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I ENCONTRO DE PROTEÇÃO E CONTROLE - ONS Julho de 2017

Questionamentos / contribuições dos Agentes


iTEM SM QUESTÃO RESPOSTA ONS
1 2.6 As proteções de falha de disjuntor, blind spot e STUB devem ser duplicadas, mesmo Sim, de acordo com o item do SM 2.6, transcrito a seguir:
que não realizadas nos IEDs de proteção dos componentes (linha, transformador, 6.1.1 Todo componente deve ser protegido localmente por dois sistemas de
etc.)? proteção independentes.

2 2.6 São aceitos esquemas de teleproteção com arquitetura redundante que utilizam Sim. A referência é o item 8.1.6 do SM 2.6.
como meio físico a LT (por exemplo: 2 OPGW ou OPGW/OPLAT?

3 2.6 A expressão “2 OPGW ou OPGW/OPLAT” poderia estar querendo representar as O ONS não aceita implantação de solução de sistema de teleproteção,
seguintes opções: principal e alternada, feita por pares de fibra ótica diferentes de um mesmo
 2 conjuntos de teleproteção, sendo uma para a proteção principal e outro cabo OPGW. Os esquemas de teleproteção associados às proteções principal
para a proteção alternada, ambos pelo mesmo cabo OPGW ou um conjunto e alternada devem ser implementadas através de meios físicos totalmente
de teleproteção para a proteção principal pelo cabo OPGW e um conjunto independentes, de modo a evitar falhas de modo comum. Portanto, duas
de teleproteção para a proteção alternada pelo sistema OPLAT. fibras no mesmo OPGW não são consideradas como caminho independente.
Ou Isso está em conformidade com a prática internacional.
 2 conjuntos de teleproteção, sendo uma para a proteção principal e outro
para a proteção alternada, utilizando dois cabos OPGW distintos sobre a
mesma linha ou um conjunto de teleproteção para a proteção principal
pelo cabo OPGW e um conjunto de teleproteção para a proteção alternada
pelo sistema OPLAT.

4 2.6 A respeito do item 6.3.1.2.a.5 que solicita a função diferencial de terra restrito (87 N) Pelo conhecimento do ONS, a função diferencial de terra restrita 87N é
vinculada a cada ponto de aterramento do transformador ou autotransformador. aplicável tanto a transformadores quanto a autotransformadores, como
Entendemos que a função 87N é perfeitamente aplicável a transformadores mas pode ser observado nos manuais de aplicação dos relés 7UT613/63x da
existem experiências de difícil aplicação em autotransformadores uma vez que nem Siemens, RET 670 da ABB e MiCOM P64x da Schneider.
todos os relés de proteção conseguem fazer o balanço de sequência zero em todos os
“lados” do autotransformador. Desta forma entendemos que o item pretende que
esta aplicação do 87N seja para transformadores e não para autotransformadores.
Gostaríamos de saber se este entendimento está correto.

5 2.6 Sobre o item 6.4.2.a.2 do SM 2.6 – segundo parágrafo, do SM 2.6, que diz que no caso No item 6.4.2.a do SM 2.6 está definido que para as proteções diferenciais
de reatores de barra, deve ser prevista uma proteção redundante e de alta velocidade do reator (87 e 87R) deve ser utilizado o TC de bucha de alta do reator, e
para o trecho de conexão do reator, entre o(s) disjuntor(es) e os TC de bucha de alta. não os TC dos disjuntores. Isso se deve à baixa corrente nominal do reator
Entendemos que, ao utilizarmos a proteção diferencial dos reatores de barra relacionada com a alta relação do TC dos disjuntores que leva a dificuldades
conectados aos TCS dos disjuntores dos reatores e os TCs do lado neutro, estaremos de ajuste e consequente perda de sensibilidade da proteção. Por essa razão
protegendo com alta velocidade tanto os reatores quanto o trecho entre os é necessária a proteção do trecho entre os disjuntores e o TC de bucha da
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disjuntores e os reatores. Gostaríamos de saber se este entendimento está correto. alta dos reatores.
Obs.: Esse requisito também se aplica a transformadores de 2 enrolamentos
utilizados para alimentação de terciários em subestações.

6 2.6 Item 6.1.1 – Todo componente deve ser protegido localmente por dois sistemas de
proteção independentes.
Este item aplica-se a falha do disjuntor? Entende-se que a proteção para função
50/62BF deve ser concebido de forma redundante? O item 6.6 “Sistema de proteção Sim.
para falha de disjuntor” não é explicito quanto a necessidade de implantação de
proteção na filosofia principal e alternada.

7 2.6 Item 6.1.7 – Os sistemas de proteção principal e alternada devem ser alimentados por
bancos de baterias, retificadores e circuitos de corrente contínua independentes e,
além disso, o projeto dos painéis deve levar em conta os cuidados necessários para
facilitar os trabalhos de manutenção, de modo a minimizar risco de erros e acidentes.

Conforme item 8.10.1.a do Submódulo 2.3, “É permitido o paralelismo entre os Sim, não impede.
bancos de baterias apenas em tempo suficiente para não necessitar reinicializar os
sistemas digitais ou computadorizados dos sistemas de proteção, supervisão e
controle.” Apenas confirmar que o Item 6.1.7 do Submódulo 2.6 não impede o
paralelismo momentâneo dos sistemas de corrente contínua conforme Item 8.10.1.a
do Submódulo 2.3.

8 2.6 Item 6.3.1.2 – Todo transformador ou autotransformador deve dispor dos seguintes
sistemas de proteção independentes:
(a) Proteção principal e alternada, compostas de:
(1) função diferencial percentual (87) com atuação diferencial por fase, com as
seguintes características:
(i) número de circuitos de restrição igual ao número de transformadores de corrente
da malha diferencial; e

Caso o ONS mantenha para proteção diferencial de ATR o seguinte texto: Sim, a analogia é a mesma.
(i) número de circuitos de restrição igual ao número de transformadores de corrente
da malha diferencial; e Este mesmo item não deveria estar para a proteção
diferencial de LT (dj e meio) e reator de barra (DJ e meio). A TAESA entende que a
analogia é a mesma. Se possível pedimos para enviar algum material que justifique o
por que de não poder somar externamente os TCs para o IED.
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9 2.6 Item 6.4.2 – Além disso, deve possibilitar ajustes da diferença de tensão, defasagem
angular, diferença de frequência e permitir seleção das seguintes condições para
fechamento do disjuntor.

O texto refere-se a um percentual entre a diferença da tensão medida de um lado do É a medição entre a diferença das tensões medidas entre os terminais do
disjuntor com o valor medido no outro lado deste equipamento? Ou medição entre as disjuntor e um percentual do valor nominal.
diferenças das tensões medidas entre os terminais do disjuntor e um percentual do
valor nominal?

10 2.6 Item 6.4.2 (a) (2) – No caso de reatores trifásicos, essa função deve ser conectada ao
circuito residual dos TC de bucha do lado de alta e ao TC do neutro.

Qual seria a recomendação do ONS de utilização de função para atendimento ao item Deve ser utilizada uma proteção instantânea e independente de tensão,
acima? Poderia ser realizado com a função 50? portanto pode ser utilizada função 50.

11 2.6 Item 6.4.2 (a) (2) – função diferencial de terra restrita (87 R). No caso de bancos de
reatores monofásicos, essa função deve ser conectada ao circuito residual dos TC de
bucha do lado de alta, e ao circuito residual dos TC de bucha do lado do neutro. No
caso de reatores trifásicos, essa função deve ser conectada ao circuito residual dos TC
de bucha do lado de alta e ao TC do neutro.

Só posso realizar a função 87R conectada ao circuito residual dos TC de bucha do lado Caso existem TC de bucha do lado de baixa, estes devem ser utilizados para
de alta, e ao circuito residual dos TC de bucha do lado do neutro OU posso conectar esta função. Caso não existam, utilizar o TC de neutro.
ao circuito residual dos TC de bucha do lado de alta, e ao TC no fechamento do reator
quando existir este TC?

