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O vinho fabricado na Europa

> Possuem mais tradição


> É considerado uma arte
> O vinho representa a região onde é produzido
> As safras de uva são diferentes entre si.
> Regiões onde são produzidos os vinhos na Europa
> História de uma vinícola na produção de vinho
> Vinho mais produzido nos países da Europa
> época de produção do vinho na Europa
> como é bebido na Europa
> prato mais consumido com vinho na Europa
> onde é comercializado o vinho na Europa
> a cultura do vinho na Europa

Informações gerais
> é considerado uma arte
> possui uma tradição
> regiões onde são produzidos o vinho na Europa
> vinho mais produzido na Europa
> época de produção

produção do vinho

> história de uma região na produção do vinho


> prato mais consumido com vinho na Europa
> época de produção do vinho
> as safras de uva

Estava pensando em como começar a escrever e peguei um livro sobre escrita. Dali fui
parar em como criar um clube de leitura, pois afinal quem escreve deve saber ter lindo
bastante e porque a autora também disse que tinha um grupo de literatura mas para
mim um grupo de leitura me pareceu melhor. Vi alguns sites na internet sobre como
azer clubes de leitura, descobri que existe guia de leitura de livros para ajuda em um
clube de leitura e acabei continuando a miha leitura sobre como escrever com alma. E
agora destou aqui, de frente ao comuptador tentando escrever com alma e vejo o
quanto estou enferrujado para escrevrer. Perdi muita coisa pensando em que escerver
gastando um tempo preciosa no que não devia fazer. A coisa linda que eu conseguiria
escrever sumiu da minha mente como uma fumaça de cigarro na atmosfera azul do
meu quarto.
Continue praticando… como um exercício diaŕio de um atleta o correr naturalmente
obrigado a azer por si mesmo diante do computador preto e da tela branca do word
officee formatado com as especificaões da ABNT, sua mente e a velocidade lenta das
minhas mãos sobre o teclado velho e difícil à minha frente.
Pela minha janela não entra luz. Refletida na parede do meu vizinho Bigode está a
janela do meu quarto na luz fluerescente que vem da lampada do meu quarto. Fora ela,
está somente a escuridão da seis hora e quarenta do dia 11 de março na rua Boa família
onde moro. De vez em quando, vem um som do quarto da minha mãe, de alguma série
que ela esta assistindo, do latido de um cão da rua de baixo, de uma buzina de um
carro da minha rua, da porta sendo fechada da casa da minha irmã. Das teclas do meu
computador e das palavras murmuradas pela minha boca. O resto é o silêncio da
escuridão dando forma ao quadrado da minha janela refletida na parede do meu
vizinho Bigode.
Para quem estava se sentindo vazio e sem vida, arrumei algumas atividades para
fazer que estão fora da minha capacidade. Tenho que fazer diversos exercicios de
escrita, como o jogador que treina no ct do Corinthians, mas bate aquela preguiça e
não sei se vou conseguir fazer todos eles. Escrevi sobre o primeiro tópico da luz que
entra pela minha janela e deixarei o próximo para amanhã de manhã ou na hora que eu
acordar.
Sinto um pouco de vida entrando nos meus pulmões e se disseminando pela minha
cabeça e corpo todo.

