Você está na página 1de 12

3

SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO


PEDAGOGIA
6° E 7° PERIODO

ALEXSSANDRA SILVA DE PAULA


CÉLIA MAGALHÃES CARDOSO
LEONELLA DIANE DAMASCENO DE OLIVEIRA
VALÉRIA ALVES MARTINIANO

A INTERDICISPLINARIDADE: E A IMPORTÂNCIA DA CULTURA AFRO-BRASILEIRA E


INDÍGENA

Rolim de Moura
2017
3

Alexssandra Silva de Paula


Célia Magalhães Cardoso
Leonella Diane Damasceno De Oliveira
Valéria Alves Martiniano

A INTERDICISPLINARIDADE: E A IMPORTÂNCIA DA CULTURA AFRO-BRASILEIRA E


INDÍGENA

Trabalho apresentado ao Curso (Pedagogia) da UNOPAR -


Universidade Norte do Paraná, para a disciplina Ensino de
História e Geografia, Ensino de Matemática, Ensino de
Língua Portuguesa, Educação Física Escolar e
Psicomotricidade, Seminário Interdisciplinar VII Tópicos
Especiais I, Estágio Curricular Obrigatório II: Anos Iniciais do
Ensino Fundamental Semestres 6º Flex-7º
Profs: Lílian Gavioli de Jesus, Andressa Aparecida Lopes,
Vilze Vidotte Costa, Patrícia Alzira Proscêncio, Eloise Werle
de Almeida, Natalia Germano Gejão Diaz.
.

Rolim de Moura
2017
3

1 – INTRODUÇÃO

Mesmo após cinco séculos, uma intensa miscigenação entre povos europeus,
africanos e indígenas e uma série de mudanças sociais, ainda há, mesmo que
veladamente, a propagação do padrão europeu ou eurocêntrico, que historicamente é
considerado ou construído como superior aos indígenas e afrodescendentes, sendo
que esses dois últimos povos continuam, mesmo que de forma dissimulada, a serem
alvos de preconceitos e discriminação.
O espaço escolar, assim como outros espaços sociais, não está isento da visão
discriminatória acerca dos índios e negros, sendo que muitas vezes a escola reproduz a
visão de diferentes parcelas da sociedade, de modo que para tentar mudar essa
situação foi aprovada a lei 10.639/03, que obriga o ensino da História e Cultura Africana
e Afro-brasileira, e posteriormente a lei 11.645/08, que complementava a primeira,
acrescentando a obrigatoriedade do ensino da História e Cultura Indígena.
A lei, porém, não é garantia de que esse ensino realmente irá acontecer e que o
professor terá os meios necessários para informar aos seus alunos os conhecimentos
sobre a História e Cultura Africana e Afro-brasileira e Indígena.
No âmbito da História Escolar e da Educação diversos aspectos destas
questões, são abordados por diferentes autores. Entre esses aspectos pode-se
destacar a violência escolar, o papel de formação da escola, as relações entre
sociedade e escola e o preconceito dentro desse espaço. Entender que a escola não é
um espaço que existe à parte da sociedade é compreender que o espaço escolar e
sociedade não são distintos e que de alguma maneira o que acontece com o primeiro
reflete no segundo, e vice-versa. Segundo Edilberto Sastre:
Alguns [...] autores entendem a escola como uma parte da sociedade que
reproduz o todo das relações sociais, inclusive suas estruturas perversas e suas
relações de poder. (SASTRE, 2009:64). Apesar dessa posição por parte de
alguns autores, o próprio Sastre traz a visão de outros que entendem que
apesar das normas sociais se fazerem presente dentro da escola, elas não são
decisivas nas relações escolares (Idem, Ibdem: 69).

A partir dos olhares reportados por Sastre é possível perceber que não há como
dissociar totalmente escola e sociedade. Compreender as relações entre sociedade e
escola é fundamental para entender aquilo que ocorre no espaço escolar, pois muitas
vezes é perceptível que a escola reproduz o que acontece na sociedade, como é o
caso do preconceito étnico-racial, que assim como incide no espaço social, também
pode ser observado na escola.
Não é incomum que haja no ambiente escolar a construção e reprodução de
uma série de estereótipos, principalmente no que se refere aos afrodescendentes e
indígenas, a cultura e história desses sujeitos, que muitas vezes são marginalizados na
sociedade e consequentemente recebem o mesmo tratamento na escola.
O ambiente escolar é um espaço de inflexão de costumes e visões, como
também de ratificação de preconceitos, situação cujas raízes estão ligadas a uma
cultura de ignorância. Faltam a população, dentro e fora do sistema escolar,
4

