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Código REV.

ET-ECS.000.000-PAV/16 01

Emissão Folha
13/11/2018 1/18
Resp. Técnico / Elaborador:
Enga. Cecília Merighi
Nº CREA:
SP-5063195955
Rodovia: Verificador:
Geral Eng. Paulo Rosa Machado Filho

Trecho: Aprovador:
Geral Eng. Filippo Chiariello

Objeto:

da
PAVIMENTAÇÃO - ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA PARA BASE E SUB-BASE DE MATERIAL FRESADO COM
AGREGADO E CIMENTO - FATC
Documentos de Referência:

la
 DNER-ES 305/97 - Pavimentação - base de solo cimento
 DNER 43 do Manual de Pavimentos Rígidos - 1989

ro
 Manual de Normas de Pavimentação – DER-SP, 1991
 ET-DE-P00/004 - SUB BASE OU BASE DE SOLO CIMENTO
nt
Descrição das Revisões:
co

Rev. 01 – Atualização de documentos em referência em toda documentação.


o

a
pi

Observação:

Eng. Paulo Rosa Machado


01 13/11/2018 Enga. Cecília Merighi SP-5063195955 Eng. Filippo Chiariello
Filho

Eng. Paulo Rosa Machado


00 01/10/2018 Enga. Cecília Merighi SP-5063195955 Eng. Filippo Chiariello
Filho

Rev. Data Resp. Técnico/ Elaborador No. CREA Verificador Aprovador


FOLHA 2/18
1. OBJETIVO

Esta Especificação fixa as condições a serem adotadas para a execução e controle de camada
de base e sub-base constituída por mistura de Material Fresado com Agregado e Cimento.

2. DEFINIÇÃO

Base e Sub-base de Material Fresado com Agregado e Cimento - FATC é o produto


endurecido resultante da cura de uma mistura homogênea compactada de material fresado

da
proveniente de camada de CBUQ, agregados pétreos britados, cimento e água, em
proporções estabelecidas por dosagem em laboratório.

la
Não permitir a execução dos serviços, objeto desta Especificação, em dias de chuva.

ro
nt
3. REFERÊNCIAS

Constituem complementos desta especificação os seguintes documentos:


co

 AASHTO R9-97 - “Standard Recommended Practice for Acceptance Sampling Plans for
Highway Construction”;
o

 AASHTO - 134/95 - “Moisture-Density Relations of Soil-. Cement Mixtures”;


 ASTM-D- 806-96- “Test Method for Cement Content of Soil-cement. Mixtures”;


 DNER-EM 036 - Cimento Portland – recebimento e aceitação;
a

 DNER-ISA 07 - Instrução de Serviço Ambiental;


pi

 DNER-ME 024/94 - Determinações das deflexões pela viga Benkelman;


 DNER-ME 052/94 - Determinação da umidade com emprego do “Speedy”;

 DNER-ME 083/98 - Agregados - Análise granulométrica;


 DNER-ME 088/94 - Determinação da umidade pelo método expedito do álcool;
 DNER-ME 092/94 - Solo - determinação da massa específica aparente, “in situ”, com
emprego do frasco de areia;
 DNER-ME 216/94 – Solo-cimento – determinação da relação entre o teor de umidade e a
massa específica aparente;
 DNER PRO 273/96 Determinação das deflexões utilizando o deflectômetro de impacto tipo
“Falling Weight Deflectometer - FWD”;
 DNIT 164/2013-ME: Solos - Compactação utilizando amostras não trabalhadas (antiga
DNER-ME 129/94);

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 ET-ECS.000.000-PAV/09 – Pavimentação - Especificação técnica para fresagem;
 ET-ECS.000.000-PAV/18 - Pavimentação – Especificação técnica para determinação da
irregularidade longitudinal na superfície de uma camada do pavimento pelo MERLIN.;
 ABNT NBR 16697 – Cimento Portland – Requisitos;
 ABNT NBR 6118 - Projeto de estruturas de concreto – Procedimento.

4. MATERIAIS

da
4.1. Cimento

la
O recebimento do cimento deverá obedecer às exigências da Norma DNER-EM 036, e o

ro
controle do material à especificação NBR 5732.
nt
4.2. Água
co

Será considerada satisfatória a água que, utilizada na moldagem de corpos-de-prova com a


mistura de projeto, não acarretar diminuição da resistência obtida em laboratório, nem
o

contenha substâncias que possam prejudicar a hidratação do cimento (atendendo a NBR-


6118).
a

4.3. Materiais Fresados com Agregados Pétreos e Cimento


pi

Os materiais empregados na execução da camada utilizando a mistura de fresado e agregado


melhorado com cimento, serão provenientes de fresagem de camadas de CBUQ de

granulometria contínua. A única faixa granulométrica descontínua aprovada para utilização


nesta mistura é Faixa D Gap Graded (CALTRANS), podendo ser utilizada misturada com
material proveniente de faixas contínuas desde que tenha projeto aprovado pelo Laboratório
responsável e devidamente validado pelo Laboratório da EcoRodovias.

