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Filosofia e sociologia da educação contemporânea

ARTIGO ORIGINAL

SBIZERA, Carmem Lúcia Giacomeli Aoki [1], DENDASCK, Carla Viana [2]

SBIZERA, Carmem Lúcia Giacomeli Aoki. DENDASCK, Carla Viana. Filosofia e sociologia da
educação contemporânea. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano
04, Ed. 05, Vol. 03, pp. 05-14. Maio de 2019. ISSN: 2448-0959

Contents

RESUMO
INTRODUÇÃO
FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO
FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO CONTEMPORÂNEA
SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO CONTEMPORÂNEA
CONCLUSÃO
REFERÊNCIAS

RESUMO

O presente estudo abordou a filosofia e sociologia da educação contemporânea, e, para


tanto, inicialmente esclareceu-se o que é filosofia da educação e como a filosofia e sociologia
estão relacionadas à educação contemporânea. Para tanto, empregou-se como procedimento
metodológico pesquisa em materiais secundários compostos por livros e materiais
acadêmico científicos que possibilitaram elucidar que a filosofia da educação tem por
principais objetos de estudo as práticas educacionais e as teorias pedagógicas, procurando
organizar as ideias sobre aprendizagem e debater como os alunos podem ampliar e
impulsionar seus potenciais, assim como foi possível esclarecer que o estudo dos processos
sociais referentes à aprendizagem e ao ensino é de responsabilidade da sociologia, e ela
possibilita a compreensão de que a educação ocorre no contexto de uma sociedade. Desse
modo, verificou-se que parte da sociologia da educação acompanhou as demandas e
reivindicações sociais, modernizando-se: a chamada nova sociologia. A partir dessa nova
perspectiva, nasce um olhar crítico à escola, questionando as metodologias, o currículo, a

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forma de aprendizado e as limitações entre o saber escolar e o não escolar. No que se refere
à filosofia da educação na contemporaneidade, observa-se que a formação humana é
questão central para o campo.

Palavras-chaves: filosofia, sociologia, educação contemporânea.

INTRODUÇÃO

Buscar entender o avesso do processo de pesquisa e proporcionar a experiência do pensar é


o cerne da atuação da filosofia da educação na pesquisa educacional, possibilitando, dessa
forma, que se aprimore qualitativamente esta pesquisa por meio da instauração de uma
cultura filosófica.

No decorrer dos anos, observam-se muitos avanços em diferentes aspectos desta filosofia. É
fundamental que tais evoluções sejam acompanhadas pelas escolas, ancoradas por equipes
teórica-filosóficas, de modo que as instituições estejam conectadas a essas mudanças em
busca de melhorias no acesso ao conhecimento, bem como para que consigam promover
reflexões acerca dos resultados obtidos.

Compreende-se que a filosofia tem como uma de suas características o desenvolvimento da


consciência, que exige uma necessidade existencial, de modo que tenhamos o controle sobre
a ciência, a história e a tecnologia. Neste sentido, praticar a reflexão filosófica auxilia no
desenvolvimento da capacidade das pessoas formularem seus questionamentos, bem como
as ensina a buscarem por si mesmas as soluções, contribuindo para o surgimento de uma
geração consciente acerca das questões relacionadas às ações na educação.

Para que o estudo da filosofia não seja uma tarefa tão difícil, é fundamental que se aprofunde
na história para compreender os contextos que levaram cada pensador a optar por seus
respectivos caminhos. Carth (2016) atenta ao fato de que, no Brasil, tem sido habitual que as
cátedras acadêmicas adotem autores mais midiáticos para aplicar aos alunos, o que, para
ele, não pode ser visto como um total equívoco, já que o tempo e o currículo escolar não
permitiriam que todos os pensadores fossem estudados. No entanto, essa é uma prática que
pode limitar o professor em formação, já que não apresenta outras vias pelas quais ele pode
seguir.

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Este estudo tem o objetivo de compreender de que forma a educação contemporânea é vista
pela filosofia e pela sociologia, para tanto, recorreu-se à pesquisa bibliográfica como
metodologia. A coleta de dados se deu em livros e publicações científicas.

FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO

As definições do que é educação variam, dependendo da época, do local, da ideologia, da


política e das circunstâncias nas quais se deram as diversas concepções existentes. Os
distintos princípios foram aplicados em vários planos de educação ao longo dos tempos.

Desde a Grécia Clássica, a educação é um tema da filosofia. A primeira grande obra da


filosofia da educação foi A República, de Platão. Neste trabalho, existe o diálogo mais famoso
desse pensador, cujo tema central é a política. De acordo com o filósofo, a condição para a
criação de uma sociedade perfeita, esta que era a busca da filosofia política platônica, era
que seus membros fossem educados. É a partir deste diálogo que se inicia a extensa relação
entre educação e filosofia política (PORTO, 2006).