12 2.6 Item 6.6.4 (b) – função de bloqueio (86 BF)

O entendimento do ONS é que a implementação desta função (através de relé Pelo nosso entendimento esta é uma função de controle, sendo portanto
biestável físico ou lógico) deve ser exclusiva para cada 50/62BF de um disjuntor ou definida pelo agente. No entanto é recomendado que sejam bloqueados
poderá ser agrupado por exemplo esta função para todas as atuações de falha do apenas os disjuntores envolvidos e necessários para o isolamento do
disjuntor conectados a um barramento? equipamento.

13 11.6 Item 7.2.1 (a) – Os sistemas de registro de perturbações devem ser implementados
por equipamentos independentes dos demais sistemas de proteção ou supervisão
(stand alone).
Sim. Podem ser utilizados os registros obtidos nos IED de proteção/controle
Este item também é necessário para os bancos de capacitores séries? Temos visto para os casos de compensadores estático e capacitores série, desde que
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uma boa prática de projetos nos bancos de capacitores série os fabricantes utilizarem sejam atendidos os requisitos de qualidade de sinal, disparo e etc. do SM 2.6
um registrador de perturbação embutido no IED de proteções e/ou controle e de disponibilização de dados para o ONS, conforme SM 11.6.
(controlador lógico) e assim deixamos as grandezas especificamente dos bancos
nestes registradores embutidos. Estes registros têm se mostrados confiáveis e não
temos tido problemas de armazenamento, devido a evolução destes equipamentos.
Ressaltamos ainda em alguns casos em que os equipamentos utilizam TC’s ópticos e
que implicaria em alguns ajustes para levar estas informações para um RDP
específico. Além disso, muitas informações de atuação de proteção são processadas
em lógicas internadas, sem externalização contatos digitais o que dificultaria mais
ainda o monitoramento destas grandezas num RDP a parte.

14 11.6 Item 7.2.1.b – amostrar continuamente as grandezas analógicas e digitais


supervisionadas, sendo que as amostras mais antigas devem ser sucessivamente
substituídas por amostras mais recentes (buffer circular);

Qual é o período necessário para manter o armazenamento? Após o envio para o ONS, é critério do agente o período de armazenamento.

15 11.6 Itens 7.4.1.3, 7.4.3.3, 7.4.4.3, 7.4.5.3, 7.4.6.3, 7.4.7.3, 7.4.8.3 e 7.4.9.3
Os registros devem ser realizados para as seguintes condições:
(b) sobrecorrente nas fases monitoradas;
(c) sobrecorrente residual;
(d) subtensão nas fases monitoradas; ou
(e) sobretensão residual.

Os registros devem ser realizados para estas condições independentemente se a Sim. Deve ser partida a oscilografia para as condições de variação ajustadas,
condição ocasionou ou não um desligamento? Caso seja necessário, o ONS nos independente do desligamento. E estas também deverão ser enviadas para o
informará qual o limite que eles gostariam de monitorar ou fica a critério dos ONS.
Agentes? O limite não é definido pelo ONS, porém deve ser sensível o bastante para
prover informações de operação de todas proteções, inclusive as
temporizadas.

16 2.6 Item 8.2.2 - Os esquemas de teleproteção devem ser independentes e redundantes


para a proteção principal e alternada, utilizando meios físicos de transmissão
independentes, de tal forma que a indisponibilidade de uma via de telecomunicações
não comprometa a disponibilidade da outra via.

Qual o entendimento do ONS para o trecho acima “teleproteção ... redundante para O esquema de proteção principal deve ter equipamentos e meio físico
proteção principal e alternada”? independentes do esquema de proteção alternada.

17 2.6 Caso não seja possível integrar na proteção de barras existente um novo vão, a nova
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proteção deverá ser duplicada?
A resposta do ONS no I Encontro foi: Caso não seja possível a integração do novo vão
na proteção existente, a proteção deverá ser duplicada, em atendimento ao SM 2.6
vigente.
Para as subestações com proteção diferencial de barras, o Acessante deverá
Caso seja mantido o posicionamento do ONS quanto a duplicação da proteção de se integrar à referida proteção, não sendo obrigado a duplicação da mesma.
barras, o agente solicita para que nas subestações existentes seja válido manter Caso não haja possibilidade da integração do novo 'bay' à proteção de barras
apenas um sistema de proteção de barras. existente, o Acessante deverá substituir totalmente a proteção de barras
incluindo todos os 'bays' existentes e novos. Nesse caso não há necessidade
de duplicação da proteção.
18 2.6 Com relação ao marco para cumprimento do SM 2.6, uma vez realizada a aquisição de
um sistema de proteção/controle, para esta valerá a versão vigente na data do
pregão?
A resposta do ONS no I Encontro foi : A versão do SM 2.6 a ser considerada é a vigente
na data de assinatura do contrato de concessão de transmissão pelo Agente.
Neste caso, devem ser atendidos os requisitos do PR vigente quando da
No caso de melhorias e reforços, que não possui contrato de concessão, qual emissão do PMI correspondente. 
documento estabelece o marco para sabermos qual a revisão do procedimento de
rede temos que seguir? (Exemplo de documentos, Resolução Autorizativa da ANEEL,
PAR, ciclos de PMI...).

19 2.6 Item 6.2.1.8 No caso da utilização da função diferencial (87L), os sistemas de proteção
devem possuir as funções e lógicas descritas no item 6.2.1.7 deste submódulo e
sincronização de tempo por GPS.

No caso da utilização da função diferencial 87L para LT, o meio de telecomunicação Sim.
utilizado para a troca de informação das correntes entre os terminais, deve ser
redundante que nem o estabelecido para os esquemas de teleproteção.

20 2.6 Com relação aos transformadores de potencial, os núcleos também devem ser Um dos enrolamentos do TP deverá ser utilizado para a proteção principal, e
independentes? Não compreendi o termo "secundários" diferentes. Este texto dá o outro para proteção alternada.
margem ao raciocínio que os núcleos, do transformador de potencial, podem ser
compartilhados.

21 2.6 Como o texto atual do SM 2.6 permite proteções locais distintas (Exemplo: 87L na A função de sobrecorrente de emergência deverá ser ativada para o caso de
proteção primária e 21 + 67N na proteção secundária), seria correto afirmar que a perda simultânea de potencial para as 02 proteções de distância. Não está
proteção de sobrecorrente de emergência, para este caso, deve ser habilitada quando prevista a habilitação desta função para perda de canal na utilização de
da perda, simultânea, do canal de comunicação e de alimentação de potencial? Caso proteção diferencial.
positivo, seria interessante a alteração do texto para cobrir este caso.
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22 2.6 A informação do item 6.1.8 está discrepante com a ideia, passada durante o "I Ressaltamos que a função de bloqueio é uma função de controle, sendo
Encontro Técnico de Proteção - ONS e Agentes de Operação", de que será possível portanto definida pelo agente.
utilizar apenas um relé auxiliar de bloqueio (86) para as duas proteções da linha de Destacamos que as proteções de linha não acionam bloqueio.
transmissão (principal e alternada).

23 2.6 O item 6.2.1.5 é válido quando a comunicação, entre os IEDs dos dois terminais da No caso dos IEDs não serem idênticos, deve ser garantida a comunicação
linha de transmissão, é realizada através de fibra ótica, ou somente para o caso no entre eles, o projeto fica sob responsabilidade dos agentes.
qual a comunicação, entre os IEDs e o equipamento de teleproteção, é realizada
através de saídas digitais do IED?

24 2.6 Itens 6.2.1.14, 6.2.1.15 e 6.2.1.16: Sim, seu entendimento está correto com relação aos sinais distintos. O
O entendimento é de que, além dos sinais de TDD por fases (TDD Fase A, B e C que religamento só deve ser acionado para os casos em que esse sinal é
devem gerar religamentos automáticos monopolares, se for o caso) e TDD Mantido proveniente das proteções instantâneas da linha (zona 1 e esquemas de
(ou TDD Trifásico - este sinal gera bloqueio 86) deve haver um outro sinal, que gere teleproteção, proteção diferencial). Para as demais proteções o religamento
desligamento do terminal remoto, sem sensibilizar o religamento automático (RA). não deve ser acionado. Para a proteção de sobretensão deve ser efetuada a
Este entendimento está correto? Caso negativo, como deverá ser realizada a transferência de disparo para o terminal remoto sem iniciar o esquema de
descriminação entre sinais que geram RA, bloqueio do disjuntor e simplesmente o religamento automático da linha.
desligamento do disjuntor? Com relação ao TDD por fase, é desejável, porém não é requisito mínimo do
SM2.6
.
25 2.6 No caso de uma falta de alta impedância onde somente um terminal da LT detectar a Se o 67NT for a função de sobrecorrente temporizada, sua atuação não deve
mesma, pela atuação da função 67NT. Como o terminal remoto deve ser desligado acionar o religamento automático. Caso seja a função de sobrecorrente
sem que gere religamento automático? associada a teleproteção, a abertura do terminal remoto será efetuada por
TDD associado à lógica de ECO ou pela função Weak infeed, acionando o
religamento automático.

