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duas

SOLUÇÕES I 3.5 SÓLIDOS DE BASE(S) HORIZONTAL(AIS) OU FRONTAL(AIS)

por três
PROPOSTA 1
PÁG. 250

Sendo M e N pontos médios de dois


lados do triângulo equilátero da base
[ABC], desenhamos as projeções do
seu triângulo medial, que é também
equilátero. Os lados do triângulo [ABC]
são paralelos aos lados do triângulo
medial.
A reta frontal f, de 4 cm de afasta-
mento é definida pelos pontos R e S,
respetivamente pertencentes às ares-
tas [CV] e [AV] da pirâmide. O ponto P é
o ponto de 5 cm de cota de [RS].

PROPOSTA 2
PÁG. 250

O segmento de reta definido por O e


por M é perpendicular à aresta [AB] da
base, que é horizontal, uma vez que o
eixo da pirâmide é vertical.
Transportando, em projeção horizontal,
a medida de [OM] para a linha que lhe
é perpendicular, definiremos a projeção
horizontal da aresta [AB].
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PROPOSTA 3
PÁG. 251

A reta f contém a diagonal [AC] da base, que é frontal.


A reta frontal g, de 6 cm de afastamento é definida pelos pontos R e S, respetivamente pertencentes às
arestas [BV] e [AV] da pirâmide. O ponto P é o ponto de 5 cm de cota de [RS].
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PROPOSTA 4
PÁG. 251

Para a representação da circunferência circunscrita à base, determinamos as projeções do ponto A, com


7 cm de afastamento e 2 cm de cota e, na projeção frontal da reta frontal f (que contém os pontos A e O e
faz um ângulo de 45º (a.p.d.) com o plano horizontal de projeção), definimos O2, a 5 cm de distância de A2,
correspondendo a abcissa do ponto O determinado à do plano de referência das abcissas.
A reta frontal m, de 5 cm de afastamento, é definida pelos pontos M e N, respetivamente pertencentes às
arestas [EV] (do vértice da base que tem menor cota) e [DV] (do vértice da base que se encontra mais dis-
tante do plano de referência das abcissas). O ponto P é o ponto do b13 de [MN].
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PROPOSTA 5
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Pelo facto de o ângulo entre a reta que contém os pontos O e A e o plano frontal de projeção ser de 36º,
tanto a aresta [AB] como a reta que contém os vértices C e E são de topo.
As projeções horizontal e frontal do vértice da pirâmide foram determinadas na interseção das projeções ho-
mónimas das retas e e p, respetivamente, frontal e passante.
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PROPOSTA 6
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A2B2 = 6 cm
B1V1 = 8 cm

PROPOSTA 7
PÁG. 251

Não tendo sido dada qualquer indicação relativa à abcissa do vértice do prisma que se localiza no eixo x, op-
támos por considerar a abcissa – 5 como uma opção possível.
Note-se que qualquer abcissa seria aceitável para este vértice, exceto a correspondente à mesma abcissa
do vértice C, dado que a aresta por eles definida seria, nesse caso, passante de perfil e não passante.
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PROPOSTA 8
PÁG. 251

Se o vértice A tem 3 cm de cota e a


altura do prisma é 7 cm, a base su-
perior tem, necessariamente, 10 cm
de cota, sendo portanto, o vértice D,
um ponto do b13.

PROPOSTA 9
PÁG. 252

Sendo a aresta [AE] vertical, as faces [ABCD] e [EFGH] são-lhe perpendiculares e, portanto, horizontais.
A projeção horizontal de A localiza-se a 7 cm de distância do eixo x e a 8 cm de distância da projeção hori-
zontal de B.
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PROPOSTA 10
PÁG. 252

Definida a projeção frontal do


vértice B, determinamos a pro-
jeção frontal de A, de modo a
que distem 6 cm entre si e a
de A tenha abcissa nula.
Os pontos P, R e S têm 6 cm de
afastamento e pertencem, res-
petivamente, a [BB’], [CC’] e a
[DD’], arestas das faces laterais
do prisma que são visíveis em
projeção frontal.

PROPOSTA 11
PÁG. 252

A reta horizontal h, de 5 cm de cota, é definida pelos pontos R e S, respetivamente pertencentes às arestas


[BB’] e [CC’], da única face lateral do prisma que é visível em projeção horizontal e pode conter um ponto
com 3,5 cm de afastamento, ponto este que corresponde, precisamente, ao ponto P pedido.

