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Universidade Católica de Moçambique

Instituto de Educação à Distância

Relatório de Praticas Pedagógicas I

Ângela e código

Curso: Licenciatura de Língua Portuguesa


Disciplina: Praticas Pedagógicas I
Ano de frequência: 2020

Quelimane, Junho, 2020


Classificação

Categorias Indicadores Padrões Nota


Pontuação
do Subtotal
máxima
tutor

 Capa 0.5
 Índice 0.5
Aspectos  Introdução 0.5
Estrutura
organizacionais  Discussão 0.5
 Conclusão 0.5
 Bibliografia 0.5
 Contextualização
(Indicação clara do 1.0
problema)
Introdução
 Descrição dos objectivos 1.0

 Metodologia adequada ao
2.0
objecto do trabalho
 Articulação e domínio do
discurso académico
Conteúdo (expressão escrita 2.0
cuidada, coerência /
Análise e coesão textual)
discussão  Revisão bibliográfica
nacional e internacionais
2.
relevantes na área de
estudo
 Exploração dos dados 2.0
 Contributos teóricos
Conclusão 2.0
práticos
 Paginação, tipo e tamanho
Aspectos
Formatação de letra, paragrafo, 1.0
gerais
espaçamento entre linhas
Normas APA 6ª
 Rigor e coerência das
Referências edição em
citações/referências 4.0
Bibliográficas citações e
bibliográficas
bibliografia

Índice
Lista de abreviatura.........................................................................................................................vi

DECLARAҪÃO.............................................................................................................................vii

AGRADECIMENTO....................................................................................................................viii

DEDICATÓRIA..............................................................................................................................ix

Resumo.............................................................................................................................................x

Introdução.........................................................................................................................................3

1.Identificação da escola 12 de Outubro..........................................................................................5

1.1.Localização geográfica da escola...............................................................................................5

1.2.Descrição da estrutura física e classificação da Escola..............................................................5

1.3Meio ambiente escolar.................................................................................................................5

1.4 Cronograma da escola................................................................................................................6

1.5 Composição do património da escola.........................................................................................6

1.6Organização da escola.................................................................................................................7

Director da escola.............................................................................................................................7

Director Adjunto Pedagógico...........................................................................................................7

Chefe da Secretaria...........................................................................................................................8

Fonte: AVELINO, Barbara. Directora adjunta pedagógica do 1° ciclo diurno, 2017......................8

Conselho da escola...........................................................................................................................8

1.7 Plano Geral da Escola e Planos Sectoriais.................................................................................9

1.8 Regulamento Interno da escola..................................................................................................9

1.9Instruções do Despacho Ministeriais.........................................................................................10

1.10 Plano de Estudos e Circulares................................................................................................11

1.11Sector pedagógico...................................................................................................................12

1.11.1Planos de Estudo de Classes, Ciclos e Grupos de Disciplinas.............................................12

1.11.2Mapas Estatísticos................................................................................................................12
2.Assistência as aulas e actividades dos alunos e professor...........................................................13

2. 1 Apresentação...........................................................................................................................14

2.2. Preparação da Aula..................................................................................................................14

2.3 Comprimento do programa de ensino......................................................................................15

2.4 Dosificaҫão dos conteúdos.......................................................................................................16

2.5 Planificação das aulas...............................................................................................................16

2.7 Avaliação do Processo de Ensino Aprendizagem....................................................................17

2.8. Relacionamento Dentro e Fora da Sala de Aula......................................................................17

2.9. Qualidades e actividades do Professor....................................................................................18

2.10 Relação Professor-Aluno........................................................................................................18

2.11 Relação Aluno -Aluno............................................................................................................19

2.12 Métodos de ensino..................................................................................................................19

2.14 Funções Didácticas.................................................................................................................20

2.15. Outros Aspectos Observados.................................................................................................21

Anexo.............................................................................................................................................24

Lista de abreviatura

PPDFI – Praticas Pedagógicas de Informática I


PEA- Processo de Ensino e Aprendizagem

FPLM -Forcas Populares de Libertação de Moçambique

LEC- Ligação Escola Comunidade

ONG’s Organizações não Governamentais

DECLARAҪÃO
Declaramos pela minha honra que este relatório foi o fruto dos resultados da minha observação e
das orientações da direcção assim como do nosso supervisor, e o seu conteúdo é original e todas
as fontes de assistências das aulas estão devidamente mencionadas no texto, nas notas e na
bibliografia final.

De salientar ainda que este relatório não teve uma apresentação por parte de nenhuma outra
pessoa nesta nem noutras instituições para obtenção de resultados semestrais para uma nota final
da disciplina.

Quelimane, Junho de 2017

Assinatura: --------------------------------------------------------------------------------------------

(Ângela)

AGRADECIMENTO
Agradecer primeiramente a DEUS Senhor do universo por ter nos dado a vida, por ter nos criado
nesta face da terra, e em seguida mandar um agradecimento especial a toda minha família, em
particular meus pais, todos os docentes da universidade catolica de Mocambique, em particular
no curso de ensino de Portugues, ao Nosso supervisor: Msc. Geraldo, pelo seu enorme apoio
incansável na realização deste trabalho.

Ainda mais mando um agradecimento a direcção da escola secundária 12 de Outubro, e todos que
constituíram um vínculo muito importante na amostra pelo acolhimento e facilitação na recolha
de informação para realização deste relatório.

Agradecer aos nossos amigos e colegas que de uma forma nos ajudaram directa e indirectamente,
e todos outros nossos colegas que sempre prestaram apoio necessário para elaboração deste
trabalho bem como aqueles que deram a mão para ir enfrente.

