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Sumário

1 Introdução ........................................................................................................ 1
2 Desenvolvimento da Pesquisa ......................................................................... 2
2.1 Contexto histórico da surdez ..................................................................... 2
2.2 Concepção clinico-terapêutica e sócio-antropológica da surdez ............... 3
2.3 A educação de surdos............................................................................... 5
2.4 A língua dos sinais e a Libras ................................................................... 6
3 Conclusão ........................................................................................................ 8
4 Referências bibliográficas ................................................................................ 8
1 INTRODUÇÃO

Muito se é discutido sobre a inclusão de pessoas com deficiência na sociedade


nos dias de hoje. Houve um considerável avanço no que se trata desse assunto,
entretanto ainda há obstáculos que precisam ser superados para que seja possível
a inclusão total destas pessoas.

Segundo a pesquisa Censo 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e


Estatística (IBGE), aqui no Brasil, há mais de 9 milhões de pessoas com deficiência
auditiva, sendo que, desse total, cerca de 2 milhões possuem deficiência auditiva
severa (IBGE, 2010, p.144). Com base nesses números percebe-se a importância
de desenvolver sistemas que possibilitem a inclusão dessas pessoas no meio
cultural que elas vivem.

Os desafios começam pelo desenvolvimento da educação dos surdos de


maneira adequada e em sua língua natural, ou seja, a Língua de Sinais. Durante
muitos anos a língua dos sinais foi considerada um “tabu” e as principais técnicas
de educação dos surdos visavam o desenvolvimento da oralidade (ALVES et al.,
2015). Essa concepção não permitia que os surdos alcançassem seu total
desenvolvimento e, por esse motivo, foram estudadas outras técnicas de ensino.

No Brasil, em 1858, foi fundando o Instituto de Surdos-Mudos que contribuiu


para a formação adequada dos surdos, utilizando como forma de comunicação e
aprendizado a língua de sinais, e de lá saíram muito especialistas em LIBRAS
(MONTEIRO, 2006). A Língua Brasileira dos Sinais (LIBRAS) foi oficializada por lei
em 2002 e depois disso foram criados programas voltados a educação dos surdos
no país.

O presente trabalho visa fazer um breve histórico dos desafios e percepções


sobre a surdez, além de mostrar as diferentes visões e concepções sobre a mesma.
Como desenvolvimento, também serão enumerados os caminhos que já foram
percorridos para a educação dos surdos, a importância da língua dos sinais e a
criação da LIBRAS.

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2 DESENVOLVIMENTO DA PESQUISA

2.1 Contexto histórico da surdez


A história dos surdos, desde a antiguidade, reflete às dificuldades que esses
passaram até que fosse construída a sua identidade e de sua língua e obtivessem
o reconhecimento que têm atualmente.

Relatos trazem que os surdos já foram adorados assim como também já foram
sacrificados. No antigo Egito os surdos, considerados como deuses, tinham o
respeito e o temor da população e acreditava-se que estes eram mediadores entre
os deuses e os Faraós. No entanto, também eram jogados ao mar ou do alto de
rochedos pelos chineses e espartanos, ou sacrificados pelos gauleses em nome do
Deus Teutates (ALVES e LEITE; 2016). Segundo Silva (2009), os gregos igualavam
os surdos à animais uma vez que, para eles, o pensamento dependia da fala e,
com isso, os surdos ficavam de fora dos ensinamentos. Isso fazia com que os
surdos fossem marginalizados e até mesmo condenados à morte. Esses fatos
refletem como foi difícil a inserção e a construção da identidade dos surdos ao longo
da história.

A situação foi mudando após um monge surdo, chamado Ponce de Léon, se


dedicar à educação de crianças surdas, filhos de nobres que se preocupavam que
seus filhos fossem excluídos da sociedade (SILVA, 2009). Entretanto, ainda assim,
acreditava-se na necessidade de criar técnicas que ensinassem os surdos a
conversar por meio da fala e não da linguagem dos sinais.

