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Forjamento

Básico
Revisão: Documento: Elaboração: Aprovação:
Data: Revisão Data: Visto:
Nº: 00 Nº: 29/08/2014 29/08/14

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INSTRUTOR :
Sandro Bueno Quirino – Eng de Processos CAE– UMF

COLABORADORES:
Ailson Sétimo Foganholi – Matrizaria – UMF
Camila Almeida Silva – Treinamento R.H.
Cristina Ap. Quibau Sorba – Treinamento R.H.
José Nogueira Valente – UFJ
José de Castro Dornelas Filho – UFJ
Nelson Henrique Ciampe – UFJ
Amarildo Gonçalves oliveira – UFJ
Thiago Willian Rangel Firmino – UFJ
Luiz Carlos Perissato – UFJ
Fernando Ap. Batistela – UMF
Genildo Moacir Brollo – UMF UFJ

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1 FORJAMENTO

3
ACIARIA

FORJARIA
IFJ
MATRIZARIA ENGENHARIA
UMF UMF

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OBJETIVO:

• Otimizar a rotina de trabalho, com o intuito de que todos


falem a mesma linguagem do início ao fim do processo.
Incentivar a Participação e a Integração entre os
colaboradores, na busca da Excelência Contínua em
Segurança, Meio Ambiente, Qualidade e Produtividade.

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INTRODUÇÃO:

• Todos nós somos importantes para nossa família e para a empresa, pois
compomos uma equipe em que todos são indispensáveis, assim sendo, é
necessário o envolvimento e empenho de cada um em nossos trabalhos, para que,
a cooperação, o diálogo e o respeito prevaleçam em nossas relações dentro e fora
da fábrica.
• O maior bem de uma empresa é a sua equipe, desta forma, sempre
seremos respeitados, valorizados e treinados para exercermos nossas funções e
assim crescermos juntos. Com isso procuramos nos valorizar profissionalmente e
jamais esquecendo que somos seres humanos dotados de capacidade; respeitando
e fazendo com que prevaleça a amizade, fator principal para o desenvolvimento.

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O QUE É?
O forjamento, é um processo de conformação
mecânica em que o material é deformado através de
Martelo, Prensa ou Recalcadora, e empregado para a
fabricação de produtos acabados ou semi-acabados de
alta resistência mecânica, destinados a sofrer grandes
esforços e solicitações em sua utilização.
Embora, hoje em dia, o forjamento seja feito por
meio de equipamentos, o princípio do processo continua o
mesmo: aplicação individual e intermitente de pressão,
quer dizer, o velho martelamento, ou então, a prensagem.

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Tipos de forjamentos
Forjamento a frio: é um processo de deformação plástica de metais à frio ou em
baixa temperaturas, onde o material é conformado por compressão, a fluir entre
uma matriz e um macho, resultando na obtenção de peças com forma e tolerâncias
de precisão. <0,3 temperatura de fusão ( ≤ 400°C)

Forjamento a morno: neste processo ocorre uma recuperação parcial da


ductibilidade do material e a tensão de conformação situa-se numa faixa
intermediária entre o trabalho a frio e a quente, sendo que não se formam novos
grãos ou seja não há recristalização.
De 0,3 a 0,5 temperatura de fusão (> 400°C e ≤ 723°C )

Forjamento a quente: neste processo o material é submetido à altas


temperaturas, isso proporciona grande facilidade de escoamento do material sem
muitos danos estruturais pois o processo de recristalização e recuperação ocorrem
simultaneamente ao forjamento, requer menos energia de prensagem com
possibilidade de alcançar uma ampla variedade de formas geométricas e com
raros surgimento de trincas. temperatura de fusão (≥870°C)

Pontos a Observar: A temperatura de fusão do aço Baixo carbono =1410°C


8 Aço médio carbono = 1450°C.
2 FASES DO
PROCESSO

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FLUXO DO PROCESSO
Cortar
Aquecer
Matéria Forjar
Tarugos
Prima

Jatear Tratar Calibrar

Pintar, Olear,
Acabar Expedir
Embalar

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Corte de Matéria-Prima
RECEBIMENTO DO AÇO
O aço recebido é descarregado e
estocado no pátio para posterior utilização.
A Matéria Prima recebida é acompanhada
do Certificado de Qualidade que após
recebimento do mesmo é enviado para o
Setor de Qualidade em Jundiaí.
GERAÇÃO DO CÓDIGO DE CORRIDA
Após entrada das Notas e Corridas no sistema o mesmo gera
automaticamente o Lote e Código de Corrida, este código é o mesmo que vai ser
marcado posteriormente na matriz e na peça.
ABERTURA DA ORDEM DE CORTE
Assim que o Aço é liberado e os Códigos criados o Planejamento abre a
Ordem de Produção para o Corte .
As Ordens ficam arquivadas no setor até que seja gerada a necessidade
de corte das mesmas conforme programação.