26 2.6 Sobre o item 6.5.5 (b):


Devem ser providenciados dois núcleos independentes dos transformadores de Sim, tem que ser núcleos independentes, porém uma das proteções pode
corrente, um para cada sistema de proteção de barras? Um dos sistemas de proteção compartilhar o mesmo núcleo de TC com a proteção de outro equipamento.
de barras pode compartilhar (em série) o núcleo do transformador de corrente com
outra proteção?

27 2.6 / As proteções dos transformadores elevadores conectados às Unidades Geradoras Podem ser utilizados os requisitos do item 6.3 do SM 2.6, com as seguintes
3.6 devem atender o submódulo 2.6 ou 3.6? considerações adicionais:
 Os relés de proteção do Transformador Elevador podem estar incluídos
nos conjuntos de proteções das unidades geradoras nos tipos de conexões
Unitárias (Gerador/Transformador Elevador).
 A função de proteção Diferencial Alternada mencionada no item 6.3.1.2 (a
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1) pode ser considerada como a proteção diferencial da unidade geradora
(função 87 U), cuja zona de atuação engloba o Gerador e o Transformador
Elevador.
 As funções de sobrecorrente de fase (51) dependendo do módulo da
corrente de curto de regime permanente podem necessitar de Controle ou
Restrição por tensão
28 22.7 Avaliar para o futuro a possibilidade de integração da base de dados de sistemas de No SIPER, o agente pode gerar listas de desligamentos forçados, atuações de
proteção na interface do agente no SIPER. Desta forma quando da escolha da LT, proteção e de religamento automático. Além disso, também é possível gerar
transformador ou outro elemento já estariam disponíveis as proteções cadastradas uma lista de relés de proteção cadastradas. Estas funcionalidades estão
para serem avaliados os respectivos desempenhos. disponibilizadas em uma combobox localizada no canto inferior direito da
tela inicial do sistema.
29 22.7 Melhorar a emissão de relatórios no Siper de modo que possam ser emitidos Desde o dia 15/08/17 é possível gerar relatórios contemplando períodos de
relatórios para períodos maiores que três meses. até 12 meses.

30 22.6 Melhorar a emissão automática de email do SGR: quando é colocado um prazo de O SGR foi concebido para fazer gestão das recomendações em caráter
atendimento para uma recomendação do meio do mês, o programa não considera e mensal. Por esse motivo, os gestores do ONS são orientados a registrarem os
só envia email avisando do vencimento no final do mês, com a recomendação já prazos sempre no último dia do mês. Portanto, caso alguma recomendação
vencida. tenha sido cadastrada com prazo no meio do mês, houve um engano por
parte do ONS e o agente pode solicitar a correção desse prazo para o último
dia do mês.

31 22.6 Atualizar a versão do Java utilizada para visualização do sistema SGR. Para correta O SGR utiliza sempre a versão mais atualizada do Java. Caso ocorra alguma
visualização do sistema apenas versões mais antigas são compatíveis, o que torna o falha de acesso utilizando a versão mais atualizada, o motivo deve ser outro
acesso ao sistema inviável devido às atualizações automáticas dos sistemas das tal como o acesso por meio do Chrome, que não é compatível com o
empresas. sistema, ou a não inclusão, na configuração do Java, dos endereços
http://extranet.ons.org.br e http://www.ons.org.br na lista de "sites
seguros".

32 2.6 No item de esclarecimentos para a pergunta “Na subestação decorrente de Este item será atualizado na próxima revisão dos PR.
seccionamento de LT, será permitido utilizar IEDs de fabricantes diferentes nos
terminais da linha seccionada?” foi respondido pelo ONS “Sim. Nestes casos, além dos
testes de fábrica com o sistema de proteção a ser instalado no campo, devem ser
realizados testes ponta a ponta para comprovação do correto funcionamento do
conjunto de proteção. ”
Sugerimos a substituição do texto em destaque pelo seguinte texto “... devem ser
realizados testes a critério do agente transmissor para comprovação do correto
funcionamento do conjunto de proteção.” Isto porque, na opinião da Cemig GT, os
tradicionais testes ponta a ponta não são considerados suficientes para essa
comprovação visto que os casos aplicados aos relés são simulados previamente com
iTEM SM QUESTÃO RESPOSTA ONS
tempo de eliminação definido (baseado na resposta média dos relés) e também não
possui a característica de loop fechado como nos ensaios de modelo em RTDS. Logo,
se por exemplo o relé apresentar um atraso na eliminação da falta isto não é
considerado pela simulação uma vez que ela é feita previamente. Fato este que
compromete a avaliação

33 2.3 Item 8.10.3 Alimentação em corrente alternada A solução apresentada de dois ou mais terciários de transformadores atende
(a) Os serviços auxiliares CA devem ter duas fontes de alimentação, sendo uma fonte ao preconizado no SM2.3, agregando confiabilidade ao SIN.
externa e outra da própria subestação - do terciário de unidade transformadora de
potência da subestação ou de unidade transformadora exclusiva para essa finalidade.
Caso a subestação não tenha unidade transformadora de potência, as duas fontes de
alimentação devem ser externas e de subestações distintas.
Como se trata de requisitos mínimos, em instalações onde se possa prover
alimentação do serviço auxiliar através de dois ou mais terciários de transformadores,
entendemos que esta condição está atendida, o nosso entendimento está correto?

34 2.6 Quais os requisitos mínimos de proteção para o barramento de 138 kV, instalados nas Se for barramento da Rede Básica aplicam-se os requisitos do SM 2.6.
SE’s da rede básica?

35 2.6 / Quais os requisitos mínimos de proteção para compensadores síncronos de reativos, Aplicam-se os requisitos dos geradores síncronos, descritos no SM 3.6. Estes
3.6 dado que não se encontra no submódulo 2.6 e recentemente foram objetos de leilão requisitos estão sendo avaliados pelo ONS para futura inclusão no SM 2.6.
da transmissão referencia 013/2015?

36 20.1 Dada a possibilidade de utilização de conjunto de proteção principal diferente da Este item será revisto na próxima revisão do SM.
alternada ex. principal 87L, e alternada 21/67N com TLP, não seria prudente fazer
uma correção no glossário das definições referentes às proteções principal e
alternada, onde os princípios de funcionamento não são idênticos.
328. proteção alternada: Esquema de proteção funcionalmente idêntico à proteção
principal e completamente independente desta.
331. proteção principal: Sistema de proteção destinado a detectar e eliminar falhas
que ocorram no componente protegido e fornecer proteção adicional para os
componentes adjacentes. Sua atuação deve ser coordenada com a atuação das
proteções dos equipamentos adjacentes por meio de retardo de tempo intencional.

37 11.8 Como ficará o modelo de remuneração dos canais de comunicação que deverão ser A Resolução ANEEL 443/2011 que estabelece a distinção entre Reforços e
contratados pelos agentes para envio das informações aos dois centros do ONS: Melhorias, em seu Art. 3º inciso VII, caracteriza como Reforço a Instalação
COSR-SE e CNOS? ou substituição de equipamentos em subestações para aumento da
observabilidade e controlabilidade do SIN, o que se aplica as PMUs.
Conforme estabelecido pelo ONS, as medidas das PMUs deverão ser
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enviadas através de dois links independentes de comunicação - um para o
Rio de Janeiro e outro para Brasília.
A ReA 5.861/16 aprovou todas as PMUs até então cadastradas no SGPMR,
entretanto, não faz referência aos sistemas de comunicação necessários ao
envio de dados das PMUs dos Agentes ao ONS.
Assim sendo, os Agentes devem cadastrar no SGPMR a inclusão desses
serviços de comunicação para as PMUs já aprovadas e constantes da
supracitada Resolução, visando a posterior emissão do ato autorizativo pela
Agência Reguladora.
Adicionalmente, os Agentes deverão cadastrar no SGPMR 2017-2020, que se
encontra aberto, PMUs que ainda não constam da ReA 5.861. Vale ressaltar,
que para essas novas PMUs, no cadastro deverá estar clara a necessidade
dos sistemas de comunicação necessários para o envio dos dados ao ONS,
visando a sua aprovação total (PMU + Comunicação).
A forma de ressarcimento está estabelecida na Resolução vigente 443/2011
da ANEEL.