Eu me lembro… de eu tentanto me lembrar do que escrever e sentindo um atividade


no cérebro a procura de palavras pra singndficar o vazio que eu estava sentido. Eu
melhembro de tentar escrever algo e lembrar e qeue eu acabar a de nascer e lebraria do
que de ter subido a pouco para colocar comida para o cachorro que sestava esem
comer desede ontem a noite e não lembro mais nada. Eu me lembro… de ter lido das
atividades que a escritora perdeu ao não se soltar e colocar no palapel como foi a s
suas férias no f com a família dela. Eu me lembro de ter que ficar mais velho para
escrever mais e da live que vi do conde falando de referencias literários que não tenho
e que quero ter.
Minha manhã é acordar ou demorar para acordar e ficar na camnha coxilando até
mais tarde, levantando uma hora da tarde e sentindo que demoerei para levantar . É
escovar os dentes e ligar o computador para er as noticias do dia e postar o facebook. É
abrir o seite de esportes e ver o que estão falando do corinthians quase sempre ele
metem o pau no corinthians e isso me faz ver cada vez menos programas de televisão
sobre o futebol.
Minha mãnha é tomar cae com pao de form a as vezes esquentado quando estour
inspirada ou com sem esquentar com maionese eou manteiga. É limpara as coisas da
minha cachorra jogar na privada e dar descarga e colocar a comida para o cachorro da
mainha mae e epopis estudar. E escrever.
Nesta manhça estive em Boudeaux. O cheiro da grama molhada me abraçava
enquanto caminhava por entre uma rua de videiras. O gosto de frutas e acidez estavam
lá comigo. Um mar verde banhava meus olhos marejados da brisa do mar e do doce
dos rios. Uma umidade que aquecia, que vivificava e que era somente vida e beleza.
As pedras calcárias refletiam o sol da primareva doce como um favo de mel.

Que mais queres além de versos e mulheres… vinhos e um chá mate quente
evoé gente!

Olhar de sorriso e corpo magnético em quase dois metros de lindeza calma e


despretensiosa é você Luciana Gimenez.
Dentro de mim existe um animal. Não é um quadrupede como um cachorro, apesar
de serem extraordinários os cachorros. Não é um gato, vaca sagrada ou touro, apesar
de eu desconfiar de traições. Dentro de mim tem um animal. Não um reptil, cobra,
lagarto, jacaré, apesar de meu pai ter apelido de jacaré. Dentro de mim tem um animal
que voa, não é uma águia dos EUA, apesar de eu viver na colônia Brasil. Dentro de
mim existe um passaro, com asas, bico. Penas, canto e rabo. Dentro de mim existe um
pássaro, esperando ver a Deus.
Há quem diga que as estrelas escondem deuses e que com o instrumento correto
podemos vê-los. Na astrologia védica há um monte deles. Moola, magha, pushia e
mais um monte deles. Penso que o mais louco não seria apenas vê-los, mas poder
interagir com eles. Já imaginou conversando com um deus da constelação de
escorpião, fazer amizade com um outro da constelação de sagitário, conhecer como é a
constelação de peixes pelo deus que mora lá. Seria muito interessante. Seria
indescritível de início, mas depois nos acostumaríamos com eles todos. Saberíamos até
dos deuses que não são conhecidos nem pelos videntes hindus. Essa sim seria uma
experiência que valeria ser vivida, pensando nela positivamente, sendo que eles
levariam em conta qfue somos humanos. Apenas humanos com nossas limitações e
possibilidades.
Queria te conhecer. Num jogo de cartas, no facebook mais que no tinder. Queria te
conhecer. Na natureza, ao céu aberto e levemente ensolarado. Queria te conhecer.
Ouvir de perto tua voz e me perder nela, na sua presença de sonho que a gente não
quer acordar. Queria te conhecer e de poder dizer algo de ti depois de anos para quem
não conheço.
Você tem o olhar incontrolável. Aquele que ri por conta própria e que ao vê-lo nos
apaixonamos. É filho de Cupido soltando flechas que acertam direto ao coração.
Sapeca, íntimo e irresístivel.
Decifra-me ou te devoro! Sou teu céu, posso tornar no teu inferno. Sou quem sacia e
a tua fome como o alquimista que faz o exilir da longa vida. Linda como o pôr do sol
no Farol da Barra com cheiro de óleo de dendê, praia e camarão. Nas cicatrizes do
fogo é onde mais estou.

