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CÓDIGO INTERNACIONAL DE

GERENCIAMENTO DE SEGURANÇA
(CÓDIGO ISM)

DIRETRIZES NA IMPLEMENTAÇÃO
DO CÓDIGO ISM

EDIÇÃO DE 1997

ORGANIZAÇÃO MARÍTIMA INTERNACIONAL


Londres, 1997
Primeira publicação em 1997 pela
INTERNATIONAL MARITIME ORGANIZATION
4 Albert Embankment, London SE1 7SR

Impresso pela International Maritime Organization, London

4 6 8 10 9 7 5 3

ISBN 92-801-1436-0

IMO PUBLICATION
Sales Number: IMO-117E

Direitos Autorais  IMO 1997

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sem permissão prévia por escrito da
Organização Marítima Internacional
Prefácio

Com a entrada em vigor, em 1° de julho de 1998, das emendas de 1994 à Convenção Internacional para a Segurança
da Vida no Mar (SOLAS), 1974, a qual introduziu um novo capítulo IX na Convenção, o Código Internacional de
Gerenciamento de Segurança (ISM) tornou-se obrigatório.

As origens do Código remontam aos anos finais de 1980, quando houve uma escalada no que concerne a baixos
padrões de gerenciamento em negócios de navio. Investigações em acidentes revelaram erros de vulto por parte do
gerenciamento e em 1987 a Assembléia da IMO adotou a resolução A.596(15), a qual convocou o Comitê de
Segurança Marítima para desenvolver diretrizes concernentes ao gerenciamento a bordo do navio e ao baseado em
terra para assegurar a operação segura de embarcações ro-ro de passageiro.

O Código ISM evoluiu através o desenvolvimento das Diretrizes de Gerenciamento para a Operação Segura de
Navios e para a Prevenção da Poluição, adotada em 1989 pela Assembléia da IMO como resolução A.647(16), e as
Diretrizes revistas, adotada dois anos depois como resolução A.680(17), na sua forma atual, o Código Internacional
de Gerenciamento para a Operação Segura de Navios e para a Prevenção da Poluição (Código Internacional de
Gerenciamento de Segurança (ISM)), o qual foi adotado em 1993 pela resolução A.741(18).

Em 1995, a Assembléia da IMO, reconhecendo a necessidade pela implementação uniforme do Código ISM e que
poderia haver a necessidade de Administrações entrar em acordos quanto à emissão de certificados por outras
Administrações de acordo com o capítulo IX da SOLAS e o Código ISM, adotou as Diretrizes na Implementação do
Código Internacional de Gerenciamento de Segurança (ISM) por Administrações pela resolução A.788(19).

Esta publicação inclui os textos do capítulo IX da SOLAS, o Código ISM e as Diretrizes referidas nos parágrafos
acima.
Conteúdo

Convenção Internacional para a Segurança da Vida no Mar, 1974


Capítulo IX – Gerenciamento para a operação segura de navios ......... 1

Resolução A.741(18)
Código Internacional de Gerenciamento de Segurança (ISM) ............ 4

Resolução A.788(19)
Diretrizes na implementação do Código ISM
pelas Administrações ................................................................................ 12
Gerenciamento para a operação
segura de navios
Capítulo IX 1do anexo para a Convenção SOLAS de 1974

Regra 1
Definições

Para o propósito deste capítulo, a menos que expresso em contrário:

1 Código Internacional de Gerenciamento de Segurança (ISM) significa o Código Internacional de


Gerenciamento para a Operação Segura de Navios e para a Prevenção da Poluição adotado pela Organização pela
Resolução A.741(18), podendo ser emendado pela Organização, desde que tais emendas sejam adotadas, colocadas
em vigor e tenham efeito de acordo com as cláusulas do artigo VIII da presente Convenção concernentes aos
procedimentos para emendas aplicáveis para o anexo diferentemente do capítulo I.

2 Companhia significa o armador do navio ou qualquer outra organização ou pessoa tal como o operador, ou
o afretador a casco nu, que tenha assumido a responsabilidade pela operação do navio proveniente do armador do
navio e que ao assumir tal responsabilidade tenha concordado em acatar todos os deveres e responsabilidades
impostas pelo Código Internacional de Gerenciamento de Segurança.

3 Navio petroleiro significa um navio petroleiro, como definido na regra II-1/2.12.2

4 Navio químico significa um navio transportador de produtos químicos, como definido na regra VII/8.2.3

5 Navio gaseiro significa um navio transportador de gás, como definido na regra VII/11.2.4

6 Navio graneleiro significa um navio o qual é construído geralmente com convés único, tanques elevados
laterais e tanques inferiores laterais nos espaços de carga, e é projetado principalmente para transportar carga seca a
granel, e inclui tipos como transportadores de minério e transportadores combinados.

7 Unidade móvel de perfuração marítima (MODU) significa uma embarcação capaz de engajar em operações
de perfuração para a exploração ou explotação de recursos abaixo do leito do mar tais como hidrocarbonetos
líquidos ou gasosos, enxofre ou sal.

8 Embarcação de alta velocidade significa uma embarcação como definida na regra X/1.2.5

Regra 2
Aplicação

1 Este capítulo se aplica para navios, independente da data de construção, como se segue:

.1 navios de passageiros incluindo embarcações de passageiros de alta velocidade, não além de 1 de


julho de 1998;

.2 navios petroleiros, navios químicos, navios transportadores de gás, navios graneleiros e embarcações
de carga de alta velocidade de 500 toneladas de arqueação bruta e acima, não além de 1 de julho de
1998; e

.3 outros navios de carga e unidades móveis de perfuração submarina de 500 toneladas de arqueação
bruta e acima, não além de 1 de julho de 2002.

2 Este capítulo não se aplica a navios operados por governos, usados para propósitos não comerciais.

1
O novo capítulo IX do anexo à Convenção SOLAS 1974 foi adotado pela Conferência SOLAS 1994. Ele será considerado ter sido aceito em 1
de janeiro de 1998, a menos que objeções requeridas tenham sido comunicadas ao Secretário Geral da Organização antes desta data, e entrará em
vigor em 1 de julho de 1998.
2
i.e., “o navio petroleiro definido na regra 1 do Anexo I do Protocolo de 1978 relacionado ao [MARPOL 73]”.
3
i.e., “um navio de carga construído ou adaptado e usado para o transporte a granel de qualquer produto líquido listado no capítulo 17 do [Código
IBC]”.
4
i.e., “um navio de carga construído ou adaptado e usado para o transporte a granel de qualquer gás liqüefeito ou outro produto listado no
capítulo 19 do [Código IGC]”.
5
i.e., “uma embarcação capaz de uma velocidade máxima ... (m/s) igual a ou excedendo: 3,7∇0,1667 onde: ∇ = deslocamento correspondente para
a linha d’água projetada (m3)”.
Regra 3
Requisitos para o gerenciamento de segurança

1 A companhia e o navio devem cumprir com os requisitos do Código Internacional de Gerenciamento de


Segurança.

2 O navio deve ser operado por uma companhia possuindo um Documento de Conformidade referido na
regra 4.

Regra 4
Certificação

1 Um Documento de Conformidade deve ser emitido para cada companhia que cumpra com os requisitos do
Código Internacional de Gerenciamento de Segurança. Este documento deve ser emitido pela Administração, por
uma organização reconhecida pela Administração, ou a pedido da Administração por outro Governo Contratante.

2 Uma cópia do Documento de Conformidade deve ser guardada a bordo do navio de forma que o
comandante possa mostrá-lo quando solicitado para verificação.

