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B31.3 2014

Plano de inspeção e testes ASME B31.3


Tubulações de processo
Ensaios não destrutivos, testes de pressão, interpretações, tipos de fluidos e NR 13

BRASIL
2

Sumário










Ensaios não destrutivos....................................................................................... 3

Testes de pressão ............................................................................................... 4

Interpretações B31.3 ........................................................................................... 11

Tipos de fluidos.................................................................................................... 15

NR-13 tubulações ................................................................................................ 15





























3

EXAMES REQUERIDOS PARA TUBULAÇÕES METÁLICAS ASME B31.3


Serviço Condições
cíclicas Categoria
normal Categoria Categoria
Tubulações severas (1) M ou UM
ou U D K
(17)
(18)
Materiais e EV EV aleatório EV (11) EV aleatório 100% EV
aleatório
componentes (2)
Fabricação (3) 5% EV 100% EV EV (11) 100% EV 100% EV
Min.
Soldas longitudinais 100% 100% EV EV (11) 100% EV(16) 100% RX(15)
EV(16)
(4)
Juntas EV aleat. 100% EV EV (11) 100% EV 100% EV
(13)
flangeadas/roscadas (5)
Durante a montagem EV EV aleatório EV (11) EV aleatório EV aleatório
aleatório
(6)
Tubulação montada (7) EV 100% EV EV (11) EV 100% EV
Juntas circunferenciais 5% RX 100% RX EV (11) 20% RX (12) 100% RX(15)
(topo) (8) (14) (12)

Juntas brasadas 5% IP N/P EV (11) N/P N/P


Solda branca (estanho, N/P N/P EV (11) N/P N/P
etc)
Soldas de juntas de N/A 100% N/A N/A N/P
encaixe LP/PM
Bocas-de-lobo N/A 100% N/A N/A 100% RX(15)
(derivações) (9) LP/PM
Suportes estruturais N/A N/A N/A N/A N/A
(10)
LEGENDA:
N/P – Não permitido
RX – Radiografia (US é sempre uma alternativa aceitável e IP é uma alternativa aceitável se especificado
pela engenharia de projetos ou aprovado pelo inspetor)
US – Ultrassom
PM – Partícula magnética
LP – Líquido penetrante
EV – Ensaio visual
IP – Em processo (acompanhamento)
N/A – Nenhum requisito adicional (além do especificado de outra forma EV)
NOTAS:
(1) “Condições cíclicas severas” essencialmente apenas se aplica para fluido de serviço normal;
(2) Materiais e componentes suficientes para satisfazer o inspetor, que eles estejam conforme as
especificações e livres de defeitos;
(3) Para soldas, cada trabalho do soldador ou operador de soldagem deve ser representado;
(4) Exceto para aqueles componentes fabricados de acordo com uma especificação listada;
(5) Montagem de juntas roscadas, parafusadas e outras juntas;
(6) Ensaios durante a montagem da tubulação, incluindo alinhamento, suportes e suportes de mola;
(7) Ensaios da tubulação montada para evidência de defeitos que requereria reparo ou reposição e
para outros desvios evidentes da intenção do projeto;
(8) Soldas de juntas de topo circunferenciais;
(9) Soldas de bocas-de-lobo que não são ou não podem ser radiografadas;
(10) 100% LP ou PM é requerido se o teste de estanqueidade alternativo está para ser executado;
(11) Ensaio visual na extensão necessária para satisfazer o inspetor que componentes, materiais e o
trabalho estejam conforme os requisitos da ASME B31.3 e engenharia de projetos;
(12) Ensaio em processo (acompanhamento), se usado, deve ser suplementado por outros ensaios
não destrutivos;
4

(13) 100% EV é requerido se o teste pneumático está para ser executado;


(14) 100% RX é requerido se o teste de estanqueidade alternativo está para ser executado;
(15) US (para espessura < 13 mm) e IP não devem ser substitutos para a RX;
(16) Dentro do lote específico para radiografia das juntas circunferências, as intersecções devem ser
selecionadas entre soldas longitudinais e circunferências. Pelo menos 38 mm de cada lado deve
ser inspecionado por RX;
(17) Exceto que para categoria UM, um ensaio de uma solda de um cupom de acordo com o
parágrafo U344.8, é também um substituto aceitável da RX, quando especificado pela engenharia
de projetos ou pelo inspetor.
(18) Exceto que para categoria U, um ensaio de uma solda de um cupom de acordo com o parágrafo
U344.8, é também um substituto aceitável da RX, quando especificado pela engenharia de
projetos ou pelo inspetor.

Notas gerais:
1. Para PNº 3, 4, 5A, 5B, 5C e 15E, os ensaios devem ser executados depois do
tratamento térmico.
2. Quando um item ou trabalho é reparado, a porção reparada deve ser examinada
pelo mesmo método empregado no ensaio original.


