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CASA DO CONSOLADOR

gEOMETRIA SAGRADA
AULA 1

mÔNICA DE MEDEIROS
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MÔNICA DE MEDEIROS

TEMAS E DATAS

AULA 1 > A FORMA DA CRIAÇÃO (07/07/2017)

AULA 2 > MATEMÁTICA DIVINA (04/08/2017)

AULA 3 > CÓDIGOS UNIVERSAIS (01/09/2017)

AULA 4 > GEOMETRIA AO LONGO DA HISTÓRIA (06/10/2017)

AULA 5 > GEOMETRIA NA CRIAÇÃO DIVINA E HUMANA (10/11/2017)

AULA 6 > MALHA TEMPO-ESPAÇO (08/12/2017)

AULA 7 > CONVERSANDO COM OS ÁTOMOS (02/02/2018)

AULA 8 > FRACTAIS (02/03/2018)

AULA 9 > CROP CIRCLES (06/04/2018)

AULA 10 > SOLARIS : FORMAS QUE CURAM (04/05/2018)

AULA 11 > SOLARIS : MÚSICA SAGRADA (15/06/2018)

AULA 12 > VIAJANDO NAS ESTRELAS ( 06/07/2018)

OBS: TODAS AS AULA SERÃO COLOCADAS NO EAD


AS APOSTILAS SÃO OPCIONAIS E SERVEM COMO ROTEIRO
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MÔNICA DE MEDEIROS

“DEUS É O GRANDE GEOMATRA.


ELE GEOMETRIZA SEM CESSAR.
POR TODA PARTE, EXISTE
GEOMETRIA.”

PLATÃO
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INTRODUÇÃO

GEOMETRIA, vem do grego e significa “medir a terra”.


Utilizada para a mensuração de terrenos, na construção civil mas, também, em
nível mais elevado, explica a ação criadora, conecta-nos ao sagrado.

Euclides (325-265 A.C), foi o primeiro a detalhar em axiomas e teoremas esta


matéria e sua obra, Elementos, sobre geometria plana, permanece inconteste há
quase dois mil anos.

O que torna uma forma, uma construção sagrada?


As proporções com que é construída, a direção em que está orientada.

Para a escola de Pitágoras, os números eram sagrados. Para os gregos antigos,


a geometria o era, pois se tratava da foram mais concreta de se racionalizar o
abstrato.

Nascida na mais remota antiguidade, num tempo em que religião, magia e


alquimia (primórdios da ciência), caminhavam juntas em busca de descobrir a
vida. Eram sacerdócio. Geometria era considerada magia.

Quase todos os povos antigos criaram seus templos e locais sagrados seguindo
números, geometria e as proporções corretas e em locais remotos, onde a
energia do planeta era mais sentida, junto à montanhas, árvores, rios. À medida
em que os sacerdotes foram, pela observação, aprendendo a “ler” os campos
energéticos, os locais sagrados mudaram-se de bosques e cavernas para
templos, cujas formas eram captadoras de determinadas energias e isoladas
para outras.

Conhecedores que eram da energia que une as árvores de um bosque ou de


uma floresta, força que protege e cura a seus membros, era natural que estes
templos da natureza fossem, a exemplo das cavernas cujos cristais ou outros
minérios criavam fortíssimos campos de energia telúrica, os sacerdotes
passaram a descobrir e aprender como utilizar as linhas de energia que
detalharemos a seguir.

E passaram a construir seus locais sagrados , de acordo com estas fontes de


energia e com a formas geométricas para seus fins, como pode-se ver nos
templos abaixo, milenares:
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TEMPLO SHAOLIN ,CHINA

TEMPLO BUDISTA, TAILANDIA


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As mesmas regras que regem as órbitas planetárias, as estações do ano, as


órbitas dos elétrons foram utilizadas para as construções megalíticas da Idade
do Ferro, para a construção e posicionamento das pirâmides.

