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PROPOSTA TÉCNICA E FINANCEIRA para:

Avaliação Final Externa do Projecto:

“Garantindo o direito à Protecção e segurança das vítimas de violência de género


através do fortalecimento da atenção integrada e da sensibilização comunitária”
Carta de Manifestação de Interesse

Av. Romã o Fernandes Farinha n° 75ª Rua Patrice Lumumba no 783, Bairro Fomento
, Porta 8 Esquerdo, 2º Andar, Matola, Moçambique
Tel. +258 82 0986710, 846806154, 846073317, Maputo, aos 18 de Junho de 2019
NUIT: 400446105,
Email: dadhuconsultores2013@gmail.com
Maputo – Moçambique

Excelentíssimos Senhores

A Dadhu Consultores e Serviços vem por meio desta Proposta Técnica e Financeira oferecer
os seus serviços para a realizaçã o da Avaliaçã o Final Externa do Projecto “Garantindo o
direito à Protecçã o e segurança das vítimas de violência de género através do
fortalecimento da atençã o integrada e da sensibilizaçã o comunitá ria”, em resposta à
solicitaçã o feita pela Associaçã o Médico del Mundo em Moçambique.

Do momento é, com todo respeito e consideraçã o.

Cordialmente.

Departº de Marketing

Fermino Chavane
Índice

1. Introduçã o............................................................................................................................................................ 1
1.1. Contexto macrossocial de intervençã o............................................................................................. 1
1.2. Contexto meso e microssocial de intervençã o............................................................................... 2
2. Comentá rios dos Termos de referências (TdR)..................................................................................... 3
3. Objectivos e resultados esperados da consultoria...............................................................................4
3.1. Objectivo da avaliaçã o.............................................................................................................................. 4
3.2. Resultados esperados da consultoria................................................................................................ 5
4. Perspectiva da avaliaçã o: género e direitos humanos........................................................................5
5.2. Metodologia proposta pela consultoria............................................................................................ 9
5.2.1. Etapas da avaliaçã o......................................................................................................................... 11
5.2.2. Questõ es éticas 15
8. PLANO DE ACTIVIDADES............................................................................................................................. 18
10. ANEXOS 18
1. Introdução

A presente proposta técnica e financeira tem a finalidade de realizar uma Avaliaçã o Final
Externa do Projecto: “Garantindo o direito à Protecção e segurança das vítimas de
violência de género através do fortalecimento da atenção integrada e da
sensibilização comunitária”, levado a cabo pela Médicos del Mundo-Espanha (MDM-E),
uma associaçã o sem fins lucrativos que trabalha no distrito de Matola há sensivelmente 19
anos nas á reas de melhoria da saú de, na prevençã o de doenças de transmissã o sexual e na
luta contra a Violência Baseada no Género (VBG). Estas intervençõ es buscam promover
mudanças e melhorias a diferentes níveis da sociedade moçambicana, desde o
macrossocial, passando pelo mesossocial até o microssocial.

1.1. Contexto macrossocial de intervenção

A problemá tica de VBG em Moçambique tem resultado no aumento de índice de sero


prevalência em particular nas mulheres e adolescentes. AVBG é considerado um assunto
muito crítico em Moçambique, estando vinculada a outras questõ es preocupantes
relacionadas à mulher como educaçã o a rapariga, casamentos prematuros e acesso à saú de.
Estas questõ es estã o intrinsecamente relacionadas com Direitos Humanos (DH) e sã o, de
certo modo, variá veis explicativas para o elevado nível de prevalência de infecçã o pelo
HIV/SIDA no seio de raparigas na faixa etá ria entre 15- 24 anos. (INSIDA, 2009; IMASIDA,
2015).

Em Moçambique, o reconhecimento da violência doméstica contra as mulheres como um


problema social pode ser visto através de esforços levados a cabo por entidades
governamentais nacionais com vista a combater esse mal que transcende o espaço privado
para o espaço pú blico. Esse esforço resultou na aprovaçã o de documentos relevantes como
o Plano Nacional de Combate a Violência Baseada no Género (2018 - 2021), os Planos
Nacionais para o Avanço da Mulher (2002-2006), (2007-2009) e (2010-2014) e o Plano
Nacional de Acçã o Para Prevençã o e Combate à Violência contra a Mulher 2008-2012, que
têm, como objectivo a destacar, expandir a melhoria dos serviços prestados à s mulheres
vítimas de violência, incluindo os serviços de assistência médica, jurídica e psicoló gica
numa coordenaçã o multissectorial e integrada destes serviços, de forma a fornecer uma
resposta atempada e sustentá vel à s vítimas.

No contexto internacional Moçambique é signatá rio de vá rios mecanismos de combate a


violência e propagaçã o do HIV/SIDA, dentre os quais está o Plano de Emergência do
Presidente dos EUA para Combate à SIDA e VBG, o CEDAW e as políticas pó s-Beijing. Desta
forma, o governo moçambicano assumiu o compromisso com a promoçã o da igualdade de

1
género, empoderamento da mulher, o que realizando em cooperaçã o uma rede de
Organizaçõ es Nã o Governamentais que também assumem o mesmo compromisso, como é
o caso da MDM-E e NHAMAI.