Talvez, não passe de um porre na cabeça de um deus numa galáxia vizinha


Talvez, ainda esteja vivo em sonho a sociedade mais justa que buscamos
Talvez, o motivo dos olhos melancólicos da linda garota não passe de uma ideia
Talvez, em algum lugar estejam vivendo todos os que amamos e essa realidade seja apenas
um roteiro de série bastante premiado e que está na última temporada.
Talvez, talvez, talvez, talvez
Aquele Ronaldinho que um dia foi eleito o melhor jogador do mundo, hoje está atrás de
uma grade, preso no Paraguai. Em campo, foi dele o gol que o jogador dá um chapéu no
zagueiro da Venezuela dentro da área, dá um toque driblando outro jogador que vinha do lado
e chuta a bola no canto do goleiro. Foi o primeiro gol dele pela seleção brasileira. Jogou em
grandes clubes como o Grêmio, Barcelona, Milan, Fluminense, nas não jogou no time do
povo, o Corinthians. No Barcelona, recebeu o epiteto de bruxo, pois grande era a sua
habilidade com os pés e poderia ser chamado também de bailarino. Bruxo, pela letalidade em
dar e fazer gols talvez foi melhor. Pendurou as chuteiras em 2018 e com elas a bruxaria que
praticava. Começou a andar com gente estranha, pois que agora é ganhar dinheiro e para
ganhar dinheiro vale tudo, não é mesmo? Vale até mesmo se juntar a fascistas declarados e
trocar a bruxaria por pequenos delitos. Por que de vale ser lembrado pelas suas habilidades
em campo do que juntar mais alguns números numa conta corrente e sabe-se lá onde ou em
que país e ser preso por isso?
Não vá, espere! Gostei daquele de cenoura com chocolate que você fez na semana passada.
Aliás, esse seu corpo é a antítese do seu amor pela boa comida, pela arte pelo alcool e pela
vida. Te observo há bastante tempo e me delicio vendo o seu sorriso fino, a sua presença linda
e o seu jeito de vestir que deixam as roupas de moda como se fossem do dia-a-dia e da poesia
mais perto de nós.

A rua onde moro chama Boa família. De boas famílias, temos bem poucas, mas a maioria
são de bons vizinhos. É uma descida, como costumamos dizer aqui, mas para você deve ser
uma ladeira. Minha casa fica quase no fim dela, na parte de cima. É quase uma linha reta e
pouco movimentada, tanto por carros quanto por pessoas. É uma rua pacata, quase silenciosa,
desperta em instantes pelo barulho da oficina que fica quase ao lado de mim e na noite pelos
parabéns dos aniversariantes, que tem quase todos os meses. Paralela a ela, tem a AV. Ministro
Apolônio Salles, mais movimentada por carros e onde está o mercado Tietê onde compramos
o pão frances para tomar café de manhã.

Qeuria ter um fôlego de Dante, um peito de remador e poder cantar noite e dia para a flor, o
céu e os cabelos alaranjados e cacheados da minna amiga.
Queria poder correr sem me cansar a Silvestre inteira e poder desfrutar tudo com a
experiência de um atleta quênio.
Mas é parco o meu fôlego, quase inexistente, meu peito é inexperiente e minha voz ainda
vacila.
Minhas pernas são cambaleantes e não nasci na África como todos sabem.
Ainda assim sinto a existẽncia de Beatriz em Chico, das regatas cariocas no poeta e
diplomata e a música na lady irritada.
Sinto as pegadas negras ainda vivas nas meias brancas no éter da Doutor Arnaldo
Minhas pernas ainda caminham impressionadas com a cor das casas.
Cantarei a canção que vem de ti.
Sob o disfarce do moderno, o tempo para um momento e te contempla.
Na doçura do teu perfume, a natureza se afasta alegre e estende-se verdemente para você
brilhar.
A ilusão dissipa-se e em você minha inspiração se reconhece.