38 2.6 Conforme submódulo 2.6 revisão 2016.12 (vigente), em seus itens 6.1.1, 6.1.3 e 6.1.5,
para proteção de barramento é previsto o uso de dois sistemas proteção (principal e
alternada), incluindo o uso de núcleos independentes de transformadores de
corrente.
No caso de realização de troca futura da proteção de barramento na subestação
blindada e isolada a gás SF6, não dispomos de núcleos independentes, e fisicamente
não é possível adicionar novos transformadores de corrente no barramento blindado,
pois tratam-se de instalação já existente. Há necessidade de duplicação da proteção diferencial de barras. Uma das
Considerando o exposto acima, e para que possamos atuar de maneira mais assertiva proteções diferenciais de barra pode ser compartilhada no mesmo núcleo do
na elaboração da especificação técnica da nova proteção para o barramento de uma TC de proteção de outro equipamento, desde que não seja uma proteção
subestação blindada e isolada a gás SF6 , solicitamos a aprovação desse ONS em diferencial de alta impedância.
caráter excepcional a manutenção da filosofia atualmente utilizada mantendo os
atuais TP’s e TC’s.

39 22.6 Hoje o acesso ao sistema SGR é através de site baseado na plataforma JAVA. Com as Ciente das dificuldades do uso da plataforma Java, o ONS já iniciou o
recentes atualizações dos navegadores web, esse recurso vem sendo descontinuado. desenvolvimento de um novo aplicativo SGR, em plataforma Web, que
Sugerimos que o site SGR ofereça uma plataforma que não utilize JAVA, deverá substituir a versão atual até 2019.
acompanhando as atualizações dos navegadores mais utilizados. Exemplo: Google
Chrome.

40 11.6 Relativo ao Processo (Registro de Perturbações do RDP): Minha contribuição,


A) Proponho a padronização nos Procedimento de Rede para o batismo ou Esta padronização seria muito interessante para o ONS, mas o Operador não
identificação de cada RDP, bem como, de todos os canais analógicos e digitais; pode interferir nas nomenclaturas utilizadas pelos Agentes.
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B) Proponho a padronização nos Procedimentos de Rede que cada agente envie um Esta tarefa é exclusiva dos Agentes, que devem parametrizar os RDP de
back-up dos arquivos de parametrização de cada RDP instalado e que todo o acordo com os requisitos descritos no Procedimento de Rede e com boas
procedimento de atualização de projeto seja recadastrado e reenviado ao ONS práticas de engenharia.
com o novo arquivo de parametrização.

Relativo ao Processo (Requisitos mínimos para sistemas de proteção): minhas


contribuições,

C) Do uso das ferramentas GOOSE (Norma IEC 61850) nas lógicas de supervisão de Os PR não estabelecem requisitos de projeto.
contato de disjuntor no Sistema de falha de disjuntor (50BF) nas lógicas de
Proteção de barra (87B), com referência ao documento “TR 230 / 138 kV MAUA
III 1 AM SIPER REFERENTE À OCORRÊNCIA DO DIA 10.06.17” que constata que
há uma não conformidade na informação de estado do disjuntor MTDB6-01
para a Unidade de Proteção de Barra (UPBB) nas fases A e V, informações
implementadas nas lógicas com o sinal de GOOSE. O ocorrido já foi enviado ao
fabricante para análise e correção. Diante desta ocorrência que em resumo o
projeto da lógica de supervisão de contatos do disjuntor foi implementado
numa mistura de contato físico (fase B) + supervisão via módulo de
comunicação - LDCM das (fases A e V), constatamos a não eficácia desse
sistema através dos registros de tempo,possivelmente causado por atrasos do
sinal de GOOSE, desligando indevidamente os disjuntores adjacentes por falha
do disjuntor com essa lógica. Nossa contribuição: enquanto esses sistemas de
lógicas misturados (contato+GOOSE) que estão sendo implementados
apresentarem este tipo de falha, sugiro nos Procedimentos de rede, manter os
projetos referente as supervisões de contatos de disjuntores nos Sistemas de
Falha de Disjuntor apenas através de contatos físicos.

41 22.7 Solicitamos a inclusão da alternativa do "Relatório de Desempenho", através do As melhorias do SIPER serão implementadas em etapas.
SIPER, conter a descrição da análise da perturbação, a recomendação associada a
perturbação, assim como a condição da recomendação (No prazo, Vencida, Sob Inicialmente, providenciaremos a inclusão do campo da descrição da
análise do ONS, Atendida, Não atendida). perturbação. (Prazo: Out/17)

Justificativa: Com a nova metodologia de fiscalização da ANEEL, os agentes têm Na sequência, implementaremos campos referentes a informações de
utilizado a mesma base de dados de desligamento forçados fornecida no "Relatório recomendações. Como estas informações estão registradas na base de
de Desempenho" do SIPER, para confirmação da frequência de perturbações dados do SGR, que utiliza uma plataforma separada da base de dados do
constantes dos ofícios da ANEEL. Como a necessidade de esclarecimento do agente à SIPER, necessitará de um tempo maior de especificação e implementação.
ANEEL envolve vários órgãos da empresa, não é suficiente as informações contidas (Prazo: 2018)
atualmente neste relatório pois os demais órgãos não conhecem a classificação
iTEM SM QUESTÃO RESPOSTA ONS
utilizada pelo público de proteção, sendo necessário a inclusão da descrição da
perturbação para entendimento completo do desligamento. Com esta melhoria, o
tempo de análise dos dados pelos agentes, na preparação para reunião com a ANEEL
será mais produtiva. Atualmente, a junção destas informações tem sido feita
manualmente.

42 22.6 Avaliar a possibilidade de direcionamento das recomendações de outros agentes, os Infelizmente não é possível direcionar recomendações (SGR) e encaminhar
quais outro agente diferente opera e mantém, por função transmissão e não por de perturbações (SIPER) por função transmissão. Estes processo são
agente. orientados a agentes.
Justificativa: Um determinado agente opera e mantém a função transmissão de
vários agentes diferentes. No entanto, para alguns, existem contrato de operação e
manutenção apenas de parte deste agente. Em função disso, recebemos
recomendações de função transmissão que não é de nossa responsabilidade.

43 22.7 / Necessidade de extrair as informações dos desligamentos por Erro Humano com um Esta evolução já foi implementada. Atualmente, o Siper já permite a geração
11.2 período de 12 meses, com o objetivo de comparar com o banco de dados da Chesf. de relatórios para um período de até 12 meses.
Atualmente a geração do relatório é de 3 meses conforme imagem abaixo:

44 22.7 / Incluir um filtro para exportações dos desligamentos classificados como Erro Humano Será implementado um filtro para as perturbações pendentes até Out/17.
11.2 e Perturbações Pendentes, conforme imagem abaixo:
Com relação ao caso de falhas humanas, será incluído um campo específico
nos relatórios, para indicar o grupo de causas associado a causas de
desligamento e de atuação de proteção. Com efeito, será possível filtrar não
só causas específicas, mas também qualquer tipo de grupo de causa. Esta
implementação também está prevista para o dia Out/17.
iTEM SM QUESTÃO RESPOSTA ONS

45 22.6 Ao digitar login e senha, o sistema deverá apresentar somente as informações a A maioria dos agentes prefere ter acesso a todas as informações do SGR.
respeito do agente, no caso Chesf, conforme imagem abaixo Caso o agente tenha preferência por acessar somente suas informações,
pode selecionar a opção de acesso "Por Responsável" disponível no menu à
esquerda e, em seguida, selecionar o nome do agente.

