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I. Introdução

O presente relatório de campo aborda à excursão da cadeira de Agricultura geral e Botânica


geral teve como local a província de Gaza no distrito de Chibuto .Foi realizada no dia 12 de a
18 de Maio de 2019, sob a orientação ou supervisão do dr. Jordão Langa, Msc. Ríxio
Vilanculos e Professor Dr.ͣ Florência Celeste Jonasse. Teve como ponto de partida na
Universidade Pedagógica de Maputo seguindo para o destino acima citado. O trabalho de
campo teve em visitas e interacções com os produtores, na área da agricultura. O mesmo
trabalho de interacção com os agricultores iniciava as 7h e terminavam as 13h, os estudantes
e os professores se deslocam para as localidades para realizar essa interacção entre os
agricultores daquela região.

Realizaram – se seis visitas de estudo, na Escola secundária de Chimundo onde foram


montado 2 ensaios, Produtores do bairro unidade, Associação tinpsulo Banhele, Associação
Minkateco, a Empresa Taj Agro Lda Company e por fim Viveiro de Muxuquete pertencente
ao INCAJÚ.

1. 1. Objectivos

1.1 Geral
 Descrever as actividades realizadas em cada Visita

1.1.2 Específicos
 Detalhar as actividades realizadas;
 Apresentar as constatações obtidas durante a excursão.
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II. Metodologia
Para a realização do presente trabalho, foram usados os seguintes métodos:

 Entrevistas;
 Observações;
 Anotações.

III. Desenvolvimento do Trabalho

3.1 Montagem do experimento na Escola Secundaria de Chimundo

No dia 13 de Maio de 2019, a equipa de estudantes deslocou se ate a Direcção Distrital da


educação Juventude e tecnologia de chibuto para uma pequena apresentação, os mesmos
estudantes sobre a supervisão dos docentes:

Msc. Florencia Jonasse

Msc. Rixio Vilanculo e

Dr. Jordao Langa.

Apôs essa apresentação deslocou-se ate a Escola Secundaria de Chibuto, com o objectivo de
montar um ensaio de sistemas de produção. Chegados lá a escola acima citada teve se uma
recepção calorosa dos professores e alunos da mesma escola.

De seguida fez se a escolha da área para implantação do ensaio em sistemas de produção que
baseava se em dois tipos, que são o sistema em tocas e o sistema de produção em bolsas. Fez
se a preparação do solo que consistiu na lavoura e o nivelamento isso tudo feito manualmente
com ajuda de uma enxada e ancinho para o nivelamento. Essa preparação de solo teve os
alunos da escola beneficiada do ensaio ajudou a fazer essa actividade.

Após a preparação de solo fez se abertura das tocas para o posterior estabelecimento da
cultura de amendoim em duas variedades que são bibiono branco e bibiono vermelho,
obedecendo um compasso de 40cmX50cm e uma semente por toca. Após a sementeira fez se
a selagem hídrica para gatarir a germinação da semente ali lançada e colocando as etiquetas
para a sua fácil identificação das variedades ali colocadas.
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Fez se também o outro ensaio de produção de tomate em Bolsas, onde consistiu no


enchimento das bolsas e colocação na are definitiva. Não fez se o transplante da cultura por
falta, mas os estudantes da mesma escola tiveram a responsabilidade de povoarem aquele
lugar com a cultura de tomateiro.

Depois do estabelecimento do ultimo ensaio daquela escola a equipe dos estudantes da Up e


os seus docentes que os acompanhavam fizeram a entrega dos ensaios ali montados os
professores da disciplina de agro-pecuária a escola acima citada, posteriormente a isso fez se
a despedida dos mesmo.

3.2 Visita aos produtores do bairro da Unidade

A equipe deslocou se ao Bairro Unidade onde os estudantes em grupos de cinco interagiram


com produtores locais. Querendo saber deles algumas informações sobre a sua determinada
produção, sem paralisar as actividades exercida por eles.

Sendo que os produtores apresentaram suas dificuldades no que tange a baixo nível de
produção devido a elevada incidência de pragas (Nematodos, acaros) e doenças virosas, o
custo elevado dos produtos fitossanitários assim como os adubos. Esses produtores têm feito
somente naquela área a produção de hortícolas.