DEDICATÓRIA
Dedico aos meus pais por me trazem ao mundo e chegar até esta fase da vida, por terem me
amado tanto e incansavelmente, as nossas família em geral, que prestarem ajuda incansável
directa e indirectamente da nossa aprendizagem. Dedico aos amigos, aos colegas pela boa relação
que tem comigo e eu para com eles, aos todos membros da direcção do curso de Ensino de
Portugues.

Resumo
O processo de ensino e aprendizagem é a preocupação essencial do educação no nosso quotidiano, sendo assim
pretende-se com este trabalho mostrar os passos de recolha de informações essenciais para a realização deste
relatório, em primeiro lugar deu-se a entrega do credencial a escola 12 de Outubro e como bom senso da direcção da
escola aceitaram o pedido escrito no credencial, e em seguida como senso no nosso agradecimento nos cumprimos
com o programa dado pela direcção na qual consistiu em nos apresentar os professor pelos quais iríamos assistindo
as suas aulas nos tempos precisos e dados, e na nossa boa forma foi de cumprir com horário cedido pelos
professores, mas como já não descartando as possibilidades de casos que de um certo modo poderiam interferir no
nosso plano, As Práticas pedagógicas são actividades de formação inicial de professores e profissionais de educação
adequando-os às situações reais do processo de ensino e aprendizagem e dotando-os de ferramentas para o contínuo
desenvolvimento e aprendizagem, através a interacção da teoria e prática. As práticas pedagógicas proporcionam um
espaço de aprendizagem com variadas e rica situações da realização educativa que possibilitam ao estudante
consolidar os seus saberes teóricos aprendidos durante as aulas e compara-las com a realidade e para depois tirar as
lilações para o melhor contributo para o processo de ensino e aprendizagem.

Palavras-chave: Praticas pedagógicas de Informática I, Escola Secundaria 12 de Outubro,


Assistência de Aula, 11a classe turma 5.
Introdução
O presente relatório, em cumprimento com o programa da cadeira de Praticas Pedagógicas I, do
curso de Licenciatura de portugues que tiveram lugar nas escolas secundárias neste semestre visa
fazer prevalecer um bom senso do processo de ensino e aprendizagem. As práticas Pedagógicas é
uma cadeira que permite o aperfeiçoamento da arte de leccionar, visto que esta apresenta
elementos adequados para o efeito. Sendo uma cadeira apropriada para a formação do
professorado, ela circunscreve na medida que cada ano passa tendo começada pelas PPG
respectivamente, como é do conhecimento que esta é gradual na sua preparação progressiva,
trazendo deste modo um conhecimento científico sobre os fenómenos de educação. O trabalho
tem como objectivo colocar os estudantes dotados de ferramentas relacionados com o
professorado. Sendo uma pesquisa, um dos métodos que proporciona um conhecimento mais
aproximado da realidade, a técnica usada neste trabalho é a observação. Conforme a natureza do
trabalho, o autor deste pretende apresentar um relatório de descrição atinente as actividades de
"Praticas Pedagógicas de Informática I, realizadas na Escola Secundaria 12 de Outubro",
com o propósito de fazer conhecer a que tem necessidade e interesse em saber o que é a Escola
Secundaria de 12 de Outubro. Para a efectivação deste trabalho recorreu-se a várias bibliografias
e na consulta oral que serviram de auxílio, do Campus universitário de Napipine até Escola
Secundária 12 de Outubro.

No que diz respeito a estrutura física do trabalho, ele está estruturado da seguinte maneira:
elementos pré-textuais onde encontra-se capacidade rosto e contracapa, lista de abreviatura,
declaração, agradecimento dedicatória e resumo do trabalho, introdução onde se faz apresentação
dos objectivos gerais assim como especifico das práticas pedagógicas, um breve resumo dos
marcos das PPDFI, desenvolvimento onde se faz abordagem sobre o decurso do processo das
PPDFI, onde se apresenta os capítulos do trabalho, em que o capitulo I identificação da escola,
capítulo II assistência das aulas, capitulo III mini pesquisa as concepções dos estudantes em
física e capitulo IV projecto de pesquisa, o trabalho apresenta a conclusão, os elementos pós
textuais e a bibliografia. As práticas pedagógicas constituem um processo na promoção dos
indivíduos em habilita-los de conhecimentos e experiencias culturais que os tornam hábitos a
actuar no meio sócio e a transforma-los em função das necessidades económicas, sociais e
politicas das colectividades servindo desta feita de elo ligação aparte teórica e conciliada a
pratica.

Objectivo das práticas pedagógicas de Informática I

Objectivos Gerais

 Integrar progressivamente o estudo em contexto real do ensino e aprendizagem da


disciplina de informática;
 Contribuir para formação de um professor que possua conhecimentos teóricos e práticos,
um professor que saiba fazer a gestão de um currículo, que saiba diferenciar as
aprendizagens e orientar a sua autoformação;
 Proporcionar a aquisição de habilidade e competência que possibilitem a intervenção, e a
investigação e a pratica dos projectos pedagógicos;
 Contribuir com as suas variadas actividades para formação de um professor que saiba ser
autónomo, que saiba diferenciar o ensino e aprendizagem, gerindo de forma adequada as
várias situações do ensino e aprendizagem.

Objectivos específicos:

Quantos aos objectivos específicos destacam-se os seguintes:

 Planificar organizar as complexas situações do PEA de Informática;


 Implementar o PEA de física de forma criativa e interessante de acordo com as condições
reais da escola;
 Reflectir auto-avaliar-se e reformular o PEA desenvolvendo sempre que for necessário;
 Utilizar de forma adequada as técnicas e instrumentos de observação da aula;
 Utilizar de forma adequada as técnicas e instrumento de avaliação.