AWS D1.1: A extensão dos ensaios é definida conforme os requisitos contratuais.
Geralmente 20% LP ou PM.

345 Testes (Tubulações de processo B31.3 2014)

345.1 Teste de pressão requerido

Antes da operação inicial e depois de completado os ensaios aplicáveis


requeridos pelo parágrafo 341, cada sistema de tubulação deve ser testado para
assegurar a estanqueidade. O teste deve ser hidrostático de acordo com o parágrafo
345.4, exceto como provado abaixo:
a) Na opção do proprietário, um sistema de tubulação na categoria D de fluído
de serviço pode ser submetido num teste de estanqueidade com o fluído de
serviço inicial de acordo com o parágrafo 345.7, no lugar do teste hidrostático.
b) Onde o proprietário considerar um teste hidrostático impraticável, um teste
pneumático de acordo com o parágrafo 345.5 ou uma combinação hidro-
peneumático de acordo com o parágrafo 345.6 pode ser substituto,
reconhecendo o perigo da energia armazenada no gás comprimido.
c) Onde o proprietário considerar o teste hidrostático e pneumático
impraticáveis, a alternativa especificada no parágrafo 345.9 pode ser usada
se ambas das seguintes condições se aplicar:
(1) Um teste hidrostático poderia:
(a) Danificar linhas ou isolamento interno;
(b) Contaminar um processo que poderia ser prejudicial, corrosivo ou
inoperativo na presença de umidade;
(c) Requerer modificações significantes de suportes para a carga do
teste hidrostático ou;
(d) Ter a presença de risco de fratura frágil devido à baixa temperatura
do metal durante o teste.
(2) Um teste pneumático poderia:
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(a) Ter a presença de um excessivo risco na possibilidade de alívio da


energia armazenada no sistema, ou;
(b) Ter a presença de risco de fratura frágil devido à baixa temperatura
do metal durante o teste.
d) A não ser que especificado pela engenharia de projetos, linhas abertas para a
atmosfera, assim como ventes ou drenos da última válvula, não precisam ser
testadas.

345.2 Requisitos gerais para testes de estanqueidade

Os requisitos no parágrafo 345.2 aplicam-se para mais de um tipo de teste de


estanqueidade.

345.2.1 Limitações sobre a pressão

a) Tensão excedendo o limite de escoamento. Se a pressão do teste produzir


uma tensão circunferencial ou longitudinal (baseada sobre a mínima
espessura de parede do tubo) acima do limite de escoamento na temperatura
do teste, a pressão do teste pode ser reduzida para a máxima pressão que
não excederia o limite de escoamento na temperatura de teste. (Ver parágrafo
302.3.2(e) e (f)).
b) Expansão do fluído de teste. Se uma pressão de teste está para ser mantida
por um período de tempo e o fluído de teste no sistema estiver sujeito à
expansão térmica, cuidados devem ser tomados para evitar excessiva
pressão.
c) Teste pneumático preliminar. Um teste preliminar usando ar numa pressão
não maior do que 170 KPa (25 psi), pode ser feito antes do teste hidrostático
para localizar maiores vazamentos.

345.2.2 Outros requisitos para o teste

a) Inspeção de vazamentos. A pressão do teste deve ser mantida pelo menos


10 minutos e então todas as juntas e conexões devem ser examinadas. A
pressão do teste pode ser reduzida para não menos do que a pressão de
projeto durante a execução da inspeção do sistema.
b) Tratamento térmico. Testes de estanqueidade devem ser conduzidos depois
de que qualquer tratamento tenha sido completado.
c) Baixa temperatura de teste. A possibilidade de fratura frágil deve ser
considerada quando conduzindo testes na temperatura do metal perto da
temperatura de transição dúctil-frágil.

345.2.3 Provisões especiais para o teste

a) Componentes de tubulação e spools. Componentes de tubulação e spools


podem ser testados separadamente ou como na tubulação montada.
b) Juntas frangeadas. Juntas flangeadas usadas para conectar acessórios de
tubulação e subconjuntos que tenha previamente sido testadas, e juntas
flangeadas em que uma raquete ou flange cego tenha sido usado para isolar
equipamentos ou outras tubulações durante o teste, não precisam ser
testadas de acordo com o parágrafo 345.1.
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c) Soldas de fechamento. A solda final conectando sistemas de tubulação ou


componentes que tenham sido testados com sucesso de acordo com o
parágrafo 345, não precisa ser testada, provado que a solda seja examinada
em-processo (acompanhamento) de acordo com o parágrafo 344.7 e passado
com 100% de ensaio de radiografia de acordo com o parágrafo 344.5 ou
100% de ensaio de ultrassom de acordo com o parágrafo 344.6.

345.2.4 Tubulação pressurizada externamente. Tubulações submetidas a


pressão externa devem ser testadas numa pressão interna de 1,5 vezes a pressão
diferencial externa, mas não menor do que 105 KPa (15psi).