1.2. Contexto meso e microssocial de intervenção

Matola, actualmente designada de Maputo Província, é definida pelo seu potencial


econó mico e pelo seu papel econó mico que desempenha para o crescimento econó mico da
Cidade de Maputo. Em paralelo vem crescente, nessa parcela de Moçambique, o nú mero de
organizaçõ es da sociedade civil, podendo contar hoje com mais de 50 associaçõ es que
actuam em diferentes á reas de interesse social, cultural, política, econó mica, ambiente e de
saú de. MDM-E e a NHAMAI sã o duas associaçõ es que realizaçã o acçõ es de intervençã o na
Matola, especificamente nas á reas de saú de, prevençã o de doenças de transmissã o sexual e
na luta contra a Violência Baseada no Género (VBG).

As intervençõ es dessas associaçõ es, especificamente por meio do projecto “Garantindo o


direito à Protecçã o e segurança das vítimas de violência de género através do
fortalecimento da atençã o integrada e da sensibilizaçã o comunitá ria” ocorre num contexto
matolense sobre o qual a literatura aponta, tendencialmente, que ao lado do crescimento
econó mico verificado, constata-se também o crescimento do índice de propagaçã o do
HIV/SIDA, a persistência de casos VBG, entre os fenó menos que caracterizam as
desigualdades e relaçõ es de poder entre homem e a mulher.

Os resultados do ú ltimo senso realizado em Moçambique (INE, 20107) apontam que Matola
possui uma populaçã o total de 1968906, distribuída demograficamente entre 95783
solteiros, 52114 casados, 239474 estã o em uniã o marital, 22349 sã o divorciados e 25417
viú vos. Neste contexto, O relató rio de Mapeamento Programá tico e prevalência 2018
aponta que em Matola, as mulheres apresentam maiores índices de prevalência do HIV em
relaçã o aos homens, pelo sã o e devem ser consideradas um grupo vulnerá vel. Esta condiçã o
de vulnerabilidade é agravada pela violência a que está sujeita, dificuldade de acesso aos
serviços de factores, fraco conhecimento do instrumento legais que a protegem,
desigualdade de género, entre outros factores que a colocam em posiçã o desvantajosa em
relaçã o ao homem.

É reconhecendo a situaçã o de vulnerabilidade da mulher e a importante de salvaguardar os


seus direitos que a MDM-E, em coordenaçã o com NHAMAI, realizaram uma intervençã o na
Matola por meio do projecto “Garantindo o direito à Protecçã o e segurança das vítimas de
violência de género através do fortalecimento da atençã o integrada e da sensibilizaçã o
comunitá ria”. Preocupado com as mudanças que provocaram na situaçã o da mulher, a
MDM-E requereu a realizaçã o de uma avaliaçã o de um impacto, pelo que, esta proposta visa
responder a esse interesse.

2. Comentários dos Termos de referências (TdR)

Por meio dos TdR, a MDM-E busca contratar um consultor ou equipa de consultores com
experiência suficiente para realizar uma avaliaçã o externa do projecto “Garantindo o
direito à Protecção e segurança das vítimas de violência de género através do
fortalecimento da atenção integrada e da sensibilização comunitária” sobre um
enfoque do Género e DH, tendo como base uma metodologia mista que permite incluir
todos os aspectos relevantes da intervençã o, de modo a permitir uma leitura,
simultaneamente, holística, integrada e profunda dos resultados alcançados.

O interesse da leitura da avaliaçã o nã o deve ser apenas a construçã o de um quadro


respectivo da implementaçã o do projecto em que se relacionam os resultados esperados e
os resultados alcançados. Mais do que isso, a avaliaçã o deve possibilitar uma leitura,
simultaneamente, retrospectiva, sincró nica e prospectiva da intervençã o:

 Retrospectiva – a avaliaçã o deve fazer uma leitura do projecto desde a fase de


concepçã o, implementaçã o e conclusã o, construindo uma linha de leitura ló gica
contínua entre esses três momentos sob uma perspectiva do ciclo de projecto;
 Sincrónica – a avaliaçã o deve fazer coincidir o momento de produçã o dos dados e
sua interpretaçã o, buscando valorizar aspectos contextuais presentes na realidade
de intervençã o, visto que, os efeitos e impacto do projecto ainda estã o sendo
experimentados.
 Prospectiva – a avaliaçã o, baseando no conhecimento do que foi feito e do está a
acontecer, deve estabelecer linhas de orientaçã o que permitam potencializar a
sustentabilidade das mudanças provocadas pelo projecto.

A partir dos TdR, a consultoria afirma que as mulheres foram o grupo-alvo prioritá rio do
projecto, no entanto a MDM-E espera que a consultoria seja capaz de incluir todos os
actores directa e indirectamente envolvidos na intervençã o, basta que tenham
desempenhado e continuem a desempenhar uma papel relevante tanto no combate, quanto
na reproduçã o da Violência Baseada no Género (VBG). Desta forma, a consultoria entende
que quanto mais vasto e heterogéneo forem as categorias incluídas na avaliaçã o, mais
informativa e rica será a avaliaçã o.

A consultoria entende que apesar da MDM-E ser autor principal do projecto, a NHAMAI
deve ser o actor ao qual a consultoria deve dar especial atençã o do lado das entidades
implementadoras e as mulheres do lado da populaçã o beneficiá ria, visto que, a
sustentabilidade das mudanças provocadas e dos resultados alcançados dependem das
capacidades desenvolvidas por esta associaçã o para dar continuidade à s acçõ es da
intervençã o e pelas mulheres beneficiá rias para continuarem a agir de acordo com o que
lhes foi transmitido.