Apresentação e início das actividades das praticas pedagógicas de Informática I

Os trabalhos das práticas pedagógicas na escola secundária 12 de Outubro tiveram inicio no mês
de Setembro (dia 19) de 2017 com apresentação da credencial de UP de Nampula por parte dos
estudante as estruturas desta instituição. Neste breve encontro, os estudantes ficaram a saber de
como funcionava o PEA na escola 12 de Outubro na base da assistência das aulas, em que cada
estudante foi cedido uma turma na qual tinha o seu período de assistência das aulas

CAPITULO I

1.Identificação da escola 12 de Outubro

1.1.Localização geográfica da escola


A escola secundaria 12 de Outubro Sita no bairro de Muhala-expansão entre a avenida Eduardo
Mondlane e a estrada que prolonga a avenida da FPLM, sensivelmente à 2.300 km do centro da
cidade de Nampula (mais ou menos na praça da Liberdade) e ocupa uma área de mais ou menos
aproximado à 750 m2 de comprimento e mais ou menos com cerca de 650 m2 de largura
incluindo todo o património escolar. Não se trata de uma fonte oficial e segura mais sim é na
base de cálculos mentais aproximados que se obteve os dados acima referidos.

1.2.Descrição da estrutura física e classificação da Escola.


A escola secundária 12 de Outubro é do tipo B, foi construída por seguintes material, pedra,
cimento, ferro, vidro e madeira e coberta de chapas de zinco, cercada por um muro de vedação
de rede, que protege escola, é uma escola com todos edifícios pintados de cores verde-claro e
azul-escuro, o quintal da escola é composto por dois portões que dão acesso a saída e entrada ao
pátio da escola de todo pessoal, e um portão que dá acesso a entrada de carros. Porem a escola
não fornece espaço de armazenamento de viaturas, mas estas são estacionadas e armazenadas
fora do pátio escolar.

1.3Meio ambiente escolar


No que diz respeito a meio ambiente escolar, esta escola pode ser considerada, de certa maneira,
que o meio ecológico é dos considerados normal, pelo facto de existir pouco aspecto verde no
recinto escolar, mas como isso não se pode tirar o mérito de que não existe no recinto alguma
vegetação. A escola tem um pátio que tem algumas plantas, como mangueiras e acassieiras.
1.4 Cronograma da escola
Ate em 1991 a escola funcionava como anexa da Escola Secundária de Nampula, e lecionava se
as 6ª e 7ª Classes. Dois anos depois passou a ser Escola Primária de Muhala-expansão em que
em 1998, introdução do 1º ciclo 8ª classe e 9ª turma única, e em 1999, graduou o primeiro grupo
de 10ª Classe, dai houve necessidade de introduzir se o 2° ciclo em 2004, onde um ano depois,
graduam os primeiros estudantes da 12ª Classe que assim funciona ate os dias de hoje.

1.5 Composição do património da escola


A escola é composta na sua totalidade por 20 salas de aula, das quais uma está reservada para o
programa de ensino a distancia e outra funciona como sala de informática, uma instalação onde
funcionam das secções pedagógicas, em que esta por sua vez está dividida em duas partes para o
funcionamento do 1 ° e 2° ciclos dos cursos diurno e curso nocturno, o seu lado direito funciona
a secção pedagógica dos dois ciclos do curso diurno que conta com dois turnos, de manhã e à
tarde, e outro lado funciona secção pedagógica dos dois ciclos do curso nocturno. No terceiro
compartimento que é a zona do corredor, encontra-se a funcionar dois secretários, em que um
deles ocupa os processos do 1 ° e 2° ciclos do curso diurno e a outra ocupa processos do 1 ° e 2°
ciclos do curso nocturno.

As salas de aulas estão enumeradas em cima das portas, e nas salas de existem cadeiras
suficientes para os alunos, um quadro preto e uma secretaria para o professor, em cada uma das
salas, exceptuando-a de informática. Tem casas de banhos disponíveis e separados de sexos e em
blocos, ou seja, uma parte para alunos e alunas a outra parte para professores alguns dos seus
funcionários. Todas as casas de banho encontram-se disponíveis de água canalizada.

A escola tem um edifício reservado para as questões administrativas se onde se encontra o


gabinete do director da escola, gabinete administrativo, sala dos professores, Secretaria, e por
ultimo o sector dos continos instalado na varanda deste bloco. Existe um bloco onde funciona
contabilidade e de processamento dos documentos tais como declarações e certidões de
passagem de classes, possui uma cantina escolar no pátio
Na parte externa da vedação do pátio existem 7 casas, das quais duas reservada para a direcção
da escola, e outras 5 restantes para os professores, com uma sala mista, onde uma das casas para
a direcção provavelmente seria para o director adjunto pedagógico.

1.6Organização da escola

O colectivo da direcção escolar é um órgão deliberativo, composto por membros da direcção da


escola, que tem como função programar, analisar e controlar todo o processo de ensino
aprendizagem e a respectiva gestão escolar.

A escola encontra-se organizada da seguinte forma:

 Director da escolar;
 Director adjunto pedagógico;
 Conselho da escola;
 Chefe da secretaria;
 Director de disciplina ou de classe;
 Director de turma.
Fonte: AVELINO, Barbarahh. Directora adjunta pedagógica do 1° ciclo diurno, 2017.

Director da escola
O director tem a competência de:

 Dirigir, coordenar e controlar a escola;


 Representar no plano interno e externo;
 Fazer cumprir as leis e regulamentos, orientar e controlar o processo de matrícula;
 Provar o horário e planificar as turmas’
 Ter assédio de convivência dos alunos

Fonte: AVELINO, Barbara. Directora adjunta pedagógica do 1° ciclo diurno, 2017.

Director Adjunto Pedagógico


DAP tem as seguintes competência”
 Garantir aplicação do currículo, pelo Ministério da Educação;
 Controlar a formação das turmas;
 Orientar as informações da escola;

Fonte: AVELINO, Barbara. Directora adjunta pedagógica do 1° ciclo diurno, 2017.

