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I Parte

1.As perspectivas que podemos encontrar no âmbito da defesa do ambiente é uma perspectiva
antropocêntrica que defende a protecção dos recursos naturais na medida em que eles eram
indispensáveis à subsistência do próprio Homem e começa no século XIX a aparecer os
primeiros movimentos e associações de protecção das espécies animais e vegetais ou da natureza
no seu todo.

2. Os movimentos ambientais são:

 União internacional para a protecção da natureza (UIPN) -criado em 1948;


 Organização da unidade africana (OUA) - criado em 1968;
 Organização das nações unidas (ONU) - criado 1972;
 Programa das nações unidas para meio ambiente.
 O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) - criado em 1988.

3.As primeiras manifestações organizadas em defesa do meio ambiente remontam a meados do


século XX no pós-II Guerra mundial, quando o homem comum tomou consciência de que
poderia acabar definitivamente com o planeta e com todas as espécies, inclusive a própria. Após
a explosão das bombas de Hiroshima e Nagasaki, iniciaram-se na Europa manifestações
pacifistas contra o uso da energia nuclear em função das consequências desastrosas para a
humanidade e o meio ambiente.

Parte II

1. Características do direito ambiente

 Universalidade: O Direito do Ambiente é um direito global ou universalista, isto é, que


ultrapassa a visão local ou regional;
 Dinamismo: o direito ambiental é dinâmico porque ao longo do tempo, muda para poder
responder causas concretos de um dado momento;
 Autonomia: Direito Ambiental é autónomo porque tem o seu próprio objecto de estudo,
as normas que o regula, os principio, não depende de outros ramos de saber;
 Interdisciplinaridade: O Direito do Ambiente tem por base, fundamentalmente, um
conhecimento interdisciplinar, isto é, o direito ambiental engloba todos ramos do direito;
 Transversalidade: o direito ambiental protege um bem jurídico comum para todo o
mundo ou o global;
 Horizontalidade: o direito ambiental é horizontal isso quer dizer que se encontra ao
mesmo parâmetro com os outros direitos.

2. O conceito jurídico do ambiente pode ser perspectivas em duas via que são, Ambientes como
um bem jurídico protegido pela natureza e o próprio o homem e como o meio em que o homem e
os outros seres vivem e interagem entre si e com o próprio meio ambiente.

3. Segundo o legislador Moçambicano aponta a definição do ambiente no seu número 2 do artigo


1 da lei do ambiente como o meio em que o homem e outros seres vivem e interagem entre si e
com o próprio meio, incluindo o ar, a luz, a terra e a água, os ecossistemas, a biodiversidade e as
relações ecológicas, toda a matéria orgânica e inorgânica, todas as condições sócias culturais e
económicas que afectam a vida das comunidades.

4. Surge a consciência da necessidade de protecção jurídica do ambiente na década 60 onde,


decorreu a degradação do meio ambiente, devido a três factores que são: a Urbanização
Acelerada; Rapidez do Crescimento Económico; Utilização Insustentável de novas técnicas de
produção e de novos produtos como também o petróleo que causou enormes catástrofes
Ambientais em diversos pontos do mundo.

5. Nos dias de hoje é considerado o ambiente como um verdadeiro bem jurídico que possui uma
protecção legal que se criou no direito do ambiente como um instrumento regulador para
melhorar a protecção do bem jurídico.
6. Distinga o principio da prevenção do principio da prevenção.

Embora semanticamente precaução  e prevenção sejam conceitos parecidos, juridicamente, são


princípios distintos, pois há uma diferença fundamental entre o que se é pretendido por meio de
um e de outro. Mas O princípio da precaução se faz presente principalmente naqueles casos em
que não podemos ter a certeza científica se um empreendimento é mesmo capaz de causar algum
dano ambiental. A intenção não é apenas evitar os danos que já sabemos que podem ocorrer
(prevenção), mas evitar qualquer risco de que tais danos possam ocorrer (precaução).