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SCR – Redução

Catalítica
Seletiva
Evolução das Tecnologias
Diesel S 3500 PPM Diesel S 500 PPM

EURO 1/EURO 2 EURO 3


Controle mecânico Controle eletrônico
de combustão. de combustão.

Câmara de combustão convencional Desenho de câmera de combustão

300 bar 1600 ... 1800 bar


Evolução das Tecnologias
Diesel S 10 PPM
EURO 5
Controle eletrônico de combustão
+ alta pressão + pós tratamento
de gás de escape + Diesel correto.

Sistema de pós-tratamento

2000 bar + 10 furos


Material Particulado - MP

Composto que contem fração sólida, fração


solúvel e sulfatos Ataca sistema respiratório.

Diesel
Óxidos de Nitrogênio - NOx
Gás formado pela reação do Nitrogênio com o
Oxigênio. Reage nas camadas superiores da
atmosfera, forma Ozônio e ataca sistema Gases Ar
respiratório, forma chuvas ácidas e “smog”
fotoquímico.
Hidrocarbonetos - HC
Combustível não queimado totalmente no
motor. Reage com elementos da atmosfera e
forma oxidantes fotoquímicos. Irrita os olhos.
Monóxido de Carbono - CO
Resíduo de combustão incompleta.
Dificulta a respiração e causa asfixia.
Principais vilões em um motor Diesel.
Óxidos de Nitrogênio - NOx

Por tratar-se de um motor de combustão por compressão, atingir altíssimas


temperaturas de combustão, e trabalhar com fator de excesso de ar, a
formação de NOx em um motor Diesel é maior que em um motor do ciclo
Otto.

Material particulado

É formado principalmente devido ao fato de o motor Diesel queimar sob


altas temperaturas um combustível com elevada massa molar e devido a
queima incompleta, agravada pela presença de materiais indesejados no
combustível Diesel. Enxofre, Aromático e Poli-aromáticos aumentam em
demasia a formação de MP.
 Arla 32
• A sigla Arla 32 (Agente Redutor Líquido de NOx Automotivo), é uma solução
aquosa com um conteúdo de uréia de 32,5% em peso + 67,5 % de agua
desmineralizada.
• O consumo de Arla 32 em um caminhão, poderá ser de
aproximadamente de 6% a 8% do consumo de combustível
dependendo da operação do veículo, regime de trabalho,
geografia, capacidade de carga, etc.
Arla 32
Refratômetro (analógico)

Refratômetro (Digital)
Arla 32

1- Fita com Arla 32 sem contaminação por óleo

2- Fita com Arla 32 contaminado por óleo

*Fita somente usada para verificar contaminação


por óleo
Fundamentos do sistema SCR – Reação de
Decomposição
Termólise
TUBO DE DECOMPOSIÇÃO
Ureia Amonia
H
H N
H H C O
H N H N
C O H
H N
H

Isocyanic
H2N Acid
C=O H-N=C=O + NH3
H2N
Fundamentos do sistema SCR
Hidrólise
Ácido Iso- SCR CATALYST
cianidrico
H N
C O
H N H H N H
H H
H N H
OC O
H
O
Água
H
H N H C O

O
H Dióxido de
H
carbono
ou
H-N=C=O + H2O NH3 + CO2 Gás
Carbônico
Fundamentos do sistema SCR
Redução de NOx
SCR CATALYST
NOx
Água
H N H H N H
O H H
N
O
N O
O H
N
O H H O H
H N H N N O O N N O
H H H

Gás
Nitrogênio

2NH3 + NO + NO2 → 2 N2 + 3 H2O


 Condições de funcionamento On Board
Diagnose – OBDII
O sistema SCR necessita de alguns Pré requisitos para iniciar o tratamento dos
gases:
- Altitude não superior a 1600 metros;
- Temperatura do liquido de arrefecimento;
- Temperatura do Catalisador SCR maior que 200°C.

Cada sistema de pós tratamento possui a sua estratégia, porem todos devem
seguir as normativas Euro5/ Proconve P7.

O sistema também possui falhas não apagáveis que servem para verificações
futuras, ou seja, para fiscalizações ambientais.

Essas falhas permanecem na memoria de falhas por 400 dias ou 9600


horas.
Sistema existentes no mercado atual
Modulo I
• Bosch – Denoxtronic (1.1, 2.1 e 2.2)

• Emitec - Cummins
Modulo II
• Bluetec – Mercedes Benz

• Tenneco – MWM (International)


Denoxtronic
Sistemas e suas aplicações
Denoxtronic 1.1
Conversor Catalítico SCR

1- Conversor oxi- catalítico (opcional)


2- Sensor de temperatura I
3- Injetor Arla 32
4- Conversor Catalítico SCR
5- Sensor de temperatura II
6- Sensor de NOx
Sensor de NOx
Sensor de NOx
• O sensor é confeccionado com um corpo cerâmico de óxido de zircônia e
eletrodos de metais nobres como platina e ródio. Os gases de escapamento
entram pelos orifícios e passam por três câmaras:
Sensor de NOx
 Primeira câmara: Através de um processo de oxiredução o NOx (NO1,
NO2,...,NOn) é reduzido para NO e o restante do oxigênio da mistura é
removido, restando apenas o gás NO.

 Segunda câmara: Pela ação catalítica do ródio associado a uma corrente


elétrica aplicada aos eletrodos, o equilíbrio químico do NO é rompido e
reduzido a N2 + O2.
 Terceira câmara: Esta está preenchida com ar atmosférico, portanto contém
cerca de 21% de oxigênio, e serve de referência para a medição da
quantidade de oxigênio presente na segunda câmara. A diferença de íons de
oxigênio entre as duas câmaras geram uma diferença de potencial entre os
eletrodos de platina, consequentemente uma tensão, dessa forma é
possível calcular a quantidade de oxigênio presente na segunda câmara
determinando a quantidade de NOx presente nos gases de escape.
Sensores de Temperatura
Os sensores de temperatura estando um antes e
outro após o catalisador SCR podem ser NTC ou
PTC. A informação de temperatura do catalisador é
fundamental para determinar o volume de Arla 32
dosado e o momento em que o sistema inicia o
trabalho.

°C 0 25 200 400 600 800

Ohm 200 220 352 494 627 751

*Valores ilustrativos
Sensor de Umidade relativa e temperatura do Ar
Este sensor tem por finalidade medir a umidade relativa do ar e
também a temperatura do ar de sucção nos motores com
sistema de pós tratamento. A umidade do ar e a temperatura
são grandezas que exercem influencia importante na formação
de emissões de NOx. Dependendo da umidade relativa do ar, a
emissão de NOx se altera, isto é, com o aumento da
temperatura e, consequentemente, da umidade do ar, há um
aumento das emissões de NOx.