Um corpo firme e mal consumido ainda pelo sol, trazia em sua pele branca macia um
cheiro de flores de fim de primavera que misturava com o cheiro natural que temos quando
ainda somos jovens e então formava-se o cheiro dela.
Caminhava nem muito rápido nem muito devagar, tinha um gingado levemente sensual que
completava as curvas das suas pernas bem desenhadas.
Admirava quieto cada pedacinho daquele corpo e então ele se somava a cumplicidade dela,
meu sangue fervia e ficávamos ali no nosso mundo.
Dizem que meu pai não se despedia das pessoas. Não por falta de educação ou por outro
motivo em especial, mas simplesmente não se despedia das pessoas onde estava. Certa vez, no
dia em que estourou a bolsa da minha irmã, lembro de ir procura-lo no bar do seu Vicente e lá
estava ele. Era noite e fazia calor. Estava de costas para a porta do bar, acho que ele usava
uma camisa leve social clara e calça social. Disse: “pai, precisa levar a tati para o hospital”.
Lembro dele me olhar, e rapidamente tomar em um gole o que estava no copo americano e
sair apressado do bar.
Disse que não suportaria mais os seus absurdos. Deixei de responder as suas mensagens no
facebook, não fui mais na casa dela, tirei o time de campo. Última vez que a vi foi no
mercado Tiete. Estava esperando a atendente pegar os cinco pães, quando a vi chegando para
comprar mistura no açougue. Ela me viu, perguntou de longe por que eu não respondia as
mensagens dela e eu apenas levantei os ombros, peguei o saco de pão e fui em caminho ao
caixa para pagar e ir embora para casa. Ainda a vi no caixa

pagando a mistura e fui embora. Assim me despedi dela.


Sou o espremedor de limão. De liga metálica e ariado. Sou o
suco do limão fazendo som no fundo do copo e me assentando
nele. Sou o som rápido ao ser espremido e derramado. Sou a
memória que liga o espremedor de limão ao espremedor de
alho, que as vezes serve para tirar o caroço da azeitona. Sou
memória.

Imagine-se curtindo o pôr do sol no farol da barra com uma


garrafa de cerveja descansando sobre a mesa e apagando a
brasa da sua garganta com um véu de noiva gelado. Como na
Bahia a bebida mais pedida é a cerveja, na França é o vinho.
País gêmeo em extensão com o estado da Bahia, a França de
Artaud, de Baudelaire, Rimbaud, de Hugo é referência também
na arte de fazer vinho. Não só por ter tantos poetas e outros
artistas, mas por ter gerado ao mundo o conceito de terroir, a
ideia de que o lugar determina a qualidade do vinho.
E não faltam terra boa para ter vinhedo na França.
Champanhe e Borgonha tem clima continental e são produzidas
uvas adolescentes, não muito maduras, que dão vinhos
delicados e finos. São os vinhos do norte da França. No sul da
França, o clima é mediterrâneo. Inverno misturado com sol, as
uvas amadurecem sem problemas e dão vinhos carnudos,
cheios e ensolarados. Na costa atlântica, Bordeaux e Loire
ocidental têm clima oceânico. O clima abafado torna possível o
vinho doce Sauternes de Bordeaux.
Por fim, são da França também as estacas que desbravaram o
novo mundo, esperança de muitos colonos produzirem um dia
vinhos tão bons quanto os franceses.

Olho para trás e quantos séculos se passaram para eu estar


aqui? Muitas pessoas vieram ao mundo e outras tantas se
despediram para eu estar aqui. Sem falar em tantas outras que
não vieram à vida para eu estar aqui. Cristo veio o foi
crucificado. Ressuscitou e voltará. Veio o medievo e se foi para
eu estar aqui. Rei foram mortos, outros nasceram, outros
sequer sabemos que existiram para eu estar aqui. Veio a
modernidade e passou, veio Getúlio e passou, veio os operários
de 20 e ocultos na história partiram para eu estar aqui. Veio
minha família, alguns partiram, outros nasceram para eu estar
aqui. Qual mistério existe para eu estar ainda aqui? Há coisas
que estão além da nossa razão e que desconhemos.