3 Um Certificado, denominado de Certificado de Gerenciamento de Segurança, deve ser emitido para cada
navio pela Administração ou uma organização reconhecida pela Administração. A Administração ou organização
reconhecida por ela deve, antes de emitir o Certificado de Gerenciamento de Segurança, verificar se a companhia e
seu gerenciamento de bordo do navio operam de acordo com o sistema de gerenciamento de segurança aprovado.

Regra 5
Manutenção de condições

O sistema de gerenciamento de segurança deve ser mantido de acordo com as disposições do Código Internacional
de Gerenciamento de Segurança.

Regra 6
Verificação e controle

1 A Administração, outro Governo Contratante a pedido da Administração ou uma organização reconhecida


pela Administração deve verificar periodicamente o funcionamento apropriado do sistema de gerenciamento de
segurança do navio.

2 Sujeito aos dispositivos do parágrafo 3 desta regra, um navio requerido para ter um certificado emitido de
conformidade com os dispositivos da regra 4.3 deve ser submetido a controle de acordo com os dispositivos da regra
XI/4. Para este propósito tal certificado deve ser tratado como um certificado emitido sob a regra I/12 ou I/13.

3 Em casos de mudança de bandeira de Estado ou de companhia, providências especiais de transição devem


ser feitas de acordo com as diretrizes elaboradas pela Organização.6

6
Referência às Diretrizes na implementação do Código ISM por Administrações adotada pela Organização pela resolução A.788(19),
reproduzida na página 12 da presente publicação.
Código Internacional
de Gerenciamento de Segurança

PREÂMBULO

1 O propósito deste Código é estabelecer um padrão internacional para o gerenciamento e a operação seguras
de navios e para a prevenção da poluição.

2 A Assembléia adotou a resolução A.443(XI), pela qual solicitou a todos os Governos a adotar as medidas
necessárias para salvaguardar o comandante do navio na desobrigação correta de sua responsabilidade com relação a
segurança marítima e a proteção do meio ambiente marinho.

3 A Assembléia também adotou a resolução A.680(17), pela qual ela mais adiante reconheceu a necessidade
por uma organização adequada de gerenciamento para permiti-la a responder à necessidade daqueles a bordo de
navios a atingir e a manter altos níveis de segurança e proteção ambiental.

4 Reconhecendo que duas companhias de navegação ou armadores não são iguais, e que navios operam sob
uma grande faixa de condições diferentes, o Código está baseado em princípios gerais e objetivos.

5 O Código é expressado em termos amplos assim ele pode ter uma aplicação bastante geral. Obviamente,
diferentes níveis de gerenciamento, tanto em terra como no mar, irão requerer níveis variados de compreensão e de
conhecimento dos itens delineados.

6 O fundamento de um bom gerenciamento de segurança é o compromisso oriundo de cima. Em matéria de


segurança e prevenção da poluição é o compromisso, competência, atitudes e motivação de indivíduos em todos os
níveis que determinam o resultado final.

1 GERAL

1.1 Definições

1.1.1 Código Internacional de Gerenciamento de Segurança (ISM) significa o Código Internacional de


Gerenciamento para a Operação Segura de Navios e para a Prevenção da Poluição como adotado pela Assembléia,
podendo ser emendado pela Organização.

1.1.2 Companhia significa o proprietário do navio ou qualquer outra organização ou pessoa tal como o operador,
ou o afretador a casco nu, que tenha assumido a responsabilidade pela operação do navio proveniente do armador e
que, em assumindo tal responsabilidade, tenha concordado em aceitar todos os deveres e responsabilidades impostas
pelo Código.

1.1.3 Administração significa o Governo do Estado cuja bandeira o navio está autorizado a arvorar.

1.2 Objetivos

1.2.1 Os objetivos do Código são para garantir a segurança no mar, prevenção de ferimentos humanos ou perda
de vida, e impedindo danos ao meio ambiente, em particular ao meio ambiente marinho e à propriedade.

1.2.2 Os objetivos do gerenciamento de segurança da Companhia devem, inter alia:

.1 prover práticas seguras na operação de navio e um ambiente seguro de trabalho;

.2 estabelecer salvaguardas contra todos riscos identificados; e

.3 continuamente aperfeiçoar a habilidade no gerenciamento de segurança de equipe de terra e de bordo


de navios, incluindo a preparação para emergências relativas ambas com a segurança e a proteção
ambiental.

1.2.3 O sistema de gerenciamento de segurança deve assegurar:

.1 conformidade com normas e regras obrigatórias; e


.2 que códigos aplicáveis, diretrizes e padrões recomendados pela Organização, Administrações,
sociedades classificadoras e organizações industriais marítimas serão levados em consideração.

1.3 Aplicação

Os requisitos deste Código podem ser aplicados para todos navios.

1.4 Requisitos funcionais para um


sistema de gerenciamento de segurança

Cada Companhia deve desenvolver, implementar e manter um sistema de gerenciamento de segurança (SMS) o qual
inclui os seguintes requisitos funcionais:

.1 uma política de segurança e proteção ambiental;


.2 instruções e procedimentos para assegurar operação segura de navios e proteção do meio ambiente de
acordo com as legislações pertinentes internacional e do Estado da bandeira;

.3 níveis definidos de autoridade e linhas de comunicação entre, e internamente, a equipe de terra e de


bordo do navio;

.4 procedimentos para reportar acidentes e não-conformidades com os dispositivos deste código;

.5 procedimentos para preparar para e responder a situações de emergência; e

.6 procedimentos para auditorias internas e revisões de gerência.

2 POLÍTICA DE SEGURANÇA E PROTEÇÃO AMBIENTAL

2.1 A Companhia deve estabelecer uma política de segurança e proteção ambiental a qual descreva como os
objetivos estabelecidos no parágrafo 1.2 serão atingidos.

2.2 A Companhia deve assegurar que a política é implementada e mantida em todos níveis da organização
ambos, baseados no navio e baseados em terra.

3 RESPONSABILIDADES E AUTORIDADE DA COMPANHIA

3.1 Se a entidade que é responsável pela operação do navio é outra que não o armador, o armador tem que
comunicar o nome completo e detalhes de tal entidade à Administração.

3.2 A Companhia deve definir e documentar a responsabilidade, autoridade e inter-relação de todo o pessoal
que gerencia, executa e verifica o trabalho relacionado e afetando segurança e prevenção da poluição.

3.3 A Companhia é responsável por assegurar que recursos adequados e apoio baseado em terra são supridos
para capacitar pessoa ou pessoas designadas para executar suas funções.

4 PESSOA(S) DESIGNADA(S)

Para garantir a operação segura de cada navio e estabelecer uma ligação entre a Companhia e aqueles a bordo, cada
Companhia, como convier, deve designar uma pessoa ou pessoas em terra tendo acesso direto ao mais alto nível de
gerência. A responsabilidade e a autoridade da pessoa ou pessoas designadas deve incluir o controle dos aspectos de
segurança e prevenção da poluição da operação de cada navio e assegurar que os recursos adequados e apoio
baseado em terra sejam usados, como exigido.

5 RESPONSABILIDADE E AUTORIDADE DO COMANDANTE

5.1 A Companhia deve definir claramente e documentar a responsabilidade do comandante com relação a:

.1 implementar a política de segurança e de proteção ambiental da Companhia;


.2 motivar a tripulação na observação dessa política;

.3 emitir ordens e instruções apropriadas num modo claro e simples;

.4 verificar que os requisitos especificados são observados; e

.5 revisar o SMS e reportar suas deficiências para a gerência baseada em terra.