Sendo as mesmas consumidas por eles e comercializadas nas zonas circunvizinhas, assim
como na cidade. Estes produtos têm mais saída ou seja e mais comercializada na época fresca
do que na época quente.

Tem feito algumas práticas de controlo de doenças e pragas usando os bio-pesticidas, mas
que alguns não chegavam de ser eficazes em determinadas pragas. Exemplo: OS produtores
locais têm usado a urina do gado bovino para o controlo de algumas pragas. Depois de tanto
tempo de interacção com os agricultores tivemos que dar algumas recomendações antes da
nossa saída, acerca da produção de cenoura eles tinhas muitas dificuldades em fazer a
sementeira, uma vez que a semente e muito ínfima.

Recomendou-se juntar a semente de cenoura com areia grossa para evitar o uma densidade
enorme de plantas na época da germinação.
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3.3 Visita A Associação Tintswalo Banhele

No segundo dia da excursão fez se uma visita associação acima citada, chegado ao local, a
equipe foi recebido por alguns membros da Associação, tendo iniciado com uma canção
religiosa e de seguida uma oração, sendo uma tradição local, isto e, não si entra nas parcelas
ou campos produtivos antes duma posterior oração. Após a oração feita, mostraram nos
membros, que são compostos por 38 mulheres e 02 homens. Diz que essa associação tem
como um financiador o Projecto Gaza Work. Esta associação dedica se a produção das
seguintes culturas:

 Tomate,
 Feijão verde e
 Batata-doce
 Piri piri
 Papaias, mas tendo em consideração que a cultura principal e o tomate, sendo Sete
linhas de Tomateiro como cultura principal, na linha intercalam com mangueiras e
papeiras, servido de delimitação das parcelas, e funcionando como quebra vento,
tendo o piri piri na entrada das parcelas sendo usado como um repelente para algumas
pragas daquela cultura lá estalada.

Após essa apresentação seguimos a fonte de captação de agua instado na beira do rio
Limpopo, onde ouvi uma explicação de como o sistema funciona, onde primeiramente e
necessário verificar o nível de óleo, nível de combustível e antes de accionar o motor. E
quando não for suficiente acrescenta se o combustível, e o filtro de ar troca se mensalmente,
para garantir o melhor funcionamento do mesmo. E antes de se accionar, ela apresenta duas
válvulas para retirar o ar que encontra se dentro do sistema de rega, abrindo se as válvulas
para sair ar, após essa vistoria coloca se o motor a funcionar tendo uma capacidade de irrigar
1ha/hora acoplada a sistema de rega gota-gota.

Após essa explicação fomos ate a sistema de filtragem da agua, este sistema tem a função de
filtrar as impurezas obtidas no rio que possam impossibilitar o bom funcionamento do
equipamento, de modo a retirar os resíduos antes de chegarem ate ao sistema gota gota, e e
composto pelas seguintes componentes: Válvulas, Filtros, Tubos de descarga das impurezas e
manómetro da pressão de água. Esta associação usa sistema de rega gota gota contendo um
espaçamento de 30cm X60cm trata se de um sistema especifico para culturas de baixo porte.
De seguida fomos ate ao campo de produção do tomate onde eles explicaram como era feita a
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preparação do solo onde incorporavam o capim seco com o exterico de bovino para uma
adubação de fundo, regando por 1 mês.

E foi possível notar nesse campo de produção algumas plantas atacadas por: Viroses,
Lagartas e fungos, explicando os donos da parcela dizendo que essas são as pragas e doenças
mais comuns naquela região onde tem feito o seu controle com produtos fitossanitários.

Apôs a frutificação desses frutos eles tem dado as crianças desfavorecidas naquela região e a
outra parte comercializada na vila de chibuto.

No fim da visita os estudantes assim como os trabalhados tiveram um tempo de trocarem as


experiencias lá vividas no campo assim como os camponeses falaram as ideias ou
recomendações deixadas por alguns estudantes. Depois disso vez se uma oração para deixar
se todas as actividades realizadas naquele lugar.

3.4 Visita Associação Minkateko Muhambe

No mesmo dia fomos também associação acima citada, onde receberam nos com os
produtores dessa associação, sem fugir a regra fez se uma oração antes de começarmos com o
trabalho.