Chefe da Secretaria
O chefe da secretaria tem competência de:

 Exercer as funções de organização e planificação;


 Coordenação e controlo da sua actividade, manter actualizado
 Providenciar na organização e segurar a organização

Fonte: AVELINO, Barbara. Directora adjunta pedagógica do 1° ciclo diurno, 2017

Conselho da escola
O conselho da escola é o órgão máximo do estabelecimento e tem como objectivo:

- Ajustar as directrizes e matas estabelecidas, a nível central e local da escola;

- Garantir a gestão de democrática, solitária co-responsável

Do Conselho da escola fazem parte:

- Representante dos professores;

- Representantes dos pais e encarregados de educação;

- Representante da Comunidade;

- Representante dos alunos.

O órgão que constitui o Conselho da escola tem as seguintes competências:

 Aprovar e garantir a execução de projectos de atendimento psico-pedagógico e material


aos alunos, quando seja a iniciativa dos alunos.
 Elaborar e garantir a execução de programas especiais visando a integração da família
escola comunidade;
 Pronunciar-se sobre as informações cometidas e medidas disciplinares a aplicar docentes,
pessoal administrativo e outros trabalhadores e alunos da escola, sem prejuízos da
confidencialidade do processo disciplinar;
 Aprovar os relatórios anuais da escola.

Presidente de Conselho da escola tem as competências seguintes:

- Representar o conselho a nível internos externos,

- Prestar informação anual a assembleia;

- Garantir a transferências de poder e de todos os documentos do conselho da escola ao seu


sucessor em caso de sucessão ou de dimensão.

Fonte: AVELINO, Barbara. Directora adjunta pedagógica do 1° ciclo diurno, 2017

1.7 Plano Geral da Escola e Planos Sectoriais


Nos planos sectoriais da escola, vimos que este é composto por dois sectores chaves
nomeadamente o administrativo e o pedagógico que por sua vez também é composto por 4
secções pedagógicas, das quais duas respondem pelos 1 o e 2º ciclos do curso diurno enquanto
para os dois outros restantes respondem pelos 10 e 20 ciclos do curso nocturno.

1.8 Regulamento Interno da escola


O regulamento interno da escola exige que os alunos participem na concentração e na entoação
do hino nacional que para tal tomou-se uma medida em que o aluno que não for pontual não
entrará no pátio da escola e com risco de não participar a primeira aula mas que para os tempos
subsequentes poderá entrar depois dos intervalos assim que os portões abrirem e cinco minutos
depois do toque de entrada voltam a se fechar as portas e caso se atrasem novamente voltam a
ficar fora do pátio. Para os casos de limpeza das turmas ou salas de aulas são escalados grupos de
alunos dia após dia (da semana lectiva). Nos dias em que a direcção da escola pretende transmitir
alguma informação importante para os alunos dá-se um aviso previamente e consequentemente o
decorrer da informação anula por conseguinte a entoação do hino nacional. Os alunos entram as
06h:45min para a concentração no período da manhã e saem as 12h:10min no fim da aula e os da
tarde entram as 12h:15min e saem as 17h:30min no fim da aula.

Existem grupos de professores que controlam a questão de organização como é o caso das
apresentações descintes dos alunos com vista a estimular a entoação do hino nacional e para
evitar as entradas de pessoas estranhas ao recinto. Os grupos que desempenham estas funções
são os chefes de turma em colaboração com o chefe geral da escola que este por sua vez trabalha
em estreita colaboração com os professores destacados ou seja respectivos directores de turma.

1.9Instruções do Despacho Ministeriais


Instrução ministerial ao calendário escolar é um documento oficial que regula todas as
actividades anuais das escolas e é considerado de documento nº1, este documento é enviado para
as escolas de tempo em tempo para regular e garantir o bom funcionamento das actividades
escolares. Fonte obtida a partir do dia 6 de Janeiro do ano em curso e mais tarde confirmada pelo
director da escola no dia 20 do mesmo «para o funcionamento existe um regulamento ou seja um
organograma da Escola Secundária 12 de Outubro que corresponde a organização interna da
escola em que acima de toda hierarquia encontra-se o conselho da escola que é a ligação da
Escola-Comunidade composto pelos pais ou encarregados de educação, seguido pelos
funcionários da escola e por último os alunos, que é presidido pelo director da escola atrás
citado, coadjuvado pelos seus adjuntos e ainda por alguns outros funcionários da escola.

O conselho da escola tem o dever de gerir ou participar na gestão de 60% do fundo obtido a
partir das receitas das matrículas e canalizado para a L.E.C. (Ligação Escola-Comunidade),
destinado para a manutenção do património da escola como é no caso de aquisição de novas
carteiras, nova pintura para as instalações, reabilitação de algumas partes do património
consideradas destruídas ou degradadas. AVELINO, Barbara. Directora adjunta pedagógica do 1°
ciclo diurno, 2017.

«As escolas consideram ser útil ter um plano de desenvolvimento para ajudá-las na gestão das
mudanças, através de indicações de objectivos e metas à alcançar a médio e longo prazo.
O plano de desenvolvimento da escola é um instrumento director que visualiza as etapas e
exigências de cada fase de desenvolvimento, incorporando, entre outras, questões, tais como:

 A evolução do aproveitamento escolar;


 Exigências quanto a formação de professores e funcionário não docentes;
 A construção, conservação e manutenção de infra-estruturas escolares;
 Angariação e gestão de fundos;
 O desenvolvimento de relações com a comunidade educativa e a sociedade em geral;
 Efectivos escolares;
 Actividades extra escolares.