5.2 A Companhia deve assegurar que o SMS funcionando a bordo do navio contenha uma declaração clara
enfatizando a autoridade do comandante. A Companhia deve estabelecer no SMS que o comandante tem a
autoridade absoluta e a responsabilidade para tomar decisões com respeito à segurança e prevenção da poluição e
para solicitar a assistência da Companhia como possa ser necessário

6 RECURSOS E PESSOAL

6.1 A Companhia deve assegurar que o comandante é:

.1 apropriadamente qualificado para comando;

.2 totalmente conhecedor do SMS da Companhia; e

.3 dado o necessário apoio para que as obrigações do comandante possam ser executadas em segurança.

6.2 A Companhia deve assegurar que cada navio é tripulado com marítimos qualificados, certificados e
medicamente aptos de acordo com os requisitos nacionais e internacionais.

6.3 A Companhia deve estabelecer procedimentos para assegurar que ao pessoal novo e pessoal transferido
para novas funções relacionadas com segurança e proteção do meio ambiente é dada familiarização apropriada com
suas obrigações. Instruções que são essenciais para serem ministradas antes da saída para o mar devem ser
identificadas, documentadas e dadas.

6.4 A Companhia deve assegurar que todo o pessoal envolvido no SMS da Companhia tenha um conhecimento
adequado de normas, regras, códigos e diretrizes relevantes.

6.5 A Companhia deve estabelecer e manter procedimentos para identificar qualquer treinamento o qual possa
ser requerido em apoio do SMS e assegurar que tal treinamento é ministrado para todo o pessoal envolvido.

6.6 A Companhia deve estabelecer procedimentos pelos quais o pessoal do navio receba informações
relevantes sobre o SMS num idioma de trabalho ou idiomas entendidos por eles.

6.7 A Companhia deve assegurar que o pessoal do navio é capaz de efetivamente se comunicar na execução de
suas obrigações relacionadas ao SMS.

7 DESENVOLVIMENTO DE PLANOS PARA


AS OPERAÇÕES DE BORDO

A Companhia deve estabelecer procedimentos para a preparação de planos e instruções para as principais operações
de bordo do navio concernentes à segurança do navio e à prevenção da poluição. As várias tarefas envolvidas devem
ser definidas e atribuídas a pessoal qualificado.

8 ESTADO DE PREPARAÇÃO PARA EMERGÊNCIA

8.1 A Companhia deve estabelecer procedimentos para identificar, descrever e responder a potenciais situações
de emergência a bordo do navio.

8.2 A Companhia deve estabelecer programas de adestramento e exercícios para preparar para ações de
emergência.

8.3 O SMS deve ser preparado com medidas assegurando que a organização da Companhia pode responder a
qualquer tempo para perigos, acidentes e situações de emergência envolvendo seus navios.
9 RELATÓRIOS E ANÁLISES DE NÃO-CONFORMIDADES,
ACIDENTES E OCORRÊNCIAS PERIGOSAS

9.1 O SMS deve incluir procedimentos assegurando que não-conformidades, acidentes e situações perigosas
são reportados para a Companhia, investigados e analisados com o objetivo de aperfeiçoar a segurança e a
prevenção da poluição.

9.2 A Companhia deve estabelecer procedimentos para a implementação de ação corretiva.

10 MANUTENÇÃO DO NAVIO E DO EQUIPAMENTO

10.1 A Companhia deve estabelecer procedimentos para assegurar que o navio é mantido em conformidade com
os dispositivos das normas e regras relevantes e com quaisquer requisitos adicionais que podem ser estabelecidos
pela Companhia.

10.2 Atingindo estes requisitos a Companhia deve assegurar que:

.1 inspeções são efetuadas em intervalos apropriados;

.2 qualquer não-conformidade é relatada, com sua possível causa, se conhecida;

.3 ação corretiva apropriada é tomada; e

.4 registros destas atividades são mantidos.

10.3 A Companhia deve estabelecer procedimentos no seu SMS para identificar equipamento e sistemas
técnicos dos quais a inesperada falha operacional pode resultar em situações perigosas. O SMS deve estabelecer
medidas específicas visando em promover a confiança de tais equipamentos ou sistemas. Estas medidas devem
incluir testes regulares de arranjos de prontidão em equipamento ou sistemas técnicos que não estão em uso
contínuo.

10.4 As inspeções mencionadas em 10.2 assim como as medidas referidas em 10.3 devem ser integradas na
rotina de manutenção operacional do navio.

11 DOCUMENTAÇÃO

11.1 A Companhia deve estabelecer e manter procedimentos para controlar toda documentação e dados que são
pertinentes para o SMS.

11.2 A Companhia deve assegurar que:

.1 documentos válidos são disponíveis em todas localizações relevantes;

.2 alterações em documentos são revistas e aprovadas por pessoal autorizado; e

.3 documentos obsoletos são prontamente removidos.

11.3 Os documentos usados para descrever e implementar o SMS podem ser referidos como o Manual de
Gerenciamento de Segurança. A documentação deve ser guardada de forma que a Companhia considere a mais
efetiva. Cada navio deve levar a bordo toda a documentação relevante para aquele navio.

12 VERIFICAÇÃO, REVISÃO E AVALIAÇÃO


DA COMPANHIA

12.1 A Companhia deve efetuar auditorias internas de segurança para verificar se atividades de segurança e
prevenção da poluição cumprem com o SMS.

12.2 A Companhia deve avaliar periodicamente a eficiência de e, quando necessário, revisar o SMS de acordo
com os procedimentos estabelecidos pela Companhia.
12.3 As auditorias e possíveis ações corretivas devem ser feitos de acordo com procedimentos documentados.

12.4 Pessoal fazendo auditorias deve ser de áreas independentes das áreas sendo auditadas a menos que isto seja
impraticável devido ao tamanho e natureza da Companhia.

12.5 Os resultados das auditorias e revisões devem ser trazidos para ponderação de todo o pessoal tendo
responsabilidade na área envolvida.

12.6 O responsável pelo pessoal do gerenciamento da área envolvida deve tomar a tempo ação corretiva sobre
deficiências encontradas.

13 CERTIFICAÇÃO, VERIFICAÇÃO E CONTROLE

13.1 O navio deve ser operado por uma Companhia para a qual é emitido um documento de conformidade
relativo àquele navio.

13.2 Um documento de conformidade deve ser emitido para cada Companhia de acordo com os dispositivos do
Código ISM pela Administração, por uma organização reconhecida pela Administração ou pelo Governo do país,
atuando em nome da Administração na qual a Companhia tenha escolhido para conduzir seus negócios. Este
documento deve ser aceito como evidência de que a Companhia é capaz de cumprir com os dispositivos do Código.

13.3 Uma cópia deste documento deve ser colocada a bordo de forma que o comandante, se solicitado, possa
apresentá-la para verificação da Administração ou organização reconhecida por ela.

13.4 Um certificado, chamado Certificado de Gerenciamento de Segurança, deve ser emitido para um navio pela
Administração ou organização reconhecida pela Administração. A Administração deve, quando emitindo o
certificado, verificar que a Companhia e o gerenciamento a bordo do navio operam de acordo com o SMS aprovado.