Valores errôneos proveniente deste sensor para o sistema de


dosagem do Arla 32, pode levar a ultrapassagem dos limites de
advertência das medições e monitoramento de NOx. Os valores
disponibilizados servem como parâmetros para estratégia de
dosagem e asseguram, junto com os fatores, que seja garantida
a observância dos valores limite de emissões de NOx, mesmo
com as constantes alterações de umidade e temperatura do ar.
Sensor de Umidade relativa e temperatura do Ar

Temp. em 100 80 60 40 20 0 -20 -40


°C
Ohm 215 367 662 1274 2644 5889 15006 42228
Umid. do 10 20 30 40 50 60 70 80 90
Ar %
Tensão (V) 1,25 1,56 1,84 2,11 2,37 2,62 2,88 3,14 3,28
O Sensor mede a umidade do ar em gramas de agua por quilograma de ar.
*Valores ilustrativos
 Denoxtronic 1.1

Denoxtronic 1.1
Este é a primeira versão que a Bosch ofereceu ao mercado e seu
funcionamento depende do sistema de ar comprimido do veículo para que
seja possível a pressurização e pulverização do Arla 32 dentro do escapamento.
Denoxtronic 1.1 Mercado:
- Atende as legislações Euro 5
- Em uso desde 2004
- Aplicado nas montadoras: Scania,
Iveco, Nissan, MFTBC, MAN, DAF,

Características:
- Quantidade de dosagem 200 a
9000 g/h
- Tensão 24V
- Aquecimento elétrico integrado
- ECU integrada
- Apropriado para aplicações de
veículos comerciais
- Necessita de Ar comprimido do
veículo
 Denoxtronic 1.1
 Denoxtronic 1.1 - Diagrama
1- Entrada Arla 32 4- Saída Arla (injetor)
2- Entrada AR 5- Saída de Ar (Injetor)
3- Retorno Arla para 6- Conexão elétrica
Tanque
 Denoxtronic 1.1 – Tampa do filtro
Realizando a troca do filtro e limpeza na
carcaça do filtro e alojamento do mesmo
(com agua), iniciar o processo de
montagem do filtro de Arla 32.
Sempre utilizar componentes novos que
acompanham o filtro, nunca reutilizar
componentes antigos.

Na montagem utilizar Glicerina no novo o-


ring. No sistema Denoxtronic 1.1 a
montagem da ranhura deve estar
apontada para dentro e deve-se verificar a
pastilha do o-ring ficara posicionada entre
2 grampos de fixação e não deixar o o-ring
saliente na margem da ranhura.
 Denoxtronic 1.1

1- Unidade de controle
1 eletrônica
2- Sensor de pressão de Ar
2 3- Válvula de ventilação
4- Válvula reguladora de ar
5- Filtro
6- Sensor de temperatura de
9 Arla
6
7- Relé principal
8 8- Bomba alimentadora
3 9- Sensor de pressão de Arla (Ar)
10
2 10- Aquecedor
4
7
 Denoxtronic 1.1 – Bomba de Diafragma

1- Motor
2- Biela
- Velocidade máxima da bomba é 3500 Rpm
3- Válvula de alivio de pressão
4- Câmara de ressonância
- Válvula de alivio abre com aproximadamente 4,5 bar
5- Válvula de saída
6- Diafragma
7- Excêntrico
8- Válvula de entrada
9- Câmara de entrega
 Denoxtronic 1.1 – Bomba de Diafragma
 Denoxtronic 1.1 – Bomba de Diafragma
Cuidado:
Cristalização
muito rápido.
 Denoxtronic 1.1 – Sensor de pressão
- Sempre trocar os anéis o-rings

- Sempre utilizar glicerina, nunca utilizar óleos ou


graxas com óleo mineral ou silicone

- Na desmontagem, primeiro o hidráulico e em


seguida a parte elétrica

- Na montagem, primeiro o elétrico e em seguida o


hidráulico Sensor de pressão
Não toque no diafragma
- No caso de reparação da unidade de dosagem,
substituir cabos da parte elétrica e inclusive o rele
principal

- Não toque no diafragma do sensor de pressão do


Arla 32
 Denoxtronic 1.1 – Sensor de pressão do Ar
Sensor de pressão do
AR Comprimido
Pino 1 GND (negativo)
Pino 2 Não utilizado
Pino 3 5 Volts
Pino 4 Sinal
Pressão (bar) Tensão (volts)

0 0,50 a 0,83
1 0,93 a 1,16
Sensor de pressão Ar comprimido
2 1,25 a 1,62
3 1,72 a 2,00
4 2,12 a 2,42
 Denoxtronic 1.1 – Valores de testes
Componentes Valores
Relé Principal fonte de tensão 23 - 25V
Bomba de abastecimento Arla 32 23 - 25V
Sensor de pressão Arla 32 4,8 - 5,2V
Sensor de temperatura Arla 32 4,8 - 5,2V
Válvula de respiradouro Arla 32 12 - 12,5V 50 – 60 Ohms
Válvula de regulação de Ar 12 - 12,5V 20 – 30 Ohms
Sensor de ar comprimido 1 e 2 4,8 - 5,2V
Válvula de aquecimento ventilação 10 -20 Ohms
Válvula de aquecimento de entrada 20 – 30 Ohms
Elemento de aquecimento filtro Arla 32 1,5 – 3,5 Ohms
Elemento de aquecimento de ventilação 30 – 50 Ohms
Controle de aquecimento interno 1 e 2 5 – 15 Ohms
Válvula de dosagem 15 – 20 Ohms
Isolamento do alojamento ECU em relação > 1MOhm
ao terra
 Denoxtronic 1.1 – Válvula de injeção

Injetor Magneti Marelli


 Denoxtronic 1.1 – Válvula de injeção

Deve ser realizado teste de estanqueidade para verificar possíveis vazamentos no


injetor, este vazamento que pode resultar em um entupimento e cristalização no
sistema.

O mesmo tem a sua posição de montagem, caso efetue uma montagem incorreta
pode levar ao não funcionamento do sistema de pós tratamento.
- O sistema Denoxtronic não deve entrar em
 Denoxtronic 1.1 – Atomizador
funcionamento em temperaturas externas abaixo de –
7°C ou superiores a 45°C, e também em altitudes
superiores a 1600m e temperaturas do motor abaixo
de 70°C.

