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ELETROCARDIÓGRAFO
E
MONITOR CARDÍACO
PARTE 1

Engenharia Biomédica - Profa. Dra. Maria Claudia F. Castro e Prof. Dr. Valter Fernandes Avelino

Eletrocardiógrafo e Monitor de ECG


 Referências:
[R1] KHANDPUR, R. S. – Biomedical Instrumentation: Technology and
Application, McGraw Hill, 2005
 [R2] CARR, J. J. & BROWN, J. M. – Introduction to Biomedical Equipment
Technology, 4a. ed., Prentice Hall, 2001
 2 – Sinais bioelétricos e eletrodos [R1]
 2.1 – Origem dos sinais bioelétricos

 5 – Registradores biomédicos [R1]


 5.1 – Eletrocardiógrafos
 6 – Sistemas de Monitoramento de Pacientes [R1]
 6.2 – Monitor Cardíaco
 8 – Eletrocardiógrafos [R2]
 8.3 – O coração como um gerador de potenciais
 8.4 – A forma de onda do ECG
 8.5 – Sistema conexões padrão
 8.6 – Outros sinais de ECG
 8.7 – O preamplificador de ECG

Os slides servem como roteiro de aula para o professor, contendo os principais tópicos que serão explorados
durantes as aulas. Podem também servir como roteiro de estudo, mas não substituem o livro texto. O livro
texto: R. S. Khandpur – Biomedical Instrumentation: Technology and Application, McGraw Hill, 2005, é o
material didático oficial da disciplina, juntamente com a bibliografia auxiliar informada.
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 Biopotenciais

• Diferença de potencial celular: por migração iônica;


• Membrana celular semipermeável: filtro iônico
seletivo (permeabilidade de K+ é maior que Na+). As
permeabilidades iônicas são sensíveis à diferença de
potencial da membrana;
• Potencial de repouso: –90 mV com relação ao
exterior da membrana celular (por diferença de
concentração iônica Na+/K+);

Diferença de
concentração
Diferença de
potencial

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 Biopotenciais
• Potencial de ação (PA): estímulo
acima de um limiar ⇒ íons Sódio (Na+)
entram na célula, alterando o potencial (PA)
para +20mV (despolarização);
• Repolarização: a membrana bloqueia
a entrada de íons Sódio (Na+) e
permite a saída de íons Potássio (K+)
⇒ retorna ao potencial de repouso

K+

Na+

Os slides servem como roteiro de aula para o professor, contendo os principais tópicos que serão explorados
durantes as aulas. Podem também servir como roteiro de estudo, mas não substituem o livro texto. O livro
texto: R. S. Khandpur – Biomedical Instrumentation: Technology and Application, McGraw Hill, 2005, é o
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 Biopotenciais
• Excitabilidade celular:
• Para disparar o potencial de ação o
estímulo deve ter uma duração
mínima (> 1 ms) e deve provocar
PA
uma variação do potencial de
membrana (> -65 mV); Na+
• Para voltar à distribuição de ATP
K+
concentração iônica de repouso Na+ K+
existe gasto de energia (ATP) →
bomba de sódio-potássio
Bomba de Sódio-Potássio

ATP → ADP + Energia


(Trifosfato de Adenosina )

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 Biopotenciais

• Propagação de potenciais de ação (PA’s): velocidade de propagação até 100 m/s)

(Fonte: http://www.dnatube.com/video/1105/Understanding-Action-Potential-and-Nerve-Impulses)

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 Biopotenciais

• Especificações elétricas e aplicações de captação de sinais de biopotenciais

Errata: Tabela 2. 1 - Bioelectric Signals [R1] valores de amplitude de ECG e EMG são em mV
(Fonte: Thakor, N. V., Biopotentials and Electrophysiology Measurement, CRC Press LLC, 2000 - <http://www.engnetbase.com>)

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 Biopotenciais

• Origem dos biopotenciais cardíacos:

PA na célula cardíaca
(captado com microeletrodo)

Sinal elétrico na superfície do


músculo cardíaco (miocárdio)
(captado com cateter endocárdico)

