23.

El enterramiento en las Canarias prehispánicas, Arco Aguilar,


Mª Carmen, 1981 - 37 págs., Nº 30.

Canarias y América, Morales Padrón, F., 1982 - 60 págs., Nº


41.
Visión sesgada de un gran Obispo: el Doctor, Pildaín (1890-
1973), Rodríguez Doreste, Juan, 1985 - 43, págs., Nº 59.

Pequeña historia del Puerto y Refugio y de la Luz, Quintana


Navarro, Francisco, 1985 - 72 págs., Nº 60.

Canarias y África (Altibajos de una gravitación), Morales


Lezcano, Víctor; García Franco, Vicente, y Pereira Rodríguez,
Teresa, 1985 - 77 págs., Nº 61.

El gabinete literario: Estudio histórico-artístico, Aranda


Mendíaz, Manuel, 1985 - 47 págs., Nº 62.

Orígenes del periodismo canario (1750-1850), Laforet, Juan


José, 1987 - 57 págs., Nº 63.

La emigración canaria contemporánea (s.XIX), Hernández García,


Julio, 1987 - 57 págs., Nº 64.

Rafael Guerra del Río (De "joven bárbaro" a Ministro de Obras


Públicas), Millares Cantero, Sergio, 1987 - 66 págs., Nº 66.

COL. "ÍNSULAS DE LA FORTUNA"

Pesquisa de Cabitos, Estudio; transcripción y notas de Eduardo


Aznar Vallejo, 1991- 301 págs.

Canarias: Crónicas de su Conquista, Morales Padrón, F., 2ª ed.


1993 - 536 págs.

EN PRENSA

Memorias de Lope Antonio de la Guerra y Peña. (Tenerife en la


segunda mitad del siglo XVIII), Introducción, estudio y notas
de Enrique Romeu Palazuelo.
Topografía de la isla de Gran Canaria, Fray José de Sosa
(Estudio, transcripción y notas de Manuela Ronquillo y Ana Viña)

EN PREPARACIÓN:

Resumen histórico descriptivo de las Islas Canarias, Dénis Grek,


Domingo (Estudio y notas de José Miguel Alzola y José Miguel
Pérez García)

Diario de Romero y Ceballos, Estudio y notas de Vicente Suárez


Grimón

Discurso y Planta de las Islas de Canaria de Lope de Mendoza,


Estudio, transcripción y notas de Eduardo Aznar Vallejo

Diario de Antonio Bethencourt, Estudio y notas de Bethencourt


Massieu. A.

Libro Rojo, Estudio, transcripción y notas de D. Pedro Cullen


del Castillo, (Transcripción Lobo Cabrera, M.)

Ordenanzas del Concejo de Gran Canaria (1531), Morales Padrón,


F., 2ª edic.

COL. "ALISIOS"

Aportación canaria a la población de América, José Pérez Vidal,


1991- 180 págs.

Canarias e Inglaterra: el comercio de vinos (1650. 1800),


Antonio Bethencourt Massieu, 1991- 147 págs.

Canarias en los cronistas de Indias, Francisco Morales Padrón


La burguesía mercantil en las Canarias Orientales, Elisa Torres
Santana, 1991- 176 págs.

Las Conquistas de Canarias y América, Silvio Zavala, 1991- 123


págs.

Diario patético de un emigrante, Navarro Torrent, A.,


Introducción de Francisco Morales Padrón, 1991- 148 págs.

Construcción naval y tráfico maritimo en Gran Canaria en la


segunda mitad del siglo XVIII, Vicente Suárez Grimón 1993 -188
págs.

Ensayos del Nuevo Mundo, García Ramos, Juan M. 1993 - 287 págs.

La metrópoli insular. Rivalidad canario-sevillana en el comercio


de Indias (1650-1708), Pablo Emilio Pérez-Mallaina Bueno, 1993 -
202 págs.

EN PREPARACIÓN:

Genoveses en Canarias Leopoldo de la Rosa Olivera .

El tráfico comercial entre Canarias y América durante el siglo


XVII, Ángel López Cantos.

COLOQUIOS, CONGRESOS

Índices de los Coloquios de Historia Canario-Americana


(Alfabético y cronológico), 1990 - 109 págs.

IV Coloquio (1980), 1982, T. I - 699 págs., T. II - 931 págs.

V Coloquio (1982), 1985, T. I - V. 1, 571 págs., T. I - V. 2,


546 págs., T. II - 929 págs., T. III - 600 págs., T. IV- 919
págs.

VI Coloquio (1984), 1987, T. I - V. 1, 528 págs., T. I - V. 2,


519 págs., T. II - V. 1, 518 págs., T. II - V. 2. 520 págs., T.
III - 466 págs.(Aula Canarias-NW. de África)

VII Coloquio (1986) 1990 T. I - 829 págs. T. II - 839 págs.

VIII Coloquio (1988) 1991 T. I - 897 págs. T. II - 899 págs.

IX Coloquio (1990) 1992 T. I - 1.126 págs. T. II - 1554 págs.

II Aula Canarias-NW. de África (1986), 1988, 550 págs.

X Coloquio de Historia Canario-Americana (1992) 1994 - 2 tomos


T. l- 1.400 págs. T. II - 1.450 págs.

III Aula Canarias-NW. de África (1988), 1993 - 489 págs.

AGOTADOS

I Coloquio (1976), 1977 - 442 págs.

II Coloquio (1977), 1979, T. I., 426 págs.

III Coloquio (1978) 1980 T. I, 530 págs. T. II, 576 págs.

PUBLICACIONES PERIODICAS

ANUARIO DE ESTUDIOS ATLANTICOS


1975 - Nº 21 1976 - Nº 22 1977 - Nº 23 1978 - Nº 24 1979 - Nº
25 1980 - Nº 26 1981 - Nº 27 1982 - Nº 28 1983 - Nº 29 1984 - Nº
30 1985 - Nº 31 1986 - Nº 32 1987 - Nº 33 1988 - Nº 34 1989 - Nº
35 1990 - Nº 36 1991 - Nº 37 1992 - Nº 38 1993 - Nº 39
EN PREPARACIÓN:

Indices de los A.E.A. N.ºs 1-39 (1955-1993)

Sumario de Anuario de Estudios Atlanticos Nºs 1-38, (1955-1992)


1993 - 132 págs.

AGOTADOS

Agotados del Nº 1 al Nº 21, ambos inclusive.


O CENTRO DE ESTUDOS DE HISTÓRIA DO ATLÂNTICO

SEDE: Rua dos Ferreiros, 165


9000- Funchal

TELEF.: (91)229635
FAX.: (91) 230341

DIRECÇÃO: Presidente: Prof. Joel Serrão


Vice-Presidente: Dr. José Pereira da Costa
Secretário: Doutor Alberto Vieira
1.CRIAÇÃO E OBJECTIVOS

O Centro de Estudos de História do Atlântico, criado pelo


decreto legislativo regional nº.20/85, de 17 de Setembro, tem
por objectivo principal coordenar a investigação e divulgação da
História das Ilhas Atlânticas. A presença e empenho dos
arquipélagos atlânticos(Açores, Canárias, Cabo Verde e São Tomé)
faz-se, em termos institucionais e realizações, através de
delegados ao Conselho Consultivo.

A direcção do Centro foi assumida, desde a primeira hora, pelo


Prof. Doutor Luís de Albuquerque, coadjuvado pelo Prof. Doutor
Joel Serrão e drs José Pereira da Costa e Alberto Vieira. Após a
morte do Prof. Luís de Albuquerque assumiu a presidência o Prof.
Joel Serrão.

2.ACTIVIDADES

As iniciativas do Centro desenvolvem-se em Conferências,


Colóquios, projectos de investigação e publicação de textos
inéditos.

2.1.Conferências. O Centro realizou nos últimos cinco anos mais


de uma centena de conferências que contaram com a presença de
destacados historiadores nacionais e estrangeiros. De entre
estes citam-se os Professores Jean Delumeau, C. A. Medeiros,e
A.J. Russell-Wood, Charles Verlinden, W. Randles, I. Caracci
(...).

2.2.Colóquios. Até ao presente o Centro organizou 3 colóquios


internacionais de que resultou a publicação de 4 volumes com
mais de trezentas comunicações sobre a História das Ilhas
Atlânticas.
2.3.PUBLICAÇÕES

Desde 1986 até o presente o Centro de Estudos de História do


Atlântico publicou 13 obras dedicadas à temática da História
das Ilhas Atlânticas, divididas em três colecções:

MEMÓRIAS

1. VIEIRA, Alberto: O Comércio Inter-Insular nos Séculos XV e


XVI, Madeira, Açores e Canárias, 1987.

2. NEVES, Carlos Agostinho das: São Tomé e Princípe na Segunda


Metade do Século XVIII, 1990.

3. LOBO CABRERA, Manuel: El Comercio Canario Europeo Bajo


Felipe II, 1988.

4. PEREIRA, Fernando Jasmins: Estudos sobre a História da


Madeira, 1990 .

5. VIEIRA, Alberto: Os Escravos no Arquipélago da Madeira.


Séculos XV a XVI, 1990.

6. DOMINGUES, Angela: Viagens de Exploração Geográfica na


Amazónia em finais do Século XVII: Política,Ciência e
Aventura, 1991.

7.SALDANHA, António Vasconcelos: As Capitanias. O Regime


Senhorial na Expansão Ultramarina, 1992.

8. Gonçalves, Ernesto, Portugal e a Ilha, 1992

8. MUNCH, Susana: A Fazenda Real no século XVI, 1993.

9. Actas do II Colóquio Internacional de História da Madei-


ra.1990

10. Actas do III Colóquio Internacional de História da


Madeira, 1993.

ATLÂNTICA

1. ALBUQUERQUE, Luís de, VIEIRA, Alberto: O Arquipélago da


Madeira no Século XV,1987.

- The Archipelago of Madeira in the XV Century,1987.


2. SERRÃO, Joel: Temas Históricos Madeirenses, 1992.

3.VARIOS, As Sociedades Insulares no Contexto das Inter-In-


fluências Culturais do Século XVIII, 1993.

4.VÁRIOS, O infante D. Henrique e as ilhas Atlânticas, 1994

DOCUMENTOS

1. COSTA, José Pereira da, Livros de Contas da ilha da


Madeira, 1989

2.VIEIRA, Alberto: História do Vinho de Madeira, 1993.

3. COSTA, José Pereira da: Livros de Ordenados em Ordens


Menores, 1994.

4. COSTA, José Pereira da: Vereações do Funchal no Século XV,


1994.

SEPARATAS

1. MEDEIROS, Carlos Alberto: Porto Santo e Corvo. Aspectos da


Ocupação Humana em Espaços Insulares Restritos, 1988.

2. RANDLES, William G.: La Representation de l'Atlantique dans


la Conscience Européenne au Moyen Age et à la Renaissance,
1989.

3. RANDLES, William G.: Le Project Asiatique de Christophe


Colomb devant la Science Cosmographique Portugaise et
Espagnole de son Temps, 1989.

4. VERLINDEN, Charles: Petite Proprieté et grande Entreprise à


Madère à la fin du XV ème siècle, 1990.

5. VIEIRA, Alberto,RODRIGUES, Víctor Luís Gaspar: A


Administração do Município do Funchal, 1990.

6. RODRIGUES, Miguel Jasmins,OLIVEIRA, Rosa Bela: Espaços


Políticos de Subordinações e Articulações. A Madeira no 1º
período de prosperidade sacarina, 1990.

7. MIRANDA, Susana Munch: O Porto do Funchal. Estrutura


Alfandegária e Movimento Comercial (1500-1526), 1990.

8. KELLENBENZ, Hermann: Relações Comerciaias da Madeira e dos


Açores com Alemanha e Escandinávia, 1990.

9. RIBEIRO, João Adriano: As Serras de Água na Capitania de


Machico, Séculos XV-XVIII, 1990.
10. COSTA, José Pereira da: Livros de Matrícula 1538/1553-
1554/1558, 1990.

11. COSME, João dos Santos Ramalho, MANSO, Maria de Deus


Beites:Cartas de Perdão e Legitimação Concedidas aos Moradores
do Arquipélago da Madeira, 1990.

12. CARITA, Rui Alexandre: Os Tectos de Alfarge da Madeira.


Século XVI (As Relações da Madeira com a Arte Islâmica), 1990.
13. STEGAGNO-PICCHIO, Luciana: O Sacro Colégio de Alfenim.
Considerações sobre a Civilização do Açúcar na Ilha da Madeira
e noutras Ilhas, 1990.

14. RAMOS PEREZ, Demetrio: Madeira, como Centro del Espionaje


espanol sobre las Actividades Britanicas, en el Siglo XVIII,
1990.

15. GOMES, Fátima Freitas: Oficiais e Ofícios Mecânicos no


Funchal (Séculos XVIII a princípios do Século XIX), 1990.

16. DOMINGUES, Francisco J. R. Contente: Sociedades


Cientificas da Madeira. Século XVIII, 1990.

17. COUTO, Adelaide Barbosa, GAMA, Edina Laura Nogueira da


SANT'ANA, Maurício de Barcellos: O Povoamento da Ilha de Santa
Catarina e a Vinda dos Casais Ilhéus, 1990.

18. FERRAZ, Maria de Lurdes Freitas: A Cidade do Funchal na 2ª


Metade do Século XVIII - Freguesias Urbanas, 1990.

19. BRANCO, Jorge de Freitas: Factor Ecológico e Hegemonia


Política: questões em torno da Madeira (Séculos XVIII-XIX),
1990.

20. HERNANDEZ GUTIÉRREZ, A. Sebastián: Las estampas


Madeirenses de Alvarez Rixo. 1812-1814, 1990.

21. CASTELO-BRANCO, Fernando: A Sociedade Funchalense dos


Amigos das Ciências e Artes, 1990.

22. PINTO, Maria Luís Rocha, RODRIGUES, Teresa Ferreira: A


Madeira na Viragem do Século(1860-1930) - Características da
Sua Evolução Demográfica, 1990.

23. PIAZZA, Walter Fernando: Raízes Madeirenses em Santa


Catarina, Brasil, 1990.

24.HERNANDEZ GONZALEZ, Manuel: Entre el Apoyo a la


Emancipación Americana y el Servicio al Colonialismo Espanol:
Las Contradictorias Actividades del Liberal Madeirense Cabral
de Norona en los Estados Unidos(1811-1819), 1990.

25. ALVES, José Augusto dos Santos: O Patriota Funchalense ou


o elogio do contrapoder, 1990.

26. HIGGS, David: Francis Silver (1841-1920), ou seja


Francisco da Silva no Contexto da Migração Portuguesa para o
Canada antes de 1940: Arte e uma Odisseia Atlântica, 1990.

27. MENEZES, Noel: The First Twnety-Five Years of Madeiran


Emigration to British Guiana. 1835-1860, 1990.

28. RAKÓCZI, István: A Morte na Madeira...O Exílio do último


Imperador Habsburgo na Madeira, 1990.

29. CASTELO-BRANCO, Maria dos Remédios: Perspectivas


Americanas da Madeira, 1990.

30. SILVA, António Ribeiro Marques da: Os Inícios do Turismo


na Madeira e nas Canárias.O Domínio Inglês, 1990.

31. MINCHINTON, Walter: Bristish Residents in Madeira before


1815, 1990.

32. VERÍSSIMO, Nelson: O Alargamento da Autonomia dos


Distritos Insulares. O debate na Madeira (1922-1923), 1990.

33. MAURO, Frédéric: L'Atlantique plus Grand que L'Atlantique:


Les Fleuves Protongent la Mer, 1990.

34. LOBO CABRERA, Manuel: La Historia de Las Islas: Canarias y


Madeira, 1990.

35. GREENFIELD, Sidney M.: As Ilhas da Madeira e Cabo Verde:


rumo a uma Sociologia Comparativa de Diferenciação Colonial,
1990.

36. GUEDES, Max Justo: As Ilhas Atlânticas e a sua


Contribuição à Restauração do Nordeste Brasileiro,1990.

37. SILVA, José Gentil da: Mundo Atlântico: Ilhas que não são
Utopias, Terras de Homens, Criação de que Mundo?, 1990.

38. MORENO, Humberto Baquero: Duas Cartas de Segurança


Marítima Concedidas a Súbditos Estrangeiros por D. Afonso V,
1990.

39. LUXAN MELENDEZ, Santiago de: Islas Adyacentes (Madera y


Azores) y Plazas Portuguesas del Norte de Africa. Canarias y
la baja Andalucia ante la Restauración Portuguesa (Avance de
una investigación en curso),1990.

40. SILVA, António Leão de Aguiar Cardoso Correia e: A


Influência do Atlântico na Formação de Portos em Cabo
Verde,1990.
41. SANTOS, Maria Emília Madeira: Rotas Atlânticas o Caso
da Carreira de S. Tomé, 1990.

42. BOXER, Charles Ralph: Breve apontamento sobre o


"Primeiro Livro de Viagens" de Gonçalo Xavier de Barros
Alvim, 1990.

43. FAJARDO SPINOLA, Francisco: Azores y Madeira en el


Archivo de la Inquisición Canaria (Nuevas portaciones),
1990.

44. ANAYA HERNANDEZ, Luís Alberto: Una comunidad


Judeoconversa de origem portuguesa a comienzos del siglo
XVI en la isla de La Palma, 1990.

45. RIVERO SUAREZ, Benedicta: El Proceso de Elaboración


del Azucar en Tenerife en el siglo XVI,1990.

46. FERNANDES, José Manuel: Arquitectura Vernácula e


Estruturas nos Arquipélagos da Macaronésia (Madeira,
Açores, Canárias) -Similitudes e Contrastes Séculos XV-
XVIII, 1990.

47. FERREIRA, Ana Maria Pereira: O Corso Francês e o


Comércio entre Portugal e as Canárias no Século XVI
(1521-1537), 1990.

48. MANSO, Maria de Deus Beites,Cosme, João dos S.


Ramalho: Traços da Economia Cabo Verdiana(1462-1521),
1990.

49. TORRES SANTANA, Elisa: El Comercio Gran Canario con


Cabo Verde a Principios del siglo XVII,1990.

50. SUAREZ GRIMON, Vicente: Crisis de Subsistencias en


Lanzarote y Fuerteventura a Principios del Siglo XVIII,
1990.

51. HENRIQUES, Isabel Castro: Formas de intervenção e de


Organização dos Africanos em S.Tomé nos Séculos XV e XVI,
1990.

52. NEVES, Carlos Agostinho: Livro de registo do


Rendimento e Despesa da Fazenda Real de S. Tomé e
Principe (1760-1770), 1990.

53. ROCHA, Gilberta: Os Açores na Viragem do Século


(1860-1930):Caracteristicas da sua Evolução
Demográfica,1990.

54. SILVA, Gracilda Alves de Azevedo: O Rio de Janeiro e


a Região de Bangu na Economia Atlântica, 1990.
55. LEITE, José Guilherme Reis: O 2º Movimento
Autonomista Açoriano e a Importância da Madeira no
seu Desenvolvimento, 1990.

56. MONJARDINO, Alvaro: Raízes da Autonomia


Constitucional, 1990.

57. CARACI, Ilaria Luzzana: Cassiteridi, Gorgadi e


Esperidi dopo la Scoperta dell'America, 1990.

58. RANDLES, W.G.L: La Cartographie del'Atlantique a la


Veille du Voyage de Christophe Colomb, 1990.

59. BELVEDERI, Raffaele: Cultura Genovesa e Cultura


Atlantica, 1990.

60. FONSECA, Luís Adão da: O Itinerário de Usodimare:


Inspiração Livresca, experiência Mediterrânica e
Navegações Atlânticas em meados do Século XV, 1990.

61. PINTO, João Rocha: Reflexões em torno do Códice de


Leonardo Torriani Cremonense ou uma certa Visão da
Madeira ou da Real Importância de um Autor e de uma Obra,
1990.

62. PELOSO, Silvano: Giulio Landi e a "Insulae Materiae


Descriptio": Novos Documentos, 1990.

63. KHÉDE, Sonia Salomão: Paradigmas da Literatura


Popular Portuguesa Medieval no Brasil Contemporâneo: A
ilha da Madeira de Baltasar Dias e o Sertão Nordestino de
João Martins de Ataíde, 1990.

64. HERRERA PIQUÉ, Alfredo: La Expedición Francesa e a


Australia y las Islas Canarias una Vision de Tenerife en
el ano 1800, 1990.

65. RADULET, Carmen M.: Açores, Madeira e Canárias,


Cenário "Exótico" para um Romance de Julio Verne: "A
Agência Thompson & Ca", 1990.

Fora de Série

Fotografia e Fotógrafos Insulares.Açores, Canárias e


Madeira,(catálogo da exposição realizada nop Museo
Canario em Outubro de 1990)
INSTITUTO DE ESTUDIOS CANARIOS

DIRECÇÃO: CALLE BENCOMO, 32,


Apartado de Correos 498,
38201- La Laguna de Tenerife

TELEF.:(22)250592

Biblioteca, Hemeroteca y Archivo abiertos al Público de


5 a 8 de la tarde
EL INSTITUTO DE ESTUDIOS CANARIOS
(Breve reseña histórica)

E1 Instituto de Estudios Canarios en la Universidad de La


Laguna nació, según consta eu su Acta Fundacional, el 11
de octubre de 1932. La sesión constituyente fue presidida
por el Rector de la Universidad de La Laguna, Dr. Don
Francisco Hernández Borondo, y el Acta fue redactada por
María Rosa Alonso, secretaria de la comisión
organizadora. Recibieron el encargo de componer los
Estatutos los profesores de la Facultad de Derecho, Don
Francisco Aguilar y Don Manuel González de Aledo. Unos
meses más tarde, el 23 de diciembre del mismo año, se
procedió a elegir la Primera Junta de Gobierno del
Instituto, recayendo el cargo de Presidente en Don José
Peraza de Ayala y Rodrigo-Vallabriga y el de secretaria
en Maria Rosa Alanso.

La primera secretaria del Instituto ha explicado muchas


veces que la idea de fundar una institución semejante
surgió a raíz de un articulo del Profesor de Geografía e
Historia, Don Salvador Quintero Delgado, en el diario La
Tarde (20 de marzo de 1930), en el que propugnaba la
creación de un Centro de Estudios Tinerfeños para centrar
el quehacer intelectual de la Isla en la búsqueda de una
auténtica personalidad historico-cultural, "de un
programa permanente, estable, que resista a todas las
rotaciones políticas".

La idea fue defendida por Maria Rosa Alonso en una


ponencia al Congreso Insular de Estudiantes del 24 de
abril de 1932, en una Conferencia pronunciada en el
Ateneo de La Laguna y en una serie de articulos
publicados en el diario Hoy de Santa Cruz de Tenerife. Se
señalaba en la ponencia la creación de una Entidad que
por medio de sus secciones de estudios históricos,
literarios y científicos, llevase a cabo, al amparo de la
Universidad, una tarea de divulgación de la cultura de
las Islas, tratando de formar una biblioteca de autores
canarios y una revista periódica que sirviera de órgano
de la Institución. (Para más detalles, cf.C.GUIMERA
LOPEZ, La fundación del Insiituto de Estudios Canarios.
La Laguna, I.E.C., 1992).

La historia del Instituto "pudiera tener -escribe Maria


Rosa Alonso (RH 11/70, 1945, 230) tres períodos: el
primero, desde el 20 de marzo de 1930, incluyendo su
fundación... hasta su constitución... El segundo, desde
esta fecha al 30 de junio de 1936, y el tercero, desde el
23 de noviembre de ese año -fecha en que al parecer se
celebró una sesi6n en una casa particular de Santa Cruz
de Tenerife- hasta nuestros días y que es el periodo que
recoge Tagoro" (La Laguna, 1944). Segun se indica en
dicha publicación, la Junta, electa en 1936 y presidida
por Don Andrés de Lorenzo-Cáceres, no tomó posesión hasta
el 30 de octubre de 1939. Un cuarto periodo podría
establecerse a partir de la primera presidencia del
Dr.Don Elias Serra Rafols (de 1952 a 1958), en el que la
actividad científica, de divulgación y editorial del
Instituto se recoge anualmente (desde 1956) mediante la
publicación de Estudios Canarios. Anuario del Instituto
de Estudios Canarios (el último número editado es el 38 y
corresponde al año 1993).

De su actividad editorial sobresale su sección de Fontes


Rerum Canariarum o "Colección de textos y documentos para
la historia de Canarias", iniciada desde el periodo
fundacional del Institutos con la obra Conquista de la
isla de Gran Canaria. Crónica anónima conservada en un
Ms.de la Biblioteca Provincial de La Laguna (La Laguna,
1933). En el prólogo a dicho volumen y bajo el epígrafe
"Nuestros propósitos" escribía Don Elías Serra: "Fontes
Rerum Canariarum, colección de textos narrativos o
documentales de interés para el pasado de las Islas. En
ella nos limitamos a la reproducción del texto antiguo,
objeto de cada fasciculo, y a un estudio del mismo texto,
de sus relaciones con otros, de su aprovechamiento por
nuestros historiadores del pasado. En cambio, los
estudios originales sobre puntos históricos, debidas a
plumas actuales, son objeto de otras colecciones." En
esta colección el Instituto ha publicado, desde la
señalada etapa inicial hasta nuestros días, 35 volúmenes.

Un hito importante para el Instituto de Estudios Canarios


lo representó, sin duda, su incorporación al Consejo
Superior de Investigaciones Cientificas en virtud de un
Decreto de la Presidencia del Gobiemo de 10 de noviembre
de 1942 (B. O. de 23 del mismo mes y año) . El Decreto
comienza así: "Al decretar el funcionamiento del Consejo
Superior de Investigaciones Cientificas se buscó que
todas las vocaciones puedan concurrir a la labor
investigadora, «sin que sea obstáculo su clasificación
administrativa o su situación geográfica»". Y unos
párrafos más adelante añade: "Los estudios etnográficos,
linguísticos e históricos realizados por el Instituto de
Estudios Canarios deben ser alentados para que adquieran
crecimiento vigoroso, y al mismo tiempo debe extenderse
la actividad del Instituto a los demás sectores de la
investigación, especialmente a la consideración de la
naturaleza fisica y del desarrollo biológico de las
Islas, en las que interlieren condiciones óptimas para
alcanzar riquezas y bellezas de fertilísimo paraíso. El
Instituto ha de ser la proyección de la labor del Consejo
Superior de Investigaciones Científicas en el
Archipielago, destacando, por tanto, del conjunto
investigador aquellas disciplinas espirituales,
biológicas y físicas que puedan enfocar específicamente
el estudio de las Islas. " Después de la última
reesetructuración del C.S.I.C., el Instituto de Estudios
Canarios permanece unido a dicho Consejo como miembro de
la Confederacion Española de Centros de estudios Locales
(C.E.C.E.L.).

La Laguna, 21 de marzo de 1995

Manuel Marrero
"Para hacer una suscinta historia del Instituto de Estudios Canarios, comenzaremos por transcribir íntegramente el acta de
constitución, que refleja no sólo quienes fueron las personas que en su creación intervinieron, sino también la idea que los
animaba.(...)[acta da fundação em anexo]

Al siguiente día se volvieron a reunir los miembros fundadores. hajo la presidencia del Sr.Vidal Torres, por ausencia del Sr. Rector;
acordaron encargar a los Sres. González de Aledo y Aguilar llevar a cabo un proyccto de los Estatutos sociales, y la Srta. María
Rosa Alonso destacó los mcritos contraídos con respecto a la fundación del Instituto por el licenciado en Filosofía y Letras don
Salvador Quintero Delgado, al que acuerdan dar un voto de gracias.

El 27 de octubre siguiente, en nueva reunión, se cambiaron impresiones sobre la marcha de la redacción de los Estatutos y en
relación al homenaje a don José Rodríguez Moure; se autorizó la presencia de don Edmundo Trujillo, iniciador de tal homenaje, al
que la junta acuerda prestar su apoyo.

Redactado el borrador de los Estatutos por los Sres. Aguilar y González de Aledo; presentadas diversas enmiendas al mismo, en
sesión de 15 de noviembre del mismo año, se acuerda encargar a los citados señores la redacción definitiva dei Estatuto-
Reglamento, que es aprobado en nueva reunión de dos de diciembre del 1932.

El 14 de diciembre del mismo año acordó, en virtud de lo dispuesto en los Estatutos aprobados, invitar a las personas que reunan
las condiciones exigidas en los mismos, para reunión que tendrá lugar en el Ateneo de La Laguna, el 21 del mismo mes, para
constituir el pleno del Instituto, ante quien la comisión organizadora declinará sus poderes.

Queda enterada de telegrama del diputado a Cortes, don Alonso Pérez Díaz, en el que comunica que el Estado ha conseguido para
el próximo año subvención a favor del Instituto, y otra de don Agustín Millares Carlo, en la que ofrece todo su apoyo y el envío de
un ejemplar de su obra «Bibliografía de Autores Canarios».Y el Sr. Hernández Borondo, se congratula de la constitución del
Instituto, manifiesta que ha llegado al fin de su misión, por no ser canario ni haber publicado nada sobre las Islas. Reconociendo
la junta su condición de fundador, acuerda proponer al pleno su nombramiento de miembro de honor. El Sr. Rector ofrece una
dependencia de la Facultad de Derecho en la calle de San Agustín, para local oficial del Instituto.

El 23 de diciembre de 1932 tuvo lugar el acto de constitución del Instituto de Estudios Canarios, con la asistencia de don José
Rodríguez Moure, don Ramón de Ascanio y León, don Diego Guigou y Costa, don Anselmo J. Benítez, doña Constanza Carnochan,
don Elías Serra Rafols, don Buenaventura Bonnet, doña María Rosa Alonso, don José Peraza de Ayala, don Manuel González de
Aledo, don Andrés de Lorenzo-Cáceres y, como invitado el Dr. Dominik J.Wolfel, para formar el pleno del Instituto. Se excusa la
asistencia del Sr. Rector y de don Agustín Cabrera Díaz, por enfermedad.

Después de explicar la Srta. María Rosa Alonso la gestión de la misma y el Sr. González de Aledo el Estatuto de la institución, se
eligen, por aclamación, para formar la Junta de Gobierno del Instituto a los Sres. Peraza de Ayala, como presidente; don Anselmo J.
Benítez, como vicepresidente; la Srta. María Rosa Alonso, como Secretaria; don Diego Guigou, para tesorero; el Sr. González de
Aledo, para contador y el Sr. Bonnet para archiverobibliotecario.

(.....)

El día 3 de enero de 1933, tuvo lugar, con toda solemnidad, el acto público inaugural del Instituto y a continuación se invitó a
una cena al ilustre visitante de la Isla Dr. Dominik Wolfel.

El 29 de enero y bajo la presidencia de don José Peraza de Ayala, celebró el Instituto, sesión plenaria, en la que fueron admitidos
como miembros de número los Sres. Dr. Burchard, D. Agustín Cabrera Díaz, D. Emeterio Gutiérrez López, don Francisco Dorta
(AlEredo Fuentes), don Domingo Bello Rodríguez, don Martín Rodríguez Díaz Llanos y don Nicolás de Ascanio y Negrín, y como
correspondientes los Sres. don Agustín Millares Carlo, D. Luis Maffiotte La Roche y don Dacio V. Darias y Padrón, en Madrid; don
Simón Benítez Padilla, don Francisco de Quintana y León, marqués de Acialcázar, don José Feo Ramos7 don Eduardo Benítez
Inglott, don Agustín Espinosa Garcia y don Néstor Alamo Hernández, en Las Palmas; don Antonino Pestana, don Manuel Sánchez
Rodríguez y don Elías Santos Abreu, en La Palma.

(....)

Procede a la organización de las secciones del Instituto, integrando a los miembros en la siguiente forma: Ciencias Históricas y
Geográficas, los Sres. Serra, Rodríguez Moure, Benítez, Bonnet, Peraza de Ayala y Gutiérrez Ló. pez, y se designa para presidente al
Sr. Serra, secretario al Sr. Bonnet, y voca. les a los Sres. Rodríguez Moure y Benitez.

Literatura, Artes Plásticas y Música, los Sres. Lorenzo-Cáceres, presidente; Aguilar, secretario; vocales, la Srta. María Rosa Alonso y
el Sr.Vidal Torres.
Ciencias Económicas y Jurídicas a los Sres. González de Aledo, presi. dente; Peraza de Ayala, secretario; vocales, los Sres. Hernández
Borondo, yVidal Torres.

Ciencias Naturales: presidente don Agustín Cabrera; secretario Dr. Burchard, vocales Sra. Carnochan, D. Domingo Bello Rodríguez
y don Nicolás de Ascanio.

El Sr. Vicepresidente dona al Instituto veintisiete obras, entre libros y folletos, así como un cuadro de las demarcaciones de la
antigua Nivaria. La Junta acuerda expresarle su reconocimiento.

Se cambian impresiones sobre la organización del Boletín que ha de ser órgano del Centro; eligiéndose para director del mismo el
Sr. Serra Rafols y del cuerpo de redacción la Srta. María Rosa Alonso y don Andrés de Lorenzo-Cáceres.

(.....)

Como previene los Estatutos se procedió a la renovación de los cargos que corresponde elegir en el presente año y dio el siguiente
resultado: VicePresidente, don Leopoldo de la Rosa Olivera; Tesorero, don Leoncio Afonso; Bibliotecario, D.a Manuela Marrero;
Presidente de la Sección de Literatura, don Andrés de Lorenzo-Cáceres; de la de Arte y Música, don Rafael Hardisson; y de la de
Ciencias Naturales, don Antonio González.

El Instituto comenzó a publicar, a partir del curso 1955-1956, su anuario, bajo el título Estudios Canarios, y lo ha continuado
hasta el día; en el que se recogen las actas, memorias, sesiones científicas, cursos, etc. Comienza con el acta de la Junta General de
30 de octubre de 1955, así como con la memoria del curso anterior, 1954-1955.

(.....)

La relación de los Directores Presidentes es como sigue:


Don Elías Serra Rafols, hasta el curso 1954-1955 (venía ejerciéndola con anterioridad, por dos cursos y su prórroga).
Don Leopoldo de la Rosa Olivera, cursos 1955-1956, hasta el 1958-1959.
Don Tomás Cruz García, cursos 1959-1960 y 1960-1961.
Don Elías Serra Rafols, curso 1961-1962 hasta el 1964-1965.
Don Jesús Hernández Perera, curso 1965-1966 hasta el 1968-1969.
Don Telesforo Bravo, curso 1969-1970 hasta el 1972-1973.
Don Leopoldo de la Rosa, curso 1973-1974 hasta el 1976-1977.

Don WolfredoWildpret de la Torre, curso 1977-1978 hasta el 1980-1981


Don Telesforo Bravo, elegido para los cursos 1981-1982 y 1982-1983.

(....)

La comprensión del Patronato del Archivo y Museo de la Casa Ossuna, junto con la existencia de locales en dicho inmueble que
hacen compatible que realicen en el mismo local sus fines, tanto la Casa de Ossuna, como el Instituto de Estudios Canarios, motivó
la autorización primero (1966) de una conferencia en sus salones, como más tarde, la celebración en dicho inmueble de alguna de
sus Juntas Generales y por último, la toma de posesión por el Instituto, por acuerdo de aquel Patronato, de diversos locales el 28 de
junio de 1979. Haciendo un verdadero esfuerzo y gracias al tesón del Conservador de la Casa de Ossuna y miembro de la Junta de
Gobierno del Instituto, don Enrique Romeu Palazuelos, Conde de Barbate, se ha ido instalando decorosamente el Instituto en los
locales autorizados por el Patronato de la Casa de Ossuna, donde tiene su actual sede.

(....)

(Leopoldo de la Rosa Olivera, "Prologo", in 50 aniversario.1932-1982. I. Ciencias, Santa Cruz de Tenerife, 1982, pp.I-
XL)

ACTA DE FUNDACION

En la Ciudad de San Cristóbal de La Laguna, a las diez y siete horas del día once de octubre del año mil novecientos treinta y dos,
en el salón de actos de la Universidad, convocados por el Sr. Rector y bajo su presidencia, para fundar el Instituto de Estudios
Canarios, siguiendo la propugnación que del 1nismo ha hecho en el diario Hoy la escritora señorita María Rosa Alonso (María
Luisa Villalba) en cuatro artículos titulados "Corltribucion a url proyecto de Universillad'', aparecidos en las ediciones de los días
dos, cuatro, cinco y seis del mes actual, como ampliación de la ponencia que sobre el mismo asunto presentó dicha escritora en el
Congreso de Estudiantes Canarios celebrado en abril último, tomada por el Congreso en consideración unánimemente, y en una
conferencia dada en el Ateneo de La Laguna bajo el título "Al rrwrgerl de una orgarlizaciorz cultural de la Isla", en mayo del
mismo año, se reúnen los señores, don Francisco Hernández Borondo, catedrático numerario y Rector de la Universidad; don José
Peraza de Ayala y Rodrigo-Vallabriga, profesor auxiliar y Seeretario de la Facultad de Derecho, Bibliotecario del Centro, individuo
correspondiente de la Academia de la Historia Española y de otros Institutos nacionales y extranjeros, Director de "Revista de
Historia"; don Manuel González de Aledo y Rodríguez de la Sierra, profesor ayudante de la citada Facultad y Profesor Mercantil;
don Andrés de Lorenzo-Cáceres y Torres, Licenciado en Derecho y escritor; don Francisco Aguilar y Paz, profesor ayudante de la
misma Facultad y escritor; doña María Rosa Alonso Rodríguez, publicista, con trabajos histórico-literarios de Canarias premiados
en eertamen de "E1 Museo Canario" y autora del proyecto a que hace relación esta acta; don Buenaventura Bonnet y Reverón,
Licenciado en Filosofía y Letras y profesor auxiliar del Instituto de Segunda Enseñanza de La Laguna e historiador canario; y don
JuliánVidal Torres, Livenciado en Derecho y Filosofía y Letras y escritor.

Abierto el acto, se expresó por los asistentes el objeto de esta junta, y, en su eonsecueneia, por el señor presidente se deelaró fundado
el Instituto de Estudios Canarios, proeediéndose seguidamente a elegir quiénes habían de desempeñar los eargos direetivos.

Puesto a deliberación el asunto, la junta acordó que los señores asistentes actuasen todos en eomisión organizadora, designándose
para Presidente de la misma al expresado señor Rector; para Seeretario, a la señorita María Rosa Alonso, para Vieeseeretario, a don
Andrés de Lorenzo-Cáeeres; y eomo Vocales a los señores restantes.

Asimismo, se aeordó ofrecer la presideneia honoraria del Centro al venerable e ilustre historiador don José Rodríguez Moure,
Cronista Oficial de esta ciudad.

La señorita María Rosa Alonso indica la posibilidad de ir hacia la divulgaeión pública de los fines del Instituto y de reeabar el
apoyo moral y material para el mismo. Todos los señores reunidos abundaron en análogas manifestaeiones y en dar un earáeter
eminentemente regional al naeiente Instituto y de que, una vez redaetados sus Estatutos, se dé euenta oficial de la ereación del
mismo a las entidades del país, públicas y eulturales.

Acto seguido, se tomó el aeuerdo de eelebrar una reunión el día de mañana para eomenzar los trabajos de redaeeión de los
Estatutos.

Por último, se interesaron los reunidos sobre la manera de llegar a la organización de la Universidad Canaria eompletando eon la
faeeta regional el earácter universal que la Universidad, por tal, ostenta. E1 Sr.Vidal Torres expone también el interesante proyecto
de una organizaeión de la Universidad en euanto a su aspeeto de eampo de experimentación botániea, marítima y geológica de
nuestras Islas eon la ereación de una Facultad de Cieneias Naturales, term inando por p reocup arse e on todo s lo s p re sentes de
la laronta con strucción del edificio de la Universidad.

Con lo que se dio por terminado el acto, del que se extendió la presente acta, que firman, una vez leída y hallada conforme, los
expresados señores, m--ie-m--bros fundadores, que de todo lo eonsignado en ella eertifiean.

Firmas

Firman y rubrican

DR.HERNANDEZ BORONDO
MARIA ROSA ALONSO RODRIGUEZ
JOSE PERAZADE AYALA
FRANCISCO AGUILAR
JULIANVIDAL TORRES
MANUEL GONZALEZ DE ALEDO
ANDRES DE LORENZO-CACERES
B.BONNET
PUBLICACIONES

FONTES RERUM CANARIARUM

I. Conquista de la isla de Gran Canaria. Crónica anónima


conservada en un Ms. de la Biblioteca Provincial de La
Laguna. Texto e Introducción de Buenaventura Bonnet y
Elías Serra Ràfols. 1933. XXII más [2] pp. (28 cm).
Agotado.

II. Una fuente contemporánea de la Conquista de Canarias.


La «Crónica de los Reyes Católicos» de Mosén Diego de
Valera. Estudio preliminar y notas al capítulo XXXVII,
por Emilio Hardisson y Pizarroso. 1934. XIX más [1] más
42 más [2] pp. y 4 hojas con facsímiles en huecograbado
(28 cm). Agotado.

III. LEOPOLDO DE LA ROSA OLIVERA Y ELÍAS SERRA RAFOLS, El


Adelantado D. Alonso de Lugo y sul residencia por Lope de
Sosa. 1949. XLVIII más 188 más [10] pp. y 2 láminas.
Cubierta heráldica en policromía (28 cm). Agotado.

IV. Acuerdos del Cabildo de Tenerife, 1497-1507. Edición


y estudio de Elías Serra Ràfols. 1948. [6] más XIX más
[1] más 218 más [2] pp. y lámina facsímil y 1 mapa.
Cubierta heráldica en policromía (28 cm). Agotado.

V. Acuerdos del Cabildo de Tenerife II. 1508-1513. Con un


apéndice de documentos sobre el gobierno de la Isla hasta
1513. Edición y estudio de ELÍAS SERRA RÀFOLS Y LEOPOLDO
DE LA ROSA. 1952. [4] más XXXIV más [21] más 307 más [3]
pp. y 1 lámina facsimilar. Cubierta heráldica en
policromía (28 cm). Agotado

VI. Reformación del repartimiento de Tenerife en 1506 y


colección de documentos sobre el Adelantado y su
gobierno. Introducción por Elías Ràfols y Leopoldo de la
Rosa. 1969. [6] más [3] más 260 más [8] pp. y 3 láminas.
Cubierta heráldica policromada (28 cm). Agotado.

VII. EMMA GONZÁLEZ YANES Y MANUELA MARRERO RODRÍGUEZ,


Extracto de los protocolos del escribano Hernán Guerra,
de
San Cristóbal de La Laguna, 1508-1510. 1958. 453 pp. y 2
láminas. Cubierta en color (24 cm). Agotado.

VIII. Le Canarien. Crónicas francesas de la conquista de


Canarias. Publicadas a base de los manuscritos con
traducción y notas históricas y críticas por Elías Serra
y Alejandro Cioranescu. I. Introducción por Alejandro
Cioranescu. 1959. 515 más [5] pp. y láminas. Cubierta en
color (24 cm). Agotado.

IX. Le Canarien. II. Texto de JuanV. de Béthencourt.


1960. 363 más [5] pp. con profusión de grabados.
Cubierta en color (24 cm). Agotado.

X. MIGUEL TARQUIS Y ANTONIO VIZCAYA, Documentos para la


historia del arte en las Islas Canarias (I. La Laguna).
1959. [4] ,más 251 más [5] pp. y LX láminas (24 cm).
Agotado.

XI. Le Canarien. III. Texto de Gadifer de La Salle.


Apéndices por Elías Serra, e índices. 1964. 308 pp. más
31 láminas y 10 mapas. Cubierta en color (24 cm).
Agotado.

XII. GASPAR FRUTUOSO, Las Islas Canarias (de «Saudades da


Terra». Edición y traducción por Elías Serra, Juan
Régulo y Sebastião Pestana. 1964. XX más 200 pp. (24 cm).
Cubierta heráldica policromada. Agotado.

XIII. Acuerdos del Cabildo de Tenerife III. 1514-1518.


Con un apéndice de documentos sobre el gobierno de la
Isla hasta 1518. Edición y estudio de Elías Serra Ràfols
y Leopoldo de la Rosa. 1965. XXVI más 284 pp. Cubierta en
color (28 cm). Agotado.

XIV. Acuerdos del Cabildo de Fuerteventura 1729-1798.


Edición y estudio de Roberto Roldán Verdejo. 1966. 342
pp. más 7 láminas (24 cm). Agotado.

XV. Acuerdos del Cabildo de Fuerteventura. 1660-1728.


Edición y estudio de Roberto Roldán Verdejo con la
colaboración de Candelaria Delgado González. 1970. [2]
más 432 pp. más 7 láminas (24,5 cm). 1.200 ptas.

XVI. Acuerdos del Cabildo de Tenerife. IV. 1518-1525. Con


dos apéndices documentales. Edición y estudio de Elías
Serra Ràfols y Leopoldo de la Rosa. 1970. LII más 346 pp.
Agotado.

XVII. Acuerdos del Cabildo de Fuerteventura. 1605-1659.


Con un apéndice de documentos. Edición y estudio de
Roberto Roldán Verdejo, con la colaboración de Candelaria
Delgado González. 1970. 432 pp. 1.200 ptas.

XVIII. MANUELA MARRERO, Protocolos del escribano Juan


Ruiz de Berlanga. 1507-1508. 1974. 235 pp. Agotado.

XIX. JUAN B. LORENZO RODRÍGUEZ, Noticias para la Historia


de La Palma. Tomo I. 1975. 496 pp. 5.000 ptas.
XX. GEORGES GLAS, Descripción de las Islas Canarias.
1764. Traducción de Constantino Aznar de Acevedo. 1976.
175 pp. Agotado. 2a. ed. 1982. 1.200 ptas.

XXI. ELÍAS SERRA RÀFOLS, Las datas de Tenerife. Libros I


al IV. Indice de Agustín Guimerá Ravina. 1978. 423 pp.
2.000 ptas.

XXII. MANUEL LOBO, Protocolos de Alonso Gutiérrez. 1520-


1521.1979. 421 pp. 1.500 ptas.

XXIII. FERNANDO CLAVIJO HERNÁNDEZ, Protocolos de Hernán


Guerra. 1510-1511. Cabildo Insular de Tenerife-Instituto
de Estudios Canarios. Agotado.

XXIV. MARÍIA ISIDRA COELLO GÓMEZ, MARGARITA RODRÍGUEZ


GONZÁLEZ Y AVELINO PARRILLA LÓPEZ, Protocolos de Alonso
Gutiérrez. 1522-1525. Cabildo Insular de Tenerife-
Instituto de Estudios Canarios. Agotado.

XXV. EDUARDO AZNAR VALLEJO. Documentos Canarios en el


Registro del Sello (1476-1517).1981. 287 pp. 1.500 ptas.

XXVI. Acuerdos del Cabildo de Tenerife. V. 1525-1533.


Edición y estudio de Leopoldo de la Rosa y Manuela
Marrero. 1986. 497 pp. (27,5 cm). 3.000 ptas.

XXVII. PEDRO MARTÍNEZ GALINDO, Protocolos de Rodrigo


Fernández. 1520-1526. 1988. 2 vols. (23,5 cm). 3.000
ptas.

XXVIII. FRANCISCA MORENO FUENTES, Las Datas de Tenerife


(Libro V de datas originales). 1988. 317 pp. (23,5 cm).
2.000 ptas.

XXIX. DELFINA GALVÁN ALONSO, Protocolos de Bernardino


Justiniano. (1526-1527).1990. 2 vols. 994 pp. (23,5 cm).
5.500 ptas.

XXX. EDUARDO AZNAR VALLEJO, ANA VIÑA BR1TO, NATALIA


PALENZUELA DOMÍNGUEZ, JUAN MANUEL BELLO LEÓN, Documentos
canarios en el Registro General del Sello (1518-1525).
1991. 173 pp. (23,5 cm). 2.000 ptas.

XXXI. Protocolos de Juan Márquez I. Varios. (En


preparación).

XXXII. Protocolos de Juan Márquez II. MARÍA PADRÓN MESA.


1993. 4.000 ptas.

XXIII. Protocolos de Juan Márquez III. BENEDICTA RIVERO


SUÁREZ. 1992. 3.500 ptas.
XXIV. Protocolos de Los Realejos. MANUELA MARRERO
RODRIGUEZ. 2.500 ptas.

XXXV. Libro I de Datas por testimonio. FRANCISCA MORENO


FUENTES. 1993. 2.500 ptas.

MONOGRAFÍAS

I. OSCAR BURCHARD, Testudo Buchardi, E. Ahl. El primer


gran fósil descubierto en Canarias. 1934. 15 pp. más 2
láms. (25 cm). Agotado.

II. EMETERIO GUTIÉRREZ LÓPEZ, Historia de la ciudad de


Icod de Los Vinos en la Isla de Tenerife. 1941. 200 más 4
pp. (25 cm). Agotado.