Em fim, os TdR sugerem que toda a avaliaçã o deve ser orientada sobre um enfoque do
Género e DH, o que significa que todos os princípios definidos ao nível da literatura e
documentos relevantes devem ser operacionalizados durante a realizaçã o do trabalho de
consultoria, de modo a ver até que ponto foram observados ao longo da intervençã o e
poderã o ser levados em consideraçã o no contexto pó s-intervençã o.

3. Objectivos e resultados esperados da consultoria

3.1. Objectivo da avaliação

A partir dos TdR, pode-se afirmar que o objectivo geral da avaliaçã o final é fazer um
diagnó stico do processo de intervençã o, resultados e impacto do projecto “Garantindo o
direito à Protecçã o e segurança das vítimas de violência de género através do
fortalecimento da atençã o integrada e da sensibilizaçã o comunitá ria” com a finalidade de
produzir outputs que possam servir de liçõ es e aprendizado para informar futuras
intervençõ es.

A realizaçã o do objectivo geral implica a realizaçã o dos seguintes objectivos específicos


definidos nos TdR:

 Efectuar uma avaliaçã o global acerca do desempenho do projecto, atentando para o


impacto das acçõ es em funçã o dos objectivos;
 Identificar as principais fortalezas e fraquezas do projecto;
 Obter uma apreciaçã o dos principais intervenientes do projecto sobre o grau de
comprometimento com as acçõ es em que se encontram envolvidos no projecto;
 Descrever as estratégias de cooperaçã o estabelecidas e o seu impacto positivo ou
negativo na colaboraçã o para acçõ es com maior grau de influência para o projecto;
 Identificar as principais liçõ es apreendidas e propor-se recomendaçõ es prá ticas
para as acçõ es de seguimento;
 Avaliar o impacto do projecto sobre o ponto de vista das principais pessoas
beneficiá rias do projecto;
 Avaliar o grau de sustentabilidade das acçõ es desenvolvidas durante a
implementaçã o do projecto;
 Avaliar a capacidade de intervençã o da NHAMAI nas componentes de sensibilizaçã o
comunitá ria e acolhimento de vítimas de VBG.

3.2. Resultados esperados da consultoria

O projecto implementado pela MDM-E visava, fundamentalmente, alcançar os seguintes


resultados:

 A populaçã o de Matola reconhece o VBG como um problema de direitos humanos e


está envolvida em seu combate.
 Reforçada a capacidade de intervençã o da associaçã o NHAMAI, através da
reactivaçã o e promoçã o de sua actividade de refú gio à s vítimas da VBG e de
coordenaçã o interdisciplinar.

Com base nos resultados esperados do projecto presentes nos TdR, entende-se que, da
avaliaçã o, espera-se, fundamentalmente, os seguintes resultados:

 A consciência e reconhecimento da populaçã o da Matola da VBG como um problema


de direitos humanos.
 O grau de envolvimento da populaçã o da Matola no combate à VBG.
 Capacidades da associaçã o NHAMAI de oferecer atendimento, refú gio e
acompanhamento das vítimas de VBG na Matola.
 Capacidades técnicas, financeiras e materiais desenvolvidas pela NHAMAI para uma
intervençã o interdisciplinar nos casos de VBG na Matola.
 Apresentar as principais liçõ es que os autores e parceiros podem extrair da
implementaçã o do projecto.

4. Perspectiva da avaliação: género e direitos humanos

Para além de uma avaliaçã o objectiva e imparcial, os TdR exigem que a avaliaçã o seja
realizada sobre uma perspectiva de Género e DH. Desta forma, a consultoria deve trazer, no
relató rio final, uma leitura em que os princípios fundamentais da Igualdade de Género e DH
vinculados a questã o da VBG estejam presentes e sejam objectivamente reflectidos.

No nú mero 4, do nú mero 3.1. dos TdR, referentes aos Critérios de Avaliaçã o, a MDM-E
destaca a questã o do Empoderamento como um dos critérios deve ser respondido pela
consultoria, tomando em consideraçã o os níveis pessoal, colectivo e político das vítimas e
de seu ambiente social no seio da relaçã o de pode entre homem e mulher. A avaliaçã o irá
sintetizar esses níveis da seguinte forma:

Ambiente político: Colectivo: instituiçõ es e seus princípios


Políticas;
Leis;
Programas.

EMPODERAMENTO

Ambiente social:
Crenças;
Valores;
Regras socioculturais Individual: capacidades, consciência, habilidades, etc.

Figura 1: Níveis de empoderamento da mulher beneficiá rias

A perspectiva dos DH adoptada para a avaliaçã o, focando-se em aspectos susceptíveis de


serem relacionados com a perspectiva do género, é operacionalizada por meio dos
seguintes princípios:1

O direito à vida é inerente à pessoa humana, pelo que, ninguém pode ser
arbitrariamente privado dela;
Ninguém pode ser submetido a tortura, nem penas ou tratamento cruéis;
Todos têm o direito ao respeito da sua vida e à integridade física e moral;
Todo o indivíduo tem direito à liberdade e à segurança da sua pessoa;
Todos têm o direito ao gozo do melhor de saú de física e mental possível;
Todos devem ser considerados sem nenhum forma de discriminaçã o, devendo-se
manter relaçõ es que promovam e salvaguardam o respeito e a tolerâ ncia recíproca.

5. Metodologia da avaliação
5.1. Operacionalização das exigências dos TdR

Os TdR propõ em uma metodologia mista para a realizaçã o da avaliaçã o, o que exige que a
consultoria faça a combinaçã o entre métodos e técnicas de trabalho quantitativos e
qualitativos de modo a produzir e apresentar dados que permitem uma leitura da realidade
de intervençã o do ponto de vista da sua profundidade e da sua representatividade.