conhecimento, memória e referência. Ainda está presente no imaginário da população


a figura do homem negro como sendo mais forte, sendo esta causa da sua escravidão,
ao mesmo tempo como sendo um ser indolente, tendo sua imagem associada à
criminalidade, sendo em situações duvidosas o suspeito em potencial. As mulheres
negras, por sua vez, são vistas como ótimas para o serviço doméstico e fora do padrão
de beleza, pois estão fora da estética do eurocentrismo.
O imaginário nacional propagado nas salas de aula está pautado na falta de
conhecimento e/ou desinteresse, tanto de alunos quanto dos profissionais da educação,
acerca da História e Cultura Afro-Brasileira. No Brasil o preconceito começa na infância,
onde a criança é exposta a literatura infantil de referências eurocêntricas, onde em seus
contos de fadas mais populares não existem princesas ou heróis negros. A questão não
está no fato de querer ser melhor ou pior, mas de tratar as diferenças em pé de
igualdade, possibilitando o acesso às histórias de outras raças (SILVA, 2009).
A Cultura Afro-Brasileira tem formas muito valiosas e não se trata de achar que
é um contexto perfeito, mas que trabalhar com tal cultura dialogando com a educação é
uma das melhores formas de combater o racismo e a violência e de apresentar a
História Afro-Brasileira em sua forma mais acessível à comunidade escolar. Para tanto
se faz necessário à realização de um trabalho que promova um contato mais realista
com a diversidade cultural afrodescendente por parte das novas gerações em contato
também com gerações anteriores, rompendo com estereótipos propagados pelo
sistema educacional há décadas.
Nos Parâmetros Curriculares Nacionais encontramos a pluralidade cultural
como um dos eixos transversais, os PCN são definidos como referenciais de qualidade
para a educação no ensino fundamental em todo país e a respeito da pluralidade
cultural nos diz que se deve respeitar e valorizar as características étnicas e culturais
dos diferentes grupos que convivem no território nacional, reconhecendo o Brasil como
um país multifacetado (BRASIL, 1997, p. 19).
Em 2007 foi criado o Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos
(PNEDH), e visa difundir a cultura de direitos humanos no país. Na esfera educacional
ganha mais importância quando direcionada ao pleno desenvolvimento humano e às
suas potencialidades, valorizando o respeito aos grupos socialmente excluídos
(BRASIL, 2007, p.26). Um dos objetivos desse plano são a formação e capacitação de
profissionais, principalmente na educação, em relação aos direitos humanos, para que
assim possam transmitir ou ensinar aos alunos a tolerância, o respeito para todos os
cidadãos independentemente de cor, raça, orientação sexual ou religião (BRASIL,
2007, p.29).
Dessa maneira vê-se o processo educacional como formador do respeito, da
valorização à diversidade, do reconhecimento do outro, assegurando desta maneira um
melhor convívio dentro e fora do ambiente escolar e formando cidadãos conscientes de
seu papel na sociedade. Este Plano propõe que a temática relacionada aos direitos
humanos, seja trabalhada de maneira transversal, ou seja, todas as disciplinas devem
inseri-la em seus conteúdos, pois ela transpassa por todas as áreas do conhecimento.
5

Desenvolvimento

Para entender os desafios da interdisciplinaridade dentro das Escolas é


necessária a definição do termo, de acordo com Zanirato (p. 5) não há um consenso em
torno de uma definição do que seja interdisciplinaridade, os autores trabalham a
definição do termo com perspectivas diferentes. A definição que mais se encaixa na
proposta dessas equipes é a de Coimbra (2000, in: ZANIRATO, p.5-6) que afirma que
ela é a junção intencional de duas ou mais disciplinas que estabelecem nexos e
vínculos entre si para alcançar um conhecimento mais abrangente, ao mesmo tempo
diversificado e unificado.
De acordo com Lenoir (1998, in: JOSÉ, p.1) a interdisciplinaridade é
categorizada em quatro finalidades, utilizaremos a ideia de interdisciplinaridade escolar
que acontece em três níveis, curricular, didático e pedagógico. A curricular deve ser
feita dentro do currículo escolar onde as disciplinas devem possuir ligações de
interdependência, convergência e complementaridade. A didática é a ação, ou seja,
articular o currículo nas situações de ensino aprendizagem através de planejamentos e
estratégias entre as disciplinas. O nível pedagógico é a atualização das ações em sala
de aula, para que a interdisciplinaridade seja feita de maneira concreta é necessário a
ação e mudança nesses três níveis dentro do ambiente escolar.
Pensando o ambiente escolar José (p. 8) aponta que:

