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Pontes

Luanda, Angola – 31, Julho de 2017


Breves considerações e historia das Pontes, 0

Luanda, Angola
06, Agosto de 2018

Pontes
Prof. Herman Mendes Dumby
ISPTEC - Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências
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Referencias

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Possível Programa
Introdução ao estudo de pontes

Projecto de pontes

Cargas e Combinações

Modelação

Métodos construtivos de pontes

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ENGENHEIRO DE CONSTRUÇÃO CIVIL


OU
ENGENHEIRO CIVIL?

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ENGENHEIRO DE CONSTRUÇÃO CIVIL

▪ Construções

ENGENHEIRO CIVIL

▪ Estruturas (Betão, Aço, Madeira, Vidro)

▪ Hidráulica

▪ Urbanismo

▪ Geotecnia

▪ Construções

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Avaliação

Voces ja sabem com


funciona

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1. Introdução

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1. Introdução

As estruturas mais antigas que se mantém remontam à fase posterior


do neolítico. Eram os primeiros desafios do homem para vencer vãos.

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1. Introdução
SÃO RARAS AS PONTES PRÉ-HISTÓRICAS EXISTENTES EM TODO O MUNDO. AO
LONGO DO TEMPO AS GUERRAS DESTRUÍRAM A MAIOR PARTE DELAS. ERAM,
ALIÁS, DOS 1ºELEMENTOS A SEREM DESTRUÍDOS.

Arkadiko Bridge, Grécia Antiga, C a. 1300-1190 BC De acordo com


várias fontes, a ponte mais antiga do mundo.

Em diversos pontos do globo ainda se encontram algumas pequenas


pontes, bem anteriores à era cristã.

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1. Introdução
A PONTE MAIS ANTIGA EM ARCO, COM UM SÓ VÃO, QUE CHEGOU AOS NOSSOS
DIAS, ESTÁ NA TURQUIA E DATA DO SÉCULO IX AC. OS SUMÉRIOS E OS EGÍPCIOS
TERÃO SIDO OS PRIMEIROS POVOS A CONSTRUIR PONTES COM ARCOS E
ABÓBADAS E DOMINAVAM ALGUM CONHECIMENTO. OS PERSAS E OS GREGOS
BENEFICIARAM DESSE CONHECIMENTO.

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1. Introdução
Construção da fase inicial do Império Romano, ainda com forte Influência
Bizantina e Otomana –sec. IIA.C.

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1. Introdução

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1. Introdução
Porquê ?

Naturalmente as necessidades e oportunidades de


manutenção de um império muito contribuíram para
que a Engenharia de Pontes fosse prioritária, mas
além disso..

3Factores fundamentais:

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1. Introdução

1. Os romanos adicionavam à cal, com argila cozida pelo


calor do vulcão, areia e água, que não se desintegrava
quando exposta à água. Essa argamassa era usada como
ligante nos pilares e arcos e como enchimento de
fundações.

2.Durante a construção das pontes eram registados em placas


de cera todos os incidentes e acidentes no processo
construtivo. Essas placas de cera eram levadas para Roma
onde se consolidava a informação.

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1. Introdução
3. Os Romanos, pioneiros desta tecnologia, usavam aduelas
circulares de madeira, colmatadas com argilas para fazer
ensecadeiras. E assim poder construir apoios nos cursos de
água.

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1. Introdução
PONT DU GARD PRÓXIMO À NÎMES, FRANÇA, 50 M DE ALTURAE
269 M DE COMPRIMENTO COM TRÊS PONTES, UMA SOBRE A
OUTRA (INICIADA EM 19AC).

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1. Introdução
Escola Inglesa

Com a Revolução Industrial no século XIX


•Surge a Rede ferroviária como via de comunicação e ocorre
um forte Desenvolvimento do ferro e do aço,
A engenharia de pontes conheceu, no domínio das pontes
metálicas, uma época de grandes avanços científicos e
tecnológicos.

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1. Introdução
Escola Inglesa
Primeira Ponte Metálica, UK, séc. XVIII.

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1. Introdução
Escola Inglesa

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1. Introdução
Escola Inglesa

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1. Introdução
Escola Inglesa

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1. Introdução
Escola francesa

A França tornar-se-ia um bastião da engenharia das pontes: o


Corps des Ponts and Chaussées criado por Luís XIV para manter
as estradas e as pontes do reino, viria a dar origem no século
XVIII à École des Ponts et Chaussées, a primeira escola superior
de engenharia civil do mundo.

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1. Introdução
Escola francesa

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1. Introdução
Escola francesa

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1. Introdução
Escola francesa

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1. Introdução
Escola francesa

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1. Introdução
Escola francesa

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1. Introdução
Escola Germanica

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1. Introdução
No Sul da Europa, em Portugal, surgiu um projetista com uma
cultura por um lado fortemente empirista, por outro lado com
firmes sustentações de conhecimento teórico, deixou obras
únicas no mundo: Edgar Cardoso

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1. Introdução
Escola americana
Apesar da História das Pontes Suspensas estar indiscutivelmente
ligada à Engenharia Americana durante muitas décadas, a
mais antiga ponte suspensa conhecida não se localiza nos
Estados Unidos.

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1. Introdução
Escola americana

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1. Introdução
Escola americana

Lisboa

São Fransciso

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1. Introdução
Japão

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1. Introdução
O Caso da China –uma escala nova.

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1. Introdução
O Caso da China –uma escala nova.

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1. Introdução
O Legado que recebemos é umaresponsabilidade.

Apenas depende de nós fazer com que a Engenharia Angolana


se torne numa “Escola.”

Issopode também acontecer nestasala.

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Referencias

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5. Referencias
APPLETON, Júlio. Estruturas de betão. 1º ed Edições Orion , 2013.

Aulas de Pontes, da Universidade de Coimbra – FCTUC-DEC

Aulas de Pontes, da Universidade do Porto - FEUP

Figueiredo, E.; Moldovan, I.; Marques, Manuel Barata (2013). Condition Assessment of Bridges: Past,
Present and Future. A Complementary Approach. Universidade Católica Editora, ISBN: 978-972-54-
0402-7.

Freitas, J. M. (2008). Ação do Tráfego Rodoviário em Pontes de Betão Armado – Análise da situação
portuguesa e comparação com os modelos propostos pelo EC1 e pelo RSA. Dissertação de
Mestrado, Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, Portugal.

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