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7ºAnos

Alunos, essas atividades contarão como nota para o primeiro bimestre, portanto, elas devem ser realizadas em casa,
individualmente e enviadas por caminhos sugeridos pelos professores. A data limite para envio dessas primeiras
atividades será até o dia 06/05. Outras atividades podem ser encaminhadas durante o mês de maio.

➢ Língua Portuguesa

• Orientações: Atividades para serem desenvolvidas em casa.


Caderno do aluno /apostila (Páginas 9 a17)

• Atividade 2 – Explorando contextos


Situação de aprendizagem – Notícias e afins
Leitura dos textos: 1,2 e 3.
Habilidades: Analisar as formas de composição dos gêneros textuais do campo jornalístico.

• Atividade 3 – Estrutura do Gênero


Responder as questões a lápis
Habilidades: Fazer uso consciente e reflexivo da norma padrão em situações de fala e escrita em textos de
diferentes gêneros, levando em consideração o contexto, situação de produção e as características do
gênero.

• Atividade 4 – Relação entre textos


Responder as questões a lápis.
Se não der para responder na apostila, use o caderno.
Faça o uso do dicionário.
Habilidades: Identificar, em reportagens e fotorreportagens, o fato retratado.

• Atividade 5 – Estudo da língua


Habilidades: Identificar o uso adequado de regras de concordância nominal e verbal em situações
comunicativas (escrita e oral).

• Atividade 6 – Produção textual


Essa atividade será feita individual.
Conteúdo Complementar
Notícia: tem como função principal divulgar um acontecimento no meio jornalístico. Seu conteúdo, em
geral, retrata fatos políticos, sociais, econômicos, culturais, naturais, entre outros assuntos. Além disso, a
organização de uma notícia requer não só informações sobre o fato como também onde, como e quando
ocorreu (lugar e tempo) e quem participou dele (pessoas envolvidas). O fato é, geralmente, relatado com
tempos verbais do pretérito, mas o presente também pode ser usado.

Características de uma notícia


1. Presença de informações novas, atuais;
2. Proximidade (interesse) do leitor;
3. Relevância da informação (acontecimentos pouco significativos, geralmente não interessam ao
público-leitor);
4. Linguagem clara e objetiva na narração do acontecimento;

O que é lide?
LIDE: É uma palavra que vem do inglês “lead”, que significa comando ou introdução. Ou seja, é o primeiro
parágrafo do texto jornalístico que traz um resumo inicial respondendo as seguintes perguntas sobre o
tema principal: O quê? Quem? Quando? Onde? Como? Por quê?

Exemplos:
O que aconteceu? (fato ou ação dos seres)
Quem fez algo? Com quem? (seres envolvidos)
Como? (modo como se deu o fato ou ação)
Por quê? (motivo)
Onde? (lugar)
Quando? (tempo)

Diferentemente da notícia, a reportagem contém mais informações, já que apresenta causas ou


desdobramentos do fato noticiado, com certa liberdade do jornalista para criar interpretações sobre o
tema, incluir fontes de informação e expandir a pesquisa.
Para elaborar uma reportagem, o jornalista conta com maior tempo. Pode fazer apuração do fato no local
onde ocorre, isto é, a pesquisa de campo, em contato direto com o cenário, as personagens envolvidas e
outros aspectos ligados ao tema da reportagem.
O texto da reportagem reúne mais informações que o texto da notícia. Quanto mais detalhes, melhor.
Além disso, outros recursos, como fotos, ilustrações e gráficos podem ser utilizados na reportagem.
Diferentemente da notícia, o lead da reportagem não precisa conter, de imediato, as principais
informações que serão abordadas. O redator da reportagem deve garantir, de forma criativa, que o início
do texto seja instigante e desperte interesse do leitor sobre o assunto, por exemplo, destacar o perfil de
uma personagem importante, descrever o cenário etc. O importante é oferecer ao leitor uma visão
interpretativa e detalhada do acontecimento.

Manchete é um título de uma notícia de um jornal ou revista, escrita em letras grandes, e tem o objetivo
de chamar a atenção do leitor.
Segue abaixo conteúdos que devem ser lidos, vão auxiliar no exercício do caderno do aluno.
https://www.normaculta.com.br/linguagem-formal-e-informal/
https://www.educamaisbrasil.com.br/enem/lingua-portuguesa/concordancia-verbal-e-nominal

➢ Matemática
Sétimos anos D, E, H

1) Determine a área das figuras planas abaixo:


a)

b)

c)

d)

2) Determine a área de uma sala quadrada, sabendo que a medida de seu lado é 6,45 m.
3) Vamos calcular a área de uma praça retangular, em que o comprimento é igual a 50 m e sua largura
mede 35,6 m.
4) Calcule a área de um retângulo, em que a base mede 34 cm e sua altura mede a metade da base.
5) É necessário um certo número de pisos de 25 cm x 25 cm para cobrir o piso de uma cozinha com 5 m de
comprimento por 4 m de largura. Cada caixa tem 20 pisos. Supondo que nenhum piso se quebrará durante
o serviço, quantas caixas são necessárias para cobrir o piso da cozinha?

6) Quantos metros de tecido, no mínimo, são necessários para fazer uma toalha para uma mesa que mede
300 cm de comprimento por 230 cm de largura?
7) Calcule a área do terreno cuja planta é a seguinte figura:

8) Qual a área da região pintada na figura, sabendo que é um quadrado de 2,8 cm de lado?

9) Qual a área do losango abaixo?

Sétimos anos A, B, C, F, G

1 – Números naturais e operações.

Livro didático

Estudar o capítulo 3. Divisores e Múltiplos de um Número Natural

Resolver os exercícios das páginas 24 e 25 - Copiar e responder.

Dica:

- Exercícios 14 ao 19 usar o mínimo múltiplo comum ( m.m.c) através de decomposição em fatores primos.

- Exercícios 20 ao 24, usar o máximo divisor comum ( m.d.c ), através da decomposição em fatores primos.

No caderno do Aluno (apostila)

Realizar A Situação de Aprendizagem 1

Pagina 21 a 23.
2 - Conjunto dos Números Inteiros.

Estudar o capítulo 1 A ideia de números inteiros

Livro didático

Resolver os exercícios da página 35

Copiar e responder.

Estudar o Capítulo 2

Resolver os exercícios da pagina 38

➢ História
A FORMAÇÃO DAS MONARQUIAS NACIONAIS

A partir do século XII, a realidade econômica e social da Europa Ocidental e Central passou por
profundas transformações. O sentido geral dessas transformações foi o da simultaneidade de uma crise no
modo e produção feudal e o início do alinhamento de forças para a formação do modo de produção
capitalista.

Os principais aspectos desse processo transforma tório foram: o progressivo enfraquecimento das
relações servis de produção; a crescente utilização de relações capitalistas de produção; o
desenvolvimento das atividades comerciais e artesanais; o crescimento das populações urbanas; o
aparecimento de uma nova classe social, a burguesia, que tendia a assumir o papel de classe
economicamente dominante, mas que permanecia alijada do poder político.

Do que já foi exposto, podemos tirar o sentido geral das transformações políticas que vão
caracterizar a Baixa Idade Média: a burguesia vai procurar ter uma participação política efetiva na vida
europeia.

Em outras palavras: as transformações econômico-sociais características da Baixa Idade Média geraram


uma inadequação entre a infraestrutura jurídico-política das formações sociais europeias. As
transformações políticas que descrevemos a seguir significam exatamente a busca de um novo equilíbrio
estrutural.

Em termos práticos, o que vamos verificar, politicamente falando, durante a Baixa Idade Média, é o
aparecimento das Monarquias Nacionais.

Para que possamos saber o que vem a ser uma Monarquia Nacional, precisamos ter com clareza dois
outros conceitos: o de Estado e o de Nação.
Um Estado é composto de três elementos fundamentais: um território, uma população e um
governo soberano. Toda vez que temos um território geograficamente delimitado, onde vive uma
população e existe um governo soberano sobre esse território e essa população, temos um Estado.