 Quando submetidos ao ensaio de granulometria pelo método DNER-ME 83/98:


a) deverão apresentar composição granulométrica enquadrada em uma das faixas a seguir:

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PENEIRAS FAIXAS
Pol. mm. A B C D
2” 50,8 100 100 - -
1” 25,4 - 75 - 90 100 100
3/8” 9,5 30 - 65 40 - 75 50 - 85 60 - 100
N°4 4,8 25 - 55 50 - 60 35 - 65 50 - 85
N°10 2,0 15 - 40 20 - 45 25 - 50 40 -70

da
N°40 0,42 8 - 20 15 - 30 15 - 30 25 - 45
N°200 0,074 2-8 5 -15 5 - 15 5 - 20

la
b) O agregado retido na peneira n° 10 deve ser constituído de partículas duras e duráveis,

ro
isento de fragmentos moles, alongados ou achatados, de matéria vegetal ou outra substância
nt
prejudicial.
co

4.4. Aditivos

O Empreiteiro poderá, se lhe convier e for autorizado pela concessionária, utilizar aditivos que
o

não acarretem diminuição da resistência do fresado com agregado e cimento.


4.5. Dosagem
a

A porcentagem de cimento, a ser incorporada ao material fresado e agregados pétreos para


pi

constituição da mistura, deverá ser fixada através de dosagem laboratorial e limitada ao


máximo de 5% em peso.

A porcentagem mínima de material fresado na mistura deverá ser de 60% em peso.

A resistência à compressão simples (AASHTO–134/95), deverá ser de no mínimo de 2,1MPa


(aos 7 dias).

O valor da resistência à compressão referido é um valor mínimo, devendo-se obter na


dosagem um valor médio que conduza àquele resultado durante a fase de execução, tendo
em vista a dispersão encontrada.

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5. EQUIPAMENTOS

Os equipamentos deverão ser capazes de executar os serviços especificados dentro dos


prazos fixados no cronograma contratual, e deverão compreender, no mínimo:

 Central de Mistura, composta de misturador, silos, depósito de água e dispositivos de


controle, capaz de produzir mistura homogênea com teores de umidade e de cimento
especificados;

da
 Veículos com caçamba basculante para transporte da mistura usinada para o local de
aplicação;

la
 Distribuidora de agregados autopropulsionada;
 Motoniveladora pesada com escarificador;

ro
 Pulvimisturador; nt
 Carro tanque distribuidor de água de no mínimo 10.000 litros, equipado com moto-
bomba, capaz de distribuir água sob pressão regulável e uniformemente;
co

 Rolos compactadores autopropulsionados tipo pé-de-carneiro, liso-vibratório (e com


freqüência regulável, com as seguintes características: largura do rastro: maior que 1,40 m;
peso estático: maior que 33 kN) e pneumático de pressão regulável, (com as seguintes
o

características: carga por roda: maior que 25 kN; largura do rastro: maior que 2,00 m; pressão

de contato: maior que 0,67 MPa).


a

A central de mistura deverá ter capacidade de produção adequada à obra e ser constituída
pi

essencialmente do seguinte:

 Silo para cimento a granel com dispositivo de regulagem para determinar o peso de cimento
a ser incluído no fresado+agregado da mistura;
 Silos para material fresado e para agregado, providos de boca de descarga e equipados
com dispositivos que permitam graduar os volumes dos materiais;
 Transportadores de esteiras - que transportem o fresado+agregado e o cimento, já na
proporção conveniente, até o equipamento misturador;
 Equipamento misturador (“pug-mill”) - constituído, normalmente, de uma caixa metálica
tendo no seu interior, como elementos misturadores, dois eixos que giram em sentido
contrário, providos de chapa em espiral ou de pequenas chapas fixadas em hastes e que,

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devido ao seu movimento, forcem a mistura íntima dos materiais, ao mesmo tempo em que a
faz avançar até a saída do equipamento;
 Reservatórios de águas e canalizações - que permitam depositar e espargir a água no
processo de mistura;
 Equipamento de carga de caminhões - constituído de um silo, colocado de modo que o
caminhão transportador possa receber, por gravidade, a mistura.

da
Caso o volume não justifique a instalação de uma central de mistura, a homogeneização
poderá ser feita na pista através de uma pulvimisturadora.

la
ro
6. EXECUÇÃO
nt
6.1. Considerações Gerais
co

A execução da camada compreende as operações de mistura e pulverização, umedecimento


ou secagem dos materiais realizados na pista ou em central de mistura, bem como o
espalhamento, compactação, acabamento e cura na pista devidamente preparada na largura
o

desejada, nas quantidades que permitam, após a compactação, atingir a espessura projetada.

A quantidade de mistura devidamente homogeneizada deve atingir após a compactação a


espessura de projeto.
a

Quando houver necessidade de se executar camada com espessura final superior a 20 cm,
pi

esta será subdividida em camadas parciais. A espessura mínima de qualquer camada será 10
cm, após a compactação.