III. JUAN ÁLVAREZ DELGADO, Puesto de Canarias en la


investigación linguística. 1941. [2] más 55 pp. (24 cm).
Agotado.

IV. JUAN ÁLVAREZ DELGADO, Miscelánea Guanche, I.


Benahoare. Ensayos de linguística canaria. 1941. [2] más
174 más [4] pp. y 1 lámina (22 cm). Agotado.

V. GONZALO PÉREZ CASANOVA, Una especie de estrongílido


parásito sobre la Hyla meridionalis, Boettger.
Contribución al estudio de los nemátodos parásitos de los
vertebrados. 1943. 14 pp. y 2 láminas. (23 cm). Agotado.

VI. GUILLERMO CAMACHO Y PÉREZ GALDÓS, La Hacienda de los


Príncipes. 1943. 96 pp. más 3 láminas y 2 gráficos (22
cm). Agotado.

VII. BUENAVENTURA BONNET Y REVERÓN, Las Canarias y la


conquista franco-normanda. I. Juan de Bethencourt
(Estudio crítico). 1944. 164 más [2] pp. más 6 láminas y
2 mapas (22 cm). Agotado.

VIII. JUAN ÁLVAREZ DELGADO, Teide. Ensayo de fílología


tinerfeña. 1945. 86 pp. y 3 láminas (24 cm). Agotado.

IX. JOSEP MIRACLE, La leyenda y la historia en la


biografia de Angel Guimerá. 1952. [8] más 204 pp. y 10
láminas (21 cm). Agotado.

X. BUENAVENTURA BONNET Y REVERÓN, Las Canarias y la


conquista franco-normanda. II. Gadifer de La Salle
(Estudio crítico). 1954. 136 más [2] pp. y 1 lámina (22
cm). Agotado.

XI. SEBASTIÁN PADRÓN ACOSTA, El teatro en Canarias. La


fiesta del Corpus. 1954. 93 más [7] pp. y 1 lámina con
retrato (22 cm). Agotado.

XII. HANS MAGNUS HAUSEN, Hidrografía de las Islas


Canarias. Rasgos generales y riesgo de los cultivos
subtropicales. 1954. 74 pp. y 10 láminas (25 cm).
Agotado.

XIII. MARÍA ROSA ALONSO, Manuel Verdugo y su obra


poética. 1955.174 pp. y 3 láminas (22 cm). Agotado.

X1V. ALEJANDRO CIORANESCU, Colón y Canarias. 1959. 227


pp. y 1 hoja plegada (21 cm). Agotado.

XV. ALEJANDRO CIORANESCU, Alejandro de Humboldt en


Tenerife. 1960. 91 más [5] pp. y 4 láminas (21 cm).
Agotado.

XVI. MARCOS GUIMERÁ PERAZA, Régímen jurídico de las aguas


en Canarias. 1960. [8] más IV más 174 pp. (22 cm).
Agotado.

XVII. TOMÁS CRUZ GARCÍA, Ensayo sobre economía canaria.


1961. 390 pp. (22 cm). Agotado.

XVIII. MANUELA MARRERO RODRÍGUEZ Y EMMA GONZÁLEZ YANES,


El prebendado Don Antonio Pereira Pacheco. 1963. 204 pp.
más 28 láminas con 89 grabados (22 cm). Agotado.

XIX. ALEJANDRO CIORANESCU, Thomas Nichols, mercader de


azúcar, hispanista y hereje. 1963. 134 pp. con 8 grabados
(21 cm). Agotado.

XX. ALEJANDRO CIORANESCU, Agustín de Bétancourt, su obra


técnica y cientifica. 1965. 200 pp. más 49 láminas (22
cm). Agotado.

XXI. MANUELA MARRERO RODRÍGUEZ, La esclavitud en Tenerife


a raiz de la conquista. 1960. 190 pp. (22 cm). Agotado.

XXII. FRAY DIEGO DE INCHAURBE Y ALDAPE, Noticias sobre


los provinciales franciscanos de Canarias. 1966. 448 pp.
más 4 láminas (22 cm). [Por error lleva el núm. XXI].
Agotado.

XXIII. FRANCISCO MARTÍNEZ VIERA, El antiguo Santa Cruz.


Crónicas de la capital de Canarias. Prólogo de Víctor
Zurita. 1967 (1ª edic.), 1968 (2ª edic.). 242 pp. más 2
hojas (22 cm). Agotado.
XXIV. JOSÉ DE OLIVERA, Mi álbum. 1858-1862. Prefacio de
Alejandro Cioranescu. Introducción de Enrique Roméu
Palazuelos, Conde de Barbate. 1969. VIII más 400 pp. más
4 láminas (21,5 cm). 500 ptas.

XXV. RAMÓN TRUJILLO Resultado de dos encuestas


dialectales en Masca. 1970. 82 pp. (22 cm). 450 ptas.

XXVI. VÍCTOR MORALES LEZCANO, Relaciones mercantiles


entre Inglaterra y los Archipiélagos del Atlántico
Ibérico. 1970. XXII más XIV más 205 pp. (21 cm). [Por
error lleva el núm. XXV]. Agotado.

XXVII. FRANCISCO QUIRÓS LINARES, La población de La


Laguna (1837-1960).1971. 126 pp. (24 cm). 600 ptas.

XXVIII. MERCEDES CODERCH FIGUEROA, Evolución de la


población de La Laguna, 1750-1860. 1976. 129 pp. 600
ptas.

XXIX. ANTONIO ÁLVAREZ ALONSO, La organización el espacio


cultivado en la comarca de Daute (NW Tenerife). 1976. 282
pp. y VIII láminas. 700 ptas.

XXIX (bis) MARCOS BÁEZ FUMERO, Los sírfidos de Canarias.


1977. 143 pp. (23,5 cm). 750 ptas.

XXX. ESPERANZA BELTRÁN TEJERA, Catálogo de los hongos


saprofitos presentes en el Archipiélago Canario. 1980. 47
PP. (21,5 cm). 400 ptas.

XXXI. MANUEL LOBO CABRERA, Los libertos en la sociedad


canaria del siglo XVI. 1983. 126 pp. (24 cm). 1.000 ptas.

XXXII. AURELIO MARTÍN, Atlas de las aves nidificantes de


la isla de Tenerife. 1987. 275 pp. (23,5 cm). 1.200 ptas.

XXXIII. ANTONIO MACHADO, Los ditíscidos de las Islas


Canarias. 1987. 295 pp. (23,5 cm). 750 ptas.

XXXIV. JOHN, MARQUÉS DE BUTE, Sobre la antigua lengua de


los naturales de Tenerife. Edición, con traducción,
introducción y notas de María Angeles Alvarez Martínez y
Fernando Galván Reula. 1987. 112 pp. (24 cm). 850 ptas.

XXXV. PEDRO L. PÉREZ DE PAZ E INMACULADA MEDINA, Catálogo


de las plantas medicinales de la flora canaria.
Aplicaciones populares. 1988. 132 pp. (29 cm). 1.500
ptas.

XXXVI. ÁNGEL BAÑARES, Hongos de los pinares de Tamadaba


(Gran Canaria). 1988. 280 pp. (23,5 cm). 1.500 ptas.
XXXVII. CRISTÓBAL CORRALES Y MARÍA ÁNGELES ÁLVAREZ, El
español de Canarias. Guía Bibliográfica. 1988. 85 pp. (24
cm). [Nº II Serie Bibliografía]. 500 ptas.

XXXVIII. MANUEL RODRíGUEZ MESA, Un canario al servicio de


Carlos III: José de Betancourt y Castro. 1988. 160 pp.
(23,5 cm). 500 ptas.

XXXIX. Homenaje a Carlos III. Clavijo y Fajardo (S. de la


Nuez); J. de Viera y Clavijo (E. Roméu); Los ilustrados
canarios (Carmen Fraga). 1988. 106 pp. más 24 láminas
(23,5 cm). 500 ptas.

XL. Cartas a D. José de Viera y Clavijo de Tomás de Nava


y Grimón y Porlier. 1988. Prólogo y notas de E. Roméu. 77
pp. (23,5 cm). 300 ptas.

XLI. JORGE DEMERSON, Un canario diplomático y hombre de


negocios. 1988. 99 pp. (23,5 cm). 300 ptas.

XLII. JUANA MARÍA GONZÁLEZ MANCEBO, ESPERANZA BELTRÁN


TEJERA, ANA Mª LOSADA LIMA, Contribución al estudio de la
flora y vegetación briofítica, higro-hidrófila de las
Cañadas del Teide (Tenerife). 1991. 131 pp. (23 cm).
1.700 ptas.

XLII (bis) FRANCISCO GARCÍA-TALAVERA, RAFAEL PAREDES GIL


Y MERCEDES MARTÍN OVAL, Catálogo-inventario. Yacimientos
paleontológicos. Provincia de Santa Cruz de Tenerife.
1989. 76 pp. (23 cm). 700 ptas.

XLIII. MANUEL ALMEIDA, Diferencias sociales en el habla


de Santa Cruz de Tenerife. 1990. 149 pp. (23,5 cm). 1.500
ptas.

XLIV. JOHN ABERCROMBY, Estudio de la antigua lengua de


las Islas Canarias. Edición, con traducción y estudio
introductorio de María Angeles Alvarez Martínez y
Fernando Galván Reula. 1990. 96 pp. (23,5 cm).

XLV. BENEDICTA RIVERO SUÁREZ, El azúsar en Tenerife


(1496-1550). 1991. 194 pp. (23,5 cm). 2.000 ptas.

XLVI. EMMA GONZÁLEZ YANES, Historias de conventos. 1991.


133 pp. (23,5 cm). 1.500 ptas.

XLVII. MARÍA TERESA CÁCERES, Expresiones adverbiales del


español en Canarías. 1.200 ptas.

XLVIII. Voces, frases y proverbios provinciales de


Canarias. ALVAREZ RIXO. Edición de Carmen Díaz Alayón y
Francisco Javier Castillo. 1.500 ptas.
XLIX. CORIOLANO GUIMERÁ LÓPEZ, La fundacíón del Instituto
de Estudios Canarios. Antecedentes. Etapas iniciales
(1930-1935). 2.000 ptas.

L. MARCOS GUIMERÁ PERAZA, Carta del Marqués...

LI. SUMMA CRÍTICA: Tomás Morales.

LII. Golsario de Canarismos: Juan Maffiotte.

LIII. Chio, Mª y Patrimonio. Carmen Fraga.

BIBLIOGRAFÍA

I. ANTONIO MACHADO, Bibliografía Entomológica Canaria.


1987. 295 pp. (24 cm). 1.500 ptas.

II. CRISTÓBAL CORRALES Y MARÍA ÁNGELES ÁLVAREZ, El


español de Canarias. Guía Bibliográfica. 1988. 85 pp. (24
cm). (Por error lleva el n° XXXVII Monografías). 500
ptas.

III. ALEJANDRO CIORANESCU, Bibliografía canaria (1949-


1989).1989. 46 pp. (23,8 cm). 500 ptas.

CONFERENCIAS Y LECTURAS

I. ANDRÉS DE LORENZO-CÁCERES, Las Canarias de Lope. 1935.


37 más [3] pp. (24 cm.). Agotado.

II. AGUSTÍN ESPINOSA, Sobre el signo de Viera. 1935. [2]


más 22 más [4] pp. (24 cm). Agotado.

III. ANDRÉS DE LORENZO-CÁCERES, Malvasía y Falstaff. Los


vinos de Canarias. 1934. 53 pp. (24 cm). Agotado.

V. ANDRÉS DE LORENZO-CÁCERES, La poesÍa canaría en el


siglo de oro. 1942. 33 PP. (24 cm). Agotado.

V. ALFREDO DE TORRES EDWARDS, La pintura en Canarias.


1942. 16 pp. (25 cm). Agotado.

VI. AMARO LEFRANC, Lo guanche en la música popular


canaria. 1942. 22 pp. (24 cm). Agotado.

VII. No publicado.

VIII. EL MARQUÉS DE LOZOYA, Don Félix Nieto de Silva en


Canarias. 500 ptas.

IX. JOSÉ MARíA FERNÁNDEZ, Entomología. Evolución de la


fauna canariense. 1935. 38 pp. y 3 láminas (24 cm).
Agotado.

X. SEBASTIÁN PADRÓN ACOSTA, El Ingeniero Agustin de


Béthencourt y Molina. 1958. 50 pp. y 6 láminas (24 cm).
500 ptas.

XI. JOSÉ MARÍA FERNÁNDEZ, Entomología canariense. Nuevas


notas sobre biogeografía y la polilla de los álamos
laguneros. 1963. 20 pp. más 5 láminas (24 cm). Agotado.

XII. JOSÉ MARÍA FERNÁNDEZ, El problema de la mosca en


Tenerife, Y RAFAEL AROZARENA DOBLADO, Los parásitos de la
Ceratitis capitata Wied. 1966. 37 pp. (24 cm). 500 ptas.

XIII. MARÍA ÁNGELES ÁLVAREZ, Rasgos gramaticales del


espanol de Canarias. 1987. 28 pp. (24,5 cm). 500 ptas.

XIV. MARCEL BATAILLON, La isla de La Palma en 1561.


Estampas canarias de Juan Méndez Nieto. Traducción de
Josefa Sánchez. 1987. 31 pp. (24,5 cm). 500 ptas.

XV. ALEJANDRO CIORANESCU, José de Anchieta, escritor.


1987. 22 pp. (24,5 cm). 500 ptas.

XVI. LEONCIO AFONSO, La toponímia como percepción del


espacio: los topónimos canarios. 1988. 26 pp. (24,5 cm).
500 ptas.

XVII. ANDRÉS SÁNCHEZ ROBAYNA, Poetas canarios de los


siglos de oro. 1990. 40 pp. (24,5 cm). 500 ptas.

XVIII. OCTAVIO RODRÍIGUEZ DELGADO, Evolución histórica


del paisaje vegetal en Guímar TSenerife): La comarca de
Agache. 1991. 59 pp. (24,5 cm). 500 ptas.

XIX. CORIOLANO GUIMERÁ LOPEZ: La fundación.

COLECCIÓN RETAMA

I. EMETERIO GUTIÉRREZ ALBELO, Cristo de Tacoronte.


Poemas. 1994. 107 más [5] pp. (17 cm). Agotado. 2ª ed.
1947.

II. MANUEL VERDUGO, Huellas en el páramo. Versos. 1945.


146 más [6] pp. y 1 retrato (17 cm). Agotado.

III. LUIS DIEGO CUSCOY, Solveig latitud de mi isla.


Poemas. 1953. 141 más [3] pp. con retrato (21 cm).
Agotado.

IV. JULIO TOVAR, Hombre solo. Poemas. 1962. 104 pp. más 2
láminas (21 cm). Agotado.
ÍNDICES

I. Indices de protocolos pertenecientes a la escribanía


de Vilaflor. Confeccionados por Francisca Moreno Fuentes,
bajo la dirección de Leopoldo de la Rosa Olivera. 1968.
XIII más 3 más 165 pp. (20 cm). 500 ptas.

II. Indices de protocolos pertenecientes a los escribanos


de la isla de El Hie1ro. Extractos de don Tomás Antonio
Espinosa de la Barreda. Confeccionado por Francisco
Moreno Fuentes e Leopoldo de la Rosa Olivera. 1974. 431
pp. e índices (20 cm). 750 ptas.

MONUMENTOS DE CANARIAS

I. ALFONSO TRUJILLO RODRÍGUEZ, San Francisco de la


Orotava. 1973. 92 pp. 16 láminas. Agotado.

II. MARÍA DEL CARMEN FRAGA GONZÁLEZ, Plazas de Tenerife.


1973. 66 pp. 16 láminas. Agotado.

OTRAS PUBLICACIONES, FUERA DE SERIE

JOSÉ RODRÍGUEZ MOURE, Historia de las Universidades


canarias. 1933. 147 pp. y 1 lámina (24 cm). Agotado.

DACIO VICTORIANO DARIAS Y PADRÓN, Breves nociones sobre


la historia general de las Islas Canarias. 1934. 245 más
[1] más V más [5] pp. (19 cm). Agotado.

JOSÉ RODRÍGUEZ MOURE, Guía histórica de La Laguna. 1935.


432 pp. más 1 lámina (24 cm). Agotado.

JOSÉ PERAZA DE AYALA Y RODRIGO VALLABRIGA, Las antiguas


ordenanzas de la isla de Tenerife. Notas y documentos
para la historia de los municipios canarios. 1935. 46 más
[2] más 115 más [3] pp. (24 cm). Agotado.

JESÚS HERNÁNDEZ PERERA, Exposición de Arte Sacro.


Cincuentenario de la Catedral de La Laguna. 1963. 48 pp.
más 32 láminas (20 cm). Agotado.

ANTONIO VIZCAYA CÁRPENTER, Tipografía canaria.


Descripción bibliográfica de las obras editadas en las
Islas Canarias desde la introducción de la imprenta hasta
el año 1900. 1965. XCII más 736 pp. (24 cm). Agotado.

MANUEL ALVAR, Atlas linguístico de las Islas Canarias.


Cuestionario. 1964. 112 pp. (23,5 cm). Agotado.
Tagoro (Anuario del Instituto de Estudios Canarios) núm.
1. 1944. 229 más [5] pp. y LVI láminas en negro y en
colores (25 cm). 300 ptas. (Hay separatas de sus
artículos y documentos). Agotado.

Varios, Homenaje a Sabino Berthelot en el centenario de


su fallecimiento (1880-1980). 1980. 185 pp. (23 cm). 500
ptas.

WLADIMIRO RODRÍGUEZ BRITO, La agricultura en la Isla de


La Palma. 1982. 182 pp. 1.000 ptas.

Varios, 50 Aniversario (1932-1982). Tomo I; Ciencias, 346


pp. Tomo II; Humanidades, 637 pp. 1982. 3.000 ptas.

Estudios Canarios, Anuario del Instituto de Estudios


Canarios. Actas, memorias y sesiones científicas de cada
curso. I, 1955-1956; II, 1956-1957; III, 1957-1958; IV,
1958-1959; V, 1959-1960; VI, 1960-1961; VII, 1961-1962;
VIII, 1962-1963; IX, 1963-1964; X, 1964-1965; XI-XIII,
1965-1968; XIV-XV, 1968-1970; XVI-XX, 1970-1975; XXI-
XXIII, 1975-1978; XXIV-XXV, 1978-1980; XXVI-XXVII,1980-
1982; XXVIII-XXIX, 1982-1984; XXX-XXXI, 1984-1986; XXXII-
XXXIII, 1986-1988; XXXIV, 1989; XXXV, 1990. 700 ptas.
c/u.XXXVI-XXXVII, XXXVIII.

Instituto de Estudios Canarios. Estatuto. (Año 1966).


Acta fundacional. Decreto de incorporación y lista de
miembros. 1969. 75 pp. Agotado.

JUAN S. LÓPEZ GARCÍA, La arquitectura del Renacimiento en


el Archipiélago Canario. 1983. 168 pp. (23,5 cm). 1.000
ptas.

MARGARITA RODRÍGUEZ GONZÁLEZ, Obra de Manuel Pereira en


La Orotava. 1986. 21 pp. (23,5 cm). 400 ptas.

Varios, America y los Centros de Estudios Locales. 1987.


116 pp. (21 cm). 600 ptas.

MACHADO CARRILLO, Antonio. 1992.


MUSEO CANARIO

DIRECÇÃO: Dr Chil, 25
Las Palmas de Gran Canaria
I. BREVE HISTORIA DEL MUSEO CANARIO

"El Museo Canario es una centenaria institución


científica de Las Palmas de Gran Canaria, que conserva y
exhibe valiosas colecciones de la prehistoria de las
Islas Cananas. Fundado en 1879, fue concebido como un
centro científico dedicado a las antiguedades canarias y
a la historia natural de las islas, y dotado, además, de
una biblioteca. Durante sus primeros años se instaló en
un ala de la planta alta del edificio de las Casas
Consistoriales yposteriorrnente pasó a ocuSar la casa que
le fue legada por el doctor Gregorio Chil, funador y
pr1mer director del Museo. En esta casa del casco
histórico de Las Palmas ha permanecido a lo largo del
siglo xx, cumpliendo las funciones características de un
museo y sirviendo de centro de estudio a los
investigadores y - a través de sus servicios de archivo,
biblioteca y hemeroteca – a todas aquellas personas
interesadas por el conocimiento de la naturaleza, la
prehistoria y la historia de Canarias.

El día 2 de septiembre de 1879 se reunieron en la casa de


don Amaranto Martínez de Escobar, en la mencionada
ciudad, previa cltaclón al efecto, los promotores de esta
institución don Gregorio Chil y Naranjo, don Víctor Grau
Bassas, don Diego Ripoche, don Juan Padilla, don Andrés
Navarro Torrens, don Mariano Sancho y don Emilio Alvarez,
además del propio anfitrión. En este acto se decidió
«crear un Museo onde» en sus correspondientes secciones,
se coleccionen y expongan al público objetos de ciencias
naturales, arqueolóicas y de artes; y una Biblioteca en
la cual se reúnan y conserven todas las obras de
literatura antigua y moderna, prestando, en uno y otro
caso, atención preferente a todo lo que se reacione con
la provincia y muy especialmente con esta isla de Gran
Canaria».

El mismo dia se nombraba la primera junta directiva que


tuvo la sociedad, integrada por los siguientes señores:
presidente, don Domingo José Navarro; primer
vicepresidente, don Juan León y Castillo; segundo
vicepresidente, don Andrés Navarro; secretario don
Amaranto Martinez de Escobar tesorero, don Juan Melián y
Caballero; director del Museo, don Gregorio Chil,
conservador del Museo, don Víctor Grau Bassas;
bibliotecario, don Juan Padilla; primer vocal, don Manuel
Ponce de León, y segundo vocal, don Antonio Jiménez. La
mayor parte de ellos seguirían activamente vinculados al
Museo de por vida, jugando un papel importante en el
desenvolvimiento de la nueva institución científica.
(...)

La creación del Museo Canario fue posible merced a un


doble orden de factores. Por un lado, a mitad del siglo
pasado se había acrecentado el interés por las
antiguedades canarias. Excursiones y exploraciones lo
cales, y hallazgos de restos de la vida y la cultura
aborígenes, manitestaban esta inquietud, traducida en las
páginas de los periódicos de entonces. Por el otro, el
desarrollo de la investigación antropológica europea,
concretamente francesa, propiciaba la fundación de una
entidad museística sobre bases científicas. Los
conocimientos y las relaciones que con instituciones
culturales y con científicos de Francia tenían varios de
los forjadores del Museo Canario -particularmente Chil y
Ripoche – cimentaron un padrinazgo cientifico que
cristalizaria fundamentalmente en la valiosísima
cooperación del antropólogo R. Verneau. De hecho, entre
los originales socios honoranos del Museo se hallaban
desde Broca – que fallecería poco después de la
fundación- y A. de Quatrefages hasta Hamy y Sabin
Berthelot.

(...)

La instalación del Museo Canario se hizo el 24 de mayo de


1880. Los fundadores carecían de medios–local,
dependencias, personal–para plasmar su objetivo y el
Ayuntamiento se prestó gustoso a que fuera emplazado en
las salas de la planta alta. De la adecuada instalación y
presentación de las coSecciones de las Casas
Constitucionales fueron encargados Ripoche y Grau-Bassas.
Cuando Ripoche marcó a residir en París a finales de
1879, se nombró para sustituirle a Navarro Torréns. El
Museo Canario permaneció en el Avuntamiento hasta
comenzada la década de los años veinte. En un principio
contó con las colecciones y objetos donados por Chil y
otros fundadores y amigos de la nueva sociedad, pero sus
fondos exigían ser aumentados para poder cumplir la
finalidad propuesta. Ello se llevó a cabo meaiante dos
fórmulas: por una parte, excursiones arqueológicas, cuyos
hallazgos pasaban a enriquecer las vitrinas del Museo, y,
por otra, recepción de donativos y adquisición de
objetos.

(...)

Los donativos y las adquisiciones fueron muy numerosos en


esta primera etapa de la información del Museo. Muchas
personas se desvivieron por llevar a la nueva sociedad
libros, objetos de historia y vestigios aborigenes. Uno
de los primeros donantes fue el estudioso Sabino
Berthelot, entonces en los últimos tiempos de su vida
(falleció en 1880), quien envió libros y muestras de
obsidiana del Teide. Muchas de las piezas donadas
incrementaron las colecciones de antropologia y
arqueologia canarias, tales como las enviadas por
don~Ramón Castañeyra desde Fuerteventura en 1880, Ios
donativos del historiador don Agustín Millares Torres en
1881: un molino de piedra procedente de Teror, una
pintadera de Tirajana, un saquito tejido de palma de
Mogán, tejidos de junco, trozos de tamarcos, vasijas de
barro, un pulidor y una concha perforada de las cuevas de
San Lorenzo, etc., las cerámicas de Gáldar enviadas por
don Francisco Rodnguez Reyes, los doce cráneos de
Tirajana donados por don Antonio Yáñez, la pintadera y
las cerámicas remitidas por don Juan Ignacio Herrera
desde Aguimes, una gran vasija de Fuerteventura donada
por don Vicente Delgado, los cuatro cráneos enviados en
1889 por don Ramón Gómez desde el Puerto de la Cruz; los
diversos objetos regalados por don Francisco Suárez–una
vasija con tapadera y dos asas, un gran plato y otras
varias piezas de cerámica, así como la muela superior de
un molino–hallados cuando se hacian los amientos de una
casa en la plaza de San Sebastián de Aquimes; el envío
desde Fuerteventura en 1893 de un molino de piedra v
otras piezas, el donativo de varios objetos realizado en
1901 por los herederos del conde de la Vega Grande, dos
pintaderas donadas por don F. Manrique, una gran vasija
de Fuerteventura donada por don Manuel Velázquez en 1901,
etc., etc.

(...)

En esta fase de formación del Museo se prestó también


atención a la reunión de colecciones de historia natural,
tanto del Archipiélago como del exterior. Desde el mismo
año de la fundación, donativos y adquisiciones fueron
componiendo estas colecciones. Ya en noviembre de 1879
donJuan Melián y Caballero, tesorero del Museo, donaba
varias piezas para la colección de historia natural. Más
tarde el naturalista cubano Felipe Poey envió una
colección malacológica. Desde Pans Ripoche y el Dr.
Verneau y su esposa enviaban fósiles, moluscos y otros
ejemplares zoológicos. Don Tosé Moreno Naranjo donó su
colección entomológica, que hoy integra la mayor parte de
esta sección del Museo. Y con la generosa y valiosa
contribución de otros varios amigos de la institución
entre ellos su antiguo conservador don Manuel Naranjo
sánciez, el Museo llegó a exponer en sus vitrinas
notables colecciones zoológicas: una colección de fósiles
canarios y otra de fósiles de distintas procedencias, una
colección de malacología general integrada por
aproximadamente dos mil quinientas es ecies, una serie de
ictiología canaria, la ya mencionada cotección
entomológica y otra de insectos de Canarias y un conjunto
de ejemplares de reptiles, aves y mamíferos del
Archipiélago. Asimismo, la sección de Geología, de tanto
interés para el Museo dado el peculiar origen volcánico
de estas Islas, se fue nutriendo sucesivamente de
numerosas y variadas muestras de rocas y minerales de
Canarias así como de fuera del Archipiélago» que han
llegado a constituir también una valiosa colección
petrográfica.

(...)

Hemos visto en el artículo primero de su reglamento que


la ya centenaria sociedad científica se propuso crear,
además del Museo, una Biblioteca de obras antiguas y
modernas. Para los fines de esta institución esta
Biblioteca llegó a convertirse con el tiempo en algo tan
importante como el Museo en sí mismo. Merced a la
inquietud por el conocimiento y la profundización en las
materias tocantes a las Islas Canarias de investigadores
como el propio Chil y los hermanos don Teófilo y don
Amaranto Martínez de Escobar, los cuales reunieron un
notable número de obras que posteriormente pasarían a la
Biblioteca del Museo, ésta fue acopiando cuantiosos e
importantes fondos bibliográficos que promovieron la
Biblioteca Canaria. Aunque desde su fundación la sociedad
inició la formaci6n de una biblioteca, el verdadero
orizen de ésta debe situarse en el legado que de sus
libros hizo el f)r. Chil, que albergaba en su casa un
notable matenal bibliográfico, justamente en donde hoy se
halla instalada la Biblioteca General del Museo.
Posteriormente, nuevos legados y adauisiciones–entre los
que destaca la incorporación al Museo de la magnífica
biblioteca del erudito isleño don Luis Maffiotte
enriquecieron esta sección canaria, constituyendo el
conjunto de libros más numerosos e importantes de temas
canarios y de autores canarios existente en el
Archipiélago. De esta forma, la Biblioteca Canaria -unos
doce mil volúmenes–significó un apoyo bibliográfico
fundamental para los estudios e investigaciones
realizados en el Museo a lo largo de su historia.

El mismo desarrollo tuvo la Biblioteca General,


incrementada con fondos como los que pertenecieron a don
Fernando León y Castillo y otros destacados isleños,
sumando más de cuarenta mil volúmenes.

El Archivo de documentos canarios tiene como fondos


principales los del Archivo del antiguo Tribunal de la
Inquisicion de Canarias, establecido en Las Palmas de
Gran Canaria durante más de tres siglos, hasta su
supresión. La documentaaón del Santo Oficio pasó al Museo
a comienzos del presente siglo. Una parte de ella había
pasado con anterioridad a formar parte de la colección
privada del marqués de Bute, en Londres, pero pudo ser
recuperada después de 1957 merced al desplazamiento a la
capital y británica ~de don Juan Rodríguez Doreste,
secretario de la Junta directiva, quien tuvo conocimiento
por el bibliotecario del Museo Canario de que dichos
legajos iban a ser subastados. Después de diversas
gestiones este material histórico volvió a Canarias,
completando nuevamente el Archivo de la Inquisición, que
encierra una importante fuente para la reconstrucción de
importantes aspectos del pasado insular.

Otros fondos del Archivo fueron integrados por la


Colección de Documentos para la Historia de las Islas
Canarias reunidos por el historiador Millares Torres, la
documentación acopiada por Juan Padilla, los manuscritos
de Chil y cuantioso material de documentación manuscrita
sobre Canarias, entre el que destaca el antiguo Libro de
Provisiones y Reales Cédulas del Cabildo de Gran Canaria–
conocido como el Libro Rojo, las informaciones sobre los
ataques de Francis Drake y Pieter van der Does a Gran
Canaria, los manuscritos de Manrín y Cubas, Romero y
Ceballos y otros autores, los Extractos de las Actas
Capitulares de Viera y Clavijo o los textos inéditos de
la Historia, de Déniz Grek y las Memorias, de Navarro
Torrens.

También desde el siglo pasado se fueron coleccionando


ejemplares de la entonces variada prensa periódica del
Archipiélago, que al cabo del tiempo compusieron una
vasta heroteca que posee un acervo de más de quinientos
títulos.(...)"
(Alfredo Herrera Piqué, Tesoros del Museo Canario,
Madrid, 1990, pp.1-12)
PUBLICACIONES

RODRÍGUES DORESTE, Juan, El museo Canario. Breve reseña


historica y descriptiva, Las Palmas de Gran Canaria, 1967

Veja-se no capítulo Revistas, El Museo Canario


INSTITUTO HISTÓRICO DA ILHA TERCEIRA

Sede: Edifício de S. Francisco


Angra do Heroismo- ilha Terceira-AÇORES

Telef.:(095)23147/8, 23137

Direcção:
Presidente. Dr. Álvaro Monjardino
Secretário. Dr. José G. Reis Leite
Tesoureiro. Dr. Francisco Maduro Dias

Actividades:

Edita um Boletim anual


O Instituto Histórico da lha Terceira fundou-se em
Angra do Heroísmo como uma associação privada e por
iniciativa de um grupo de homens que sentiam e assumiram
responsabilidades pessoais no campo da cultura em 1942.
Foi de alguma maneira a resposta encontrada para suprir
o que parecia ser uma lacuna no Estatuto dos Distritos
Autónomos das ilhas Adjacentes de 1940-47. Efectivamente,
os «Serviços Distritais» previstos naquele Estatuto não
incluíam os assuntos culturais mostrando-se voltados
apenas para vectores económicos com intervenção púlbica -
a agro-pecuária, as obras públicas, a indústria e
energia, os transportes terrestres - e apenas um de
pendor social - a saúde pública -.
A sua criação foi pioneira. No ano seguinte criava-se o
Instituto Cultural de Ponta Delgada e, alguns anos mais
tarde, o Núcleo Cultural da Horta.
A criação do instituto, por homens liderados por Luís
Ribeiro e José Agostinho ambos com vocação para
educadores públicos, ambos com nome feito e obra
publicada - um na Etnografia e na História, outro
principalmente nas Ciências da Natureza-reflectiu muito
do modo de ser do primeiro deles, membro do Instituto de
Coimbra e de várias outras agremiações culturais
portuguesas e estrangeiras. E assim o Instituto surgiu
como uma pequena academia; com membros de número (os
sócios efectivos) e membros correspondentes, para não
falar da inevitável categoria dos sócios honorarios.
Em 1985 foram reformulados os estatutos e o regulamento
interno do Instituto, de maneira a adaptá-lo à nova
realidade autonómica - que fizera desaparecer os antigos
distritos - sem embargo de preservar o essencial da
associação e o seu carácter a um tempo privado e
supletivo da acção cultural, baseado em estudo da
realidade local e regional e em trabalho voluntário dos
seus membros.
O Instituto tem a sua sede em uma dependência do antigo
convento de São Francisco, em Angra do Heroísmo.
Publica um Boletim anual, onde se incluem
fundamentalmente estudos de História e Etnografia e se
publicam documentos julgados de interesse relativamente a
estas áreas.
Tem exercido alguma actividade editorial promovendo
outras publicações para além da algumas separatas mais
importantes e com tiragem especial. Dessas publicações
referem-se: «Ilha Terceira - Notas Etnográficas», de
Frederico Lopes Jr.(1980) «obras» de Luís Ribeiro (3
volumes 1982 «The image of the Azorean» de Mary T.
Vermette (1984), «Ruas da Cidade e outros escritos», de
Henrique Bras (1985), «Os Açores e O domínio filipino» de
Avelino Freitas de Meneses (2 volumes, 1987,)} «Tradições
e festas populares da freguesia dos Altares» de Inocêncio
Enes (1988), «Apontamentos para a História dos Açores» de
Francisco Ferreira Drummond (leitura a transcrição do
manuscrito por José Guilherme Reis Leite(1990).
Seguramente a mais importante e ambiciosa edição do
Instituto é a «Fenix Angrense» de Manuel Luís Maldonado
com leitura e transcrição do manuscrito seiscentista por
Helder Parreira de Sousa Lima ( 1º volume em 1989, 2°
volume em 1990), esperando-se que o 3º e último volume
possa ser dado à estampa em 1995).
O Instituto tem promovido colóquios, de que avultam: a
série «Os Açores e o Atlântico»,iniciada em 1983 e
continuada em 1987 1990 e 1993; «Os impérios do Espírito
Santo e a simbólica do Impérios» (1984); «Uma reflexão
sobre Portugal»(1994). Realiza no corrente ano de 1995,
um congresso subordinada a temática «0 mundo do Infante D
Henrique», que constitui a contribuição da Região
Autónoma dos Açores para as comemorações do centenário
henriquino.
Numa acção que veio a revelar-se crescente, o Instituto
tem desenvolvido iniciativas atinentes à protecção e
valorização do património nomeadamente - e sobretudo nos
ultimos anos - do património construído. De entre essas
acções destacam-se a condução do processo que levou à
inclusão da Zona Central de Angra do Heroísmo na Lista do
Património Mundial (1981/1983) e a difusão de textos
internacionais sobre a protecção do património, além de
colaborações avulsas com a Secretaria Regional da
Educação e Cultura.
A partir de 1991 passou a funcionar no seio do
Instituto o Centro UNESC0 dos Açores o que veio permitir
uma abertura maior ao publico - tanto passiva como activa
- através da promoção de conferências periódicas e o
concurso de colaboradores validos, independentemente da
categoria estatutariamente limitada, de sócios efectivos.

Alvaro Monjardino
INSTITUTO AÇORIANO DE CULTURA

MORADA:

Angra do Heroismo
A década de cinquenta foi um momento fulgurante da
cultura açoriana, tendo o seu seminário diocesano como o
seu principal centro. O reflexo disto está na aposta
literária do Jornal União, órgão da diocese, e na criação
em 1955 do Instituto Açoriano de cultura, por iniciativa
de cinco professores do mesmo seminário(Artur Cunha de
Oliveira, José de Oliveira Lopes, José enes Pereira
Cardoso, José Machado Lourenço e José Pedro da Silva.
O IAC, de acordo com os seus estatutos, tinha por
objectivo "estimular e desenvolver a cultura geral,
dentro das bases ideológicas tradicionais do País.
Promover reuniões e conferências em que se ventilem
problemas culturais. Publicar uma revista, órgão do
instituto e, possivelmente, outros trabalhos de interesse
Cultural.". Estes estatutos só foram revistos, após o 25
de Abril de 1974, tendo sido aprovados em 19782, o que
marca uma fase de profunda renovação.
Atlântida foi o nome dado à revista, que teve a sua
primeira aparição em fins de Setembro de 1956. A partir
de 1979 foi criada a Atlântida-médica a que se seguiu em
1986 Atlântida- ciências Sociais.
As Semanas de Estudos foram uma das iniciativas de
maior impacto na sociedade açoriana. A primeira teve
lugar em Ponta Delgada de 3 a 8 de abril de 1961 com a
finalidade de propiciar um " diálogo entre intelectuais
açorianos". A sua realização, que se manteve até 1966,
era anual e fazia-se alternadamente nas capitais dos três
distritos. A estas primeiras semanas de estudo sucederam-
se a partir de 1983 outras cinco3, sem qualquer
periocidade.
A partir de 1964 o IAC dispunha da Colecção Ínsula,
onde se publicaram até 1983 dezanove volumes, onde primam
trabalhos de Luís Ribeiro, Manuel Francisco dos Santos
Peixoto, Miguel C. de Araújo(..)4.

2. Veja-se Atlântida, no.1, 1978, pp.89-90; ibidem,vol. XXII, 1978, pp.80-88.


3. A VII semana que estava prevista para Abril de 1985, tendo como tema "meio
milénio de igreja nos Açores. realidaes e perspectivas" não se realizou.
4. A história do IAC está compilada num volume sob o título: Instituto Açoriano
de Cultura. 37 anos de actividade, Angra do Heroismo, 1992.
ARQUIVOS
O desenvolvimento da pesquisa histórica está em relação directa com a política arquivistica. Da
existência ou não de arquivos, da sua boa organização e acessibilidade ao público interessado,
dependerá o progresso do conhecimento histórico. Neste sentido a criação dos arquivos distritais
(1931) em Portugal e dos provinciais em Espanha (1935) contribuiu de modo decisivo para o
progresso da investigação histórica.
Nos três arquipélagos existem seis arquivos históricos (Funchal, Horta, Ponta Delgada, Angra
do Heroísmo, Santa Cruz de Tenerife e Las Palmas), fiéis depositários da documentação
remanescente das instituições oficiais e particulares.
Na Madeira e Canárias existem alguns arquivos particulares de especial importância, destes
destacam-se, no primeiro caso, os arquivos de Cossart Gordon & Co. (1745-1931) 1, família
Ornelas e Casa Torre Bela (depositados os dois últimos no Arquivo Regional da Madeira),
enquanto no segundo surgem Zárate-Cólogan (La Orotava), do Marquês de Gandia (Puerto de la
Cruz), etc.
Confrontada a documentação disponível nos arquivos em causa constata-se a elevada riqueza
doa cervo madeirense para os séculos XV e XVI, resultante em especial, do núcleo de paroquiais
(1538), vereações (1473), registo geral de Câmara (1452) e testamentos; estes núcleos são de
inegável importância para a formulação de qualquer análise histórica. Todavia a essa posição
destacada junta-se uma grande lacuna mercê da perda da quase totalidade dos registos notariais
madeirenses dos séculos XV e XVII. Este núcleo é sem dúvida o que dá corpo e importância aos
arquivos de Canárias e Açores (Angra do Heroísmo e Ponta Delgada), pois que os anteriores
núcleos são pobres ou compostos por documentos dispersos; por exemplo, nas vereações estas só
surgem a partir de finais do século XV em Tenerife e no século XVII em Fuerteventura,
enquanto nos Açores surgem no século XVI em Bastião (Terceira), Ribeira Grande (S. Miguel) e
Topo (S. Jorge).
A par disso apenas na Madeira o arquivo conseguiu reunir toda a documentação dispersa pelas
instituições oficiais e cativar o interesse dos particulares para essa salvaguarda, pois nos Açores e
Canárias muitos desses encontram-se ainda por recolher; assim sucede no primeiro caso com a
documentação camarária e das misericórdias de algumas ilhas e no segundo com os registos
paroquiais e mais documentação religiosa.

1. Com a integração da empresa na Madeira Wine Campany os arquivos passaram para


esta nova empresa, estando parcialmente disponíveis no Museu da mesma à Rua de S. Francisco
no Funchal.
Archivo Histórico Insular de Fuerteventura

El Archivo Histórico Insular de Fuerteventura ha sido creado por el Cabildo Insular de


Fuerteventura. Comenzó su formación en el ano 1982, con la recopilación de diversos fondos
documentales que se encontraban dispersos. En la actualidad cuenta con un edificio propio.

Fondos Documentales

El Archivo Insular cuenta con fondos documentales emanados de distintas instituciones


de carácter insular. Entre ellos se encuentran:

-Fondo Betancuria, integrado por documentación procedente del Antiguo Cabildo de la


Isla.
- Fondo del Cabildo de Fuerteventura, formado por la documentación producida por el
actual Cabildo desde su creación en 1913.
- Fondo J.I.A.I., que contiene los documentos emanados de la extinguida Junta
InterProvincial de Arbitrios Insulares. Administración de Fuerteventura.
- Fondos de Juzgados Municipales. Es un conjunto de fondos independientes formados
por la documentación producida por los Juzgados Municipales de Betancuria, Pájara, Tuineje,
Antigua, La Oliva, Puerto del Rosario, Casillas del Angel y Tetir.
- Fondo documental del Juzgado Comarcal de Puerto del Rosario
- Fondo documental del Juzgado de Primera Instancia e Instrucción de Puerto del Rasario
- Protocolos Notariales (1871-1957)
- Archivo de la Sección Femenina
- Documentación Sindical
- Documentación del Registro de la Propiedad.

SERVICIOS

Directora: Rosario Cerdena Ruiz


Dirección: Calle San Roque, 16. 35600 Puerto del Rosario. Fuerteventura. Islas Canarias

Teléfono:(28) 851400 - Extensiones 380 y 383.


Fax.:(28)851812

Horarios: Archivo: 8.00 - 15.00 h.


Biblioteca Canaria 8.00 - 15.00 y de 17.00 - 20.00 h.

Otras informaciones:

En el mismo edificio del Archivo Insular se encuentra una Biblioteca de Temas Canarios,
que cuenta con 8.500 volúmenes aproximadamente, incluyendo las publicaciones periódicas; y
una Hemeroteca.
El Archivo tiene inventarios de los fondos: Betancuria, Cabildo Insular, Fondos
judiciales, J.I.A.I. Asimismo cuenta con un inventario de todos los fondos parroquiales de la isla.
En el Archivo Insular se organizan y desarrollan las Jornadas de Estudios sobre
Fuerteventura y Lanzarote.

PUBLICACIONES

Las publicaciones propias del Archivo son

- Tebeto: Anuario del Archivo Histórico Insular de Fuerteventura.

Se han publicado un total de 5 números y dos anexos. Los números VI y VII están en
imprenta.

- Jornadas de Estudios sobre Fuerteventura y Lanzarote. Se han publicado las I, II, III y
V. Las IV y VI están en imprenta.

El Servicio de Publicaciones del Cabildo también se encuentra ubicado en el edificio del


Archivo Histórico. Las publicaciones realizadas hasta la actualidad son las que se relacionan
sequidamente:

- Fuerteventura en la naturaleza y la Historia de Canarias


- Fuerteventura hasta la abolición de los senoríos (1477-1837)
- Anuario del Archivo Histórico Insular de Fuerteventura. Tebeto I, II, III, IV, V. VI.
-Anuario del Archivo Histórico Insular de Fuerteventura. Tebeto Anexo I. Unamuno, los
derechos del hombre y la libertad de expresión. Un modelo de campana masónica.
-Anuario del Archivo Histórico Insular de Fuerteventura. Tebeto Anexo II. Los antiguos
protocolos de Fuerteventura. (1578-1606).
-Estructuras agrarias recientes de Fuerteventura Unamuno. Artículos y discursos sobre Canarias
- Homenaje a Unamuno
- Simposio internacional de la explotación caprina en zonas áridas
- Avifauna Canaria II. Aves de zonas bajas (agotado)
- Estructura semántica del sistema preposicional del espanol moderno y sus campos de usos.
- Poemas del sueno errante
- Palabras para volver
- Poemas de Pe a Paz
- Comic. La Batalla de Tamasite
- I Jornadas de Historia de Fuerteventura y Lanzarote (agotado tomo II)
- II Jornadas de Historia de Lanzarote y Fuerteventura
- III Jornadas de Estudios sobre Fuerteventura y Lanzarote
- V Jornadas de Estudios sobre Fuerteventura y Lanzarote
- Ataques Ingleses contra Fuerteventura (1740).
- Memoria sobre las costumbres de Fuerteventura
- Evolución del relieve de Fuerteventura
- El sector primario en Fuerteventura
- Políticas turísticas de Fuerteventura
- Fuerteventura y los majoreros (coedición con el Centro de la Cultura Popular Canaria)
- Los higos. Recetas culinarias
- La esclavitud blanca (coedición con el Centro de la Cultura Popular Canaria)
- Diccionario crítico de las perífrasis verbales del espanol
- El bandolerismo en Cuba I (coedición con el Centro de la Cultura Popular Canaria)
- El bandolerismo en Cuba II (Coedición con el Centro de la Cultura Popular Canaria)
- Láminas de paleontología
- El espanol y portugués en Canarias (Coedición con el Centro de la Cultura Popular Canaria)
- Fuerteventura. Una Guia sentimental (Coedición con el Centro de la Cultura Popular Canaria)
- El espanol tradicional de Fuerteventura. (Coedición con el Centro de la Cultura Popular
Canaria)
- De Fuerteventura a París (agotado)
- Cuentos de Bmja de Fuerteventura (agotado)
- Los Caminos (agotado)
- Latido y tortura. Antología poética de Josefina Plá.
- Anuario del Archivo Histórico Insular de Fuerteventura. Tebeto VI.
- Anuario del Archivo Histórico Insular de Fuerteventura. Tebeto VII.
- Fuerteventura.
Archivo Histórico Provincial Joaquín Blanco

El Archivo Histórico Provincial de Las Palmas aparece fundado por Orden Ministerial de 29 de
septiembre de 1948, firmada por don José Ibárlez Martín, ministro de Educación Nacional.
Según acuerdo con el Cabildo Insular de Gran Canaria, éste of recía local para ello en los
edificios que formarían la Casa de Colón, en Vegueta, en el corazón del casco antiguo de Las
Palmas de Gran Canaria, entre tanto, se estableció en otro edificio, propiedad del mismo, en la
calle de Murga, 42, quizá el más idóneo, aunque el más pequeno de los que ha ocupado hasta
ahora. Estaba formado por un antiguo garaje, como deposito de fondos, a cuyo lado, en un grupo
de cuatro habitaciones con pasillo central, se instalaron los servicios. Alli se recogieron los
protocolos centenarios del Colegio Notarial y el Archivo Histórico de la Real Audiencia, que
formaron el nucleo fundacional, y allí se abrió al público el 15 de enero de 1950, después de
muchos esfuerzos de organización, ordenación y somera descripción, llevados a cabo por don
Benjamín Artiles Pérez, su primer director, constantemente apoyado por el Patronato del
Archivo, presidido por don Matías Vega Guerra. En marzo se incorporaron los protocolos
notariales centenarios de la isla de Lanzarote, y el 28 de enero del ano 1952, los de
Fuerteventura, desde el Museo Canario, al que los había entregado, junto con los Archivos
Judiciales, el Ayuntamiento de Antigua, donde am bos se hal laban de positados por la Aud ie
ncia, a consecuencia del traslado a Guía de Gran Canaria del único escribano que quedaba en la
isla.

Desde abril de 1951 se había intentado recoger en depósito la documentación de Archivos


Municipales, para lo que se escribió a todos los Ayuntamientos de la provincia, de los cuales
solamente contestaron cinco: aceptaban el depósito, que no se llevó cabo, los de Arrecife, Guía y
Aldea de San Nicolás.