Uma Nação e um grupo social cujos membros têm um mesmo idioma, um mesmo padrão básico de usos e
costumes e um mesmo passado histórico.

Dados esses conceitos, podemos fazer as seguintes observações:

• Em um Estado é possível que vivam diversas nações (é o caso, por exemplo, da Checoslováquia, que
é um Estado onde vive uma nação checa e uma nação eslovaca).
• É possível que uma única nação viva em mais do que um Estado (era o caso da nação alemã, que
vivia na República Federal Alemã e na República Democrática Alemã, o que não ocorre mais a partir
de dezembro de 1990).
• É possível em um Estado viver uma única nação em sua totalidade; nesta hipótese, temos o que
chamamos de Estado Nacional (por exemplo, França, Inglaterra, etc.).
• Quando um Estado Nacional tem a forma monárquica de governo, nós podemos chamá-lo de
Monarquia Nacional. O aparecimento das primeiras Monarquias Nacionais, na Europa da Baixa Idade
Média, significou o surgimento da primeira forma de Estado Moderno.
• Durante a Alta Idade Média, verificamos a coexistência de duas formas características de poder
político:
• O poder com tendências particularistas, que era representado pela existência de verdadeiros Estados
Feudais, que se identificavam com os Domínios e cujo poder era monopolizado pelos Senhores
Feudais.
• O poder com tendências universalistas, que era representado pela Igreja e pelo Sacro Império
Romano Germânico; a Igreja, através do papado, gozava de grande prestígio internacional, tinha
tribunais próprios, não pagava impostos e se atribuía o direito de intervir nos assuntos dos estados
europeus; o Sacro Império julgava-se herdeiro das tradições universais do Império Romano e, por
isso, julgava-se no direito de intervir nos demais estados europeus.
Em meio às tendências particularistas e universalistas, a Monarquia só existia proforma, ou seja,
praticamente os reis eram meros senhores feudais e, portanto, só tinham autoridade efetiva em seus
próprios Domínios; além disso, os reis limitavam-se a possuir uma posição honorífica superior, em tese, à
dos demais senhores feudais.

Há afirmação simples que nos explica o advento das Monarquias Nacionais: elas foram resultantes da
aliança entre o Rei e a Burguesia.

Vejamos o seguinte: a Monarquia Nacional passou a existir à medida que um Rei conseguia estabelecer sua
soberania sobre toda uma nação, unificando-a sob a égide de um único Estado.

Havia reis espalhados pela Europa inteira, mas burguesia forte só havia onde a crise feudal já ia longe e o
alinhamento de forças para a formação do Capitalismo já era sensível. Logo, se as Monarquias Nacionais
foram resultantes de alianças entre os reis e a burguesia, temos que elas só puderam surgir nas regiões da
Europa que vinham conhecendo o desenvolvimento das forças capitalistas.

A burguesia atuou no processo de formação das Monarquias Nacionais à medida que ela forneceu as
condições materiais para que os reis pudessem impor a sua soberania à nação e constituí-la em um Estado.

As razões que levaram a burguesia a se aliar aos reis são múltiplas, mas podem ser sintetizadas nos
seguintes termos: a formação de um Estado Nacional significa a unificação das leis, da justiça, dos
pedágios, dos impostos, das alfândegas, dos pesos e medidas; essa unificação possibilitaria uma maior
dinamização do comércio, uma vez que ela acarretaria uma consolidação de um mercado interno e uma
aglutinação de forças para possibilitar uma atuação mais eficaz no mercado internacional.

Uma outra vantagem para a burguesia em apoiar a formação de Estados Nacionais seria a de que
ela passaria a exercer indiretamente o poder político. Indiretamente porque, nas Monarquias Nacionais, os
reis identificavam-se com o Estado, e dessa forma eram eles que exerciam diretamente o poder político,
mas o faziam também em nome dos interesses de seus aliados burgueses, que dessa forma passavam
indiretamente a exercê-lo.

Outros elementos que nos ajudam a entender o aparecimento das Monarquias Nacionais são os seguintes:

• A crise do século XIV diminuiu a disponibilidade de mão de obra, levando os senhores feudais a
imporem obrigações mais pesadas aos servos; em consequência disso, eclodiram diversas revoltas
campesinas; ameaçados por revoltas, numerosos nobres apelaram para o rei, pois só ele era capaz
de organizar as forças da nobreza para conter essas sublevações.
• O descompasso entre o crescimento da produção artesanal urbana e a expansão do poder aquisitivo
das massas rurais brecavam o desenvolvimento econômico das cidades e transformavam-nas em
focos de grande tensão social; face a esse problema, a burguesia passou a ter mais uma razão para
apoiar a centralização do poder nas mãos dos reis, uma vez que este era o único caminho capaz de
conter os distúrbios sociais nos centros urbanos.
• A solução para a Crise de Crescimento do Século XIV, como já vimos, era o empreendimento da
expansão marítima; acontece que nenhum comerciante, cidade ou ansa estava em condições de
encetar empreendimentos de tamanho vulto; somente o rei poderia concretizá-la, pois ele tinha
condições de canalizar os recursos da nação para empreendê-la.
• Segundo a tradição medieval, o poder real era hereditário e de origem divina; é bem verdade que o
rei exercia apenas o poder de direito, pois o poder de fato era monopolizado pela nobreza; mas ter o
poder de direito facilitou torná-lo de fato; este aspecto explica por que o processo de centralização
não sofria interrupções quando das sucessões hereditárias.
• O aparecimento, na Baixa Idade Média, do ensino universitário foi um fator indireto da
centralização; os burgueses formados em Direito passaram a conhecer o Direito Romano e a dar um
fundamento jurídico aos costumes vigentes na Idade Média; dessa forma, os atos do poder real eram
legalizados; esses legistas fundamentavam o direito exclusivo dos reis em distribuir justiça e fazer
leis.
Para ter poder, o rei precisava dominar o aparelho do Estado e para tanto precisava ter o monopólio de
três elementos básicos: a força, a justiça e a tributação.

O monopólio da força consistia no controle das forças militares, que foi conseguido através da
criação dos Exércitos Nacionais, que eram profissionais e permanentes, em substituição ao exército de
Vassalos. Nesse sentido, o aparecimento da infantaria marcou a democratização do exército e o início da
decadência da cavalaria e da nobreza.

O monopólio da força permitia ao rei cobrar os impostos, pagos espontaneamente por boa parcela
da burguesia, à qual interessava o processo de centralização do poder. Mas os camponeses e artesãos não
mostravam a mesma boa vontade, tornando-se indispensável forçá-los ao pagamento dos impostos. A
nobreza, o clero e os funcionários continuaram isentos da tributação

A força militar também permitia ao rei ampliar os seus domínios. Para isso, eliminava
progressivamente o poder dos nobres até fazer com que o domínio real abrangesse todo o território
nacional. Nas terras que iam caindo em seu poder, o rei organizava a administração através de
funcionários (os baixios ou senes cais) que contratava ou demitia quando bem entendesse.

Era indispensável que as decisões do rei fossem uniformes. Para isso, o rei era obrigado a organizar códigos
de leis escritas que substituíam as leis costumeiras dos senhores feudais. A transformação da corte do rei
numa suprema corte de justiça da nação foi o passo final no sentido da centralização do poder.

França

O processo de formação da Monarquia Nacional francesa teve início ao longo dos governos dos reis
da Dinastia Capetíngia. Durante os primeiros reis desta dinastia (Hugo Capeto - 987 a 996; Roberto, o
Piedoso - 996 a 1031; Henrique I - 1031 a 1060; e Filipe I - 1060 a 1108), nada de importante ocorreu, a não
ser o fato de eles terem conseguido preservar a dinastia, fortalecendo o princípio da hereditariedade, por
meio da sagração do sucessor ainda em vida do rei.