Nunca viajei tanto. Fui para a Paris de Hemingway em Paris é


uma Festa. Estive

Rimos bastante.
Silêncio.
Ela me olha sorrindo baixinho. Respira devagarinho como a
concentrar-se nesse momento. Sente um leve rubor subir nas
faces e como a disfarçar tira docemente a franja lijsa do olho
esquerdo. Bebe um pouco da cerveja como se tomasse uma
dose de coragem e sorri delicadamente para mim. Percebo
nesse instante que a noite vai ser longa.
Quando a tornaram maldita? No séculos das luzes ou no
tempos modernos? Quem sabe? Sei que falam às vezes em
você e muito na pessoa de outra. Dizem: nunca se escreveu
tanto. Mas você está entre poucos como uma coisa secreta,
entre os que a buscam de corpo e alma. Os inciados em seu
arcano descobrem você nos antigos e novos altares. Que tu
sejas minha guia e torne navegável o mar revolto e eu possa
em terra firme erguer-te várias catedrais.
Escrevo para achar a minha voz e não somente por outra
coisa. Escrevo para achar a minha voz e com ela escrever sobre
as coisas que estão em mim e que escreverei sobre elas.
Escrevo como uma compostagem, para ir acumulando escrita e
aparecer depois a minha voz e ser eternizada no papel. Escrevo
para um dia ser lido e ser reconhecido pela minha voz. Não sei
bem se ela será, mas quero que ela esteja lá e digam, foi ele
quem escreveu.

Nos seus ventos sentimos a atmosfera de Bordeaux. A história


e a cultura impregnada na cidade materializam-se não só em
seus edifícios do século XVIII, mas também em sua vinícola
ancestral.

A antiguidade das suas ruas é reavivada nas centenas de


jovens que para lá vão estudar, pois ainda está viva a chama do
ensino no país que organizou a primeira universidade da Europa
é conhecido também pela importantíssima contribuição no
campo das ideias para o mundo moderno. E Bordeuax guarda
ainda em suas muralhas a tradição acadêmica ímpar da França.
De Porto da lua, como é conhecida Bordeuax, vêm os vinhos
mais finos e delicados do mundo e sua fama espalha-se por
todos os países do mundo. Da região de Médoc, no banco
esquerdo, a Côtes de Bourg, no banco direito de Bordeuax, há
uma enormidade de pequenas regiões famosas por seus vinhos
de qualidade. É a região da França com mais produtores
espalhados pelas suas terras e somam mais de 8000 produtores
de vinho de qualidade.

Em outro post, falarei mais sobre as regiões mais importantes


de Bordeaux na produção de vinhos e da qualidade do vinho de
cada região. Mas de Bordeuax, podemos afirmar que é a região
mais importante da França na produção de vinhos e da fama de
seus vinhos no mundo.
Eu sou amigo do sol, da chuva, da minha família, dos meus
cachorros, do meu quarto, da minha sala, da minha cozinha,
das minhas comidas, das minhas bebidas, das minhas roupas,
dos meus banhos, do meu banheiro, da minha rua, do meu
bairro, da miha cidade, do meu estado, do meu país, exceto do
Bolsonaro, do mundo, dos santos, do s anjos, de Jesus, de Maria
e de Deus.
Eu desliguei as mensagens dele. Daquele momento em diante
acabariam as suas lamentações, seus choros e eu poderia viver
com a minha namorada sem ser interrompido. A sensação de
estar livre para fazer o quer, na hora que se propôs a fazer não
tem o que pague. Parecia que o gole de aguá gelada descia
mais gelada, que a aguá saciava mais a sede, que a vida
voltava a florir. Sites de intertrepnimento de vários tipos
pullulavam na tela do computador, livros que eu sempre quis
ler jorraveam na minha timeline , quanta coisa para se divertoir.
Desliguei as mensagens dele. Que amigo fazi isso com outro?
Eu, o amigo que não trata as amizades como devem ser, que se
asfastam das amizadaedes quando encontra uma moça que
não vale as separações que cometi. Isso mostar nada mais do
que a minha falta de consideraçõa pelos amigos, ainda mais por
ele que precisava tanto de mm e que sempre estava ali para m
sorrcorrer das minhas crises. Um homem sem coração para os
seus é uma pessoas dispensável.
Ainda não escutei os discos de Chico e ainda tem livros que
eu não li. E tem a pizza que sempre é diferente, minha mãe que
acha do que reclamar de alguma coisa na manhã seguinte e
tem os jogos do Corinthians, que só está perdendo ultimamente
mas está sempre evoluindo. E tem os pássaros que eu não vi
voar, o mar que eu não vi quebrar em janeiro, fevereiro, março,
abril. E tem as séries que eu não assisti. Os filmes. E tem uma
vida que eu ainda não vivi e que está em quarentena agora.