- O sistema Denoxtronic possui uma limitação quando


os gases de escape estão abaixo de 200°C ou acima de
500°C, em operações de sobrefuncionamento
temperaturas abaixo de 0°C, a injeção de Arla será
reduzida.

- O consumo de Arla em relação ao combustível em


operações normais é de 6 a 8% em relação ao
combustível.

- O sistema de pós tratamento após o desligamento do


veículo fica funcionando por alguns segundos, isto
serve para que o Arla 32 seja removido dos dutos,
tubos e não congele ou cristalize.
 Denoxtronic 1.1 – Esquema elétrico (MAN)
Itens que trabalham na ECU do Motor
 Denoxtronic 1.1 – Esquema elétrico (MAN)
 Denoxtronic 1.1 – Esquema elétrico (MAN)
 Denoxtronic 1.1 – Esquema elétrico (MAN)
Alimentação da DCU

Conector da DCU
 Filtros
A vida útil desse filtro na unidade de bombeamento varia de 120 mil a 150 mil
km (não usar TECFIL, Nasa, Impeca, Vega, Vox, Original* ou qualquer outra
marca barbante).
Denoxtronic 2.1
 Denoxtronic 2.1
 Denoxtronic 2.1 – Aplicações médias e
pesadas Mercado:
- Atende as legislações Euro 5
- Em uso desde 2006
- Aplicado nas montadoras: Volvo,
Iveco, Ford-Otosan, Sisu-Diesel,
Doosan, Yuchai, Weichai

Características:
- Quantidade de dosagem 200 a
9000 g/h
- Tensão 24V
- Bomba alimentadora integrada com a ECU - Aquecimento eletrico integrado
- ECU integrada
- Válvula dosadora no escapamento - Apropriado para aplicações de
veículos comerciais
- Bomba alimentadora integrada com o modulo

*Não tem necessidade do ar comprimido


 Denoxtronic 2.1

Unidade de controle ECU

Suporte de fixação
aquecedor do filtro

Dreno

Entrada Arla 32
Retorno do Arla 32
 Denoxtronic 2.1
 Denoxtronic 2.1
ECU
Sensor de pressão

Sensor de
temperatura
Válvula 4/2 vias

Filtro

Aquecedor
Bomba de
diafragma
Válvula CCA
 Denoxtronic 2.1

1- Válvula direcional 4/2


2- Sensor de pressão
3- Sensor de temperatura
4- Filtro
5- Válvula CCV- reguladora do
circuito de arrefecimento
6- Bomba de diafragma
 Denoxtronic 2.1 Nunca lavar ou limpar o sistema Denoxtronic
com qualquer outro produto que não seja
agua. O local utilizado para desmontagem do
- Elemento Filtrante
filtro de Arla 32 do modulo de alimentação
deve estar absolutamente limpo e isento de
quaisquer tipos de óleo e graxa, inclusive as
Elemento de
compensação
mãos do profissional que realizara a troca do
superior/ inferior mesmo. Para sistemas que tenham sido
contaminados com óleo diesel* , além da
Disco final troca do filtro, deve ser realizado uma
Carcaça limpeza em todo o sistemas de pós
tratamento do veículo. Este tipo de
Arla 32 filtrado contaminação (por óleo) pode causar avarias
Elemento filtrante permanentes em componentes elétricos,
Entrada do Arla 32 como fiação, conexões, etc. Este contato
Disco final pode causar corrosão nestas conexões
Elemento de elétricas.
compensação
superior / inferior
*Esta contaminação por óleo, geralmente é causado
Anel por abastecimento errado ou transporte do Arla 32 em
Parafuso de purga galões com resíduos de óleo.
do Arla 32
Saída do Arla 32
 Denoxtronic 2.1 - Diagrama
 Denoxtronic 2.1 – em funcionamento
 Denoxtronic 2.1 – Purga/ Esvaziamento
 Denoxtronic 2.1 – Modulo de alimentação

1- Tomada da ECU
1- Tomada da ECU
2- Elementos de compensação
2- Elementos de compensação de
de pressão
pressão
3- Entrada de Arla 32 do tanque
3- Entrada de Arla 32 do tanque
4- Tampa de drenagem
4- Tampa de drenagem
5- Saída de Arla 32 para o
5- Saída de Arla 32 para o injetor
injetor
6- Retorno do injetor
6- Retorno do injetor
7- Retorno para o tanque
7- Retorno para o tanque
8- Elemento aquecedor
8- Elemento aquecedor
 Denoxtronic 2.1 – Injetor

1- Válvula dosificadora 5- Retorno (esfriamento)


2- Carcaça (Metal) 6- Suporte da válvula dosificadora
3- Cobertura térmica 7- Suporte com Anel
4- Entrada 8- Anel de isolamento

O injetor é resfriado através do próprio Arla 32


 Denoxtronic 2.1 – CCV – Válvula de Resfriamento

1- Taque (Arla 32) 11- CCV


2- Sensor de nível 12- Regulador
3- Sensor de temperatura 13- Válvula de retenção
4- Modulo de alimentação 14- Modulo dosificador
5- Bomba 15- Injetor
6- Filtro 16- Sensor de temperatura
7- Sensor de temperatura 17- Catalisador SCR
8- Sensor de pressão 18- Sensor de NOx
9- Válvula direcional 4/2 19- Temperatura após o
10- Pré filtro catalisador
20- Temperatura antes do
catalisador
 Denoxtronic 2.1 – CCA – Válvula de Resfriamento
Esta válvula CCA não tem função, a mesma
somente substitui a válvula CCV, ou seja, com a
CCA não há controle.

1- Válvula CCA
2- Regulador fixo
 Denoxtronic 2.1 – CCA – Válvula de Resfriamento

Para uma possível identificação se o modulo


de dosagem possui a válvula do tipo CCV, no
numero de identificação do mesmo na 6°
posição estiver um “-” se caracteriza com
um sistema que possui CCV. Se estiver um
“F”, é um sistema com a válvula CCA, ou seja
regulador fixo.

1- Retorno direto
2- Regulador fixo
 Denoxtronic 2.1 – Bomba de diafragma

Válvula direcional 4/2

- Esta bomba deve fornecer numa rotação


1- Válvula de saída
de no máximo 2500 rpm uma pressão de 5
2- Câmera de entrega bar (+/- 0,2 bar).
3- Biela
4- Excêntrico - A válvula direcional 4/2 vias é energizada
5- Válvula de entrada
6- Diafragma
após o desligamento do veículo para aspirar
7- Motor o Arla 32 do sistema e assim retornando ao
tanque.
 Denoxtronic 2.1 – Bomba de diafragma
 Denoxtronic 2.1 – Válvula direcional 4/2

Válvula direcional 4/2

A válvula direcional também serve para reduzir a pressão do sistema rapidamente,


esta caso acontece ao desligar o veículo.
 Denoxtronic 2.1 – Unidade dosificadora
Fluxo de retorno +/- 120 ml/ min
 Denoxtronic 2.1 – Unidade dosificadora
- Qualquer ângulo dado do tudo de
escape o ângulo de rotação da
unidade dosificadora tem um
impacto sobre a função do mesmo.