1
Declaraçã o Universal dos Direitos Humanos; Pacto Internacional dos Direitos Civis e Políticos (1966); Carta
Africana dos Direitos Humanos e dos Povos.
Os TdR apresentam quatro níveis primordiais de aná lise (Objectivos/resultados, Processos,
Estrutura e Empoderamento). A consultoria assume a relevâ ncia da sua adopçã o e propõ e a
sua combinaçã o da seguinte maneira:

Nível estrutural: Recursos


Factores Humanos e materiais Factores
externos ao disponibilizados externos ao
projecto projecto

Objectivos/resultados:
o que se espera e como Empoderamento:
Processo: acçõ es
se esperava alcançar realizadas tabela 1.

Nível individual e colectivo:


Factores utilizaçã o dos recursos Factores
externos ao externos ao
projecto projecto

Figura 2: Níveis de aná lise da avaliaçã o e forma de conjugaçã o.

FACTORES EXTERNOS AO PROJECTO: Em todas as etapas da avaliaçã o, os consultores


irã o considerar a possibilidade de existência de factores externos ao projecto que tenham
interferido no curso e estejam a interferir na possibilidade de sustentabilidade das
mudanças alcançadas. Com efeito, esses factores serã o identificados, descritos, de modo a
avaliar o grau de interferência, destacando em tabelas apropriadas no relató rio final.

Ainda de acordo com os TdR, a avaliaçã o tem que se centrar nos critérios de avaliaçã o
recomendados pelo CAD (Comité de Ajuda ao Desenvolvimento) da OCDE e sua
metodologia de avaliaçã o. Para o cumprimento desses critérios, a consultoria define na
tabela seguintes algumas das questõ es-chave para a avaliaçã o, que deverã o ser discutidas e
aprovadas em conjunto com a MDM-E:

CRITÉRIOS COMPONENTES QUESTÕES-CHAVE DA AVALIAÇÃO


Pertinência Importâ ncia, 1. Qual foi a base real e contextual para a concepçã o do projecto?
objectivos, 2. Que problemas o projecto procurou resolver?
métodos e 3. Qual foi como foi a participaçã o dos intervenientes na concepçã o do projecto?
modificaçõ es 4. Que interesses o projecto priorizou na sua concepçã o e implementaçã o?
5. Quais sã o as necessidade reais dos beneficiá rios atendidas pelo projecto?
6. Quais eram as expectativas dos beneficiá rios e outros intervenientes em relaçã o ao
projecto?
Eficácia Nível de 1. Como foram definidos os objectivos (avaliaçã o da possibilidade real do seu
satisfaçã o dos alcance)? Quais eram os objectivos por cada actor envolvidos?
objectivos 2. Até que ponto os objectivos foram alcançados? Ao mesmo nível? Que indicadores
definiram para a sua mediçã o?
3. Como estã o relacionados os objectivos com os resultados definidos e alcançados?
Que quadro ló gico foi definido para fazer essa relaçã o?
Eficiência Optimizaçã o dos 1. Como foram definidos os resultados esperados do projecto? Em funçã o dos
resultados em recursos ou definiram recursos em funçã o dos objectivos?
funçã o dos 2. Como foram definidos, distribuídos, alocados os recursos materiais, financeiros e
recursos humanos no projecto?
3. Até que ponto a metodologia usada permitiu o uso racional dos recursos no
projecto no geral e por cada actor envolvido particularmente? Foram avaliadas
outras alternativas metodoló gicas?
4. Que acçõ es foram privilegiadas na distribuiçã o dos recursos?
5. Com os recursos disponíveis nã o se podia alcançar melhores resultados?
Impacto Efeitos sobre a 1. Que aspectos da realidade da intervençã o o projecto pretendeu mudar? Em que
realidade e níveis da realidade da populaçã o alvo (individual, institucional, comunitá rio,
grupo de governamental)?
intervençã o 2. Que metodologias foram usadas para monitorar os efeitos que estavam sendo
causados pelo projecto? Em que etapa do projecto se começou a observar esses
efeitos?
3. Em consistiu a participaçã o de todos os intervenientes durante o projecto? Como
foi promovida essa participaçã o? Qual é foi nível do seu engajamento?
4. Qual sã o as capacidades individuais, colectivas, institucionais e governamentais
desenvolvidas para combater a VBG?
5. Que melhorias as pessoas beneficiá rias identificam com a implementaçã o do
projecto? Como vivenciam quotidianamente essas medidas?
Cobertura Alcance da Quem eram os potenciais beneficiá rios das acçõ es realizadas no projecto? Onde se
intervenção encontravam localizados? Quais foram os reais beneficiá rios? Onde encontram
localizados?
Em que medida o projecto beneficiou efectivamente as pessoas que realimente
careciam de apoio/assistência? Acçõ es do projecto incidiram sobre aspectos
relevantes das vítimas de VBG? Que variá veis foram consideradas?
A delimitaçã o da cobertura do projecto foi realista? O que condicionou essa
definiçã o? Até que ponto teria sido possível alcançar uma cobertura maior com os
recursos disponíveis?
Como é a que a cobertura do projecto facilitou o alcance dos objectivos e resultados
do projecto?
Em que medida a abordagem do projecto permitiu harmonizar uma cobertura
quantitativa (extensã o) e qualitativa (diversidade e profundidade).
Apropriação Ganhos 1. Quais foram os outputs e inputs trocados durante o projecto entre os vá rios
conseguidos intervenientes? Até que ponto esses inputs e outputs foram traduzidos em
pelos conhecimento e acçõ es concretas?
intervenientes 2. Que meios foram usados pelo projecto para promover e assegurar que os
benefícios e outros intervenientes interiorizassem as mudanças que estavam sendo
promovidas? Como foi avaliada essa interiorizaçã o?
3. Que liçõ es os intervenientes tiram da sua experiência no projecto? Como essas
liçõ es irã o ajudar futuramente?
Sustentabilida Continuaçã o das 1. Serã o as mudanças realizadas durá veis? Até que ponto? O sã o a curto, médio ou
de mudanças longo prazo?
introduzidas 2. Quais sã o as medidas que estã o mais susceptíveis de continuar a médio-longo
prazo? Porquê outras sã o de continuidade duvidosa?
3. O que os autores (MDM-E e NHAMAI) fizeram para que as mudanças introduzidas
durassem apó s a intervençã o? O que podiam ter feito? O que ainda se pode fazer?
Que recursos sã o necessá rios?
4. Qual é a contribuiçã o dos parceiros para a continuaçã o das mudanças?
5. Como podem as mulheres beneficiá rios conservar o aprendido no projecto a longo
prazo? Que factores estã o a facilitar a sua conservaçã o? Que factores estã o a
constranger e dificultar a sua conservaçã o?
6. Quais sã o as capacidades técnicas e financeiras desenvolvidas pela NHAMAI para
continuar com as acçõ es de intervençã o autonomamente? Que parcerias criadas
podem ú teis?
Tabela 1: Operacionalizaçã o dos critérios de avaliaçã o da OCDE

