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Revisão Treinamento Esportivo

ISSN: 2164-0629 (Print) 2164-0637 (Online) Jornal homepage: http://www.tandfonline.com/loi/rspc20

desenvolvimento de treinadores no Brasil: estrutura dos programas


organizacionais desportivas

Michel Milistetd, Vitor Ciampolini, William Das Neves Salles, Valmor Ramos, Larissa Rafaela
Galatti & Juarez Vieira do Nascimento

Para citar este artigo: Michel Milistetd, Vitor Ciampolini, William Das Neves Salles, Valmor Ramos, Larissa Rafaela Galatti &
Juarez Vieira do Nascimento (2016): o desenvolvimento dos treinadores no Brasil: estrutura de esportes programas
organizacionais, Treinamento Esportivo Review, DOI:
10,1080 / 21640629.2016.1201356

Para conectar-se a este artigo: http://dx.doi.org/10.1080/21640629.2016.1201356

on-line Publicação: 14 de julho de 2016.

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Esportes revisão coaching de 2016
http://dx.doi.org/10.1080/21640629.2016.1201356

desenvolvimento de treinadores no Brasil: estrutura dos programas


organizacionais desportivas

Michel Milistetd uma , Vitor Ciampolini uma , William Das Neves Salles uma , Valmor Ramos b ,
Larissa Rafaela Galatti c e Juarez Vieira do Nascimento uma

uma Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC, Florianópolis, Brasil; b Catarina State University Santa - UDESC, Florianópolis, Brasil; c Universidade

Estadual de Campinas - UNICAMP, Limeira, Brasil

ABSTRATO HISTORIA DO ARTIGO

O objetivo do presente estudo foi analisar a estrutura organizacional dos recebeu 09 dezembro de 2015 aceitou

programas oferecidos pela Sports Federações Brasileira e da Academia 22 de abril de 2016

Brasileira de Treinadores (ABT), a fim de preparar técnicos para


PALAVRAS-CHAVE
trabalhar no contexto do esporte desempenho. Os dados foram
Esporte de coaching; formação de
coletados a partir de três fontes de informação (páginas on-line do treinadores; desenvolvimento técnico;
Transferido por [Universite Laval] em 10:27 14 de julho de 2016

Federações / ABT, e-mail e por telefone). Enquanto algumas currículo; certificação


Federações estruturar seus programas em níveis progressivos
relacionados a diferentes contextos de atuação (iniciante,
desenvolvimento, desempenho), outros priorizar, através dos níveis, a
profundidade do conhecimento relacionada ao coaching,
independentemente do contexto desempenho profissional do treinador.
Os programas ABT estão focados no desenvolvimento de atletas e
equipes em um contexto de desenvolvimento desportivo a longo prazo.

Introdução

Hoje em dia, milhões de treinadores desenvolver atividades nas comunidades, escolas, clubes e equipes
nacionais com o objectivo de proporcionar experiências de aprendizagem em participação e esporte
desempenho para as crianças, jovens e adultos (Conselho Internacional de Coaching Excellence, 2013 ).
Na maioria dos casos, o coaching é voluntária e realizada por ex-atletas, pais e pessoas de diferentes
profissões (Taylor & Garrat, 2013 ). Esta característica situacional deu treinar o status de uma actividade
profissional misto (Duffy et al., 2011 ). No entanto, em face do crescimento contínuo e um maior
reconhecimento do papel dos treinadores desportivos na sociedade, investimentos e desenvolvimentos
significativos têm sido feitos ao redor do mundo para reconhecer melhor os esportes coaching como uma
profissão fide óssea (Duffy, 2010 ; Lyle, 2002 ; Sheridan, 2014 ).