46 22.6 Inseri filtros editáveis para consulta, objetivando a localização da recomendação com O SGR já dispõe das seguintes opções de consulta no menu à esquerda:
mais facilidade, por exemplo: - Por Responsável;
- Por número de relatório; - Por Gestor / Responsável;
- Por tipo de relatório; - Por Gestor;
- Por status da recomendação (atendidas, vencidas, a vencer etc) - Por Situação;
- Pendentes;
Como exemplo, a imagem abaixo apresenta o sistema Chesf para busca de - Por Tipo de Relatório;
recomendações: - Por Área de Atuação.
Qualquer uma dessas opções de consulta tem como opções secundárias o
status da recomendação (atendidas, vencidas, a vencer etc).
Além disso, clicando-se no símbolo de "lanterna", no menu superior, é
possível buscar a recomendação pelo número da mesma, pelo número do
relatório ou por qualquer expressão contida em sua descrição.
iTEM SM QUESTÃO RESPOSTA ONS

47 2.6 Item 1.3:


Em caso de retrofit de proteção será necessário cumprimento na íntegra da versão Sim, os Submódulos 2.6 e 2.7 devem ser cumpridos integralmente.
2016.12 do Procedimento de Rede, tais como troca de TC para garantir alimentação
independente para proteções Principal e Alternada do evento, disjuntor com duas
bobinas de abertura, etc? Caso positivo, o submódulo 2.7 deverá ser também
atendido para estes casos?

48 2.6 Item 1.4:


Gostaríamos de confirmar nosso entendimento do item 1.4 do Submódulo 2.6 Sim, exceto quando houver requisitos específicos estabelecidos em ato de
indicando que as instalações de transmissão de interesse exclusivo de centrais de outorga do empreendimento, ou por indicação do ONS.
geração para conexão compartilhada – ICG não são obrigadas a seguir o que versa o
referido Submódulo, ficando os requisitos técnicos a serem definidos pelo agente de
distribuição responsável pela implementalção da ICG.

49 2.6 Item 6.2.1.2:


Será necessária a existência de relés de bloqueios independentes para Proteção Pelo entendimento do ONS, a função de bloqueio é uma função de controle,
Principal e Proteção Alternada, instalados em seu respectivo painel? Se sim, dentre sendo portanto sua implantação definida pelo agente.
uma série de problemas de engenharia, esta modificação trará dificuldades
operacionais à recomposição de instalações com o aumento significativo de relés.
iTEM SM QUESTÃO RESPOSTA ONS
50 2.6 Item 6.2.1.4:
Quando é admissível utilizar conjunto de Proteção Principal diferente do conjunto de No caso específico mencionado pelo agente (87 L para Proteção Principal e
Proteção Alternada, é permitido utilizar filosofia de proteção usada na Proteção da 21 + 67 N com teleproteção para Proteção Alternada), não há impedimento
Principal diferente da filosofia de proteção usada na Proteção Alternada, como 87 L para sua implantação de acordo com o Submódulo 2.6 vigente, desde que o
para Proteção Principal e 21 + 67 N com teleproteção para Proteção Alternada (sendo agente atenda o item 6.2.1.8 "No caso da utilização da função diferencial
as duas proteções unitárias de atuação instantânea)? (87L), os sistemas de proteção devem possuir as funções e lógicas descritas
no item 6.2.1.7 deste submódulo e sincronização de tempo por GPS." e os
itens 6.2.1.10 "Os sistemas de proteção principal e alternada devem ser
capazes de detectar faltas entre fases e entre fases e terra para 100% da
extensão da LT protegida, sem retardo de tempo intencional, e possibilitar
efetiva proteção de retaguarda para a linha protegida e para o barramento
remoto, mantida a coordenação com as proteções dos componentes
adjacentes." e 6.2.1.11."O tempo total de eliminação de faltas, incluindo o
tempo de abertura dos disjuntores de todos os terminais da LT, não deve
exceder a 100 ms, quando de defeitos sólidos e sem ocorrência de falha de
disjuntor."

51 2.6 Item 6.2.1.5:


Na implantação de uma subestação decorrente de seccionamento de LT, será Sim, é permitido utilizar IEDs de fabricantes diferentes nos terminais da linha
permitido utilizar IEDs de fabricantes diferentes nos terminais da linha seccionada? secionada, conforme definido no item 6.2.1.5 do SM 2.6, sendo necessário
Se sim, visto que parte dos algoritmos de fabricantes não é aberto ao público, como que a proposta de aplicação seja submetida ao ONS para avaliação. Sugere-
comprovar "... possuir características de operação para todas as funções de proteção se que além dos testes de fábrica, sejam realizados no mínimo testes ponta
e métodos de polarização idênticos, de forma a garantir o desempenho correto dos a ponta para comprovação do correto funcionamento do conjunto de
esquemas de teleproteção..."? proteção.

52 2.6 Item 6.2.1.9 (c):


Entendemos que quando é citado o termo "canal de teleproteção independente" no É permitida a utilização do mesmo meio físico de teleproteção para o POTT
item 6.2.1.9(c) do Submódulo 2.6, se refere a um comando independente, mas (proteção de distância) e para proteção de sobrecorrente direcional residual
permitindo utilizar o mesmo meio físico de teleproteção para o POTT (proteção de (67N) e/ou de sequência negativa (67Q), mas em canais diferentes, como
distância). fibras separadas para um e para o outro no mesmo cabo OPGW, por
exemplo. Lembrando que os esquemas de teleproteção devem ser
independentes e redundantes entre a proteção principal e alternada, ou
seja, a proteção principal deverá utilizar um meio independente da proteção
alternada.

53 2.6 Item 6.2.1.12:


Entendemos que deve ser enviado a transferência de disparo direto em caso de Sim, deve enviar TDD mantido.
subestações com câmara de saída da LT em SF6, com conexão de vão isolado a SF6.
Assim, em baixa pressão de SF6 da câmara ligada diretamente à LT energizada, deve
ser enviado TDD para terminal remoto.
iTEM SM QUESTÃO RESPOSTA ONS
54 2.6 Item 6.2.1.12:
Ao ser citado "TDD mantido" no item 6.2.1.12 do Submódulo 2.6, a intenção é definir Sim, deve haver o bloqueio do disjuntor local e o bloqueio do terminal
apenas a bloqueio de religamento ou também a atuação do relé de bloqueio remoto? remoto.

55 2.6 Item 6.2.1.16:


Confirmar que a atuação da Teleproteção por 67 N deve iniciar bloqueio de Não, a proteção 67N + Teleproteção parte religamento automático, por ser
religamento. de alta velocidade, conforme definido na letra f do item 6.2.2.2.

56 2.6 No item 6.3.1.5(a) do Submódulo 2.6 são citados os relés de desligamento 94P- O ONS entende que o chamado relé de "sacrifício" funciona como um relé
AT/94A-AT, 94P-MT/94A-MT e 94P-BT/94A-BT. Entendemos que deve ser seguido tal auxiliar de disparo, por este motivo não há impedimento para utilização
definição em caso de utilização de relés de desligamento, o que não impede desta solução, desde que o agente garanta a segurança dos contatos de
determinado agente de continuar utilizando sua solução com relé de "sacrifício" em saída do relé e que haja redundância, isto é, que sejam providos relés
paralelo com as saídas do relé de proteção e sem relé intermediário no circuito de também para proteção alternada.
disparo; que já é uma solução amplamente aplicada.

57 2.6 Item 6.3.1.5 (d):


É obrigatório a utilização de dois relés auxiliares (94PI e 94AI) para função 63? Se sim, Sim, é obrigatória a utilização de dois relés auxiliares (94PI e 94AI) para
entendemos que deverá ser previsto também toda a redundância de sensores/relés função 63 e para função 20. Para as demais funções passíveis de disparo
no Equipamento propriamente dito (transformadores, reatores, etc.). deve-se prever redundância de circuitos de disparo, mas sem
obrigatoriedade da utilização de relés de auxiliares.
58 2.6 Itens 6.4.2, 6.5.2, 6.7.2, 6.9.2, 6.10.2 e 6.11.2:
Existem casos em que a Proteção Principal e a Proteção Alternada poderão ser Sim, podem ser compartilhados, desde que atendido o exposto no item 6.1.7
instaladas no mesmo painel se for garantido todos os requisitos como o de do SM 2.6 " Os sistemas de proteção principal e alternada devem ser
independências de alimentação, completa redundância em IEDs, relés auxiliares e alimentados por bancos de baterias, retificadores e circuitos de corrente
demais acessórios? contínua independentes e, além disso, o projeto dos painéis deve levar em
conta os cuidados necessários para facilitar os trabalhos de manutenção, de
modo a minimizar risco de erros e acidentes."