1.10 Plano de Estudos e Circulares


Os planos de estudos também aparecem contidos na instrução ministerial ao calendário escolar.
O ministério de educação elabora e envia programas de cada disciplina para todas as direcções os
respectivos regulamentos, chegado às direcções provinciais são redistribuídos às direcções
distritais e das cidades e depois são canalizadas às direcções das escolas onde são entregues aos
grupos de disciplinas para:

 1° A dosificação com vista a pegar os programas e reparti-los por cada trimestre na


perspectiva de saber quantas aulas deve ser leccionadas por cada um dos conteúdos;
 2° Controlar a partir do plano quinzenal onde os grupos de disciplina debatem e
analisam de 15 em 15 dias de modo a evitar possíveis disparidades.

Actualmente os planos de estudo contam com o regime trimestral e não semestral como era
antes.

A aplicação do regulamento interno da escola depende grandemente do regulamento geral


produzido pelo ministério da tutela, daí que nesta escola haja uma aplicação mais rigorosa em
relação as outras escolas. Quanto a questão de circulares, dizer que certas informações têm sido
comunicadas quer seja de interesses sócias, quer ao nível sectorial e profissionais. Por exemplo,
quando a escola recebe ou emite qualquer convite (s) ou seja convocatória (s) de ou para certas
instituições como a saúde, direcção de educação, ONG's (organizações não governamentais),
associações desportivas, comunidade (pais ou encarregados de educação e até mesmo aos
próprios educandos), estas informações são publicadas ao nível das vitrinas e quadros de
informações da escola, por outro lado tem sido anunciadas na sala de aulas em pleno tempo
lectivo.

1.11Sector pedagógico
Na área pedagógica em todos os níveis não existe uma separação (descriminação) por níveis,
excepto nas actividades curriculares, porque a tendência é de fazer uma união entre os directores
adjuntos pedagógicos dos dois ciclos no sentido de fazer com que haja uma comparticipação ou
seja interacção de ambas partes.

1.11.1Planos de Estudo de Classes, Ciclos e Grupos de Disciplinas


Existem os Directores de Turma que velam pelos problemas de turmas que adiante veremos.
Existem também os Delegados de Disciplinas que têm a responsabilidade de velas pelas
actividades das disciplinas com vista à ajustarem-se aos conteúdos programáticos.

Os delegados de disciplinas fazem parte do conselho pedagógico e são estes que orientam os
Grupos de Disciplinas e que a sua eleição deve ser garantida no inicio do ano lectivo, tendo em
conta que «a margem de intervenção do delegado de turma depende não só dele próprio e dos
colegas de turma mas também da maior ou menor animação dada esta figura pelo director de
turma».

1.11.2Mapas Estatísticos
Existem mapas propostos para os levantamentos estatísticos. Depois das matrículas, anualmente
nos dias 3 do mês de Março é considerado de “dia da população estudantil” em que se deve
conhecer quantos alunos existem em cada escola distribui dos em turmas, por idades, sexo e
classes, assim como os professores e os outros funcionários da escola.
CAPITULO II

2.Assistência as aulas e actividades dos alunos e professor


Decurso das práticas pedagógicas

O processo das práticas pedagógicas decorreu em duas fases, na sala de aula em que o docente
fazia menção de todas as actividade que iriam ser realizadas no campo e a outra fase que era o
próprio trabalho de campo.

Durante as aulas teóricas recebidas na turma abortou-se questões meramente ligadas ao programa
de ensino de física, foi tal que, o docente esclarecia a essência da existência do programa do
ensino e fazendo menção a actividade do campo que teria sido realizado por estudantes na
assistência das aulas. O objectivo central era de inserir nos estudantes o espírito de consultar dos
mesmos.

Entre outras actividades executadas na turma, importa dizer que constatou-se o uso dos meios de
ensino assim as funções didácticas de uma aula de informática, as simulações de aulas. Portanto
aprendeu-se bastante, porque, durante a assimilação das aulas haviam debates e criticas, por
exemplo, quando ao uso dos meios de ensino e postura dos estudantes. Na verdade a busca ou
ganho desta soma de conhecimento facilitou o controlo apreciável das actividades do professor
no PEA.

Recepção dos estudantes na escola

De certo, a instituição do ensino em particular o grupo directivo desejou boa chegada ao grupo
escalado a escola. A satisfação foi maior, pois, era o 1º grupo de informática que escalava aquela
instituição de ensino. Com profunda alegria, o sector pedagógico da escola deram os seus
“aplausos” internos pela presença dos assistentes. Como resultado da boa observação, o acesso
ao horário foi recebido de forma simples, o professor da disciplina de informática foi chamado e
apresentado de forma simples aos estudante, dai, o professor também sentiu-se feliz se não
satisfeito, pela presença dos estudantes

2. 1 Apresentação
De acordo TAVARES(1999: 142) “sala de aulas é um espaço pedagógico por excelência da
Escola. Por que é neste lugar que acontece a educação humana não só de educação mas
também do educador visto que educar é auto educar-se”.

Nos dias da assistência das aulas, tive oportunidade de assistir algumas aulas, no período de tarde
das 13:30min a 14:15min, Turma da 11ª 5, com tema Redes de Computadores (que foi a
primeira aula)e em relação a composição da turma tive a oportunidade de conhecer assim tendo o
número total da turma que era de 60 estudantes, dos quais 17 ausentes e 43 presentes, e os
restantes dias não tive oportunidade de assistir todas aulas mas sim algumas. É claro que em
algumas vezes não tivemos oportunidade de assistir as aulas devido a não disponibilidade do
tempo por consciência com as aulas de tarde referente as cadeiras e atraso.