O que torna o conceito de geometria sagrada mais fascinante é sua globalização,


assim como o xamanismo, em épocas tão remotas que a comunicação entre
diferentes povos era escasso.

Ainda assim, temos a aplicação da geometria sagrada nos templos pagãos do


Sol (como o templo Garni na Armênia), templo de Isis (Ilha Philae), tabernáculos
de Jeová, mausoléus reais e sagrados, santuários de Marduk (Esagila,
Babilonia), santuários de santos cristãos, mesquitas islâmicas.

Acima de todo e qualquer dogma sempre estará o conhecimento.

O que dizer de um instrumento científico, usado na era pré-colonial, para ensinar


aos meninos polinésios a navegar? Ainda que não tivessem instrumentos
básicos como o sextante, a bússola e o cronômetro, eram capazes de navegar
pelos oceanos sem problemas. Valiam-se das estrelas e de outras referências,
como nuvens sobre a terra. Mas, eles eram capazes de se guiar pelas ondas.
As ondas alteradas pela presença de rochas submersas ou extensões de terra.
A difração das ondas causadas por elas pode se propagar por milhas.
Esse conhecimento era ensinado aos meninos através de um sistema
mnemônico, chamado de MATTANG (figura abaixo). Em sua forma, feito de
varetas dispostas em preciso desenho geométrico que lembra ideias de
geometria sagrada europeia. Esse dispositivo mostra todas os padrões básicos
que as ondas formam ,quando são dobradas pela terra.

As proporções sagradas estão regidas por determinados números, como o PHI,


chamado de proporção áurica, presente nas obras antigas da Grécia, na
arquitetura gótica medieval, no crescimento dos seres vivos.
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Talvez, tenha nascido no Antigo Egito este estudo, aprofundado e expandido


pelos gregos. Mas, foi o mundo árabe que o conservou, durante a Alta Idade
Média. Conhecimentos estes que retornaram à Europa no século XII, graças as
traduções de tratados gregos, árabes e latim.

Cabe, aqui, um parêntese. Na Idade Média, o currículo universitário médio


(trivium) versava sobre gramática, retórica e lógica. Já, o mais avançado
(quadrivium , centrava-se em geometria que era estudada com aritmética,
astronomia e música. Todas estas matérias estão relacionadas com os teoremas
de Euclides e os números de Pitágoras (século VI a.c).

A música era considerada uma matéria aritmética e as “divisões entre as notas


adjacentes, definem a harmonia e formam uma aritmética que se pode escutar”,
como escreve Stephen Skinner, no livro DECIFRANDO O CÓDIGO.

Surge, aqui, um dos principais pilares da geometria sagrada: a HARMONIA.

Hermes Trimegisto - pastor, filósofo e legislador egípcio que viveu cerca de dois
mil anos antes de Cristo – disse que “ ASSIM COMO É ENCIMA, É EMBAIXO”.
Hoje, podemos traduzir para o que é verdadeiro para o macrocosmo, também é
verdadeiro para o microcosmo.

As orbitas dos elétrons seguem os mesmos princípios matemáticos das órbitas


dos satélites planetários, dos planetas e das galáxias.

Que princípio a tudo isto mantém?

Num de meus primeiros contatos com Shellyana das Plêiades, perguntei se eles
acreditam em Deus e ela afirmou que, sim, creem na Fonte Criadora.

Estes seres mais evoluídos que nós, tecnológica e moralmente, têm a


consciência expandida e, portanto, sua percepção do sagrado é ampliada, em
relação a nossa.

Shellyana continuou dizendo: “A Fonte Criadora é a energia pura e perfeita que


existe em cada quark de todos os átomos que existem, em todos os universos.
Perceba que a Fonte Criadora existente nos quarks dos átomos dos sóis é a
mesma Fonte Criadora presente nos átomos dos vírus. A diferença é a
quantidade de Sua presença. Quanto mais quantum energético uma
manifestação de existência tem, mais Fonte Criadora nela existe.
Nós somos reflexos individualizados da Fonte Criadora. Portanto, somos todos
apenas um.”