No Brasil, antigamente, os filhos surdos eram escondidos por suas famílias


pois estes eram considerados fora dos padrões e por isso viviam em casa. A
comunicação entre os familiares e os surdos era complicada, uma vez que não era
conhecida a Língua dos Sinais e considerava-se “feio” comunicar-se por gestos.
(MONTEIRO; 2006)

A educação dos surdos no Brasil iniciou após a vinda da família real, quando
Eduard Huet, um professor surdo, veio ao o país com o intuito de ensinar um neto
surdo de Dom Pedro II. Com a vinda de Huet foi fundado, em 1857, o Instituto de
Surdos-Mudos que atualmente recebe o nome de Instituto Nacional de Educação

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de Surdos (INES). Após a criação da escola especializada para surdos, foi possível
a criação da Língua de Sinais dos Centros Urbanos que facilitou a educação dos
surdos (ALVES et al., 2015; CARVALHO, 2017).

O processo educacional dos surdos passou por diversos obstáculos devido à


prática oralista que fez com que os surdos fossem obrigados a falar e a rejeitar a
sua linguagem natural, a linguagem dos sinais. Segundo Alves et al. (2015, p. 30-
31).

“Surdos foram obrigados a rejeitar sua língua natural e


aprender outra língua de modalidade diferente da sua,
a língua oral de seu país, e isto lhes trouxe e traz um
grande prejuízo no que diz respeito ao processo de
comunicação, tanto na Língua de Sinais como na
própria oralização destes indivíduos.
[...] Esse processo de escolarização dos surdos foi o
que menos permitiu avanços, em nível acadêmico, já
que estes alunos começaram a perder sua identidade,
porque ora se viam como surdos, ora como ouvintes.
Essa prática impede seu desenvolvimento intelectual e
faz com que eles estejam sempre em atraso em relação
ao ouvinte, pois não conseguem falar bem e nem fazer
uma plena leitura labial.”

Atualmente, observa-se uma significativa mudança na maneira que a


sociedade enxerga o surdo, sua língua e sua cultura. Segundo Monteiro (2006), a
língua dos sinais não era considerada como língua, sendo considerada apenas
como linguagem. Hoje, a Lei da Libras (lei n° 10.436 de 24 de abril de 2002) e o
decreto n° 5626 de 22 de dezembro de 2005 oficializam a Língua Brasileira dos
Sinais.

2.2 Concepção clinico-terapêutica e sócio-antropológica da


surdez
Define-se a deficiência auditiva como sendo a “perda bilateral, parcial ou
total, de quarenta e um decibéis (dB) ou mais, aferida por audiograma nas
freqüências de 500Hz, 1.000Hz, 2.000Hz e 3.000Hz” segundo o Artigo 5 do Decreto
nº 5.296 de 02 de Dezembro de 2004. Considera-se surda a pessoa que tem a
compreensão da fala prejudicada devido à deficiência na audição, com ou sem uso
de aparelhos auditivos (CARVALHO, 2017).

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De acordo com os conhecimentos médicos há diferentes classificações para
a surdez, podendo ser classificada pelo seu grau de desvio, pela idade, pela
localização e pela etiologia (ALPENDRE, 2008).

Segundo Alpendre (2008, p. 2), na visão clinico-terapêutica a surdez é


considerada uma deficiência:

“Na tradição clínico-terapêutica, a surdez é vista como


uma “deficiência” em relação à comunidade “ouvinte”,
colocando os sujeitos surdos em desvantagem, se
comparados à maioria da população. ”

Decorrente dessa definição, surgiram as tentativas de tornar o surdo um


“ouvinte” através de técnicas como treino sistemático da audição, fala e leitura
labial, ou até o uso de próteses e implantes (ALPENDRE, 2008).

Um dos equívocos da concepção clínico-terapêutica é que a natureza


biológica do déficit auditivo é confundida com a natureza social consequente do
mesmo, e por esse motivo os surdos são responsabilizados pelas dificuldades em
seu desenvolvimento e educação sem que a dimensão social seja considerada
(ALPENDRE, 2008).

A concepção sócio-antropológica não vê a surdez como uma patologia,


diferentemente da concepção clínica, e busca entender a surdez como uma
diferença cultural. Segundo Alpendre (2008, p. 5), a visão sócio-antropológica
enxerga o surdo como:

“Uma pessoa surda é alguém que vivencia um déficit de


audição que a impede de adquirir, naturalmente, a
língua oral-auditiva usada pela comunidade majoritária;
assim, constrói sua identidade assentada
principalmente nessa diferença, utilizando-se de
estratégias cognitivas e de manifestações
comportamentais e culturais casuais diferentes das
pessoas que ouvem.”

