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MÔNICA DE MEDEIROS

CASA DO CONSOLADOR

GEOMETRIA SAGRADA
AULA 9

MÔNICA DE MEDEIROS
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MÔNICA DE MEDEIROS

TEMAS E DATAS

AULA 1 > A FORMA DA CRIAÇÃO (07/07/2017)

AULA 2 > MATEMÁTICA DIVINA (04/08/2017)

AULA 3 > CÓDIGOS UNIVERSAIS (01/09/2017)

AULA 4 > FRACTAIS (06/10/2017)

AULA 5 > GEOMETRIA NA CRIAÇÃO DIVINA (10/11/2017)

AULA 6 > FLOR DA VIDA (08/12017)

AULA 7 > MALHA TEMPO-ESPAÇO (02/02/18)

AULA 8 > CONVERSANDO COM OS ÁTOMOS (02/03/2018)

AULA 9 > CROP CIRCLES (04/05/2018)

AULA 10 > SOLARIS : FORMAS QUE CURAM (15/06/2018)

AULA 11 > SOLARIS : MÚSICA SAGRADA (15/06/2018)

AULA 12 > VIAJANDO NAS ESTRELAS (06/07/2018)


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“SONS E IMAGENS SÃO ENERGIA QUE VEM


DE DENTRO DE NÓS E QUE SAEM DE NÓS
PARA FAZER O DENTRO DO UNIVERSO.”
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CROP CIRCLE – CÍRCULO NAS PLANTAÇÕES

Pesquisa de campo para sermos ufólogos. Mas qual campo? De todos os


campos, porque senão seremos incompletos, apenas parciais. E quem é parcial
não chega a verdade. Nem buscando o todo chegamos à verdade. Temos que
ter essa visão para entendermos todos os campos. “Crop circle” ou círculo das
plantações serão estudados sob esses vários pontos de vista.
Tem poucas coisas tão bonitas quanto esses desenhos. É um assunto
fascinante, intrigante, polêmico e apaixonante. Tem 1000 ideias, várias análises
diferentes, umas são próximas da realidade, ou não, porque não temos uma
cartilha.
Temos um registro histórico de um círculo na plantação de 1678 d.C. em
Hertfordshire, na Inglaterra. Os moradores relataram que criaturas diabólicas
vinham dos céus para fazer círculos em campos de aveia, com foices.
Colin Andrews, maior estudioso do assunto do círculo nas plantações, pela
seriedade e pela natureza do trabalho, tem como parceiros astrônomos,
biólogos, astrofísicos, físicos, engenheiros (ele próprio é engenheiro),
paranormais, todos os campos. Ele próprio começou como um cético e mudou
porque foi além do campo físico.
A maioria dos círculos acontecem num triângulo equilátero que equivale aos
Condados de Wiltshire, Hampshire e Oxfordshire, na Inglaterra. Tem muita
ocorrência nesses locais.
Colin Andrews tinha uma curiosidade de saber se existia uma lógica nos tipos de
desenhos, com explicação mais plausíveis para esse fenômeno. Ele, então, fez
uma experiência: Colou um mapa na parede e começou a colocar pinos coloridos
por ano e local da aparição. Ele não conseguia ver uma lógica.
Tinha alarme comum instalado em sua casa. Numa determinada noite, às 4h15
da manhã o alarme disparou, o cachorro não latiu, a esposa e filho não
acordaram, nenhum vizinho reclamou. Ele desativou o alarme e voltou para a
cama. No dia seguinte, 4h15 manhã novamente o mesmo ocorrido. Isso
aconteceu por vários dias.
Então ele se sentou em frente ao computador e perguntou o que estava
acontecendo. Olhou para o quadro que marcava há anos e viu um triângulo
equilátero. Mediu a distância entre um ponto e outro e deu exatamente 41,5
milhas, o que o fez comparar com o horário de 4h15. Ele escreveu um livro sobre
isso chamado “Sinais de contato”.
A partir daí ele percebeu que alguém queria falar com ele. Não procurando
apenas a lógica, mas sim, as inteligências que estavam por trás desse
fenômeno.
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Suas conclusões o levaram a entrevistar muitos fazendeiros para compreender


