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RELAÇÃO ENTRE O DIREITO INTERNO E O DIREITO INTERNACIONAL

MONISMO

A teoria monista vai ao oposto da teoria dualista e tem como ponto de partida a
unicidade do conjunto de normas jurídicas internas e internacionais.

Para esta corrente, o Direito Internacional e o Direito Interno são dois ramos
pertencentes a um só sistema jurídico. Entende-se que o Direito Internacional se aplica
diretamente à ordem jurídica dos Estados, independentemente de qualquer
transformação. Isto porque, ainda de acordo com esta corrente, a partir do momento que
um Estado assina e ratifica um tratado, isso significa a assunção de um compromisso
jurídico. Que ainda, passam a ser aplicados de forma imediata no ordenamento interno
dos Estados pactuantes.

O monismo tem como seguidores Kelsen, Verdross, Mirkine-Guetzevicth,


Lauterpacht, dentre outros.

Definidos os parâmetros e base da teoria monista, passa-se a discussão acerca do


problema hierárquico que surge quando há conflito entre as ordens jurídicas e os
critérios sobre qual deve prevalecer, se o Direito Internacional ou o Direito Interno.

Diante de uma possível divergência entre o Direito Internacional ou o Direito


Interno, a teoria monista se subdivide em duas posições: o monismo internacionalista e
o monismo nacionalista.

a) Monismo Internacionalista: Segundo esta corrente, o Direito Internacional


possui primazia quanto ao Direito Interno, em razão deste ser derivado daquele.
Tornando-se, portanto, uma ordem subordinada.
Em breve síntese, em caso de conflito entre o Direito Internacional e o Direito
Interno, de acordo com esta teoria, o Direito Internacional sempre irá prevalecer
sobre o Direito Interno.
Portanto, o Direito Interno deverá “ceder”. Isto porque, partindo da ideia de que
o Direito Interno é derivado do Direito Interno, colocá-lo em primazia seria ato
passível de nulidade.
b) Monismo Nacionalista: Esta segunda corrente, por sua vez, sustenta a primazia
da aplicação do Direito Interno, restando a adoção dos preceitos do Direito
Internacional como mera discricionariedade do Estado.
Em suma, os defensores desta corrente sustentam esta corrente baseados no pilar
da ausência no cenário internacional de uma autoridade máxima, acima de todos
os Estados, que tenha competência para obrigar os Estados a cumprirem os
tratados em sua integralidade e em detrimento do Direito Interno.

DUALISMO

A teoria dualista defende que o direito internacional e o direito interno são


ordens jurídicas distintas e independentes entre si, e que para ter validade internamente
o direito internacional precisa passar por um processo de incorporação ao direito interno
de cada País. Consequentemente, o direito internacional não criaria obrigações para o
indivíduo, salvo se suas normas fossem transformadas em direito interno, conforme as
regras adotadas por cada País para essa transformação.

Foi Alfred von Verdross que em 1914, que cunhou a expressão dualismo,
seguido de Carl Heinrich Triepel, Strupp, Walz, Listz dentre outros doutrinadores.

Também entre os dualistas existe uma divisão, segundo a forma como as normas
de direito internacional devem ser incorporadas ao ordenamento jurídico interno. Assim,
o dualismo se divide em:

a) O dualismo radical ou extremado prega que a internalização dos tratados


internacionais deve ocorrer por meio de lei.
b) O dualismo moderado ou mitigado considera que a internalização de uma
norma internacional pode ocorrer por meio de ato infralegal, como um decreto
presidencial.

Claro exemplo de país que adota o dualismo radical, o Reino Unido já afirmou e
reiterou diversas vezes, através de decisões da Câmara dos Lordes, que “um tratado não
faz parte do direito inglês a menos que, e até que, seja incorporado a esse direito por
meio da legislação”.

Posição adotada no Brasil


O Brasil adota um dualismo mitigado ou moderado para incorporar ao seu
ordenamento interno as normas de direito internacional decorrentes de tratados ou
convenções internacionais, porquanto somente depois de incorporadas ao ordenamento
jurídico interno, podem as normas de origem internacional criar direitos e deveres para
os particulares, ainda que antes disso tenha o estado em relação aos seus cocontratantes
assumido suas obrigações no plano internacional, por ratificação e depósito do
instrumento próprio.