Vidro

Embaixo dos pés gelados


do menino descalço
jorra sangue e dor.
Água

Acordo de manhã
com a cabeça ainda girando
como geléia de ameixa preta

O silêncio tornou-se sufocante. Sinto meus músculos


juntando-se cada dia mais e mais como a água numa panela
quente, como a poeira no espirador de pó.
Meus ouvidos estão cansados de ouvir até o zunir da minha
cabeça. Mas ainda tem uma semana, um mês inteiro para
suportar. Meus doem da luz artificial do meu quarto e se tento
dormir tenho pesadelos e acordo direto para a privada vomitar.
Cansei de andar até a cozinha e pegar o café. Cansei de falar
com minha mãe e de voltar para o meu quarto. A certeza de
que você não pode sair deixa você mais sensível a tudo.

Há um louco na presidência e o coronavírus veio para


desnudá-lo. Mesmo diante da ameaça de um vírus matar
milhões de pessoas, o presidente louco pede para as pessoas
saírem da quarentena, porque a economia não pode parar.
A OMS declara que o coronavírus é uma pandemia, mas o
presidente louco do Brasil diz para as pessoas que o vírus
mortal é uma gripesinha e que a economia não pode parar.
A economia pode matar, para o presidente louco, porque a
economia não pode parar.