Esta associação Minkateco e composta por 81 membros dos 4 são homens e 77 mulheres,
onde também cada um dos membros possui também uma parcela individual com 7 linhas, e
dedica se a produção de culturas tais como: Tomate, feijão manteiga, feijão verde. Chegados
a essa associação fomos ate os campos estava instalada a cultura de tomate, conduzida sob
tutoragem que foi usado para evitar o contacto directo dos frutos com o solo, a fim de evitar o
apodrecimentos dos frutos. O sistema de rega usado na cultura de tomateiro é o gota-gota,
que permite uma rega localizada, evita o contacto da água com as folhas e frutos.

Neste campo foram identificadas as seguintes pragas: gafanhotos, lagarta mineira, ácaros e
ratos. Para o controlo destes são usados pesticidas. Foi identificada uma virose que é causada
pela mosca branca, na fase de floração naquela cultura (tomateiro), apôs detectarmos essa
anormalidade ouvi uma interacção com o Dr. Jordão explicando que nessa fase em que a
cultura se encontra não e recomendando fazer o arranque das plantas infestadas, porque nessa
fase a virose não ia afectar os frutos. Alem disso eles não tiveram cuidado em fazer o
tutoramento das mesma culturas condicionando a podridão dos frutos que tem o contacto com
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solo. Na fase da despedida do grupo aos trabalhadores notamos os tomates já colhidos para a
posterior venda. Apôs isso fez se a ultima oração e despedimos nos dos agricultores.

3.5 Visita a Instituto de Formação Agrária de Maniquinique

No terceiro dia da excursão a equipe de estudantes e docentes Ríxio Vilanculos e Jordão


Langa, deslocou-se ao Instituto de Formação Agrária de Maniquinique onde interagiu sobre
as técnicas de produção implementadas naquele local.

Chegado ao local, a equipe foi recebido pelos Engenheiros José Magia e Juvêncio.

Após a recepção deslocou-se para visitar os campos de produção, nomeadamente:

 Parcela de mandiocal ( Manihot Esculentum) – onde são produzidas cinco variedades


de mandioca:
1. Mucalane– esta variedade esta a ser desenvolvida para resistir a podridão
radicular, tem alto rendimento mas e uma variedade amarga.
2. Xinhebwe – esta e uma variedade de mandioca doce tem alto rendimento alta
percentagem de matéria seca e tolerante ao Mosaico.
3. Cucci e Tapioca – estas duas variedades serram libertada para o processamento
por ter uma característica muito farinhenta e tem alto rendimento.
4. Amarelinho – esta variedade ainda não foi libertada devido ao seu baixo
rendimento.

O cultivo de mandioca tem sido atacado por algumas pragas como cochonilha, muché e
ácaros, mas estas não afecta o rendimento da cultura.

 Parcela de batata doce ( Ipomeas Batatas) – nesta parcela podemos observar as


seguintes variedades de batata doce, Irene, Bita, Caelane, Alicha, Verde, Guarisas.

De seguida visitou se a parcela de feijoeiro ( Phaseolus Vulgaris L.) onde usa-se o sistema de
rega gota-a gota. Produziu se feijão nhemba de variedade frade de casca leve, muito bom para
alimentação, esta cultura não foi encontrada no campo.

Os estudantes acompanharam e praticaram a sementeira de feijão vulgar da variedade


PAN148, que consistiu em colocar uma semente por covasco numa área 1ha, com um sistema
de rega gota a gota.
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Após a sementeira, a equipe de estudantes visitou outra parcela de ensaio de milho (Zea
Mays). O campo estava a produzir fêmea para depois fazer um cruzamento o mancho e
formar um Híbrido triplo.

Nestas parcelas mencionadas os estudantes constataram que o objectivo é de produzir


sementes melhoradas, tolerantes a:

 Pragas como, cochonilha pulverulenta, lagarta americana.


 Doenças como mosaico africano, podridão de raiz e listrado de milho.

3.6 Visita A Empresa Taj Agro Lda Company

De seguida o grupo acompanhado por técnico de SDAE- Chibuto, visitou uma unidade de
produção de arroz de nome TAJ AGRO Lda possui uma área de 100ha área onde só esta a se
explorar 9ha de arrozal da variedade Simão com um ciclo de 4 meses, e 4ha de milho de
variedade PAN 53. As máquinas usadas pela empresa na produção de arroz, provem da Índia.