os fatos. Descobriu que os humanos envolvidos no processo têm uma relação
com os círculos, talvez nem o desenho seja casual, ou mesmo que o desenho
esteja adequado para aquela região, para determinada fazenda, com as pessoas
daquele lugar.
Por que ele descobriu isso? Porque ele percebeu que alguns relatos de
fazendeiros continha um desejo para ter um círculo em seu campo de cereal e,
logo depois, o círculo aparecia. E não eram pessoas que acreditavam
necessariamente em extraterrestre. Alguns acreditavam que era um fenômeno
natural da Terra. Existe uma correlação entre pessoas que pediram para ter um
círculo em sua plantação e a ocorrência do mesmo.
Parece que os círculos se tornam mais sofisticados à medida que eles vão
ocorrendo. Na América do Sul eles começaram recentemente a ocorrer e são
extremamente simples. A tendência é que eles se sofistiquem.
Colin acredita, também, que esse fenômeno seja uma comunicação benigna, ele
não vê malignidade nos círculos das plantações.
Stephen Spignesi, especialista no assunto sobre Stephen King, escritor e amigo
de Colin, começou a estudar em parceria sobre o assunto. Colin falou da
impressão de que quando se pede o círculo ele é formado, então decidiu pedir
um círculo no gramado de sua casa. Após uma chuva, com lama, de manhã,
tinha um círculo em seu gramado. Ele se convenceu de que essas inteligências
dos círculos, seja extra ou intraterrestres - porque não sabemos a origem,
sabemos apenas que são provenientes de uma inteligência com tecnologia
superior- têm correspondido aos pedidos feitos pelos fazendeiros.
Mas qual será a finalidade desses círculos? O que nós sabemos sobre os
círculos verdadeiros?
- As plantas não sofrem nenhum dano;
- As plantas sofrem mudanças a nível celular;
- Não existem marcas de danos no solo;
- Não tem pegadas nas proximidades;
- O arranjo das plantas é complexo. Elas vergam em ângulo reto, elas se
espiralam sempre em redemoinho;
- Todos esses círculos apresentam anomalias magnéticas e eletrostáticas;
- A bússola gira sem rumo dentro do círculo. Não se consegue achar o norte
magnético;
- Há presença de material magnético desconhecido no solo e nas plantas.
Isso ocorre em todos os círculos que são verdadeiros, ou seja, não feitos por
mãos humanas.
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No círculo abaixo, Colin acredita que se trata de uma imagem falsa. Mas a
mensagem binária resumida que está neste Círculo é: “Nós avisamos vocês.
Sejam fraternos porque agora não tem outra chance”.
A mensagem é bem sugestiva. Não sabemos, mas para mim, parece verdadeira.

Outra característica desses círculos verdadeiros é que não existem relatos de


alguém ver uma nave fazendo o círculo. Mas tem muitos relatos de avistamentos
de naves nas proximidades, no dia em que o círculo foi feito, antes ou depois da
ocorrência.
Existe uma enorme mudança no campo eletrostático e magnético na área da
ocorrência, com muitas variações em suas medidas.
As medidas térmicas do círculo tem uma grande variação, tem locais mais
quentes e outros mais frios.

A planta que é dobrada no seu nó ele sofre um aquecimento para que haja uma
elasticidade da mesma para que ela dobre sem quebrar. Fazemos o mesmo com
uma verdura cozida para ser dobrada.
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Foram avistadas sondas nas áreas de ocorrência dos círculos. A sonda varre a
área e as plantas sofrem alterações simultaneamente. Isso foi filmado por dois
repórteres. A maioria desses seres não são de terceira dimensão, são
multidimensionais. Portanto, a maioria dessas naves podem não ser visíveis aos
nossos olhos. É logico que, pelo nível de qualidade e tecnologia de precisão
milimétrica que seus robôs possuem, eles se utilizem desse mecanismo para
executar seus círculos. São sondas programadas para fazer as reações
térmicas, eletromagnéticas e eletrostáticas para dobrar as plantações com
precisão e rapidez. Não tem extraterrestre fazendo isso localmente, mas sim,
seus robôs ou sondas. Por isso ninguém vê uma nave na produção de um
círculo.
Um dado interessante: um megálito famoso na Inglaterra, em Wiltshire, chamado
Silbury, datado de 2.400 a.C., considerado um dos mais antigos da Inglaterra,
provavelmente um tumulo, mede 40 metros de altura por 167 metros de diâmetro
parecido com as proporções das pirâmides do Egito, mas não tem ninguém
enterrado lá.
Neste local apareceram um círculo e três seres bem altos relatados pelo
fazendeiro. A polícia tentou encontrar esses seres, mas eles sumiram. É o único
caso em que são visualizados seres num círculo e próximos a um ponto de
grande energia que são os megálitos.
Outro dado interessante da pesquisa de Colin Andrews:

Nos círculos aparecem penas pretas que são captadas apenas por câmeras
digitais e não captadas por câmeras normais. Não se tem a menor ideia do que
seja isso, mesmo porque à olho nú elas não são visíveis. Impressionam pela
aparência. Somente em círculos verdadeiros. Uma evidência de algo diferente,
que voa e depois desaparece.
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O nó da planta fica inchado, continuam crescendo, mais rapidamente, e com


tamanhos maiores do normal, como uma alteração genética. A mudança de
estrutura molecular da planta é bem grande.