Sinal elétrico na superfície da pele


(Eletrocardiograma – ECG)
(captado com eletrodo de superfície)

(Fonte: Thakor, N. V., Biopotentials and Electrophysiology Measurement, CRC Press LLC, 2000 - <http://www.engnetbase.com>)

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 Sistema Cardiovascular

SA

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 Contração Cardíaca
• Como qualquer músculo, as fibras que cobrem o coração (miocárdio)
sofrem contração quando correntes elétricas (potencial de ação - PA)
atravessam esse tecido.
• O ciclo cardíaco é divido em duas etapas:
• Diástole: etapa de relaxamento quando o coração recebe o sangue
proveniente das veias (nessa etapa não há atividade elétrica porque a
carga positiva das camadas superficiais está balanceada com a carga
negativa das camadas profundas, logo o miocárdio ventricular está
polarizado);
• Sístole: etapa de contração, quando o coração ejeta o sangue para as
artérias(nessa etapa cargas positivas atravessam o tecido muscular e
despolarizam o miocárdio);
• Após alguns milisegundos o miocárdio é repolarizado e o ciclo pode
recomeçar.

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 Contração Cardíaca
mV
40 Fases da Contração:
1 0 - Despolarização
20 2
1 - Repolarização inicial
0 200 2 - Platô
t(ms)
-20 Ca++ 3 - Repolarização rápida
0 3
-40 4 - Repouso

-60
Repolarização
-80 Limiar
4
-100 ATP
Na+ (Trifosfato de Adenosina)
K+ Ca++ ATP K+
Na+ K+ K+

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 Contração Cardíaca
• Registro da atividade elétrica rítmica e sincronizada do coração;
• Os estímulos iniciam no Nódo Sino-Atrial (SA) - característica de ritmicidade
(marca-passo natural, determina a frequência cardíaca → 72 bpm);
• Onda de excitação se espalha pelos átrios (velocidade 1 m/s) provocando a
contração atrial (sístole), seguida da repolarização atrial resultando no
relaxamento (diástole) atrial (0,1 s para o processo se completar);
• Depois de 0,04 s a onda chega ao
Nódo Átrio-Ventricular (AV), que
retarda a condução por 0,12 s (garante
o término da contração do átrio antes
de iniciar a do ventrículo);
• Atingindo o Feixe de His e as Fibras de
Purkinje (velocidade 1,5 – 2,5 m/s) a
onda provoca a contração ventricular,
(sístole), seguida da repolarização
resultando no relaxamento (diástole)
ventricular (0,05 – 0,1 s),
• A contração de baixo para cima
expulsa o sangue para fora do coração.

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 Complexo QRS
Contração
Contração Repolarização
Ventricular
Atrial Ventricular

P-Q Interval Q-T Interval

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 Eletrocardiograma

• Onda P: despolarização resultando na sístole (contração) atrial


• Complexo QRS: despolarização resultando na sístole ventricular
• Onda T: repolarização resultando na diástole (relaxamento) ventricular
• Intervalo P-P: período correspondente à frequência atrial
• Intervalo R-R: período correspondente à frequência ventricular
• Parâmetros de diagnóstico:
• Amplitudes
• Durações
• Intervalos de tempo
• Amplitudes normais:
• 0,1 a 5 mV
• QRS (típico): 1 mV
• Captado na superfície do corpo:

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 Eletrocardiograma

 Registro gráfico dos potenciais elétricos correspondentes à atividade


cardíaca que precede a função mecânica;
 Pode ser captado de maneira não invasiva, permitindo diagnosticar e
acompanhar a evolução de patologias cardíacas:
• Ritmo anormal da frequência cardíaca (30 – 100 bpm)
• Taquicardia (frequência cardíaca maior que 100 bpm)
• Bradicardia (frequência cardíaca menor que 30 bpm)

• Extrassístoles;

• Bloqueios (atrial, ventricular, etc.) e silêncio sinusal;

• Fibrilação: descoordenação das fibras aos estímulos espontâneos;

• Infarto: morte, inatividade do tecido do miocárdio;

• Hipertrofia cardíaca: aumento do volume.