13.5 A Administração ou uma organização reconhecida pela Administração deve periodicamente verificar o
funcionamento apropriado do SMS do navio como aprovado.
Diretrizes na implementação do
Código Internacional de Gerenciamento de Segurança (ISM) por Administrações
Resolução A.788(19)

INTRODUÇÃO

O Código ISM

O Código Internacional de Gerenciamento para a Operação Segura de Navios e para a Prevenção da Poluição
(Código Internacional de Gerenciamento de Segurança (ISM)) foi adotado pela Organização pela resolução
A.741(18) e será obrigatório em virtude da entrada em vigor em 1 de julho de 1998 do capítulo IX da SOLAS sobre
Gerenciamento para a Operação Segura de Navios. O Código ISM promove um padrão internacional para o
gerenciamento e operação seguras de navios e para a prevenção da poluição.

O Código ISM requer que as Companhias estabeleçam objetivos de segurança como descrito na seção 1.2 do Código
ISM, e em adição que as Companhias desenvolvam, implementem e mantenham um sistema de gerenciamento de
segurança (SMS) o qual inclui exigências funcionais como listadas na seção 1.4 do Código ISM.

A aplicação do Código ISM deve apoiar e encorajar o desenvolvimento de uma cultura de segurança em negócios
com navio. Fatores de sucesso para o desenvolvimento de uma cultura de segurança são, inter alia, compromissos,
valores e convicções.

Aplicação obrigatória do Código ISM

A organização apropriada de gerenciamento, em terra e a bordo, é necessária para assegurar padrões adequados de
segurança. Uma abordagem sistemática de gerenciamento por aqueles responsáveis para administrar navios é então
requerida. Os objetivos da aplicação obrigatória do Código ISM são para assegurar:

.1 a concordância com as normas e regras obrigatórias relativas à operação segura de navios e proteção
do meio ambiente; e

.2 a implementação efetiva e imposição disso por Administrações.

Imposição efetiva por Administrações tem que incluir verificação que o SMC cumpre com os dispositivos como
estipulados no Código ISM, assim como com verificação de conformidade com as normas e regras obrigatórias.

A aplicação obrigatória do Código ISM deve assegurar, apoiar e encorajar que códigos, diretrizes e padrões
aplicáveis recomendados pela Organização, Administrações, sociedades classificadoras e organizações marítimas
industriais são levadas em consideração.

Responsabilidades na verificação e certificação

A Administração é responsável por verificar conformidade com os dispositivos do Código ISM na emissão dos
Documentos de Conformidade (DOC) para Companhias e Certificado de Gerenciamento de Segurança (SMC) para
navios.

Resolução A.739(18), Diretrizes para a Autorização de Organizações Atuarem em Nome da Administração, a qual
foi tornada obrigatória em virtude do novo capítulo XI da SOLAS, e resolução A.740(18), Diretrizes Provisórias
para Assistir os Países de Bandeira, são aplicáveis quando Administrações autorizam organizações para emitir DOC
e SMC em seu nome.

1 ESCOPO E APLICAÇÃO

1.1 Definições

1.1.1 Código Internacional de Gerenciamento de Segurança (ISM) significa o Código Internacional de


Gerenciamento para a Operação Segura de Navios e para a Prevenção da Poluição, como adotado pela Organização
pela resolução A.741(18), como pode ser emendado pela Organização.
1.1.2 Companhia significa o proprietário do navio ou qualquer outra organização ou pessoa tal como o operador,
ou o afretador a casco nu, que tenha assumido a responsabilidade pela operação do navio proveniente do armador e
que em assumindo tal responsabilidade tenha concordado em aceitar todos os deveres e responsabilidades impostas
pelo Código.

1.1.3 Administração significa o Governo do Estado cuja bandeira o navio está autorizado a arvorar.

1.1.4 Sistema de gerenciamento de segurança (SMS) significa um sistema estruturado e documentado


permitindo ao pessoal da Companhia a efetivamente implementar a política de segurança e proteção ambiental da
Companhia.

1.1.5 Documento de Conformidade (DOC) significa um documento emitido para uma Companhia a qual cumpre
com os dispositivos do Código ISM.

1.1.6 Certificado de Gerenciamento de Segurança (SMC) significa um documento emitido para um navio o qual
mostra que a Companhia e o gerenciamento a bordo do navio operam de acordo com o SMS aprovado.

1.1.7 Auditoria de gerenciamento de segurança significa um exame sistemático e independente para determinar
se as atividades do SMS e resultados relatados cumprem com as providências planejadas e se estas providências são
efetivamente implementadas e são passíveis de atingir objetivos.

1.1.8 Observação significa um declaração de fato feita durante uma auditoria de gerenciamento de segurança e
substanciada por evidência objetiva.

1.1.9 Evidência objetiva significa informação quantitativa ou qualitativa, registros ou declarações de fato
pertinente a segurança ou à existência e implementação de um elemento do SMS, o qual é baseado em observação,
medida ou teste e o qual pode ser verificado.

1.1.10 Não-conformidade significa uma situação observada onde evidência objetiva indica o não cumprimento de
um dispositivo específico.

1.1.11 Não-conformidade maior significa um desvio identificável o qual mostra uma ameaça séria ao pessoal ou a
segurança do navio ou um sério risco ao meio ambiente e requer ação corretiva imediata; em adição, a ausência de
implementação efetiva e sistemática de um dispositivo do Código ISM é também considerada como uma não-
conformidade maior.

1.2 Escopo e aplicação

1.2.1 Estas Diretrizes estabelecem princípios básicos:

.1 para verificar que o SMS de uma Companhia responsável pela operação de navios ou o SMS para o
navio ou navios controlados pela companhia cumprem com o Código ISM; e

.2 para a emissão e verificação periódica do DOC e SMC.

1.1.2 Estas Diretrizes são aplicáveis para Administrações.

2 VERIFICANDO CONFORMIDADE COM O CÓDIGO ISM

2.1 Geral

2.1.1 Para cumprir com os dispositivos do Código ISM, Companhias devem desenvolver, implementar e manter
um SMS para assegurar que a política de segurança e proteção ambiental da Companhia é implementada. A política
da Companhia deve incluir os objetivos definidos pelo Código ISM.∗

2.1.2 Administrações devem verificar a concordância com os dispositivos do Código ISM determinando:

.1 a conformidade do SMS da Companhia com os dispositivos do Código ISM; e


As diretrizes ICS/ISF sobre a Aplicação do Código Internacional de Gerência de Segurança (A.18/INF.5) proporciona uma orientação vantajosa
sobre elementos distintos importantes de um SMS e seu desenvolvimento por Companhias.
.2 que o SMS assegure que os objetivos definidos no parágrafo 1.2.3 do Código ISM são encontrados.

2.1.3 Determinando conformidade ou não-conformidade de elementos do SMS com os dispositivos


especificados pelo Código ISM pode exigir que critério para avaliação seja desenvolvido. Administrações são
recomendadas para limitar o desenvolvimento de critérios na forma de soluções de sistemas de gerenciamento
consagrados pelo uso. Critério para avaliação na forma de exigências consagradas pelo uso pode ter o efeito que a
gerenciamento de segurança em navegação resulte em Companhias implementando soluções preparadas por
terceiros, pode então ser difícil para a Companhia desenvolver as soluções as quais melhor se adaptem àquela
determinada Companhia, àquela determinada operação ou àquele navio específico.

2.1.4 Portanto, Administrações são recomendadas para assegurar que aquelas avaliações são baseadas em
determinar a eficácia do SMS em encontrar objetivos específicos, em vez de conformidade com exigências
detalhadas em adição àquelas contidas no Código ISM, assim como para reduzir a necessidade de desenvolver
critérios para facilitar a avaliação da conformidade da Companhia com o Código ISM.