345.2.5 Tubulação encamisada

a) A linha interna deve ser testada sobre as bases da pressão de projeto interna
ou externa, a que for mais crítica. Este teste deve ser executado antes de
completado o encamisamento, se for necessário para prover acesso visual
das juntas da linha interna como requerido pelo parágrafo 345.3.1.
b) A camisa deve ser testada de acordo com o parágrafo 345.1 sobre as bases
da pressão de projeto da camisa, a não ser que de outra forma especificada
pela engenharia de projetos.

345.2.6 Reparos e adições depois do teste. Se reparos ou adições são


executados depois do teste, a tubulação afetada deve ser retestada, exceto que
para menores reparos ou adições, o proprietário pode abrir mão do reteste requerido
quando medidas cuidadosas são tomadas para assegurar a sanidade da construção.

345.2.7 Registros do teste. Registros devem ser feitos de cada sistema de


tubulação durante o teste, incluindo:
a) Data do teste;
b) Identificação do sistema de tubulação testado;
c) Fluído de teste;
d) Pressão de teste;
e) Certificação dos resultados pelo inspetor.

345.3 Preparação para o teste

345.3.1 Juntas expostas. Todas as juntas, soldas (incluindo soldas de


suportes estruturais na tubulação e componentes) e uniões devem ser deixadas sem
isolamento e expostas para a inspeção durante o teste, exceto que juntas
previamente testadas de acordo com este código podem ser isoladas ou cobertas.
Todas as juntas podem ser pintadas antes do teste, a não ser que um teste sensitivo
(parágrafo 345.8) seja requerido.

345.3.2 Suportes temporários. Tubulação projetada para vapor ou gás


devem ser providas com suportes temporários adicionais, se necessário, para
suportar o peso do líquido de teste.

345.3.3 Tubulação com juntas de expansão.


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a) Juntas de expansão não restringidas depende de ancoragem externa


para resistir à forças de empurrão da pressão. Exceto como limitado no
parágrafo 345.3.3 (c), um sistema de tubulação contendo juntas de
expansão não restringidas devem ser testadas sem qualquer restrição
temporária de acordo com o parágrafo 345, até 150% da pressão de
projeto da junta de expansão. Se a requerida pressão de teste exceder
150% da pressão de projeto da junta de expansão e a ancoragem
principal não estiver projetada para resistir as forças de empurrão da
pressão na requerida pressão de teste, nesse caso, a junta de
expansão deve ser temporariamente removida ou temporariamente
restringida, deve ser adicionada restrições para suportar às forças da
pressão.
b) Juntas de expansão com foles metálicos auto restringidas (ex.: ligadas,
articuladas, pressão balanceada, etc.) tem estrutura de restrição
projetada para resistir as forças de empurrão da pressão. Exceto como
limitado no parágrafo 345.3.3 (c), um sistema de tubulação contendo
juntas de expansão auto restringidas deve ser testado de acordo com o
parágrafo 345. Uma junta de expansão auto restringida previamente
testada na oficina pelo fabricante de acordo com apêndice X, pode ser
excluída do sistema a ser testado, exceto quando um teste sensitivo de
acordo com o parágrafo 345.8 for requerido. Estruturas de restrição
para todos os tipos de juntas de expansão devem ser projetadas para
as forças de empurrão da pressão na pressão de teste.
c) Quando um fole metálico da junta de expansão estiver instalado no
sistema de tubulação submetido ao teste e a pressão de teste
determinada de acordo com o parágrafo 345 exceder a pressão do
teste executado pelo fabricante de acordo com o apêndice X, o teste
de pressão requerido deve ser reduzido para a pressão de teste do
fabricante.

345.3.4 Limites da tubulação testada. Equipamento que não está para ser
testado deve ser desconectado da tubulação ou isolado por flanges cego ou outros
meios durante o teste. Uma válvula pode ser usada, provado que a válvula (incluindo
seus mecanismos internos) estão adequados para a pressão do teste.

345.4 Teste hidrostático

345.4.1 Fluído de teste. O fluído deve ser água, a não ser que há a
possibilidade de danos devido ao congelamento ou efeitos adversos da água sobre
a tubulação ou processo (ver parágrafo F345.4.1). Nesse caso outros adequados
líquidos não tóxicos podem ser usados. Se o líquido é inflamável, seu ponto de
ignição deve ser pelo menos 49° C (120°F), e considerações devem ser dadas para
o ambiente do teste.

345.4.2 Pressão de teste. Exceto como provido no parágrafo 345.3, a


pressão do teste hidrostático em cada ponto num sistema de tubulação metálica
deve ser como segue:
a) Não menor do que 1,5 vezes a pressão de projeto;
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b) Quando a temperatura de projeto for maior do que a temperatura do


teste, a mínima pressão de teste, no ponto sob consideração, deve ser
calculada usando a equação (24).