6.2. Mistura em Central (Usina)

O uso desse equipamento exige que se proporcione o cimento e o fresado+agregado antes


de entrarem na câmara de mistura. Assim, faz-se necessário calibrar a usina, objetivando as
vantagens técnicas e econômicas da precisão na dosagem e da homogeneização da mistura
fresado + agregado, cimento e água.

Todas as operações necessárias ao preparo da mistura final serão realizadas na central,


restando apenas o transporte da mistura já pronta para o trecho em execução, onde serão

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espalhadas com as devidas precauções e de modo que, após a compactação, apresente
espessura, greide longitudinal e seção transversal do projeto.

O transporte da mistura pronta deve ser feito em caminhões-basculantes ou outro veículo


apropriado, tomando-se precaução para que não haja alteração na sua umidade.

A superfície do trecho deverá estar preparada, no que se refere à drenagem, nivelamento e


seção transversal fixados no projeto, para receber a mistura. Todo material impróprio deverá
ter sido removido e substituído por outro adequado, previamente aprovado pela projetista.

da
O tempo decorrido entre a mistura pronta na central e o início da compactação não deve ser
superior a 1 hora, a menos que, comprovado por ensaio, seja verificada a inexistência de

la
inconveniente na adoção de tempo maior.

ro
O equipamento de compactação deverá ter dimensões, forma e peso adequados, de modo a
se obter a massa específica aparente máxima prevista para a mistura. O andamento das
nt
operações deverá ser estabelecido de modo que a faixa em execução seja uniformemente
compactada em toda a largura.
co

A compactação da mistura de fresado + agregado e cimento deverá ser iniciada e terminada


com rolos lisos ou, de preferência, com rolos pneumáticos.
o

Antes da conclusão da compactação, será feito o acerto final da superfície através de corte,

de modo a satisfazer ao projeto para eliminação de saliências, com o emprego da


motoniveladora. Não será permitida a correção de depressões pela adição de material. A
a

superfície da camada será comprimida até que se apresente lisa e isenta de partes soltas e
pi

sulcadas.

Todo trecho, logo após a sua execução de acordo com esta especificação, será submetido a

um processo de cura, devendo para esse fim ser protegido contra perda rápida de umidade
durante o período de pelo menos 7 dias, pela aplicação de camada de areia, e no caso da
camada de base execução de geotêxtil ou de outro material que atue como Camada Anti
Reflexão de Trincas, conforme indicado no projeto. A partir de avaliações realizadas em alguns
projetos específicos já se permite para este tipo de material a eliminação da camada anti
reflexão de trincas, porém a mesma só pode ser feita após avaliação da mistura em campo e
com aprovação da equipe da ECS.

A cobertura deverá ser aplicada o mais cedo possível, após a conclusão da camada, e ser
mantida permanentemente umedecida.

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No caso do emprego de material asfáltico para a cura, este deverá ser usado à razão de 0,8
l/m2. Sua aplicação será feita sobre a superfície perfeitamente limpa, isenta de materiais
estranhos e suficientemente umedecida para impedir a penetração do material asfáltico.

Não será permitido o trânsito corrente de veículos, antes que os trechos recém-terminados
tenham endurecido suficientemente.

A mistura de fresado + agregado e cimento deverá apresentar o valor mínimo de 2,1 MPa,
para a resistência à compressão aos 7 (sete) dias, em corpos-de-prova moldados segundo o

da
prescrito no método. O valor da resistência à compressão referida é um valor mínimo,
devendo-se obter na dosagem um valor médio que conduza àquele resultado durante a fase

la
de execução, tendo em vista a dispersão encontrada.

6.3. Mistura na Pista


ro
nt
No caso de impossibilidade de utilização de Central de Mistura, desde que com prévia
aprovação da concessionária, a mistura poderá ocorrer na pista e deverão ser obedecidas as
co

seguintes fases de execução:

 Antes de iniciar o preparo da faixa, a drenagem deverá estar concluída;


o

 Preparo da faixa;

 Pulverização e regularização da mistura de fresado + agregado;


 Distribuição do cimento: regularizado o material fresado + agregado, o cimento, nas
a

quantidades especificadas, será distribuído uniformemente na superfície.


pi

Essa operação poderá ser realizada distribuindo-se os sacos transversalmente e


longitudinalmente, de modo a assegurar posterior espalhamento uniforme do cimento na
superfície da mistura, na área correspondente a cada sub-trecho, ou a granel, por processo
mecânico aprovado pela projetista.

Nenhum equipamento, exceto o usado para o espalhamento e mistura, poderá transitar sobre
o cimento espalhado antes de ser ele misturado ao material fresado + agregado.

 Mistura seca: imediatamente após a distribuição, o cimento será misturado com o material
fresado + agregado pulverizado, em toda a espessura da camada. A mistura deverá ser
repetida continuamente pelo tempo necessário para assegurar uma mistura completa,

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uniforme e íntima do material fresado + agregado com o cimento, até ser conseguida completa
homogeneidade em toda a espessura.

