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Scarlett Marton

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Scarlett Marton

Marton no Café Filosófico de Campinas em 17 de outubro de 2008


Nome completo Scarlett Zerbetto Marton
15 de janeiro de 1951 (69 anos)
Nascimento
São Paulo
Nacionalidade brasileira
Universidade de São Paulo,
Alma mater
Université Paris I Sorbonne
Ocupação Professora de filosofia
Nietzsche, das forças cósmicas aos valores humanos,
Extravagâncias. Ensaios sobre a filosofia de Nietzsche,
Principais trabalhos
A irrecusável busca de sentido. Autobiografia intelectual,
Nietzsche, seus leitores e suas leituras
Scarlett Marton (São Paulo, 15 de janeiro de 1951) é uma filósofa brasileira
especialista na filosofia de Friedrich Nietzsche. Formou-se em Filosofia pela
USP; prosseguiu os estudos na Sorbonne; defendeu o doutorado e a livre-
docência em Filosofia na USP. Professora titular de história da
filosofia contemporânea da Universidade de São Paulo (USP), é considerada
uma das maiores conhecedoras do pensamento nietzschiano.

Fundou o GEN – Grupo de Estudos Nietzsche (https://gen-


grupodeestudosnietzsche.net); criou os Cadernos
Nietzsche (http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&pid=2316-
8242&lng=pt&nrm=iso); é editora-responsável da coleção de livros “Sendas &
Veredas”; concebeu e implementou junto à ANPOF o GT Nietzsche.

Faz parte do conselho científico do grupo de pesquisa internacional


HyperNietzsche (http://www.hypernietzsche.org/pt-pt/), dos Nietzsche-Studien
(https://www.degruyter.com/view/serial/16018), dos Monographien und Texte
zur Nietzsche-Forschung (https://www.degruyter.com/view/serial/16098), além
de várias revistas brasileiras e estrangeiras.

É autora de doze livros, sendo dez sobre a filosofia de Nietzsche. Organizou


ainda seis obras sobre a recepção do pensamento nietzschiano em diversos
países.

Publicou ensaios em livros e revistas especializadas no Brasil, na Alemanha, na


França, na Itália, na Áustria, na Espanha, em Portugal, nos Estados Unidos, na
Colômbia, na Venezuela, na Bolívia, na Argentina e no Chile.

Índice

• 1 Livros:

• 2 Capítulos ou partes de livros:

• 3 Artigos publicados em revistas científicas:

• 4 Edições de obras, revistas e livros coletivos

• 5 Traduções (do inglês, francês e alemão):

• 6 Ver também

• 7 Referências

• 8 Ligações externas
Livros:[editar | editar código-fonte]
1. A morte como instante de vida, Curitiba, Pucpress, 2018.

2. Nietzsche y « la nueva concepción del mundo », Córdoba, Editorial Brujas,


2017.

3. Nietzsche em chave hispânica, organisation, introduction et notes, São


Paulo, Loyola, 2015.

4. Nietzsche e a arte de decifrar enigmas. Treze conferências europeias, São


Paulo, Loyola, 2014.

5. Sujeito, décadence e arte. Nietzsche e a modernidade, organisation et


introduction en collaboration avec M. Branco et J. Constâncio, Lisboa, Tinta da
China, 2014.

6. Nietzsche, filósofo da suspeita, Rio de Janeiro, Casa da Palavra, 2010.

7. Nietzsche, seus leitores e suas leituras, São Paulo, Barcarolla, 2010.

8. Nietzsche, um “francês” entre franceses, organisation, introduction et notes,


São Paulo, Barcarolla, 2009.

9. Nietzsche pensador mediterrâneo. A recepção italiana, organisation,


introduction et notes, São Paulo, Discurso Editorial, 2007.

10. Nietzsche abaixo do Equador. A recepção na América do Sul, organisation,


introduction et notes, São Paulo, Discurso Editorial, 2006.

11. Nietzsche na Alemanha, organisation, introduction et notes, São Paulo,


Discurso Editorial, 2005.

12. A irrecusável busca de sentido. Autobiografia intelectual, São Paulo, Ateliê,


2004.

13. Extravagâncias. Ensaios sobre a filosofia de Nietzsche, 3ème édition, São


Paulo, Discurso Editorial, 2009 – 1ère édition, 2000.

14. Nietzsche - A Transvaloração dos Valores, 4ème édition, São Paulo,


Moderna, 1996 – 1ère édition, 1993.
15. Nietzsche - Das forças cósmicas aos valores humanos, 3ème édition, Belo
Horizonte, Editora UFMG, 2010 – 1ère édition, São Paulo, Brasiliense, 1990.

16. O pensamento vivo de Nietzsche, organisation, introduction et notes, São


Paulo, Martin Claret Editores, 1986.

17. Nietzsche hoje? - Colóquio de Cerisy, organisation, introduction et notes,


São Paulo, Brasiliense, 1985.