Somos seres energéticos , neste momento, nos manifestando em corpos de


aparência densa, na terceira dimensão e com acessos à quarta dimensão.
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MÔNI MÔNICA DE MEDEIROS

A aplicação geométrica que vemos na concreta 3D permanece e é ainda mais


evidente quando pensamos nas colônias existentes na 4D, em suas formas e
orientações espaciais.

Então, este estudo abrange, obrigatoriamente, do átomo ao cosmo.

Nascido da intuição? Da apresentação por parte de seres que já o conheciam,


em visita à Terra? Veremos.

Mas, sobretudo, devemos perceber as opções de utilização desta energia,


matematicamente, precisa.

E despertamos para o uso consciente de nossa nave pessoal: Merkabah.

A expressão numérica da geometria surgiu em tempos bem posteriores a seu


aparecimento, na história da humanidade.

A complexa geometria do Antigo Egito lhes permitiu mensurar , detalhadamente,


seu país e construir obras complexas. Os gregos, cuja raíz deste conhecimento
era egípcia, aprofundaram ainda mais o estudo.

A magia sempre esteve associada à geometria sagrada. Somente iniciados


podiam riscar certos desenhos, ter acesso aos ensinamentos das formas.

Rei Henrique VI só poderia conceber a forma e sua Capela em Cambridge, com


medidas que não revelassem os mistérios maçônicos aos não-iniciados,
obrigando seu arquiteto maçônico, Reginald Ely, a desenhar as dimensões como
um plano que a geometria sagrada, em proporções de ângulos perfeitos.

As formas geométricas são arquetípicas, invocando energias internas e externas


ao ser.

Representam crenças, como o hexagrama está identificado com o judaísmo, a


cruz com o cristianismo.

Simbologia de iniciados, como o VESICA PISCIS, encontrado no tampo da


FONTE CHALICE, em Glastombury.

Símbolo primordial e mais importante a geometria sagrada, sendo considerado


o símbolo arquétipo de todas as outras formas.

A forma da criação. A energia que jamais acaba, sempre se expandindo e


criando, sem nunca se dissipar.
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MÔNICA DE MEDEIROS

A forma do vesica piscis consiste em dois círculos iguais interseccionados, pelo


centro.

Do ponto de vista da geometria sagrada, trata-se do triângulo equilátero e da


linha reta que parte do centro do círculo, representando os órgãos genitais da
Deusa Mãe.

Foi a base para as construções sagradas da idade média. Círculos sagrados,


templos sagrados e catedrais da idade média tinham sua construção iniciada no
nascer do Sol de determinado dia.

Uma vez escolhido o local da construção por um praticante de geomancia, um


poste era colocado no centro do local e um circulo era desenhado ao ser redor,
o que produzia um eixo leste-oeste. De cada ponta desse eixo, eram desenhados
arcos, formando o vesica piscis, criando um eixo norte-sul.

FORMAS

São poucas as formas básicas da geometria sagrada.


Delas podem ser desenhadas, com compasso e régua, todas as composições
de significado energético.

Estas formas encontram-se em todos os reinos, em todos os universos.

CÍRCULO

Possivelmente, a primeira forma desenhada pelo homem terrestre.


Visível, facilmente, na natureza, nos astros.
As primeiras construções eram circulares, muitas tribos, em todo o mundo,
adotavam esta forma para suas casas.

Os círculos formados pelas cabanas na Gran Bretanha neolítica, os círculos


megalíticos, as igrejas e os templos eram feitos em círculos,forma que une,
protege, integra.

Num antigo tratado alquímico, ROSARIUM PHILOSOPHORUM, lê-se:

“Faz um círculo em volta do homem e da mulher. Fora dele, um quadrado e , fora


deste, um triângulo. Faz o círculo ao redor deste e terás a pedra dos filósofos.”
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A PEDRA DOS FILÓSOFOS : a soma de todo o conhecimento.

