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1.

    INTRODUÇÃO

A delinquência conhece-se como o fenómeno de delinquir ou cometer acto fora


dos estatutos impostos pela sociedade, mas é pouco o que sobre as
verdadeiras causas pelas que um jovem pode ser introduzido neste mundo.

São diversas as causas; podem ser orgânicos, fisiológicas, patológicas,


influências externas como o médio no que se desenvolvem nos primeiros anos
de sua vida, a carência de afeto e atenção por parte dos pais ou simplesmente
má orientação.

A cerca deste tópico trata o presente trabalho de desenvolvê-lo de maneira


clara e extensa para o melhor entendimento do mesmo, bem como destacar os
factor e causas que contribuem à Delinquência Juvenil.

1.3  OBJECTIVOS

1.3.1     GERAL

         Pesquisar as causas da delinquência juvenil.

1.3.2     ESPECÍFICOS

         Localizar os factor que influem em dito comportamento.


         Comprovar que existem transtornos psiquiátricos e psicológicos que intervêm
na atitude violenta dos jovens.

         Observar como a delinquência juvenil está integrada principalmente por


marginados sociais.
         Indicar a influência dos meios de comunicação nos jovens delinquentes.
2.1  DELINQUÊNCIA JUVENIL

A delinquência juvenil compreende os comportamentos anti-sociais praticados


por menores e que sejam tipificados nas leis penais. O significado da
expressão delinquência juvenil deve restringir-se o mais possível às infracções
do Direito Penal. Foi usada pela primeira vez na Inglaterra, em 1815, por
ocasião do julgamento de cinco meninos de 8 a 12 anos de idade. Desde o
Código Criminal do Império (1830) já existia uma grande preocupação com a
criminalidade infanto-juvenil. Nelson Hungria (ano, p. 353) acredita que:

O delinquente juvenil é, na grande maioria dos casos, um corolário do menor


socialmente abandonado, e a sociedade, perdendo-o e procurando, no mesmo
passo, reabilitá-lo para a vida, resgata o que é, em elevada proporção, sua
própria culpa.

Da mesma forma em relação aos adultos, diversas causas endógenas e


exógenas influem sobre a conduta delituosa do menor. Essas causas podem
ser de natureza genética, psicológica, patológica, económica, sociológica ou
familiar. Assim como adultos psicopatas, o delinquente juvenil com essa
natureza é desprovido de sentimentos de culpa ou remorso, características
inerentes às pessoas de bem. São más em suas essências.

Todos os jovens fazem parte de um grupo com o qual se identificam. Este


grupo tem um papel fundamental na estruturação do adolescente enquanto
indivíduo social.

Um grupo social é uma unidade social estruturada de indivíduos entre os quais


se dá uma interacção frequente. Os grupos organizam-se segundo valores e
normas comuns, segundo uma cooperação com o intuito de alcançar objectivos
comuns, e também segundo a diferenciação de papéis e funções a
desempenhar num grupo.

Cada grupo tem um símbolo, uma referência, um contexto e uma forma de


pensar própria. Uns destacam-se pelas roupas, outros pelos penteados, por
atitudes radicais ou ainda por uma certa rebeldia.

A preocupação principal dos pais e educadores é quando o adolescente


pertence a um grupo cujos valores e costumes ficam à margem das normas
sociais.

Ao abordar este tema com o adolescente, e transmitir-lhe as suas inquietações,


enquanto pai ou educador, pode ser muito difícil, porquanto não se sabe à
partida se o adolescente aceitará livremente a sua opinião ou se irá recusar. No
caso de recusar a opinião pode, eventualmente originar conflitos familiares.

Há certos pontos que se deve ter em atenção quando se lida com um


adolescente:

- Não vale a pena reprovar a maneira de vestir ou de pentear do adolescente,


quando isso se identifica com o símbolo do seu "grupo de iguais".

- Há que ponderar antes de se dizer ao adolescente que o seu grupo de amigo


é uma má influência.
- Não criticar constantemente o seu grupo de amigos. O adolescente não vai
mudar de opinião relativamente ao seu grupo, pelo contrário, vai protegê-lo e
defendê-lo em todas as ocasiões.

Nunca se deve argumentar, dizendo que o adolescente em grupo faz coisas


que sozinho não teria coragem de fazer.

Em determinados casos, torna-se óbvio que o grupo de amigos do adolescente


exerce uma influência negativa sobre este, ou porque começou a consumir
drogas, a beber álcool, ou a cometer práticas delinquentes.