CONTATO Michel Milistetd michel.milistetd@ufsc.br

© 2016 Informa UK Limited, negociando como grupo Taylor & Francis


2 M. MiLiSTeTD et al.

Ao contrário do que a realidade de muitos países, coaching esporte no Brasil é mente, um dos actividade
profissional. A partir da regulamentação da profissão de Educação Física em 1998, aqueles que queriam se
tornar treinadores desportivos, com exceção de bola febre aftosa (soccer), que tem a sua própria legislação,
necessários para estudar Educação Física (Brasil, 1998 ). No entanto, apesar de um maior reconhecimento do
coaching esporte como profissão e o crescimento do conhecimento em relação profissional, as discussões
sobre a qualidade da educação treinador esporte no Brasil são incipientes (Nunomura, Oliveira, Roble, &
Carbinatto, 2011 ; Ramos, Nascimento, Graca, & Silva, 2011 ). Com o objetivo de apresentar um cenário
nacional de formação de treinadores em ambientes universitários brasileiros, Milistetd, Trudel, Mesquita e
Vieira do Nascimento ( 2014 ) Investigaram 20 programas de Educação Física nas universidades públicas
federais em todas as partes do país. Entre as principais conclusões, Milistetd et al. ( 2014 ) Destacou a
natureza geral adotada pelos progra- mas de Educação Física, bem como a predominância de estratégias de
ensino prescritivas. Entre o mínimo de 3.200 h programas tinha para oferecer, menos de um quinto deste
tempo estava focada no conhecimento da actividade do treinador esporte. Consequentemente, para os
técnicos esportivos, os conhecimentos adquiridos durante a sua formação inicial teve apenas um impacto
ITED limi- em sua prática de treinamento e desenvolvimento profissional (Nunomura et al., 2011 ; Rodrigues, 2014
).
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Que os programas formais são insuficientes para educar satisfatoriamente os técnicos esportivos tem sido
apoiado por vários estudos recentes (Chesterfield, Potrac, & Jones, 2010 ; Irwin, Hanton, e Kerwin, 2004 ; Jones,
Armor, e Potrac, 2003 ; Lemyre, Trudel, & Durand-Bush, 2007 ; Wright, Trudel, & Culver, 2007 ). As principais
críticas aqui referem-se: organização de um currículo baseado no raciocínio técnico (Cushion & Nelson, 2013 );
uso de estratégias de alto ensino prescritivas (Jones, Morgan, e Harris, 2012 ; Morgan, Jones, Gilbourne, e
Llewellyn, 2013 ); e um foco em conhecimentos profissionais gerais em vez de competências específicas no
contexto de intervenções pedagógicas treinadores desportivos, tais como comunicação, lide- rança, problemas
de problemas e reflexão (Nash & Sproule, 2012 ; Trudel, Culver, & Werthner, 2013 ). Portanto, para aumentar o
impacto de programas formais podem ter na aprendizagem dos treinadores, seria de utilidade para considerar
o seu conteúdo, a estrutura e entrega. Isto pode ser feito através da reorganização; reorganização da estrutura
de ensino para reflectir melhor a complexidade do trabalho treinadores desporto (Jones et al., 2003 ); appre-
ciating as necessidades de aprendizagem de treinadores desportivos (Nelson, Almofada, & Potrac, 2013 ), E
considerando o desenvolvimento de treinadores como um processo de aprendizagem contínua (Cushion &
Nelson, 2013 ). Em relação a este último ponto, o desenvolvimento de um treinador deve ser entendida como
um processo idiossincrático de aprendizagem que ocorre ao longo de um período prolongado (Werthner &
Trudel, 2009 ), E reconhece diferentes necessidades mação edu- longo da carreira dos treinadores. Assim, o
Conselho Internacional para a Excelência Coaches - Conselho Internacional de Coaching Excellence ( 2013 )
Recomendou recentemente o estabelecimento de parcerias sólidas entre edu- instituições cionais, federações
desportivas e as organizações desportivas nacionais para compartilhar
Comente Treinamento Esportivo 3

Figura 1.  formação inicial e contínua os técnicos esportivos brasileiros.

o desenvolvimento da educação treinadores Sport. Isso ocorre porque nenhum deles, individualmente, possui a
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capacidade de oferecer um programa completo para desenvolver treinadores.

Considerando as limitações de formação universitária brasileira, o Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e as


federações desportivas têm sido reconhecidos como as organizações responsáveis ​pela educação contínua
de treinadores (Figura 1 ). Brasileiros Esportes Confederações são instituições não-governamentais res-
ponsável para o desenvolvimento do esporte no Brasil. As Confederações, por sua vez, são instituições
nacionais constituídas por federações estaduais e representam cada esporte nas diferentes partes do
Brasil. A falta de uma política nacional de esportes permite que cada confederação para estabelecer as
suas próprias regras em relação ao desenvolvimento do esporte, sem considerar as directrizes comuns ou
iniciativas similares adotadas em outras partes do país (Meira, Bastos, e Böhme, 2012 ).

Além dos programas oferecidos pelas federações desportivas, o COB criado Academia dos treinadores
brasileiros (ABT), em 2013. A missão da ABT é edu- profissionais cate interessados ​em coaching esportivo
de alto desempenho por meio de atividades educacionais de qualidade, contribuindo assim para o sucesso
olímpico proposta ( ComitêOlímpicodoBrasil [COM], 2015 ). Nos dois primeiros anos desde a sua esta-
belecimento, a ABT tem educado mais de 200 treinadores em esportes como ginástica, natação, atletismo,
ciclismo, remo, canoagem e as artes marciais. A ABT também se comprometeu a estender esta disposição
em 17 esportes diferentes até 2019. Em resumo, estes programas de formação de treinadores visam
qualificar e melhorar o conhecimento e as competências treinadores desportivos como parte de um plano de
desenvolvimento Olímpico (COM, 2014 ).

Os programas oferecidos pelo federações desportivas e pela ABT são principalmente focado na preparação

treinadores em esportes de alto desempenho, oferecendo tenda con- específica relacionada com cada esporte.

Embora essas iniciativas educacionais são reconhecidas


4 M. MiLiSTeTD et al.

como oportunidades de educação continuada para os técnicos esportivos do Brasil (Rodrigues,

2014 ), As informações disponíveis sobre a sua eficácia e impacto é limitado. Além disso, cada
organização realiza de forma independente para organizar e fornecer incentivos para a educação de
seus treinadores. A fim de compreender melhor o desenvolvimento de treinadores no Brasil a longo
prazo, o objetivo deste estudo é analisar a estrutura organizacional dos programas oferecidos pelo
federações desportivas ea ABT, em um esforço para educar os treinadores para executar no contexto
de alta esporte desempenho.

procedimentos metodológicos

Esta investigação é caracterizado como documental descritiva-exploratória, que incorpora uma abordagem
analítica qualitativa e quantitativa (Silverman, 2006 ). 30 (trinta) Esportes brasileiros Confederações
responsáveis ​pelo Verão e de Inverno Olympic Sports, ligados ao COB, foram identificados como sites
relevantes de investigações. Semelhante, também foram examinados documentos disponíveis sobre a
disponibilidade de programas de formação de treinadores organizado pela ABT. Eletrônico (e-mail) e (telefone
tele-) contactos directos foram posteriormente estabelecidas com os representantes das respectivas
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instituições para confirmar a informação encontrada ou para assegurar informações necessárias onde este não
estava disponível online.