Em seguida a mistura, será nivelada de acordo com a seção transversal do projeto.

 Umedecimento: a adição de água deverá ser feita progressivamente, não sendo


aconselhável que em cada passada do carro-tanque o teor de umidade do solo aumente mais
de 2 pontos percentuais. A cada aplicação de água, seguir-se-ão operações de revolvimento,
para evitar o acúmulo desta na superfície.

da
Esta operação deverá ser feita sem interrupção e a incorporação completa da quantidade total
de água deverá estar terminada, no máximo, dentro de 3 horas.

la
 Mistura úmida: terminada a incorporação de água, será tolerada na mistura a umidade

ro
compreendida entre 0,9 a 1,1 vezes a indicada para o trecho, no ensaio de compactação.
 Compactação, proteção e cura: as fases de compactação, proteção e cura, para a mistura
nt
na pista, são idênticas às exigidas para o caso de mistura em central, já referidas no item 6.2.
co

6.4. Locação e Nivelamento


o

Os serviços de locação e nivelamento serão executados pelo Empreiteiro. Nas posições


correspondentes às estacas de locação, dos dois lados da pista e a distância constante da


linha base (eixo), serão assentados e nivelados piquetes para controle de cotas e de
alinhamento.
a
pi

6.5. Adição de Cimento


Quando a adição de cimento for executada na usina e de conformidade com o teor indicado
no projeto. As operações construtivas deverão ser realizadas de modo a não serem
ultrapassados os seguintes prazos:

 3 (três) horas, entre o instante da adição da água à mistura seca e o término da distribuição
da mistura úmida na pista;
 2 (duas) horas, entre o início e o término das operações de compactação. A quantidade de
cimento consumida será anotada e comparada com o consumo previsto indicado no projeto.

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A calibração da usina para que se assegure o teor de cimento e de umidade previstos no
projeto deverá ser efetuada sempre que o ritmo de serviço o permitir, não se admitindo menos
que duas verificações semanais.

6.6. Juntas de Construção

Ao fim de cada jornada de trabalho, será executada uma junta transversal de construção em
local já compactado, com face vertical. As juntas transversais de construção não deverão

da
coincidir entre dois panos de serviço em camadas sobrepostas. A face da junta será
umedecida antes da colocação da camada subseqüente.

la
Os panos de serviço adjacentes serão executados simultaneamente, de maneira a se evitar

ro
as juntas longitudinais.

As juntas transversais não deverão coincidir com os locais de juntas da camada subjacente
nt
anteriormente executada.
co

6.7. Cura
o

Quando não executada a cura úmida descrita anteriormente, a superfície acabada da camada

de fresado + agregado e cimento será totalmente revestida com uma película asfáltica de
proteção (ou imprimação), cuja função é impedir a evaporação da água, facilitando a
hidratação do cimento. Essa película será obtida pela aplicação de Asfalto Diluído de Cura
a

Média, do tipo CM-30, ou RR-1C.


pi

A aplicação do material será executada sobre superfícies limpas com jato de ar comprimido e

umedecidas. O material asfáltico será espargido uniformemente, em uma única aplicação e


na temperatura adequada.

Antes da execução do revestimento asfáltico deverá ser aplicada a manta geotêxtil


concomitantemente com a pintura de ligação.

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6.8. Proteção dos Serviços

Durante todo o tempo que durar a construção, e até a execução da camada sobrejacente, os
materiais e os serviços serão protegidos contra a ação destrutiva das águas pluviais, do
trânsito e de outros agentes que possam danificá-los.

6.9. Abertura ao Trânsito

As camadas de fresado + agregado e cimento, não deverão ser submetidas à ação direta das

da
cargas e da abrasão do trânsito, até que a camada tenha resistência compatível com sua
solicitação de carga, ou seja, só deverá ser permitido tráfego após a cura do material.

la
ro
7. MANEJO AMBIENTAL nt
Observar os seguintes cuidados visando à preservação do meio ambiente no decorrer das
operações destinadas à execução da camada de fresado + agregado e cimento:
co

7.1. Na Exploração das Ocorrências de Materiais


o

Adotar os seguintes cuidados na exploração das ocorrências de materiais:


a) Apresentar a licença ambiental de operação do empréstimo, para arquivamento da cópia


da licença junto ao Livro de Ocorrências da obra;
a

b) Evitar a localização do empréstimo e usina de mistura em área de preservação ambiental;


pi

c) Planejar adequadamente a exploração do empréstimo, de modo a minimizar os danos


inevitáveis durante a exploração e possibilitar a recuperação ambiental, depois de retirada de


todos os materiais e equipamentos;

d) Impedir queimadas como forma de desmatamento;

e) Construir, junto à usina, bacias de sedimentação para retenção do pó eventualmente


produzido em excesso, evitando seu carreamento para cursos d’água.

f) Na exploração dos Materiais Fresados deverão ser atendidas as recomendações


preconizadas na Especificação ET-ECS.000.000-PAV/09 – Pavimentação - Especificação
técnica para fresagem.