59 2.6 Item 6.5.5 (b):


Um único enrolamento do TC poderia alimentar a Proteção Principal de Barras (87PB) Sim, os enrolamentos do TC utilizados para proteção principal e alternada
e a Proteção Principal do vão (21PL , 87PT, etc) seriadas? O mesmo pode ser aplicado serão independentes entre si. Porém, este TC pode ser compartilhado com a
para Proteção Alternada? Sendo assim seria possível o uso de TCs com no máximo 4 proteção da linha. Por exemplo, o enrolamento da proteção principal da
enrolamentos (1 para medição de faturamento, 1 para medição operacional e 2 para barra compartilhado com a proteção principal da linha e/ou enrolamento da
as proteções PP e PA)? Em caso negativo entendemos que a solução seria uma opção proteção alternada da barra compartilhado com a proteção alternada da
mais onerosa com TCs de 6 enrolamentos (1 para medição de faturamento, 1 para linha. Desta forma, será possível a utilização de TCs com no máximo 4
medição operacional, 1 para PP, 1 para PP 87B, 1 para PA e 1 para PA 87B). enrolamentos (1 para medição de faturamento, 1 para medição operacional
iTEM SM QUESTÃO RESPOSTA ONS
e 2 para as proteções PP e PA).

60 2.6 Item 8.1.8:


Os esquemas de teleproteção associados às proteções principal e alternada devem Sim, deverá utilizar 2 cabos OPGW. Deverá ser efetuada a redundância de
ser implementadas através de meios físicos totalmente independentes, de modo a equipamentos de telecomunicação também (um para a proteção principal e
evitar falhas de modo comum outro para proteção alternada), conforme descrito o item 6.2.1.2,
“Meio físico” inclui cabos OPGW e SDH para atendimento a 87L? Como seria possível reproduzido a seguir: " A proteção da LT deve ser redundante: cada terminal
fazer um esquema PP e PA de 87L com meios físicos independentes? Instalar 02 cabos da LT deve ter proteção principal e proteção alternada, composta por
OPGW? Utilizar uma rota alternativa (passando por outras SEs)? Conforme conjuntos de proteção – dispositivos, equipamentos de telecomunicação,
experiência Chesf, rotas alternativas acrescentam atraso considerável ao canal da 87 relés auxiliares, painéis e demais acessórios – independentes, os quais
PA. A seguir temos figuras com o esquema atual de 87L e proposta de esquema devem ser idênticos e integrados aos conjuntos de proteção dos outros
alternativo para comentários. terminais da LT."
Poderá ser utilizada uma rota alternativa passando por outras subestações,
desde que seja atendido o requisito de tempo total de eliminação de faltas,
incluindo o tempo de abertura dos disjuntores de todos os terminais da LT,
não exceda a 100 ms, quando de defeitos sólidos e sem ocorrência de falha
. de disjuntor.

61 2.6 Se houver necessidade de utilização dos esquemas de teleproteção das linhas para A proposta enviada está adequada ao SM 2.6. Complementação da resposta
envio de sinal de transferência de disparo para o terminal remoto, isto deverá ser enviada anteriormente:
realizado através dos esquemas de teleproteção das proteções Principal e Alternada
De acordo com o SM 2.6, item 6.2.1.15, todo desligamento tripolar em um
da linha.
terminal da LT, provocado por atuação de proteção de alta velocidade, deve
Um sinal de TDD é necessário para o 50BF e para o 59. Para o Z1 não é necessário, se
comandar o envio de sinal de transferência de disparo para abertura dos
fizermos a proteção unitária com esquema POTT (Z2). A Chesf tradicionalmente usa o
disjuntores dos terminais remotos.
POTT (Z2) junto com o TDD na Z1, excedendo o necessário. A seguir temos uma
proposta de esquema com 4 comandos para atender aos procedimentos de rede Desta forma, além dos TDD sugeridos na arquitetura de comunicação
enviada, também deve ser previsto o compartilhamento do canal que envia
TDD do 59, para este fim.
Para a implantação de proteção de subalcance com transferência de disparo
(Z1 + TDD), existem esquemas que utilizam apenas um sinal de TDD. Neles, a
decisão de qual fase desligar no terminal que recebe o sinal de TDD seria
tomada pelo relé seletor de fases local. Desta forma pode-se prescindir do
uso de um TDD por fase. Neste caso, entretanto, o sinal de TDD deve ser
dedicado a este esquema, no qual o terminal que receber sinal de TDD deve
partir o esquema de religamento automático.

62 2.6 Itens 8.2.1 e 8.2.2:


Em caso de teleproteção usado sistema SDH, a solicitação é atendida se cada canal de
teleproteção tiver seu tributário exclusivo?
iTEM SM QUESTÃO RESPOSTA ONS
Se o esquema de transferência direta de disparo, associado à proteção Principal ou
Alternada, utilizar sistema de onda portadora sobre linha de transmissão (OPLAT),
devem ser previstos dois canais de telecomunicação para atendimento aos requisitos
do item 8.1.9 deste submódulo. Nestes casos o outro sistema de teleproteção deverá
obrigatoriamente utilizar outro meio físico para implementação, igualmente dotado
de dois canais de comunicação.

Entendemos que a exigência de usar um segundo sistema por meio físico diferente se Não, a exigência de meios físicos independentes entre as teleproteções das
dá apenas se houver TDD VIA OPLAT. Com equipamentos digitais, essa exigência não cadeias principal e alternada se aplica a qualquer tecnologia (OPLAT,
se aplica. SDH/caminho_otico, etc.). No caso de uso do OPLAT são necessários 2 canais
por proteção, com caminhos físicos independentes para cada um deles.

Desta forma, nas linhas em que se optar usar OPLAT, deve-se utilizar também Fica sob decisão do agente os sistemas utilizados para as teleproteções.
equipamentos digitais (via PDH/SDH), para atender a este item? Cumpre acrescentar que o uso sistemas OPLAT para a teleproteção de
ambas as proteções, principal e alternada, de uma mesma linha não atende
ao SM 2.6. Isto deriva do fato de que, nesta solução, haveria necessidade de
compartilhamento de elementos de teleproteção: um cabo de fase, bobinas
de bloqueio, acopladores, etc.

Caso se opte por usar apenas equipamentos digitais via SDH, é necessário usar outro Sim. Neste caso, de uso de apenas solução de comunicação por via ótica
meio físico? (SDH, OPGW, etc.) para ambas as proteções (principal e alternada), é
necessária a previsão de 1 (hum) SDH para cada proteção, cujo sinal deve
seguir por meio físico independente totalmente independente do utilizado
pela outra proteção, sendo assim vedado o uso de fibras independentes para
ambas as proteções em um mesmo cabo OPGW.

63 2.6 Item 8.2.1 (c):


A solicitação de envio de pontos do Tipo C pode ser atendida com envio ao ONS de Sim.
registrador de eventos (log) do IED de proteção?

64 2.6 Itens 8.2.1.1, 8.2.1.2, 8.2.1.3, 8.2.1.4, 8.2.1.5, 8.2.1.7, 8.2.1.10 e 8.2.1.12:
Para pontos listados como Tipo “B”, cada item descrito corresponde a um grupo ou Nos pontos listados como Tipo "B", cada item descrito corresponde a um
todos os pontos solicitados do Tipo “B” devem ser agrupados em um ponto? grupo. No exemplo citado (item 8.2.1.1 (b)) deverão ser criados sete
Exemplo: no item 8.2.1.1 (b) deverá ser agrupado todos os sinais de (1) a (7) em um agrupamentos.
único ponto ou deverão ser feitos sete agrupamentos?