18. Nietzsche - uma filosofia a marteladas, 5ème édition, São Paulo,


Brasiliense, 1991 – 1ère édition, 1982.

Capítulos ou partes de livros:[editar | editar código-fonte]


Na Europa e no continente americano:

- « De Foucault à Nietzsche : pluralité d’interprétations et importance des


critères », dans Paolo Stellino et Olivier Tinland (dir.), Nietzsche et le
relativisme, Bruxelles, Ousia, 2019, p. 203-225.

- « Nietzsche et la condition des femmes: une analyse des configurations du


féminin dans Humain, trop humain », in C. Denat, P. Wotling (éds.), Humain,
trop humain et les débuts de la réforme de la philosophie, Reims, Épure, 2017,
p. 435-464.

- « L'éternel retour du même, le temps et l'histoire », in B. Binoche, A. Sorosina


(éds.), Les historicités de Nietzsche, Paris, Publcations de la Sorbonne, 2016, p.
105-125.

- « La naissance de la tragédie : du dépassement des contraires à la


philosophie des antagonismes », in C. Denat, P. Wotling (éds.), Nietzsche. Les
premiers textes sur les Grecs, Reims, Épure, 2016, p. 171-186.

-  « Le perspectivisme: d'une question gnoséologique à une thèse


cosmologique », in P. D'Iorio, M. C. Fornari, L. Lupo, C. Piazzesi
(éds.), Prospettive. Ommagio a Giuliano Campioni, Pisa, Edizioni ETS, 2015, p.
273-278.
- « ‘Il y a tant d’aurores...’ Nietzsche et le projet de renversement des
valeurs », in C. Denat, P. Wotling (éds.), Aurore, tournant dans l'oeuvre de
Nietzsche, Reims, Épure, 2015, p. 251-265.

-  « Genealogia della morale : dalla premura didattica ai fini strategici », in B.


Giacomini, P. Gori, F. Grigenti (éds.), La Genealogia della morale. Letture e
interpretazioni, Pisa, Edizioni ETS, 2015, p. 29-53.

- « Nietzsche contre Wagner, Nietzsche contre Nietzsche. Une analyse de deux


antipodes », in C. Denat, P. Wotling (éds.), Nietzsche. Les textes sur Wagner,
Reims, Épure, 2015, p. 35-50.

- « ‘La nuova concezione del mondo’ : volontà di potenza, pluralità di forze,


eterno ritorno dell'identico », in S. Busellato (éd.), Nietzsche dal Brasile, Pisa,
Edizioni ETS, 2014, p. 21-39.

- « À la recherche d’un critère d’évaluation des évaluations. Les notions de vie
et de valeur chez Nietzsche », in C. Denat, P. Wotling (éds.), Les hétérodoxies
de Nietzsche. Lectures du Crépuscule des idoles, Reims, Épure, 2014, p. 321-
342.

- « Modernidade e décadence. Wagner e a cultura filisteia », in S. Marton, M.


Branco, J. Constâncio (éds.), Sujeito, décadence e arte. Nietzsche e a
modernidade, Lisboa, Tinta da China, 2014, p. 199-225.

- « Nietzsche et sa recherche d’interlocuteurs. Une analyse du prologue d’Ainsi


parlait Zarathoustra », in C. Denat, P. Wotling (éds.), Nietzsche. Un art nouveau
du discours, Reims, Épure, 2013, p. 81-101.

- « Ainsi parlait Zarathoustra : l'oeuvre à la fois consacrée et reniée », in G.


Campioni, L. Ciamarra, M. Segala (éds.), in Goethe, Schopenhauer, Nietzsche -
Saggi in memoria di Sandro Barbera, Pisa, Edizioni ETS, 2012, p. 481-498.

- « La philologie : l’astuce du philosophe généalogiste », in J.-F. Balaudé, P.


Wotling (éds.), L'art de bien lire. Nietzsche et la philologie, Paris, Vrin, 2012, p.
153-163.

- « Una cuestión de vida o muerte. La filosofía de Nietzsche y el problema de la


eutanasia », in M. Raffin, B. Podestá (éds.), Problemas y debates de la tradición
y la actualidad de la filosofía política, San Juan, Universidad Nacional, 2012, p.
19-34.

- « Afternoon Thoughts. Nietzsche and Dogmatism », in J. Constâncio, M.


Branco (éds.), Nietzsche on Instinct and Language, Berlin, de Gruyter, 2011, p.
167-184.

- « Nietzsche et la Révolution Française. Remarques sur la divise


révolutionnaire », in C. Denat, C. Piazzesi (éds.), Nietzsche pensatore della
politica? Nietzsche pensatore del sociale?, Pisa, Edizioni ETS, 2011, p. 119-132.