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Corte de Matéria-Prima
Tesouras
Possível cortar material até determinada bitola que não ultrapasse a capacidade da
máquina.
 Vantagens: Alta Produtividade
 Desvantagens: Topo do material com pequenas deformações

Detalhe: material cortado em tesoura

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Corte de Matéria-Prima
Serras de laminas:
Possível cortar.
 Vantagens: Cortes perfeitos
 Desvantagens: Menor Produtividade em relação a tesoura

13 Detalhe do material cortado em Serras


Corte de Matéria-Prima
Serras de discos:
Possível cortar todos os tipos de material.
 Vantagens: Cortes perfeitos
 Desvantagens: Menor Produtividade em relação a tesoura

Vídeo

Detalhe do material cortado em Serras

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CORTE

Nome dado na SIFCO aos materiais cortados: TARUGO

Geral:
a. Embora seja muito difícil, pode haver mistura de material
dentro das caixas que transportam os mesmos (Ex. Ponta de
Barras no final dos cortes).
b. Caso o carregador dos fornos observar alguma
irregularidade, antes de enfornar, avisar o supervisor.

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Aquecimento de Tarugo
Possuímos dois tipos de aquecimentos de matéria prima, sendo:

Fornos à gás: Esse processo utiliza o gás como


combustível para aquecer as câmaras dos fornos e
os materiais colocados nesta câmara são aquecido
através de irradiação / convecção.
1461

Fornos de Indução: Este processo consiste em


aquecimento com energia elétrica, onde a matéria
prima é carregada em bobinas adequadas ao
tamanho da bitola e na passagem por estas
bobinas , o material é aquecido gradativamente

Vídeo

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Aquecimento de Tarugo
Conceitos Básicos
• O aquecimento é uma operação muito importante no processo de
forjamento, existe o risco de queima onde o material não se regenera mais,
ou seja, tem que ser descartado antes de forjar a peça.
• Queima: Causada pelo aquecimento onde a temperatura chega próximo ao
ponto de fusão do material, os gases oxidantes penetram nos limites dos
contornos de grãos, formando a película de óxidos.
• Se o tarugo estiver frio (abaixo da temperatura indicada) seu
escoamento nas cavidades das matrizes é bastante prejudicado, onde
provavelmente haverão defeitos como falhas, dobras, dimensionais, etc.
• Portanto é necessário que o material seja aquecido na temperatura
indicada no processo.
OBS: A temperatura máxima de
forjamento é definida de acordo
com a composição química de
cada material.

17 Importante : Cartão de Temperatura (FO 723) Impresso


Cartão de Temperatura (FO 723) Impresso

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Forjar

Temos basicamente 3 tipos de processo de forjamento, sendo:


 Martelo
 Prensa
 Recalcadora

• Quando um produto é vendido, através de sua forma, tamanho do


lote, tolerâncias dimensionais ou outras características já é designado qual
equipamento irá produzi-lo.

• Alguns produtos podem ser forjados tanto em martelos como em


prensas, outros são específicos de prensas devido maior precisão, outros são
específicos de martelos devido complexidade, lotes ou tamanhos, e existem
também alguns que são forjados em recalcadoras e depois são reaquecidos e
forjados novamente em martelo.

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Processo de forjamento: Martelo
• O forjamento por Martelo é feito aplicando-se golpes rápidos e
sucessivos no metal. Desse modo, a pressão máxima acontece quando o
martelo toca o metal deformando-o rapidamente, a medida que o material vai
escoando e preenchendo a cavidade das matrizes formam-se as peças, a sobra
de material, causada pela variação de volume entre a matéria-prima cortada e a
forma final do produto resulta nas rebarbas, que serão comprimidas até que o
martelo atinja o golpe final que é limitado pela área de choque das matrizes.

• A rebarba que se forma é necessária, pois é ela que dá a pressão


necessária para que o material preencha totalmente as gravuras das matrizes
(valido para forjamento em martelos e prensas).

