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ALINHAMENTO ENGESELT – CEMIG/MG

VERSÃO IV

Elaborado por: FRANCISCO DE ASSIS LEITE

Data de elaboração: 30/07/2018

Alterado por: JOSÉ RODOLFO MENDONÇA DA COSTA

Alterado por: EDUARDO HENRIQUE DE FREITAS SILVA

Data de alteração V2: 04/09/2019


Data de alteração V3: 02/10/2019

Data de alteração V4: 10/03/2020

Varginha/MG

2019

ENGESELT – Engenharia e Serviços


Rua Agostinho Fonseca Neto, 365 – Água Fria – João Pessoa – PB – CEP: 58073-470. www.ENGESELT.com.br
INTRODUÇÃO

Esse alinhamento tem por objetivo os critérios básicos para projetos de redes de
distribuição de aéreas urbanas e rurais, de modo a garantir as mínimas condições
técnicas, econômicas e de segurança necessárias a um fornecimento adequado de
energia elétrica. São apresentados os critérios básicos para dimensionamento de redes
primárias e secundárias, instalação e dimensionamento de postes e estruturas, além da
metodologia de elaboração e simbologia de projeto. Assim, essas informações irão
normatizar e alinhar os conhecimentos dos topógrafos de campo junto aos técnicos de
escritório a fim de melhorar e sanar as dúvidas na elaboração de projetos elétricos de
rede de distribuição. Contudo, os conhecimentos exposto neste alinhamento foram
retirados das normas da CEMIG.

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LEGENDA DE PROJETO PARA ELABORAÇÃO

TREINAMENTO DE RDU E RDR

 Extensão de Rede MT (URBANO/ RURAL) – Referente à Poste

1. Poste com chave utilizar, no mínimo, 11/300 (Urbano) 11/300 (Rural);


2. Poste para regulador, no mínimo, 12/600 (Urbano/ Rural) circular;
3. Poste para religador no mínimo 11/300 (Urbano/ Rural) circular;
4. Poste para religador, no mínimo, 12/600 (Urbano/ Rural) circular;
a. Deve-se projetar postes ancorados (com estais) adjacentes para
que não seja aplicado esforço no poste do equipamento.
5. Para banco de capacitores, no mínimo, 12/600 (Urbano/ Rural);
6. Poste 11/300 e 12/300PA (Profundidade aumentada) – 1,80 m;
7. Postes 12/600 ou maior PA (Profundidade aumentada) – 2,20 m;
8. Postes de esquina podem ser circular de concreto ou duplo T;
9. Todos os postes projetados (Urbano/Rural), no mínimo, de 11/300 DN;
10. Deve-se EVITAR projetar postes em rede existente, principalmente
quando a mesma for tronco de alimentador. Tentar aproveitar os postes
existentes para diminuir o desligamento da rede;
11. Todos os postes na zona rural DEVEM ser de madeira;

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12. NUNCA derivar de postes projetados em outras NS’s. SEMPRE derivar
de rede existente no local.
13. NÃO se pode derivar de poste com estrutura U4 e N4 com chave fusível
ou repetidora.
14. NÃO há necessidade de trocar poste de 10/300 para 11/300 em
derivações.

 Extensão de Rede (URBANO/ RURAL) – Referente às Estruturas

1. Para área rural utiliza-se cruzetas N ou TE (vão maior que 300 metros)
em rede MT trifásicas;
2. Rede Urbana (MT) nova utiliza redes compactas
a. Nomenclatura CE – Trifásica;
b. Nomenclatura CM – Monofásica.
3. Em final de rede monofásica projetar estrutura U3 independente de o
cabo ser com alma ou sem;