No concernente as aulas assistidas durante o período verifiquei que, a sala de aula estava limpa,
como regra toda a turma por onde passei tem uma estrutura administrativa composta pelo
Director de Turma, Chefe de Turma, adjunto de chefe da turma, chefe de higiene e chefes de
grupos. O Professor tem boa apresentação perante a aula, os alunos que se apresentam duma
forma desejável, bem limpos e arrumados. De salientar, que os dia em que assistimos as aulas A
professora foi pontual, a iluminação da sala é suficiente, a sala tem porta e sem vidro nas janelas.
A sala de aula é espaçosa, só que contradiz com a realidade que se vive hoje, nisso as turmas são
numerosas onde os alunos são sujeitos a sentarem três por carteira o que também, dificulta a livre
circulação da professora na sala.

2.2. Preparação da Aula


Segundo PILETTI: (2006: 62) Planificar ensino consiste em traduzir em termos concretos e
operacionais o que o professor fará na sala de aula, para conduzir os alunos a alcançar os
objectivos educacionais propostos, nos momentos das aulas foi difícil identificar se havia
sequência lógica.

No momento da entrada na sala de aulas, os alunos mostraram o senso respeitoso de


cumprimentar os professores e depois de marcação das presenças prosseguiam as aulas, em
algumas vezes a marcação das presenças era feita depois da aula.

As aulas assistidas pelo grupo, a professora afirmou que raramente tem usado plano de aula, e se
verificou para os alunos tiverem uma interacção dificultosa e que por consequência afectaram os
objectivos comportamentais ou não levarem a concretização dos objectivos específicos. Mas
depois da nossa presença, ela garantiu que sem estaria a trazer o plano da aula.

2.3 Comprimento do programa de ensino


O programa de ensino é um vínculo importante que guia o professor na sua tarefa de ensinar,
com vista a alcançar os objectivos traçados.

Os programas de ensino trazem consigo os conteúdos e objectivos que de forma geral, visam
assegurar o desenvolvimento do corpo docente.

Segundo MULLER (1999:14) “ conteúdo é uma escolha consequente dos resultados duma
ciência organizada pedagogicamente pelos alunos na sua vida diária”.

As noções a cerca dos conteúdos, ainda abarcam classificações; conteúdo de programa de ensino
e conteúdo de processo de aquisição.

Nos conteúdos programáticos notou-se orientações mitológicas, as etapas que envolvem o PEA,
as obrigações de respeitar as funções didácticas entre outros componentes.

Durante as observações notou-se que a professora não cumpria na sua totalidade o programa de
ensino, talvez devidos alguns factores que influenciavam, devidos alguns imprevistos
inesperado, verificou-se também que o tempo é muito curto já que as 11 as classes não tem aulas
duplas.
2.4 Dosificaҫão dos conteúdos
Dosificaçao é uma planificação feita por grupo de disciplinas, para sua facilitação através do
programa de ensino, planificam-se os conteúdos a serem leccionados no período de 2 ou 3
semanas e distribuem-se por aulas especificando as actividades a serem realizadas em cada lição
por aluno assim como o professor, pois permite:

A uniformização dos conteúdos em quase todas as escolas, evitando atraso no cumprimento do


programa;

Permite a discussão na interacção entre os grupos de professores da disciplina, favorecendo a


troca de experiencia entre os estudantes.

2.5 Planificação das aulas


Segundo LIBÂNEO (1994:241) “ plano de aula é um retalhamento de plano de ensino. As
unidades e subunidades que foram previstas em linhas gerais são aqui especificadas e
sistematizadas, para uma situação real”

Na educação formal, planificar é fazer previsão inteligente determinada de todas as actividades


escolares. Por razoes de responsabilidade moral, a adequação do trabalho e eficiência do mesmo
é indispensável.

2.6 Decurso da Aula

Segundo PROENCA, (1992: 177) aula e um processo vivo e dinâmico onde uma complexa
trama de interacção humana e diversidade de interesse determinam a actuação do professor e dos
alunos.

A linguagem usada pela professora durante as aulas, verifiquei que era adequada ao nível do
acesso dos alunos, os meios de ensino, métodos e os conteúdos apresentados são os que constam
em qualquer plano de aula. O Professor explicava os objectivos principais da aula, onde
apresentou o tema no quadro, pedindo aos alunos para que dessem suas opiniões naquilo que
sabiam sobre a matéria de Oscilações e ondas Mecânicas. Como era uma aula inicial, alunos
voluntariosamente tentavam explicar aquilo que tinham como noção do conceito onda. De
seguida, o professor não ditou nenhum apontamento. O professor revelou um pouco do domínio
e segurança dos conteúdos abordados, nisso não necessitou apoio de nenhum material para
satisfação das inquietações colocadas pelos alunos. O tempo disponibilizado pelos professores
para a apresentação de dúvidas pelos alunos é suficiente, visto que alguns alunos iam
apresentando suas dúvidas e com esclarecimento, punham-se a contribuir e mostravam-se
satisfeitos com as aulas. A professora faz gestão do tempo, visto que no toque do intervalo iam
dispensando os seus alunos. Usam duma forma coerente os meios de ensino a sua disposição, e
como os números dos alunos excedem a capacidade das salas, dificulta a circulação dos
professores por falta de espaço, visto que as turmas apresentam-se muito numerosas. Eles tomam
em consideração as intervenções dos alunos, porque os alunos mostram-se que são capazes de
desenvolverem as capacidades através de experiências anteriores e consideram como fonte da
aprendizagem as experiências dos alunos, por causa das suas capacidades criativas.