Desde el 15 de enero de 1952 se había abierto concurso para cubrir cuatro becas de
catalogadores de los protocolos notariales más antiguos, que comenzaron sus tareas en agosto del
mismo ano. En esta misma fecha se había de recoger documentación de Archivos de Hospitales,
que tampoco se llevó a efecto por penuria de espacio, ya trasladado el Archivo a las primeras
dependencias que obtuvo en la calle y Casa de Colón, donde se recogieron los archivos de don
Fernando y don Juan de León y Castillo, y el de don Leopoldo Matos, así como la
documentación conventual que se encontraba en el Archivo de la Delegación de Hacienda de
Santa Cruz de Tenerife y el pequeho Fondo Canario de la Audiencia de Sevilla.

Trasladado a otras dependencias de la misma casa, en la plaza del Pilar Nuevo, se


recogieron el Registro de Hipotecas de Telde, los pequenos fondos del Archivo Judicial de Guía
y el de la Comisaría de Abastecimientos y Transportes, los del Instituto Nacional de Estadística y
el Archivo Municipal de Las Palmas de Gran Canaria, el del Gobierno Civil de la Provincia de
Las Palmas, el fondo más antiguo de la Delegación de Hacienda de Las Palmas (1820-1850) y la
serie de Amillaramientos. Se espera la próxima transferencia de fondos de la AISS y se
encuentran ya en el nuevo local los Archivos de la Sección Femenina, Delegación Provincial de
Cultura, Delegación de Comercio, Delegación Provincial de la Familia, Servicio Provincial de
Información y Asesoramiento de las Corporaciones Locales, «Eco de Canarias» (administrativo y
fotográfico) y la serie de Planos Provinciales del Gobierno Civil de Las Palmas.

EL EDIFICIO

El Archivo se encuentra en la actualidad en espera de su traslado a la plaza de Santa Ana,


entre las paredes que albergaron la última treintena de la vida del gran historiador de las islas don
José de Viera y Clavijo, completamente rehecho en su interior, de acuerdo con las más modernas
técnicas de archivos: pequeno salón de usos múltiples, sala de investigación, oficinas, despachos,
cámara de desinfección, laboratorios de reprografía y restauración y depósitos de una cabida
aproximada de diez kilómetros lineales, con estantería metálica compacta. La gestión del
Archivo fue transferida al Gobierno de Canarias con fecha 1 de enero de 1984.

FONDOS DEL ARCHIVO

1. PUBLICOS
1.1.Notariales, 1509-1884, legajos: 2754, Inventario ( Indices cronologico, geografico,
alfabético de escribanos y notarios.
1.2. Judicia1es:
Real Audiencia de Canarias, 1526-1935, libros: 225, Legajos:2.276, Inventario (Indices
cronológicos, alfabético de partes, geográfico, de materias.
Juzgado de Guía.S. XX, legajos: 1
Audiencia de Sevilla . 1574-1832, legajos: 25, Inventario.
1.3. Registros de la Propiedad:
Contaduría de Hipotecas de Telde, 1868-1870, libros:2, legajos: 18, Inventario.
1.4. Administración Central Delegada:
1.4.2. Comercio. Archivo General, sin organizar
1.4.2.1. Abastecimientos: Mapas . 1944-1946, legajos:5
1.4.3. Cultura . 1978.1983, legajos: 300, sin organizar
1.4.7. Hacienda. 1820-1850, libros: 89, legajos: 108, sin organizar
1.4.9. Interior:
Gobierno Civil (1898), 1936-76, legajos: 1601
Planos provinciales .(?-1985)
Servicio de Inspeccion y Asesoramiento de las Corporaciones Locales (Municipal)
1.4.11. Presidencia, legajos: 360, indices alfabéticos
1.4.11.1. Delegación de Estadística:Censo 1970, «Eco de Canarias»
1.5. Administración Local:
1 .5 .1 . Ayuntamiento de Las(1643)Palmas, 1834-35, libros: 1.058, legajos: 1.038, Inventario
Libros, Inventario legajos.

2. ARCHIVOS PRIVADOS Y SEMIPUBLICOS:


2.2. De Asociaciones: «Arte y Deportes».1920, legajos: 2, Sin organizar
2.2.2.7. Politicos: Sección Femenina .
2.2.2.8. Profesionales: Leopoldo Matos . S. XIX-XX, legajos: 256, Catálogo.

2.4. Religiosos:
2.4.1. Católicos. Conventos, 1548-1846, legajos : 48, Catálogo.
2.5. Archivos particulares:
Fernando León y Castillo S. XIX-XX, legajos: 29, catálogo.
Juan León y Castillo . S. XIX-XX, legajos, 18, Catálogo.
Familia Sall Tascón . . S. XVIII-XX, Sin organizar

FONDOS ESPECIALES
3.1. Figurativos:
3.1.1.2. Planos.Más de 13.000 unidades dentro de su serie.
3 1.2. Iconográficos
3.1.2.3. Fotograhas. Archivo fotografico de «Eco de Cananas», Sin olganizar.
3.2.1. Textos legales. Libros:180, En Biblioteca Auxiliar
3.2.2. «BOE», «BOCA»«BOC» y «Bol. Provincia»
3.3. Audiovisuales. Legajos:3
3.3.3. Microcopias: Microfichas: «BOE» (1983-87), «BOCAC»(1986)
3.6. Colecciones facticias:
Arboles genealogicos.(Procedentes de Procesos Audiencia)
Croquis de terrenos.(Procedentes de Procesos Audiencia)

SERVICIOS

Plaza de Santa Catalina, 4


Las Palmas de Gran Canaria
Islas Canarias

Telef.:(28)322822/322944

Sala de lectura.
Biblioteca Auxiliar, especializada con 1.564 volúmenes y revistas.
Xerocopiadora Canon.
Microfilmadora.
Lector reproductor de .microfilm.
Lector reproductor de microficha.
Computadora PC 2.
Lámpara de luz negra.

BIBLIOGRAFIA

ARTILES PEREZ, Benjamím, «EI Archivo Histórico Provincial de Las Palmas».


BDGAB, LXIV, 1962, pp. 98-100.
HERRERA PIQUE, Alfredo: «Archivo Histórico Provincial de Las Palmas». B.
Informativo Aguayro. CIA Gran Canaria, 49 (1974), pp. 17-20.
LOBO CABRERA, Manuel: «Protocolos Hernán González y Luis Fernández
Rasco». Mancomunidad de Cabildos do Las Palmas. Plan Cultural. Revista Aguayro.
ARCHIVO HlSTÓRlCO PROVIN('IAL DE SANTA CRUZ DE TENERIFE2

Los Archivos Históricos Provinciales se crean por Decreto del Ministerio


de Justicia, el 12 de noviembre de l931. Cuatro años más tarde comenzó a
funcionar el de Santa Cruz de Tenerife. Sin embargo,su creación oficial tuvo
lugar ms tarde, con un Decreto del 28 de marzo de 1977. La titularid de los
fondos es del Ministerio de Cultura, habiéndose traspasado las compotencias
de su gestión a la Comunidad Autónoma de Canarias(Viceconsejeria de
Cultura y Deportes) por Convenio del 24 de septiembre de 1984.
Primeramente el Archivo estuvo instalado en t111 semisótano de la
Escuela de Comercio de Santa Cruz, completamente inadecuado para esa
función. Más tarde pasó al edificio del Círculo de Bellas Artes, donde
permaneció quinze años. Entre finales de 1976 y comienzos de 1977 fué
trasladado a su actual emplazamiento,en La Casa de Cultura.
El edificio está situado en una zona moderna y céntrica de la ciudad, junto
al parque La Cranja. Fué construido de nueva planta, concebido como casa
de Cultura, y se inauguró en enero de 1977.
Además de las dependencias del Archivo, incluye la Biblioteca Publica
Provincial, el Depósito Legal y el PIC (Punto de Información Cultural). Cuenta
con un Salón para exposiciones y un Salón de Actos apto para sesiones de
cine o teatro,así como celebración de cursos y conferencias.

FONDOS DOCUMENTALES

La Antiguedad los fondos se remonta como máximo, al siglo XVI, puesto


que la conquista de las islas finalizó en 1496. Su contenido es fundamental
para el conocimiento de la historia de Canarias en general y de Tenerife en
2. Dados fornecidos pela sua directora Maria del Carmen Ruíz Benítez de Lugo
Mármol.
particular.
Pese a que su ámbito sea provincial,la mayor parte de los documentos
pertenecen a la isla de Tenerife. Su conjunto se articula según el cuadro de
clasificación de Fondos, que se adjunta.

SERVICIOS

Todos los fundos cuentan con un instrumento de descripción para facilitar


el acceso a la información contenida en ellos. Dichos inevntarios, catálogos
y/o indices se han ido elaborando a lo largo de la vida del Archivo. En este
momenento se está procediendo a la revisión e informatización de todos
ellos, y los elaborados sobre los fondos de nuevo ingreso se realizan ya con
un programa informático.
El acceso a los fondos y servicios del Archivo, és publico,mediante la
presentación de 1a tarjeta de investigador, expedida por el propio Archivo, asi
como permisos temporales, según los casos. También se realizan las
convenientes certificaciones sobre documentación custodiada.
De cata a nuestros usuarios se 1es oferece un servicio de reproducción
de documentos, ya sea por fotocopias, scanner y reproduccion en microfilm.
En este sentido el Archivo cuenta con dos lectores de microfilm y una
lectorara reproductora, para hacer legibles los fondos microfilmados) y
reproducciones en este soporte si nuestros usuarios asi lo requieren.

La sala de consulta tiene capacidad para 24 personas.


Se cuenta con una biblioteca auxiliar con unos dos mil volúmenes, 600
folletos y 21 publicaciones periodicas. Se centra en temas de historia en
general y de Canarias en particular, Archivistica y Ciencias Sociales. Tiene
catálogo de autores, materias y título.

DIRECTORA: Mª del Carmen Ruíz Benítez de Lugo Mármol

Dirección: Comodoro Rolín,nº1, 38007. Santa Cruz de Tenerife


Teléf.: 922- 202767

Fax: 922- 2022322

HORARIO: De 9 a 2. De lunes a Viernes

Titulos Publicados:

PROTOCOLOS
Indice Cronologico de Protocolos, siglo XVI
Indice Geografico de Proto. siglo XVI
Indice Onomástico Prot. siglo XVI

Catalogo Pleitos . Juzgado de Valverde

Invent. Ofic. Liquidad. Impuest. La Orotava


Inventario Catastro Rustico y Urbano
Inventario Delegación Prov. Industria
Inventario Dip. y Mncomunidad de Cabildos
Inventario Frente Juventudes

FONDOS

Archivos Públicos

Audiencia Provincial de Santa Cruz de Tenerife,1908-1943


4221 legajos.

Pleitos del juzgado


Sta Cruz de Tenerife, 1872-1940, 563 legajos
La Laguna(Tenerife), 1600-1897, 732 legajos
Valverde(El Hierro), 1834-1961, 59 legajos

Protocolos Notariales, 1505-1802, 4369 legajos

Registros

Contaduria de Hipotecas
La Laguna(Tenerife), 1543-1776, 49 volumenes
La Orotava(Tenerife), 1852-1862, 50 volumenes
La Palma, 1834-1866, 58 volumenes
Santa Cruz de Tenerife, 1615-1862, 28 volumenes

Registro de la Propriedad
Sta Cruz de La Orotava, 1845-1908, 1 volumene
de Sta Cruz de La Palma, 1845-1936, 56 legajos

Administración Central Periférica de ambito Provincial

Hacienda, 1522-1965, 4175 volumenes y 92 legajos


Hacienda Desamortizacion, 1739-1959, 26 legajos
Oficina liquidadora de impuestos de Sta Cruz de La Palma, 1845-1936, 76
legajos
Oficina Liquidadora de impuestos de La Orotava, 1868-1976, 247 volumenes
y 199 legajos
Catastro de Rustica y Urbana. 3200 fotografias aereas del vuelo
planinimetrico del año 57, 1957, 79 legajos
Delegacion Provincial de Industria, 1927-1972, 138 volumenes y 269 legajos
Presidencia. censos de poblacion, 1970-1980, 1200 legajos
Delegación Provincial de vivienda, 1945-1974
Frente de juventudes, 1946-1977, 16 volumenes y 153 legajos
Seccion Feminina, 1936-1978, 26 volumenes y 164 legajos
Administracion Local.

Diputacion, 1878-1919, 48 volumenes


Mancomunidad Interprovincial de Cabildos, 1927-1975, 2015 legajos

Administracion Institucional

Comisaria General de abastecimiento y Transportes, 1943-1952


Organización sindical(AISS), siglo XX

Archivos Privados

Familia Roman, siglos XVI-XIX, 5 legajos


Familia Hardisson, siglos XIX-XX, 171 volumenes
Emma Martinez de La Torre(partituras), siglo XX, 6 legajos
Legado Westerdahl(3500 fotografias relacionadas con el mundo del arte), 582
volumenes y 143 legajos
Familia Lercaro
Espinosa de los Monteros

Archivos de Associaciones

Comision Católica de Española de emigración, 1957-1969, 48 legajos


Heredamiento de Aguas de La Orotava, 1496-1941, 13 legajos

Archivos Religiosos
Conventos Desamortizados, siglos XVI-XIX, 215 legajos
Beneficiencia, 1513-siglo XIX, 825 volumenes, 149 legajos

Colecciones
Papeles sueltos de La Oratava, siglos XVI- XX, 92 legajos
Gaceta de Madrid, 1874-1936, 25 volumenes
Boletin Oficial del Estado, 1936-1977, 504 volumenes
Boletin Oficial de La Provincia de Canarias, 1866-1927, 28 volumenes
Boletin Oficial de La Com. Autónoma de Canarias, 1927-1985, 12 legajos
Boletin Oficial de La Provincia de Tenerife, 1927-1985, 21 legajos

Documentos

Cartograficos: mapas y planos(192)


Audiovisuales: diapositivas(234)
Audiovisulaes: imagen ainada(2)
ARCHIVO HISTORICO EL MUSEO CANARIO

Ha sido siempre principal preocupación de esta Sociedad otorgar relieve y


significación especiales, dentro del marco de sus variadas colecciones, al Archivo
y a la Biblioteca canarios. En ellos se aspira a reunir y catalogar la mayor suma
posible de documentos relacionados con la historiografía del Archipiélago y todas
las publicaciones de cualquier clase debidas a la pluma de los nativos de estas
Islas, además de las que, directa o indirectamente, guarden conexión con la
naturaleza, la historia y la cultura de esta porción insular.

El núcleo inicial de este Archivo se constituyó con los documentos reunidos y


aportados por el doctor Gregorio Chil y Naranjo, el historiador Agustín Millares
Torres, el doctor Juan Padilla y Padilla y otros socios fundadores. Este rico acervo
se ha ido enriqueciendo paulatinamente con la incorporación de importantes
donativos bibliográficos y documentales y las adquisiciones realizadas por la
propia entidad.

ARCHIVOS Y LEGADOS DOCUMENTALES

1.ADEJE

Documentos procedentes de los Archivos del Condado de la Gomera y


Marquesado de Adeje con fechas que van del siglo XVI al XVIII.
Lo forman un total de 154 volúmenes de los que 16 están clasificados, existiendo
fotocopias de sus fichas, 28 corresponden a orchilla y correspondencia, el resto a
cuentas.
42 están en cajas y 112 en paquetes
INQUISICION

El archivo General del Santo Oficio de la Inquisición pasó a poder del


Ayuntamiento de la ciudad a raiz de ser abolido el Santo Tribunal. Estuvo allí
muchos años y por falta de adecuada vigilancia se sustrajeron valiosos
documentos que fueron a formar parte de la colección documental que poseía en
Inglaterra el Marqués de Bute.

Colección Marquês de Bute. Conjunto de documentos originales, pertenecientes


al Santo Oficio de la Inquisición de Canarias, que comprenden desde el año 1499
al 1818, distribuídos en 76 volúmenes en folio encuadernados en media piel
marroquín, de los cuales 32 volúmenes son de "Testificaciones", 31 de
"Procesos", 7 de "Visitas de Cárcel" y "Razón de Presos", y 7 de documentos y
papeles varios ("Licencias para leer Libros Prohibidos", "Cartas", etc.)

Esta colección fue obtenida en Tenerife a fines del siglo pasado, por el tercer
Marqués de Bute, vendida pública subasta el año 1950 por el quinto Marqués,
para la Colección Andre Coppet, de Nueva York, y nuevamente subastada el 1 e
de abril de 1957 en Londres, donde se adquirió por el Gobierno español con la
cooperación de los Sres. Betancor Suárez, quienes actuaron en representación
del Museo Canario.
Parte no ensuadernada del Archivo de la Inquisición, de importancia y volumen
extraordinarios, pasó a principios de este siglo a poder del Museo Canario y lo
forman más de 170 cajas, habiendo sido catalogado por Néstor Alamo.

JUDICIAL DE FUERTEVENTURA

Procedente de Betancuria y cedido por el ayuntamiento de La Antigua en el año


1932.
D. Simón Benítez Padilla, bibliotecario del Museo Canario y en representación del
mismo fue el responsable de su adquisiciòn.
150 paquetes
COLEGIO DE SAN AGUSTIN DE LAS PALMAS

Primer centro de enseñanza de Gran Canaria


(completar)

OTROS LEGADOS DOCUMENTALES

ALZOLA, José Miguel Contiene:

- Catálogos de exposiciones y folletos varios (9 archivadores)


- Libro de Cuentas de la fábrica parroquial de Teguise, Lanzarote. Siglo XVII-XVIII
(1 archivador)
- Mayorazgo de Arucas (9 archivadores)
- Papeles de Domingo Déniz Grek (2 archivadores)
- Plan Especial de Protección y Reforma interior VeguetaTriana Ayuntamiento de
Las Palmas, 1982 (4 archivadores)
- Proyecto de Restauración del Palacio Episcopal de Las Palmas, 1981 (1
archivador)
Donado on 1991

ARTILES RODRIGUEZ, Pablo (1906-1983)

Novelas, temas de viajes, enseñanza, folklore, correspondencia, diario de viajes,


romances, escritos de Jeñaró Artiles
Material impreso, mecanografiado y manuscrito. 36 archivadores
Donado por su sobrino Florencio Rodriguez Artiles en 1983

BRAVO DE LAGUNA, Cristóbal

Documentos sobre Fuerteventura: Acuerdos del Cabildo, marqueses de


Lanzarote, familia de los coroneles, etc.
5 cajas

JIMENEZ SANCHEZ, Sebastián

Comprende temas de arqueologia, antropología, arte, biografías,


correspondencia, enseñanza, política, etnografía y folklore, geografía, historia,
Museo Canario, propios del autor, religiosos, y varios.
Material impreso, mecanografiado, manuscrito, fotográfico. Donado por su hijo
111 archivadores

LARA, Ignacia de (1880-l940)

Cuentos y relatos, poesías, discursos y conferencias; correspondencia; periódicos


y revistas con artículos suyos o sobre ella.
Material impreso, mecanografiado y manuscrito (1928-1956) 16 archivadores

MARRERO MARRERO, José, Magistral (1874-1942)

Partidas sacramentales; genealogía; testamentos; capellanías; censos; ventas,


particiones y donaciones; propios del Magistral Marrero; papeles de la familia
Ortega; libros de Moya y otros.
Material mecanografiado e impreso
Donado en 1932
11 archivadores

MONZON, Juan Alberto (+1990)

Juan Alberto Monzón formó parte de Radio Las Palmas desde sus inicios hasta
1986, siendo director de la emisora así como autor de numerosas composiciones
de música canaria.
Son estas dos características las que componen en esencia su legado
documental.
Se efectuó una clasificación y posterior ordenaciòn en cajas para su traslado al
Museo Canario.
Se hizo relación de contenido de cada una de las 11 cajas en las que se introdujo
este legado documental (116 carpetas y cassettes).
Material impreso, mecanografiado y manuscrito Donado por su esposa (1991)

PADILLA Y PADILLA, Juan de

Copias manuscritas de poetas canarios representativos del siglo XIX


8 archivadores

PESTANA, Antonino
(completar)

VIERA Y CLAVIJO, Jose de


Siglos XVIII-XIX
Documentación manuscrita
5 Archivadores (232 documentos)

BIBLIOTECA MAFFIOTTE

La biblioteca de Luis Maffiotte y La Roche (1862-1937), se incorporó a los fondos


de la biblioteca del Museo Canario en el año 1941 gracias a la colaboración del
Cabildo Insular de Gran (?;3n;3r; ;3
Contiene 1302 volúmenes, destacando entre ellos algunas primeras ediciones,
obras de Iriarte,
También contiene folletos, revistas y manuscritos (propios y ajenos)

BIBLIOGRAFIA:

Herrera Piqué, Alfredo, Tesouros del Museo Canario, Madrid, 1990

Rodríguez Doreste, J., el Museo Canario. Breve reseña histórica y descriptiva, Las
Palmas de Gran Canaria, 1967
El Museo Canario, vide revista: Néstor Alamo, Agustín Millares Carlo, Aurina
Rodríguez
ARQUIVO REGIONAL DA MADEIRA3

Esta actual designação do arquivo madeirense resulta da transferência de


competências pelo decreto-lei, nº.287/80 de 16 de Agosto. O Arquivo Distrital do
Funchal havia sido criado pelo decreto-lei nº.19952 de 27 de Junho de 1931,
com o objectivo de reunir toda a documentação do então distrito do Funchal.
O arquivo foi instalado provisoriamente em 1932, primeiro no Palácio da
Encarnação e, depois no Palácio de São Pedro a partir de 1933. Durante muitos
anos viveu da dedicação do seu director, Dr. Cabral do Nascimento e
conservador, Álvaro Manso de Sousa.

RELAÇÃO DOS FUNDOS

* ADMINISTRAÇÕES DOS CONCELHOS


* ALFANDEGA DO FUNCHAL
* ARQUIVO DOS GOVERNADORES E CAPITÃES GERAIS
* ARQUIVOS PARTICULARES (Pessoais e de Famflias)
* ASSOCIAÇÃO HUMANITÁRIA DOS BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DO
FUNCHAL
* CAMARAS MUNICIPAIS DA REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA (Excepto
Porto do Moniz e Santana)
* CONFRARIAS
* CONVENTOS DA ORDEM SERÁFICA
* ESCOLA MÉDICO-CIRÚRGICA DO FUNCHAL
* GOVERNO CIVIL
* IGREJA PRESBITERIANA DO FUNCHAL
* JUDICIAIS
* JUIZO DOS RESIDUOS E PROVEDORIA DAS CAPELAS
* JUNTA GERAL DO DISTRITO AUTÓNOMO DO FUNCHAL
* MISERICÓRDIAS (Funchal, Calheta, Machico e Santa Cruz)
* NOTARIAIS

3. Texto inicial de acordo com o folheto de divulgação, fornecido pelo arquivo.


* PAROQUIAIS
* POLICIA DE SEGURANÇA PUBLICA
* PROVEDORIA E JUNTA DA REAL FAZENDA DO FUNCHAL
* RECOLHIMENTO DO BOM JESUS

COLECÇOES

* BIBLIOTECA DO CONVENTO DE SÃO FRANCISCO


* BIBLIOTECA «DR. NUNO PORTO» (Constituída pelo espólio do bibliófilo Nuno
de Vasconcellos Porto, alienado a este Arquivo)
* COLECÇÃO «DIÁRIO DE NOTICIAS» (Colecção de periódicos madeirenses e
outros dos séculos XIX e XX)
* COLECÇAO FOTOGRAFICA (Aspectos do património cultural do Arquipélago
da Madeira)
* DOCUMENTOS AVULSOS (Destacam-se cartas régias que remontam ao
século XV)
* FRAGMENTOS

REFERENCIA A OUTROS FUNDOS

Outra documentaçao referente ao Arquipélago da Madeira, parcialmente


disponivel em microfilme neste Arquivo, encontra-se em diversos Arquivos
Portugueses: Arquivo Histórico Ultramarino e Biblioteca Nacional de Lisboa
(Secção de Reservados). Salienta-se o Arquivo Nacional da Torre do Tombo,
onde se destacam os fundos da ALFANDEGA DO FUNCHAL, do CABIDO DA SÉ
DO FUNCHAL, do CONVENTO DE SANTA CLARA, do CORPO
CRONOLOGICO, da PROVEDORIA E JUNTA DA REAL FAZENDA DO
FUNCHAL e do ex-ARQUIVO DO MINISTÉRIO DAS FINANÇAS.

SERVIÇOS

1. LEITURA. Sala de leitura aberta ao público com capacidade de 11 lugares e


dois leitores de microfilmes. Consulta de documentos sujeita a Regulamento
interno.
2.INFORMAÇÁO DOCUMENTAL Informações orais e escritas; emissáo de
certidões.
3.BIBLIOTECA DE APOIO. Obras de História Geral, História da Madeira e outras
de Cultura Geral; publicaçoes periódicas: colecçoes de jornais, revistas,
legislação, estadstica, etc.
4. REPRODUÇÃO DE DOCUMENTOS., Fotocópias, microfilmes, fotocópias de
microfilmes.

DIFUSÃO CULTURAL
Visitas guiadas, mediante marcaçao anteapada; apoio a iniaativas de indole
científica e cultural.

HORÁRIO DE ATENDIMENTO AO PUBLICO


Dias úteis: das 10.00 às 12.30 e das 14.00 às 18.30.

MORADA
Arquivo Regional da Madeira
Palácio de S. Pedro
Rua da Mouraria, 33,
9000- Funchal
Telef. 220961/220963

INVENTÁRIOS E CATÁLOGOS DISPONÍVEIS NA SALA DE LEITURA

1.INSTITUIÇÕES OFICIAIS

Arquivo do concelho da Ponta de Sol


1. Administração do concelho, nº. 1-161, 1836-1930
2. Câmara Municipal, nº. 162-519, 1680-1918 e 2 caixas de docs
avulsos

Arquivo do concelho da calheta


1. Administração do concelho, nº. 1-117, 1860-1937
2. Câmara Municipal, nº. 1-451, 1760-1937

Arquivo do concelho de Machico


1. Câmara municipal, nº. 1-146, 1676-1895

Arquivo do Concelho do Funchal


1. Administração do concelho, nº.1-432
Legados pios, maços: 10, 1841-1915
2. Câmara municipal, nº. 1-1405, 1470-1930

Arquivo municipal do Porto Santo


1.Camara municipal, nº. 1-176, 1771-1930

Arquivo do concelho de Santa Cruz


1. Administração do concelho. nº. 1- 134, 1846-1942
2. Câmara municipal, nº. 135- 360, 151-1945

Arquivo do Governo Civil.nº.1-1083, 1834-1937

MISERICÓRDIAS
1. Funchal, nº. 1-746, 1499-1900
2. Calheta, nº. 1-34, 1561-1859
3. Machico, nº1, 1502- 1560
4. Santa Cruz, nº. 1-2, 1621-1817

CONFRARIAS
Nº. 1-75, e 11 maços, 1592-1863

JUIZO DE RESÍDUOS E CAPELAS


Caixas 1 a 281, séculos XVI- XIX4

CONVENTO

4. Com um catálogodos processos de capelas, com índice onomástico, de capelas e


altares.
Convento da Encarnação, nº. 1-35, 1663-1888
Convento de Nª Sra da Piedade(Santa Cruz), nº. 1, 1705-1710
Convento de Santa Clara, nº. 1, 1642-1890
Convento de São Bernardino(C.de Lobo), nº.1, 1710-1834

OUTROS

Associação Humanitaria dos B. V. do Funchal, nº. 1- 40, 1889-1936


Recolhimento do senhor Bom Jesus da Ribeira, nº.1- 34, 1662- 1920,
caixas 1-16, 1576-1913

PAROQUIAIS5

Achadas da Cruz, B. 7 livros, 1790-1911; C. 3, 1823- 1911;


O. 6, 1838-1911
Água de Pena, B. 6, 1677-1910; C. 4, 1678-1910
O. 3, 1673-1910
Arco da Calheta, B. 15, 1592- 1911; C. 9, 1598- 1911
O. 19, 1641- 1911
Arco de S. Jorge, M., 1, 1679- 1714; B, 5, 1715 - 1911
C. 5, 1633 - 1911; O. 5, 1715 - 1911
Boaventura, B.10, 1790-1910; C.3, 1836-1910
O.4, 1836-1910
Calheta, M. 1, 1539-1557; B.26, 1575-1910; C. 10, 1611- 1911
O. 15, 1575- 1911
Camacha, M, 2, 1680- 1778; B. 12, 1746-1911; C. 5, 1775-1911 O. 5, 1768-
1911
Camara de Lobos, B. 25, 1570- 1910; C. 11, 1570- 1910
O. 12, 1581- 1910
Campanário, M. 1,1598-1636; B. 12, 1626- 1911;
C. 6, 1635-1911; O. 7, 1701- 1911
Canhas, M.2, 1592- 1678; B.21, 1593-1911; C.8, 1692- 1911
O. 10, 1679-1911

5.Siglas: B= baptizados, C= casamentos, M=mistos, O= óbitos.


Caniçal, M. 3, 1594-1860; B. 3, 1728- 1910; C. 1, 1860-1910
O. 4, 1818-1911
Caniço, M. 1, 1648-1687; B. 18, 1539-1910; C.8, 1539-1910
O. 9, 1539-1910
Curral das Freiras, B. 2, 1860-1911; C. 2, 1860-1911
O. 2, 1860-1911
Estreito da Calheta, M. 1,1596-1706; B. 18, 1624- 1911
C. 8, 1629-1911; O. 13, 1596- 1911
Estreito de Camara de Lobos, M.4, 1562-1844; B.18, 1563-1911
C. 9, 1564-1911; O. 8, 1619- 1911
Faial, M. 3, 1543- 1680; B.14, 1693-1911; C. 8, 1701- 1910
O. 7, 1689-1911
Fajã da Ovelha, M. 2, 1571-1680; B.15, 1645- 1911; C.7, 1681- 1910; O. 10,
1647-1910; Crismas, 1, 1726-1851; Desobriga, 50, 1842-1941; Livro de visitação,
3, 1579- 1814; Livro da fábrica, 4, 1638-1834; Confrarias, 15, 1613- 1906
Gaula, M.5, 1541-1717; B. 15, 1717-1910; C. 7, 1714-1910
O. 9, 1712-1910
Jardim do Mar, B. 3, 1809-1911; C. 3, 1844- 1911
O. 3, 1822-1911
Machico, M. 1, 1632-1911; B. 30, 1622-1911; C. 14, 1648-1911
O.10, 1698-1911
Madalena do Mar, M.3, 1589-1660; B. 8, 1658-1910
C. 5, 1707-1910; O.8, 1721-1910
Monte, B. 19, 1690-1911; C. 10, 1673-1911; O, 8, 1721- 1911
Paul do Mar, M.1, 1734-1853; B.8, 1736-1911; C.5, 1842-1911
O,4, 1734-1911; Provimentos, 3, 1746-1850; Confrarias, 4, sec. XVII;
Pastorais, 4, 1844-1908
Ponta Delgada, M. 4, 1579-1719; B. 21, 1633-1911
C. 11, 1633-1911; O. 6, 1634-1911
Ponta do Pargo, B. 12, 1646-1911; C. 7, 1664-1911
O. 8, 1736-1911
Ponta de Sol, M.1, 1579-1624; B. 25, 1614-1911
C. 13, 1565- 1911; O. 14, 1703-1911
Porto da Cruz, M.1, 1635-1653; B. 21, 1577- 1911
C. 10, 1577- 1911; O. 13, 1577- 1911 Porto Santo, M,3,
1572-1657; B.23, 1658-1911
C.11, 1631-1911; O.10, 1691-1911
Prazeres, B. 3, 1860-1911; C. 2, 1860-1911
O.2, 1860-1911
Quinta Grande. B. 2, 1860-1911; C. 2, 1860- 1911
O.2, 1860-1911
Ribeira Brava M. 1, 1581-1592; B. 18, 1539-1911
C. 9, 1539-1910; O.12, 1712-1910
Ribeira da Janela B. 10, 1726-1910; C.4, 1726-1910
O.6, 1726-1910
Santa Cruz,M, 4, 1539-1656; B.24, 1608-1910
C. 9, 1665-1910; O. 9, 1691-1910
Santa Luzia, B. 17, 1680-1911; C. 10, 1681-1911;
O, 10, 1680-1911
Santa Maria Maior, M. 1, 1803-1806;B. 11, 1806-1911;
C. 7, 1806-1911; O. 7, 1804-1911
Santana. B.30, 1568-1911, C. 25, 1568-1911; O, 27, 1647-1911
Santo António. M.1, 1550-1598, B.67, 1602-1911; O. 11, 1694- 1911
Santo António da Serra. B.5, 1813-1910, B.3, 1813-1910; O, 3, 1813- 1910

São Gonçalo, M. 2, 1576-1764; B.14, 1586-1910; C.7, 1587- 1911; O. 8, 1569-


1911
São Jorge. B.17, 1619-1910; C. 8, 1619-1910; O.11, 1619-1910
São Martinho. M.4, 1579-1732; B.17, 1661-1911; O. 8, 1737- 1911
São Pedro, M.3, 1568-1687; B.31, 1598-1911; C.17, 1609-1911; O. 22,
1609-1911
São Roque, M.2, 1588-1697; B.12, 1637-1911; C.8, 1699-1911; O.8, 1698-
1911
São Roque do Faial, B.3, 1860-1911; C.1, 1860-1911; O.2, 1860-1911
São Vicente, B.31, 1591-1911; C.15, 1606-1911; O.15, 1592- 1911
Sé, B.42, 1538-1911; B.expostos, 8, 1765-1854; C. 26, 1539- 1911; O.1539-
1911
Seixal.M.1, 1645-1714; B.11, 1696-1911; C.6, 1714-1911; O.8, 1698-1911
Serra de Água. M.1, 1783-1789; B.6, 1750-1911; C.5, 1704- 1911; O.4, 1691-
1911
Tabua. B.2, 1587-1689; B.8, 1720-1911; C.5, 1719-1911; O.7, 1591-1911.
PUBLICAÇÃO DE INVENTÁRIOS

ALMEIDA, Eduardo de Castro e, Archivo da Madeira e Ultramar. Inventário. Por


Eduardo de Castro e Almeida (...). Madeira e Porto Santo. I-1613-1819. Archivo
da Marinha e Ultramar. Inventário. Por Eduardo de Castro e Almeida (...). Madeira
e Porto Santo. II 1820-1833. Lisboa: Bibliotheca Nacional, 1909.

ALMEIDA, Manuel Lopes e outros, Monumenta Henricina, 15 vols., Coimbra,


1960-1974.

COSTA, José Pereira da, ver AHM.

MARQUES, João Martins da Silva, Descobrimentos Portugueses, 3 vols., Lisboa,


1944-1949.

NASCIMENTO, João Cabral do. Os Pedreiros - Livres na Inquisição e Corografia


Insulana. Transcrição, Introduções e notas de Cabral do Nascimento. Funchal:
-Ver AHM, 1949.

PEREIRA, Fernando Jasmins e José Pereira da Costa, Livros de Contas da Ilha da


Madeira (1504-1537), 2 vols. I - almoxarifados e alfândegas, Coimbra, 1985; II
Registo da Produção de açúcar, Funchal, 1989.

PEREIRA, Fernando Jasmins, Documentos sobre a Madeira no século XVI


existentes no corpo cronológico. Análise documental. Volume I. Sumários. Volume II,
índices, Lisboa, 1990.
- Índices de documentos sobre o Funchal (1470-1823) existentes no Arquivo Regional
da Madeira, Redondo, 1994.

- Ver AHM.

PUBLICAÇÃO DE DOCUMENTOS
BRAZÃO, Maria Elisa de França e Maria Manuela Abreu. A Revolta da Madeira -
1931, Funchal, 1994.

CARITA, Rui, O Regimento de fortificação de D. Sebastião (1572) e a carta da Madeira


de Bartolomeu João (1654), Funchal, 1980.

- Paulo Dias de Almeida e a descrição da Ilha da Madeira, Funchal, 1982.

FREITAS, António Jacinto de (ed.), uma época administrativa da Madeira e Porto


Santo a contar do dia 7 de Outubro de 1846, vol. III, Funchal, 1852.

GODINHO, Vitorino Magalhães, Documentos sobre a Expansão Portuguesa, 3 vols.,


Lisboa, 1945, 1956.

MELO, Francisco de Sousa e, "Tombo 1º do Registo Geral da Câmara Municipal


do Funchal, 1ª parte", Arquivo Histórico da Madeira, vols. XV-XVIII, Funchal,
1972-1974.

- "Tombo 1º do Registo Geral da Câmara Municipal do Funchal. 2ª parte" in


Arquivo Histórico da Madeira, vols. XIX, Funchal, 1990.

MENEZES, Sérvulo Drumond (ed.). Collecção de documentos relativos ao Asylo de


Mendicidade do Funchal desde a sua creação até ao dia em que a actual Commissão
Administrativa tomou conta da sua Direcção. Funchal, 1848.
- Collecção de documentos relativos à construção da Ponte do Ribeiro Sêco na Ilha da
Madeira arrematada em 27 de Fevereiro de 1848 perante o Exmo Conselheiro
Governador Civil do Distrito do Funchal José Silvestre Ribeiro. Funchal, 1848.
- Collecção de documentos relativos a crise da fome por que passaram as Ilhas da
Madeira e Porto Santo, no anno de 1847. Funchal, 1848.
- Uma época administrativa da Madeira e Porto Santo a contar do dia 7 de Outubro de
1846, 2 vols., Funchal, 1849-50.

NASCIMENTO, Cabral, ver AHM.


SARMENTO, Alberto Artur, Madeira 1801 a 1802, 1807 a 1814, Notas e documentos,
Funchal, 1930, (sep. Diário de Notícias de 15 de Junho a 31 de Julho 1930).

- Documentos & notas sobre a época de D. João IV na Madeira. 1640-1656, Funchal,


1940.

SILVA, Fernando Augusto , O Arquipélago da Madeira na legislação portuguesa,


Funchal, 1941 (sumário legislação sobre a Madeira para o período 1834-1939).

SOARES, João (org.) A Revolta da Madeira - Documentos, Lisboa, 1979.

VIEIRA, Alberto, História do Vinho da Madeira. Documentos e textos, Funchal,


1993.
Outros Arquivos Madeirenses

Na Madeira temos ainda dois importantes arquivos:

1.Arquivo do Paço Episcopal: Largo Conde Ribeiro Real,


Telef. 742917.

Neste encontra-se documentação importante referente à


diocese do Funchal:
-Tombo primeiro do Cabido da Sé do Funchal
-Livros de Visitações. desde o séc. XVI
-Róis de Confessados

2. Arquivo da Madeira Wine Company: Rua de S. Francisco, 10,


telef. 223065

Aqui estão reunidos os arquivos das empresas que em 1930


derão origem à Madeira Wine Association. Aqui merece a nossa
atenção o Arquivo Cossart Gordon & Co(1745-1931)6:

- Contas, 136 volumes


- Borrador, 47 vols
- Cartas, 106 vols
- Lojas, 59 vols
- Bills, 36 vols
- Estufas, 2 vols
- Cabrestante, 10 vols
- Tanoaria, 6 vols
- Cargas, 2 vols
-Embarque, 2 vols
- Invoice books, 32 vols
- Foreign day book, 16 vols
- Cargoes calculations, 12 vols
- Lot book, 2 vols
- India order book, 2 vols
- Wine Purchases, 2 vols
- East India orders
- Island Day Book, 4 vols
- Bills & loading, 37 vols
- Disbursements, 6 vols

6. Confronte-se Elizabeth Nicolas, Madeira and Canaries, London, 1953, p.107;


Alberto Vieira, "Os arquivos particulares e a História da Madeira. Cossart Gordon & Co",
in Diário de Notícias- Funchal- supl. Cultura, 20 de Novembro de 1986, p.14.
BIBLIOTECA PÚBLICA E ARQUIVO DA HORTA

O Arquivo da Horta, com jurisdição nas ilhas do ex-distrito


da Horta, foi criado por Decreto-Lei n°46.350 de 22 de Maio
de 1965. Manteve-se inactivo até 1977, data em que foi
criada junto do Arquivo a Biblioteca Pública da Horta,
passando a designar-se Biblioteca Pública e Arquivo da
Horta. Fica situado na rua D. Pedro IV, n°25, 9 900 Horta,
telefone (092) 23341 e tem por Director José Elmiro Teixeira
da Rocha.

O Arquivo da Horta está aberto todos os dias úteis das 10 as


19 horas, encerrando para almoço dos funcionários das 13 as
14 horas. Ao sábado está aberto das 9,30 as 13 horas.

Á sua guarda encontram-se os fundos Paroquiais, Notariais e


Judiciais das ilhas do Faial, Pico, Flores e Corvo. Além
destes possui ainda os fundos da Câmara Municipal da Horta,
da Santa Casa da Misericórdia da Horta, do Governo Civil do
Distrito da Horta, da Central Eléctrica da Horta, do Grémio
da Lavoura da Horta, da Casa Bensaúde e Faial Coal, da
Delegação de Saúde da Horta e a Colecção de documentos doada
por Thiers de Lemos.

Existem inventários provisórios para os fundos paroquiais e


estão em fase de organização os fundos Notariais, da Câmara
Municipal da Horta e da Casa Bensaúde e Faial Coal7.

7. Informe fornecido pelo seu director José Elmiro da Rocha.


BIBLIOTECA PUBLICA E ARQUIVO DE ANGRA DO HEROISMO

DIRECÇÃO: Rua da Rosa, 49


Angra do Heroísmo

TELEF.:(095)22697/22821
FAX: 672690

O arquivo distrital de Angra do Heroísmo foi fundado em


1948, contribuindo para isso o empenho do Instituto
Histórico(1944), para reunir a documentação das instituiçoes
oficiais da Terceira, S. Jorge e Graciosa. O arquivo começou
a funcionar no ano imediato sob a orientação do Dr. Manuel
C. Baptista Lima. A partir de 1956 foi criada também a
biblioteca, ficando também o museu(1949)na mesma alçada no
Palácio Bettencourt. A sua inauguração oficial só teve lugar
em 28 de Julho de 1957, após as necessárias remodelações.
Entre 1949-1956 publicou o arquivo um boletim onde
aparecem inventariados alguns dos principais núcleos.

O Arquivo ficou constituído com as seguintes secções8:

1. Cartórios paroquiais9

Concelhos:
Santa Cruz da Graciosa
Calheta e Velas de S. Jorge
Praia da Vitória
Angra do Heroismo

2.Cartórios notariais10

Santa Cruz da Graciosa.1870-1940

8. Os elementos aqui reunidos são resultado da nossa conculta aos inventários


disponíveis e ao Boletim do arquivo e que por isso mesmo poderão ser considerados
incompletos, pois a direcção da Biblioteca e Arquivo não respondeu ao nosso inquérito.
9. Veja-se inventário em Boletim do Arquivo Distrital de Angra do Heroísmo, nº.4/5
e 6/8, 1953, 1956, pp. 121-152, 251-284.
10. Veja-se ibidem, nº.1, 2 e 3, 1949, 1950 e 1951, pp. 31-93, 211-236, 326-355.
Calheta- S. Jorge. 1666/-
Terceira: Angra do Heroísmo e Praia da Vitória.1552/-

3.Cartórios judiciais

Tribunais de Angra do Heroismo e Praia da Vitória(1579/-).


1247 maços e 650 livros

4. Papéis das repartições extintas e serviços cessantes

Arquivo da Extinta Capitania Geral das ilhas dos


Açores(1766-1832), 1252 maços e 348 livros .
11

Junta provisória e regência, 1828-1832

5. Papéis dos extintos conventos

Conventos de S. Francisco, Graça, Esperança, Conceição e S.


Gonçalo de Angra, S. Francisco, S. Tomás de Vila Nova, Luz e
Jesus da Praia da Vitória: 90 maços

6. Papeis da mitra e Cabido da Catedral de Angra, das


colegiadas e extintas confrarias

Cartório da Mitra de Angra:


Terceira, 1613-1920, maços. 1 a 293
S. Miguel, 1658-1927, maços 294-570
Faial, 1660-1850, maços 571-643
Graciosa, 1708-1909, maços 644-751
Pico. 1680-1885, maços 752-823
S. Jorge, 1699-1844, maços 824-877
Santa Maria, 1697-1844, maços 878-923
Flores, 1698-1899, maços 924-963
Corvo, 1741-1884, maços 1741-1884
Estrangeiros. 1713-1823, maço 974a
Casa forte: 1544-1901, livros 1 a 84, maços 1 a 7, pastas 1
a 3

7. Cartórios em depósito(Câmaras, Misericórdia, serviços


públicos, etc.)

7.1.Câmaras
Administração do concelho de Angra do Heroismo. 303 maços e
225 livros

11. Veja-se Mariana Mesquita, "Roteiro provisório dos livros da capitania geral dos
Açores pertencentes à secção de Reservados da Biblioteca Pública e Arquivo de Angra do
Heroísmo", in Arquipélago. número especial, 1983, pp.237-278.
Câmara de Angra do Heroísmo
Câmara municipal da extinta vila de S. Sebastião(1560/-). 36
livros
Câmara municipal da Praia da Vitória(1511/-). 57 maços e 214
livros

7.2.Misericórdias
Misericórdia de Angra do Heroísmo: 51 maços e 186 livros
Misericórdia da Praia da Vitória: 5 maços e 554 livros
Misericórdia de S. Sebastião: 2 maços e 20 livros

7.3.Junta Geral
Cartório da Direcção de obras Públicas(-/1900): 494 pastas,
99 maços, 390 plantas e 583 livros.

8.Manuscritos diversos

Cartório dos Condes da Praia da Vitória, 83 vols12

9.Cartografia

10. Reservados e Filmoteca

Constituições Sinodais do Bispado de Angra, 1560


Histoire de la Navigation de Jan Huygen Van Linschoten, 1619
Fenix Angrense de Manuel Luis Maldonado13
Livro das avaliações dos ofícios da ilha dos açores e suas
annexas feito por ordem de sua Majestade, por Lourenço Pires
de Carvalho no ano de 1691.
Registo geral do castelo de s. João Baptista de
Angra(1642/-)
Planta das ilhas dos Açores em ponto diminuto todas e
separadamente cada huma deperci, por Manuel Lopes Vieira,
1769.

BIBLIOGRAFIA:

Boletim do Arquivo Distrital de Angra do Heroismo, vols. 1 e


2, nºs. 1 a 8, 1949-1956

LIMA, Manuel Coelho Baptista de, "O aqruivo Distrital sua


Constituição e organização", in Boletim do Arquivo Distrital
de Angra, nº1-3, 1949-1951, pp.5-12
IDEM, A Biblioteca Publica e Arquivo de Angra do Heroismo,

12. Contem o documento mais antigo sobre os Açores, publ. in Arquivo dos Açores, I,
pp.28-31.
13. Em publicação pelo Instituto Histórico da ilha Terceira, com transcrição e notas de
Helder F. Parreira de Sousa Lima. Saíram já 2 volumes(1989-1990).
Angra do Heroismo, 1957.
IDEM, "Instituições Culturais devidas à acção do Instituto
Histórico da Ilha Terceira(projecção do pensamento do Dr.
Luís Ribeiro)", in Boletim do Instituto Histórico da ilha
Terceira, vol XL, 1982, pp.7-93
BIBLIOTECA PUBLICA E ARQUIVO DE PONTA DELGADA14

Região : Região Autónoma dos Açores


Concelho : Ponta Delgada
Endereço : Convento da Graça
Rua Ernesto do Canto, s/n°
9 500 PONTA DELGADA
Telef . : ( 096 ) 2 20 85; 2 57 66
Fax : ( 351 - 96 ) 2 48 82

Horário : Segunda a Sexta Fei ra: O9HOO - 2 OHOO


Sábado: O9HOO - 12H30.
Meses de Jul. a Set.: Segunda a Sexta feira: O9H00 - l9H00
Sábado: encerrado

Serviços:
Comunicação a consulta: na Sala de Leitura da Biblioteca
Pública e Arquivo Certidões : por fotocópia e por
transcrição paleográfica Fotocópias: de acordo com o
respectivo regulamento: desde que a partir do séc. 19, em
bom estado de conservação e de formatos convencionais;
alternativa, com justificação por requerimento, para
investigadores credenciados e/ou universitários.
Consulta de quase todos os PRQ, em microfilme (Soc. Geneal.
Utah), em leitor-reprodutor FUJI - FMRP 30AU. Uma grande
parte dos fundos documentais ainda não pode ser consultada,
por não estarem inventariados, nem ser possível qualquer
tipo de recuperação da informação.