 Extensão de Rede (URBANO/ RURAL) – Referente a Equipamentos

1. Trafo projetado, no mínimo, 10 kVA (Rural);


2. Trafo rural existente de 5 kVA acima de um consumidor, troca-se para,
no mínimo, de 10 kVA, utilizando-o em caso de extensão de rede nova;
3. Trafo projetado, no mínimo, 45 kVA (Urbano), com exceção para
quando na carta acordo assinada pelo cliente venha orçado um trafo de
menor potência;
Barramentos:
Até 75 kVA - 70 mm²
150 kVA e 300 kVA - 120 mm²
4. Pode Instalar Trafo abaixo de rede de alimentador/linha conforme
orientação da CEMIG;
5. Deve-se evitar a situação acima descrita, devido o DEC envolvido;
6. Além de evitar a situação descrita no item anterior, deve-se EVITAR
derivar linhas tronco para diminuir o número de consumidores
desligados na hora da obra;

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7. NÃO se deve projetar transformador em rede com angulação na área
rural;
8. Já na zona urbana só podemos projetar transformador ou estender rede de
poste com transformador com angulação menor do que 30º, desde que o
poste esteja em ótimas condições;
9. Por norma, não é permitido derivar, com redes monofásicas ou trifásicas,
em estruturas equipadas com chaves fusíveis ou facas na rede tronco. Ex:
N4 com chave faca, U4 com chave fusível.
10. Para projetos que precisa fazer o barramento do transformador, utilizar
apenas um ou dois vãos para cada lado;
11. Caso uma propriedade já possua um ponto de consumo, em hipótese
alguma devemos projetar outro ponto de transformador na mesma
propriedade. Nesses casos devemos apenas realizar o aumento de carga
(pode ser o trifasicamento) ou deslocar o transformador existente para
próximo do centro de cargas.
12. No levantamento SEMPRE pegar número e coordenada do padrão do
cliente.
13. Em caso de regularizações que passem por terreno de vizinhos SEMPRE
pegar nome desses vizinhos, se não for possível, pegar, pelo menos,
número do medidor desses vizinhos.

 Extensão de Rede (URBANO/ RURAL) - Referente à Rede MT/BT

1. Não se projeta rede BT por tempo indeterminado. Realizar apenas


extensão de rede MT;
2. Rede convencional BT trifásicas aberta não se usa mais. São utilizados
redes quadriplex, no mínimo, 70 mm² (3x1x70+70). Exceção de
extensões de BT no rural até 120m onde utilizamos cabo 2x1x35+70.
3. A rede secundária rural deve ser projetada com os cabos 2x1x35+70 mm²
e 2x1x70+70mm². O comprimento máximo da rede secundária para cada
lado do transformador deve ser:
i. 120 m quando a rede for projetada com cabo
2x1x35+70 mm².

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ii. 180 m quando a rede for projetada com cabo
2x1x70+70 mm².
4. São utilizados condutores de alumínio nus com alma de aço, tipo CAA,
nas bitolas: 21 mm² (4 AWG), 34 mm² (2 AWG), 54 mm² (1/0 AWG),
107 mm² (4/0 AWG), 170 mm² (336,4 MCM). O primeiro e o último vão
de um novo ramal, ambos com até 80 metros, podem ser construídos
com cabo CA. No trecho da RDR com cabos CAA, o condutor neutro
deverá ser de aço aluminizado 1N5 (nu ou coberto), 1N2 ou 3N5;
5. Final de rede BT, se aterra utilizando aterramento com uma haste;
6. Rede bifásica (BT) se projeta aterrando;
7. Os vãos máximos de MT para EXTENSÃO DE REDE RURAL
utilizando cabo 4CAA são os seguintes:
a. Vão máximo de rede monofásica, exceto vão do trafo, 600m;
b. Vão máximo do trafo em rede monofásica é de 420m;
c. Vão máximo de rede trifásica, exceto vão do trafo, 300m;
d. Vão máximo do trafo em rede trifásica é de 260m.
8. Extensão rede urbano BT/MT o limite máximo do cabo é determinado
pela flecha do mesmo;
9. Extensões máximas permitidas por norma nos demais casos são:
a. O vão máximo de MT/BT no urbano é de 45m;
b. O vão máximo de rede protegida no rural é de 60m;
c. O vão máximo de cabo 2CA na estrada é de 65m;
10. Cabos para projetos de alimentadores são utilizados no mínimo CAA
1/0;
11. Deve-se fazer análise de vão condenado seguindo a tabela abaixo
(considerar a coluna destacada em amarelo):