2.7 Avaliação do Processo de Ensino Aprendizagem


Para PILETTI (2006:190), “Avaliação é um processo contínuo de pesquisa que visa interpretar
os conhecimentos, habilidades e atitudes dos alunos, tendo em vista mudanças esperadas no
comportamento, propostas nos objectivos, afim de que haja condições de decidir sobre
alternativas do planeamento do trabalho do professor e da escola como um todo”. Os
Professores para avaliarem os seus alunos usavam a avaliação de continuidade com a função de
controlo, no que consiste na avaliação formativa, para se informar sobre o rendimento da
aprendizagem, localizar as deficiências dos seus alunos para o seu replanejameto. A professora
no dia de assistência não corrigiu nenhum exercício dos alunos, o que não motivou tanto aos
alunos na resolução dos mesmos esperando a resolução no quadro. Os alunos reagiam
positivamente a exposição das matérias pelos professores, contudo, punham-se a apresentarem
muitas dúvidas e contribuições, mas o que notou-se a professora não conseguiu leccionar todos
conteúdos programados, chegando-se a conclusão que, os objectivos têm sido alcançados
parcialmente e não totalmente. A forma de avaliação que a professora usou durante a aula é o
questionário, que era para avaliar o nível de compreensão dos alunos.

2.8. Relacionamento Dentro e Fora da Sala de Aula


Segundo PILETTI (2006:250), o bom relacionamento na sala de aula é muito importante. O
relacionamento entre os elementos de uma classe é bom quando vemos alunos alegres, bem-
humorados e seguros enquanto desenvolvem as atitudes de aprendizagem e o Professor, como
líder, e o grande responsável pelo bom relacionamento. Dai, Concluimos que, os professores
têm um carácter educativo, porque usavam os vários métodos para tentarem enquadrarem os
alunos nas matérias leccionados, simulando algumas histórias para ver se ficava concentrados.
Os professores revelam convicção durante as suas actividades com os alunos, visto que não tem
certeza que os alunos já conseguiram assimilar na matéria dada. Nos alunos notou-se um aspecto
muito errado no que diz respeito a apresentação dentro da sala, agitações constantes, dificuldades
na percepção das matérias, atrasos. Das condutas positivas que - se observou é que mesmo com
alguns alunos com mas condutas, existiram os que contribuíam nas aulas e mostravam interesse
em aprenderem, apresentavam-se de forma aceitável, ficavam atentos e revelavam interesse
durante as aulas. Mesmo com tudo o que foi observado, o relacionamento dos educadores/ alunos
é bom e dos alunos/ educadores é aceitável.

2.9. Qualidades e actividades do Professor


No âmbito individual e profissional da professora, ela aceita conselhos e críticas, dado que ele
permite interacção com os alunos na sala de aula e o relacionamento com colegas é aplaudível
por se verificar certos convívios e encontros amigáveis que se realizam em algumas ocasiões. A
Professora tem se envolvido nas actividades curriculares e extra-curriculares no que concerne: a
dosificaҫão dos conteúdos, planificação quinzenal, entre outras actividades.

2.10 Relação Professor-Aluno


A relação professor aluno consiste na interdependência num lado o professor a ensinar e o aluno
a apreender, esta relação é vínculo, ou seja é chave muito importante no PEA,

“Esta é talvez, uma das melhores técnicas de motivação, as boas relações entre mestres e
alunos. Nada mais entusiasma o aluno do que perceber que é visto, distinguido e compreendido
pelo seu professor. O bom relacionamento entre eles cria um clima que facilita os trabalhos
escolares e convida o aluno a empenhar-se nas tarefas que lhe são confiadas. ”
(NERICI.1989:90).

A relação tratada entre professor aluno foi verificada durante as aulas participadas, embora tal
relação não se limitou apenas na sala de aulas.
Para NERICI (1989:183), “os propósitos da motivação consistem em despertar o interesse,
estimular o desejo de aprender e dirigir esforços para atingir metas definidas.”

No processo ensino a relação Professor-Aluno é bilateral na medida que existe dum lado o
professor que dirige o processo, e do outro lado o aluno que desenvolve suas actividades. Neste
sentido tais relações além de serem pedagógicas são também sociais mediante a comunicação e a
colaboração. Isto supõe um mutuo conhecimento de ambas as partes tendo muita das vezes
iniciativa o professor.

2.11 Relação Aluno -Aluno


Sempre é muito importante que entre os alunos mantenham uma boa ligação entre eles no
processo de ensino e aprendizagem, a escola como sendo uma instituição muito importante e um
lugar de formação de capacidade, habilidade, atitude e convicções, e também tratando de um
lugar de promoção de jovens estudantes, assim como um lugar de interacção social não ficaria
alheio a esta situação.

Os alunos da escola 12 de Outubro da turma de 11ª 6 mantinham um bom relacionamento entre


eles, na interacção a aula, conversa de uma boa forma entre eles na presença assim como na
ausência do professor.

2.12 Métodos de ensino


Segundo LIBÂNEO (1999;160) “os métodos de ensino consistem na mediação escolar tendo
em vista activar as forças externas mentais dos alunos para a matéria”.

De acordo com MAVANGA (2001:41), os métodos de aquisição de conhecimento nas ciências


naturais são:

1. Método de generalização inductiva

2. Método de conclusão deductiva

3. Método experimental

4. Método de analogia

5. Método do modelo
6. Método de procedimento analítico-sintético

7. Método da caixa negra


Durante a assistência de aula notou-se que A professora teve o uso excessivo de métodos
empíricos na aquisição de conhecimento, como por exemplo o método de expositivo.
2.13 Meios de ensino - aprendizagem
Segundo (FONTORA, 1993:62). “Meios de ensino são elementos que auxiliam a execução do
Processo de Ensino e Aprendizagem de forma a aproximar a realidade dos fenómenos em
estudo,”
Os meios didácticos são classificados em três tipos que são meios visuais, auditivos e áudio
-visuais, e tendo como materiais didácticos básicos que são aqueles que sempre na leccionação
da aula estão sempre presente.
No período de assistência das aulas notou-se a limitação de uso de quadro, giz, apagador.