14. Dados fornecidos pela instituição através do responsável da Divisão de Arquivo, o


Lic.Jorge de Mello-Manuel.
Arquivo criado pelo Dec.-Lei n° 20484, de 6 Nov. 1931 (DG,
la série, nQ 258, 7 Nov.), para funcionar em anexo à
Biblioteca Pública de Ponta Delgada, a qual, pelo mesmo
diploma, foi transferida da alçada da Camara Municipal para
a da Junta Geral do Distrito Autónomo, passando a
Instituição a denominar-se Biblioteca Pública e Arquivo
Distrital.
Com a extinçao dos distritos e a criaçao da Regiao
Autónoma, em 1976, desapareceu a denominaçao de "Distrital",
mantendo-se, porém, todas as competências anteriores, com
jurisdição para as Ilhas do antigo distrito (Sao Miguel e
Santa Maria), apesar de nao existir qualquer texto legal que
o especifique.
E um dos três Arquivos da Região Autónoma dos Açores,
sendo os outros sediados em Angra do Heroísmo e Horta, com
idênticas competências para as áreas dos respectivos ex-
distritos e também anexos às Bibliotecas Públicas dessas
cidades, todos dependentes da Direcçao de Serviços de Gestão
e Apoio aos Serviços Externos da Direcçao Regional dos
Assuntos Culturais, Secretaria Regional da Educaçao e
Cultura, com sede em Angra do Heroísmo.
Constitui, na organica interna da Instituição, a Divisão
de Arquivo, com Direcção, Serviços Administrativos, Serviço
de Atendimento à Sala de Leitura, Reprografia e Serviço de
Extensao Cultural comuns à Divisão de Biblioteca Pública .
As competências atribuídas pelo diploma de criação -
muitas das quais já anteriormente assumidas pela entao
Biblioteca Pública Municipal (criada por Decreto de 10 Dez.
1841 [DG, n° 300, 20 Dez. 1841], com sede no Convento da
Graça, de Religiosos Agostinhos) - são totalmente idênticas
às dos Arquivos Distritais do País, recebendo as normais
incorporações de fundos paroquiais, notariais e judiciais,
embora com periodicidades bastante irregulares, dependendo
da disponibilidade das Conservatórias, Cartórios e
Secretarias Judiciais, bem como de espaço nos depósitos e de
meios humanos e técnicos.
Recebeu, também, documentaçao dos extintos conventos e
respectiva desamortizaçao patrimonial, de repartiçoes e
organismos extintos, de associaçoes e de empresas, alguns
arquivos pessoais e de família, bem como documentaçao
municipal com carácter histórico, além de um importante
conjunto de documentação deixado em testamento, com a sua
biblioteca particular, pelo Dr. Ernesto do Canto, em 1900, à
entao Biblioteca Pública Municipal.

Natureza Jurídica : Arquivo público regional Subordinação


Administrativa: Secretaria Regional da Educação e Cultura
Direcçao Regional dos Assuntos Culturais Direcção : Prof.
Doutor José de Almeida Pavao Jr. Arquivistas: Jorge Frazao
de Mello-Manoel Luísa Noronha
Administração Central Delegada
Administração do Concelho de Lagôa,[1743] - [1920]
Administração do Concelho de Nordeste,[1823] - [1936]
Administração do Concelho de Ponta Delgada,[1806] - [1961]
Administraçao do Concelho de Povoação,[1559] - [1941]
Administraçao do Concelho de Vila do Porto, [15-?] -
[19-?]
Alfandega de Ponta Delgada,[18-?] - [1960]
Biblioteca Pública e Arquivo de Ponta Delgada,[1843] -
[1975]
Comando de Ponta Delgada da Polícia de Segurança Pública,
[193-] - [196-]
Conservatória do Registo Civil de Ponta Delgada,1911 -
1978
Delegaçao de Ponta Delgada do Instituto Nacional do
Trabalho e Previdência,[19-?] - [19-?]
Doca de Ponta Delgada,[1898] - [1930]
Governo Civil do Distrito de Ponta Delgada,[1832] - [1976]
Junta Geral do Distrito Autónomo de Ponta Delgada,1833 -
1976
Registo civil das Administrações de Concelho15, 1833 - 1909

Administração Local
Camara Municipal de Ponta Delgada,1514 - 1967
Camara Municipal de Vila do Porto,[15-?] - [19-?]

Judiciais
Corregedoria da Comarca de Ponta Delgada,[17-?] - [18-?]
Juízo Geral de Fora de Ponta Delgada,[17-?] - [18-?]
Juízo Geral de Fora de Vila Franca do Campo,[17-?] -
[18-?]
Ouvidoria Geral de Ponta Delgada,[17-?] - [18-?]
Provedoria dos Resíduos de Ponta Delgada,[15-?] - [1863]
Tribunal da Comarca de Ponta Delgada,[1549] -1932
Tribunal da Comarca de Povoação,[1750] -1975
Tribunal da Comarca de Ribeira Grande[1620] - [1933]
Tribunal da Comarca de Ribeira Grande (outro 16),[18-?] -
1966
Tribunal da Comarca de Vila Franca do Campo,[1622] -
[1934]
Tribunal de Relação dos Açores, [15-?] - [1872]

Notariais
Cartório Notarial de Capelas,[ 1840] - [1919]

15."Fundo" de criacão artificial, reunindo documentação de diversas Adm. Concº


/Registo Civil, porque a restante documentacão de cada uma está por inventariar;
oportunamente, estes livros de registo civil serão integrados nos reais fundos.
16.Não se trata de "outro fundo", mas do conjunto de documentação incorporada em
1993, ainda não devidamente identificada; encontra-se descrita genericamente em
separado, para destacar da documentaçao já existente.
Cartório Notarial de Lagôa (outro 17),1955 - 1962
Cartório Notarial de Maia,[1591] - [1838]
Cartório Notarial de Nordeste (antigo 18),[1601] - [1830]
Cartório Notarial de Nordeste (outro 19),1876 - 1958
Cartório Notarial de Ponta Delgada,1587 - 1938
Cartório Notarial de Povoação,1840 - 1917
Cartório Notarial de Rabo de Peixe/Calhetas,[1633] -
[1836]
Cartório Notarial de Ribeira Grande (antigo 20),[1608] -
[1931]
Cartório Notarial de Ribeira Grande (outro21),[1931] -
[1955]
Cartório Notarial de Vila do Porto,[1648] - [1899]
Cartório Notarial de Vila Franca do Campo (outro 22),1830 -
[1942]
Notariais inventariados23 , 1587 - 1955

Paroquiais
1541 - 1892

Paróquia de Achada,1690-1890
Paróquia de Achadinha,1701-1890
Parõquia de Agua d'Alto, 1833-1891
Paróquia de Agua de Pau, 1652-1890
Paróquia de Agua Retorta,1768-1890
Paróquia de Ajuda da Bretanha,1703-1889
Parõquia de Algarvia,1837-1890
Paróquia de Arrifes,1832-1890
Paróquia de Assunção,1599-1890
17.Documentacão já invententariada; corresponde à mais recente incorporação, por
este Cartório (1992). Por não terem ainda sido reconstituídos os cartórios, mantém-se, por
questões práticas de controle, gestao dos depósitos e recuperacão, separada da
anteriormente existente, a nível intelectual.
18.Documentacão ainda não inventariada, transferida do arquivo do antigo Tribunal de
Relação, em 1910, para a então Biblioteca Pública Municipal. Acessível a partir de um
antigo "guia".
19. Corresponde à incorporaçao de 1989; documentaçao também ainda nao
inventariada e acessível pela guia de entrega.
20.Documentação ainda não inventariada em moldes actualizados, transferida do
arquivo do antigo Tribunal de Relaçao, em 1910, e ao longo do séc. 20; em parte, acessível
pelo antigo "guia", já citado, e por um "inventário" dos anos 1960/70.
21.Corresponde à incorporação de 1989; documentação também ainda não
inventariada e acessível pela guia de entrega.
22.Corresponde à incorporaçao de 1992. A documentação encontra-se quase toda
inventariada.
23."Fundo" de criação artificial, reúne documentação notarial de vários cartórios e
também alguma de natureza judicial, recebida conjuntamente. Encontra-se totalmente
inventariada, nao estando, porém, separada a notarial da judicial, nem identificados os
cartórios, a nível físico ou intelectual. Acessível por inventário em fichas com a mesma
ordenaçao topográfica que esteve na base do trabalho (a única entao possível); uma
pequena parte está registada em base de dados ARQBase/ARQB (cerca de 550 UI),
acessível on-line.
Parõquia de Cabouco1859-1890
Paróquia de Calhetas,1837-1891
Paróquia de Candelária,1551-1889
Paróquia de Capelas,1594-1889
Paróquia de Conceição,1699-1890
Paróquia de Estrela,1541-1890
Paróquia de Faial da Terra,1555-1890
Paróquia de Fajá de Baixo.1622-1889
Paróquia de Fajá de Cima,1837-1889
Paróquia de Fenais da Ajuda,1622-1890
Paróquia de Fenais da Luz,1672-1889
Paróquia de Feteiras,1618-1889
Paróquia de Furnas,1756-1890
Paróquia de Ginetes,1576-1889
Paróquia de Livramento,1833-1889
Paróquia de Lomba da Fazenda,1889-1890
Paróquia de Lomba da Maia,1812-1890
Paróquia de Lomba de Santa Bárbara,1840-1890
Paróquia de Lomba do Loução,1890
Paróquia de Mãe de Deus,1570-1890
Paróquia de Maia,1665-1890
Paróquia de Mosteiros,1623-1889
Paróquia de Nordestinho,1683-1890
Paróquia de Pedreira,1889-1890
Paróquia de Pico da Pedra,1833-1890
Paróquia de Pilar da Bretanha,000
Paróquia de Ponta Garça,1675-1891
Paróquia de Porto Formoso,1686-1890
Paróquia de Rabo de Peixe,1570-1890
Paróquia de Relva,1641-1889
Paróquia de Ribeira das Taínhas,1839-1891
Paróquia de Ribeira Quente,1792-1890
Paróquia de Ribeira Seca, 1577-1890
Paróquia de Ribeirinha,1836-1890
Paróquia de Rosário,1594-1890
Paróquia de Salga,1839-1890
Paróquia de Santa Bárbara,1640-1890
Paróquia de Santa Bárbara do Monte,1833-1860
Paróquia de Santa Cruz,1617-1890
Paróquia de Santana 0000 -0000
Paróquia de Santo António-alem-Capelas,1625 -1889
Paróquia de Santo Espírito,1671 -1890
Paróquia de São Jorge, 1563-1890
Paróquia de São José, 1607-1889
Paróquia de São Miguel, 1561-1891
Paróquia de São Pedro, 1570-1889
Paróquia de São Pedro, 1577-1892
Paróquia de São Pedro, 1670-1890
Paróquia de São Roque, 1596-1889
Paróquia de São Sebastião, 1583-1889
Paróquia de São Vicente Ferreira, 1836-1889
Pessoas Colectivas de Utilidade Pública Administrativa
Instituto de Radiologia de Ponta Delgada
"Dr. Raúl Bensaúde",1921 - 1969

Associações
Liga Micaelense de Instrução Pública,1909-1919
Sociedade Promotora da Agricultura Micaelense,1843- [1905]
Sociedade Teatral Micaelense,[18-?] - [19-?]

Arquivos de Família
Tavares de Faria Machado,.... -
Vaz Pacheco de Castro,.... -
Marqueses da Praia e Monforte,[16-?] - [18-?]

Pessoais
Alexandre de Sousa Alvim,[18-?] - [1915]
António do Espírito Santo, p.e Frei, [1732] - [1758]
Ernesto Rodolfo Hintze Ribeiro, Cons°,[18-?] - [19-?]
José do Canto,[18-?] - [1898]
Octávio Luis dos Reis, p.e,[1606] - 1980
Teófilo Braga,[1864] - [1924]

Monásticos
Inclui documentaçao dos extintos Conventos, Colégio e
Recolhimentos das Ilhas de Sao Miguel e de Santa Maria,
recebida, em data nao identificada, da antiga Repartiçao da
Fazenda de Ponta Delgada: Colégio de Todos os Santos de
Ponta Delgada; Conventos da Conceição, da Esperança, da
Graça, de Santo André, de Sao Francisco, e de Sao Joao
Evangelista de Ponta Delgada, de Santo António de Lagôa, de
Jesus e de Sao Francisco de Ribeira Grande, de Santo André e
de Sao Francisco de Vila Franca do Campo; Recoleta da
Caloura e um conjunto de documentação dos "Extintos
Conventos", certamente assim designada, pela Repartiçao da
Fazenda Pública, para a desamortizaçao desse património, bem
como outra criada pela própria Repartiçao da Fazenda, para a
sua administraçao.

Datas extremas:[1539] - [1903]


N°/tipo de items: XXX (XXX lv, XXX mç)
Acessibilidade: Inventário ARQBase (provisório), em curso
Observações: Os fundos estao a ser reconstituídos, à medida
que vão sendo identificadas as UI de cada instituiçao
religiosa e da Reparticao da Fazenda Pública.

Colégio de Todos os Santos de Ponta Delgada: [1585] - [1802]


Convento de Nossa Senhora da Conceição de Ponta Delgada:
[1594l - [1841l
Convento de Nossa Senhora da Esperanþa de Ponta Delgada:
[1592] - [1903]
Convento de Nossa Senhora da Graça de Ponta Delgada: [1572]
- [1842]
Convento de Jesus da Ribeira Grande24: [1543] - [1840]
Convento de Santo António da Lagôa
Convento de Santo André de Ponta Delgada: [1581] - [1879]
Convento de Santo André de Vila Franca do Campo: [1615] -
[1846]
Convento de São Francisco de Ponta Delgada, 1545-1838
Convento de São Francisco da Ribeira Grande- 1620 - 1856
Convento de Sao Francisco de Vila Franca do Campo:1627-1841
Convento de São Francisco de Vila do Porto-1779-1842
Convento de São João Evangelista de Ponta Delgada: [1539] -
[1843]
Ermida de Nossa Senhora do Cabo da Vila de Lagõa- 1733 -
1823
"Extintos Conventos": [1563] - [1843]
Recoleta da Caloura: [1698] - [17681
Recebedoria Geral da Fazenda Pública em Ponta Delgada
[1837]: [1833]

Empresas
Casa comercial de José de Morais Pereira,1867 - 1886
Companhia de Transportes Marítimos,[19-?] - [19-?]
Hayes & Travell,[19-?] - [19-?]
Loja dos Carreiros,[19-?] - [19-?]
Virgínio José de Sousa, L.da, [19-?] - [19-?]

Colecções
Boletins de famílias da paróquia de Candelária,1580 - 1981
Boletins de famílias da paróquia de Feteiras,1618-1988
Documentos avulsos,[16-?] - [18-?]
Documentos "dos Ginetes",.... -
Documentos do Tribunal de Relaçao dos Açores(acondicionados

24. Segundo Gaspar Frutuoso, teve início em 1536, fundado por Pedro Rodrigues da
Camara e sua mulher D. Margarida de Bettencourt e Sá nas próprias casas da sua moradia
e pomar.
A bula da fundaçao foi assinada em Roma, a 8 Fev. 1543.
A 16 Mar. 1545, contrataram os fundadores com Pedro Machado, mestre de obras, a
construção da capela do Mosteiro e portal da igreja, por 85$000 rs.
Em 1550, lavrou-se a escritura do padroado, obrigando-se os padroeiros a dar ao
Mosteiro 18 moios de trigo de renda e 80$000 rs. em dinheiro, anuais.
Em Jun. 1563, já nele existiam 31 religiosas (21 professas e 10 noviças). Os terramotos
da erupção do Pico do Sapateiro, a 28 desse mês, arruinaram o Mosteiro, saindo as
religiosas para Ponta Delgada, onde residiram em casas particulares e no Convento da
Esperança. Algumas delas entraram depois como fundadoras no Mosteiro de Santo André
dessa cidade, começado em 1567.
Reedificado o convento, pelo filho dos padroeiros, Henrique de Bettencourt da
Camara, a 9 Mai. 1577, pediram as religiosas que estavam em Santo André, licença para
voltarem à sua antiga Casa; em 1587, eram 20 as religiosas que nele viviam.
Segundo Chaves e Mello (A Margarita Animata), existiam, em 1723, 109 freiras
professas e 75 noviças, pupilas e servas; tinha de renda anual 237 moios e 40 alqueires de
trigo e 2.976$000 rs. em dinheiro.
Aquando da desamortizaçao, foi arrematado por José Maria da Camara de
Vasconcellos; em 1896 estava totalmente destruído.
em cx de madeira),[1810] - [1910]
Ernesto do Canto,[14-?] - [1900]
Listas de Passageiros,1904 - 1927
Manuel Monteiro Velho Arruda,[18-?] - [19-?]
Manuscritos Musicais, [17-?] - [18-?]
Memoriais de famílias da paróquia de Ginetes,1789 - 1902
É de salientar os arquivos das instituições que ainda
preservam documentos antigos não recolhidos aquando da
criação do Arquivo Distrital:

Arquivo da Alfandega de Ponta Delgada, com documentação


desde 1568.
Arquivo da Câmara da Ribeira Grande, docs. desde 1555
Arquivo da Câmara da Lagoa, docs. desde 1702
Arquivo da Câmara de Vila Franca do Campo, docs, desde 1648
Arquivo da Santa Casa da Misericórdia de Ponta Delgada,
docs. desde 1576

O Conhecimento da documentação micaelense passa também pelo


recurso aos trabalhos de Urbano de Mendonça Dias25.

BIBLIOGRAFIA:

AMARAL, Maria Regina A. de Carvalho e Maria Antónia P.


Coelho de Freitas, índice das variedades Açorianas coligidas
por José Torres, Ponta Delgada, 1992

SIMAS, João de, "Biblioteca Pública e Arquivo Distrital de


Ponta Delgada", in Anais das Bibliotecas e Arquivos, nº.20,
1949, pp. 77-93.

25. A vila, 6 vols, 1927; A vida de nossos avós, 9 volumes, 1944-48; Instituições
vinculares. Os morgados das ilhas, Vila Franca do Campo, 1941
SERVIÇOS DE DOCUMENTAÇÃO
DA UNIVERSIDADE DOS AÇORES

MORADA: Rua da Mãe de Deus


9502-Ponta Delgada codex
S. Miguel Açores

HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO:
Período escolar(Outubro a Julho): 2ª a 6ª feira- 9 às
19horas, sábado- 9 às 12.30 horas
Período de férias(Agosto-Setembro; férias da Páscoa e de
Natal): 2ª a 6ª feira- 9 às 12.30 horas e 14 às 1730 horas

FUNDOS EXISTENTES( em regime de depósito)26

Arquivo Brum da Silveira/José do Canto. sécs.XVI- XIX

Arquivo Mont'Alverne de Sequeira,(185-/19--)27, 5 caixas

Arquivo Raposo do Amaral, sécs. XVI- XIX28.

26. Informação fornecida por Pedro Pacheco de Medeiros, dos Serviços de


Documentação.
27. Arquivo pessoal, iventariado, acessível através de catálogo
28. Arquivo de Família em fase de organização.
ARQUIVO DE CABO VERDE

MARIA MANUEL

a) Arquivo Histórico Nacional - República de Cabo Verde29

Director: José Maria Almeida

Arquivo Histórico Nacional

Rua da Alfândega
Caixa Postal nº 321
Praia - República de Cabo Verde

Telf: (238)612125/ 613962


Fax: (238) 613964
Telex: 6030 MICD-CV

Horário:

Período da Manhã - De 2ª a 6ª feira das 9.30 às 12.00 horas


Período da Tarde - 2ª e 3ª feira das 15.00 às 18.15 horas
4ª a 6ª feira das 15.00 às 19.45 horas

Serviços Prestados:

De momento só são possíveis reproduções através de


fotócopias; num futuro próximo disporá de uma oficina de
microfilmagem.

29. Informações gentilmente cedidas pelo Director do A.H.N., Dr. José Maria Almeida
Historial

Após a independência de Cabo Verde, em 5 de Julho de 1975,


o governo caboverdiano, consciente do importante papel que
os arquivos desempenham no reforço da identidade nacional,
decidiu criar uma instituição que se dedicasse a organizar
os documentos existentes no arquipélago, produzidos antes e
depois da independência.
O Arquivo Histórico Nacional (A.H.N.) foi então criado
pelo decreto nº123/88 de 31 de Dezembro de 1988 e publicado
no 4º suplemento do Boletim Oficial nº 53 da mesma data,
dotado de autonomia administrativa, financeira e
patrimonial.
A sua sede situa-se na cidade da Praia e foi instalada
no antigo edificio das Alfandegas; local cuja escolha
responde a uma recomendação do relatório da missão efectuada
pelo Dr. Isaú Santos em Janeiro de 1982, então Director do
Arquivo Histórico Ultramarino - Lisboa, relatório esse que
foi confirmado por uma outra missão patrocinada pela UNESCO
e pelo Conselho Internacional de Arquivos e, realizada por
Mlle Neirinck, da Direcção dos Arquivos de França, de 9 a 23
de Agosto de 1986. Este último relatório constitui o
documento de base para que a Missão Francesa de Cooperação
financiasse as obras de recuperação do ex-edifício das
Alfândegas e sua adaptação às necessidades de um Arquivo
Nacional, incluindo o financiamento de vários equipamentos
de microfilmagem, restauro, espurgo e estantes metálicas a
dois níveis.
Apesar de uma parte dos documentos produzidos pela
administração colonial estar conservada em Portugal
(principalmente a que remonta a épocas mais recuadas),
existe uma grande massa documental que não foi transferida
para a metrópole, tendo continuado nas repartições que a
produziu. Assim o A.H.N. reunindo(ou tentando, ainda reunir)
arquivos dispersos por várias ilhas, dispõe de fundos
arquivisticos oriundos de serviços públicos bem como de
documentação de entidades privadas, como por exemplo dos
espólios de instituições religiosas (cf. lista dos Fundos
Documentais existentes no A.H.N.).

Fundos documentais existentes no A.H.N.: A biblioteca do


A.H.N. possui uma rica colecção de Diários de Governo e de
Boletins Oficiais de Portugal e de suas ex-colónias, cerca
de três mil (3.000) títulos de obras e seiscentos (600)
títulos de periódicos.
b) Outros arquivos portugueses e estrangeiros

Tendo sido as ilhas de Cabo Verde uma colónia


portuguesa durante mais de 5 séculos, existe logicamente
muita documentação referente à sua história em arquivos
portugueses. Os Arquivos Nacionais/ Torre do Tombo, a
Biblioteca da Ajuda de Lisboa, a Biblioteca Nacional de
Lisbos e o Arquivo Histórico Ultramarino são os principais
depositários desta documentação.
À excepção do último, não existem nestes arquivos
colecções específicas ou individualizadas sobre o
arquipélago; os documentos relativos às ilhas integram-se em
núcleos gerais como o Corpo Cronológico, Núcleo Antigo e
Cartório Notarial, ou nas Chancelarias régias, onde por
exemplo podemos encontrar, num mesmo fólio, nomeações de
oficiais para Cabo Verde ou para qualquer outra região do
império. No entanto, coletaneas documentais como a Monumenta
Missionária Africana, 2ª série (6 volumes), a História Geral
de Cabo Verde - Corpo Documental (2 volumes) e mesmo os
Portugaliae Monumenta Africana a par com as notas de rodapé
da História Geral de Cabo Verde (vols. I e II) podem
auxiliar todos quantos pretendem explorar fontes primárias
sobre a História daquele espaço insular.
Não é igualmente de desprezar a consulta de
documentação existente em arquivos espanhois particularmente
para o período cronológico correspondente à união dinástica.
No Archivo General de Índias em Sevilha principalmente nos
seus fundos Contratacion, Indiferente General e Patronato
Real encontra-se um extenso acervo sobre as ilhas de Cabo
Verde principalmente nas suas relações comerciais com a
América Espanhola. Licenças de introdução de escravos de
Cabo Verde e Rios da Guiné nas possessões castelhanas,
informações sobre os preços de venda dos negros na América
ou a respeito das consequências da sua falta na exploração
daquelas terras, assuntos relacionados com as actividades
dos contratadores do trato de Cabo Verde são algumas das
temáticas que facilmente detectámos nestes núcleos
documentais. No Archivo General de Simancas, em particular
nos núcleos Secretarias de Estado, Secretarias Provinciales
e Guerra Antigua existe também um considerável manancial de
documentação importante para a história insular,
nomeadamente sobre a actividade diplomática da Coroa junto
das autoridades políticas francesas, inglesas e holandesas
com vista à manutenção do exclusivo do esoaço atlântico. Os
assuntos referentes aos arrendamentos do trato de Cabo Verde
e Rios de Guiné são igualmente um dos grandes temas desta
documentação do A.G.S.; convêm, no entanto, referir que em
relação a esta última temática que de parte dos textos
encontram-se cópias ou 2ª vias no Arquivo Histórico
Ultramarino (ou o inverso, cópias e 2ª vias no A.G.S. e o
documento original no A.H.U.).
Os arquivos de Roma são outro dos centros de
investigação a considerar. Por exemplo, no Archivum Romanum
Societats Jesu no núcleo Lusitania encontram-se as cartas
dos jesuitas da missão de Cabo Verde que contêm elementos
fundamentais para a compreensão da história das ilhas;
muitas destas cartas foram, contudo, já publicadas pelo
Padre Brásio, nos vols. IV e V da Monumenta Missionária
Africana.
Como mencionámos anteriormente o Arquivo Histórico
Ultramarino é o único, dentre todos os citados, que dispõe
de um fundo individualizado sobre Cabo Verde.
Esta documentação avulsa está integrada em caixas, com
uma organização geográfica e cronológica, que no caso de
cabo Verde se compõe por um conjunto de 40, cujas datas
medeiam o período compreendido entre 1602-1834. Também nos
códices do Conselho Ultramarino se encontra documentação
sobre este espaço insular, sem. no entanto, estar
individualizada geográficamente. A par deste importante
núcleo documental o arquivo dispõe de colecções de
cartografia e iconografia que completam a informação
escrita.

O Museu de Documentos Especiais compreende quatro grande


secções, a saber: filatelia, numismática, iconografia e
cartografia num total de mil (1000) peças.
O Arquivo propriamente dito detém no seu acervo sete (7)
fundos já tratados, a saber:

1 - Livros de registos (manuscritos) da Secretaria Geral do


Governo, (1674-1948);
2 - Livros de registos (manuscritos) da Repartição
Provincial dos Serviços da Administração Civil, (19261975);
3 - Livros de registos (manuscritos ) da Administração do
Concelho da Praia, (1848-1975);
4 - Livros de registos (manuscritos) da Câmara Municipal da
Praia, (1812-1977);
5- Papéis avulsos da Secretaria Geral do Governo,
(18031926);
6- Papéis avulsos da Repartição Provincial dos Serviços da
Administração Civil, (1926-1975);
7 - Papéis avulsos da Administração do Concelho da Praia,
(1848-1947);

Também fazem parte do acervo do A.H.N. os seguintes


fundos que ainda não estão tratados:

1 - Livros de registos (manuscritos) da Curadora dos


Serviçais e Colonos para S.Tomé e Príncipe, (19001975);
2 - Papéis avulsos da Curadoria dos Serviçais e Colonos para
S.Tomé e Príncipe, (1900-1975);
3 - Livros de registo (manuscritos) da Direcção Geral das
Alfândegas, (1831-1975);
4 - Papéis avulsos da Direcção Geral das Alfandegas, (1900-
1975);
Arquivos transferidos do Concelho do Paúl - ilha de S.Antão:

1 - Registo Civil e Cartório Notarial / livros de registo):


- Livros de baptismo, (1859-1906);
- Livros de Casamento, (1880-1915);

2 - Câmara Municipal do Paul (1896- 1964);

3 - Tribunal do Paul / livros manuscritos (1896-1965);

Arquivos transferidos do Concelho da Ribeira Grande ilha de


S. Antão;

1- Registo Civil e Cartório Notaria / livros manuscritos


- Livros de baptismo, (1828-1889);
- Livros de casamento, (1828-1886);
- Livros de óbitos, (1835-1889);

2- Câmara Municipal da Ribeira Grande, (1815-1974);


3 - Tribunal Regional - Ribeira Grande / livros manuscritos
(1850-1875);
4 - Repartição Provincial dos Serviços da Agricultura,
Florestas e veterinária (1968-1975)

Arquivos transferidos do Concelho do Porto Novo ilha de


S.Antão:

1 - Câmara Municipal do Porto Novo,(1955-1974),


2 - Alfândega do Porto Novo.

Processos e livros de registos (manuscritos) do tribunal da


Comarca da Praia (1700-1969)

Arquivos (manuscritos) transferidos do Concelho da Brava -


ilha Brava:

1 - Registo Civil e Cartório Notarial / livros manuscritos


- Livros de baptismo, (1823-1895";
- Livros de casamento, (1835-1892);
- Livros de óbito, (1807-1892);
2 - Câmara Municipal da Brava, (1800-1974):
3 - Alfândega da Brava, ( - ), 42 métros lineares;

Arquivos transferidos do Concelho do Fogo- ilha do Fogo:

1 - Registo Civil e Cartório Notarial / livros manuscritos


- Livros de baptismo, (1814-1892);
- Livros de casamento, (187-1881);
- Livros de óbito, (1842-1889);
2 - Câmara Municipal do Fogo, (1813-1974);
3 - Alfândega do Fogo, (1941-1974);
4 - Repartição das Finanças do Fogo, ( - ).

Arquivos transferidos do Concelho do Maio - ilha do Maio:

1 - Registo Civil e Cartório Notarial / livros manuscritos


- Livros de baptismo,(1852-1887),
- Livros de casamento, (1898),
- Livros de óbito,(1883-1888),

2 - Câmara Municipal do Maio, (1913-1968),


3 - Alfândega do Maio, (1874-1951),
4 - Repartição das Finanças do Maio ( - );

Arquivos transferidos do Concelho da Boavista - ilha da


Boavista:

1 - Registo Civil e Cartório Notarial / livros manuscritos


- Livros de Baptismo, (1875-1893),
- Livros de casamento, (1877- ),
2- Câmara Municipal da Boavista, (1900-1969),
3 - Repartição das Finanças da Boavista;

4 - Alfândega da Boavista,

Arquivos Transferidos do Concelho do Sal- Ilha do Sal

1. Câmara municipal do Sal


2.Alfândega do Sal

Arquivos transferidos do Concelho de S. Nicolau Ilha de S.


Nicolau

1 - Registo Civil e Cartório Notarial


- Livros de Baptismos (l842 - 1893),
- Livros de Casamentos (1871 - 1893),
- Livros de Óbitos (1855 - 1893),
2 - Câmara Municipal de S. Nicolau,
3 - Repartição de Finanças de S. Nicolau.

Ainda faltam incorporar diversos fundos de arquivos


existentes nas ilhas de S. Vicente e Santiago, os quais já
foram inventariados e serão objecto de transferência no
decorrer do ano de 1995 e seguintes.
ARQUIVO HISTÓRICO DE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE

Carlos Agostinho das Neves

Endereço Postal:

Arquivo Histórico de São Tomé e Príncipe


Caixa Postal nº 87, São Tomé
São Tomé e Príncipe

Telefone - (239-12) 21630

1. Localização

O Arquivo Histórico de São Tomé e Príncipe encontra-se


instalado, desde a sua criação, num edifício público que
havia sido concebido para o funcionamento de serviços
oficiais não possuindo, por conseguinte os requisitos
indispensáveis à boa conservação da documentação. A agravar
a falta de funcionalidade na disposição das suas salas, quer
a de comunicação dos documentos, quer as de arrumação dos
mesmos, o edifício encontra-se a beira-mar sofrendo, por
essa razão os efeitos do calor e da salinização, o que
provoca uma acelerada deterioração da documentação.
Existe ainda uma improvisada extensão do Arquivo, dele
distando uns escassos 500 metros, localizada na histórica e
bela Capela do Bom Jesus, cuja construção remonta ao séc.
XVI, onde se acham sem qualquer arrumação milhares de
documentos provenientes dos arquivos de diversas repartições
públicas, que corriam o risco de serem lançados ao fogo por
incúria ou ignorância dos homens. Também aí não existem as
mínimas condições de conservação da documentação.

2. Breve História

O Arquivo Histórico de São Tomé e Príncipe, um dos três


criados ainda sob a administração portuguesa em todo o
antigo império colonial (os outros dois haviam sido criados
em Angola e Moçambique), foi criado, com sede em São Tomé,
pelo decreto nº 49047, de 7 de Junho de 1969, após estudos
preleminares efectuados pelo distinto pesquisador Padre
Doutor António da Siva Rego.
A propósito da ideia que norteou a criação do Arquivo,
Silva Rego na introdução que fez ao seu Roteiro (Boletim nº
4, Arquivo Histórico, São Tomé, 1971) afirmou:

“Ao chegar à Província, a 23 de Maio de 1968, encontrei, já


devidamente constituído, um “Grupo de Trabalho” que logo
entrou a funcionar. Após alguns dias de sondagens,
verificou-se logo que a documentação existente em S. Tomé
não atingia, pelo menos aparentemente, ano anterior a 1802.
Iniciada a arrumação dos documentos, encontrou-se a possível
explicação do facto. Com efeito em Agosto de 1887 nomearam-
se comissões em S. Tomé e Príncipe para se inutilizarem os
papéis “julgados incapazes e sem importância”, segundo
consta de instruções passadas no Príncipe em 30 de Agosto de
1887 pelo Major João Albuquerque Cabral. Esperava ele que a
comissão do Príncipe actuasse com zelo, inteligência e
competência, esperando “que a escolha se fará de forma que
fiquem existindo os documentos que pelo seu interesse e
importância merecerem ser conservados, devendo da
inutilização lavrar-se o competente auto para ser
convenientemente arquivado”. Verificou-se ainda que, durante
o período em que António Enes ocupou a pasta da Marinha e
Ultramar, também a Província de S. Tomé e Príncipe recebeu
ordem de remeter para Lisboa toda a documentação anterior a
1834. Isto explica o reduzido número de documentos existente
na secretaria geral do Governo, em S. Tomé, ou dela
dependente, pois a Câmara Municipal do Príncipe orgulha-se
de possuir papéis da segunda metade do Século XVII.”

3. Fundos iniciais

Eram os seguinte os fundos iniciais:

1 - NÚCLEO DE S. TOMÉ
a) Arquivo da Secretaria Geral do Governo com as
seguintes Séries:
- Série A
- Série B
- Série C
b) Arquivo da Administração Civil
c) Arquivo da Câmara Municipal
d) Arquivo da Repartição de Fazenda

Arquivo da Secretaria Geral do Governo

Série A - É um dos mais importantes arquivos de São Tomé.


Contém documentos dos anos de 1802 a 1923, que se compõem de
ofícios, cartas, portarias, decretos, requerimentos,
relatórios, passaportes, etc., arquivados em 567 caixas
metálicas. Cada caixa contém uma ou mais pastas e estas um
ou mais maços. Trata-se de correspondência recebida da
antiga metrópole, de outras antigas colónias, de
estrangeiros e das diversas repartições da então Província
de São Tomé e Príncipe.

Série B - São 326 livros de registo de correspondência dos


anos de 1850 a 1929.

Série C - Reservados de 1876 a 1926, referente a vários


assuntos e conservados em 25 maços.

Arquivo da Administração Civil

O Arquivo da Administração Civil é constituído por 499


livros de extractos de nascimento, de baptismo, de casamento
e de óbito das freguesias de S. Tomé dos anos de 1856 a
1925.

Arquivo da Repartição de Fazenda de S. Tomé


Este arquivo é indispensável para o conhecimento da
história económica de S. Tomé e Príncipe. Comprende os anos
de 1884 a 1945 e é composto por 206 maços com
correspondência diversa, recebida e expedida para diversos
serviços da colónia e da antiga metrópole, bem como diversos
inventários.

2 - NÚCLEO DO PRÍNCIPE
a) Arquivo da Câmara Municipal
b) Arquivo da Administração do Concelho
c) Arquivo da Antiga Curadoria dos Serviçais e Colonos
d) Arquivo da Secretaria Geral do Governo

Arquivo da Câmara Municipal


Este arquivo vai de 1665 a 1936, com 312 maços e códices.
Trata-se de um conjunto documental da mais elevada
importância para o estudo da sociedade e da economia do
Príncipe. Encontra-se parcialmente publicado (Actas da
Câmara de Stº. António da Ilha do Príncipe, Junta de
Investigação Científica do Ultramar, Lisboa, 1971)

Arquivo da Administração do Concelho


Abrange os anos de 1819 a 1920 e contém 137 maços e livros
com documentação de natureza vária.

Arquivo da Antiga Curadoria dos Serviçais e Colonos


Compreende os anos de 1891 a 1916 e é constituído por 7
maços.

4. Incorporações posteriores
Núcleo de S. Tomé
a) Secretaria Geral do Governo (Série - D)
b) Conservatória do Registo Civil
c) Câmara Municipal com as seguintes Séries:
- Série - A
- Série - B
d) Correios Telégrafos e Telefones
e) Curadoria Geral dos Serviçais e Indígenas/Instituto do
Trabalho e Previdência Social

Núcleo do Príncipe
a) Conservatória do Registo Civil

Secretaria Geral do Governo (Série D)


Esta série contém documentos que vão de 1920 a 1970 e é
composta por 247 maços. Trata-se de correspondência diversa,
recebida e expedida, dentro da Província e para o exterior,
actas do Conselho do Governo, telegramas, concursos, etc.

Conservatória do Registo Civil


Respeita a 428 livros de extractos de nascimentos, óbitos,
casamentos, perfilhações e reconhecimentos dos anos de 1927
a 1979.

Câmara Municipal

- Série A
Este é um dos maiores e mais importantes arquivos,
indispensável para um conhecimento da estrutura económica,
social e administrativa de S. Tomé. Contém 533 maços de
correspondência diversa, livros de actas, livros de receitas
e despesas, requerimentos, recenseamentos eleitorais e cobre
os anos de 1866 a 1977.

- Série B
Em quase tudo idêntica à anterior, salvo na sua extensão e
natureza diferenciada de alguma documentação. Contém 2518
maços e livros dos anos de 1871 a 1977.

Contém duas subséries (B1 e B2):

A subsérie B1 respeita a 523 processos individuais de


funcionários camarários.
A subsérie B2 contém 396 projectos de construção civil.

Correios Telégrafos e Telefones


Trata-se de 229 maços e livros de correspondência diversa
dos anos de 1888 a 1980.

Curadoria Geral dos Serviçais e Indígenas/I.T.P.S.


Outro dos arquivos da maior importância para a história de
S. Tomé e Príncipe, sobretudo na sua vertente económica e
das relações de trabalho. Reporta aos livros de registo de
contratos dos serviçais das outras antigas colónias
portuguesas, livros de repatriamento, certificados de
óbitos, processos de queixas, etc. Cobre os anos de 1847 a
1984 e eleva-se ao número de 2741 livros e maços.

Núcleo do Príncipe

Conservatória do Registo Civil


Respeita a 45 livros de registo de nascimento, óbitos e
casamentos dos anos de 1925 a 1969.

5. Direcção
O Arquivo Histórico de São Tomé e Príncipe é actualmente uma
Direcção de Serviço integrada na Direcção Geral da Cultura,
dependente da Secretaria de Estado da Comunicação Social e
Cultura. É dirigido pela Srª D. Anabela Barroso.

6. Fontes

Boletim do Arquivo Histórico de S. Tomé e Príncipe, nº 4 -


III Quadrimestre - Ano II, 1971.
ARQUIVO HISTÓRICO ULTRAMARINO

O ARQUIVO E A SUA DOCUMENTAÇÃO

O Arquivo Histórico Ultramarino (AHU) foi legalmente


criado pelo Decreto-Lei n° l9.869 de 9 de Junho de 1931.
Instalado desde 1929 no Palácio da Ega à Junqueira, o AHU, à
data Arquivo Histórico Colonial, incorporou nos seus
depósitos além dos documentos mais antigos que constituiam a
Secção Ultramarina da Biblioteca Nacional a documentação
enviada pelos governos coloniais da Guiné, Angola e
Moçambique, e os filndos documentais do Ministério das
Colónias depois do Ultramar, que estavam dispersos por
vários edifícios e armazéns do Estado.
Esta documentação resulta essencialmente da
correspondência oficial trocada entre a administração
central e a administração local numa vasta rede de relações
politico-institucionais, económico-sociais e culturais, num
espaço que se estendeu aos Novos Mundos descobertos.
O AHU organizou a sua documentação em duas secções: a la
Secção constituída pelos fundos mais antigos a que
correspondem os documentos avulsos e códices do cartório do
antigo Conselho Ultramarino, até à sua extinção em 1833; a
2ª Secção constituída pelos fundos da Secretaria de Estado
da Marinha e Ultramar, Ministério das Colónias e Ministério
do Ultramar, até à sua extinção em 1975.
A documentação avulsa da la Secção teve uma organização
geográfica e cronológica que resultou nas seguintes
colecções:

REINO. 1445-1836
MADEIRA. 1513-1835
AÇORES. 1607-1839
NORTE AFRICA. 1596-1832
CABO VERDE. 1602-1837
GUINÉ. 1614-1837
S. TOME E PRINCIPE. 1538-1834
ANGOLA. 1602- 1833
BRASIL. 1548- 1837
PARAGUAI. 1618-1833
MONTEVIDEU.1737- 1829
BUENOS AIRES. 1778-1825
MOÇAMBIQUE. 1608-1890
INDIA. 1509-1843
MACAU. 1603-1833

Os códices constituem séries, entre outras de Decretos,


Alvarás, Provisões, Cartas Régias, Consultas, Mercês,
Sesmarias, etc.
A documentação da 2a Secção foi organizada com base na
estrutura das instituições que Ihe deram origem. Desta
Secção o fundo mais importante é o da Direcção Geral do
Ultramar que evoluiu por sucessivas reformas até ao já
extinto Ministério do Ultramar. Esta Secção inclui ainda
fundos de grande importância como:
Conselho Ultramarino e seus sucedâneos; Direcções Gerais do
Ultramar, Fazenda, Militar, Caminhos de Ferro, Administração
Política e Civil, Fomento e Saúde; Gabinete do Ministro;
Companhia de Moçambique; Instituto de Apoio aos Retornados
Nacionais, Agência GemI das Colónias, Banco Nacional
Ultramarino. etc.
Há também que referir as importantes colecções de
cartografia e iconografia. Da primeira avulta a cartografia
militar ligada às ilhas adjacentes, ao Brasil e possessões
do ultramar. Da iconografia sobressaem de entre outros
desenhos e aguarelas das obras feitas pelos portugueses no
além-mar bem como testemunhos etno-antropológicos que
impressionavam os homens das descobertas.
Possui o AHU além da documentação em suporte papel e
alguns pergaminhos, uma avultada colecção de material
audiovisual, cujo número se cirra em vários milhares de
slides, algumas centenas de negativos, fotografias em papel
e vidro. e postais.

ENDEREÇO
Calçada da Boa-Hora, 30
1300 Lisboa
Tel: 3638019 /3632414
Fal: 3621956

Horário:
2ª a 6ª Feira: 13:30 - 19:00
Sábados: 9:30 - 12:00

ACTIVIDADES DO AHU

1. LABORACAO NORMAL

TRATAMENTO ARQUIViSTICO Guias, Inventários e Catálogos


SALA DE LEITURA Frequência média anual: 2.500 utilizadores
BIBLIOTECA ca 10.000 títulos de monografias ca. 500 títulos
de periódicos
REPROGRAFIA Fotocópias e Microfilmes
CONSERVAÇÃO E RESTAURO Pergaminho e papel
EXPOSIÇÕES HISTÓRICO-DOCUMENTAIS No pais e no estrangeiro
ESTÁGIOS Arquivologia Conservação e Restauro Microfilmagem

2.ACTIVIDADES NO AMBITO DA COOPERAÇÃO COM OS PALOP's


MISSÕES DE SERVIÇO Cursos de Arquivologia Criação e
organização de Arquivos Históricos
EXPOSIÇÕES HISTORICO-DOCUMENTAIS
ESTÁGIOS
MICROFILMAGEM EM LARGA ESCALA

3. OUTRAS ACTIVIDADES

PARTICIPACÃO EM CONGRESSOS

CURSOS DE ARQUIVOLOGIA

Colaboração com a BAD em acções de formação para técnicos


superiores e adjuntos de Arquivo

MICROFILMAGEM EM LARGA ESCALA

ACESSO A SALA DE LEITURA

Têm acesso à Sala de Leitura os cidadãos nacionais e


estrangeiros maiores de 18 anos, portadores de identificação
pessoal.
Todos os utilizadores deverão possuir um Cartão de Leitor,
solicitado ao Presidente da Sala de Leitura, com entrega de
uma fotografia e preenchimento de um forrnulário.

CONSULTA

Devem os utilizadores da Sala de Leitura:


Observar o Regulamento da Sala de Leitura.
Preencher. diariamente e com letra legível, todas as
indicações especificadas nas senhas de requisição ou
reprodução de documentos.
Fazer os pedidos ou requisições de documentos até às 18:00
horas de Segunda a Sexta-Feira, ou até às 11:30 horas aos
Sábados.
São aceites requisições com mais de um pedido, porém o
utilizador terá acesso apenas a urna unidade de instalação
de cada vez.
Os utilizadores que danificarem ou extraviarem qualquer
documento serão responsáveis pelos danos causados.

SERVIÇO DE EPRODUÇÃO DE DOCUMENTOS

As reproduções para efeitos de publicação de espécies


documentais, cartográficas e iconográficas destinar-se-ão
exclusivamente a fins culturais, não lucrativos e sem
quaisquer objectivos comerciais, devendo ostentar de forma
visível a menção do AHU.
Todas as requisições para reprodução de documentos devem
ser orçamentadas, autorizadas e pagas, antes da realização
dos trabalhos.

INSTRUMENTOS DE DESCRIÇÃO DOCUMENTAL SOBRE DOCUMENTOS


EXISTENTES NO ARQUIVO HISTÓRICO ULTRAMARINO E RELATIVOS AS
ILHAS ATLANTICAS

-Boletim do Arquivo Histórico Colonial (AHU)


-Catálogo Archivo de Marinha e Ultramar. Madeira e Porto
Santo. vol. I(1613-1819), II(1820-1833) de Eduardo Castro e
Almeida.
-Catálogo Cartografia Impressa I e II
-Catálogos de códices
-Catálogo Expo sobre Cabo Verde
-Catálogo Expo. sobre Cartografia e Iconografia sécs. XVII,
XVIII e XIX
-Catálogo Expo. sobre Descobrimentos Portugueses . Encontro
de Culturas
-Catálogo Expo sobre Ias Jornadas sobre a agricultura em
Cabo Verde
-Catálogo Expo sobre 1as Jornadas sobre a Agrcultura da
Guiné-Bissau
-Catálogo Expo,. Viva a Ciência- Encontro de Culturas
-Catálogo Mapas, Plantas, Desenhos, Gravuras e Aguarelas
-Elementos Informativos. Cartografia, Iconograflas
Indumentária e Brasões de Armas de Portugal Insular e
Ultramarino,
-Fortificações da llha da Madeira e das llhas dos Açores:
Faial, Pico, São Miguel e Terceira
-Inventário Cód. que foram para arquivo da Marinha
-Inventário Cód. do extinto Conselho Ultramarino
-Inventário Preliminar, Açores (1607-1834)
-Inventário Preliminar Cabo Verde (1602-1837
-Inventário Preliminar, Madeira (1562-1833)
-Inventário Preliminar, São Tomé e Príncipe (1538-1834
-Relação Docs. sobre Emigração de Açoreanos e Madeirenses
para o Brasil
-Relação sobre febre amarela em Cabo Verde(1845-1847)
-Relação Docs. sobre Fortaleza de São João Baptista de Ajudá
e outras defesas do Golfo da Guiné
-Relação Docs. sobre Medicina no Brasil e nas Províncias
Ultramarinas Portuguesas
-Relação Espéc. Catog. Expo. sobre Achamento de Cabo Verde
-Sinopse Docs. sobre Brasões e Armas concedidas a cidades e
povoações das colónias portuguesas (1864-18951).
REVISTAS
As publicações periódicas assumem particular importância na pesquisa histórica pois é
através delas que o público interessado toma conhecimento dos progressos feitos no domínio do
conhecimento histórico.
Nos três arquipélagos surgiram publicações periódicas especializadas que contribuiram de
modo eficaz para o progresso e divulgação do conhecimento histórico, apenas a Madeira surge,
nos últimos anos, como uma excepção no panorama insular, primando pela falta desse tipo de
publicação.
Na Madeira destacam-se algumas publicações especializadas:O Arquivo Histórico da
Madeira (1931-1977), boletim do Arquivo Distrital do Funchal e Das Artes e da História da
Madeira (1948-1971), orgão da Sociedade de Concertos da Madeira que se publicou por
iniciativa de Peter Clode. A par disso devemos notar, em momento anterior, a intervenção de dois
periódicos - Heraldo da Madeira (1904-1915) e Diário da Madeira (1912) - que actuaram
como orgão oficioso da tertúlia de notáveis literatos e historiadores da ilha - a geração do
cenáculo.
Nos Açores, ao invés, estamos perante a proliferação, a partir da década de trinta, de inúmeras
publicações periódicas, muitas vezes de índole geral, mas com especial carinho pela História, são
elas e Insulana (1944), orgão do Instituto Cultural de Ponta Delgada, o Boletim do Núcleo
Cultural da Horta (1950), Boletim da Comissão Reguladora do Comércio de Cereais dos
Açores (1945-1960). A par disso temas aquelas que apostam na investigação histórica: Boletim
do Instituto Histórico da Ilha Terceira (1944) e Arquipélago - ciências humanas, revista da
Universidade dos Açores (1977). Esta última desde 1985 passou a editar em separado um
número dedicado à História.
Para as Canárias temos três importantes revistas da especialidade que, mercê da sua assídua
publicação, tem animado a investigação nas ilhas: El Museo Canario (1880), a Revista de
História (1923) e o Anuário de Estudos Atlânticos (1955). A segunda surgiu em 1923 por
iniciativa de José Peraza, passando em 1941 para a esfera da Faculdade de Filosofia e Letras da
Universidade de La Laguna sob a égide de Elias Serra Ráfols.