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12. Área urbana para caso de calçadas 1,50 m (MT);
13. Em calçadas com passeio redondo pode-se usar o rodo ou fly;
14. Para áreas de parcelamento de solo deve-se atender única e
exclusivamente o cliente, porém devemos orientar o mesmo a regularizar
a situação do local junto a Prefeitura Municipal.
a. Há uma carta de regularização no documento IT-EXP-011/2017
da Cemig onde o cliente, se for o dono do parcelamento, ou uma
associação de moradores pode usar como modelo para apresentar
a prefeitura.
b. Se no atendimento ao cliente tivermos que levantar alguma
situação irregular, devemos fazer um croqui APENAS com a
situação do local/rede e não realizar o atendimento;
Não devemos levar em consideração o item acima, se a situação irregular for
uma situação de risco iminente (poste tombado ou muito flertido, rede baixa ou
vegetação próxima à rede). Nesse caso, deve-se colher dados da casa que está
em situação insegura.
15. Iluminação pública é de responsabilidade da prefeitura;
16. Redes Bifásicas (MT) não se projeta;
17. Derivação com poste com ferragens expostas ou de aroeira, troca-se o
mesmo;
18. Coloca-se aterramento com uma haste em derivação e meio de rede. Para
poste com equipamento usa-se o de três hastes;
19. Todos os postes rural MT/BT podem ser instalado de madeira ou duplo
T, porém tudo vai depender da situação do local da obra;

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20. Para projetos que precisam fazer alguma alteração do poste, e que tiver
ramais, dependendo do caso, o topógrafo precisa indicar a metragem dos
ramais a serem reinstalados ou trocados, assim como as fases e o número
da casa;
21. Para extensão de rede urbana, precisa-se colher as distâncias de
seguranças e preencher o formulário de afastamento;
22. Pode-se utilizar rede protegida em área rural em casos específicos,
geralmente quando for local com vegetação;
23. Para demanda superior a 95kW o atendimento tem que ser feito por
Ramal Subterrâneo. A distância do poste à caixa deve ser levantada por
trena.

 Extensão de Rede (URBANO/ RURAL) – Itens Adicionais

1. Para rede paralela ou com cercas, deve-se utilizar aterramento e


seccionamento num raio de 60 m² (30m para cada lado);
2. Para cercas paralelas seccionar a cada de 250 metros;
3. Para extensão de BT não se pede aterramento e nem seccionamento de
cercas;
4. SEMPRE que houver afastamentos no Urbano pegar tipo de ramais,
número da casa e distância.
5. NUNCA fazer duas ou mais NS’s com solicitantes distintos, que sejam
vizinhos, na mesma caderneta de campo.
6. O ramal de ligação deve ter comprimento entre 7,5 e 30 metros, contados
a partir do poste da Cemig.
7. Indicar sentido das fotos nos levantamentos.
8. Em projetos de modificação de rede em zona rural sempre colocar
progressiva de servidão quando houver confrontantes. Se não houver
confrontantes colocar: “NÃO HÁ CONFRONTANTES”.

 Extensão de Rede (URBANO/ RURAL) – Travessia


1. Devem ser preparados os detalhes relativos a projetos de travessias
sempre que estas ocorrerem sobre rodovias federal ou estadual; ferrovias
estaduais, federais ou particulares; rios, lagos e represas; travessias sob
linha de transmissão, e outros.

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2. Alguns pontos são essenciais para elaboração de um projeto de travessia,
como:
a. Coordenada e elevação dos postes da travessia e eixo da pista;
b. Largura dos eixos da pista e do acostamento;
c. A distância da casa ao eixo da pista, para verificarmos se o
cliente está dentro da faixa de ocupação, entre outras
informações;
d. Para casos de convivência (janela) com linha de transmissão,
precisamos dos números das torres de transmissão anterior e
posterior;
e. Em todos projetos dessa natureza, deve-se vir juntamente com o
levantamento, o formulário preenchido com as informações
(disponível no drive de campo).