A influência dos grupos em que se está inserido muitas vezes influencia os


comportamentos que temos. Nem sempre as decisões ou atitudes que os
adolescentes tomam, são por vontade própria, na maioria dos casos são
influenciadas pelos amigos. Existem, também, casos em que estas decisões ou
atitudes são obrigadas.

Os adolescentes, geralmente, acabam por tomar atitudes por conformismo ou


obediência, ou seja, por pressão social directa ou indirecta do grupo a que
pertence. Uma pessoa acaba por mudar o seu comportamento para seguir as
crenças e os valores desse mesmo grupo.

Nestes casos, deve-se tentar resolver as coisas da melhor maneira, sem


pressionar, porque no início o adolescente acha que está a ter os
comportamentos correctos, e se o pressionarmos ou tentarmos resolver as
coisas de uma forma menos correcta, pode originar a revolta do adolescente, e
só piorar as coisas.

Mais do que as condições socioeconómicas, a falta de interacção entre pais e


filhos, a existência de parentes com problemas psicopatológicos e os
problemas escolares são factores determinantes para a inserção dos jovens no
mundo do crime.

Maria Delfina na sua pesquisa, conta que os pais dos infractores tinham um
distanciamento da vida quotidiana de seus filhos: tiveram dificuldades em
responder quem eram os amigos, quais eram os lugares de lazer, quais os
sonhos e expectativas de futuro. "Eles, assim, se envolviam pouco com a vida
dos filhos e tinham uma organização pouco rigorosa, não sabiam a hora que
eles chegavam em casa, nem sugeriam um limite".

Outro factor de risco para a inserção desses jovens na criminalidade


constatado na pesquisa é a afastarem-se escolar. No grupo de infractores,
apenas dois dos entrevistados tinham concluído o Ensino Básico. A maioria era
multi - repetente e apresentava histórico de não adaptação ao quotidiano
escolar. "As escolas não estão preparadas para atender aos adolescentes com
comportamentos 'desviantes' e não tem recursos para estimular esses alunos",
reclama a pesquisadora.

2.2  CAUSAS E CONSEQUÊNCIA DA DELINQUÊNCIA JUVENIL

preciso compreender que factores como a desagregação familiar, a distorção


dos valores educacionais e a falta de acompanhamento das actividades
exercidas pelos jovens vêm quebrando o modelo tradicional de família. Seja
uma criança desprovida de vida digna seja aquelas com condições económicas
favoráveis, o facto é que famílias estão sofrendo com a delinquência juvenil.

Ao partirmos da premissa de que a família exerce um papel decisivo na


personalidade dos filhos é possível compreender que a banalização da
estrutura familiar moderna, a ausência de autoridade dos pais que deixam seus
filhos exercerem uma tirania desenfreada, entre outros, são factores
condicionantes para a delinquência juvenil. Além disso, percebe-se que grande
parte desses jovens são filhos de mães solteiras, órfãos e ainda há os que são
vítimas do desamor entre os pais e as crianças, situações familiares mais
adversas que também podem levar o jovem à delinquência.
Por isso, a generalização da liberdade precoce obtida pelo jovem do século XXI
e a autonomia ao livre acesso às redes de comunicação social via internet,
deixa a juventude à mercê dos aproveitadores e criminosos que a aliciam para
prática delituosa, com a justificativa da inimputabilidade desses jovens. Em
face do evidente aumento da delinquência juvenil, a sociedade é tomada por
força do medo e da insegurança, vindo a discutir a possibilidade de diminuir a
responsabilidade penal.

Enfim, o que se pretende com o exposto é que possamos compreender que


não é suficiente a Lei ser mais severa para punir um jovem delinquente, nem
justificar suas acções delituosas, mas sim, cobrar dos nossos governantes
investimentos na educação, na geração de empregos e implantação de
medidas que visem à inclusão social. A inexistência dessas acções é danosa à
sociedade e ao progresso da juventude.

O problema da delinquência juvenil é diversificado e deve-se a vários factores,


como: a desigualdade social, o desemprego, a urbanização expansiva e
explosiva da sociedade, o afastamento do adolescente da actividade escolar e
desportiva, a falta de assistência familiar imprescindível na formação e
identidade de cada indivíduo.

O adolescente com este quadro quando não é tratado a tempo parte para o
mundo da violência e do crime.

Em todo o mundo, a violência é um desafio urgente; uma questão de ordem


económica e social, de saúde e estrutural de grande importância.