Quando a escola se abre em um novo olhar para Educação que ministra, a


possibilidade de elaborar um Projeto Interdisciplinar começa a tomar forma,
tornando-se mais concreta. A Interdisciplinaridade passa, então, a não ser mais
vista como a negação da disciplina. Ao contrário, é justamente na disciplina que
ela nasce. Muito mais que destruir as barreiras que existem entre uma e outra,
a interdisciplinaridade propõe sua superação. Uma superação que se realiza
por meio do diálogo entre as pessoas que tornam a disciplina um movimento de
constante reflexão, criação – ação. Ação que depende, antes de tudo, da
atitude das pessoas. É nelas que habita – ou – não uma ação, um Projeto
Interdisciplinar.

A eliminação de barreiras é um modo de romper as amarras do ensino


tradicional, mudar a visão de aluno como passivo/tábulas rasas e torná-los sujeitos
ativos no processo de ensino-aprendizagem (SILVA, FONSECA, 2003, p. 35).
Pensando a definição de interdisciplinaridade e os três níveis em que ela deve
acontecer, apontarei os principais desafios de utilizar esta perspectiva de ensino dentro
das Escolas.
Pensando nesta composição, o primeiro nível que é o curricular fica difícil de
ser superado, pois neste deve-se fazer as ligações de interdependência, convergência
e complementaridade das disciplinas e como fazê-las contando apenas com a
participação de dois professores? Para que esta alteração curricular seja feita é
necessária a participação de no mínimo um professor de cada disciplina para que se
6

discutam as possibilidades de fazer as ligações supracitadas dentro dos conteúdos


estabelecidos pelas Diretrizes Curriculares.
O segundo nível é o didático e possui o mesmo problema do nível anterior, pois
precisa professores dentro da escola para pensar em situações de ensino-
aprendizagem e fazer planejamentos que abrangem mais de uma disciplina, para que
se atinja um conhecimento mais abrangente a respeito de determinado assunto.
O pedagógico é o terceiro nível a ser trabalhado, nele é feito as atualizações de
metodologias e ações utilizadas dentro das salas de aula, mas como fazê-las contando
com a participação de apenas dois professores? Desta maneira assim como nos
demais níveis, a presença de apenas dois professores na composição da equipe afeta
o trabalho interdisciplinar.
Pode-se perceber que a pouca participação de professores afeta o trabalho
interdisciplinar, pois para que ele aconteça de forma plena é necessária a mudança em
várias instâncias educacionais dentro da escola, desde o currículo escolar e
consequentemente o seu Projeto Político Pedagógico, passando pelos planejamentos
confeccionados pelos professores, até chegar à sala de aula, onde os professores
devem atualizar suas metodologias e ações para que o conhecimento que chega aos
alunos seja mais completo e visto através de vários olhares e abordagens.
A utilização de estratégias de ensino na aprendizagem por parte do docente
proporciona ao aluno diferentes ângulos de refletir sobre o mundo em que vive dando-
lhe oportunidades de concordar, discordar e criticar o que percebe, construindo seu
conhecimento progressivamente. Pimenta e Anastasiou (2002 apud MAZZIONI 2009,
p.7) entendem que “ao aprender um conteúdo, apreende também determinada forma
de pensá-lo e de elaborá-lo, motivo pelo qual cada área exige formas de ensinar e de
aprender específicas, que explicite as respectivas lógicas”.
Desenvolver práticas pedagógicas que contemplem a diversidade cultural “possibilita ao
aluno compreender-se enquanto sujeito ativo, com capacidade de transformar o seu
cotidiano” (LIMA, 2006, p.31). A proposta de intervenção pedagógica realizada não é
um fim em si, são valiosos instrumentos utilizados no desafio permanente dos docentes
que buscam estabelecer relações interpessoais com os alunados de modo que o
processo de ensino-aprendizagem cumpra os objetivos a que se propõe .
7