PT = 1,5 PST/S (24)

Onde:

P = Pressão interna de projeto


PT = Pressão de teste mínima
S = Tensão permissível na componente temperatura de projeto para o
corrente material do tubo; ver Tabela A-1
ST = Tensão permissível na temperatura do teste para o corrente
material do tubo
Exemplo:

Qual é a pressão de teste hidrostático para um tubo de DN 8”, 0,322” de espessura


nominal de parede, tubo sem costura com condições de projeto de 500°F e pressão
de 400 psi? O material do tubo é ASTM A53 Gr. B e a temperatura da água do teste
é 100°F.

Solução:

Da Tabela A-1: Sc = 20,0 ksi, Sh = 18,9 ksi

Então, PT = 1,5 . 400 psi . 20,0 ksi/18,9 ksi = 635 psi

Um cálculo da tensão da pressão, (tensão circunferente), está agora executado para


determinar se o pressão do teste apenas calculada produziria valores de tensões na
ou acima da tensão do limite de escoamento (345.4.2 (c)) do ASTM A53 Gr. B,
material na temperatura do teste. O limite de escoamento em 100°F do ASTM A53
Gr. B é 35 ksi (Tabela A-1).

σh = PD/2t = 635 psi . 8,625”/2 . 0,282” = 9,711 psi

Onde, t = espessura nominal menos tolerância de laminação.


t = 0,322” – 0,125 % = 0,282”

Essa pressão hidrostática produz uma tensão circunferente menor do que 30% do
limite de escoamento do material da tubulação na temperatura do teste; Portanto, a
pressão do teste hidrostático para esse sistema é 635 psi.

c) Naqueles casos onde o sistema de tubulação não pode incluir seus


tubos, algum outro componente no sistema de tubulação, outros do
que suportes e estojos/parafusos, pode ser usado para determinar a
razão ST/S baseada sobre a tensão permissível aplicada obtida da
tabela A-1. Naqueles casos onde o sistema de tubulação pode ser feito
de comprimentos equivalentes de mais do que um material, a razão
ST/S deve ser baseada sobre o mínima razão calculada dos materiais
incluídos.
9

d) Se a pressão do teste, como definido acima, produzir uma tensão


circunferencial ou longitudinal (baseada sobre a mínima espessura de
parede) acima do limite de escoamento do material na temperatura do
teste ou uma pressão maior do que 1,5 vezes a componente da razão
na temperatura do teste, a pressão do teste pode ser reduzida para a
máxima pressão que não excederia o menor de, o limite de
escoamento ou 1,5 vezes a componente da razão na temperatura do
teste. (Ver parágrafo 302.3.2 (e) e (f)). Para foles metálicos de juntas
de expansão, ver apêndice X, parágrafo X302.2.3 (a).

345.4.3 Teste hidrostático de tubulações com vasos como um sistema

a) Onde a pressão do teste da tubulação anexada ao vaso for a mesma


ou menor do que a pressão de teste para o vaso, a tubulação pode ser
testada com o vaso na pressão de teste da tubulação.
b) Onde a pressão do teste da tubulação exceder a pressão de teste do
vaso, e não for considerado praticável isolar a tubulação do vaso, a
tubulação e o vaso pode ser testados juntos na pressão de teste do
vaso, provado a aprovação do proprietário e a pressão de teste do
vaso não seja menor do que 77% da pressão de teste da tubulação
calculada de acordo com o parágrafo 345.2 (b).

345.5 Teste pneumático

345.5.1 Precauções. Teste pneumático envolve o risco de alívio da energia


armazenada do gás comprimido. Particular cuidados devem ser tomados para
minimizar o chance de fratura frágil durante um teste pneumático. A temperatura do
teste é importante nessas considerações e deve ser considerada quando o projetista
escolhe o material da construção. Ver parágrafo 345.2.2 (c) e apêndice F, parágrafo
F323.4 e F345.5.1.

345.5.2 Dispositivo de alívio de pressão. Um dispositivo de alívio de


pressão deve ser provido, tendo uma calibração não maior do que a pressão de
teste mais o menor de, 345 KPa (50 psi) ou 10% da pressão de teste.

345.5.3 Fluido de teste. O gás usado como fluído de teste, se não o ar, não
deve ser inflamável nem tóxico.

345.5.4 Pressão de teste. A pressão de teste não deve ser menor do que 1,1
vezes a pressão de projeto e não deve exceder a menor de:
a) 1,33 vezes a pressão de projeto;
b) A pressão que produziria uma tensão circunferencial ou longitudinal
(baseada sobre a mínima espessura de parede) maior de 90% do
limite de escoamento de qualquer componente na temperatura do
teste.