Mesmo para os tratados que cuidam de direitos humanos há no Brasil a


necessidade de decreto presidencial para integrar a norma internacional ao ordenamento
jurídico nacional, como foi feito recentemente com a Convenção Internacional sobre os
Direitos das Pessoas com Deficiência e seu Protocolo Facultativo, promulgado pelo
Presidente da República por meio do Decreto nº 6.949, de 25.08.2009.

CONVENÇÃO DE VIENA

A Convenção de 1969 é conhecida como a convenção sobre o Direito dos


Tratados, pois a sua principal função é oferecer as normas que regulam a celebração dos
tratados internacionais. Sendo assim, ela é tida como a principal referência no que se
refere ao tema Tratados.

Há duas Convenções que regem sobre o Direito dos Tratados: A Convenção de


Viena de 1969, cuja função é regular Tratados estabelecidos entre Estados; e a
Convenção de Viena de 1986, que prevê a regulação de Tratados estabelecidos entre
Estados, Organizações Internacionais e entre estas somente. No plano internacional a
Convenção de Viena de 1969 entrou em vigor somente no ano de 1980. Já no âmbito do
ordenamento jurídico interno brasileiro, a Convenção foi ratificada em 25 de outubro de
2009 através do Decreto nº 7030/09.

A Convenção de Viena sobre Direito dos Tratados (1969), consagrou a posição


monista internacionalista em seu artigo 27, ao dizer que um Estado não pode invocar as
disposições de seu direito interno para justificar o inadimplemento de um tratado, como
já citamos acima. Portanto, para todos os efeitos, podemos afirmar que a Convenção de
Viena é monista internacionalista, ou seja, o que prevalece é a própria, ela está acima
dos ordenamentos jurídicos pátrios de cada Estado parte nela, e tais Estados devem
obediência às suas normas, acima de tudo. É dizer, em nome da segurança jurídica, a
Convenção preocupou-se em adiantar a solução para os eventuais conflitos que iriam
surgir, quando os Estados partes, para se esquivarem do cumprimento do Acordo,
usassem a obediência ao seu direito interno como justificativa. Seria grosso modo, um
“fato do príncipe internacional”, onde um Estado iria descumprir um preceito
internacional porque assim determinou um preceito nacional seu.

MECANISMO DE SOLUÇÃO DE CONTROVERSIA  

O Direito Internacional mantém o equilíbrio e a justiça nas relações


internacionais, onde tenta buscar uma solução para os litígios que tendem a surgir.

Para a solução desses conflitos, o Direito sempre buscou o diálogo como


melhor forma de resolução desses enfrentamentos. Assim sendo, quando há uma
solução para as divergências internacionais por meio de diálogo, falamos que houve
uma solução de modo pacífico. Já quando esta não é disponível e é necessário o uso da
força, dizemos que é não-pacífica.

Com objetivo de promover sempre as melhores formas de resolução dos choques


internacionais, podemos citar algumas convenções que foram realizadas como a
Convenção de Haia para a Solução Pacífica de Conflitos Internacionais de 1899, a
segunda Convenção de Haia para a Solução Pacífica de Conflitos Internacionais de
1907 e o Ato Geral para Solução Pacífica de Controvérsias Internacionais em 1928, que
é mais conhecido como Ato Geral de Arbitragem de Genebra.