Dez Federações não forneceu qualquer informação sobre programas de educação. Consequentemente,
estes Federações foram classificados como instituições “não-oferta” relacionadas com estas iniciativas (CB
ciclismo; CB ginásticos; CB hóquei; CB Judô;
CB Halterofilismo; CB Pentatlo Moderno; CB Remo; CB Taekwondo; CB Archery; CB Tiro Esportivo).
Além disso, mais oito federações não possuía programas de formação de treinadores regulares devido
às seguintes razões: pouca demanda por parte do Estado Federações (CB Snow Sports; CB Ice
Sports); as Federações foram em processo de reestruturação (CB Golf; CB Equestrian); o programa de
educação actual treinador estava sendo reestruturada (CB basquetebol); eles forneceram iniciativas (por
exemplo, campos de treinamento, programa internacional) não considerados programas de formação de
treinadores nacional (CB Vela, CB Boxe). Finalmente aqui, a Confederação Brasileira de Esgrima (CBE)
não oferecem qualquer programa de formação de treinadores per se; ao contrário, reconheceu o grau
manship Espadas- oferecido a cada dois anos pela Escola de Educação Física do Exército (EsEFEx).

Posteriormente, doze Federações Desportivas participaram do estudo. Aqui nós considerado um “programa”

para ser as medidas tomadas para educar e fornecer cação certifi- para treinadores por federações desportivas ou

através de parcerias com inter- nacionais e estaduais Federações ou outras instituições de ensino (por exemplo,

universidades). programas de formação de treinadores dadas ao estrangeiro ou oferecidos inteiramente pelas

federações internacionais não foram tomados em consideração.

Os dados foram organizados em cinco categorias: (a) níveis e / ou estágio de programas de


educação, (b) duração e formato dos programas oferecidos,
Comente Treinamento Esportivo 5

Tabela 1.  organizações brasileiras e o formato dos programas oferecidos.

tempo médio (por


organização Esportes) Formato Nível nível) Tempo total

CBt tênis teoria / prática 12 25 h 300 h


CBAt Track and Field teoria / prática 5 40 h 200 h
CBBD Badminton teoria / prática 4 50 h 200 h
CBF Futebol teoria / prática 4 212 h 850 h
CBV Vôlei / Vôlei de teoria / pratique a / 4 80 h 320 h
praia on-line

CBru rúgbi teoria / prática 3 16 h 48 h


CBtri triathlon teoria / prática 3 140 h 420 h
CBCa Canoagem presença / on-line 3 190 h 570 h
CBDA Mergulho teoria / prática 2 40 h 80 h
CBTM tênis de mesa teoria / prática 2 24 h 48 h
CBLA luta livre teoria / pratique a / 1 560 h 560 h
on-line
CBHb handebol teoria / prática 1 40 h 40 h
ABT geral teoria / pratique a / 2 420 h 840 h
on-line

(C) objetivos, (d) o conteúdo entregue e estratégias (e) de avaliação adotado. Após a transcrição da
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informação, uma cópia foi enviada para os representantes das confederações para confirmar a precisão do
conteúdo. Os dados foram analisados ​em função de três fases principais: a pré-análise; O exame do
material; e tratamento de dados, inferência e interpretação (Bardin, 2011 ).

O processo analítico foi simultaneamente supervisionadas por dois investigadores, num esforço para
proteger os dados e a confiabilidade do processo (Denzin & Lincoln, 2011 ). Aqui, a informação foi
triangulada (chamadas website, e-mail, telefone). No caso de terminação do processo, o chegou a
categorizações nas respectivas fases de análise foram confirmados.

Resultados

Consistente com os objetivos deste estudo, os resultados foram organizados em função das iniciativas de
formação de treinadores esporte nas federações desportivas brasileiras ea ABT, bem como o formato,
níveis e requisitos de tempo dos programas (ver Tabela 1 ).

Entre as Federações, muitos níveis diferentes de certificação eram evidentes. Por exemplo, o programa
do CBT composta doze níveis, a CBAt cinco, e da CBF, CBV, CBB e CBBD quatro níveis cada. Em relação
ao tempo total, os programas da CBF totalizaram 850 h, CBCA 570 h, a CBLA 560 h e as CBTri 420 h; todos
os quais tiveram tempos médios mais elevados em comparação com os programas em outras federações.
Além disso, o nível III da CBTri foi considerado um lato sensu especialização progra- ma, oferecido na
Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Enquanto a Confederação Brasileira de Desportos
Aquáticos (CBDA) manifestou a intenção de oferecer um programa de certificação apenas para mergulho.
6 M. MiLiSTeTD et al.