Luiz VI, o Gordo (108 a 1137), dedicou o seu governo ao combate da nobreza feudal. Com a ajuda
de milícias paroquiais, desmantelou as principais fortalezas que limitavam sua autoridade, aparecendo
diante de seus súditos como um justiceiro, protetor do clero e do povo. Os domínios reais foram bastante
ampliados com o casamento do herdeiro do trono (Luiz VII) com Alieno da Aquitânia, herdeira do Ducado
da Aquitânia.

Luiz VII (1137 a 1180) abandonou o governo para participar da Segunda Cruzada. Divorciou-se de
Alieno, que se casou com Henrique Plantageneta (senhor dos domínios de Anjo, Maine, Touraine e
Normandia), futuro rei da Inglaterra (Henrique II).
Até essa época, os progressos materiais dos capetíngios não foram muito grandes, mas o progresso
político foi enorme: sobretudo nos meios burgueses e no clero, o respeito e a confiança no rei
aumentaram muito.

Foi com Filipe Augusto (1180 - 1223) que o processo de centralização entrou em sua fase decisiva.
Através de uma guerra com a Flandres, em 1196, Filipe Augusto anexou o Atóis, Améns e Vermandois,
estendendo as fronteiras dos domínios reais até o Rio Somme.

Os grandes inimigos da Monarquia Francesa eram os reis ingleses da Dinastia Plantageneta. Filipe
Augusto decidiu enfrentá-los. Para tanto, estimulou as intrigas entre os Plantagenetas: apoiou a revolta de
Ricardo Coração de Leão e João Sem Terra contra seu pai Henrique II, da Inglaterra; em seguida, apoiou
João Sem Terra contra Ricardo Coração de Leão e, finalmente, apoiou Artur da Bretanha contra seu tio
João Sem Terra.

Como passo seguinte, Filipe Augusto atraiu Ricardo para a Terceira Cruzada; quando se achava na metade
do caminho, voltou e aproveitou para atacar a Normandia. De regresso da Cruzada Ricardo venceu-o, mas
morreu em seguida combatendo um vassalo rebelde.

Filipe voltou-se então contra João Sem Terra, o novo soberano inglês. Convocado por Filipe Augusto
para comparecer a um tribunal, a que era obrigado por ser vassalo do rei da França, João negou-se e a luta
começou. Felipe Augusto derrotou o exército inglês e se apoderou dos domínios plantagenetas na França
(Anjou, Touraine, Maine, Normandia e da maior parte de Poitou). Com isso, os domínios plantagenetas
ficaram reduzidos ao sul de Poitou e à Guiena.

João Sem Terra organizou então uma vasta coligação da qual participaram o Imperador do Sacro Império e
o Conde da Flandres, mas mesmo assim foi derrotado definitivamente na batalha de Bouvines, em 1214.
Esta vitória provocou uma grande exaltação nacional na França e uma violenta reação contra o rei da
Inglaterra (em 1215, João Sem Terra foi obrigado a aceitar a Magna Carta, imposta pelos barões ingleses,
que limitava o poder real).

Até a época de Filipe Augusto, a França estava dividida em unidades administrativas, cada qual sob
a autoridade de um “preboste”, que acumulava as funções de intendente, Juiz, tesoureiro e chefe militar. A
função de preboste era hereditária e por isso o rei os substituiu pelos “bailos”, que eram funcionários
nomeados pelo rei e que podiam ser demitidos quando o rei quisesse.

Para dominar a nobreza, Filipe Augusto aplicou rigorosamente os seus direitos de suserania
suprema, exigindo de todos os vassalos o cumprimento dos deveres feudais. Restaurou a antiga
“salvaguarda”, proteção especial que o rei concedia a uma cidade, corporação ou indivíduo. Através da
salvaguarda, o burguês se tornava um “burguês do rei” e não do senhor feudal; dessa forma, a autoridade
do soberano se ampliava para além dos domínios reais.
O sucessor de Filipe Augusto, Luiz VIII, governou apenas de 1223 a 1226. Depois, o trono foi
ocupado por Luiz IX (1226 - 1270), que era muito mais religioso e foi o principal responsável pelas duas
últimas Cruzadas.

Durante o governo de Luiz IX, sua preocupação dominante foi a de aperfeiçoar a justiça e preservar
a paz. Instituiu o “direito de apelo”, lei pela qual todos os cidadãos podiam apelar para a corte do rei. No
terreno da política externa, procurou apaziguar a situação com a Inglaterra. Pelo Tratado de Paris, cedeu o
Limousin e o Perigor aos ingleses; em troca, Henrique III da Inglaterra renunciou a todas as outras regiões
que os ingleses haviam perdido para os franceses.

A Luiz IX sucedeu Filipe III (1270 - 1285), cujo reinado se destacou pela anexação do Condado de
Toulouse.

Em seguida, temos o reinado de Filipe IV, o Belo (1285 - 1314), durante o qual o processo de centralização
atingiu o seu apogeu.

Filipe, o Belo, cercou-se de um grupo de legistas (Pedro Flote, Enguerrand de Marigny e Guilherme
de Nogaret foram os mais importantes) que, baseados no Direito Romano, procuraram legitimar o poder
real proclamando que a vontade real se identificava com a própria lei; pretendiam justificar o poder
ilimitado do monarca.

O fato culminante do seu reinado foi a luta contra o poder universal do papado representado pelo
Papa Bonifácio VIII. Filipe IV pretendia cobrar impostos sobre os bens da Igreja na França; o Papa se opôs a
tanto; o rei passou então a proibir que as rendas das propriedades da Igreja na França fossem remetidas
para Roma. O conflito se agravou quando Filipe IV mandou prender um bispo em função de uma questão
tributária.

O Papa ameaçou o rei de excomunhão e reuniu um Concílio para julgá-lo. Os legistas publicaram
uma carta falsa, atribuída ao Papa, com a finalidade de colocar a opinião pública ao lado do rei. Em
seguida, Nogaret acusou o Papa de heresia e simonia. Bonifácio VIII excomungou Filipe IV em 1303. Mas
Nogaret, com consentimento do rei, invadiu a Itália e sitiou a vila do Papa, que já idoso e magoado pela
agressão sofrida, morreu. Sucedeu-o um Papa de transição, Bento XI (1303 - 1304).

O Papa seguinte, Clemente V, era francês e sua eleição pelo Colégio dos Cardeais foi fortemente
influenciada por Nogaret. Tutelado por Filipe IV, Clemente V transferiu a sede do papado para a cidade de
Avignon, no sul da França, em 1309; os Papas lá residiram até 1377. É o período conhecido como Cativeiro
de Avignon ou ainda como o Novo Cativeiro da Babilônia.

Durante do Cativeiro de Avignon, o papado tornou-se um verdadeiro instrumento nas mãos do rei
da França, inclusive permitindo que o rei cobrasse o dízimo sobre o clero.

A dependência do poder papal em relação ao poder do rei da França ficou ainda mais clara no
conflito entre Filipe IV e os Templários. Durante as Cruzadas, os templários acumularam imensa fortuna
que passou a servir de capital de giro para empréstimos ao Papa, aos reis e aos príncipes, com a cobrança
de juros anuais. A Ordem dos Templários se constituía em um verdadeiro banco com filiais pela Europa
inteira.

Depois de contrair diversos empréstimos junto aos templários, o rei iniciou um processo com a
finalidade de confiscar os bens da Ordem. Seus membros foram aprisionados em massa e acusados por
Nogaret das maiores perversidades. Ao final do processo, o Mestre da Ordem, Jacques de Molai e mais
cinquenta e quatro cavaleiros foram queimados vivos e seus bens confiscados. Em outros países, a ordem
mudou de nome, como em Portugal, onde passou a denominar-se Ordem de Cristo.

Durante o conflito com o papado, em 1302, foram convocados pela primeira vez os Estados
Gerais, assembleia de caráter nacional que incluía representantes do clero, da nobreza e da burguesia.