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Vídeo do processo: Martelo

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Processo de forjamento: Prensas
• Nas prensas o metal fica sujeito à ação da força de compressão em
menor velocidade(em relação ao martelo) e a pressão atinge seu valor máximo
no ponto morto inferior da Prensa.
• As matrizes de Prensas mecânicas não possuem áreas de choque,
sendo o que limita sua deformação é o curso definido da Prensa.
No caso das prensas hidráulicas para se manter a repetição de curso é
recomendado colocar área de choque.

• Pontos a observar: No martelo a velocidade de escoamento do


material é de até 10 vezes mais rápidos que as prensas.

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Processo de forjamento: Prensas
• Este processo de forjamento é realizado por prensas mecânicas ou
hidráulicas. As prensas mecânicas, de curso fixo, são acionadas por eixos
excêntricos e aplicam cargas de 600 toneladas à 4.000 toneladas (SIFCO
Jundiaí).
• As prensas hidráulicas tem sua força máxima de prensagem em todo
seu curso, enquanto as prensas mecânicas tem sua força máxima de
prensagem próximo ao ponto morto inferior.

Prensas mecânicas Prensas Hidráulicas

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Vídeo do processo: Prensas

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Nomes usualmente usados na SIFCO:

1. Rolador
2. Achatador
3. Bloqueador
Tarugo 4. Final
5. Rebarbado ( pç forjada
pronta)

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Vídeo do processo: Recalcadora
• Nas recalcadoras o metal fica sujeito à ação da força de compressão
em menor velocidade(em relação ao martelo) e a pressão atinge seu valor
máximo no fim do avanço do porta punções.
• As matrizes de Recalcadora são bipartidas do lado dos insertos e do
outro lado temos os punções. Não possuem áreas de choque, sendo o que
limita sua deformação é o curso definido biela.

• Pontos a observar: No martelo a velocidade de escoamento do


material é de até 10 vezes mais rápidos que as recalcadoras e prensas.

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Fotos do processo: Recalcadora

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Simulação de Forjamento do processo:
Recalcadora

Operação 1
Operação 2

Operação
3 Operação 4

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Simulação de Forjamento do processo:
Recalcadora

Operação 1
Operação 2

Operação
3 Operação 4

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REBARBAR - CALIBRAR
• Após o forjamento em qualquer dos processos, o excesso de material
necessário para formar a pressão que obriga o material a preencher as
cavidades das matrizes são retirados através da operação de rebarbar, alguns
produtos após rebarbados são calibrados a quente para garantir seu
dimensional, formas ou ainda gravar letras.

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REBARBAR - CALIBRAR
• Após o forjamento em qualquer dos processos, o excesso de material
necessário para formar a pressão que obriga o material a preencher as
cavidades das matrizes são retirados através da operação de rebarbar, alguns
produtos após rebarbados são calibrados a quente para garantir seu
dimensional, formas ou ainda gravar letras.

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Controle por Amostragem
• Durante o forjamento, o setor de inspeção a quente retira amostras
forjadas para que sejam feitas as inspeções necessárias. Estas inspeções são
feitas de acordo com um plano de inspeção já elaborado antes mesmo dos
produtos começarem a ser produzidos. Estas inspeções podem ser feitas
através de dispositivos específicos, chapelonas, traçagem, etc. e é necessário
para que se ocorrer algum problema durante o forjamento, seja corrigido de
imediato, evitando problemas na inspeção final.

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Inspeção

• PLANO DE INSPEÇÃO - Documento elaborado pelo sistema da


qualidade, dentro dos padrões estabelecidos pelas Normas ISO de gestão da
qualidade.
• Os planos de inspeção determinam como vão ser controlados todos os
produtos. São elaborados previamente por uma equipe que define como será
feito a inspeção, para garantia de que nossos produtos não tenham problemas
nas operações seguintes. É importante que esta operação seja realizada com
eficácia.

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Tratamento Térmico
O que é tratamento térmico de fato?
DEFINIÇÃO DE TRATAMENTO TÉRMICO
O Tratamento Térmico pode ser definido como aquecimento e resfriamento
controlado dos metais feitos com a finalidade de alterar suas propriedades
físicas e mecânicas, sem alterar a forma do produto final.