No que diz respeito ao formato, o CBCa, CBLA e os programas CBV incluir algum conteúdo
que contou sobre uma plataforma digital. Apesar da autonomia das federações para formatar e
gerenciar seus programas de formação de treinadores, alguns anunciou no futuro eles iriam
seguir as regras dadas pelas federações internacionais (ou seja, o CBAt, CBF, CBRu e CBTM).
Enquanto isso, o programa oferecido pela ABT está organizado em duas áreas principais:
Desenvolvimento Esportivo e Aperfeiçoamento Sports (jovens atletas). treinadores presentes são
selecionados por meio de seu conhecimento específico e por critérios que levam em
consideração os seus resultados de desempenho em esportes específicos. Depois de entrar na
academia, os treinadores são ensinados através de formatos teoria / prática e on-line, além de
participar em estágios com treinadores internacionais.

Os objetivos estabelecidos por cada organização para educar seus treinadores nos diferentes
níveis são descritos na Tabela 2 . Somente essas federações que têm progra- mas com o mínimo de
três níveis foram incluídos nesta tabela. Portanto, o CBDA e o CBTM (dois níveis cada) não foram
incluídos, bem como a CBLA e o CBHb (um nível de cada vez). Apesar de ter 12 níveis / programas, a
CBT não foi incluído na análise, porque a sua certificação é baseada na realização de módulos
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específicos de acordo com o conteúdo, que é incompatível com o formato adotado pelas outras
federações neste estudo.

A CBTM oferece aos seus dois programas durante os torneios nacionais com os referidos
programas tendo sido desenvolvido pela Federação Internacional de Ténis de Mesa (ITTF
chamados 1 e ITTF 2). A CBDA entretanto organiza seus programas em mergulho (iniciantes e de
desempenho) de acordo com a demanda apresentada pelas federações estaduais, e em parceria
com a Federação Internacional de Mergulho, que nomeia tutores qualificados para conduzir e
avaliá-los. Semelhante ao CBDA, a CBHb também oferece programas ção treinador educa- acordo
com os pedidos de cada Federação Estadual de Handebol, enquanto o CBLA oferece programas
de 12 meses, divididos em 2 módulos não sequenciais com aulas on-line e práticos, bem como
estágios em instituições credenciadas.

Ao organizar seus programas, a CBAt, a CBF ea CBV levar em consideração as exigências competitivas de
desempenho de um treinador. Os critérios de entrada aqui se relacionam com foco em trabalhar com atletas em
desenvolvimento, com os níveis mais elevados estruturadas no sentido de formação de treinadores de alto
desempenho. O CBBD, CBCA, a CBRu ea CBTri, por outro lado, na organização de seus programas de
formação de treinadores, levar em consideração as competências definidas necessárias para o treinador
profissional, independentemente do contexto. Os conteúdos examinados em cada programa, em seguida, são
muito semelhantes, com o conhecimento e complexidade temática crescente ao longo dos níveis.

Embora a missão da ABT é preparar os treinadores para trabalhar dentro de alta desporto desempenho,
na análise dos objectivos e competências a serem desenvolvidas pela organização, observou-se que ambos
os programas (ou seja, “desenvolvimento” e
Comente Treinamento Esportivo 7

Tabela 2.  Níveis e competências desenvolvidas nos programas oferecidos pelo COB.

organização Definição objectivos / competências

CBAt (pista e campo) Nível 1 - Coaching crianças; 1: atletismo prática Foster


Nível 2 - Coaching assistentes; 2: introduzir pista e campo de treinamento
Nível 3 - Treinador; 3: introduzir formação de desempenho
Nível 4 - O técnico sênior; 4: Desenvolver formação de desempenho
Nível 5 - O técnico da academia. 5: treinamento de elite; gestão de desempenho
CBBD (Badminton) professor Badminton; professor: planejar e gerenciar atividades de formação
estruturados e seguros
Nível 1 treinador -Badminton; 1: Desenvolver competências básicas e eficazes para planejar,
gerenciar, analisar e avaliar sessões de formação

Nível 2 treinador -Badminton; 2: periodise ciclos de treinamento anuais. Gerenciar equipes


com diferentes níveis de formação
Nível 3 treinador -Badminton. 3: periodise ciclos Olímpicos, aspectos disciplinares adição de
multi-disci-
CBF (Soccer) Licença C - desenvolvimento de Futebol; C: trabalhar com crianças e esportes da juventude
Licença B - educação atletas; B: trabalhar no contexto de desenvolvimento desportivo
Licenciar um - futebol profissional; um: trabalhar no contexto do desempenho desportivo e
profissional de futebol
Licensc pro -Soccer excelência. pro: não especificada
CBV (vôlei) Nível 1 - Básico; 1: trabalho no processo de iniciação de voleibol
Nível 2 - intermediário; 2: Manage junta-se a sub-20 cate- goria e sub-19
(feminino) (macho).
Nível 3 - avançado; 3: Gerenciar todas as categorias a nível nacional
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Nível 4 - alta performance. 4: Gerenciar equipes a nível internacional e


organizar programas de vôlei
CBV (vôlei de praia) Nível 1-iniciante; 1: Gerenciar equipes até sob -19 categoria
Nível 2 Básica; 2: Gerenciar equipes até sob -21 categoria
Nível 3 -Avançado; 3: Gerenciar todas as categorias de vôlei de praia
Nível 4 performance -high. 4: Gerenciar equipes em todas as categorias e organizar
programas de vôlei de praia
CBru (de rugby) de rugby infantil; de rugby infantil: Foster rúgbi para crianças e iniciantes