Apresentamos a seguir a compilação de todos os artigos, organizados sob a forma de


índice onomástico referentes À História da Canárias(Anuario de Estudios Atlanticos, El Museo
Canario, Revista de História, Tebeto), Açores(Arquipélago, Boletim do Instituto Histórico da ilha
Terceira, Boletim do Núcleo Cultural da Horta, Insulana) e Madeira(Arquivo Histórico da
Madeira, Das Artes e Da História da Madeira, Atlântico, Girão, Islenha e Xarabanda).
ANUARIO DE ESTUDIOS ATLANTICOS

DIRECTOR: ANTONIO RUMEU DE ARMAS

NÚMEROS PUBLICADOS: 39

SITUAÇÃO: em publicação

MORADA: Calle Herreria, 1, Las Palmas de Gran Canaria

Sumario de Anuario de Estudios Atlánticos, nº.1-39(1955-1993), 1994


A. ARBELO CURBELO y C. OLIVA NÁNDEZ
La mortalidad infantil y la mortalidad perinatal en la provincia de Santa Cruz de Tenerife, 1928-
1988,37,1991,133-166

Agustín GUIMERA RAVINA


Dos relaciones sobre el ataque de Nelson a Santa Cruz de Tenerife,27,1981,209-238
La cueva sepulcral del Roque de Tierra. Roques de Anaga (Tenerife),19,1973,207-216

Aida PADRÓN MÉRIDA


Un tríptico de la Natividad y una Virgen de la Leche de Pierre Coeck en colecciones
canarias,32,1986,533-538
El tríptico de la Natividad de Pierre Coeck y el maestro de San Pablo y Barnabas: addenda y
corrigenda, 35,1989,397-405

Alberto SÁNCHEZ DE ENCISO VALERO


Las sociedades constructoras canarias entre 1866 y 1878, 34,1988, 507-566

Alejandro CIORANESCU
Torcuato Tasso y las Islas Afortunadas,1,1955,11-28
Cairasco de Figueroa: su vida, su familia, sus amigos,3,
1957,275-386
Levino Apolonio: un "Historiador de Indias" en Tenerife,6
1960,411-434
Melchor Mansilla de Lugo, un Licenciado negrero (1526-1575),
9,1963,119-162
Biografía de Antonio de Viana,13,1967,117-156
El poema de Antonio de Viana,16,1970,67-144
La aventura americana de los hermanos Silva,18,1972,277-308
Los primeros pobladores de Santa Cruz de Tenerife,21,1975,61-94

Alejandro GONZALEZ MORALES


Aproximación al estudio del subsector ganadero en las Canarias Orientales,31,1985,375-396
Sistemas y técnicas de cultivo en la isla de Fuerteventura,35,
1989,261-290
Relaciones sociales de producción y régimen de tenencia en el cultivo del tomate de Canarias
orientales,37,1991,433-448
La evolución reciente del poblamiento y la densidad de población de la isla de
Fuerteventura,38,1992,535-552

Alexandre ZVIGUILSKY
Alfonso de Betancourt y Jordán,13,1967,303-314

Alfonso ARMAS AYALA


Graciliano Afonso: un Diputado canario de las Cortes de 1821 desterrado en
América,3,1957,387-452

Alfredo MORENO CEBRIÁN


El Marqués de Casa Hermosa, corregidor de Huaylas e intendente de Puno,16,1970,81-120

Ana VINA BRITO


La primitiva organización eclesiástica de La Palma,35, 1989,45-66

Analola BORGES
Presencia de "Islenos" en el cargo de Gobernador y Capitán General de Venezuela (1699-1721),
7, 1961, 215-238
Francisco Tomás Morales, General en jefe del Ejército Realista en Costa Firme (1820-1823), 11,
1965, 11-102
Don Domingo Monteverde, y otros criollos oriundos de Canarias, en la revolución americana
(1813), 13,1967, 181-210
La región canaria en los orígenes americanos, 18, 1972, 199-276
Notas para un estudio sobre la proyección de Canarias en la conquista de América, 20, 1974,
145-266
Aproximación al estudio de la emigración canaria a América en el siglo XVI, 23, 1977, 239-262
Comentario a un relato del siglo XV sobre el Nuevo Mundo, 26,
1980, 351-398

Andrés ACOSTA GONZÁLEZ


La Inquisición en Canarias durante el siglo XVI (Una aproximación estadística), 32, 1986, 129-
194
La Inquisición canaria entre 1574 y 1576. La decisiva visita de inspección del doctor Bravo de
Zayas, 38, 1992, 17-72

Angel Luis HUESO MONTÓN


Los fondos canarios de la colección Salazar y Castro, 19, 1973, 633-708
Don Tomás Munoz, juez superintendente de Indias en Canarias (1658-1662), 23, 1977, 383-408

Antonio ARBELO CURBELO


Canarias, fuente de vida, 27, 1981, 457-476
La evolución de la población de la isla de Gran Canaria del siglo XVI al XX y sus
circunstancias, 33, 1987, 417-452
Canarias cada vez más cercana al no crecimiento natural de su población, 1970-1990, 38, 1992,
527-534

Antonio ARBELO CURBELO y Antonio ARBELO LÓPEZ DE


Estudio de la demografia sanitaria de San Bartolomé de Tirajana (1585-1981),32, 1986, 391-316

Antonio ARBELO CURBELO y Julio ESPINOSA ALONSO


Estudio de la demografía sanitaria del Puerto de La Cruz 1772-1981, 31,1985, 17-60
Antonio BELTRÁN
El arte parietal del Paleolítico Superior y el hombre de Cromanón, 15, 1969, 245-256
El arte rupestre canario y las relaciones atlánticas, 17, 1971, 281-306

Antonio BETHENCOURT MASSIEU


Canarias e Inglaterra el comercio de vinos (1650-1800), 2, 1956,195-310
Proyecto de incorporación de la Gomera a la Corona de Felipe II (1570-1590), 14, 1968, 405-442
Las peleas de gallos en Tenerife en el setecientos, 28, 1982, 477-520
Política regalista en Canarias; el fracaso de la instalación de los Betlemitas, 29, 1983, 159-194
El teniente corregidor de La Palma Luis Abadal e su "andrógino-micomicona". Oro en la
Caldera? (1716-1717), 31, 1985, 277-314
Vagos y régimen penitenciario en Canarias. Real Cédula de 1770,
32, 1986,447-484
El motín de Aguimes-Las Palmas (1718-1719),33,1987, 51-160
La asonada de la "pobrera" en Lanzarote en 1789. Reflexiones socio-políticas, 34, 1988,445-476
Santa Cruz de La Palma en 1709: Un plano inédito y el condado de San Antonio de la Brena
Baja, 36, 1990, 53-64
La iglesia de la Concepción de la Orotava. Nuevas aportaciones, 38, 1992, 433-478

Antonio CRUZ SAAVEDRA


Las artes plásticas en la villa de Agaete (Gran Canaria): El tríptico flamenco de Las Nieves, 36,
1990, 261-314

Antonio DOMÍNGUEZ ORTIZ


Absentismo eclesiástico en Canarias, 10, 1964, 235-248
Reminiscencias canarias en la obra del Marqués de la Villa de San Andrés, 16, 1970, 121-146

Antonio M. MACÍAS HERNÁNDEZ


El motín de 1777. Su significación socioeconómica en la comarca del suroeste de Gran Canaria,
23, 1977, 263-348
Fuentes para el estudio de la producción agraria en las Islas Canarias: el diezmo en la diícesis
canariense (1480-1820), 32,
1986, 269-355
Fuentes y principales problemas metodológicos de la demografia histórica de Canarias, 34, 1988,
51-158
Un artículo "vital" para la economía canaria: produción y precios de la sal (c. 1500-1836), 35,
1989, 151-216
Comentarios provisionales a los proyectos de reforma monetaria anteriores a la pragmatica de
1776, 37, 1991, 499-538
Canarias en el proyecto monetario ilustrado, 38, 1992, 281-378

Antonio M. MACÍAS HERNÁNDEZ y Maria P. OJEDA CABRE


Acerca de la revolución burguesa y su reforma agraria. La desamortización del agua, 35, 1989,
217-260
Antonio RUIZ ÁLVAREZ
Apuntes para una biografía del Doctor Augusto Broussonet (1781-1807), 11, 1965, 129-162
Síntesis histórica del muelle del Puerto de la Cruz o de Orotava, 19, 1973, 403-432
Los cónsules de Bremen en Tenerife, 1828-1867, 20, 1974, 315-336

Antonio RUMEU DE ARMAS


La torre africana de Santa Cruz de la Mar Pequena. Su segunda fundación, 1, 1955, 397-478
La exploración del Atlântico por mallorquines y catalanes en el siglo XIV, 10, 1964, 163-178
Agustín de Betancourt, fundador de la Escuela de Caminos y Canales. Nuevos datos biográficos,
13, 1967,243-302
Descripción geográfica de la Isla de Guanahaní, 14, 1968,305-364
La expedición cientifica a las Islas Bahamas. Cuaderno de bitácora, 16, 1970, 579-596
Cristóbal Colón, cronista de las expediciones atlánticas, 17, 1971, 533-560
Leandro Fernández de Moratín y Agustin de Betancourt. Testimonios de una entranable amistad,
20, 1974, 267-304
La Virgen del Rescate, símbolo del lanzarote heroico, 20, 1974, 711-724, 23, 1977, 349-372
El báculo del obispo de Telde Fray Bonanat Tarí, 23, 1977
409-420
"El origen de las islas de Canaria" del licenciado Luis Melián de Betancor, 16, 1970, 15-80
Escultura funeraria episcopal canariense, 26, 1980, 175-204
La expedición militar mallorquina de 1366 a las islas Canarias,
27, 1981, 15-26
Estructura socioeconómica de Lanzarote y Fuerteventura en la segunda mitad del siglo XVIII,
27, 1981, 425-456
Diario pormenorizado de la erupción volcánica de Lanzarote en 1824. Texto historico, 28, 1982,
15-47
La colaboración del mencey de Guimar en la conquista de Tenerife., 29, 1983, 49-63
El marqués del Buen Suceso (1712-1783), 29, 1983, 233-303
El conde de Lanzarote, capitán general de la isla de la Madeira (1582-1583), 30, 1984, 393-494
El ilustrado Agustín de Betancourt. Leve cala sobre su mentalidad, 31, 1985, 315-344
Los amoríos de dona Beatriz de Bobadilla, 31, 1985, 413-456
El senorio de Fuerteventura en el siglo XVI, 32, 1986, 17-128
Problemática en torno a la concesión de las Canarias Mayores por el Rey Enrique IV de Castilla
a los condes de Atouguía y Vila Real, vasallos de Portu, 34, 1988, 355-388
Fernán Guerra, adalid mayor de la conquista de Gran Canaria y promotor de la fundación de Las
Palmas, 36, 1990, 631-688
Problemas concernientes a la ubicación de la Mar Pequena y la torre de Santa Cruz, 37, 1991,
575-592
Notas históricas sobre la fundación de la Universidade de La Laguna, 38, 1992, 73-140
Diego Nicolás Eduardo, arquitecto de la Catedral de Las Palmas, 39, 1993, 291-372

Antonio TEJERA GASPAR, José J. JIMÉNEZ GONZÁLEZ


La Etnohistoria y su aplicación en Canarias: los modelos de Gran Canaria, Lanzarote y
Fuerteventura, 33, 1987,17-42

Attilio GAUDIO
Sur l'origine des Canariens prehispaniques (Ètude comparée), 4,
1958, 115-168

Balbino VELASCO BAYÓN, O. Carm


El carmelita fray Bernardo Font, primer obispo de Canarias,
30, 1984, 377-382

Carlos F. DUARTE
Domingo Gutiérrez, el maestro del rococó en Venezuela, 22, 1976, 387-408
Los maestros fundidores canarios en Venezuela, 16, 1970, 527-540

Carmen DÍAZ ALAYÓN


Los estudios canarios de Dominik Josef Wolfel, 35, 1989, 363-396
Tres aportaciones sobre toponimia prehispánica de Canarias, 36,
1990, 561-594

Carmen FRAGA GONZÁLEZ


Nuevos datos sobre la vida y obra del pintor Gaspar de Quevedo, 27, 1981, 559-578
Don Juan Nepomuceno Verdugo Da-Pelo y la arquitectura neoclásica Canarias, 31, 1985, 565-
598
Una escultura de Miguel Adán en Buenavista (Tenerife), 36, 1990,
315-326
Diccionario de ensambladores y carpinteros de lo blanco(siglos XV y XVII), 39, 1993, 185-290

Celso MARTÍN DE GUZMÁN


Las fuentes etno-históricas como elementos auxiliares en el estudio arqueológico del valle de
Guayedra (Gran Canaria), 23,
1977, 83-124
La neolitización de la fachada atlántico-sahariana, 28, 1982, 207-264
Las traditiones neolíticas del África Noroccidental y su contrastación con las culturas
prehistóricas del Archipiélago canario, 30, 1984, 15-78
La arqueología canaria: una propuesta metodológica, 32, 1986, 575-682

Conrado RODRÍGUEZ MARTÍN


Reumatismo articular en las poblaciones prehispánicas de Canarias. A propósito de dos probables
nuevos casos de espondilitis anquilosante en aborígene, 35, 1989, 545-582

Constanza NEGRÍN FAJARDO


Jácome de Monteverde y las ermitas de su hacienda de tazacorte, en La Palma, 34, 1988, 323-
354
Cinco esculturas de origen brabanzón conservadas en la isla de Gran Canaria, 39, 1993, 159-184

Demetrio RAMOS PÉREZ


Los contactos trasatlánticos decisivos, como precedentes del viaje de Colón, 17, 1971, 467-532

Diego INCHAURBE
Un hijo ilustre de Gran Canaria: Fr Juan de Medina, Franciscano, 6, 1960, 435-444

Diego SUÁREZ QUEVEDO


La Iglesia del Hospital de San Pedro Mártir de Telde, 29, 1983, 531-566
La Ermita de Nuesta Senora de la Concepción y de San Francisco de Paula. La Atalaya de Santa
Brígida (Gran Canaria), 33, 1987, 605-646
Las fundaciones del veneciano Cotardo Calímano y Felipe de Santiago "el Monjo" en San
Francisco de Telde, 36, 1990, 327-334

Domingo MARTINEZ DE LA PENA


El Colegio de los Agustinos de Garachico, 33, 1987, 509-604
Un episodio de la conquista de Canarias en una famosa pintura renacentista de los Países Bajos,
16, 1970,145-168

Domingo MARTÍNEZ DE LA PENA


La pintura flamenca y Canarias: Un cuadro del siglo XVII en Icod (Tenerife), inspirado en una
composición de Rubens, 19, 1973, 179-196

Domingo MARTÍNEZ DE LA PENA


Pinturas mejicanas del siglo XVIII en Tenerife, 23, 1977, 583-602

Domingo MARTÍNEZ DE LA PENA


La Pintura Flamenca y Canarias: "La Encarnación", de la Iglesia de San Marcos, en Icod,
inspirada en una obra de Martín de Vos, 25, 1979, 139-174
Noticias sobre el pintor don Luis de la Cruz, en cartas de don Cristóbal Bencomo, 26, 1980, 239-
250
Noticias sobre el Cristo de la Misericordia, Los Silos (Tenerife), probable obra de Francisco de
Ocampo, 35, 1989, 405-416
El escultor Francisco Alonso de la raya, 13, 1967, 449-486

Elías SERRA RAFOLS


Los primeros ataques piráticos a Canarias, 14, 1968, 383-404
La navegación primitiva en el Atlántico africano, 17, 1971, 391-400
Proceso de integración de las Islas Canarias en la Corona de Castilla, 36, 1990, 17-52
El Rey Don Fernando, explorador de los mares. Contribución tinerfena a la última expedición del
Piloto mayor del Rey, Juan Díaz de Solís , 4,1958, 555-570

Elisa TORRES SANTANA


Los oficios y el mundo del trabajo en Gran Canaria, 28, 1982, 397-416

Eloy BENITO RUANO


Manuscritos canarios del Museo Britânico, 1, 1955, 549-578

Emilia SÁNCHEZ FALÓN


Evolución demográfica de Las Palmas, 10, 1964, 299-416
Emilio GONZÁLEZ REIMES y Matilde ARNAY DE LA ROSA
Estudios biomédicos de restos óseos de la población canaria prehispánica, 36, 1990, 535-560

Enrique GONZALBES CRAVIOTO


Sobre la ubicación de las islas de los Afortunados en la Antiguedad clásica, 35, 1989, 17-44

Enrique GUERRERO BALFAGÓN


La emigración de los naturales de las Islas Canarias a las Repúblicas del Río de la Plata en la
primera mitad del siglo XIX,
6, 1960, 493-520

Enrique MARCO DORTA


Viajes accidentales a América, 17, 1971, 561-572

Enrique GOZALEZ CRAVIOTTO


Los mitos griegos del África Atlántica, 39, 1993, 373-400

Enrique ROMEU PALAZUELOS


Viera y Clavijo, censor en Madrid, 29, 1983, 195-214
Retratos en el mural que pintó Mariano de Cossío para la iglesia de Santo Domingo en la ciudad
de San Cristóbal de La Laguna, 32,
1986, 555-574
Navegantes europeos en Santa Cruz de Tenerife. El capitán James Cook, 33, 1987, 335-378

Eulogio ZUDAIRE
El Maestro Juan de Villalpando, sospechoso de herejía, 14, 1968, 443-496

F.F.R. FERNÁNDEZ ARMESTO


La financiación de la conquista de las islas Canarias en el tiempo de los Reyes Católicos, 28,
1982, 343-378
Nueva aportación documental sobre Agustín de Betancourt y Molina y su familia, 27, 1981, 239-
260

Faustino GARCÍA MÁRQUEZ


Almogarems y Goros. Una construcción aborigen en la Montana de Tauro (Gran Canaria), 14,
1968, 639-664

Fernando JIMÉNEZ DE GREGORIO


La población de las Islas Canarias en la segunda mitad del siglo XVIII, 14, 1968, 127-304

Fernando SÁENZ RIDRUEJO


Las últimas disposiciones de Betancourt en Espana, 32, 1986, 195-210

Francisca MORENO FUENTES


Repartimiento de vecinos de La Laguna en 1514, 16, 1970, 383-398
Tazmía de la isla de Tenerife en 1552,25, 1979, 411-488
Francisco CABALLERO MÚJICA
Aspectos de la vida religiosa en Fontanales (Gran Canaria), 26,
1980.,399-444

Francisco FAJARDO SPÍNOLA


Las Plamas en 1524: hechicería y sexualidad, 31, 1985, 177-276

Francisco FERNÁNDEZ SERRANO


El último obispo teldense, Fr. Jaime Olcina, en 1411, 16, 1970, 87-324
Estudios, viajes y estancias de fray Jaime Olzina, obispo de Telde, 19, 1973, 237-256
Fray Jaime Olzina, O. P., Obispo de Telde (siglos XIV-XV). Nuevos textos y horizontes para una
biograqfía, 16, 1970, 255-274

Francisco GALVÁN FERNÁNDEZ


Burgueses , ferrocarril y tranvía en Tenerife a principios de siglo, 32, 1986, 355-376

Francisco GONZÁLEZ LUIS


Nuevas informaciones en relación con el beato José de Anchieta, S.J., en las actas capitulares,
34, 1988, 567-592

Francisco JORDÁ CERDÁ


Los comienzos del Paleolítico Superior en Asturias, 15, 1969, 281-322

Francisco MORALES PADRÓN


Cartografía canaria en la Biblioteca Nacional de París (Sección de Mapas y Planos), 6, 1960,
521-558
Canarias en el Archivo de Protocolos de Sevilla, 7, 1961, 239-341
Canarias en el Archivo de Protocolos de Sevilla (continuación). - Índices por Miguel
SANTIAGO, 8, 1962, 355-492
Canarias en los Cronistas de Indias, 10, 1964, 179-234
Los descubrimientos en los siglos XIV y XV, y los Archìpielagos Atlánticos, 17, 1971, 429-466
Inventario de fondos existentes en el Archivo de Indias sobre las islas Canarias, 16, 1970, 419-
474
Inventario de fondos existentes en el Archivo de Indias sobre las Canarias. (Continuación), 25,
1979, 517-552

Francisco PÉREZ SAAVEDRA


Las relaciones de trabajo en la isla de Tenerife durante el siglo XVI, 29, 1983, 85-158
La pesca en aguas de Lanzarote y del banco sahariano, 39, 1993, 527-556

Francisco SALAS SALGADO


Agustinos contra jesuitas: Dos conflictivas provisiones de cátedra de gramática en La Laguna del
siglo XVIII, 36, 1990, 65-78

Francisco SEVILLANO COLOM


Los viajes medievalles desde Mallorca a Canarias. Nuevos documentos, 18, 1972, 27-60

Gabriel CAMPS
L'homme de Mechta El-Arbí et sa civilisation. Contribution à l'étude des origines "guanches",
15, 1969, 257-272

Gabriel LLOMPART
Personajes mallorquines del "trescientos" canario, 19, 1973, 217-236
Notas sueltas sobre viajes y viajeros malloquines a Canarias,30,
1984, 383-392
Un guanche en la corte del Rey Ceremonioso y otras notas de archivos mediterráneos, 33, 1987,
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Nota sobre algunos topónimos y nombres antiguos de tribus bereberes en las Islas Caanrias.
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Georges SOUVILLE
Remarques sur le problème des relations entre l'Afrique du Nord et les Canaries au Néolithique,
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Ginette BILLY
Sur la validité des critères cromagniens, 15, 1969, 57-68

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D. Agustín de Bethancourt, empresario en Ávila (1800-1807), 34, 1988, 477-506

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El cultivo de la cana de azúcar y la industria azucarera en Gran Canaria (1510-1535), 7, 1961,
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Los Conventos Franciscanos de la Misión de Canarias (1443-1487), 5, 1959, 375-398

Ignacio BARANDIARÁN
Industrias óseas del hombre de Cro-Magnon. Génesis y dinámica,
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Vicisitudes del Alguacilazgo Mayor de la Palma, 25, 1979, 237-288

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Prensa y germanofilia en Las Palmas durante la gran guerra, 38,
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Los retratos reales de Luis de la Cruz y Ríos, 1, 1955, 201-254
Antonio Sánchez González, pintor adornista y conspirador, 3, 1957, 165-204
Esculturas genovesas en Tenerife, 7, 1961, 377-486
Precisiones sobre la escultura de la Candelaria venerada por los guanches de Tenerife, 21, 1975,
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Jesús LALINDE ABADÍA


El Derecho Castellano en Canarias, 16, 1970, 13-39

Joaquín AMIGÓ DE LARA


Los Alumbramientos de aguas en Tenerife, 6, 1960, 11-60

Joaquin ARTILES
Un capítulo de la Ensenanza Media en Las Palmas, 21, 1975, 223-236
Don Domingo Galdós de Alcorta y Dona María de la Conceptión Medina. abuelos de Pérez
Galdós, 13, 1967, 157-180
El templo parroquial de la villa de Aguimes, 23, 1977, 603-638
Inventario del tesoro de la iglesia de Aguimes, 26, 1980, 205-238

Joaquín GONZÁLEZ ECHEGARAY


El paso del Paleolítico Medio al Superior en la costa cantábrica,
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Jorge DEMERSON
Don Antonio Porlier y Sopranis en la Academia de la Historia, 29, 1983, 215-233

José A. GARCÍA-DIEGO
Huellas de Agustín de Betancourt en los archivos Breguet, 21, 1975, 177-222
Despedida a Betancourt, 16, 1970, 147-228

José ALCINA FRANCH


La figura femenina perniabierta en el Viejo Mundo y en América, 8, 1962, 127-146

José ANDRÉS-GALLEGO
Los comienzos del asociacionismo obrero en Gran Canaria. 1871-1890, 27, 1981, 261-309

José Carlos CABRERA PÉREZ


La Prehistoria de Lanzarote (Un estudio etnohistórico), 35, 1989, 473-544

José GARCÍA ORO


El Obispo de Canarias Don Pedro López de Ayala y el Cardenal Cisneros (1507-1513), 12, 1966,
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José HERNÁNDEZ DÍAZ


Estudio iconográfico-artístico de la Virgen del Pino, Patrona de Gran Canaria, 19, 1973, 155-178

José LÓPEZ DE TORO


La Conquista de Gran Canaria en la "Cuarta Década" del cronista Alonso de Palencia 1478-1480,
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José Luis G. NOVALÍN


Don Diego de Muros II, obispo de Canarias, 20, 1974, 13-110

José Manuel CUENCA TORIBIO


El episcopado canario durante la Edad Contemporánea (1789-1966)-. Aproximación a su estudio,
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José Manuel GONZÁLEZ RODRÍGUEZ


Tecnologia popular tradicional de los sistemas de riego en Canarias, 37, 1991, 467-498

José María BASABE


Presencia de rasgos cromanoides en la población prehistórica del país vasco-espanol, 15, 1969,
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José María BLÁSQUEZ


Las islas Canarias en la antiguedad, 23, 1977, 35-50

José Maria MADURELL MARIMÓN


El antiguo comercio de Barcelona con las Islas Canarias y de Santo Domingo, 3, 1957, 563-592
El antiguo comercio con las Islas Canarias y las Indias de Nueva Espana o del Mar Océano
(1498-1638). Más documentos para su historia, 7, 1961, 71-132
Los seguros marítimos y el comercio con las Islas de la Madeira y Canarias (1495-1506), 5,
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Miscelánea de documentos históricos atlánticos (1496-1574),
25, 1979, 219-236

José PERAZA DE AYALA


Don Miguel Pacheco Solís (1735-1820), un lagunero residente en Nueva Espana, 20, 1974, 305-
314
Dos escritos de don Fernando Molina y Quesada, 23, 1977, 165-184
Unas palabras más sobre Juan de las Casas y el Senorio de Canarias, 29, 1983,41-48
Notas para el estudio de la sociedad canaria en los siglos XIX y XX, 31, 1985, 161-176

José PÉREZ VIDAL


Aportación de Canarias a la población de América. Su influencia en la lengua y en la poesía
tradicional,1, 1955, 91-200
"Pico, pico, melorico". Un juego infantil en Canarias, 8, 1962, 217-238
La ganadería canaria. Notas histórico-etnográficas, 9, 1963, 235-286
La vivienda canaria. Datos para su estudio, 13, 1967, 41-116
Aportación portuguesa a la población de Canarias. Datos para su estudio, 14, 1968, 41-108
Benigno Carballo Wanguemert. Economista y educador (1826-1864), 25, 1979, 15-82
Poesía tradicional canaria en Méjico, 30, 1984, 111-156

José PONS
Algunas consideraciones sobre antropologia canaria, 15, 1969, 91-96

José SÁNCHEZ HERRERO


La población de las Islas Canarias en la segunda mitad del siglo XVII (1676-1688), 21, 1975,
237-418

José SUBIRÁ PUIG


Música y músicos canarios, 1, 1955, 255-308

Juan ÁLUAREZ DELGADO


Semitismos en el "guanche" de Canarias?, 1, 1955, 53-90
Antropónimos de Canarias, 2, 1956, 311-456
El "Rubicón" de Lanzarote, 3, 1957, 493-562
El episodio de Iballa, 5, 1959, 255-374
Primera conquista y cristianización de la Gomera. Algunos problemas históricos, 6, 1960, 445-
492
Juan Machín vizcaíno del siglo XV, gran figura histórica de Madera y Canarias, 7, 1961, 133-214
Alonso de Palencia (1423-1492) y la Historia de Canarias, 9, 1963, 51-80
Los datos linguísticos y la precedencia de fuentes canarias, 13,
1967, 315-338
En torno al nombre "Brasil", 14, 1968, 109-126
Doramas: su verdadera historia, 16, 1970,395-414
Leyenda erudita sobre la población de canarias con africanos de lenguas cortadas, 23, 1977, 51-
82
Instituciones políticas indígenas de Gran Canaria. El sábor, 27,
1981, 27-70
Instituciones políticas indígenas de la isla de Gran Canaria. Guaires y cantones. Guanartemes y
reinos, 28, 1982, 265-342
La división de la isla de Tenerife en nueve reinos, 31, 1985, 61-132
Diez fórmulas en el dialecto guanche de Tenerife, 32, 1986, 699-732

Juan BOSCH MILLARES


La Medicina canaria en la época prehispánica, 7, 1961, 539-620
La medicina canaria en la época prehispánica, 8,,1962, 11-66
Paleopatología craneana de los primitivos pobladores de Canarias, 15, 1969, 69-78

Juan CONTRERAS y LÓPEZ DE AYALA


Marqués de Lozoya: Visión general del Arte en Canarias, 18, 1972, 13-26

Juan Francisco MARTÍN RUIZ


Desarrollo demográfico y emigración: el NW. de Gran Canaria, 26, 1980, 251-302
Desarrollo demográfico y crecimiento espacial de las áreas turísticas de la isla de Tenerife, 30,
1984, 317-342
Algunas notas sobre la estructura de la propriedad y los regímenes de tenencia en el NW de Gran
Canaria, 32, 1986, 377-390
Análisis geográfico de la estructura demográfica de Las Palmas en 1981, 34, 1988, 205-246
Los rasgos de la estructura demográfica reciente: el Noroeste de Gran Canaria, 33, 1987, 453-
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Juan Francisco MARTÍN RUIZ y Alejandro GONZÁLEZ


Estructuras de la propiedad y regímenes de tenencia en la isla de Fuerteventura, 31, 1985, 397-
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Juan Francisco MARTÍN RUIZ y Maria Jesús GARCÍA


La situación actual del vinedo en Canarias, 36, 1990, 415-428

Juan Francisco MARTIN DELL CASTILLO


Juan de León y Castillo y las Sociedades científicas, literarias, artisiticas o de recreo de su
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El adelantado Alonso de Lugo, procurador en las Cortes de Castilla de 1510, 31, 1985, 133-160

Juan S. PÉREZ GARZÓN


La cuestión canaria a principios del siglo XX: publicística e intereses económicos, 16, 1970,
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Juan SCHOBINGER
El mito platónico de la Atlántida, frente a la teoría de las vinculaciones trasatlánticas
prehistóricas entre el Viejo Mundo y América, 17, 1971, 347-364

Juan Sebastián LÓPEZ GARCÍA


Los núcleos históricos no urbanos de Canarias: una tipificación, 37, 1991, 555-574
Aproximación a los múcleos y territorialidad históricos de Lanzarote, 39, 1993 611-622

Juan VERNET
Textos árabes de viajes por el Atlántico, 17, 1971, 401-428

Julián GÁLLEGO
La pintura de Óscar Domínguez, 5, 1959, 117-132

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Hombre y cultura de las Canarias prehispánicas, 15, 1969, 351-354

Julio Antonio YANES MESA


El diario politico "Hoy" un anacronismo informativo en Tenerife durante la II República, 38,
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Julio-César SANTOYO
La conquista de las Canarias. Diario de un ataque holandés a Gran Canaria y Gomera en
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Julio HERNANDEZ GARCIA y Manuel HERNÁNDEZ GONZÁLEZ


Cuba:crisis económica y repatriación(1921-1931), 39, 1993, 583-611

Leandro TORMO
El canario Fray Alonso Lebrón y el mito del Payzumé, 16, 1970, 351-382

León LOPETEGUI
Los Anchieta anteriores a 1562, eran de Urrestilla o Azpeitia? Planteamiento exacto del
asunto y su solución histórica, 26, 1980, 529-548

Leopoldo de la ROSA
Noticias sobre arte y arqueologia en un "Diario" de comienzos del XIX, 20, 1974, 725-752
Los colonizadores del Nuevo Mundo, YTomás y Jácome Castellón, 21, 1975, 663-668
El Rey don Diego de Adexe y su familia, 25, 1979, 175-218
Biografía de fray Andrés de Abreu, 26, 1980, 135-174
Notas sobre el beato Pedro de Betancur, 28, 1982, 379-396
Los Béthencourt en las Canarias y en América, 2, 1956, 111-164
La Real Audiencia de Canarias; notas para su historia, 3, 1957, 91-164
Don Pedro Fernández de Lugo prepara la expedición a Santa Marta,
5, 1959, 399-444
Linaje y descendencia de D. Antonio de Vera Muxica, refundador de Santa He en el Río de la
Plata, 9, 1963, 81-118
La varia fortuna de los Rivarola, 12, 1966, 167-200
El Brigadier Barrada o la lealtad, 13, 1967, 211-242
Oriundez y linaje del "Precursor" Francisco de Miranda, 14, 1968, 497-534
Francisco de Riberol y la colonia genovesa en Canarias, 18, 1972, 61-198
Los acontecimientos políticos de Canarias en el "Diario" del vizconde de Buen Paso (1808-
1810), 19, 1973, 257-403
La emigración canaria a Venezuela en los siglos XVII y XVIII, 22,
1976, 617-635
La familia del rey Bentor, 23, 1977, 421-442
Bailadores canarios en unas bodas reales europeas en 1451, 23,
1977, 661-666

Lionel BALOUT
Réflexions sur le problème du peuplement préhistorique de l'Archipel Canarien, 15, 1969,
133-146

Lionel LISÓN TOLOSANA


Canarias y África en los tiempos prehistóricos y protohistóricos,
17, 1971, 95-102

Lothar SIEMENS HERNÁNDEZ


Noticias sobre bailes de brujas en Canarias durante el siglo XVIII. Supervivencias actuales,
16, 1970, 39-66
Instrumentos de sonido entre los habitantes pre-hispánicos de las Islas Canarias, 15, 1969,
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Las escenas musicales descritas en "Le Canarien" (versión conservada en la Biblioteca
municipal de Rouen), 23, 1977, 639-660
La expedición a la Madera del Conde de Lanzarote desde la perspectiva de las fuentes
madeirenses, 25, 1979, 289-306

Lothar SIEMENS y Liliana BARRETO


Los esclavos aborígenes canarios en la isla de la Madera (1455-1505), 20, 1974, 111-144

Luis A. ANAYA HERNÁNDEZ


El converso Duarte Enríquez, arrendador de las rentas reales de Canarias, 27, 1981, 345-424
Proceso contra el clérigo don Miguel Cabral de Norona por un sermón crítico a la
colonización canario-americana, 28, 1982, 521-548
Judíos expulsos en Canarias, 33, 1987, 43-50

Luis DIEGO CUSCOY


Armas de madera y vestido del aborigen de las Islas Canarias, 7,
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Glosa a un fragmento de los "Apuntes" de Don José de Anchieta y Alaecón (Necrópolis y
momias), 22, 1976, 233-272
El "banot" como arma de guerra entre los aborígenes canarios (UN testimonio anatómico),
32, 1986, 733-784

Luis FERNÁNDEZ MARTÍN


Aspectos económicos, administrativos y humano de la diócesis de Canarias en la segunda
mitad del siglo XVI, 21, 1975, 95-130
Tensiones y conflictos en la Iglesia canaria en la segunda mitad del siglo XVII, 22, 1976,
521-616
Un pleito de Bartolomé Colón relacionado con La Gomera, 29, 1983, 15-40

Luis J. RAMOS
La bandera de recluta del batallón veterano de caracas en las islas Canarias (1785-1788), 23,
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Luis Miguel ACOSTA BARROS


Las capellanías de la Isla del Hierro durante el antiguo régimen, 38, 1992, 141-198

Luis Miguel PÉREZ MARRERO


El proceso de privatización del agua en Canarias, 36, 1990, 429-462

Luis PERICOT
Algunas reflexiones sobre los problemas del Cro-Magnon hispano, 15, 1969, 345-350
El problema Atlántico en la Prehistoria, 17, 1971, 21-36
Algunos nuevos aspectos de los problemas de la Prehistoria canaria, 1, 1955, 579-621

Luis SUÁREZ FERNÁNDEZ


La cuestión de derechos castellanos a la conquista de Canarias y el Concilio de Basilea, 9,
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Restos humanos del Barranco de Gómez y del Lomo de los Granados (San Nicolás de
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Paleopatología en enterramientos tumulares de San Nicolás de Tolentino (Gran Canaria), 26,
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M. GONÇALVES DA COSTA
Mártires Jesuitas nas águas das Canárias (1570-1571), 5, 1959, 445-484

M.D. GARRALDA, F. HERNÁNDEZ y M. D. SÁNCHEZ VELÁZQ


El enterramiento de la cueva de Villaverde (La Oliva, Fuerteventura), 27, 1981, 673-692

Mª del Carmen del ARCO AGUILAR


El enterramiento canario prehispánico, 22, 1976, 13-124
Propuesta metodológica para el estudio de los asentamientos aborígenes de Tenerife: la
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Mª del Carmen GUIMERÁ RAVINA


Tenerife y la guerra contra la Revolución Francesa, 21, 1975, 131-176

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La idea de la Atlántida en el pensamiento de los diversos tiempos y su valoración como
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La francmasonería decimonónica en Tenerife: La Logia Nueva, número 93 de La Laguna, 27,
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Empresas científicas y penetración alemana en Canarias. El pleito del Hotel Taoro (1907-
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Cráneo procedente de la cueva sepulcral de Chajora (Guía de Isora, Tenerife), 22, 1976, 273-
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Trepanación de un cráneo guanche, consecutiva a una fractura con hundimiento, 23, 1977,
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Cráneo aborigen procedente de la isla de la Gomera (Canarias), 16, 1970, 667-680
Paleopatología de la población aborigen de la cueva sepulcral de Pino Leris (La Orotava,
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Manuel GIMÉNEZ FERNÁNDEZ


América, "Ysla de Canaria por ganar", 1, 1955, 309-336

Manuel HERNÁNDEZ GONZÁLEZ


La emigración americana y su influencia sobre la vida conyugal en Canarias durante el siglo
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Masonería norteamericana y emancipación en Hispanoamérica: la obra del canario Eduardo
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Manuel HERNÁNDEZ GONZÁLEZ y Manuel de PAZ SÁNCHEZ


Francisco Caballero Sarmiento y Canarias. Noticias sobre un comerciante ilustrado, 31, 1985,
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La emigración canaria a Cuba durante la ocupación norteamericana 1898-1902), 39, 1993,
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Los usos históricos del bosque en la comarca de Acentejo (Tenerife), 39, 1993, 623-648

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El conjunto arqueológico de Pino Leris (La Orotava, isla de Tenerife), 28, 1982, 129-206
Un enterramiento individual en la "Cueva de Chajora" (2.300 metros S.N.M.). Guía de Isora
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Una cueva sepulcral en la ladera de Chabaso (Igueste de Candelaria, Isla de Tenerife), 22,
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El mundo del mar en la Gran Canaria del siglo XVI: navíos, marinos, viajes, 26, 1980, 303-
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La seda en Gran Canaria. Siglo XVI, 26, 1980, 549-560
Libros y lectores en Canarias en el siglo XVI, 28, 1982, 643-704
Los indigenas canarios y la Inquisición, 29, 1983, 63-84
Construcciones y reparaciones navales en Canarias en los siglos XVI y XVII, 31, 1985, 345-
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Pedro de Narea, arquitecto de la Catedral de Canarias, 32, 1986, 539-554
La población de Tenerife en el siglo XVI, 33, 1987, 379-416
La biblioteca de Domingo Pantaleón Álvarez de Abreu, arzobispo de Santo Domingo, 35,
1989, 417-440
Mercadores de Burgos en Canarias: Francisco Manrique, 36, 1990,
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Las Palmas: Primer núcleo urbano de Gran Canaria, 37, 1991, 539-554
El comercio del vino entre Gran Canaria, Europa y África, 38,
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Manuel LOBO CABRERA y Benedicta RIVERO SUÁREZ


Los primeros pobladores de Las Palmas de Gran Canaria, 37, 1991, 17-132

Manuel LOBO CABRERA y Elisa TORRES SANTANA


Dona Juana de Masieres y el pleito con el segundo Adelantado de Canarias, 27, 1981, 71-112

Manuel LOBO CABRERA y María José SEDILES GARCÍA


Expósitos e ilegítimos en Las Palmas en el siglo XVII, 34, 1988, 159-204

Manuel LOBO CABRERA y Ramón DÍAZ HERNÁNDEZ


La población esclava de Las Palmas durante el siglo XVII, 30, 1984, 157-316

Manuel LOBO CABRERA y Yolanda ARENCIBIA SANTANA


Protocolos grancanarios y poesia, 39, 1993, 649-668

Manuel PELLICER CATALÁN y PILAR ACOSTA


Estratigrafías arqueológicas canarias: la Cueva del Barranco de la Arena (Tenerife), 17, 1971,
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Manuel VILLAPLANA MONTES


Santiago Key Munoz (1772-1821), perfil biográfico de un eclesiástico del Antiguo Régimen,
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Manuela MARRERO
Algunas consideraciones sobre Tenerife en el primer tercio del siglo XVI, 23, 1977, 373-382

Marcos GUIMERA PERAZA


D. Antonio Polier, marqués de Bajamar (1722-1813), 27, 1981, 113-208
Algunas precisiones sobre la Ley de Heredamientos de aguas en Canarias, 3, 1957, 61-90
Don Francisco María de León (1799-1871). Su tiempo Sus obras, 8,
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Don Francisco María de León (1799-1871). Su tiempo. Sus obras (Conclusión), 9, 1963, 163-
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El pleito insular. La capitalidad de Canarias (1808-1839), 13, 1967, 365-448
El pleito insular. La división de la Provincia (1840-1873), 14,
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El pleito insular. La pugna por la hegemonía canaria (1874-1900), 16, 1970, 415-530
El Pleito Insular, 18, 1972, 309-458
El pleito insular, 20, 1974, 423-542
Bernardo Cólogan y Fallon (1772-1814), 25, 1979, 307-358
Dos ilustrados tinerfenos: Don Segundo de Franchi, marqués de la Candia, y Don Gaspar de
Franchi, marqués del Sauzal, 29, 1983, 303-388
Leopoldo Matos y Benito Pérez Armas: Historia de una amistad, 32,
1986, 211-268
Tomás Fidel Cólogan y Bobadilla (1813-1888), 33, 1987, 161-220
Antonio López Botas (1818-1888), 35, 1989, 291-362
Feliciano Pérez Zamora (1819-1900), 36, 1990, 105-236
José Agustín Álvarez Rixo, alcalde del Puerto de la Cruz, 37, 1991, 361-432
Los Cólogan, alcaldes del Puerto de la Cruz de la Orotava (siglos XVIII y XIX), 38, 1992,
199-252

Margarita RODRÍGUEZ GONZÁLEZ


El escultor Martín de Andújar en Gran Canaria, 31,1985, 553-564

María Antonio VALBUENA GARCÍA


El libre comercio hispano-americano en el archipiélago canario, 1778-1785, 28, 1982, 417-
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María GALLARDO PENA


Pinturas filipinas del siglo XIX en el Ayuntamiento de Las Palmas de Gran Canaria, 37, 1991,
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María GARCÍA MORALES


La incidencia humana en los ecosistemas forestales de Tenerife: De la Prehistoria a la
conquista castellana, 35, 1989, 457-472

María Jesús GARCÍA LÓPEZ


El crecimiento reciente de la industria turística en Tenerife (el ejemplo del sur de la isla).
Hacia una aproximación a las características del fenóme, 36, 1990, 463-492

María Rosa ALONSO


En el cuarto centenario de un poeta. Estudios sobre Antonio de Viana, 16, 1970, 475-526

María Teresa MENCHÉN


El destierro en Tenerife del infante don Enrique de Borbón, 19,
1973, 433-470

Mariano ARRIBAS PALAU


Notas sobre el abastecimiento de granos a Canarias desde Marruecos (1769-1789), 25, 1979,
359-410
El general López Fernández de Heredia, Canarias y Marruecos, 29,
1983, 389-452

Marina MITJÁ
Abandò de les Illes Canàries per Joan I d'Aragó, 8, 1962, 325-354

Martín ALMAGRO
El arte rupestre del África del Norte en relación con la rama norteafricana de Cro-Magnon,
15, 1969, 123-132

Matías DÍAZ PADRÓN


Pinturas flamencas del siglo XVII en las Islas Canarias, 14, 1968, 665-672
Varias tablas inéditas de Pierra Pourbous el Viejo, identidicadas en la iglesia de Santo
Domingo de la isla de La Palma, 31, 1985, 537-552

Matilde ARNAY DE LA ROSA y Emilio GONZÁLEZ REIMERS


Vasos cerámicos prehispánicos de Tenerife: Un análisis estadístico, 30, 1984, 79-110
Nuevos aspectos decorativos de la cerámica aborigen de Tenerife, 33, 1987, 673-690
Anforoides en La Palma: su paralelismo con las ánforas prehispánicas de Tenerife, 33, 1987,
691-706
Similitud entre ciertos tipos cerámicos aborígenes de La Palma, El Hierro y Tenerife, 34,
1988, 645-664
Ánforas prehispanicas en Tenerife, 29, 1983, 599-636
Técnicas de reparación de la cerámica aborigen de Tenerife, 31,
1985, 599-612
Análisis del contenido de un vaso cerámico aborigen de Tenerife,
31, 1985, 613-626

Mauro S. HERNÁNDEZ PÉREZ


Contribución a la Carta Arqueológica de la isla de la Palma (Canarias), 18, 1972, 537-642

Michel MOLLAT
La place de la conquête normande des Canaries (XV siècle) dans l'histoire coloniale
française, 4, 1958, 537-554

Miguel Ángel LADERO QUESADA


Las cuentas de la conquista de Gran Canaria, 12, 1966, 11-104
El Gobernador Pedro de Vera en la conquista del reino de Granada, 12, 1966, 105-116
Las coplas de Hernando de Vera: un caso de crítica al gobierno de Isabel la Católica, 14,
1968, 365-382
Los senores de canarias en su contexto sevillano (1403-1477), 23,
1977, 125-164

Miguel FUSTÉ ARA


Diferencias antropogeográficas en las poblaciones de Gran Canaria, 8, 1962, 67-86

Miguel SANTIAGO RODRÍGUEZ


Colón en Canarias, 1, 1955, 337-396

Miguel TARRADELL
Los diversos horizontes de la Prehistoria canaria, 15, 1969, 385-393

Néstor ÁLAMO HERNÁNDEZ


El Obispo Verdugo y sus retratos, 8, 1962, 293-324

Nicole PETIT-MARIE HEINTZ


Quelques remarques sur la position biométrique du crane des hommes du Paléolithique
Superieur d'Europe Ocidentale, 15, 1969, 79-90

Nuria COLL JULIÁ y MIGUEL SANTIAGO RODRÍGUEZ


Dom Juan Cid, Obispo de Rubicón (1441-1459). Sus predecesores i inmediatos sucesores, 2,
1956, 165-194,

Olegario NEGRÍN FAJARDO


Retablo de educadores canarios contemporáneos: de Viera y Clavijo a Champsaur Sicilia, 28,
1982, 704-766

Oswaldo BRITO GONZÁLEZ


La langosta en Canarias durante el antiguo régimen, 35, 1989, 67-102
Paloma HERREREO ANTÓN
Hallazgos arqueológicos en el santuário de Cuatro Puertas, 27, 1981, 693-702