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Tratamento Térmico
• Após a fase de forjamento, os forjados são submetidos ao processo
de beneficiamento (Têmpera seguida de Revenimento) para que adquiram as
propriedades mecânicas exigidas.
• Todo processo de Tempera/Revenimento é definido de acordo com a
composição química e propriedades que se deseja alcançar no produto isso
define: temperatura, tempo de exposição a temperatura e resfriamento.

 Meios utilizados no resfriamento das peças:

• Óleo;
• Salmoura (água e sal);
• Polímeros;
• Ar;

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Tratamento Térmico

TIPOS DE TRATAMENTO TÉRMICO UTILIZADOS NA UFJ:

 Tempera
BENEFICIAMENTO
 Revenimento

Normalização

Recozimento isotérmico

Alívio de tensões

 Perlítico

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Tratamento Térmico
Tempera + Revenimento = Beneficiamento
Tempera:
• O material é aquecido á temperatura de austenitização, mantido por um tempo
determinado, depois submetido ao resfriamento rápido (instantâneo) por meio de
substâncias como água, salmoura, óleo e polímeros. Com este tratamento obtêm-se
aumento da dureza e resistência ao desgaste, porém baixa a ductibilidade
(alongamento e estricção) e tenacidade causando tensões internas nos materiais.
Austenita Martensita
(CFC) (TCC)

Revenimento:
• O revenimento é o tratamento térmico que normalmente é realizado logo após
a tempera, pois tem como objetivo corrigir e eliminar falhas e tensões obtidas no
processo de tempera tais como: tensões internas, excessos de dureza e fragilidade do
material, aumentar sua capacidade dúctil e resistência ao choque.

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Tratamento Térmico
Alívio de Tensões (Temperatura abaixo da usada no revenimento):
• Tem por objetivo obter um rearranjo nas discordâncias causadas por qualquer
processo anterior tais como: solda, usinagem, fadigas, torções, dobras, endireitamento
à frio, processos que causam modificações estruturais nos aços e podem gerar nas
peças empenamento, torção e trincas, neste processo a peça é aquecida à temperatura
abaixo da temperatura de revenimento , normalmente por volta de 600 C° e é resfriada
lentamente.

Normalização:
• Tratamento térmico, caracterizado por aquecimento acima da zona crítica e por
equalização nesta temperatura seguida de resfriamento uniforme ao ar, sem restringi-lo
ou acelerá-lo, até a temperatura ambiente. Utiliza-se para peças que necessitem ser
usinadas, com remoção de cavacos, para evitar-se o "empastamento" das ferramentas
de usinagem. Austenita
(CFC) +

Fe3C CCC
38 Perlita + Ferrita
Tratamento Térmico
Recozimento isotérmico
Recozimento caracterizado por uma austenitização seguida de transformação
isotérmica (Temperatura Constante) da austenita na região formação da perlita e
ferrita.Utiliza-se para peças que necessitem ser usinadas, com remoção de cavacos e
que, após a usinagem, devam sofrer tratamentos térmicos finais com distorções
dimensionais mínimas e sempre repetitivas para grandes séries de produção
Microestrutura
de Perlita e
Ferrita

Perlítico de forja.
Tratamento térmico de transformação de
austenita em perlita e ferrita com grão grosso
que utiliza a temperatura de forjamento como
ponto de partida para a transformação da
microestrutura.

39 Microestrutura de Perlita e Ferrita


Tratamento Térmico – Curva TTT
Austenita
(CFC)

Recozimento Tratamento
Usinagem Térmico
isotérmico

Usinagem

Revenimento Alívio de Tensões

solda, usinagem
Endireitamento,
Tempera

Martensita Martensita
Revenida
. Martensita
Revenida

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Tratamento Térmico

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Tratamento Térmico – Informações Importantes

Cuidados com o forjado antes de enviar ao


tratamento térmico.
Dobras – Recuperar antes de tratar , pois podem
abrir trincas dependendo do meio de refrigeração,
causando refugo.
Reinfornar peças para rebarbar – causa
crescimento de Grão e Descarbonetação (*).
Temperatura de forjamento : acima do máximo
causa crescimento de Grão e Descarbonetação e
até queima.
Reinfornar tarugos - causa crescimento de Grão e
Descarbonetação.
(*) - Caso ocorra a necessidade de Reinfornar
peças para rebarbar, verificar com o Tratamento Imagem de Descarbonetação
térmico a melhor forma de identificar as peças.