Treinar um; 1: Desenvolver competências básicas e eficazes no


planejamento, ensino, rever e avaliar sessões de formação

Treinar 2. 2: Desenvolver petências com- globais e específicos dos


treinadores relacionados com o planeamento, preparação
e competição, filosofia e reflexão, gestão e comunicação

CBtri (triatlo) Nível 1; 1: Qualificar treinadores no triathlon


Nível 2; 2: desenvolvimento profissional e promoção de treinamento
relacionado à alta performance
Nível 3. 3: especialização profissional para treinar categorias gerais
e específicos triathlon
CBCa (Canoagem) Nível 1 - assistente técnico; 1: Desenvolver conhecimentos e habilidades básicas para
apoiar treinadores com graus mais elevados
Nível 2 educação -Coach; 2: ter conhecimento e habilidades para desenvolver equipes

Nível 3 - referência treinador. 3: ter conhecimento e habilidades para treinar ath- letes e
equipas a nível internacional
ABT (Academia de treinadores Desenvolvimento de Treinadores nacionais; Desenvolvimento: Desenvolver conhecimentos sobre princípios da
brasileiros) prática esportiva de crianças e jovens, meios e métodos de
treinamento e educação esportiva de longo prazo

melhoria dos treinadores nacionais. melhoria: Desenvolver o planeamento, intervenção e


procedimentos de avaliação de treinamento; identificar talento
esportivo e orientar os atletas a longo prazo processos
educativos
8 M. MiLiSTeTD et al.

“Melhoria”) focados em atletas e equipes preparação num quadro de desenvolvimento desportivo a


longo prazo. Além disso, é importante destacar que os dois níveis de certificação apresentados pela
ABT pertencem ao mesmo programa. Consequentemente, os treinadores que completaram o
programa de educação de dois anos recebeu dupla certificação.

O conteúdo e de avaliação principais métodos empregados pelas federações e seus programas de


educação respectivo treinador são apresentados na Tabela 3 . Quatorze categorias de conteúdo aqui. Embora
o conteúdo como “aspectos técnico-tácticos”, “métodos de treinamento”, “preparação física” e “planejamento
e organização” estavam presentes em todos os programas. É discutível que esses programas, em que incluiu
uma variedade de conteúdo foram capazes de alcançar o entendimento desejado entre os treinadores.
Alternativamente, pode-se argumentar que ter menos amplitude do conteúdo dos programas, permitiu a
CBBD eo CBTri para se concentrar em uma maior profundidade de compreensão do conteúdo.

Ao considerar as demandas de formação de treinadores dentro de diferentes esportes, a ABT organiza o seu
conteúdo de acordo com o conhecimento geral relacionados, tais como formação desportiva, pedagogia
esportes, desenvolvimento motor e psicologia do esporte. Treinadores, no entanto, ainda precisa realizar
Transferido por [Universite Laval] em 10:27 14 de julho de 2016

disciplinas como matemática e estatística, uma introdução à investigação científica e metodologia de pesquisa
como eles são considerados aspectos de avaliação do programa. A ABT também é diferente das Federações
Desportivas no que diz respeito ao requisito ou provisão para empreender interna- estágios cionais.
Consequentemente, três vezes durante o programa (5 dias cada), renomados treinadores internacionais são
convidados a discutir métodos de treinamento com os treinadores “estudante” em seus respectivos esportes.

Quanto ao tipo de métodos de avaliação utilizados nos programas, a maioria das federações neste
estudo utilizada tanto teórica (por exemplo, exercícios, seminários, testes, relatórios) e atividades práticas
(por exemplo, planejamento e gestão de sessões de formação). Enquanto testes teóricos avaliou
conhecimentos específicos obtidos sobre os programas, as avaliações práticas consistiu em verificar as
competências dos treinadores estagiários. Associado a isto, a CBCa, a ABT eo programa da CBTri nível III
solicitado os treinadores escrever um projeto final no formato de um artigo científico.

Finalmente, neste contexto, a CBRu ea CBCa foram distinguidos de outras instituições, porque eles
empreenderam um processo de avaliação em curso após a conclusão do programa dos treinadores. Aqui,
os avaliadores da CBRu visitou os treinadores em seus respectivos locais de trabalho para avaliar através
da observação de competências. Quanto ao CBCa, ofereceu programas on-line, designando tutores que
deram suporte através de plataformas de e-learning para os treinadores que foram então avaliados de
acordo com sua área de conhecimento. Os tutores também ajudou os treinadores para desenvolver suas
carteiras que foram compostas de atividades relacionadas com o planejamento, intervenção e avaliação da
formação.
Comente Treinamento Esportivo 9

Tabela 3.  Conteúdo examinado e métodos de avaliação adotados nos programas oferecidos pelas organizações desportivas
brasileiras.

organização Conteúdo avaliação


CBAt (pista e campo) Níveis 1 e 2 - rul; Mot; eMe; phi; PLA; tra; teoria: a prova de conhecimentos relacionados com o conteúdo de cada
pSI nível
Níveis 3 e 4 - TAL; phi; PLA; ana; psi; Tec prática: Exibindo a competência necessária em cada nível