Pedro TARQUIS RODRÍGUEZ


Diccionario de Arquitectos, Alarifes y Canteros que han trabajado en las Islas Canarias, 10,
1964, 417-546
Diccionario de Arquitectos, Alarifes y Canteros que trabajaron en las Islas Canarias (siglo
XVII), 11, 1965, 233-398
Diccionario de Arquitectos, Alarifes y Canteros que han trabajado en las Islas Canarias (siglo
XVIII), 12, 1966, 361-328
Diccionario de Arquitectos, Alarifes y Canteros que han trabajado en las Islas Canarias, 13,
1967, 487-600
Diccionario de Arquitectos, Alarifes y Canteros que han trabajado en las Islas Canarias (siglo
XIX, conclusión), 16, 1970, 169-286
Biografía del escultor Fernando Estévez (1788-1854), 16, 1970
541-596

Pilar ACOSTA MARTÍNEZ y Manuel PELLICER CATALÁN


Excavaciones arqueológicas en la cueva de la Arena (Barranco Hondo, Tenerife), 22,
1976,125-184

Rafael GONZÁLEZ ANTÓN y Antonio TEJERA GASPAR


Interpretación histórico-cultural de la arqueologia del archipiélago canario, 32, 1986, 683-698

Rafael NIETO CORTADELLAS


Ascendencia y descendencia de don Bernardo Rodriguez de Toro, Primer Marqués del Toro
(La estirpe de Teresa Toro de Bolívar), 23, 1977, 443-482

Ramón F. DÍAZ HERNÁNDEZ


Hambre y epidemias en una comunidad rural de Gran Canaria. El municipio de Firgas a
mediados del siglo XIX, 35, 1989, 103-150
Efectos de las inmigraciones sobre el crecimiento de la aglomeración de Las Palmas de Gran
Canaria, 36, 1990, 377-414

Ramón LÓPEZ CANEDA


Nuevas aportaciones documentales sobre Antonio José Ruiz de Padrón. Inventario post
mortem: biblioteca, bienes muebles y raíces (1823), 34, 1988, 593-644

Ramón MENÉNDEZ PIDAL


El romance tradicional en las Islas Canarias, 1, 1955, 3-10

Raymond R. MACCURDY
Los "islenos" de la Luisiana. Supervivencia de la lengua y folklore canarios, 21, 1975, 471-
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S.B. VRANICH
El negociante tinerfeno Gaspar de Arguijo (1532-1594). Historia de un éxito, 26, 1980, 561-
614

Santiago de LUXÁN MELÉNDEZ


Cultura y ensenanza pública en Las Palmas de lópez Botas. La creación de un Instituto Local
de Segunda Ensenanza, 36, 1990, 79-104

Santiago de LUXÁN MELÉNDEZ y María de los Reyes


La creación de una Biblioteca Municipal en Las Palmas 1860-1869: Una página mal
conocida de la vida cultural de la ciudad en el siglo XIX, 34, 1988, 285-322

Sebastián de la NUEZ
Luis Rodríguez Figueroa, el hombre y el poeta (1875-1936), 25, 1979, 83-138
Una Revista de vanguardia en Canarias: "La Rosa de los Vientos" (1927-1928), 11, 1965,
193-232

Sebastián JIMÉNEZ SÁNCHEZ


Cerámica grancanaria prehispánica de factura neolítica, 4, 1958, 193-244
Nuevas aportaciones al mejor conocimiento de las inscripciones y de los grabados rupestres
del "Barranco de Balos", en la Isla de Gran Canaria, 8, 1962, 87-126
Los yacimientos arqueológicos del "Morro del Verdugado", "La Lapa", "Morros de La Lapa"
y "Los Mondragones", en Guía de Gran Canaria, 11, 1965, 415-436
Estaciones arqueológicas de canarios aborígenes, 12, 1966, 347-360

Nuevas notas de prehistoria canaria. Pictogramas antropomorfos de la "Cueva del Moro" en


el "Morro de las Moriscas" (Agaete).2: Alimentos de canarios, 16, 1970, 561-578

Soledad MIRANDA GARCÍA


Galdós y la religiosidad de su época (I), 28, 1982, 549-642
Galdós y la religiosidad de su época (II), 30, 1984, 523-614

Sylvia A. JIMÉNEZ BROBEIL y Manuel GARCÍA SÁNCHEZ


Restos humanos de la necrópolis de Arteara (Gran Canaria), 36,
1990, 517-534

Théodore MONOD
Notes sur George Glas (1725-1765), fondateur de Port Hillsborough (Sahara Marocain), 22,
1976, 409-520

Tomás CRUZ GARCÍA


El "misterio" y la "tragedia" del agua en Tenerife, 4, 1958, 379-418

Tomás TABARES DE NAVA


Los Cullen irlandeses en Canarias y la Argentina, 10, 1964, 249-298

Uwe RIEDEL
Las líneas de desarrollo del turismo en las Islas Canarias, 18,
1972, 491-536

Ventura DORESTE
Estudio sobre Clavijo y Fajardo, 12, 1966, 201-222

Vicenta CORTÉS
La conquista de las Islas Canarias a través de las ventas de esclavos en Valencia, 1, 1955,
479-548
La trata de esclavos durante los primeros descubrimientos (1489-1516), 9, 1963, 23-50
Vicente ARANA SAAVEDRA
Diario pormenorizado de la erupción volcánica de Lanzarote en 1824. Comentario
volcanológico, 28, 1982, 48-60

Vicente HERNÁNDEZ JIMÉNEZ


Aguas del barranco de Tenoya, 33, 1987, 239-324

Vicente J. SUÁREZ GRIMÓN


El mayorazgo de carvajal: um precedente de la capellanía de coro de Teror, 34, 1988, 389-
444

Víctor MORALES LEZCANO


"La Ilustración" en Canarias, 11, 1965, 103-128
Sir Walter Raleigh y los Archipiélagos del Atlántico ibérico, 13,
1967, 339-364
Canarias, Madeira y Azores en la literatura de viajes inglesa del siglo XIX, 32, 1986, 525-532

Xavier de SANTA CRUZ


Las "Relaciones de méritos" del historiador José Maria de Zuarnávar, 16, 1970, 607-628
REVISTA DE HISTÓRIA CANARIA

PUBLICAÇÃO:Facultad de Geografia y Historia. Universidade


de La Laguna(desde 1941)

NÚMEROS:176(1924-1992)

SITUAÇÃO:em publicação irregular

MORADA:Universidad de La Laguna. Tenerife. Islas Canárias

OBSERVAÇÃO: Existe um indice elaborado por Maria F. Núñez


Muñoz, Indices de Revista de Historia Canaria, 3 tomos,
La Laguna, 1986
AGUILAR, F.
Un clero uníversal y cándido. 32 (1931) 120-22

ALAMO, N .
Acerca del Duque del Parque. 68 (1944) 384-85
Alegres Reyes Nuevos. 88 (1949) 330-53.
Americanismos. 68 (1944) 382-83.
La ca...gada "La Mosca" (Una pagina de la Historia de Gran
Canaria). 131-32 (1960) 193-244.
Como se entierra a un Obispo. 47-48 (1939) 200-10.
Dos cartas inquisitoriales sobre Viera. 46 (1939) 174-179.
Drake y Van der Doez en Gran Canaria. 35-36 (1932) 75-100; 37
(l933) 153-157; 38 (1933) 181-92.
E1 Duque del Parque-Castillo. 67 (1944) 228-37.
Un hallazgo prehistorico de interés: el ídolo de TARA. 123-24
(1958) 296-99.
Lutos Reales. 95-96 (1951) 293-311.
E1 Obispo Verdugo. Su tiempo. E1 retrato que se atribuye a
Goya. 67 (1944) 228.
Un papelista Canario del siglo XIX. 113-14 (1956) 1-10
La raiz familiar. 73 (1946) 35-52.

ALAMO, N.
Sobre la iconografia de la Virgen del Pino. 135-136 (1961)
339-45
Sobre la primera presencia de la Santísima Virgen de
Candelaria en La Laguna, 1554-55 101-4 (1953) 162-71
Verdugado en Gran Canaria 129-30 (1960) 99

ALAYON. Fr.M.
Floresta de Poesía CanariaColecciõn Teide nº 2. Direcion,
edicion y notas de María Rosa Alonso: 76 (1946) Suplemento al
nº 76.

ALBINO, Fr.
Nota Filologica. 69 (1945) 76-79.

ALEMANY, L.
Antonio de Viana una postura literaria ante la historia. 172
( l980 ) 267-272 .

ALONSO, M.R.
Antonio de Viana. 95-96 (1951) 260-92.
Bibliografia Canaria. 72 (1945) 522-37.
La difusion del Canarion. 92 (1950) 398-400.
Indice cronologico de pintores canarios. 67 (1944) 254-81. 72
(1945) 446-61; 165-68 (1970) 7.
E1 Marqués de Lozoya en Tenerife. 63 (1943) 218-21
Más sobre sericultura 74 (1946) 173.
La obra literaria de Bartolomé Cairasco de Figueroa. 100
(1952) 334-89.'

ALONSO, M.R.
Los orígenes del Instituto de Estudios Canarios. 70 (1945)
229-33.
La Orquesta de Cámara de Canariaa. 64 (1943) 333-35
La elegía de Guillén Peraza. 61 (1943) 66-68.
Más sobre Silvestre de Balboa Troya y Quesada y su Espejo de
Paciencia. 64 (1943) 344-46.
Nota a la "Comunicacion de José Pérez Vidal" sobre la obra de
Néstor Alamo . 68 (1944) 383-84 .
Los retratos de los Iriarte 93-94 (1951) 136
Don Sebastián Padron Acosta. Necrologia. 101-04 (1953)330-35.
Sobre "gando" y "gara" 65 (1944) 84
Sobre Teobaldo Power. 73 (1946) 65-67
Sobre "Indice de pintores canarios". 68 (1944) 384.
Vejamen y requien al librillo intitulado "La punta del
Hidalgo',. 68 (1944) 362-68.
E1 volcán de Tacande. 98-99 (1952) 238-39.

ALONSO MORALES, J.
E1 Seminario Diocesano de Canarias. 157-64 (1968-69) l96-204.

ALSON
De Arte 61. (1943) 64-65

ALVAREZ ALONSO, A.:


El Valle de La Orotava: una génesis muy discutida. 175 (1984-
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ALVAREZ DELGADO, J.
Aguamanes: Notas linguísticas 62 (1943) 142-48
Analogías arqueologicas canario-africanas. 153-56 (1967) 149-
96.
Alpiste (Notas linguísticas). 61 (1943) 48-53
Apostillas. 58 (1942) 123-25
Apostillas al artículo "Higueras" 37 (1944) 292
La Biblias de la Biblioteca de la Universidad de Laguna. 141-
48 (1963-64) 86-87. Bubango. Notas Linguísticas. 71 (1945)
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El Certamen de la Real Sociedad Economica. 64 (1943) 293-99.
La conquista de Tenerife (Un reajuste de datos hasta 1496).
127-28 (1959) 169-96; 129-30 (1960) 71-93; 131-32 (1960) 245-
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Chajasco. 60 (1942) 244-47.
E1 doctor Troya. 58 (1942) 104-5
Etimologías de Hierro ¿"Heres o Eres"?. 54 (1941) 210.
Una ficha folklorica. 73 (1946) 58-59.
Ficha Folklorica. Una vieja folía del Valle de Guímar 75
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Filología Guanche. 54 (1941) 255.
"Gando" y "gara". Notas linguísticas. 65 (1944) 18-23. 172
ALVAREZ DELGADO, J.
La Historia de Canarias de A.J. Benítez. Un problema
bibliográfico. 157-64 (1968-69) 175-82.
Un ignorado "De viris Illustribus" de Varron en nuestra
Biblioteca Universitaria 149-52 (1965-66) 3-18
Las "Islas Afortunadas" en Plinio. 69 (1945) 26-61.
Los Llanos de Aridane. Notas linguísticas. 63 (1943) 243-46.
Más sobre las Harimaguadas. 56 (194l) 347-51
Miscelánea Guanche. 53 (1941) 180-85
Ecero: Notas linguísticas sobre el Hierro. 72 (l945) 408-16;
73 (1946) 10-16; 74 (1946) 152-66; 75 (1946) 282-300
Noticiario por Islas. 153-56 (1967) 197-203
Las palabras Til y Garoé. 67 (1944) 243-47
El padrenuestro en guanche. 62 (1943) 173-74.
Las pintaderas. La frase del manuscrito Ardanaz y Ormaechea.
59 (1942) 202-3
Puesto de Canarias en la investigacion linguística. 58 (1942)
130
Sobre Arqueología Gran Canaria. 63 (1943) 193-96.
Tabona. 70 (1945) 202-9.

ALVAREZ DELGADO, J.
De 1a vida Indígena. 66 (1944) 144-55.
Voces de Timanfaya (Notas linguísticas). 57 (1942) 3-13
E1 verdadero destino de las "pintaderas" de Canarias. 8 (1942)
108-25.

ALZOLA, J. M.
Domingo Diniz Grek (1808-1877). 135-36 (1961) 394-95
Historia del Ilustre Colegio de Abogados de Las Palmas de Gran
Canaria 153-56 (1967) 168-70.

ANAYA HERNANDEZ, LUIS ALBERTO y ARROYO DORESTE, AURORA. 174


(1984-86) 175-202.

APRAIZ, O. de
En torno al Certamen de la Real Sociedad de Amigos del País.
56 (1941) 362-63
Ensayo sobre algunos aspectos de la antigua toponomía de
Canarías. 41 (1938) 16-18; 43-44 (1938) 65-73 .

ARBOL DE COSTADOS
Adiciones al..., D. Tomás de Castro y Lorenzo Cáceres Benítez
de Lugo y Baulen. 19 (1928) 92-96.
Adiciones al... D. Juan de Leon-Huerta y Salazar de Frías. 17
(1928) 30-32.
Adiciones a1.. D. Miguel Manrique de Lara y Massieu Ponte y
Westerling. 17 (1928) 28-9 y 32.
Adiciones a1 ... D. José Peraza de Ayala y Molina Quesada. 20
(1928) 126-28.
Adiciones a1 ... D. Francisco de Quintana y Leon, Marqués de
Acialcázar. 18 (1928) 62-64.
Adiciones al . Dna Laura de Salazar de Frías y Benitez de
Lugo, Condesa del Valle de Salazar. 19 (1928) 96.

ARBOL GENEALOGICO
Dña Ana del Castillo y Manrique de Lara, Sexta Condesa de la
Vega Grande de Gua-dalupe. 37 (1933) 158-60.

ARCO, N. del C. Del


Nuevas aportaciones a1 estudio del enterramiento tumular en
Gran Canaria. (1983) 11-40.

ARMAS AYALA, A.
Graciliano Afonso, un prerromántico espanol 119-20 (1957) 1-
64; 121-22 (1958) 47-113; 123-24 (1958) 258-91; 125-26 (1959),
24-55; 131-32 (1960) 298-336; 133-34 (1961) 277-326; 137-40
(1962) 52-181.

ARMICHE
E1 Adelantado Fernández de Lugo. 6 (1925) 180-82.

ARNAY DE LA ROSA, M.
La poblacion prehistorica de Tenerife. 173 (1983) 43-55.

ARTILES, B.
Estudio sobre Tirso y "E1 Burlador". 46 (1939) 187.

ASCANIO Y MONTEMAYOR, R. de
Antiguas Cofradías Nobiliarias. 57 (1942) 14-29
Aportaciones para 1a historia de la esclavitud de San Juan
Evangelista. 49-50 (1940) 45-60; 51-52 (1940) 101-18; 53
(1941) 169-79; 54 (1941) 218-29.

EL ATAQUE DE VAN DER DOES A LAS PALMAS EN l599: 97 (1952) 42-


69.

AZNAR DE ACEVEDO, C.
Acerca de los lugares de origen de la familia Bethencourt y de
algunos vocablos en francés antiguo del texto "Le Canarien".
72 (1945) 438-45.

BALCELLS Y PINTO, J. M.
Las tablas de Taganana. 93-94 (1951) 5-10.

BENITO RUANO, E.
La leyenda de San Brandán 93-94 (1951) 35-50 .

BETANCORT, L.
Acontecimiento en Teguise en el segundo marquesado de
Lanzarote. 10 (1926) 55-57.
E1 convento de la Madre de Dios de Miraflores de Teguise 3
(1924) 83-86.
E1 Cristo de la Vera-Cruz de Teguise. 7 (1925) 199-201.
Datos curiosos. 2 (1924) 46-48.
Del templo parroquial de Teguise. 12 (1926) 112-15.
Juan el Moro. 4 (1924) 122-23.
Primeras invasiones de berberiscos en Teguise. 14-15 (1927)
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Proclamacion de los Reyes Cato1icos en Teguise. 6 (l925) 183-
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Templo desaparecido en Teguise. 1 (1924) 29-30.
Tercera invasion berberisca en Lanzarote. 8 (1925) 24244.
Ultima invasion de berberiscos en Lanzarote. 9 (1926) 24-25.

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Evolucion de las Jurisdicciones Parroquiales de Fuerteventura
en el s. XVIII. 170 (1973-76) 7-70.
E1 Hospital de San Lázaro, el doctor Cubas y el Cabildo de
Gran Ca6aria (1647-1657) 169 (1971-72) 101-109.
"Preambulo" 169 (1971-72) 1-5 .
La ensenanza en Tenerife en 1790: situacion y plan para
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De 1a Nobleza titulada de Canarias. La casa de Castro-Chirino.
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Nuestras antiguas indumentarias. 9 (1926) 26-29; 12 (1926)
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Nuestros viejos Cristos. E1 Señor de Tacoronte. 1 (1924) 16-
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La Nueva Villa de Guímar. 19 (1928) 88-90.
E1 origen de la Villa de La Orotava y de su Puerto. 18 (1928)
51-55; 19 (1928) 78-82; 20 (1928) 97-103; 21 (1929) 140-45; 23
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Quintero de Núnez, Pedro: Canarios en Indias. 10 (1926) 61-64.
Repeliendo desconsiderados ataques. 105-8 (1954) 90-93.
Fiestas religiosas olvidadas: San Agustín, patron de 1a del
Hierro. 13 (1927) 158-62.
La significacion del viejo blason. 29-30 (1931) 57-58.
La Torre del Conde. 21 (1924) 41-45.
La villa y puerto de Garachico. 25 (1930) 11-18. 26 (1930) 8-
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(1983) 163-85.

NORENA SALTO, M.T.:


Federalismo y centralismo. Fernando Leon y Castillo y e1
proyecto de Constitucion Fedral. 171 (1978) 111-22.

NOREÑA, M.T ; PEREZ GARCIA, J.M. y MENDOZA TORRES, J.J.:


La Junta superior de Gobierno de Las Palmas de Gran Canaria.
Octubre-noviembre de 1868. 171 (1978) 73-94 .

NUESTRA 0BRA:
25 (1930) 1-2.

NUEZ CABALLERO S. de LA:


Angel Valbuena Prat iniciador de la crítica y la
historiografía moderna en la poesía canaria. 171 (1978) 203-
18.
Juan Manuel Trujillo, escritor y ensayista de vanguardia. 175
(1984-86) 1061-1072.

NUNEZ MUNOZ, M. F.:


La diocesis de Tenerife. Apuntes para su historia: De los
orígenes hasta su restablecimiento definitivo. 171 (1978) 33-
72.
La diocesis de Tenerife: desde su ereccion hasta su supresion
temporal (1819-1851). 172 (1980) 154.
E1 restablecimiento definitivo de la diocesis de Tenerife
(1851-1877). 173 (1983) 59-88.
Situacion ecleasiástica y religiosidad popular en La Palma en
el primer tercio del s. XIX. 174 (1984-86) 491.

OCHOA DE CAZTELU, M.:


Las ordenes militares (Procedimiento para entrar en cualquiera
de las ordenes de Santiago, Calatrava, A1cántara y Montesa. 11
(1926) 89-91.
Las ordenes militares. 12 (1926) 124-26- 13 (1927) 163; 14 y
15 (1927) 217-25.
Las ordenes militares. Indice de Calatrava 17 (1928) 22-27 .
Las ordenes militares. Indice de Apellidos que figuran en los
expedientes de las cuatro ordenes Militares de Santiago,
Calatrava, Alcantara y Montesa, y en la Real y distinguida de
Carlos III. 17 (1928) 22-27; 18 (1928) 59-61.

OSSUNA Y BENITEZ DE LUGO, M. de:


La Casa de Hoyo-Solorzano. 1 (1924) 7-15; 3 (1924) 74-82; 5
(1925) 142-51; 7 (1925) 193-98; 10 (1926) 39-45; 11 (1926) 65-
73; 16 (1927) 236-44.
Historia genealogica de la Casa de Salazar de Frias. 2 (1924)
33-40; 4 (1924) 105-12; 6 (1925) 169-77; 8 (1925) 235-41; 13
(1927) 129-38; 21 (1929) 134-39.

OSSUNA Y VAN DEN HEEDE, M. de:


Discurso sobre las distintas fases por que ha pasado el globo
terrestre, desde su lejano orizen a la actualidad,
determinando la aparicion y desurrollo de la materia
organizada y la trascendencia de los modernos descubrimientos
geologicos a la Geografía y a la Filosofía de la Historia,
1886. 70 (1945) 122.

PADRON ACOSTA, S.:


Antología de La Laguna y de Sto Cristo. Fiestas de septiembre
de 1943. 63 (1943) 252. E1 Deán don Jeronimo de Roo. 90-91
(l950) 179-98.
E1 Doncel de Mondragon. 98-99 (1952) 214-22 .
Los héroes de la derrota de Nelson. 82-83 (l948) 184-202.
E1 ingeniero canario Don Agustín de Bethencourt Molina. 93-94
(l95l) 51-79.
E1 niño poeta Heráclito Tabares (1849-1865) 77 (1947) 13-27.
La personalidad artística de D. José Rodríguez de la Oliva. 61
(1943) 14-29. ,
E1 pintor Juan de Miranda (1723-1805). 84 (1943) 313-36.
La poesía de don José Tabares Bartlett. 92 (1950) 287-323.
E1 primer centenario de Angel Guimerá (1845-1945). 70 (1945)
234-36.
E1 romanticismo de Lentini. 97 (1952) 1-21.
En torno a la vida de Rafael Arocha Guillama. 62 (1943) 160-
64.
La vida del pintor Valentín Sanz, a través de sus cartas
(1849-1898). 85 (1949) 14-39

PADRON DE ESPINOSA, R. de:


E1 almirante Quintero Ramos. 2 (1924) 55-57.
E1 arsobispo Bencomo, insigne patricio tinerfeño. 8 (1925)
245-48 .
E1 castillo de San Cristobal. 1 (1924) 4-6.
E1 venerable Padre Anchieta. 9 (l926) 30-32.

PAZ SANCHEZ, M de:


Aportacion bibliográfica de la Masonería de las Islas
Canarias. 173 (1983) 189-196. Masiones y Comuneros en La Palma
del siglo XIX. Notas para una interpretacion historica. 171
(1978) 95-110.
Notas Bibliográficas: II Coloquto de Historia
Canarioamericana. 172 (1980) 283-285.
En torno a las reivindicaciones comerciales de La Palma frente
a Tenerife en el comercio con América: un expediente de 1819.
174 (1984-86) 203-226.

PELLICER CATALAN, M.:


Elementos culturales de la prehistoria canaria. 169 (1971-72)
47-72.
Cronica arqueologica y de historia del arte (l968-69). 157-64
(1968-69) 303-11.

PERAZA DE AYALA Y RODRIGO-VILLABRIGA, J.:


E1 abecedario o Indice onomástico de Núnez de la Pena. 117-18
(1957) 89-91.
Los Antiguos Cabildos de las Islas Canarias. 14-15 (1927) 213-
10.
Ascendencia de D. Antonto de Monteverde y Lugo del Castillo y
García. 27 (1930) 30-32.
Ascendencia de D. Bernardo Cologan y Ponte, Marqués del
Sauzal. 24 (1929) 252-53 Ascendencia de D. Eugento Machado y
Benítez de Lugo Benítez de Lugo y Monteverde. 25 (1930) 28-29.
Ascendencia de D. Fernando de Casabuena y Molina-Quesada. 25
(1930) 30-32. Ascendencia de D. Francisco Benítez de Lugo y
García de Mesa, Marqués de Celada. 22 (1929) 190-94.
Ascendenc1a de Dña María del Carmen Luisa de Le Leon Cologan,
Marquesa de Villafuerte. 23 (1929) 224-26.
Ascendencia de doña María de los Dolores Van de Walle y
Fierro, Marquesa de Guisla-Guiselín, 29-30 (1931) 62-64.
Ascendencia de D. María Guadalupe del Hoyo-Solorzano y Nieses,
condesa de Sietefuentes. 26 (1930) 30-32.
Ascendencia de doña Prudencia Román y Tabares Elqueta y de la
Puerta. 28 (1930) 30-32.
Ascendencia de D. Rafael Tabares de Nava de la Puerta y
Llarena. 24 (1929) 254-56. Bibliografía. 35-36 (1932) 121-23.
Consideraciones sobre recientes trabajos que estudian el
comercio de Canarias con las Indias. 100 (1952) 532-56.
E1 derecho en la Prehistoria de las Islas Canarias. 28
(1930) 17-24.
E1 derecho de Eapana a lasa I. Canarias. 45 (1939) 129-
32.
E1 documento de 1a Biblioteca Universitaria sobre
Cristobal Colon es apocrifo. 100 (1952) 561-65.
Familias del primitivo solar canario. 25 (1930) 26-27;
28 (1930) 27-29; 39-40 (1933) 204-5.
D. Fernando de Llarena y Franchi, un doceanista
lagunero. 135-30 (196l) 349-52. Genealogía de la familia
de Jaen. 18 (1928) 56-58.
Genealogía de la familia de Jaen. 19 (1928) 83-87.
Guillén Castellano (1446-1530). 137-40 (1962) 187-88.
Historia de la Casa de Interián. 8 (1925) 225-31; 10
(1926) 50-54.
Historia de la Casa de Llarena. 21 (1929) 148; 25 (1930)
22-25; 26 (1930) 1-7; 27 (1930) 16-25; 29-30 (1931) 10-
13; 31 (1931} 85-89; 33 (1932) 18-21; 34 (1932) 58-61.
Historia de la casa de Monteverde. 16 (1927) 245-50; 18
(1928) 37-46; 19 (1928) 65-72; 20 (1928) 104-12; 21
(1929) 146-60; 22 (1929) 181-86; 24 (1929) 231-36; 33
(1932) 22-24. Historia de la Casa de Machado y
Monteverde. 82-83 (1948) 201.
E1 Homicián. 41 (1938) 3-5.
Juan de las Casas y el señorio de Canarias. 119-20
(1957) 65-82.
Don Juan Tabares de Roo. 21 (1929) l6l-62.
E1 linaje eapanol más antiguo en Canarias . 39-40 (1933)
217-31; 43-44 (1938) 97-113; 47-48 (1939) 212-9; 49-50
(1940) 25-44; 72 (1945) 403.
Los Machados. 3 (1924) 87-93; 4 (1924) 113-21; 5 (1925)
129-34; 7 (1925) 202-12; 9 (1926) 11-23; 11 , (1926) 84-
88; 12 (1926) l05-8; 14-15 (1927) 165-73; 20 (1928) 117-
22; 23 (1929) 214-20.
D. Manuel de Ossuna y Van den Heede 1845-1921. 70(1945)
121-29.
Don Manuel de Ossuna y Benítez de Lugo. 123-24 (1958)
300-3.
Mar pequeña. 157-64 (1968-69) 208.
Notas para un estudio del cargo de regidor perpetuo en
Tenerife. 109-12 (1955) 1-5. Nuestro proposito. 1 (1924)
1-3.
E1 obispo Lopez Agurto de la Mata (1572-1637). 12728
(1959) 197-202.
Las ordenanzas militares para Canarias en 1590. 157-64
(1968-69) 1-11.
Por el mar ... 92 (1950) 434-36.
El régimen comercial de Canarias con las Indias en los
siglos XVI, XVII y XVIII 90-91 (l950) 199-244; 92 (1950)
339-83; 95-96 (l95l) 210-59; 98-99 (1952) 121-66.
Sobre la fundacion de "Revista de Historia". 75 (1946)
308-10; 101-4 (1953) 130; 105-8 (1954) 89-90; 169 (1971-
72) 138.
La sucesion del señorío de Canarias a partir de A1fonso
de Las Casas. 115-16 (1956) 45-52.
Tercer aniversario del fallecimiento del historiador De
Ossuna y Van-Den Heed. 3 (1924) 65-67.
E1 testamento del primer Conde de la Gomera otorgado en
Sevilla en 1531. 54 (1941) 213-17.
Viera y Clavijo y D. Fernando de Molina. 32 (1931) ,
103-5.

PERDOMO GARCIA, J.:


Las Canarias en la Literatura caballeresca. 50 (1942)
218-33.

PEREZ GARCIA, J.:


Arbol de Costados de D. Fco Javier García de Aguiar y
Van de Walle. 137-40 (1962) 299-304.
Adiciones al árbol de Costados de D.F.J. García de
Aguiar y Van de Walle 137-40 ( 1962 ) 299-304 .
D. Francisco Hurtado y su familia. 165-68 (1970) 47-54.

PEREZ GONZALEZ, M. C. Viaje de fin de carrera l956. 115-


16 (l956) 152-55.

PEREZ GONZALEZ, R. y CRIADO HERNANDEZ, C.: Nuevos datos


de la emigracion de canarios a América en el siglo XIX.
Los emigrantes de San Juan de la Rambla (Tenerife) entre
1850 y 1877. 174 (1984-86) 401-418.

PEREZ MORERA, J.:


Los Retablos de los eztinguidos conventos de Santa
Agueda y Santo Domingo en Santa Cruz de La Palma. 175
(1984-86) 641-658.
Apuntes para un estudio de las fuentes iconográficas en
la plástica canaria. 176 (1992) 207-230.

PEREZ SAAVEDRA, F.:


Comunicaciones a 1a Direccion (Las Harimaguadas, 57
(1942) 68-69.
Identificacion de las Harimagsuadas 54 (1941) 246-250.
Una Matriarca insular: La abuela de Tenesoya. 175 (1984-
86) 985-1002.

PEREZ VIDAL, J.:


Arcaísmos y portuguesismos en el espanol de Canarias
141-48 (1963-64) 28-37.
E1 arrorro. 65 (1944) 71-74.
Ascendencia canaria de Manuel Socorro Rodríguez. 92
(1950) 400-1.
Cantos de Llamado. 67 (1944) 248-53.
La centería en Canarias (Notas para su estudio). 135-36
(1961) 235-53.
Fichasa para un vocabulario canario. 69 (1945) 62-71.
La imprenta en Canarias. 59 (1942) 137-43.
Otra vez herido. 131-32 (1960) 371-74.
Comunicaciones a la Direccion: E1 Poema más antiguo de
la literatura cubana. 61 (1943) 68-70.
Romances tradicionales: 1a muerte del principe don Juan.
95-96 (1951) 312-17.
Romances vulgares: E1 marinero chasqueado. 90-91 (1950)
162-78.
Comunicaciones a la Direccion: Taganana. 68 (1944) 382 .
Tío Juan de la Caleta (Nota de literatura tradicional
canaria). 64 (1943) 315-20.

PEREZ VOITURIEZ, ANTONIO:


Perspectivas jurídico internacionales de la obra de
Peraza de Ayala. 174 (1984-86) 17-32.

PINTO DE LA ROSA, J. M.:


Juan Alonso Rubián ingeniero militar del s. XVI 121-22
(1958) 114-17.

PIZARRO, C.:
Algunos incunables de 1a Biblioteca Provincial de
Canarias. 77 (1947) 30.
La biblioteca de La Laguna. 77 (1947) 30.

PORLIER, A.:
Vida de don Antonio Aniceto Porlier, actual Marqués de
Ba1amar escrito por él mismo para instruccion de sus
hijos. 78 (1947) 153-76.

REDACCION DE LA R. H. C.: Ruiz de Padron, una figura


historica canaria sometida a cuestion. 153-56 (1967) 56-
57.

REGULO PEREZ, J.:


Abísero y Abyssus y sus problemas etimologicos. 70
(1945) 223-29.
Adiciones al árbol de Costados de D. Antonio de
Bethencourt y Massieu
Ascendencia de D. Antonio de Bethencourt y Massieu
Domínguez y de la Rocha (árbol de Costados). 157-64
(1968-69) 333-37.
Antiguedad de la sericultura en Canarias. 74 (1946) 167-
69 .
Arbol de Costados de D. Juan Pérez González (con unas
consideraciones previas acerca de la genealogía y de su
vinculacion a R.H.C.). 165-68 (1970) 169-82 .
Ascendencia del I Marqués de la Regalía (Con árbol de
Costados). 141-18 (1963-64) 237 -43.
Biografía de "Revista de Historia" 101-04 (1953) 127-54.
La Creacion del "Instituto de Canarias". 76 (1946) 399-
418.
REGULO PEREZ, J. :
Cronica de 1a Facultad. 170 (l973-76) 149-58; 171 (1978)
263-207; 172 (1980) 315-319.
Los cursos monográficos de Historia de Canarias. 82-83
(1948) 260-64.
D. Dacio V. Darias y Padron, Académico correspondiente
de 1a Historia. 101-104 (1953) 335-40.
D. Elías Serra: el hombre y el maestro: 169 (1971-72)
6-13.
Filiacion y sentido de las voces populares "ulo?" y
"abisero". 68 (1944) 350-61.
"Gual" y "Verdello" dos portuguesismos vitícolas en el
espanol de Canarias. 72 (1945) 417-25.
Más referencias para el estudio del pastoreo en
Canarias. 73 (1946) 55-57.
Notas acerca del habla de la isla de La Palma 157-64
(1968-69) 12-174.
Nuevas referencias acerca del uso cristiano de los
nombres de los días de la semana. 77 (1947) 73-74.
De nuevo sobre el paso de Ulrico Schmidl por la Palma en
1534. 69 (1945) 81-84.
Las palabras "feira" y "leito" en el habla popular de La
Palma y Tenerife. 65 (1944) 32-38.
Los periodicos de la isla de La Palma (1863-1948). 84
(1948) 337-413.
Premio de "Colegiado distinguido". 121-22 (1958) 219-29.
El toponimo "Hierro": escarceos etimologicos. 88 (1949)
354-62.

RELACION DE TITULOS DE CASTILLA Y REGIDORES PERPETUOS


RELATIVOS A CANARIAS (DEL REGISTRO DE REALES DERECHOS).
(ARCHIVO HISTORICO NACIONAL): 39-40 (1933) 237-43.

REYES GONZALEZ, N. y SANCHEZ JIMENEZ, C.:


El "Sexenio revolucionario" (1868-1874) visto por
Nicolás Estávanez: historia de un fracaso. 174 (1984-86)
419-442. 174 (1984-86) 419-442.

RICARD, R. :
Acerca de los rescates canarios en Guinea. 1559. 101-4
(1953) 171-73.
Canarios cautivos en Africa. 69 (1945) 79-81.
Comunocaciones a la Direccion: Canarios procesados en
Méjico por la Inquisicion (s. XVI). 59 (1942) 204.
Relaciones entre Canarias y las plazas portuguesas de
Marruecos en e1 siglo XVI. 100 (1952) 528.

RIJO ROCHA, E.:


Noticias para 1a historia de Lanzarote. La Isla ante e1
levantamiento de 1808. 58 (1942) 73-81.

ROBLES Y CHAMBERS, P.:


Contribucion para e1 estudio de la sociedad colonial de
Guayaquil. 47-48 (1939) 247-48.

RODRIGUEZ DOREST, D.:


Las cartas plásticas en Gran Canaria en el año 1950. 91
(1950) 410-13.

RODRIGUEZ MOURE, J.:


Los adelantados de Canaras. Don Alfonso Fernández de
Lugo, I Adelantado de Canarias. 46 (1939) 180-86; 47—48
(1939) 230-41; 49-50 (1940) 12-24.
Los adelantados de Canarias: Don Pedro Fernández de
Lugo, II Adelantado de Canarias. 51 -52 (1940) 69-91.
Los Adelantados en Canarias: Don Alonso Luis Fernándes
de Lugo, III Adelantado de Canarias. 53 (1941) 141-52.
Apuntes para la Historia del Obispado de Tenerife. 41
(1938) 21-26; 43-44 (1938) 114-20, 45 (1939) 147-54 .
Las Banderas de Nelson y el escudo de Tenerife. 42( l938
) 48-58 .
Biografía de Fray Antonio Jacob Machado (1712-1784)109-
112 (1955) 100-12.
Capitulaciones entre el Emperador Carlos V y don Pedro
Fernández de Lugo, para 1a conquista de la provincia de
Santa Marta en América. 53 (1941) 152-55.
Sobre la procedencia de los retablos que hoy tiene la
Iglesia Parroquial de Nuestra Sra de la Concepcion de La
Laguna en este ano de 1926. 117-18 (1957) 53-61.

RODRIGUEZ YANES:
La Hacienda de Daute: 1555-1606. 174 (1984-86) 115-150.
La Egloga de Dácil y Castillo. 90-91 (1950) 115-41.
D. Elías Serra como investigador de archivos. 169
( 1971-72 ) 20-25 .
La Familia del Hermano Pedro. 105-8 (1954) 85.
La familia materna de José Marti. 172 ( 1980 ) 245-247 .
Las fechas de conquista de las Canarias mayores Comienzo
y fin de la Campaña de Lugo en Tenerife 1494- 96. 75
(1946) 79-81.
Don Fernando Guanarteme y Fernando Guanarteme. 90-91
(1950) 251-52.
Guillén Castellano. 105-8 (1954) 1-36.
Maeso de enseñar moços 157-64 (1968-69) 209.
Notas sobre los reyes de Tenerife y sus familias 115-16
(1956) 1-17.
Noticias historicas de la Parroquia de San Bartolomé de
Tejina. 62 (1943) 85-98.
Paso por Sta Cruz de los primeros colonizadores de
Australia. 123-24 (1958) 304-5.
La "Piraterías" de Rumeu como fuente de nuestro Derecho
Historico. 98-99 (1952) 239-41.
El retrato de la famosa batalla de Tafaraute. 100
(1952) 566-77.
Las senales de los antiguos canarios. 76 (1946) 391-98.
Solemnidades para las proclamaciones reales. 101-4
(1953) 158-59.
Sobre la familia del hermano Pedro. 131-32 (1960) 377-
79.
Sobre los orígenes cristianos de la ciudad de Gáldar.
165-68 (1970) 67-68.
Sobre el padre del prebendado Pereira. 137-140 (1962)
188-89.
En torno a la Dolorosa de Tejina. 62 (1943) 174.
En torno a D. Manuel Antonio de la Cruz. 69 (1945) 86-87.
Los vascongados en Canarias. Un trabajo poco conocido de
don José María de Zuaznabar. 95-96 (1951) 346-47.

RUIZ ALVAREZ, A.:


E1 consul Clerget y el desembarco de Nelson en Tenerife.
125-26 (1959) 78-86
Dos documentos referentes al ataque de Nelson a1 puerto
de Tenerife en julio de 1797 121-22 (1958) 137-43.
Del expediente para el ingreso en la orden militar de
Santiago de Don Francisco Valcárcel y Herrera 1789. 109-
12 (1955) 213-19.
Expediente sobre cierta estampa en que se representa la
Santísima Trinidad en tres Personas humanas, con varias
inscripciones. 105-8 (1954) 111-26.
La Inquisicion de Canarias y el Cristo de Tacoronte.
101-4 (1953) 174-80.
La isla de La Palma en 1802 (informe del Consul frances
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Juan Perez, grabador de imágenes. 100 (1952) 559-60.
E1 Dr. D. Justo Espinosa de los Monteros y Mesa. 115-l6
(1956) 88-93.
Otro ejemplar de la edicion príncipe de la "Historia
Nuestra de Candelaria". 97 (1952) 73-4.
La partida de defuncion y capellanía fundada por el
pintor portugués José Tomás Pablo. 95-6 (1951) 347-48.
Documento: Solicitud de Alonso Talarico Cabeza de Vaca,
provincial de Santo Domingo, de ser ministro de la
Inquisicion. l670. 101-4 (1953) 180-82.
E1 testamento del canonigo D. José Dávila y Guzmán y los
primeros grabados de la imagen del Gran Poder de Dios
del Puerto de la Cruz. 141-48 (1963-64) 82-85.
En torno a la imagen del Gran Poder de Dios. Los
angelotes, e1 trono y la peana. 113-14 (1956) 75-76.
En torno al imaginero isleño D. Luis Cabeza y Viera.
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La expedicion canaria al Senegal en 1556. 74 (1946) 137-
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D. Fernando Guanarteme y las princesas Guayarmina y
Masequera en la Corte de los Reyes Catolicos. 149-52
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Comunicaciones a la Direccion: E1 Garoé. 64 (1943) 339-
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E1 Gobernador Manrique de Acuna y la batalla naval de
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Notas historicas al blason de los Adelantados. 72 (1945)
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Pedro García de Herrera, Senor de la isla de El Hierro.
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E1 Entierro del Gobernador Pedro de Vera 93-94 (1951)
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La familia del Gobernador Pedro de Vera 75 (1946) 260-
276; 76 (1946) 426 132; 77 (1947) 54-61; 78 (1947) 198-
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Las fechas extremas de la presencia de Pedro de Vera en
la campana de Canarias. 77 (1947) 75-77.
Miscelánea historica canaria. S. XV 1483-91 97 (1952)
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Pedro de Vera en los bandos andaluces entre Ponces y
Guzmanes. 88 (1949) 363-393.
Un período oscuro de la vida de Pedro de Vera. 79 (1947)
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Los Sopranis en Canarias: 1495-1620 95-96 (1951) 318-31.
La sucesion economica del gobernador Pedro de Vera
Mendoza según nuevos documentos. 141-148 (1963-64) 1-27.
En torno a Pedro de Vera y los gomeros. 105-108 (1954)
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En torno a Pedro de Vera y su oscura cronología. 98-99
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Cuadros de Rubens y objetos de orfebrería en Las Palmas
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Un documento desconocido en Canarias referente a la
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La campaña arqueologica de 1943 en Gran Canaria. 65
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Canarias en las "Cronicas de Castilla" 165-68 (1970) 39-
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127-28 (1959) 254-69; 129-30 (1960) 122-38; 131 32
(1960) 386-428; 133-34 (1961) 150-74; 135-36 (1961)
357-73; 137-40 (1962) 200-16; 141-48 (1963-64) 111-143;
149-52 (l965-66) 114-63; l53-56 (1967) 78-102; 157 64
(1968-69) 231-63; 165-68 (1970) 68-77.
De esclavos canarios. 25 (1930) 3-10.
Excursion a 1as concheras de Teno. 72 (1945) 426-32; 73
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El fin de la Universidad fernandina. 72 (1945) 397-40.
El gofio en Roma. 149-52 (1965-66) 178-79.
Héroes y pueblos. 153-56 (1967) 1-4.
Taganana. 68 (1944) 317-25.
Un "imbroglio" bibliográfico: Maximiliano Aguilar. 153-
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Las indulgencias para la conquista de Canarias. 165- 68
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Juan de Bethencourt y Alfonso V de Aragon. 22 (1929)
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Estudios canarios: Torriani; Die Kanarischen Inseln in
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E1 magnifico y Excmo Sr. D. José Escobedo y González-
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Los mallorquines en Canarias. 54 (1941) 195-209; 55
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Más sobre los viajes catalano-mallorquines a las
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Maximiliano Agui11ar. 157-64 (1968-69) 206-8.
Memoria acerca de los estudios realizados en 1938 en "E1
Museo Canario". Por e1 profesor Dr. José Pérez de
Barradas 51-52 (1940) 65-88.
Editorial (a modo de prologo). 137-40 (1962) 1-4.
Miguel Forteza, 1888-1969. l57-164 (1968-69) 209-11.
Monumentos en las plazas y jardines canarios. 141 48
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La navegacion primitiva en los mares de Canarias. 119-20
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Nota acerca de los sermones canarios de Clemente VI.
141-8 (1963-4) 107-111.
Los nuevos grabados rupestres de la isla de La Palma. 56
(1941) 352-58.
Otra vez los orígenes de Taganana. 72 (1945) 474-75.
E1 redescubrimiento de las Islas Canarias en el s.XIV.
135-36 (1961) 219-34.
Recuerdo del obispo Dr. Cámara y Murta, por abuso de
Fuerza de las autoridades locales. 1633. 93-94
(1951)119-24.
Una revista especializada. 117-18 (1957) 1-5.
La sucesion de Diego de Herrera: Documentos interesantes
del Archivo Salazar de Frías, de La Laguna. 53 (1941)
131-34.
Todavía acerca del capítulo de Canarias en la "Cronica
de Juan II". 80 (1947) 551-54.
Treinta anos después. 165-68 (1970) 1-5.
Los últimos canarios. 125-26 (1959) 5-23.
Viera y Clavijo y las fuentes de la primera conquista de
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Visita de estudio a Lanzarote y Fuerteventura. 58 (1942)
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La Alcaidía del Castillo de San Juan Bautista de la
marina de Sta Cruz de Tenerife. 45
La Alcaidía del Castillo de San Juan Bautista de la
marina de Sta Cruz de Tenerife. 42 (1938) 59-64; 43- 44
(1938) 82-96; 45 (1939) 143-46.
Apuntes para 1a historia de los Poggio. 51-52 (1940)
119-25; 53 (1941) 159-68; 54 (1941) 230-45.