2.14 Funções Didácticas


Segundo LIBANEO( 1994; 179) “função didáctica são tarefas, elementos etapas ou momentos
do processo de ensino que tem carácter geral e necessário as quais permite organizar
pedagogicamente das actividades cognitivas dos alunos em cada aula”.

Funções didácticas são momentos ou fases descritas em acções dinâmicas e estruturadas que
decorrem durante uma aula ou são orientações que o professor deve ter em consideração para a
realização do processo completo da aquisição dos conhecimentos e outras qualidades da
personalidade.
Geralmente pode-se funções didácticas são etapas que ocorrem durante o PEA, estas são
estruturadas e sistematizadas de acordo com o tipo de aula.

Definição: Funções didácticas são as fases ou etapas interligadas entre si do processo de ensino-
aprendizagem em que uma aula se subdivide.

Assim sendo uma aula de física deve ter as seguinte estrutura ou funções didácticas:

1. Orientação dos objectivos

- Apresentação dos objectivos


- Motivação

- Segurança do nível inicial

2. Trabalho na material nova

3. Consolidação
4. Avaliação e controle
Cada função didáctica tem um certo intervalo de tempo, essas funções funcionam duma forma
cíclica.
Durante a assistência de aulas notou-se que o professor se limitava muito numa única fase de
aula.

2.15. Outros Aspectos Observados


Na observação das aulas notou-se aspectos positivos assim como aspectos negativos, por parte
dos alunos assim como os professores.

Por parte dos professores assim como dos alunos do curso da turma 11ª 5, A professora usava
uma linguagem aceitável por parte dos alunos, despertava interesse e atenção dos alunos na
matéria, aceita conselhos e criticas, usava bata, mas por outro lado o professor não exibia o plano
de aula (só começou a exibir, segundo ela, depois da nossa presença), uso excessivo de aula
frontal, por parte dos alunos vinham bem apresentados, ficavam bem atento na aula por um
tempo, criavam um bom clima de interacção com o professor, mas também eles tinham uma
parte muito ruim agitação na turma, constantes saídas para fora de aulas, falta da cultura de estar
na sala de aula mesmo que não esteja A professora, apresentação na sala e pelos alunos,
dificuldade por parte dos professores na leccionação das aulas por causa do barulho
protagonizado pelos alunos, falta de carteiras nas salas de aulas, falta de plano de aulas do
professor, falta de rigorosidade no controlo das actividades e efectividade do professor.
Conforme o numero dos alunos, as salas ficam superlotadas e boa coisa porque não há falta de
carteiras e não são obrigados a sentarem-se três o que não é aconselhável numa instituição de
ensino. Mas dentre todos esses aspectos, a que mais me marcou foi a carência de professores
especializados na área de informática, por tanto, escola possui 3 professores de informática.
Conclusão

O presente relatório de práticas pedagógica de Informática I é de vital importância na medida em


que faz aproximar o estudante a realidade escolar e ficar a par das situações que o sistema
educativo enfrenta.

De salientar que as praticas pedagógicas permite viver, conhecer como conduzir o processo de
ensino e aprendizagem, de documentos nas instituições educativa, preparando-se uma nova
realidade profissional seja brilhante.

As Praticas pedagógicas de Informática I teve como palco central da escola secundaria de 12 de


Outubro onde entre outras actividades desta instituição, considera se fundamental para
funcionamento de qualquer organização. A principal actividade desta e de qualquer instituiçãoé
manter os níveis elevados dos alunos, execução do plano ministerial do ensino do fundo
permanente do estado para aquisição de bons resultados de PEA, bens e serviço valoreste usado e
justificado de acordo com o plano geral de ensino da função pública vigente em Moçambique.

É neste contexto que autora deste relatório colheu muita experiência na execução deste plano,
reconstituição de um processo de aquisição de bons resultados, execução do pleno sectorial de
ensino e enceramento de um processo de executivo.
Bibliografia

IVALA, A. etal. Orientação para Elaboração projecto e Monografia Cientificas.


Nampula,Universidade Pedagógica, 2007.

LIBÂNEO, José Carlos. Didáctica S/ed, São Paulo Cartaz editora 1994.

GIL, António Carlos, Métodos e Técnicas de Pesquisa, 5ª ed., São Paulo, 1999.

MARCONI, Mário Andrade, LAKATO, Eva Mário, Metodologia cientifica4ª Edição. Editora
Atlas São Paulo 2006.
MARCONI, M. de Andrade & LAKATOS, E. M. fundamentodeMedotologia Cientifica.5ª ed.
são Paulo, atlas, 2003.

MAVANGA, Gil, fundamentos teóricos de didáctica de física I, (textos de apoios não


publicado), 2001

MULLER, Susana. Didáctica das Ciências Naturais. 1ed. Maputo: Texto Editores, 2008.

1994. sp.
NERICI, Emídio G. Didáctica: Uma Introdução 2ª edição. São Paulo, Porto editora, 1989

PILETI, Claudino, Didáctica Geral. 23 ed. São Paulo Editora Ética, 2006

PILETTI, Claudino. Didáctica Geral. 14ª Edição Ática, S.A São Paulo 1991

PROENÇA, Maria Cândida, didáctica de história, 5ª edição universidade aberta Lisboa 1992.
RICHARDSON, R. J e tal. Pesquisa social :métodos e técnicas. 3ª ed. sao Paulo. Atlas.
SEVERINO, António Joaquim, metodologia do trabalho científico, 2l. ed.rev. e ampl. São paul,
cortez Editora, 2000.
TAVARES, José Alarcão Isabel, psicologia de desenvolvimento e de aprendizagem, Coimbra

Livraria almeida 1999.

Anexo
Fonte: Capturado pelos autores
Fonte: Capturado pelos autores

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