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Professor: Dayane dos Santos Turma: 7º “B” Noturno

Discente: Aldecir Gomes da Silva RA: 2017001887

01. Direitos do empregado que sofre acidente de trabalho após a alta previdenciária que atesta
apta a capacidade laborativa.

RESPOSTA – Após alta previdenciária, é responsabilidade do empregador pagar os seus


salários, inteligência do artigo 4º §1º da CLT, se a empresa não concordar com alta deve recorrer
a autarquia previdenciária, não podendo ficar desassistido o obreiro, se tornando uma situação
de limbo jurídico, a própria sorte sem receber salários ou benefícios previdenciários, conforme
preceitua artigo 62 §1º da lei 8.213/91 e OJ-SDI1-375 do TST.

02. Direitos da empregada gestante que foi dispensada sem justa causa com 5 meses de
gravidez.

RESPOSTA – O que dispõe o artigo 10 ADCT, inciso II, alínea b e artigo 391-A CLT, garante
estabilidade a gestante no seu emprego desde a concepção até 5º mês após o parto, sendo a
dispensa imotivada prejudicial ao seu sustento e da criança durante a gestação, sendo que neste
caso é detentora de estabilidade, no entanto o juízo pode entender desaconselhável o retorno e
proceder com indenização da obreira com salário da época da dispensa, 13º, FGTS, multa de
40%, férias acrescidas de 1/3 e aviso prévio, conforme súmula 244 do TST.

3. Direitos do Dirigente Sindical que foi dispensado sem justa causa no sexto mês de do
mandato.

RESPOSTA – É assegurado estabilidade ao dirigente sindical nos termos do ART. 8, inciso


VIII CF/88, artigo 543, §3º CLT. Só podendo ser demitido no cometimento de falta grave
devidamente comprovada através de inquérito, nos termos da súmula 197 do STF. Devendo ser
reintegrado nos termos do artigo 659, inciso X da CLT sendo apontado em tela o fumus boni
iuris e do periculum in mora.

4. Direitos do empregado que trabalha em condições insalubres e exerce atividades perigosas.

RESPOSTA – A insalubridade e faz jus ao recebimento de adicional de insalubridade nos


termos do art. 189 da CLT tais como férias, 13º salário, DSR, FGTS e demais verbas de direito.,
e nos termos do artigo 193, §1º da CLT o reclamante faz jus a adicional de 30% sobre o salário
de todo período trabalhado, assim como seus reflexos. Devendo ainda observar a súmula 132
do TST e OJ 259 TST.

5. Direitos do empregado na dispensa por acordo com o empregador.

RESPOSTA – Na ocasião do empregado não deseja maios continuar no emprego, e, ausente


os motivos à rescisão indireta, é possível negociar com seu empregador a rescisão de comum
acordo, que fora estabelecida recentemente com a reforma trabalhista, in verbis: ART. 484-A
da CLT.

6. Direitos do empregado doméstico na dispensa sem justa causa.

RESPOSTA – Nos termos dos artigos 6, 7 e 26 da LC nº 150/15, na dispensa do empregado


doméstico sem justa causa, faz necessário arcar com uma série de despesas, tais como: multa
rescisória de 40% sobre o FGTS, 13º salário, férias proporcionais e aviso prévio.

7. Cite em quais hipóteses o trabalhador poderá realizar a movimentação do FGTS.

RESPOSTA – - Demissão sem justa causa;


- Término do contrato por prazo determinado;
- Aposentadoria;
- Suspensão do trabalho avulso;
- Falecimento do trabalhador;
- Necessidade pessoal, urgente e grave, decorrente de desastre natural causado por chuvas ou
inundações que tenham atingido a área de residência do trabalhador, quando a situação de
emergência ou o estado de calamidade pública forem assim reconhecidos, por meio de portaria
do governo federal;
- Ter o titular da conta vinculada idade igual ou superior a 70 anos;
- Quando o trabalhador ou seu dependente for portador do vírus HIV;
- Quando o trabalhador ou seu dependente for acometido de neoplasia maligna (câncer);
- Quando o trabalhador ou seu dependente estiver em estágio terminal, em razão de doença
grave, e possuir conta cujo saldo seja decorrente do complemento dos planos econômicos,
quando formalizada a adesão até 30/12/2003;
- Permanência da conta sem depósito por 3 anos ininterruptos, para os contratos rescindidos até
13/7/1990 e, para os demais, a permanência do trabalhador por igual período fora do regime do
FGTS;
- Aquisição da casa própria;
- Pagamento de parte do valor das prestações de financiamento do Sistema Financeiro da
Habitação (SFH);
- Amortização e/ou liquidação de saldo devedor de financiamento do SFH;
- Aplicação em Fundo Mútuo de Participação (FMP), vinculado ao FGTS, quando da venda de
empresas públicas;
- Rescisão do contrato por culpa recíproca ou força maior;
- Rescisão do contrato por extinção total ou parcial da empresa;
- Decretação de nulidade do contrato de trabalho nas hipóteses previstas no art. 37 § 2º, da -
Constituição Federal, quando mantido o direito ao salário, ocorrida após 28/7/2001;
- Rescisão do contrato por falecimento do empregador individual.

8. Quando o empregado terá direito ao benefício do seguro-desemprego e a quantas parcelas?


RESPOSTA – O empregado faz jus ao recebimento do seguro-desemprego nos termos do
artigo 477, §10 da CLT, no caso de não recebimento pagará indenização substitutiva nos termos
da súmula 389 do TST. O número de parcelas está definido no art. 4º da Lei 7.998/90

9. Quais os parâmetros utilizados pelo juiz e valores deverão ser pagos ao empregado que sofre
dano extrapatrimonial de natureza média?

RESPOSTA – Sustenta que a conduta do empregado deve gerar reparação de natureza média
nos termos do artigo 223-G, §1º, inciso II da CLT.

10. É possível requerer intimação das testemunhas nas ações no Rito Sumaríssimo?

RESPOSTA – Na inteligência do artigo 852-H, §2º da CLT, cumpre destacar que, em se


tratando de processos trabalhistas abrangidos pelo Rito Sumaríssimo (até o máximo de duas
para cada parte), deverão comparecer a audiência de instrução e julgamento independente de
intimação.