Conclusão

Precisamos compreender e saber utilizar o espaço que a escola é, e nos


oferece, ou seja, um espaço próprio para criarmos e ampliarmos relações, onde
desenvolvemos também um olhar crítico, valores pessoais, conceito e maneiras de ver
e conhecermos o mundo, e também a sociedade em que estamos inseridos.
A lei 11.645/08 vem trazer para a escola uma série de questões que antes eram
silenciadas, ou simplesmente ignoradas pela comunidade escolar. Essa lei é de
fundamental importância para que haja um reconhecimento da pluralidade da
sociedade brasileira, que foi e é formada por diferentes histórias e culturas, diferenças
estas que também se fazem presentes no espaço escolar.
Pensar no espaço escolar como um local de diferentes sujeitos de diferentes,
como território atravessado pela diversidade cultural, é pensar no trabalho em que o
professor exercerá enquanto mediador das relações de ensino-aprendizagem, relações
éticas e conflitos de ideologias. De forma que ensinar para os alunos que a nação
brasileira é fundamentalmente pluriétnica e que nenhum grupo ou povo é superior ao
outro, é importante para construir junto com esse aluno a noção de heterogeneidade
cultural, diferença e respeito.
8

Planejamento:

Com base nos estudos proporcionamos um planejamento de trabalho


interdisciplinar que será aplicado em todas as disciplinas tanto podem trabalhar no
período de 6 meses ou no decorrer do Ano letivo.
Desde o mais remoto dos tempos o convívio humano é marcado por conflitos,
desigualdades e tudo o mais que possa está ligado às diferenças existentes entre eles.
O preconceito é um dos problemas vivenciados com mais frequência. Este é passado
de geração a geração, levando consigo a hostilidade e o sentimento de exclusão,
levando a humanidade se dividir em grupos, onde muitos se conceituam como
“superiores” ou “melhores”. Trabalhar a cultura afro-brasileira e indígena permitirá a nós
enquanto Escola promover um resgate aos seus costumes e tradições, procurando
estar sensibilizando a população local da influência e da importância que a cultura
africana e indígena teve ao longo dos tempos em diversos setores de nossa sociedade.
Vemos também que oportunizar o resgate às contribuições dadas por esses povos a
nossa língua, culinária, costumes.... Enquanto instituição educacional, as ações aqui
descritas nos permitirão também estar permitindo que a promoção da cidadania se faça
presente em nosso cotidiano e consequentemente no currículo escolar. Fato esse que
nos norteará rumo à conscientização sobre a igualdade entre os povos. E nos fará
refletir ainda sobre a questão das diferenças. Mostrando que elas existem e são
necessárias para que nossa população tenha essa diversidade cultural tão rica e
admirada no âmbito internacional.
9

OBJETO SOCIAL DO CONHECIMENTO


LINGUAGENS E CÓDIGOS:
Língua Portuguesa;
Artes;

CIÊNCIAS NATURAIS:
Matemática;
Ciências;

CIÊNCIAS HUMANAS:
História;
Geografia;
Obs: interdisciplinaridade com educação religiosa e educação física.

OBJETIVO GERAL
Promover ações de resgate a cultura e a história dos povos africanos e
indígenas, buscando fazer uma contextualização entre realidade nacional e
realidade local.

OBJETIVOS ESPECIFICOS
Promover através da conscientização uma convivência harmônica entre as
diferenças existentes na escola;
Combater o preconceito relacionado à raça negra e indígena;
Divulgar a influência que a cultura afro e indígena exerce sobre nossa cultura;
Promover uma maior integração dos descendentes destes povos no convívio
social;
Conhecer as descendências de raças que constituem a população local;
Permitir que os alunos tenham um maior contato com a história de suas raízes;
Sensibilizar e conscientizar os alunos e comunidade civil quanto à descriminação
racial;
Promover a cidadania e a questão da igualdade entre os povos.

PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS

Muitas poderão ser as formas de abrangência do tema em sala de aula. Dentre tantas
elas podemos citar desde pesquisas, exploração dos conteúdos, até manifestações de
arte e cultura desses povos. A seguir estão uma série de sugestões para se trabalhar a
cultura afro e indígena dentro do contexto escolar:
Realizar pesquisas direcionadas ao povoamento da região, dando um enfoque
também as influências observadas em nossa cultura decorrentes dele;
10