- 315° - 45° aumento de calor do


tudo de escape pode causar danos
a unidade dosificadora.

- 90° - 270° permanece na ponta do


injetor e forma depósitos que
podem bloquear o injetor ou
podem influenciar a refrigeração
da unidade dosificadora.
 Denoxtronic 2.1 – Injetor
Injetor Arla 32

- Quando o Arla 32 estiver com o


nível abaixo de 5L não ocorre
injeção, o restante do Arla 32 é
utilizado para esfriar o injetor de
modo que a temperatura do injetor
não suba acima de 120°C.

1- Módulo da bomba - Para o esvaziamento do sistema a


2- Bomba de diafragma (bidirecional) bomba inverte a direção do fluxo e
3- Válvula de refrigeração
o sistema é esvaziado em até 90
4- Injetor
5- Unidade dosificadora segundos
 Denoxtronic 2.1 – Injetor

*Ainda não existe reparo para


o injetor, em caso de falha o
mesmo deve ser substituído.
 Denoxtronic 2.1 – Sensor de pressão
- Sempre trocar os anéis o-rings

- Sempre utilizar glicerina, nunca utilizar óleos


ou graxas com óleo mineral ou silicone

- Na desmontagem, primeiro o hidráulico e em


seguida a parte elétrica Sensor de pressão
Não toque no diafragma
- Na montagem, primeiro o elétrico e em Pressão (bar) Tensão (volts)
seguida o hidráulico 0 0,50 a 0,70
1 1,10 a 1,25
- No caso de reparação da unidade de
dosagem, substituir cabos da parte elétrica e 2 1,40 a 1,75
inclusive o rele principal 3 1,90 a 2,15
4 2,38 a 2,58
- Não toque no diafragma do sensor de
5 2,68 a 3,00
pressão do Arla 32
Pinos Sensor: 1 – Positivo (+) 2 – Negativo (-) 3 – Sinal
Denoxtronic 2.2
 Denoxtronic 2.2
Água

Opcional
 Denoxtronic 2.2
A evolução dos sistemas Denoxtronic, o sistema Denoxtronic com a versão 2.2
proporciona uma maior precisão do volume de Arla 32 injetado, melhor arrefecimento
da unidade dosadora e uma quantidade menor de componentes.
 Denoxtronic 2.2 – Aplicações médias e
pesadas Mercado:
- Atende as legislações Euro 5
- Em uso desde 2009
- Aplicado nas montadoras: Volvo,
Hino, DAF, Isuzu, CES, (MAN e Ford)

Características:
- Quantidade de dosagem 50 a
7200 g/h
- Tensão 12/24V
- Modulo de dosagem não possui uma ECU - ECU não integrada, vendida
separadamente
- Válvula dosadora no escapamento - Apropriado para aplicações de
veículos comerciais

*Não tem necessidade do ar comprimido


 Denoxtronic 2.2
 Denoxtronic 2.2

3 - Conector

1 - Bomba 2 - Válvula direcional 4/2 vias


 Denoxtronic 2.2 Sensor de Pressão Válvula direcional 4/2

Pressão (bar) Tensão (volts)


0 0,50 a 0,75
1 1,10 a 1,25
2 1,30 a 1,40
4 1,82 a 2,00
8 2,90 a 3,15
9 3,25 a 3,40

Conector

Bomba
 Denoxtronic 2.2

1 – Válvula direcional 4/2 vias


 Denoxtronic 2.2
Filtro da Unidade Dosadora de Fluido de Escape de Diesel

• Filtra o fluido de escape de diesel que


entra na bomba dosadora para evitar
obstrução do bico injetor da unidade
dosadora
• O elemento do filtro inclui anel ‘O’ de
vedação equalizador
• Use apenas água o anel ‘O’ como meio de
lubrificação/retenção durante a instalação
 Denoxtronic 2.2 – Controle de medição
Inicio Após Desligar Ignição
SM
ON
Tempo de espera

Modo de Espera Esvaziando OFF

Espera de Deslig.

p
NoPressureControl Redução de Pressão

Controle de Pressão
Refill

PressureBuildUp Ventilation

Dosagem de
DetecionMode Arla 32 no
tudo de
escape
Controle de medição
 Denoxtronic 2.2 – Redução de pressão
Inicio Após Desligar Ignição SM
ON
Tempo de espera

Modo de Espera ON
Esvaziando

Espera de Deslig.
p

NoPressureControl Redução de Pressão


CLOSED

Controle de Pressão
[Desligamento
Refill
da chave]

PressureBuildUp Ventilation

DetecionMode

MeteringControl
 Denoxtronic 2.2 – Tempo de espera
Inicio Após Desligar Ignição SM
OFF
Tempo de espera

Modo de Espera OFF


Esvaziando

Espera de Deslig.
p

NoPressureControl Redução de Pressão


CLOSED

Controle de Pressão

Refill

PressureBuildUp Ventilation

DetecionMode

MeteringControl
 Denoxtronic 2.2 – Esvaziamento
Inicio Após Desligar Ignição SM
OFF
ON
Tempo de espera

Modo de Espera
Esvaziamento

Espera de Deslig.
p

NoPressureControl Redução de Pressão


OPENED

Controle de Pressão

Refill

PressureBuildUp Ventilation

DetecionMode

MeteringControl
 Denoxtronic 2.2 – Espera de desligamento
Inicio Após Desligar Ignição SM
OFF
ON
Tempo de espera

Modo de Espera OFF


Esvaziando

Espera de Deslig.
p

NoPressureControl Redução de Pressão


CLOSED

Controle de Pressão

Refill

PressureBuildUp Ventilation

DetecionMode

MeteringControl
 Denoxtronic 2.2 – Modulo de dosagem

Entrada
Arla 32
Entrada e saída
de liquido de
arrefecimento

Conector
elétrico
Defletor de
Calor (escudo
térmico)

Trocador de calor
 Denoxtronic 2.2 – Injetor

- Medição da vazão do Injetor e monitoramento de


pressão do Bomba SCR;

- Medição do Pulso PWM no Injetor.


