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CAPÍTULO I – HISTÓRIA, HISTORIOGRAFIA E HISTORIA DA EDUCAÇÃO: RELAÇÕES E

CONTRIBUIÇÕES

CAPÍTILO 1 Dos problemas e questionamentos desenvolvidos pelos historiadores, decorre a


necessariamente um novo olhar sobre os documentos: “A diversidade dos testemunhos históricos é
quase infinita. Tudo que o homem diz ou escreve, tudo que fabrica, tudo que toca pode e deve
informar sobre ele” Ou seja, dadas as questões colocadas, os historiadores devem buscar fontes que
possam trazer informações sobre temas que buscam pesquisar. Como as questões agora remetem as
pessoas e ao seu cotidiano , eles não podem ignorar os documentos oficiais, mas também não devem
limitar o seu registrar. Pag.25

CAP 1 - pag 17 "não devemos buscar uma verdade,ou "a" verdade em história, como se acreditava
antes, considerando que os relatos sobre um evento histórico podem ser distintos e que os
historiadores também são condicionados social, cultural e historicamente..." - Escolhi essa pequena
parte do primeiro capítulo pois, quando li e refleti sobre o que está escrito pude entender que a história
está em constante transformação/atualização e isso é muito bom, é o que deve ser feito mesmo. Para
buscar "a verdade" devemos pesquisar e não se contentar com o que temos, ouvir outras fontes, abrir
horizontes. como professores temos essa grande responsabilidade, de executar e incentivar essa
ação.

A versão do descobrimento do Brasil tem sido contestado. Historiadores querem compreender de


forma mais aprofundada como e porque os eventos e processos ocorreram, admitindo que, de acordo
com a fonte ou o sujeito historico, as percepções e explicações podem ser diferentes a respeito do
mesmo evento. No caso da chegada de Pedro Alvares Cabral, outras versões poderiam ser
encontradas, além da de Pero Vaz de Caminha (capitulo 1, pág 18) - acho interessante essa parte
porque nos faz contestar sobre como exatamente esse momento historico aconteceu, pois sempre
tivemos a visão apenas do Caminha.

Capitulo 1- A história é um registro da sociedade humana e das mudanças que acontecem ao longo do
tempo, há muitas definições e muitas maneiras de conceituá-las. “Por exemplo: Pedro Álvares Cabral
chegou ao Brasil em 22 de abril de 1500, isso de fato ocorreu há registros e estudos que comprovam a
veracidade da afirmativa. Porém, a pesquisa em história, nos dias de hoje, busca averiguar e explicar
bem mais do que datas e nomes “importantes”.” pg 18 Existem várias fontes históricas para uma
pesquisa as fontes históricas escritas que são; documentos oficiais como uma certidão de nascimento,
registro de batismo, cartas, jornais, livros. Fontes históricas materiais que são; esculturas, pinturas,
vestuários, objetos como um brinquedo. Fontes históricas orais que são; relatos, documentários,
entrevistas.

Capitulo 1- A história é um registro da sociedade humana e das mudanças que acontecem ao longo do
tempo, há muitas definições e muitas maneiras de conceituá-las. “Por exemplo: Pedro Álvares Cabral
chegou ao Brasil em 22 de abril de 1500, isso de fato ocorreu há registros e estudos que comprovam a
veracidade da afirmativa. Porém, a pesquisa em história, nos dias de hoje, busca averiguar e explicar
bem mais do que datas e nomes “importantes”.” pg 18 Existem várias fontes históricas para uma
pesquisa as fontes históricas escritas que são; documentos oficiais como uma certidão de nascimento,
registro de batismo, cartas, jornais, livros. Fontes históricas materiais que são; esculturas, pinturas,
vestuários, objetos como um brinquedo. Fontes históricas orais que são; relatos, documentários,
entrevistas.

Capítulo 1 A compreensão de que não existe “a” verdade em história não implica que toda opinião ou
“achismo” seja válido, nem que alguns eventos sejam incontestáveis. Usando o exemplo de Pedro
Álvares Cabral e sua chegada no Brasil em 22 de abril de 1500. A pesquisa em história, nos dias de
hoje, passa a explicar bem mais do que datas e nomes “importantes”. Pois até o termo descobrimento
tem sido contestado. Historiadores querem compreender de forma mais aprofundada como e por que
os eventos e processos aconteceram, de acordo com a fonte ou o sujeito histórico, as percepções e
explicações podem ser diferentes a respeito do mesmo evento. Pag. 18 É importante a evolução que a
história vem tendo com o decorrer dos anos, pois história não é só decorar datas, é pesquisar sobre os
fatos que decorreram e também ver diferentes pontos de vista sobre os acontecimentos.