Filipe, o Belo, tinha três filhos (Luiz X, Filipe V e Carlos IV), que governaram sucessivamente de 1314
a 1328. Ao morrer, Carlos IV não deixou herdeiros do sexo masculino. A Lei Sálica, antiga tradição existente
desde os primitivos francos, não permitia a ascendência ao trono de descendentes do sexo feminino.
Restaram, portanto, dois herdeiros: Filipe de Valois, filho de Carlos de Valois, que era irmão de Filipe, o
Belo; e Eduardo III, filho de Eduardo II da Inglaterra e de Isabel, filha de Filipe IV, o Belo.

Apoiando-se mais uma vez na Lei Sálica, os franceses confirmaram a preferência por Filipe VI de
Valois, que deu início à Dinastia Valois. Com o início da nova dinastia, iniciava-se também um novo
período de lutas com a Inglaterra: a Guerra dos Cem Anos (1337 - 1453).

Os fatores determinantes da ocorrência da Guerra dos Cem Anos foram:

• A pretensão de Eduardo III, rei da Inglaterra, ao trono francês, em 1337; intitulando-se rei da França,
iniciou a invasão, a fim de fazer valerem os seus direitos.

• Flandres, rica produtora de tecidos, servia de motivo de disputa entre franceses e ingleses.

Em 1355, a guerra recomeçou e os franceses foram novamente derrotados, desta feita na batalha de
Poitiers. Em 1360, foi assinada a Paz de Brétigny, segundo a qual os ingleses renunciavam à coroa
francesa, mas recebiam a suserania de todas as regiões que já haviam conquistado e ficavam livres de
qualquer laço de vassalagem em relação ao rei da França.

Em função das derrotas militares, o poder real francês estava enfraquecido, face ao que a burguesia
aproveitou para tentar limitar o poder do rei. Os burgueses, liderados por Étienne Marcel, obtiveram a
aprovação de um documento denominado a “Grande Ordenação”, que definia os limites do poder real.
Esse conflito terminou em luta armada com a vitória do rei. Na mesma época estourou na Picardia e na
Provença uma revolta de camponeses, a Jacquerie. Era uma revolta popular contra a nobreza.

Com Carlos V (1364 - 1380), a situação da Guerra começou a favorecer os franceses: novos impostos
melhoraram as condições financeiras do reino; o comando das operações militares foi entregue a Bertrand
Duguesclin que, através da utilização de uma tática de guerra de guerrilhas, aniquilou três exércitos
invasores e dominou Carlos, o Mau, rei de Navarra e aliado da Inglaterra.

Com Carlos VI (1380 - 1422) voltaram as dificuldades para a França: eclodiu uma violenta rivalidade
entre o Duque de Orleans e o Duque de Borgonha, sendo que este mandou assassinar aquele, ao que se
seguiu uma sangrenta guerra civil entre os “Borguinhões” e os “Armagnacs” (partidários do Duque de
Orleans).

As dissensões internas francesas favoreceram os ingleses. Com o apoio da Inglaterra, João Sem Medo,
Duque de Borgonha, tornou-se o verdadeiro chefe do reino, mas acabou assassinado por partidários do rei;
Filipe, o Bom, filho de João Sem Medo, aliou-se definitivamente aos ingleses.

As primeiras vitórias bélicas couberam aos ingleses, que estavam melhor organizados e possuíam
uma excelente infantaria. Em 1346, Eduardo III invadiu a Normandia e venceu os franceses na Batalha de
Crecy e, em seguida, sitiou Calais. Por essa época teve início a Peste Negra, que assolou vastas regiões da
França, em virtude do que houve uma trégua.

Com o apoio dos Borguinhões, os ingleses impuseram aos franceses o Tratado de Troyes, em 1420,
que determinou que uma filha do rei da França se casasse com Henrique V da Inglaterra que, dessa forma,
passava a ser o herdeiro do trono francês.

Com a morte de Carlos VI, dois soberanos intitulavam-se reis da França: Henrique VI da Inglaterra era
reconhecido no norte do país: no sul reinava Carlos VII, herdeiro legítimo do trono que fora despojado pelo
Tratado de Troyes.

Em 1429, um fato extraordinário mudou o curso da guerra em favor dos franceses: a praça forte de
Orleans, sitiada pelos ingleses, foi libertada por uma camponesa mística, Joana D’Arc, comandando
um pequeno exército enviado por Carlos VII. Outras vitórias abriram caminho para a conquista de
Reims, onde Carlos VII foi coroado à moda dos antigos reis franceses.

Joana D’Arc foi aprisionada pelos Borguinhões e vendida aos ingleses que a acusaram de heresia e
bruxaria. Depois de julgada por um tribunal da Igreja, foi queimada viva em Ruão em 1431.

O Tratado de Arras, estabelecendo a paz entre o Duque da Borgonha e o rei Carlos VII, enfraqueceu
os ingleses que, em 1444, pediram uma trégua. Com o reinício das hostilidades, os exércitos franceses
passaram à ofensiva e derrotaram os ingleses em Forminha (1450) e Castello (1453), quando foi tomada a
cidade de Bordeaux, pondo fim à Guerra dos Cem Anos.

Além de expulsar os ingleses do território, Carlos VII reorganizou a administração do Estado: incluiu
burgueses no Conselho do Rei; dispensou o auxílio dos Estados Gerais; fez com que alguns impostos se
tornassem permanentes (o imposto sobre a venda de mercadorias - “aids”; os impostos sobre o sal -
“glabela” e o imposto sobre a propriedade territorial - “talha”.).
A reorganização financeira criou condições para a manutenção de um poderoso exército permanente que
permitiu que a França ocupasse um lugar de grande destaque entre as nações da Europa na Idade
Moderna.

Absolutismo Monárquico Exercícios com respostas

Com base no conteúdo responda as questões

1) Foram fatores importantes para a formação dos Estados Nacionais, no final da Idade Média:

a) o desenvolvimento do comércio interno e externo, o aparecimento do grupo mercantil e a


preponderância do capital comercial como fonte de riquezas;

b) o despotismo esclarecido, os comercialistas e a ascensão na Inglaterra da burguesia industrial, em luta


contra a nobreza feudal;

c) o desenvolvimento e consolidação das cidades-repúblicas como, por exemplo, as italianas e o aumento


no padrão de vida das camadas baixas da população;

d) a criação da monarquia constitucional e a deflagração dos movimentos religiosos conhecidos como


Reforma e Contra -Reforma;

e) a expansão comercial e a consequente formação dos impérios coloniais nas Índias e nas Américas.

2) A formação do Estado Moderno consubstanciou-se no regime monárquico nacional contra a


feudalidade; este fato foi possível porque:

a) o rei e a aristocracia aliaram-se através da Corte e impuseram a sua liderança;

b) a burguesia forneceu recursos para que o rei tivesse exército e uma capital administrativa;

c) o clero aliou-se ao rei contra a feudalidade;

d) o rei, aliado com a burguesia, submeteu a população urbana.

3) A transferência da corte pontifícia de Roma para Avignon representou a:

a) submissão do poder espiritual ao poder temporal dos reis da França;

b) o reconhecimento pelo Papa de sua situação de vassalo face aos monarcas do Império Carolíngio;

c) proteção que a França ofereceu ao Papa face a conquista da Itália pelos muçulmanos;

d) n.d.a.

4) Como consequência da derrota em Bouvines (1214), temos na Inglaterra:

a) grave revolta da burguesia contra os barões;

b) crise do comércio com a perda do Condado de Flandres;

c) Revolta dos Barões e a imposição da Magna Carta a João sem Terra;

d) Deposição de João sem Terra;


e) Retorno de Ricardo Coração de Leão das Cruzadas.

5) Questões financeiras opuseram Felipe, o Belo ao Papa Bonifácio VIII. Este conflito, onde pela primeira
vez se sai vitorioso o poder secular, culminou com

a) a Concordata de Warms;

b) a Dieta de Augsburg;

c) o Atentado de Anagni;

d) o assassinato de Bonifácio VIII;

e) a peregrinação e Canossa.