Esse modelo surgiu da necessidade de incluir, no ambiente pedagógico, a


língua dos sinais, para a comunicação entre os surdos, e a segunda língua, para
que esses pudessem se integrar a comunidade ouvinte, o que pode ser chamado
de bilinguismo (ALPENDRE, 2008).

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2.3 A educação de surdos

Durante muitos anos, diversas teorias sobre a melhor maneira para educar
os surdos foram estudadas. Estudiosos acreditavam que a prática oralista era a
maneira mais adequada de incluir os surdos no processo educativo e, com base
nisso, várias técnicas foram desenvolvidas a fim de levar os surdos à oralidade.
Silva (2009, p. 2) citou alguns desses autores em seu trabalho:

“Juan Pablo Bonet que utilizava o alfabeto manual para ensinar


a leitura e a língua de sinais para ensinar a gramática, apesar de
ser um defensor da oralidade, não dispensou o auxílio da língua
de sinais em seu trabalho.

Jacob Rodrigues Pereire, um educador fluente em língua de


sinais, porém defensor da oralidade. Em suas aulas o objetivo a
ser alcançado era o de fazer surdos falarem, no entanto, usava a
língua de sinais.

Johann Conrad Amman, que acreditava que o uso dos sinais


atrapalhava o desenvolvimento do pensamento e
consequentemente da fala. ”

Assim, a educação do surdo foi voltada, principalmente, para suprir o que


lhe faltava, ou seja, a fala, e não na busca da transmissão de conhecimento
(ALVES et al., 2015). Ainda segundo Alves et al. (2015), a prática oralista interfere
negativamente no desenvolvimento de sua língua natural.

Houve um grande avanço em relação à prática bilíngue no Brasil. Muito se


lutou para que os aspectos socioculturais da comunidade surda fossem respeitados
e esses pudessem ser educados em sua língua natural. No bilinguismo, incialmente
é ensinado aos surdos a Língua de Sinais e somente após é ensinado o português
na modalidade escrita. (ALVES et al., 2015)

“ Se a língua de sinais é uma língua natural adquirida de


forma espontânea pela pessoa surda em contato com
pessoas que usam essa língua, e se a língua oral é
adquirida de forma sistematizada, então as pessoas
surdas têm o direito de ser ensinadas na língua de sinais.
A proposta bilíngue busca assegurar esse direito
(ALPENDRE, 2008, p. 8)”

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A Lei de Diretrizes e Bases da Educação do Brasil (LDB, Lei 9394/1996) rege
as políticas nacionais de inclusão escolar, que têm como objetivo a Educação para
todos (QUADROS, 2003).

2.4 A língua dos sinais e a Libras


Atualmente a surdez, a educação dos surdos e o uso da Língua dos Sinais
tem sido muito discutida. A Língua Brasileira de Sinais foi oficializada como língua
em 2002 abrindo novos caminhos para a educação dos surdos no Brasil, no
entanto, mesmo após a oficialização, surgiram polêmicas sobre o tema (DIZEU e
CAPORALI, 2005).

A língua de sinais é considerada a língua natural dos surdos visto que esses
a adquirem de forma espontânea, sem a necessidade de treinamento específico
para tal (DIZEU e CAPORALI, 2005). Entretanto, segundo Dizeu e Caporali (2005,
p. 584) ainda há resquícios do oralismo entre os profissionais que trabalham com
os surdos:

“Muitos profissionais que trabalham com surdos têm


uma visão sobre a língua de sinais como uma forma de
comunicação, não atribuindo a ela o status de língua e
considerando-a apenas uma alternativa para os surdos
que não conseguiram desenvolver a língua oral.”

O predomínio dessa visão oralista acaba fazendo com que o surdo não
participe, de maneira completa, do processo de integração social. A língua de sinais
é muito importante na vida do sujeito surdo, pois possibilita a ele o desenvolvimento
pleno e, por esse motivo, deve ser inserida na vida da criança nos três primeiros
anos de idade (DIZEU e CAPORALI, 2005). Segundo Jonsson e Zych (2010, p. 6
e 7):
“A língua de sinais de cada país apresenta
características próprias, portanto, cada comunidade
surda apresenta variação no uso dos sinais.
[...] Advém ressaltar que a língua oral e a língua de
sinais são de certa forma parecidas e sua gramática é
a mesma, pois as duas possuem dupla articulação e
são estruturadas com base em morfemas e tipos
linguísticos já existentes.”