65 2.6 Item 6.2.1.7 (g):


Por favor gostaríamos de esclarecer o que o ONS chama de trip por oscilação de A função de disparo por oscilação de potência (68 OST) efetua o disparo na
potência e qual a diferença para o TRIP por perda de sincronismo (entrada ou saída entrada (trip on way in) da característica de medição enquanto a função de
da curva característica?). Ressaltamos que nem todas os modelos e fabricantes de perda de sincronismo (78 OST) efetua disparo na saída (trip on way out). Os
iTEM SM QUESTÃO RESPOSTA ONS
proteções possuem a função "trip on way in" requisitos estabelecidos no item 6.2.1.7 devem ser observados.
.
66 2.6 Item 6.2.2.3:
Deverá ser previsto esquema de religamento apenas monopolar, que em casos de Deve ser obedecido o estabelecido no item 6.2.2.1 do SM 2.6 "Todas as LT
faltas monopolares há religamento e no caso dos demais tipos de faltas não há devem ser dotadas de esquema para religamento automático tripolar e
religamento? monopolar." Para cada caso, a habilitação de religamento automático
tripolar e/ou monopolar será definido pelo ONS através estudos.

67 2.6 Trata-se de uma dúvida na interpretação de um requisito do procedimento de rede,


submódulo 2.6 dos Procedimentos de Rede, item 8.2 - TELEPROTEÇÃO PARA LINHAS
DE TRANSMISSÃO, onde é descrito:
8.2.1 Os canais para teleproteção devem ser dedicados, específicos para proteção e
não compartilhados com outras aplicações.
8.2.2 Os esquemas de teleproteção devem ser independentes e redundantes para a
proteção principal e alternada, utilizando meios físicos de transmissão
independentes, de tal forma que a indisponibilidade de uma via de telecomunicações
não comprometa a disponibilidade da outra via.
8.2.3 Os esquemas de transferência de disparo devem ser independentes e
redundantes para a proteção principal e alternada.

Segue também questionamento de um fornecedor e nossa solicitação de precificação


da pior solução: “

Nossa dúvida é se podemos utilizar, fibras independentes e equipamentos de As soluções normalmente implantadas conforme sugerida (somente 1 cabo
telecom independentes para atender esta redundância, através de um mesmo OPGW) tem vários pontos onde podem ocorrer falhas que afetem
OPGW, atendendo assim ao nível de redundância solicitado, ou se é necessário, simultaneamente as duas fibras (caixa de emenda comum entre as fibras,
fisicamente, outro meio como por exemplo OPGW e OPGW ou OPGW e OPLAT ou estações repetidoras, encaminhamento físico único das fibras, etc.), que fere
OPGW e RÁDIO. uma premissa do SM 2.6 (item 8.1.8) que necessita ser seguida:
· "Os esquemas de teleproteção associados às proteções principal e
alternada devem ser implementadas através de meios físicos totalmente
independentes, de modo a evitar falhas de modo comum."
Obs.: o ONS não considera eventos que possam causar rompimento de
cabos (OPGW ou condutor) de uma linha de transmissão como falha de
modo comum (ex. queda de uma torre).
iTEM SM QUESTÃO RESPOSTA ONS
Qualquer solução de teleproteção proposta pelo agente deve levar em conta
esse requisito.

68 2.6 Itens 1.3 e 1.4:


Nestes itens, é informado que alguns empreendimentos podem ser definidos como Durante os estudos de planejamento, sejam eles realizados pela EPE (PET)
Rede Básica pelo ONS. Favor informar em qual momento do projeto (outorga, projeto ou pelo ONS (PAR), e posteriormente consistido pelo MME.
básico, parecer de acesso, outros) isto é definido.

69 2.6 Itens 6.1.5 e 6.5.5.b:


Nestes itens é solicitado que as proteções principais e alternada utilizem secundários Como mencionado nos itens 6.1.5 e 6.5.5.b, os enrolamentos dos
de transformadores de corrente independentes. Desta forma, entendemos que o transformadores de corrente utilizados para proteção de barra principal e
transformador de corrente deverá possuir a seguinte configuração: alternada devem ser independentes entre si mas podem compartilhar seu
• 1 núcleo para medição de faturamento com precisão de 0,3 (quando aplicável na uso com a proteção principal ou alternada do vão. Por exemplo, o
SE); enrolamento da proteção principal da barra compartilhado com a proteção
• 1 núcleo para medição operacional com precisão 0,6; principal da linha e/ou enrolamento da proteção alternada da barra
• 1 núcleo para proteção com precisão 10, para a proteção principal do respectivo compartilhado com a proteção alternada de linha. Assim, a alternativa
vão; simplificada apresentada acima é viável.
• 1 núcleo para proteção com precisão 10, para a proteção alternada e registrador de
oscilografia do respectivo vão;
• 1 núcleo para proteção com precisão 10, para a proteção principal de barras;
• 1 núcleo para proteção com precisão 10, para a proteção alternada de barras.
Favor informar se o entendimento acima está correto e verificar se poderíamos
realizar a seguinte simplificação:
• 1 núcleo para medição de faturamento com precisão de 0,3 (quando aplicável na
SE);
• 1 núcleo para medição operacional com precisão 0,6;
• 1 núcleo para proteção com precisão 10, para a proteção principal do respectivo
vão e proteção principal de barras;
• 1 núcleo para proteção com precisão 10, para a proteção alternada, registrador de
oscilografia do respectivo vão e proteção alternada de barras.

70 2.6 Item 6.1.8:


Entendemos que as proteções principal e alternada, seja para linha de transmissão, Não. Podem ser compartilhados (mesmo painel), desde que atendido o
transformador, reator, barras ou qualquer outro elemento de transmissão, sejam exposto no item 6.1.7 do SM 2.6 "Os sistemas de proteção principal e
instaladas em painéis separados. alternada devem ser alimentados por bancos de baterias, retificadores e
circuitos de corrente contínua independentes e, além disso, o projeto dos
painéis deve levar em conta os cuidados necessários para facilitar os
trabalhos de manutenção, de modo a minimizar risco de erros e acidentes."
iTEM SM QUESTÃO RESPOSTA ONS

71 2.6 Itens 6.2.1.14 e 6.3.1.5.a:


É solicitado o uso de relés auxiliares de alta velocidade para disparar os disjuntores, Se os IEDs forem realmente capazes de atuar diretamente nas bobinas de
porém IEDs de vários fabricantes possuem contatos capazes de atuar diretamente nas disparo, não há necessidade de relés auxiliares, desde que haja sinalização
bobinas de disparo, não necessitando de relés auxiliares. Favor confirmar que esta destas atuações.
solução pode ser mantida.

72 2.6 Item 6.2.2.1


É solicitado que todas as linhas de transmissão sejam dotadas de religamento mono e Não é necessária habilitação da função religamento.
tripolar, porém quando o disjuntor está by-passado e o vão está utilizando o vão de
transferência, a função religamento será habilitada? Em caso positivo, também
deverá ser mono e tripolar?

73 2.6 Item 6.3.1.5.d:


É solicitada a instalação de dois relés auxiliares de disparo para a função 63, 94PI e Não. O submódulo vigente pressupõe a utilização de dois contatos
94AI, porém geralmente o armário do transformador disponibiliza apenas um contato independentes e nativos do relé 63 (sem relés auxiliares para multiplicação
para esta função, ou seja, entendemos que teremos apenas relé 94I, sendo que a de contatos), para uso de um deles para o relé de disparo 94PI e outro para
quantidade deste relé pode variar de acordo com o projeto. o 94AI. No caso de apenas existir um contato na proteção intrínseca (63), ele
deve acionar apenas um relé disparo 94PI, alimentado por fonte CC
redundante, com transferência automática.