6) Revolta dos Barões:

a) teve como consequência a redação da Carta Magna, que consistia na declaração de direitos do
homem comum;

b) ocorreu no reinado de Henrique II continuando durante o reinado de João e Ricardo I;

c) teve o apoio da classe média e desencadeou uma guerra civil, levando ao aprisionamento do rei;

d) foi na época a expressão da necessidade de limitação do poder do rei e levou ao desenvolvimento de


uma monarquia nacional na Inglaterra;

e) ocorreu na França durante o reinado de Felipe Augusto e foi instigada pelo Papa Inocêncio III.

7) Em 1265, Simão de Montfort, desejando assegurar o apoio popular para seus planos de limitar os
poderes reais, convocou uma assembleia que incluía além da nobreza e do clero de maior qualificação,
dois cavaleiros de cada condado e dois cidadãos das mais importantes cidades. Essa reunião é apontada
como precursora de uma instituição política nacional contemporânea.

a) Estados Gerais franceses;

b) Parlamento Inglês;

c) Confederação helvética;

d) Politburgo soviético;

e) Organização das Nações Unidas.

8) A Magna Carta assinada em 1215 pelo rei João:

a) pretendia ser uma declaração de direitos do ser humano e por consequência protegia o homem
comum;

b) era um documento feudal, um contrato feudal escrito no qual o rei como um suserano se comprometia
a respeitar os direitos tradicionais de seus vassalos;

c) era um documento burguês que procurava proteger os interesses da burguesia comercial que começava
a se tornar poderosa;
d) procurava defender os princípios da liberdade, igualdade e fraternidade, estabelecidos pela Igreja
Católica através do Papa Inocêncio III;

e) permitiu que surgisse as instituições do “Grande Júri” e do “Processo Verbal”.

9) Assinale a correta:

a) Ao longo do século XIII a poderosa dinastia Hohenstaufen do Sacro-Império entra em conflito com o
papado por querer controlar a Itália;

b) O conflito é travado entre Frederico II, imperador, e Inocêncio IV, papa;

c) Inocêncio IV declara o papado superior ao império e excomunga Frederico II;

d) A Itália em função do conflito divide-se em guelfos (favoráveis ao papa) e gibelinos (favoráveis ao


imperador);

e) Todas as anteriores.

10) A centralização do poder real, que iniciou o progresso da formação dos Estados Nacionais,
caracterizou-se:

a) Pela formação de Exércitos Nacionais;


b) Pelo fortalecimento do poder da nobreza de sangue;
c) Pela eliminação dos entraves internos ao comércio;
d) Pela perda de autoridade temporal da Igreja e da autoridade do Imperador.

11) Os reis Capetos puderam tornar-se poderosos porque:

a) Encontraram bons aliados na burguesia comercial nascente para a sua luta contra os nobres;

b) Durante centenas de anos tiveram filhos homens que os sucederam, o que evitou lutas e
intrigas ligadas à sua sucessão;

c) Criaram um exército nacional, libertando-se em parte da dependência do fornecimento de homens


e armas dos seus vassalos;

d) Vendiam cartas de alforria e criaram impostos de vários tipos;

e) Todas as alternativas estão corretas.

12) Imenso progresso ocorreu na unificação territorial da monarquia

francesa quando Felipe Augusto derrotou João sem Terra em

a) Poitiers; b) Auterlitz; c) Queronéia; d) Bouvines; e) Zama.

13) Na Batalha de Bouvines (1214), Felipe Augusto derrota João Sem Terra. Qual a principal consequência
para a França?

a) crescimento territorial com a incorporação de Anjou e Normandia;

b) militarização da economia;
c) surgimento do absolutismo real;

d) fim da monarquia absolutista;

e) queda da monarquia constitucional.

14) Os legistas, célebres assessores do poder real ao tempo de Felipe, o Belo (1285 – 1314), contribuíram
para reforçar a autoridade do rei. Entre os mais conhecidos legistas destacou-se:

a) João, o Bom; b) Guilherme de Nogaret; c) Colbert;

d) Richelieu; e) Mazarino.

15) Os legistas contribuíram para formação de novas concepções acerca do Estado. Segundo estas novas
concepções, o Estado deveria ser todo-poderoso e o rei deveria ser obedecido pelos súditos
incondicionalmente. Qual a principal fonte de inspiração dos legistas?

a) direito draconiano; b) direito romano; c) código de Hamurabi;

d) direito consuetudinário; e) n.d.a.

16) Após a revolta dos Barões (1214) O REI João da Inglaterra resignou-se a assinar a Magna Carta que, em
essência

a) criou eforato; b) limitou o poder real;

c) regulamentou a sucessão dinástica, onde o Parlamento se reservou o direito de indicar o sucessor;

d) dissolveu o Parlamento; e) n.d.a.

17) A restrição ao poder real iniciada sob o rei João se completa com o seu sucessor Henrique III (1216 –
1272) quando um enérgico aristocrata impõe ainda maiores restrições colocando virtualmente o Estado
sob a tutela da nobreza inglesa. O aristocrato em questão era Simão de Montfort que fez aprovar, para
tal fim, um importante documento denominado:

a) Edito de Nantes; b) Concordata de Warms; c) Concordata de Bologna;

d) Provisões de Oxford; e) Carta de Londres.

18) As provisões de Oxford (1258) impuseram:

a) que o Conselho do rei deveria ser composto por membros escolhidos pelos barões;

b) que o Grande Conselho (Assembleia dos Barões e Alto clero), criado pela Magna Carta deveria ser
integrada também pelos representantes das cidades;

c) que o Grande Conselho contando com representantes das diversas camadas sociais seria o
representante da Nação (=onde se deriva o Parlamento);

d) O controle definitivo do poder real, pois o rei não mais poderia governar nem cobrar impostos sem o
consentimento do Parlamento;
e) Todas as alternativas anteriores estão corretas.

➢ Geografia
Sétimos A, B, C, D, E, G, H
1) Formação de território brasileiro
Explique cada conquista territorial abaixo
A) questão do Amapá
B) questão do Pirata
C) tratado de Bogotá
D) tratado de Petrópolis
E) guerra só Paraguai
F) questão de Palmas

2) Pesquise sobre a Guerra Cisplatina, Uruguai, conquista de fronteiras - fazer conclusão

3)Explique cada período da economia brasileira


A) pau brasil
B) cana de açúcar
C) café

Sétimo F
Conteúdo: Características gerais do Brasil

Temas:

1 – Brasil: localização, extensão, população, regiões, estados, cidades; Economia - setores: primário,
secundário e terciário; Fragilidade ambiental - biomas brasileiros; legislação ambiental no Brasil; Sistema
nacional de conservação

2 – Formação do território brasileiro: Colonização, ocupação e organização do território brasileiro;


Exploração e interiorização da Amazônia; Desenvolvimento do capitalismo no Brasil; Economia cafeeira e
desenvolvimento urbano e industrial; Conquistas territoriais

3 – A divisão política do Brasil: Regionalização e planejamento territorial; Divisões regionais do Brasil;


Criação de novos estados no século XXI

Seguir as orientações para atividades propostas. 7º ano

- Realizar atividades propostas de Pesquisa de Geografia

Temas:

1 - A origem dos mapas

2 - Tipos de Mapas { Políticos, Físicos e Temáticos

3 - Tipos de projeções cartográficas {Cilíndrica, Azimutal, Cônica

4 - Simbologia cartográfica {elementos que compõe um mapa: legenda, localização, orientação, cores,
título, escala
TUTORIAL

- Todas as atividades devem ser feitas digitadas em folha de sulfite, seguindo as normas abnt

- O trabalho deve conter:

. Capa e contra capa { Capa: nome da escola, nome da disciplina, Nome, número e série do aluno, ano de
realização da atividade, no caso 2020

. Introdução { Mínimo de 5 linhas

. Sumário { temas e os respectivos números das páginas na qual se encontra o tema.