Note-se que, se tivessem


sido determinadas as proje-
ções dos segmentos de reta
com 5 cm de cota das faces
[AA’B’B] e [EE’A’A], concluiría-
mos que nenhum deles po-
deria conter um ponto com
3,5 cm de afastamento.
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PROPOSTA 12
PÁG. 252

Para a determinação da proje-


ção horizontal do centro da
base inferior, desenhamos o
triângulo equilátero de lado
[A1E1]. A interseção das suas al-
turas corresponde ao ponto pro-
curado, a partir do qual dese-
nhamos a circunferência que
circunscreve a base e os respe-
tivos vértices.
Um prisma regular tem altura
igual à medida das arestas da
base.

PROPOSTA 13
PÁG. 252

Definida a projeção frontal do


vértice A, determinamos a de B,
de modo a que diste 5 cm da
de A e com ela defina a proje-
ção frontal da aresta respetiva,
com o ângulo dado.
Definida a projeção frontal de B,
podemos determinar a horizon-
tal, simétrica à frontal, em rela-
ção ao eixo x e, a partir desta, a
projeção horizontal dos restan-
tes vértices da base de menor
afastamento.
Tendo [AA’B’B] e [DD’E’E] duas
medianas cada (como retângu-
los que são), representamos
apenas as medianas de topo,
por terem sido as que nos são
pedidas pelo enunciado. Estas
medianas têm por extremos os
pontos médios das arestas
frontais respetivas, que são de-
terminados em projeção frontal.
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PROPOSTA 14
PÁG. 252

A reta frontal f contém o vértice B, da face de menor cota do paralelepípedo e o vértice D’, da sua face de
maior cota.
A projeção horizontal do vértice D’ (que coincide com a de D, pelo facto de o paralelepípedo ter quatro ares-
tas verticais) é determinada na interseção entre a projeção horizontal da reta f e a da perpendicular à aresta
[AB] a partir do vértice A.
Os pontos R e P pedidos são, respetivamente, pontos das faces [AA’D’D] e [AA’B’B] do paralelepípedo e
estão contidos na reta frontal g.
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PROPOSTA 15
PÁG. 252

Sabendo que a reta a contém os vértices opostos A e G e que o sólido pedido tem duas faces frontais, po-
demos, a partir da projeção horizontal destes vértices, definir o plano frontal que contém a face [ABCD] e o
que contém a face [EFGH].
Em projeção frontal e com centro no ponto médio de [AC], desenhamos a circunferência que nos permite de-
terminar a projeção frontal das arestas de topo do prisma.

PROPOSTA 16
PÁG. 253
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PROPOSTA 17
PÁG. 253

Tendo o cone base horizontal, a projeção horizontal do ponto A dista 6 cm da projeção horizontal do centro
da base, que tem abcissa nula.
Sendo este cone de revolução, o seu eixo é um segmento de reta vertical, de modo que a projeção horizon-
tal do centro da base coincide com a projeção horizontal do vértice do cone.

PROPOSTA 18
PÁG. 253
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PROPOSTA 19
PÁG. 253

O ponto A, de 8 cm de afastamento e de cota, é o ponto da base e do bissetor dos diedros ímpares referido
no enunciado.
Considerando o ponto A como o de maior afastamento da base, determinamos a projeção horizontal do
ponto B, a 7 cm de distância da de A.
Não tendo sido dada indicação sobre a localização do plano de referência das abcissas, consideramos que
O, A e B são pontos de abcissa nula.

PROPOSTA 20
PÁG. 253

Dado que o cilindro de revolução


tem geratrizes de topo, as suas
bases projetam-se frontalmente em
verdadeira grandeza.
A projeção frontal do centro da
base de afastamento positivo foi
determinada na interseção das me-
diatrizes de [SR] e [RT].
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PROPOSTA 21
PÁG. 253

O ponto O, centro da base que


contém o ponto A, tem cota infe-
rior a A, distando deste 3,5 cm.
O ponto O’, centro da base que con-
tém o ponto B, tem cota superior a
B, distando deste, também, 3,5 cm.

PROPOSTA 22
PÁG. 253

A projeção frontal da esfera tem


centro na projeção homónima do
ponto O e abertura até A2, de cota
nula, que corresponde ao ponto de
tangência da esfera com o plano
horizontal de projeção.
As circunferências pedidas são cir-
cunferências menores da esfera,
sendo horizontal, a que contém o
ponto B, e frontal, a que contém o
ponto C.

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