74 2.6 Item 6.4.2.a.2:


Para proteção do reator de barras, é solicitado uma proteção redundante para o Não. Deve ser obedecido o que está escrito nos item 6.4.2.a.1 e 6.4.2.a.2 do
trecho entre o disjuntor e o TC de bucha do mesmo, porém entendemos que Submódulo 2.6, isto é, as proteções principal e alternada devem estar
podemos fazer com que as proteções principal e alternada utilizem os TCs próximos conectadas nos TCs de bucha de AT do reator, e "No caso de reatores de
ao disjuntor ao invés de utilizar os TCs de bucha de AT do reator. Favor confirmar. barra, deve ser prevista uma proteção redundante e de alta velocidade para
o trecho de conexão do reator, entre o(s) disjuntor(es) e os TC de bucha de
alta."
Outras alternativas, como usar os TC próximos aos disjuntores, podem ser
analisadas pelo ONS. Neste caso o agente deve lembrar:
· necessidade de uso de relés com uma entrada para cada TC (no caso de
barramento disjuntor e 1/2 devem ser usadas 3 entradas);
· dificuldade de casamento de relações devido à grande diferença de
relações entre estes TC e os de bucha do reator
· dificuldades de ajuste devido a falta de sensibilidade dos relés, visto que
faltas em reator, próximas ao neutro, tem correntes pequenas.
iTEM SM QUESTÃO RESPOSTA ONS
75 2.6 Item 6.5.3:
Entendemos que para o arranjo disjuntor e meio, tanto a proteção principal quanto a Esse entendimento é correto desde que a proteção de barra seja do tipo
alternada, podem proteger ambas as barras (A e B), totalizando dois IEDs. adaptativa, mas mesmo assim deve ser duplicada. Se a proteção de barra
não for do tipo adaptativa, cada barramento da instalação deve ser
protegido localmente por dois sistemas de proteção independentes:
principal e alternada.

76 2.6 Item 6.5.7:


É informado que caso a proteção de barras existente não possa ser ampliada, a Se for necessário substituir a proteção de barra existente, deverá ser
mesma deverá ser substituída. Nesta substituição, deverá ser instalada somente uma instalada uma proteção principal e alternada, nos moldes descritos nos itens
proteção ou deverá ser instalada proteção principal e alternada de barras. Para o caso 6.5.2 e 6.5.3 do Submódulo 2.6. Dever-se observar a resposta da pergunta 2.
da substituição da proteção existente por proteção redundante, deverão ser trocados Assim, a substituição de transformadores de corrente somente deverá
os transformadores de corrente dos demais vãos da subestação? acontecer se os mesmos não possuírem enrolamentos suficientes para esta
nova configuração.

77 2.6 Item 7:
Favor informar quando deveremos incorporar a função PMU nos registradores de A função PMU pode ser incorporada aos registradores de oscilografia. Não
oscilografia. há impedimento quanto a isso. A restrição é com relação a instalação em
IEDs de proteção, conforme o item 3.9.4 da Nota Técnica
NT_0115_2014_Sistema_medicao_fasorial_R_2016_17Maio: "Os IEDs que
possuem a função PMU ativa devem ser independentes dos IEDs de
proteção."
Apenas é obrigatório seu fornecimento quando definido no edital.

78 2.6 Item 8.2:


Entendemos que tanto a proteção principal quanto a proteção alternada devem Deverá ser efetuada a redundância de equipamentos de telecomunicação
possuir dois esquemas de teleproteção. No caso de proteção diferencial de linha, também (um para a proteção principal e outro para proteção alternada),
cada proteção deverá possuir dois canais; conforme descrito no item 6.2.1.2, reproduzido a seguir: “A proteção da LT
Entendemos que um esquema de teleproteção da proteção principal pode utilizar as deve ser redundante: cada terminal da LT deve ter proteção principal e
fibras óticas do OPGW da linha protegida e o outro esquema utiliza OPLAT da mesma proteção alternada, composta por conjuntos de proteção – dispositivos,
linha. O mesmo aplica-se para a proteção alternada. equipamentos de telecomunicação, relés auxiliares, painéis e demais
acessórios – independentes, os quais devem ser idênticos e integrados aos
conjuntos de proteção dos outros terminais da LT”.
Deve-se tomar medidas para evitar falhas de modo comum como, por
exemplo:
· no caso de uso de dois cabos OPGW na mesma linha, as fibras não podem
passar por uma mesma repetidora, não podem ter caixas de emenda
comuns, devem chegar em painéis diferentes e serem protegidas
mecanicamente em todo o seu percurso.
iTEM SM QUESTÃO RESPOSTA ONS
79 2.6 Referente ao item 6.4.2.a.2, trecho “No caso de bancos de reatores monofásicos, Sim, é possível utilizar o TC de neutro. O agente deve levar em conta que,
essa função deve ser conectada ao circuito residual dos TC de bucha do lado de alta, em regra geral existe grande diferença entre as respostas transitórias dos TC
e ao circuito residual dos TC de bucha do lado do neutro.”, considerando que a de bucha e o de neutro. Isso implica em se fazer os ajustes que, para
função 87R precisa das grandezas 3I0 do lado de alta e 3I0 do lado de neutro, acomodar esta diferença, podem dessensibilizar a proteção (aumentar
perguntamos: limiar de atuação, reduzir limiar de restrição, etc.)
- Caso tenhamos um banco de reatores monofásicos que possua TC de neutro,
podemos usar a grandeza do lado de neutro advinda deste TC no lugar do circuito
residual dos TCs de bucha do lado de neutro?

80 2.6 - A grandeza do lado de alta pode ser obtida por cálculo do relé de proteção, pela Sim, não há restrição a esta solução.
soma vetorial das três correntes de fase dos TCs de bucha, uma vez que estas
correntes já estarão conectadas ao relé para a função 87?

81 2.6 Com base na atualização do procedimento de rede, que entrou em vigor em Janeiro Os painéis podem ser compartilhados, desde que atendido o exposto no
de 2017, em seu submodulo 2.6 temos alterações no projeto de uma linha de 230 kV item 6.1.7 do SM 2.6 " Os sistemas de proteção principal e alternada devem
de interligação de parque eólico, cuja licitação é de 2015, que impactariam nos ser alimentados por bancos de baterias, retificadores e circuitos de corrente
seguintes itens de Proteção e Controle do Bay da subestação. contínua independentes e, além disso, o projeto dos painéis deve levar em
· Painéis de proteção e controle do Transformador - passa a ser obrigatória a conta os cuidados necessários para facilitar os trabalhos de manutenção, de
instalação da proteção principal e alternada em painéis distintos (02 colunas) - modo a minimizar risco de erros e acidentes."
Aplicável na SE;
No SM 2.6 será retirada a palavra "painéis" do item 6.2.1.2, reproduzido
abaixo, para estar em concordância com a idéia exposta no item 6.1.7:
6.2.1.2 A proteção da LT deve ser redundante: cada terminal da LT deve ter
proteção principal e proteção alternada, composta por conjuntos de
proteção – dispositivos, equipamentos de telecomunicação, relés auxiliares,
painéis e demais acessórios – independentes, os quais devem ser idênticos e
integrados aos conjuntos de proteção dos outros terminais da LT.

82 2.6 Proteção diferencial de barras – Passa a ser obrigatória a instalação de proteção Em caso de necessidade de duplicação da proteção de barras não há
alternada. Neste caso a proteção principal e alternada devem ser instaladas em exigência, no SM 2.6, do uso de painéis distintos, desde que sua instalação
painéis distintos (02 colunas) - Aplicável na SE e BAY. atenda ao exposto no item 6.1.7 do SM 2.6 " Os sistemas de proteção
principal e alternada devem ser alimentados por bancos de baterias,
retificadores e circuitos de corrente contínua independentes e, além disso, o
projeto dos painéis deve levar em conta os cuidados necessários para
facilitar os trabalhos de manutenção, de modo a minimizar risco de erros e
acidentes."

83 2.6 Transformadores de Instrumentos – Acréscimo de enrolamento (secundário TC) para As proteções diferenciais de barras, principal e alternada, tem que utilizar
proteção alternada de diferencial de barras - Aplicável na SE e BAY. núcleos independentes entre si, porém podem compartilhar o mesmo
iTEM SM QUESTÃO RESPOSTA ONS
núcleo de TC com a proteção de outro equipamento.

84 2.6 Entendemos que a aplicabilidade da revisão dos procedimentos se darão aos projetos A versão do SM2.6 a ser considerada é a vigente na data de assinatura do
concebidos após a entrada em vigor do procedimento de rede (Jan/2017), ou seja, contrato de concessão de transmissão pelo Agente.
como nosso projeto é do 2º LER de 2015 nós deveríamos seguir o procedimento
antes da atualização.

85 2.6 Pedimos gentilmente a confirmação se nosso entendimento está correto. No caso especifico deste empreendimento, a duplicação da proteção de
Cabe destacar que a Subestação onde a linha será conectada não possui proteção barras somente será necessária caso não seja possível a inserção do novo
alternada de barras. vão na proteção de barras existente.