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7.2. Na Execução

Os cuidados para a preservação ambiental referem-se à disciplina do tráfego e do


estacionamento dos equipamentos:

a) Os desvios e variantes deverão ser executados com acompanhamento e orientação no que


tange à proteção ambiental;

b) Proibir o tráfego desordenado dos equipamentos fora do corpo estradal, para evitar danos
desnecessários à vegetação e interferências na drenagem natural;

da
c) As áreas destinadas ao estacionamento e aos serviços de manutenção dos equipamentos
devem ser localizadas de forma que, resíduos de lubrificantes e/ou combustíveis, não sejam

la
levados até cursos d’água;

ro
nt
8. CONTROLE DE QUALIDADE

O controle de qualidade será de responsabilidade do executante estando sujeito à auditoria


co

por parte da EcoRodovias Concessões e Serviços.


o

8.1. Controle de Usina


Com amostras coletadas na usina, na saída do misturador, deverão ser realizados no mínimo:

a) Ensaio de umidade higroscópica do material (método DNER-ME 052/94 ou DNER-ME


a

088/94), para no mínimo 2 amostras por jornada de 8 horas de trabalho. As tolerâncias


pi

admitidas para a umidade higroscópica em torno da umidade ótima são as definidas em


projeto;

b) Ensaio de determinação do teor de cimento, pelo método da Titulometria (ASTM-D-806-


96), quando as resistências não atingirem o mínimo especificado.

8.2. Controle da Execução

Deverão ser adotados no mínimo os seguintes procedimentos com amostras coletadas na


pista:

a) Ensaio de umidade higroscópica do material durante a homogeneização e, imediatamente


antes da compactação, por camada, para cada 100 m de pista a ser compactado em locais
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escolhidos aleatoriamente. (método DNER-ME 052/94 ou DNER-ME 088/94). As tolerâncias
admitidas para a umidade higroscópica em torno da umidade ótima serão as definidas em
projeto;

b) Ensaio de massa específica aparente seca in situ em locais escolhidos aleatoriamente, por
camada, para cada 100 m de extensão, nos mesmos pontos em que foram coletadas amostras
para os ensaios de compactação, pelo método DNER-ME 092/94, para o cálculo do grau de
compactação – GC;

da
c) Os cálculos do grau de compactação serão realizados utilizando-se os valores da massa
específica aparente seca obtidas no laboratório e da massa específica aparente in situ obtida

la
no campo. O grau de compactação deverá ser igual ou superior a 100 %; obtida no ensaio
DNER ME- 129/94 (método C);

ro
d) Controle e anotação do tempo despendido entre a incorporação do cimento na usina e o
nt
início da compactação;

e) Controle e anotação do tempo despendido entre o início da compactação e o final da


co

execução da camada;

f) Avaliação sistemática da eficiência do processo de cura, por inspeção visual, para


o

verificação da umidade da camada e da integridade da pintura de cura;


g) Ensaios de granulometria pelo método DNER-ME 083/98, com material coletado na pista
para cada 200 m de pista executada, ou 1 ensaio por jornada diária de 8 horas de horas de
a

trabalho;
pi

h) Ensaios de compactação pelo método DNER-ME 129/94 (método C – Proctor Modificado)


com materiais coletados na pista. Deverão ser coletadas amostras por camada para cada 200

m de extensão de faixa;

i) Ensaios de Resistência à Compressão Simples aos 3, 7 e 28 dias, em molde cilíndrico


bipartido, com diâmetro de 15 cm e altura de 30 cm, para o material coletado na pista, em
locais determinados aleatoriamente. Deverá ser coletada uma amostra por camada para cada
200 m de pista, ou no mínimo 2 ensaios por jornada diária de 8 horas de trabalho.

8.3. Controle Geométrico

Após a execução da camada, proceder a relocação e ao nivelamento do eixo e dos bordos, a


cada 10 m, permitindo-se as seguintes tolerâncias:

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a) ± 10 cm, quanto à largura da plataforma;

b) Até 20%, em excesso, para a flecha de abaulamento, não se tolerando redução;

c) ± 1 cm, quanto à espessura do projeto da camada executada para pontos isolados.

8.4. Critério de Aplicação de Fator de Pagamento

Este critério será aplicado, de acordo com as premissas da metodologia da AASHTO R9-97,

da
para os seguintes parâmetros de controle:

 Resistência à Compressão Simples;

la
 Grau de Compactação;

ro
 Irregularidade Longitudinal (somente camada de base).
nt
Os resultados do controle dos parâmetros citados devem ser analisados por grupo de ensaios
co

através da Análise de Nível de Qualidade, que determina a proporção do lote que está fora
dos limites da especificação.
o

A análise do Nível de Qualidade é um procedimento estatístico para estimar a variação que


estes elementos fora de especificação podem causar na média e no desvio padrão da


amostra, permitindo definir um risco aceitável para esta variação em cada um dos parâmetros
envolvidos.
a

Serão aplicados, também, fatores de pagamento (penalização) em função do nível de risco


pi

encontrado na amostra, variando de 0,90 a 1,00. O valor limite inferior (0,90) representa o

máximo risco permissível e abaixo do qual todo o lote deve ser rejeitado.