Tem até uma cerveja dessas plantas onde ocorreram os círculos. Mas ninguém
sabe o efeito do que acontece na ingestão desses produtos. O próprio Colin toma
essa cerveja e não sentiu nada.
Existem vários tipos de círculos. Círculos religiosos com cruz celta, mandalas;

Matemáticos ou científicos e fractais

Astronômicos com sistema solar e vários alinhamentos de planetas, naturais


parecidos com o de Nazca
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Escritos antigos

A casuística do Colin diz que os círculos estão sempre próximos a áreas


sagradas ou próximos de reservatórios de água, parecendo estar condicionadas
às linhas de Ley, nos “nós” de encontros energéticos, formando um local
sagrado. Os círculos ocorrem nesses “nós”.
Arquitetos fizeram uma projeção do que teria sido Stonehenge, na Inglaterra.
Segundo uma teoria consta que esse monumento foi construído pelos Druidas
encima de um círculo de plantação em homenagem ao fato.
Segundo Colin, entrar num círculo é como entrar numa igreja porque as
sensações de paz e euforia são muito grandes. Eles fazem testes com
paranormais e verificam uma alteração no campo do paranormal dando essas
sensações de paz e euforia. Uma energia saudável, onde se sentem bem. Daí a
conclusão de que seus autores não são ruins.
Buscando decifrar os círculos devemos ter respostas. Por que eles escrevem
numa linguagem que não sabemos nos comunicar?
Temos várias interpretações para uma mesma imagem. Veja a imagem a seguir:

Para alguns é uma cadeia de DNA, interpretando que viemos da mesma raiz.
Para outros, como para mim, é o centro de gravitação do eixo central de nossa
galáxia. Mas cada um vê como consegue interpretar.
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Nessa busca, Colin pegou um engenheiro acústico e começaram a emitir o som


que tinha dentro do círculo. Cada forma representa uma frequência específica.
Conseguiram um som com a frequência de 5.2 Khertz que explodiu as caixas da
rádio que fazia o estudo.
O músico e engenheiro acústico Gerald Hawkings pegou escalas musicais
diatônicas nesses círculos (tom, semitom) e aplicou nos desenhos dos círculos
das plantações. Ele se utilizou do método Botheniano de aplicar letras às notas
musicais. Os compositores da música antiga, como os barrocos Bach e Handel
faziam isso assinando suas composições com as letras de seus nomes.
Música é matemática e matemática é uma linguagem universal.
Será que estamos complicando demais quando a matemática e a música seriam
um meio de entender as mensagens deles pra nós?
Porque povos tão inteligentes se comunicam conosco dessa forma?
Existiu um círculo de 2009 muito famoso que foi construído em três dias
consecutivos, feitos por partes bem complexas. Por que o diálogo é tão complexo
e ininteligível?
Acredito que nem todos os círculos sejam construídos para se comunicar com
humanos. Mas eles possuem tecnologia para conversar de outras formas mais
simples, não? E se for uma demarcação de território onde eles avisam outros
seres extraterrestres sobre seus domínios.

Na figura acima, no alto dela, existe uma cúpula, interpretada como uma
tempestade solar, um aviso sobre esse assunto. Logo abaixo temos planetas e
símbolos desconhecidas.
Tem círculos que parecem vir de línguas mortas. Assim como os povos antigos
sumerianos e outros utilizam essas linguagens. É uma comunicação feita para
seres diferentes de nós, porque não existe uma lógica – até hoje pelo menos -
para que aprendamos seus significados.
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Tem padrões específicos que aconteceram num período parecendo um alfabeto,


mas para Colin não existe ainda um padrão comum que explique sua mensagem.
Temos um círculo preocupante que apareceu em Wiltshire em 22 de junho de
1995: mostra o sol, Mercúrio, Vênus, a órbita da Terra sem o planeta Terra,
Marte, a órbita de Júpiter sem o planeta de Júpiter e o cinturão de asteroides.
Esse alinhamento só acontecerá em 01 de setembro de 2033 e depois em 06 de
maio de 2101.