9. DOCUMENTAÇÕES NECESSÁRIAS

1. Servidão de passagem com assinatura idêntica a do documento;


2. Relação de carga assinada por algum responsável maior de idade;
a. Colher RC também na zona urbana quando houver motor
indicado no formulário.
3. Fotos do projeto;
4. Fotos de todas as cargas (motores/edificações) apontadas na Relação de
Carga;
5. Documentos pessoais (RG e CPF do interessado, dos confrontantes (se
houver) e de seus respectivos cônjuges). Caso não tenham os
documentos, serve, também, carteira de trabalho ou CNH (aberta).

INSTALAÇÕES BASICAS DE REDES DE DISTRIBUIÇÃO COMPACTAS

Estruturas Compactas Trifásicas

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Estruturas Compactas Monofásicas

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TIPOS DE ESTRUTURAS PRIMÁRIAS (RURAL/URBANO)

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Notas:

1- A estrutura N1 é usada tanto em tangente como em ângulos. Em caso de ângulos


os condutores deverão passar lateralmente nos isoladores.
2- A estrutura N2 é usada normalmente em ângulos.
3- A estrutura N3 é usada em fim de rede para condutores CA de bitola acima de 2
AWG, ângulos verticais superiores àqueles permitidos pela estrutura N2 e
instalação de equipamentos. Esta estrutura deverá ser estaiada sempre que o
esforço resultante ultrapassar a capacidade do poste.
4- A estrutura N4 é usada para ângulos verticais ou horizontais àqueles permitidos
pela estrutura N2 e instalação de equipamentos. Esta estrutura é empregada em
tangente, quando houver mudança de bitola de condutores e estes forem acima
de 2 AWG.

Notas:

1- A estrutura M1 é usada tanto em tangente como em ângulos. Em caso de


ângulos os condutores deverão passar lateralmente nos isoladores.
2- A estrutura M2 é usada normalmente em ângulos, podendo ser empregada como
estrutura de fim de rede para condutores CA de bitola 2 AWG. Neste caso a
cruzeta deverá receber estai.
3- A estrutura M3 é usada em fim de rede para condutores CA de bitola acima de 2
AWG, ângulos verticais superiores àqueles permitidos pela estrutura M2 e
instalação de equipamentos. A cruzeta desta estrutura deverá ser sempre
estaiada.
4- A estrutura M4 é usada para ângulos verticais ou horizontais superiores àqueles
permitidos pela M2 e instalação de equipamentos. Este estrutura é empregada

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em tangente, quando houver mudanças de condutores, e estes forem acima de 2
AWG. Neste caso a cruzeta deverá ser estaiada.

Notas:

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1- A estrutura B1 é usada tanto em tangente como ângulos. Em caso de ângulos os
condutores deverão passar lateralmente nos isoladores.
2- A estrutura B2 é usada normalmente em ângulos, podendo ser empregada
também como estrutura de fim de rede para condutores de bitola até 2 AWG.
Neste caso a cruzeta deverá receber estai.
3- A estrutura B3 é usada em fim de rede para condutores CA de bitola acima de 2
AWG, ângulos verticais superiores àqueles permitidos pela estrutura B2 e
instalação de equipamentos. A cruzeta desta estrutura deverá sempre ser
estaiada.
4- A estrutura B4 é usada para ângulos verticais ou horizontais superiores àqueles
permitidos pela estrutura B2 e instalação de esquipamentos. Esta estrutura é
empregada em tangente, quando houver mudanças de bitola de condutores, e
estes forem acima de 2 AWG. Neste caso a cruzeta deverá ser estaiada.

Notas:

1- Para RDR construídas com condutores CAA 4/0 AWG ou 336,4 MCM, as
estruturas de encabeçamento devem ser apenas do tipo HT e HTE,
respectivamente, sendo a resistência nominal mínima do poste igual a 300 daN.
Para estruturas de fim de rede o poste mínimo deverá ser de 600 daN.