O procedimento de Análise do Nível de Qualidade deve seguir os seguintes passos, para cada
parâmetro analisado:
a) Determinação da Média Aritmética dos resultados dos ensaios.


i n
Xi
X  i 1
n
onde: = somatória
X= valor individual do ensaio
n= número total de amostras;

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b) Cálculo do Desvio – padrão

 

i n
i 1
Xi  X 
2

;
n  1

c) Cálculo do Índice de Qualidade Superior


LSE  X
QS 

onde LSE é o limite superior da especificação;

da
d) Cálculo do Índice de Qualidade Inferior

la
X  LIE
Qi 

onde LIE é o limite inferior da especificação; ro


nt
e) Determinação do Ps (porcentagem da amostra que corresponde a um dado Qs) na tabela
co

1. Note que se o LSE não é especificado Ps=100;

f) Determinação do Pi (porcentagem da amostra que corresponde a um dado Qi) na Tabela


o

1. Note que se o LIE não é especificado Pi=100;


g) Determinação do Nível de Qualidade Requerido (NQR)


a

NQR= (Ps + Pi) – 100;


pi

h) Usando o NQR, determinar o fator de pagamento pela Tabela 2.


Para efeito de pagamento utilizar-se-á o menor fator dentre os parâmetros analisados.

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FOLHA 16/18
Tabela 1

DETERMINAÇÃO DO NÍVEL DE QUALIDADE PELO MÉTODO DO DESVIO PADRÃO


Índice de Qualidade Superior Qs e Índice de Qualidade Inferior Qi para nº de Amostras n
PS ou PI n 10 n 12 n 15 n 19 n 26 n 38 n 61 n 201
n3 n4 n5 n6 n7 n8 n9 a a a a a a a a
n 11 n 14 n 18 n 25 n 37 n 60 n 200 n
100 1,16 1,50 1,79 2,04 2,23 2,39 2,53 2,65 2,83 3,03 3,20 3,38 3,54 3,70 3,83
99 1,47 1,67 1,80 1,89 1,95 2,00 2,04 2,09 2,14 2,18 2,22 2,26 2,29 2,31
98 1,15 1,41 1,60 1,70 1,76 1,81 1,84 1,86 1,91 1,93 1,96 1,99 2,01 2,03 2,05
97 1,41 1,54 1,62 1,67 1,70 1,72 1,74 1,77 1,79 1,81 1,83 1,85 1,86 1,87
96 1,14 1,38 1,49 1,55 1,59 1,61 1,63 1,65 1,67 1,68 1,70 1,71 1,73 1,74 1,75
95 1,35 1,44 1,49 1,52 1,51 1,55 1,56 1,58 1,59 1,61 1,62 1,63 1,63 1,64
94 1,13 1,32 1,39 1,43 1,46 1,47 1,48 1,49 1,50 1,51 1,52 1,53 1,54 1,55 1,55
93 1,29 1,35 1,38 1,40 1,41 1,42 1,43 1,41 1,44 1,45 1,46 1,46 1,47 1,47

da
92 1,12 1,26 1,31 1,33 1,35 1,36 1,36 1,37 1,37 1,38 1,39 1,39 1,40 1,40 1,40
91 1,11 1,23 1,27 1,29 1,30 1,30 1,31 1,31 1,32 1,32 1,33 1,33 1,33 1,34 1,34
90 1,10 1,20 1,23 1,24 1,25 1,25 1,26 1,26 1,26 1,27 1,27 1,27 1,28 1,28 1,28
89 1,09 1,17 1,19 1,20 1,20 1,21 1,21 1,21 1,21 1,22 1,22 1,22 1,22 1,22 1,23

la
88 1,07 1,14 1,15 1,16 1,16 1,16 1,16 1,17 1,17 1,17 1,17 1,17 1,17 1,17 1,17
87 1,06 1,11 1,12 1,12 1,12 1,12 1,12 1,12 1,12 1,12 1,12 1,12 1,12 1,13 1,13
86 1,04 1,08 1,08 1,08 1,08 1,08 1,08 1,08 1,08 1,08 1,08 1,08 1,08 1,08 1,08

ro
85 1,03 1,05 1,05 1,04 1,04 1,04 1,04 1,01 1,04 1,01 1,01 1,04 1,04 1,04 1,01
84 1,01 1,02 1,01 1,01 1,00 1,00 1,00 1,00 1,00 1,00 1,00 1,00 0,99 0,99 0,99
83 1,00 0,99 0,98 0,97 0,97 0,96 0,96 0,96 0,96 0,96 0,96 0,96 0,95 0,95 0,95
nt
82 0,97 0,96 0,95 0,94 0,93 0,93 0,93 0,92 0,92 0,92 0,92 0,92 0,92 0,92 0,92
81 0,96 0,93 0,91 0,90 0,90 0,89 0,89 0,89 0,89 0,88 0,88 0,88 0,88 0,88 0,88
80 0,94 0,90 0,88 0,87 0,86 0,86 0,86 0,85 0,85 0,85 0,85 0,84 0,84 0,84 0,84
79 0,91 0,87 0,85 0,84 0,84 0,82 0,82 0,82 0,82 0,81 0,81 0,81 0,81 0,81 0,81
co