2.2 A capacidade de o SMS em encontrar objetivos gerais


de gerenciamento de segurança

2.2.1 O Código ISM identifica objetivos gerais de gerenciamento de segurança. Estes objetivos são:

.1 prover por práticas seguras em operação do navio e um ambiente de trabalho seguro;

.2 estabelecer salvaguardas contra todos riscos identificados; e

.3 aperfeiçoar continuamente as habilidades de gerenciamento de segurança do pessoal de terra e de


bordo, incluindo preparação de ambos em emergências relativas à segurança e proteção ambiental.

A verificação deve apoiar e estimular Companhias a encontrar estes objetivos.

2.2.2 Estes objetivos proporcionam um guia claro para Companhias desenvolverem as partes componentes do
SMS de acordo com o Código ISM. Desde que, todavia, a capacidade do SMS em encontrar estes objetivos não
pode ser determinada para mais tarde se o SMS cumpre com as dispositivos do Código ISM, eles não devem formar
as bases para estabelecer interpretações detalhadas para serem usadas para determinar conformidade ou não-
conformidade com os dispositivos do Código ISM.

2.3 A capacidade do SMS para encontrar exigências específicas


de segurança e prevenção da poluição

2.3.1 O critério principal o qual deve orientar o desenvolvimento de interpretações necessárias para avaliar
cumprimento com os dispositivos do Código ISM deve ser a capacidade do SMS em encontrar os dispositivos
específicos definidos pelo Código ISM em termos de padrões específicos de segurança e prevenção da poluição.

Os padrões específicos de segurança e proteção do meio ambiente especificados pelo Código ISM são:

.1 concordância com as normas e regras obrigatórias; e

.2 que códigos, diretrizes e padrões aplicáveis recomendados pela Organização, Administrações,


sociedades classificadoras e outras organizações industriais marítimas são levadas em consideração.

2.3.2 Todos os registros tendo o potencial para facilitar a verificação de acordo com o Código ISM devem ser
abertos para exame minucioso durante uma verificação. Para este propósito a Administração deve assegurar que a
Companhia nomeia auditores com registros de teor estatutário e de classificação pertinentes às ações empreendidas
pela Companhia para assegurar que a conformidade com as normas e regras obrigatórias é mantida. Sob este aspecto
os registros podem ser examinados para consubstanciar sua autenticidade e veracidade.

2.3.3 Alguns dispositivos obrigatórios podem não ser sujeitos a vistorias estatutária ou de classificação, tal como:

.1 manter a condição do navio e equipamento entre vistorias; e

.2 certos requisitos operacionais.

Providências específicas podem ser requeridas para assegurar a conformidade e para estabelecer a evidência objetiva
necessária para verificação nestes casos, tais como:
.1 procedimentos e instruções documentadas; e

.2 documentação da verificação feita por funcionários graduados e experientes na operação do dia a dia
quando pertinente para assegurar conformidade.

2.3.4 A verificação de conformidade com normas e regras obrigatórias, a qual é parte da certificação do Código
ISM, nem vistorias duplicadas nem substitutas para outros certificados marítimos. A verificação de acordo com o
Código ISM não libera a Companhia, o comandante ou qualquer outra entidade ou pessoa envolvida no
gerenciamento ou operação de um navio de suas responsabilidades.

2.3.5 Administrações devem assegurar que a Companhia tem:

.1 levado em consideração as recomendações, como referidas em 1.2.3.2 do Código ISM, quando


estabelecendo o SMS; e

.2 desenvolvido procedimentos para assegurar que estas recomendações são implementadas em terra e a
bordo.

2.3.6 Em um SMS, implementação de códigos, diretrizes e padrões recomendados pela Organização,


Administrações, sociedades classificadoras e outras organizações industriais marítimas não tornam estas
recomendações obrigatórias sob o Código ISM. Não obstante auditores devem incentivar companhias a adotar estas
recomendações quando aplicáveis para a Companhia.

3 EMISSÃO E VALIDADE DO DOC E SMC

3.1 Emissão e validade do DOC

3.1.1 O DOC deve ser emitido para uma Companhia seguindo uma verificação inicial de acordo com os
dispositivos do Código ISM.

3.1.2 O DOC deve ser emitido seguindo uma verificação de que o SMS da Companhia cumpre com os
dispositivos do Código ISM e determinação de evidência objetiva provando que ele está efetivamente
implementado. A verificação deve incluir evidência objetiva demonstrando que o SMS da Companhia está em
operação por pelo menos três meses, e um SMS está em operação a bordo de pelo menos um navio de cada tipo
operado pela Companhia por pelo menos três meses. A evidência objetiva deve, inter alia, incluir registros de
auditoria interna anual realizada pela Companhia, em terra e a bordo.

3.1.3 O DOC é válido para os tipos de navios nos quais a verificação inicial foi baseada.

3.1.4 A validade de um DOC pode ser estendida para cobrir tipos adicionais de navio após verificação da
capacidade da Companhia para cumprir com os dispositivos do Código ISM para tais tipos de navio. Neste contexto,
tipos de navio são aqueles referidos no capítulo IX da SOLAS.

3.1.5 O DOC é válido por um período de cinco anos.

3.1.6 A validade do DOC está submetida a verificação anual nos três meses anteriores ou posteriores a data de
aniversário para confirmar o funcionamento efetivo do SMS. Isto deve incluir exame e verificação da exatidão dos
registros estatutários e de classificação apresentados por pelo menos um navio de cada tipo ao qual o DOC se aplica.
Ações corretivas e modificações ao SMS efetuadas a partir da verificação prévia deve ser verificada.

3.1.7 Renovação do DOC para um período adicional de cinco anos deve incluir a avaliação de todos os
elementos do SMS concernentes a sua eficácia em encontrar os objetivos especificados no Código ISM.

3.1.8 Somente a Administração emissora pode retirar o DOC. A Administração emissora deve retirar o DOC se a
verificação anual não for solicitada ou se houver evidência de não-conformidade maior com o Código ISM. Os
SMCs associados com o DOC devem também ser invalidados e retirados.

3.2 Emissão e validade do SMC

3.2.1 O SMC deve ser emitido para um navio seguindo uma verificação inicial de acordo com os dispositivos do
Código ISM. Isto inclui a verificação que o DOC para a Companhia responsável pela operação do navio é aplicável
para aquele tipo particular de navio, e avaliação do SMS de bordo do navio para verificar que ele cumpre com os
dispositivos do Código ISM, e que ele está implementado. Evidência objetiva demonstrando que o SMS da
Companhia está funcionando efetivamente por pelo menos três meses a bordo do navio que deverá ser avaliado,
incluindo, inter alia, registros da auditoria interna realizada pela Companhia.

3.2.2 O SMC é válido por um período de cinco anos.

3.2.3 A validade do SMC é submetida a pelo menos uma verificação intermediária, confirmando o
funcionamento efetivo do SMS, e que qualquer modificação efetuada desde a verificação prévia cumpre com os
dispositivos do Código ISM. Em certos casos, particularmente durante o período inicial de operação sob o SMS, a
Administração pode julgar necessário incrementar a freqüência da verificação intermediária. Adicionalmente, a
natureza de não-conformidades pode também estabelecer uma base para incrementar a freqüência de verificações
intermediárias.

3.2.4 Renovação do SMC para um período adicional de cinco anos deve incluir uma avaliação de todos os
elementos do SMS próprios daquele navio e concernentes a eficácia do SMS em encontrar objetivos especificados
no Código ISM.