CAP 1- PG 23, que diz ..Na historia edução, no Brasil, é comum ouvirmos referências a abordagem ou
pedagogia tradicional, relacionadas em sua origem aos jesuítas e a sua ação educativa no
país.observe o trecho a seguir, retirado do Ratio Studiorum- o manual pedagógico dos jesuítas, escrito
no seculo XVI e utilizado no Brasil Colonia

Cap 1. Pag Coloquei sobre as diferenças entre a história antiga e a nova história, paradigmas
tradicionais interesse essencial por política e história mundial, história linear ,volta - se para os grandes
feitos, só aceita documentos oficiais, se restringe a questões objetivas e deve ser apresentada como
ela aconteceu. Na história nova tem interesse por todos feitos humanos chamado história total, faz
análises de permanências e mudanças, transformações históricas e usava diálogo com outras áreas
do conhecimento, valoriza a vida experiência e pensamentos, aceita registros escritos, visuais e orais,
busca articular elementos individuais e coletivos para compreender o todo, aceita que uma história
pode ter mais de uma versão, a história não é objetiva tanto por parte dos envolvidos como do
historiador. P.16

O historiador pensa a história, problematiza e relaciona o passado com o tempo presente, estabelece
relações entre as continuidades e rupturas, continuidades e permanências. E o educador pensa a sua
ação nas continuidades e mudanças do tempo. Onde problematiza o tempo presente, considernando o
tempo histórico.

CAPÍTULO 1 A escola dos Annales do qual Marc Bloch é um dos fundadores que buscou renovar a
produção do conhecimento histórico, cujas proposições ganhavam força no campo historiográfico a
partir das primeiras décadas do século xx e perpassam as pesquisas realizadas na área atualmente. O
conhecimento do historiador é interpretar os fatos históricos as experiências humanas com ajuda dos
registros e vestígios do passado. Pag 16

CAPÍTULO II – EDUCAÇÃO E ESCOLARIZAÇÃO NO BRASIL COLÔNIA : CAMINHOS E


DESAFIOS INICIAIS

(Começo do capitulo 2) A parte que mais me chamou atenção foi que na Idade Média, o método de
ensino era muito parecido com o método tradicional, pois somente achavam que o aluno tinha
aprendido sobre o assunto quando ele soubesse falar o que determinado autor falou, quando falou, e
em que obra, ou seja, utilizavam da oralidade e memorização dos alunos. E isso não se aplicava
somente aos alunos, mas aos professores também, que tinham que saber tudo exatamente como
estava nos livros que tinham como referencias, e não podiam utilizar nada escrito. Pág.56

CAPÍTULO 2 - O que mais chamou minha atenção, no período medieval que a igreja só considerava
algumas disciplinas, como gramática, retórica e outras não como música, geometria, astronomia, era
considerado coisas do mundo. Já na Idade Média o ensino era "medido" conforme o aluno conseguia
repetir a fala de um determinado autor. O conhecimento era apenas transferido, não mediado e as
escolas eram vinculadas com as paróquias, monastérios e catedrais. Depois de um tempo o currículo
da escola religiosa não servia mais pois a necessidades eram para os comerciantes e da área
urbana. ,

cap 2 Para que a catequização fosse realizada, era necessário que os indígenas aprendessem a
língua portuguesa para a leitura de trechos bíblicos e o ensino da prática religiosa católica. Um dos
nomes mais conhecidos no processo de evangelização que chegaram até nós foi o do padre José de
Anchieta. Mas os jesuítas não ensinavam apenas os indígenas. Os filhos de colonos, principalmente
dos senhores de engenho, também eram educados por eles.

CAPITULO 2 PÁG 68: Por mais de dois séculos a educação jesuíta predominou na colônia, uma vez
que não havia interesse da metrópole em criar um sistema educacional. Chama minha atenção grande
período da ação jesuíta na educação e sua influência. PÁG 76: definição da função do professor:
“educar a mocidade na virtude e preservação da união cristã e da sociedade cível”
achei interessante o trecho que fala sobre a Reforma Protestante, que de certa forma começou a
defender a autonomia das pessoas em relação ao domínio da Igreja Católica. CAP 2, PÁG. 59
A partir do século XVII, o capitalismo começou a ser instaurado, a burguesia se fortaleceu e o
Absolutismo predominava. As ideias voltaram- se ao racionalismo e ao renascimento científico, o que
levou pedagogos a buscarem métodos de ensino. O desafio que se colocavam os pedagogos era
encontrar e propor um método de ensino que atendesse às novas exigências, próprias daquele
contexto. PG:69 Podemos perceber esse mesmo desafio nos dias atuais, com tantas tecnologias e
inovações os professores e pedagogos precisam encontrar novos métodos de ensino.

CAPÍTULO III – BRASIL IMPERIAL E PRIMEIRA REPÚBLICA : PRÍNCIPIOS DE


INSTITUCIONALIZAÇÃO DO ENSINO PÚBLICO

algo interessante foi sobre os cursos técnicos no Brasil que ocorreu ali no período colonial. Mas com a
vinda da família real ao Brasil havia uma excassez na mão de obra ou seja eles começaram a ensinar
certos ofícios a crianças órfãs eles acabavam sendo internados e só depois de um tempo poderiam
escolher a quem "servir". Outro fato interessante também foi que a metrópole sempre procurou impedir
as ideias iluministas pois sentir-se ameaçada pág 103. E no capítulo dois algo que achei importante foi
que mesmo depois de uma constituição de um estado laico Portugal ainda defende muito as idéias e a
cultura da religião católica pág 103 capítulo 3

No capitulo 3, a educação era básica, de acordo com os intelectuais na página 93, ´`educação do povo
não poderia ser decidida pelo povo``, para que as pessoas acreditassem somente naquilo que o
professor ensinava, buscando só a alfabetização,os calculos, ... e não se permitindo o questionamento
políticos, caso o povo tivesse um pouco mais de estudos e aprofundamentos de visão no contexto
político da época.