78 0,89 0,84 0,82 0,80 0,80 0,79 0,79 0,79 0,78 0,78 0,78 0,78 0,77 0,77 0,77
77 0,87 0,81 0,78 0,77 0,76 0,76 0,76 0,75 0,75 0,75 0,75 0,74 0,74 0,74 0,74
76 0,84 0,78 0,75 0,74 0,73 0,73 0,72 0,72 0,72 0,71 0,71 0,71 0,71 0,71 0,71
75 0,82 0,75 0,72 0,71 0,70 0,70 0,69 0,69 0,69 0,68 0,68 0,68 0,68 0,68 0,67
74 0,79 0,72 0,69 0,68 0,67 0,66 0,66 0,68 0,66 0,65 0,65 0,65 0,65 0,64 0,64
o

73 0,76 0,69 0,66 0,65 0,64 0,63 0,63 0,63 0,62 0,62 0,62 0,62 0,62 0,61 0,61
72 0,74 0,66 0,63 0,62 0,61 0,60 0,60 0,60 0,59 0,59 0,59 0,59 0,59 0,58 0,58

71 0,71 0,63 0,60 0,59 0,58 0,57 0,57 0,57 0,57 0,56 0,56 0,56 0,56 0,55 0,55
70 0,68 0,60 0,57 0,56 0,55 0,55 0,54 0,54 0,54 0,53 0,53 0,53 0,53 0,53 0,52
69 0,65 0,57 0,54 0,53 0,52 0,52 0,51 0,51 0,51 0,50 0,50 0,50 0,50 0,50 0,50
68 0,62 0,54 0,51 0,50 0,49 0,49 0,48 0,48 0,48 0,48 0,47 0,47 0,47 0,47 0,47
67 0,59 0,51 0,47 0,47 0,46 0,46 0,46 0,45 0,45 0,45 0,45 0,44 0,44 0,44 0,44
a

66 0,56 0,48 0,45 0,44 0,44 0,43 0,43 0,43 0,42 0,42 0,42 0,42 0,41 0,41 0,41
65 0,52 0,45 0,43 0,41 0,41 0,40 0,40 0,40 0,40 0,39 0,39 0,39 0,39 0,39 0,39
64 0,49 0,42 0,40 0,39 0,38 0,38 0,37 0,37 0,37 0,37 0,36 0,36 0,36 0,36 0,36
pi

63 0,46 0,39 0,37 0,36 0,35 0,35 0,35 0,34 0,34 0,34 0,34 0,34 0,33 0,33 0,33
62 0,44 0,36 0,34 0,33 0,32 0,32 0,32 0,32 0,31 0,31 0,31 0,31 0,31 0,31 0,31
61 0,39 0,33 0,31 0,30 0,30 0,29 0,29 0,29 0,29 0,29 0,28 0,28 0,28 0,28 0,28

60 0,36 0,30 0,28 0,27 0,27 0,27 0,26 0,26 0,26 0,26 0,26 0,26 0,26 0,25 0,25
59 0,32 0,27 0,25 0,25 0,24 0,24 0,24 0,24 0,23 0,23 0,23 0,23 0,23 0,23 0,24
58 0,29 0,24 0,23 0,22 0,21 0,21 0,21 0,21 0,21 0,21 0,20 0,20 0,20 0,20 0,20
57 0,25 0,21 0,20 0,19 0,19 0,19 0,18 0,18 0,18 0,18 0,18 0,18 0,18 0,18 0,18
56 0,22 0,18 0,17 0,16 0,16 0,16 0,16 0,16 0,16 0,15 0,15 0,15 0,15 0,15 0,15
55 0,18 0,15 0,14 0,14 0,13 0,13 0,13 0,13 0,13 0,13 0,13 0,13 0,13 0,13 0,13
54 0,14 0,12 0,11 0,11 0,11 0,11 0,10 0,10 0,10 0,10 0,10 0,10 0,10 0,10 0,10
53 0,11 0,09 0,08 0,08 0,08 0,08 0,08 0,08 0,08 0,08 0,08 0,08 0,08 0,08 0,08
52 0,07 0,06 0,06 0,05 0,05 0,05 0,05 0,05 0,05 0,05 0,05 0,05 0,05 0,05 0,05
51 0,04 0,03 0,03 0,03 0,03 0,03 0,03 0,03 0,03 0,03 0,03 0,03 0,03 0,03 0,02
50 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

Obs.: Para valores de Qs ou Qi negativos, considerar Ps ou Pi igual a 100 menos o valor de