RELEVANTE: Em anexo está apresentada a Matriz de avaliaçã o em que sã o combinadas as


acçõ es realizadas, os níveis de aná lise e critérios de avaliaçã o definidos nos TdR, a
pontuaçã o para cada acçã o, considerando o grau dos resultados alcançados à luz dos
objectivos definidos e resultados esperados, no fim, está a coluna das observaçõ es em que
sã o colocadas as ilaçõ es tiradas em cada acçã o.

5.2. Metodologia proposta pela consultoria

A avaliaçã o será realizada fundamentalmente com numa abordagem interactiva e


participativa. Interactiva porque os técnicos da consultoria deverã o estar em constante
interacçã o com todos os intervenientes do projecto, de modo que os aspectos a serem
considerados sejam progressivamente identificados e incorporados no Relató rio Final, com
especial enfoque para a MDM-E e NHAMAI, na qualidade de autores do projecto.
Participativa porque a consultoria considera relevante que a MDM-E e NHAMAI participem
activamente na conduçã o da avaliaçã o por meio de consultas e discussã o em torno dos
aspectos que serã o operacionalizados durante e processo e incorporados no produto final
da consultoria.
Abordagem interactiva-participativa: a interacçã o entre os técnicos consultores e a MDM-E
será feita numa ló gica de apresentaçã o de propostas, discussã o e aprovaçã o conjunta. Veja-
se abaixo:

Proposta e avaliação da MDM-E


Discussão

Aprovação

Propostas e avaliaçã o Produto final


da consultoria

Figura 3: Ló gica de interacçã o participativa entre os consultores e MDM-E

A participaçã o de todos os intervenientes é fundamental para a conduçã o da avaliaçã o, no


entanto a participaçã o da MDM-E e NHAIMAI, na qualidade de autores do projecto é de
extrema importâ ncia, pelo que, serã o organizadas sessõ es de reuniõ es de interacção-
participativa contínuas entre os especialistas do grupo de consultores e MDM-E e
NHAIMAI.

1º ENCONTRO- Discussã o das questõ es administrativas, da proposta técnica e aprovaçã o


das suas principais linhas orientadoras (se relevante) e aprovaçã o da metodologia de
trabalho durante toda a avaliaçã o: com a MDM-E.

2º ECNONTRO - Solicitaçã o, identificaçã o e selecçã o do material documental relevante para


a descriçã o detalhada do projecto: com a MDM-E e NHAIMAI.

3º ENCONTRO - Planificaçã o e aprovaçã o do plano de actividades para a realizaçã o do


trabalho de campo, o que inclui a identificaçã o dos informantes chaves, instrumentos de
recolha de dados, procedimentos para o contacto e localizaçã o dos informantes-chaves:
com a MDM-E, a NHAIMAI e outros parceiros relevantes.
4º ENCONTRO - Definiçã o da estrutura e componentes do Relató rio Final, o que será feito
com base apresentaçã o dos dados com base nas primeiras leituras gerais feitas no processo
de tratamento dos dados: com a MDM-E.

5º ENCONTRO - Discussã o com a MDM-E para a organizaçã o de uma sessã o colectiva para a
apresentaçã o dos resultados da avaliaçã o.

REFLEXIVIDADE DA AVALIAÇÃO: A avaliaçã o pauta predominantemente por um cará cter


reflexivo, o que implica assumir que qualquer aspecto está sujeito a redefiniçõ es contínuas
e constantes em funçã o das necessidades circunstanciais de incorporaçã o de novos inputs
com vista assegurar que no fim se tenha um produto final acima das expectativas da MDM-
E.