Semana passada comi a lasanha de berinjela que a minha


irmã fez. Coloquei arroz branco e feijão dentro de um prato
fundo e frio branco, um pedaço carnudo de frango assado,
desses de padaria. Esse feito por um chef aqui do meu bairro.
Bom, mas não chegava perto do pequeno pedacinho de lasanha
de berinjela que coloquei sobre o feijão. Ali tinha tudo o que eu
adoro, a farinha de rosca meio crocante meio molhadinha de
molho de tomate com acidez que me traz a Lua para dançar
comigo; o queijo ainda quente derrentendo-se entre um
presunto cozindo à perfeição e com a berinjela desfazendo-se
de sabor e delícia. Fazia tempo que eu não sentia essa clímax
comendo um pedacinho do paraíso no prato.
A minha primeira vez não foi lá uma experiência inesquecível
ou completa. Lembro que me entupi de azulzinho com medo de
minha ferramenta ficar adormecida. O que mais gostei e
demorei foi nas preliminares. Não essas que estamos
acostumados em ter e que envolvem carícias para acender a
chama dos prazeres e queimar nossos corpos num delírio
contagiante. Inocente e sem saber o quer fazer naquqele
momento, estava mais nervoso falando do sexo dos anjos do
que propriamente usando meu tempo com ela para tornarmos
como nossas vestes intimas. Perdia tempo. Mas consegui não
sei como chegar em casa com ela, a caminhada parece ter
durado horas e cansado entramos no quarto. Sentia uma dor de
cabeça e nem sei o que ela pensava naquele momento. Ela
tirou a roupa, minha ferramenta não funcionou e depois de
algumas tentativas, lembro que o danado entrou na cavidade
dela e chorou depois de alguns minutos. Para mim foi uma
conquista. Para ela talvez decepção. Mas foi assim que deixei a
minha virgindade no corpo dela. Sem muito saborear o que ela
me trazia naquele corpo farto de carne branca que ainda hoje
sinto falta.
Como a um prato de sopa na minha mesa, sento-me
vagarosamente na cadeira. Procuro pelo pano de prato, rasgo
um pedaço de pão com bastante miolo para molhar nele,
separo cuidadosamente a colher mais fundinha que tenho.
Coloco um pouco de pimenta, assopro para ela ficar menos
quente e preparo o apetite sentindo seu aroma de vegetais,
seus pedaços de carne, seu caldo encorpado. Nesse momento
paro e rumino timidamente uns pedacinhos de tudo isso.
Meu avô é um boêmio. Gosta de conhaque quente e de tocar
violão no bar. Aliás, tinha um bar e amava muito a carne
feminina. Se dava muito bem com meu pai, quando este era
vivo, e eu fui poucas vezes no bar dele. Eu era pequeno e via
ele ali completo e sempre com um sorriso no rosto. Sempre me
dizia quando eu ai as seis da tarde na casa dele: Já comeu? Tem
que comer bastante para forte igual o vô ,e mostrava o músculo
do braço esquerdo, puxando a camisa para cima do ombro. No
prato, não podia faltar molho de carne cozida na panela de
pressão e muita farinha de mandioca por cima. Trago isso
comigo nos meus almoços e jantares. A morte do meu pai foi a
primeira vez que o vi triste.
Ela é pequena. Predomina em seu corpinho a cor preta. Nas
extremidades de seu corpo, um dourado quase de leão. Como
é preciosa essa minha pequenina. Guarda ainda dos leoninos, o
signo e a independência.
Para mim, o aniversário da minha irmã foi bom ontem. Ela
completou 41 anos. Dessa vez, ela não foi para um bar
comemroar, comprou umas latinhas de bhrama, fazia tanto
tempo que não bebia uma, e comemorou na casa dela. Sem o
mariod. Esavam brigados. É o dia mais feliz para ela. Gosta de
responder a cada uma das pessoas que mandam parabéns no
facebook dela. Para ela é uma satisfacção em retribuir uma
hora do seu dia respondendo aquels que tiraram um instante
para desejar um feliz aniversário. Eu não entendo tudo isso
direito. Não sei como no futuro me comportarei em relação ao
meu aniversário. Gosto de solidão. Ontem, fiquei um pouco
impressionado com os 41 anos dela. Sou apenas 4 anos mais
novo que ela. É como se no aniversário dela anunciasse a
minha velhice. Duas coisas tenho medo. De morrer e de ficar
velho. Embora perceba algumas vantagens em amadurecer.
Vou dormir tarde. Pensando no meu aniversário e nas
mudanças que ele possa trazer.
Mudei. Tinha encontrado a escrita e tinha tornado o chão
onde confiava. Estou paralisado, com medo de escrever e saber
que não consigo. Estou tentando ao máximo manter a memória
do que já pratiquei. Pode parecer que sou o mesmo, que tudo o
que aconteceu está em mim, mas a verdade é que sinto como
no primeiro dia em que me coloquei a escrever, porém sem a
certeza de que chegarei em algum lugar. As palavras saem dos
meus dedos como a primeira vez que um cachorro sai para a
rua. Procura tudo e quase nada acha. Eu estava acostumado
com meu estilo, ou melhor, com um começo de estilo e gostava
dele. Agora, me parece, tenho de me familiarizar com esse.
Começar de novo. A mudança traz surpresas. Mas não tem
problema. Vou tentar achar a minha voz novamente. Talvez eu a
encontre rapidamente. Talvez surja a comparação. Se esta for
pior do que aquela, vou ter que conviver com este fato e ser
infeliz.
O meu canto vem de dentro. Vem do centro da minha dor.
Invivisível as minhas pessoas queridas, mas que significa quase
tudo o que sou. Tenho vergonha dele. Guardo-o para ninguém
saber. É mancha vermelha no vestido branco, é vento frio no
verão.
A vida é um ônibus lotado e eu sou um passageiro procurando
apoio em uma haste de alumínio. Quando me sinto seguro, vem
um passageiro e me faz perder a segurança. Como o mar
A vida é um oceano atlântico beijando a areia do Guarujá. Na
mudança rápida da Lua, submerge o que antes era terra firme.
Estou procurando o meu barco para quando necessário for
navegar.

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