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TESTES ORTOPÉDICOS

 PÉ E TORNOZELO : A intorce mais comum é a inversão, devido ao maléolo lateral ser


mais baixo.

 LIGAMENTOS DO PÉ: (inversão)


Talofibular anterior
calcaneo fibular
talofibular posterior

 Calcaneo fibular
Paciente em DD, pé fora da maca, fisioterapeuta posicionado abaixo do pé do
paciente. Mão posicionado em berço na parte posterior do calcaneo. Realiza extresse
em adução.
POSITIVO: Para dor e estabilidade para o tornozelo.

 Talofibular anterior : teste para gaveta anterior do tornozelo


Paciente em DD semi-flexão do joelho, fisioterapeuta posicionado nos pés do paciente.
Palma da mão do fisioterapeuta, abaixo do calcaneo, com a ponta dos dedos na parte
posterior . outra mão fixa ao maléolo. A mão que estar abaixo do pé puxa o calcaneo
na direção anterior .
POSITIVO: quando o paciente relatar dor do ligamento TFA ou quando apresentar
instabilidade.
 Teste T.F.P. gaveta posterior do tornozelo.
Paciente idem gaveta anterior.terapeuta idem gaveta anterior, mão embaixo do pé
estabiliza e mão acima impurra.
POSITIVO: dor e instabilidade( frouxidão)

 LIGAMENTO MÉDIO DO PÉ: LIG. Deltóide (eversão)


Teste de keleigea
Paciente em DD, extensão do quadril e joelho, fisioterapeuta proximo ao pé. Mão
proximal na parte distal da tíbia (anterior). Mão distal no dorso do pé. excução do
teste realiza uma abdução do pé.

 JOELHO

 LIGAMENTOS :
L.C.A. (LIGAMENTO CRUZADO ANTERIOR)
L.C.P. (LIGAMENTO CRUZADO POSTERIOR)
L.C.L. (LIGAMENTO COLATERAL )
L.C.M. (LIGAMENTO COLATERAL MADIAL)

 Teste de gaveta anterior (L.C.A.)


Paciente em DD com flexão do joelho em 60°. Fisioterapeuta estabiliza membro
inferior a ser tratado, sentando sobre o pé do paciente. Duas mãos posicionado
com os dois polegares na parte anterior da tíbia e o resto dos dedos posteriores
puxa a tíbia em direção anterior.
POSITIVO: Quando ouver instabilidade na parte anterior da tíbia

 Teste de gaveta posterior (L.C.P.)


Idem teste anterior. Terapeuta idem teste anterior empurra a tíbia em direção
posterior.
POSITIVO: perceber instabilidade no sentido posterior da tíbia.

 Teste de lachma é mais fiel na fase aguda. Só para L.C.A.


paciente em DD joelho em 30°. Terapeuta com a mão distal segura a tíbia (polegar
na frente e 4 dedo atrás). Mão proximal em cima da patela. Puxa com a mão distal
a tíbia (região anterior) e mão proximal impurra fêmur para baixo.

 Teste L.C.L. e L.C.M. (stress em valgo)


paciente em DD. Perna para fora da mesa, fisioterapeuta coloca perna do paciente
ao meio de sua perna, leve semi-flexão do joelho. Com a mão proximal lateral do
joelho e mão distal interna da tíbia (terço médio). Com a mão proximal lateral
impurra o joelho no sentido interno.
POSITIVO: para dor na parte medial do joelho.

 Teste L.C.L.
idem a teste anterior. Mão proximal face interna da tíbia e mão distal no terço da
perna. (da tíbia). Impurra o joelho em direção lateral.
POSITIVO: dor lateral do joelho

 Menisco

 Teste para menisco lateral (mec urray)


paciente em DD, flexão do joelho e quadril em rotação. Mão proximal face lateral
do joelho, mão distal na planta do pé, com a mão distal realiza uma rotação
externa da tíbia, com a mão proximal realiza um stress em valgo. Solicite ao
paciente que fassa extensão do quadril e joelho.
POSITIVO: caso o paciente sinta dor na parte lateral do joelho ou caso o
fisioterapeuta sinta um estalo palpável.
 Teste para menisco lateral e medial (compressão de apley).
paciente em DV joelho fletido a 90°. As duas mãos do fisioterapeuta na planta do
pé proximo ao calcaneo. Realiza compressão da tíbia em direção ao chão e faz
rotação interna e externa.
POSITIVO: lesão do menisco medial caso a dor se manifeste e rotação externa
lesão do menisco lateral.
 Teste de tração de apley.
paciente em DV, joelho a 90° estabiliza a perna do paciente. Realiza tração da tíbia
com rotação externa e interna. Testa o L.C.L. e L.C.M. caso o paciente sinta na
rotação externa (lesão no L.C.M.). caso relate dor na rotação interna (lesão do
LCL).