5.2.1. Etapas da avaliação

A estruturaçã o da avaliaçã o em etapas nã o significa que todas as actividades serã o


realizadas de uma vez por todas. Pelo contrá rio, algumas das actividades sã o contínuas ao
longo da realizaçã o da avaliaçã o, como é o caso das visitas à s instalaçõ es da NHAMAI, do
levantamento documental. A avaliaçã o terá as seguintes 5 etapas

 Exploração

Apó s todos os procedimentos administrativos a serem realizados junto da MDM-E, a


consultoria vai proceder, nesta etapa, com a exploraçã o de todo o material documental
disponível que permitirá fazer uma descriçã o detalhada do projecto implementados desde
a sua concepçã o, intervençã o e conclusã o. Para o efeito, a consultoria fará um levantamento
documental cujo material será definido e identificado juntamente com a MDM-E, com
especial enfoque para planos e estratégias governamentais em torno do combate da VBG,
como é o caso o Plano Nacional de Combate a Violência Baseada no Género (2018 - 2021),
planos de acçã o usados ao longo da intervençã o, relató rios relevantes, entre outros.
Ainda nesta fase, a consultoria propõ e a realizaçã o de uma visita à s instalaçõ es da NHAMAI
com vista a identificaçã o de documentos relevantes vinculados à s suas acçõ es de
sensibilizaçã o, capacitaçã o e descriçã o das suas infra-estruturas construídas no â mbito do
projecto. Serã o feitas também visitas ao contexto de intervençã o com a finalidade de
identificar e descrever outros factores (projectos, acçõ es, intervençõ es, etc) que nã o
estejam vinculados ao projecto, mas que possam ter tido impacto sobre a realidade de
intervençã o da MDM-E e NHAMAI, para que nã o se corra o risco de atribuir efeitos
causados por outros factores ao projecto.

 Concepção

A informaçã o explorató ria (secundá ria) servirá de base para a produçã o dos instrumentos
de recolha de dados. Serã o produzidos os guiõ es de entrevistas em profundidade,
Discussã o em Grupos Focais (DGF) e inquéritos por questioná rios. Com base nas questõ es
propostas para avaliaçã o (vide tabela 1), depois de discutidas e aprovadas pela MDM-E, a
consultoria vai produzir os instrumentos de recolha de dados que serã o discutidos e
aprovados juntamente com MDM-E em funçã o dos aspectos considerados relevantes. As
questõ es contidas nestes instrumentos serã o definidas em funçã o de uma matriz de
avaliaçã o geral, contendo os critérios e as questõ es de avaliaçã o.

 Realização do trabalho de campo

A terceira etapa começa com a definiçã o e identificaçã o dos informantes-chave, agrupados


da seguinte forma: (i) autor do projecto 1 - MDM-E, inclui gestores do projecto, consultores
contratados para formaçã o e outros envolvidos na implementaçã o; (ii) autor 2 – NHAMAI,
inclui gestores do projecto, técnicos envolvidos na intervençã o, activistas, entre outros
envolvidos; (iii) parceiros, inclui a Direcçã o provincial do Género, Criança e Acçã o Social
(DPGCAS), Centro de Atendimento Integrado para as Violência Baseada no Género (CAI),
Gabinete de Atendimento a Família e Menores (GAFM), entre outros; (iv) Beneficiá rios
directos, mulheres vítimas da VBG, pessoas das escolas, unidades sanitá rias e da
comunidade sensibilizadas, entre outros ainda por identificar; beneficiá rios indirectos,
inclui líderes comunitá rios, religiosos, entre outros agentes da populaçã o que lidam com a
VBG e podem concorrer para a sua reproduçã o ou combate.

Importante referir que a descriçã o do projecto irá permitir uma melhor identificaçã o dos
informantes-chave, mas importante será relevante a contribuiçã o da MDM-E para a
aprovaçã o dos mesmos como componentes da amostra da avaliaçã o.

Nesta etapa, o trabalho de campo irá consistir na administraçã o de entrevistas em


profundidade juntos dos representantes da MDM-E, NHAMAI, dos parceiros e dos agentes
comunitá rios de modo a obter informaçã o relativamente à s acçõ es de capacitaçã o,
sensibilizaçã o, formaçã o, entre outras realizadas no projecto, recursos utilizados, forma de
utilizaçã o, apreciaçã o sobre o cometimento das acçõ es, os pontos fortes e fracos, entre
outros aspectos. A DGF será realizada com diferentes categorias, tais como mulheres
beneficiá rias, activistas, agentes das escolas, hospitais e da comunidade, de modo a captar
as mudanças de comportamento e consciência quanto a questã o da VBG. O nú mero de
secçõ es de discussã o será proposto e discutido com a MDM-E. O inquérito por
questioná rios será administrado junto dos beneficiá rios directos e indirectos a com
finalidade de analisar o impacto e a sustentabilidade das mudanças ocorridas.

 Tratamento dos dados: relatório preliminar

Segue-se o tratamento dos dados obtidos, identificaçã o, aná lise e interpretaçã o dos dados
relevantes a estarem contidos no relató rio preliminar. O tratamento dos dados qualitativos
será feito com recurso à aná lise de conteú do temá tica. A partir dos objectivos dos TdR
serã o definidos temas com base nos conteú dos serã o seleccionados, agrupados e
interpretados. O tratamento dos dados quantitativos será feito com recurso ao Softwere
SPSS, construindo-se uma base de dados em que serã o organizados os dados, o que irá
facilitar a apresentados dos dados em grá ficos, tabelas e ferramentais estatísticas que
facilitam a sua leituras. Por fim, a consultoria irá conceber e submeter o Relató rio
Preliminar à avaliaçã o crítica da MDM-E a quem caberá decidir se, nesta etapa da avaliaçã o,
partilha ou nã o com outros envolvidos no projecto.

