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CAPÍTULO 4

TREM DE POUSO
CONCEITUAÇÃO
 DEFINIÇÃO CLÁSSICA...
 CONJUNTO DAS PARTES DESTINADAS
A APOIAR O AVIÃO NO SOLO, E AINDA:
 AMORTECER OS IMPACTOS DO POUSO
 FREAR O AVIÃO
 CONTROLAR A DIREÇÃO NO TAXIAMENTO
OU MANOBRAS DO SOLO
CLASSIFICAÇÃO
QUANTO AO MEIO DE OPERAÇÃO
 HIDROAVIÕES
 TERRESTRES OU
 ANFÍBIOS

AVIÃO TERRESTRE
CLASSIFICAÇÃO
QUANTO AO MEIO DE OPERAÇÃO
 ESPECIAIS
(ADAPTADOS)

AVIÃO TERRESTRE
CLASSIFICAÇÃO
QUANTO À DISTÂNCIA DE POUSO E
DECOLAGEM

 VTOL (Vertical Take-off and Landing)


 STOL (Short Take-off and Landing)
 CTOL (Conventional Take-off and Landing)
CLASSIFICAÇÃO
QUANTO À MOBILIDADE

 Trem de Pouso Fixo


 Trem de Pouso Retrátil
 Trem de Pouso Escamoteável
CLASSIFICAÇÃO
QUANTO À DISPOSIÇÃO DAS RODAS

 Trem de Pouso Convencional


 Trem de Pouso Triciclo
Trem de Pouso Mola
 Tipo mais simples
 Lâmina ou tubo de aço flexível que atua
como mola, absorvendo impacto do
pouso.
 A mola não amortece o impacto, não
dissipa a energia.
 Devolve ao avião podendo fazê-lo saltar
Trem de Pouso Articulado
 Em alguns aviões a estrutura do trem
de pouso é rígida e articulada.
 Amortecimento realizado por grossos
aros de borracha.
 No pouso, trem abre-se para os lados
esticando os aros de borracha e
absorvendo o impacto do choque.
Amortecedores hidráulicos
 Constituído por uma haste que desliza
no interior de um cilindro contendo
fluído oleoso.
 Esse fluído realiza o amortecimento do
impacto.
Amortecedores
Hidropneumáticos
 Partes principais

Agulha

Orifício

Haste
Amortecedores
Hidropneumáticos
 Também chamado de óleo-pneumático
 O ar ou gás dentro do cilindro é
comprimido para suportar o peso do
avião.
FUNCIONAMENTO DO AMORTECEDOR
HIDROPNEUMÁTICO

 TOQUE
 FIM DE CURSO
 RETORNO
CONJUNTO DAS RODAS
 FINALIDADE DE PERMITIR A ROLAGEM
DO AVIÃO NO SOLO E SUA FRENAGEM
 PNEU
 RODA
 FREIOS
PNEUS
 COM CÂMARA
 SEM CÂMARA
 ALTA PRESSÃO
 BAIXA PRESSÃO
TIPOS BÁSICOS DE CONSTRUÇÃO
DAS RODAS DE AVIÕES
 FLANGES INDEPENDENTES
 MEIAS RODAS
 CUBO E FLANGE
FREIOS
 USADOS TAMBÉM PARA EFETUAR
CURVAS FECHADAS EM MANOBRAS DE
SOLO.
 FRENAGEM DIFERENCIAL CONSISTE
EM APLICAR O FREIO NO LADO DA
CURVA.
 FREIOS ACIONADOS NO PEDAL
TIPOS DE FREIOS
FREIO A TAMBOR
CONSTITUÍDO POR
UM TAMBOR QUE
GIRA COM A RODA
 AO APLICAR O FREIO,
DUAS SAPATAS OU
LONAS ATRITAM-SE
CONTRA O LADO
INTERNO DO
TAMBOR
PROVOCANDO A
FRENAGEM DA RODA.
FUNCIONAMENTO DO FREIO
A TAMBOR
FREIO A DISCO
 CONSTITUÍDO POR UM
DISCO QUE GIRA COM A
RODA.
 QUANDO O FREIO É

APLICADO, O FLUÍDO
HIDRÁULICO FAZ COM
QUE AS PASTILHAS, EM
AMBOS OS LADOS DO
DISCO FAÇAM PRESSÃO
SOBRE ESTE, FREANDO A
RODA
FUNCIONAMENTO DO FREIO
A DISCO
PARTES DO FREIO A DISCO
FREIO DE ESTACIONAMENTO
 EM MUITOS AVIÕES O FREIO DE
ESTACIONAMENTO É O PRÓPRIO
FREIO NORMAL.
 EXISTEM OUTROS COM FREIOS
INDEPENDENTES.
SISTEMA DE FREAGEM DE
EMERGÊNCIA

 SISTEMA DUPLICADO
 SISTEMAS NORMAIS QUE FUNCIONAM
INDEPENDENTES
 SISTEMA DE EMERGÊNCIA
INDEPENDENTE
 SEPARADO DO PRINCIPAL QUE ENTRA EM
AÇÃO QUANDO AQUELE FALHAR.
 PODE SER TAMBÉM FREIO DE
ESTACIONAMENTO.
SISTEMA ANTI-DERRAPANTE
 MÁXIMA FRENAGEM OCORRE QUANDO
O PNEU ESTÁ PRESTES A DERRAPAR
 PARA EVITAR QUE DERRAPAGEM
OCORRA, SISTEMA ANTI-DERRAPANTE
LIBERTA OS FREIOS QUANDO A RODA
ESTÁ PRESTES A PARAR E APLICA
NOVAMENTE.
CONTROLE DIRECIONAL NO SOLO

 É EFETUADO PELO TREM DO NARIZ OU


A BEQUILHA
 QUE SÃO CONTROLADOS PELOS
PEDAIS DO LEME, ATRAVÉS DE CABOS
E HASTES
 Amortecedor de “Shimmy”
 Amortece a vibração direcional do trem do
nariz que pode ocorrer durante a corrida
da decolagem.

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