3.2.5 Somente a Administração emissora pode retirar o SMC. A Administração emissora deve retirar o SMC se
verificação intermediária não for solicitada ou se há evidência de não-conformidade maior com o Código ISM.

3.3 DOC e SMC Provisórios

3.3.1 Em casos de mudança de bandeira ou Companhia, providências especiais de transição devem ser feitas de
acordo com estas Diretrizes.

3.3.2 Um DOC provisório pode ser emitido para facilitar a implementação inicial do Código ISM e
implementação onde a Companhia está estabelecida recentemente ou quando novos tipos de navio são acrescentados
em um DOC existente.

3.3.3 Uma Administração pode emitir um DOC Provisório, válido por não mais do que 12 meses, para uma
Companhia seguindo uma demonstração que a Companhia tem um SMS que encontra os objetivos do parágrafo
1.2.3 do Código ISM. A Administração deve exigir da Companhia para demonstrar planos para implementar um
SMS indo ao encontro de todos os dispositivos do Código ISM dentro do período de validade do DOC Provisório.

3.3.4 Um SMC Provisório, válido por não mais do que seis meses, pode ser emitido para navios novos em
entrega, e quando uma Companhia assume a responsabilidade pela administração de um navio o qual é novo para a
Companhia. Em casos especiais a Administração pode estender a validade do SMC Provisório por mais um período
de seis meses.

3.3.5 Antes de emitir um SMC Provisório, a Administração deve verificar que:

.1 o DOC, ou o DOC Provisório, é pertinente para aquele navio;

.2 o SMS estabelecido pela Companhia para o navio inclui elementos chaves do Código ISM e foi
avaliado durante a auditoria para emissão do DOC ou demonstrado para emissão do DOC Provisório
(veja 3.3.3);

.3 o comandante e funcionários mais graduados pertinentes estão familiarizados com o SMS e as


providências planejadas para sua implementação;

.4 instruções as quais foram identificadas como essenciais para serem estabelecidas antes da saída para o
mar foram dadas;

.5 planos para auditoria da Companhia no navio em três meses existem; e

.6 a informação relevante sobre o SMS é dada no idioma de trabalho ou idiomas entendidos pelo pessoal
do navio.

4 O PROCESSO DE CERTIFICAÇÃO

4.1 Atividades de certificação


4.1.1 O processo de certificação pertinente para a emissão de um DOC para a Companhia e um SMC para um
navio irá normalmente envolver os seguintes passos:

.1 verificação inicial;

.2 verificação periódica ou intermediária; e

.3 verificação de renovação.

Estas verificações são realizadas por solicitação da Companhia para a Administração, ou para a organização
reconhecida pela Administração para executar funções de certificação sob o Código ISM.

As verificações devem incluir uma auditoria do SMS.

4.2 Verificação inicial

4.2.1 A Companhia deve requerer para certificação pelo Código ISM à Administração.

4.2.2 Uma avaliação do sistema de gerenciamento da parte de terra empreendida pela Administração pode
necessitar avaliação dos escritórios onde tal gerenciamento é efetuado e possivelmente outros locais dependendo da
organização da Companhia e funções dos vários locais.

4.2.3 Com a conclusão satisfatória da avaliação da parte de terra do SMS, providências/planejamento podem
começar para a avaliação dos navios da Companhia.

4.2.4 Com a conclusão satisfatória da avaliação, um DOC será emitido para a Companhia , cópias do qual devem
ser encaminhadas para cada local da parte de terra e para cada navio da frota da Companhia. Como cada navio é
avaliado e emitido com um SMC, uma cópia dele deve também ser encaminhada ao escritório principal.

4.2.5 Em casos em que certificados são emitidos por uma organização reconhecida, cópias de todos certificados
devem também ser mandados para a Administração.

4.2.6 A auditoria do gerenciamento de segurança para a Companhia e para um navio envolve os mesmos passos
básicos. O propósito é verificar se a Companhia ou o navio cumprem com os dispositivos do Código ISM. As
auditorias incluem:

.1 a conformidade do SMS da Companhia com os dispositivos do Código ISM; e

.2 que o SMS assegura que os objetivos definidos no parágrafo 1.2.3 do Código ISM são encontrados.

4.3 Verificação periódica do DOC

4.3.1 Auditorias periódicas de gerenciamento de segurança são efetuadas para manter a validade do DOC. O
propósito destas auditorias é para verificar o funcionamento efetivo do SMS, e que qualquer modificação feita no
SMS cumpre com os dispositivos do Código ISM.

4.3.2 Verificação periódica é para ser efetuada nos três meses anteriores e posteriores a cada data de aniversário
do DOC. Um esquema não excedendo três meses é para ser acordado para a conclusão das ações corretivas
necessárias.

4.3.3 Onde a Companhia tem mais de um local baseado em terra, cada um dos quais pode não ter sido visitado na
avaliação inicial, a avaliação periódica deve se empenhar para assegurar que todos as locais são visitados durante o
período de validade do DOC.

4.4 Verificação intermediária do SMC

4.4.1 Auditorias de gerenciamento de segurança intermediárias devem ser efetuadas para manter a validade do
SMC. O propósito destas auditorias é verificar o funcionamento efetivo do SMS e que quaisquer modificações feitas
no SMS cumprem com os dispositivos do Código ISM.

4.4.2 Se somente uma verificação é para ser efetuada, ela deve ser feita entre a segunda e a terceira data de
aniversário da data de emissão do SMC.

4.5 Verificação de renovação


Verificações de renovação devem ser efetuadas antes da validade do DOC ou do SMC espirarem. A verificação de
renovação aplicar-se-á a todos os elementos do SMS e as atividades para as quais os dispositivos do Código ISM se
aplicam. A verificação de renovação deve ser efetuada a partir dos seis meses anteriores à data de expiração do DOC
ou do SMC e deve ser completada antes da sua data de expiração.

4.6 Auditorias de gerenciamento de segurança

O procedimento para auditorias de gerenciamento de segurança delineado nos parágrafos seguintes incluem todos os
passos pertinentes para a verificação inicial. Auditorias de gerenciamento de segurança para verificação periódica e
verificação de renovação devem ser baseadas nos mesmos princípios mesmo que o seu escopo seja diferente.

4.7 Requisição para auditoria

4.7.1 A Companhia deve submeter uma solicitação para auditoria à Administração ou à organização reconhecida
pela Administração para emitir DOC ou SMC em nome da Administração.

4.7.2 A Administração ou a organização reconhecida deve então nomear o auditor chefe e, se pertinente, o grupo
de auditores.

4.8 Revisão preliminar

Como uma base para planejar a auditoria, o auditor deve rever o manual de gerenciamento de segurança para
determinar a adequação do SMS em encontrar os dispositivos do Código ISM. Se esta revisão revelar que o sistema
não é adequado, a auditoria terá que ser retardada até que a Companhia empreenda ações corretivas.

4.9 Preparando a auditoria

4.9.1 O auditor chefe nomeado deve se unir à Companhia e produzir um plano de auditoria.

4.9.2 O auditor deve estabelecer os documentos de trabalho os quais devem orientar a execução da auditoria para
facilitar as avaliações, investigações e exames de acordo com os procedimentos padrões, instruções e formulários os
quais foram estabelecidos para assegurar práticas de auditoria consistentes.