 Denoxtronic 2.2 – Medição de vazão
Para avaliar os sistemas de SCR, o sistema de diagnose proporciona testes de vazão do
injetor, estes testes devem ser realizados no próprio veículo, a quantidade de vazão
varia para cada sistema.

Alguns sistema a unidade de medida para avaliação do sistema é a quantidade em


(ML) e também em peso (Gramas) do reagente .
 Denoxtronic 2.2 – Sensor de temperatura
do Arla 32
Temperatura °C Tensão (V) Resistência
10 2,35 V 765
20 1,85 V 610
40 1,15 V 285
50 0,85 V 215
60 0,60 V 145

Nível do tanque Tensão (volts)


Cheio 0,40 a 0,65V
Vazio 3,75 a 4,20V
Emitec - Cummins
 Emitec - Cummins
 Emitec – Cummins – Unidade Dosadora do Arla 32
Responsável por efetuar a dosagem de uréia no tubo de exaustão. Necessita
de ar comprimido do veículo (mínimo de 6 bar para iniciar a operação). Tem
seu módulo interno de controle, mas não determina a quantidade de uréia que
deverá ser dosada, pois este processo é determinado pelo ECM. Tem seu
próprio diagnóstico, conectores com Poke Yoke para evitar montagem
incorreta.
 Emitec – Cummins – Unidade Dosadora do Arla 32

Retorno de Arla 32 para


Eletroválvula de Ar da
o tanque
unidade dosadora

Entrada de Arla 32 Saída para o Injetor de


(tanque) Arla 32

Conector elétrico
Unidade Dosadora
 Emitec – Cummins - Conversor catalítico - EGP
(Processador do gás de escape)
Sua função é de garantir a boa distribuição
do fluxo de exaustão e o perfeito processo
de catálise dos gases para a conversão do
NOx. Reduzir os ruídos provenientes do
processo de combustão, garante também
as especificações de contra pressão do
motor.
 Emitec – Cummins – Injetor de Arla 32

Componente construído em aço Inox


de boa resistência aos intempéries,
está instalado na região de entrada
dos gases de escape. Trata-se de um
atuador, exclusivo para o sistema de ar
assistido, não tem válvulas e nenhum
componente eletrônico.
 Emitec – Cummins - Termistores
O sistema utiliza dois sensores térmicos, também conhecidos como
termistores, que são os responsáveis em fornecer para o ECM, a temperatura
dos gases de escapes que passam tanto na entrada como na saída do
conversor catalítico (catalizador), para controle das emissões.

Temperatura °C Tensão (V) Resistência


0 0,15 V 195
20 0,18 V 210
200 0,31 V 350
400 0,40 V 490
600 0,50 V 630
 Emitec – Cummins – Sensor de NOx
Sensor de NOx (pós tratamento) Instalado na
saída do conversor catalítico tem as seguintes
funções:

- Informar ao ECM, a quantidade de ar que está


passando pelo escapamento, mistura pobre ou
mistura rica, com essas informações, o ECM irá
aumentar ou diminuir o tempo de injeção;

- Responsável em detectar a concentração em


PPM (partes por milhão) da quantidade de NOX
(NO e NO2 principalmente) no tubo de saída do
sistema de exaustão.
 Emitec – Cummins – Filtro de Ar-assistido
Filtro responsável em garantir que não terá óleo vindo do compressor do
motor para dentro da unidade dosadora. Período de troca 40.000km
 Emitec – Cummins - Funcionamento do sistema de
ar-assistido
É utilizado 3 modos de estado para o funcionamento:

1º: Modo purga


- Estado de preparação do sistema para operação;

2º: Modo dosagem


- Estado de operação. Quando o sistema está pronto para injetar uréia no
tubo de exaustão;

3º: Modo escorva


- Estado de limpeza do sistema para garantir adequado desligamento e boa
inicialização na próxima ligada de chave.
 Emitec – Cummins - Funcionamento do sistema de
ar-assistido
Air Tank
1. Pressurizando
2. Dosando
3. Purgando

Urea Tank
 Emitec – Cummins - Funcionamento do sistema de
ar-assistido
Air Tank
1. Pressurizando
2. Dosando > 6 bar
3. Purgando

 30 segundos para cada tentativa


 20 tentativas até Código de falha
ser acionado

Urea Tank
 Emitec – Cummins - Funcionamento do sistema de
ar-assistido
Air Tank
1. Pressurizando
2. Dosando
3. Purgando

 Linha de retorno completamente fechada


 inicio da Injeção de Arla 32.

Urea Tank
 Emitec – Cummins - Funcionamento do sistema de
ar-assistido
 Emitec – Cummins - Funcionamento do sistema de
ar-assistido
Air Tank
1. Pressurizando
2. Dosando
3. Purgando

Urea Tank
 Emitec – Cummins

Os sistemas Cummins abrange praticamente os veículos que possuem motores


Cummins (VW e Ford), abaixo segue alguns exemplos de aplicação:
ISB / ISL

Air Assisted
Doser Unit Injector Thermistors Nox Sensor AOS Filter
 Emitec – Cummins
Manutenção do sistema SCR

• Não há indicação de manutenção periódica para os componentes do sistema


de pós tratamento exceto para o filtro de ar-assistido (conforme mostrado
anteriormente);
• Catalisador não são reparáveis;
• Não há recomendação de limpeza periódica para limpeza os componentes do
sistema de pós-tratamento.

Diagnóstico do sistema SCR

• Qualquer falha será mostrada no painel;


• Nova característica: Se o motor ou o sistema de pós-tratamento apresentar
problemas, o motor pode sofrer perda de potência que forçará o motorista a
parar o veículo e reparar o problema.
Modulo II
SCR – Redução
Catalítica Seletiva
Bluetec - Mercedes
 Bluetec - Mercedes
Tanque de ARLA 32
25, 35 e 49 litros

Módulo chassi Unidade dosadora

Bomba

Silencioso/catalisador
+ sensores Injetor
 Bluetec - Mercedes
Módulo SCR:

Posicionado na longarina,
atrás da caixa de baterias.

A unidade eletrônica SCR-FM (Frame Modul) funciona somente


em conjunto com o controlador eletrônico MR2B. A interconexão
entre as duas unidades é feita através de um CAN-Bus.

O SCR-FM serve como conexão física para os componentes


periféricos do sistema SCR, como sensores e atuadores. Também
é responsável pelo envio dos dados destes periféricos ao módulo
MR2B, para que este processe as informações e determine
a quantidade de injeção de AdBlue.