Notas:

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1- A estrutura U1 é usada tanto em tangentes como em ângulos. Em caso de
ângulos o condutor deverá passar lateralmente no isolador.
2- A estrutura U2 é usada normalmente em ângulos, podendo ser empregados
também como estrutura de fim de rede para condutores CA de bitola até 2
AWG.
3- A estrutura U3 é usada em fim de rede para condutores CA de bitola acima de 2
AWG, ângulos verticais superiores àqueles permitidos pela estrutura U2 e
instalação de equipamentos.
4- A estrutura U4 é usada para ângulos verticais ou horizontais superiores àqueles
permitidos pela estrutura U2 e instalação de equipamentos.

ÂNGULO DE DEFLEXÃO HORIZONTAL – PRIMÁRIO

FONTE: Cemig ND 2.1

ÂNGULO DE DEFLEXÃO HORIZONTAL – SECUNDÁRIO

FONTE: Cemig ND 2.1

ÂNGULO DE DEFLEXÃO VERTICAL – PRIMÁRIO

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FONTE: Cemig ND 2.1

ENGASTAMENTO

AFASTAMENTOS ENTRE CONDUTORES E EDIFÍCIOS (URBANO)

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Em situação onde os condutores aproximam-se das sacadas dos prédios ou janelas,
comprometendo os espaçamentos mínimos previstos, poderão ser adotadas as seguintes
soluções:

AFASTAMENTOS MINÍMOS RD/MT (URBANO/ RURAL)

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FONTE: Cemig ND 2.1

NOTAS :
1. O fator de potência e rendimento são valores médios, referidos a 3600 rpm.
2. Exemplo de aplicação da Tabela :

3. No caso de existirem motores monofásicos e trifásicos na relação de carga do


consumidor, a demanda individual deve ser computada considerando a
quantidade total de motores.

USO DO FLY ÁREA URBANO

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FONTE: Cemig ND 2.1

FONTE: Cemig ND 2.1

Notas:

1- Sempre que possível, as distâncias A e B deverão ser iguais e nunca superiores a


15 m.
2- O condutor de interligação, para conexão no vão, deverá ser igual ao de maior
bitola.
3- Em circuitos monofásicos a conexão no vão poderá ser feita no mesmo nível,
análoga à conexão em rede secundária.

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Tabela: Escolha De Condutor Mínimo Para Tronco Da Rede Secundária

Potência Transformador (kVA) Condutor Nu (AWG/MCM) Cabo Isolado


Cabo Isolado - Barramento
Trifásico Monofásico Fase Neutro
300
225 336,4 4/0 Ver notas
150 4/0 1/0 Ver notas 240mm2
112,5 4/0 1/0 3x1x120+70 240mm2
75 1/0 2 3x1x70+70 120mm2
15/30/45 2 2 3x1x70+70 70mm2
37,5 1/0 1/0 2x1x70+70 120mm2
15/25 2 2 2x1x70+70 70mm2

Notas:
1- Alternativamente, os transformadores de 150 e 225 kVA podem ter seção
de 4/0(1/0) ou 3x1x120+70, desde que parte da carga seja ligada diretamente
ao barramento ou bucha secundária do transformador e que circule no máximo
262 A (100kVA) para cada um dos lados do tronco.
2- As seções consideram divisão da carga por circuito lateral em 40% e 60%.

ELOS FUSÍVEIS PARA TRANSFORMADOR

Transformador Monofásico
Potência kVA 7,9 kV 12,7 kV 19,9 kV
37,5 8K 5H 3H
25 5H 3H 2H
15 3H 2H 2H
10 2H 1H 1H
5 1H 1H -

Transformador Trifásico
Potência kVA 13,8 kV 22,0 kV 34,5 kV
300 15K 10K 8K
225 12K 8K 6K
150 8K 5H 5H
112,5 6K 5H 3H
75 5H 3H 2H
45 3H 2H 2H
30 2H 1H 1H
15 1H 1H 1H

TABELA 9

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ALTERNATIVAS DE DIMENSIONAMENTO PARA AGRUPAMENTOS DE
UNIDADES CONSUMIDORAS RURAIS ATENDIDAS POR REDES
MONOFÁSICAS (COM SECUNDÁRIO BIFÁSICO 127/254V)

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SIMBOLOGIA

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Fonte: Cemig ND 3.1

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