4.9.3 O grupo de auditores deve ser capaz de se comunicar efetivamente com os auditados.

4.10 Executando a auditoria

4.10.1 A auditoria deve começar com uma reunião de abertura a fim de apresentar o grupo de auditores para a alta
gerência da Companhia, resumindo os métodos para conduzir a auditoria, confirmando que todas as facilidades
acordadas são disponíveis, confirmando hora e data para a reunião de encerramento e explicar possíveis detalhes não
claros pertinentes à auditoria.

4.10.2 O grupo de auditores deve avaliar o SMS na base da documentação apresentada pela Companhia e
evidência objetiva para sua implementação efetiva.

4.10.3 Evidência deve ser coletada por meio de entrevistas e exames de documentos. Observação de atividades e
condições podem também ser incluídas quando necessário para determinar a eficácia do SMS em encontrar os
padrões específicos de segurança e proteção do meio ambiente requeridos pelo Código ISM.

4.10.4 Observações auditadas devem ser documentadas. Após as atividades terem sido auditadas, o grupo de
auditores deve rever suas observações para determinar quais devem ser reportadas como não-conformidades. Não-
conformidades devem ser reportadas nos termos dos dispositivos gerais e específicos do Código ISM.

4.10.5 Ao final da auditoria, antes de preparar o relatório da auditoria, o grupo de auditores deve realizar uma
reunião com a alta gerência da Companhia e aqueles responsáveis pelas funções envolvidas.

4.11 Relatório da auditoria

4.11.1 O relatório da auditoria deve ser preparado sob a direção do auditor chefe, que é o responsável pela sua
exatidão e completeza.
4.11.2 O relatório da auditoria deve incluir o plano de auditoria, a identificação dos membros do grupo de
auditores, entrevistas e identificação da Companhia, observações sobre quaisquer não-conformidades e observações
sobre a eficácia do SMS em encontrar objetivos especificados.

4.11.3 A Companhia deve receber uma cópia do relatório da auditoria. A Companhia deve ser avisada para prover
uma cópia da auditoria de bordo do navio para o navio.

4.12 Acompanhamento de ação corretiva

4.12.1 A Companhia é responsável para determinar e iniciar a ação corretiva necessária para corrigir uma não-
conformidade ou para corrigir a causa da não-conformidade. Omissão para corrigir não-conformidades com
dispositivos específicos do Código ISM pode afetar a validade do DOC e SMCs vinculados.

4.12.2 Ações corretivas e possíveis auditorias subsequentes de acompanhamento devem ser completadas no
período acordado. A Companhia deve solicitar auditorias de acompanhamento.

4.13 Responsabilidades da Companhia pertinentes


a auditorias de gerenciamento de segurança

4.13.1 A verificação de conformidade com os dispositivos do Código ISM não atenua a Companhia, gerência,
funcionários ou marítimos de suas obrigações em cumprir com a legislação nacional e internacional pertinente à
segurança e proteção do meio ambiente.

4.13.2 A Companhia é responsável por:

.1 informar funcionários pertinentes sobre os objetivos e escopo da certificação pelo Código ISM;

.2 indicar componentes responsáveis do corpo de assistentes para acompanhar membros da equipe


executando a certificação;

.3 estabelecer os recursos necessários para aqueles executando a certificação para assegurar um processo
de verificação efetivo e eficiente;

.4 proporcionar acesso e material de evidência como solicitado por aqueles executando a certificação; e

.5 cooperar com a equipe de verificação para permitir que os objetivos da certificação sejam atingidos.

4.14 Responsabilidades da organização executando


a certificação pelo Código ISM

A organização executando a certificação pelo Código ISM é responsável por assegurar que o processo de
certificação é executado de acordo com o Código ISM e estas Diretrizes. Isto inclui o controle no gerenciamento de
todos aspectos da certificação de acordo com o apêndice 1 destas Diretrizes.

4.15 Responsabilidades da equipe de verificação

4.15.1 Se as verificações envolvidas com a certificação são executadas por uma equipe ou não, uma pessoa deve
ser encarregada da verificação. O chefe deve ter autoridade para tomar as decisões finais concernentes a condução
da verificação e quaisquer observações. Suas responsabilidades devem incluir:

.1 preparação de um plano para a verificação; e

.2 submissão do relatório da verificação.

4.15.2 Pessoal participando na verificação é responsável por cumprir com os dispositivos orientando a verificação,
assegurando o sigilo de documentos pertinentes à certificação e tratando informações privilegiadas com discrição.

4.16 Modelos de DOC e SMC

O DOC, SMC e DOC Provisório e SMC Provisório devem ser redigidos no formato correspondente aos modelos
dados no apêndice 2 destas Diretrizes. Se o idioma usado não for nem o Inglês e nem o Francês, o texto deve incluir
uma tradução para um destes idiomas.
Apêndice 1

Critérios sobre arranjos de


certificação pelo Código ISM

1 INTRODUÇÃO

A equipe de auditores, e a organização sob a qual ela deve ser dirigida, envolvida com a certificação pelo Código
ISM deve cumprir com os dispositivos específicos estabelecidos neste anexo.

2 CRITÉRIOS DE GERENCIAMENTO

2.1 Organizações gerenciando verificação de conformidade com o Código ISM devem ter, em sua própria
organização, competência em relação a:

.1 assegurar conformidade com as normas e regras incluindo a certificação de marítimos, para os navios
operados pela Companhia;

.2 a aprovação, inspeção e atividades de certificação pertinentes para os certificados marítimos;

.3 os termos de referência que devem ser considerados sob o SMS como requerido pelo Código ISM; e

.4 experiência prática de operação de navio.

2.2 A Convenção SOLAS 1974 determina que organizações reconhecidas por Administrações para emitir DOC
e SMC a seu pedido devem cumprir com a resolução A.739(18).

2.3 Qualquer organização executando verificação de conformidade com as disposições do Código ISM deve
assegurar que lá existe independência entre o pessoal provendo serviços de consultoria e aqueles envolvidos no
procedimento de certificação.

3 CRITÉRIOS DE COMPETÊNCIA

3.1 Esquema de gerenciamento de certificação pelo Código ISM

Esquemas de gerenciamento de certificação pelo Código ISM devem ser feitas por aqueles que têm conhecimento
prático de procedimentos e práticas de certificação pelo Código ISM.

3.2 Competência básica par executar verificação

3.2.1 Pessoal que deve participar na verificação de conformidade com os dispositivos do Código ISM deve ter
um mínimo de educação formal abrangendo o seguinte:

.1 qualificações de uma instituição de terceiro nível reconhecida pela Administração ou pela organização
reconhecida em um campo pertinente de engenharia ou ciência física (programa mínimo de dois
anos), ou

.2 qualificações de uma instituição naval ou náutica e experiência pertinente de alto mar como um oficial
de navio certificado.

3.2.2 Eles devem ter sido submetidos a treinamento para assegurar competência adequada e habilidade para
executar verificação de conformidade com os dispositivos do Código ISM, particularmente com relação a:

.1 conhecimento e compreensão do Código ISM;

.2 normas e regulamentos obrigatórios;

.3 os termos de referência os quais o Código ISM requer que as Companhias levem em consideração;

.4 avaliações técnicas de exames, perguntas, avaliações e relatos;


.5 aspectos técnicos e operacionais de gerência de segurança;

.6 conhecimentos básicos de operações de navegação e de bordo de navio; e

.7 participação em ao menos uma auditoria marítima vinculada ao sistema de gerenciamento.