. Imagem { mínimo de 04 a 08 imagens

. Conteúdo: mínimo de 08 a 15 páginas

. Conclusão { mínimo de 05 a 10 linhas

. Bibliografia { origem da fonte, por exemplo: Brasil Escola, ou Editora ática, ano 1999, páginas 13, 23 56
72. Geografia Geral

Fonte : tamanho 12 Arial.

Título e subtítulo: tamanho 20 ou 18

Obs: O trabalho deve conter o mínimo de 08 páginas no total.

Após realização da pesquisa, elaborar 20 questões com respostas, sendo que em 04 delas as respostas
devem conter representações cartográficas, mapas, tabelas, ou gráficos de setor, barras, linhas .

1- produção de textos: Tema: Brasil 3º maior país da América e o 5 maior do mundo. Mínimo de 25
linhas e máximo de 30.

➢ Inglês
Instruções: Leia o texto e responda as questões escolhendo a alternativa certa
É obrigatório traduzir o texto as perguntas com as respostas

Spider Webs

All spiders spin webs. That's because webs help spiders.


Webs help spiders do three things. Webs help spiders hold eggs.
Webs help spiders hide. And webs help spiders catch food.
Webs help spiders hold eggs. Many spiders like to lay their eggs in their webs.
The webs help keep the eggs together. Webs help spiders keep their eggs safe.
Webs help spiders hide. Most spiders are dark. They are brown, grey, or black. But spider webs are light.
They are white and cloudy. When spiders hide in their webs, they are harder to see. Webs help spiders
catch food. Spider webs are sticky. When a bug flies into the web, it gets stuck. It moves around. It tries to
get out. But it can't. It is trapped! Spiders can tell that the bug is trapped. That's because spiders feel the
web move. And the spider is hungry. The spider goes to get the bug.
As you can see, webs help spiders hold eggs. Webs help spiders hide. And webs help spiders catch food.
Without webs, spiders would not be able to live like they do. Spiders need their webs to survive!
www.readingforfun.com
1) This passage is mostly about
A. spider colors B. spider webs C. spider eggs

2) Spider webs help spiders


I. hold eggs II. catch food III. find water

A. I only B. I and II only C. I, II, and III

3) As used in paragraph 4, the word trapped most nearly means


A. stuck B. hidden C. eaten

4) How can spiders tell when something is trapped in their web?


A. They hear it. B. They smell it. C. They feel it.

5) As used in the last sentence of the passage, the word survive means to stay
A. alive B. hidden C. caught

6) The passage lists three reasons why spiders spin webs. Of these reasons, which do you think is the most
important? How come?

7) Do you like spiders? Why or why not? Have you ever been scared by a spider? Have you ever been hurt
by one? Have you ever helped one? Explain.

8) Are spiders good? Do we need them in our world? Why or why not?

➢ Educação Física
História do Handebol

Criado pelo professor alemão Karl Schelenz, em 1919, o handebol é um esporte coletivo que, após a
publicação das regras pela Federação Alemã de Ginástica, foi rapidamente disseminado para países como
Suíça e Austria.

Inicialmente, as partidas eram disputadas por equipes de 11 jogadores em campos a céu aberto parecidos
com os de futebol.

O Jogo

São duas equipes em quadra, cada uma com sete jogadores, incluindo os goleiros. As equipes ainda
contam com mais 5 atletas reservas.

São dois tempos de 30 minutos, com 10 minutos de intervalo.

Regras básicas

Não é permitido que os jogadores entrem ou pisem na linha da área do goleiro. No entanto, a regra
permite que o jogador salte com a bola na mão para dentro da área, desde que arremesse a bola antes de
retornar ao solo. O goleiro é o único que pode tocar a bola com o pé, mas apenas dentro de sua área, e se
deslocar em qualquer posição em quadra.
O gol só é válido quando a bola atravessa completamente a marca da baliza.

Bola: o jogador pode pegá-la de todas as formas com auxílio de mãos, braços, tronco, cabeça, coxas e
joelhos. Pode ser segurada por, no máximo, três segundos, mesmo que esteja no chão.

Para tomar a posse de bola, é permitido uso de braços e mãos abertas e bloqueá-lo com o corpo. É
proibido arrancar a bola das mãos do adversário.

Fundamentos do Handebol

Recepção - é a ação específica de receber, amortecer e reter a bola de forma adequada nas diferentes
posições e situações em que o jogador for solicitado.

Passe - é a ação de enviar e dirigir a bola ao companheiro, de forma correta, para facilitar a próxima ação.
O passe e a recepção são técnicas utilizadas pelos jogadores na preparação da finalização, ou seja, na
colocação de um companheiro em condições favoráveis de arremessar a bola em direção ao gol
adversário.

Arremesso - é a ação de enviar a bola em direção ao gol adversário, aplicando um forte impulso (força) na
mesma, para dificultar a ação do goleiro, procurando que ela adentre ao gol, tendo como objetivo, assim, a
marcação de um gol.

Progressão - é a ação de deslocar-se na quadra, movimentando-se de um lugar a outro, de posse da bola,


obedecendo as regras do jogo no que diz respeito ao manejo da bola.

Drible - é a ação de impulsionar e dirigir a bola em direção ao solo, uma ou mais vezes, sem perder o
controle da mesma. O drible serve para progredir na quadra ou reter a bola em situação especial.

Finta - é a ação que o jogador realiza, de posse de bola, para dirigir os movimentos do defensor numa
direção falsa, desviando a sua atenção da própria real intenção, causando-lhe o desequilíbrio. A finta tem
como objetivo enganar e passar pelo adversário além de desorganizar a defesa.

SISTEMA TÁTICO DO HANDEBOL

É a forma de dispor – posicionar – os jogadores em quadra, podendo ser durante uma ação ofensiva
(sistema ofensivo) ou durante uma ação defensiva (sistema defensivo), tendo como referência as
marcações da área de 6 metros ou, ainda, a linha pontilhada de 9 metros.

No handebol são usados sistemas defensivos como o 3x2x1, 5x1, 6x0, 4x2, 3x3 e 1x5. O sistema mais
utilizado é o 6x0, onde se encontram 6 jogadores defensivos posicionados na linha dos 6 metros. A defesa
5x1 também é bastante utilizada onde 5 jogadores se posicionam na linha dos 6 metros e um jogador (bico
ou pivô) se posiciona mais à frente que os outros.

Sistema defensivo 6x0

O Sistema Defensivo 6x0 Este sistema de defesa é a base de todos os demais. Os seis jogadores são
distribuídos em torno da linha dos seis metros, sendo que cada defensor é responsável por uma
determinada área na zona de defesa.

Sistema defensivo 5x1


O sistema de defesa por zona 5 X 1 é uma variação do 6 X 0. Cinco jogadores ocupam a zona dos seis
metros e um é destacado para colocar-se na linha dos nove, para cumprir ações especificas inerentes ao
sistema.

Sistema defensivo 4x2

Esse sistema é utilizado contra equipes com dois especialistas de arremessos de meia-distância, cujo
jogadores de seis metros são de pouca técnica. Quatro jogadores (defensores laterais e centrais) ocupam a
zona dos seis metros e dois jogadores (defesas avançadas) colocam-se na zona dos nove metros.

Sistema defensivo 3x2x1

Para diferenciar dos outros sistemas defensivos por zona, esta defesa tem três linhas defensivas. O
defensor lateral direito, esquerdo e central formam a primeira linha defensiva junto à área dos seis metros.
O defensor lateral direito e esquerdo formam a segunda linha de defesa, que se situa a cerca de dois
passos à frente da linha de seis metros. O defensor avançado forma a terceira linha defensiva, na linha dos
nove metros.

Sistema defensivo 5x1

São cinco jogadores na primeira linha e um fazendo marcação individual, geralmente no jogador que mais
se destaca no ataque adversário.

Acessem o link abaixo para responder o questionário:

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScOQlSgG9wFmSBbcb5QKZp1FaWiwWv000fEDmf16T7I3kXHr
Q/viewform?vc=0&c=0&w=1

1-Quem criou o Handebol?