345.5.5 Procedimento. A pressão deve ser gradualmente aumentada até


uma pressão medida que é a menor de, metade da pressão de teste ou 170
KPa (25 psi) for atingida, no tempo em que uma inspeção preliminar deve ser
feita, incluindo inspeção de juntas de acordo com o parágrafo 341.4.1 (a).
10

Depois, a pressão deve ser gradualmente aumentada em passos até a


pressão do teste ser alcançada, mantendo a pressão em cada passo o
bastante para equalizar deformações da tubulação. A pressão deve então ser
reduzida para a pressão de projeto antes da inspeção de estanqueidade de
acordo com o parágrafo 345.2.2 (a).

345.6 Teste hidro-pneumático

Se uma combinação hidro-pneumática for usada, os requisitos para teste do


parágrafo 345.5 devem ser encontrados e a pressão na parte preenchida de líquido
da tubulação não deve exceder os limites estabelecidos no parágrafo 345.4.2.

345.7 Teste pelo serviço inicial

Este teste é aplicado apenas para tubulações de fluído de serviço categoria


D, por opção do proprietário. Ver parágrafo 345.1 (a).

345.7.1 Fluído de teste. O fluido de teste é o fluído de serviço.

345.7.2 Procedimento. Durante ou antes da operação inicial, a pressão deve


ser gradualmente aumentada em passos até alcançar a pressão de operação,
mantendo a pressão em cada passo o tempo suficiente para equalizar as
deformações da tubulação.

345.7.3 Inspeção de vazamentos. A inspeção de vazamentos requerida pela


parágrafo 345.2.2 (a) deve ser conduzida enquanto o sistema estiver na pressão de
operação. É permissível omitir a inspeção para vazamentos de juntas e conexões
previamente testadas de acordo com este código.

345.8 Teste sensitivo

O teste deve ser o teste de bolhas – Técnica de pressão direta de acordo com
o código BPV, seção V, artigo 10, apêndice I ou outro método de teste de
estanqueidade que tem demonstrado uma sensibilidade não menor do que 10-3 std
ml/s sob condições de teste.
Quando o teste de bolhas – Técnica de pressão direta for usado:
a) A pressão de teste deve ser pelo menos a menor de, 105 KPa (15 psi)
ou 25% da pressão de projeto.
b) A pressão deve ser aumentada gradualmente até a pressão igual a
menor de, metade da pressão de teste ou 170 kPa (25 psi) for
alcançada, no tempo que uma inspeção preliminar deve ser feita.
Então a pressão deve ser gradualmente aumentada em passos até
alcançar a pressão de teste, a pressão deve ser mantida por tempo
suficiente em cada passo para equalizar as deformações da tubulação.

345.9 Teste alternativo

O seguinte procedimento e método de teste pode ser usado somente sob as


condições estabelecidas no parágrafo 345.1 (c).
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345.9.1 Ensaios de soldas. Soldas, incluindo aquelas usadas na fabricação


de tubos soldados e conexões, que não tenha sido sujeitas ao teste hidrostático ou
pneumático de acordo com este código, devem ser examinadas como segue:
a) Soldas em chanfro circunferenciais, longitudinais e espirais (costura
helicoidal) devem ser 100% radiografadas de acordo com o parágrafo
344.5 ou 100% ultrassionadas de acordo com o parágrafo 344.6.
b) Todas as soldas, incluindo soldas de suportes estruturais, não cobertas
em (a) acima, devem ser examinadas por líquido penetrante (parágrafo
344.4) ou para materiais magnéticos, o método de partícula magnética
(parágrafo 344.3).

345.9.2 Análise de flexibilidade. Uma análise de flexibilidade do sistema de


tubulação deve ter sido feita de acordo com os requisitos do parágrafo
319.4.2 (b), se aplicável, ou (c) e (d).

345.9.3 Método de teste. O sistema deve ser submetido ao teste sensitivo de


acordo com o parágrafo 345.8.

346 Registros

346.2 Responsabilidades

É responsabilidade do projetista da tubulação, do fabricante, da montadora,


como aplicável, preparar os registros requeridos por este código e pela engenharia
de projetos.

346.3 Retenção dos registros

A não ser que de outra forma especificado pela engenharia de projetos, os


seguintes relatórios devem ser retidos pelo menos por 5 anos, após a geração dos
relatórios para o projeto:
a) Procedimentos de inspeção
b) Certificado dos inspetores

Anexo A
Interpretações pertinentes ao teste de pressão B31.3

INTERPRETAÇÃO 23-15

Assunto: ASME B31.3-2008, parágrafo 345.5.5, Teste de Pressão


Data de emissão: 12 de abril de 2011
Arquivo: 11-444

Questão: A ASME B31.3 requer que um teste pneumático seja mantido na


pressão de teste pelo menos 10 minutos?

Resposta: Sim, ver parágrafo 345.2.2 (a)

INTERPRETAÇÃO 23-17
12

Assunto: ASME B31.3-2008, parágrafo 345.2.4 e 345.2.5, Pressão diferencial


externa
Data de emissão: 12 de abril de 2011
Arquivo: 11-578

Questão (1): No parágrafo 345.2.4, tubulação pressurizada externamente, o


termo “pressão diferencial externa” significa a máxima pressão diferencial entre
qualquer pressão interna e externa coincidente?