O processo de diagnose do módulo SCR-FM ocorre da mesma


forma que no MR2B. Toda a parametrização do sistema SCR é
realizada somente no MR2B. Nenhum parâmetro é modificado
no módulo SCR-FM.
 Bluetec - Mercedes
Módulo MR2B: Atego (A 004 446 74 40)
Axor (A 004 446 06 40)

Conector de 16 vias
• Interface elétrica com chicote do veículo
(quadro)
• Low Speed CAN - Conexão com CPC
• High speed CAN - Conexão com SCR
- Modulo
Conexão com Sensor de Nox
Conector do Sistema OBD

Conector de 54 vias
• Interface elétrica com sensores e atuadores do motor
• Conexão direta com os seguintes componentes EURO:
•Unidade dosadora de AdBlue
•Válvula de aquecimento
 Bluetec - Mercedes
Controle de ar comprimido

Sistema Elétrico
interface motor / veículo Controle de aquecimento
Unidade de
abastecimento
de AdBlue

Módulo MR2 Módulo SCR Sensor de temperatura


e umidade

Motor Unidade dosadora

Legenda:
Barramento CAN
Tanque de AdBlue
Chicote do motor Catalisador
Chicote do veículo - quadro
Veículo
 Bluetec - Mercedes
Tanque de AdBlue

Sensor de nível
e temperatura
(A 014 542 87 17)

Temperatura °C Tensão (V)


Aprox. 27°C 0,75 a 0,85 V

Nível Tensão (V)


Aprox. 70 % 3,00 a 3,15 V
Bluetec - Mercedes

Sensor de temperatura
Catalisador na saída do catalisador
(A 006 153 05 28)

Sensor de temperatura
na entrada do catalisador
(A 006 153 05 28)

Sensor de NOx
(A 006 153 73 28)
Bluetec - Mercedes

Sensores de temperatura do catalisador

Temperatura °C Tensão (V) Resistência


70 1,00 V 250
200 1,30 V 340
300 1,50 V 410
400 1,65 V 490
600 1,92 V 620

- São utilizados dois sensores do mesmo tipo para monitoração das temperaturas antes e após a
redução química no catalisador.

- Os valores de temperatura dos gases são utilizados por algoritmos do MR2B para o controle
das funções do SCR.
 Bluetec - Mercedes
Sensor de NOx

Descrição geral:
- Este sensor consiste de um elemento sensor de cerâmica e uma unidade de controle eletrônica. Mede a concentração
de NOx, proporção ar/combustível e o equilíbrio parcial de pressão de oxigênio no escapamento de gases dos motores.
Descrição funcional:
O sensor mede em uma operação amperiométrica a concentração de oxigênio pelo escapamento através de uma barreira
difusora dentro da primeira cavidade. A concentração de oxigênio dentro dessa cavidade é controlada com uma constante
concentração de um pouco de ppm de Nox. Outros componentes dos gases do escapamento que também entram na cavi -
dade como HC, CO e H2 são oxidados no eletrodo de bombeamento feito de platina (Pt).
Da primeira cavidade o gás de teste com pouco de ppm de O2 e Nox entra na segunda cavidade, onde o oxigênio é total-
mente removido por uma bomba auxiliar. No eletrodo de medida de equilíbrio de NO N2 + O2 é trocado pelo oxigênio re-
movido gerado pela redução de NO. A medida amperiométrica IP2 desse oxigênio gerado representa a concentração de
gases do escapamento.
Uma unidade eletrônica de controle (ECU) sustenta o poder de controle para o aquecimento do elemento sensor para
temperatura de operação. Em uma ASIC a regulação para a operação amperiométrica de todas as células de bombeamento
determina a concentração de NOx, proporção de ar/combustível e o sinal l binário é realizado. A ECU sustenta a medida a
medida da concentração de gás digitalizando via barramento CAN.
 Bluetec - Mercedes

Válvulas de controle de ar comprimido

Este conjunto de válvulas é utilizado para manter o abastecimento contínuo de ar comprimido à


unidade dosadora de AdBlue, enquanto o motor estiver em funcionamento.

Objetivos: Evitar o retorno de impurezas provenientes do injetor de AdBlue para a unidade


dosadora. Executar a limpeza das tubulações de uréia após o desligamento do motor.

Configuração: golpes de ar comprimido por até 300s após o desligamento do motor, através do
acionamento elétrico da válvula.
 Bluetec - Mercedes
Ao ligar a ignição inicia-se a rotina de checagem do sistema de pós tratamento realizada pela
ECU do motor conforme esquema abaixo: Ar (5 bar)
Sensor de
1. O ar deve passar pelo difusor e chegar ao temperatura de uréia Sensor de
sensor de pressão. Caso isto não ocorra o pressão de ar
Sensor de
software entenderá que existe obstrução e pressão de
não liberará a injeção. uréia

2. A bomba de uréia inicia seu Difusor /


funcionamento e precisa fornecer uma aquecedor
pressão mínima de 4,5 bar.
Ar (1,5 bar)
3. Estando todos os parâmetros ok, a ECU Uréia (4,8 bar)
entende que a unidade esta pronta para
injetar, porém a injeção só será iniciada
quando o catalisador atingir a temperatura
correta (de 210° a 250° dependendo dos
fatores de correção).
Válvula
4. Não ocorre injeção de uréia em marcha dosadora
lenta, mesmo que esta esteja liberada pela
ECU.
 Bluetec - Mercedes Válvula de
pressão
Válvula relé

Para que a unidade dosadora inicie seu


funcionamento, é necessário que não
haja nenhuma informação incorreta e 1,5 bar
que as pressões estejam dentro das 4,5 a 5,0 bar
faixas de trabalho.

T9
 Bluetec - Mercedes
 Caso haja cristalização na entrada ou na garganta do difusor e o
sensor de pressão de ar não efetuar leitura, o sistema entenderá que
existe entupimento e iniciará uma rotina de limpeza conforme
descrito:
1. O aquecedor permanecerá ligado por 640 seg;
2. Verifica-se se existe pressão de ar no sensor;
3. Se existir então o sistema estará pronto para injetar;
4. Caso não exista pressão o aquecedor é novamente ligado;
5. O aquecedor só entra em funcionamento se existir a
necessidade e persistindo o entupimento ele permanecerá
ligado por até 3600s, após o que a estratégia de dosagem é
interrompida e registrada a falha.

 A pressão de ar comprimido no sensor da dosadora precisa estar no


mínimo a 1,5 bar para que seja liberada a injeção de uréia.