Nível 5 - Bio; eMe; phi; MKT; noz; PLA; ana; psi;  


Tec
CBBD (Badmin- professor - Rul; phi; tra; Tec teoria: a prova de conhecimentos relacionados com o conteúdo de cada
tonelada) nível
Nível 1 - phi; PLA; tra; Tec prática: Exibindo a competência necessária em cada nível

Nível 2 - phi; PLA; tra; Tec Nível 3


- phi; PLA; tra; Tec  
CBF (Soccer) Licença C - Rul; eMe; MKT; PLA; tra; ana teoria: a prova de conhecimentos relacionados com o conteúdo de cada
nível
Licença B - tal; Rul; pró; eMe; FÍS; MKT; prática: Exibindo a competência para organizar e orientar
ana; psi; Tec sessões de treinamento
Licenciar a - Rul; eMe; FÍS; MKT; PLA; ana Seminários: apresentação oral de temas relacionados ao treinamento

Pro Licença: não especificada carteira: Compilação de atividades (teóricas e práticas),


desenvolvido durante o programa
CBV (voleibol e Nível 1 - Rul; Mot; phi; tra; Tec Nível 1,2, 3
voleibol de
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praia) Nível 2 - Rul; Mot; eMe; phi; MKT; noz; PLA; psi; teoria: a prova de conhecimentos relacionados com o conteúdo de cada
Tec nível
Nível 3 - Rul; phi; MKT; ana; Tec prática: Exibindo as competências para organizar e orientar sessões
de treinamento
Nível 4 - não especificada nível 4
Seminários: apresentação oral de temas relacionados ao treinamento

  apresentação clínica-prático de temas relacionados ao treinamento

CBru (de rugby) infantil - tal; Rul; MKT; tra teoria: plano de formação (micro e mesociclo)
Treinando 1 - TAL; Rul; eMe; PLA; Tec prática: Exibindo as competências para organizar e orientar sessões
de treinamento
Treinando 2 - Tal; Rul; pró; eMe; PLA; tra; ana; avaliação em contexto: Exibindo as competências em ambientes de
Tec trabalho contextuais
CBtri (triathlon) todos os níveis - Rul; eMe; phi; noz; pSI teoria: a prova de conhecimentos relacionados com o conteúdo de cada
nível
prática: Exibindo a competência profissional exigida em
cada nível
relatório do programa Conclusão: escrever um artigo científico ( nível
3).
CBCa (Canoe- ing) Nível 1 - Bio; Tal; Rul; eMe; phi; PLA; tra; ana; teoria: a prova de conhecimentos relacionados com o conteúdo de cada
noz; Tec nível
Nível 2 - Bio; Mot; eMe; phi; noz; PLA; tra; ana; suporte on-line: 6 meses com um tutor (inclusive de um teste teórico
Tec mensal de conhecimentos relacionados com o conteúdo de cada
nível, cumprindo a carteira relacionadas com a organização de
formação e planejamento)

Nível 3 - Bio; Tal; pró; eMe; phi; MKT; noz; relatório do programa Concluindo: um relatório descritivo
PLA; tra; ana; Tec sobre um tema estudado durante o programa

ABT (Academia de Desenvolvimento / tra; psi; phi; Mot; bio; teoria: a prova de conhecimentos relacionados com o conteúdo de
treinadores melhoria Tal; Pro Ana; ics cada nível um relatório descritivo re o relatório de estágio programa
brasileiros) Mathemat-; concluindo: escrever um artigo científico
Estatisticas;
Metodologia de
Pesquisa

Notas. aspectos Bio = Biomecânica; Tal = Descoberta, seleção e promoção de talentos; Rul = regras e informa- ções sobre o tipo de desportos; pro =
comportamento profissional do treinador; Mot = Aprendizagem e Desenvolvimento Motor; eMe = emergências no desporto; phi = preparação física;
Mkt = Gestão de Marketing Esportivo e; nutrição porca = Sports; planejamento treinamento = Sports PLA; Métodos tra = meios e de formação;
Análise = desempenho ana; psi = aspectos psicológicos; TEC = aspectos técnico-tácticos.
10 M. MiLiSTeTD et al.

Discussão

O objetivo deste estudo é apresentar um panorama das ações das organizações desportivas nacionais
em relação à educação dos treinadores no Brasil. Entre as 30 federações desportivas ligadas ao COB,
apenas 12 tinham programas que forneceram certificação anual para os técnicos esportivos. É
importante destacar que o COB é a instituição responsável pela distribuição de fundos para as
federações esportivas brasileiras. Alguns desses fundos vêm de dinheiro coletado por lotarias
nacionais (Lei 10,264 / 2001), além de doações, patrocínios, a partir do programa Solidariedade
Olímpica, ea lei de incentivo como relacionados ao esporte (Almeida & Marchi Júnior, 2011 ).

O COB recebe os fundos financeiros e organiza sua distribuição às federações com base em
determinados critérios ligados aos resultados internacionais, o nível técnico do esporte, o número de
praticantes, as federações filiadas à Confederação, infra-estrutura e julgamento sobre a probabilidade de
garantir med - als no próximos Jogos Olímpicos (COM, 2014 ; Meira et al., 2012 ). Por isso, algumas
federações não têm as condições para organizar programas de educação dos treinadores como os
recursos tornam-se concentrado em certas federações com base nos critérios apresentados acima. Assim,
o COB instituiu o ABT, a fim de dar apoio às federações que não poderia efetivamente se envolver com a
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formação de treinadores, conforme descrito e desejado pelo Plano de Desenvolvimento Olímpico (COM, 2014
).