Parapreparação do solona produção de arroz a empresa usa as maquinas na seguinte


sequencia:

 Grade;
 Nivelador;
 Escarificadora.

A primeira actividade realizada é a gradagem, quem tem como objectiva principal a


eliminação das infestantes e incorporação da matéria orgânica. Em seguida usa-se a cultiveta
ou escarificadora que é identica a uma charua de aiveca, que faz o reviramento da leiva.

Para o nivelamento do solo são usados máquinas com controlo manual e automático. No
nivelamento manual o operador da máquina faz o controlo manual das máquinas accionada
ao tractor e no nivelamento automático, as máquinas são controladas com um equipamento
chamado odômetro. Odômetro é colocado num local específico no campo com capacidade de
transmissão de 500m e de uma forma automática regula as máquinas accionadas ao tractor
para um nivelamento.
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3.7 Visita a Viveiro de Muxuquete pertencente ao INCAJÚ

A equipe de estudantes orientados pelos docentes Ríxio Vilanculos e Jordão Langa junto com
o técnico de SDAE de nome Januário, deslocou-se ao Viveiro de Muxuquete pertencente ao
INCAJÚ onde interagiu se com técnicos do Viveiro de produção de mudas do cajueiro
destinadas ao fomento as Escolas e Comunidades e venda.

A empresa tem como actividades produzir plantas enxertadas das seguintes culturas:

 Cajueiros (Anacardium Ocidental L.);

 Mangueiras, mas tem como objectivo produzir plantas/mudas de cajueiro para


fomento e venda. E tem como a sua produção anual de 47.000 plantas enxertadas de
cajueiro. Esta estufa tem uma área de 595m², com uma capacidade de 26.500 plantas
enxertadas.

Os técnicos da empresa tentaram explicar o processo da enxertia naquele lugar dizendo que:

Em primeiro lugar faz se o preparo do terisso, para a posterior o enchimento das bolsas, onde
depois procede arrumação das bolsas. Após isso faz se a selecção da semente a olho num,
depois mergulhando na agua, usando a semente que encontramos por baixo do recipiente,
onde e levada ao banca de pré -germinação onde fica por mas ou menos 7 a 10 dias tapado
com um saco de sisal para conservar a humidade. Todas aquelas sementes germinadas leva se
as bolsas obedecendo uma profundidade de 5cm, depois de15 dias faz se a ressementeira nas
bolsas não germinadas. Depois de30 – 45 dias faz se a selecção das dos garfos que tem uma
duração de 7 dias, tendo em conta a selecção dos clones.

Usando os seguintes materiais navalha, tesouras, fitas e procedeu se com a enxertia, onde o
enxertador escolhe o tipo de enxertia. Mas constatou se que a melhor técnica e a de garfagem
(via tanzaniana).

Após ser enxertadas elas passam por um processo de observação, Mudas em crescimento e
Mundas prontas. Após isso as mudas estarão prontas para o fomentou ou comercialização.

Em seguida os estudantes tiveram oportunidade de praticar a enxertia por garfagem e


burbolhia, tendo enxertado 36 mudas de cajueiro. Após o término da actividade de enxertia
tivemos o privilégio de realizar uma breve visita alguns tanques piscícolas que encontravam
se despovoados, que os mesmos pertenciam a esta unidade, tendem o seu principal objectivo
a venda.
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IV. Resultados

Durante a excursãofoi possivel obter varios resultuados no que diz respeitos a diferentes
técnicas e métodos para a producao de diversas culturas. Na producao de tomate foi possivel
aprender novas maniras de preparacao do solo usando o capim seco e o esterico de bovino
para fim de uma adubacao de fundo, e na cultura de arroz foi possivel aprender que a etapa de
preparação do solo é a base para uma boa produção de arroz, as maquinas usadas sao
maquinas que ajudam numa boa preparacao do solo que vai consistir em uma boa preparacao
do terreno que facilita a rega por inundação da cultura.

Para o controlo das viroses que ataca a cultura de tomateiros, decidiu se não arrancar as
plantas infestadas porque já estavam na fase da floração.
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V. Conclusão

Apos o termino da excursao conclui se que experiências que são vivenciadas na excursão
proporcionaram aos estudantes um contacto com diferentes tipos de ambientes fora da sala de
aula que permitiram novas experiências tais como conhecimento da produção de diferentes
culturas, dificuldades que os agricultores tem enfrentado na produção, e conhecer algumas
praticas que os agricultores possuem, partido de ante mão que eles são detector de algum
conhecimento nessa are de produção.