A criminalidade e a violência afectam negativamente o desenvolvimento


económico e social, aumentam o grau de exclusão social e de pobreza,
colocando em risco a cidadania e a segurança, além de reduzirem a
capacidade de governar de forma eficiente e capaz.

Ainda que as condições económicas e sociais variem entre os países e até


mesmo dentro de cada um deles, há uma paleta de factores internos e
externos que podem ser associados aos altos índices de violência e
delinquência por parte de muitos jovens.

O processo acelerado de urbanização e globalização vivido por muitos países,


além de outros factores como a pobreza, a desigualdade social, a violência
política, a precariedade dos serviços públicos, a consolidação de organizações
criminosas, o uso e tráfico de drogas (particularmente Crack, Êxtase Cocaína e
Heroína), a desintegração das relações familiares e das redes sociais, a
disponibilidade de armas ao alcance de qualquer um, e em muitos dos casos
resultantes de leilões das já antes apreendidas são frequentemente citados
como causadores do aumento da violência social.

A crise económica pela qual muitos dos países passam, fruto de políticas
macroeconómicas e de projectos irresponsáveis, debilitou seriamente a
capacidade do Estado investir em serviços públicos, especialmente nas áreas
da educação, da justiça e da saúde. A violência é um fenómeno complexo,
multifacetado, e portanto, está fora da mira desta minha exposição explorar
todas as diferentes formas de violência seja ela, (política, económica, social, e
criminal) e abordar aqui, todos os aspectos referentes ao aumento da
violência , e por consequência da Insegurança.

Investigar os principais factores estruturais que estão por trás do crescimento


da violência juvenil e discutir como a desigualdade e o empobrecimento,
reforçados por políticas macroeconómicas neoliberalistas adoptadas por muitos
dos países, aliadas à incapacidade nacional de tratar os problemas da pobreza
e da exclusão na distribuição económica, política e social dos recursos, são de
facto as principais razões da multiplicação da delinquência e da violência
juvenil. O primeiro capítulo consiste numa breve revisão da literatura sobre
crime e desigualdade. O segundo fornecerá uma análise das tendências da
criminalidade na região e uma descrição de formas actuais de delinquência
juvenil. Atenção particular será dada ao fenómeno gangue. O terceiro capítulo
investigará os factores determinantes da criminalidade e irá focar a maneira
pela qual o novo modelo económico tem contribuído para a geração de mais
pobreza e exclusão e consequentemente, de altas taxas de crimes violentos.
Além disso, irá sugerir a implementação de reformas macroeconómicas e
institucionais efectivas e necessárias para tratar as causas estruturais da
pobreza, além da adopção de estratégias integradas e eficazes para lidar com
as complexas necessidades da juventude em risco.

2.3  NATUREZA DAS MEDIDAS

Podem ser aplicadas singular ou cumulativamente aos menores sujeitos a


jurisdição do julgado de menores as medidas tutelares de protecção a
assistência ou educação prevista nesta Lei.

O julgado de menor deve, de acordo com as circunstâncias de cada caso


aplicar as medidas adequadas à protecção do menor.

No entanto as decisões relativas ao equivalente nos autos a suspensão da


medida ou do processo e a aplicação, alteração ou cessação de medidas
tutelares podem serem a todo tempo revistas, com vista a mais à mais fácil
reintegração social do menor ou em virtude de se não ter conseguido a
execução pratica da medida praticada.

2.4  A DELINQUÊNCIA JUVENIL EM ANGOLA

Surgimento da delinquência juvenil em Angola tal como qualquer outra


sociedade humana esta a sujeitar a se submeter a este fenómeno social que
afecta todas as sociedades do mundo inteiro, pelo simples facto de que quando
houve famílias, haverá sempre delinquência juvenil só que com o passar dos
tempos este mal terá tendência negativas sobre as sociedades
subdesenvolvidas como é o caso de Angola. Porque os jovens em Angola
querem ter a mesma liberdade dos povos europeus, e americanos que vem na
televisão e revista, sem estarem cientes do que o pais não oferece condições
adequadas para lhes favorecer o clima de libertinagem que os jovens europeus
e americanos de famílias ricas.

2.4.1     CAUSAS DA DELINQUÊNCIA JUVENIL (ANGOLA)

A delinquência juvenil em Angola tem as causas que as maioria dos angolanos


já conhecem muito bem a pobreza não é um excepção sabemos que o pais
esta mergulhado num conflito armado que atrasou por completo
desenvolvimento técnico social, económico e politico sabemos também que a
guerra atrasou o que de bem serio Angola hoje.