3.2.3 Tal competência deve ser demonstrada através provas escritas ou orais, ou outros meios aceitáveis.

3.3 Competência para verificação inicial


e verificação de renovação

3.3.1 A fim de avaliar completamente se a Companhia ou o navio cumprem com os dispositivos do Código ISM,
em adição à competência básica fixada na seção 3.2 acima, pessoal que deve executar verificações iniciais ou
verificações de renovação para um DOC ou SMC, tem que ter a competência para:

.1 determinar se os elementos do SMS estão de acordo ou não estão de acordo com os dispositivos do
Código ISM;

.2 determinar a eficácia do SMS da Companhia, ou aquele do navio, para assegurar conformidade com
normas e regras como evidenciado pelos registros das vistorias estatutária e de classificação;

.3 avaliar a eficácia do SMS assegurando conformidade com outras normas e regras as quais não são
cobertas pelas vistorias estatutárias e de classificação e capacitando verificação de conformidade com
estas normas e regras; e

.4 avaliar se as práticas seguras recomendadas pela Organização, Administrações, sociedades


classificadoras e organizações industriais marítimas levaram isto em consideração.

3.3.2 Esta competência pode ser consumada por equipes que juntas possuem a competência total requerida.

3.3.3 Pessoal que está para ser encarregado da verificação inicial ou verificação de renovação de conformidade
com os dispositivos do Código ISM deve ter pelo menos cinco anos de experiência em áreas pertinentes aos
aspectos técnico e operacional de gerência de segurança; e tenha participado em pelo menos três verificações iniciais
ou verificações de renovação. Participação em verificação de conformidade com outros padrões de gerência pode ser
considerado como equivalente a participação em verificação de conformidade com o Código ISM.

3.4 Competência para verificação


periódica, intermediária e provisória

Pessoal que está para executar verificações periódica, intermediária e provisória deve satisfazer exigências básicas
para pessoal participando em verificações e deve ter participado em um mínimo de duas verificações periódicas, de
renovação ou inicial. Eles devem ter recebido instruções especiais necessárias para assegurar que eles possuem a
competência requerida para determinar a eficácia do SMS da Companhia.

4 ARRANJOS DE QUALIFICAÇÃO

Organizações executando certificação pelo Código ISM devem ter implementado um sistema de documentação para
qualificação e atualização contínua do conhecimento e competência do pessoal que está para executar verificação de
conformidade com o Código ISM. Este sistema deve compreender cursos teóricos de treinamento cobrindo todos os
requisitos de competência e os procedimentos apropriados ligados ao processo de certificação, bem como
treinamento prático orientado, e ele deve prover evidência documentada de conclusão satisfatória do treinamento.

5 INSTRUÇÕES E PROCEDIMENTOS DE CERTIFICAÇÃO

Organizações executando certificação pelo Código ISM devem ter implementado um sistema documentado para
assegurar que o processo é executado de acordo com este padrão. Este sistema deve, inter alia, incluir
procedimentos e instruções para o seguinte:

.1 contrato de autorização com Companhias;

.2 planejar, esquematizar e executar verificação;


.3 relatar resultados de verificação;

.4 emissão de DOC, SMC e DOC e SMC Provisórios; e

.5 ação corretiva e acompanhamento de verificações, incluindo ações para serem tomadas em casos de
não-conformidade maior.
Apêndice 2

Modelos de DOC, SMC e DOC e SMC Provisórios

(os modelos não foram traduzidos)


Glossário
INGLÊS-PORTUGUÊS
Bareboat Casco nu
Bareboat charterer Afretador a casco nu
Bulk carrier Navio graneleiro
Charterer Afretador
Chemical tanker Navio químico
Document of Compliance Documento de Conformidade
Environmental protection Proteção ambiental
Gas carrier Navio gaseiro
Guidelines Diretrizes
Guidelines for the Authorization of Diretrizes para a Autorização de
Organizations Acting on Behalf of Organizações Atuarem em Nome da
the Administration Administração
Guidelines on implementation of the Diretrizes na implementação do
ISM Code by Administrations Código ISM por Administrações
High speed craft Embarcação de alta velocidade
Interim Guidelines to Assist Flag Diretrizes Provisórias para Assistir os
States Países de Bandeira
International Convention for the Convenção Internacional para a
Safety of Life at Sea (SOLAS) Segurança da Vida no Mar (SOLAS)
International Management Code for Código Internacional de
the Safe Operation of Ships and for Gerenciamento para a Operação
Pollution Prevention Segura de Navios e para a Prevenção
da Poluição
International Maritime Organization Organização Marítima Internacional
(IMO) (IMO)
International Safety Management Código Internacional de
(ISM) Code Gerenciamento de Segurança (ISM)
ISM Code certification Certificação pelo Código ISM
Major non-conformity Não-conformidade maior
Management for the safe operation of Gerenciamento para a operação
ships segura de navios
Manned Tripulado
Maritime industry organizations Organizações industrias marítimas
Mobile offshore drilling unit Unidade móvel de perfuração
(MODU) marítima (MODU)
Non-conformity Não-conformidade
Objective evidence Evidência objetiva
Oil tanker Navio petroleiro
Operator Operador
Owner Armador, proprietário
Regulation Regra
Rules Normas
Safety management audit Auditoria de gerenciamento de
segurança
Safety Management Certificate Certificado de Gerenciamento de
Segurança
Safety Management Manual Manual de Gerenciamento de
Segurança
Safety-management system (SMS) Sistema de gerenciamento de
segurança (SMS)
Seafarer Marinheiro, homem do mar
Shipowner Armador
Shore-based support Apoio baseado em terra

PORTUGUÊS-INGLÊS
Afretador Charterer
Afretador a casco nu Bareboat charterer
Apoio baseado em terra Shore-based support
Armador Shipowner
Armador, proprietário Owner
Auditoria de gerenciamento de Safety management audit
segurança
Casco nu Bareboat
Certificação pelo Código ISM ISM Code certification
Certificado de Gerenciamento de Safety Management Certificate
Segurança
Código Internacional de International Safety Management
Gerenciamento de Segurança (ISM) (ISM) Code
Código Internacional de International Management Code for
Gerenciamento para a Operação the Safe Operation of Ships and for
Segura de Navios e para a Prevenção Pollution Prevention
da Poluição
Convenção Internacional para a International Convention for the
Segurança da Vida no Mar (SOLAS) Safety of Life at Sea (SOLAS)
Diretrizes Guidelines
Diretrizes na implementação do Guidelines on implementation of the
Código ISM por Administrações ISM Code by Administrations
Diretrizes para a Autorização de Guidelines for the Authorization of
Organizações Atuarem em Nome da Organizations Acting on Behalf of
Administração the Administration
Diretrizes Provisórias para Assistir os Interim Guidelines to Assist Flag
Países de Bandeira States
Documento de Conformidade Document of Compliance
Embarcação de alta velocidade High speed craft
Evidência objetiva Objective evidence
Gerenciamento para a operação Management for the safe operation of
segura de navios ships
Manual de Gerenciamento de Safety Management Manual
Segurança
Marinheiro, homem do mar Seafarer
Não-conformidade Non-conformity
Não-conformidade maior Major non-conformity
Navio gaseiro Gas carrier
Navio graneleiro Bulk carrier
Navio petroleiro Oil tanker
Navio químico Chemical tanker
Normas Rules
Operador Operator
Organização Marítima Internacional International Maritime Organization
(IMO) (IMO)
Organizações industrias marítimas Maritime industry organizations
Proteção ambiental Environmental protection
Regra Regulation
Sistema de gerenciamento de Safety-management system (SMS)
segurança (SMS)
Tripulado Manned
Unidade móvel de perfuração Mobile offshore drilling unit
marítima (MODU) (MODU)