Assim, pode-se citar o Decreto nº 19.841/45, que dispõe em seu Art. 1º:

Art.1º Os propósitos das Nações unidas são:

1. Manter a paz e a segurança internacionais e, para esse fim: tomar,


coletivamente, medidas efetivas para evitar ameaças à paz e reprimir os atos de
agressão ou outra qualquer ruptura da paz e chegar, por meios pacíficos e de
conformidade com os princípios da justiça e do direito internacional, a um
ajuste ou solução das controvérsias ou situações que possam levar a uma
perturbação da paz;

2. Desenvolver relações amistosas entre as nações, baseadas no


respeito ao princípio de igualdade de direitos e de autodeterminação dos povos,
e tomar outras medidas apropriadas ao fortalecimento da paz universal;
3. Conseguir uma cooperação internacional para resolver os
problemas internacionais de caráter econômico, social, cultural ou humanitário,
e para promover e estimular o respeito aos direitos humanos e às liberdades
fundamentais para todos, sem distinção de raça, sexo, língua ou religião; e

4. Ser um centro destinado a harmonizar a ação das nações para a


consecução desses objetivos comuns. 

Há atualmente diversas formas de buscar soluções pacíficas para resolverem as


controvérsias internacionais, onde podemos destacar:

Meios diplomáticos 

Os mecanismos de soluções de controvérsias aplicam-se em uma determinada


sequência e os meios diplomáticos são os primeiros.

Negociação Direta

Mecanismo em que se verifica que os próprios Estados se encontram e decidem


por sua própria iniciativa promover uma solução para o conflito. Não existe a atuação
de terceiros no cenário das relações exteriores, neste meio. Os próprios contendentes, os
próprios atores do cenário internacional que se encontra em confronto é que vão tentar
se encontrar e promover uma solução.

Sistema de Consultas

O sistema de consultas nada mais é, senão uma negociação direta


preestabelecida. Os Estados já sabendo que eventualmente podem entrar em conflito
determinam por meio de tratado internacional encontros com certa regularidade para
que possam solucionar esses confrontos que eventualmente podem surgir.

Bons Ofícios

Quando falamos em bons ofícios, temos a atuação de uma terceira figura no


cenário internacional, trata-se de um estado que não tem nenhuma relação com a
controvérsia, ele Estado vai buscar aproximar as partes, não raro, por sua própria
iniciativa, então as partes encontram a solução para o conflito. Essa atuação desse
terceiro que não tem nenhuma relação com a contenda não é substancial. Na verdade
esse terceiro ator do cenário internacional, apenas, atua como um intermediário, porque
a resolução do conflito vai surgir do encontro das próprias partes; vai apenas aproximá-
las.

Mediação

Temos a atuação de um terceiro ator no cenário das relações exteriores.


Ademais, esse terceiro ator não vai apenas aproximar os contendentes, vai aproximar e,
propor uma solução para a contenda. É importante destacar que as partes que se
encontram em confronto não estão obrigadas a seguir esta sugestão trazida pelo terceiro
ator; poderão sim seguir, mas não se vêm na obrigatoriedade, mesmo porque, apesar de
ser uma participação substancial esse terceiro Estado apenas promove uma sugestão que
pode ou não ser acatada pelas partes.  

Conciliação

Onde os próprios Estados vão designar pelo menos três atores no cenário das
relações exteriores. Esses três atores vão constituir seus representantes que, então, vão
propor uma sugestão para a solução da controvérsia. A atuação desses novos atores,
novamente, é substancial, tendo em vista, que diz respeito ao centro da questão
conflitou. No entanto, da mesma maneira, não estão os contendentes obrigados a aceitar
essa sugestão.

Inquérito

Costuma-se a afirmar que o inquérito não é, necessariamente, um mecanismo


de solução de controvérsias e, se for, deve ser considerado indireto, pois o inquérito,
nada mais é se não um instrumento composto de uma série de documentos com
informações acerca da contenda. Ele pode então ser utilizado para a aplicação em todo e
qualquer mecanismo de solução de controvérsias, desse modo, ele vai trazer inúmeras
informações que são relevantes para a solução do embate.

Se nenhum dos mecanismos diplomáticos de solução de controvérsias for


suficiente poderão ser empregados os mecanismos jurídicos e políticos.