De acordo com os TdR, o Relató rio Final deverá ter pelo menos a seguinte estrutura:
Introduçã o/descriçã o da intervençã o/projecto, propó sito da avaliaçã o, metodologia da
avaliaçã o, metodologia utilizada, resultados encontrados/aná lise, conclusõ es e
recomendaçõ es. Sendo esta a estrutura bá sica exigida, sem sacrifício do nú mero má ximo de
40 pá ginas, a consultoria sugere a seguinte estrutura preliminar que será posteriormente
avaliada, discutida e revista em funçã o da informaçã o obtida e apreciaçã o da MDM-E:

SUMÁRIO EXECUTIVO
INTRODUÇÃO
1.1. Contexto da intervençã o (legal, política e sociocultural)
1.2. Descriçã o do projecto

2. ABORDAGEM DA INTERVENÇÃO
 Perspectiva de género e Direitos Humanos
3. METODOLOGIA

4. RESULTADOS DA AVALIAÇÃO
4.1. Dos objectivos e resultados do projecto
a) Pertinência
b) Eficá cia
4.2. Disponibilidade e estratégia de utilizaçã o dos recursos
a) Eficiência
4.3. Funcionamento do processo durante a intervençã o
a) Eficiência
b) Cobertura
4.4. Envolvimento e empoderamento dos beneficiá rios
a) Impacto
b) Apropriaçã o
c) Sustentabilidade
4.5. Fraqueza e fortalezas do projecto
a) Fraquezas
b) Fortalezas

CONSIDERAÇÕES FINAIS
5.5. Conclusões
5.5. Recomendações

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ANEXOS
Tabela 2: Proposta da estrutura do relató rio final
 Finalização: incorporação dos inputs, entre e apresentação do relatório final

Na fase final da avaliaçã o, a consultoria deverá fazer a revisã o do projecto de modo a


incorporar as observaçõ es feitas pela MDM-E no Relató rio Preliminar, produzindo assim o
Relató rio Final que será posteriormente submetido à aprovaçã o da MDM-E. Apó s a sua
aprovaçã o, a consultoria fará a divulgaçã o e partilha dos resultados da avaliaçã o por meio
de uma apresentaçã o em uma secçã o colectiva a ser acordada e organizada juntamente
com a MDM-E, que contará com a participaçã o de todos intervenientes e interessados do
projecto.

5.2.2. Questões éticas

A realizaçã o da avaliaçã o estará fundamentada na observaçã o dos seguintes princípios


éticos:

Consentimento informado: todos os informantes receberã o informaçã o relevante sobre a


avaliaçã o em recurso por meio do Termos de Consentimento, de modo que escolham
participar livre e conscientemente.

Confidencialidade: toda a informaçã o recolhida circulará dentro do círculo de relaçã o dos


consultores, MDM-E e NHAIMA, sendo usada para finalidades da avaliaçã o. Caberá à MDM-
E decidir usar para outros fins.

Anonimato: a identidade de todos os informantes será mantida em anonimato.

Reciprocidade: a interacçã o entre os consultores, a MDM-E, NHAMAI e outros actores será


baseada na troca recíproca de informaçã o, podendo qualquer das partes pedir
esclarecimentos, tecer comentá rios e apresentar sugestõ es sobre a conduçã o da avaliaçã o.

Intimidade: as questõ es definidas e apresentadas aos inquiridos respeitarã o o direito à


intimidade de cada inquirido, especialmente das mulheres, podendo estas nã o partilhar
informaçã o que nã o queiram, pois nã o haverá nenhuma forma de obriga-las.
Benefícios: o projecto realizado já foi um benefício para o grupo-alvo. Na avaliaçã o por
realizar o benefício consistirá em oferecer um espaço em que a populaçã o beneficiá ria
poderá expressar abertamente as suas opiniõ es e percepçõ es relativamente à s suas
experiências no â mbito da participaçã o no projecto e no contexto da VBG.

Divulgação dos resultados: os resultados da avaliaçã o deverã o ser partilhados entre todos
os intervenientes do projecto durante uma sessã o colectiva. O acesso de actores
interessados deverá ser garantido dentro dos princípios que regem a MDM-E.

6. EQUIPA TÉCNICA

A equipa técnica de consultoria é constituída por profissionais com uma larga experiências
em avaliaçã o de projectos, especificamente virados para as questõ es de género e é liderada
por profissional especializado em Desenvolvimento Comunitá rio e larga experiência em
questõ es de género, acesso à saú de, VGB.