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A Língua Brasileira de Sinais começou a ser produzida após a vinda do
Professor francês Ernest Huet, quando os surdos brasileiros iniciaram o contato
com a Língua de Sinais Francesa e a partir disso criaram o seu sistema de sinais
próprio. Com a fundação do Instituto dos Surdos-Mudos do Rio de Janeiro, ou
atualmente o INES, muitos surdos dormiam na escola e com isso desenvolviam a
LIBRAS e de lá saíram muitos líderes que divulgaram a língua. (MONTEIRO, 2006)

Segundo Monteiro (2006) em 1873 foi feita a iconografia dos sinais,


entretanto, em 1881 a LIBRAS foi proibida em todo Brasil, tendo grandes reflexos
negativos para a população surda. Atualmente o INES funciona normalmente,
inclusive com a oferta de cursos superiores como Letras e Pedagogia.

No Brasil há o Programa Nacional de Apoio à Educação do Surdo, que em


parceria com o MEC e outras instituições capacitaram uma série de pessoas para
a educação do surdo como mostrou Monteiro (2006, p. 300).

“Em agosto de 2001, no Programa Nacional de Apoio à


Educação do Surdo, a Federação Nacional de
Educação e Integração de Surdos (FENEIS-RJ) em
parceria com o Ministério de Educação e Cultura
(MEC), capacitou 80 Surdos no Brasil, para serem
Instrutores de LIBRAS e desenvolveu métodos de
ensino e materiais didáticos que ofereceram aos alunos
Surdos uma educação de qualidade.
Em setembro de 2001, no Programa Nacional de Apoio
à Educação do Surdo, a FENEIS-RJ em parceria com o
MEC e com o INES - capacitou 54
Professores/Intérpretes no Brasil para atuarem como
professores nas escolas inclusivas e desenvolveu
métodos de ensino e materiais didáticos para serem
utilizados com os alunos surdos.”

Esse movimento contribuiu para que a Lei da Libras fosse aplicada e inserida
nos currículos de ensino básico para surdos, o que foi uma vitória muito importante
para a comunidade surda (MONTEIRO, 2006),

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3 CONCLUSÃO

Os surdos enfrentaram diversos preconceitos e obstáculos ao longo de sua


história até que fosse possível construir o reconhecimento que têm hoje. Todos os
fatos relacionados a população surda exprimem quão importante foi cada conquista
acerca do reconhecimento de sua língua própria.

Durante muitos anos, acreditava-se que a melhor maneira de educar as


pessoas com deficiência auditiva severa era o desenvolvimento de sua oralidade.
Para isso, diferentes técnicas e métodos foram criados para que os surdos
pudessem desenvolver sua oralidade e, assim, acreditava-se que o conhecimento
poderia ser transmitido. Mesmo após muitos estudos constatou-se que esse
método oralista não contribuía com o desenvolvimento educacional e social das
pessoas surdas, pois sua educação se concentrava principalmente no
desenvolvimento da fala, deixando de lado conteúdos importantes presentes no
currículo regular alunos ouvintes.

A Língua de sinais é a língua natural dos surdos, pois eles podem a adquirir
de maneira espontânea. Assim, após o domínio da sua língua natural os surdos
podem desenvolver a língua portuguesa como segunda língua, o que é chamado
de bilinguismo.

A língua brasileira dos sinais, foi criada após a vinda de um professor francês
para o Brasil, mas passou por um longo caminho até ser considerada uma língua
oficial. A LIBRAS somente decretada uma língua oficial no Brasil no ano de 2002,
e desde então foram criados diversos programas visando a inclusão dos surdos na
educação aqui no Brasil. Apesar de todo o progresso obtido no que se trata do
desenvolvimento e aceitação da LIBRAS, muito ainda necessita ser melhorado para
que haja a inclusão social da população surda. O ideal seria que a LIBRAS também
fosse incluída no currículo regular dos alunos ouvintes para que assim a
comunicação entre alunos ouvintes e não ouvintes acontecesse de maneira
completa.

4 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

8
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DIZEU, Liliane Correia Toscano de Brito; CAPORALI, Sueli Aparecida. A língua de


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9
SILVA, Silvana Araújo. Conhecendo um pouco da história dos surdos. Londrina,
PR, 2009. Disponível em <
http://www.uel.br/prograd/nucleo_acessibilidade/documentos/texto_libras.pdf>.
Acesso em: Agosto de 2018.

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