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 Eletrocardiograma – Derivações Bipolares
 DI: braço direito e braço esquerdo
 DII: braço direito e pé
 DIII: braço esquerdo e pé

DI

DII = DI + DIII
DIII
DII

Potencial da perna
direita (RL) é utilizado
como referência

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 Eletrocardiograma - Derivações Bipolares
(Fig. 5.4 do livro [R1])

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 Eletrocardiograma - Derivações Unipolares de Extremidades
 aVR: eletrodo explorador no braço direito → borda do ventrículo direito
 aVL: eletrodo explorador no braço esquerdo → borda do ventrículo esquerdo
 aVF: eletrodo explorador no pé esquerdo → margem inferior do coração

Potencial da perna
direita (RL) é utilizado
como referência

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 Eletrocardiograma - Derivações Unipolares de Extremidades
(Fig. 5.4 do livro [R1])

VR

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 Eletrocardiograma - Derivações no Plano Frontal

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 Eletrocardiograma – Derivações Unipolares Precordiais
 V1: 4 EID (espaço intercostal direito) → aurícula e ventrículo direitos
 V2: 4 EIE (espaço intercostal esquerdo) → aurícula e ventrículo direitos
 V3: entre V2 e V4 → zona de transição
 V4: 5 EIE e linha hemiclavicular esquerda → ventrículo esquerdo
 V5: 5 EIE e linha axilar anterior → ventrículo esquerdo
 V6: 5 EIE e linha axilar média → ventrículo esquerdo

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 Eletrocardiograma - Derivações Unipolares Precordiais
- Plano Transversal (Fig. 5.4 do livro [R1])

VSAÍDA

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 Eletrocardiograma – Resumo de Derivações

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 Eletrocardiograma – Resumo de Derivações

Plano Vertical Plano Horizontal


(Fonte: http://fisiologiaessencial.blogspot.com.br/2010/02/as- (Fonte: http://hugoveiga.atspace.com/Electrocardiograma1.htm)
derivacoes-e-seus-significados.html)

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 Eletrocardiograma

• Rotina de Interpretação:
• Identificar as derivações;
• Analisar a morfologia da onda P: arredondada, duração de 110 ms
em DII, monofásica, positiva em DI, DII e DIII, negativa em aVR;
• Verificar a frequência cardíaca (fc): função da idade e estado físico;
• Verificar o intervalo PR: 120 a 200 ms de acordo com fc/idade;
• Verificar as características do complexo QRS: duração de 50 a 100
ms, morfologia, orientação do vetor QRS;
• Verificar segmento ST: isoelétrico, variação < 100 V;
• Verificar onda T: arredondada e assimétrica, amplitude menor que
QRS, positiva em todas as derivações exceto DII, aVR, V1 e crianças;
• Verificar intervalo QT: duração de 300 ms a 460 ms, derivações V2 e
V3.

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 Eletrocardiograma – Registro Gráfico (Exame Clínico)

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Exercício 1 – Conexões de entrada de derivações unipolares de ECG
a) Discuta os fatores que devem ser considerados para a seleção dos valores dos
resistores utilizados para estabelecer o terminal central de Wilson (sem a utilização
de buffers de entrada). Descreva as vantagens e desvantagens dos valores dessas
resistências serem muito altas ou muito baixas.

b) Um engenheiro recém formado, encarregado de reduzir o custo de um equipamento


de ECG, não viu utilidade para o resistor R/2 utilizado na medição da derivação
aVR e substituiu essa resistência por um fio para simplificar o circuito. Quais as
consequências dessa modificação?

c) Projete um conjunto de conexões de resistências para os eletrodos de entrada para


medição das derivações: aVR, aVL, aVF, VR, VL e VF de modo que a impedância
de entrada mínima para qualquer eletrodo seja maior que 2,5 MΩ (sem a utilização
de buffers de entrada).

Fonte: WEBSTER, J. G. – Medical Instrumentation – Application Design - John Wiley & Sons

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