Leonardo Da Vinci ,extraordinário gênio que daqui não era, colocou os princípios
da geometria sagrada em seu HOMEM VITRUVIANO:

Desenhado em 1490, está, atualmente, exposto na Galleria dell’Academia, em


Veneza.

Mostra a beleza das proporções humanas, estando o homem inserido num


círculo com o centro no umbigo, mostra o conceito da divina proporção ,baseada
nos sólidos de Platão, que veremos mais à frente.
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QUADRADO

Base da construção dos templos antigos, simbolizava o equilíbrio, a estabilidade.


Representava o microcosmos, A Terra.

As pirâmides do Egito tem a base quadrangular com perfeita orientação em


relação aos quatro principais pontos cardeais do planeta.

Quadrado pode ser dividido em 4 quadrados perfeitos, 2 triângulos equiláteros


ou 8 triângulos iguais. As linhas partindo do centro do quadrado, dirigem-se a
todos os planeta.

É o CAMINHO DO ÓCTOPLU, do budismo.

Mas, se considerarmos apenas as linhas principais, temos AS QUATRO


ESTRADAS REAIS DA GRAN-BRETANHA, que estão relatadas no livro
HISTORY OF THE KING OF BRITAIN, de Geoffrey Monmouth.

Cada uma das direções no Tibet estava sob a guarda simbólica e hereditária de
uma família. Esse modelo foi copiado na Bretanha pelas oito famílias nobres que
resistiram à cristianização, produzindo os reis e santos da igreja celta.

A divisão em 8 do quadrado , na Europa, representava, ainda, divisão do dia e


do ano.

Quando da implantação do calendário cristão, com o sistema duodécuplo(12


meses, 12 horas a cada meio dia), essa divisão por oito permaneceu no
paganismo e na geometria maçônica.
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HEXÁGONO

Forma que surge da divisão do círculo por seus raios.


Frequente na natureza, como, por exemplo, definiu o físico francês Henri
Bérnard, num experimento em que aqueceu a superfície diferentes líquidos,
descobrindo o padrão hexagonal que surgia e que foi denominado CÉLULAS DE
BÉNARD.

A mesma forma está presente nos favos das abelhas.

TRIÂNGULO

Forma relacionada com a espiritualidade, se equilátero.

Apresenta-se em comunhão com os sólidos de Platão.


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MÔNICA DE MEDEIROS

SÓLIDOS DE PLATÃO

Platão (428 - 348 a.c), acreditava que o universo era formado por um corpo e
uma alma.

Para o filósofo, o mundo era formado por cinco elementos (terra, água, fogo, ar
e éter ou cosmo), que se relacionavam com formas geométricas.

s sólidos são objetos tridimensionais primários e completamente simétricos.


São os únicos compostos por polígonos regulares, aos quais são atribuídos
significados místicos, representando os cinco pontos do pentagrama de magia.

“Ashmolean Museum de Oxford, estão em exposição um conjunto de 5 pedras


esculpidas em torno de 1400 a.C., que representam com clareza os sólidos de
Platão (que só foram descritos mil anos depois).” Fonte Geek Trooper

A atual raça humana, no recomeço dos hominais adâmicos na Terra, tinham na


magia sua ciência e sua religião.

Retinham, ainda, o conhecimento dos anteriores membros da 4ª raça, quase


extinta no grande dilúvio.

Sentiam a alma da Terra a falar em suas mentes e aprenderam a usar a


geometria sagrada que nos propiciou chegarmos até aqui.
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AULA 2 – MATEMÁTICA DIVINA

MUNDO EM MANIFESTAÇÃO DOS NÚMEROS


NÚMEROS VINDOS DO CÉU
MATEMÁTICA E MAGIA
GRADE ENERGÉTICA PLANETÁRIA
GRADE ENERGÉTICA DO SER