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Jateamento
• Esta operação consiste no forjado passar por meio de um sistema de
limpeza, onde são atirados granalhas de aço através de turbinas em alta
velocidade e seu impacto deixam as superfícies limpas. Temos basicamente
dois tipos de operação neste processo sendo que pode ser somente a limpeza
(shot blast) ou então a de tratamento superficial (shot penning) onde o impacto
das granalhas sobre o forjado, resultam em um encruamento superficial,
aumentando suas propriedades mecânicas.

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TESTE DE DUREZA
• Nossos produtos são
peças de segurança e não podem
falhar quando estão em operação,
isto exige um controle rígido de
qualidade. Após a verificação e
aprovação de suas propriedades
mecânicas através de analise
laboratoriais são realizados testes
de dureza para garantir a
homogeneidade de todas as
peças.

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Ensaio por Partículas Magnéticas
• O Ensaio por Partículas Magnéticas é utilizado para detecção de
descontinuidades(dobras, trincas) superficiais e sub-superficiais em materiais
ferromagnéticos e pode ser aplicado tanto a peças acabadas quanto semi-
acabadas e durante as etapas de fabricação.
• É importante que todos os forjados que foram magnetizados nesta
operação, sejam desmagnetizados, para que os cavacos não fiquem grudados
neles durante sua usinagem e para isto na saída da flux existe uma bobina por
onde o forjado passa e executa esta operação.

DOBRA

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CUNHAR A FRIO
Alguns produtos para se obter as dimensões finais
com maiores precisão, necessitam de uma cunhagem à
frio, pois esta operação por ser feita a frio, não passa por
outro processo, o que garante as dimensões exigidas

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INSPECIONAR

Temos diversos meios de inspeção dos nossos


produtos tais como:
 Visual;
 dimensional, com dispositivo;
 Chapelonas;
 Traçagens;
 etc.

47
INSPECIONAR

Os planos de inspeção determinam como vão ser


controlados todos os produtos. São elaborados
previamente por uma equipe que define se o controle é
por amostragem, 100% do lote, por chapelonas,
paquímetros, dispositivos, etc., para garantia de que
nossos produtos não tenham problemas nas operações
seguintes. É importante que esta operação seja realizada
com eficácia.

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PINTAR, OLEAR, EMBALAR

Após todas as operações serem realizadas, cada


produto passam pelo processo de proteção superficial,
que pode ser a pintura, oleamento, embalagem, etc, e
estas operações também estão descritas nos respectivos
planos de inspeção que conforme já citado, são
elaborados seguindo as exigências dos desenhos dos
clientes.

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Expedição
O processo dos produtos forjados terminam na expedição e que após
receber e conferir as quantidades e etiquetas são enviados ao nosso próximo
cliente, que pode ser a nossa usinagem (cliente interno) como também o cliente
externo quando é vendida somente forjada.

EXPEDIÇÃO SIFCO EXPEDIÇÃO SIFCO


CAMPINAS JUNDIAÍ

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IMPORTÂNCIA

Nossos produtos são montados em lugares


estratégicos nos veículos, tanto os nacionais como nos de
outros países que exportamos, portanto nossa
responsabilidade sobre esses produtos é muito grande e
exige comprometimento de toda a equipe para assegurar
sua qualidade.

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IMPORTÂNCIA

Todos funcionários desejam que seu retorno ao lar


sejam conforme saíram, portanto é muito importante que
em todas operações sejam usados EPI’s (equipamento
proteção individual) especificados para cada fase do
processo.

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Importância e Impactos Sociais
Nossos produtos são montados em lugares estratégicos nos veículos,
e é utilizado no transporte de cargas de todos os tipos, nas máquinas agrícola
agregando valor a economia do país e principalmente no transporte de
pessoas, portanto nossa responsabilidade sobre esses produtos é muito
grande e exige comprometimento de toda a equipe para assegurar sua
qualidade.

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Importância e Impactos Sociais
Uma falha desapercebida em nosso processo por qualquer motivo que seja
pode gerar grandes acidentes no transito com até familiares próximos, famílias
desamparadas com os motoristas acidentados, atrasos, perda de veículos,
recall em nossos produtos , perda da credibilidade de nossa empresa e
dependendo da gravidade da falha os prejuízos podem ser irreparáveis de
modo que a empresa não possa sobreviver ao mercado competitivo de hoje.

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Produtos

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Aplicação dos Produtos

• Caminhões
• Ônibus
• Maq. Agrícola

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