ASCENDENCIA DE:
... D. Santiago Ascanio y Montemayor Leon-Huerta y Nava.
34 (1932) 62-64.
...de don Félix de Ascanio y Pogggio Negrín de Armas y
Lugo. 74 (1946) 230-32.
...de don Luis Benítez de Lugo y Brier marqués de la
Florida. 33 (1932) 30-32.
...de D. Francisco Benítez de Lugo y Gracia de Mesa.
Marqués de Celada 22 (1929) 190-91 y 194.
...de D Juan Benítez de Lugo y Velarde Benítez de Lugo y
Francis. 123-24 (1958) 410-12.
...de D. Antonio de Bethencourt y Massieu Domínguez de
Roche. 157-64 (1968-69) 333-37.
...de D. Pedro Bravo de Laguna y Manrique de Lara y
Massieu. 79 (1947) 438-40.
...de D. José de Brier y Casabuena Salazar de Frías y
Bravo de Laguna. 75 (1946) 366-68.
...de D. Fernando de Casabuena y Molina Quesada. 25
(1930) 30-32.
...de D. Fernando del Castillo-Olivares y Van de Walle
Fierro y Fierro. 35-36 (1932) 124-25 y 28.
...de Doña Ana del Castillo y Manrique de Lara, sexta
condesa de la Vega Grande de Guadalupe. 37 (1933) 158-59.
...de D. Tomás de Castro y Lorenzo-Cáceres Benítez de
Lugo y Baulén. 19 (1928) 92-93 y 96.
...de D. Fernando Clavijo y del Castillo-Olivares del
Castillo-Olivares y Fierro. 84 (1948) 509-12.
...de D. Bernardo Cologan y Ascanio. Marqués del Sauzal.
131-32 (1960) 478-80.
...de D. Leopoldo Cologan y Osborne, Marqués de la
Candía. 121-22 (1958) 230-32.
...de D. Bernardo Cologan y Ponte, Marqués del Sauzal.
24 (1929) 252-53 y 256.
...de D. Juan Antonio Cullen y Luso Machado y Massieu
117-18 (1957) 187-89.
...de D. Anatolio de Fuentes y García de Mesa Geral dí
y Soto. 115-16 (1956) 174-76.
Dña Emilia García de Mesa y Hernández Leal, Marquesa de
Casa Hermosa. 31 (1931) 94-96
Don Juan Garcia y Ponte Casabuena y Urtusáustegui. 66
(1944) 202-4.
D. Ramon González de Mesa y Machado Suárez de Armas y
Méndez de Lugo. 125-26 (1959) 166-68.
...de Don Guillermo Gutiérrez de Salamanca y Ossuna
Salazar de Frías y Ascanio. 72 (1945) 538-40.
...de D. Fernando del Hoyo y Machado, Vizconde del Buen
Paso. 39-40 (1933) 252-54
...de Don Alonso del Hoyo-So1orzano. Conde de Siete
Fuentes. 69 (1945) 118-20 .
...de Dna María Guadalupe del Hoyo Solorzano y Nieves.
Condesa de Siete Fuentes. 26 (1930) 30-32.
...de Don Carlos de Lecuona y Prat (Díaz y Delcourt).
119-20 (1957) 169-72 .
...de Don Agustín de Leon y Castillo y Retortillo
Marqués del Muni. 71 (1945) 394-96.
...de Doña María del Carmen Luisa de Leon y Cologan,
Marquesa de Vila-fuerte. 23 (1929) 224-26.
... de D. Juan de Leon-Huerta y Salazar de Frías,
Marqués de Santa Lucía. 17 (1928) 30-31.
... Don Antonio de Lugo y Massieu García y de Las Casas.
39-40 (1933) 250-51 y 254. ... de D. Diego de Llarena y
Casabuena Casabuena y Bravo de Laguna. 46 (1939) 190-92.
... de Doña Josefa de Llarena y Cullen, Condesa del
Palmar. 73 (1946) 134-36.
....de D. Luis de Llarena y Monteverde Ponte y Leon
Huerta. 41 (1938) 30-32.
... de Don Eugenio Machado y Benítez de Lugo y Monte-
verde. 25 (1930) 28-29 y 32.
...de Don Miguel Manrique de Lara y Massieu Ponte y
Westerling. 17 (1928) 28-29 y 32. ...del I Marqués de la
Regalía. 141-48 (1963-64) 237-43.
... de don Felipe Massieu y de La Rocha Falcon y
Casabuena. 45 (1939) 158-60.
...de Don Pedro de Matos y Massieu Moreno y Falcon. 88
(1949) 452-56.
...de Don Alfonso Méndez de Lugo y Lugo Leon-Huerta y
García. 82-83 (1948) 310-12.
...de Don Antonio de Monteverde y Lugo del Castillo y
García. 27 (1930) 30-32.
... de Don Antonio de Monteverde y Ponte Ponte y del
Hoyo. 22 (1929) 192-94.
....de Doña María de 1a Concepcion de Orán y Trujillo
Cologan y Monteverde. 81 (1948) 134-36.
... de Don Manuel de Ossuna y Benítez de Lugo Van den
Heede y Benítez de Lugo. 127-28 (1959) 318-20.
... de Don José Peraza de Ayala y Molina-Quesada. 20
(1928) 126-28.
... de Don Blas Pérez González, Catedrático de
Universidad, Inspector General del Cuerpo Jurídico
Militar del Ejército, ex Ministro del Reino. 165-68
(1970).
...de Don Tomás Poggio y Alvarez Lugo y Massieu. 47-48
(1939) 250-51 y 254.
... de Don Gaspar Ponte Cologan del Hoyo y Heredia. 35-
36 (1932) 126-28.
... de Don José de Ponte y Lugo Llarena y Massieu. 77
(1947) 134-36.
... de Don José de Ponte y Méndez de Lugo, representante
del Alferazgo Mayor de Tenerife. 141-48 (1963-64) 244-
48.
...Dona Tomasa de Quintana y Falcon, Marquesa de
Villanueva del Prado. 68 (1944) 410-12.
... de doña Prudencia Román de Tabares Elgueta y de la
Puerta. 28 (1930) 30-32.
... de Doña Laura Salazar de Frías y Benítez de Lugo,
Condesa del Valle de Salazar. 19 (1928) 94-96.
... de Don Emilio Salazar de Frías y Oráa Bérriz y
Co1ogan. 67 (1944) 314-16.
...de Don Pedro de Sopranis y Arriola Lizana y Lopez de
Sagredo. 76 (1946) 510-12.
... de Don Pedro de Sotomayor y Sotomayor Pinto y
Sotomayor. 43-44 (1938) 126-28.
... de Don Rafael Tabares de Nava de la Puerta y
Llarena. 24 (1929) 254-56.
... de Don Alonso Tabares y Salazar de Frias Lugo y
Méndez de Lugo. 129-30 (1960) 190-92.
... Don Jospe Valcárcel y Valcárcel van de Walle y
Pinto. 47-48 (1939) 252-54.
... de Doña María de los Dolores Van de Walle y Fierro,
Marquesa de Guisla-Guiselín. 29-30 (1931) 62-64.
... de Don Pedro Verduyo y Acedo Pestana y Valdés 117-18
(1957) 190-92.
... de Don Melchor de Zárate y Cologan Méndez de Lugo y
Zulueta. 85 (1949) 158-60.
Cartas de Nuestros distinguidos suscritores. 10 (1926)
46-49.
Decapitacion de un noble. 76 (1946) 419-25.
Los Lecuona Tinerfeños. 137-40 (1962) 5-38.
Más sobre 1a "Biografía" de esta Revista. 109-112(1955)
146-47.
E1 médico D. Manuel de Ossuna. 75 (1946) 311-18.
Mi parentela americana. 13 (1927) 148-53; 14-15 (1927)
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Reseña historica de 1a Casa de Brier. 17 (1928)18 (1928)
47-50; 23 (1929) 216.
VI Adelantado de Canarias. 67 (1944) 291.

TAMAGNINI, E.:
Los Antiguos Habiantes de Canarias en sus relaciones con
la Antropología Portuguesa. 18 (1928) 33-36; 19 (1928)
73-77.

TARQUIS GARCIA, M.:


Las armas de los conquistadores encontradas en e1 lugar
donde se dio 1a Batalla de Acentejo 95-96 (1951) 345-46.
Armas de procedencia canaria en el Real Museo Militar de
Artillería. 131-32 (1960) 379-81.
Un claustro del siglo XVI destruído a golpes de piqueta.
95-96 (1951) 341-45.
E1 pintor don Juan Manuel Rodríguez Botas y Ghirlanda
(1882-1917). 85 (1949) 63-78.

TARQUIS RODRIGUEZ, P.:


Un cuadro interesante de 1a coleccion de Ossuna. 82-83
(1948) 177-183.
Eduardo Rodríguez Núnez, pintor del S. XIX. 127-28
(1959) 210-226.
José de Anchieta: la casa donde nacio y sus retratos
pintados. 137-40 (1962) 39-51.
Juan de Miranda. 105-8 (1954) 57-80.
D. Luis de la Cruz. Su desarrollo técnico y categoría
regional y nacional. 113-14 (l956) 34-74.
E1 pintor de cámara del siglo XVII Manuel Castro. Las
tablas de Garachico. 133-34 (1961) l24-135.
La pintura clásica en La Orotava Apostillas. 135-36
(1961) 254-76.
La técnica de retratos de Rodríguez de la Oliva. 97
(1952) 22-33.
Todavía Juan de Miranda. 109-12 (1955) 89-99.
Valentín Sanz, paisajista de Sta Cruz de Tenerife en el
XIX. 165-68 (1970) 6-38.
En torno a Pedro de Vera y los Gomeros. 105-08 (1954)
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En torno a Pedro de Vera y su oscura cronología. 99
(1952) 223-37.

TORRE CACERES, M. de LA:


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Catálogo bibliográfico de la primera imprenta canaria.
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Un médico sevillano autor de una cronica sobre la
conquista de Gran Canaria?. 101-4 (1953) 102-111.

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Una carta de Alejandro Von Humboldt, durante su estancia
en la isla de Tenerife. 78 (1947) 137-52.
Ulrich Schmidel de paso por La Palma (1534). 67 (1944)
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Introducci6n al estudio de la lengua e historia
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WESTERDAHL, E.
Las artes plásticas en Tenerife en el ano 1950. 92
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WOLFEL, D.J. :
Los aficionados, los charlatanes y la investigacion de
la lengua aborigen de las Islas Canarias. 121-22 (1958)
1-15.
"Los trabajos del Dr. Wolfel".
Sumario de sus obras: "Las Antiguedades canarias y la
cultura Occ.". "Monumenta Linguae Cansriae" 56 (1941)
359-61 .
"E1 Cenobio de Valeron". 105-8 (1954) 83-84.
Ensayo provisional sobre los sellos e inscripciones
canarios. 58 (1942) 106-7; S9 (1942) 151-55.
La falsificacion del "Canarien". 100 (1952) 495-508
Informe sobre un viaje 33 (1932) 25-29; 35-36 (1932)
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Los "Monumenta Linguae Canariae". 62 (1943) 105-11.

XENOFONTE
La fiesta del libro. 27 (1930) 26-29.

ZARATE Y COLOGAN, M de:


Ascendencia de D. José de Ponte y Méndez de Lugo,
representante del Alferazgo Mayor de Tenerife.
E1 Alferazgo Mayor de Tenerife (Adiciones al árbol de
costados de D. José de Ponte y Méndez de Lugo). 141-148
(1963-1964) 244-248.
TEBETO

PUBLICAÇÃO: ANUARIO DEL ARCHIVO HISTORICO INSULAR


DE FUERTEVENTURA

NÚMEROS PUBLICADOS: 5 e 2 ANEXOS

SITUAÇÃO: em publicaçao

MORADA: Archivo Historico, Puerto del Rosario,


Fuerteventura
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ZAPATER CORNEJO, Miguel, Escuelas de indianos en La Rioja, V, 1993,


195

ANEXOS

nº.1, FERRER BENIMELI, JOSÉ ANTONIO, Unamuno, los derechos del


hombre y la libertad de expressión. Un modelo de compaña masónica.

nº.2, LOBO CABRERA, Manuel, Los antiguos protocolos de


Fuerteventura(1578-1606).
REVISTA EL MUSEO CANARIO

PROPRIEDADE: Sociedad El Museo Canario

NÚMEROS PUBLICADOS: 49(1880-1994)

ESTADO: Em publicação

MORADA: Dr. Chil, 25, Las Palmas de Gran Canaria


"Por su parte, el propio Museo se planteó, desde el momento de su
fundación, editar una revista cientifica, proyecto que va se estudió en la
reunión que la Junta directiva celebrara el 25 de octubre de 1879. Se decidió
una periodicidad quincenal y el primer número vio la luz el 7 de marzo de
1880. Formaron el primer consejo de redacción de la revista «EI Museo
Canario» don Agustín Millares Torres, don Amaranto Martínez de Escobar,
don Gregorio Chil, don Andrés Navarro Torrens, don Felipe Massieu Falcón,
don Juan Padilla (contador) y don Víctor Grau Bassas (administrador). La
revista se editaba en la imprenta «La Atlántida» y el coste de la impresión
era de 600 reales al mes.

A lo largo de su dilata da trayectoria la revista del Museo conoció distintas


fases y vicisitudes. El 22 de julio de 1882 se publicaba el número 57, a partir
del cual se suspendió la edición. A pesar de que estaban ya hechas las
pruebas de imprenta no llegó a salir el número 58, cuyos originales sirvieron
para este mismo número de la segunda época de la revista, que volvía a
salir en enero de 1889, esta vez con una periodicidad decenal. Esta
periodicidad se mantuvo hasta el ejemplar del 31 de diciembre de 1901
(números 143-145). Desde ese momento volvió a ser quincenal, finalizando
esta segunda época con el número 193 (septiembre de 1905). La revista
dejó de salir durante un largo período de tiempo. Reapareció, con carácter
trimestral, en 1933, abriéndose una tercera época que sólo pudo extenderse
hasta 1936, con un total de ocho números. Finalmente, volvió a editarse con
periodicidad trimestral desde 1944 (núm. 9, enero-marzo), aunque en los
años más recientes tal periodicidad haya desaparecido de hech o al
insertarse el contenido de varios números en sólo uno de aparición anual o
bianual. "

(Alfredo Herrera Piqué, Tesoros del Museo Canario, Madrid, 1990, p. 10-11)
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de S. Carlos, XXI-XXII, 1947, 103-109
-Sobre Millares Carló, Agustín: Notas Bibliográficas de Archivos Municipales,
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Senora de las Nieves de Aguimes, LXXIII-IV, 1960, 93-101
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1965, 131-138
-El Convento de Nuestra Senora de las Nieves de Aguimes - II, XXVI-XXX,
1966-1969, 49
-El Sagrario Mayor de Aguimes, XIV, 1945, 39-44
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-Documentos inéditos para la historia de Canarias, X, 1901, 34-86

VARIOS, Certificación á favor de Juan Ruiz de Alarcón sobre servicios


prestados en la invasión inglesa (1595), VIII, 1900, 183
VARIOS, Real cédula para repartimiento de tierras en Gran Canaria, VIII, 1900,
151
VERNEAU, Dr., Las Islas Canarias y la leyenda de la Atlántida, III, 1934, 2
- Pluralidad de razas en las Canarias, IV, 1881, 257-353
-Razas antiguas del archipiélago Canario, IV, 1881, 97

VIERA y CLAVIJO, José de, Diccionario de Historia Natural de las islas


Canarias, VIII, 1900, 142-367
-Diccionario de Historia Natural de las Islas Canarias, X, 1901, 31-336
-La ermita de la Virgen de la Luz, X, 1901, 28
-El nuevo can mayor o constelación canaria del firmamento espanol en el
reinado de Carlos IV, XII, 1902, 75

VINA BRITO, Ana, La prostitución en las islas realengas en el siglo XVI, XLVII,
1985-1987, 187

VIZCAYA CARPENTER, Antonio, Textos históricos perdidos, LXXV-LXXVI,


1960, 385-404

ZAMORANO Y VILLAR, José, Decadencia y ruina de la industria y cultivo del


tabaco en las islas Canarias, XV, 1903

ZEUNER, Frederrick E., Some domesticated animals from the prehistoric site of
Guayadeque. Gran Canaria, LXV-LXXII, 1958-1959, 31-40

ZUÁSNAVAR, José Maria, Compendio de la Historia de las Canarias, XI, 1944,


99-122
-Compendio de la Historia de las Canarias (continuacion), XIII-XV, 1945, 111-144
-Escrito del fiscal de la Audiencia de Canarias don-----en la demanda entablada
por los vecinos de San Mateo y Madronal con el Heredamiento de Daute, LXV-
LXXII, 1958-1959, 113-139

WOLFEL, Josef Dominik,, Un episodio de la conquista de la Gomera, I, 1933, 5


BOLETIM DO INSTITUTO HISTÓRICO

DA ILHA TERCEIRA1

PUBLICAÇÃO: Instituto Histórico da ilha Terceira


Angra do Heroismo. Terceira. Açores

NÚMEROS PUBLICADOS:45

SITUAÇÃO: em publicação

MORADA: Museu de Angra, Angra dop Heroismo, Açores

1. Não estão incluídos os volumes e XLI, XLV, XLVIII, onde foram publicadas as
comunicações dos colóquios realizados, que surgem na rubrica COLÓQUIOS.
[Sem Autor]
Relações comerciais da Ilha Terceira com o Brasil no século
XVII, 4, 1946, 39
Provanças que fez João Homem na cidade de Lisboa aos 13 dias
do mez de Julho do ano de 1527, 5, 1947, 248
A quebra de Escudos, 5, 1947, 255
Viagem de Pompeo Arditi de Pesaro à Ilha da Madeira e aos
Açores (1567), 6, 1948, 173
Centenário do Pe. Jerónimo E. de Andrade, 6, 1948, 184
Comemoração do I Centenário da Morte do Historiador,
Terceirense, Francisco Ferreira Drumond, 17, 1959, 283
Comemorações do V Centenário da morte do Infante Dom
Henrique na Ilha Terceira, 18, 1960, 225
Os Portugueses no descobrimento do Canadá - Testemunho de um
Canadiano, 18, 1960, 269

Alvaro MONJARDINO
A Quinta Região - III tema do Colóquio integrado no encontro
dos Presidentes das Comissões de Planeamento Regional,
apresentado em Angra do Heroísmo e, 25-26, 1967-68, 147
Problemas de educação numa região insular - Comunicação da
Comissão do Distrito de Angra do Heroísmo ao 1º Congresso da
Acção Nacional Popular, 25-26, 1967-68, 165
Renovação do acordo sobre as Lajes, 25-26, 1967-68, 187
Reconstrução da cidade de Angra e sua Expansão (Consulta e
parecer), 38, 1980, 133
O fenómeno português: uma abordagem à História de Portugal,
39,
1981, 247
A experiência dos Açores: um sistema de governo regional,
39, 1981, 269
De quem é o Castelo de S. João Baptista, 39, 1981, 289
Os Açores e as Forças Armadas, 43, 1985, 309
O quinto século da cidade, 43, 1985, 349

António FRANCO
Imagem da Virtude em o Noviciado da Companhia de Jesus na
Corte de Lisboa, 8, 1950, 144

António Manuel Bettencourt Machado PIRES


A pastorícia dos bovinos na Ilha Terceira (1966), 29-33,
1971-75, 231

António Raimundo BELO


Relação dos emigrantes açorianos de 1771 a 1774, para os
Estados do Brasil, extraído do Livro de Registos de
Passaportes da Capitania Geral dos Açores, 5, 1947, 165
Relação dos emigrantes açorianos para os Estados do Brasil
extrída do livro de registos de passaportes da Capitania-
geral dos Açores, 6, 1948, 29
Relação dos emigrantes açoreanos para os Estados do Brasil,
extraída do "Livro de Registo de Passaportes da Capitania
Geral dos Açores", 7, 1949, 227
Relação dos emigrantes açoreanos para os Estados do Brasil,
extraída dos Processos de Passaportes da Capitania Geral dos
Açores, 8, 1950, 35
Relação dos emigrantes açorianos para os Estados do Brasil,
extraída dos "Processos de Passaportes da Capitania Geral
dos Açores" e doutras fontes, 9, 1951, 70
Relação dos emigrantes açorianos para o Estado do Brasil,
extraída dos "Processos de Passaportes da Capitania Geral
dos Açores", 12, 1954, 107

Artur Teodoro de MATOS


O diário de bordo das viagens de Francisco de Faria Severim
aos Açores de 1598, 43, 1985, 419

Avelino de Freitas de MENESES


A conquista espanhola e a Administração dos Açores, 43,
1985, 327

Belisário PIMENTA
Dr. Luís da Silva Ribeiro (Páginas guardadas), 14, 1956, 32

Caetano Valadão SERPA


A gente açoreana, emigração e religiosidade - Séculos XVI-XX
(1976), 34, 1976, 5

Candido Pamplona FORJAZ


Um episódio da história terceirense narrado pelo Dr.
Francisco J. da Silva, 10, 1952, 1
O "Alabama" - Um episódio da guerra da Secessão da América
do Norte em águas terceirenses, 17, 1959, 275
A "Chronica da Terceira" e o seu redactor Simão José da Luz
Soriano - Um enigma bibliográfico, 21-22, 1963-64, 145
A minha homenagem, 27-28, 1969-70, 7

Charles-Martial de WITTE
Documents anciens des archives du Chapitre D'Angra, 25-26,
1967-68, 5

Claude GUIGNRBET
L'Age d'Or dans le Folklore de l'Europe, 43, 1985, 77

Duarte LEITE e Henrique BRAZ


A propósito da descoberta pré-colombina de terras da
América, 3, 1945, 258

Eduardo Mayone DIAS


Baleeiros Portugueses na América, 35, 1977, 233
Elisa Brunilde Lemos de MENDONÇA
Ilha de S. Jorge - Subsídio para estudo da Etnografia,
Linguagem e Folclore Regionais, 19-20, 1961-62, 5

Elmiro Borges da Costa MENDES


O Ensino da História segundo o conceito nacionalista, 1,
1943, p.123

Ermelindo ÁVILA
Centenário de S. Francisco de Assis. O Franciscanismo na
Ilha do Pico, 44, 1986, 293

Euclides DA COSTA
Mais imigrantes, problema vital do Brasil, 5, 1947, 215

F. Jorge Vieira PIMENTEL


Da apoteose do "Eu" à necessidade dramática do "Outro" em
dois textos biográficos, 37, 1979, 73

F. Rebelo GONÇALVES
Pontuação de Versos d'Os Lusíadas, 14, 1956, 27

Francis M. ROGERS
The Four Dromedaries of the Infante Dom Pedro. One of
Guillaume Apollinaire's Sources, 14, 1956, 39
Pronúncia insular portuguesa, 8, 1950, 194
Pronúncia insular portuguesa: Pretensa influência flamenga,
9, 1951, 112

Francisco dos Reis Maduro DIAS


Módulos arquitectónicos na cidade de Angra do Heroísmo, 43,
1985, 299

Francisco Jerónimo da SILVA


Fidelidade da Ilha Terceira, 11, 1953, 158

Francisco Lourenço Valadão JÚNIOR


A ilha Terceira- A emigração liberal. D. Maria I, Rainha da
Terceira. O terror. O Julgamento de um guerrilheiro
condenado à morte, 1, 1943, p.60.
O último capitão-General do regime absoluto na ilha
Terceira, 2, 1944, p. 21
A guerra entre a Inglaterra e a América do Norte e o bisavô
do Dr. Luís da Silva Ribeiro, 14, 1956, 256
Um heróico combatante da Guerra Civil Portuguesa (Bisavô do
Dr. Luís da Silva Ribeiro), 14, 1956, 268
Um Fidalgo e um Alfaiate, agitadores políticos na Cidade de
Angra em 1821 a 1831, 16, 1958, 39
Um "Juíz de Fora" em Angra no 1º quartel do século XIX, 16,
1958, 68
Na Vila da Praia: Um Luíz de Fora. Um frade constitucional
do Convento de S. Francisco, 1823-1824, 17, 1959, 85
Francisco Mendes DA LUZ
Um manuscrito da Biblioteca Nacional de Madrid interessante
à história dos Açores no século XVII, 6, 1948, 24

Frederico LOPES
Notas de etnografia- Locuções e modos de dizer do povo da
ilha Terceira. Os «marôtos» da Terceira. O abrazão, espelho
satírico do povo terceirense, 2, 1944, p. 165
A pesca na ilha Terceira, 6, 1948, 61
Memória sobre as Festas do Espírito Santo na Ilha Terceira
dos Açores, 15, 1957, 94
Moinhos de vento, 16, 1958, 182
Da Praça às Covas - Memórias de uma Velha Rua, 23-24, 1965-
66, 5
A arte de trovar dos cantadores regionais. Os desafios, 9,
1951, 183
As danças do entrudo, 11, 1953, 143
Vocabulário Terceirense, 17, 1959, 10
A propósito de um Centenário: O Posto Semafórico do Monte
Brasil,
17, 1959, 230

Fritz KRUGER
El hogar y el mobiliário popular de Ilha Terceira, 14, 1956,
90

G. Lloyd HODGES
A Terceira na época da Expedição Liberal de um capítulo da
Narrative of the Expedition to Portugal in 1832, 8, 1950,
O Batalhão Britânico nos Açores na época da expedição
Liberal - Excerto da obra "Narrative of the Expedition to
Portugal in 1832", 9, 1951, 1
De Belle-Isle aos Açores. Excerto da obra "Narrative of the
Expedition to Portugal in 1832", 10, 1952, 105
Dos Açores às Praias de Portugal. Excerto da obra "Narrative
of the Expedition to Portugal in 1832", 12, 1954, 1
Dos Açores às Praias de Portugal. Excerto da obra "Narrative
of the Expedition to Portugal in 1832", 13, 1955, 65
Dos Açores às Praias de Portugal. Excerto da obra "Narrative
of the Expedition to Portugal in 1832", 14, 1956, 277

Georges GUSDORF
Les Empires du Saint Esprit: Mythistoire et Idéologie, 43,
1985, 79

Gilbert DURAND
Iconographie et symbolique du St Esprit, 43, 1985, 37

Hélder Fernando Parreira de SOUSA LIMA


Os Açores na Economia Atlântica/Contribuição para o seu
estudo nos séculos XV, XVI e XVII (1960), 34, 1976, 103
Henrique BRAZ
João Fernandes Lavrador, 1, 1943, p. 7
Testamentos de Pero de Barcellos e de sua mulher Ignes
Gonçalves, 1, 1943, p.21
A descoberta da Terra Nova do Bacalhau, 2, 1944, p. 1
Pero de Barcelos e João Fernandes Lavrador, 2, 1944, p.276
Bibliografia: Insulana, 2, 1943, p.294
Vária- Manuel de Barcelos, piloto, 2, 1944, p.297
Ruas da Cidade (Notas para a Toponímia da cidade da Angra,
da Ilha Terceira), 4, 1946, 65

Inocêncio ENES
Tradições populares da Freguesia dos Altares da Ilha
Terceira, 3, 1945, 289
Tradições populares da freguesia dos Altares (2ª parte), 5,
1947, 177
As festas do Espírito Santo nos Altares, 6, 1948, 107
Tradições populares da freguesia dos Altares, 8, 1950, 68

Isabel CID
O Porto de Ponta Delgada em 1801 (Subsídios para o seu
estudo)..., 37, 1979, 139

J. A. PEREIRA
Um mártir terceirense, Pe. Norberto de Oliveira Barros, 4,
1946, 270

J. AGOSTINHO
Sobre a data da viagem de descobrimento de Pero Barcelos e
João Fernandes Lavrador, 1, 1943, p. 41
Diogo de Teive, povoador da Terceira, descobridor das ilhas
das Flores e Corvo, explorador dos mares do ocidente, não
foi responsável pelo desaparecimento de Jácome de Bruges, 1,
1943, p. 50
História da Navegação de João Hugo de Linschoot. Tradução e
notas, 1, 1943, p. 145
Vária- a inscrição da portada do Castelo de S. João Baptista
da ilha Terceira, 1, 1943, p. 185
Cervantes esteve nos Açores?, 6, 1948, 56
Diogo de Teive, novas luzes sobre a data da sua viagem aos
mares do Ocidente, 9, 1951, 203
Diogo de Teive, New light on the date of his voyage to the
Western Atlantic, 9, 1951, 211
Um emigrante açoriano, 10, 1952, 204
Vária. As literaturas portuguesa e brasileira na educação
geral, 11, 1953, 288
Vária. A viagem do infante D. Pedro, duque de Coimbra, 11,
1953, 289

J. Augusto PEREIRA
D. Frei Estevam, Bispo de Angra no período das Lutas
Liberais,
3, 1945, 169
O Bispo D. Frei Manuel de Almeida preso por hereje ou por
político?, 4, 1946, 30
Subsídios para a história da Diocese d'Angra, 5, 1947, 206
Subsídios para a história da Diocese de Angra: O pessoal da
Catedral, 7, 1949, 290
Subsídios para a história da Diocese de Angra: As Missas
"pro Infantado" nas ilhas, 7, 1949, 296
Sobre as festas do Espírito Santo, 8, 1950, 58
A imagem do Menino Deus da Real Protecção, 8, 1950, 34
O Padre António Cordeiro, mais filósofo do que historiador,
9,
1951, 101
Costumes, já tradicionais, da Sé de Angra, 9, 1951, 108
Açorianos que foram membros da "Companhia de Jesus", 12,
1954, 73
Foi pena..., 14, 1956, 212
As lutas pela Província de S. João Evangelista das Ilhas dos
Açores, 18, 1960, 117

J. M. Bettencourt da CAMARA
Impressionismo e Nacionalismo na obra Musical de Francisco
de Lacerda, 44, 1986, 335

Jacinto MONTEIRO
A vida política na 1ª centúria nos Açores, 43, 1985, 649

João AFONSO
O Traje nos Açores - Subsídio para Estudos de Vestiária
antiga um vocabulário, 35, 1977, 25

João Cunha da SILVEIRA


Os Açores no "Isolário" de Vincenzo Coronelli (Séc. XVII),
15, ,1957, 165
Achegas para a elaboração do inventário artístico dos
Açores: Figuração de S. Jorge, em quadro existente na Matriz
das Velas. A Igreja de Santa Bárbar, 17, 1959, 247

João Gabriel de ÁVILA


O Paço Municipal das Velas, 43, 1985, 361

João H. ANGLIN
O Distrito de Angra (Tradução dos capítulos III, IV e V
(Parte II) do livro do Capitão Bold - A Description of the
Azores (London, 1835), 7, 1949, 256
Um Verão nos Açores e a Madeira de relance, 16, 1958, 142
Um verão nos Açores e a Madeira de relance, II excerto da
obra "A summer in the Azores with a Glimpse of Madeira, 17,
1959, 107

João José de Bettencourt e AVILA


Cartas que.. dirige a sues filhos José Bettencourt da
Silveira e Ávila e Maria Antónia de Bettencourt,
principiadas em Junho de 1845 na vila do Topo, 2, 1943, p.
215

João Silva de SOUSA


O estatuto de Rei (das qualidade que deve possuir o bom e
virtuoso Rei no século XV), 37, 1979, 5
Contendas entre Vilas e seus termos na fronteira Portuguesa
nos séculos XIII a XVI, 37, 1979, 41

Joaquim Moniz de Sá Côrte-Real e AMARAL


Francisco Ferreira Drumond - I Centenário da sua morte, 17,
1959, 152
O Dr. Manuel António Lino: Médico - Poeta - Artista, 17,
1959, 166

Jorge P. FORJAZ
Carta de brasão de armas XIV (O Morgado dos Amarais em
Elvas) com Manuel Artur Norton), 37, 1979, 85
História e Técnica da Gravura Artística, 27-28, 1969-70, 286
O Solar de Nª Srª dos Remédios - Canto e Castro- (História e
Genealogia), 36, 1978, 5
O "Diário quinhentista de João Dias do Carvalhal e sua
família, 43, 1985, 751
Cartas políticas de Eduardo de Abreu para o Visconde das
Mercês (1890-1893), 43, 1985, 779

José Guilherme Reis LEITE


António Cordeiro - Uma proposta de Autonomia para os Açores
no século XVIII, 36, 1978,211
As fontes de Francisco Ferreira Drummond nos anais da Ilha
Terceira, 43, 1985, 459

José Leal ARMAS


Contribuição para a história da produção de leite e de
lacticínios nos Açores (1984), 44, 1986, 273

José Lima de FREITAS


La barque et la Saint Esprit, 43, 1985, 55

José Medeiros FERREIRA


Revisão Histórica da participação de Portugal na Primeira
Guerra Mundial, 43, 1985, 635

José Pérez VIDAL


Las conservas almibaradas de las Azores y las Canarias, 14,
1956, 17

Julião Soares de AZEVEDO


Nota e documentos sobre o comércio de La Rochelle com a Ilha
Terceira no século XVII, 6, 1948, 1

Katharina Elizabeth GYGAX


Contribuições para a Geografia de Ponta Delgada, Angra do
Heroísmo e Horta (Açores), 27-28, 1969-70, 17
Luís da Silva RIBEIRO
Alocução do Presidente do Instituto na sessão inaugural de
25 de Março de 1943., 1, 1943, p.1
Arcaísmos na linguagem popular da ilha Terceira, 1, 1943, p.
96
O pastoreio na ilha Terceira, 1, 1943, p. 110
Vária- Uma carta de josé Augusto Cabral de Melo, 1, 1943, p.
186
Vária-Roqueiras, 1, 1943, p. 187
Vária- Dois topónimos terceirenses, 1, 1943, p.188
Rimas infantis, 2, 1944, p.263
Vária- O pe. António Vieira e colonos ilhéus no Brasil, 2,
1944, p.299
Nomes de ventos e do diabo, 2, 1944, p. 299
Casas juncadas, 2, 1944, p.302
Cartas da América, 5, 1947, 231
Dois documentos respeitantes a Francisco de Salinas, 5,
1947, 261
Superstições comuns ao Brasil e aos Açores, 6, 1948, 124
Orações do pão na Ilha Terceira, 6, 1948, 233
Adivinhas populares terceirenses, 8, 1950, 114
Discurso proferido pelo Presidente do Instituto, Luís da
Silva Ribeiro, na sessão de 29 de Dezembro, 8, 1950, 173
A lenda de Nossa Senhora da Ajuda, 8, 1950, 223
Reforma das Posturas do Concelho de Angra em 1655. Cópia,
introdução e notas, 9, 1951, 121
O romance de algumas mágoas do terramoto de Vila-Franca em
1522, 9, 1951, 104
Cervantes nos Açores, 10, 1952, 239
A saudade na poesia popular açoriana, 11, 1953, 220

Comunicação (Gravação de música popular), 11, 1953, 261


Vária. Missões de estudo, 11, 1953, 286
Cartas de José Augusto Cabral de Melo a Almeida Garret.
Introdução e notas, 12, 1954, 135
O cigarro de folha de milho, 12, 1954, 253
Pombinhas nos telhados, 12, 1954, 289
Indústrias terceirenses de carácter artístico e sua
valorização (Inquérito), 13, 1955, 29
Influência Portuguesa no Adagiário Gaucho (Comunicação ao II
Congresso Brasileiro de Folclore, reunido em Curitiba -
Paraná), 13, 1955, 196
Livro das Avaliações dos ofícios das ilhas dos Açores, 1691,
- Introdução e cópia conferida com o original, 13, 1955, 227
As festas de Maio na Ilha Terceira. O Nome. A Monda, 14,
1956, 196

Luís F. Machado DRUMOND


Costumes e Tradições Populares Terceirenses: Lenga-lengas,
14,
1956, 214
O Baile Popular Terceirense - Estudo do Folclore Regional,
13,
1955, 118
Tradições e costumes Terceirenses, 16, 1958, 104
Estudo do folclore Terceirense - Jogos Populares, 18, 1960,
129

Luís Ricardo Hintze Ribeiro JARDIM


Visita do Princípe Humberto de Sabola a Coimbra em Outubro
de 1862/Versos de Antero de Quental, 38, 1980, 185

Manuel Artur NORTON


Carta de brasão de armas XIV (O morgado dos Amarais em Elvas
- com Jorge P. Jorjaz, 37, 1979, 85

Manuel Artur NORTON e António Maria de Orn. MENDES


Carta de Brasão de Armas - XV (1977), 34, 1976, 393
Carta de Brasão de Armas (XXI), 35, 1977, 5
Carta de Brasão de Armas - XIII (1976), 34, 1976, 75

Manuel Coelho Baptista de LIMA


Cartas de Filipe I e Filipe II ao Bispo D. Pedro de
Castilho, 6, 1948, 199
A Igreja de S. Sebastião da Ilha Terceira, 7, 1949, 247
A Ilha Terceira na História de Portugal, 8, 1950, 1
A Ilha Terceira e a Colonização do Nordeste do Continente
Americano no século XVI, 18, 1960, 5
Uma notável peça de artilharia Portuguesa do século XVI, 27-
28,
1969-70, 520
The Military Section of the Angra do Heroísmo Museum -
Diverse Equipment, 35, 1977, 219
A introdução do culto do Espírito Santo nos Açores, 43,
1985, 123

Manuel de MENEZES
Quem escreveu a Fenix Angrense?, 3, 1945, 1
A peste da Ilha Terceira em 1599, 4, 1946, 1
A muralha primitiva da "principal porta da cidade", 4, 1946,
259
O problema da descoberta e povoamento dos Açores e em
especial da Ilha Terceira, 5, 1947, 1
Revisão ao problema da descoberta e povoamento dos Açores,
7,
1949, 1
Vária. Acerca de Gaspar Fructuoso, 11, 1953, 287
Os casais açorianos no povoamento de Santa Catarina, 10,
1952, 40
Médicos, Cirurgiões e outros da arte de curar na ilha
Terceira,
15, 1957, 5
A Fidelidade da Ilha Terceira, 16, 1958, 2

Manuel Machado D'AVILA


Ensalmos e orações da Ilha Graciosa, 6, 1948, 141
Subsídios para o Cancioneiro Popular Açoriano: - Cantigas da
Ilha Graciosa, 6, 1948, 153

Marcelino LIMA
Goularts. Monografia histórico-genealógica, 10, 1952, 167

Mari Lyn SALVADOR


Flowers, Food and Fireworks, 43, 1985, 665

Maria da Conceição MILHENA


Presença e função do marido na lírica Trovadoresca, 37,
1979, 59
Os moinhos do Faial: novo contributo para a sua história,
38, 1980, 175

Maria Francisca BETTENCORT


Festas Velhas-Festas Novas, 16, 1958, 198

Maria Francisca FERNANDA


Um episódio do Natal Terceirense que bem pode ser verdade
(Peça regional radiofónica), 29-33, 1971-75, 221

Maria Irene Gil da Silva BRAZ


A Batalha da Ilha das Flores - Sir Richard Grenville e o
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-Uma carta inédita de W. Reiss a Carlos Ribeiro sobre os terrenos terciários
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INSULANA2

PROPRIEDADE: Instituto Cultural de Ponta


Delgada
Ponta Delgada. S. Miguel. Açores

PUBLICAÇÃO: 1945-1985= 45 numeros, 1991-1994 =


5 volumes

SITUAÇÃO : em publicaçao

2. Elaborado a partir de Índices da Revista Insulana, Ponta Delgada, 1990,


Elaborado por António José Cachide de almeida, Cláudia Maria amorim Monteiro e
Luís Filipe MArtinho Miranda.
AGOSTINHO, Tenente-Coronel José
As aves do mar e a pesca Albacaras e Voadores, XXII
(1966) p. 210-217.
A Hidrosfera Aspectos da sua funçao na vida do globo,
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Um investigador científico nos Açores, XI (1955) p. 388-
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Para uma mais estreita cooperaçao cultural entre os tres
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Principais actividades do Coronel Francisco Afonso
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Apontamento breve, XVIII (1962) p. 211-220.
Cidade de Ponta Delgada, XXI 1965) p. 91-103.
D. Henrique, o Príncipe Navegador, XVI (1960) p. 139-148.
Alice Moderno: a mulher e a obra, XLI (1985) p. 49-69.

ALBERGARIA, Jacinto Soares de


A memoria do Poeta, XXVII (1971) p 31-32.

ALEMÃO, Valentim Fernandes


As mais antigas descrições das ilhas de Santa Maria e
São Miguel, VI (1950) p. 299-300.

AMARAL, Joao Bosco da Mota


Palavras de homenagem ao Prof Armando Cortes-Rodrigues,
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Um dia com o poeta Armando Cortes-Rodrigues, XXVII
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Palavras de homenagem ao Dr. Urbano de Mendonça Dias, em
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ANGLIN, João Hickling


Almeida Garrett, X (1954) p. 490-492
Bento de Góis: no 350ª aniversário da sua morte
(1607.1957), XIII (1957) p. 123-127.
Ao correr da esferográfica XX (1964) p. 163-166.
A corveta «Helgoland», da marinha de guerra austriaca,
no porto de Ponta Delgada, em 1874-75, VIII (1952) p.
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Um dia no llhéu, XXVII (1971) p. 33-36.
Discurso,proferido no funeral de Armando Cortes
Rodrigues, XXVII (1971) p. 27-28.
Dr. Aristides da Mota, XVI (1960) p. 192-194
Gladstone e os estudos clássicos, VIII (1952) p 212.
0 historiador Joaquim Bensaúde, IX (1953) p. 293-309.
Homenagem ao Cardeal Costa Nunes, XVIII (1962) p. 238-
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A instrução pública no distrito de Ponta Delgada na 2ª
metade do século,X1X, I (1945) p. 403-415; 557-585; V
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Lamento, XX (1964) p. 176.
A lição do sr. Prof. Artur Santos no salao do governo
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A memória de Cortes-Rodrigues, XXVII (1971) p. 7-8.
O Museu Muniipal de Carlos Machado, I (1945) p. 230-253.
No centenário do poeta micaelense Manuel Augusto de
Amaral, XVIII (1962) p. 152-155.
Palavras de agradecimento pela homenagem recebida nos 70
anos de vida XX (1964) p 154-156.
Palavras de homenagem lao Prof. Armando
Cortes.Rodrigues, XVI (1960) p 171-173
Palavras proferidas no 1.° centenário do Coronel Afonso
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Palavras proferidus no 1.° centenário do Dr. Aristides
da Motta, XII (1956) p 9-13
Palestroscolóquio, XVIII (1962) p 236-237.
Quatro cartas do historiador William H. Prescott, VII
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Saudação ao «Diário de Notícias» no centenário da sua
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O inventárzo e a valorizaçao do património artístico
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Joseph Bullar, artista, V (1949) p 33-56.
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No lº centenário da morte de Almeida Garrett:,o Eterno
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Homenagem centenária ao poeta Manuel Augusto de Amaral,
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A Mulher na lírica de Antero, XIII (1957) p. 65-88.
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Para a história da fundação do Liceu Nacional de Ponta
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Para que a filosofia nos liceus?, III (1947) p 374-385.
Poetas e poetisas de Ponta Delgada, II (1946) p 395-418.
Possibilidades de uma litetatura de significação
açoriana, XII (1956) p. 216-221.
Relação de professores efectivos do Liceu Nacional de
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Padre José Jacinto Botelho António Moreno–pranto ao
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A casa rural micaelense, VIII (1952) p. 431-433.
No 1.° centenário da introdução do jornalismo e da
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Centenários de 1945, I (1945) p. 292-293.
Dois centenários: o do nascimento do Dr. Filomeno da
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O culto de Nossa Senhora de Guadalupe, nos Açores, XXVI
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O culto de Nossa Senhora na ilha de S. Miguel, X (1954)
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A emigração no Cancioneiro Popular Açoriano, XXXV-XXXVI
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Um encontro com o Prof. Artur Santos, IX (1953) p. 450-
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A Ermida de Nossa Senhora dos Remédios da Lagoa, I
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A etnografia da Cidade, II (1946) p. 389-511.
O etnógrafo e o poeta Armando Cortes-Rodrigues, XXVII
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Folclore entomológico - o «Bicho da Cidade», II (1946)
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Folclore insular: «0 Ladrão do Meio», VII (1951) p. 185-
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Folclore micaelense: versos de animais, I (1945) p. 531-
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Garrett na ilha de S. Miguel» X (1954) p. 381-393.
Grades de doces, XXXI-XXXII (1975-1976) p. 185-187.
Habitações primitivas nos Açores: abrigos troglodíticos
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A igreja e o convento dos Franciscanos da vila da Lagoa,
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Os jornais açorianos e a sua expansão junto dos
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José do Canto, II (1946) p 713-717.
Dois lagoenses ilustres: Padre João Tavares e Prof.
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Médicos e doenças de outros tempos, XXVI (1970) p. 211-
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A memória de João Hickling Anglin: singela homenagem,
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Memorial da vila da Lagoa e do seu concelho, XXVIII
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Morrinha e morrinhosos, XXVII (1971) p. 298-301.
Notícia sobre o Adagiário Popular Açoriano, XXXIII-XXXIV
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No 1.° centenário da morte de Almeida Garrett: Garrett
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A indisciplina romântica de Eça na sua evulação
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O sentido da realidade em Júlio Diniz, I (1945) p. 366-
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A sombra de Bernardino Ribeiro nas «Saudades da Terra»
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Na Camara Municipal de Vila Franca do Campo: alocução,
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O Prefácio de Wilhelm Storck a tradução Alemã dos
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No 1.º centenário da fundação do Asilo de Mendicidade de
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No 1º centenário da fundação da Banda Rival das Musas.
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No 1º centenário do nascimento do Maestro Francisco de
Lacerda, XXV (1969) p. 19-34
Dr. Aníbal Cymbron Barbosa, um espírito que cultivava a
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Dr. José Bruno Carreiro, XXXVII-XXXVIII (1981-1982) p.
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Dr. Martim Machado de Faria e Maya, XXXVII-XXXVIII
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Artista, XXVII (1971)
O elogio fúnebre do Dr. João Hickling Anglin, XXXI-XXXII
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O Infante D. Henrique e a sua acção na epopeia maritima
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Na morte do Dr. Carreiro da Costa, XXXVII-XXXVIII (1981-
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Equívocos que é conveniente desfazer, I (1945) p. 456-
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Equívocos que é conveniente esclarecer, II (1946) p.
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A Ermida do Paço dos Donatários desta ilha, em Ponta
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A Ermida de S.Gonçalo de Ponta Delgada, IX (1953) p.
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Indice alfabético dos principais assuntos e curiosidades
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Gaspar Fructuoso, XIII (1957) p. 128-135; XIV (1958) p.
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O licenciado António de Frias e a Rua de Santa Ana, I
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A Morgadinha de Cracas e o seu apressado casamento em
1767,I (1945) p. 384-390.
Notas sobre toponímia de Ponta Delgada, I (1945) p. 455-
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O Padre António Vieira em S. Miguel, I (1945) p. 221-229.
Quem era Gaspar do Rego Baldaia, o remetente, para Ponta
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SILVEIRA, M. Martimi Cunha da


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Colóquio em honra do Menino Deus–contando os trabalhos
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Novas rimas infantis da ilha das Flores, VI (1950) p.
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Para a biografia do Padre José António de Camões, IV
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Uma sátira desconhecida de Roberto de Mesquita: a um
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SIMAS, Augusto B; ANGLIN, Joao H.; CORTES-RODRIGUESS,


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SIMAS, João de
Parecer da comissão nomeada pela Junta Geral sobre a
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SIMPLICIO, José Carlos Vieira


O culto de S. Tomás de Aquino no Seminário Episcopal de
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PROPRIEDADE: Arquivo Distrital do Funchal(Hoje


Arquivo Regional da Madeira)

DIRECÇÃO:Cabral do Nascimento(1932-1951), José


Pereira da Costa(1952-1963) e António Aragão(1972-
1974)

NÚMEROS: 19(1931-1990)

SITUAÇÃO: em publicação irregular

MORADA: Rua da Mouraria, 9000- Funchal


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- Creação e funcionamento da Aula de Desenho e Pintura
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- Ex-libris relacionados com a Madeira, vol. I, 1931,
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- A gafaria de S. Lázaro e a sua confraria, vol. I,
1931, pp. 107-116
- O imposto de S. Tiago e a procissão do voto segundo
os manuscritos do tombo municipal, vol. I, 1931, pp. 4-11
- O verdadeiro retrato de Nª Sra do Monte, vol. I,
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- O nosso património artístico, vol. I, 1931, p.177
- Posturaz feitaz na forma da ley este anno de 1738,
vol. I, 1931, pp.164-170
- Posturas que fizeram os officiaes do anno de oiteta
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- Relação dos capitãis de infantaria conforme o livro
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- Sucessão da Casa da Calheta, vol. I, 1931, pp.151-
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1931, pp.171-176
- Testamento de D. Francisco Soares Cisneiros, vol. I,
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vol. II, pp.113-117
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- Estudantes madeirenses na Universidade de Coimbra,
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- Um inglês rebelde aos melhoramentos camarários,
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- João Afonso Escudeiro e o vínculo da Bemposta, 1932,
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- Livro das posturas desta camara do Fuchal, 1932,
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- Manuel Tomás e as fontes históricas da Insulana,
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- Testamentos, Misser João Baptista, 1932, vol. II,
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- Aluvião de 1803, 1933, vol. III, pp.39-46
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- João Escórcio, o velho, seria filho de sir John
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- Livro das posturas desta camara da cidade do
funchal, 1933, vol. II, 8-12
- Manuel Thomaz e as fontes históricas da «Insula-
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- O nosso património artístico, 1933, vol. III, 5-6,
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- Pedras, azulejos e tetos armoriados, 1933, vol. III,
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- O Pelourinho da Cidade do Funchal, 1933, vol. III,
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III, 83-86
- Testamentos: D. Maria de Betencourt, 1933, vol. III,
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- Criação e funcionamento da Aula de Desenho e Pintura
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- A suposta espada de João Gonaçlves Zarco, 1939, vol.
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- Coisas de ontem e de todos os tempos, 1949, vol.
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- A colaboração de Vieira na Restauração do Brasil,
1949, vol. VII, pp.156-162
- Curiosidades de História local, 1949, vol. VII,
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- A expedição de Bertrand de Montluc, 1949, vol. VII,
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- Flor do oceano, 1949, vol. VII, pp. 23-25
- As freiras de Santa Clara contra Gonçalo de
Marchena, 1949, vol. VII, 193-199
- O Hospital velho do Funchal, 1949, vol. VII, pp.
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- A Madeira nos arquivos nacionais: Torre do Tombo,
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- A Madeira nos arquivos nacionais: Arquivo Histórico
Colonial, 1949, vol. VII, pp. 234-242
- Nomes e apelidos, 1949, vol. VII, pp. 230-233
- Pero Botelho, o da caldeira, e a história do
estudante madeirense, 1949, vol. VII, pp.175-188
- O primeiro aforamento do Curral dos Romeiros, 1950,
vol. VIII, pp. 98-102
- O segundo aforamento do Curral dos Romeiros, 1950,
vol. VIII, pp.200-203
- Carta escrita da China pelo padre António Lopes da
Fonseca à Misericórdia do Funchal, 1950, vol. VIII, pp.
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- Existem palavras e locuções madeirenses ?, 1950,
vol. VIII, pp.204-211
- Uma família de grande relevo social, 1950, vol.
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- Interpolações num livro do registo paroquial, 1950,
vol. VIII, pp.196-199
- João Fernandes Vieira e o problema da sua biografia,
1950. vol. VIII, pp. 71-80
- A Madeira nos arquivos nacionais. Arquivo Histórico
colonial, 1950, vol. VIII, pp.220-251
- Ocupção da Madeira pelas tropas miguelistas, 1950,
vol. VIII, pp.121-144
- Viajantes do século passado, 1950, vol. VIII, pp.
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- A arquiduquesa Carlota e as suas impressões de
viagem, 1951, Vol. IX, pp. 88-101
- Autores que escreveram sobre a Madeira, 1951, vol.
IX, pp. 76-81, 162-166 e 214-217
- O descobrimento da ilha da Madeira na poesia
narrativa, 1951, vol. IX, pp.169-172
- Acerca da exposição de ourivesaria sacra, 1951, vol.
IX, pp. 203-208
- A Madeira nos arquivos nacionais. Arquivo histórico
colonial, 1951, vol. IX, pp. 47-75, 173-202
- Um madeirense emissário secreto de D. Pedro II,
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FERREIRA, Padre Manuel Juvenal Pita, Tristão das Damas,


1959, Vol. XI, pp. 157-171

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Funchal, 1951, Vol. IX, pp. 145-150

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- A Procissão do Voto, 1949, Vol. VII, pp.139-146

SERPA, António Ferreira de, O Arquipélago da Madeira nos


mapas e portulanos do século XIV, 1931, Vol. I, pp.125-
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SILVA, Pe. Fernando da, A propósito da Aula de Desenho e


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- Estudantes da Ilha da Madeira na Universidade de
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- Bibliotecas portuguesas, 1939, vol. VI, pp.107-119

SOARES, Ernesto, Ainda a bastarda de D. João VI, 1934-


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SOUSA, Álvaro Manso de, Os Cómicos Panizzas, 1949, Vol.