Mais com alguns anos de paz fomos empurrados de forma venturosa pela essa
correria da globalização, tardou mas conseguimos, estar por e posso com
outros países como Namíbia e África do Sul num pé de igualdade em termos
de desenvolvimento social e económico (sem esquecer a cultura. os que os
jovem aprendem de ruim nas televisões interiores, e revistas não ter visto na
TPA, mas sim nas televisão internacionais, como as parabólicas. Neste
contexto o governo nada pode fazer se não saber conscietizar os jovens, e
capitá-los nas escolas e instituições afins.    

2.4.2     FACTORES QUE INFLUENCIA NA DELINQUÊNCIA

1-      Pobreza: pobreza aflige 85% dos familiares em Angola. Parece mentira
mais muitas famílias em Angola se tem destruídos por causa da pobreza, o
cabeçalho da família não se contem com apenas uma mulher querendo sempre
ter mais um que com ele a sombras de filhos se arrastando por esta Angola e
fora deixando, algumas mulheres com a casa para criar os filhos sozinhos o
que passar dos tempos, os filhos começam por odiar seus pais e mais tarde a
sociedade em geral. Provocando conflitos miúdos nas escolas e mais tarde,
quando crescido o delinquente perfeito que a policia precisava para ganhar o
dia e preencher mais uma sala com bastardos.

2-      Educação: numa sociedade marcada por uma crescente crise de valores,
como é o caso da nossa sociedade angolana, tento em conta as perspectivas
acima abordadas gostaríamos de reflectir sobre o papel da educação no
projecto de construção de uma nova sociedade.

A educação senhores é a pedra basilar de desenvolvimento de qualquer noção,


através do qual o presente é edificado e o futuro é garantido, é acima de tudo
através dela, numa sociedade democrática e emergente que vivemos, que
criamos as condições para a formação de uma povo conscientes de seus
deveres, direitos e obrigações, pós somente projectando bons educando e
educadores visualizaremos perspectivas e horizontes positivos e benefícios
numa amanhã vindouro.

2.5  SOLUÇÃO DO PROBLEMA
2.5.1     PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS

A prevenção da delinquência juvenil é uma parte essencial da prevenção do


crime na sociedade. Ao enveredarem por actividades lícitas e socialmente úteis
e ao adoptarem uma orientação humanista em relação a sociedade e a vida, os
jovens podem desenvolver atitudes não criminais.

Uma prevenção bem-sucedida da delinquência juvenil requer esforços por


partes de toda sociedade para assegurar o desenvolvimento harmonioso dos
adolescentes, com respeito e promoção da sua responsabilidade desde a mais
tenra idade. E para melhor interpretação destes princípios orientadores, dever-
se-á seguir uma orientação centrada na criança, onde os jovens devem
desempenhar um papel activo e colaborante dentro da sociedade, não devendo
ser considerados como meros objectos da socialização .

Dever-se-á reconhecer a sociedade e a importância da implementação de


politicas sobre a prevenção da delinquência, efectuando um estudo
sistemático, na elaboração de medidas que visam evitar a criminalidade e
penalizar um menor por um comportamento que não cause sérios danos ao
seu desenvolvimento normal salvaguardando o desenvolvimento pessoal e de
todos os jovens, especialmente daqueles que manifestam perigos ou situações
de riscos sociais e que tenha a necessidade de protecção especial.

2.5.2     PRINCÍPIOS ORIENTADORES

Esses princípios devem ser interpretados e aplicados no quadro de declaração


universal dos direitos humanos. Do pacto internacional sobre os direitos
económicos, sociais, e culturais, do pacto internacional sobre os direitos civis e
políticos da declaração do direitos da criança e da convenção sobre os direitos
da criança, no contexto das regras mínimas das nações unidas, para
administração da justiça de menores, bem como de outros instrumentos e
normas relativas aos direitos, interesses e bem-estar de todas as crianças e
jovens.

Estes princípios orientadores devem ser aplicados nos contextos das


condições económicas, sociais e culturais existentes em cada estado membro.