- « De la réalité au rêve. Nietzsche et les images de la femme », in C. Piazzesi,


G. Campioni, P. Wotling (éds.), Lettura della Gaia scienza, Pisa, Edizioni ETS,
2010, p. 277-294.

- « Una cuestión de vida o muerte: la filosofía de Nietzsche y el problema de la


eutanasia », in  M. Vega (éd.), Realidades en clave filosófica, Caracas,
Universidad Simón Bolivar, 2004, p. 141-153.

- « Deleuze et son ombre », in E. Alliez (éd.), Gilles Deleuze une vie


philosophique, Le Plessis-Robinson, Institut Synthélabo pour le progrès de la
connaissance, 1998, p. 233-242.

No Brasil :

- « GEN – Grupo de Estudos Nietzsche », in E. Nasser, L. Rubira


(éds.), Nietzsche no século XXI, Porto Alegre, Editora Zouk, 2017, p. 11-16.

- « Assim falava Zaratustra. Um livro para todos e ninguém », in GEN


(éd.), Dicionário Nietzsche, São Paulo, Loyola, 2016.

- « Friedrich Nietzsche: a celebração da vida », in M. V. dos Santos (éd.), Os


Pensadores, Santos, Realejo Livros, 2016, p. 262-279.

- « Ascensão e declínio dos profissionais da filosofia. Do trabalho de reflexão à


visibilidade mediática », in A. Culleton, L. Streck, R. Reis (éds.), Festschrift. Um
tributo a Ernildo Stein, São Leopoldo, Ed. Unisinos, 2015, p. 9-21.
- « Nietzsche e o problema da linguagem: a crítica enquanto criação », in M.
Lima, A. Itaparica, Verdade e Linguagem em Nietzsche, Salvador, Edufba, 2014,
p. 15-41.

- « Nietzsche e a cena acadêmica brasileira: exame e avaliação de um trabalho


intelectual », in V. Azeredo, I. Silva Jr (éds.), Nietzsche e a interpretação, São
Paulo, Humanitas, 2012, p. 15-34.

- « Da biologia à física: vontade de potência e eterno retorno do mesmo.


Nietzsche e as ciências da natureza », in M. A. Barrenechea, C. Feitosa, P.
Pinheiro, R. Suarez, Nietzsche e as ciências, Rio de Janeiro, Viveiros de Castro
Editora Ltda, 2011, p. 114-128.

- « Nietzsche, reflexão filosófica e vivência », in R. Dias, S. Vanderlei, T. Barros


(éds.), Leituras de Zaratustra, Rio de Janeiro, Mauad X/ Faperj, 2011, p. 273-
283.

- « Novas liras para novas canções: Reflexões sobre a linguagem em


Nietzsche », in A. Pommer, P. D. Fraga, P. R. Schneider (éds.), Filosofia e
Crítica, Ijuí, Editora Unijuí, 2007, p. 477-496.

- « Ideias em cena: Filosofia e Arte », in V. Azeredo (éd.), Encontros


Nietzsche, Ijuí, Editora UNIJUÍ, 2003, p.21-30.

- « Assim silenciou Nietzsche », in C. Feitosa, M. C. Casanova, M. A.


Barrenechea, R. Dias (éds.), Assim falou Nietzsche III, Rio de Janeiro, 7Letras,
2001, p.166-180.

- « Deleuze e sua sombra », in E. Alliez (éd.), Gilles Deleuze: uma vida


filosófica, São Paulo, Editora 34, 2000, p. 235-243.

- « Só acreditaria num deus que soubesse dançar », in C. Feitosa, M. A.


Barrenechea (éds.), Assim falou Nietzsche II, Rio de Janeiro, Relume Dumará,
2000, p. 143-154.

- « A terceira margem da interpretação », in A doutrina da vontade de poder


em Nietzsche de Wolfgang Müller-Lauter, São Paulo, Annablume, 1997, p. 7-48.
- « Pascal: a busca do ponto fixo e a prática da anatomia moral », in L. A. De
Boni (éd.), Finitude e Transcendência, Petrópolis/ Porto Alegre, Vozes/ Editora
da PUC-RS, 1996, p. 713-726.

- « Nietzsche e Hegel, leitores de Heráclito ou a propósito de uma fala de


Zaratustra: Da superação de si », in E. Stein, L. A. De Boni (éds.), Dialética e
Liberdade, Petrópolis/ Porto Alegre, Vozes/ Editora da URGS, 1993, p. 522-538.

- « O eterno retorno do mesmo: tese cosmológica ou imperativo ético? », in A.


Novaes (éd.), Ética, São Paulo, Companhia das Letras, 1992, p. 205-223.

- « Nietzsche: consciência e inconsciente », in F. Knobloch (éd.), O Inconsciente


- várias leituras, São Paulo, Escuta, 1991, p.27-41.

- « Foucault leitor de Nietzsche », in R. J. Ribeiro (éd.), Recordar Foucault, São


Paulo, Brasiliense, 1985, p. 36-46.

S
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