Outro objeto de estudo da filosofia são os aspectos epistemológicos referentes à educação,


que, segundo Porto (2006), são abordados sistematicamente no diálogo de Mênon.

É conveniente enxergar a filosofia da educação na perspectiva do senso comum, no entanto,


corre o risco de tropeçar em controvérsias, como, por exemplo, o caso do infanticídio na
Grécia Antiga, ilustrado por Niskier (2001). O autor explica que essa era uma prática que
atendia ao ideal espartano, contudo, outras culturas a negavam. De toda forma, a validade
do senso comum é maior quanto mais for expandido, ou seja, se servir para mais pessoas,
em mais lugares, por um maior período de tempo. Ele também diz que a educação ocorria
por via oral em várias culturas, contudo, isso dependia de uma concordância do clã.

Diversas formas de se fazer filosofia são comportadas pela filosofia da educação. Da mesma
forma, ela comporta várias noções acerca da própria educação. Ela é uma área que tem suas
especificidades, com procedimentos e terminologias próprias, separando-se das ciências da
educação (a psicologia da educação, sociologia da educação e a pedagogia) (PERISSÉ, 2018).

Entretanto, não é por isso que uma área deve ser alheia à outra. As diferenças entre as

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formas de analisar e compreender o fenômeno da educação não justifica o desprezo pelos


conhecimentos adquiridos pelos variados campos de estudo. Pelo contrário, é extremamente
importante que as áreas conversem entre si e que se permitam crescer uma com as
conquistas da outra. É fundamental que haja diálogo entre os pesquisadores e que tanto as
coincidências quanto as especificidades sejam valorizadas (PERISSÉ, 2018).

Gallo (2008) também contribui esclarecendo que a filosofia da educação precisa ser vista
como um exercício para construir a realidade educacional, e não simplesmente como um dos
“fundamentos da educação” ou como uma reflexão acerca das questões educacionais.
Ademais, ele fala sobre as chances de se recorrer a um exemplo que já representou
transgressão no passado e que, atualmente, é um mero clichê, como o uso do termo caixa de
ferramentas, por exemplo.

Borges (2017) explica que, quando se usa esse termo caixa de ferramentas para se referir à
filosofia da educação, acaba-se, consequentemente, assumindo a especialidade como uma
limitação. Cabe apontar que, assim como as demais filosofias, a filosofia da educação
apresenta instrumentos de análise específicos, no entanto, não é sempre que todos os
recursos estão disponíveis. Portanto, é sempre necessário atravessar as limitações dos
saberes institucionalizados.

Neste sentido, melhor do que enxergar a filosofia da educação como uma caixa de
ferramentas, vale mais vê-la enquanto um dos conjuntos instrumentais específicos da caixa
esta que é a filosofia. Muito embora esse conjunto de instrumentos apresentem funções
próprias, voltadas para o campo da educação, elas são criadas por filósofos, que estão
inseridos em um campo muito maior do que unicamente a realidade escolar. Ademais, cabe
questionar o próprio modelo da caixa, pois a simplificação pode ser uma armadilha. Borges
(2017) afirma que o filósofo da educação passar por várias dimensões da vida do indivíduo
para traçar seu plano de pensamento, contudo, sua vontade de contemplar a unidade
múltipla da pedagogia ou a totalidade da formação não pode interferir no corte transversal.

FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO CONTEMPORÂNEA

O pensamento contemporâneo e filosofia foram influenciadas pelas diversas concepções

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históricas acerca da educação (PORTO, 2006). Apesar de a perspectiva idealista não estar
mais vigente, as ideias de Platão fundamentam a filosofia ocidental e a prova de sua
permanência no pensamento ocidental é o próprio desenvolvimento de concepções para
refuta-la, como a transcendental e a empirista.

Nos anos 1990, com o enfraquecimento da teoria marxista, os pensamentos dos filósofos
pós-estruturalistas Foucault, Derrida e Deleuze e dos pós-modernos Baudrillard e Lyotard
servirão de base para a filosofia da educação (PORTO, 2006).

De acordo com Severino (2006), a filosofia da educação compreende que o ser humano
apresenta lacunas, ou seja, não está acabado e, portanto, não tem um ideal para ser
alcançado, do contrário, ele precisa construir uma configuração para si mesmo, esta que não
é previsível, o que significa dizer que ele precisa criar o seu destino.

Desse modo, a política e a ética acabam por perderem sua preeminência e autonomia
enquanto referências fundamentais para a prática educacional. Hoje, não se difere mais o ser
humano como um ser pessoal que atua unicamente como ser social inserido na sociedade,
nem conforme um modelo predeterminado (PORTAL EDUCAÇÃO, 2019).