NO Técnico/Especialista Responsabilidades
Elaboraçã o da proposta técnica e financeira;
Interacçã o com a MDM-E;
1 Pesquisador Visitas à NHAMAI e parceiros do projecto;
Coordenador: Má rio Elaboraçã o da metodologia e dos instrumentos de recolha de dados;
Enoque Bambo Realizaçã o de entrevistas em profundidade e DGF;
Sistematizaçã o dos dados qualitativos;
Redacçã o do relató rio preliminar;
Redacçã o e apresentaçã o do relató rio final.
Recolha de dados: levantamento documental, administraçã o de
2 Pesquisador entrevistas em profundidade e questioná rios;
assistente: Isac Jaime Apoio na realizaçã o da DGF;
Guilengue (MS) Revisã o da metodologia e instrumento de recolha de dados;
Elaboraçã o da base de dados em SPSS;
Sistematizaçã o e aná lise dos dados quantitativos;
Apoio na leitura dos dados qualitativos;
Apoio na revisã o do relató rio preliminar.
3 Assessor Técnico: Recolha de dados: levantamento documental, administraçã o de
Teodó sio Camilo Raú l entrevistas em profundidade e questioná rios:
(Lic) Lançamentos dos dados quantitativos em SPSS;
Limpeza da base de dados em SPSS;
Apoio na leitura quantitativa dos dados.
Recolha de dados: levantamento documental, administraçã o de
4 Assessor Técnico: entrevistas em profundidade e questioná rios:
Alfredo Tivane (Lic) Lançamentos dos dados quantitativos em SPSS;
Limpeza da base de dados em SPSS;
Apoio na leitura quantitativa dos dados.

7. EXPERIÊNCIA DOS CONSULTORES

Nome (Especialidade e grau Resumo das experiências dos consultores


académico)
Mário Enoque Bambo Consultor com larga experiência, há cerca de 23 anos que
Doutorando em Projectos pela está envolvido em trabalhos com ONG´s, especialmente na
Uneatlantic da Europa-Espanha. questã o de intervençã o e desenvolvimento comunitá rio.
Mestrado em ciências de Desde 1996 até hoje está envolvido em trabalho
Desenvolvimento e Desenvolvimento relacionados questõ es transversais vinculadas a saú de,
Comunitá rio. género e direito humanos. Foi sensibilizar sobre o
Especializado em Gestã o de projectos e HIV/SIDA aos activistas da Igreja de Exército de salvaçã o
Desenvolvimento comunitá rio. em Maputo, estagiou na ONG REDE CAME, onde realizou
Assessor Sénior de Género e Saú de actividades vinculadas aos direitos da criança e ao
Comunitá ria para os projectos Mozal e HIV/SIDA, elaborou manuais de conteú dos ligados
MCE. prevençã o de doenças como malá ria, HIV, planeamento
familiar, coordenou actividade na PSI na á rea de Saú de
Materno Infantil, providencia apoio técnico à Jhpiego em
matéria de Prevençã o da Violência Baseada em Género
(VBG) e Dreams, entre outras.
Isac Jaime Guilengue Desde 2014, há 5 anos, que realiza vá rios trabalhos de
Mestre em Sociologia Rural e Gestã o de consultorias em vá rias á reas de interesse, como saú de,
Desenvolvimento género, gestã o do ensino superior. Participou como
Especializado em estudos de assistente da avaliaçã o da Avaliaçã o do Impacto do Plano
juventudes, desenvolvimento rural, Estratégico da Rede HOPEM, implementado no â mbito da
com esfericidade em questõ es promoçã o da igualdade de género em Matola, Maputo e
ambientais, parceiros locais. Manhiça; da aná lise da sexualidade entre adolescentes
Consultor independente e colaborador para Unicef; do estudo de conteú dos para a sensibilizaçã o
da CIFI-Consultores e promoçã o do engajamento do homem nos cuidados de
saú de.
Teodósio Camilo Raúl Possui uma larga experiência no desenho, implementaçã o
Mestrando em Desenho, Gestã o e e avaliaçã o de projectos. Já realizou estudo de avaliaçã o
Direcçã o de Projectos de Cooperaçã o de sustentabilidade do Projecto de Electrificaçã o
Internacional- UNEATLÂ NTICO- Comunitá ria em Painéis Solares –Gaza, Realizou estudo
Espanha. do campo no âmbito da Implementaçã o de
Especializado em Desenho, Gestã o e desenvolvimento comunitá rio na Vila de Ressano Garcia-
Direcçã o de Projectos de Cooperaçã o Distrito de Moamba Maputo, foi assistente no estudo de
Internacional. impacto ambiente na Consultoria Horizon-Mbique, foi
Gestor e Fundador da Dadhu formador de coordenadores e activistas em matéria sobre
Consultores & Serviços, Lda. prevençã o de doenças diarreicas, saneamento de meio e
saú de sexual de jovens e adolescentes e HIV/SIDA-
Projecto PSI-Jeito.
Alfredo Tivane Desde a sua licenciatura na UEM que se envolveu em
Licenciado em Sociologia actividades associativas viradas para a intervençã o
Especializado em desenho e comunitá rio. Espaço este em que teve a oportunidade de
implementaçã o de projecto de elabora e implementar projecto de advocacia, reforço
intervençã o comunitá ria. escolar da rapariga, projectos de formaçã o de líderes
Coordenador dos projectos na comunitá rios em matéria de governaçã o local.
Associaçã o Moçambicana dos
Promotores de Paz e Unidade Nacional
(AMPUN) e chefe de Departamento de
Paz

8. PLANO DE ACTIVIDADES

Meses - 2019 Julho Agosto


Semanas 1 Sem. 2 Sem. 3 Sem. 4 Sem. 1 Sem. 2 Sem. 3 Sem. 4 Sem.
Fases Actividades
Reunião com a MDM-E
Visita a INHAMAI Visita ao contexto de intervenção
I

Levantamento documental

Definição dos instrumentos de recolha de dados

Identificação dos informantes

Recolha
II de dados junto dos informantes-chave

Sistematização, análise e interpretação dos dados

Report 1
III Incorporação dos comentários

Report 2
Apresentação dos resultados da avaliação

10. ANEXOS

Matrix valorativa da avaliação


Proposta financeira
Curriculuns dos consultores

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