Resposta (1): Sim, ver parágrafo 301.2.1 (d).

Questão (2): O parágrafo 345.2.5, tubulação encamisada, requer testes de


pressão separados de ambos, linha interna e camisa?

Resposta (2): Sim.

INTERPRETAÇÃO 22-16

Assunto: ASME B31.3-2016, parágrafo 345.2.3 (c), Soldas de Fechamento


Data de emissão: 1 de maio de 2008
Arquivo: 08-596

Questão (1): O código permite que um sistema de tubulação consistindo de


subconjuntos de tubulação e/ou componentes ter mais de que uma solda de
fechamento?

Resposta (1): Sim.

Questão (2): O código permite que os requisitos de teste do parágrafo 345


seja substituídos por 100% de ensaios de radiografia ou ultrassom?

Resposta (2): Não.

INTERPRETAÇÃO 22-18

Assunto: ASME B31.3-2006, parágrafo 345.2.3 (a), Teste de Pressão


Data de emissão: 13 de outubro de 2008
Arquivo: 08-1241

Questão: De acordo com ASME B31.3-2006, se subconjuntos flangeados de


um sistema de tubulação tiver passado no teste de pressão separadamente, pelo
parágrafo 345.4, 345.5 ou 345.6, a B31.3 requer algum teste adicional depois da
montagem?

Resposta: Não.

INTERPRETAÇÃO 22-27

Assunto: ASME B31.3-2006, parágrafo 345.3.1, Teste Hidrostático


13

Data de emissão: 7 de abril de 2009


Arquivo: 08-1669

Questão: A ASME B31.3-2006 permite o teste hidrostático de tubulação


metálica depois que o revestimento não metálico interno seja aplicado?

Resposta: Sim.

INTERPRETAÇÃO 21-10

Assunto: ASME B31.3-2004, parágrafo 345.2.3 (c), Teste de Pressão de Soldas de


Fechamento
Data de emissão: 29 de março de 2006
Arquivo: 06-388

Questão: A ASME B31.3-2004, requer a aprovação do proprietário para


aplicar as provisões da solda de fechamento descritas no parágrafo 345.2.3 (c)?

Resposta: Não.

INTERPRETAÇÃO 21-42

Assunto: ASME B3.1-2004, parágrafo 345.2.2, Teste de Pressão, outros requisitos


de teste
Data de emissão: 2 de outubro de 2007
Arquivo: 07-1361

Questão (1): É permissível usar uma bomba para manter o sistema


pressurizado durante o período de teste?

Resposta (1): Sim.

Questão (2): Quanta pressão é aceitável cair durante um teste hidrostático?

Resposta (2): O código não endereça essa questão.

Questão (3): Há uma pressão de teste máxima permitida durante o período de


teste?

Resposta (3): Não; entretanto, ver parágrafo 345.2.1 (a) e 345.4.2.

INTERPRETAÇÃO 20-28

Assunto: ASME B31.3-2002, parágrafo 345.3.1, Teste Hidrostático


Data de emissão: 20 de maio de 2005
Arquivo: B31-05-329

Questão: De acordo com ASME B31.3-2002, poderia uma tubulação


enterrada ser testada sem a possibilidade de inspeção visual das juntas?
14

Resposta: Não, a não ser que as juntas tenham sido previamente testadas.
Ver parágrafo 345.3.1.

INTERPRETAÇÃO 20-46

Assunto: ASME B31.3-2002, Inspeção de vazamentos


Data de emissão: 18 de outubro de 2005
Arquivo: B31-05-1222

Questão: De acordo com ASME B31.3-2002, o tempo de patamar mínimo de


10 minutos referenciado no parágrafo 345.2.2 se aplica para ambos, teste
hidrostático de acordo com o parágrafo 345.4.2 e teste pneumático de acordo com o
parágrafo 345.5.4?

Resposta: Sim.

INTERPRETAÇÃO 19-10

Assunto: B31.3-1999 (adendo 2001), parágrafo 345.4.2, Pressões de teste


Data de emissão: 1 de julho de 2002
Arquivo: B31-02-02434

Questão (1): De acordo com ASME B31.3-1999 (adendo 2001), poderia a


mínima pressão de teste hidrostático de flanges e válvulas flangeadas ser calculada
de acordo com a equação (24)?

Resposta (1): Sim, exceto quando o parágrafo 345.2 (c) se aplica.

Questão (2): de acordo com ASME B31.3-1999 (adendo 2001), poderia o


projetista, o proprietário ou o usuário final se isentar dos requerimentos do parágrafo
345.4.2?

Resposta (2): Não.