 MEMBROS SUPERIORES

 Teste de apreensão do ombro (instabilidade do ombro).


Paciente em pé. Ombro em abdução a 90° e cotovelo fletido a 90°. Fisioterapeuta
com mão proximal estabiliza ombro e mão distal apoia o punho. Com a mão distal
faz rotação externa do ombro.
POSITIVO: Dor na região anterior do ombro ou caso sinta deslocamento do
cotovelo.

 Teste para tendinite do supra espinhoso.


Paciente em pé. Ombro em abdução a 90°. Com braço pronado ou ombro em
flexão a 90° e braço pronado. Mão proximal estabiliza a articulação do ombro e
mão distal sobre a região do antebraço. Paciente realiza abdução, com resistência
do terapeuta.
POSITIVO: Paciente relata dor do ombro.
OBS: (tendinite- inflamação do tendão; bursite- dor na ADM).

 Teste para tendinite do bíceps.


Paciente em pé ou sentado. Com mão pronado. Sai da pronação de punho para a
supinação do antebraço combinado a uma flexão de cotovelo. Fisioterapeuta com
mão proximal estabiliza ombro e mão distal resistirá ação.
POSITIVO: Paciente relata dor na região anterior do ombro no sulco bicipital.
 Teste para tendinite do subescapular.
Paciente em pé. Com o Dorso das duas mãos posicionado em L4 a L5. Solicite para
o paciente afastar o dorso da mão da coluna lombar.
Obs: caso o paciente não consiga realizar esse movimento indica uma ruptura
completa do subescapular.
POSITIVO: paciente relata dor na parte anterior do ombro.

 Punho
SINDROME DO TUNEL DO CARPO
sintomas: dor; dormência e perda da função.

 Sinal da tinel .
Percussão na região do túnel do carpo.
POSITIVO: choque

 Teste phalen
braços flexionados a 90°, com região dorsal da mão próximo.
POSITIVO: dormência

 Teste para tendinite de quervain


paciente faz oponencia e flexiona dedos sobre o polegar.
POSITIVO: dor no punho

 Quadril

 Teste de Thomas. (Para verificar o encurtamento do reto femoral e psoas).


Paciente em DD com joelho para fora da maca. Fisioterapeuta pega membro
inferior contra lateral a ser testado realizando uma flexão de quadril.
POSITIVO: caso a coxa sobe á encurtamento do psoas; se perna estica é
encurtamento do reto femoral.

 Teste de Patrick- Faber (identifica lesão do sacro ilíaco).


paciente em DD realiza flexão do joelho colocando o maléolo lateral na
tuberosidade da tíbia ( faz-se o 4 na perna). Fisioterapeuta com mão proximal
estabiliza quadril e mão distal realiza força para baixo na face medial do joelho.
POSITIVO: relata dor na parte posterior, sacro ilíaco.

 Teste de Ober . (identifica encurtamento do trato tibial).


paciente em DL. Mão proximal estabiliza quadril e mão distal segura perna. O
outro membro inferior, o qual está a ser testado, é abduzido e estendido. O joelho
desse membro é flectido a 90º.fisioterapeuta então solta o membro para que volte
para mesa.
POSITIVO: se o membro não voltar, o teste é positivo.

 Teste de Trendlemburg (identifica diferencia do glúteo médio).


Paciente em pé. Em posição uni podal.
POSITIVO: quando o quadril de um paciente que está de pé sustentado por
somente uma perna, cai para o lado da perna levantada.

 Teste de Dowining. (identifica rotações do quadril).


Paciente em DD. Marca pontos no paciente no mesmo alinhamento.
encurtamento: uma combinação de flexão, abdução e rotação interna. Faz-se a
ponte e verifica se a marca foi encurtada. (Assim faz a técnica com as duas
pernas). Após fazer o encurtamento da perna, é feito o alongamento com uma
combinação de flexão, abdução e rotação externa. Faz-se a ponte e verifica se a
marca retornou ou aumentou o alongamento.
obs: ilíaco posterior perna encurta e ilíaco anterior perna alonga.