Temos a órbita sem o planeta Terra. Anterior a isso apareceram o círculo da


tempestade solar e em seguida com o sistema binário e a mensagem de sermos
fraternos pela falta de tempo.
Outro círculo do ano de 2012, com duas interpretações diferentes: tem dois
planetas e uma explosão parecida com uma explosão solar. Tem outra
interpretação que diz que Sirius vai acabar e o sol também e assim, tudo vai
morrer.
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Se compararmos o tamanho dos planetas e suas proporções, a figura mostra


uma proporção entre Sirius, Terra e sol que não batem. Minha interpretação é a
leitura de explosão solar.
Outro círculo astronômico.
Várias bolas menores encadeadas num sistema de planetas significam anos-
solar.

Um encadeamento de seis esferas, no total de 108 esferas, com o sol, Mercúrio,


Vênus, Terra, Marte e algo fora do sistema onde saem dois planetas e inicia um
novo sistema. Será que estão dizendo que em 108 anos Júpiter incandesce e
se transforma em um sol com 6 luas?
Interpretam como sendo Nibiru chegando em 108 anos.
Esse alinhamento é comprovado por astrônomos para daqui a 107 ou 108 anos.

Outro círculo parecendo um relógio polar. A parte mais externa marca o


segundo, o segundo anel é minuto, o terceiro é hora, em seguida dia, mês e ano.
Círculo que ocorreu em junho de 2012.

O Norte magnético deve estar alinhado. Segundo estudos, uma proposta é da


data de 14 de julho, 19 horas, 25 minutos e 30 segundos, mas não diz o ano.
Outra interpretação diz que é 4 de agosto, 19 horas, 43 minutos e 53 segundos.
Depende da interpretação do norte magnético.
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Pela data que apareceu esse relógio, faltavam 6 meses, 1 semana, 10 horas, 30
minutos e 15 segundos, batendo exatamente na data de 21 de dezembro de
2012.
Outro círculo astronômico conta uma história de junho de 2012.

Outro círculo que apareceu na Itália em junho de 2012 na região de Emília.


Um fractal com encadeamento de muitos anos com o sol e a Terra ou a lua com
um círculo em volta. Em algum momento ocorre uma ascensão do planeta Terra.

Parece mais definido com marcação de posição para se transformar a Terra num
planeta mais evoluído de luz.
Outro círculo de relógio no megálito no castelo de Oliver, um relógio solar. Marca
o solstício, o equinócio e também chega a marcar 22 de dezembro.

Outra proposta interessante são os círculos de fractais.


Desenham vários fractais. Fractal se define: A menor parte é idêntica ao todo.
Auto-semelhança, complexidade infinita, dimensão no aparente caos da forma,
existe uma harmonia infinita.
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O que é o Todo? Deus? Somos um fractal de Deus, a parte que reflete o Todo.
No caos existe a harmonia, dentro do caos existe a paz. Será que eles não
querem dizer isso, que somos parte do mesmo Todo, com possibilidades infinitas
de harmonia, que somos todos iguais e apenas Um? É outro tipo de
comunicação.
Uns querem falar de catástrofe, esses dizem que fiquemos tranquilos porque
somos parte do Todo, somos eternos e iguais.
Vamos entender a geometria sagrado nos círculos.
Sua definição: a forma não é dada por nada no campo da terceira dimensão,
mas por forças que se combinam, somam-se, multiplicam-se, dividem-se ou
excluem-se em dimensões imateriais.

Os extraterrestres sugerem há anos para estudarmos Geometria Sagrada. Eles


têm muito interesse em colocar geometria sagrada em grandes reservatórios de
água.
Nos meses de abril, maio e junho de 2012 temos uma série de círculos
interessantes.
O círculo abaixo foi feito em dois dias e em duas partes: o que parece? Um
Merkabah? Uma nave gigante? A Terra, o sol?
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O que é importante nisso? Shellyana diz para pensarmos, mas mais importante
que isso, sentirmos o que isso significa. Não é abrir mão do racional, mas não
se prender na forma, ir além dela.
Eu tive contato com círculos nas plantações mas de forma extrafísica. Me senti
profundamente bem, em paz e eufórica. Escutei uma música linda como se
viesse de um cristal.
Existe alguma coisa além de nossa ciência. Tem algo mais a ser visto e
interpretado como o Pagé de uma tribo que vê além para depois apresentar a
novidade aos seus.
Temos que sentir a profundidade de sua comunicação. Talvez ela fale ao nosso
inconsciente, numa linguagem metafórica, universal, profunda que ultrapassa o
tempo e o espaço.

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