Temas como multiculturalismo, feminismo, homossexualidade foram inseridas a partir da


influência pós-estruturalista, bem como os assuntos referentes às questões raciais e étnicas.
Do pós-modernismo, adquiriu-se os diversos tipos de relativismo, como o psicológico,
epistemológico, cultural, entre outros. Vale ressaltar, contudo, que essas duas correntes
intelectuais não são delimitadas por diferenciações rigorosas no que diz respeito às teorias
educacionais, por isso é comum que as duas sejam enquadradas como pós-modernistas
(PORTO, 2006).

Complementa ainda Lima (2009, p.39) que o caráter emancipatório do saber foi perdido
quando passou a ser tratado pelo capitalismo como uma mercadoria, ou seja, foi
mercantilizado. Com isso, soterrou a leitura da capacidade da ciência em despertar a
consciência humana. De acordo com o autor, para o campo pedagógico, isso representaria “o
fim da possibilidade de constituir uma geração autônoma, socialmente útil, culta e
culturalmente humanizados, com potencial de produzir e transformar a sociedade”.

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É dessa forma que se desencadeia uma crise educacional que atinge o próprio exercício de
ensinar e afeta a legitimidade da prática educativa, já que a razão passa por um processo de
debilitação devido à porosidade valorativa dos diferentes contextos (PORTAL EDUCAÇÃO,
2019). No entender de Lyotard (1998), na perspectiva pós-moderna, o saber não é
conhecimento e nem ciência.

O conceito de educação que tem sido edificado na contemporaneidade toma a incapacidade


dos modelos ético-políticos das tradições racionalista e metafísica e opta por partir da
contingência inerente do sujeito ao invés da apoditicidade e da transcendentalidade e da
universalidade dos valores. Desse modo, a formação do sujeito como um sujeito cultural é a
proposta da educação (SEVERINO, 2006).

A nova estética passa a ser a referência do conceito de educação que está sendo construído.
A educação começa a perpassar por um âmbito mais antropológico do que ético e político,
pois o entendimento é o de que a transformação ética e política só virá a partir da formação
cultural na educação.

Com muita frequência vê-se a transformação do homem naquilo que ele precisa se tornar
como uma responsabilidade da educação ou da psicologia, no entanto, nem todos os teóricos
concordam com essa visão, tal como Lopes (2017). Contudo, a Filosofia da Educação na
contemporaneidade precisa enfrentar justamente esse problema quando se faz a relação
entre a educação e o projeto antropológico. Pensar a constituição e a experiência da
subjetividade na prática educativa é o maior desafio. Portanto, primeiramente, é necessário
denunciar que os discursos pedagógicos acerca da educação têm se desinteressado pela
experiência.

O que se percebe é que o discurso sobre a experiência e as diversas interpretações do


sentido tem ocupado o lugar da própria experiência, portanto, o pedagogo hermeneuta está
no lugar do filósofo educador. Quanto à subjetividade, nota-se que ela é conhecida somente
em relação a um sujeito, unicamente como qualidade e integrada ao regime de identidade
transcendental e lógica do Eu. Por isso, é fundamental que retire a educação das limitações
do projeto antropológico da Filosofia, da mesma forma que, outrora, a filosofia precisou
reverter seu confinamento ao platonismo. Para Lopes (2017), a antropologia não é suficiente
para a constituição de uma filosofia do acontecimento, que consiga romper com a ortodoxia

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e os pressupostos do pensamento. Foucault (2001) também contribui, dizendo que:

a filosofia e as ciências do homem se fascinaram umas pelas outras e, por isso,


entraram em uma espécie de adormecimento antropológico, situação que precisa
mudar, elas precisam acordar, da mesma forma que, em outros momentos, o sono
dogmático foi interrompido.

A fala de Foucault traz à tona as relações controversas entre a Educação e a Filosofia,


questão debatida por vários autores da contemporaneidade, o que indica a importância de se
analisar de forma mais profunda a forma pela qual a configuração antropológico-humanista
do pensamento se configura nos escritos dos filósofos da educação, sendo uma noção
fundamental que identifica um tipo universalista de Antropologia filosófica no campo da
Filosofia da Educação. Consequentemente, essa representação acaba definindo a práxis
educativa como um projeto antropológico, que, nos dizeres de Lopes (2017), significa a
criação da imagem do homem a educar e o estabelecimento do sentido de que a existência
real, social e histórica do homem no mundo tem a educação como uma mediação
fundamental.

Além disso, é preciso se afastar da ortodoxia do pensamento filosófico para que se


aumentem as possibilidades de romper com a circularidade estabelecida por essa imagem
antropológica que predomina no pensamento da Filosofia da Educação. Por fim, somente
conjugando uma prática de invenção será possível realizar críticas.

SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO CONTEMPORÂNEA

Desde o princípio dos campos da Educação e da Sociologia, a relação entre eles tem sido
benéfica. A Sociologia contribui com a Educação ao passo que lhe possibilita refletir acerca
dos processos educativos, considerando mais do que as instituições escolares e as aulas. Isso
fez com que a Sociologia da Educação tivesse seu ápice antecipado, renovando a
investigação educativa na contemporaneidade. Este campo acrescentou os pressupostos e
da sociologia sem menosprezar os questionamentos acerca da ação pedagógica. Dentre os
teóricos pertencentes a esse movimento estão Michael Apple, Pierre Bourdieu, Bernard
Lahire, Basil Bernstein, e mais vários outros, que também recorrem a contribuições de

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diversas disciplinas, como a Antropologia, a Psicologia, a Economia, etc. (OLIVEIRA; PEREYRA,


2015).

O desenvolvimento do campo e seus vínculos com demais áreas foi imprescindível para que
o ensino de Sociologia passasse a ocupar uma posição de protagonismo na história da
Sociologia. Três razões justificam isso: 1. As dúvidas por parte do ensino exige que se pense
acerca de uma tradição sociológica, isto é, as formas de sobrevivência e permanência no
decorrer do tempo de valores, pressupostos e ideias sobre a sociedade; 2. A partir do ensino
da disciplina, pode surgir um espaço em que interpretações sobre o mundo social e os seus
significados são construídas, afinal, o próprio debate sobre a necessidade de se ensinar
Sociologia nas instituições escolares já traz o cruzamento entre a cristalização dos
imaginários que configuram as relações sociais e a capacidade de desnaturalizar a vida do
dia a dia; 3. A utilidade social da Sociologia pode ser repensada quando essa disciplina está
presente nas escolas, auxiliando na tarefa de compreender para que ela serve (LAHIRE,
2006; LAHIRE, 2013; DUBET, 2011; BAUMAN, 2014).

Segundo Young (2000), a perspectiva dessa nova sociologia para a escola é diferente,
buscando concretizar críticas às metodologias de ensino, ao currículo, ao aprendizado que
não foca as disciplinas mas os estudantes, às limitações entre o saber escolar e o saber não
escolar. O tema do controle social dos comportamentos e do poder nas variadas formas de
ensino existentes foram recolocados na nova sociologia da educação por Apple (1989) e por
Bernstein (1993). A discussão da formação dos indivíduos para vida voltou à tona, a partir da
centralidade que passou a se dar ao tema da cidadania, bem como vieram as críticas à
formação voltada aos interesses mercadológicos. As políticas educacionais e políticas
ganharam um eixo vinculado ao reconhecimento social, quando assistiu-se grande adesão às
ações afirmativas. Além disso, vê-se uma tendência da nova sociologia em buscar propostas
alternativas de formação superior, com foco nas questões específicas de cada sujeito e não
nas novidades pedagógicas (GOHN, 2012).

CONCLUSÃO

Por meio deste trabalho, pôde-se observar que o campo filosófico preocupado em refletir a
sociedade por meio dos processos e sistemas educativos, bem como da sistematização de

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métodos didáticos e de outros pontos ligados à pedagogia é a Filosofia da Educação. Sua


principal função é compreender as relações entre o funcionamento da sociedade e o
fenômeno educativo.

Esta relação estabelecida entre educação e humanidade é justamente o que faz com que a
primeira não se apresente como um mero treinamento. Portanto, o filósofo da educação
adotará como sua tarefa mais importante o questionamento acerca dos objetivos da
educação, buscando todos os porquês que se apresentarem nesse processo.

A Educação tem tido a Sociologia como uma ciência aliada, ao passo que essa união contribui
para a formação de um olhar mais racional e crítico sobre a sociedade e seus fenômenos.

Considera-se que é fundamental que se analise a prática educacional não somente pela
Sociologia, mas por diversas áreas do conhecimento, considerando as mais variadas
questões econômicas e políticas que participam de seu desenvolvimento.

A aliança entre educação e o conhecimento sociológico precisa auxiliar para que os


indivíduos sejam conscientizados, ajudando-os a escapar da exploração de grupos
dominantes ou do Estado. Por ser uma área do conhecimento tão relevante para entender a
educação, a Sociologia se tornou uma disciplina na formação inicial e continuada de
professores e demais profissionais da área.

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[1]
Teóloga. Licenciada em História. Docente de História e Geografia do Curso de Bacharel em
Teologia na Universidade Santanna em São Paulo – SP. Mestranda em Ciências da Religião
pela Universidade Presbiteriana Mackenzie.

[2]
Teóloga, Doutora em Psicanálise Clínica. Atua há 15 anos com Metodologia Científica (
Método de Pesquisa) na Orientação de Produção Científica de Mestrandos e Doutorandos.
Especialista em Pesquisas de Mercado e Pesquisas voltadas a área da Saúde.

Enviado: Maio, 2019

Aprovado: Maio, 2019

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