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FICHA DE RESUMO

Nome: Ismael Ossifo Chinai

Cadeira: Didactica de Biologia II

Tema: Tipos de Estratégias no Ensino-Aprendizagem de Biologia

Referencias BARROS, M. Inovações Pedagógicas no Ensino de Biologia.


www.marcosbarros.com.br UFPE, capturado em 29/12/2015
Bibliográficas:
Modulo de didactica de biologia II

As estratégias de ensino-aprendizagem de Biologia são técnicas utilizadas pelos


professores de Biologia com o objetivo de ajudar o aluno a construir seu
conhecimento. Essas técnicas são essenciais para extrair o melhor aproveitamento do
aluno, ajudando-o a adquirir e a fixar o conteúdo que foi ministrado. Neste caso
podemos citar os seguintes tipos de Estratéguias no Ensino-aprendizagem de
Biologia:
Resumo
1. Modelos de natureza lúdica

As actividades que o professor pode incluir nas suas aulas como forma de
proporcionar aos educandos uma educação diversificada e contextualizada são, por
exemplo jogos educativos, role-playing, teatro, música, desenhos animados e banda
desenhada. Aplicando essas actividades torna uma aula mais agradável e dinâmica,
motivando os alunos a participarem activamente na construção do próprio
conhecimento, trazendo mudanças significativas aos alunos. Em instituições
moçambicanas, esses actividades nao são frequentimente aplicaveis porque as escolas
não fornecem materias que facilitam uma educação diversificada. Por outro lado, os
professores não são criativos, somente se limitam em aplicar o metodo expositivo,
facto este que limita a criatividade do aluno.

2. Aula prática

A aula prática é aquela que possibilita a actividade orientada a intensificar a acção


dos alunos, com o objectivo de consolidar e desenvolver certas destrezas físicas. O
método experimental e o da observação são dois métodos científicos directamente
relacionados com as aulas práticas. Cada método obedece certos passos. Os
objectivos de aulas práticas são: motivar os alunos, obter um conhecimento
conceptual, aprender metodologias científicas, desenvolver atitudes científicas. O
trabalho prático que segundo Hodson (1988), inclui todas as actividades em que o
aluno esteja activamente envolvido. Assim, o trabalho prático engloba, entre outros, o
trabalho laboratorial e o trabalho de campo. O trabalho laboratorial inclui actividade
que requerem a utilização de materiais laboratoriais, mais ou menos convencionais, e
que podem ser realizadas num laboratório ou numa sala de aulas normal, desde que
não seja necessárias condições especiais, nomeadamente de segurança, para a
realização das actividades. O trabalho de campo é realizado ao ar livre, onde,
geralmente, os acontecimentos ocorrem naturalmente. As aulas praticas nas
instituiçoes moçambicanas, são menos aplicaveis, visto que as escolas
nmoçambicanass não tem laboratorio para fazer experiência. Por outro lado, as aulas
praticas requerem um investimento e colaboração da direção da escola assim como
os pais encaregados de educação para fazer acompanhamento.

3. Excursões

A utilização de aulas contextualizadas com enfoque em excursões, torna-se um


objectivo incontornável no processo de ensino e aprendizagem na medida em que
permite aproximar os conteúdos escolares a realidade mais próxima do aluno. Esta
afirmação é acentuada por muitos investigadores que defendem que as actividades
didácticas em aulas de excursão reduzem as exigências de abstracção dos alunos.
Sendo assim, aproximinam os alunos ainda mais aos fenómenos naturais,
possibilitando uma maior compreensão dos conhecimentos científicos.

Uma característica do actual processo de ensino - aprendizagem em Moçambique nas


aulas de Biologia é a utilização do método expositivo que coloca o aluno numa
situação de passividade, limitando a ligação dos conteúdos apreendidos com o mundo
real do aluno. Neste contexto, as aulas de Biologia desenvolvidas com a utilização de
excursões em ambientes naturais têm sido apontadas como uma metodologia eficaz
tanto por envolverem e motivarem crianças e jovens nas actividades educativas,
quanto por constituírem um instrumento de superação da fragmentação do
conhecimento (Seniciato & Cavassan, 2004).

Nesta linha de pensamento, Mapatse (2006) enfatiza que “a falta de excursões


contribui não só para a fraca actividade dos alunos, mas também para a fragilidade do
ensino que o torna rotineiro e voltado a memorização”.

Excursões estão intimamente ligadas aos seguintes objectivos:

- Aprofundar os conhecimentos dos alunos sobre a natureza e o meio ambiente;

- Capacitar os alunos sobre as formas de lidar com a natureza e o meio ambiente;

- Habilitar os alunos sobre as atitudes positivas em relação à utilização racional da


natureza e do meio ambiente.

As excursões exigem a consideração dos passos, tais como preperação pelo professor
e aluno, realização (execução), valorização (aplicação, valiação).

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