Meios Políticos
Os meios políticos de resolução de controvérsias internacionais são aqueles que
utilizam instituição intergovernamental das nações em discussão para determinar uma
forma mais conciliatória de resolver a demanda. Quando existe conflito de certa
gravidade, desconforto no cenário internacional, que se encontra no ápice de uma
guerra, desacordos entre os Estados envolvidos, os órgãos políticos ou organizações
intergovernamentais tem por “finalidade” a solução de tais conflitos. Podem agir contra
uma das partes, quando a outra manifesta interesse, ou mesmo à controvérsia de ambas
as partes, quando o secretário geral da organização ou terceiro Estado integrante da
organização venha a se manifestar. 

Meios Jurisdicionais

Para buscar meios de soluções pacíficas para conflitos internacionais, tem-se a


jurisdição. Esta examina cada litígio e tenta resolvê-lo da melhor forma. As doutrinas
classificam os meios jurisdicionais em duas fases: a Arbitragem e a Solução Judicial, as
quais serão abordadas abaixo.

Arbitragem

A arbitragem é um sistema de pacificação de desavenças de qualquer natureza


ou causa em que, dois ou mais países, através de um ou mais árbitros que são de livre
escolha das partes e, um termo de compromisso que estabelece às normas que devem
ser obedecidas, a matéria da desavença, à indicação dos árbitros, apontando-lhes os seus
poderes e, não menos importante, a promessa de cumprimento de anuir o respeito e a
execução da posterior sentença arbitral. A escolha dos árbitros ao longo do tempo tem
sido submetida a diplomatas, chefes de Estado, jurisconsulto etc., porém atualmente
vem sendo mais utilizado um tribunal ad hoc.

Solução Judicial

Diferentemente da Arbitragem, que é aceita a longa data, a solução judicial,


teve dificuldades em ser aceita e implantada, é nova no Direito Internacional, mas vem
ganhando seu espaço nos últimos tempos.

  A Solução Judicial, assim como a Arbitragem, funciona através de jurisdição


voluntária, que requer o acordo prévio entre as partes para acionar as Cortes
Internacionais e solucionar suas controvérsias, funcionando de forma subsidiária, como
forma de complementação a jurisdição obrigatória e, além disso, os litigantes não
escolhem quem julgará.

 As decisões proferidas por uma Corte Internacional imparcial, são obrigatórias
e executáveis e as jurisprudências, são mais definidas do que os casos julgados por
árbitros, pelas normas de sua competência e pelas questões de fundo. “Aos poucos,
novos tribunais permanentes vão surgindo com o objetivo de adjudicar ampla gama de
problemas” (ACCIOLY).

Meios Coercitivos para Soluções de Litígios

Quando uma controvérsia não pode ser resolvida por meios amistosos, os
Estados recorrem ás vezes, a métodos violentos, sem irem, contudo, até a guerra. A
prática internacional tem permitido esse método de proceder que se manifesta de várias
formas, constitutivas dos chamados meios coercitivos para a solução de controvérsias.
Trata-se em tais casos, de sanções, que só deveriam caber a organismos internacionais,
em relação a seus membros.

Retorsão

É à medida que um Estado adota com o intuito de revidar de maneira idêntica à


violência ou prejuízo sofrido por outro estado. Quando um estado, no exercício legítimo
de sua soberania, resolve elevar as tarifas alfandegárias referentes às mercadorias
provenientes de determinado estado ou restringe a entrada de navios estrangeiros ou os
direitos que os nacionais de um Estado podem exercer em seu território, o estado que
sofrer tais violências terá o direito de tomar as mesmas medidas.

Represálias

São medidas mais ou menos violentas, e, em geral, contrárias a certas regras


ordinárias dos direitos das gentes, empregadas por um Estado contra o outro que viola
ou violou o seu direito ou o dos seus nacionais. E não são um delito, na medida em que
se realizam como uma reação contra um delito.
As represálias só devem ser permitidas em caso de violação flagrante do direito
internacional, por parte do estado contra o qual são exercidas. Devem constituir apenas
atos de legítima defesa, proporcionais ao dano sofrido ou à gravidade da injustiça
cometida pelo dito estado. Só se justificam como medida de necessidade e depois de
esgotados outros meios de restabelecimento da ordem jurídica violada. Devem cessar
quando seja concedida a reparação que se teve em vista obter. Seus efeitos devem
limitar-se ao Estado contra o qual são dirigidas e não atingir os direitos de particulares,
nem os de terceiros estados.

