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UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ

CURSO: HISTORI/LICENCIATURA
DISCIPLINA: ASPECTOS ANTROPOLÓGICOS E SOCIOLÓGICOS
DA EDUCAÇÃO
PROFESSOR (A) TUTOR (A): DAMIAO FERREIRA DA SILVA
TÍTULO DA ATIVIDADE ESTRUTURADA: OBSERVAÇÃO E
ANÁLISE SOCIOLÓGICA REFLEXIVA DAS RELAÇÕES ENTRE A
SOCIEDADE E O MEIO AMBIENTE.
ALUNO (A) AUTOR (A) DA ATIVIDADE: DIOGO DO
NASCIMENTO
MATRICULA: 202004071191
DATA: 29/04/2020
INTRODUÇÃO
A contradição nas relações Homem-Natureza consiste principalmente nos problemas
dos processos industriais criados pelo Homem. Esse processo é visto como gerador de
desenvolvimento, empregos, conhecimento e maior expectativa de vida. Porém, o homem se
afastou do mundo natural, como se não fizesse parte dele. Com todo esse processo industrial
e com a era tecnológica, a humanidade conseguiu contaminar o próprio ar que respira, a água
que bebe, o solo que provém os alimentos, os rios, destruir florestas e os habitats animais.
Todas essas destruições colocam em risco a sobrevivência da Terra e dos próprios seres
humanos.
O presente trabalho tem a visão de exemplificar a relação entre meio ambiente e a sociedade
como um todo, destacando a necessidade da preocupação com os mesmos.

A SOCIEDADE E O MEIO AMBIENTE


Os problemas ambientais já vêm de longa data, desde a época em que o sistema
industrial se desenvolveu na Europa e depois se transferiu para a América do Norte,
aumentando cada vez mais a pressão sob o planeta. Recentemente, os problemas ambientais
se agravaram, devido ao crescimento populacional desenfreado e suas vontades de viver num
mundo industrial e tecnológico. O maior problema do planeta hoje, é entender e resolver as
relações Homem-Terra, para que se consiga viver em harmonia e em equilíbrio com o
Planeta. Tratar o meio ambiente como fonte de energia necessária à manutenção de todas as
formas de vida é reconhecer que todos nós e, principalmente, os seres humanos detentores do
poder de sua exploração dependem desta fonte de energia para a sobrevivência.
O DUALISMO HOMEM/NATUREZA
A modernidade efetivou uma modificação profunda na relação ambiente/sociedade. A
promessa do domínio absoluto do homem sobre a natureza, pelas vias dos avanços da ciência
e da técnica, fez triunfar uma visão antropocêntrica que coloca o humano (racional e
dominador) em oposição à natureza (selvagem e exterior), essa cultura antropocêntrica, que
pressupõe o homem como existência independente da natureza, não é uma marca da
modernidade, mas um traço marcante do pensamento ocidental. Assim, a racionalidade
moderna representa o triunfo de um entendimento que atravessou diferentes épocas, qual
seja, a ideia de que a plena realização do humano implica que este haja sobre a natureza,
modificando sua própria condição de natureza, para finalmente converter-se em cultura. O
dualismo homem/natureza tem sido posto à prova diante das evidências de que se há algo de
propriamente humano é o fato de que somos ao mesmo tempo culturais e biofísicos (MORIN,
1975). Se há algo de propriamente humano é o fato de que tudo que há de mais cultural em
nós também é o mais biofísico. Nascer, morrer, reproduzir, alimentar-se constituem atos
profundamente biológicos, inerentes a todos os seres vivos, que foram, contudo,
ressignificados e simbolizados pelas culturas humanas. À Educação Ambiental cabe,
portanto, não apenas responder aos problemas pontuais, ou melhor dizendo, às externalidades
de um projeto de civilidade em crise. Deve, sobretudo, compreender as ideias que
conformam o campo epistemológico socioambiental e a dimensão ontológica e histórica das
concepções antitéticas que opõe cultura e natureza. Deve, igualmente, se engajar na
construção de uma compreensão mais integradora da história natural e da história das
sociedades humanas, bem como das dimensões oficiais e culturais que nos constituem.

A PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE


Para a preservação do meio ambiente, muitas mudanças seriam necessárias como a
delimitação de reservas ecológicas, o uso racional de recursos naturais, leis de controle de
emissão de poluentes e a conscientização do ser humano que insiste na destruição da natureza
(fauna e flora) pela ganância do poder e do dinheiro. O ser humano precisa entender que
destruindo a natureza está destruindo a si mesmo.
O nosso planeta precisa ser preservado, pois aos poucos ocorrem alterações climáticas devido
às queimadas, a poluição do ar, da água, do solo, a caça e a pesca predatória, que agridem o
ambiente e podem alterar todo o ecossistema prejudicando principalmente o ser humano.

CONCLUSÃO

Devemos cuidar do meio ambiente, pois a cada dia que passa ele vai sendo destruído
pelo ser humano. O que muitos não raciocinam é que o mundo de amanhã será o mundo dos
nossos filhos, netos, bisnetos....isso se ele ainda existir....portanto devemos nos preocupar
com ele e preservá-lo, caso contrário quem estiver vivendo neste mundo daqui uns 200
anos(isso se ainda existir vida aqui. .) apenas saberá que um dia a terra já foi rica em
águas
cristalinas, matas, animais diversos, paisagens lindas, que acabaram sumindo pela falta de
consciência e de desumanidade.
Basta querer e cada um fazer a sua parte.

Referências:
A sociedade e o meio ambiente – Brasil Escola
(https://m.meuartigo.brasilescola.uol.com.br/geografia/a-sociedade-meio-
ambiente.html)
O MEIO AMBIENTE
(http://flahjapinha.blogspot.com/2007/11/concluso.html?m=1)
EDUCAÇÃO AMBIENTAL ESCOLAR
(https://m.monografias.brasilescola.uol.com.br/biologia/educacao-ambiental-
escolar.htm)