A falta de harmonia e consistência dentro dos programas de formação de treinadores investigados


estava claro; por exemplo, na alta variação entre o tempo de espera conclusão progra- ma (40 h a 850 h), e
níveis de certificação (1-12 níveis). Esses dados indicam a falta de orientação geral dada às federações
desportivas em qualquer processo de educação organização treinador. Considerando a necessidade de
possuir um diploma de bacharelado em Educação Física (3.200 h) para se inscrever nos programas
oferecidos pelas federações ou a ABT, um treinador que completa a viagem terá acumulado milhares de
horas em sua formação profissional. No entanto, a variação da profundidade do conhecimento nos
programas analisados ​(Milistetd et al., 2014 ), Não nos permitem considerar a educação profissional
treinadores desportivos no Brasil como um processo de longo prazo (Trudel & Gilbert, 2013 ) Que possuam
elementos de competência progressiva (Conselho de Coaching Europeia, 2007 ; Conselho Internacional de
Coaching Excellence, 2013 ).

A análise das organizações que ofereceram diferentes níveis de certificação nos permitiu identificar duas

tendências nos programas de educação. O primeiro, seguido tra- linhas cional dentro de formação de treinadores

em que os níveis de certificação estabelecidos os contextos de desempenho (CBAt, CBF, CBV, CBTM, ABT).

Desse modo, os treinadores foram certificados nos primeiros níveis de trabalhar com crianças e jovens, enquanto

treinadores que ganharam níveis avançados foram certificados para trabalhar com atletas de alto rendimento. Este

modelo de educação tornou-se um pouco desatualizado em países como o Reino Unido, Canadá e Austrália, que

consideram o contexto do desempenho do treinador como um aspecto para o seu caminho de desenvolvimento

(Callary, Culver, Werthner, & Bales, 2014 ;


Comente Treinamento Esportivo 11

Mallett & Dickens, 2009 ; Nelson et al., 2013 ; Werthner & Trudel, 2009 ). Por outro lado, a segunda tendência é
observada em algumas federações menos tradicionais no Brasil (CBBD, CBCa, CBRu, CBTri), que
organizam o seu programa de certificação em níveis progressivos de conhecimento, a fim de considerar a
experiência dos treinadores como parte de sua educação nível, corroborando a proposta internacional
(Conselho Europeu de coaching, 2007 ; Conselho Internacional de Coaching Excellence, 2013 ). A alta
variação do conteúdo oferecido nos programas apresentados pelas organizações desportivas também foi
notada. Além do conhecimento desportivo específico e os assuntos que relacionados com a formação dos
atletas (ou seja físico, técnico, tático e psi- preparação chological), todos os programas desenvolvidos
conhecimento generalista de temas como fisiologia, biomecânica, desenvolvimento motor, gestão e
marketing sem considerar que que muitos treinadores já tinha aprendido esta informação durante os estudos
universitários (Milistetd et al., 2014 ). Independentemente do formato adotado (por exemplo, face-a-face ou
online), o currículo dos programas oferecidos no Brasil, em seguida, foi centrada no conhecimento
profissional desenvolvido predomi- inantly através de estratégias de aprendizagem mediadas (Werthner &
Trudel, 2006 ). A atividade de estágio, reconhecida como essencial para consolidar o conhecimento e as
competências treinadores Sport (Dieffenbach, Murray, & Zakrajsek, 2011 ) Foi usada pela ABT. No entanto,
esta actividade experimental durou apenas cinco dias, e foi organizado de modo que um treinador bem-visto
internacional poderia compartilhar novas informa- ções e, em particular, as relacionadas a métodos de
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treinamento. Apesar de ser considerado útil, no entanto, tende a colocar os participantes como agentes
passivos (Werthner & Trudel, 2006 ), Com pouca chance de colocar novas possibilidades de trabalho em
prática (Morgan, Jones, Gilbourne, e Llewellyn, 2012 ).

A distância entre a realidade prática os técnicos esportivos e as estratégias usadas frequentemente nos programas

apareceu como uma das maiores lacunas dentro da formação de treinadores investigados. Isso aconteceu

principalmente porque os treinadores têm dificuldade para acumular experiência prática devido à falta de oportunidades

de treinamento de voluntários (Brasil,

1998 ), E por causa da universidade oferta educativa oferece algumas situações para as exper- prática imental
(Milistetd et al., 2014 ). Consequentemente, postula-se que tais programas devem dar suporte ao
desenvolvimento de competências essenciais treinadores Sport que resultam da sua própria prática tais como
liderança, comuni- cação, resolução de problemas e reflexão (Jones et al., 2012 ; Malho, 2010 ). Na verdade, tal
aprendizagem situada é amplamente reconhecida como a principal fonte de conhecimentos técnicos esportivos
(Chesterfield et al., 2010 ; Irwin et al., 2004 ; Wright et al., 2007 ). Em linha com os outros, então, programas de
formação de treinadores devem usar estratégias baseadas em uma maior interação entre treinadores e
situações de “vida real”, como a baseada em problemas de aprendizagem (Jones et al., 2012 ), Etno-drama
(Morgan et al., 2012 ); comunidades de prática (Mallett & Dickens, 2009 ), A aprendizagem cooperativa (Vella,
Crowe, e Oades,