A)-James Naismith
B)-Karl Schelenz
C)-William George Morgan
D)-Juan Carlos Ceriani

2-Em um time, quantos jogadores podem estar presentes na quadra?

A)-7 jogadores e 1 goleiro= 8 em quadra


B)-4 jogadores e 1 goleiro= 5 em quadra
C)-6 jogadores e 1 goleiro= 7 em quadra
D)-5 jogadores e 1 goleiro= 6 em quadra

3-O ato de um jogador se deslocar quicando a bola é chamado de:

A)-Posse de bola
B)-Drible
C)-Lance a gol
D)-Passe

4-O ato de jogar a bola em direção ao gol adversário está relacionado a qual fundamento?

A)-Passe
B)-Finta
C)-Arremesso
D)-Drible

5-O que é sistema tático do handebol?

Sétimos B, E, H

1. Descreva cinco tipos de esportes que utilizam bolas nas suas práticas.
__________________________________________________________________________________

2. Descreva sobre a importância da agua no nosso organismo.


__________________________________________________________________________________

3. Cite os órgãos vitais que necessitam de agua diariamente.


__________________________________________________________________________________

4. Pinte o desenho do

_______________________________?

5. Descreva o que esta figura esta


representando
➢ Arte
DANÇAS FOLCLÓRICAS

As tradições e cultura de uma região brasileira estão mergulhadas no folclore, sejam elas de cunho
religioso, baseadas em lendas ou na história, homenagens a importantes acontecimentos ou brincadeiras
populares. As danças folclóricas são uma das principais formas de manifestação cultural, com músicas
animadas e simples, além dos trajes típicos para executá-las em espaços públicos.
As danças folclóricas brasileiras mais conhecidas são: samba de roda, catira, ciranda, maracatu, maculele,
quadrilha de festa junina, bumba meu boi, baião, xaxado, frevo, carimbó, dentre outras.

Samba de Roda

Herança cultural do período da escravidão no Brasil e influenciada pelos portugueses, o samba de roda é
uma dança folclórica originalmente de culto aos orixás e caboclos, em 1860 no Recôncavo Baiano. Se
divide em dois estilos característicos: samba chula e samba corrido.
O samba de roda é também conhecido como Umbigada, pois a cada saída de um participante da roda,
outro é combindada para dança, dando-lhe uma “Umbigada”. Palmas e cantos animam os dançarinos na
roda, ao som de instrumentos como chocalhos, pandeiros, viola, atabaque e berimbau.
Principais compositores do samba de roda: Dorival Caymmi, João Gilberto e Caetano Veloso.

Catira
Dança folclórica também conhecida como cateretê, a catira tem ritmo musical caracterizado pela batida
dos pés e mãos dos dançarinos. Sofre influência indígena, africana e europeia. Geralmente, a catira é
dançada em duas fileiras, com mulheres de um lado e homens de outro ao som de violas e cantos dos
violeiros. Pode ser dançada apenas por homens.

Ciranda
A ciranda é uma dança tipicamente pernambucana, das mulheres de pescadores que dançavam e
entoavam cantos a espera dos homens chegarem do mar. A ciranda é basicamente uma grande roda, onde
seu integrantes dançam ao som de ritmo lento, acompanhado por instrumentos como zabumba, tarol,
ganzá e maracá. A dança é marcada com passos simples ou coreografados.

Maracatu
O maracatu, de origem africana, é uma dança folclórica típica da região nordeste do Brasil, mas
concentrada no Estado de Pernambuco. Seu nome significa batuque ou dança e representa a saída de
pessoas adeptas às religiões afro-brasileiras às ruas, para saudar os orixás. Essa manifestação ocorre
durante o carnaval e as fantasias mais comuns são de reis, princesas, rainhas, índios e baianas. A dança é
composta por giros e pulos sob um ritmo frenético que remete às congadas, festa popular brasileira.

Maculele
O Maculelê é uma dança folclórica de origem africana e indígena. Simula uma luta tribal que utiliza dois
bastões como “arma”. A esses bastões dá-se o nome de grimas ou esgrimas. A música do maculelê é
composta por percussão e canto.

Quadrilha de Festa Junina


Dança muito conhecida em todo o Brasil no período de festas juninas, mas principalmente na região de
maior destaque: o nordeste brasileiro. Homens e mulheres vestidos em trajes típicos da cultura caipira
dançam de maneira animada, com muitos movimentos e coreograficas, ao som de músicas conhecidas
como “capelinha de melão, “pula fogueira” e "cai, cai balão”. Um animador anuncia frases que marcam
momentos na dança.

Frevo
O frevo é uma dança folclórica típica do carnaval de rua e salão da cidade de Recife, em Pernambuco. É
uma dança rítmica, de andamento rápido e coreografia individual. Os dançarinos são conhecidos como
passistas, que com suas fantasias coloridas agitam guarda-chuvas, elemento característico do frevo. A
música do frevo é executada por instrumentos de sopro que compõem a fanfarra.

Carimbó
O carimbó é uma dança folclórica paraense de origem indígena, mais precisamente dos índios tupinambá e
influenciada por africanos e portugueses. Carimbó é o nome do tambor utilizado na dança. A dança é
representada em pares, com duas fileiras de homens e mulheres voltados para o centro da roda. O ritmo
da música é marcado com os pés e palmas dos homens, convidando as mulheres para a dança. Após o
convite, os pares se formam e giram em torno de si mesmo.

Bumba meu Boi


O bumba meu boi, ou boi bumbá, é uma dança folclórica nordestina, do início do século XVIII e que sofre
influências das culturas portuguesa, negra e indígena. O bumba meu boi é composto de música regional,
vários personagens da lenda, incluindo um homem vestido de boi. No decorrer da dança, o boi morre e é
ressuscitado com um puxão em seu rabo.

Baião
O Baião é um subgênero do forró, uma dança típica nordestina, que surgiu inicialmente como nome de
uma festa com danças e melodias executadas em violas. O patrono do baião foi Luiz Gonzaga, importante
compositor e cantor popular brasileiro. A temática do baião é baseada nas dificuldades e no cotidiano dos
nordestinos.

Chula
De origem portuguesa, a chula é uma dança folclórica do Rio Grande do Sul, caracterizada pelo desafio e
disputa. Uma vara é disposta no chão e em cada extremidade fica um dançarino. Um deles executa uma
coreografia complexa e outro deve repetir.

Xaxado
Dança folclórica muito praticada pelo cangaceiro Lampião e seu bando no sertão nordestino. O nome
xaxado é derivado de uma onomatopeia, ou seja, do som produzido pelas sandálias dos cangaceiros se
arrastando sob o solo durante alguma comemoração do bando. As letras das músicas são satíricas e o
tempo fortemente marcado. Com a entrada de Maria Bonita e outras mulheres do bando, a presença
feminina na dança se tornou mais forte. Instrumentos típicos da dança eram o pífano, zabumba, triângulo
e sanfona.
Leia e copie os textos no caderno de arte

Responda as seguintes questões:

1) Quem é o patrono do Baião?


2) Descreva o figurino utilizado pelos dançarinos do frevo.
3) Qual é a origem da dança chula?
4) Como era o figurino usado pelos cangaceiros de Lâmpião durante a dança do Xaxado?
5) Como surgiu o Samba?
6) A capoeira é uma dança ou um jogo? Você já aprendeu capoeira?
7) Qual é a dança que tem nas escolas durante o mês de junho e Julho?
8) Ilustre uma dessas danças?

➢ Ciências
Parte 1

1 – Fazer a atividade prática da página 205 e responder as 3 perguntas no caderno.

2 – Responder os exercícios das páginas 207 e 208, as questões 1 até a 10.

3 – Fazer a questão 11 da página 208 em forma de trabalho individual.

4 – Faça a questão 12 da página 208 em forma de trabalho individual.

5 – Faça a questão 13 da página 209 em forma de trabalho individual.

6 – Faça a questão integração da página 209 em forma de trabalho individual, este trabalho será
considerado o mais importante do bimestre, então capriche.