Sem deixar de lado que essas aulas ajudam na assimilação do conteúdo abordado na sala
com as actividades desenvolvidas no campo pelos produtores e propiciam aos estudantes uma
conexão da teoria com as práticas agropecuárias em prol de um melhor aperfeiçoamento para
a construção do conhecimento.
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VI. Constatações

Os produtores tem falta de conhecimentos e informação, no que diz respeito a rotacoes de


cultura, assim como no combate a viroses isso no caso das associacoes, foi um do lugares
onde vimos o mair indece de pragas e doencas.. Foi possivel perceber que alguns produtores
tem falta de conhecimento no uso de algumas plantas que podem controlar e combater
diversas pragas.

Tambem foi possivel constatar que as associçoes são responsaveis pela alimentação das
criancas desfavorecidas assim como orfaos e os bairros circonvisinhos. Tambem constatamos
que o distrito de Gaza concretamente no distrito de chibuto a maioria da populacao dedica se
na area agropecuaria, fazendo uma agricultura de auto sustento, tendo ajuda dos servicos
dristritais das actividades economicas do distrito de Chibuto.
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VII. Recomendações

 O serviço distrital das actividades económicas de Chibuto deve dar uma formação as
agricultores no controlo de pragas e doenças que assolam esses agricultores;

 Com ajuda dum técnico recomendávamos Fazer - um programa de rotação de


culturas, visto que o cultivo é sucessivo de culturas da mesma família acaba alojando
pragas e doenças para a cultura seguinte;

 Recomendamos aos membros da associação usarem a cultura de piri piri na entrada


ou bordaduras das parcelas para repelirem algumas pragas daquela cultura;

 Consociação de culturas por exemplo com cereais e leguminosas, como forma de criar
um microclima que impeça a maior incidência de pragas e doenças no campo;

 Sugeriu se o uso de biopesticidas na falta de condições para aquisição de produtos


químicos para o controlo de pragas e doenças.
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VIII. Anexos

Fig.1 Sistema produção em tocas Fig. 2 Produção em bolças

Fig. 3 Sistema de filtros de agua Fig. 4 Sistema gota a gota

Fig. 5 bolsas com Terriso Fig. 6 Plantas Cajueiro Germinas


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Fig. 7 Plantas enxertadas por estudantes Fig. 8 Estudante da Up a fazer a exertia

Fig. 8 Taque piscícola Fig. 9 Feijão vulgar ( PAN 148)

Fig. 10 Feijão Vulgar


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Fig. 11 Semneteira do feijao Vulgar pelos estudantes da Up.

Fig. 12 O indiano a explicar o funcionamento do Odometro.

Fig. 13 Grade pesada Fig. 14 Escarificadora


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Fig. 15 Tractor fazendo o nivelamento, controlado pelo Odometro.

Fig. 16 Interacção do estudante, dr. Jordão com o Indiano explicando o funcionamento da


niveladora.
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Indice
I. Introdução.......................................................................................................................1

1. 1. Objectivos.......................................................................................................................1

1.1 Geral.................................................................................................................................1

1.1.2 Específicos.....................................................................................................................1

II. Metodologia....................................................................................................................2

III. Desenvolvimento do Trabalho........................................................................................2

3.1 Montagem do experimento na Escola Secundaria de Chimundo................................2

3.2 Visita aos produtores do bairro da Unidade................................................................3

3.3 Visita A Associação Tintswalo Banhele.....................................................................4

3.4 Visita Associação Minkateko Muhambe.....................................................................5

3.5 Visita a Instituto de Formação Agrária de Maniquinique...........................................6

3.6 Visita A Empresa Taj Agro Lda Company.................................................................7

3.7 Visita a Viveiro de Muxuquete pertencente ao INCAJÚ............................................7

IV. Resultados.......................................................................................................................9

V. Conclusão..........................................................................................................................10

VI. Constatações..................................................................................................................11

VII. Recomendações.............................................................................................................12

VIII. Anexos.......................................................................................................................13