INTERPRETAÇÕES 18-15

Assunto: ASME B31.3-2000, parágrafo 345.9.1, Teste Alternativo


Data de emissão: 1 de novembro de 2000.
Arquivo: B31-00-031

Questão: De acordo com ASME B31.3-2000, quando 100% de radiografia é


requerida pelo parágrafo 345.9.1 para um teste alternativo, poderia 100% de ensaio
de ultrassom de acordo com o parágrafo 344.6 ser usado no lugar da radiografia?

Resposta: Não.

Anexo B
Tipos de categoria de fluídos de serviço ASME B31.3
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TIPOS DE FLUÍDOS

• Categoria D – O fluído manuseado não é inflamável, nem tóxico e não causa


danos ao tecido humano. A pressão de projeto não excede 1035 KPa (150
PSI), 10,55 Kgf/cm² e a temperatura de projeto fica na faixa de - 29° C a 186°
C. Capítulos de I a VII da ASME B31.3. 186° C é a temperatura de saturação
do vapor em 150 PSI.
• Serviço Normal – A maioria das tubulações de processos estão nessa
categoria. Tubulação projetada, fabricada e inspecionada de acordo com os
primeiros 7 capítulos da ASME B31.3.
• Categoria M – Um fluído de serviço em que ambos dos seguintes se aplica:
1. O fluído é altamente tóxico que uma simples exposição numa pequena
quantidade do fluído, causado por vazamento, pode produzir sérios
danos irreversíveis para as pessoas, pela respiração ou contato do
corpo, sempre quando medidas restaurativas imediatas são tomadas.
2. Depois da consideração do projeto da tubulação, experiência,
condições de serviço e localização, o proprietário determina que os
requisitos para o serviço com fluído normal não previne
suficientemente a requerida resistência contra vazamentos, para a
proteção das pessoas da exposição.
• Alta Pressão K – Um fluído de serviço em que o proprietário especifica o uso
do capítulo IX para o projeto e construção da tubulação. Geralmente uma
pressão acima da permitida pela ASME B16.5 (para classe de flanges de
2500 libras).
• Alta Pureza U – Um fluído de serviço que requer métodos alternativos de
fabricação, inspeção, ensaios e testes não cobertos em outra parte do código,
com a intenção de produzir um nível controlado de limpeza. O termo assim se
aplica para sistemas de tubulação definidos para outros propósitos como alta
pureza, ultra alta pureza, higiênico ou asséptico.
• Temperatura Elevada – Um fluído de serviço em que a temperatura do metal
da tubulação está sustentada igual ou maior do que Tcr como definido na
tabela 302.3.5, nota geral (b).

Anexo C
Requisitos da norma NR-13 para tubulações

NR-13 CALDEIRAS, VASOS DE PRESSÃO DE TUBULAÇÕES

SUMÁRIO:
13.6 Tubulações

13.2 Abrangência
16

e) Tubulações ou sistemas de tubulações interligados a caldeiras ou vasos de


pressão, que contenham fluidos de classe A ou B conforme item 13.5.1.2, alínea “a)”
desta NR.

13.5.1.2 Para efeito desta NR, os vasos de pressão são classificados em categorias
segundo a classe de fluido e o potencial de risco.

a) Os fluidos contidos nos vasos de pressão são classificados conforme descrito


a seguir:
Classe A:
- Fluidos inflamáveis;
- Fluidos combustíveis com temperatura superior ou igual a 200° C;
- Fluidos tóxicos com limite de tolerância igual ou inferior a 20 ppm;
- Hidrogênio;
- Acetileno.

Classe B:
- Fluídos combustíveis com temperatura inferior a 200° C;
- Fluídos tóxicos com limite de tolerância superior a 20 ppm.

Classe C:
- Vapor de água, gases asfixiantes simples ou ar comprimido.

Classe D:
- Outro fluido não enquadrado acima.

13.6.1 tubulações – Disposições Gerais

13.6.1.1 As empresas que possuem tubulações e sistemas de tubulações


enquadradas nesta NR devem possuir um programa e um plano de inspeção que
considere, no mínimo, as variáveis, condições e premissas descritas abaixo:

a) Os fluidos transportados;
b) A pressão de trabalho;
c) A temperatura de trabalho;
d) Os mecanismos de danos previsíveis;
e) As consequências para os trabalhadores, instalações e meio ambiente
trazidas por possíveis falhas das tubulações.

13.6.1.2 As tubulações ou sistemas de tubulações devem possuir dispositivos de


segurança conforme os critérios do código de projeto utilizado, ou em atendimento
às recomendações de estudo de análises de cenários de falhas.

13.6.1.3 As tubulações ou sistemas de tubulações devem possuir indicador de


pressão de operação, conforme definido no projeto de processo e instrumentação.
13.6.1.4 Todo estabelecimento que possua tubulações, sistemas de tubulações ou
linhas deve ter a seguinte documentação devidamente atualizada:
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a) Especificações aplicáveis às tubulações ou sistemas, necessárias ao


planejamento e execução de sua inspeção;
b) Fluxograma de engenharia com a identificação da linha e seus acessórios;
c) PAR em conformidade com os itens 13.3.6 e 1.3.7;
d) Relatórios de inspeção em conformidade com o item 13.6.3.9.