2.5.3     PREVENÇÃO GERAIS

a. - Análise aprofundada do problema e inventariação dos problemas. Serviços


instalações e recursos disponíveis;

b. - Responsabilidade bem definida para os organismos, instituições e pessoas


envolvidos em acção de prevenção.

c. - Criar mecanismo apropriados para coordenação das acções de prevenção


entre organizações governamentais e não-governamentais;

d. - Politicas, programas e estratégias baseando em estudos de prognósticos


que devem ser constantemente vigiados e cuidadosamente avaliados durante a
implementação;
e. - Métodos para reduzir e eficácia e as oportunidades de se cometer actos de
delinquência;

f. - Envolvimento da comunidade através de uma larga gama de serviços e


programas;

g. - Recrutamento do pessoal especializado a os níveis;

h. - Escrita cooperação entre os governos centrais, provinciais, Municipais bem


como envolvimento de sectores privados cidadão representados pela
comunidade em causa, organismos responsáveis pelas questões de trabalho;

i. - Participação da juventude, nas políticas prevenção da delinquência,


incluindo recurso a comunidade, programa de assistência as vítimas, protecção
a criança, saúde, educação social, observância das leis pelas instâncias
judicias, para uma acção consertada de prevenir a delinquência juvenil.

2.6 AS DROGAS

Droga e toda qualquer substancia natural ou sintética que, introduzida no


organismo , que modifica as funções psíquicas e físicas .este vocábulo deriva
do francês drogue e do Neerlandês droog , que e equivale a coisa seca, e
define-se como narcótico entorpecente ou estupefaciente. esta substancias ,
que provocam dependem, podem ser depressoras ou estimulante ,
provocando diversos estimulo em indivíduos diferentes .

Este termo envolve também os analgésicos estimulantes , bem como os


alucinogenios ,os tranquilizantes e ainda o álcool e outra substancias
volantes .estes podem ser observados de varias formas: por intenção,
inalação ,via oral .injecção nitra venosas ou aplicadas por vias retal (supositório
).

TIPOS DE DROGAS

Quanto a sua forma podem ser classificada:

Drogas naturais(obtida através de determinadas plantas, e de alguns


minerais):ópio, maconha, psilcocibei, DMT ,liamba .

Drogas semi-sintéticas (obtidas partir de drogas naturais com alterações


químicas e, posteriormente fabricadas em laboratórios): crak cocaína, cristais
de haxixe.

Drogas sintéticas ( fabricada em laboratórios): infectariam etc.

Classificação das drogas

As drogas podem ainda classificar-Se como:


Estimulante: provocam o aumento da actividade pulmonar e diminuem
fadiga( ex. crack ,cafeína cocaína infectaria )

Depressiva diminui actividade cerebral

Ex:álcool ,diluente.

Contacta-se ainda que as droga que podem dividir das seguinte drogas:

Dragas legais: medicamentos, tabaco álcool etc.

Drogas ilegais cocaínas liamba etc.

CONSEQUÊNCIA DE DROGAS

As drogas prejudicam a saúde do homem, provocando lhes graves


consequência na sua vida pessoal, mas também no meio insere. também
provoca diminuição das actividade mental e viciam rapidamente crack, cocaína
são drogas mas perigosas e viciantes.

Factores que podem levar um individuo a consumo de drogas:

1.desequilibrio mental;

2.perda de um antiquerido;

3. falta de capacidade de adapta a um determinado meio;

4. Mas companhias
2.7  CONCLUSÃO

Feita análise minuciosa do trabalho com o tema delinquência juvenil, conclui-


se, que são muitos factores que influenciam na organização de jovens para
aderir a delinquência, temos por as empresas privadas que circundam esta
bela pátria, devem abrir oportunidade de empregos para que necessariamente
sejam empregues e estender os níveis de escolaridade a todos recantos do
pais bem como promover a formação profissional à juventude, de forma que
sejam integrados na sociedade.salientar a desagregação dos familiares,
concretamente o divórcio entre cônjuges, o desemprego, o não
acompanhamento conveniente dos filhos na idade adolescente, o mal ambiente
que os jovens levam, integração de jovem nos grupos anti-sociais a influência
de bebidas alcoólicas bem como as drogas. São estes factores enormes, que
podem levar o desamparo nos seus familiares encontrado assim os meninos de
rua bem como alguns indivíduos, aproveitam a força barata das crianças.
Assim, para termos uma sociedade sã, as famílias devem educar com precisão
os seus petizes. E concluímos ainda que para minimizar o tal fenómeno de
delinquência juvenil, o governo e seus parceiros concretamente
3.    REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Curso de Orientação Familiar. Psicologia Infantil e Juvenil. OCEANO Tomo 6.

Dr. ROURAT, Julián. Psicologia da Pubertad. Editorial Luis Miracles, S.A.


Barcelona.

EDINA M. CARMO, convecção da ONU sobre os Direitos da criança. 2ª


Edição: Luanda, (2008).

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