2013 ) E competência baseada-Learning (Galvan, Fyall, & Culpan, 2012 ). The Rugby e canoagem federações
foram os únicos que pareciam valorizar a prática dos treinadores como um processo de aprendizagem
contínua. A este respeito, enquanto os treinadores que completaram os módulos da CBRu foram
estimulados a voltar ao seu
12 M. MiLiSTeTD et al.

formação e construir novos conhecimentos prática, o estagiário canoagem treinadores receberam suporte
on-line de tutores para seis meses, a fim de adquirir novos conhecimentos. Ao explicar a estrutura de um
programa de treinamento semelhante na Austrália, Mallet e Dickens ( 2009 ) Enfatizou a importância de
treinadores estar ligada a pro- fissionais comunidades e tentando compartilhar informações. Mais importante,
eles identificaram o papel treinador desenvolvedor como um importante agente responsável por auxiliar os
treinadores para alcançar níveis mais profundos de aprendizagem e reflexão (Mallett & Dickens,

2009 ; Norte, 2010 ).


Em geral, os processos de avaliação evidentes dentro dos programas analisados ​seguindo a mesma
abordagem que as estratégias pedagógicas adoptadas. Por exemplo, provas teóricas e seminários foram muitas
vezes utilizados para verificar o conhecimento desenvolvido em módulos e testes práticos, destinados a
comprovar as competências necessárias em cada nível de certificação. Estas estratégias de avaliação tendem a
reforçar as propostas cional tra- de educação de adultos (Weimer, 2012 ). Assim, eles não consideram o tempo
individual de aprendizagem de cada treinador tem de adquirir novos conhecimentos (Cushion & Nelson, 2013 ).
Além disso, algumas organizações (ABT e CBTri) apareceu para formatar avaliações ao longo de um padrão
acadêmico, científico (por exemplo, impulsionado por artigos científicos), reforçando ainda mais a distância entre
treinadores de alto desempenho os treinadores prática ea certificação formal em oferta (Jones et al., 2012 ;
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Morgan et al., 2013 ; Nash & Sproule, 2012 ; Trudel et al., 2013 ).

Conclusão

Esporte coaching é reconhecida como uma profissão no Brasil. A este respeito, a formação de treinadores
começa no ensino superior dentro da área de educação física. Para os treinadores que trabalham no campo de
alto desempenho, existe a possibilidade de continuar a aprender através de programas de certificação oferecidos
pelas federações desportivas e pela ABT. Portanto, em teoria, e em relação a uma perspectiva internacional de
formação de treinadores, o Brasil tem uma estrutura ideal para alguns esportes olímpicos como treinadores têm
acesso a estruturas de preparação e de desenvolvimento relevantes. Além disso, estes ônibus são obrigados a
priorizar o aprendizado contínuo a longo prazo longo de toda a sua carreira como suportado pelas diferentes
organizações responsáveis ​pela sua preparação profissional.

No entanto, não é possível afirmar que essa perspectiva de longo prazo educa- ção prepara treinadores
competentes para treinar em diferentes níveis de desempenho em todos os esportes. De fato, nos próximos
Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, haverá 42 treinadores estrangeiros principais atletas e equipes (COM do
Brasil, 2014 ). Tal fato confirma a urgência de uma melhor estrutura de um sistema nacional mais forte, mais
eficaz de formação de treinadores.

Em geral, a estrutura dos programas investigados no âmbito deste estudo destacou uma “abordagem de
cima para baixo”, caracterizado por perspectivas de aprendizagem SUP- portado pela transmissão de conteúdo,
com poucas situações dadas a experiencial, aprendizagem prática. Em alguns casos, os programas foram muito
semelhantes aos ensinou,
Comente Treinamento Esportivo 13

os didáticos. Além disso, muitos lutaram para se envolver com ou atingir uma profundidade progressiva do

conhecimento, e foram muitas vezes repetindo o conteúdo dos treinadores já sabia das experiências precedentes da

faculdade.

A fim de diminuir a distância entre a educação formal esportes dos treinadores e sua realidade prática,
sugere-se que a formação de treinadores devem considerar melhor a complexidade da actividade do treinador
esporte, indo assim além do formato TÉCNICOS-metodológico tecnolo- simples. A fim de fazer isso,
consideramos o desenvolvimento de determinadas competências relacionadas com o contexto do
desempenho como sendo particularmente importante. Isto é, além de melhor valorizar as experiências tais
treinadores trazem para os programas realizados, enriquecendo assim a qualidade das atividades
desenvolvidas. Isso daria primazia à criação de um ambiente de aprendizagem colaborativa apoiada por
experiências reais, permitindo assim treinadores o tempo ea oportunidade para discutir e refletir a fim de
construir ainda mais o seu conhecimento.

declaração de divulgação

Nenhum potencial conflito de interesse foi relatado pelos autores.


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Financiamento

Esta pesquisa foi apoiada pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico [número de concessão
487.693 / 2013-2]; Fundação de Pesquisa de São Paulo [nú- concessão ber FAPESP 2015 / 01599-9].

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