13.6.1.5 Os documentos referidos no item 13.6.1.4, quando inexistentes ou


extraviados, devem ser reconstituídos pelo empregador, sob a responsabilidade
técnica de um PH.

13.6.1.6 A documentação referida no item 13.6.1.4 deve estar sempre à disposição


para fiscalização pela autoridade competente do Órgão Regional do Ministério do
Trabalho e Emprego, e para consulta pelos operadores, pessoal de manutenção, de
inspeção e das representações dos trabalhadores e do empregador na Comissão
Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA, devendo, ainda, o empregador
assegurar o acesso a essa documentação à representação sindical da categoria
profissional predominante no estabelecimento, quando formalmente solicitado.

13.6.2 Segurança na operação de tubulações.

13.6.2.1 Os dispositivos de indicação de pressão da tubulação devem ser mantidos


em boas condições operacionais.

13.6.2.2 As tubulações de vapor e seus acessórios devem ser mantidos em boas


condições operacionais, de acordo com um plano de manutenção elaborado pelo
estabelecimento.

13.6.2.3 As tubulações e sistemas de tubulação devem ser identificáveis segundo


padronização formalmente instituída pelo estabelecimento, e sinalizadas conforme a
NR-26.

13.6.3 Inspeção periódica de tubulações.

13.6.3.1 Deve ser realizada inspeção de segurança inicial nas tubulações.

13.6.3.2 As tubulações devem ser submetidas à inspeção de segurança periódica.

13.6.3.3 Os intervalos de inspeção das tubulações devem atender aos prazos


máximos da inspeção interna do vaso ou caldeira mais crítica a elas interligadas,
podendo ser ampliados pelo programa de inspeção elaborado por PH,
fundamentado tecnicamente com base em mecanismo de danos e na criticidade do
sistema, contendo os intervalos entre estas inspeções e os exames que as
compõem, desde que essa ampliação não ultrapasse o intervalo máximo de 100%
(cem por cento) sobre o prazo da inspeção interna, limitada a 10 (dez) anos.
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13.6.3.4 Os intervalos de inspeção periódica da tubulação não podem exceder os


prazos estabelecidos em seu programa de inspeção, consideradas as tolerâncias
permitidas para as empresas com SPIE.

13.6.3.5 O programa de inspeção pode ser elaborado por tubulação, linha ou por
sistema, a critério de PH, e, no caso de programação por sistema, o intervalo a ser
adotado deve ser correspondente ao da linha mais crítica.

13.6.3.6 As inspeções periódicas de tubulações devem ser constituídas de exames e


análises definidas por PH, que permitam uma avaliação da sua integridade estrutural
de acordo com normas e códigos aplicáveis.

13.6.3.6.1 No caso de risco à saúde e à integridade física dos trabalhadores


envolvidos na execução da inspeção, a linha deve ser retirada de operação.

13.6.3.7 Deve ser realizada inspeção extraordinária nas seguintes situações:

a) Sempre que a tubulação for danificada por acidente ou outra ocorrência que
comprometa a segurança dos trabalhadores;
b) Quando a tubulação for submetida a reparo provisório ou alterações
significativas, capazes de alterar sua capacidade de contenção de fluído;
c) Antes da tubulação ser recolocada em funcionamento, quando permanecer
inativa por mais de 24 (vinte e quatro) meses.

13.6.3.8 A inspeção periódica de tubulações deve ser executada sob a


responsabilidade técnica de PH.

13.6.3.9 Após a inspeção de cada tubulação, sistema de tubulação ou linha, deve


ser emitido um relatório de inspeção, com páginas numeradas, que passa a fazer
parte da sua documentação, e deve conter no mínimo:

a) Identificação da(s) linha(s) ou sistema de tubulação;


b) Fluidos de serviço da tubulação, e respectivas temperatura e pressão de
operação;
c) Data de início e término da inspeção;
d) Tipo de inspeção executada;
e) Descrição dos exames executados;
f) Resultado das inspeções;
g) Parecer conclusivo quanto à integridade da tubulação, do sistema de
tubulação ou da linha até a próxima inspeção;
h) Recomendações e providências necessárias;
i) Data prevista para a próxima inspeção;
j) Nome legível, assinatura e número do registro no conselho profissional do PH
e nome legível e assinatura de técnicos que participaram da inspeção.

13.6.3.9.1 O prazo para emissão desse relatório é de até 30 (trinta) dias para linhas
individuais e de até 90 (noventa) dias para sistemas de tubulação.
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13.6.3.10 As recomendações decorrentes da inspeção devem ser implementadas


pelo empregador, com a determinação de prazos e responsáveis pela sua execução.

Elaboração: Revisão: Aprovação:

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