Regiões de
 Com o veículo em funcionamento o ar comprimido passa pela unidade possível
dosadora constantemente, mesmo que esta não esteja injetando entupimento
uréia.
 Bluetec - Mercedes
Difusor de aquecimento

O difusor de aquecimento é previsto para


entrar em operação somente se necessário.
Sua função é possibilitar o desprendimento
do depósito de AdBlue no interior do difusor.
Não é previsto seu funcionamento por um
período contínuo.

Ciclos: Acionamento por 640s e


opcionalmente por 3600s, caso existam
entupimentos.
 Bluetec - Mercedes
Sensor de pressão do AdBlue
Responsável pela medição da pressão do AdBlue na galeria da unidade dosadora.

Pressão (bar) Tensão (volts)


0 0,50 V
5 4,45 V
 Bluetec - Mercedes
Sensor de temperatura do AdBlue
Responsável pela medição da temperatura do AdBlue na galeria da unidade dosadora.

Temperatura °C Tensão (V) Resistência


0 4,18 V 5400
20 3,55 V 3900
30 3,15 V 1700
40 2,70 V 1200
 Bluetec - Mercedes
Sensor de pressão de ar

Responsável pela medição da pressão da Ar na galeria da unidade dosadora.


 Bluetec - Mercedes
Válvula dosadora

A válvula dosadora é responsável


pela determinação da quantidade
de AdBlue a ser injetada. % de abertura
p/ dosagem

A quantidade exata de abertura da


válvula dosadora é determinada
pelos algoritmos de injeção de
AdBlue contidos no MR2B .
 Bluetec - Mercedes
Injetor
Disposição: AdBlue injetor está montado sobre o tubo de
ligação de escape borboleta
Estrutura de funcionamento:
O injetor serve para distribuir o Adblue na corrente de gases de
escape com a maior uniformidade possível através da condução
de dosagem. O bico injetor é aparafusado para o regulador de
pressão com a ajuda de uma flange, de modo que a cabeça de
injeção é orientado na direção do fluxo. A possibilidade de
rotação está excluída devido à forma simétrica do orifício na
flange. O pulverizador passa na extremidade inferior do injetor
através de seis orifícios com um diâmetro de 0,5 mm cada. A
injeção pode não ocorrer demasiado perto do catalisador. O
aerosol introduzido necessita de um certo tempo de espera no
tubo dos gases de escape. O aerossol é submetido durante a
viagem para uma mudança de calor e química. A distância de
separação entre a injeção e o catalisador é chamado rota da
hidrólise, com um comprimento entre 1,0 m e 2,3 m, no
máximo.
 Bluetec - Mercedes
Sensor de temperatura Sensor de pressão de ar
do AdBlue (A 000 140 43 39)
Unidade dosadora de AdBlue (A 006 153 45 28)

Difusor de aquecimento
(A 000 140 00 30)
Sensor de pressão do AdBlue
(A 006 153 44 28)

Válvula dosadora
(A 000 140 05 39)

A unidade dosadora consiste em um misturador de ar e AdBlue. Seu funcionamento depende do


controle da válvula dosadora, a qual considera os valores de pressão antes e depois da injeção e
temperatura do AdBlue como pontos de decisão para funcionamento. A válvula dosadora
determina a quantidade de AdBlue a ser injetada, juntamente com o ar comprimido.
Após o desligamento do motor, é necessário que circule ar comprimido livre de AdBlue na
região entre a entrada de ar pressurizado e a saída (Aerosol), então, devido ao desligamento da
pressão de ar, uma válvula da unidade de abastecimento é aberta e interrompe a passagem de
AdBlue.
 Bluetec - Mercedes
Unidade de abastecimento de AdBlue (Bomba): A 000 140 04 78

O objetivo deste componente é proporcionar o fornecimento de AdBlue filtrado à unidade dosadora.

A construção desta unidade consiste em dois blocos:

- um bloco de plástico, onde encontra-se a bomba acionada por motor elétrico para sucção do AdBlue e
outro bloco de alumínio, onde existe um reservatório de ar utliza para manutenção de pressão da linha do
AdBlue e também onde é feita a circulação do líquido de arrefecimento do motor.
 Bluetec - Mercedes
SCR Módulo de Bombeamento
Manutenção: Por exemplo (filtro AdBlue e acumulador pressão AdBlue)

10 6

2 4

3
5
12
11

1- Cárter da bomba 5- Bujão de rosca 9- Copo do filtro


2- Tomada de pressão de AdBlue 6- Valvula de controle do ar 10- Tomada de sucção AdBlue
3- Bujão de rosca comprimido 11- Entrada de refrigerante
4- Tomada de retorno de AdBlue 7- Alojamento do filtro 12- Saida de refrigerante
8- Filtro de AdBlue
 Bluetec - Mercedes

Amortecedor de pressão

Deve ser calibrado com 0,8 a 0,9 bar

Válvula de calibração
 Bluetec - Mercedes

Filtro da bomba

troca a cada 2 anos

Escapamento / Catalisador

sem período de troca


 Bluetec - Mercedes

Sensor de temperatura e umidade

A concentração de água no ar de admissão tem significativa


influência na emissão de NOx do motor. Por este motivo, é
prevista uma correção da função de concentração de
umidade do ar.

A concentração de umidade é calculada através da pressão


atmosférica, pressão de saturação e da umidade relativa do
ar. A pressão de saturação é uma função da temperatura da
pressão atmosférica.

A umidade relativa do ar e temperatura da pressão do ar


ambiente é proveniente de um sensor combinado, o qual
capta as duas grandezas de um mesmo local.

Possui leitura no Scanner.


 Bluetec - Mercedes

Sensor de temperatura e umidade

Sensor de umidade e
temperatura do ar
 Bluetec - Mercedes
Válvula de aquecimento do tanque de AdBlue

Conector elétrico de 2 vias


Terminais xx e yy do módulo MR2B

Saída de líquido de arrefecimento

Esta válvula controla a circulação do líquido de arrefecimento do


motor pelo tanque de AdBlue. Está posicionada no motor e
eletricamente ligada ao módulo MR2B.