7 – Assistir a vídeo aula: https://www.youtube.com/watch?v=G9XFWhlEZLs.

8 – Assistir o vídeo aula: https://www.youtube.com/watch?v=SL7bxTDhlEw.

Parte 2

Tema: Matéria e Energia:

1) Explique o que significa o conceito de Máquinas Simples.


2) Cite exemplos de objetos do seu cotidiano que você identifica como máquinas e qual a função
deles.
3) Se você fosse construir uma pequena mesa de madeira que máquinas utilizaria? Explique o
motivo da escolha de cada máquina?
4) Pesquise em seu livro didático o que é Cunha e cite exemplo de suas utilidades?
5) Conforme se viu em sala de aula, comente sobre o plano inclinado e cite exemplos de suas
respectivas utilidades.
6) Faça uma pesquisa e registre em seu caderno sobre informações a respeito das aplicações da
Bomba de parafuso. Explique como funciona, se é utilizada como parte de outras máquinas e
quais são os benefícios que essas máquinas oferecem.
➢ Projeto de Vida
1ªEtapa: Orientações para criação do Diário de Vivências página 53.
2ªEtapa: Orientações para preenchimento do Diário de Vivências página 54
3ªEtapa: O traçado entre o “Ser” e o “Querer Ser”.
4ª Etapa: Elaboração de história em quadrinhos.
5ªEtapa: Desafio dos superpoderes.

1ªEtapa: Orientações para criação do Diário de Vivências página 53.

Escolha um caderno, agenda, o que você quiser você irá enfeitar e deixar ele com a sua cara abuse da sua
imaginação, este diário irá te acompanhar durante todas as aulas de projeto de vida. Nesta etapa consulte a página
53 da apostila.

2ªEtapa: Orientações para preenchimento do Diário de Vivências página 54

Nesta etapa trocaríamos de diário na sala de aula, mas devido ao isolamento social, você terá que pedir para
alguém da sua família escrever na primeira página do seu diário algo que ela gostaria que você conquistasse no seu
futuro, algum sonho seu, que ela conheça, caso ela não conheça, ou se vocês nunca compartilharam algo sobre isso,
peça que ela escreva o que ela espera para o seu futuro.

3ª Etapa: O traçado entre o “Ser” e o “Querer Ser”.

Responda no Diário de Vivências as seguintes perguntas, tem que copiar e responder as perguntas.

A – Quem foram às pessoas que você conheceu?

B – O que você aprendeu que te marcou?

C – Por quais disciplinas você apaixonou?

D – Em quais você ainda tem dificuldade?

4ª Etapa – Elaboração de uma história em quadrinhos.

Faça uma história em quadrinhos onde você irá retratar uma situação específica que você vivenciou e que foi
destaque no último ano. Pode ter acontecido com você ou com outra pessoa, pode usar nomes fictícios.

5ªEtapa – Desafio dos Superpoderes Página 55.

Provavelmente, em algum momento de sua vida você já imaginou como seria se tivesse superpoderes,
saindo do mundo da imaginação dos super – herói saiba que você tem os seus próprios poderes. Isso quer dizer que
você tem qualidades e valores que o tornam único e especial.

Para descobrir suas qualidades, faça a tabela da página 55 no seu diário de vivências, solte sua imaginação,
se precisar acrescente mais linhas.
Depois de preencher a tabela, pense em 3 superpoderes que você já tem! Vale tudo: saber guardar um
segredo, conseguir manter seu armário organizado, manter a calma quando alguma coisa te chateia. Anote no seu
diário de Vivências.

2ªparte
Orientações para realização das atividades:
- 1ª etapa – copiar e responder no diário de vivências;
- 2ª etapa – ler o texto e somente responder no diário de vivências;
- 3ª etapa – responder na apostila (páginas 69 e 70)

1ª etapa (resposta no diário de vivências):


Agora que você está se conhecendo melhor, é hora de falar das competências socioemocionais que
são como “poderes” para apoiá-los nos desafios do dia a dia. Elas dizem respeito a como pensamos,
sentimos, decidimos e agimos. Essas competências nos ajudam a aprender a superar obstáculos no dia a
dia e a não desistir diante do primeiro problema.
Realize a atividade relacionando a coluna 1 (competências socioemocionais) com a coluna 2
(definições):

( 1 ) Empatia ( ) sentir-se realizado consigo mesmo e sua vida;


ter pensamentos positivos e manter expectativas
otimistas; antecipar o sucesso em suas ações; ter
mentalidade de crescimento e proativa; não ficar
obcecado por fracassos ou frustações.
( 2 ) Respeito ( ) ser capaz de assumir a perspectiva dos outros
e de utilizar habilidades de empatia para entender
necessidades e sentimentos dos outros, agindo
com generosidade e consideração de acordo com
essa percepção
( 3 ) Organização ( ) ter habilidades organizacionais e atenção
meticulosa a detalhes importantes para
planejamento e execução de planos para objetivos
de longo prazo
(4) Tolerância ao ( ) ser capaz de tratar outras pessoas com
estresse respeito e cortesia, da maneira como gostaria de
ser tratado, considerando suas noções próprias de
justiça, igualdade e tolerância.
(5) Tolerância à ( ) saber regular ansiedade e resposta ao
frustração estresse; não se preocupar excessivamente; ser
capaz de resolver problemas com calma.
( 6 ) Autoconfiança ( )ter estratégias efetivas para regular frustação,
raiva e irritação; ser capaz de manter a
tranquilidade e a serenidade em face de
frustrações, não ser volátil.

2ª etapa (resposta no diário de vivências):


Leia os dois textos abaixo e identifique quais são as competências socioemocionais desenvolvidas
no texto.

Texto 1: Tadeu X Maria Angélica


“À primeira vista, Tadeu e Maria Angélica formavam um casal normal. Gostavam de cinema, de
música e de viagens. Mas, acima de tudo, amavam o futebol. Só que, infelizmente, torciam para times
rivais.
No começo, isso não era um grande problema. Maria Angélica não se importava quando Tadeu
comemorava as vitórias do time dele e Tadeu até dava parabéns para Maria Angélica quando o clube dela
vencia. Mas talvez isso só acontecesse porque, na verdade, os dois times eram muito ruins, e as vitórias,
muito raras.
Então, no campeonato deste ano, as coisas mudaram. Novos reforços foram apresentados, técnicos
foram contratados, as equipes melhoraram e as torcidas começaram a ter esperanças.
As coisas mudaram tanto que os dois times chegaram à final do torneio. Tadeu comprou um
uniforme azul e amarelo para ir ao estádio. Maria Angélica foi com uma enorme bandeira verde e branca.”

Texto 2: A pomba e a formiga


Obrigada pela sede, uma formiga desceu até um riacho; arrastada pela corrente ela se viu a ponto
de morrer afogada.
Uma pomba que se encontrava em um galho de uma árvore viu a urgência: pegou um raminho da
árvore, aproximou-se da correnteza e alcançou a formiga que subiu no ramo e se salvou.
A formiga, muito agradecida, assegurou à sua nova amiga que se acontecesse alguma situação ela
devolveria o favor, ainda que sendo tão pequena. A pomba não conseguia imaginar como a formiga
poderia ser útil a ela.
Pouco tempo depois, um caçador de pássaros avistou a pomba e mirando-a com um rifle a ponto
de matá-la, aguardava o momento certo. Vendo o perigo em que se encontrava a pomba, a formiga
rapidamente entrou na bota do caçador e picou o seu tornozelo, fazendo-o soltar a sua arma.
O rápido instante foi aproveitado pela pomba para levantar vôo, e assim a formiga pôde devolver o
favor à sua amiga.

3ª etapa (responda na apostila):


Responder caderno de respostas – página 69 e 70

➢ Tecnologia
Temas: Fake News ou Cyberbullying no Brasil em 2019

- Enviar

- Manuscrito

- Pesquise o significado dos dois termos acima

- Coloque exemplo de fake news sobre o tema de corona vírus

- Pesquise relatos de cyberbullying (2 casos)

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