Você está na página 1de 5

Teologia e Cultura Prof.

: Nabor

Rodrigo Suzigan Randi 4º EGMM RA 017212-2

A Arte como Exercício da Transcendência

Todos os povos e culturas a eles relacionadas desenvolveram


linguagens artísticas durante os tempos, a arte não é supérflua é
fundamental para a nossa sobrevivência, é tão importante quanto o
oxigênio, pois nossas células são alimentadas e sobrevivem graças ao
oxigênio e a arte da mesma forma alimenta a cultura.
Existem sete tipos de arte: a literatura, a poesia, a arquitetura, o
cinema, a musica, a pintura e a escultura. Os seres humanos conseguem
fazer arte, pois possuem em sua formação a sensibilidade, diferente dos
robôs dos animais que não possuem.

Percepção

Razão Seres Humanos

Sensibilidade

Muitas pessoas relacionam a beleza como fator principal da arte, mas


a beleza não é fator primordial de uma obra de arte, pode ser considerada
arte uma obra que não possui beleza aparente, mas o seu significado possui
expressão e significado. O por do sol também não é arte, mas quando pinta-
se um quadro transmitindo a imagem de um por do sol faz-se arte, obra de
arte somente os seres humanos fazem.
Um dos objetivos da obra de arte é o exercicio da transcendencia que
siginifica a quebra dos elementos, dos principios a ultrapassar fronteiras.
Como exemplo podemos citar uma professora que estava com preguiça de
dar aula, sendo assim, mandou seus alunos desenharem. Paulinho um dos
alunos estava fazendo um rosto de perfil. No primeiro momento a
professora gostou do que Paulinho estava desenhando e falou para ele
terminar. Quando terminou Paulinho havia desenhado um rosto de perfil e
frente no mesmo desenho, ao olhar o desenho a professora perguntou o que
era aquilo que Paulinho havia feito, pois na sua concepção estava horrivel,
o que ela não entendia ou não conseguia enxergar, era que aquela forma é
como Paulinho via um rosto, de perfil e frente ao mesmo tempo, o detalhe
curioso é que esse mesmo Paulinho após alguns anos virou Picasso, um dos
percussores da arte.
Página 1/5
Teologia e Cultura Prof.: Nabor

A transcendencia é isso se alcança quebrando conceitos, o


instrumento para essa busca é o artista, eles são responsaveis pelas
mudanças dos tempos, exercitando a transcendencia, não se prendendo ao
passado, presente e nem futuro, eles quebram as regras e ultrapassam as
fronteiras.

Talvez se conseguíssemos entender a frase a seguir, saberíamos


definir o que é a arte.

“ O que é não pode ser verdade ”


Ernst Bloch

A formação desta zona empobrecida em cromo


chama-se sensitização, porque torna o material
sensível à corrosão intergranular.

A sensitização depende do teor de carbono do aço


inoxidável e do tempo em certa temperatura. Os aços
austeníticos sofrem sensitização quando são expostos
na faixa de 400 a 950 oC, enquanto que os ferríticos
somente para temperaturas acima de 925oC.

A exposição de um aço inoxidável sensitizado ao meio


corrosivo não leva necessariamente à ocorrência da
corrosão intergranular. Muitos meios corrosivos como,
por exemplo, ácido acético na temperatura ambiente,
soluções alcalinas como carbonato de sódio, ou ainda
água potável não causam corrosão intergranular,
nestes casos não há motivo de preocupação quanto a
sensitização.

Por outro lado diversos meios causam corrosão


intergranular, como: ácidos acético à quente, nítrico,
sulfúrico, fosfórico, crômico, clorídrico, cítrico,
fórmico, lático, oxálico, ftálico, maleico e graxos;
nitrato de amônia, sulfato de amônia, cloreto ferroso,
sulfato de cobre e SO2 (úmido).

Existem diversos testes para se verificar a


Página 2/5
Teologia e Cultura Prof.: Nabor

susceptibilidade à corrosão intergranular, sendo que


os mais comuns se encontram descritos no ASTM A
262. Um destes (prática A) é o ataque eletrolítico
numa solução de ácido oxálico, que é um ensaio da
realização simples e rápida e que permite ou a
aprovação do material (ausência de sensitização) ou
indica a necessidade de um teste adicional, mais caro
e demorado.

Existem também testes eletroquímicos, como o teste


baseado na reativação potenciocinética. Um aço
inoxidável não sensitizado terá sua camada passiva
protetora eficiente durante um certo tempo, caso lhe
seja imposto um certo potencial eletroquímico antes
do cotovelo da curva de polarização anódica. Caso o
aço esteja sensitizado as regiões empobrecidas em
cromo irão nuclear a ruptura da passividade
rapidamente, sendo detectável uma elevada corrente
de corrosão. Este teste eletroquímico é possível de ser
feito em campo.

A prevenção da corrosão intergranular (a prevenção da


sensitização) se faz empregando-se aços inoxidáveis
austeníticos com teor de carbono inferior a 0.03% ou
aços contendo elementos como nióbio ou titânio, que
fixam o carbono, não o deixando livre para formar
precipitados com o cromo. Mesmo com o emprego
destes aços devem ser tomados cuidados quanto à
realização de tratamentos térmicos posteriores à
soldagem, os quais podem causar sensitização.

Outra técnica de prevenção é a solubilização, que


consiste no reaquecimento de um aço inoxidável
sensitizado acima de 1050oC, seguido de um
resfriamento muito rápido de modo que não haja tempo
para a reprecipitação dos carbonetos. Esta técnica só
é viável em peças que possam ser submetidas ao
desempeno (o choque térmico causa significativas

Página 3/5
Teologia e Cultura Prof.: Nabor

deformações) e também à decapagem (o aquecimento


provoca a oxidação). Uma aplicação usual do
tratamento de solubilização está na fabricação de
tubos de aço inoxidável com costura.

Os aços inoxidáveis ferríticos apresentam uma


velocidade de difusão do cromo muito maior que os
austeníticos, o que significa que nestes aços a
sensitização é muito mais rápida.

Nos aços inoxidáveis ferríticos a sensitização deve-se


à precipitação de carbonetos e nitretos de cromo.
Nestes materiais o número de meios corrosivos
capazes de provocar a corrosão intergranular é bem
maior.

O uso de baixo de carbono ou o uso de elementos


estabilizantes, como o nióbio ou titânio não são
medidas tão efetivas como o caso dos aços
austeníticos.

Para se prevenir a corrosão intergranular dos aços


inoxidáveis ferríticos, a solução consiste em se aplicar
um tratamento térmico relativamente prolongado
(cerca de 2 a 3 horas) a 790oC, com o objetivo de
promover a difusão do cromo da matriz (interior do
grão) para a região empobrecida, restaurando a
resistência à corrosão.

Os aços inoxidáveis de estrutura duplex (austeno-


ferríticos) tem geralmente maior resistência à
corrosão intergranular que os aços austeníticos de
mesmo teor de carbono. Isto ocorre porque a
precipitação de carbonetos é mais aleatória na
estrutura, em vez de ficar concentrada junto aos
contornos de grão, e porque a fase ferrita é mais rica
em cromo que a austenita, podendo perder cromo para

Página 4/5
Teologia e Cultura Prof.: Nabor

os precipitados e manter ainda cromo em solução


sólida suficiente para resistir à corrosão.

Página 5/5