Montar um dicionário da cultura negra e indígena baseados nas palavras


vivenciadas em nossa região;
Representar através de teatro as diferentes culturas e raças existentes e também
os preconceitos por elas vividos;
Fazer uma pesquisa de amostragem, sobre a quantidade de pessoas que se
declaram negra no lugar onde moram, fazendo em seguida um gráfico o qual pode ser
trabalhado nas aulas de matemática;
Fazer uma pesquisa sobre as formas de preconceitos vivenciadas pelas pessoas
que se declaram descendentes de africanos ou indígenas;
Montar um painel com figuras que ilustrem a arte, a cultura afro-brasileira e
indígena, procurando dar destaque aquelas que são mais presentes em nosso meio;
Trabalhar letras de músicas (sugestão - Pe. Zezinho);
Trabalhar filmes que retratem o cotidiano destes povos, seja na atualidade, seja
no passado (sugestão – cultura indígena – Tainá 02), DVD’s Tv Escola – discos: 22, 47,
48, 49, 50 (vol. II);
Estudar a vida de pessoas ilustres que descendem desses povos, assim como
Zumbi dos Palmares, João Candido, entre outros; Palestra sobre Diversidade Cultural;

Trabalhar historinhas infantis que retratem a cultura destes povos.

RECURSOS HUMANOS: 
Professor, núcleo gestor, alunos, pais, comunidade civil e funcionários em geral, órgãos
públicos;
MATERIAIS:
Aparelho de DVD, cd’s, aparelho de som, Internet, computador, cartolinas, tinta guache,
caderno, caneta, livros, pincéis, figuras, filmes, entre outros;

AVALIAÇÃO
O processo avaliativo se dará gradativamente, buscando analisar o comportamento dos
discentes frente às questões colocadas em sala e também relacionadas ao convívio
escolar.

CRONOGRAMA DE AÇÕES 
Explanação em sala do tema cultura afro-brasileira e indígena;
Palestra – Diversidade cultural;
Pesquisas quantitativas e de amostragem;
Decorrer do ano letivo;
Atividades envolvendo arte, cultura, culinária, língua...
Minidicionário da língua indígena e africana;
Painel de figuras representando a cultura e arte afro brasileira e indígena;
Apresentação de filmes;
No decorrer do ano letivo;
11

Trabalho com letras de música;


No decorrer do ano letivo;

Referências:

BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil.


Brasília, DF: Senado Federal.

BRASIL. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Lei de Diretrizes e Bases da


Educação Nacional (LDBEN). Estabelece as diretrizes e bases da Educação nacional.
Brasília: MEC, 1996.

BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais.


Brasília, 1997.

BRASIL, Lei n. 10.639 – 09 de janeiro de 2003. Brasília: Ministério da Educação,


2003.

BRASIL, Lei n. 11.645 – 10 de março de 2008. Brasília: Ministério da Educação, 2008.

COIMBRA, José de Ávila Aguiar. Considerações sobre a interdisciplinaridade.


In: ZANIRATO, Silvia Helena. Transformação do conhecimento no campo da
ciência.

LENOIR, Yves. Didática e Interdisciplinaridade: uma complementaridade necessária


e incontornável.

In: JOSÉ, Mariana Aranha Moreira. Interdisciplinaridade: as disciplinas e a


interdisciplinaridade brasileira.

LIMA, Maria Nazaré Mota de (org.). Escola plural: a diversidade está na sala: formação
12

de professores em história e cultura afro-brasileira e africana. 2. ed. São Paulo: Cortez;


Brasília: UNICEF; Salvador, BA, 2006.

MAZZIONI, Sady. As estratégias utilizadas no processo de ensino-aprendizagem:


concepções de alunos e professores de ciências contábeis. 9º CONGRESSO USP DE
CONTROLADORIA E CONTABILIDADE. São Paulo, 2009.

SASTRE, Edilberto. Panorama dos estudos sobre violência nas escolas


no Brasil: 1980 – 2009.

SILVA, Marcos; FONSECA, Selva Guimarães. Ensinar História no século XXI: em


busco do tempo entendido. Campinas: Papirus Editora, 2007SILVA, Maurício Pedro da.
Novas diretrizes curriculares para o estudo da História e da Cultura afro-brasileira
e africana: a Lei 10.639/03. EccoS. São Paulo, v9, n. 1, p.39-52, jan./jun. 2007.

SILVA, P. B. A educação dos afrodescendentes numa perspectiva histórica.


Palestra proferida no Seminário nacional de Africanidades e Afrodescendência:
formação de professores para a educação das relações étnicas, realizada em Fortaleza
– CE, nos dias 23 a 27 de março de 2009.