VII, pp. 49-53
- Curiosidades Históricas. Um Juíz do Povo em
Bolandas, 1951, Vol. IX, pp. 151-161

VAZ, Fernando Carlos de Menezes, Capelas em Santa Cruz,


1931, Vol. I, Fasc. II, pp.92-95
- Famílias da Madeira e Pôrto Santo: Franças, 1931,
Vol. I, pp. 129-141
- Idem. Soutos, 1932, Vol. II, pp. 17-22
- Idem. Acrés Vieiras, 1932, Vol. II, pp. 69-82
- Idem. Drumond, 1932, Vol. II, pp. 143-147
- Idem. Ferreiras e Gabriéis, 1932, Vol. II, pp.
147-154
- Idem. Correas, 1933, vol. II, pp.13-25
- Idem. Fernandes Caires, 1933, vol. III, pp.143-146
- Idem. Freitas Abreus, 1933, vol. III, pp. 147-149
- Idem. Lopo Fernandes, 1933, vol. III, pp. 139-143
- Idem. Ribeiros Ferreiras, 1933, vol. III, pp. 68-77
- Idem. Abreus Santos, 1937, vol. V, pp.164-166
- Idem. Caiados, 1937, vol. V, pp. 91-105
- Idem. Freitas do Vale da Bica, 1937, vol. V, pp.159-
163
- Idem. Pitas Fernandes, 1937, vol. V, pp.39-45
- Idem. Castros, 1949, Vol. VII, pp. 200-218
- Idem. Homens Sousas, 1949, Vol. VII, pp. 95-114
- Idem. Lopes Esteves, 1949, Vol. VII, pp. 147-155
- Idem. Ornelas, 1949, Vol. VII, pp. 54-62
- Idem. Farias Fernandes, 1950, Vol. VIII, pp. 92-97
- Idem. Teixeiras de Tristão Vaz, 1950, Vol. VIII,
pp. 145-179
- Idem. Cardosos de Gaula, 1951, Vol. IX, pp. 131-144
- Idem. Freitas da Madalena, 1951, Vol. IX, pp. 117-
130

WITTE, D. Charles-Martial de, Les Bulles d'Érection de


La Province Ecclésiastique de Funchal, 1962, Vol. XIII,
pp.79-136

ZAGALO, Manuel de Almeida, Algumas palavras sôbre o


património artístico da Ilha da Madeira, 1934, Vol. IV,
pp.26-35, 85-100
- Idem, 1937, vol. V, pp.5-18, 129-141
- Idem, 1939, vol. VI, pp. 17-30
- Idem, 1949, Vol. VII, pp. 129-138
ATLÂNTICO

Revista de Temas Culturais

DIRECÇÃO: António E. F.Loja

NÚMEROS PUBLICADOS: 20(1985-1989)

SITUAÇÃO: cessou a publicação em 1989


BRANCO, Maria dos Remédios Castelo, As impressões de
Jean Mocquet, 1987, Nº 11, pp. 222-226

CARDOSO, Zita, Os expostos, 1989, Nº 20, pp. 265-271

CARITA, Rui, As defesas de Santa Cruz, 1986, Nº 8,


pp.280-288
- Andrew Picken e a Madeira, 1987, Nº 10, pp.107-110
- Os remates de tecto da Madeira, 1988, Nº 13, pp.65-
71
- Uma mesa madeirense de embutidos, 1989, Nº 17,
pp.35-39
- A Capela de S. Roque em Machico, 1989, Nº 18,
pp.131-134

CLODE, Luisa, Pintura flamenga na Ilha da Madeira, 1985,


Nº 3, pp.210-217
- Bordado-Madeira A propósito de duas exposições,
1986, Nº 8, pp.245-257

COSTA, Marcelo, Arquitectura de Madeira, 1988, Nº 13,


pp.16-31

DIONÍSIO, Fátima Pitta, A revolução da Madeira de 1931,


1987, Nº 9, pp.43-60

FERREIRA, Pedro M. P., As eleições de 1887, 1987, Nº 12,


pp.295-302

FERRONHA, António Luís Alves, Revolta na Madeira * 1931,


1987, Nº 12, pp.303-308
- A Madeira e a República, 1989, Nº 18, pp.144-148

GOES, José Laurindo L. de, Estabelecimento e Evolução do


Ateneu Comercial do Funchal, 1985, Nº 2, pp.127-135
- Da indumentária e indústrias madeirenses, 1986, Nº
6, pp.85-93

GOMES, Fátima Freitas, Amassarias, fancarias, taver-


nas..., 1986, Nº 7, pp.206-217
- Festas-romarias na Madeira, 1988, Nº 14, pp.140-149
- Hóteis e Hospedarias, 1989, Nº 19, pp.170-177

GOMES, José Luís de Brito, A Madeira e a Rússia, 1985,


Nº 4, pp.298-305

GOUVEIA, David Ferreira de, Um colono madeirense em S.


Paulo, 1985, Nº 2, pp.142-147
- O açúcar da Madeira, 1985, Nº 4, pp.260-272
- A manufactura açucareira madeirense, 1987, Nº 10,
pp.115-133
- O açúcar e a economia madeirense, 1988, Nº 16,
pp.262-284

JANES, Emanuel, A implantação da república na Madeira,


1989, Nº 18, pp.97-102

LIZARDO, João, Um dragoeiro no "Jardim das delícias" de


Bosch, 1986, Nº 5, pp.13-18
- A arte da renascença na Madeira, 1987, Nº 12,
pp.269-273
- A porta Mudéjar da Sé do Funchal, 1988, Nº 15,
pp.205-209
- Arte Mudejar na Madeira, 1989, Nº 18, pp.149-152
- A Pia Baptismal da Ponta do Sol, 1989, Nº 19, p.196

LOJA, António, A Ópera dos mendigos, 1985, Nº 4, pp.255-


259
- Ratos e homens, 1987, Nº 12, pp.245-252
- As Torres do Exibicionismo, 1989, Nº 18, pp.85-96
- E a festa continua..., 1989, Nº 20, pp.245-264

MELO, Luís Francisco de Sousa,( e Maurício Fernandes)


Notícias do "Teatro Grande", 1985, nº.1,pp.4-19
MELO, Luís Francisco de Sousa, "Um formoso Theatro",
1986, Nº 8, pp.293-296
- O texto "Alcoforado", 1986, Nº 5, pp.19-26
- O teatro concórdia, 1987, Nº 11, pp.227-232
- Teatro: Intervalo, 1988, Nº 15, pp.173-178
- Teatro Esperança, 1989, Nº 18, pp.123-126

MENEZES, Mary Noel, A sociedade portuguesa de


beneficiência na Guiana Britânica, 1988, Nº 15, pp.210-
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- Os portugueses da Madeira e o estabelecimento da
igreja católica na guiana britânica, 1988, Nº 15,
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OVINGTON, John, Antologia - A Ilha da Madeira, 1985, Nº


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PAIS, Teresa, Perfil político do Visconde da Ribeira


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- Padre Eduardo G. Nunes Pereira, 1988, Nº 13, pp.38-
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PESTANA, António Jorge, Organização militar no séc. XV,


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PITA, Gabriel de Jesus, Decadência e queda da primeira
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- Decadência e queda da primeira República analisada
na imprensa madeirense da época (2ª parte), 1986, Nº 5,
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PORTO DA CRUZ, Silvano, Achegas para a criação de um


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- "Folhas" Dia do Património, 1988, Nº 13, pp.51-57

QUINTAL, Raimundo, Madeira-Turismo, Paisagem, Cultura,


1985, Nº 1, pp.54-64
- O sacrifício das árvores, 1986, Nº 8, pp.258-264
- Os jardins da Quinta do Palheiro Ferreiro, 1986, Nº
6, pp.113-130
- Ponta de São Lourenço, 1987, Nº 12, pp.253-262
- A defesa da floresta o poder político e a
comunicação social, 1988, Nº 14, pp.85-93
- Madeira e S. Miguel - Uma abordagem à luz da
geografia, 1989, Nº 20, pp.272-288

RIBEIRO, Adriano, O tratado de Utrecht e a sua projecção


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RODRIGUES, Miguel, A Madeira nos finais do séc. XV,


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SAINZ-TRUEVA, José de, Heráldica Inglesa no "Old Burial


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- Pedras de Armas Tumulares, 1985, Nº 3, pp.165-172
- Divulgando ex-libris madeirenses e de estrangeiros
relacionados com a ilha, 1986, Nº 6, pp.141-148
- Percurso Bilingue, 1987, Nº 10, pp.134-136
- Igrejas, casas, fortalezas e capelas brasonadas,
1987, Nº 11, pp.182-198
- Capela de Nª Srª da Saúde, 1988, Nº 13, pp.5-15
- Quinta do Palheiro do Ferreiro, 1988, Nº 15, pp.222-
232
- Quinta do Monte, 1988, Nº 16, pp.304-312
- Quinta da Mãe dos Homens, 1989, Nº 17, pp.5-16
- Raspadores de Lama, 1989, Nº 17, pp.49-56
- Quinta do Jardim da Serra, 1989, Nº 18, pp.105-113
- A moda que não vingou, 1989, Nº 19, pp.165-169
- O Solar de Nª Srª da Piedade, 1989, Nº 20, pp.295-
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SILVA, António Marques da, Visitantes estrangeiros na


Madeira, 1985, Nº 1, pp.20-53
- Almeida Garrett e "O Patriota Funchalense", 1986, Nº
8, pp.289-292
- Casas de colmo, 1988, Nº 14, pp.103-112
- Preocupações ecológicas do "Estrela do Norte", 1989,
Nº 19, pp.203-220
- As relações entre o Conde de Abranhos e o
desembargador J. C. Pereira, 1989, Nº 20, pp.310-314

SOUSA, Amândio de, Ourivesaria no Museu das Cruzes,


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SOUSA, Francisco Clode de, Francisco Franco e a cidade


luminosa (1910-1923), 1987, Nº 10, pp.111-114
- À descoberta do descobridor, 1987, Nº 12, pp.289-294

SOUSA, João José de, Emigração madeirense nos séculos XV


a XVII, 1985, Nº 1, pp.46-53
- O povoamento do Porto do Moniz, 1985, Nº 3, pp.181-
193
- "Galeões de prata" no Funchal, 1986, Nº 5, pp.5-12
- Um madeirense nas Molucas, 1986, Nº 7, pp.174-183
- Dona Branca - Dois Casamentos - Um Testamento, 1986,
Nº 8, pp.274-279
- D. Luiz de Gusmão-Navegador e Cavaleiro, 1987, Nº
10, pp.145-152
- Corsários no Funchal, 1987, Nº 12, pp.263-268
- O Paço de Belas e a Madeira, 1988, Nº 13, pp.42-50
- A capitania de Machico na casa Vimioso, 1988, Nº 14,
pp.134-139
- Funchal antigo: A Rua da Carreira, 1988, Nº 15,
pp.185-192
- O Convento de Santa Clara no Funchal (Contratos
Agrícolas), 1988, Nº 16, pp.294-303
- As levadas, 1989, Nº 17, pp.40-48
- Os escravos na Madeira, 1989, Nº 18, pp.114-122
- Os senhores do arquipélago da Madeira, 1989, Nº 19,
pp.178-192

SOUSA, Luís de, Quirino de Jesus, 1989, Nº 19, pp.209-220

SOARES, Maria José, Destino Curaçao, 1985, Nº 2, pp.114-


119

TRINDADE, Ana Paula M. e Teresa M. Florença Martins,


Madeira XV-XVI (Alguns aspectos da Administração), 1986,
Nº 6, pp.131-140

VERÍSSIMO, João Nelson, A Festa do Espirito Santo, 1985,


Nº 1, pp.9-27
- Em 1917 a Madeira reclama autonomia, 1985, Nº 3,
pp.230-233
- Depois da aluvião a "Nova Cidade", 1986, Nº 8,
pp.297-302
- Na roda do simbólico, 1987, Nº 9, pp.61-70
- Bulhão Pato e a Madeira, 1989, Nº 17, pp.17-29
- O nossa Autonomia, 1989, Nº 19, pp.197-202

VIEIRA, Rui, Sobre o "Jardim Botânico" da Madeira, 1985,


Nº 2, pp.101-113
- Carlos Azevedo de Meneses, 1988, Nº 15, pp.165-172

WILHELM, Eberhard Axel, 17 anos de exílio na Madeira,


1987, Nº 9, pp.27-32
- Na Madeira há 125 anos, 1987, Nº 12, pp.274-285
- Max Romer (postais madeirenses percorrem o mundo),
1988, Nº 14, pp.113-122
DAS ARTES E DA HISTÓRIA DA MADEIRA

PROPRIEDADE: Sociedade de Concertos da Madeira

DIRECÇÃO: Eng. Luiz Peter Clode

NÚMEROS PUBLICADOS. 41 (1948-1971)

SITUAÇÃO: cessou a publicação em 1971


AGOSTINHO, Tenente-Coronel José,Diogo de Teive. Novas
luzes sobre a data da sua viagem aos mares do Ocidente,
1952, vol. II, nº.10, pp.1-4
- Diogo de Teive, 1953, Vol. III, Nº 15, pp.1-4

AGRELA, Carlos de, Genealogias-Rodrigues Lourenços,


1953, Vol. III, Nº 14, pp.41-44
- Genealogias-Araújos, 1955, Vol. IV, Nº 19-20,
pp.83-92,
- Idem, Idem, 1956, Nº 24, pp. 57-60
- Genealogias-Vaz Rebelos, 1959, Vol. V, Nº 29, pp.
30-48
- Genealogias - Andradas do Arco, 1962, Vol. VI, Nº
32, p.50

AGUIAR, Dr. Fernando de, Manuscrito do cónego Leite


existe numa biblioteca particular, 1949, pp.217-218,
229-231, 237-238
- A alma da Madeira, 1951, vol. I, nº.2, pp.31-33
- idem, idem, nº.3, pp.26-27
- idem, idem, nº. 5, pp.7-8
- Um madeirense de boa estirpe infelizmente
esquecido no pó dos arquivos..., vol. VII,196?, Nº 40,
pp.25-28

ALMADA, José António de, Apontamentos para a descrição


histórica topográfica e económica do concelho de
Machico, 1952, Vol. III, Nº 13, pp.35-37
- Idem, 1953, Nº 17-18,pp.53-56

ARAGÃO, Dr. António, António de Carvalhal Esmeraldo


"Aonio" desconhecido e inspirado poeta madeirense que
viveu na época de seiscentos, 1964, Vol. VI, Nº 34,
pp.33-38

ARTUR, Alberto, O Vapor, 1948, p. 25


- A capela do Corpo Santo, 1949, pp.269-270
- Levantamento dos Terços auxiliares na Madeira em
1784, 1949, pp.76-77
- Corpus Christi, 1949, pp.210-211
- Foro íntimo, 1949, pp.277-278
- O domingo na Vila de Machico, 1949, pp.250.261
- O tesouro da Sé, 1949, pp.226-227
- Um caso de brucharia, 1949, pp.337-338
- Eclesiologia de Machico, 1950, Vol. I, Nº 1,
pp.5-6
- Apontamentos históricos de Machico, 1950, Vol. I,
Nº 2, pp.8-9
- Um caso de amor fervente, 1950, Vol. I, Nº 4, p. 7
- A festa do Espírito Santo na Madeira, 1951, Vol.
I, Nº 6, pp. 23-24
- O vínculo do Rosário, 1950, Vol. I, Nº 3, p. 8
- Nossa Senhora do Calhau, 1951, Vol. II, Nº 7, p.
23
- O Natal na Madeira-Quando eu era estudante, 1951,
Vol. II, Nº 9, pp.1-4
- O fundador do Convento das Mercês, 1952, Vol. II,
Nº 10, pp. 19-20
- O Vapor, 1956, Vol. IV, Nº 23, pp.9-10
- Santa Cecília protectora da Música na Madeira em
1844, vol. VI, nº.35, pp.29-30
- Teatros antigos na Madeira, 196?, vol. VII, Nº
37, pp. 81-941
- Princesa do Reino-Unido Portugal-Brasil na ilha
da Madeira em 1817, vol. VII, 196?, Nº 39, pp.45-53
- Antigos relógios na Madeira, vol. VII, 196?, Nº 40,
pp.34-36

BONITO, Rebelo, As Mouriscas-O influxo arabe na


coreografia popular, 1958, Vol. V, Nº 28, pp.39-42

CABRAL DO NASCIMENTO, Dr. João, O Natal de há trinta


anos, 1950, Vol. I, Nº 4, p. 26

C. A., Genealogias - Pintos de Lemos, 1971, vol. VII, Nº


41, pp.48-54

C. V., Genealogias Madeirenses: Noronha ( Henrique


Henriques de), 1950, Vol. I, Nº 2, pp. 26-27
- Oliveira (João José Rodrigues de), 1950, Vol. I,
Nº 2, p. 27
- Drumond (Dr. João Pedro de Freitas Pereira),
1950, Vol. I, Nº 3, p. 20
- Miranda (Felisberto de Bettencourt), 1950, Vol. I,
Nº 3, p. 21
- Esmeraldo (Pe. José Francisco de Carvalhal),
1950, Vol. I, Nº 3, p. 21
- Noronha (António Bettencourt Perestrello de),
1950, Vol. I, Nº 3, p. 21
- Perestrelo (Francisco Vicente Espinosa da
Câmara), 1950, Vol. I, Nº 3, p. 21
- Vasconcellos ( Dr. José Julião de França e),
1950, Vol. I, Nº 3, p. 20
- Câmara (João Agostinho Pereira de Agrela e),
1950, Vol. I, Nº 4, p. 41
- O Natal na Madeira, 1950, Vol. I, Nº 4, p. 38
- O Caniçal, 1957, Vol. V, Nº 26, pp.7-8

CARDOSO, Nuno Catarino, O Infante D. Henrique na Arte,


1960, vol. V, nº.30, pp.45-46

CLODE, Luisa, O Cadeirado da Sé do Funchal, 1960, Vol.


V, Nº 30, pp.33-40
- Iconografia Mariana da Diocese do Funchal, vol.
VII, 196?, Nº 37, pp.55-58
- Bordados indústria caseira, vol. VII, 196?, Nº
38, pp.31-40
- Iconografia Mariana da Diocese do Funchal, vol.
VII, 196?, Nº 39, pp.13-22

CLODE, Eng. Luiz Peter, A verdadeira história da


Sociedade de Concertos da Madeira, 1949, pp.129-132
- Registo genealógico de famílias que passaram à
Madeira, 1949, pp.157-355
- Algumas famílias que passaram à Madeira, 1951,
Vol. II, Nº 9, pp. 31-32
- O nome completo sdo pintor Nicolau Ferreira é
Nicolau Ferreira Duarte, vol. III, nº. 13, p.38
- Prelados Madeirenses-Registo dos seus brasÕes-de-
fé, 1953, Vol. III, Nº 17-18, pp.40-42
- Genealogias-Cabrais, 1957, Vol. V, Nº 26 , pp.49-
60
- Património Artístico da Madeira-Porcelana
chinêsa, 1957, Vol. V, Nº 27, pp.54-57
- Património Artístico da Madeira-Cálices, 1959,
Vol. V, Nº 29, pp.20-25
- Património Artístico da Madeira - algumas peças
de porcelana europeia do Museu da Quinta das cruzes,
1962, Vol. VI, Nº 32, pp.11-12
- Genealogias - Pontes de Gouveias, 1963, Vol. VI,
Nº 33, pp.50-63
- Títulos nobiliárquicos relacionados com a Madeira
Visconde e Condes da Calçada, 196?, Nº 38, pp.41-50
- Títulos Nobiliárquicos relacionados com a
Madeira, 196?, Nº 39, pp.57-65
- Títulos nobiliárquicos relacionados com a
Madeira, vol. VII, 196?, Nº 40, pp.42-45
- Testamentos do barão de Castelo de Paiva, 196?,
Nº 40, pp.46-47
- Registo de brasão de armas do Dr. Amaro de França
Uzel, 196?, Nº 40, pp.48-49
- Mobiliário inglês na ilha da Madeira, 1971, Nº
41, pp.37-40
- Títulos nobiliárquicos relacionados com a
Madeira, 1971, Nº 41, pp. 44-47
- Escola Médico-Cirúrgica do Funchal, 1971, Nº 41,
pp. 41-43

CORVO, João de Andrade, A "Mangra" ou Doença das Vinhas,


1956, Vol. IV, Nº 24, pp. 23-28
- Idem. idem, 1956, Vol. V, Nº 25, pp. 54-59
- Idem, Idem, 1957, Vol. V, Nº 26, pp.40-46
- Idem, Idem, 1958, Vol. V, Nº 28, pp.22-25
- Idem, Idem, 1959, Vol. V, Nº 29, pp.33-37

COSTA, Engº Manuel Rafael Amaro da, O aproveitamento de


água na Ilha da Madeira, 1950, Vol. I, Nº 4, pp.18-21
- Idem, Idem, 1951, Vol. I, Nº 5,pp. 14-19
- Idem, idem, 1952, vol,.II, nº.11, pp.6-13
COSTA LIMA, J. A., O culto à Santíssima Virgem na
Madeira - Uma nótula histórica, 1948, P. 46
- O vinho da Madeira, 1948, pp.60-61
- Salazar na Madeira. Uma nótula histórica, 1948,
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- Notas para a história da freguesia de Santa Cruz,
1958, Vol. V, Nº 28, pp. 9-18
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- Artistas Madeirenses, 1960, Vol. V, Nº 30, pp.
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- A relação de Francisco Alcoforado, vol. VI,
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- A ordem Seráfica na Madeira, vol. VI, nº.32,
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- O infante D. Fernando, terceiro senhor do
arquipélago da Madeira 1460-1470, vol. VI, nº.33, pp.1-22

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- Velhos Temas de Direito, 1953, Vol. III, Nº 16,
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- Subsídios Genealógicos, 1953, Vol. III, Nº 17-18,
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- Dois poetas madeirenses na Academia dos Anónimos
de Lisboa, 1955, Vol. IV, Nº 19-20, pp.16-18
- D. Manuel de la Cuadra, 1956, Vol. IV, Nº 21, p.
30
- Subsídios Genealógicos, 1956, Vol. IV, Nº 23,
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- Algumas legitimações dos Sécs. XV e XVI, 1956,
Vol. V, Nº 25, p. 18
- O terremoto de 1747, 1958, Vol. V, Nº 28, pp.30-31
- Uma carta da Misericórdia do Funchal para a
Rainha D. Catarina d'Austria, 1959, Vol. V, Nº 29, p. 7
- O primeiro tabelião de notas de Cª de Lobos,
1960, Vol. V, Nº 30, p. 29
- Alguns madeirenses que receberam ordens em Braga
(1501-1544), 1966, Vol. VI, Nº 36, pp.28-29

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- A lenda de Machim e as "relíquias" de Page, 1950,
Vol. I, Nº 2, pp. 34-36
- As "Saudades" de Gaspar Frutuoso e o
"Descobrimento" de Jerónimo Leite, 1952, Vol. II, Nº 10,
pp. 34-36
- Algumas notas sobre os poetas das "Flores da
Madeira", 1953, Vol. III, Nº 14, pp.20-23
- Idem, 1953, Vol. III, Nº 15, pp.20-24
- Esteve Antero de Quental na Madeira, 1956, Vol.
IV, Nº 22, pp.28-32
- Francisco Álvares de Nóbrega-Camões Pequeno,
1956, Vol. IV, Nº 24, pp.38-47
- Januário Justiniano de Nóbrega-Poeta e
jornalista, 1958, Vol. V. Nº 28, pp.26-28
- O Caminho de Ferro Americano, 1960, Vol. V, Nº
30, pp.30-32
- Documentos inéditos sobre o exílio de Carlos de
Habsburgo na Madeira, 1962, Vol. VI, Nº 32, pp.22-31
- James Bird e o poema "Machim" or the Descovery of
Madeira, 1964, Vol. VI, Nº 34, pp.16-20
- Camilo e a Maeira, 1964, vol. VI, nº.35, pp. 29-32
- O símbolo do mal nas lendas madeirenses, vol.
VII, 196?, Nº 38, pp.24-26
- Camilo Castelo Branco e João Gonçalves Zarco,
vol. VII, 196?, Nº 40, pp.20-23
- As lutas de religião (num auto de Baltasar Dias),
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GOMES, Dr. Álvaro Reis, A ilha da Madeira vista por


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- Dom Manuel e a Madeira, 1949, pp. 185-188
- Folhas de cadernos antigos: (A beleza e o
esplendor do verdadeiro), (Montemor o Velho), (A
visitação do Espirito Santo); (Lar Madeirense), 1949,
pp. 121-124, 153-156, 201-203, 257-258, 305-307
- Gil Enes, mestre da Sé, 1949, pp. 137-140
- João Gomes da ilha e Duarte de Brito, 1949, pp.
105-109
- No Minho. Ao sol de Verão, Viana, 1949, pp. 241-
244
- O Capitão Tristão Teixeira, 1949, pp. 321-324
- Diogo de Teive, 1950, Vol. I, Nº 3, pp. 1-7
- Folhas de cadernos antigos, 1950, Vol. I, Nº 2,
pp. 21-23
- Viagem à roda do meu quarto, 1950, Vol. I, Nº 1,
pp. 1-3
- Ainda acerca da ode de Antonio Dinis da Cruz e
Silva dedicada a João Fernandes Vieira, 1951, Vol. I, Nº
6, pp. 25-26
- Antonio Dias da Cruz e Silva e a sua ode a João
Fernandes Vieira, 1951, Vol. I, Nº 5, pp. 25-31
- Diogo de Teive, 1951, Vol. I, Nº 5, pp. 1-6
- Saudades da Terra, 1951, Vol. II, Nº 7, pp.5-8
- Folhas de Cadernos Antigos, 1951, Vol. II, Nº 9,
pp. 25-30
- Diogo Teive-Para o conhecimento dum percursor de
Colombo, 1952, Vol. II, Nº 10, pp. 4-8
- Portugal e a Ilha, 1952, Vol. II, Nº 11, pp. 26-28
- Poetas madeirenses do Cancioneiro Geral-Duarte de
Brito, 1952, Vol. II, Nº 12, pp.1-16
- Álvaro Manso de Sousa, 1953, Vol. III, Nº 14, pp.
24-27
- D. Gabriela Pestana Figueira, 1953, Vol. III, Nº
14, pp. 45-46
- Para o conhecimento dum percursor de Colombo,
1953, Vol. III, Nº 15, pp. 5-8
- João Afonso do Estreito, 1953, Vol. III, Nº 17-
18, pp. 4-8
- Gil Enes-Mestre da Sé, 1953, Nº 17-18, pp. 33-39
- Estudo para uma biografia de Gomes Leal, 1955,
Vol. IV, Nº 19-20, pp. 1-8, 71-80
- No Minho ao sol de verão, 1956, Vol. IV, Nº 21,
pp. 33-47
- Nossa Senhora do Monte-Sécs. XV e XVI, 1956, Vol.
IV, Nº 23, pp. 1-8
- Adão e Eva, 1956, Vol. IV, Nº 24, pp.1-5

3. Textos publicados em livro: Portugal e a ilha, Funchal, 1992.


- Nossa Senhora do Monte-Séc. XV, XVI e XVII, 1956,
Vol. V, Nº 25, pp. 28-42
- O Duque D. João, terceiro Senhor da Madeira,
1957, Vol. V, Nº 26, pp. 1-6
- Apontamentos-Algo sobre o falar madeirense, 1957,
Vol. V, Nº 26, pp. 47-48
- Gomes Leal e António Nobre, 1957, Vol. V, Nº 27,
pp. 58-64
- Os "Homens Bons" do concelho do Funchal em 1471,
1958, Vol. V, Nº 28, pp. 1-6
- Estudo da Relação de Francisco Alcoforado, 1960,
Vol. V, Nº 30, pp. 1-8, 60-68
- Algo mais acerca da "Relação de Francisco
Alcoforado", 1961, Vol. VI, Nº 31, pp. 10-16
- Folhas de cadernos antigos, 1962, Vol. VI, Nº 32,
pp. 1-10
- Os madeirenses na Restauração de Portugal, 1965,
Vol. VI, Nº 35, pp. 1-12
- João Gomes da Ilha e Duarte de Brito, 1966, Vol.
VI, Nº 36, pp. 1-19
- António Nobre, Raul Brandão e Camilo Pessanha,
vol. VII, 196?, Nº 37, pp. 1-27
- Histórias de bibis. Dois diálogos e algumas
cantigas da tradição oral do povo . Recolha e notas,
vol. VII, 196?, Nº 39, pp. 23-26
- Quatro contos. Um romance e algumas cantigas da
tradição oral do povo madeirense, vol. VII, 196?, Nº 40,
pp. 8-19
- João Afonso do Estreito, 1971, Nº 41, pp. 19-24

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- A escravatura na Ilha da Madeira, 1950, Vol. I,
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- Reis Gomes-Homem de Letras, 1952, Vol. III, Nº
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- Grande escritor madeirense Albino Meneses, 1955,
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- Uma procissão de almas. Narrativa secular da
freguesia da Ponta Delgada, 1956, Vol. V, Nº 25, pp. 43-
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HENRIQUES, João Maria, Influências árabes na arte


peninsular «Vargano» contador hespano-árabe do século
XVI, vol. I, nº.3, p.15
- A "Caixa de Açúcar", 1950, Vol. I, Nº 4, pp. 28-29
- Alguns móveis "Estilo Chippendale" do Museu da
Quinta das Cruzes, 1951, Vol. I, Nº 5, pp. 22-24
- Uma valiosa colecção de cadeiras dos fins do
Século XVIII. Estilo Hepplewhite, 1951, Vol. II, Nº 7,
p. 24
- A casa acastelada de Garcia Homem de Sousa, 1952,
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- Hospício da Princesa D. Maria Amélia, 1971, Nº
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- Contribuição para a História da Madeira, 1952,
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- A escravatura na Madeira, 1952, Vol. II, Nº 12,
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- D. João II e a conspiração do duque de Viseu,
1952, Vol. III, Nº 13, pp. 9-11
- Madeira e Canárias, 1953, Vol. III, Nº 14, pp. 1-3
- O açúcar e a sua importância na economia insular,
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- Provisões do poder central acerca do cultivo do
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- A Ilha da Madeira e o Comércio do Sal, 1953, Vol.
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- Um ciclo económico-O açúcar, 1955, Vol. IV, Nº
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- Os estrangeiros na Madeira e a cultura da cana
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1951, Vol. II, Nº 8, pp.13-14
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- A Flora Madeirense na Medicina Popular, 1951,
Vol. II, Nº 7, pp. 29-32
- Idem, 1951, Vol. II, Nº 8, pp. 30-33
- Idem, 1951, Vol. II, Nº 9, pp. 38-40
- Crendices e Superstições Madeirenses, 1962, Vol.
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SANTOS, Carlos, Da etnografia e do folclore-A Mourisca,


1952, Vol. II, Nº 11, pp. 23-25
- Da Etnografia e do Folclore, Gestos e Costumes,
1952, Vol. III, Nº 13, pp. 27-28
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1953, Vol. III, Nº 14, pp. 13-14

SANTOS, Dr. Jaime Vieira, Uma debulha à antiga, vol. II,


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- Sobre o "trigo das ilhas" nos séc. XV e XVI,
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- O Infante D. Fernando e a Madeira (1461-1470).
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Nº 4, pp. 10-17
- Rendimento das Alfândegas do Arquipélago da
Madeira (1581-1587), 1951, Vol. I, Nº 5, pp. 1-5
- Idem, Idem, 1951, Vol. I, Nº 6, pp. 14-18
- Na alvorada do Mundo Atlântico. Primórdios da
colonização da ilha da Madeira(1425-1470), 1961, Vol.
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SILVA, Pe. Dr. Abel A. da, Seminário do Funchal, 1964,


Vol. VI, Nº 34, pp. 1-12
- Idem, 1965, Vol. VI, Nº 35, pp. 12-21

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- A mais bela e mais rica Capela da Madeira, 1951,
Vol. II, Nº 7, p. 9
- A indumentária Madeirense, 1956, Vol. IV, Nº 23,
pp. 26-27
- Poetas madeirenses, 1956, Vol. IV, Nº 24, pp. 18-
22
- Moradias de Zargo, 1964, Vol. VI, Nº 34, pp. 29-30
- Indumentária Madeirense, 1964, Vol. VI, Nº 34,
pp. 31-32
- Começo do povoamento madeirense, vol. VII, 196?,
Nº 37, pp. 28-54

SOUSA, Álvaro Manso de, Quinta do Bello Monte, 1948, pp.


2-4
- Algumas notas sobre Nossa Senhora do Monte, 1948,
pp. 22-23
- Curiosidades históricas da ilha, 1948, pp. 44-46,
73-74, 90-92, 99-100, 118-119, 126-127, 141-142, 151,
159, 167, 175, 198-199,
- Documentos históricos, 1948, pp. 15-16
- O bolo de mel das freiras da Encarnação, 1948,

5. Textos publicados em livro: Temas históricos madeirenses, Funchal, 1992


pp. 51-52
- Os cabrestantes, 1949, pp. 183-184
- O fato do diabo, curiosas notas sobre a
Misericórdia de Machico, 1949, pp. 233-234
- Ruas do Funchal, 1949, pp. 268-269, 279-280, 287-
288
- Santa Luzia, 1949, pp. 218-219
- Sobre a procissão de Quinta-Feira de Endoenças,
1948, pp. 37-38
- Um ovo por um real, 1949, pp. 68-69
- Velhos usos: A Pitança, O Ramo verde, 1949, pp.
209-210, 251-252
- Curiosidades do Passado, 1950, Vol. I, Nº 1, pp.
10-12
- Curiosidades do Passado, 1950, Vol. I, Nº 2, pp.
13-14
- Curiosidades do Passado, 1951, Vol. I Nº 6, pp.
30-31
- Frivolidades históricas da Madeira-O jogo da
Condessa, 1951, Vol. II, Nº 7, pp. 21-22
- O cão na História e na Madeira, 1951, Vol. II, Nº
8, pp. 27-29
- Velhos usos: O Ramo Verde, 1951, Vol. II, Nº 9,
pp. 41-42
- Talvez Escreva, 1952, Vol. II, Nº 11, pp. 16-17
- A Pilhéria em 1700, 1952, Vol. II, Nº 12, pp. 39-
41
- Ruas do Funchal-Notas para o estudo da toponímia
citadina, 1955, Vol. IV, Nº 19-20, pp. 40-42
- Curiosas notas sobre a Misericórdia de Machico,
1959, Vol. V, Nº 29, pp. 26-28
- Auto do Milagre do Bem Aventurado Apóstolo S.
Tiago e Auto do Voto pela Cidade do Funchal ao mesmo
Apóstolo lidos, convertidos em linguagem moderna, 1964,
Vol. VI, Nº 34, pp. 36-38
- Curiosidades históricas da Ilha, 1966, Vol. VI,
Nº 36, pp. 33-48

SOUSA, Dr. João José Abreu de, O Porto do Funchal no


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- A população da Freguesia da Sé em 1700, vol. VII,
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- Notas sobre as relações comerciais entre a
Madeira e o Brasil nos séculos XVIII, vol. VII, 196?, Nº
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SOUSEDO, Manuel, Romarias, 1955, Vol. IV, Nº 19-20, pp.


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- A moleirinha, 1956, Vol. IV, Nº 23, pp. 28-30
TÁVORA, Dr. Artur Mendes de Almeida Pacheco de Andrade
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TEIXEIRA, Esc. Anjos,Francisco Franco, vol. VI, nº.34,


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- Roberto Cunha um artista madeirense quase
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VAKCEL, P. de, Alguns traços da história da música na


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VALE, Luís do, Titúlos nobiliárquicos relacionados com a


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- Genealogias: Atougias Costas, 1950, Vol. I, Nº 1,
pp. 29-31
- Azevedos, 1950, Vol. I, Nº 2, pp. 37-43
- Azevedos Cardosos, 1950, Vol. I, Nº 3, pp. 31-35
- Baiões, 1950, Vol. I, Nº 4, pp. 43-46
- Barretos, 1951, Vol. I, Nº 5, p. 41
- Barretos da Ponta do Sol, 1951, Vol. I, Nº 6, pp.
34-35
- Genealogias: Barretos de S. Jorge, 1951, Vol. II,
Nº 7, p. 35
- Barretos do Arco de S. Jorge, 1951, Vol. II, Nº
7, pp. 35-38
- Barretos do Porto da Cruz, 1951, Vol. II, Nº 8,
pp. 38-40
- Baptistas, 1951, Vol. II, Nº 9, pp. 43-44
- Baptistas Serrões, 1952, Vol. II, Nº 10, pp. 37-38
- Berengueres, 1952, Vol. II, Nº 11,pp. 35-36
- Berengueres, 1952, Vol. II, Nº 12, pp. 47-49
- Famílias da Madeira e Porto Santo-Teixeiras,
1952, Vol. II, Nº 12, pp. 44-47
- Genealogias- Bragas, 1952, Vol. III, Nº 13, pp.
39-43
- Indumentária Antiga, 1952, Vol. III, Nº 13, pp.
16-17
- Sant'Ana e as Palhotas, 1953, Vol. III, Nº 14,
pp. 17-19
- Coelhos do Porto Santo, 1953, Vol. III, Nº 15,
pp. 38-42
- Coelhos do Porto Santo, 1953, Vol. III, Nº 16,
pp. 41-49
- Gomes Eannes, 1953, Vol. III, Nº 16, pp. 50-51
- Cunhas, 1953, Vol. III, Nº 17-18, pp. 47-52
- Famílias da Madeira e Porto Santo-Teixeiras,
1953, Vol. III, Nº 17-18, pp. 51-52
- Genealogias-Freitas Martins, 1956, Vol. IV, Nº
22, pp. 48-51
- Genealogias-Amis, 1957, Vol. V, Nº 27, pp. 69-71
- Ferrazes, 1958, Vol. V, Nº 28, pp. 60-72
- Rodrigues de Gouveia, 1960, Vol. V, Nº 30, p. 69
- Genealogias - Uzeis, 1961, Vol. VI, Nº 31, pp.
60-67
- Andradas do Arco, 1962, Vol. VI, Nº 32, pp. 50-70
- Carvalhos Pais, 1964, Vol. VI, Nº 34, pp. 40-43
- Nunes Pereiras, 1964, Vol. VI, Nº 34, pp. 44-48
- Freitas de Nossa Senhora do Calhau, 1966, Vol.
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VELOZA, J. Ezequiel, A Madeira e a Phylloxera


Vastratrix, 1949, pp. 125-126
- A Madeira no período da 1ª conflagração, 1949,
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- A primeira navegação a vapor entre Lisboa e a
Madeira, 1949, p. 135
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WELWITSCH, Dr. Frederico, Um Jardim de aclimatação na


Ilha da Madeira, 1950, Vol. I, Nº 2, pp. 15-16
GIRÃO

PROPRIDADE: Grupo Desportivo do Estreito

DIRECÇÃO: Manuel Pedro S. Freitas

MORADA: Igreja-Estreito
9325-Estreito de Camara de Lobos

TELEF.:945221

NUMEROS PUBLICADOS: 10(1988-1993)

SITUAÇÃO: em publicação
CARITA, Rui, O Convento de S. Bernardino em Câmara de
Lobos, 1991, Nº 6, pp.237-240
- As defesas de Câmara de Lobos, 1990, Nº 5,
pp.181-184

FERNANDES, Danilo, Os trajos do Estreito de Câmara de


Lobos no século XVIII, 1992, Nº 8, pp.375-378
- Os trajos de Câmara de Lobos no século XVIII,
1991, Nº 7, pp.337-339
- Os trajos do Campanário no século XVIII, 1992,
nº. 9, pp.443-446.

FREITAS, Manuel Pedro S., Instituições Sociais Grupo


Desportivo do Estreito, 1988, Nº 1, pp.19-20
- Biografia. Capitão Armando Pinto Correia, 1988,
Nº 1, pp.5-7
- Biografia. Capitão Armando Pinto Correia. O
escritor, visto por intelectuais do seu tempo, 1989, Nº
2, pp.37-38
Notas sobre a instalação do relógio na Torre da
Igreja de Nª SRª da Graça da Freg. Est. Câmara Lobos,
1989, Nº 2, pp.60-61
- Grupos musicais do Concelho de Câmara Lobos
(panorâm ica geral), 1989, Nº 3, pp.91-96
- Instituições Sociais. Grupos musicais do Concelho
de Câmara de Lobos-Panorâmica Geral (cont.), 1990, Nº 4,
pp.136-143
- Realidades de Ontem, curiosidades de hoje, 1990,
Nº 4, pp.163-164
- Instituições Sociais. Grupos Musicais do Concelho
de Câmara de Lobos, 1991, Nº 6, pp.258-263
- Realidades de ontem, curiosidades de hoje, 1991,
Nº 6, pp.280-281
- Colégio da preservação, em Câmara de Lobos, 1992,
Nº 8, pp.387-390
- Realidades de ontem, curiosidades de hoje, 1991,
Nº 7, pp.340-341
- Câmara de Lobos e a epidemia de cólera de 1910,
1990, Nº 5, pp.196-199
- Instituições Sociais. Grupos musicais do Concelho
de Câmara de Lobos, 1990, Nº 5, pp.204-206
- Realidades de ontem, curiosidades de hoje, 990,
Nº 5, pp.224-225
-Tumultos na freguesia do Estreito em defesa do
Padre Miguel Pestana Reis, 1992, nº.9, pp.425-428
-Realidades de ontem, curiosidades de hoje, 1992,
nº.9, pp.455-458
- Vestígios dos Cunhais nos caminhos municipais do
Estreito de Câmara de Lobos, 1993, Nº 10, pp.487-488

FREITAS, Graça; SANTOS, Manuela Biografia. João Augusto


d'Ornellas, 1991, Nº 6, pp.247-248

GONÇALVES, José António, Biografia Joaquim Pestana,


1990, Nº 4, pp.125-128
- Antologia. Excertos da obra de Joaquim Pestana,
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- Relações sociais dos Concelhos de Câmara de Lobos
e São Vicente nos séculos XVII e XVIII, 1990, Nº 5, pp.
207-210
- A indústria da cal em Câmara de Lobos, 1991, Nº
6, pp. 251-255
- Rendas no Concelho de Câmara de Lobos nos finais
do século XVIII, 1991, Nº 7, pp. 317-322
- Indústria da Cana de açúcar em Câmara de Lobos
nos séculos XIX-XX, 1992, Nº 8, pp.361-365
- Indústria e manufactura no concelho de Câmara de
Lobos no séc. XIX, 1992, nº.9, pp.431-435

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- Ex-libris da família Torre Bela, 1989, Nº 3, pp.
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- Os Correia Henriques da Torre, Condes de Seisal,
1991, Nº 6, pp. 267-269
- Presença de Nicolau Ferreira, um pintor
madeirense do século XVIII na vila de Câmara de Lobos,
1990, Nº 5, pp. 201-203
- Um coreto e uma lápide comemorativa: Património
Cultural Camaralobense, 1993, nº 10, pp. 477-481

SANTOS, Manuela, Notas sobre a fundação do Concelho de


Câmara de Lobos, 1988, Nº 1, pp. 8-11
- Notas sobre a Freguesia do Curral das Freiras,
1989, Nº 2, pp. 39-42
-(e FREITAS, Graça) Biografia Padre Pita Ferreira,
1989, Nº 3, pp. 77-78
-(e FREITAS, Graça) Notas sobre a freguesia do
Estreito, 1990, Nº 4, pp. 131-135
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Câmara de Lobos, 1990, Nº 5, pp. 177-180

SANTOS, Rui, Frei Pedro da Guarda na "Insulana" de


Manoel Tomás, 1991, Nº 6, pp. 241-243

SILVA, Mariana Xavier da, O beato Frei Pedro da Guarda,


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SOUSA, João de, A fazenda do pastel, 1989, Nº 2, p. 44


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Lobos, 1991, Nº 6, pp. 256-257
- Curral das Freiras, 1990, Nº 5, pp. 222-223
- O túmulo de D. Joana de Atouguia, 1991, Nº 7, pp.
325-326
- Terras no Campanário no século XVI, 1993, Nº 10,
pp. 481-486

VERÍSSIMO, Nelson, A volta de um cruzeiro, 1990, Nº 4,


pp. 144-145
- Outros Judas, 1991, Nº 6, pp. 249-250
- A extinção dos ofícios de quintadores do açúcar e
seus escrivães - Uma petição dos moradores e
beneficiados de Câmara de Lobos, 1992, Nº 8, pp. 379-382
-Escritores de Câmara de Lobos. Câmara de Lobos num
almanaque pela pena de Joaquim Pestana, 1992, nº.9,
pp.417-421
WILHELM, Eberhard Axel, O Cabo Girão e Câmara de Lobos,
1991, Nº 7, pp. 297-304
- O Concelho de Câmara de Lobos entre 1850 e 1910
visto por alguns germânicos, 1990, Nº 5, pp. 185-195

- Vida do apostólico varão Fr. Pedro da Guarda, 1991, Nº


7, pp. 308-311
- O venerável servo de Deus, Frei Pedro da Guarda e o
Convento de São Bernardino, em Câmara de Lobos, 1992, Nº
8, pp. 391-395
- Idem, idem, 1992, nº. 9, pp.447-454
- Trasladação dos restos mortais de Frei Pedro da
Guarda, 1992, Nº 8, pp. 396-398
- Apelo da Câmara ao Papa para restabelecimento do culto
a Frei Pedro da Guarda, 1993, Nº 10, pp. 492-493
- O venerável Servo de Deus, Frei Pedro da Guarda e o
Convento de São Bernardino, Em Câmara de Lobos, 1993, Nº
10, pp. 493-510
- Documentos para a história da Quinta Grande. Benção da
Capela de Santo António, 1993, Nº 10, pp. 511-512
REVISTA ISLENHA

Temas Culturais das Sociedades Insulares Atlânticas

PROPRIEDADE: Direcção Regional dos Assuntos


Culturais

DIRECÇÃO: Nelson Veríssimo

MORADA: DRAC. Rua dos Ferreiros, 165. 9000- Funchal

TELEF.: 233164

NÚMEROS PUNBLICADOS 15(1988-1994)

SITUAÇÃO: em publicação
ALBUQUERQUE, Luís de, Algumas reflexões a propósito da
palavra »descobrimento», nº.1, 1987, pp-7-12

ARAGÃO, António, Alguns tópicos para a classificação


urbanística da Madeira, 1991, Nº 9, ppP. 21-31

ARAÚJO, Ana Margarida S. T. de, A Capela da Madre de


Deus no Caniço, 1988, Nº 2, pp. 113-123

AZEVEDO, Francisco de Simas A., Símbolos da Região Autón


oma da Madeira. Depoimento-e não só-dum heraldista,
1988, Nº 2, pp. 36-42

BISCOITO, Manuel José, Lobos marinhos: que futuro, nº.3,


1988, pp.100-104

BRAGA, Isabel Drumond, O açúcar da Ilha da Madeira e o


Mosteiro de Guadalupe, 1991, Nº 9, pp. 43-49

BRAGA, Paulo Drumond, O sismo de 1614 na Ilha Terceira,


1992, Nº 10, pp. 78-81
- Dádivas de açúcar madeirense a conventos e
mosteiros portugueses e castelhanos, 1992, nº 11, p. 53
- Da protecção aos desfavorecidos na Madeira no
tempo de D. João II e D. Manuel cativos e órfãos, 1993,
Nº 13, pp. 74-80
- O ataque à ilha da Madeira em 1566, 1994, Nº 14,
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BRANCO, Jorge Freitas, O reverso da cidade: Perspectivas


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BATISTA, Adelaide. Os Açorianos em Moby Dick, 1993, Nº


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- As escavações nas antigas casas de João
Esmeraldo, 1989, Nº 5, pp. 109-118
- O monumento a Cristóvão Colombo de Francisco
Franco, 1989, Nº 5, pp. 94-96
- Madeirenses na Universidade de Salamanca em
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