O EMBARGO e O BLOQUEIO PACÍFICO podem ser incluídos entre as formas


de represália (em tempo de paz).

 O embargo

O embargo é uma forma especial de represália, que consiste, em geral, ao


sequestro, em tempo de paz, de navios e cargas de nacionais de um Estado estrangeiro,
ancorados nos portos ou em águas territoriais do estado que lança mão desse meio
coercitivo.

Nas duas Grandes Guerras, até mesmo o Brasil utilizou o embargo quando
sequestrou embarcações, cargas e bens alemães, italianos e japoneses. Contudo, esse
meio coercitivo foi abandonado pela prática internacional e condenado pela doutrina,
pois, muitas vezes, atinge apenas simples particulares sem colaborar para o fim dos
conflitos.

 Bloqueio pacífico 

O Bloqueio Pacífico constitui outra forma de represália. Segundo Husek,


consiste em impedir, por meio de força armada, as comunicações de um país com os
demais membros da sociedade internacional, objetivando obrigar a nação coagida a
proceder de determinado modo. Trata-se de um dos meios de que o Conselho de
Segurança das Nações Unidas pode recorrer para obrigar determinado Estado a proceder
de acordo com a Carta. O referido autor aponta algumas condições exigidas para o
bloqueio pacífico, são elas: só pode ser empregado após o fracasso das negociações; que
seja efetivo; notificação oficial prévia; só obrigatório entre os navios dos estados em
litígio, e não para terceiros; e, os navios apreendidos no litígio devem ser devolvidos
após o bloqueio.

Boicotagem

É também uma forma de represália, definida em prol da interferência nas


relações comerciais, econômicas ou financeiras com um Estado considerado ofensor dos
nacionais ou dos interesses do Estado que aplica a medida. Consiste, especificamente,
na proibição de que sejam mantidas relações comerciais com os nacionais de Estado que
violou as regras de Direito Internacional. Também pode compreender a interrupção de
eventual assistência financeira e das relações comerciais. O boicote pode ser
estabelecido por ato oficial ou por particulares. Tal medida tanto pode ser empregada
em tempo de paz como em tempo de guerra, sendo utilizada, no primeiro caso, como
processo coercitivo e, no segundo, como forma de impedir o comércio neutral com
outras potências inimigas.

Rompimento das relações diplomáticas

A ruptura de relações diplomáticas ou cessação temporária das relações oficiais


entre os dois Estados pode resultar da violação, por um deles, dos direitos do outro. Mas
pode também ser empregada como meio de pressão de um Estado sobre outro Estado, a
fim de forçá-lo a modificar a sua atitude ou chegar a acordo sobre algum dissídio que os
separe.

Geralmente é ato unilateral e discricionário, porém, será obrigatório quando


houver uma resolução internacional neste sentido. Apesar do rompimento, os governos
podem continuar a manter relações por meio de outros canais. A inviolabilidade dos
locais da missão é mantida, assim como a imunidade dos agentes diplomáticos. Um
terceiro, chamado de potência protetora, passa a representar os interesses do estado com
o qual foram rompidas as relações. Essa ruptura não implica, necessariamente, no
rompimento de relações consulares e econômicas

Referências

MAZZUOLI, Valerio de Oliveira. Curso de Direito Internacional Público. – 4ª ed. – São


Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 2010.
PORTELA, Paulo Henrique Gonçalves. Direito Internacional Público e Privado. 6ª ed. –
Salvador: Editora JusPodivm, 2014.

Disponível em: http://www.publicadireito.com.br/artigos/?cod=241dfe5e876da942


acesso: 28 de agosto 2019

Disponível em: file:///C:/Users/Aluno/Downloads/660-1332-1-SM.pdf acesso: 28 de


agosto 2019

Disponivel em: https://jus.com.br/artigos/31701/formas-de-solucao-de-controversias-


internacionais acesso: 29 de agosto 2019