(CAP 3 ) Processos educacionais da Europa que influenciaram no Brasil: ⦁ Poder burgues consolidado.
⦁ O consenso era de que a educação não poderia ser decidida pelo povo ⦁ Oposição do regime
aristocratico e feudau. ⦁ 1848 luta do proletariado. ⦁ Unificação entre italia e alemanha. ⦁ Colonias se
tornam independentes. ⦁ Confronto Riqueza e pobreza Jornada de trabalho acima de 14 hrs. ⦁
Fortificação do movimento dos trabalhadores, revolucionando em oposição a burguesia. ⦁ Escolas
tradicionais religiosas , Urbanização e industrialização .

cap 3 Segundo a Constituição de 1824, a todos cidadãos, mas não garantida a oferta e nem a iniciativa
de quem seria essa responsabilidade Veiga (2007) compreendia que seriam excluídos da categoria de
cidadão apenas os escravos,porém, de certa forma, a escola publica do Império voltava-se para a
população "pobre,negra,e mestiça portadores de 'hábitos e valores rudes',não afeita ás normas sociais
nem ao comprimento dos deveres e por isso passível de ser sivilizado"(p.149) PG 98

CAPÍTULO IV- ESCOLARIZAÇÃO NO SÉCULO XX INSTITUCIONALIZAÇÃO DE SISTEMAS DE


ENSINO NO BRASIL

O que eu mais achei interessante foi o final do capítulo 4, que explica sobre a educação e
escolarização no contexto do final do séc. XX e do início do XXI. É mostrado as tabelas e explicado
sobre o aumento de estabelecimentos e matrículas no início de 1990 nas modalidades e níveis em
educação infantil, ensino fundamental, ensino médio, ensino superior, educação especial e educação
de jovens e adultos. Na educação infantil a rede municipal é a principal responsável pelo atendimento,
e em seguida a rede privada. No ensino fundamental- Anos Iniciais a rede municipal é maior e nos
Anos Finais é a rede estadual. No ensino médio tem mais alunos na rede estadual do que na rede
privada. No ensino superior, as instituições privadas são as responsáveis por mais de 75% do
atendimento. No final do séc. XX o numero de vagas da educação infantil e do ensino médio cresceu,
porém ainda é insuficiente.

Cap 4 A importância que o século XX trouxe para a educação foi bastante significativa, em especial, o
avanço da educação popular e a sua redemocratização, que foram contribuintes não somente para
uma nova escola, mas também para o legado da história e memória do Brasil
No capítulo 4 nos mostra grandes avanços de leis na educação, teve constituição de 1967 onde
tentaram atualizar a constituição de 1946 e com isso houve diversas campanhas como "diretas já", lei
de reforma do ensino médio, a gratuidade do ensino nos níveis iniciais e só não poderia ter ensino
superior gratuito no ensino superior a todos brasileiros por falta de verba e que aqueles que puderem
usufruir disso que teriam que ser "merecedores" como escrito no livro. pág 145

CAP 4, página 147/148- nessa página o capítulo traz a lei de nº 5.692/1971 e explica um pouco do
reflexo que ela produziu (o destaque foi para a perda de espaço das disciplinas de História e
Geografia) e o que me chamou a atenção foi isso e o aumento de cursinhos preparatórios e a
formação aligeirada- como o livro cita, dos professores (licenciaturas curtas com dois anos de
duração). Por que me chama a atenção? parece muito com a situação que vivemos hoje, pois a escola
vai além de ensinar somente matérias que irão favorecer o momento em que o país está passando
(por ex preparar alunos para trabalhos que fortaleçam o capital etc), não que isso seja ruim até porque
sou muito a favor de um país que cresça economicamente, porém a escola é um espaço de formação
plena e os alunos merecem o total direito de conhecer todas as faces da aprendizagem, para se
descobrirem também pois não serão todos que seguirão à uma universidade ou cursos renomados;
precisamos de historiadores, de geógrafos e de pessoas para trazer a arte portões à fora. Sou a favor
do conhecimento em um todo e que cada pessoa tenha o direito de ver e avaliar tudo para assim
formar uma opinião sobre os assuntos e não serem privados de conhecerem tais. Tudo isso é muito
parecido com os dias de hoje, em que algumas matérias estão sendo deixadas de lado e também
profissionais da educação sendo substituídos por pessoas sem formação na área ou com
"experiências" básicas, mas que infelizmente não contempla nossa formação em um todo, e não é isso
que nossos alunos merecem.

CAP 4:a importância da criação do Conselho nacional de Educação por Francisco Campos para a
organização do sistema de ensino. pág 132:

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