Ps ou Pi correspondente ao valor absoluto de Qs ou Qi

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FOLHA 17/18
Tabela 2
Nível de Qualidade Requerido para nº de Amostras n
Fator de n 10 n 12 n 15 n 19 n 26 n 38 n 61 n 201
Paga- n3 n4 n5 n6 n7 n8 n9 a a a a A a a a
Mento n 11 n 14 n 18 n 25 n 37 n 60 n 200 n
1,000 71 77 80 82 84 85 85 86 87 88 89 90 91 93 94
0,996 68 74 78 80 81 82 83 84 85 86 87 89 90 91 93
0,992 66 72 75 77 79 80 81 82 83 85 86 87 88 90 92
0,988 64 70 73 75 77 78 79 80 81 83 84 85 87 88 90
0,984 62 68 71 74 75 77 78 78 80 81 81 84 85 87 89
0,980 60 66 69 72 73 75 76 77 78 80 81 83 84 86 88
0,976 59 64 68 70 72 73 74 75 77 78 80 81 83 85 87
0,972 57 63 66 68 70 72 73 74 75 77 78 80 81 83 86
0,968 56 61 65 67 69 70 71 72 74 75 77 78 80 82 84

da
0,964 55 60 63 65 67 69 70 71 72 74 75 77 79 81 83
0,960 53 58 62 64 66 67 68 69 71 73 74 76 78 80 82
0,956 52 57 60 63 64 66 67 68 70 71 73 75 76 79 81
0,952 51 55 59 61 63 64 66 67 68 70 72 73 75 77 80

la
0,948 50 54 57 60 62 63 64 65 67 69 70 72 74 76 79
0,944 48 53 56 58 60 62 63 64 66 67 69 71 73 75 78
0,940 47 51 55 57 59 60 62 63 64 66 68 70 72 74 77

ro
0,936 46 50 53 56 58 59 60 61 63 65 67 69 71 73 76
0,932 45 49 52 55 56 58 59 60 62 64 65 67 69 72 75
0,928 44 48 51 53 55 57 58 59 61 63 64 66 68 71 74
0,924 42 46 50 52 54 55 57
nt 58 60 61 63 65 67 70 72
0,920 41 45 48 51 53 54 56 57 58 60 62 64 66 69 71
0,916 40 44 47 50 52 53 54 55 57 59 61 63 65 67 70
0,912 38 43 46 48 50 52 53 54 56 58 60 62 64 66 69
co

0,908 37 41 45 47 49 51 52 53 55 57 59 61 63 65 68
0,904 36 40 43 46 48 50 51 52 54 56 57 60 62 64 67
0,900 34 39 42 45 47 48 50 51 53 55 56 58 61 63 66
o

8.5. Controles Especiais


8.5.1. Controle Deflectométrico


a

Em caráter complementar para garantia de qualidade na execução do serviço, deverá ser


pi

procedida a determinação das deflexões elásticas, sobre a superfície acabada, com o auxílio

de viga Benkelman (segundo o Método DNER-ME 024/94) ou com o FWD - Falling Weight
Deflectometer (DNER-PRO 273/96). Deverá ser executada pelo menos uma medida da
deflexão máxima a cada 20 metros, alternando-se, aleatoriamente, entre os bordos (direito e
esquerdo) e o eixo da pista.

As medições deverão ser realizadas após o período de cura.

As deflexões obtidas sobre esta camada deverão atender as especificações do projeto de


pavimento.

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FOLHA 18/18
8.5.2. Controle da Irregularidade Longitudinal

O acabamento longitudinal da superfície da camada de base deverá ser verificado antes da


abertura ao tráfego através do aparelho MERLIN, seguindo as especificações da ET-
ECS.000.000-PAV/18, e para grandes extensões por aparelho medidor de irregularidade tipo
perfilômetro laser ou outro dispositivo equivalente para esta finalidade. As medições deverão
ser feitas em todas as faixas de tráfego, com medidas a cada 200 m.

A Irregularidade longitudinal medida deverá apresentar Quociente de Irregularidade (QI)

da
inferior a 40 contagens/km ou “International Roughness Index” (IRI) de até 3,08 m/km.

Em função das características da obra, e a critério da contratante/fiscalização poderá ser

la
dispensado a utilização do aparelho MERLIN na camada de base.

9. MEDIÇÃO E PAGAMENTO
ro
nt
O serviço será medido em volume (metros cúbicos), executado conforme a seção transversal
co

do projeto.

O pagamento será feito pelo preço unitário contratual multiplicado pelo fator de pagamento
obtido conforme descrito no item 8.4., e este pagamento consistirá remuneração única do
o

serviço, incluindo o fornecimento, a mistura, o transporte e a aplicação dos materiais e


execução da camada, ensaios especificados dos materiais e das camadas executadas, toda
a mão-de-obra e encargos sociais incidentes, os equipamentos, as ferramentas, as despesas
a

indiretas, as despesas fiscais e eventuais necessários à sua execução.


pi

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