Objetivos:
Evitar o congelamento do AdBlue nas tubulações, o que causaria
Entrada de líquido de arrefecimento entupimentos e interrupção de injeção.
 Bluetec - Mercedes
Válvula de aquecimento do tanque de AdBlue

1- Tomada elétrica
2- Arrefecimento do motor 17Y02
1
3- Refrigerante para o módulo de
bomba AdBlue e para dentro do
tanque de AdBlue 2

3
Tenneco – MWM
 Tenneco – MWM
 Tenneco – MWM

Maxx Force
 Tenneco – MWM – Sensores no Tanque
Aquecimento do reagente

Tubo captador do sensor


ultra sônico (nível)

Sensor de
temperatura

Pré-filtro
 Tenneco – MWM – Sensor de nível Arla 32

Respiro do tubo de nível


 Tenneco – MWM – Sensor de nível Arla 32
Sensor de nível do reservatório de Arla
MWM CUMMINS
% V DC % V DC
100 4,50 100 0,50
90 4,10 90 0,85
80 3,70 80 1,20
70 3,30 70 1,55
60 2,90 60 1,90
50 2,50 50 2,25
40 2,10 40 2,60
30 1,70 30 2,95
20 1,30 20 3,30
10 0,90 10 3,65
0 0,50 0 4,00
 Tenneco – MWM – Tampa do Reservatório Arla 32
Tampa do reservatório de arla

Válvulas de respiro
 Tenneco – MWM – Sensor de Pressão

Substitua o sensor se possuir


marcas de umidade
 Tenneco – MWM – Sensor de Pressão
Diagnóstico do sensor de pressão:

- Ligar o veículo;
- Medir tensão entre os pinos A e C (foto abaixo);
- Com a bomba funcionando a tensão deve estar por volta de 2.4V;
- Caso negativo, medir a tensão entre os pinos A e B;
- Se a tensão for menor que 5V, checar o chicote proveniente do Terminal;
- Se a tensão for igual a 5V, trocar o sensor.
 Tenneco – MWM – Bomba do Arla
Possíveis defeitos:
- Baixa Pressão
- Vazamentos
 Tenneco – MWM – Bomba do Arla

Possíveis defeitos:
- Baixa Pressão
- Vazamentos
 Tenneco – MWM – Bomba do Arla
Sinal da bomba: PWM – 24Volts
Bomba não funcional(não apresenta DTC – DCU não habilitada):
- Localize o conector da bomba (foto ao abaixo)
- Ligue o veículo
- Medir tensão nos pontos A e B utilizando agulhas (foto abaixo)
- Cuidado para não danificar o isolamento destes fios com as agulhas.

Pressão de bombeamento: 2,10 a 6,5 bar


Controlada pelo sensor de pressão
 Tenneco – MWM – Bomba do Arla
A bomba deve ciclar entre 50 e 70% Duty com motor em marcha lenta:

- Caso não haja sinal, checar o chicote (continuidade);


- Há sinal mas a bomba não funciona, aplicar 24V na bomba;
- Se não funcionar, troque a bomba;
- Se funcionar, checar os conectores e terminais quanto a corrosão e danos;
- Se houver corrosão, trocar conectores e terminais;
- Após trocas fazer o teste funcional da bomba antes de fechar a caixa de dosagem.
 Tenneco – MWM - Injetor
Injetor inoperante (Sinal PWM):
- Desconectar o conector elétrico;
- Medir resistência: 23 Ohm +- 10%;
- 0 Ohm - Curto no injetor , Infinito(OL) - fio rompido , Fora do
range - Trocar o injetor.
- Valor dentro do range: Remover o injetor sem desconectar a
tubulação de Arla;
- Ligar veículo e aplicar 24 volts(+) no conector e checar se há
injeção;
- Caso houver, há um problema com o chicote – iniciar
diagnóstico para confirmar;
- Caso não haja, trocar o injetor;
- Após realizar a troca, conectar o injetor a DCU e testar se está
injetando normalmente;

Vazamento:
- Limpe o injetor e funcione o sistema;
- Se o vazamento for no corpo, troque o injetor;
- Se o vazamento for na tubulação, troque/checar;
- Teste o sistema após as trocas.
 Tenneco – MWM - Injetor

Temperatura Máxima 300c°

O desligamento da bateria deve ocorrer apenas após 10 minutos do


desligamento da ignição do veículo.
Esta condição deve ser respeitada para não ocorrer a queima do injetor de
Arla, além do acumulo de avarias.
 Tenneco – MWM – Sensor de Temperatura

- Desconectar a conexão elétrica do sensor;


- Medir resistência do sensor (sensor frio);
- Pino 1(Branco) – Terra ; Pino 2(Cinza) – Sinal /Alimentação
Fecha o circuito com a DCU e avalia a tensão de retorno em relação a 5V.

Deve-se encontrar 216 Ohm +- 1 Ohm a 20ºC ou:

- Se o valor for 0 Ohm ou OL, há curto ou fio rompido: Trocar o sensor


- Qualquer valor fora da especificação: Trocar sensor
- Caso haja DTC e o sensor está dentro do especificado, avaliar o
chicote.

Em caso de troca do sensor, o torque


especificado é de 40,0 – 50,0 Nm
 Tenneco – MWM – Sensor de Temperatura

• Tabela de testes
 Tenneco – MWM – Substituição do Filtro do Arla 32
- Desligar o veículo;
- Aguardar 10 a 13 minutos até o ciclo final de purga;
- Desconectar as tubulações de Arla, primeiro a de saída do filtro, depois a de entrada;
- Retirar o filtro;
- Colocar o filtro novamente, no orifício de entrada: Atentar para não dobrar a borracha de
vedação.

Pressão de injeção: 5.5bar


Se inferior trocar o filtro e testar novamente com o equipamento de diagnóstico
Caso a pressão continue inferior, checar se o filtro está plugado corretamente.
 Tenneco – MWM
Possíveis defeitos no sistema

Excesso de fumaça

Baixo desempenho

Vazamento pelo tubo


de escape

Resíduos sólidos na
saída do escape
 Tenneco – MWM
Possíveis causas de defeitos

Após a limpeza o excesso na área inferior


não foi removida

Trinca na cerâmica
ocasionada por batidas no
processo de limpeza
 Tenneco – MWM
Possíveis causas de defeitos

Acúmulo de resíduos sólidos


 Tenneco – MWM *Arla de má qualidade
(produção caseira)
Possíveis causas de defeitos juntamente com uso
incorreto do combustível.

Acumulo de resíduos sólidos no funil


Catalisador
Tubo mesclador
 Tenneco – MWM *Uso de Diesel Comum
Possíveis causas de defeitos
Excesso de enxofre

Acumulo de “fuligem”
 Tenneco – MWM *Altas temperaturas e
causando problemas no
Possíveis causas de defeitos circuito antes do
Catalisador.
“Devemos gerar coragem igual ao tamanho das dificuldades
que enfrentamos.”
Dalai Lama

Fabiano Almeida
Email: fabianopiresdealmeida@gmail.com
Apoio Técnico Tecnomotor
Obrigado pela presença!